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    [Nakamichi]NAKAMICHI NAM1610 7'' 2-DIN AV RECEIVER SPECIFICATION GENERAL Voltage 14.4V(10.5-16V) Size(W×H×D) 170×96×90.5mm Net Wei...

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    By RobôAutoforum,
    208711114_3125352081034219_8955547875561574738_n.jpg?_nc_cat=111&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=tP-XoGyi5okAX-tyjfK&_nc_ht=scontent-lcy1-2.xx&oh=07628b3c29fd786b305e92c503ade2d9&oe=60FB8A9C
    NAKAMICHI NAM1610 7'' 2-DIN AV RECEIVER SPECIFICATION GENERAL Voltage 14.4V(10.5-16V) Size(W×H×D) 170×96×90.5mm Net Weight 0.8kg TFT DISPLAY Display Size 7'' Display Resolution 800×480RGB Contrast Degree 500 RADIO FM Frequency Range 87.5-108.0MHZ AM FM Frequency Range 522-1620KHZ USB INTERFACE Front USB Readable/Chargeable (5V/1A) VIDEO External Video Input system NTSC/PAL/SECAM Exteral Video Input 1VP-P/75Ω AUDIO Maximum Power 4×50W Front Output(V) 2V/10KΩ Pre-output impedance ≤600Ω Speaker impedance 4-8Ω BLUETOOTH Communication System BT4.0+EDR Output Bluetooth Standard Power Level 2 Maximum Communication Range About 5 Meter Band 2.4G VIDEO FROMAT: H264/WMV/DIVX/MKV/FLV AUDIO FROMAT: MP3/WMA

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    [4r]Novo Hyundai Creta 2022 nacional corrige visual só com grade exclusiva

    RobôAutoforum
    By RobôAutoforum,
    Hyundai-Creta-2022-flagra-1.jpgGrade dianteira tem formato exclusivo e cromados flutuantes@carsbysfs/Instagram

    Era grande a expectativa por mudanças no visual do novo Hyundai Creta 2022 em sua versão nacional. Elas até foram feitas, mas não são suficientes para transformar por completo o visual do modelo que nasceu como iX25 na China.

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    O perfil @carsbysfs no Instagram flagrou o novo Creta 2022 durante gravação de comercial no Itaim Bibi, em São Paulo. Sem qualquer camuflagem ou disfarce, é possível notar que o SUV compacto tem grade dianteira exclusiva para o Brasil. Como no modelo russo, ela é menor que a do Creta indiano, mas tem três tomadas de ar na base que não existem em outros mercados.

    Visto de perfil, o Hyundai Creta fabricado em Piracicaba (SP) terá rodas exclusivas, com partes diamantadas, mas não o arco prateado que vai do início da janela lateral dianteira até a coluna C. Em vez disso, a fabricante apostou no teto e nas colunas pintados de preto. A propósito, o tom de azul do carro fotografado é o mesmo da versão russa.

    Hyundai-Creta-2022-flagra-4.jpgRodas diamantadas na borda, teto preto e maçanetas cromadas estarão na versão topo de linha@carsbysfs/Instagram

    Pelo menos a traseira também segue o carro russo. Quer dizer que a tampa do porta-malas é completamente diferente, com o brake light deslocado do meio da tampa para a região do aerofólio. A peça ainda ganha novos vincos verticais e o nome do carro vai estampado na régua acima da placa.

    Hyundai-Creta-2022-flagra-3.jpgTraseira segue o mesmo estilo do modelo que será lançado na Rússia@carsbysfs/Instagram

    A despeito das modificações, faróis e lanternas não mudam. Eles apostam em leds e elementos divididos por plásticos na cor da carroceria. Na dianteira, os DRL emolduram os projetores dos faróis, enquanto a seta fica na base do para-choque na mesma peça dos faróis de neblina.

    Na traseira, as luzes de posição de leds também são partidas. As saídas duplas do escape na base do para-choque cederam espaço a um cano discreto sob o novo para-choques com aplique em cinza.

    Hyundai-Creta-2021_6.jpgTeto destacado por peça prata é destaque do Creta indianoMotorpásion/Divulgação

    A Hyundai ainda faz mistério até sobre o conjunto mecânico do SUV nacional, mas dados obtidos por QUATRO RODAS revelam que o motor 2.0 (166cv/ 20,5 kgfm) será mantido nos modelos mais caros, ao passo que versões de entrada serão equipadas com o mesmo 1.0 turbo GDI (120 cv/17,5 kgfm) do HB20 2022, em substituição ao 1.6 (130 cv/ 16,5 kgfm).

    Hyundai-Creta-russo-7.jpgInterior da versão russa do novo Hyundai Creta: carro brasileiro pode seguir o mesmo visualDivulgação/Hyundai

    São 14 versões homologadas no Brasil, mas é improvável que todas sejam lançadas. Seguindo a estratégia do México, haveria quatro possibilidades para a versão de topo: Exclusive, Limited, Platinum ou Ultimate.

    Ao mesmo tempo, as três versões inferiores corresponderiam a opções como Absolut, Comfort, Dynamic, Icon, Innova, Limited, Master, Sensation, Style e Tech.

    Hyundai-Creta-2021_-2.jpgVersão do Creta produzida na Índia tem grade maiorMotorpasión México/Reprodução

    Em termos de consumo, o motor 1.0 registrou média combinada de gasolina na casa dos 13,5 km/l, contra 13,1 km/l do 2.0 já em uso na atual geração. Com números tão próximos, o ganho em performance é mais que justificável.

    Essa atualização profunda do Hyundai Creta foi lançada no exterior no final de 2019, vivendo intensamente as mudanças provocadas pela pandemia da Covid-19. Sua plataforma ainda é a mesma do Creta atual. Ele oferecerá o serviço de concierge Bluelink, capaz de rastrear e comandar partes do carro via aplicativo.

    De acordo com o site Mobiauto, o atual Hyundai Creta seguirá à venda. A versão de entrada Active com motor 1.6 e câmbio automático de seis marchas seguirá em oferta. Seria a única versão do SUV com preço abaixo dos R$ 100.000. Com isso, o Creta não terá qualquer opção com câmbio manual.

    Agradecimentos ao @exoticsdiplomatics

    Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital

    WhatsApp-Image-2021-07-14-at-14.06.45-1.jpegA edição 747 de QUATRO RODAS já está nas bancas!Quatro Rodas/Quatro Rodas

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    [AutoMotivo]Porsche bate recorde e vende 20 mil Taycan no 1° semestre

    marcelomoti
    By marcelomoti,

    Marca também registrou o melhor número de vendas da história da marca no Brasil

    1e3379f0-f45c-4374-8abb-2562af90c883-620Porsche Taycan representou 13,2% das vendas da marca

    Não é segredo para ninguém que as marcas premium aceleraram as vendas durante a pandemia. No Brasil a Volvo lidera entre os modelos premium seguida pela BMW e Audi enquanto Mercedes Benz, Jaguar e Land Rover diversifica a gama. Mesmo marcas menores no Brasil como Ferrari e McLaren também seguem crescendo. E a Porsche se torna um case de sucesso no Brasil e no mundo.

    f448e474-3755-490f-a486-d7065772d39f-620Porsche também registrou aumento de 31% nas vendas

    A marca do grupo Volkswagen AG divulgou seu relatório de vendas globais do primeiro semestre do ano. A Porsche registrou um aumento de 31% nas vendas quando comparado com o mesmo período do ano passado. Somente o elétrico Taycan representou 13,2% das vendas da marca. Foram emplacadas mais de 20 mil unidades do esportivo elétrico e a Porsche espera até o final do ano dobrar esse número.

    Na Europa, cerca de 40% das vendas da montadora são de carros eletrificados (híbridos plug-in e 100% elétricos). Foram 16.000 unidades vendidas de um total de 40.435. “Estamos extremamente satisfeitos com o alto nível de demanda por nossos carros esportivos – o aumento nas entregas no primeiro semestre do ano é superior ao do mercado geral. A taxa de eletrificação está crescendo em todas as regiões”, diz Detlev von Platen, membro do Conselho Executivo de Vendas e Marketing da Porsche AG.

    41a0eafc-727b-4c39-973a-471bc61ed8a7-620Marca vendeu mais de 1 mil unidades no Brasil neste ano

    “Este desenvolvimento confirma o caminho que percorremos com a nossa estratégia de movimentação. Na Europa, cerca de 40 por cento dos carros atualmente sendo entregues têm um motor elétrico – seja um veículo puramente elétrico ou um híbrido plug-in. Nossa maior prioridade continua sendo a realização dos sonhos de nossos clientes.”, comentou o executivo.

    e90f84fa-b0f2-4db6-b4b9-13e7ccfbbcea-620Modelo é puramente elétricos

    Se na Europa as vendas foram animadoras no Brasil também há motivos para comemoração considerando que se trata de uma marca de luxo. Foram comercializadas 1.753 unidades de janeiro a junho deste ano, número 14,2% maior que o mesmo período de 2020. Com isso, a Porsche registra o melhor número de vendas da história da marca no Brasil.

    Acompanhe as últimas notícias do mercado automotivo no site da revista AutoMOTIVO, na nova edição de julho, nas redes sociais e também no canal do Youtube da TV AutoMOTIVO.

    Matéria Porsche bate recorde e vende 20 mil Taycan no 1° semestre publicada no Portal Revista AutoMOTIVO.

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    [Blam]Caixas com subwoofer de 8 polegadas.. CR 8 EL - caixa MDF passiva com subwoofer de 8 polegadas 300 watts - 02 OHM -...

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    By RobôAutoforum,
    212085796_1703788953150016_6309257185826806027_n.jpg?_nc_cat=109&ccb=1-3&_nc_sid=ed1892&_nc_ohc=tCXGTiZa2fYAX9BXS3V&_nc_ht=scontent.flhr2-4.fna&oh=b444f183aa99576cb39c5e679eb12745&oe=60F9DECF
    Caixas com subwoofer de 8 polegadas.. CR 8 EL - caixa MDF passiva com subwoofer de 8 polegadas 300 watts - 02 OHM - 45 a 500 Hz - 92,5 sensibilidade . CR 20 - Caixa amplificada 360 watts - Produto compatível com sistemas de som original! #blam #blamaudio #blambrasil #sqimports #autorizadosblambrasil #levandoblamefazendoamigos

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    [CE]Expect More 12 Volt Price Hikes

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    By RobôAutoforum,

    Many industry members expect to see another round of price increases this fall, even after some suppliers have already raised their costs and suggested list prices up to two or three times since January. The cost of raw goods and the containers to ship them overseas keeps rising. The price of a container has jumped […]

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    [Bravox]A BSA Audio traz o que há de mais moderno para você, com alto-falantes de embutir, através do nosso Kit Fácil S3, para...

