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- Toyota Corolla XEi: R$ 177.590
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[4r]Denza B5 é SUV híbrido mais luxuoso que Defender e mais barato que SW4
Os chineses também chegaram aos segmentos de luxo no Brasil e já ocuparam a liderança. O Denza B5, mostrado aqui, já é há três meses consecutivos (junho, julho e agosto), o carro premium mais vendido do mercado brasileiro, à frente dos tradicionais BMW X1 e Volvo XC60.
O SUV híbrido plug-in é o primeiro modelo da Denza, a submarca de luxo da BYD, no Brasil, e promete, além de um alto nível de sofisticação e tecnologia, ser tão capaz no off-road quanto um Defender, no qual não esconde se inspirar. E, tudo isso, por menos que um Toyota SW4 (R$ 475.990). O B5 é vendido em duas versões: a GL, por R$ 405.000, e a GS, de R$ 449.000. Testamos a configuração mais cara.
Traseira tem estepe na tampa e engate para reboqueMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
Na aparência, o Denza B5 adere ao formato quadrado que se tornou moda entre os SUVs chineses. Os traços retos e os volumes bem marcados dão maior robustez visual, completados pelo estepe (uma quinta roda) na tampa traseira e pelas rodas de 20” em preto fosco com pneus 275/55.
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Mas o formato do jipão, que tem 4,89 m de comprimento, 1,97 m de largura, suntuosos 1,92 m de altura e 2,80 m de entre-eixos, não é apenas pose. Seu ângulo de ataque é de 39o e o de saída, de 35o – a capacidade de imersão chega aos 75 cm. A altura máxima do solo atinge os 31 cm com a suspensão a ar em seu nível mais alto entre os três disponíveis, com variação total de até 14 cm.
Telas preenchem praticamente toda a área frontal do painelMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
Os ajustes são feitos automaticamente seguindo os modos de condução ou à escolha do condutor. O nível mais baixo é acionado ao estacionar, para que os ocupantes possam entrar e sair da cabine de forma confortável, com a ajuda ainda do estribo elétrico, que se estende ao abrir as portas. No reboque, o B5 pode levar 750 kg caso o complemento não tenha freios e 2,5 toneladas com freios.
Para gerenciar tantas capacidades, o B5 tem 16 modos de condução diferentes, grande parte focada no off-road. São eles: Eco, Comfort, Sport, Sport+, Lama, Neve, Areia, Rocha, Montanha, Climbing (escalada), Crawl, Wading, Creep (lento) e Personalizado. Há também o modo U-Turn, que reduz o raio de giro do SUV, útil para trilhas apertadas.
Apoio de cabeça do motorista tem alto-falanteMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
A tração é 4×4 elétrica, ou seja, conduzida pelos motores elétricos, sem um sistema mecânico tradicional com cardã, por exemplo. Ainda assim, há opções de reduzida e bloqueios dos diferenciais dianteiro e traseiro.
O conjunto híbrido do SUV de luxo é formado por três motores, que fazem uma escalada em seus números de potência e torque. O motor 1.5 turbo a gasolina tem os números mais modestos, embora já chamativos 194 cv e 27,8 kgfm. Um dos elétricos fica no eixo dianteiro, com 272 cv e 36,7 kgfm.
Por fim, o terceiro motor, também elétrico, no eixo traseiro, rende mais 387 cv e 40,8 kgfm, números que saltam aos olhos e que se fazem necessários para que ele tracione as rodas traseiras no conjunto de tração 4×4. Combinados, são 687 cv e 77,5 kgfm, credenciais que levam o SUV de 3.055 kg de 0 a 100 km/h em apenas 5,4 s, de acordo com os nossos testes.
Atrás, há espaço suficiente para trêsMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
O B5 tem acelerações fortes, com uma notável predominância dos motores elétricos, e permite saídas, ultrapassagens e manobras no trânsito com a agilidade de carros bem menores. Apesar disso, ele não deixa esquecer seu porte pelo peso da direção e pela visão que se tem do alto e o largo capô. A suspensão também mostra que, mesmo com o tempo de aceleração semelhante ao de um Mustang GT, o Denza não nasceu para ser um esportivo.
Na prática, ele é um grande SUV de luxo com potência de sobra. Isso porque a suspensão foca no conforto e permite alguns balanços e inclinações em situações como curvas mais fechadas e velocidades mais altas. Mesmo em linha reta, a 120 km/h, por exemplo, há um leve balanço lateral. Nada que inspire instabilidade, mas com claros sinais de que é preciso respeitar alguns limites.
Porta-malas de 470 litros parece pequenoMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
Esse ajuste, porém, é ideal para trajetos urbanos. O B5 vence sem nenhuma dificuldade trechos de asfalto acidentado, lombadas, valetas e outras imperfeições, com boas absorções. A suspensão trabalha com robustez, e com um silêncio e uma suavidade dignos de carros de alto luxo – em termos clichês, o SUV parece rodar sobre tapetes.
Os motores elétricos são alimentados por uma grande bateria de 31,8 kWh. A autonomia elétrica, segundo a marca junto ao Inmetro, é de 74 km, mas é possível ultrapassar os 100 km de alcance na vida real, fazendo trajetos curtos por dias sem que uma gota de gasolina seja gasta. Caso a bateria fique baixa e o motor a gasolina seja utilizado, o consumo também não assusta para um carro de quase 700 cv. De acordo com os nossos testes, o modelo chega às médias de 8,5 km/l na cidade e 8,1 km/l na estrada.
