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[JonalCarro2]Volvo só vai sobreviver com a sinergia entre as marcas do Grupo Geely, diz chefão

[Emma]Goldhorn DSPA 1216 Plus

SISTEMA DE GESTÃO PARA OFICINA MECÂNICA
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[Diy]Free Subwoofer Box Design Tool

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[Protech]Banda Beat 3001 agora tocando os médios do Gol Fake News! Não sei se o vídeo vai dar contar de reproduzir a sensível mel...

[4r]Land Rover chinês, Jaecoo 7 já é o carro mais vendido do Reino Unido
Assumidamente inspirado no design de carros da Land Rover, o Jaecoo 7 parece ter caído nas graças dos consumidores no Reino Unido. O SUV foi o carro mais vendido do mercado britânico em março de 2026, após alcançar as 10.064 unidades comercializadas no mês.
O SUV chinês desbancou líderes habituais do mercado britânico, como o Ford Puma (9.193 unidades), o Nissan Qashqai (8.718) e o Kia Sportage (7.310). Com 15.569 registros ao longo de 2026, o Jaecoo 7 está atualmente atrás apenas do Ford Puma (16.128).
As rodas aro 19 têm capas aerodinâmicas. Híbrido plug-in, o Jaecoo 7 aceita recarga rápida a 42 kW, o que é excelenteFernando Pires/Quatro Rodas
A Jaecoo estreou no Reino Unido em janeiro de 2025 e o Jaecoo 7 figura no top 10 de vendas desde setembro de 2025. A performance comercial do Jaecoo 7 representou, sozinha, uma fatia de 2,66% de todo o mercado automotivo do país no período. No acumulado do ano, o veículo já soma 15.569 unidades registradas – destes, 85% foram híbridos plug-in, que é a única mecânica disponível no Brasil.
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Ao lado da Omoda, marca que atua sob a mesma divisão global do grupo Chery International, a operação conjunta registrou 17.951 veículos entregues em março. A Jaecoo atingiu 3,16% de participação no mercado local, enquanto a Omoda, presente desde agosto de 2024, contribuiu com um market share de 1,55%. O grupo superou tem uma rede com 124 concessionárias no país.
“Range Rover da Temu”
Console elevado abre espaço para um compartimento refrigerado dentroFernando Pires/Quatro Rodas
É a combinação de preço, acabamento e equipamentos (como iluminação ambiente, bancos aquecidos e refrigerados, porta-malas elétrico) que vem ajudando o Jaecoo 7 a conquistar espaço no Reino Unido. Por lá, os preços variam de 29.105 a 35.175 libras esterlinas (cerca de R$ 199.369 a R$ 240.948, em conversão direta).
No entanto, o SUV não caiu nas graças da imprensa local. O funcionamento intrusivo dos seus sistemas de segurança é bastante criticado, bem como a dinâmica, ainda distante dos rivais alemães e japoneses. Nas redes sociais, o Jaecoo 7 ganhou o apelido de “Range Rover da Temu”, em alusão à plataforma de vendas chinesa. Mas, aparentemente, é mero detalhe frente àquilo que o carro entrega.
[Bravox]Estamos de volta com o Bravox Labs 🔊🔥 Hoje o assunto é o coração do seu som: o cone. É ele que transforma potência em ...
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[JonalCarro2]SUV do Onix: vale esperar o lançamento do Chevrolet Sonic ou melhor ir de Nivus ou Fastback?

