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RobôAutoforum

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    Marcelo S. Motitsuki

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  1. Linha 2020 do Grand Siena ganha duas novas coresFiatConhece essa figura aqui? Isso mesmo, o Fiat Grand Siena segue firme e forte no mercado brasileiro, mesmo sete anos após a chegada da atual geração, derivada do já extinto Palio 2. Mesmo veterano, o sedã vem se moldando para sobreviver aos novos tempos. Na linha 2020, por exemplo, ganhou atualizações que tentam deixá-lo mais alinhado à atual identidade visual imposta a outros modelos da marca. Principal modificação é o novo logo “Fiat” na traseira do sedãFiatA principal novidade está na tampa traseira: ali o veículo irá carregar o novo emblema da Fiat, assim como Cronos, Argo, Toro e outros modelos da fabricante italiana. O contorno cromado da grade frontal foi trocado por uma moldura em preto. Os faróis de neblina terão novas molduras. As calotas possuem novo desenho, e as rodas aro 15 podem vir opcionalmente em liga leve. O sedã também passa a sair de fábrica com máscara negra nos faróis dianteiros e lanternas traseiras, e também com novas opções de cores: vermelho Montecarlo (sólida) e cinza Silverstone (metálica). Estas se juntam à paleta que já conta com tons preto, branco (sólidos) e prata (metálico). Grade terá contorno preto assim como a moldura dos faróis de neblinaFiatA nova linha mantém a versão de acabamento e a motorização já conhecidas do Grand Siena: Attractive 1.0 (75 cv) e Attractive 1.4 (88 cv), ambas equipadas sempre com câmbio manual. Em troca da perfumaria e do novo emblema, as duas versões do Grand Siena ficaram R$ 500 e R$ 1.000, respectivamente, mais caras do que na linha 2019: R$ 50.490 e R$ 55.990. De série, o sedã sai de fábrica com itens como: direção hidráulica, porta-malas de 520 litros (com iluminação) e auxílio para o condutor na hora de trocar de faixas. Design das calotas é outra novidade. O comprador ainda pode optar pelas rodas de liga leve de 15 polegadasFiatCaso o comprador queira mais alguns opcionais, a Fiat continua a disponibilizar os pacotes Creative 1 (R$ 1.900) e Creative 2 (R$ 2.500), tanto para os motores 1.0 quanto para os 1.4. O primeiro inclui: vidros elétricos traseiros com um-toque e antiesmagamento; retrovisor externo direito elétrico com tilt down; banco do motorista com regulagem de altura; a porta-óculos; alças de segurança no teto; apoia-pé para o motorista; volante com regulagem de altura; maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo; friso cromado na tampa do porta-malas; luz de leitura traseira. Já o segundo acrescenta: sensores de estacionamento traseiros; rádio com CD, MP3, entrada USB, viva-voz, Bluetooth e comandos multifuncionais no volante. Veja também NotíciasFiat Grand Siena passa a vir preparado para kit GNV por R$ 54.99030 abr 2019 - 17h04 TestesTeste: esportivado, Fiat Cronos HGT marca a morte da versão 1.8 manual6 ago 2019 - 17h08 NotíciasFlagra: Fiat já compara sua nova picape compacta com a VW Saveiro31 jul 2019 - 09h07 A configuração com motor 1.4 continua podendo vir preparada para receber kit GNV, opcional de R$ 690. View the full article