Motor 1.5 é menos potente que os elétricosMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
A recarga da bateria pode ser feita a até 11 kW em AC (lento) ou 100 kW em DC (rápido). Também dá para recarregá-la com o motor 1.5 a gasolina servindo como um gerador, mas isso aumenta o consumo. Este tipo de recarga (via motor a combustão) não é novidade e está presente em quase todos os híbridos plug-in (PHEV).
Porém, diferente dos demais, que só a permitem com o veículo em movimento, no Denza B5 também é possível fazê-la com o carro estacionado. Basta selecionar o nível de carga desejado, estacionar e trancar o SUV. Ele desligará sozinho assim que a recarga for concluída. Por segurança, a Denza alerta que a função só deve ser utilizada em estacionamentos abertos, evitando o acúmulo de monóxido de carbono.
Comandos têm estilo off-road, mas o acabamento é de carro de luxo. Botão vermelho não é do pisca-alerta, é para ligar e desligar o motorMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
Compartimento de -6 °C a 50 °C
O interior do Denza B5 segue a mescla de um carro de luxo com vocação off-road. O painel tem elementos grandes e quadrados, com ares de robustez, mas sem exageros e sempre feitos ou revestidos por materiais de alta qualidade. Painel, painéis de porta e consoles usam materiais emborrachados e têm porções com revestimentos sintéticos. Mesmo onde há o uso de plásticos rígidos, se vê qualidade.
As luzes ambiente são discretas, os toques dos botões são suaves e mesmo as superfícies dos carregadores de indução para celulares (dois de 50 W) têm uma espécie de camurça. Os bancos são confortáveis e têm aquecimento e ventilação, exceto para o ocupante central traseiro. Só os dianteiros têm massagem e ajustes elétricos, com memórias. Há um compartimento no console central com aquecimento, entre 35 oC e 50 oC, e refrigeração, de -6 oC a 6 oC.
Console central tem dois carregadores de celular por indução de 50 W, com direito a ventilação (para não superaquecer) e revestimento de camurçaMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
O Denza B5 oferece três telas: uma de 12,3” para o quadro de instrumentos, com alta qualidade de imagem e boa quantidade de informações; uma de 15,6” para a central multimídia, com sistema eficiente e Android Auto e Apple CarPlay sem fio; e outra de 12,3” à frente do passageiro, com diversos canais de entretenimento, como YouTube (cuja exibição só é feita com o veículo parado, seguindo as leis brasileiras de trânsito).
Um head-up display fecha o pacote de visualizações, mas não encerra a multimídia. Isso porque o sistema de som premium da marca francesa Devialet, com 18 alto-falantes e 800 W, dá um show em qualidade sonora. Um dos alto-falantes, a propósito, fica dentro do encosto de cabeça do motorista. Isso faz com que ele fique imerso na música e possa receber alertas, como de GPS, diretamente aos ouvidos, sem que ninguém mais os ouça.
Compartimento central pode ser aquecido de 35 a 50 °C ou refrigerado de -6 a 6 °C, mas também pode ser utilizado apenas como um porta-objetos convencionalMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
Outros itens de série do Denza B5 incluem teto solar panorâmico com abertura, chave NFC (Near Field Communication, por cartão ou smartphone), câmeras 360o, faróis full-led com facho alto automático (mas que ficam devendo iluminação Matrix), ar digital bizona, volante com aquecimento, retrovisor interno digital, ACC, leitura de placas de velocidade, alertas de pontos cegos, frenagem automática de emergência, alertas de tráfegos cruzados dianteiro e traseiro, sistemas de permanência e centralização em faixa, entre outros.
Quando o assunto é espaço, mais surpresas. O B5 leva com conforto três pessoas no banco traseiro, com portas USB e saídas de ar à disposição – embora, vale lembrar, o assento central não tenha ventilação e aquecimento. Há espaço de sobra para pernas e cabeça, além das laterais, e diferentes inclinações para o encosto. No porta-malas, são 470 litros. A porta é pesada e não tem auxílio elétrico, embora a ajuda do amortecedor hidráulico faça diferença. Para fechar, há sistema de sucção – que fica faltando para as demais portas.
Quem vai atrás tem saídas de ar-condicionado, além de ventilação e aquecimento nos bancos das extremidades; massagem, só para os ocupantes da dianteiraMatheus Simanovicius/Quatro Rodas
Veredicto
O Denza B5 nasce pronto para encarar alemães e britânicos, mas custando menos e entregando mais. Seu pacote de luxo, tecnologia, desempenho e capacidades off-road escancaram o poder dos chineses.
Ficha Técnica
Motor: diant., 4 cil., turbo, 1.5, injeção direta, gasolina, 194 cv, 27,8 kgfm; elétricos (dois): diant., 272 cv, 36,7 kgfm; tras., 387 cv, 40,8 kgfm; combinados, 687 cv, 77,5 kgfm
Câmbio: aut., 1 marcha, tração 4×4
Bateria: íons de lítio (LFP), 31,8 kWh; recarga máx., 11 kW (AC), 100 kW (DC) Direção: elétrica
Suspensão: duplo A (diant. e tras.)