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    218844629_4421561141229739_4559153212802852490_n.jpg?_nc_cat=106&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=3UNECrSy4ZMAX_Se-hP&_nc_ht=scontent.fbrs4-2.fna&oh=a3bc136c62ad6d015a485f1bb6c4349d&oe=60FAA8C1
    A BSA Audio traz o que há de mais moderno para você, com alto-falantes de embutir, através do nosso Kit Fácil S3, para som ambiente, Projetadas com as mais modernas tecnologias acústicas, a BSA criou um Kit com um par de caixas de 6,5 polegadas de embutir Ceiling In Wall S3, com grade quadrada, trazendo uma potência de 120 Watts. Além de um Amplificador BSA-30D, com 4 tipos de conexões: USB, SD Card, P2 Aux. e Bluetooth, Você vai adorar ter um som ambiente harmônico e com mu...ita qualidade, para todos os estilos! Você mesmo pode instalar, criando um ambiente mais agradável, interno ou externo, para curtir e relaxar, com um som de alta qualidade! #bravox #bravox67anos #67anos #bsa #bsaaudio #thesoundofexcellence #produtobrasileiro #lançamento #lançamentos #linhadeprodutos #kitfácil #s3 #bsas3 #ceilinginwall #bsaceilinginwall #somambiente #homesound #audiosystem #sonorizaçãodeambientes #somresidencial #hometheater #acousticenvironment #qualidadeacustica #linhaacustica #falantesdeembutir #caixadeembutir #ambienteacustico #decor #decoração #designdeinteriores

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    [Blam]Subwoofer linha relax R12. 250 watts de potência, impedância 2 OHM Pode ser adquirido apenas o Sub ou em duas versõe...

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    Subwoofer linha relax R12. 250 watts de potência, impedância 2 OHM Pode ser adquirido apenas o Sub ou em duas versões de caixa. ... Passiva - CR30 ou Ativa - BP 30 #blam #blamaudio #blambrasil #sqimports #autorizadosblambrasil #levandoblamefazendoamigos

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    [SCBR.Automotive]R$ 550,00 no jogo de molas RedCoil para GM Montana.

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    R$ 550,00 no jogo de molas RedCoil para GM Montana.

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    [CE]KENWOOD Salutes the King of Promotion

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     Press Release: LONG BEACH, CA–KENWOOD USA is honored to recognize the retirement of Rick Snelson, (now previous) owner of the Car-Fi Mobile Electronics retail stores in Springfield and Nixa, Missouri. Recently we had the opportunity to speak with Snelson, who recently announced he was retiring and selling his Car-Fi retail stores.  As a loyal supporter […]

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    [Audiophonic]A nossa garantia contra defeitos de fabricação de dois anos, ao invés da padronizada de 3 a 12 meses encontrada no merca...

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    220840073_800552797330181_1945011523178259801_n.jpg?_nc_ht=scontent-iad3-2.cdninstagram.com&_nc_cat=105&_nc_ohc=9tiMWjp6-7AAX_pv4G_&edm=AAuNW_gBAAAA&ccb=7-4&oh=da20ddb40338c00403c0e4bc93f23f65&oe=60FD4D76&_nc_sid=498da5
    A nossa garantia contra defeitos de fabricação de dois anos, ao invés da padronizada de 3 a 12 meses encontrada no mercado nacional e internacional, se reflete na segurança e confiança que tanto nos orgulhamos de receber! ⠀ Precisa de assistência? www.audiophonic.net/sac Nota importante - COVID19 (2020/2021): Devido à pandemia e ao grande volume de mensagens, o tempo de resposta e avaliação está um pouco comprometido, por isso contamos com a sua compreensão e paciência. ⠀ AUDIOPHONIC - ÁUDIO DE ALTA DEFINIÇÃO: SINTA ESTA EMOÇÃO! ⠀ #audiophonic #sub #som #carro #somautomotivo #brasil #carros #carrosbaixos #BAS #SENSATION #sound #music #top #jobs #work #negocios #b2b #business #distribuição #somtop #sotocatop #tocamuito

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    [4r]Fôlego extra: acompanhamos o processo de fabricação de um turbocompressor

    RobôAutoforum
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    FLP9081-e1623797332517.jpgTurbina do novo motor 1.3 turbo flex do Jeep Compass batizado de T270 por conta do torqueFernando Pires/Quatro Rodas

    O turbocompressor é quase tão antigo quanto o próprio motor a combustão. Já em 1885 e 1896, Gottlieb Daimler e Rudolf Diesel estudaram o aumento da potência e a redução do consumo de combustível de seus motores por meio da pré-compressão do ar de combustão.

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    Em 1925, o engenheiro suíço Alfred Büchi foi o primeiro a ter sucesso com a turboalimentação de gases de escapamento e conseguiu um aumento de potência de mais de 40%.

    A partir daí, o desenvolvimento e a aplicação, principalmente em motores a diesel, em aviões, navios e tratores, não pararam de evoluir. Em 1938, foi lançado o primeiro caminhão sobrealimentado e, nos carros de passeio produzidos em série, a tecnologia aparece apenas nos anos de 1960, em modelos como o Chevrolet Corvair Monza e o Oldsmobile Jetfire. 

    FLP8930-e1623798245239.jpgA montagem de um turbocompressor se assemelha à fabricação de um relógio mecânico. Todo o processo é orientado e monitorado por computadorFernando Pires/Quatro Rodas

    No Brasil, a palavra turbo estampada na tampa traseira de um carro sempre foi sinônimo de esportividade e apareceu pela primeira vez em um carro de linha no Fiat Uno Turbo, lançado em 1994.

    Atualmente, em todo o mundo os turbocompressores ganharam grande importância na busca de eficiência energética, permitindo a redução do deslocamento dos motores sem perda de potência. Com o lançamento do VW Up!, em 2015, equipado com um motor de três cilindros, injeção direta e turbocompressor, o brasileiro começou a entender melhor do que se tratava um motor turbinado moderno. 

    FLP8944-e1623798390546.jpgA montagem é minuciosa e precisa para garantir a qualidade e durabilidade do conjuntoFernando Pires/Quatro Rodas

    Hoje, praticamente todas as grandes marcas que atuam no mercado têm em seu portfólio carros com motores turbo.  

    O funcionamento de um turbocompressor é relativamente simples: Ele tem dois rotores. De um lado está a caixa quente, usa os gases de escape para se movimentar e outra que pressuriza o ar que entra pela admissão e vai para as câmaras, permitindo a injeção de mais combustível.

    FLP9218-e1623798498395.jpgLaboratório da BorgWarner conta com dinamômetro para desenvolvimento e aplicação dos turbocompressores aos diferentes tipos de motoresFernando Pires/Quatro Rodas

    Com mais ar e mais combustível, a quantidade de energia gerada a cada explosão aumenta. O ganho de potência e torque fica em torno de 30%, na comparação com um motor de mesmo deslocamento naturalmente aspirado.

    O deslocamento dos motores sempre foi usado pelas fábricas para diferenciar as versões de seus carros – 1.0, 1.5, 2.0, etc. Mas, com a adoção do turbo e a redução do deslocamento, as marcas passaram a empregar os números do torque gerado como referência, muito mais vistosos, principalmente em Nm – 170, 270, 350, etc., e pensando em eficiência, no uso urbano, principalmente, torque é o que conta para o consumidor.

    FLP9240-e1623798566590.jpgDiferente do dinamômetro, aqui o teste visa controlar com exatidão a quantidade da pressão dos gases para equalizar o rendimento da turbinaFernando Pires/Quatro Rodas

    Para saber como são produzidos os turbocompressores, que são componentes complexos (cujas turbinas podem atingir 300.000 rpm e suportar temperaturas de 1.050 oC), visitamos a linha de montagem da BorgWarner, em Paulínia (SP).

    Desenvolvimento e testes de eficiência

    O desenvolvimento de um turbocompressor é feito em conjunto pelas fabricantes do componente e do veículo, porque a primeira é quem vai produzir a peça, mas é a segunda que determina as condições em que essa peça deve trabalhar e os compromissos que deve atender. Depois dessa peça especificada ser construída, ela é submetida a diversos ensaios de funcionamento.

    Esse turbocompressor é instalado em um motor que, nos laboratórios, com o auxílio de dinamômetros e bancadas de pressão, devidamente monitorados por vários sensores (pressão, temperatura, massa de ar, rotação), simula as mais diversas condições de uso, incluindo até uma possível quebra da peça (forçando a turbina a rotações muito além das especificadas até literalmente explodir).

    FLP9207-e1623798659621.jpgOs diversos estágios de um rotor demonstram a complexidade da usinagemFernando Pires/Quatro Rodas

    Essa simulação é necessária para verificar a segurança da integridade das caixas frias e quentes que envolvem os rotores e tem função de segurar possíveis estilhaços dessa quebra. Após os testes no laboratório, a equipe de engenheiros segue com os testes de campo, com o motor já instalado em um carro. Esse teste geralmente é feito com altas variações de altitude e temperatura.

    Quanto maior a altitude e maior a temperatura do ambiente, menor a quantidade de oxigênio disponível, fazendo com que o a turbina precise mudar seu comportamento dinâmico, aumentando ou diminuindo a quantidade de ar que irá mandar para o motor, para assegurar o rendimento sob essas condições. Isso é controlado pela central eletrônica do motor.

    Usinagem

    O funcionamento de uma turbina é relativamente básico. Mas sua fabricação é extremamente minuciosa e começa na preparação dos componentes. Além de trabalhar em altíssimas temperaturas, a turbina também gira em velocidades muito altas.