[CE1]Kenwood Ships New eXcelon Subwoofers

[CE1]MTX Announces New Representative

[4r]Jeep Renegade 2027 é híbrido 48V que acelera melhor, mas não esconde simplificação
O que se espera da terceira atualização visual de um mesmo carro que está no mercado há 11 anos? É o caso do Jeep Renegade 2027, que reuniu melhorias bem vindas após tanto tempo enquanto abriu mão de um dos seus principais destaques entre os SUVs compactos.
Não foi desta vez que o Jeep Renegade ganhou espaço interno mais amplo ou porta-malas grande (fica nos 320 l). Isso só seria possível com uma nova geração, que implicaria no uso de uma nova plataforma e mudanças nas dimensões. Seria um carro inteiramente novo. O que a Jeep fez, porém, foi prolongar a vida de um carro que vendeu e ainda vende muito no Brasil, embora tenha saído de linha no resto do mundo.
O sucesso, inclusive, justificou que o Renegade tenha se tornado o primeiro Jeep com conjunto híbrido leve 48V, sendo seguido pelo Commander. Também justificou o investimento em novos para-choques que melhoram, ainda mais, os ângulos de ataque e saída do carro, que outrora esteve vulnerável a rampas e valetas.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
Na traseira, o Renegade recebeu o quarto desenho de lanterna diferente em sua história no Brasil, enquanto na dianteira os faróis full-led agora têm o aro redondo interrompido em quatro pontos.
Talvez, porém, o que mais chame a atenção seja a nova grade dianteira. Ela segue mais estreita, seguindo a atualização de 2022, mas as sete fendas icônicas da Jeep foram praticamente fechadas. Parece que a inspiração foi o Jeep Recon, o equivalente elétrico ao Wrangler.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
A Jeep também se empenhou para mudar, pela primeira vez, o painel do Jeep Renegade. Sem a alça à frente do carona e as saídas de ar centrais no topo do painel, que já eram característicos do carro, o painel até ficou mais bonito. Ficou muito parecido com o painel do Compass, mas o refinamento de ter o painel com superfície emborrachada ficou pelo caminho.
O painel do Renegade 2027 é de plástico duro e tem a parte central com revestimento de tecido. Na prática, o SUV mais barato da Jeep se aproxima dos concorrentes, que quase sempre tinham acabamento pobre na comparação com ele. Também se iguala no fato de ter recebido a mesma tela de 10,1″ do Compass para a central multimídia. É o dobro do tamanho da tela da primeira geração do Renegade – que, de série, tinha um rádio simples, diga-se.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
Espaço no console já foi um grande defeito do Jeep Renegade, que resolveram da forma mais pragmática possível: instalaram exatamente o mesmo console do… Compass. O lado bom disso é que ele recebeu, por tabela, as desejadas saídas de ar-condicionado traseiras, mas só a partir da versão Longitude. Em resumo, o Renegade se tornou um mini-Compass por dentro.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
Personalidade forte
A Jeep pesou a mão na cabine do Renegade, mas isso não ofuscou sua forte personalidade. E a prova de que está firme e forte é a adoção do sistema híbrido leve de 48V, que desta vez a Stellantis preferiu identificar apenas pela sigla MHEV na traseira e no quadro de instrumentos digital: ela não chama de Hybrid, como fez nos Fiat Pulse e Fastback, e nos Peugeot 208 e 2008. A fórmula de eletrificação é praticamente a mesma, só muda a tensão, que é 4x maior.
O motor térmico entrega os mesmos 176 cv de potência máxima a 5.750 rpm e 27,5 kgfm de torque a 2.000 rpm em todas as versões, mas a Longitude e a Sahara têm o auxilio do BSG (Belt Starter Generator), um motor-gerador com 15,5 cv e 6,5 kgfm que dá seu devido reforço em arrancadas e acelerações constantes. Como o auxílio é momentâneo, não muda os números de potência e torque máximos, mas o motor elétrico consegue fazer diferença na entrega do carro.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
