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RobôAutoforum

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  1. Estes são os sete sedãs compactos mais vendidos do BrasilFernando Pires/Quatro RodasNão se compra mais um sedã médio no Brasil por menos de R$ 79.000. Mas considerar um compacto também não será, necessariamente, retrocesso. Maiores, modernos e equipados, esses modelos cresceram para conquistar consumidores mais exigentes. E isso fica claro quando reunimos os sete sedãs mais vendidos do segmento para um comparativo exclusivo. Todos do grupo têm de fábrica câmbio automático moderno, ESC com assistente de partida em rampa, central com Android Auto e CarPlay, e só dois limitam-se a dois airbags de série. Motores de três cilindros estão em quatro deles e nenhum dos sedãs está há mais de dois anos sem mudanças. Todos eles têm câmbio automático e estão nas versões mais completas até R$ 80.000Fernando Pires/Quatro RodasA grande dúvida é se os recém-lançados HB20S Diamond e Onix Plus Premier evoluíram o suficiente para encarar rivais tão diversos como Logan Iconic, Yaris Sedan XL Plus, Virtus Comfortline e Ka Sedan Titanium. Além da dinâmica e custo/benefício, levamos em conta o espaço traseiro, segurança e tamanho do porta-malas, itens cruciais para um modelo familiar. A disputa ficou mais difícil para todas as marcas, mas quem mais ganha com isso é o consumidor. Veja a seguir quem se saiu melhor nesse comparativo familiar. 7º Fiat Cronos Precision — R$ 75.490 As rodas de 17 polegadas são bonitas, mas oferecidas como opcional por R$ 3.400Fernando Pires/Quatro RodasO Cronos é um dos modelos mais novos deste comparativo: seu projeto tem menos de dois anos de idade. A juventude exposta no visual, entretanto, não se reflete em parte do conjunto mecânico da versão Precision, que custa R$ 75.490, ficando atrás apenas da esportivada HGT, de R$ 78.490. O problema de ambas é o mesmo decano motor 1.8. Interior é elegante, mas junção das peças entrega qualidade de montagem ruimFernando Pires/Quatro RodasA Fiat fez um bom trabalho ao evoluir o conjunto herdado da Tritec, o que permitiu até melhorar o consumo elevado do motor, que alcançou índices próximos ao dos rivais. Mas, se não cobra tanto para abastecer, o mesmo não se pode dizer na hora de revisar e consertar o Cronos. O plano de manutenção até 60.000 km e a cesta de peças são, de longe, os mais caros do comparativo. Quem vai atrás tem espaço restritoFernando Pires/Quatro RodasO custo/benefício também não é atrativo: ar-condicionado automático, chave presencial, airbags laterais, sensor de chuva e até câmera de ré são opcionais. Completo, o Cronos salta para R$ 86.440. Assento traseiro também rebate de forma independenteFernando Pires/Quatro RodasComo no HB20, o Cronos sofre por ter o mesmo entre-eixos do hatch do qual deriva, com pouco espaço no banco traseiro, tanto para as pernas quanto para a cabeça. Mas a vida fica mais fácil se você for uma mala, pois, além do amplo compartimento de 525 litros (o maior do comparativo), o Cronos é o único a rebater assentos e encosto do banco traseiro, entregando mais versatilidade. Porta-malas tem 525 l de capacidadeFernando Pires/Quatro RodasNo dia a dia, o Cronos tem um rodar suave, apesar da unidade avaliada estar com as rodas aro 17 opcionais. O motor entrega um bom torque em baixa rotação, mas tem funcionamento áspero e ruidoso, mesmo sendo um quatro-cilindros. A solução chega em 2020: um 1.0 turbo flex. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 12,2 s 0 a 1.000 m: 33,3 s – 158,8 km/h Velocidade máxima: 196 km/h* Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 5,2 s 60 a 100 km/h: 7,0 s 80 a 120 km/h: 8,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,1/25,1/55,8 m Consumo Urbano: 12,3 km/l Rodoviário: 14,0 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 45,1/69,2 dBA 80/120 km/h: 64,8/70,4 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 100 km/h (0%) Rotação a 100 km/h: 2.100 rpm Volante batente a batente: 2,8 voltas Custos **Seguro – R$ 1.701 Revisões até 60.000 km – R$ 3.768 ***Peças – R$ 6.145 Motor é o 1.8 E.torQ de até 139 cvFernando Pires/Quatro RodasFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, 1 747 cm³, 80,5 x 85,8 mm, 12,5:1, 139/135 cv a 5.750 rpm, 19,3/18,8 mkgf a 3.750 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Direção: elétrica, 10,5 m (diâmetro de giro) Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Pneus: 195/55 R16 (205/45 R17 opcionais) Peso: 1. 271 kg Peso/potência: 9,1/9,4 kg/cv Peso/torque: 65,8/67,6 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 436,4 cm; largura, 172,6 cm; altura, 151,6 cm; entre-eixos, 252,1 cm; altura livre do solo: 16,4 cm; porta-malas, 525 l; tanque de combustível, 48 l 6º Toyota Yaris Sedã XL Plus Tech — R$ 75.190 Visual do Yaris Sedã não empolga. As rodas de liga leve aro 15 são de sérieFernando Pires/ToyotaSe o Toyota Yaris tem um ponto forte, é ser gostoso de dirigir. A suspensão absorve boa parte das imperfeições e deixa a carroceria neutra em curvas. Some a isso, os bancos confortáveis e o câmbio CVT com respostas rápidas que até consegue dar alguma agilidade e bons números de consumo ao sedã, cujo motor 1.5 de 110/105 cv e 14,9/14,3 mkgf é o mais fraco dos sete aqui reunidos. Só a direção lenta, que exige giro maior do volante em manobras e curvas, joga contra. Não parece, mas o quadro de instrumentos é deslocado para a esquerda do volanteFernando Pires/ToyotaTem a seu favor custos baixos de revisão, seguro e peças, além da marca. É que o emblema da Toyota costuma funcionar como amuleto para afastar desvalorização e defeitos sem solução. Mas, para ter acesso a isso paga-se mais e leva-se menos do que nos concorrentes que vêm a seguir. Atrás, falta espaço para a cabeçaFernando Pires/ToyotaAté há vestígios de um projeto superior no retrovisor interno fotocrômico, no porta-luvas que não despenca ao abrir, no apoio de braços traseiro – exclusividades do Toyota. Encosto de cabeça fica muito próximo do tetoFernando Pires/ToyotaMas este Yaris Sedã XL Plus Tech custa R$ 75.190. É o quarto mais caro, mas parece um básico. Não tem câmera de ré ou sensores para ajudar na baliza, não aciona a seta com um simples toque na alavanca, o volante despenca no colo do motorista que tenta ajustá-lo (só em altura, diga-se) e a forração dos bancos parece barata. Porta-malas tem 473 litros de capacidadeFernando Pires/Quatro RodasAssim como o Cronos, só tem os dois airbags obrigatórios (só o Yaris XLS, de R$ 85.990, tem sete). Atrás, o assoalho plano é uma ótima característica, mas o espaço para a cabeça é ruim: o encosto fica justamente na direção do ponto mais baixo do teto. E espaço e segurança é o mínimo que se espera de um carro para levar a família. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,7 s 0 a 1.000 m: 33,2 s – 159,1 km/h Velocidade máxima: 186 km/h* Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 5,3 s 60 a 100 km/h: 6,6 s 80 a 120 km/h: 8,5 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,9/27,2/61,3 m Consumo Urbano: 12,6 km/l Rodoviário: 15,9 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 40,2/69,5 dBA 80/120 km/h: 62,3/68,2 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 96 km/h (4%) Rotação a 100 km/h: 1.700 rpm Volante batente a batente: 3,2 voltas Custos **Seguro – R$ 1.783 Revisões até 60.000 km – R$ 3.083 ***Peças – R$ 6.145 Motor 1.5 16V é o mais fraco do comparativoFernando Pires/ToyotaFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, 1 496 cm³, 72,5 x 90,6 mm, 13:1, 110/105 cv a 5.600 rpm, 14,9/14,3 mkgf a 4.000 rpm Câmbio: automático, CVT, tração dianteira Direção: elétrica, 9,8 m (diâmetro de giro) Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Pneus: 185/60 R15 Peso: 1. 