    FLP9154-e1623798718763.jpgA preparação das peças para montagem das turbinas ocupa a maior parte do espaço da indústriaFernando Pires/Quatro Rodas

    Ligas de alumínio e ferro fundido são utilizados nos diversos componentes. Todos usinados, balanceados e testados antes de serem montados no turbo. A BorgWarner trabalha com sua linha de montagem semiautomatizada com robôs e profissionais treinados, que acompanham e controlam todo o processo.

    Montagem

    A linha de montagem do turbocompressor é relativamente pequena. São cinco estágios, totalmente controlados por computador, onde cada fase da montagem é automaticamente fotografada por computador, o qual orienta o operador – que também registra esses passos.

    A turbina nasce de dentro para fora. A partir do eixo principal, os componentes vão sendo acrescentados e já com os rotores em posição a peça passa por um balanceamento, para depois receber as peças finais eletrônicas e as caixas, fria e quente. A peça recebe uma gravação. Com essa identificação é possível rastrear todo o histórico de fabricação da peça, inclusive as fotos desse processo.

    FLP9110-e1623798779297.jpgRobôs também participam da montagem das peçasFernando Pires/Quatro Rodas

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    WhatsApp-Image-2021-07-14-at-14.06.45-1.jpegA edição 747 de QUATRO RODAS já está nas bancas!Quatro Rodas/Quatro Rodas

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    [4r]Copiado há 80 anos, primeiro Jeep deu origem até a Bandeirante e Defender

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    By RobôAutoforum,
    jeep_62-1-e1626667095576.jpegJeep CJ-2A 1945 e o Jeep Wrangler Rubicon 2018Divulgação/Jeep

    Hoje podem até tentar vender a ideia de que os Jeep são símbolos de conectividade ou de um estilo de vida aventureiro. Mas o Jeep original nasceu para ser uma ferramenta pelas mãos de uma empresa desconhecida.

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    Com a início da Segunda Guerra Mundial, o exército norte-americano passou a fornecer armamento aos aliados, mas o Reino Unido e a União Soviética, em especial, demandavam veículos leves.

    Os EUA, então, abriram uma concorrência para comprar veículos, desde que cumprissem algumas regras: pesar menos de 545 kg, ter para-brisa dobrável para caber em caixas de transporte – de forma que houvesse espaço para os quatro pneus na caixa –, 2,03 m de entre-eixos e pelo menos 45 cv.

    HMN1219-SS2-01.jpgBantam Reconnaissance Car 1940Reprodução/Internet

    O primeiro protótipo deveria ficar pronto em 49 dias e após 75 dias, 70 unidades deveriam estar prontas para testes. Inicialmente, só a American Bantam, que vivia de produzir carros da British Austin sob licença, e a Willys-Overland entraram na disputa pelo contrato. A Ford entrou na jogada depois.

    ford_gp_9.jpegFord GP 1941Divulgação/Fordautowp.ru_willys_mb_7.jpgWillys MB em demonstraçãoDivulgação/Jeep

    A Willys cobrou menos, mas foi penalizada por pedir mais tempo. A Bantam cumpriu os prazos e ganhou o contrato, mas não tinha condições de atender a demanda do exército. Enquanto seu Bantam Reconnaissance Car (BRC) era testado, Ford e Willys (agora encorajadas a concluir seus projetos) poderiam estudar o BRC.

    Cinco meses despois do início da disputa, Ford e Willys apresentaram carros similares. Eram os embriões do Ford GP e do Willys MB, que seriam produzidos em série. Com o desespero de França, Rússia e Reino Unido por veículos, os militares americanos declararam que os três eram aptos ao fim de 1940.

    autowp.ru_willys_ma_3.jpgWillys MA 1941Reprodução/Internet

    No uso, porém, os carros pré-produção mostravam qualidades e defeitos. Os Ford tinham motor fraco e frágil, e os Bantam eram econômicos, confortáveis e ágeis, mas a empresa não conseguia fazer 75 carros por dia. Os Willys eram mais leves (o limite já havia aumentado para 980 kg), baratos e potentes, com seu motor de 60 cv.

    willys_mb_3.jpgFranklin Delano Roosevelt em um Willys MBReprodução/Internet

    Em julho de 1941 o Departamento de Defesa dos EUA decidiu padronizar os carros e escolher apenas um fabricante, defendendo que o projeto não pertencia a nenhuma das empresas. A Bantam, sem dinheiro, não recorreu.

    jeep_332-e1626666943319.jpgAs evoluções do JeepDivulgação/Jeep

    O que era melhor nos Bantam e nos Ford, foi incorporado ao Willys. O capô mais largo e plano, e a grade com nove aberturas verticais, por exemplo, nasceram nos Ford. Desta forma, surgia o Willys MB, com um contrato de fornecimento assinado em 15 de julho de 1941, há exatamente 80 anos. Foi o primeiro 4×4 com produção em larga escala.

    willys_mb_14.jpegO Willys MB se tornou o veículo militar definitivo da Segunda Guerra MundialDivulgação/Jeep

    O primeiro Jeep também seria produzido pela Ford, dada sua grande capacidade produtiva. E a Bantam, que concebeu a base do projeto, ficou encarregada de fazer os trailers que seriam puxados pelos carros.

    Da guerra para o uso civil

    Com a rendição da Alemanha, a guerra estava concentrada na Ásia em 17 de julho de 1945, quando a nascia o primeiro Jeep destinado ao uso civil: o CJ-2A – CJ de “Civilian Jeep”. Tinha porta traseira (que fez o estepe ser deslocado para lateral), tampa de combustível externa e faróis maiores, que obrigaram a grade a ser reduzida às sete barras que identificam os Jeep até hoje.

    willys-overland_cj-2a_6.jpgWillys Jeep CJ-2ADivulgação/Jeep

    Não era carro de passeio: seu público-alvo era composto por agricultores e trabalhadores da construção civil. Isso porque o motor tinha tomadas de força que poderiam ser usadas para o uso de implementos agrícolas. Era praticamente um trator validado na guerra.

    E foi justamente a guerra que tornou essa robustez reconhecida no mundo inteiro. Não surpreende, portanto, que ainda nos anos 1940 o Jeep tenha passado a ser fabricado também na Austrália e no México sob licença, e que nos 20 anos seguintes suas variações tenham sido montadas ou fabricadas em mais de 30 países, chegando a 150 mercados.

    willys-overland_cj-2a_7.jpgNada de estepe na traseira: o primeiro Jeep civil tinha estepe na lateralDivulgação/Jeep

    A Mitsubishi, por exemplo, fabricou mais de 30 variações diferentes no Japão entre 1953 e 1998 e a grande maioria dos licenciados eram baseados no CJ-3B, do projeto Willys-Kaiser original. Tamanho sucesso, porém, inspirou muitos rivais e foi responsável pela criação e fortalecimento de outros fabricantes ao redor do mundo.

    Da guerra ao Toyota Bandeirante

    l01_02_05_08_img12.jpgToyota AK10Divulgação/Toyota

    O Toyota Land Cruiser conseguiu estabelecer seu nome globalmente, ainda que no Brasil o nome Bandeirante tenha sido certeiro para torná-lo popular. Foi ele o primeiro clone no Jeep.

    O Exército Imperial Japonês capturou um Jeep militar nas Filipinas em 1941. O carro foi enviado ao Japão para ser estudado e o governo local encarregou a Toyota de construir um veículo com tração nas quatro rodas e capota aberta baseada naquele projeto, que seria conhecido como Toyota AK10.

    toyota-land-cruiser-fj40-1961-1516726841654_v2_900x506.jpgToyota Land Cruiser FJ40Divulgação/Toyota

    O veículo teve uso restrito aos tempos de guerra, mas preparou a Toyota para, mais tarde, ser contratada pelo governo dos EUA para lhe fornecer veículos militares para uso na Guerra da Coreia. A Toyota atendeu o pedido com sua própria versão maior e mais potente do Jeep, o icônico Land Cruiser FJ40 que não é exatamente igual, mas muito parecido com nosso Bandeirante, lançado em 1959.

    toyota-bandeirante-1964.jpgToyota Bandeirante testado por Quatro Rodas em 1964Acervo/Quatro Rodas

    Por sinal, a produção começou por CKD, montando no Brasil o Toyota FJ25 japonês. O Brasil recebeu a primeira fábrica da Toyota fora do Japão, em São Bernardo do Campo (SP).

    Sobrevivente

    Kazuo Sakamaki, o primeiro prisioneiro de guerra dos EUA na Segunda Guerra Mundial, capturado no ataque a Pearl Harbor, se tornou presidente da filial brasileira da Toyota em 1969

    Kazuo_Sakamaki_1967-e1626663001929.jpgKazuo Sakamaki em fábrica da Toyota no Japão em 1967Reprodução/Internet

    Do Jeep ao Land Rover Defender

    Sentindo a necessidade do Reino Unido pós-guerra por um implemento agrícola que também pudesse ser usado carro de passageiros, o diretor técnico da Rover, Maurice Wilks, esboçou um veículo quadradão inspirado em um Jeep sobrevivente que ele usava em sua fazenda no País de Gales, e que já carecia de peças de reposição.

    Land-Rover-centre-steer.jpgLand Rover Centre SteerReprodução/Land Rover

    A inspiração nos Jeep militares era tão grande que o primeiro protótipo, apelidado de “Centre Steer” (volante central), até usou chassi e eixos do Jeep original. Como no modelo americano, o para-brisa era rebatível para a frente.

    570583c00e21630a3e1a3615land-rover-serie-1-front1-e1626646318680.jpegLand Rover Série 1Divulgação/Land Rover

    Para iniciar a produção em série em 1948, porém, a Rover precisou se adaptar às condições do pós-guerra. Como o aço estava racionado na Europa, o Land Rover era feito com alumínio e magnésio usados na aviação e a grande maioria das primeiras unidades saíram da fábrica em vários tons de verde militar, uma tinta que havia sido comprada para pintar aeronaves.

    570583c00e21630a3e1a361bland-rover-serie-1-rear-e1626646366696.jpegModelo começou a ser fabricado em 1948Divulgação/Land Rover

    O Land Rover Série I tinha motor Rover de 1,6 litro produzia modestos 50 cv e 11 kgfm, mas ajudou a colocar os fazendeiros britânicos de volta na estrada e foi providencial para encher os cofres da Rover.