Freios: disco ventilado
Pneus: 275/55 R20
Dimensões: compr., 488,8 cm; larg., 197 cm; alt., 192 cm; entre-eixos, 280 cm; porta-malas, 470 litros; tanque de combustível, 82 litros, peso, 3.055 kg
Teste Quatro Rodas
| Aceleração | |
| 0 a 100 km/h | 5,4 s |
| 0 a 1.000 m | 25,6 s / 185,5 km/h |
| Velocidade máxima | n/d |
| Retomadas | |
| D 40 a 80 km/h | 2,5 s |
| D 60 a 100 km/h | 3,5 s |
| D 80 a 120 km/h | 4,5 s |
| Frenagens | |
| 60/80/120 km/h a 0 | 13,6/24,7/57 m |
| Consumo | |
| Urbano | 8,5 km/l |
| Rodoviário | 8,1 km/l |
| Ruído interno | |
| Neutro/RPM máx. | – / – dBA |
| 80/120 km/h | 57,6 / 66,4 dBA |
| Aferição | |
| Velocidade real a 100 km/h | 97 km/h |
| Rotação do motor a 100 km/h | – |
| Volante | 3 voltas |
| SEU Bolso | |
| Preço básico | R$ 449.000 |
| Garantia | 6 anos |
Assistência ao condutor
<span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas
| Farol alto automático | Sensor de estacionamento |
| Piloto automático adaptativo | Prevenção de saída de faixa |
| Frenagem autônoma | Alerta de saída de faixa |
| Alerta de ponto cego | Câmera 360º |
Ergonomia
<span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas
A: 161 cm (diant.) / 159 cm (tras.) B: 100,5 cm (diant.) / 99 cm (tras.) C: 100 cm (diant.) / 102 cm (tras.)
[JonalCarro2]Flagra: Novo SUV da Volkswagen aparece com carroceria definitiva no Brasil

[EmmaBR]Venha conhecer a EMMA Brasil! #EMMABrasil #SomDeAltaPerformance #QualidadeSonora #sq
[EmmaBR]Enquanto o mercado de som automotivo brasileiro compete no volume, um novo padrão está chegando. A maioria dos lojistas ...
[4r]Lamborghini tem carrinho de bebê mais exclusivo que seus carros
A Lamborghini agora tem um produto bem diferente dos superesportivos: um carrinho de bebê de luxo. Desenvolvido em parceria com a fabricante britânica Silver Cross, o Reef AL Giallo custa US$ 4.999 (aproximadamente R$ 25.505) e terá apenas 500 unidades produzidas em todo o mundo.
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O item foi desenvolvido para reproduzir elementos de design associados aos carros da Lamborghini. A “carroceria” combina couro e camurça, com costuras e detalhes em amarelo, enquanto o moisés de policarbonato tem ventilação integrada e desenho inspirado nas linhas dos capôs dos modelos da marca italiana.
Lamborghini Reef AL GialloDivulgação/Lamborghini
O assento utiliza camurça e fibras naturais de bambu, com padrões em Y em baixo relevo. A lista de elementos exclusivos inclui ainda barra de proteção revestida em couro, guidão com acabamento manual e emblemas da Lamborghini espalhados pelo conjunto.
Lamborghini Reef AL GialloDivulgação/Lamborghini
Até o pedal de freio recebeu inspiração nos carros da fabricante. O carrinho também tem rodas para diferentes tipos de terreno e sistema de suspensão completo, com molas expostas na cor amarela.
Lamborghini Reef AL GialloDivulgação/Lamborghini
Entre os acessórios estão duas capas de chuva, cobertura para proteção solar, porta-copos e rede contra moscas. Cada unidade acompanha ainda uma placa numerada que identifica sua posição entre as 500 produzidas.
Lamborghini Reef AL GialloDivulgação/Lamborghini
O preço de quase US$ 5.000 (R$ 25.505) faz do Reef AL Giallo um dos carrinhos de bebê mais exclusivos do mercado. A produção limitada também torna o modelo mais raro do que alguns dos carros mais especiais da própria Lamborghini.
[EmmaBR]Estamos felizes em anunciar a primeira loja credenciada! Vamos juntos nessa @src.customs 🚀 #EMMABrasil #QualidadeSonora...
[4r]Toyota SW4 fica R$ 54.600 mais barato para tentar frear o Haval H9
A invasão de veículos chineses trouxe um cenário raro para o mercado brasileiro: marcas como Toyota e Honda começaram a praticar fortes descontos para tentar manter a competitividade. O exemplo mais recente é o Toyota SW4 SRX Platinum de sete lugares.
O SUV grande é tabelado em R$ 424.590, mas será vendido até o final de setembro por R$ 369.990, o que representa R$ 54.600 de desconto. São 12,85% de abatimento sobre o preço de tabela. O principal alvo dessa ação é o GWM Haval H9, com quem disputa a liderança.
<span class="hidden">–</span>IA/Fernando Pires/Quatro Rodas
A diferença de preços cai para R$ 34.990, uma vez que o Haval H9 é tabelado em R$ 335.000. A disputa de vendas é acirrada, com o modelo chinês vencendo o japonês em vários meses ao longo do ano. Em agosto, a vantagem foi do SW4 com 1.064 unidades emplacadas contra 974 vendas do Haval.
A diferença de vendas entre os dois no acumulado do ano está em menos de 800 carros. Até o final de agosto, o Toyota SW4, que ainda é o líder, foi emplacado 8.801 vezes, enquanto o GWM Haval H9 tem 8.099 vendas.
O SW4 Platinum é equipado com motor 2.8 turbodiesel D-4D de 16 válvulas. Este propulsor entrega uma potência de 204 cv a 3.400 rpm e um torque de 50,9 kgfm a 2.800 rpm. A transmissão é automática de seis velocidades com sistema de tração 4×4 com opção de reduzida.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota
A lista de equipamentos do SW4 é robusta, são itens de série: faróis de LED com ajuste automático de altura, faróis de neblina, lanternas traseiras em LED, retrovisores na cor do veículo e maçanetas externas cromadas. Por dentro, conta com ar-condicionado digital de duas zonas, bancos revestidos em couro e material sintético com ajustes elétricos para motorista e passageiro, e bancos dianteiros ventilados.