Depois da atualização do motor T270 às normas do Proconve L8, as respostas do Renegade nas arrancadas estavam mais lentas de propósito, para controlar as emissões. O sistema híbrido leve compensa a demora do motor 1.3 turbo em responder. Esse é um dos efeitos mais notáveis da assistência elétrica, mas não o único.
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O princípio é que o BSG atue como motor elétrico fazendo um esforço que o motor a combustão não precisa fazer. Desta forma, há uma discreta melhora no consumo em regime urbano. Uma outra evolução está na suavidade do motor ao ligar e desligar: o BSG é mais suave e efetivo que um motor de partida convencional. Com isso, o funcionamento do sistema start-stop (que o Renegade tem desde 2019) fica muito menos inconveniente.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
Como nos outros híbridos leve da Stellantis, é possível acompanhar o ritmo de recarga e descarga da bateria de lítio (que tem 0,82 kWh e está alojada por baixo do túnel central) e o trabalho do motor elétrico no quadro de instrumentos digital. Essa bateria é recarregada pelas desacelerações e frenagens.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
No uso, a sensação é a de que os novos painel e console deram ao Renegade 2027 a mesma ergonomia do Jeep Compass. As sensações são um pouco diferentes apenas pelo fato de o Renegade ter colunas e para-brisa mais verticais, o que dá uma sensação de amplitude à frente. Essa sensação, combinada com a posição de dirigir mais alta e todo um molejo que a suspensão deste SUV compacto tem são o que, certamente, dão aos motoristas a sensação de estar dirigindo um Jeep.
Ainda que a qualidade do acabamento interno tenha piorado com a troca do vinil por tecido, o Renegade 2027 ainda tem a suspensão independente, do tipo McPherson nas quatro rodas, como diferencial. Ela ainda permite que o carro incline nas curvas, afunde a frente nas frenagens e afunde a traseira nas arrancadas. Isso é do carro, não mudou e hoje sabemos que este conjunto aguenta o tranco.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep
Na verdade, o Jeep Renegade aguenta o tranco. Talvez seja a confiança nisso que fez a fabricante promover uma atualização mais profunda e garantir a produção, pelo menos, até completar 15 anos.
Preparando o terreno
Essa atualização também reposiciona o Renegade. Ele é o SUV de entrada da Jeep temporariamente, pois o Jeep Avenger será lançado nos próximos meses com preço inicial ao redor dos R$ 120.000. O posicionamento de preço ficou escancarado após o fim da produção do Renegade Sport, que partia dos R$ 118.990.
Jeep AvengerDivulgação/Jeep
Agora, oficialmente o Jeep Renegade 2027 parte dos R$ 141.990 na versão Altitude. No entanto, as 3.000 primeiras unidades desta versão tem preço promocional de R$ 129.990. Quando o Avenger for lançado, essa promoção deixará de fazer sentido. Não custa lembrar: o Jeep Avenger nacional terá o mesmo motor 1.0 turbo dos Fiat Pulse e Fastback híbridos, porém mais fraco, com 116 cv. Em termos de entrega de potência, o Renegade continuará muito bem servido.
Ficha Técnica – Jeep Renegade Sahara MHEV
Motor: motor a combustão, gasolina/etanol, 1332 cm³, 176/176 (etanol/gasolina) a 5750 rpm, 27,5/27,5 kgfm a 2000 rpm elétrico, dianteiro, 15,5 cv, 6,6 kgfm
Bateria: íon-lítio, 0,82 kWh
Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira
Suspensão: McPherson com rodas independentes e barra estabilizadora (dianteiro), McPherson com rodas independentes e barra estabilizadora (traseiro)
Freios: disco ventilado (dianteiro), disco sólido (traseiro)
Direção: elétrica, 11,1 m de diâmetro de giro
Rodas e pneus: liga de alumínio, 225/55 R18
Dimensões: comprimento 4,27 m, largura 1,81 m, 1,71 m, entre-eixos 2,57 m, peso 1531 kg, vão livre 20,8 cm porta-malas, 385 litros; tanque 55 litros
Desempenho: 0 a 100 km/h: 8,9 s; Velocidade máxima: 206 km/h
Consumo: Urbano: 11,9 km/l; Rodoviário: 11,8 km/l
[JonalCarro2]Diesel é o principal custo do transporte e termômetro da inflação no Brasil