    Da Índia para os Estados Unidos, com carinho

    Um dos maiores conglomerados da Índia hoje, a Mahindra & Mahindra é conhecida por sua ampla linha de SUVs, que até já foram montados no Brasil. E ela só se tornou o que é hoje por causa do Jeep.

    b3926325d70cab364c3d9472541ebaa8.jpgMahindra Jeep CJ-3BReprodução/Internet

    A história da Mahindra começou quando K.C. Mahindra visitou os Estados Unidos como presidente da Missão de Abastecimento da Índia. Lá conheceu Barney Roos, executivo da Willys, e viu que o Jeep seria o veículo ideal para encarar o terreno acidentado da Índia.

    Em 1947 a Mahindra iniciava a montagem dos Jeep Willys enviados desmontados dos EUA. O que ninguém poderia prever é que a fabricação local do Jeep CJ-3 começaria em 1954 e se estenderia por décadas, evoluindo para outras gerações, a ponto da Mahindra fabricar seus jipes nos EUA.

    roxor-2019_15062020_31049_960_720.jpgMahindra Roxor 2018Mahindra/Divulgação

    A Mahindra foi uma das primeiras marcas a licenciar o Jeep e teve acordos com cada uma das muitas empresas que foram administradores da marca Jeep ao longo da história: Willys, Kaiser, American Motors, Renault, Chrysler, Daimler, Grupo Cerberus e FCA, agora Stellantis.

    O ponto alto dessa história é o Mahindra Roxor. Ele tem o estilo do Jeep CJ-7 e partes significativas da carroceria e da arquitetura mecânica seguem intocados. E foi desta forma que ele começou a ser fabricado em Auburn Hills (justamente onde ficava a sede da FCA), nos arredores de Detroit, em 2018.

    mahindra_roxor_2020_4_15062020_31048_960_720.jpgMahindra Roxor 2021 teve suas semelhanças com o Jeep CJ amenizadasMahindra/Divulgação

    É claro que a FCA reagiu, dizendo que o veículo violava regras de uso do licenciamento. A Mahindra, então, fez uma série de modificações no veículo para a linha 2021 e ficou decidido (judicialmente, diga-se) que agora o Roxor não infringe contratos ou patentes.

    O motor é um 2.5 turbodiesel da própria Mahindra com modestos 63 cv, o que não é exatamente um problema. Isso porque, para a lei, o Roxor é um UTV, como veículos da Polaris e da Can-Am. Por isso, também não é legalizado para uso em estradas nos EUA e não pode ser vendido em concessionárias de automóveis.

    Mas ainda é um Jeep e o mais legal é que o Roxor é um CKD, com muitas peças enviadas da Índia. O mundo dá voltas, meu caro.

    Sem disfarces

    E se estiver buscando por um Mahindra com ainda mais cara de Jeep, existe o Thar indiano. Ele não só se parece com um Wrangler mais moderno, como tem grade com sete fendas.

    Mahindra-Thar-2021-6.jpgMahindra Thar 2021Mahindra/Divulgação

    Do Jeep coreano aos dragões gêmeos

    Como a Audi, a SsangYong nasceu da fusão de algumas marcas. Mais exatamente da Ha Dong-hwan Motor Workshop (criada em 1954) e a Dongbang Motor Co (de 1962). Em meados de 1963 se fundiram na Hadonghwan Motor Company, que montava os Jeep para o exército norte-americano, além de caminhões e ônibus.

    fd0949b6.jpgJeep produzido na Coreia do Sul sob licençaReprodução/Internet

    A SsangYong (que significa “dragões gêmeos” em coreano) só surgiria em 1984, com a fusão com a Keohwa Motors, que nascera em 1977 como uma joint-venture com a American Motors Company exclusivamente para a fabricação dos Jeep CJ-7. A empresa estava enfraquecida: em 1981 AMC deixou o negócio e retirou a licença de uso da marca Jeep.

    korando83-4x4.co_.kr_.jpgPrimeira geração do KorandoReprodução/Internet

    Foi um baita negócio para a SsangYong, pois a Keohwa rebatizou o Jeep CJ-7 da AMC (mais moderno que os que produzira) como Korando – uma contração de “Korean Can Do” – e deu continuidade a ele em versões curta e alongada, com direito a faróis redondos e sete fendas na grade, até 1996.

    SSANGYONGKorando-596_1.jpgSsangYong KorandoDivulgação/Ssangyong

    A segunda geração, que até chegou a ser vendida no Brasil, até conservou o estilo do Jeep original, assim como os faróis redondos. Mas as fendas da grade passaram a ser horizontais e o motor passava ser um antigo projeto Mercedes-Benz. Na geração seguinte se converteu a um SUV moderno.

    Hoje a SsangYong pertence à Mahindra, que também tem muito a agradecer aos Jeep.

    O Jeep da Kia

    A Kia se especializou na produção de veículos militares com variantes bem específicas e se estabeleceu como única fabricante de veículos militares para o Governo da Coreia do Sul desde 1976. Sob licença, já produziu o KM111 e sua versão civil, o Kia Retona. Hoje desenvolve o KM450, derivado do Kaiser Jeep M715, para o Exército da Coreia do Sul sob licença do Governo dos Estados Unidos.

    kia-km-420.jpgKia KM420Divulgação/Kia

    Da Willys à Ford, de novo

    Enquanto a maioria das montadoras estrangeiras se concentraram em licenciar o CJ-3B, o Brasil recebeu o CJ-5. O Willys Jeep Universal chegou ao Brasil em setembro de 1955, montado a partir de kits CKD, mas com 30% dos componentes nacionalizados. Em 1957 passou a ser fabricado no Brasil, mas as caixas de roda traseiras com linhas retas, características dos carros brasileiros, só surgiriam depois.

    WILLYS-JEEP-UNIVERSAL-FORD-JEEP-4-e1615042308394.jpgO quadro do para-brisa era sempre pintado de pretoFernando Pires/Quatro Rodas

    Acontece que em 1967 a Ford do Brasil comprou a subsidiária local da Willys-Overland (que àquela altura produzia o Jeep até no nordeste, em fábrica localizada em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco), assumindo a produção dos Jeep CJ-5, da Rural Willys (a versão local do Willys Jeep Station Wagon) e de sua versão picape. Era a Ford, que havia contribuído com o desenvolvimento do Jeep militar, voltando a produzir o modelo.

    WILLYS-JEEP-UNIVERSAL-FORD-JEEP-6-e1610656870290.jpgO para-lama traseiro trapezoidal era típico do Jeep nacional.Fernando Pires/Quatro Rodas

    E a produção seguiu por anos. A Ford manteve os modelos sem modificações, exceto por alguns emblemas da Ford nas laterais e na tampa do porta-malas. A partir de 1976 receberam o motor 2.3 OHC de 91 cv do Maverick e com ele seguiu até o fim da produção, em 1983.

    Primeiro motor brasileiro

    Ainda importado, o motor Hurricane foi substituído pelo Willys BF-161 em 1958. Fundido em Taubaté, tinha seis cilindros, 2,6 litros e 90 cv, e foi o primeiro motor a gasolina produzido no Brasil.

    motorbf161pb.jpgMotor Willys BF-161Acervo/Quatro Rodas

    O Jeep chinês

    A American Motors estabeleceu a primeira joint venture de fabricação de automóveis na República Popular da China, em 1984. Foi assim que nasceu a Beijing Jeep Corporation, para produzir o Jeep Cherokee (XJ) em Pequim. Antes, a Beijing produzia veículos militares soviéticos com grades semelhantes às de um Jeep.

    1200px-Beijing_Jeep_2500_Cherokee_01_China_2012-04-14.jpgBeijing Jeep 2500Reprodução/Internet

    Àquela altura a China ainda era um mercado altamente regulamentado, mas o Beijing Jeep desempenhou um papel importante na transição da economia chinesa. O modelo original do XJ foi atualizado e chamado de Jeep 2500 no final de sua produção, que terminou depois de 2005. Como resultado, a marca Jeep tem brio na China até hoje.

    A cópia chinesa

    Há um ainda mais moderno. O BAIC BJ40 não tem nenhum Jeep em sua árvore genealógica. É uma cópia do Jeep Wrangler que começou a ganhar forma em 2010. 

    BAIC-BJ40-2019-001-1-e1626650774767.jpgBAIC BJ40BAIC/Divulgação

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    Edição de julho

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    [Nakamichi]Nakamichi Demo Car from Hong Kong

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    217402202_3125604527675641_4896357682067387154_n.jpg?_nc_cat=108&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=DNxIEZGM-QsAX-9P5RG&_nc_ht=scontent-iad3-1.xx&oh=7104cb604c77a3fe000ae0adafef5cf8&oe=60F96FD2
    Nakamichi Demo Car from Hong Kong

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    [4r]Clássicos: Engesa 4 era engolidor de buracos com mecânica do Opala

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    FLP1357-e1617797782622.jpgDesenhado em computador, mas parece que usaram apenas régua e esquadroFernando Pires/Quatro Rodas

    A década de 1980 representou um momento muito criativo para nossa indústria automobilística, marcado pela ascensão de fabricantes nacionais dispostos a suprir as carências de um mercado fechado a importações. Foi nesse período que a Engesa (Engenheiros Especializados S/A) apresentou o jipe Engesa 4.

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    Fundada em 1958, a Engesa iniciou suas atividades produzindo peças e maquinários para a indústria petrolífera. A dificuldade de acesso aos campos de extração motivou a empresa paulista a desenvolver a Tração Total, um sistema 4×4 para utilitários cujo sucesso a levou para o mercado de veículos militares, como o EE-9 Cascavel, EE-11 Urutu e EE-3 Jararaca.

    O bom relacionamento da Engesa com as Forças Armadas foi essencial para o projeto EE-14, viatura operacional desenvolvida para carregar até 1/4 de tonelada. O utilitário ganhou ainda mais força quando a Ford encerrou a produção do Jeep, em 1983: foi a oportunidade perfeita para a apresentação do Engesa EE-12 no Salão do Automóvel de 1984.

    FLP1382.jpgPneus Pirelli Candango eram opcionaisFernando Pires/Quatro Rodas

    A nova nomenclatura indicava que o produto final havia sido redimensionado para o transporte de até 1/2 tonelada. Produzido pela Fábrica Nacional de Vagões, seu chassi tubular foi desenvolvido pela própria Engesa, com suspensões de curso longo graças a um sofisticado sistema de ancoragem dos eixos rígidos por braços longitudinais e transversais, similar ao dos Mercedes Classe G.

