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- Encontro SQFriends - sexta 3/julho/2026 19h~23h - Garagem 55 *****
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- Kait Active – R$ 117.990 (sem mudança)
- Kait Sense – R$ 129.990 (redução de R$ 7.000)
- Kait Advance – R$ 136.990 (redução de R$ 10.000)
- Kait Exclusive – R$ 149.990 (redução de R$ 3.000)
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- Preço: R$ 199.900
- Motor: 1.5 turbo flex e um motor elétrico; 248 cv de potência e 54,5 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático DHT-1 de 1 marcha (transmissão dedicada a híbridos)
- Sistema híbrido: Híbrido pleno convencional (HEV)
- Bateria: 1,53 kWh
- Consumo (Inmetro): 10,2 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada (etanol); 15,8 km/l na cidade e 13,0 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.703 mm de comprimento, 1.886 mm de largura, 1.730 mm de altura, 2.738 mm de entre-eixos e 560 litros de porta-malas
- Preço: R$ 199.900
- Motor: 1.5 turbo a gasolina e um motor elétrico; 315 cv de potência e 52 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático DHT
- Sistema híbrido: Híbrido plug-in (PHEV)
- Bateria: 19,4 kWh
- Consumo (Inmetro): 14 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.616 mm de comprimento, 1.910 mm de largura, 1.690 mm de altura, 2.720 mm de entre-eixos e 416 litros de porta-malas
- Preço: R$ 194.990
- Motor: 1.6 a gasolina aspirado e um motor elétrico; 141 cv de potência e 27 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático de dupla embreagem (DCT) com 6 marchas
- Sistema híbrido: Híbrido pleno (HEV)
- Bateria: 1,32 kWh
- Consumo (Inmetro): 18,3 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada
- Medidas: 4.420 mm de comprimento, 1.825 mm de largura, 1.545 mm de altura, 2.720 mm de entre-eixos e 425 litros de porta-malas
- Preço: R$ 194.790
- Motor: 1.8 flex aspirado e um motor elétrico; 122 cv de potência combinada, 14,5 kgfm no motor a combustão e 16,6 kgfm no elétrico
- Câmbio: Automático do tipo e-CVT
- Sistema híbrido: Híbrido pleno (HEV)
- Bateria: 1,3 kWh
- Consumo (Inmetro): 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada (etanol), e 17,5 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.630 mm de comprimento, 1.780 mm de largura, 1.455 mm de altura, 2.700 mm de entre-eixos e 470 litros de porta-malas
- Preço: R$ 191.990
- Motor: 2.0 aspirado a gasolina e um motor elétrico; 235 cv de potência combinada, 18,4 kgfm no motor a combustão e 30,6 kgfm no motor elétrico
- Câmbio: Automático DHT de 2 marchas
- Sistema híbrido: Híbrido pleno (HEV)
- Bateria: 2,1 kWh
- Consumo (Inmetro): 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.680 mm de comprimento, 1.901 mm de largura, 1.660 mm de altura, 2.750 mm de entre-eixos e 638 litros de porta-malas
- Preço: R$ 189.990
- Motor: 1.5 aspirado a gasolina e um motor elétrico; 262 cv de potência e 38,7 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático do tipo DHT
- Sistema híbrido: Híbrido plug-in (PHEV)
- Bateria: 18,4 kWh
- Consumo (Inmetro): 14,6 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.740 mm de comprimento, 1.905 mm de largura, 1.685 mm de altura, 2.755 mm de entre-eixos e 428 litros de porta-malas
- Preço: R$ 189.990
- Motor: 1.5 turbo a gasolina e um motor elétrico; 279 cv de potência e 37,2 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático do tipo DHT
- Sistema híbrido: Híbrido plug-in (PHEV)
- Bateria: 18,3 kWh
- Consumo (Inmetro): 15,1 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.500 mm de comprimento, 1.865 mm de largura, 1.670 mm de altura, 2.672 mm de entre-eixos e 500 litros de porta-malas
- Preço: R$ 189.990
- Motor: 1.5 aspirado flex e um motor elétrico; 218 cv de potência e 30,6 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático do tipo e-CVT
- Sistema híbrido: Híbrido plug-in (PHEV)
- Bateria: 13,1 kWh
- Consumo (Inmetro): 11,7 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada (etanol), e 15,8 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.738 mm de comprimento, 1.860 mm de largura, 1.710 mm de altura, 2.712 mm de entre-eixos e 530 litros de porta-malas
- Preço: R$ 172.990
- Motor: 1.5 aspirado a gasolina e um motor elétrico; 209 cv de potência e 32,2 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático de 1 marcha
- Sistema híbrido: Híbrido plug-in (PHEV)
- Bateria: 8,3 kWh
- Consumo (Inmetro): 17,1 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.780 mm de comprimento, 1.837 mm de largura, 1.495 mm de altura, 2.718 mm de entre-eixos e 450 litros de porta-malas
- Preço: R$ 172.390
- Motor: 1.5 flex aspirado combinado a dois motores elétricos; 111 cv de potência e 15,3 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático do tipo e-CVT
- Sistema híbrido: Híbrido pleno (HEV)
- Bateria: 0,7 kWh
- Consumo (Inmetro): 13,2 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada (etanol), e 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.310 mm de comprimento, 1.770 mm de largura, 1.655 mm de altura, 2.620 mm de entre-eixos e 391 litros de porta-malas
- Preço: R$ 166.660
- Motor: 1.5 aspirado flex e um motor elétrico; 177 cv de potência e 30,6 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático de 1 marcha
- Sistema híbrido: Híbrido plug-in (PHEV)
- Bateria: 7,85 kWh
- Consumo (Inmetro): 11,7 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada (etanol), e 15,8 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.330 mm de comprimento, 1.830 mm de largura, 1.670 mm de altura, 2.620 mm de entre-eixos e 455 litros de porta-malas
- Preço: R$ 164.990
- Motor: 1.5 turbo a gasolina e um motor elétrico; 224 cv de potência e 30,1 kgfm de torque combinados
- Câmbio: Automático do tipo DHT de 1 marcha
- Sistema híbrido: Híbrido pleno convencional (HEV)
- Bateria: 1,83 kWh
- Consumo (Inmetro): 15,1 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada (gasolina)
- Medidas: 4.447 mm de comprimento, 1.824 mm de largura, 1.588 mm de altura, 2.610 mm de distância entre-eixos e 372 litros de porta-malas
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[JonalCarro2]Novo Mitsubishi Pajero renasce com base de Triton; veja quando chega ao Brasil

[4r]Nissan Kait 2027 fica até R$ 10.000 mais barato e perde versões mais equipadas
O Nissan Kait chega à linha 2027 com uma gama de versões mais enxuta e custando até R$ 10.000 a menos. Mantendo o preço inicial de R$ 117.990 para a configuração Active, o SUV compacto agora atinge máximos R$ 149.990, no caso da versão Exclusive. Porém, o reposicionamento limita o acesso dos clientes aos sistemas de segurança para auxílio a condução (ADAS).
Passam a ser oferecidas quatro versões para o Kait 2027: Active, Sense, Advance e Exclusive. Veja os preços e os reajustes de cada uma abaixo.
A nova traseira é muito chamativa, com um estilo inédito para as lanternasFernando Pires/Quatro Rodas
Saem de cena as configurações Sense Plus e Advance Plus, existentes desde o lançamento do modelo, em dezembro de 2025. Elas tinham como diferenciais para as respectivas sem o “sobrenome” Plus itens como alerta de colisão frontal com frenagem automática de emergência, além do assistente de permanência em faixa e o alerta de mudança involuntária em faixa. As versões Sense e Advance, sem o sobrenome e os auxílios, foram lançadas em março deste ano como adicionais à gama, e agora tomam o lugar das mais equipadas.