150 kg Peso/potência: 10,4/10,9 kg/cv Peso/torque: 77,2/80,4 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 442,5 cm; largura, 173 cm; altura, 149 cm; entre-eixos, 255 cm; altura livre do solo: 15 cm; porta-malas, 473 l; tanque de combustível, 45 l 5º Renault Logan Iconic — R$ 72.090 A traseira do Logan não passou por nenhuma mudança na linha 2020Fernando Pires/Quatro RodasSe o Yaris parece um carro superior simplificado à força, o Renault Logan Iconic é o oposto. Mostra até onde um carro criado para custar pouco pode chegar. A linha 2020 trouxe bancos maiores e mais confortáveis (graças, também, ao revestimento macio e de melhor qualidade) e novo volante com pegada excelente, mas que continua com ajuste apenas na altura. Juntos resolveram a posição de dirigir que só era boa para pessoas de braços longos e pernas curtas. Central multimídia ganhou integração com Android Auto e Apple CarplayFernando Pires/Quatro RodasTambém ganhou faróis com luzes diurnas de led, airbags laterais e câmbio automático CVT combinado ao motor 1.6 de até 118 cv. A suspensão elevada em 40 mm e as molduras nas caixas de roda do Stepway podem ser creditadas à transmissão: era isso, ou ele ficaria perigosamente perto do chão. A altura dá coragem extra para passar em lombadas e valetas, mas o câmbio deixou o Logan lento. O espaço atrás é bom, mas o assento é duro e desconfortávelFernando Pires/Quatro RodasO CVT patina bastante nas saídas e demora para fazer o carro embalar. Não à toa, o sedã da Renault teve os piores números de desempenho e consumo em nossos testes de pista. E também o acabamento está entre os piores. Porta-malas tem acesso pequenoFernando Pires/Quatro RodasMas o que salva o Logan é o que ele já tinha de bom. Quem viaja atrás pode até reclamar do assento curto e duro, mas não do espaço para pernas e cabeça. E se um quinto ocupante é raro, dá para soltar o cinto dele e evitar que a fivela incomode os outros. Faróis com DRL embutido são novidade da linha 2020Fernando Pires/Quatro RodasCustos com revisão e peças seguem abaixo da média, sem deixar de ser, ainda, o sedã mais barato deste comparativo: custa R$ 72.090 com tudo o que pode ter. Só o Logan tem comandos do som em haste satéliteFernando Pires/Quatro RodasO Renault Logan nasceu para ser barato e racional, o que é um problema, mas também sua maior virtude. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 12,9 s 0 a 1.000 m: 34,9 s – 147,9 km/h Velocidade máxima: 177 km/h* Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 5,7 s 60 a 100 km/h: 7,3 s 80 a 120 km/h: 9,8 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,9/25,8/58,1 m Consumo Urbano: 10,7 km/l Rodoviário: 14,1 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 41,8/66,4 dBA 80/120 km/h: 63,2/70,5 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 97 km/h (3%) Rotação a 100 km/h: 1.750 rpm Volante batente a batente: 3 voltas Custos **Seguro – R$ 1.831 Revisões até 60.000 km – R$ 3.097 ***Peças – R$ 2.471 Motor 1.6 16V SCE tem 118 cvFernando Pires/Quatro RodasFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, 1 597 cm³, 78 x 83,6 mm, 10,7:1, 118/115 cv a 5.500 rpm, 16 mkgf a 4.000 rpm Câmbio: automático, CVT, tração dianteira Direção: eletro-hidráulica, 10,6 m (diâmetro de giro) Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Pneus: 205/55 R16 Peso: 1. 160 kg Peso/potência: 9,8/10,1 kg/cv Peso/torque: 72,5 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 435 cm; largura, 173 cm; altura, 157 cm; entre-eixos, 263 cm; altura livre do solo: 18,5 cm; porta-malas, 510 l; tanque de combustível, 50 l 4º Ford Ka Sedan Titanium — R$ 73.290 Atrás, só o para-choque mudou no ano passado, em sua última atualização visualFernando Pires/Quatro RodasÉ dura a vida do Ka Sedan Titanium. A linha 2020 perdeu equipamentos como os airbags de cortina (permanece com os dianteiros e laterais), as trocas de marcha sequenciais (que eram feitas por botões na alavanca do câmbio), as duas portas USB iluminadas no console e trocou a central Sync3 com tela de 8 polegadas e GPS nativo pela Sync 2.5, com 7 polegadas e que depende do Android Auto e Apple CarPlay para ter navegação. Maçanetas sem acabamento e ajuste dos espelhos parecem de carro básicoFernando Pires/Quatro RodasVocê encontrará alguns destes itens nos carros a seguir. E mesmo o que sobrou merece ressalvas. O Ka Titanium tem partida por botão, mas exige que o motorista destrave o carro pelo botão da chave presencial. A tampa do porta-malas tem braços pantográficos, mas o acesso ao compartimento é pequeno. Todos os apoios de cabela são em vírgulaFernando Pires/Quatro RodasO Ka tem méritos como os bancos dianteiros com assento longo e encosto que abraça muito bem o tronco, e o teto alto. Atrás, porém, a cabine estreita limita o espaço para ombros. A suspensão foca tanto na absorção de buracos e irregularidades da pista, que não contém toda a inclinação da carroceria. Mas isso não é de todo ruim em um carro familiar. A direção é levinha em manobras e pesada o suficiente acima de 60 km/h para passar segurança, ainda que o volante grosso deixe a pegada ruim. Porta-malas tem acesso pequenoFernando Pires/Quatro RodasO que também ajuda o Ka Sedan a sustentar a quarta posição é o motor 1.5 de três cilindros e 136 cv que, em parceria com o rápido câmbio automático de seis marchas, garante acelerações e retomadas mais rápidas que as de Logan e Yaris. Mas é um conjunto moderno que só é melhor que o Renault em consumo. E está longe de ser páreo para os 1.0 de três cilindros que vêm a seguir. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,2 s 0 a 1.000 m: 33,0 s – 155,9 km/h Velocidade máxima: 181 km/h* Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 5,0 s 60 a 100 km/h: 6,6 s 80 a 120 km/h: 8,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,1/25,6/59,9 m Consumo Urbano: 11,8 km/l Rodoviário: 15,6 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 38,1/71,0 dBA 80/120 km/h: 63,7/69,9 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 100 km/h (0%) Rotação a 100 km/h: 2.400 rpm Volante batente a batente: 2,8 voltas Custos **Seguro – R$ 1.375 Revisões até 60.000 km – R$ 3.334 ***Peças – R$ 2.634 Motor 1.5 de três cilindros gera 136 cvFernando Pires/Quatro RodasFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, 12V, 1 497 cm³, 84,0 x 90,0 mm, 12,0:1, 136/128 cv a 6.500 rpm, 16,1/15,6 mkgf a 4.750 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Direção: elétrica, 9,6 m (diâmetro de giro) Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Pneus: 195/55 R15 Peso: 1. 