    FLP1391.jpgInstrumentação básica: conta-giros fazia faltaFernando Pires/Quatro Rodas

    O resultado não poderia ter sido melhor: a ausência de componentes protuberantes nas extremidades do chassi proporcionava ângulos de entrada e saída muito superiores aos dos veteranos Jeep e Toyota Bandeirante. A dirigibilidade urbana era favorecida pela direção leve, com diâmetro de giro máximo de 12 metros e pelo conforto das molas helicoidais.

    Sua tração 4×4 era similar ao sistema Tração Total, com apenas uma velocidade na caixa de transferência. A ausência de redução era compensada pela primeira marcha da caixa Clark 240V com relação 6,33:1 e diferenciais Dana com relação 4,88:1: arrancadas em uso normal eram realizadas em segunda marcha. Tudo impulsionado pelo motor de quatro cilindros e 2,5 litros do Chevrolet Opala.

    FLP1370.jpgA moderna suspensão possibilitava ângulos de entrada e saída de 70º/50ºFernando Pires/Quatro Rodas

    A aceleração de 0 a 100 km/h era realizada em 43,9 segundos e sua máxima chegava a 108,6 km/h, números absolutos que nada significavam frente à sua capacidade de superar trechos alagados com até 60 cm de profundidade, rampas com até 60% de inclinação e inclinações laterais de até 30%. O consumo médio de gasolina era de 4,77 km/l na cidade e de 6,35 km/l na estrada.

    Sua versão civil foi rebatizada como Engesa 4 e as vendas tiveram início no final de 1985. Testado novamente em 1987, o Engesa 4 mostrou evolução considerável: a redução de atrito na transmissão atenuou o nível de ruído e melhorou o desempenho. O tempo de aceleração de 0 a 100 km/h caiu para 27,5 segundos e a máxima saltou para 116,9 km/h. No final do mesmo ano, foi apresentada sua primeira evolução: o Engesa 4 Fase II.

    FLP1422.jpgApesar da simplicidade, era o mais confortável dos jipes nacionais. Entre-eixos de 2,16 metros tornava o espaço traseiro críticoFernando Pires/Quatro Rodas

    O comprimento do modelo 1988 saltou de 3,56 para 3,76 metros graças ao acréscimo de 10 cm na distância entre os eixos e mais 10 cm no balanço traseiro. As novas medidas resultaram em mais espaço no banco traseiro e maior conforto de marcha. Redesenhado, o painel de instrumentos trocou botões por teclas e o volante passou a ser do tipo acolchoado.

    A espera por uma versão movida a diesel acabou no Salão do Automóvel de 1988, ocasião em que o Engesa 4 foi apresentado com o aclamado motor Perkins Q20B de quatro cilindros e 90 cv. Uma versão ainda maior passou a ser oferecida na virada da década de 1990: conhecida como Fase III ou Jordânia, tinha cerca de 40 cm a mais no comprimento.

    FLP1415.jpgMotor de 4 cilindros do Chevrolet Opala: confiabilidade totalFernando Pires/Quatro Rodas

    A Engesa encerrou suas atividades em 1993, após reveses que resultaram na decretação de sua falência. Algumas unidades foram montadas pela paranaense Envesa nos anos 90 e o projeto acabou sendo resgatado pelas empresas paulistas Columbus e Ceppe nos anos 2000. O espírito do Engesa 4 sobrevive no Agrale Marruá, produzido atualmente tanto para uso militar quanto para uso civil.

    Ficha Técnica do Engesa 4 1986

    • Motor: longitudinal, 4 cilindros em linha, 2.470 cm3, comando de válvulas simples no bloco, alimentação por carburador de corpo simples
    • Potência:81,5 cv SAE a 4.400 rpm
    • Torque: 17,1 kgfm a 2.500 rpm
    • Câmbio: manual de 5 marchas, tração 4×4 temporária
    • Dimensões: comprimento, 357 cm largura, 177 cm; altura, 190 cm; entre-eixos, 216 cm; peso, 1.500 kg
    • Pneus: 7,5 x 16

    Teste QUATRO RODAS – Agosto de 1987

    • Aceleração: 0 a 100 km/h: 27,53 s
    • Velocidade Máxima: 116,9 km/h
    • Consumo Médio: 7 km/l
    • Preço: julho de 1987: Cz$ 3622.421. Preço atualizado: R$ 347.600 (referência: salário mínimo)

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    WhatsApp-Image-2021-07-14-at-14.06.45-1.jpegA edição 747 de QUATRO RODAS já está nas bancas!Quatro Rodas/Quatro Rodas

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    [Taramps]Caixa Bob do Wesley com Taramps Tocando | Taramps Music

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    Olá apaixonados por som! Mais um #TarampsMusic pra vocês! https://www.taramps.com.br Clique no link para se INSCREVER! ►►► http://bit.ly/SeInscrevaCanalTaramps Se gostou, não esqueça de clicar em GOSTEI! E não deixe de COMPARTILHAR este vídeo! Contato Suporte Técnico: Suporte Linha de Áudio: 18 3266 4050 WhatsApp: 18 99748 7039 E-mail: suportetecnico@taramps.com.br NOSSAS REDES SOCIAIS: FACEBOOK - https://www.facebook.com/TarampsOficial/ INSTAGRAM - https://www.instagram.com/tarampsgroup/ #TarampsOfficial #SomAutomotivoTocando #MódulosTaramps

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    [Nakamichi]NAKAMICHI NDSR350A 6 IN 12 OUT 31 EQ DSP AMPLIFIER PRODUCT DATA Dynamic Range(RCA Input) ≥100dB S/N(RCA Input) ≥90dB THD...

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    211942311_3125339001035527_7922621285158126770_n.jpg?_nc_cat=111&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=J6iiYjTQa0MAX8Anj0D&_nc_ht=scontent.fpnq5-1.fna&oh=863d3160e257b63d6cf38daa4d1a4d48&oe=60F88F34
    NAKAMICHI NDSR350A 6 IN 12 OUT 31 EQ DSP AMPLIFIER PRODUCT DATA Dynamic Range(RCA Input) ≥100dB S/N(RCA Input) ≥90dB THD ≤0.05% Frequency Response 20Hz~20KHz Input Impedance High Level Input:51Ω Low level Output Impedeance 51Ω Signal Input Range RCA Input:7.5Vpp;High Level Input:26Vpp Signal Output Range RCA :7.5Vpp;Amplifier Maximum Power:2CH×80W(Bridged:1×160W)+4CH×40W+4CH×25W Power DC 9V-15V REM Input High Level Input Signal:H1+/H1-or ACC control cable REM Output +12V Start up Voltage Output Standby Power ≤0.1W Gross Weight Approx. 2.24kg Product Dimension(L×H×W) 217×48×186mm TECHNICAL SHEET Input Type 6 Channel high level,2 Channel low level,Built-in and External digital Buletooth ,Optical/Coaxial Output Type 12 Channels low level,2CH×80W(Bridged:1×160W)+4CH×40W+4CH×25W power Output Gain Gain range:Mute,-59dB~0.0dB Output Signal EQ 31 Band Equalizer Engine: 1.Frequency Range:20Hz~20KHz,1Hz Accuracy 2.Q value(Slope):0.404~28.852 3.Gain:-12.0dB~+12.0dB,0.1dB Accuracy Output Signal Crossover Each output is equipped with multi-order high and low pass independent filters. 1.Professional filtering types:Butter-W, Bessel,Link-Rill 2.Filtering frequency division point: 20Hz~20kHz, Resolution 1Hz 3.Filter Slope(slope) setting:6dB/Oct ~ 48dB/Oct and OFF Output Phase and Time Alignment Each output channel can be adjusted for phase and delay,parameter range Phase:in-plase or reverse-phase(0°/180°); Delay: 0.000 to 20.000 mill, 0 to 692 cm,0 to 273 inch. Presets 6 presets into the device.

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    [Nakamichi]NAKAMICHI NBX25M PRO 10" ACTIVE SUBWOOFER BOX

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    210567800_3125337587702335_8901615206621548850_n.jpg?_nc_cat=105&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=ZlPEVCKo5WYAX_UETsI&_nc_ht=scontent.fpnq5-1.fna&oh=000fbc60cc7e5d70fd78a837511d6b11&oe=60FA4C03
    NAKAMICHI NBX25M PRO 10" ACTIVE SUBWOOFER BOX

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    [AutoMotivo]Mercedes-AMG SL 63 tem interior revelado

    marcelomoti
    By marcelomoti,

    Carro conta com central multimídia ajustável de 12,3 polegadas e sistema MBUX

    mercedes-620x349.jpgTela poderá ser ajustável para diminuir o reflexo da luz do sol no equipamento

    O novo Mercedes-AMG SL63 teve o interior revelado antes do exterior. Nas imagens divulgadas é possível ver que a central multimídia está disposta na vertical, o que é diferente dos atuais carros da marca. Além disso, a tela de LCD, que conta com tamanho de 12,3 polegadas e sistema MBUX, poderá ser ajustável para diminuir o reflexo da luz do sol no equipamento. O roadster deve chegar ao mercado europeu no próximo ano.

    mercedes4-620x349.jpgPainel de instrumentos também será digital e tem tela de 11,9 polegadas

    O carro também passa a contar com dois bancos traseiros, o que é uma novidade para o veículo que sempre teve apenas dois assentos dianteiros. Por conta disso foi instalado um defletor de vento para proteger e conferir mais conforto aos passageiros. O painel de instrumentos também será digital e tem tela de 11,9 polegadas.

    mercedes3-620x349.jpgModelo deve ter motor de 811 cv

    Em relação à motorização, a montadora deve equipá-lo com trem de força V8 de 4.0 litros com dois turbocompressores, que entrega 811 cv. O esportivo também deve ter um propulsor híbrido plug-in.

    Acompanhe as últimas notícias do mercado automotivo no site da revista AutoMOTIVO, na nova edição de julho, nas redes sociais e também no canal do Youtube da TV AutoMOTIVO.

    Matéria Mercedes-AMG SL 63 tem interior revelado publicada no Portal Revista AutoMOTIVO.

