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RobôAutoforum

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  1. Fiat Argo Seleção é baseado na versão Drive 1.0FiatNão é só a seleção brasileira que entre em capo nesta sexta-feira, 14, na estreia da Copa América 2019 contra a Bolívia. A data também marca a chegada do Fiat Argo Seleção às concessionárias, uma série limitada do hatch que aproveita o acordo de patrocínio entre a marca e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para homenagear o conjunto treinado por Tite. Hatch pode vir pintado de amarelo ou azul nesta sérieFiatO carro, na versão Drive 1.0, terá apenas 1.500 unidades disponíveis para venda. Quem quiser adquiri-lo vai desembolsar um total de R$56.680: o preço tabelado da versão, R$ 52.690, mais o adicional de R$ 3.990 pelo chamado “pack seleção”. Modelo traz elementos escurecidos ou em preto, como as calotas das rodasFiatAssim como a Volkswagen fez com o Gol Copa, de 1994, e com o Gol Seleção, de 2014, esta edição do Argo traz pintura exclusiva em amarelo Indianápolis, fazendo o alusão ao uniforme da seleção canarinho. Vale observar que a GM fugiu deste clichês ao apresentar seu Onix Seleção, em 2015, todo preto. Modelo traz faixas com cinco estrelas em alusão ao pentaFiatOpcionalmente, o comprador do Argo Seleção poderá escolher o tom de azul Portofino, em correlação ao segundo uniforme do time. Também há três opções mais clássicas de cores: branco, preto e cinza. Além da carroceria colorida, a série vem com central multimídia de nove polegadas, painel com acabamento escurecido, retrovisores externos, grade inferior do para-choque dianteiro na cor preto brilhante e calotas escurecidas. Painel também recebe um toque personalizado, além de central de nove polegadasFiatClaro que não poderiam faltar as referências ao pentacampeonato mundial, relembrado através das cinco estrelas desenhadas nas faixas aplicadas às laterais e na tampa do porta-malas. Veja também NotíciasFiat Toro ganha para-choque com aplique que simula um facelift6 jun 2019 - 17h06 NotíciasFiat desiste de fusão com Renault por indecisão do governo francês6 jun 2019 - 08h06 NotíciasFiat ressuscita motor turbo a álcool para peitar carros elétricos23 maio 2019 - 07h05 A série inclui, por fim, um seguro com cinco anos de cobertura pela Mopar, marca de pós-vendas do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), diferente da garantia padrão de três anos do Argo comum. View the full article
  2. Os simuladores de direção têm evoluído nos últimos anosQuatro RodasVai ficar mais fácil para aqueles que estão pensando em tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nos próximos tempos. O motivo? Duas decisões tomadas na última quinta-feira (13) pelo Governo. Após a reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciou a suspensão da obrigatoriedade do uso de simuladores e a diminuição da carga horária de aulas práticas de 25 para 20 horas. Segundo o ministro, as medidas foram aprovadas tendo em vista a redução da burocracia no processo de retirada da habilitação. Freitas ainda estimou uma redução de até 15% no valor cobrado nos centros de formação, ainda que as autoescolas não sejam obrigadas a repassar a economia. Os computadores simulam os diferentes cenários que o motorista pode enfrentarQuatro Rodas“Isso é importante para muito centro de formação de condutores que não possuíam o equipamento. Agora eles não vão precisar adquirir o equipamento ou fazer comodato e isso certamente terá um custo na carteira. As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso”, disse. Hoje, a média para tirar a carteira na categoria B (para carros), varia entre R$ 2.000 a R$ 3.000. Se realmente repassado o desconto previsto, os valores podem diminuir na ordem de R$ 300 a R$450. Os centros de formação têm o prazo de 90 dias para a implementação das novas regras. Os condutores que optarem pela utilização do simulador terão que cumprir 15 horas de aulas práticas e 5 horas no equipamento. Todos os outros seguem com a nova carga de 20 horas, no total, para aulas práticas. O ministro ainda reforçou que a suspensão da obrigatoriedade do equipamento não afeta a segurança e nem a formação do condutor: “O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar isso. Veja também NotíciasSimuladores hiper-realistas atraem pilotos profissionais em SP15 mar 2017 - 11h03 NotíciasBolsonaro está certo ao declarar guerra contra a “indústria da multa”?27 maio 2019 - 07h05 NotíciasAutoescolas de luxo oferecem Audi e BMW para alunos1 abr 2016 - 16h04 Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade”, disse Tarcísio. O ministro não comentou sobre o impacto na formação do condutor com o menor número de aulas práticas. View the full article
  3. FULLPOWER - As mulheres gostam muito de SUVs, mas será que aprovam o Volkswagen T-Cross? Para saber a opinião delas sobre o novo utilitário-esportivo, convidamos duas apreciadoras ... Volkswagen T-Cross: a opinião das mulheres sobre o SUV View the full article
  4. Cada vez mais pessoas estão procurando veículos voltados a PcDQuatro RodasA sigla PcD aparece cada vez mais nos anúncios de carro. Esse tipo de venda mais que triplicou nos últimos quatro anos. O maior conhecimento do consumidor foi um dos motivos, porém a maior abrangência do benefício também foi determinante. Só em 2018 foram 264.000 veículos, segundo dados da Abridef, entidade do setor – 13,5% de todos os carros vendidos no país. E no primeiro quadrimestre de 2019 os emplacamentos cresceram 30% sobre o mesmo período do ano passado. Parte do crescimento foi motivada depois que os contemplados pelos abatimentos não se restringiam a cadeirantes. A partir de 2013, a venda PcD foi estendida a outras pessoas com mobilidade reduzida e até familiares de dependentes com síndrome de down, autismo, deficiências e sequelas graves. “Isso abriu para que praticamente um em cada dois brasileiros tenha direito à compra com isenção. E vem fazendo as vendas aumentarem conforme a população vai tomando conhecimento do seu direito”, diz Rodrigo Rosso, presidente da Abridef. As marcas