137 kg Peso/potência: 8,4/8,9 kg/cv Peso/torque: 70,6/72,9 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 427,6 cm; largura, 169,5 cm; altura, 152,5 cm; entre-eixos, 249,0 cm; altura livre do solo: 16,9 cm; porta-malas, 445 l; tanque de combustível, 51 l 3º Hyundai HB20S Diamond — R$ 76.890 HB20S traz visual com frente polêmicaFernando Pires/Quatro RodasSe não continuasse tão pequeno por dentro, o Hyundai HB20S Diamond teria, certamente, sorte melhor neste comparativo. Embora seu entre-eixos tenha aumentado em 3 cm, para 2,53 m, esse ganho não é percebido. O motorista até vai bem. Agora o banco tem ajuste de altura (antes era de inclinação), permitindo melhor aproveitamento do ajuste de profundidade da direção. Mas atrás o espaço é ruim, um pecado capital para um sedã. Painel é completamente novoFernando Pires/Quatro RodasAo menos os bancos são confortáveis, mas para ter o acabamento de couro (que vai até nas portas traseiras) é preciso pagar R$ 81.290 pela versão Diamond Plus – como nas fotos. A nova central multimídia com tela de 8 polegadas é rápida e tem até botão customizável, mas não acessa informações do carro. Para ver consumo e autonomia, por exemplo, é preciso apertar um palito no quadro de instrumentos. No local onde ficava o botão do computador de bordo, agora está o botão de partida do motor. Espaço na fileira traseira não é tão generosoFernando Pires/Quatro RodasE que motor. O novo 1.0 com turbo e injeção direta brilhou em nossa pista. Foi o melhor em todas as medições, com destaque para 0 a 100 km/h (9,6 s) e consumos urbano (13,6 km/l) e rodoviário (17,6 km/l). O câmbio automático de seis marchas é o mesmo de antes, o que é ótimo: é ágil e suave nas trocas e arrancadas. Tela digital do HB20S é só um mimo. Não há informação de temperatura ou função automáticaFernando Pires/Quatro RodasA suspensão, mesmo com as mudanças que acompanham o facelift, continua com pouco curso e batendo seco nas mínimas irregularidades. Mesmo com o desempenho, a maior garantia (5 anos) e as peças de reposição mais baratas, fica difícil para o HB20S peitar o espaço interno do Virtus e os equipamentos e equilíbrio do Onix Plus para ir mais longe. Porta-malas oferece 475 litros de capacidadeFernando Pires/Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 9,6 s 0 a 1.000 m: 30,7 s – 171,2 km/h Velocidade máxima: 191 km/h* Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 4,2 s 60 a 100 km/h: 5,3 s 80 a 120 km/h: 6,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 13,2/23,8/52,3 m Consumo Urbano: 13,6 km/l Rodoviário: 17,6 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 41,5/63,6 dBA 80/120 km/h: 63,8/67,1 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 97 km/h (3%) Rotação a 100 km/h: 2.200 rpm Volante batente a batente: 2,8 voltas Custos **Seguro – R$ 1.652 Revisões até 60.000 km – R$ 3.198 ***Peças – R$ 2.485 Motor 1.0 TGDi flexFernando Pires/Quatro RodasFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, 12V, turbo, injeção direta, 998 cm³, 71,0 x 84,0 mm, 10,5:1, 120 cv a 6.000 rpm, 17,5 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Direção: elétrica, diâmetro de giro não divulgado Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Pneus: 185/60 R15 Peso: 1. 120 kg Peso/potência: 9,33 kg/cv Peso/torque: 64 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 426 cm; largura, 172 cm; altura, 147 cm; entre-eixos, 253 cm; altura livre do solo: 16 cm; porta-malas, 475 l; tanque de combustível, 50 l 2º Volkswagen Virtus Comfortline — R$ 78.590 Virtus Comfortline já é veterano, mas ainda um concorrente forteFernando Pires/Quatro RodasO Virtus é, de longe, o maior modelo do comparativo. Seus 4,48 m de comprimento e 2,65 m de entre-eixos deixam o carro mais perto de um sedã médio do que de um compacto. O motor turbo também é o mais vigoroso do segmento, capaz de chegar aos 128 cv e 20,4 mkgf. O maior senão é que ter tudo isso custa caro. Cabine tem ambiente sóbrioFernando Pires/Quatro RodasMesmo a versão Comfortline, mais barata com motor TSI, custa R$ 75.590. Itens como chave presencial, câmera de ré, ar-condicionado automático e até borboletas no volante são vendidos à parte. As revisões são igualmente caras, já que as três primeiras paradas são gratuitas somente no Highline. Com algumas pegadinhas – peças que devem ser trocadas são cobradas à parte – os planos para manter o Virtus até 60.00 km custam R$ 3.635. Entre-eixos de 2,65 m contribui para o bom espaço traseiroFernando Pires/Quatro RodasSó que, em troca, você tem nas mãos uma sala da estar ambulante. Não há motorista alto que limite o espaço no banco traseiro, onde é possível cruzar as pernas com facilidade e ainda desfrutar de saída USB e difusor do ar-condicionado. A opulência se repete no porta-malas, maior do que o do Jetta. A conectividade é outro atrativo, com um dos melhores sistemas multimídia do segmento, que, de tão eficiente, acaba eliminando a necessidade do suporte de celular no painel. Nesta versão, quadro de instrumentos não é digitalFernando Pires/Quatro RodasCompleta o pacote a dirigibilidade agradável do sedã, com o fôlego quase constante do motor TSI, a suspensão mais equilibrada dos sete e um excelente consumo. Mesmo sem opção de seis airbags e DRL, o Virtus Comfortline oferece um pacote seguro e espaçoso para a família e divertido para o motorista. Só faltou tratar melhor o bolso. Porta-malas está entre os mais generosos: 521 litrosFernando Pires/Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,0 s 0 a 1.000 m: 32,3 s – 161,9 km/h Velocidade máxima: 194 km/h* Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 4,6 s 60 a 100 km/h: 6,1 s 80 a 120 km/h: 7,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,3/25,1/57,8 m Consumo Urbano: 12,1 km/l Rodoviário: 16,7 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 38,1/64,4 dBA 80/120 km/h: 62,1/68,0 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 99 km/h (1%) Rotação a 100 km/h: 2.000 rpm Volante batente a batente: 3 voltas Custos **Seguro – R$ 1.513 Revisões até 60.000 km – R$ 3.635 ***Peças – R$ 4.237 Motor 1.0 TSI flexFernando Pires/Quatro RodasFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, 12V, turbo, injeção direta, 999 cm³, 74,5 x 76,4 mm, 10,5:1, 128/115 cv a 5.500 rpm, 20,4 mkgf a 2.000 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Direção: elétrica, 10,9 m (diâmetro de giro Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e sólido (traseira) Pneus: 195/65 R15 (205/55 R16 opcional) Peso: 1. 226 kg Peso/potência: 9,58/10,7 kg/cv Peso/torque: 60,1 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 448,2 cm; largura, 175,1 cm; altura, 147,2 cm; entre-eixos, 265,1 cm; altura livre do solo: 15,6 cm; porta-malas, 521 l; tanque de combustível, 52 l 1º Chevrolet Onix Plus Premier — R$ 73.190 Onix Plus chega para ser líder desde o começoFernando Pires/Quatro RodasO Onix Plus já vem de fábrica com um pacote recheado, incluindo controle de estabilidade e seis airbags. A versão Premier inclui sistema multimídia com quatro entradas USB, sistema Wi-Fi (com internet paga à parte), chave presencial, DRL de led e carregador por indução. GM incrementa acabamento do Onix Plus com faixas em carameloFernando Pires/Quatro RodasPor R$ 3.000 a mais, dá para incluir interior em duas cores, ar-condicionado automático, alerta de veículo no ponto cego e assistente de estacionamento. Estes dois últimos, aliás, são exclusivos no segmento. Todo esse pacote é movimentado pelo novo 1.0 três-cilindros de 116 cv e até 16,8 mkgf, que faz uma ótima dupla com o câmbio de seis marchas. Há tanto vigor e resposta do conjunto que a complicada troca sequencial por botões na manopla é quase desnecessária. Vão para as pernas no GM é um dos maioresFernando Pires/Quatro RodasO desempenho empolgante se dá principalmente