[Taramps]O Ricardinho comenta sobre um vídeo que viu de uma carretinha de som se soltando de um carro…

O Ricardinho comenta sobre um vídeo que viu de uma carretinha de som se soltando de um carro… e, em segundos, atingindo outros veículos.
E aí o papo ganha outro peso.
Porque, por trás de todo projeto de som, existe algo que muita gente esquece, a responsabilidade.
Dá o play para conferir.
[Taramps]o Ricardinho relembra uma experiência clássica: carro todo original por fora… mas quando abre...

No podcast do ACF Performance, o Ricardinho relembra uma experiência clássica: carro todo original por fora… mas quando abria o porta-malas, era outro mundo.
Som totalmente modificado, pronto pra fazer a festa.
E claro… quem tinha o som, comandava o rolê.
Era ligar e virar ponto de encontro na hora.
Quem nunca viveu (ou ainda vive) isso?
[Taramps]Nesse corte do TunerCast, o papo entra em um tema que sempre gera debate...
[Taramps]Quando várias mentes se juntam… o resultado não é comum...

Nesse corte do podcast do ACF Performance, eles comentam sobre o projeto do Bitelo, um projeto que está sendo pensado nos mínimos detalhes por quem realmente entende do assunto.
A expectativa? Lá em cima.
E pelo pouco que já foi falado… vem coisa grande por aí.
Mas calma… sem spoiler.
Só prepara, porque esse projeto promete impressionar de verdade.
[JonalCarro2]Mercedes Axor ganha novas configurações e amplia aplicações no transporte rodoviário