logo perceberam um filão para expandir as vendas. “A lista de enfermidades que dão direito à isenção é vasta e muitos que desconheciam seus direitos passaram a exercê-los”, diz Alonso Junior, gerente de vendas diretas da Nissan. Hoje, além de criarem versões de modelos mais caros para se enquadrar na faixa de isenção total, quase todas as fabricantes têm programas de vendas diretas para PcD. Não só com vendedores treinados como com assistência e orientação ao consumidor. “As concessionárias têm cartilhas com todas as etapas de compra e geralmente um despachante parceiro ou próprio para ajudar o consumidor”, explica Leonardo Paiva, gerente de vendas da Toyota. As próprias tendências de mercado ajudaram a ampliar esse leque. A popularização de câmbios automáticos e automatizados fez com que hatches e sedãs de entrada entrassem na onda. “O segmento PcD cresce em ritmo duas vezes maior que o do mercado, pelo fato de as pessoas terem mais ciência de seus direitos, pela maior oferta de modelos e pela democratização de tecnologias que facilitam a vida dos beneficiários”, explica o diretor de vendas diretas da GM, Marcelo Tezoto. Veja também NotíciasProjeto de Lei isenta PCD de IOF ao financiar a compra de um carro29 abr 2019 - 14h04 NotíciasHyundai volta a vender Creta PcD após suspensão de cinco meses22 jan 2019 - 16h01 NotíciasToyota Corolla XEi ganha desconto de mais de R$ 22 mil para cliente PcD11 fev 2019 - 17h02 A expectativa é de crescimento constante para os próximos anos – para 2019, as projeções apontam para evolução de 30% a 40%. Até porque as marcas também trabalham em descontos para carros acima dos R$ 70.000. Foi o que a Toyota fez com o Corolla, que há tempos extrapolou esse limite de preço. Para vendas PcD da versão XEi, além da isenção do IPI, a única a que tem direito por estar acima de R$ 70.000, a Toyota ainda dá desconto exclusivo de 12%, só para atrair o interesse desse público. View the full article
  5. Apenas o motor elétrico move o Prius em ré: e isso pode ser um problemaQuatro RodasO repórter Rodrigo Ribeiro e o editor-assistente Leonardo Felix aproveitaram um fim de semana prolongado para ir de São Paulo a Angra dos Reis (RJ). E foram com o Prius. No trajeto de ida, a dupla foi só elogios. “Pegamos muita chuva, inclusive com alguns trechos longos com espessas lâminas d’água. Mesmo assim, não levamos nenhum susto por perda de aderência. Se manteve sob total controle o tempo todo”, comenta Léo. O elogio é justo, mas pede uma observação: desgastados, os quatro pneus foram substituídos aos 50.000 km, durante a parada para a quinta revisão, feita na concessionária Tsusho, em São Paulo. Rodrigo, por sua vez, criticou os faróis do híbrido. “À noite, o alcance é reduzido. Tentei compensar a baixa eficiência acionando o farol alto nos momentos sem carros no sentido oposto. Não me lembrava dessa característica ruim do Prius”, diz. Ele tem razão. De fato, os faróis de led sempre acumularam elogios, não críticas. É provável que, ao aplicar o reparo de funilaria – por conta de um acidente de trânsito –, a concessionária Toyota tenha desabilitado (ou alterado) o sistema de ajuste automático de altura do facho dos faróis. Após ficarem em uma casa construída num nível bem abaixo do da rua, com uma rampa íngreme que levava à garagem, os jornalistas tomaram um susto quando tentaram sair de ré com o Prius. “Depois de subir alguns metros, ele parou e chegou a descer um pouco no final da manobra”, conta Rodrigo. A surpresa: a marcha à ré é propulsionada somente pelo motor elétrico e, numa ladeira tão íngreme, o carro não tinha forças para subir. Além disso, com o esforço toda a carga da bateria rapidamente foi eliminada. Com cuidado, o repórter desceu novamente até a base, esperou o motor a combustão aplicar um pouco de carga nas baterias e repetiu a tentativa. E novamente o Prius refugou. “De novo, subiu uns uns metros, parou e começou a descer”, disse. Como a ré funciona exclusivamente com o motor elétrico – desde que, claro, haja carga na bateria –, a saída foi manobrar o carro e, de frente, subir a ladeira impulsionado pelo motor a combustão. Por sorte, o espaço permitiu inverter o sentido do carro. Veja também NotíciasLonga Duração: como ar ligado e janelas abertas alteram consumo da frota12 jun 2019 - 07h06 NotíciasLonga Duração: Caoa Chery Tiggo 5X chega à frota para rodar 60.000 km10 jun 2019 - 15h06 Auto-serviçoCorreio Técnico: o consumo dos carros de Longa Duração é diferente?30 maio 2019 - 14h05 Toyota Prius – 55.047 km Consumo No mês: 15,6 km/l com 22,4% de rodagem na cidade Desde fev/18: 16,8 km/l com 31,5% de rodagem na cidade Combustível: gasolina, eletr. Gasto no mês Combustível: R$ 740 Ficha técnica Versão: 1.8 16V híbrido Motor: 4 cil., diant., transv., 1.798 cm3, 16V, 98 cv a 5.200 rpm, 14,5 mkgf a 3.600 rpm/ elétr., 72 cv, 16,6 mkgf/potência combinada, 123 cv Câmbio: aut., CVT Seguro R$ 6.941 Revisões Até 60.000 km: R$ 3.875 View the full article
  6. O novo se parece bastante com o antigo: robusto, forte e com estilo militarMercedes-BenzCom dobradiças aparentes e chassi de carruagem, o Mercedes G 63 mantém o espírito da Primeira Guerra, mas tem tudo para encantar sua criança interior A rodovia M1 é a espinha dorsal da Grã-Bretanha. Todos os dias cerca de 140.000 veículos trafegam por ela. Por isso, é vital para o bem da nação – e nossa sanidade – que seja mantida aberta e fluindo. Qualquer um com um mínimo de bom senso deveria perceber isso. Só que não. Porque um trecho de 21 km foi fechado por 12 noites. Trabalhadores que convertiam o acostamento numa quarta faixa precisariam remover algumas árvores, mas não pelos métodos tradicionais, porque o barulho das árvores caindo poderia acordar uma família de ratinhos silvestres que hibernava ali. Então, os trabalhadores foram forçados, andando na ponta dos pés, a estacionar os guindastes na pista, para que as árvores pudessem ser arrancadas com cuidado e em silêncio, antes de serem carregadas em caminhões que as aguardavam. Como é que é? Isso não ia acordar os bichinhos? O fato é que apenas 2% da Grã-Bretanha é pavimentada. E o