por conta do baixo peso (1.100 kg), permitindo, de quebra, um ótimo consumo. O detalhe é que a Chevrolet conseguiu fazer isso sem abrir mão do espaço interno: quem vai atrás conta com conforto que só não é superado pelo Virtus. Só que, ao contrário do VW, ele não assusta nas revisões, que são as mais baratas do comparativo. O preço da cesta de peças, porém, é elevado. Onix Plus é o único do segmento a ter carregador de celular sem fio…Fernando Pires/Quatro RodasPara chegar a esse equilíbrio, a GM precisou fazer um trabalho minucioso de corte de custos. O mais marcante é o motor sem injeção direta, que reduziu sua potência e torque em 9 cv e 2 mkgf. …Mas também o único a ter bancos dianteiros inteiriçosFernando Pires/Quatro RodasMas há detalhes como a regulagem de altura do cinto dianteiro somente para o motorista e sensor de ré com apenas três sonares. Na balança, o Onix Plus entrega o melhor conjunto para quem busca um sedã seguro, completo e espaçoso. Porta-malas perde volume em relação ao antigo Prisma: 469 litrosFernando Pires/Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 10,2 s 0 a 1.000 m: 31,7 s – 167,9 km/h Velocidade máxima: 187 km/h (Limitada eletronicamente) Retomada (em D) 40 a 80 km/h: 4,6 s 60 a 100 km/h: 5,4 s 80 a 120 km/h: 6,7 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,3/25,9/58,1 m Consumo Urbano: 12,8 km/l Rodoviário: 16,4 km/l Ruído interno Neutro/RPM Máx.: 38,4/63,5 dBA 80/120 km/h: 63,4/67,5 dBA Aferições Velocímetro (100 km/h): 96 km/h (4%) Rotação a 100 km/h: 2.200 rpm Volante batente a batente: 2,8 voltas Custos **Seguro – R$ 1.410 Revisões até 60.000 km – R$ 2.936 ***Peças – 4.952 Motor Ecotec tem turbo, mas não injeção diretaFernando Pires/Quatro RodasFicha Técnica Motor: dianteiro, transversal, 3 cilindros em linha, 12V, turbo, 999 cm³, 74 x 77,7 mm, 10,5:1, 116 cv a 5.500 rpm, 16,8/16,3 mkgf a 2.000 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Direção: elétrica, 10,4 m (diâmetro de giro) Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) Pneus: 195/55 R16 Peso: 1. 112 kg Peso/potência: 9,59 kg/cv Peso/torque: 66,2/68,2 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 447,4 cm; largura, 173 cm; altura, 147 cm; entre-eixos, 260 cm; altura livre do solo: 12 cm; porta-malas, 469 l; tanque de combustível, 44 l Veja também NotíciasChevrolet Onix Plus x Prisma LTZ: as diferenças em consumo e desempenho18 nov 2019 - 07h11 NotíciasNovo HB20 1.0 turbo vs. HB20 1.6: diferenças em consumo e desempenho6 nov 2019 - 07h11 TestesComparativo: Chevrolet Onix Plus ou Hyundai HB20S? Veja qual entrega mais21 out 2019 - 07h10 Veredicto Todos os sedãs compactos evoluíram nos últimos anos, mas algumas marcas entenderam melhor as necessidades do consumidor. O Onix Plus não é excelente em quase nenhum quesito, mas atende muito bem à família em todos os aspectos, com baixo custo de propriedade e bom desempenho. Enquanto a GM mantiver preços combativos, o Onix Plus tem potencial para se manter à frente dos rivais por um bom tempo. *Dado de fábrica. **Cotação feita pela TEx/Teleport. Perfil: homem, 35 anos, casado, sem filhos, único motorista, com garagem em casa e no emprego, morador de São Paulo, com bônus zero e franquia integral. ***Peças: para-choque, amortecedores e pastilhas dianteiras, farol e espelho esquerdo. Cotação feita pelo SUIV (Sistema Unificado de Informações Veiculares). Condições de teste : (Cronos / Yaris Sedã / Logan / Ka Sedan / HB20S / Virtus / Onix Plus) Altit.: 660 m; temperatura: 21,0/23,0/31,5/19,5/22,0/27,0/29,5 °C; umidade relativa: 66,0/68,5/32,0/54,0/65,0/44,0/37,0%; pressão atmosférica: 700 mmHg View the full article
  2. O XC40 é importado da BélgicaChristian Castanho/Quatro RodasLançado no início de 2018, o Volvo XC40 levou os SUVs da fabricante sueca a um patamar mais acessível. Deu certo: teve 1.542 unidades vendidas no Brasil até agora e só fica atrás do XC60 (2.136 carros). A versão Momentum é intermediária e tem o motor 2.0 turbo em versão de 252 cv e 35,7 mkgf, e tração integral. Ainda possui chave presencial, câmera de ré, opção para cinco modos de condução e ar-condicionado digital bizona. Custa menos que outros Volvo, mas seus custos são um pouco mais baixos. Veja a seguir: <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasQuanto custa para manter? Revisões até 60.000 km: R$ 10.745 Seguro: R$ 6.271 Rede de concessionárias: 36 Desvalorização: 10,4% View the full article
  3. Versão V6 era oferecida apenas para a TrailblazerDivulgação/ChevroletA Chevrolet tirou de linha, sem grande alarde, a versão V6 do Trailblazer. Agora o SUV, que já era vendido somente em um pacote de acabamento, oferece apenas o propulsor 2.8 turbodiesel de 200 cv e 51 mkgf que também equipa a picape S10. A versão Premier V6 era oferecida por R$ 196.096, enquanto a diesel tem preço sugerido de R$ 239.590. O motor 3.6 V6 aspirado tinha injeção direta e variação de fase nos dois comandos de válvulaDivulgação/ChevroletA saída do propulsor 3.6 V6 de 277 cv e 35,7 mkgf quebra uma sequência de 26 anos de oferta desse tipo de motor em modelos da GM. SUV era o último a oferecer opção V6 na gama brasileiraDivulgação/ChevroletA estreia, aliás, se deu exatamente com a Blazer, em 1996. Na ocasião, o SUV ainda usava um V6 da família Vortec, com 192 cv e câmbio automático de quatro marchas. Além de Blazer e S10, a Chevrolet também ofereceu a opção V6 nas versões importadas do sedã grande Omega e do SUV médio Captiva. A geração anterior da Blazer estreou o motor V6 no BrasilMarcelo Spatafora/Quatro RodasO V6 usado pelo Trailblazer era importado e tem origem nobre. Oriundo da família Alloytec, o LFX já equipou, em diferentes variações de potência, o Omega Australiano, o Cadillac CTS e até mesmo o Camaro. A mudança da GM ocorre em um momento em que sua maior concorrente no segmento, a Toyota, não só mantém a oferta do V6 para a SW4 como acaba de estender a opção do motor para a Hilux. Veja também NotíciasPara peitar Amarok, Toyota Hilux ganhará motor V6… a gasolina11 nov 2019 - 17h11 Notícias“Suvão” cotado ao Brasil, Chevrolet Blazer XL tem visual e dados revelados18 out 2019 - 13h10 Auto-serviçoGuia de Usados: Chevrolet Trailblazer é SUV parrudo para levar a família25 abr 2019 - 07h04 Mas isso não significa um fim para os Chevrolet V6 no Brasil. A nova Blazer, que é fabricada no México, está em estudos para o país e pode chegar com V6, também 3.6, mas com incríveis 309 cv. View the full article