Com isso, apenas a versão topo de linha, Exclusive, passa a ter itens de assistência. Além do alerta de colisão frontal com frenagem automática de emergência, do assistente de permanência em faixa e do alerta de mudança involuntária em faixa, o modelo mais caro inclui ainda alertas de pontos cegos, tráfego cruzado traseiro, de atenção do motorista, e piloto automático adaptativo.

Não há qualquer alteração nos pacotes de equipamentos das respectivas versões para a linha 2026. No visual, o SUV passa a ter as mesmas rodas de 17″ para todas as configurações – com acabamento em preto brilhante mas mais baratas, Active e Sense, e diamantado nas mais caras, Advance e Exclusive. Não há, porém, imagens em boa definição divulgadas pela marca.
Veja como fica cada uma das versões do Nissan Kait 2027:
Active
A configuração de entrada é equipada, de série, com faróis full led com acendimento automático e regulagem elétrica de altura do facho, lanternas de led, maçanetas externas na cor do veículo, retrovisores externos com ajustes elétricos e pintados em preto brilhante, rodas de liga leve de 17″ com pneus 205/55, ar-condicionado manual, banco do motorista com regulagem de altura, bancos revestidos em tecido, uma porta USB-C traseira e chave presencial.
Há ainda seis airbags (frontais, laterais e de cortina), câmera de ré, piloto automático, sensores de estacionamento traseiros, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, assistente de partida em rampas e alto-falantes dianteiros (sem sistema multimídia).

Sense
Imediatamente acima, a versão intermediária tem os itens da Active, mais cobertura do porta-malas, central multimídia de 8″ com conexão via cabo para Android Auto e Apple CarPlay, além de alto-falantes traseiros.
Advance
Para a configuração Advance, acrescenta-se às configurações anteriores itens como maçanetas internas cromadas, rodas com acabamento diamantado, rack de teto, abertura e fechamento dos vidros pela chave, carregador de celular por indução, console central com apoio de braço e porta-copos duplo, quadro de instrumentos digital de 7 polegadas, duas portas USB-C traseiras, vidros dianteiros e traseiros com sistema one touch para todos e multimídia de 9 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

Exclusive
A versão mais cara inclui ar-condicionado automático e digital, bancos, painel e volante com revestimento “premium” que imita couro, retrovisor interno eletrocrômico, alerta de colisão com frenagem automática de emergência, alertas de pontos cegos, tráfego cruzado traseiro, atenção do motorista e saída involuntária de faixa (com correção ativa), câmeras 360° e piloto automático adaptativo.
[Eros]CONHEÇA O HAMMER 7.5K

Conheça o HAMMER 7.5K, um novo integrante da linha HAMMER da EROS ALTO-FALANTES. Desenvolvido para entregar potência e presença sonora em projetos que não passam despercebidos.
Com 3.750 W RMS, 7.500 W de potência musical e resposta de frequência de 48 a 2.300 Hz, ele oferece uma faixa de reprodução que contribui para graves presentes e uma reprodução sonora com bastante impacto.
Mais potência para o seu projeto
O HAMMER 7.5K foi feito para quem não aceita menos que o topo. Seu conjunto de potência permite explorar sistemas mais robustos, levando mais força aos graves e contribuindo para uma experiência sonora marcante mesmo em projetos mais compactos.
Com 15 polegadas e impedância nominal de 4 Ohms, o modelo também conta com bobina de Fiberglass, além de um acabamento em preto fosco que reforça o visual robusto do HAMMER. Um conjunto desenvolvido para quem busca potência, presença e um alto-falante preparado para projetos que exigem desempenho de verdade.

[JonalCarro2]Flagra: GWM Haval H7 é fotografado em cegonheira antes do lançamento no Brasil

[EmmaBR]Vamos participar do projeto da Mercedes do Anderson Dick! Projetos grandes exigem planejamento, responsabilidade e, prin...
[4r]Flagra: VW Tukan terá versão de cabine simples mais equipada e com nome inédito
Apesar de a Volkswagen Tukan já ter sido apresentada oficialmente, a nova picape da marca alemã ainda esconde muitos segredos, como quais serão todas as versões disponíveis. Depois de reveladas as configurações de entrada Robust de cabine simples e a topo de linha Extreme com cabine dupla, agora uma nova configuração de cabine simples aparece nas ruas, rodando sem camuflagem.
As fotos feitas por QUATRO RODAS mostram uma Tukan cabine simples, mas com algumas diferenças bem claras em comparação à versão Robust. A unidade flagrada é visivelmente mais equipada, com faróis de neblina, rodas de liga leve e para-choque dianteiro na cor do veículo, enquanto a Tukan Robust tem rodas de aço sem calotas, para-choque em preto fosco e não tem a iluminação auxiliar.
<span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas
O ponto mais curioso nas fotos é um emblema no acabamento emborrachado na lateral da picape, algo inexistente na Tukan Robust, que usa um adesivo na lateral da caçamba para identificar a versão. A peça traz a inscrição “Iron” (“Ferro”, em inglês), um nome que nunca foi utilizado pela Volkswagen.
Pelo esquema atual da VW para batizar as versões, a aposta mais segura é que seja um kit opcional, como o pacote visual Outfit que foi disponibilizado para os Tera e Nivus reestilizados. Se for apenas uma linha de itens decorativos, os equipamentos extras como faróis de neblina e rodas de liga leve podem fazer parte de uma nova versão da Tukan, substituindo a Saveiro Trendline.
<span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas
Além disso, a Volkswagen disse durante a apresentação que a picape trará uma linha extensa de acessórios e personalizações, o que aumenta as chances de que seja um pacote oferecido por um custo extra. Não se descarta, porém, que seja uma versão inédita.
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Espera-se que esta versão seja equipada com o motor 1.6 16V de 116 cv usado atualmente pela Saveiro e que já foi confirmado para a Tukan Robust. A única opção de câmbio será o manual de seis marchas. As versões intermediárias da picape poderão vir com o 1.0 turbo de 116 cv e uma transmissão automática de oito marchas, enquanto as topo de linha estrearão o 1.5 turbo flex nacional, combinado a um sistema híbrido leve de 48V.
<span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas
Produzida em São José dos Pinhais (PR), a Volkswagen Tukan será lançada no Brasil no 1º semestre de 2027. A proposta é substituir a Saveiro e virar também uma opção intermediária, enfrentando as Fiat Strada e Toro ao mesmo tempo.
[JonalCarro2]Os 50 carros mais vendidos do Brasil em agosto; BYD Dolphin Mini entra para o Top 5

[4r]Geely EX2 sai por até R$ 104.212 em programa de venda direta; veja como funciona
A Geely realiza seu programa de vendas diretas, com preços abaixo da tabela para os modelos elétricos EX2 e EX5, e o híbrido plug-in EX5 EM-i. São descontos de até 11% para vendas para pessoa jurídica, além das isenções previstas em lei para Pessoas com Deficiência (PcD) e taxistas.
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Os descontos do programa de vendas diretas são aplicáveis para pagamento à vista, financiamento, leasing e consórcio. Segundo a marca, para esses carros da campanha há financiamento em até 36x e taxa de juros até 0,99% ao mês. A Geely ressalta que as condições comerciais podem variar de acordo com a classificação do consumidor, modelo e versão escolhidos.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Os maiores descontos são destinados a taxistas. O Geely EX2 Max tem o preço sugerido de R$ 123.800. A esses profissionais, o hatch elétrico é oferecido por R$ 104.212, ou seja, R$ 19.588 a menos. O EX5 Pro, que tem o preço sugerido de R$ 205.800, é vendido na campanha por R$ 167.505 (- R$ 38.295). Já a opção base da versão híbrida plug-in do SUV vai de R$ 189.990 para R$ 148.833 (- R$ 41.157).
Para PJ, as reduções são mais comedidas, assim como ocorre com PcD. Este último público, inclusive, tem uma oferta restrita a três opções: EX2 Pro e Max e o Ex5 EM-i Pro.