resto é verde. O que significa que os ratinhos têm um monte de lugares para morar, e lamento, mas se uma dúzia deles tem de ser acordada para manter a espinha dorsal da Grã-Bretanha funcionando, então que seja. Mas vivemos em tempos estranhos, em que o motorista fica abaixo da salamandra e do morcego na ordem de prioridades. E certamente estamos muito abaixo dos pedestres. O instituto Health Watchdog anunciou que, quando estradas são construídas, quem está a pé deve ter prioridade em relação aos motoristas. A vice-presidente disse até que deseja que as estradas sejam tão atraentes que as pessoas se sintam incentivadas a largar o volante e caminhar. Sim, e talvez em vez de coletes salva-vidas, aviões deveriam ter paraquedas, para que passageiros que estejam sobrevoando uma bela paisagem do mundo possam saltar e fazer um passeio pelo lugar. Nossos gloriosos líderes estão até pensando em instalar rotatórias estilo holandês, para facilitar a vida da espécie no topo da hierarquia social – o ciclista. Há uma rotatória dupla onde eu moro, e em teoria ela não é complicada. Mas ela confunde qualquer um que a encontre. As pessoas ficam paradas ali por horas, catatônicas pelo espanto e confusão. A rotatória holandesa tem um anel externo para ciclistas. Você dá a preferência a eles e, quando não houver mais nenhum, um carro por vez pode cruzar para o anel interior, que funciona como uma rotatória normal. Não funciona. É muito confuso. Mas é o que nossos líderes desejam: que nós fiquemos confusos. Compravam por achar que ele era descolado. E era mesmo!Mercedes-BenzEles querem que fiquemos presos em um engarrafamento de 80 km causado por ratinhos dormindo. Eu sempre disse que se o automóvel tivesse sido inventado ontem, nenhum governo da Terra permitiria que a população em geral o usasse. Ele seria reservado para os militares e serviços de emergência. A ideia de que você, um contador, pudesse usar um para visitar seus avós no interior, seria risível. Mas como tivemos essa liberdade por mais de 100 anos, agora eles não podem simplesmente tirá-la. Então, estão incomodando tanto a vida do viajante independente que terminamos desistindo e tomando um dos seus ônibus. E é por isso que você não pode evitar sorrir quando descobre que a Mercedes acabou de lançar o seu G-Wagen, ou Mercedes-AMG G 63, como ele é chamado agora. O modelo antigo era, de fato, um caminhão militar. Projetado nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, era feito de carvão e latão e guarnecido com bordas afiadas e pontos onde você podia montar uma metralhadora Spandau. Mas, então, no final do século 20, alguém resolveu que, se fosse equipado com um motor movido a gasolina em vez de vapor e revestissem o interior com couro, ele poderia ser usado por civis. Apesar do seu preço ridiculamente alto, deu certo. Impulsionadas talvez pelo desejo de não ser mais um motorista de Range Rover, as pessoas compraram G-Wagens e andaram por aí neles, achando que estavam passando uma imagem descolada. E estavam. Mas, Deus do Céu, eles eram terríveis de dirigir. E apertados. E beberrões. E burros. O novo modelo tenta lidar com esses pontos fracos. E então, em vez de um sistema de direção feito de esperança, ele possui um conjunto de cremalheira e pinhão eletromecânico. E em vez de uma suspensão dianteira feita de pedaços de um navio de guerra alemão, ele traz braços sobrepostos. Mas continua tendo um chassi de longarinas. Como uma carruagem. Isso significa que, embora continue irrequieto enquanto você dirige, ele vai mesmo para onde você quer que vá. E como ele é maior do que suas versões anteriores, você não se sente mais esmagado lá dentro. Por fora ele é bem parecido com o modelo antigo: robusto, forte e com estilo militar. Você ainda tem dobradiças aparentes e portas que você tem de bater forte – bem forte – para que realmente fechem. Mas por dentro ele é totalmente diferente. Você tem telas com meio metro de largura e um sistema de iluminação que deixariam a boate Pacha, em Ibiza, com vergonha. Todo adolescente que viu e sentou no G-Wagen que eu estava testando queria um imediatamente. E minha criança interior de nove anos também. Eu gostei especialmente do motor, um V8 biturbo que desenvolve 585 cv e um torque de 86,7 mkgf, de romper os pulmões. Isso significa que você pode chegar a 100 km/h em 4,5 segundos, e isso é hilário. Mas não tão hilário quanto os escapamentos que saem pelas laterais do carro, não na traseira. Por quê? Ora, por que não? Você poderia imaginar que, como ele foi ajustado para a vida nas cidades, parte de sua capacidade off-road se perdeu. Talvez sim. Mas o carro continua tendo uma enorme distância livre em relação ao solo e descobri que, mesmo com pneus de estrada, ele lidou melhor com uma estradinha de terra até do que o Land Rover mais lameiro. Eu ainda escolheria ter um Range Rover. Ele tem mais dignidade. E não é tão caro. Mas eu adorei o G-Wagen, sobretudo porque simplesmente não há outro carro fabricado hoje em dia que enfrente tão firmemente a tempestade anticarros sem sentido que vem de todos os outros lugares. Este é um carro que genuinamente desafia ciclistas, ratos silvestres e vigilantes do governo. E só por isso eu desejo o melhor para ele. Clarksômetro Mercedes-AMG G 63 Motor: 3.982 cm3, V8, biturbo, gasolina, 585 cv a 6.000 rpm, 86,7 mkgf a 2.500 rpm Câmbio: automático, 9 marchas, 4×4 Peso: 2.560 kg Desempenho: 0 a 100 km/h em 4,5 s e velocidade máxima de 220 km/h Preço: 143.305 libras (R$ 717.000) Nota do Jeremy: 4 estrelas Jeremy Clarkson É jornalista, apresentador do programaThe Grand Tour e celebridade amada pelos fãs e odiada por algumas marcas View the full article