[4r]Novo Hyundai Creta Action sai de fábrica com buraco no painel e fiação exposta
Foi em fevereiro que a Hyundai anunciou o relançamento do Creta Action. A versão, que no passado mantinha o design lançado no Brasil em 2017, retornou às lojas com visual atual e o mesmo objetivo: focar nas vendas para PCD com o máximo de isenção de impostos possível. Para fazer jus ao preço de R$ 119.990, o SUV abre mão de uma série de equipamentos. Mas, para os cliente, a Hyundai exagerou um pouco na estratégia.
O Creta Action não tem central multimídia e isso era sabido. No entanto, conforme as primeiras unidades estão sendo entregues, pipocam reclamações a respeito de um buraco aberto no painel: o local onde ficaria a tela da central é um buraco com a estrutura do painel e o chicote elétrico totalmente expostos.
Hyundai Creta Action 2026Divulgação/Hyundai
“Tudo bem que tem multimidia para vender como acessório, mas não posso comprar agora. Deveriam pelo menos tampar o buraco. Como que tiro um carro zero-km com vários fios soltos no painel? Coisa horrível”, relata um cliente de Itajobi (SP) no Reclame Aqui. “É pra ser colocada a multimídia, só que custa R$ 6.800,00. Se não quiser, fica o buraco aberto. Não tem uma tampa”, diz outro comprador, de Cafeilândia (SP).
O que os clientes esperavam era que houvesse ao menos um tampão no local, como sempre se viu em carros que saem de fábrica sem sistema de som. No Hyundai Creta, ainda tem o agravante de o local de instalação do rádio ser integrado ao quadro de instrumentos, ficando em destaque no painel.
Procurada, por QUATRO RODAS, a Hyundai não respondeu aos nossos questionamentos sobre o caso até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.
Vendendo a solução
No ato da compra, as concessionárias oferecem, como acessório, uma central multimídia com tela de 8 polegadas e compatibilidade com Android Auto e Apple Carplay sem fio, aparentemente a mesma que equipa a versão Comfort Safety (R$ 156.590). O aparelho é fabricado pela Hyundai Mobis e custa entre R$ 6.000 e R$ 7.000 nas concessionárias. Como o carro mantém a fiação, os comandos no volante e alto-falantes, basta fazer a instalação para funcionar como se tivesse saído de fábrica.
<span class="hidden">–</span>Hyundai/Divulgação
A central multimídia não é o único equipamento que o novo Hyundai Creta Action perde na comparação com um Comfort Safety. A câmera de ré e o tampão do porta-malas também foram retirados e podem ser comprados como acessórios. No entanto, não há qualquer sistema de assistência ao motorista, como frenagem de emergência e assistentes de permanência e centralização em faixa.
Por outro lado, o Creta Action 2026 sai de fábrica com seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controles eletrônicos de tração e estabilidade (ESP), assistente de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus e rodas de liga-leve aro 16″. Entre os itens de conforto, o SUV tem ar-condicionado, piloto automático, chave presencial com partida por botão e sistema start-stop (que desliga o motor em paradas curtas para economizar combustível).
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O Creta Action tem motor 1.0 Turbo GDI de três cilindros, padrão no restante da família. Este propulsor entrega 120 cv de potência (com etanol ou gasolina) e 17,5 kgfm de torque, disponíveis a partir de 1.500 rpm. O conjunto mecânico trabalha sempre com o câmbio automático de seis marchas. O preço de tabela é de R$ 119.990, mas pode ser reduzido a R$ 104.750 com a isenção de PI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e parcial de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
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[4r]Chevrolet Sonic 2027 quer clientes de Nivus e Fastback, mas será menor que Tracker
Confirmado para o 2º trimestre, o novo Chevrolet Sonic aos poucos tem mais detalhes divulgados. O modelo será o mais novo SUV de entrada da Chevrolet no Brasil, ocupando a lacuna entre o Onix Activ e Tracker. Seus alvos estão definidos: o Fiat Fastback e o Volkswagen Nivus. O modelo, que já chegará ao mercado como linha 2027, será produzido na fábrica de Gravataí (RS) e a apresentação é esperada para maio.
Construído utilizando a mesma plataforma de Onix, Tracker e Montana, o novo Sonic 2027 terá dimensões exclusivas para o projeto: 4,23 m de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. Na comparação com o hatch Onix, o lançamento é maior em todos os aspectos, sendo 7 cm mais longo, 7 cm mais largo e 6 cm mais alto. O entre-eixos será o mesmo, de 2,55 m.
<span class="hidden">–</span>Fábio Black/Quatro Rodas
O design trará a linguagem visual mais atual da Chevrolet, com forte inspiração no elétrico Equinox EV. O conjunto frontal traz faróis full LED com projetor, que, segundo a fabricante, são 50% mais leves e entregam uma eficiência luminosa 19% superior aos sistemas convencionais.
A GM também confirmou que o modelo estreará a nova geração do sistema Chevrolet Intelligent Driving. O pacote de assistentes eletrônicos de condução (ADAS) recebeu uma câmera de maior definição com área de cobertura 40% maior, o que permite identificar veículos, pedestres e ciclistas com mais precisão e rapidez. A fabricante não diz, porém, se essa evolução garantirá a presença de piloto automático adaptativo, um sistema que não existe nos seus compactos nacionais.
Interior flagrado em carro de teste é o mesmo do OnixFábio Black/Quatro Rodas
A Chevrolet confirmou que o Sonic 2027 tem calibrações exclusivas de chassi para entregar uma condução mais refinada e segura. As bitolas foram alargadas e o conjunto de suspensão recebeu um ajuste específico para lidar com a nova dinâmica da carroceria.
A motorização ainda não foi divulgada. Tudo indica que trará o motor 1.0 turbo flex com injeção direta, que entrega 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, mas são números que ficam aquém dos entregues pelos Fiat e Volkswagen. Para otimizar o consumo urbano e responder ao sistema híbrido da Fiat, a engenharia prepara a adoção de um sistema híbrido leve (MHEV) de 48V em um segundo momento.
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Com o lançamento do Onix Activ confirmado para os próximos meses, o Chevrolet Sonic não terá espaço para uma versão com o motor 1.0 aspirado, deixando que a variante aventureira do Onix atraia o cliente que precisa de um carro mais barato.
O Onix Activ também dá a dica de como a GM posicionará o Sonic no mercado. Se antes esperava-se que o veículo fosse enfrentar Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera, agora sabemos que este papel será do Onix Activ. Enquanto isso, o Sonic vai disputar espaço com Fiat Fastback e VW Nivus, em uma faixa de preços por volta de R$ 150.000.
[JonalCarro2]O prejuízo que a Guerra no Irã está causando à indústria automotiva