  4. Novo Série 1 tem base de X1, X2 e carros da MiniDivulgação/BMWO novo BMW Série 1 chegou ao Brasil, mas isso não é necessariamente bom. Você quer tração traseira, 44 cv a mais e ainda pagar menos? É melhor correr em busca de uma unidade zero-quilômetro do modelo antigo. Isso porque o hatch virá da Alemanha com base de X1 – o que rompe com a tradição do motor transversal à tração dianteira – na versão 118i Sport GP, por R$ 174.950. Modelo virá importado da Alemanha mais caro que o hatch atualDivulgação/BMWPara ter ideia, a geração anterior custava R$ 165.950 na opção Sport e R$ 176.950 na Sport GP. Se você prefere esportividade, sentirá falta do 2.0 turbo com 184 cv de potência. Por outro lado, o Série 1 ficou mais racional: há mais espaço interno, apesar de 5 mm mais curto, e o porta-malas cresceu 20 litros, chegando à capacidade total de 380 l. Motor 1.5 turbo tem 140 cv de potênciaDivulgação/BMWO motor 1.5 turbo a gasolina é o mesmo utilizado pela versão mais barata do X2 e também pela Mini no Brasil. São 140 cv e 22,4 mkgf, com promessa de que ele chegue aos 100 km/h em 8,5 segundos. É mais do que os 8 segundos declarados pela Renault para o 0-100 km/h do Sandero RS. O modelo será vendido em versão única 118i Sport GPDivulgação/BMWNa lista de itens há ar-condicionado digital bizona, revestimento que imita couro, rodas aro 17, central multimídia com tela de 8,8 polegadas e assistente de estacionamento. A BMW ainda oferece um plano de manutenção por 3 anos ou 40.000 km (o que vier primeiro) para os clientes que comprarem o hatch com financiamento da própria marca. Veja também TestesImpressões: novo BMW Série 1 na encruzilhada entre emoção e racionalidade28 ago 2019 - 07h08 NotíciasBMW mais vendido no Brasil, X1 ganha tapa no visual a quase R$ 200.00017 out 2019 - 14h10 NotíciasBMW Série 2 Gran Coupé é nova porta de entrada para ter um carro da marca15 out 2019 - 19h10 E haverá produção nacional? De acordo com a própria empresa, a fabricação em Araquari (SC) está descartada por conta do baixo volume de vendas do segmento no Brasil. View the full article
  5. FULLPOWER - Os novos Audi Q3 e e-tron estão em pré-venda no Brasil. Junto deste anúncio, a marca alemã anunciou os preços dos SUVs, que vão chegar ... Audi divulga preços dos novos Q3 e e-tron, que já estão em pré-venda View the full article
  6. Versão híbrida plug-in do Escape só será lançada nos Estados Unidos no segundo trimestre de 2020Divulgação/FordOs planos da Ford para reforçar sua presença entre os SUVs seguem fortes. Durante encontro com jornalistas, o presidente da Ford para a América do Sul, Lyle Waters, reforçou o lançamento do Territory no Brasil em 2020 e deu esperanças sobre o início da eletrificação dos SUVs da marca. De acordo com Waters, a chance do Brasil receber o novo Escape Plug-in Hybrid é bem grande. Já o recém-apresentado Mustang Mach-E também está nos planos, mas será preciso esperar a demanda inicial pelo SUV elétrico passar. O Territory chega em meados de 2020 com motor 1.5 flexDivulgação/FordO Mustang Mach-E foi revelado no último domingo, mas só começará a chegar às ruas dos Estados Unidos e Europa no final de 2020. Contudo, algumas das versões que já podem ser encomendadas agora mediante um sinal de 500 dólares só serão entregues no final de 2021. A situação do Escape Plug-in é diferente. A versão sequer foi apresentada nos Estados Unidos, o que está previsto para acontecer no segundo trimestre de 2020. Lançamento do Mach-E no Brasil vai depender de como a Ford lidará com a demanda nos EUA e na EuropaDivulgação/FordPor enquanto, a linha 2020 do Escape inclui apenas a versão híbrida convencional. Esta usa dois motores elétricos para auxiliar o motor 2.5 de ciclo Atkinson a gasolina, resultando em potência máxima de 202 cv. Cabe ao próprio carro recarregar a pequena bateria de lítio de 1,1 kWh, seja usando o motor a gasolina ou as frenagens. O híbrido plug-in terá bateria maior, de 14,4 kWh, que também poderá ser recarregada em tomadas. Além disso, o Escape Plug-in será capaz de percorrer até 48 km em modo elétrico. Isso justifica o incremento na potência do motor elétrico, que eleva a potência combinada aos 212 cv. O novo Escape é baseado na plataforma do Focus europeuDivulgação/FordEle ainda conta com um seletor de modo de uso, que permite ao motorista escolher por rodar apenas no modo elétrico, apenas no modo à combustão ou no modo automático, deixando para o sistema avaliar qual a melhor opção em razão da disponibilidade de energia. O que é o Ford Escape? QUATRO RODAS esteve na apresentação da quarta geração do Escape, em março. Hoje o SUV médio é baseado no mesmo projeto do novo Focus vendido na Europa – quem também serviu de inspiração para o design. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordComprimento (4,58 m) e entre-eixos (2,71 m) são exatamente os mesmos do Ford Territory, mas a mecânica híbrida e a própria origem (é fabricado nos Estado Unidos) farão com que o Escape preencha a lacuna entre o chinês Territory e o canadense Edge. Mais do que isso, ele se poderia muito bem atuar como “substituto” do Fusio Hybrid, visto que o futuro do sedã ainda é nebuloso. Há outras duas outras opções de motor turbo a gasolina: 1.5 (183 cv) e 2.0 (253 cv), ambos da família EcoBoost. Veja também NotíciasEis o novo Ford Escape; SUV deve brigar com o Compass no Brasil em 20202 abr 2019 - 11h04 NotíciasFord Territory virá para o Brasil em 2020 da China com motor turbo7 ago 2019 - 12h08 NotíciasFlagra: Ford EcoSport de nova geração surge usando Ka “bombado” como mula16 nov 2019 - 15h11 Entre os equipamentos estão um sistema de assistência a manobras evasivas, que ajuda o motorista a desviar de um obstáculo aumentando a força aplicada ao volante, estacionamento autônomo, ar-condicionado dual-zone, teto solar e sistema de som hi-end da marca Bang&Olufsen. View the full article
  7. Versão cupê 4.7 V8 foi usada de base para o projetoAutoblog/ReproduçãoO Ford Mustang é uma lenda no mundo dos muscle cars. O ícone ganha agora uma nova configuração e se transforma em um SUV elétrico, com o nome Mach-E. A empresa acredita que o projeto é o que realmente o consumidor dos dias de hoje quer. Mas será que essa é a primeira vez que o esportivo ganha uma versão mais “família”? A resposta é não! Modelo foi projetado em meados da década de 1960Autoblog/ReproduçãoUm modelo projetado na década de 1960 mostra que a variação já era pensada pouco tempo depois de o esportivo chegar ao mercado. O designer Robert Cumberford, conhecido por atuar em projetos do Chevrolet Corvette no fim dos anos 50, resolveu desenhar uma versão perua do Mustang. Seu objetivo era vender o projeto à Ford, para que ela incluísse a configurações wagon no catálogo das versões do muscle produzidas em série. Na derivação perua, Mustang ganhou três colunasAutoblog/ReproduçãoCumberford levou o projeto junto com um cupê branco, equipado com motor V8 de 4,7 litros, para a construtora italiana Intermeccanica – onde trabalhou por alguns anos. Meses depois, a empresa devolveu a derivação perua com linhas exclusivas na traseira e carroceria pintada na cor vermelha. Depois, o protótipo ainda seria pintado de verde escuro, conforme ele aparece nas imagens desta reportagem. O veículo ganhou uma terceira coluna no fim do balanço traseiro, os bancos da segunda fila podiam ser rebatidos e o porta-malas ficava ainda mais extenso, parecido com o da nossa Chevrolet Caravan, a perua do Opala. A tampa traseira, quando aberta, alinhava-se ao assoalho do compartimento de carga. Abertura do porta-malas se parecia com o de caçamba de picapesAutoblog/ReproduçãoCumberford apresentou o projeto à Ford, mas a empresa não quis o carro, alegando que, se fosse fabricar uma perua do esportivo, ela teria de ser desenhada pelos projetistas da marca. O designer seguiu na tentativa de vender o projeto, desta vez, para empresas menores, mas não teve sucesso porque ninguém teria dinheiro suficiente para financiá-lo, já que a instalação era considerada cara. Veja também NotíciasFord Mustang elétrico tem torque de caminhão e o dobro da potência do V88 nov 2019 - 18h11 NotíciasFord Mustang Mach-E: vivemos para ver um muscle virar SUV elétrico17 nov 2019 - 23h11 NotíciasRaio X: quanto custa manter um Ford Mustang GT de mais de R$ 300.000?16 set 2019 - 07h09 Paradeiro desconhecido O veículo seguia atraindo atenção por onde passava, mas sem sua produção em linha, tornou-se um protótipo único e excêntrico. Foi vendido para um dentista em Portland, Estados Unidos, e não é visto por décadas. Segundo o site Autoblog, o projetista ainda tentou rastrear o modelo, a fim de comprá-lo e restaurá-lo, mas não conseguiu descobrir seu paradeiro. A Ford chegou a projetar o modelo Wagon do esportivo, mas ficou no papelAutoblog/ReproduçãoDurante esse tempo, a Ford seguiu trabalhando o Mustang nas versões cupê, fastback e conversível. Em 1976, os desenhistas da marca chegaram a trabalhar em um modelo wagon para a sua terceira geração, mas não há evidências de que ele tenha saído dos papéis. View the full article