  7. Novo Cruze tardou, mas vai chegar ao Brasil ainda este anoChevroletO Chevrolet Cruze 2020, com frente reestilizada, enfim tem prazo definitivo para ser lançado no Brasil: será entre agosto e setembro deste ano. A renovação visual era esperada para o início deste ano, mas atrasos de homologação atrapalharam o cronograma. E, como o modelo é produzido na Argentina, onde comumente os carros do ano-modelo seguinte costumam ser lançados apenas no último quadrimestre do ano, teremos de esperar mais alguns meses. Na traseira as lanternas tiveram seus elementos internos redesenhadosChevroletMas o aguardo deve valer a pena, por que há outra boa notícia. Além do três-volumes, terceiro sedã médio mais vendido em nosso mercado atualmente, o hatchback Cruze Sport6, líder em seu segmento, também será atualizado. Ambos devem ser lançados em conjunto, ou com uma diferença muito pequena de tempo. O hatch também ganhou lanternas redesenhadasChevroletAs principais novidades se concentram na grade do radiador, maior e com a gravata dourada deslocada para a barra horizontal que separa a abertura, e na traseira, onde tanto o sedã como o hatch terão novas lanternas. A versão vendida nos Estados Unidos não teve nenhuma grande mudança cosmética no interior, mas agora pode receber o novo sistema multimídia capaz de criar uma rede Wi-Fi usando os dados de um chip 4G que acompanha o carro. Essa novidade em conectividade também deve chegar ao Brasil, tornando o Cruze o primeiro carro da GM com 4G a bordo. Antecipará, assim, uma tecnologia que estará presente também na nova geração do Onix. O motor 1.4 turboflex de 153 cv e o câmbio automático de seis marchas não serão modificados. Veja também NotíciasNovo Chevrolet Tracker estreia na China mais barato que o Onix Activ5 jun 2019 - 15h06 NotíciasChevrolet revela visual da versão mais barata do Onix Sedan turbo30 maio 2019 - 18h05 NotíciasChevrolet confirma início das vendas do Bolt em outubro por R$ 175 mil24 maio 2019 - 11h05 Segundo a GM, Cruze e Cruze Sport6 formarão dois dos 11 lançamentos programados para 2019. Os primeiros foram Camaro e Camaro conversível. Onix Sedan e Onix também estão na lista, assim como o elétrico Bolt. Também devem compor a lista Spin Premier e Equinox Midnight, novas versões de minivan e SUV médio, respectivmente. View the full article
  8. Atenção: o rack de teto não está incluído no pacote da rifaDivulgaçãoEste poderia ser um Volkswagen Fusca 1958 comum. Mas não é. Além da pintura cinza Nardo conhecida de carros da Audi — e vista também do recém-lançado Jetta GLi, rebatizada como cinza Puro —, este estiloso Fusquinha com teto solar foi convertido para ser movido a eletricidade. A conversão foi feita pela Zelectric, empresa sediada na Califórnia (Estados Unidos) e cuja especialidade é justamente transformar carros antigos em elétricos. Motor elétrico é montado junto à caixa de câmbioDivulgaçãoNo caso do Fusca, o propulsor a combustão foi eliminado do cofre traseiro e o motor elétrico, montado junto à caixa de câmbio original do pequeno sedã, tracionando as rodas traseiras. São 103 cv e 16,6 mkgf declarados, mais que o triplo dos índices de potência e torque gerados pelo motor 1200 usado originalmente pelo modelo. O conjunto de baterias vem montado no porta-malas dianteiro, logo atrás do estepe, e é fornecido pela… Tesla. A autonomia, de acordo com a empresa responsável pela conversão, fica na casa de 160 km. Baterias da Tesla ficam no porta-malas, logo atrás do estepeAinda segundo a Zelectric, cada conversão dessas tem um custo inicial nada módico de US$ 56.000, o equivalente a R$ 215.000. Mas este Fusquinha 58 poderá ser adquirido por muito menos que isso. Na verdade, ele está sendo rifado nos Estados Unidos com lotes de cupons que podem ser adquiridos a partir de US$ 10. Veículo traz até um estiloso teto solarDivulgaçãoO dinheiro arrecadado será doado à ONG Sociedade Planetária, criada nos anos 1980 pelos cientistas Carl Sagan, Bruce C. Murray e Louis Friedman. A organização tem como missão promover “avanços na exploração científica espacial”, a partir de quatro núcleos: exploração espacial robótica, exploração espacial humana, defesa planetária (em relação a cometas e asteróides) e… busca por vidas extraterrestres. Cabine é de um Fusca convencionalDivulgaçãoQualquer um pode participar, mesmo fora dos EUA. Para isso, basta entrar neste link e escolher o valor a ser doado, em pacotes entre US$ 10 e US$ 5.000, que dão direito a pacotes de 100 a 50.000 cupons. Mas corra, porque, a contar desta quinta-feira (13), restam apenas três dias para participar. O único problema, para nós brasileiros, será a burocracia para importar o Fusquinha. Veja também NotíciasOficina cria hot rods enferrujados de até R$ 100 mil com base de Fusca8 maio 2019 - 07h05 NotíciasO homem que guarda 14 VW vermelhos refrigerados a ar em sua garagem30 abr 2019 - 07h04 NotíciasHistória do Fusca nacional é tão confusa que até a VW se perde ao contá-la22 jan 2019 - 10h01 Você até poderá ir até os EUA buscá-lo e voltar dirigindo-o por mais de 17 mil quilômetros, mas fazer o trajeto todo sem ficar com a bateria descarregada pelo caminho será um desafio e tanto. Boa sorte! View the full article
  9. A imagem de baixa resolução antecipa o mudança visual completa do CapturInternetA Renault não é juiz nem promotor, mas segredos da marca francesa acabaram de vazar na internet. Mas, ao invés de conversas comprometedoras, o que foi divulgado é a primeira imagem do novo Captur. O modelo chega à sua segunda geração com um leque de novidades promissor. Segundo o site francês Auto Moto, o Captur ficará maior e terá as inéditas opções de híbrido recarregável na tomada (plug-in) e turbodiesel com híbrido parcial. A traseira ganhou linhas mais ousadas em relação ao modelo atualInternetO aumento das medidas (que devem chegar a 4,20 m de comprimento) foi possível pela adoção da plataforma modular CMF-B. O porta-malas também será ampliado e pode chegar a 536 litros, segundo o mesmo site. A dianteira bebeu da mesma fonte dos novos Clio e Mégane, com faróis de linhas incomuns e uma extensão na parte inferior. Tal solução também foi aplicada ao SUV-cupê Arkana. A traseira ficou menos conservadora, com lanternas bipartidas e afiladas na parte superior. Brasileiro e esticado O Captur brasileiro chegou com o visual reestilizado que foi aplicado no modelo europeu meses após seu lançamentoRenaultO Captur vendido por aqui chegou três anos após a estreia do irmão europeu, e possui identidade própria — que chegou a ser usada no facelift do SUV