A lista de equipamentos de conforto e conveniência segue com sistema multimídia com tela de 9 polegadas e espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, sistema de som JBL com oito alto-falantes, câmera 360 graus, chave presencial com partida por botão e compartimento refrigerado no painel.
No quesito segurança, oferece sete airbags, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alerta de mudança de faixa, sistema de pré-colisão frontal com frenagem automática e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.
[JonalCarro2]Geely EX2 sai por R$ 104 mil em venda direta; veja preços

[DD]Ready, Set, BOGO! 🔊🔊
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[JonalCarro2]VW Caminhões forma parceria com chinesa para vender furgões e vans no Brasil

[JonalCarro2]Por que São Paulo virou palco frequente de acidentes com carros milionários?

[4r]BYD King vende mais que o Toyota Corolla em agosto
O BYD King foi o sedã médio zero-quilômetro mais comercializado em agosto e superou as vendas de seu maior rival, o Toyota Corolla. O três volumes da BYD registrou 1.433 unidades no oitavo mês do ano, enquanto o modelo da Toyota emplacou 855.
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No entanto, no acumulado de 2026, o Corolla mantém a liderança. O sedã japonês apresenta 15.546 emplacamentos, contra 11.243 unidades do chinês. Os dados foram divulgados pela consultoria K.Lume.
Toyota Corolla
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota
O Toyota Corolla é oferecido no mercado nacional em cinco versões, com preços que partem de R$ 177.590 e vão até R$ 206.790.
O sedã é equipado com o motor 2.0 aspirado que entrega até 175 cv de potência e 21,3 kgfm de toque, associado a um câmbio automático CVT de dez marchas simuladas. As versões HEV adotam um motor 1.8 que entrega até 101 cv e 14,5 kgfm e um propulsor elétrico de 72 cv e 16,6 kgfm. A potência combinada é de 122 cv.
De série, ele entrega sete airbags, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controle de cruzeiro, assistente de pré-colisão, assistente de permanência em faixa e farol alto automático.
Em tamanho, o Corolla tem 4,63 m de comprimento, 1,78 m de largura, 1,45 m de altura e distância entre os eixos de 2,7 m. O porta-malas tem 470 litros declarados.
Em recente comparativo de QUATRO RODAS, o sedã chinês registrou 18,7 km/l em uso urbano e 16,4 km/l em rodovia, diante do Corolla, que obteve as médias de 18,1 km/l, na cidade, e 15,7 km/l, na estrada. A vantagem do BYD é de 0,6 km/l , na cidade, e 0,7 km/l, na estrada. As versões comparadas foram as topo de gama King GS e Corolla Altis Premium.
BYD King
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
O BYD King tem duas versões: a GL (R$ 172.990) e a GS (R$ 175.990). Diferente do Toyota Corolla, que tem opções a combustão e híbridas plenas, o sedã chinês é um híbrido plug-in. Enquanto a opção de entrada tem bateria de 8,3 kWh, a versão superior tem 18,3 kWh.
Ambas versões são equipadas com motor 1.5 aspirado que trabalha com um propulsor elétrico. A potência combinada é de 209 cv e 32,2 kgfm e 235 cv e 33,1 kgfm, respectivamente, para a GL e GS.
De série, o BYD King tem seis airbags, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e câmera 360º.
Na fita métrica, são 4,78 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,50 m de altura e 2,72 m de entre-eixos. O porta-malas tem 450 litros declarados.
[JonalCarro2]Honda CG 160 Fan x Yamaha Factor 150: qual moto urbana vale mais a pena em 2026?

[Protech]Assunto de hoje é: Subwoofer Slim! E concorda com a minha opnião? Deixa a sua opnião aqui nos comentários pra gente.

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[4r]Audi A5 Sportback usado tem muitas variações e pode ser mais barato que VW Tera
Apresentado como alternativa mais esportiva ao sisudo sedã A4, o A5 Sportback é praticamente um meio-termo entre sedã e perua: o acesso ao porta-malas de 480 litros é facilitado não apenas pela quinta porta como também pelo rebatimento do banco traseiro. Seus 2,82 metros entre os eixos garantem amplo espaço para quatro ocupantes.
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A segunda geração chegou em julho de 2017 com design ainda mais ousado e pacote de tecnologias. O motor é o EA888 3B 2.0 quatro-cilindros, turbo. E o câmbio de dupla embreagem de sete marchas. Não pense duas vezes: priorize as versões mais potentes e com tração integral quattro. É o caso das Ambition/Ambition Plus (252 cv e 37,7 kgfm), sucedidas no modelo 2019 pela Performance/Performance Black.
Na traseira, as lanternas mais horizontais, deram a impressão de que o A5 ficou mais largoLeo Sposito/Quatro Rodas
Teto solar panorâmico? É item de série na Ambition Plus, que conta também com ar-condicionado automático trizona, faróis de led, pacote S-Line, retrovisores com rebatimento elétrico e sensor de estacionamento dianteiro. O sistema de áudio Bang & Olufsen foi oferecido como opcional ao lado de faróis Matrix LED, head-up display e pacotes de assistência Assistance City e Assistance Tour.
Quem conduz de forma mais calma se contenta com as versões de 190 cv e tração dianteira: mais completa, a Ambiente traz instrumentos digitais Virtual Cockpit, rodas de 18” e multimídia MMI Plus com interface para celular Android Auto e Apple CarPlay.
O modelo cresceu 21 mm no comprimentoLeo Sposito/Quatro Rodas
A Attraction tem rodas de 17” e conta com bancos elétricos com imitação de couro, faróis de xenônio, modos de condução, sensor de estacionamento traseiro e porta-malas com acionamento elétrico. Ambas deram lugar às versões Prestige e Prestige Plus.