Geely EX5Divulgação/Geely
Tabela de preços da Geely para venda direta:
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Venda direta
Na modalidade de venda direta, o faturamento do carro ocorre direto com a fábrica e ele recebe isenções fiscais e descontos. Mesmo assim, a Geely afirma que as condições também podem ser consultadas nas 40 concessionárias da marca pelo Brasil.
[JonalCarro2]GM quer vender picapes GMC e Cadillac Escalade no Brasil, mas esbarra na legislação

[4r]Novo Mitsubishi Pajero 2027 é maior que o Toyota SW4 e será vendido no Brasil
O Mitsubishi Pajero está de volta como o carro topo de linha global da marca. A quinta geração do SUV foi revelada ao mundo com chassi de longarina compartilhado com a picape Triton, tração integral aprimorada e motor turbodiesel para substituir o antigo modelo fora de linha desde 2021. As entregas estão programadas para começar na Ásia e Austrália no fim de 2026, ficando para 2027 a chegada na América Latina, incluindo o Brasil.
Trata-se de um carro muito importante para a Mitsubishi, pois é o primeiro de uma nova família de SUVs. Não é a primeira vez que a fabricante japonesa trata o Pajero como uma linha de modelos, com veículos como Pajero Sport, Pajero Mini e Pajero iO.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi
Antecipado pelo conceito Elevance, o utilitário estreia uma nova identidade visual para a marca batizada como “Grand Charisma” (Grande Carisma, em inglês). Um dos pontos que define o design é o novo estilo dos faróis, formados por linhas horizontais em led que culminam em uma barra iluminada. A luz principal está logo ao lado, fazendo a ligação com a grade dianteira. O mesmo formato é usado nas lanternas, na traseira.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi
O interior busca uma aparência mais refinada, destacada pelo uso de duas telas de 14,3″, uma para a central multimídia, que tem integração sem fio com smartphones, e outra para o quadro de instrumentos. Mostradores digitais simulam os antigos relógios analógicos de inclinação, bússola e altímetro do Pajero original.
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A cabine é mais minimalista, com poucos botões físicos, muitos deles dedicados para o controle do ar-condicionado. A Mitsubishi apostou em um console central bem elevado, principalmente na área do porta-objetos. O isolamento acústico foi reforçado com vidros laminados nas portas dianteiras e traseiras.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi
A estrutura mantém a construção sobre chassi de longarina, compartilhando a arquitetura com a Triton, agora com maior rigidez torcional pelo uso de aços de alta resistência. Na suspensão, a dianteira usa duplo braço triangular independente, enquanto a traseira adota eixo rígido com cinco braços. O conjunto fora de estrada inclui sete modos de condução (Normal, Eco, Cascalho, Neve, Lama, Areia e Pedra) e freios a disco de 18 polegadas no eixo dianteiro.
O SUV de sete lugares mede 4,92 m de comprimento, 1,92 m de largura e 1,91 m de altura, com entre-eixos de 2,87 m — medidas que superam o rival Toyota SW4 em 13 cm no comprimento e 13 cm no entre-eixos, prometendo maior espaço interno. Na cabine de três fileiras e sete lugares, a segunda fileira tem trilho com curso de 15 cm para ajuste de espaço. A altura livre do solo é de 23 cm, com ângulo de entrada de 30,4 graus e de saída de 25,8 graus.
<span style="font-size: 16px; display: inline !important;">O novo Pajero adota o motor 2.4 turbodiesel com turbina de geometria variável, capaz de gerar 49 kgfm de torque (a potência não foi revelada). O conjunto atua em parceria com um novo câmbio automático de oito marchas, deixando de lado a caixa de seis posições da picape. A tração Super Select 4WD-II conta com quatro modos de operação (2H, 4H, 4HLc com diferencial central bloqueado e 4LLc com reduzida) e trabalha integrada ao sistema de controle dinâmico S-AWC.</span>Divulgação/Mitsubishi
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi
O pacote de assistência ao motorista inclui o sistema MI-PILOT, que combina piloto automático adaptativo e assistente de permanência em faixa. O modelo traz frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, alerta de tráfego cruzado dianteiro, monitor de ponto cego e assistente de emergência para saída de faixa. O conjunto conta com oito airbags, incluindo uma bolsa central entre os bancos dianteiros.
A nova geração do Mitsubishi Pajero fará sua estreia primeiro na Tailândia, onde será fabricado para todo o mercado asiático. A HPE Automotores, representante da marca no Brasil, confirmou que o SUV chegará ao país, embora ainda não tenha uma data de estreia. A empresa japonesa havia dito que o lançamento no resto do mundo acontecerá a partir de 2027.
[Pioneer]Vai pegar a estrada ou passar horas no trânsito? O seu som não pode te deixar na mão! 🛣️🔊 Para isso, o MVH-145BR conta...
[JonalCarro2]Dona cegonha cuida de seus “bebês” podando árvores para nenhum carro chegar riscado ao cliente

[4r]Estes são os carros híbridos mais baratos do Brasil em 2026
Os carros híbridos estão cada vez mais comuns no Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), os elétricos e híbridos já alcançaram 21% de participação nas vendas entre janeiro e julho (sem considerar os híbridos leves), um valor impulsionado pelo crescente aumento nas opções disponíveis, principalmente em faixas de preço mais baixas.
O leque atual já permite comprar um carro híbrido por menos de R$ 200.000, com 12 opções diferentes, quantidade que ficará ainda maior com alguns dos lançamentos prometidos até o ano que vem, como o BYD Dolphin G, com sistema híbrido plug-in; e o Jaecoo 5, novo SUV de entrada da Omoda & Jaecoo.
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Para esta seleção, consideramos apenas os híbridos plenos (HEV) e os híbridos plug-in (PHEV), descartando os híbridos leves (MHEV), já que estes entregam uma diferença marginal na melhoria de consumo real e têm sistemas menos sofisticados, sem uma tração híbrida de fato.
Abaixo, detalhamos as opções mais acessíveis do mercado, respeitando a ordem decrescente de preço.
12º – GWM Haval H6 One – R$ 199.900
<span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM
A lista começa com um empate por ter dois carros com o mesmo preço de R$ 199.900. O primeiro deles é o GWM Haval H6 One, a versão de entrada que retornou ao catálogo do SUV, mas desta vez como uma configuração permanente – antes, era uma edição limitada. Outra novidade está no fato de o motor 1.5 turbo agora ser flex e entregar 248 cv e 54,5 kgfm, uma diferença pequena frente aos 243 cv e 55 kgfm do modelo anterior.
Na configuração híbrida plena (sem recarga externa) HEV One, de acordo com o Inmetro, o consumo urbano atinge 15,8 km/l com gasolina e 10,2 km/l com etanol, enquanto as médias rodoviárias ficam em 13 km/l e 9 km/l. A eficiência deles melhorou em até 7,5% na cidade e 14% na estrada.
11º – Jetour S06 – R$ 199.900
Recém-chegada ao Brasil, a Jetour tem uma proposta mais off-road, mas ainda assim trouxe o S06 para quem quer um SUV urbano e que acabou empatando com o Haval H6 One por terem o mesmo preço. A versão de entrada Advance normalmente custa R$ 199.900, um preço atraente, mas é normal ver promoções. O conjunto híbrido plug-in combina um motor 1.5 turbo ao sistema elétrico, resultando em 315 cv de potência. No modo elétrico, a bateria sustenta um alcance de 70 km, enquanto a autonomia total beira os 1.200 km.
A versão Advance traz conveniências como ar-condicionado de duas zonas e porta-malas elétrico, mas deve itens ativos de segurança, como frenagem autônoma e piloto automático adaptativo.