francês. Além de diferenças visuais, o utilitário fabricado em São José dos Pinhais (PR) usa a mesma plataforma B0 do Duster. O motivo é que essa arquitetura, derivada da usada em Logan e Sandero, é mais barata e permitiu que nosso Captur fosse maior. O novo Clio foi uma das referências para o CapturRenaultPor conta disso são remotas as possibilidades do modelo nacional adotar a mesma base modular do novo Captur europeu. O caminho natural é que a versão local ganhe em sua primeira reestilização (prevista para 2021) um design inspirado na versão europeia, porém mantendo a base Dacia. A versão híbrida plug-in também não deve atracar do lado de cá do Oceano. Mais provável é que o novo Captur brasileiro use o 1.3 turbo de 152 cv. O propulsor irá estrear no Brasil em 2020 no inédito Arkana. Vai ter desconto? O novo Zoe reestilizado adotou mudanças mais discretas no visualInternetRecém-lançado no Brasil, o Zoe também foi alvo de vazamentos, com imagens da versão reestilizada sem nenhuma camuflagem circulando nas redes sociais. Não há muitos detalhes sobre mudanças no conjunto mecânico, mas rumores indicam que a autonomia deverá chegar a 400 km e o modelo será adequado para sistema de recarga rápida de 100 kWh. Veja também Auto-serviçoAutodefesa: os zumbidos e trepidações na direção do Renault Captur21 maio 2019 - 07h05 NotíciasRenault vai compartilhar uso do elétrico Zoe no Brasil: 15 minutos, R$ 618 abr 2019 - 17h04 NotíciasRenault Arkana, SUV cupê que será nacional, enfim ganha forma definitiva23 maio 2019 - 17h05 Por ser importado, a estreia do novo Zoe por aqui deverá ocorrer poucos meses após a chegada do modelo europeu. O lançamento do elétrico na Europa está previsto para as próximas semanas. View the full article
  10. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasAnunciado às vésperas do Salão de São Paulo de 2018, o Territory é uma das grandes promessas da Ford para o Brasil no momento. Por poder colocar a Ford no horizonte de SUVs compactos mais caros, como Honda HR-V e Volkswagen T-Cross, e com os SUVs médios mais baratos, Jeep Compass e Hyundai New Tucson, colocou concessionários em êxtase. O novo Escape, SUV derivado do Focus, também é cotado, mas seria mais caro e sofisticado, apesar de ter o mesmo tamanho e entre-eixos, algo como o porte de Compass. O logotipo é da Ford, mas seu projeto é derivado do Yusheng S330Quatro RodasAlgum tempo após o evento, porém, veio a informação de que o SUV não chegaria antes de mudar. Fontes avisavam que não compensaria produzi-lo localmente (seja no Brasil, seja na Argentina) por não ter mais que dois anos. Surpreendentemente o Territory voltou aos planos. Descobrimos que a Ford irá importá-lo a partir do ano que vem e, diante dessa informação, voamos para a China para ter o primeiro contato com o SUV. Essa é uma excelente cartada que a Ford colocará na mesa, pois o novo SUV terá um baixo custo para ela. O modelo nada mais é do que uma cópia autorizada e melhorada do JMC Yusheng S330. Não conhece? Esse SUV compacto é produzido pela chinesa Jiangling Motors, uma das parceiras da Ford na China. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasPara lançar o Territory, a Ford pegou o Yusheng S330, colocou um novo painel com materiais emborrachados, pôs novos para-choques e pegou emprestado o nome de outro SUV que produziu até 2016 na Austrália – onde o Territory não será vendido por enquanto. O novo Territory atinge em cheio a classe média chinesa que, diga-se, tem perfil de consumo muito parecido com o da brasileira. Valoriza a tecnologia e mimos úteis, como o carregador de telefone por indução, a central multimídia de 10 polegadas sensível ao toque, os comando de voz para diversas funções e as quatro câmeras que formam uma visão 360 graus do carro na tela. Acha pouco? A lista ainda contempla piloto automático adaptativo, quadro de instrumentos digital, sistema de estacionamento automático, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, bancos dianteiros com ventilação quente e fria. Versões mais caras do Territory têm faróis full-ledQuatro RodasAssim como nós, os chineses também se preocupam com a aparência. Para agradá-los, a Ford não economizou leds nos faróis, luzes de direção, lanternas traseiras e detalhes no interior do veículo. O cromado também está por toda parte: nas duas ponteiras de escape, na régua que une as duas lanternas e na grade do tipo colmeia, além do interior, onde ele se mistura ao couro com costura branca e ao plástico piano black. Completam o visual as rodas aro 18 diamantadas e o teto solar panorâmico, tão adorado pelos entusiastas da classe média chinesa e brasileira. No Brasil, como na China, o motor será um 1.5 EcoBoost. Não confunda com o três-cilindros do Focus europeu (e, portanto, do Escape), da mesma família do 1.5 dos Ka e EcoSport brasileiros. O do Territory tem quatro cilindros e é baseado na família Orion, da Mitsubishi, lançada no final dos anos 70. SUV médio é 17 cm mais longo que o Jeep CompassQuatro RodasNeste caso, um 1.5 4G15 com turbo e injeção direta configurado para ciclo Miller (mais eficiente porque mantém as válvulas de admissão abertas na fase de compressão). Ele gera 145 cv, menos que os 163 cv do irmão chinês S330 – que funciona em ciclo Otto. Mas o câmbio automático CVT é comum aos dois. Dirigimos o Territory no conturbado trânsito de Guangzhou, a terceira maior área metropolitana da China. O motor sino-japonês se mostrou esperto para o trânsito urbano, sem aquela falta de fôlego inicial típica de motores turbo antigos. <span class="hidden">–</span>Ford A direção elétrica é comunicativa e direta, o que ajudou a deixar uma primeira boa impressão. Mas achar a melhor posição de dirigir não é fácil: apesar do ajuste em altura e profundidade (raridade em um carro chinês), a alavanca fica em posição incômoda, sob o volante, e exige força para ser movida. A suspensão é macia o suficiente para filtrar bem as irregularidades do asfalto chinês, mas se mostrou firme nas curvas. <span class="hidden">–</span>Ford Um dos recursos mais surpreendentes do Territory está justamente fora dele. Um aplicativo