[CE1]PRV Seeks Car Audio Service Technician

[4r]BYD entra na ‘lista suja’ do trabalho escravo após caso da fábrica na Bahia
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou a chamada “Lista Suja” do trabalho escravo, um cadastro com empregadores que foram denunciados por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão. A BYD foi um dos nomes incluídos na lista, por conta do caso dos 163 funcionários chineses resgatados em 2024 após uma ação do Ministério Público do Trabalho.
A “lista suja” do Ministério do Trabalho, divulgada semestralmente, expõe empregadores condenados em última instância administrativa por uso de trabalho análogo à escravidão.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD
Infratores permanecem na lista por dois anos. É possível antecipar a saída ou evitar a inclusão assinando um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que exige indenização mínima de 20 salários mínimos às vítimas e investimento em assistência. Nesse caso, são transferidos para o Cadastro de Empregadores em Ajustamento de Conduta, retornando à “lista suja” em caso de descumprimento ou reincidência. Pessoas físicas e jurídicas inclusas na lista estão proibidas de receber financiamento público.
A inclusão da BYD acontece mesmo após um acordo da fabricante e das empreiteras envolvidas com o Ministério Público do Trabalho da Bahia para encerrar a ação civil pública, que resultou no pagamento de R$ 40 milhões. Na época, fontes ligadas à marca diziam à QUATRO RODAS que o acordo não era uma admissão de culpa e que, como não houve julgamento, a fabricante chinesa não foi condenada.
Procurada por QUATRO RODAS, a BYD não se manifestou sobre a inclusão na “lista suja”. O espaço segue aberto caso a fabricante decida se posicionar.
Relembre o caso
A situação dos trabalhadores chineses tornou-se conhecida em novembro de 2024, após uma reportagem da Agência Pública trazer à tona diversas denúncias de agressões físicas, além de imagens, mostrando as condições em que os funcionários viviam no local. Um dos vídeos obtidos pela agência mostra um dos funcionários caído no chão após, segundo relatos, ter levado um chute nas costas. Isto seria recorrente, com os mestres de obras punindo a demora para realizar uma tarefa ou um descumprimento de ordem com violência.
<span class="hidden">–</span>Agência Pública/Reprodução
A reportagem mostrou muito mais, como pessoas bebendo água salobra das poças formadas no canteiro e recebendo a alimentação em baldes ou coolers. Faltam equipamentos de segurança básicos e muitas das fotos mostram funcionários descalços. Os banheiros não tinham o mínimo de manutenção diária e são impróprios para o uso.
Na época, o MPT já havia visitado o local com a Polícia Federal para uma vistoria, porém não foram até os alojamentos. A investigação já havia se iniciado na época. Quando o caso veio a tona, a BYD declarou estar indignada com o tratamento dado aos profissionais das construtoras terceirizadas e que “de imediato, a empresa determinou que os agressores sejam proibidos de atuar na unidade e exigiu das empreiteiras providências urgentes para garantir que tais incidentes não se repitam.” Além disso, a empresa disse que “está implantando um reforço em sua fiscalização da obra para assegurar o cumprimento da legislação e o respeito a todos os profissionais que nela atuam.”
<span class="hidden">–</span>Agência Pública/Reprodução
Quase um mês depois, o MPT realizou outra ação, interditando parte das obras e realizando o resgate de 163 trabalhadores chineses. O órgão federal diz que as condições eram degradantes nos quatro alojamentos fechados. Em um deles, as camas não tinham colchões e havia somente um banheiro para os 31 chineses para ambos os sexos, em condições precárias de higiene e que ainda era usado para lavar as roupas. Em toda a obra, havia oito banheiros químicos para aproximadamente 600 trabalhadores, sem papel higiênico, água ou manutenção adequada.
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Os fiscais encontraram alimentos guardados com materiais de construção civil e próximo aos banheiros em condições insalubres. O relatório aponta que os chineses bebiam água da torneira sem qualquer tratamento.