10º – Kia Niro EX – R$ 194.990
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Quando foi lançado, o Kia Niro custava R$ 214.990 na versão de entrada EX. O preço foi reduzido para R$ 194.990 com a chegada da linha 2026, um bom desconto de R$ 20.000 sobre o valor de tabela. É um SUV de 4,42 m de comprimento, fazendo com que esteja mais próximo dos modelos médios como Jeep Compass (que tem 4,40 m). O sistema híbrido convencional une um motor 1.6 aspirado ao conjunto elétrico para entregar 141 cv.
O modelo registra consumo de 18,3 km/l no trânsito urbano e 15,9 km/l na estrada. O pacote de equipamentos traz ar-condicionado de duas zonas, painel digital e assistente de permanência em faixa.
9º – Toyota Corolla GLI Hybrid – R$ 194.790
Toyota CorollaDivulgação/Toyota
Criado pensando nas vendas diretas, o Toyota Corolla GLI Hybrid (R$ 194.790) herda o conjunto motriz das versões mais caras, aliando o motor 1.8 híbrido flex de 122 cv à lista de equipamentos da configuração de entrada. O foco do sedã é a confiabilidade e o baixo custo de rodagem, alcançando consumo de até 17,5 km/l com gasolina na cidade.
O pacote traz o necessário: painel com tela de 10 polegadas, assistente de faixa e controlador de velocidade adaptativo. É o carro menos equipado da lista e faz sentido por ser baseado na versão de entrada do sedã médio, adicionando somente o sistema híbrido.
8º – GAC GS4 Premium – R$ 191.990
Tabelado em R$ 191.990, o GAC GS4 Premium aposta no porte avantajado para justificar sua compra. Com 4,68 m de comprimento e 2,75 m de entre-eixos, ele foca no espaço para a família, oferecendo um porta-malas com capacidade de 638 litros. O conjunto híbrido autocarregável entrega 235 cv de potência e alcança médias urbanas de 14,1 km/l.
A configuração de entrada inclui itens raros na faixa de preço, como bancos dianteiros com ajuste elétrico e ventilação, além do controlador adaptativo de velocidade.
7º – Geely EX5 EM-i Pro – R$ 189.990
Primeiros carro a ser produzido pela Geely na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), o Geely EX5 EM-i Pro entrou direto na briga dos SUVs médios chineses e ainda ficou R$ 10.000 mais barato desde o lançamento, agora custando R$ 189.990. O sistema plug-in une o motor 1.5 a gasolina (100 cv) à eletricidade (218 cv) para despejar 262 cv, levando o SUV de zero a 100 km/h em rápidos 7,8 s. A autonomia elétrica declarada é de 65 km nesta versão, segundo o Inmetro.
Enquanto a cabine oferece bom espaço para cinco ocupantes e pacote de segurança avançado, o porta-malas de 428 litros pode limitar viagens com bagagem cheia.
6º – Jaecoo 7 Elite – R$ 189.990
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo
Nova versão de entrada do SUV, o Jaecoo 7 Elite entra na disputa cobrando R$ 189.990, firmando-se como uma das opções plug-in mais potentes da categoria graças aos seus 279 cv combinados. O conjunto elétrico permite rodar até 79 km sem acionar o motor a combustão, um número competitivo para o uso urbano diário. O visual preserva a identidade das versões mais caras da linha.
A redução de custo se reflete em uma lista de equipamentos ligeiramente mais enxuta, mas que ainda traz ar-condicionado de duas zonas, multimídia de 13,2 polegadas e pacote de segurança ADAS completo. A tampa do porta-malas elétrica evidencia a tentativa de manter a sensação de categoria superior.
5º – BYD Song Pro GL – R$ 189.990
<span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD
Um dos carros mais vendidos da BYD, o Song Pro GL agora é nacional, montado em Camaçari (BA) e com um sistema flex. Chegou por R$ 176.990, porém o preço já subiu para R$ 189.990 na versão de entrada. O modelo combina um motor 1.5 aspirado a um elétrico mais forte, gerando 218 cv cv de potência combinada e 30,6 kgfm de torque. O porte de 4,73 m de comprimento atende quem precisa de espaço no banco traseiro.
A autonomia elétrica agora é de 57 km segundo o Inmetro e a BYD diz que o carro tem um alcance combinado de 1.105 km.
4º – BYD King GL – R$ 172.990
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
O BYD King GL se posiciona como o sedã híbrido mais barato do mercado, invadindo a faixa de preço de modelos menores e estritamente a combustão. Ele combina um motor 1.5 aspirado (110 cv) a um propulsor elétrico (179 cv) para gerar 209 cv de potência, acelerando de zero a 100 km/h em 7,9 s e garantindo 35 km de alcance elétrico. Embora o preço de tabela seja R$ 172.990, a fabricante faz promoções com frequência.
A cabine entrega bom espaço e conveniências como o banco do motorista com ajuste elétrico, porém a versão de entrada cobra o seu preço ao abrir mão dos assistentes de condução semiautônoma (ADAS).
3º – Toyota Yaris Cross XRE Hybrid – R$ 172.390
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Após muita espera, o Toyota Yaris Cross finalmente foi lançado como o híbrido mais barato da empresa. A versão XRE Hybrid mira o consumidor que quer um carro híbrido de uma marca tradicional e recusa a migração para as fabricantes de origem chinesa. O motor rende 111 cv de potência e atinge médias urbanas de 17,9 km/l com gasolina.
Para manter o valor contido na configuração de entrada, a Toyota simplifica alguns acabamentos em relação à versão XRX, mas mantém o pacote de segurança Safety Sense e o ar-condicionado automático.
2º – BYD Atto 2 GL – R$ 166.660
<span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD
Com entregas previstas para setembro, o BYD Atto 2 estreia como o segundo carro híbrido mais barato do Brasil. Deveria ter sido o mais barato por conta do seu preço na pré-venda, de R$ 149.990. Porém, o valor já aumentou para R$ 166.660. É vendido com o mesmo sistema híbrido plug-in flex do Song Pro, com um motor 1.5 aspirado e um motor elétrico, entregando um total de 177 cv e 30,6 kgfm.
A versão de entrada GL tem uma bateria pequena de 7,85 kWh, suficiente para que tenha uma autonomia elétrica de 33 km homologada pelo Inmetro. Mesmo sendo a opção mais barata, vem com piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência, ar-condicionado de duas zonas, câmera 360° e seis airbags. Porém, tem uma central multimídia menor, de 10,1″ e fica devendo alguns assistentes de condução como assistente de permanência em faixa.
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1º – Omoda 5 Luxury – R$ 164.990

Custando R$ 164.990, o Omoda 5 Luxury ainda é o carro híbrido mais barato do Brasil. Ele mede 4,44 m de comprimento e adota um sistema híbrido autocarregável que desenvolve 224 cv de potência combinada, registrando um consumo médio urbano de 15,1 km/l.
A cabine entrega ar-condicionado automático de duas zonas, faróis de led e sete airbags, mas a ausência de um pacote avançado de assistência ao motorista (ADAS) evidencia a concessão feita para manter o preço competitivo. O conjunto tenta compensar essa falta com a central multimídia de 12,3 polegadas e o bom rendimento térmico.
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1º Fiat Strada 1.3 Freedom CP
Este é um dos carros mais vendidos do Brasil e isso em muito se deve à sua reputação. A Fiat Strada conquistou uma fama de robusta que se estendeu a esta segunda geração, lançada em 2020. A suspensão traseira com eixo rígido e molas semielípticas, mais duráveis no uso com carga, contribuem muito para isso.