desenvolvido pela Ford que permite configurar o veículo pelo smartphone. Pode-se dar a partida no motor, abrir ou fechar as janelas e o teto solar, regular o ar-condicionado e até acionar o roteador Wi-Fi que equipa o SUV. Interior tem design moderno e há ajuste elétrico para os bancos dianteirosQuatro RodasPara os passageiros, a boa notícia é o espaço. Com 2,72 m de entre-eixos (9 cm maior que o de um Jeep Compass), o espaço no banco traseiro ficou bem generoso para as pernas, mesmo se for alguém com 1,80 m atrás do motorista, também de 1,80m, como eu. Há saída de ar traseira, mas sem ajuste de temperatura. Com 2,72 m, há espaço de sobra para as pernas no banco traseiroQuatro RodasNa China, o Territory é um produto estratégico para tentar elevar as vendas da Ford, hoje em queda. O SUV é um dos 50 modelos que a marca pretente lançar no país até 2025 na tentativa de recuperar mercado. Por lá, os preços variam entre R$ 62.000 e R$ 81.000 numa conversão simples. Pode soar barato, mas o irmão chinês custa o equivalente a R$ 29.000. Porta-malas oferece 420 litros de volumeQuatro RodasFontes ligadas à Ford afirmam que hoje a marca quer trazer da China a atual geração por dois anos, a partir do fim de 2020. Depois, em 2022, passaria a ser fabricado na Argentina já em nova geração. O preço ficará na mesma faixa do Jeep Compass Flex, hoje entre R$ 114.000 e R$ 147.000. Os passageiros podem estar conectados o tempo todo sem medo de ficar sem bateria. Há uma entrada USB de carregamento rápido para quem vai atrás, duas na frente e um carregador por indução no consoleQuatro RodasVeredicto O Territory é o exemplo de que a China pode fazer bons carros, mas cobra por isso. E é justamente do preço que dependerá seu sucesso no Brasil. Veja também NotíciasApós matar Fiesta e Focus, Ford cria série “100 Anos” para Ka e EcoSport12 jun 2019 - 12h06 NotíciasFord Territory ganha versão elétrica com visual diferente (e mais legal)11 jun 2019 - 18h06 NotíciasLonga Duração: o desmonte do Jeep Compass Longitude 4×4 diesel4 abr 2019 - 04h04 Ficha Técnica Preço: R$ 130.000 (estimado) Motor: gasolina, dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, turbo, injeção direta DOHC, 16V, 1.490 cm³, 11,4:1 145 cv a 5.200 rpm, 22,9 mkgf a entre 1.500 rpm e 4.000 rpm Câmbio: CVT, tração dianteira Suspensão: McPherson (dianteira) e multilink (traseira) Freios: disco ventilado (dianteira) e sólido (traseira) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 235/50 R18 Dimensões: comprimento, 458 cm; largura, 193,6 cm; altura, 167,4 cm; entre-eixos, 271,6 cm; peso, 1.610 kg; tanque, 52 l; porta-malas, 420 l View the full article
  11. O visual retilíneo do GLB contrasta com outros modelos da MercedesMercedes-BenzNão foi exatamente uma surpresa quando a Mercedes revelou a versão definitiva do GLB com visual idêntico ao conceito apresentado no Salão de Xangai. O SUV usa a mesma plataforma da nova linha Classe A e B, mas adota um porte muito maior (veja tabela ao final da matéria) para conseguir levar até sete pessoas — algo que nem mesmo o GLC consegue. As lanternas horizontais usadas em outros SUVs da Mercedes parecem destoar do resto do conjunto no GLBMercedes-BenzA Mercedes confirmou que o GLB chega ao Brasil no ano que vem, importado do México. Isso facilitará à marca posicionar o modelo entre o GLA nacional e o GLC, importado da Alemanha. O modelo tem entre-eixos de 2,83 mMercedes-BenzA expectativa é que o utilitário se posicione na faixa de R$ 250.000 a R$ 280.000, permitindo que suas versões iniciais sejam mais baratas que a Toyota SW4 SRX (R$ 263.790) e Diamond (R$ 274.790). O interior usa duas telas de LCD que variam de tamanho conforme a versãoMercedes-BenzApesar de, como o GLB, ter câmbio automático, sete lugares e tração 4×4, o SUV da Toyota não é um rival direto do Mercedes. Os concorrentes mais próximos do modelo mexicano são aqueles dotados de arquitetura monobloco, motor gasolina e construção mais refinada, como Land Rover Discovery Sport SE Flex (R$ 241.200). O controle sensível ao toque no console central foi ampliado para facilitar os comandos no sistema multimídiaMercedes-BenzO GLB terá diferentes opções de motores na Europa, mas por aqui são grandes as chances da marca manter o 2.0 turbo de quatro cilindros de 224 cv usado no novo Classe A 250. Só muda o câmbio, que continua automatizado de dupla embreagem, mas passa a ter oito marchas (contra sete no hatch). A marca ainda terá no futuro a versão apimentada 35 e a esportiva 45 AMGMercedes-BenzA tração integral sob demanda consegue enviar de 20% a 50% da força do motor para o eixo traseiro, dependendo do modo de condução escolhido, mas não é capaz de desacoplar o diferencial traseiro para poupar combustível, como ocorre na linha quattro Ultra da Audi. Como na maioria dos SUVs de sete lugares, a terceira fileira tem tamanho modestoMercedes-BenzO interior do GLB repete o conceito de painéis flutuantes já usados em outros Mercedes de última geração. O tamanho da tela central varia de acordo com a versão, mas o quadro de instrumentos sempre será eletrônico. Com os bancos extras rebatidos o porta-malas comporta 560 litrosMercedes-BenzA lista de equipamentos é ampla e inclui a mais nova versão dos sistemas de condução semi-autônoma da marca, que podem ajustar a velocidade conforme o limite da via e até frear gradualmente o veículo ao se aproximar de uma rotatória. O acesso à terceira fileira exige algum malabarismo de dois adultosMercedes-BenzPor aqui, entretanto, o GLB deverá ter um pacote mais “modesto”, mas ainda assim recheado. Espere itens como chave presencial, auxiliar de estacionamento, bancos de couro e teto solar panorâmico, além, claro, da assistente pessoal eletrônica que estreou no Classe A. Os faróis em leds podem ser adaptativos dependendo do pacote de opcionais e versãoEm outros países será possível escolher o GLB em versões com cinco ou sete lugares, mas esta última alternativa possivelmente será a única disponível no Brasil. Como a maioria dos modelos com três fileiras de assentos, os bancos extras do GLB oferecem espaço adequado apenas para