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    [Bravox]Temos um desafio aqui pra você! Escreva nos comentários as palavras que achar no nosso caça-palavras! Dica: linhas de pr...

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    By RobôAutoforum,
    219512169_4418643564854830_7411305015495027764_n.jpg?_nc_cat=106&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=9CFbIhUazJUAX_8Aifh&_nc_ht=scontent.ftrv3-1.fna&oh=faf57b9a24c08e93103d90300779fd40&oe=60F83FB8
    Temos um desafio aqui pra você! Escreva nos comentários as palavras que achar no nosso caça-palavras! Dica: linhas de produtos! Interaja com a gente! Conheça todos os nossos produtos em nosso site e em nossa loja oficial.... << www.bravox.com.br >> acessa lá! #bravox #bravox67anos #67anos #bravoxbrasil #garagembravox #omelhorsomautomotivo #somautomotivobrasil #somdequalidade #somautomotivopaixao #somautomotivobr #audiocar #somautomotivobrasil #somautomotivobrasileiro #melhorsomautomotivo #somautomotivooficial #definiçãosonora #combinaçãoperfeita #altofalantes #altofalante #projetodesom #modernidade #empresabrasileira #caçapalavras #tecnologia #nossosprodutos #desafioparavocê #linhabravox #linhadeprodutos #projetodesom #seuprojeto

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    [SCBR.Automotive]Troca das capas dos retrovisores no GLI, para preto brilhante ou para ser chic black piano. #spportcarbrautomotive #scbr...

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    217733774_4436355306396055_1439518927049552571_n.jpg?_nc_cat=102&ccb=1-3&_nc_sid=9e2e56&_nc_ohc=an0LgjmmyHQAX-vCQcT&_nc_ht=scontent.fdel8-1.fna&oh=0fd69cd7611e1434fafeb0343bb9a05c&oe=60F848C2
    Troca das capas dos retrovisores no GLI, para preto brilhante ou para ser chic black piano. #spportcarbrautomotive #scbrautomotive #scbrcustoms #jettagli #jettarebaixado #jettaclub

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    [Bravox]A excelência de produtos da BSA Audio, a linha de som ambiente da Bravox, vai tornar o seu som ambiente único. Qualidade...

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    219021122_4417025721683281_3961824729334558052_n.jpg?_nc_cat=107&ccb=1-3&_nc_sid=8024bb&_nc_ohc=6eNlFSvVMocAX9ntRTZ&_nc_ht=scontent-iad3-2.xx&oh=80bbe95a7fb87317bb50e2e683e15bb4&oe=60F80770
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    [Taramps]Saveiro Som Automotivo Sistema 4 Vias Taramps MD 8000.1

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    [4r]Koenigsegg Jesko tem V8 flex, sete embreagens e quer passar dos 482 km/h

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    By RobôAutoforum,
    Jesko-3.jpg<span class="hidden">–</span>Divulgação/Koenigsegg

    A disputa para ser o carro mais rápido do mundo ganhou um novo concorrente. Apresentado no Salão de Genebra de 2019, o Koenigsegg Jesko teve sua versão de produção mostrada pela primeira vez e promete deixar o Rimac Nevera “no chinelo”.

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    Mas não é para menos. O hipercarro sueco está equipado com um motor V8 flex com dois turbos gêmeos e virabrequim plano 1279 cv, quando abastecido com gasolina octana e 1600 cv, se estiver usando E85, etanol com 25% de gasolina. Seu torque máximo é de quase 153 kgfm.

    O Jesko suerge para substituir o Agera e tem plataforma totalmente nova. Sua carroceria tem dimensões maiores e um novo pacote aerodinâmico, que resulta em até 1.000 kg de downforce. Feito majoritariamente de fibra de carbono, o conjunto todo não ultrapassa os 1.400 kg e a cor Tang Orange Peral foi especialmente escolhida para homenagear o Koenigsegg CCR de 2004.

    Jesko-4.jpg<span class="hidden">–</span>Divulgação/Koenigsegg

    O carro será vendido em duas versões: a padrão, desenvolvida para maximizar o desempenho nas pistas, e a Absolut que promete ultrapassar os 482 km/h, superando os 412 km/h do Nevera.

    A grande estrela da engenharia do hipercarro, na verdade, é o seu sistema de transmissão. A Koenigsegg patenteou um câmbio de nove velocidades totalmente novo, com sete embreagens multi-disco úmidas em um pacote leve, que a montadora afirma ter menos de 90 kg. Esse novo conjunto permite trocas de marchas muito mais rápidas, levando somente 20 milissegundos para que elas ocorram, informa a marca sueca.

    “O Jesko é muito natural de dirigir. Por causa de sua mudança contínua, seja para cima ou para baixo, tudo acontece muito mais rápido. Não há atrasos. É muito responsivo e se comporta exatamente da maneira que você deseja. Para um carro de seu tamanho e potência, é muito ágil na forma como reage à direção e não gira mesmo com movimentos bruscos em aceleração total”, conta o piloto do protótipo Markus Lundh.

    Traseira Jesko

    Assim como o seu antecessor, o Jesko também tem o sistema de Autoskin, que permite abertura de portas e capô usando um simples controle remoto. Equipada com sensores, essa tecnologia não deixa que as portas abram em locais com obstrução, evitando aquela batida indesejada quando não se está muito atento.

    A Koenigsegg promete interior confortável, repleto de materiais luxuosos, como couro, Alcantara, fibra de carbono, alumínio e vidro. Pelo sistema de infoentretenimento, chamado de SmartCenter, os passageiros podem regular os bancos e controlar a sua temperatura utilizando a tela sensível ao toque.

    Duas pequenas telas – também touchscreen – estão embutidas no volante. Esse é o SmartWheel, sistema que substitui os botões padrões que controlam rádio ou telefone, por exemplo. Suas funções são variadas e podem ser configuradas de acordo com a vontade do motorista.

    Por último, o SmartCluster é a tela de instrumentos do Jesko. Com aproximadamente 5 polegadas, ela fica acoplada atrás do volante e se move junto com ele, de modo que o mesmo não obstrua a visão do motorista.

    Jesko-5.jpg<span class="hidden">–</span>Divulgação/Koenigsegg

    Segundo a Koenigsegg, serão 125 unidades produzidas, com um preço inicial de $2,3 milhões de euros cada (aproximadamente R$ 14 milhões) e as primeiras entregas aconteceram a partir de março do ano que vem.

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    WhatsApp-Image-2021-07-14-at-14.06.45-1.jpegA edição 747 de QUATRO RODAS já está nas bancas!Quatro Rodas/Quatro Rodas

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    [Audiophonic]Conheça o nosso Coaxial de 6,5" de alta definição, da linha Club! ⠀ Principais diferenciais high-end: • Cone de celulose...

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    By RobôAutoforum,
    218736969_3131678257061786_2679875189218791547_n.jpg?_nc_ht=scontent-hou1-1.cdninstagram.com&_nc_cat=102&_nc_ohc=tridEg9nQ2oAX-R-BpA&edm=AAuNW_gBAAAA&ccb=7-4&oh=98eed3d6ab585ffd570403553009bd1b&oe=60FA0F41&_nc_sid=498da5
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    [4r]Conceito BMW dos anos 90 antecipava design e tecnologias dos carros atuais

    RobôAutoforum
    By RobôAutoforum,

    Quando vemos um design que foge do padrão que estamos acostumados, normalmente tendemos a não gostar da ideia. É o que acontece com a Tesla Cybertruck, considerado futurista e completamente diferente das picapes atuais.

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    Mudanças são estranhas no começo e leva um tempo para que o público se familiarize com o que está sendo proposto. O melhor exemplo disso é o protótipo que a BMW apresentado no último vídeo da série “Inside BMW Classics”. O designer veterano Joji Nagashima, que trabalhou em diversos veículos da marca alemã, apresenta um conceito do início dos anos 90 com elementos e equipamentos para lá de atuais.

    O ZBF-7er é o carro-conceito que previa o futuro dos veículos Série 7. Sua principal característica era a grande grade na vertical, utilizada nos dias de hoje e bem diferente para o estilo da época. Outros detalhes que o colocavam à frente de seu tempo eram o capô mais alto, faróis horizontais e faixas cromadas no para-choque dianteiro totalmente integrado.

    O modelo também tinha outras peculiaridades interessantes, como as câmeras que substituíam os retrovisores tradicionais. Hoje, quase 30 anos depois, ainda não é comum vermos carros com essa tecnologia, mas eles já existem e estão à venda no Brasil. As maçanetas são no estilo pop-up, que junto das câmeras, são soluções que ajudam a melhorar a aerodinâmica do veículo.

    BMW-7-Series-Concept-40.jpgPara-lamas eram robustos por conta das rodas grandes e uma câmera substituía os espelhos retrovisores.Reprodução/BMW

    O resto da carroceria – feita de metal batido à mão, na Itália, usando antigas técnicas de construção – segue com um padrão bem discreto, exceto pelas rodas. Segundo Nagashima, elas foram encomendadas e feitas – também à mão – sob medida, já que na época as maiores disponíveis tinham apenas 19 polegadas.

    BMW-7-Series-Concept-26.jpg<span class="hidden">–</span>Reprodução/BMW

    Infelizmente, as filmagens mostram muito pouco da traseira, apenas uma parte das lanternas horizontais e alongadas e a faixa cromada, presente por todo o veículo.

    E quem iria imaginar que nos anos 90 um carro já teria central multimídia? Embora a tela fosse pequena comparada às modernas, o sistema vinha integrado com o quadro de instrumentos analógico e era um grande salto tecnológico para a época.

    BMW-7-Series-Concept-10.jpgCluster com botões analógicos para controlar a tela de infoentretenimentoReprodução/BMW

    Outra tendência que o protótipo adiantou foram os botões divididos entre o volante e túnel central, permitindo que as saídas de ventilação ocupassem o centro do painel.

    BMW-7-Series-Concept-29.jpg<span class="hidden">–</span>Reprodução/BMW

    A viagem para o futuro fica completa quando vemos dois laptops, acoplados aos bancos dianteiros, para uso dos passageiros que viajam atrás. Além disso, eles também dispõem de mesa expansível e um conjunto de botões que lembra o atual sistema BMW iDrive.