A cabine “plus”, como a Fiat chama sua cabine simples com um pouco mais de espaço interno, tem caçamba com volume de 1.354 litros e que pode transportar até 720 kg. O motor 1.3 8V de 107 cv é eficiente, apesar do câmbio manual ter suas cinco marchas bem próximas para lidar com carga. A troca da embreagem custa caro.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -15% Seguro R$ 1.929 Rede 537 Equipamentos ESP, AB2 |
10.000 km R$ 670 20.000 km R$ 864 30.000 km R$ 687 40.000 km R$ 1.687 50.000 km R$ 721 60.000 km R$ 1.041 Total R$ 5.670 |
Amortecedores dianteiros R$ 1.339 Pastilhas de freio R$ 421 Kit de embreagem R$ 2.066 Farol esquerdo R$ 4.149 Para-choque dianteiro R$ 1.664 Retrovisor esquerdo R$ 811 Total R$ 10.450 |
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
2º Volkswagen Saveiro
A Saveiro será substituída pela Tukan em 2027, mas ainda vende bem. Último derivado do Gol, tem custos de peças baixíssimos por, por exemplo, não ter faróis de led e ter embreagem mais barata. Outro ponto positivo é seu motor 1.6 16V com 116 cv. Sua caçamba tem volume de 934 litros e capacidade de carga de 664 kg.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -22% Seguro R$ 1.892 Rede 510 Equipamentos ESP, AB2 |
10.000 km R$ 958 20.000 km R$ 1.053 30.000 km R$ 949 40.000 km R$ 1.473 50.000 km R$ 949 60.000 km R$ 1.053 Total R$ 6.435 |
Amortecedores dianteiros R$ 581 Pastilhas de freio R$ 432 Kit de embreagem R$ 1.352 Farol esquerdo R$ 1.068 Para-choque dianteiro R$ 2.043 Retrovisor esquerdo R$ 1.405 Total R$ 6.881 |
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
3º Chevrolet Montana
Não é que a Chevrolet Montana não tenha caído no gosto do brasileiro, é que, por ter apenas cabine dupla, ela é mais procurada para quem busca uma picape para o lazer. Esta é a única versão que combina o motor 1.2 turbo de 132 cv ao câmbio manual de seis marchas. Sua caçamba tem 874 litros e transporta até 637 kg.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -15% Seguro R$ 2.230 Rede 550 Equipamentos ESP, MUL, AB6, EST |
10.000 km R$ 420 20.000 km R$ 788 30.000 km R$ 704 40.000 km R$ 880 50.000 km R$ 796 60.000 km R$ 788 Total R$ 4.376 |
Amortecedores dianteiros R$ 1.971 Pastilhas de freio R$ 1.139 Kit de embreagem R$ 1.890 Farol esquerdo R$ 5.327 Para-choque dianteiro R$ 2.507 Retrovisor esquerdo R$ 1.556 Total R$ 14.390 |
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[4r]Honda e Nissan firmam acordo para unificar sistemas eletrônicos a partir de 2029
Após uma tentativa fracassada de fusão, Honda e a Nissan buscaram outros caminhos para firmar uma parceria. As japonesas formalizaram um acordo de desenvolvimento conjunto para sistemas eletrônicos da próxima geração de veículos definidos por software, conhecidos pela sigla SDV. A parceria visa criar especificações comuns para os módulos centrais de processamento, o sistema operacional automotivo e os componentes de middleware que gerenciam a conectividade e os sistemas de assistência à condução das duas marcas.
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A cooperação entre as fabricantes responde à necessidade de acelerar o ciclo de desenvolvimento de novas tecnologias e reduzir os custos de pesquisa e engenharia. Com a convergência para veículos cada vez mais dependentes de atualizações computacionais, a padronização permitirá que ambas as marcas dividam os pesados investimentos exigidos para rivalizar com a evolução das fabricantes chinesas e com a estrutura já consolidada da Tesla.
Nissan Urban ConceptDivulgação/Nissan
O plano de aplicação prática estipula que a nova arquitetura eletroeletrônica, equipada com as centrais eletrônicas e o software desenvolvidos em conjunto, chegue ao mercado nos automóveis de produção em série de ambas as marcas a partir do ano de 2029.
O projeto inclui o desenvolvimento de computadores centrais de alto desempenho baseados em chips do tipo SoC e módulos locais encarregados do gerenciamento das diferentes zonas do veículo.
Honda InsightDivulgação/Honda
Além de baratear o custo final dos componentes por meio da escala de produção unificada, o projeto conjunto pretende otimizar a integração dos sistemas de controle dinâmico do automóvel com o sistema operacional interno. Essa estrutura comum servirá de base para a gestão de bateria em modelos elétricos e híbridos, além de gerenciar a telemetria e as atualizações remotas de software.
A padronização do middleware e do sistema operacional viabilizará avanços mais rápidos no desenvolvimento de assistentes de condução avançados e tecnologias voltadas para a prevenção de acidentes.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan
O compartilhamento da infraestrutura digital permitirá que cada marca mantenha sua própria calibração de dirigibilidade e interface visual, enquanto a base de processamento de dados permanece exatamente a mesma em ambas as linhas de produtos.
Com essa iniciativa no ecossistema digital, as duas empresas buscam estabelecer um padrão industrial competitivo dentro do mercado global, garantindo que a complexidade de desenvolvimento de softwares não torne inviável a atualização dos portfólios das marcas ao longo da próxima década.
[4r]Os melhores esportivos acima de 500 cv para comprar em 2026
1º Porsche 911 GT3
U m carro de corrida que pode andar nas ruas tem ônus e bônus. O 911 GT3 sai de fábrica com o aspecto que muitos compradores de Porsche buscam, com asa enorme e partes de fbra de carbono. Mas a suspensão frme e os bancos concha são mais adequados às pistas. Tem motor 4.0 aspirado de 510 cv.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
2º BMW M4 Competition
D epois que as 35 unidades do M4 CS esgotaram, a BMW passou a trazer o M4 Competition por quase R$ 500.000 a menos. Seu seis-cilindros 3.0 biturbo entrega 510 cv (40 cv a menos) e há menor preocupação com redução de peso, ao mesmo tempo que a suspensão é um pouco mais confortável.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
3º Ford Mustang Dark Horse
O último muscle car à venda no Brasil, o Mustang entrega o design instigante e um motor V8 5.0 de 507 cv, com câmbio automático de dez marchas e tração traseira. Ainda tem suspensão magnetorreativa e freios Brembo, providenciais para um carro que chega aos 100 km/h em 3,7 s.
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E claro que, em um projeto de sucesso como esse, tem Taramps.
Dá o play e confere!
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[4r]Caoa Chery Tiggo 8 híbrido fica R$ 20.000 mais caro e se aproxima de Haval H6 e Song Plus
O Caoa Chery Tiggo 8 Pro PHEV ficou até R$ 20.000 mais caro em agosto. O preço de tabela da versão topo híbrida plug-in, exibido no site da marca, passou de R$ 229.990 (declarados como oferta especial de lançamento) para R$ 249.990. A configuração mais básica Tiggo 8 Pro, por sua vez, manteve os mesmos R$ 196.990.
Com isso, o modelo volta a ter um preço próximo de seus concorrentes GWM Haval H6 PHEV 19 (R$ 250.000) e do BYD Song Plus (R$ 249.990). Antes da virada da linha 2026 para 2027, que ocorreu no início de junho, a versão Pro PHEV era vendida por R$ 269.990.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery
O que mudou no Tiggo 8 2027
As mudanças no Tiggo 8, aplicadas somente à versão híbrida plug-in, estão presentes nos faróis full-led com novo desenho interno, na grade frontal com novo arranjo e no para-choque, que perdeu as luzes na parte inferior para dar lugar a passagens de ar verticais nas extremidades.
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Na traseira, a placa de identificação foi deslocada para o para-choque, deixando a tampa do porta-malas lisa. As lanternas mantêm a orientação horizontal, mas estão mais finas e unidas por um acabamento preto que acompanha uma barra iluminada superior.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery
Por dentro, a marca abandonou a tela unificada em favor de dois displays separados: um retangular de 10,25 polegadas para o quadro de instrumentos e uma nova tela de aparência flutuante de 15,6 polegadas para a central multimídia.