crianças, mas que permite a adultos enfrentarem viagens curtas. Com os dois bancos adicionais rebatidos o porta-malas comporta 560 litros. É possível rebater até seis assentos para ampliar o espaço de carga do GLB. A previsão é que o novo SUV da Mercedes chegue ao Brasil no primeiro semestre de 2020. Antes dele virá o Classe A Sedan, que também é fabricado no México e será posicionado abaixo do Classe C nacional. Veja também NotíciasMercedes-Benz revela como será o carro mais seguro do mundo20 maio 2019 - 19h05 NotíciasCarros da Mercedes danificados em enchente têm preço de Onix em leilão13 maio 2019 - 14h05 NotíciasLand Rover Evoque e Discovery Sport têm novo motor 2.0 turbo flex29 nov 2018 - 14h11 Veja a diferença de porte entre os três SUVs iniciais da Mercedes-Benz: Modelo GLA* GLB GLC Comprimento (m) 4,42 4,64 4,66 Largura (m) 1,80 1,83 1,89 Altura (m) 1,52 1,66 1,64 Entre-eixos (m) 2,70 2,83 2,87 *Modelo defasado em relação ao Classe A atual View the full article
  12. Ana Luiza: cirurgia no joelho abriu espaço para comprar um PcDQuatro RodasA descoberta dos carros PcD com isenção de impostos é recente para boa parte das pessoas. E também surpreende muita gente – como em um passado não tão distante. A jornalista Ana Luiza Tamora, de São Paulo (SP), já tinha feito três cirurgias devido a uma condromalácia patelar (falta de cartilagem no joelho). Em 2011, porém, descobriu que tinha direito a adquirir um veículo zero-km com descontos. “Na época, me surpreendeu um pouco saber que minha doença se enquadrava como PcD. Mas como tive que operar o joelho três vezes, resolvi pedir a isenção”, lembra Ana Luiza, hoje com 56 anos e ainda proprietária da Nissan Livina automática comprada com isenção total. A ampla lista de patologias que podem levar a dificuldades de mobilidade e à consequente solicitação de abatimento de IPI e ICMS também popularizou não só o acesso como também a informação do benefício. O músico Juli Manzi, 43 anos, morador de São Paulo, sofre de sinovite de quadril. Recentemente, deu entrada em um Nissan Kicks Direct depois de se queixar do carro manual que tinha. “Eu não conseguia mais dirigir carro com câmbio manual e precisava comprar um automático. Um dia comentei com um amigo e ele me alertou que eu tinha direito à isenção. Aí fui pesquisar e dei entrada no processo”, conta. Kicks S DirectQuatro RodasCuriosamente, o carro automático ou automatizado, por si só, é considerado uma adaptação. Ou seja: pessoas que tenham alguma patologia que limite o ato de dirigir, inclusive o esforço de pisar no pedal de embreagem, podem solicitar a CNH especial e, posteriormente, os descontos das alíquotas. “A CNH especial obriga você a dirigir um veículo com algum tipo de adaptação. A legislação considera o câmbio automático ou automatizado como uma adaptação”, explica Itamar Tavares, da Lyon Despachante, empresa especializada em isenções para PcD. Hoje, quase 70 doenças aparecem como passíveis para a pessoa solicitar isenção de IPI e IPVA na compra de um carro zero-km até R$ 70.000. Muitos fabricantes até relacionam enfermidades que dariam direito aos descontos, apesar de essa lista às vezes variar de uma marca para outra. Algumas deficiências demanda o pedido de uma CNH especial DivulgaçãoUma lesão por esforço repetitivo, a famosa LER, garantiu, por exemplo, a isenção total ao administrador de empresas André, de 42 anos, que pediu para não revelar o sobrenome. Ele comprou recentemente um Citroën C4 Cactus Business com as isenções. “Fiz todos os trâmites legais e recebi o laudo atestando a minha dificuldade de fazer movimentos repetitivos, como o de pisar na embreagem”, alega o morador de Belo Horizonte. “Não é a doença que dá a isenção. É a dificuldade de locomoção ou a mobilidade reduzida causadas por algumas doenças. Existe um abuso nisso que deve, sim, ser contido”, reconhece Rodrigo Rosso, presidente da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef). O próprio governo federal já faz movimentos para rever esse segmento e os processos. Em janeiro, foi publicada a MP 871, que promete fazer análises rigorosas dos benefícios com indícios de irregularidades e também a revisão das isenções já concedidas. “A Abridef, Anfavea [fabricantes] e Fenabrave [distribuidores] estão trabalhando junto ao governo para apresentar uma solução para a questão da fraude. A gente não pode tirar de quem precisa, em função de meia dúzia de espertinhos que fraudam”, avisa Rosso. Objetivo primevo da isenção é permitir que o dinheiro economizado seja usado para adaptar o carroQuatro RodasContra o teto baixo A revisão do limite de R$ 70.000 para ter isenção de IPI e ICMS na compra do carro PcD é outra bandeira da Abridef. O limite é considerado muito baixo pela entidade e, em especial, pelos clientes. A aposentada Eliniete Gomes, 63 anos, de Fortaleza (CE), está no quarto veículo PcD. Ela teve câncer de mama e, desde 2010, compra carros com isenção. Teve dois Toyota Corolla até o sedã ultrapassar o teto. Foi para um Jeep Renegade e agora optou pelo VW Fox. “Esse limite dá muito pouca opção. Eu mesma preferia o Corolla, mas ele saiu do programa.” Corolla GLi Tecido: sedã ficou caro demais e inviável para se encaixar no teto de R$ 70.000ToyotaO arquiteto Alexandre Silveira, do Rio de Janeiro (RJ), abriu mão do desconto do ICMS, mas usou o do IPI. Com escoliose acentuada, ele preferiu pegar um Jeep Compass diesel, que custou bem além dos R$ 70.000. “Foi um bom negócio, pois precisava de um carro maior e o IPI do diesel é até mais alto”, explica. O limite de R$ 70.000 e o prazo de quatro anos para a revenda do carro são as armas dos governos estaduais e federal para não perder em arrecadação. Só para 2019, as isenções de IPI para PcD devem somar R$ 376,5 milhões, segundo cálculos da União. “Estamos trabalhando muito para atualizar o valor pelos índices de inflação de 2009 até hoje, mas encontramos muita resistência do governo. Tenho fé que isso seja atualizado em breve”, adianta Rodrigo Rosso, da Abridef. Veja também NotíciasProjeto de Lei isenta PCD de IOF ao financiar a compra de um carro29 abr 2019 - 14h04 NotíciasCarro