  8. <br /><a href="https://quatrorodas.abril.com.br/acervodigital/home.aspx?edica"></a&gt;Divulgação/PeugeotO ano de 1998 foi %#$@, mas você talvez não tenha notado: nele conhecemos Titanic, Google, Viagra, PayPal e MP3 Player – além de muitos carros importantes e marcantes. Quer um exemplo? O Peugeot 206, que revolucionou o segmento dos compactos, só aconteceu graças às inovações aplicadas à indústria automotiva naquela década. “Com novos moldes de injeção, foi possível inovar nas lanternas, por exemplo, que, até então só eram retangulares ou esféricas”, diz Edson Orikassa, vice-presidente da AEA. Vale lembrar que, naquele momento, os computadores já estavam mais evoluídos, bem como os programas de desenvolvimento. A internet, por sua vez, tinha se popularizado. Separamos os modelos que marcaram época e foram lançados em 1998. Alguns deles não chegaram ao Brasil, mas, em comum, todos marcaram romperam com o passado. Audi TT Conceito do TT surgiu em 1995, mas o modelo só ganhou vida três anos depoisDivulgação/AudiO esportivo foi apresentado como conceito, durante o Salão de Frankfurt, na Alemanha, em 1995. Mas a versão final só chegou às concessionárias europeias três anos depois. Apesar de utilizar a mesma plataforma PQ34 e motorizações de Audi A3 e Volkswagen Golf, o modelo se destacava pelo desenho completamente diferente – dentro e fora. Citroën Xsara Picasso Minivan impressionava pelas linhas e pelas soluções na cabineDivulgação/CitroënEm 1994, o conceito Xanae esteve no Salão de Paris, na França, e antecipou a minivan que apareceu com forma final em 1998. Mas as vendas só começaram no ano seguinte. O Xsara Picasso revolucionou o mercado não apenas pelo visual futurista (e polêmico): havia uma série de inovações, como porta-objetos no assoalho e bancos moduláveis. Daewoo Matiz Daewoo Matiz nasceu como substituto do Fiat 500, mas não foi aceito pelos italianosDaewoo/DivulgaçãoTudo começou em 1993, quando o estúdio Italdesign propôs uma nova geração para o Fiat 500. O projeto foi recusado pelos italianos e acabou nas mãos dos sul-coreanos. O modelo foi revolucionário porque deu origem a versões para sete diferentes marcas da General Motors – e inclusive foi copiado pela Chery QQ, que segue à venda até hoje. Fiat Multipla <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatEsse pode não ser a minivan mais bonita de todas – na verdade, pode ser considerado um dos carros mais feios já feitos. Mas isso não tira o mérito das inovações do Multipla. O Fiat até foi exposto no MoMA (Museu de Arte Moderna), em Nova York, em 1999. Quanto à praticidade, dava para levar até seis pessoas e reordenar a segunda fileira de bancos. Ford Focus 1998 – Ford Focus, ele mesmo, o modelo que se tornaria o mais vendido da marca mundialmenteDivulgação/FordO conceito GT90 antecipou em 1995 aquela que se tornaria a identidade da Ford para os próximos anos – e serviu de inspiração para o substituto do já envelhecido Escort. As linhas angulosas do Focus chamavam a atenção, tanto na carroceria com vincos nos para-lamas e janelas na coluna, como no painel com saídas de ventilação desniveladas. Peugeot 206 Lançado em 1998, o Peugeot 208 foi uma revolução para o segmento em todo o mundo<br /><a href="https://quatrorodas.abril.com.br/acervodigital/home.aspx?edica"></a&gt;Divulgação/PeugeotNos anos 1990, a Peugeot pensou que seria uma boa ideia abandonar o segmento de hatches compactos, deixando apenas os modelos 106 e 306 à venda. Não deu certo. Para correr atrás do prejuízo, os franceses pediram ajuda à Pininfarina, que respondeu com o 206. O resultado foram prêmios de desenho e a liderança de vendas na Europa. Smart Fortwo Surpreendente até hoje, o Fortwo já tem mais de 20 anosSmart/DivulgaçãoUm carro tão curto quanto o entre-eixos de um hatch, desenvolvido por uma marca de relógios e pensado para te motorização elétrica e híbrida (em 1993!)… esse é o Smart. Tudo bem que, da prancheta à vida real, o modelo cedeu aos combustíveis fósseis, mas o restante continuou de pé. Revolucionário, ele reinventou o conceito de carro urbano. Suzuki Jimny Linhas arredondadas contrastavam com o quadrado Samurai<span class="hidden">–</span>Arquivo/Quatro RodasA história do Jimny começou bem antes de 1998 – em 1970, para ser exato. E, antes do modelo que segue à venda até hoje no Brasil, ainda foi lançado o icônico jipe Samurai. E por que esse modelo foi revolucionário? Porque, pela primeira vez, o Jimny abriu mão das linhas quadradas que acompanharam a família por 28 anos em favor das curvas. Veja também NotíciasDez equipamentos que faziam sucesso nos carros do passado26 dez 2016 - 18h12 NotíciasDez novidades automotivas que vieram do passado7 jun 2017 - 14h06 Volkswagen New Beetle New Beetle reinventou o Fusca quando o clássico ainda estava à venda no MéxicoDivulgação/VolkswagenRecriar um produto com legião de fãs não é nada fácil, mas fica bem mais complicado quando é o Fusca – que, àquela altura, ainda estava a cinco anos da aposentadoria. Claro que o modelo clássico serviu apenas de inspiração para o novato, que tinha base e motorização de VW Golf. Ainda assim, marcou o auge dos veículos de estilo retrô. View the full article
  9. Versão GLI conseguiu ser a mais vendida do Jetta em agostoChristian Castanho/Quatro RodasUnir mecânica e o visual do Golf GTI na carroceria três-volumes do Jetta parece ter sido uma aposta certeira da Volkswagen. O Jetta GLI, único com motor 2.0 TSI de 230 cv e câmbio DSG de seis marchas já vende tanto quanto as demais versões do modelo, que usam o motor 1.4 TSI flex de 150 cv e câmbio automático convencional de seis marchas. As duas saídas de escapamento são exclusivas da versão esportiva do sedãChristian Castanho/Quatro RodasEm cinco meses nas lojas, o sedã médio esportivo mostrou que não é um carro de nicho. Além de manter as vendas em patamar próximo das demais versões, foi o Jetta mais vendido em agosto. Veja os números de vendas por versão, fornecidos pela consultoria JATO: Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro 1.4 TSI 23 14 24 58 21 16 Comfortline 1.4 TSI 362 424 327 367 390 274 R-Line 1.4 TSI 342 367 442 385 401 149 GLI 2.0TSI 2 278 283 401 279 246 O Jetta GLI não é barato. Custa a partir de R$ 144.990, ante os R$ 119.990 da versão R-Line e os R$ 109.990 do Comfortline. Mas é favorecido pelo legado da versão 2.0 TSI, que fez sucesso em sua geração anterior. Veja também TestesTeste: VW Jetta GLI é quase tão legal quanto Golf GTI, só que mais barato5 jun 2019 - 11h06 TestesComparativo: VW Jetta GLI chama o irmão Golf GTI para briga em família6 ago 2019 - 07h08 NotíciasVÍDEO: conheça o novo Volkswagen Jetta GLI em detalhes17 jul 2019 - 07h07 View the full article