Reestilizado, o modelo 2021 chegou ao mercado em janeiro do mesmo ano com a grade seguindo a nova identidade visual da marca. Neste ano a versão Performance Black passou a entregar 249 cv devido a normas de emissões mais rígidas. O modelo 2022 foi oferecido na versão única S Line, com tração dianteira e motor 2.0 TFSI com 204 cv e sistema híbrido leve.
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas
O modelo 2023 recebeu a série especial Carbon Edition, limitada a 50 unidades com aerofólio e capa dos retrovisores de fibra de carbono, rodas Audi Sport de 19”, pinças de freio vermelhas e console com número serial.
A tração integral quattro retornaria apenas no modelo 2024: as versões Advanced e S Line compartilham o mesmo motor 2.0 TFSI com 204 cv e assistência por sistema híbrido leve. Nenhuma versão apresenta problemas crônicos, mas é indispensável verificar o histórico de manutenção antes de fechar negócio.
Rodas aro 19 fazem parte do kit S-LineLeo Sposito/Quatro Rodas
Problemas do Audi A5
Refrigeração – Nos motores EA888 a bomba d’água costuma apresentar vazamentos devido a sua carcaça plástica. O problema pode resultar em superaquecimento do motor.
Transmissão DSG – O câmbio DL382 é robusto, mas sua confiabilidade depende da troca periódica do fluido, que degrada sob altas temperaturas e tensões de cisalhamento. Trepidação em baixa velocidade é indício de problemas na unidade mecatrônica e/ou desgaste do conjunto de embreagens.
Cabeçote – No motor EA888 3B, a carbonização surge em unidades submetidas ao uso de combustíveis adulterados ou com obstruções no respiro do cárter.
Consumo de óleo – No motor EA888 esse problema se manifesta por perda de elasticidade nas juntas das tampas de válvulas e tampas das correntes de acionamento dos comandos.
Sistema híbrido leve (MHEV) – O BAS (motor de arranque com alternador por correia) possui componentes sensíveis ao clima brasileiro. Quando falha a bateria de 48 V, entra em modo de proteção e interrompe o carregamento da de 12 V.
A voz do dono
Nome: Maurício Cesar Navarro
Idade: 58 anos
Profissão: empresário
Cidade: Sinop (MT)
O que eu adoro: “Tem a classe de um sedã e a praticidade de uma perua: um meio- -termo entre os dois. Mecânica
forte, confiável e com bom rendimento. É rápido e veloz sem comprometer o conforto.”
O que eu odeio:
“O acabamento apresenta barulhos típicos de um VW. A multimídia poderia ter uma conexão mais estável e eventualmente trava. E algumas peças não são encontradas a pronta entrega nas concessionárias.”
Preço médio dos Audi A5
<span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas
Preço das peças do Audi A5
<span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas
Nós dissemos
<span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas
Agosto de 2017 (…) Se o A5 praticamente anda sozinho para a frente, recomenda-se cautela ao fazer manobras em marcha a ré, já que só quem comprar a versão Ambition Plus terá a assistência de apenas uma câmera traseira. O motor 2.0 TFSI brilhou na pista de testes. Precisou de apenas 5,6 segundos para ir de 0 a 100 km/h, (…) também se mostrou bastante econômico, registrando médias de 11 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada […].”
Pense também em um Mercedes-Benz CLA 250
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
A geração C118 chegou no final de 2019 em versão única. Seu motor 2.0 turbo de 224 cv trabalha com o câmbio de dupla embreagem e sete marchas para acelerar de 0 a 100 km/h em 6,3 s. Traz central MBUX, luz ambiente e comandos de voz. O head-up display projeta as informações para o para-brisa do carro a fim de manter a atenção do condutor na estrada. Rodas de 18” e teto solar elétrico panorâmico são itens de série.
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[4r]Ford Fathom será a nova picape elétrica da marca e terá porte de Maverick
A Ford busca expandir sua presença no mercado de picapes ao explorar novos segmentos sem concorrência direta. Após a chegada da Maverick, a marca prepara o lançamento da inédita Fathom, picape elétrica de baixo custo prevista para 2027.
O modelo adota porte semelhante ao da Maverick e terá preço inicial de US$ 28.350 (cerca de R$ 145.000 em conversão direta), o que o tornaria o veículo elétrico mais barato dos Estados Unidos. Como comparação, a Maverick parte de US$ 28.145 (aproximadamente R$ 144.000).
<span class="hidden">–</span>Jim Farley/Ford
A estratégia tenta combinar o sucesso comercial da Maverick nos EUA com uma nova arquitetura elétrica de baixo custo. O projeto é fruto de um trabalho acelerado desenvolvido por uma equipe especial da Ford, criada sob encomenda do CEO da fabricante, Jim Farley (que publicou em seu Instagram as imagens reproduzidas aqui), com a missão de viabilizar um elétrico acessível.
A partir das lições colhidas com a F-150 Lightning, a Ford compreendeu que os compradores de picapes de grande porte não estão dispostos a lidar com limitações de recarga e com a perda severa de autonomia ao transportar carga pesada. Ao apostar em um modelo menor, a empresa pretende atrair frotistas urbanos e consumidores jovens que buscam a praticidade da caçamba associada à eficiência das baterias.
<span class="hidden">–</span>Jim Farley/Ford
O pilar do projeto é a estreia da plataforma Universal Electric Vehicle (UEV), arquitetura desenvolvida especificamente para reduzir custos de produção e viabilizar uma família de novos modelos na fábrica de Kentucky, nos Estados Unidos. A engenharia aplicou cortes estruturais expressivos: o chassi utiliza 25% menos parafusos, elimina 20% das peças e reduz em 40% as estações de trabalho convencionais.