O console central também foi redesenhado e está mais espaçoso. Isso foi possível porque a alavanca do câmbio foi transferida para a coluna de direção. A nova área central abriga um carregador de celular por indução com saída de ar dedicada para resfriamento e os botões seletores de modo de condução.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery
Motores e mecânica atualizada
A versão híbrida plug-in mescla um motor 1.5 turbo com injeção direta a gasolina (135 cv e 20,4 kgfm) a dois propulsores elétricos (204 cv). Combinados, entregam 279 cv de potência e 37,2 kgfm de torque, gerenciados pela transmissão dedicada DHT.
A principal novidade mecânica do modelo eletrificado está no sistema de baterias de 18,4 kWh, que passou a suportar carregamento rápido em corrente contínua (DC). A recarga de 30% a 80% é feita em cerca de 20 minutos. Segundo o Inmetro, o SUV atinge 70 km de autonomia elétrica e registra consumo urbano de até 36,1 km/l.
Já a configuração a combustão traz atualizações implementadas no primeiro trimestre de 2026. O motor 1.6 turbo passou por um reajuste e teve sua potência reduzida de 187 cv para 180 cv, medida adotada pela fabricante para se adequar a novas exigências técnicas e de emissões. O torque máximo de 28 kgfm foi mantido.
Versões, preços e equipamentos do Caoa Chery Tiggo 8
Caoa Chery Tiggo 8 ProDivulgação/Caoa Chery
Tiggo 8 Pro 2026 – R$ 196.990
Equipado com o motor 1.6 turbo de 180 cv e capacidade para sete passageiros (com 4,73 m de comprimento e 2,71 m de entre-eixos), o modelo traz de série o novo quadro de instrumentos de 10,25 polegadas e central multimídia de 15,6 polegadas. A lista de equipamentos inclui faróis full-led, novo console central com carregador de smartphone sem fio refrigerado, alavanca de câmbio na coluna de direção e pacote de assistência à condução (ADAS).
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery
Tiggo 8 PHEV 2027 – R$ 249.990
Traz o conjunto híbrido plug-in de 279 cv e 37,2 kgfm com transmissão DHT. Além dos itens presentes na versão Pro, a configuração de topo foca no refinamento interno e isolamento acústico aprimorado, utilizando vidros com tratamento acústico. Adiciona bancos dianteiros com ajustes elétricos, memória, aquecimento e ventilação, sendo que o assento do passageiro dianteiro conta também com função de massagem e apoio para as pernas.
Na segurança, o pacote é ampliado para nove airbags no total, incluindo duas bolsas laterais extras para a segunda fileira e um airbag de joelho exclusivo para o motorista, além do pacote completo de assistências à condução (ADAS) e função V2L, que envia energia da bateria para equipamentos externos.
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Encontro de som automotivo MB EM FORTELEZA CEARÁ RAYLAN SOM (parte 02)
[4r]Marcopolo Nomade é uma casa 4×4 com preço de Porsche e duas cozinhas
Enquanto imobiliárias destacam em seus anúncios quando um imóvel tem vista indevassável e recebe o sol da manhã, a Marcopolo, fabricante brasileira de ônibus e trens, agora pode proporcionar qualquer nascer do sol, em qualquer lugar do mundo.
O Nomade é um motorhome de fábrica, que não é uma adaptação ou transformação. É uma casa pronta, com o conforto de um apartamento moderno, mas sobre um chassi com tração 4×4 e câmbio automático, para ir a qualquer lugar, por mais isolado que seja.
O mercado de motorhomes cresce bastante no Brasil desde a pandemia da Covid 19, mas 90% deste mercado é atendido por veículos transformados, feitos ou a partir de vans comerciais muitas vezes entregues pelos próprios clientes. A Marcopolo enxergou a oportunidade de criar um motorhome de fábrica, sob os mesmos processos e critérios que usa em seus ônibus, e com vantagens como possibilidade de utilizar sua rede em outros países.
Nomade tem confortos – e o preço – de um apartamento novo na forma de micro-ônibusFernando Pires/Quatro Rodas
O Nomade é construído sobre um chassi Agrale com modificações exclusivas para esta aplicação. A carroceria, embora parecida com a de alguns micro-ônibus Volare, tem design exclusivo, com faróis e lanternas de led, além de reforços estratégicos em seu monobloco para garantir a integridade da parte chamada casa. Assim como os ônibus, o motorhome também precisou ser aprovado em simulações e testes de colisão.
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Chame um arquiteto
Além dos opcionais, os clientes podem escolher também a planta que querem. Neste carro, que é um dos primeiros protótipos, há uma área de convivência com cozinha integrada, banheiro com divisão entre sanitário e box, e um quarto no fundo, passível de se transformar em suíte porque a porta do sanitário pode isolar a área traseira do motorhome, garantindo maior privacidade.
É possível fazer diferente, unificando as partes do banheiro, usando cama menor ou na transversal, modificando a quantidade de armários. Além disso, o dinete é capaz de correr 1 metro para fora, ampliando o espaço de circulação. Após testes, a Marcopolo preferiu projetar seu próprio sistema elétrico de movimentação do dinete, em vez de usar um sistema importado, que julgou não ser robusto o suficiente.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
A carroceria tem 7,5 m de comprimento e a área total é de 12 m2. Para otimizar o espaço, a mesa é telescópica: desce eletricamente e forma outra cama com o uso do encosto dos bancos. A iluminação acima usa pontos de fibra óptica que imitam estrelas, como nos Rolls-Royce, e as janelas têm persianas retráteis e mosquiteiros.
As luzes podem ser controladas por interruptores inteligentes, por assistentes como a Alexa, ou por um painel que controla os reservatórios de água (suja e limpa), aquecedor, gás (cujo botijão fica em um compartimento específico), sistema de gravação de câmeras de segurança, sistemas de energia e de aquecimento, tanto da água quanto da cabine: o piso pode ser aquecido e há um aquecedor a diesel para o ar. Também há ar-condicionado para a sala de jantar e para o quarto, no teto.
Toldo permite usar a cozinha externa do Nomade mesmo em dias de chuva, além de dar o acesso a compartimentosFernando Pires/Quatro Rodas
No teto também vão instalados painéis solares com 750 W (com a energia armazenada em baterias de lítio), a antena de internet via satélite da Starlink e, do lado direito, um toldo com acionamento elétrico.
Painel do Nomade é revestido de vinil macio. No quarto, há armários suspensos, tomadas USB e base de recarga sem fioFernando Pires/Quatro Rodas
Os principais equipamentos extrapolam aquilo que se espera de um veículo. A lista inclui central multimídia, câmeras 360o e base de carregamento sem fio, e pode trazer retrovisores digitais. Mas também há uma pequena máquina de lavar no porta-malas, espelho com termômetro e alto-falante Bluetooth no banheiro, além de geladeira (que abre para os dois lados), adega, forno, micro-ondas e até um depurador acima do fogão, que está bem espaçado da pia de inox com torneira monocomando. Tudo otimizado para esta aplicação, com travas especiais.
Ainda há uma cozinha externa acondicionada na carroceria, com direito a TV de 32” em compartimento com fechamento hermético.
Bancos giram para compor uma sala, mas a mesa vira uma camaFernando Pires/Quatro Rodas
Conforto a bordo
A parte motor deste motorhome é o chassi Agrale com um quatro-cilindros 3.8 turbo diesel da Cummins, com 175 cv e 61,2 kgfm. Neste protótipo, a tração 4×4 tem acionamento manual, mas os carros seguintes foram fabricados com seletor eletrônico. O que também faz toda a diferença no uso é a suavidade, pois a vibração e o ruído do motor foram muito bem isolados.