  10. Linha de montagem do Fusca na AnchietaDivulgação/VolkswagenLogo ao assumir o posto de presidente da Volkswagen, numa operação ainda em ruínas após a II Guerra Mundial, Heinz Nordhoff avaliou o “tamanho do buraco” que ele teria de fechar. Aquilo tudo deveria ter sido demolido, mas o brilhante e insurreto Major Ivan Hirst, das forças de ocupação britânicas, não acatou as ordens e decidiu reconstruir aquela fábrica severamente destruída. Com isto, salvou a VW de ter terminado ali mesmo. Hirst sequer se preocupou muito com os custos, mas foi aí que Nordhoff voltou à baila: ele teria que batalhar para pagar as dívidas já acumuladas e, mais ainda, lutar para concluir a fábrica que estava longe de pronta. Não seria com as vendas na Alemanha, combalida por ter perdido uma guerra, que ele resolveria aquela pesada equação. Heinz Nordhoff, presidente responsável pela reconstrução da VW após a II Guerra MundialArquivo pessoal/InternetSolução? Expandir para o exterior, coisa que ele já tinha em seu cardápio de seus tempos de General Motors, aliás de sua filial alemã, a Opel. Nordhoff assumiu a fábrica de Wolfsburg no início de 1948, e logo começou a trabalhar obstinadamente. A equação foi exportar, mas em muitos países a situação era semelhante: as importações eram restritas pelos incentivos dos respectivos governos à produção local. Aí entrou a solução do CKD, que permitiu o início da montagem do popular Fusca em vários países. Em 1949, Nordhoff, acompanhado de Friedrich Wilhelm Schultz-Wenk, que futuramente se tornaria chefe das operações da VW no país, viajaram para Argentina e Brasil a fim de assuntar qual dos dois países seria melhor para a instalação de uma eventual nova fábrica na América do Sul. Quando voltaram à Alemanha, ambos já sabiam que a fábrica seria futuramente construída no Brasil. Um dos primeiros registros da chegada de veículos da VW ao BrasilAcervo/InternetNeste meio tempo surgiu a Brasmotor, que era o braço industrial da Sabrico, e que montava veículos em CKD, como caminhonetes Chrysler. Nordhoff e Cecil B. Thomas, presidente da divisão de exportações da Chrysler nos EUA, acabaram fechando um acordo pelo qual a Volkswagen iria completar a linha de veículos da Chrysler no Brasil. Logo, Fuscas A marca alemã colocou a Brasmotor na jogada, para que esta passasse a montar CKD’s do Fusca a partir de 1951. Em 1953, a Volkswagen se estabeleceu na Rua do Manifesto, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. O governo de Juscelino Kubitschek, com seus planos de incentivo para o estabelecimento de fábricas de veículos automotores no país, propiciou condições para o início da construção da Fábrica Anchieta da Volkswagen, no município de São Bernardo do Campo, pertencente à Grande São Paulo. Fábrica fica localizada no pé da rodovia AnchietaDivulgação/VolkswagenCuriosamente, tanto a fábrica da Brasmotor quanto a da Volkswagen ficavam próximas, separadas apenas pela Rodovia Anchieta. Daí o fato de o complexo sexagenário da Volkswagen ser comumente chamado de… “Fábrica Anchieta”. A escolha do local seguiu critérios de acessibilidade, que previam acesso por rodovia, por via fluvial (havia previsão dos Rio Pinheiros e Tietê serem navegáveis, e o acesso seria pela Billings) e por ferrovia (havia um plano de entrar com um ramal ferroviário na fábrica). De todos esses planos, o que vingou mesmo foi o acesso rodoviário que já existia. Enquanto Fusca e Kombi eram montados na Rua do Manifesto a partir de 1954, as obras em São Bernardo do Campo começaram em um ritmo alucinante. Não demorou muito para o primeiro prédio ficar pronto: é a atual Ala 2. A fachada do galpão na Rua do Manifesto, bairro do Ipiranga, em São PauloDivulgação/VolkswagenDe uma maneira muito bem bolada, naquela primeira área pronta da fábrica deu para acomodar uma mini-fábrica, onde foi dada continuidade à montagem dos carros em CKD. Ao mesmo tempo, já se preparava a fabricação do primeiro veículo Volkswagen considerado nacional pelas regras governamentais vigentes: foi a Kombi, cujo primeiro exemplar brasileiro deixou a linha de montagem em 2 de setembro de 1957. Aí vem a discussão sobre a idade correta da Fábrica Anchieta, visto que ela só viria a ser inaugurada oficialmente no dia 18 de novembro de 1959, com outras alas prontas e já produzindo dois veículos nacionais, a Kombi e o Fusca. O presidente Juscelino Kubitschek desfilou em um Fusca conversível na inauguração da fábrica, em novembro de 59Divulgação/VolkswagenCertamente foram restrições de agenda dos presidentes, do Brasil e da Volkswagen, que acabaram definindo a data da inauguração de uma fábrica que, na verdade, já estava funcionando a todo o vapor possível. Sua fachada de tijolos coloridos e seu projeto inicial remetem à casa matriz de Wolfsburg. Já naquela época o complexo abrigava milhares de funcionários e tinha um trabalho, digamos, analógico – fortemente manual. As paredes continuam a ser de tijolinhos, mas a fábrica em tempos atuais, já internamente modernizada com centenas de robôs, demonstra saúde muito maior do que, por exemplo, a vizinha Ford, recentemente fechada. A atual fachada da fábricaDivulgação/VolkswagenIsso mostra que todo o sangue, suor e lágrimas de várias gerações de funcionários valeram a pena. Para quem, como eu, acompanha esta fábrica há tantos anos, resta dizer, e com o orgulho de quem tem batalhado pela história desta empresa no Brasil: feliz aniversário de 60 anos, cara Fábrica Anchieta! E não esqueçamos que a “nossa” Fábrica Anchieta foi a primeira fábrica da Volkswagen construída fora da Alemanha, outro motivo para o brasileiro se orgulhar dela. Veja também NotíciasVolkspod: a incrível mini-moto com peças e charme do VW Fusca15 nov 2019 - 07h11 NotíciasEm 1989, VW Gol trocou cultuado motor AP pelo CHT; e mudou para pior8 nov 2019 - 07h11 NotíciasVW Golf GTE: mais econômico que um Up! TSI, mais caro que um Tiguan R-Line4 nov 2019 - 14h11 Sobre Alexander Gromow Alemão, brasileiro por opção (mas não naturalizado), engenheiro eletricista com mais de 30 anos de carreira, participou de grandes projetos como Itaipu Binacional. Ex-presidente do Fusca Clube do Brasil. Autor dos livros “Eu amo Fusca” e “Eu amo Fusca II”, além de artigos sobre o veículo mais popular e simpático do país publicados em boletins de clubes e na imprensa nacional e internacional. Mantém a coluna “Falando de Fusca & Afins”, no site AutoEntusiastas, e a coluna “Volkswagen World”, no site especializado em carros antigos Maxicar. Mantém o site Arte & Fusca. É ativista na preservação de veículos históricos, em particular do VW Fusca, de sua história e das histórias em torno destes carros. Participou ativamente na criação do Dia Nacional do Fusca e do Dia Municipal do Fusca no Município de São Paulo, e foi criador do Dia Mundial do Fusca – lançado em 1995 na cidade de Bad Camberg, Alemanha. É palestrante, tendo dado palestras sobre o Fusca e sua história em vários estados brasileiros e na Alemanha. Foi eleito “Antigomobilista do Ano de 2012” no concurso realizado pelo VI ABC Old Cars (esta foi a última eleição realizada até hoje). View the full article