    Embora o veículo seja completo e pronto para dirigir, não foi dito no vídeo qual motor equipa o protótipo. Também não foi explicado o porquê do ZBF-7er nunca ter sido apresentado publicamente, mesmo ele tendo sido bem aceito pelos chefes da BMW da época, como explica Nagashima.

    laptop protótipo BMW anos 90

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    Injeção eletronica

    Dirceu Silva
    By Dirceu Silva,

    Bom dia pessoal. Estou iniciando no fórum hoje.  Tenho um Santana 2000, ano 95, e que, a injeção é monoponto, quero instalar uma injeção multiponto. Quais são os procedimentos. Meu carro é completo.

     


    [AutoMotivo]Fiat coloca quatro modelos entre os mais vendidos na primeira quinzena de julho

    marcelomoti
    By marcelomoti,

    Picape Strada foi líder com 4.979 unidades emplacadas

    fiat-strada-volcano-1.3-2021-620x349.jpgStrada foi o carro mais vendido até agora no mês

    A Fiat colocou quatro modelos entre os dez carros mais vendidos na primeira quinzena deste mês. O primeiro lugar do ranking ficou com a picape Strada, que teve 4.979 unidades emplacadas. Já o segundo foi o companheiro de marca, o Argo com 3.945 unidades licenciadas. O terceiro lugar ficou com o Hyundai HB20, que teve 3.846 unidades compradas. Veja o top 10 mais comercializado. Os dados são da Fenabrave.

    Acessórios para nova Fiat Strada – Como equipá-la. Acessórios indispensáveis. Veja o vídeo!

    O quarto colocado foi a picape Toro, que teve 3.212 unidades compradas e o quinto foi o Mobi com 3.053 unidades adquiridas. O Jeep Compass foi o SUV mais vendido neste mês ao aparecer na sexta posição com 2.835 unidades negociadas. Logo atrás está o seu “irmão” de marca, o Renegade com 2.660 unidades emplacadas.

    Pelado? 15 ideias de Acessórios para o Fiat Argo. Veja o vídeo!

    A oitava posição ficou com o Volkswagen Nivus, que teve 2.469 unidades licenciadas, uma a mais do que o Toyota Corolla Cross, que teve 2.468 unidades vendidas e ficou em nono lugar. O décimo lugar ficou com o Hyundai Creta com 2.243 unidades comercializadas.

    HB20 pelado? como equipar seu carro básico – Ideias de Acessórios. Veja o vídeo!

    Veja os dez mais vendidos
    1 – Fiat Strada – 4.979
    2 – Fiat Argo – 3.945
    3 – Hyundai HB20 – 3.846
    4 – Fiat Toro – 3.212
    5 – Fiat Mobi – 3.053
    6 – Jeep Compass – 2.835
    7 – Jeep Renegade – 2.660
    8 – Volkswagen Nivus – 2.469
    9 – Toyota Corolla Cross – 2.468
    10 – Hyundai Creta – 2.243

    Acompanhe as últimas notícias do mercado automotivo no site da revista AutoMOTIVO, na nova edição de julho, nas redes sociais e também no canal do Youtube da TV AutoMOTIVO.

    Matéria Fiat coloca quatro modelos entre os mais vendidos na primeira quinzena de julho publicada no Portal Revista AutoMOTIVO.

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    [4r]Em Silverstone, F1 mostra novo carro e testa novo modelo de classificação

    RobôAutoforum
    By RobôAutoforum,
    F1-CARRO-2022-3.jpgA Fórmula aproveitou a volta em massa do público no GP de Silverstone para divulgar o novo visual do carro para 2022Divulgação/Formula 1

    Não é novidade para ninguém que, desde 2017, quando o grupo Liberty Media Corporation comprou a mais famosa categoria de automobilismo do planeta, um dos principais objetivos seria tornar a F1 mais “atrativa”. 

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    A questão é: como fazer isso? As respostas oferecidas pelo grupo são melhorias no regulamento, com a finalidade de tornar a categoria mais nivelada, atualizações no conceito do carro e novos formatos de competição. 

    Com foco no objetivo, nesta semana, a Fórmula 1 divulgou as novidades do carro que será utilizado no próximo ano. A categoria aproveitou o clássico GP de Silverstone, na Inglaterra, para reunir os pilotos e apresentar o visual do modelo de 2022. 

    F1-CARRO-2022-4.jpgOs pilotos aproveitaram para posar ao lado do novo conceitoDivulgação/Formula 1

    Originalmente, o novo monoposto seria utilizado no ano de 2021, mas por conta da pandemia do coronavírus, a direção da categoria optou por esperar mais uma temporada para promover a mudança. 

    O carro-conceito, como de costume, tem um visual futurista e agressivo. Visando melhorar a aerodinâmica, as asas dianteira e traseira foram simplificadas e os bargeboards (estruturas que ficam na lateral no carro) foram praticamente retirados.

    F1-CARRO-CONCEITO-2022-1.jpgO modelo ainda será modificado pelas equipes, que buscam brechas no regulamentoDivulgação/Formula 1

    Os carros atuais tendem a perder metade do downforce na perseguição a outro carro, por conta do ar “sujo” que sai da parte traseira do veículo à frente. No conceito de 2022, o nariz e as asas foram repensados para reduzir drasticamente essa perda. 

    Estas alterações permitem que os competidores fiquem mais próximos uns dos outros até mesmo nas curvas. Se os carros atuais perdem cerca de 46% de downforce quando estão a 10 metros do carro à frente, com as mudanças, o carro de 2022 reduzirá essa perda para apenas 18%.

    Rodas aro 18 com calotas

    F1-CARRO-CONCEITO-2022.jpgOs pneus aro 13 foram substituídos por novos de aro 18Divulgação/Formula 1

    Outra alteração significativa foi no jogo de pneus. A partir do próximo ano, o aro deixa de ser 13 e passa a ser de 18 polegadas. Além disso, ainda nas rodas, as polêmicas calotas serão utilizadas. 

    Em relação ao combustível, ele será totalmente novo. Chamado de E10, ele contém 10% de etanol produzido de maneira sustentável. Essa inovação ajuda a F1 a diminuir a emissão de gases poluentes, um dos objetivos da categoria desde o começo da utilização de motorizações híbridas.

    F1-RED-BULL-2022.jpgA Fórmula 1 apresentou imagens de como ficariam os carros das equipes com o novo conceitoDivulgação/Formula 1

    Como a segurança é fundamental em competições automobilísticas, o conceito será obrigado a aguentar 15% mais energia do que o modelo atual em choques na parte da frente e de trás. Com o acidente de Romain Grosjean, que chocou o mundo e, felizmente, terminou sem vítimas, a categoria continua empenhada em trazer cada vez mais segurança aos pilotos. 

    F1-MCLAREN-202.jpgDe acordo com a F1, o carro foi construído com base em milhões de dados fornecidos pelas equipesDivulgação/Formula 1

    Dito isso, o regulamento, somado ao novo carro, busca introduzir um cenário mais igualitário na Fórmula 1 para que não se observe enormes disparidades entre as equipes, como é o caso da diferença entre Mercedes e Haas, por exemplo.

    De acordo com Ross Brawn, diretor técnico da F1, “o regulamento de 2022 abordará este problema (diferença entre as escuderias) e criará oportunidades para batalhas mais próximas e mais corridas roda a roda”, afirmou. 

    F1-HAAS-2021.jpgA Haas, pior equipe do grid atual, afirmou que já está totalmente focada no desenvolvimento do carro para 2022Divulgação/Formula 1

    E quanto aos novos formatos de competição?

    Para 2021, a F1 anunciou que testaria um novo formato de classificação em três corridas. A primeira delas é o GP do Reino Unido, que ocorre no famoso circuito de Silverstone. O final de semana, nesses casos, se ajusta com uma corrida de classificação.

    Sexta-feira

    • Treino livre (60 minutos)
    • Classificação em formato normal (Q1, Q2 e Q3)

    Sábado

    • Treino livre 2 (60 minutos)
    • Classificação sprint (corrida de 100 km)

    Domingo

    • Gran Prix (corrida de 305 km)
    F1-MERCEDES-2021.jpgLewis Hamilton largará em primeiro na primeira classificação sprint da Fórmula 1Divulgação/Mercedes-AMG Petronas Motorsport

    Neste caso, a classificação de sexta-feira já terminou em Silverstone. Lewis Hamilton foi o mais rápido, seguido por Max Verstappen e Valtteri Bottas. Essa será a ordem do grid para a corrida sprint deste sábado. Fora isso, quem conquistar a pole position ganha três pontos no campeonato, assim como o segundo colocado ganhará dois e o terceiro somará um ponto. 

    RED-BULL-PODIO.jpgA intenção do grupo Liberty Media é tornar a F1 mais equilibrada e competitivaDivulgação/Red Bull Racing

    Quando questionado sobre o motivo da mudança, Brawn afirmou que ela visa maior intensidade na competição. “Um fim de semana de qualificação de sprint é muito mais completo em termos de competição”, explicou. “Uma competição intensa acontecendo na sexta, no sábado e no domingo”, concluiu.

    Portanto, neste formato, o grid da corrida de domingo é decidido pela classificação em formato de sprint de 100 quilômetros. Isso reflete nas escolhas de pneus e nas regras conhecidas como parc fermé, ou parque fechado. 

    LECLERC.jpgCom a presença da classificação sprint, algumas proibições do chamado parque fechado serão flexibilizadasDivulgação/Scuderia Ferrari

    Pneus

    Em um final de semana comum de corrida, cada piloto recebe oito jogos de pneus macios, três jogos de médios e dois jogos de pneus duros. Em finais de semana que o formato sprint será testado, houve uma pequena alteração na alocação dos pneus. 

    F1-RICCIARDO.jpgPor conta das mudanças no formato do final de semana, as alocações de pneus sofreram alteraçõesDivulgação/Formula 1

    Ao longo dos três testes neste ano, um em Silverstone, outro em Monza e o último a ser definido, os pilotos receberão seis jogos de pneus macios, quatro jogos de médios e os dois jogos de pneus duros permanecem. Portanto, a alocação ao longo final de semana é a seguinte:

    Sexta-feira

    • Treino livre – dois jogos com escolha livre
    • Classificação em formato normal (Q1, Q2 e Q3) – cinco jogos de macios

    Sábado

    • Treino livre 2 (60 minutos) – um jogo com escolha livre
    • Classificação sprint (corrida de 100 km) – escolha livre de até dois jogos sem obrigatoriedade de fazer pit stop

    Domingo

    • Gran Prix (corrida de 305 km) – escolha livre, mas com a obrigação de utilizar pelo menos dois compostos diferentes 

    Com a obrigatoriedade da utilização de pneus macios na classificação de sexta-feira e a possibilidade de escolha para o sprint, quando esse formato for testado, os 20 pilotos poderão escolher o composto com o qual irão começar a corrida para valer. Lembrando que, atualmente, o composto utilizado no Q2 deve ser o mesmo do início da corrida, pelo menos para os 10 primeiros colocados no grid. 