Essas soluções reduzem o tempo de montagem em 15% e diminuem o peso do veículo. Apenas o chicote elétrico ficou 10 kg mais leve e 426 metros mais curto frente a projetos tradicionais. O resultado é uma construção mais simples, de montagem ágil e manutenção potencialmente mais barata ao longo dos anos.
<span class="hidden">–</span>Jim Farley/Ford
Ainda sob camuflagem pesada, o visual indica foco na eficiência aerodinâmica. Farley adiantou que o modelo trará uma silhueta distante das picapes convencionais. O executivo afirma que a cabine oferecerá mais espaço para os passageiros do que um Toyota RAV4, sem considerar a capacidade adicional do porta-malas dianteiro e da caçamba. Para amenizar a resistência de clientes fiéis ao estilo tradicional, a carroceria exibirá linhas limpas, janelas mais estreitas e caçamba profunda.
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Na cabine, a central multimídia trará integração de série com Apple CarPlay, Android Auto e suporte a chave digital por smartphone. A Ford ainda mantém em sigilo a lista completa de equipamentos, confirmando apenas a compatibilidade com o sistema de condução semiautônoma BlueCruise, que permite dirigir sem as mãos no volante em trechos mapeados das rodovias norte-americanas.
As reservas abrem no início do ano que vem, com as entregas previstas para meados de 2027. Por enquanto, a Ford Fathom será exclusiva para o mercado norte-americano.
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[4r]As melhores picapes médias até R$ 250.000 para comprar em 2026
1º GWM Poer P30 Exclusive 2.4
A Poer Exclusive distorceu a realidade das picapes médias de entrada. Tudo porque é uma picape topo de linha sendo vendida por R$ 240.000 – o que pode servir de alento para uma cesta de peças tão cara e para o custo do seguro.
Seu motor é um 2.4 turbo diesel com 184 cv, com câmbio automático de nove marchas e tração 4×4. Não há economia na cabine, com duas grandes telas, ar automático bizona, bancos dianteiros elétricos ventilados e até painel emborrachado, coisa rara em picapes. No entanto, a calibração de suspensão muito firme parece mais adequada ao uso com carga do que para o dia a dia de uma picape completa.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -8% Seguro R$ 6.116 Rede 130 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT |
12.000 km R$ 1.579 24.000 km R$ 1.609 36.000 km R$ 1.749 48.000 km R$ 3.779 60.000 km R$ 1.597 Total R$ 10.313 |
Amortecedores dianteiros R$ 3.197 Pastilhas de freio R$ 1.289 Farol esquerdo R$ 9.443 Para-choque dianteiro R$ 2.367 Retrovisor esquerdo R$ 3.299 Total R$ 19.595 |
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
2º Mitsubishi Triton 2.4 GLS
A redução de preços promovida pela Mitsubishi garantiu um upgrade: a versão GLS sai pelo mesmo preço da antiga GL, e tem a mais para-choques pintados, rodas de liga leve aro 17”, bancos de vinil e cabine com detalhes prateados, mas tem central multimídia de 8” e quadro de instrumentos com tela colorida de 7”. Seu motor tem 204 cv.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -6% Seguro R$ 5.984 Rede 145 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT |
10.000 km R$ 1.789 20.000 km R$ 2.193 30.000 km R$ 2.110 40.000 km R$ 2.629 50.000 km R$ 1.789 60.000 km R$ 2.515 Total R$ 13.025 |
Amortecedores dianteiros R$ 875 Pastilhas de freio R$ 999 Farol esquerdo R$ 2.811 Para-choque dianteiro R$ 3.442 Retrovisor esquerdo R$ 1.418 Total R$ 9.545 |
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
3º Ford Ranger Black 2.0
A Ranger Black é para um público bem específico, que não faz questão da tração 4×4. Só tem tração traseira e câmbio automático combinados ao motor 2.0 turbo diesel de 170 cv. É um conjunto eficiente, porém mais fraco que o das suas rivais. Tem quadro de instrumentos digital central multimídia de 10” e bancos com partes de couro.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -9% Seguro R$ 5.551 Rede 128 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT, ADAS |
16.000 km R$ 1.810 32.000 km R$ 1.810 48.000 km R$ 3.051 Total R$ 6.671 |
Amortecedores dianteiros R$ 901 Pastilhas de freio R$ 1.094 Farol esquerdo R$ 2.365 Para-choque dianteiro R$ 9.069 Retrovisor esquerdo R$ 4.013 Total R$ 17.442 |
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[4r]Novo Lexus NX fica mais potente e ganha opção de recarga rápida
O Lexus NX passou por mudanças substanciais de meio de ciclo, após cinco anos do lançamento de sua segunda geração. Elas estão presentes por fora e por dentro, além de atualizações em seus conjuntos híbridos. “Irmão” premium do Toyota RAV4, o SUV foi apresentado no Japão e Europa e compete com modelos como Audi Q5, BMW X3 e Mercedes GLC.
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A versão topo de gama NX 450h+ (PHEV) adotou uma nova bateria de íons de lítio, que aumenta a capacidade em 30% ao passar de 18 kWh para 23 kWh. Isso permitiu um aumento de 8% na potência máxima, de 292 cv para 307 cv, e uma aceleração de 0 a 100 km/h para 6,1 segundos.
Lexus NX 2027Divulgação/Lexus
A configuração também foi “premiada” como o primeiro modelo híbrido plug-in da Lexus compatível com carregamento rápido DC de série – embora a marca não tenha divulgado, até então, a potência máxima de recarga neste modo. Agora, o novo sistema permite recargas de 10 a 80% em 30 minutos e uma autonomia superior a 100 km (WLTP).