O motorista não se sente em um automóvel, mas o conforto do câmbio automático faz toda a diferença para quem está pensando em fazer uma longa jornada. Ajuda também a relação de diferencial que foi alongada para reduzir as rotações em rodovias. A boa estabilidade vem da robustez da estrutura, silenciosa com o carro em movimento. Os bancos dianteiros, aliás, são giratórios.
Banheiro é mais amplo que o de um avião, com direito a caixa de som Bluetooth no espelho. Área do banho é toda impermeávelFernando Pires/Quatro Rodas
O preço de um Marcopolo Nomade é o mesmo de um Porsche dos sonhos bem configurado. Custa a partir de R$ 1,5 milhão, mas os opcionais e a liberdade de personalização não permitem definir um valor máximo. Para muitos, o sonho é poder ter um veículo que pode ser autossuficiente por dias em qualquer lugar. A empresa de Caxias do Sul não diz quantos Nomade já vendeu, mas todas as unidades que produzirá em 2026 já estão vendidas e as primeiras já foram entregues – e podem já estar em lugares remotos do continente.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Veredicto
O Nomade é mais caro que outros motorhomes, mas é uma solução completa com um nível de autonomia que realmente permite fazer longas expedições e passar alguns dias isolado.
Como cuidar de casa
Na qualidade de uma casa ambulante, o manual de utilização do Nomade é, também, um manual de como cuidar da casa. Ele detalha cada sistema de infraestrutura do veículo, que requer revisões anuais e manutenções periódicas dos seus sistemas, que podem ser feitas pelo próprio “dono da casa”. Há desde esquemas elétricos e hidráulicos, a indicação das vassouras e dos produtos de limpeza adequados para cada acabamento. Também há recomendações para melhor utilização da energia do veículo e para a conexão dos seus sistemas em campings.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Ficha Técnica:
Preço inicial: R$ 1.500.000
Motor: diesel, quatro cilindros, 3.760 cm³, 175 cv e 61,2 kgfm entre 1.100 e 1.500 rpm
Câmbio: aut., 6 m., tração 4×4
Direção: hidráulica
Suspensão: duplo A (diant.), multilink de cinco braços (tras.)
Freios: disco ventilado (diant. e tras.)
Pneus: 235/75 R17,5
Dimensões: comprimento 750 cm; largura 230 cm; altura 320 cm; entre-eixos 318 cm, peso 8.700 kg; PBT, 9.200 kg; tanque, 150 litros; tanque de água, 300 litros; tanque de água de reúso, 40 litros
[Taramps]Algumas soluções podem deixar o seu som automotivo muito mais prático! 🔊

Neste vídeo, vamos mostrar alguns recursos que ajudam no controle, na regulagem e no monitoramento do sistema.
E aí, qual desses você usaria no seu projeto?
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[4r]Bentley Supersports é o carro mais leve e agressivo da marca para se andar nas ruas
Pegar um carro e deixá-lo mais esportivo segue alguns princípios básicos: aumentar a potência, melhorar a capacidade de colocar os cavalos extras no chão (com acerto de chassi, pneus melhores e mais eficiência aerodinâmica para colar o carro ao asfalto) e reduzir o peso. Foi exatamente isso que a Bentley fez sob a supervisão de seu novo CEO, Frank-Steffen Walliser, recrutado da Porsche em 2024. Ele chegou à marca britânica com o DNA certo para deixar sua marca neste que é o primeiro Bentley desenvolvido desde que assumiu o comando da empresa. E isso fica evidente.
Começando pelo último ponto, o peso: este é o Bentley mais leve dos últimos 85 anos. Ele é quase meia tonelada mais leve que o Continental GT e também o primeiro modelo desta linha a ficar abaixo dos 2.000 kg.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley
A principal contribuição para essa dieta veio do conjunto mecânico. Não há componentes do sistema de tração nas quatro rodas, como o sempre pesado eixo de transmissão. O teto, feito de alumínio nos Continental GT convencionais, foi substituído por uma peça mais leve de fibra de carbono, o que também ajuda a baixar o centro de gravidade do carro.
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No interior, os dois bancos traseiros, suas respectivas colunas e os chicotes do sistema de áudio foram eliminados. Materiais de isolamento acústico também foram retirados de todo o habitáculo. Alguns sistemas de assistência ao motorista também ficaram de fora do Supersports, já que este é um GT muito mais voltado às pistas.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley
Na ligação entre peso e aerodinâmica, quase todos os novos elementos externos da carroceria são feitos de fibra de carbono e trabalham em busca do mesmo objetivo. Todos têm uma função prática de reduzir peso e melhorar a aerodinâmica. Nenhum está ali apenas por estética.
Juntos, esses apêndices geram mais de 300 kg de carga aerodinâmica em relação a um Continental GT Speed a 250 km/h. Ao mesmo tempo, ajudam a otimizar a distribuição de peso entre os eixos, que começa em 54% na dianteira e 46% na traseira com o carro parado. Com o aumento da velocidade, a carga aerodinâmica faz a traseira “ganhar peso”.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley
O para-choque dianteiro inferior é novo e incorpora um splitter frontal, o maior já instalado em um Bentley de rua. O componente também traz dois novos canais de refrigeração de cada lado, responsáveis por reduzir a temperatura dos freios e do motor.
A nova grade de malha de alumínio foi cortada a laser e tem desenho exclusivo. Há ainda novos perfis atrás das rodas dianteiras e saias laterais para reduzir a sustentação do carro em acelerações mais fortes e melhorar o fluxo de ar pelas laterais. Essa também é a função do novo difusor traseiro, que trabalha em conjunto com um aerofólio fixo no topo da tampa do porta-malas.
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No habitáculo, foram usados revestimentos de fibra de carbono e uma combinação de couro natural e sintético Dinamica. A segunda fileira foi substituída por uma estrutura monocoque de fibra de carbono, revestida em couro.
Como já foi dito, a maior redução de peso veio do conjunto mecânico. Não existe aqui um sistema híbrido plug-in, que exigiria uma pesada bateria, e a tração é exclusivamente traseira. É o primeiro Continental GT homologado para as ruas a abrir mão da tração nas quatro rodas.
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O V8 4.0 biturbo recebeu virabrequim reforçado, cabeçotes aprimorados e turbos com maior pressão. O resultado é o motor Bentley com a maior potência específica da história: 166,5 cv/l ou 666 cv, além de 81,6 kgfm de torque.
Ele trabalha com o conhecido câmbio automatizado de dupla embreagem e oito marchas da ZF, usado em toda a linha Bentley, mas com embreagens reforçadas e uma nova estratégia de trocas. Elas são mais rápidas e dão atenção especial às reduções durante as frenagens para melhorar a estabilidade do Supersports.
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O motor respira por um sistema de escapamento de titânio desenvolvido com a especialista Akrapovič. O som é bem mais expressivo que o de qualquer outro Bentley e, como faz questão de destacar Mathias Raabe, diretor técnico da marca, é “tudo natural”.
A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 3,7 segundos, enquanto a velocidade máxima chega a 310 km/h. A potência é enviada exclusivamente às rodas traseiras por meio de um diferencial eletrônico de deslizamento limitado, o eLSD. A bitola traseira é 16 mm maior que a de um Continental GT.
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O eLSD trabalha em conjunto com o sistema de vetorização de torque por frenagem para melhorar a entrada em curvas e a tração. A direção nas rodas traseiras foi mantida para garantir máxima agilidade e estabilidade, enquanto os ajustes da direção, suspensão, gerenciamento de tração e controle eletrônico de estabilidade são novos.
As configurações do controle de estabilidade permitem ao motorista escolher entre diferentes níveis de intervenção. Há desde uma atuação mínima até o Modo Dinâmico, que permite determinado nível de derrapagem e sobresterço dentro dos limites definidos pelo sistema, além da possibilidade de desligamento total.