    F1-PEREZ.jpgCom o avanço das motorizações híbridas, o combustível a partir de 2022 também será novoDivulgação/Formula 1

    Parque fechado

    As regras de parque fechado, ou parc fermé, indicam que o período para alterações no carro acabaram e que, caso a equipe decida realizar alguma mudança, ela é passível de punição. 

    Com a novidade em teste, as regras de parque fechado serão aplicadas já na sexta-feira e vão até o final da corrida, no domingo. Dito isso, algumas diretrizes serão flexibilizadas, como possibilidade de resfriamento, alterações na suspensão, e substituição do material de freio por questões de segurança. 

    ASTON-MARTIN-F1.jpgPor conta da pandemia, algumas equipes, como a Aston Martin, quase foram à falênciaDivulgação/Aston Martin Cognizant

    Além disso, se um carro tiver alguma parte danificada na qualificação sprint de sábado, como a asa dianteira, e não tiver outra peça na mesma especificação, será possível substituir aquela parte em questão por uma com configuração antiga sem ser penalizado.

    Dito isso, o novo formato dividiu opiniões entre comentaristas, jornalistas e até entre os pilotos. Entre aqueles que são favoráveis à mudança, os principais argumentos são de que a categoria ficará mais emocionante. Com uma “corrida” a mais, mesmo que seja de classificação, o campeonato de pilotos e de construtores pode ficar mais acirrado justamente pelos pontos oferecidos. 

    Por outro lado, aqueles que não gostaram do novo formato argumentam que as peças irão se desgastar mais e que a classificação sprint terá pouca emoção, para não dizer nenhuma. 

    Williams-de-George-Russel.jpgEquipes do final do pelotão, como a Williams, terão mais possibilidades de figurar entre os carros da frenteDivulgação/Formula 1

    O sprint será limitado a 100 quilômetros e, em Silverstone, isso equivale a quase 17 voltas, já que o circuito tem 5,891 quilômetros de comprimento. Com isso, por não ter pit stop obrigatório, os pilotos não devem parar durante a suposta corrida, o que limita, e muito, as estratégias ou possíveis ultrapassagens. 

    HAMILTON-E-BOTTAS.jpgHamilton foi um dos pilotos que se posicionou contra o novo formatoDivulgação/Mercedes-AMG Petronas Motorsport

    O heptacampeão mundial, Lewis Hamilton, já demonstrou preocupação com o formato. “Acredito que será uma procissão. Com sorte teremos algumas ultrapassagens, mas o mais provável é que não deve ser tão emocionante”, afirmou o piloto da Mercedes. 

    Nesta temporada, Monza passará pelo mesmo teste e um outro circuito fora da Europa também será escolhido. Entre os dois grandes candidatos estão o GP de Austin e o Grande Prêmio de São Paulo, em Interlagos.

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    WhatsApp-Image-2021-07-14-at-14.06.45.jpegEdição de julho destaca comparativo entre os novos SUVs médiosQuatro Rodas/Quatro Rodas

     

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    [4r]Longa Duração: proprietário compara seu Caoa Chery Tiggo 5X com o nosso

    RobôAutoforum
    By RobôAutoforum,
    LongaTiggo_1-e1621273221578.jpgBom sinal: carro menos rodado tem mesmo comportamento do nossoEduardo Campilongo/Quatro Rodas

    Depois de reunir nossas principais percepções e também as ocorrências com o Caoa Chery Tiggo 5X nestes quase 60.000 km em um vídeo no nosso canal, pensamos: se nossa opinião é a de quem está sempre dirigindo algum carro diferente (além dos de Longa Duração, há os que as fábricas nos mandam), qual seria a percepção do proprietário de um Tiggo 5X igual ao experimentar o nosso? Como benefício extra, saberíamos se o nosso está muito diferente de um outro similar a ele.

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    O empresário Renan Faenza comprou seu Tiggo 5X TXS há um ano e meio. Após ter rodado 17.000 km, se diz satisfeito. “Ele é bem confortável, espaçoso e tem bons recursos de tecnologia na comparação com outros carros que tive antes”, conta.

    Renan dirigiu nosso carro e disse não ter notado diferenças no comportamento na comparação com o carro dele. De fato, o Tiggo 5X ainda está íntegro. Contudo, notamos recentemente sinais de desgaste no couro do volante. A vantagem do couro sobre volantes convencionais seria evitar isso.

    Screen-Shot-2021-05-05-at-18.52.52_1.jpgForração do volante está desgastadaHenrique Rodriguez/Quatro Rodas

    O empresário, por sua vez, apontou outros problemas específicos do seu Tiggo 5X que, segundo ele, tem um rangido no mecanismo de abertura do porta-malas quando a tampa é aberta ou fechada e que o freio arranha quando é acionado de leve em algumas ocasiões.

    “Além disso, a alavanca do câmbio trava em alguns momentos em que o carro está estacionado e preciso tirá-la da posição P.

    Acho que ocorre porque devo parar o carro, acionar o freio e depois colocar na posição P.”, diz. De fato, o recomendável é acionar o freio de estacionamento antes de colocar o câmbio em “Parking”, seja em carros com câmbio de dupla embreagem, como o Tiggo 5X, seja em carros com câmbio automático ou CVT.

    Tiggo 5X – 58.748 km

    Ficha técnica:
    Versão: TXS 1.5 16V Turbo
    Motor: 4 cilindros, dianteiro, transversal, 16V, turbo, 150/147 cv a 5.500 rpm, 21,4 mkgf a 1.750 rpm
    Câmbio: Automatizado, dupla embreagem, 6 marchas
    Seguro: R$ 2.004 (Perfil Quatro Rodas)
    Revisões:
    Até 60.000 km – R$ 4.028
    Gastos no mês: Combustível: R$ 1.135
    Consumo: No mês: 7,5 km/l com 51,1% de rodagem na cidade
    Desde jul/19: 8,9 km/l com 33,5% de rodagem na cidade
    Combustível: flex (gasolina)

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    WhatsApp-Image-2021-07-14-at-14.06.45-1.jpegA edição 747 de QUATRO RODAS já está nas bancas!Quatro Rodas/Quatro Rodas

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    [4r]DongFeng Warrior M50 é o Hummer H1 chinês com tecnologia bélica

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    By RobôAutoforum,
    Dongfeng-Warrior-M50-4.jpg<span class="hidden">–</span>DongFeng/Divulgação

    Os chineses estão ousando e, assim como os Estados Unidos, também estão oferecendo um pouco da tecnologia de militar para os civis. Não estamos falando de armas nem nada perigoso, mas sim do Hummer chinês.

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    Para entender melhor a história, vamos partir do começo. A AM General, empresa americana que desenvolve veículos militares, criou o Humvee (acrônimo que em português significa Veículo Automóvel Multifunção de Alta Mobilidade), um jipão que, além de ser meio de transporte para tropas e cargas, pode atuar como artilharia móvel, ambulância, plataforma de mísseis, entre outras funções.

    Só por isso já deu pra perceber que o Humvee é um verdadeiro monstro. E muita gostaria de ter a experiência de dirigir uma máquina dessas. Pensando nisso, surgiu o Hummer H1, o icônico SUV civil desenvolvido com base no veículo militar.

    Com o Hummer pronto, em meados dos anos 90, os chineses importaram o veículo e, utilizando engenharia reversa, desenvolveram seu próprio veículo militar, o DongFeng Mengshi (que em mandarim, significa “guerreiro”).

    Dongfeng-Warrior-M50-2.jpg<span class="hidden">–</span>DongFeng/Divulgação

    Agora, a montadora DongFeng Motors anunciou uma versão civil do Mengshi, o Warrior M50. Obviamente, ele se assemelha muito ao H1 tendo, por exemplo, a carroceria angular montada sobre o chassi. A marca bem que tentou deixá-lo um pouco mais original, utilizando um desenho próprio de grade e faróis redondos recuados, mas mesmo assim é impossível não compará-lo à sua versão americana. 

    Seu motor é o um Cummins 4.0 turbodiesel, que gera 202 cv e 61 kgfm e permite que o M50 alcance máxima de aproximadamente 120 km/h. O câmbio é manual de seis marchas e há tração nas quatro rodas.

    Dongfeng-Warrior-M50-6.jpgO M50 não é a primeira versão civil do Mengshi. Outros modelos já circularam pela China, porém estes nunca foram oficialmente vendidos.DongFeng/Divulgação

    Força, o M50 tem. Mas para ser um monstro off-road, depende de características como o anglo de saída e entrada de 70 e 45 graus, respectivamente. Sua altura de 40,9 cm em relação ao solo, permite que o Warrior atravesse superfícies alagadas de mais de 1 m de profundidade. Os enormes pneus todo terrenos, fixados por suspensão duplo A, deixam o trabalho ainda mais fácil.

    No interior, vemos mais semelhanças com o Hummer, sendo o enorme túnel central a principal delas. Na versão civil, toda a parafernália bélica dá espaço para bancos de couro, central multimídia com tela de 8 polegadas, ar condicionado automático e vidros elétricos. Segundo a mídia chinesa, a maior parte do acabamento é simples e feito de plástico, afinal, esse é quase um veículo de guerra, não um SUV shopping.

    Dongfeng-Warrior-M50-3.jpegTela da central multimídia é levemente virada para o motorista.DongFeng/Divulgação

    O M50 possui única opção de carroceria: picape com cabine simples. Entretanto, uma versão maior de quatro portas não parece estar descartada.

    O preço pode até ser considerado um “negócio da China” para os mais moderados. Segundo o site Car News China, o Hummer chinês custará cerca de U$ 103.529, algo próximo dos R$ 530.000.

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