Lexus NX 450h+ F SportDivulgação/Lexus
A NX 350h, versão híbrida plena, recebeu revisões para melhorar o resfriamento dos circuitos de corrente elétrica e houve a redução do peso da bateria de 32,7 kg para 23,5 kg. A potência de 199 cv seguiu a mesma. O 0 a 100 km/h é feito em 7,3 s e 7,7 s, para opções com tração nas quatro rodas e tração dianteira, respectivamente. Os dados foram divulgados para a Europa.
Lexus NX 350hDivulgação/Lexus
As mudanças também podem ser observadas no visual, presentes na nova assinatura de iluminação em led para os faróis, que se conectam à grade. A atualização inclui novas rodas de liga leve.
Atrás, as lanternas são conectadas e apresentam um novo desenho em duplo “L”, com o logo da Lexus iluminada ao centro. O acabamento da opção 450h + F Sport adiciona detalhes em preto brilhante e rodas de 20 polegadas com pinças de freio vermelhas.
Lexus NX 350hDivulgação/Lexus
Em tamanho, houve o aumento em 3 cm de comprimento, para 4,69 m, pela reformulação (embora leve) dos para-choques. As demais dimensões seguem as mesmas, com 1,86 m de largura, 1,66 m de altura e 2,69 m de distância entre os eixos.
Por dentro, há um novo volante e o painel foi redesenhado, inspirado no sedã Lexus ES. O quadro de instrumentos é de 12,3 polegadas, enquanto a central multimídia tem tela de 14 polegadas com o software Lexus Connect mais recente.
Lexus NX 450h+ F SportDivulgação/Lexus
As versões topo de gama adotam o sistema “Lexus Sensory Concierge”, que sincroniza a iluminação ambiente, controle da temperatura, aquecimento dos bancos e fragrâncias.
O Lexus NX reestilizado será lançado na Europa em meados de 2027, sendo que a pré-venda ocorre ainda em 2026. A marca afirma que o modelo está programado para ser introduzido em vários mercados globais a partir do final de 2026. Dado o bom momento da marca no país, é possível contar com a estreia do modelo por aqui a partir de 2027.
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[4r]As melhores picapes compactas e intermediárias até R$ 150.000 para comprar em 2026
1º Fiat Toro Volcano T270 MHEV
A Fiat Toro passou por reestilização em meados de 2025, mas só em maio último passou a ter o motor 1.3 turbo combinado com sistema híbrido leve 48 V, que totaliza 176 cv. O sistema reduz seu consumo em até 10% no consumo urbano, mas também acabou tornando a condução da picape mais confortável e silenciosa.
A semelhança com SUVs médios nunca foi tão grande. A versão Volcano tem rodas aro 18”, central de 10,1” vertical, base de carregamento sem fio para smartphone, bancos de couro, ar-condicionado bizona e sensores de chuva e crepuscular. Ainda tem frenagem de emergência e alerta de saída de faixa.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -16% Seguro R$ 3.940 Rede 537 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT, ADAS |
10.000 km R$ 1.239 20.000 km R$ 1.371 30.000 km R$ 1.239 40.000 km R$ 1.251 50.000 km R$ 1.274 60.000 km R$ 2.585 Total R$ 8.959 |
Amortecedores dianteiros R$ 1.480 Pastilhas de freio R$ 637 Farol esquerdo R$ 4.321 Para-choque dianteiro R$ 1.977 Retrovisor esquerdo R$ 1.846 Total R$ 10.261 |
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
2º Ford Maverick Black
Além do espaço mais amplo que uma Toro ou Rampage, a Maverick Black tem motor 2.0 turbo de 253 cv, câmbio automático de oito marchas e tração integral. Some a isto a presença de sistemas ADAS completos e piloto automático adaptativo, além de câmeras de visão 360o por uma diferença de preço relativamente pequena em relação à Toro.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -9% Seguro R$ 7.177 Rede 128 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT, ACC, ADAS |
16.000 km R$ 1.317 32.000 km R$ 2.664 48.000 km R$ 2.585 Total R$ 6.566 |
Amortecedores dianteiros R$ 1.430 Pastilhas de freio R$ 1.460 Farol esquerdo R$ 6.524 Para-choque dianteiro R$ 2.569 Retrovisor esquerdo R$ 1.747 Total R$ 13.730 |
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
3º Ram Rampage Big Horn
A Rampage é uma Toro com acabamento melhor e, em geral, mais conteúdo. A versão Big Horn é mais simples, tem conteúdo equivalente ao da Toro Volcano, mas com bancos com partes de tecido. Ao menos tem motor 2.2 turbo diesel com 200 cv, câmbio automático de nove marchas e tração integral como padrão.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -5% Seguro R$ 6.048 Rede 537 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT, ADAS |
20.000 km R$ 2.045 40.000 km R$ 2.086 60.000 km R$ 2.209 Total R$ 6.340 |
Amortecedores dianteiros R$ 990 Pastilhas de freio R$ 639 Farol esquerdo R$ 9.206 Para-choque dianteiro R$ 2.702 Retrovisor esquerdo R$ 3.154 Total R$ 16.691 |
[4r]‘O caminho natural é a maioria das marcas chinesas irem à falência’, diz especialista
A invasão de carros chineses no Brasil trouxe junto a impressão de que elas não possuírem identidade própria, e esse não é um questionamento exclusivo do mercado brasileiro. Para Carlos Castilho, historiador e criador do curso de Design Automotivo da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), tal fenômeno reflete o grande volume de fabricantes asiáticas.