Ainda segundo o MPT, os funcionários pagavam por um caução e tinham 60% de seus salários retidos, recebiam apenas 40% em moeda chinesa, enfrentavam ônus excessivo para rescisão contratual e tinham seus passaportes retidos pela Jinjiang, a construtora responsável pela obra. Se um funcionário decidisse pela rescisão do contrato, perderia o caução e os valores retidos, além de ter que pagar pela passagem de volta para a China e restituir o valor da passagem de ida. O MPT diz que isto caracteriza trabalho forçado.
<span class="hidden">–</span>MPT/Divulgação
“Para se ter uma ideia, caso um trabalhador tentasse rescindir o contrato de trabalho após seis meses, deixaria o país sem receber efetivamente nada pelo seu trabalho, já que o desconto da caução, da passagem de vinda ao Brasil e o pagamento da passagem de retorno, na prática, configuraria confisco total dos valores recebidos pelos trabalhadores ao longo da relação de trabalho”, revela o relatório.
Em resposta à ação do governo, a BYD do Brasil rompeu o contrato com a Jinjiang e estudava outras medidas cabíveis. A fabricante também decidiu transferir os 163 trabalhadores para hotéis da região, além de reiterar que estava revisando as condições de trabalho e moradia de todos os funcionários, notificando as empresas e promovendo ajustes.
<span class="hidden">–</span>MPT-BA/Reprodução
No dia 26, uma audiência foi realizada com a BYD, a Jinjiang e representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Federal (MPF), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Defensoria Pública da União (DPU) e Ministério da Justiça e Segurança Pública. Na ocasião, o MPT classificou a situação como análoga à escravidão.
Foi decidido que a Polícia Federal irá emitir o Registro Nacional Migratório (RNM) e a Receita Federal emitirá CPFs para os trabalhadores. Com os documentos em mãos, serão realizados os pagamentos dos valores relativos à rescisão dos contratos e às indenizações. As empresas deverão comprar as passagens de volta para a China e pagar uma ajuda de custo de US$ 120 para sete empregados que retornarão no dia 1º de janeiro.
Em dezembro de 2025, o MPT-BA anunciou que firmou um acordo com a BYD e as empreiteiras para o pagamento de R$ 40 milhões. Isto encerrou as investigações e as ações judiciais contra as empresas.
Confira a nota divulgada pelo Ministério Público do Trabalho:
“O Ministério Público do Trabalho (MPT) firmou acordo judicial com a montadora de automóveis BYD Auto do Brasil Ltda., a China Jinjiang Construction Brazil Ltda. e a Tecmonta Equipamentos Inteligentes Brasil Co. Ltda. em ação civil pública (ACP) ajuizada em maio deste ano. O acordo prevê o pagamento de R$ 40 milhões, sendo R$ 20 milhões de dano moral individual, destinados diretamente aos trabalhadores resgatados e outros R$ 20 milhões de dano moral coletivo, que serão depositados em conta judicial para destinação posterior a instituições e/ou fundos a serem indicados pelo MPT. O acordo foi submetido à Justiça do Trabalho para homologação, após a qual produzirá efeitos imediatos.
O caso envolve 224 trabalhadores chineses encontrados em situação análoga à escravidão e vítimas de tráfico internacional de pessoas em dezembro de 2024, durante a construção da planta industrial da BYD no município de Camaçari, na Bahia. Os operários foram contratados pelas empreiteiras Jinjiang e Tecmonta, que prestavam serviços exclusivos para a montadora.
Pelo acordo, as empresas assumem diversas obrigações de fazer e não fazer relacionadas à proteção do trabalho, aplicáveis a todos os estabelecimentos e locais em que exerçam atividade empresarial. Em caso de descumprimento, as empresas estarão sujeitas ao pagamento de multa de R$ 20 mil por trabalhador prejudicado e a cada constatação.
Dos 224 trabalhadores, 61 haviam retornado à China sem pagamento das verbas rescisórias devidas em razão do resgate. O acordo previu o pagamento das rescisões, do valor referente ao FGTS, com acréscimo da multa de 40%, além da indenização por dano moral individual.”
AJUDA POR FAVOR NO MODULO JBL GTO 5355
Bom dia ! sou novo aqui e preciso muito da ajuda de vocês.
Me chamo Leonel Freemam e tenho um modulo da JBL GTO 5355 no meu carro e uma das saídas RCA esta danificada e terei que troca-la mas não acho para comprar e precisaria do esquema ou desenho elétrico dele das saídas pelo menos caso alguém tenha poderia me fornecer . ( preciso do esquema elétrico das placas )
Desculpa se fiz algo de errado