  11. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasNós conseguimos! E foi graças a você, fã da QUATRO RODAS, que podemos dizer: temos 700 mil seguidores no Instagram e somos o maior perfil de jornalismo automotivo do Brasil. O que isso significa? Em números, cerca de 1,2 milhão de usuários alcançados e publicações vistas mais de 9,2 milhões de vezes. Isso todos os meses! É para você que criamos diariamente conteúdos especiais para as redes sociais e sempre procuramos novas formas de interação. E, por que não, recompensas? Para agradecer você, que está ao nosso lado, já sorteamos convites para ver de perto carros incríveis, acelerar motos que não chegaram às lojas e assistir a corridas. Continue apoiando nosso trabalho, divulgue nossas publicações e recomende QUATRO RODAS a todos seus amigos que, como nós, também é apaixonado por carros. Ainda não segue nosso perfil no Instagram? É fácil: basta procurar @quatro_rodas pelo aplicativo ou clicar aqui. E não esqueça: suas participação vale muito para nós. Vamos juntos chegar a 1 milhão? View this post on Instagram OBRIGADO | Já somos 700K no Instagram. E isso é graças a você, que, assim como toda a equipe da QUATRO RODAS, é apaixonado por carros! Comente e marque seus amigos! Quer saber mais? Acesse quatrorodas.com.br! (Foto: Arte / Quatro Rodas ) #quatrorodas #4rodas #qr #revistaquatrorodas #carros #automoveis #automotivo #cars #car #automotive #magazine #carmagazine A post shared by Quatro Rodas (@quatro_rodas) on Nov 18, 2019 at 11:50am PST View the full article
  12. FULLPOWER - Ele é um Mustang, mas não é muscle car. O novo Mustang Mach-E é um SUV elétrico com traços de cupê esportivo que marca a ... Ford apresenta seu novo SUV elétrico: um Mustang! View the full article
  13. Novo Q3 chegará em três versões ao mercado brasileiroDivulgação/AudiO novo Audi Q3 fez a primeira aparição no Brasil, mas o lançamento do SUV será apenas em fevereiro de 2020. Trazido da Alemanha – como quando chegar ao Brasil –, o modelo participou de um evento para colocar à prova as capacidades fora de estrada dos irmãos Q5 e Q8. Nova geração virá importada da AlemanhaDivulgação/AudiA empresa fez também uma exposição estática de E-Tron, que chega às lojas até maio de 2020, no Brasil. Os dois carros já podem ser adquiridos na campanha de pré-venda que começa hoje, segunda-feira (18/11). Q3 será oferecido em três versões, mas equipamentos não foram reveladosDivulgação/AudiO Q3 terá três versões de acabamento, sempre com motor 1.4 de 150 cv, com preços a partir de R$ 179.990. E-tron também será vendido no Brasil em 2020Julia Schäfer/AudiJá o E-Tron parte de R$ 459.990. No período de pré-venda, no caso de Q3, os primeiros clientes terão como benefício garantia de fábrica de 4 anos e supervalorização de usado na troca, até R$ 10.000 acima de que seria pago. SUV elétrico custará R$ 459.990 por aquiJulia Schäfer/AudiNo caso de E-Tron, são 4 anos de garantia para o carro; 8 anos para as baterias; 4 anos de revisões gratuitas; carregador doméstico e supervalorização de R$ 20.000 do usado. As reservas dos carros já podem ser feitas por meio do site oficial da marca no Brasil. View the full article
  14. Nova geração do Prisma atingiu os 100 km/h em pouco mais de 10 segundos em nosso testeFernando Pires e Fabio Gonzalez/Quatro RodasChegou ao fim um dos modelos de maior sucesso dos últimos anos no Brasil. O Prisma se despediu do catálogo da Chevrolet ocupando o segundo lugar no ranking de vendas de setembro e com a sensação de dever cumprido. Sedã chega quase 20 cm mais comprido que o antecessor, e 4,1 cm mais largoFernando Pires e Fabio Gonzalez/Quatro RodasO modelo passa o bastão para Joy Plus, na versão de entrada, e Onix Plus nas demais versões. A grande novidade é o motor 1.0 turbo, que chega para substituir (no Onix Plus) o antigo 1.4. Consumo do antigo Prisma LTZ é um pouco melhor na estrada, já as retomadas são melhores na nova geraçãoMarco de Bari/Quatro RodasSe o antigo Prisma já era considerado um dos mais conectados do segmento, pode-se dizer o mesmo do Onix Plus. O carro conta até mesmo com wi-fi à bordo em sua versão topo de linha. Comparamos o desempenho do antigo Prisma LTZ com o do novo Onix Plus Premier II em nossos testes. O resultado está na tabela abaixo: Veja também TestesComparativo: Chevrolet Onix Plus ou Hyundai HB20S? Veja qual entrega mais21 out 2019 - 07h10 NotíciasOnix e HB20 2019 ainda estão nas lojas. Confira descontos e desvalorização16 out 2019 - 07h10 NotíciasQUATRO RODAS de outubro: novos Hyundai HB20 e Chevrolet Onix lado a lado30 set 2019 - 15h09 Prisma LTZ Onix Plus Premier II Aceleração de 0 a 100 km/h 11,6 s 10,22 s Aceleração de 0 a 1.000 m 33,2 s 31,74 s Velocidade máxima (dados de fábrica) n/d 187 km/h Retomada de 40 a 80 km/h (em D) 7,2 s 4,57 s Retomada de 60 a 100 km/h (em D) 11,1 s 5,36 s Retomada de 80 a 120 km/h (em D) 16,9 s 6,68 s Frenagem de 60/80/120 km/h a 0 m 16,8/29,3/68,1 m 14,3/25,9/58,1 m Consumo urbano 11,7 km/l 12,8 km/l Consumo rodoviário 17,5 km/l 16,4 km/l View the full article
  15. Hyundai Creta Attitude ATDivulgação/HyundaiCriado para ser versão dedicada para vendas a PcDs, o Hyundai Creta Attitude 1.6 automático passou a ser vendido ao público normal. E isso fez as vendas do SUV compacto dispararem. De acordo com a Hyundai, isso começou em julho, como uma ação para o final da linha 19/19. A versão básica automática passou a ser vendida a clientes pessoa física e jurídica por por R$ 69.990 – sem isenção de IPI e ICMS, portanto. Até então, apenas o Creta Attitude 1.6 manual era vendido ao público comum. Custava R$ 78.990 na tabela da marca. O Creta automático mais barato era o Smart 1.6, de R$ 84.490. Não poderia ter outro resultado: as vendas do Attitude manual dispararam. Hyundai Creta Attitude para PcD traz rodas de aço com calotasDivulgação/HyundaiDe 2.203 unidades emplacadas em junho, a versão passou a 2.671 unidades em julho e 4.364 unidades em agosto – 65,7% das unidades em um mês que o Hyundai Creta bateu recorde de vendas, com 6.641 emplacamentos. Só que aí veio a linha 2020 do SUV e, para aproveitar o sucesso da versão, a Hyundai resolveu criar uma derivação da versão Attitude voltada a pessoas físicas. Ela custa oficialmente R$ 75.490, mas pode ser encontrada em algumas concessionárias com descontos de até R$ 3.000. O curioso é que, no site oficial da marca, ela continua a ser encontrada somente na área de vendas a pessoas com deficiência. O Creta Attitude para PcD, que segue oferecido a R$ 69.990, traz apenas piloto automático, direção elétrica, vidros elétricos, ajustes de altura e profundidade do volante, chave tipo canivete, computador de bordo, ar-condicionado e controles de estabilidade e tração. Já a versão adaptada a clientes comuns acrescenta rodas de liga leve de 16 polegadas mais equipamentos da versão Attitude 1.6 manual. A estratégia parece ter dado certo. Em setembro, os emplacamentos da versão somaram 2.526 unidades, sendo 928 do modelo 2019 e 1598 do 2020. Já em outubro, foram 3.114 carros – 58,5% de todos os Creta emplacados do mês. As informações são da consultoria Jato. Veja também EspecialEspecial PcD: 32 carros com versões específicas para comprar com isenção17 jun 2019 - 07h06 TestesTeste: Hyundai Creta 2020 mudou, mas só os entendedores entenderão26 ago 2019 - 07h08 EspecialEspecial PcD: o que os carros perdem para entrar no teto de R$ 70.00018 jun 2019 - 08h06 Por sinal, segunda versão mais vendida desde o lançamento da linha 2020 é a Prestige 2.0, a mais cara de todas: R$ 107.990. View the full article

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