Seja por inspiração em modelos ocidentais, como é o caso de Jetour e Jaecoo, conhecidas popularmente como Land Rover chinesas, ou o design arredondado e ausência de grade frontal em modelos de entrada como Geely EX2, GWM Ora 03 ou o recém-chegado GAC Aion UT.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/GAC
“O caminho natural é a maioria delas irem à falência. De tudo isso, vão sobrar algumas marcas e certamente, a partir daí, elas vão procurar ter a sua própria identidade”, afirmou durante o QRCast desta quarta-feira (02).
Segundo Castilho, essa não é uma questão exclusiva de marcas nascidas na China: “A gente precisa entender que eles ainda estão procurando se consolidar como marcas. É como aconteceu nos Estados Unidos no começo do século 20, quando existia mais de duas centenas de fabricantes”.
Geely EX2 ProFernando Pires/Quatro Rodas
O design automotivo vai muito além do visual pré-determinado de cada modelo que já nasce com a premissa de ser um SUV, sedã ou hatch. Os profissionais precisam levar em consideração todas as linhas para reduzir ao máximo o coeficiente de arrasto aerodinâmico.
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A altura de um veículo, por exemplo, não é definida apenas por estética. Antes de tudo, o designer precisa pensar em uma arquitetura que irá manter o carro “colado ao chão” nas curvas, garantindo mais estabilidade e segurança.
E é com a visão de especialista que Castilho dá como exemplos outras industrias, como a japonesa, que também passaram por momentos históricos em que enfrentaram críticas em relação a identidade.
Geely EX5 EM-i e Jaecoo 7Fernando Pires/Quatro Rodas
“Nós tivemos até outro dia a Toyota pelejando para ter uma identidade própria. E não foi só ela, todas as marcas passaram por problemas em relação a isso”, relembra o historiador.
Para Carlos Castilho, “a assinatura de uma marca é uma busca constante” e por isso leva-se anos até a concentração de esforços das montadoras resulte na construção de seu próprio apelo visual.
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[Taramps]A Dark Machine veio nos fazer uma visita e, claro, não passaria despercebida! 🔊

Um projeto de peso, com visual marcante e equipado com Taramps.
[4r]Primeiro Range Rover elétrico da história anda como V8 e não quer chamar a atenção
A Land Rover revelou o primeiro carro elétrico de sua história, e ele não poderia deixar de ser um Range Rover. Já à venda no Reino Unido e na Europa, e confirmado para chegar a outros mercados em breve, o modelo preserva as capacidades off-road da marca e tem desempenho semelhante às versões com motor V8.
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Aprimorar essa capacidade fora-de-estrada, além da adequação ao luxo obrigatório de um Range Rover, foi uma das justificativas dadas pela Land Rover para a demora no lançamento do modelo. Isso porque a marca está ao menos oito anos atrasada em relação a Jaguar, que é do mesmo grupo (JLR) e lançou o crossover elétrico I-pace em 2018.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover
No visual é quase impossível diferenciar o Range Rover elétrico do modelo a combustão em uma rápida passada de olhos. O estilo clássico e minimalista foi mantido quase intacto, exceto por melhorias aerodinâmicas para maior eficiência do sistema elétrico.
O Range Rover elétrico está disponível nas versões SE, HSE e Autobiography, além das versões SV, SV Ultra e SV Black. Para marcar o lançamento, a série First Edition terá 2.500 unidades com direito a revestimentos Kvadrat – marca dinamarquesa especialista em revestimento têxtil de luxo. Dependendo do país, será possível comprar o Range Rover com entre-eixos alongado.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover
Range Rover elétrico é mais rápido que o híbrido
O Range Rover elétrico mantém a tração integral graças ao uso de dois motores elétricos, um em cada eixo. Juntos, eles entregam 550 cv de potência e 86,6 kgfm de torque. Para efeitos de comparação, a configuração híbrida do SUV usa um 3.0 PHEV com 550 cv e 81,6 kgfm de torque. O 0 a 100 km/h do modelo elétrico é feito em 4,5 segundos, contra 5,4 s da configuração híbrida.
Comparado a algumas versões com motor V8 4.4, o desempenho também é semelhante, especialmente à versão SVAutobiography, que promete o 0 a 100 km/h nos mesmos 4,5 segundos.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover
O sistema de tração pode enviar toda a força para o eixo traseiro, bem como somente para as rodas da dianteira. Essa troca pode ser feita em apenas 50 milissegundos graças ao sistema Intelligent Driveline Dynamics. Em conjunto com a função Single Pedal, que dispensa o uso do freio, o Range Rover pode encarar inclinações de até 45 graus. A configuração elétrica ainda pode atravessar até 900 mm de áreas alagadas.
O SUV é alimentado por bateria de íons de lítio de 118,5 kWh, composta por 344 células prismáticas dispostas em uma estrutura de dois níveis. A arquitetura elétrica é de 800 volts. A recarga pode ser feita em corrente contínua com carga máxima de 350 kW, o que garante sair de 10% para 80% em 22 minutos. A autonomia total é de 600 km, segundo o ciclo WLTP.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover
Para facilitar a manutenção, cada Range Rover vem com um “gêmeo digital” que fornece diagnóstico de 900 pontos do veículo. Dessa maneira, a Land Rover pode prevenir problemas e fazer atualizações de software com tecnologia Over the Air.
O modelo já está disponível com preços a partir de 154.070 libras esterlinas, o que representa R$ 1.062.553 em conversão direta. As vendas começam pelo Reino Unido e Europa e serão expandidas para outros mercados em breve.