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Há três novas configurações de chassi. Touring equivale ao modo Sport do Continental GT Speed, mas combina esse ajuste com maior altura livre do solo, de 104 mm, amortecimento mais macio e som de escapamento mais discreto. O modo Bentley é mais esportivo, com mudanças na estratégia do câmbio, na resposta do acelerador e no chassi. As válvulas do escapamento se abrem para melhorar o som e o launch control fica disponível.
Já o modo Sport, que deixa o carro 1 cm mais baixo, extrai o máximo das respostas do chassi e do conjunto mecânico. Para rodar na cidade ou entrar e sair de algumas garagens, a função Lift permite elevar a dianteira em 5,5 cm.
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A suspensão usa braços duplos de alumínio na dianteira e eixo traseiro multibraço, além de molas pneumáticas e novos amortecedores de câmara dupla, controlados individualmente nas fases de compressão e extensão.
O Bentley Dynamic Ride, sistema que controla eletronicamente a estabilidade da carroceria, pode aplicar até 132,6 kgfm de torque de resistência à rolagem em cada eixo em apenas 0,3 segundo.
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A frenagem fica por conta do maior sistema de freios já instalado em um automóvel de produção. São discos de carbono-silício-carboneto de 440 mm na dianteira, com pinças de dez pistões, e discos de 410 mm com pinças de quatro pistões na traseira. As pinças são pretas de série, com opção de pintura vermelha.
O Supersports usa novas rodas de liga leve de alumínio forjado e usinado de 22″, desenvolvidas em parceria com a especialista Manthey Racing. Há duas opções de pneus: Pirelli P Zero de série e o novo Trofeo RS de alta performance como opcional. Com os Trofeo RS, as alterações no chassi e a redução de peso permitem ao Supersports fazer curvas aproximadamente 30% mais rápido que um Continental GT Speed, com força lateral máxima de até 1,3 g.
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Antes de entrar na pista de Laguna Seca, o atual CEO da Bentley confirmou a importância do momento: “Este carro é mais do que apenas o Bentley mais focado no motorista de todos os tempos. É o retorno da nossa marca à produção de automóveis mais extremos e, pessoalmente, é o primeiro projeto completo desde que entrei na Bentley Motors”.
Mas não resisti a uma pequena provocação. Perguntei a Walliser se não seria uma homenagem à história do Supersports limitar a produção a 666 unidades, cerca de 200 destinadas a clientes na Europa, em vez de 500. Afinal, o Supersports de 2017 tinha 710 cv e esse também foi o número de carros produzidos.
Sorrindo, o CEO admitiu que “a pergunta faz todo sentido, mas entendemos que 500 unidades seria o volume que seria rapidamente esgotado pelos potenciais clientes e ajudaria na valorização futura do veículo, por haver menos carros do que o mercado facilmente absorveria”.
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E foi assim que entrei na pista de Laguna Seca, perto da baía de Monterey, onde havia terminado no dia anterior a Semana do Automóvel. São 3,6 km e 11 curvas, algumas bastante desafiadoras, especialmente a famosa Corkscrew, totalmente cega na entrada de uma descida vertiginosa e cuja referência para apontar o carro é um pinheiro no horizonte.
Logo no fim da reta dos boxes, fica fácil perceber que, entre a impressionante capacidade de frenagem dos maiores discos usados em qualquer carro de rua e a drástica redução de peso, o Supersports impressiona tanto ao perder velocidade quanto ao ganhá-la. E isso não é pouca coisa, considerando que ele chega aos 100 km/h em apenas 3,7 segundos.
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O câmbio tem uma resposta mais esportiva no Supersports, retardando as trocas para marchas mais altas e antecipando as reduções, especialmente no modo Sport. É também nesse modo que o motor assume uma sonoridade mais grave e presente.
Claro que sentir os freios respondendo com enorme potência ajuda a ganhar confiança ao longo das poucas voltas que pude dar com o Supersports. Isso também foi possível graças à aderência reforçada dos pneus Pirelli Trofeo RS usados nos dois carros disponíveis para essa atividade na Califórnia. Eles são a opção mais esportiva para este modelo.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley
Não foi possível avaliar o comportamento da suspensão em pisos ruins, já que não houve condução em estradas. Ainda assim, dá para perceber que o rodar é bastante firme e que os movimentos laterais da carroceria são muito bem controlados.
Mesmo com o controle de estabilidade impossibilitado de ser desligado — uma limitação definida pela Bentley —, fica claro que a traseira tem mais “vida” do que a do Continental GT Speed com tração nas quatro rodas, convidando a momentos mais divertidos nas curvas.
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Também dá para imaginar que a excelente aderência do eixo dianteiro contribuirá para permitir ainda mais brincadeiras com este Supersports quando as rédeas estiverem mais soltas. O capacete obrigatório na pista sempre torna a experiência mais claustrofóbica e reduz o contato visual com o habitáculo, mas o ambiente interno é bastante conhecido do restante da família Continental.
Os materiais são excelentes, com predomínio de fibra de carbono, Alcantara, couro e alumínio, e os acabamentos são refinados na parte superior do painel e das portas.
A ressalva fica para o plástico cru e menos sofisticado do que deveria no console central, onde estão concentrados praticamente todos os comandos manuais. Entre eles está o seletor giratório dos modos de condução, que faria mais sentido no volante em um carro que frequentará circuitos ou que convida a uma condução mais esportiva em estradas públicas.
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Uma mulher como inspiração
O novo Supersports nasceu de uma ideia apresentada em setembro de 2024, quando uma pequena equipe de engenheiros começou a teorizar sobre o comportamento dinâmico de um Continental GT com tração traseira e menos de duas toneladas.
A construção de um protótipo foi aprovada, e ele chegou à pista apenas seis semanas depois para demonstrar suas qualidades. Convenceu a todos. E assim nasceu o novo Supersports.
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Logo ficou claro que seria necessário um nome-código para manter o projeto em segredo. A equipe buscou inspiração no passado da Bentley e na história de Mildred Mary Petre. Nascida em 1895, ela foi recordista em terra, no mar e no ar como piloto de carros, barcos e aviões. Em 1929, conduziu sozinha um Bentley 4½ Litre no circuito de Montlhéry, na França, durante 24 horas.
Ela manteve uma velocidade média de 144 km/h e estabeleceu um novo recorde de resistência. Um feito impressionante até para os padrões atuais e ainda mais extraordinário na década de 1920. Em homenagem ao seu espírito destemido, a pequena equipe de desenvolvimento batizou o novo projeto de Mildred.
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Linhagem de apenas três mosqueteiros
O nome Supersports é a evolução moderna de uma das denominações mais evocativas da história da Bentley: “Super Sports”, usada pela primeira vez em um modelo da marca há 101 anos. O primeiro Super Sports foi lançado em 1925 e era baseado no modelo 3 Litre. Tinha motor aprimorado e chassi mais curto e, portanto, mais leve. Foi o primeiro Bentley capaz de superar os 160 km/h.
Ali também ficou estabelecido o segundo critério que define um “Super Sports”: a raridade. Foram produzidos apenas 18 exemplares. Adormecido por décadas, o nome Supersports, agora escrito em uma única palavra, ressurgiu em 2009 em uma versão de topo da primeira geração do Continental GT, capaz de alcançar 328 km/h.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Bentley
Foi a primeira variante de dois lugares da família Continental, 100 kg mais leve e o Bentley mais focado na condução, com genes de pista. Em 2017, ele foi superado por um sucessor ainda mais rápido e empolgante, desenvolvido a partir da segunda geração do Continental GT.
Assim como o primeiro Continental Supersports, usava um W12 6.0 biturbo, mas agora com 710 cv, o que o tornou o Bentley mais potente de todos os tempos. Foram produzidas 710 unidades, em referência à potência.
O novo Supersports muda a abordagem. Em vez de focar na velocidade máxima, sua missão é envolver o motorista ao máximo por meio de uma combinação entre redução de peso — a mais substancial da história da Bentley — e um novo motor mais potente.
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