para PcD: prazo para revenda sobe de dois para quatro anos27 jul 2018 - 10h07 NotíciasVersões para PCD perdem equipamentos banais para manter o preço3 jul 2018 - 17h07 Principais limitações que dão direito à isenção Sofre de tendinite, retirou a mama, tem tuberculose? Então você pode ter seu carro PcD: • Aids • Amputações • Artrite • Artrose • Autismo • AVC e AVE (acidente vascular encefálico) • Bursite e tendinite graves • Câncer (alguns tipos) • Cegueira • Deficiência mental (severa ou profunda) • Deficiência visual • Deformidades congênitas ou adquiridas • Doença de Parkinson • Doença renal, do fígado ou coração • Doenças neurológicas • Encurtamento de membros e más formações • Esclerose múltipla • Escoliose acentuada • Hanseníase • Hérnia de disco • LER (lesão por esforço repetitivo, como tendinite) • Linfomas • Mastectomia (remoção da mama) • Nanismo • Neoplasia maligna • Neuropatias diabéticas • Paralisias (cerebral ou irreversível e incapacitante) • Paraplegia e tetraplegia • Poliomielite • Ponte de safena (com sequelas ou limitações) • Problemas graves na coluna • Tuberculose ativa • Uso de próteses View the full article
  13. FULLPOWER - Para celebrar os cem anos de atuação da marca no Brasil, a Ford anunciou nesta semana a série especial 100 Anos para o Ka e ... Ford lança série especial 100 Anos para Ka e EcoSport View the full article
  14. Novo 208 já está em testes de homologação no BrasilQuatro RodasJá apresentada na Europa, a nova geração do Peugeot 208 começou a aparecer no Brasil, pelo menos na forma de protótipos para testes de durabilidade e homologação. O leitor Alexandre Bentes flagrou duas unidades com nível intermediário de camuflagem rodando nos arredores da Rodovia Presidente Dutra, na altura do município de Resende (RJ). Ali, bem pertinho, está Porto Real, também no estado do Rio, onde o grupo PSA possui sua fábrica brasileira. Segunda geração do 208 deve chegar ao mercado em 2021Quatro RodasMas não se anime muito, porque o novo 208 não deve ser produzido localmente. Conforme QUATRO RODAS revelou no início deste ano, a manufatura ocorrerá em El Palomar (Argentina), junto com a segunda geração do SUV 2008. A previsão é que a linha da atual geração do compacto premium em solo fluminense seja encerrada no fim de 2020. Só que antes disso o novíssimo 208 já começará a ser feito na Argentina, ganhando nossas ruas em meados do ano que vem. 208 ficará mais esportivo na nova geraçãoInternetA plataforma do novo 2008 será a CMP, matriz modular desenvolvida em parceria com a chinesa Dongfeng, uma das acionistas da PSA. O motor três-cilindros 1.2 da família PureTech de 90 cv certamente estará na gama de versões. Resta saber se o quatro-cilindros 1.6 de 118 cv da família EC5 será mantido ou se a Peugeot resolverá apostar numa derivação turbo do propulsor de 1,2 litro. O 1.6 THP de 173 cv pode voltar a pintar numa continuação da atual – e não muito bem-sucedida – versão GT. Câmbios serão manual de cinco ou automático de seis marchas. Veja também NotíciasEste é o novo Opel Corsa, agora com plataforma do Peugeot 20822 maio 2019 - 19h05 NotíciasPeugeot 3008 de entrada tem nova frente para receber faróis mais simples14 maio 2019 - 07h05 TestesTeste: Peugeot 2008 muda para se parecer com SUVs mais caros da marca13 maio 2019 - 11h05 Com a saída de 208 e 2008 de Porto Real, a linha ficará livre para produção de uma nova família de compactos de baixo custo, chamada Smart Car, que será posicionada como opções de entrada da gama de Peugeot e Citroën no Brasil. Ela será formada por hatch, sedã e SUV. View the full article
  15. O projeto de “Uber voador” da EmbraerDivulgaçãoParece que não faz muito tempo que carros voadores só existiam nos livros e filmes de ficção científica. Mas os anos passaram e a fantasia está prestes a virar realidade. O modelo de “carro voador” foi apresentado pela EmbraerX, uma subsidiária da Embraer para negócios disruptivos, no Uber Elevate Summit 2019, evento americano sobre soluções para o futuro do transporte compartilhado. Projeto da companhia brasileira em parceria com a Uber, o protótipo é uma espécie de drone misturado com helicóptero e SUV. Segundo os donos, a experiência do usuário e a “paz” do passageiro são o foco. Primeiros testes devem começar em 2020DivulgaçãoTrazer à realidade o sistema de caronas aéreo e tornar o serviço acessível para todos também faz parte dos principais objetivos das desenvolvedoras. “Como um acelerador de mercado comprometido em desenvolver soluções para transformar as experiências da vida, combinamos o pensamento de design centrado no ser humano”, afirmou Antonio Campello, presidente da EmbraerX. Conhecido como eVTOL (sigla em inglês para veículo elétrico de decolagem e aterrissagem vertical), o “SUV voador” reúne uma série de tecnologias que permite alta confiabilidade, custos operacionais reduzidos e baixa produção de ruídos. Cabine é inspirada num SUVDivulgação “A equipe da Embraer se concentrou na experiência do cliente, utilizando sistemas redundantes incorporados para alcançar a segurança ideal e também baixo ruído com um sistema de oito rotores que permitem a elevação por extensão”, disse Mark Moore, diretor de Engenharia de Aviação da Uber. “Nossa equipe aguarda com expectativa a colaboração contínua para obter um veículo de passeio aéreo tranquilo, verde e seguro”, acrescentou. Para os ansiosos de plantão: ainda não há um cronograma público para apresentação da aeronave, mas, segundo a Uber, haverá testes com os veículos já em 2020. Veja também NotíciasBMW e Mercedes-Benz se unem em batalha de US$ 1 bilhão contra Uber e Waze22 fev 2019 - 17h02 NotíciasVolkswagen lança serviço de carona para desbancar Uber5 dez 2016 - 18h12 NotíciasNovo aplicativo funciona como um Uber para chamar guinchos24 mar 2017 - 11h03 No ano que vem, quem estiver em Melbourne, Austrália ou em Dallas e Los Angeles, Estados Unidos, pode se assustar ao avistar um destes “carros voadores”. São Paulo, a cidade com mais viagens de Uber, fica fora da rodada de testes por enquanto. View the full article

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