  2. Renault Kwid EV deve manter design fiel ao modelo a combustãoDivulgaçãoAntecipado pelo conceito K-ZE, apresentado pela primeira vez no Salão de Paris do ano passado, o Renault Kwid elétrico já tem o design da versão de produção definido. E o melhor: ele já está registrado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). O desenho é idêntico ao da patente registrada na Índia e na China no início deste ano. Ele revela um Kwid com poucas mudanças na comparação com a versão a combustão vendida hoje no Brasil, ao mesmo tempo que é bem diferente do K-ZE. Versão elétrica tem lanternas de led e para-choque exclusivos na traseiraReproduçãoA adoção do motor elétrico e do conjunto de baterias é percebido pela grade fechada, pelos faróis, aparentemente, de leds e pelos para-choques estilizados com tomadas e saídas de ar falsas. A traseira ainda recebe lanternas de leds exclusiva. O Renault Kwid nasceu na Índia, mas sua versão elétrica tem origem mais oriental. O Renault Kwid EV é um projeto desenvolvido em cooperação com a chinesa Dongfeng, com quem a Renault mantém a joint-venture eGT New Energy Automotive, estabelecida no ano passado. Por conta das baterias, altura livre do solo da versão elétrica pode ser até 4 cm menorReproduçãoPor isso, o Kwid elétrico será fabricado dentro das instalações da Dongfeng em Shiyan, na China, cuja capacidade supera os 1.200.000 carros por ano. Quase não há informações técnicas sobre a nova versão. O conceito K-ZE, porém, tinha bateria com capacidade suficiente para percorrer até 250 km por carga, pelo ciclo NEDC (um dos mais otimistas). Em carga rápida, levaria apenas cinquenta minutos para carregar de 0% a 80%. Em carga lenta, quatro horas para carregar até 100%, e ainda seria compatível com tomadas domésticas 220V. Desenho do Kwid EV revela os faróis de ledsReproduçãoO Renault Kwid EV representa o esforço da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi para oferecer um veículo elétrico de baixo custo (na comparação com o Nissan Leaf e com o Fluence EV) no mercado chinês. Veja também TestesRenault Kwid, Chery QQ e Fiat Mobi: comparamos os mais baratos do Brasil31 maio 2019 - 12h05 NotíciasRenault Triber: minivan do Kwid tem sete lugares e é menor que um Sandero19 jun 2019 - 10h06 NotíciasRenault Kwid elétrico chinês é muito mais inteligente e legal que o nosso16 abr 2019 - 18h04 No passado a fabricante chegou a insinuar que poderia exportar o Kwid elétrico para mercados como Índia, Brasil e Oriente Médio, caso faça sucesso na China. View the full article
  3. FULLPOWER - A contagem regressiva está aqui neste hotsite oficial da Toyota e aponta para as 18h do dia 3 de setembro o lançamento da nova geração ... Hotsite revela data de lançamento do novo Corolla View the full article
  4. A Ranger acaba de estrear cheia de novidades para desafiar Hilux, Amarok, Frontier, L200 e S10Quatro RodasAs picapes médias topo de linha têm se aproximado cada vez mais do conceito de carros de passeio do que um veículo comercial. Tanto que os diferenciais dos últimos lançamentos têm se concentrado nos itens de conforto, que vão do novo sistema multimídia da Hilux à frenagem autônoma de emergência da Ranger, passando pela simples, mas prática, tampa da caçamba com fechamento elétrico da L200. As novidades das seis picapes médias atualmente à venda no Brasil são pontuais, mas a concorrência delas é tão acirrada que mesmo a menor das mudanças pode impactar no resultado. E já adiantamos: as atualizações de três das seis picapes convocadas para esse comparativo influenciaram até na campeã. Reunimos Amarok V6 Highline, Frontier LE, Hilux SRX, L200 HPE-S, Ranger Limited e S10 Highcountry, todas diesel e 4×4, e revelamos quais as melhores opções para você. 6° Mitsubishi L200 Triton Sport HPE-S – R$ 188.990 O adesivo na lateral é uma das poucas diferenças da linha 2020 da L200Quatro RodasA L200 HPE-S é a única do comparativo com tração 4×4 e bloqueio mecânico do diferencial central e traseiro — atributo para andar bem na terra. Mas a Mitsubishi também tem virtudes para a vida urbana, com o menor diâmetro de giro do segmento (o que facilita manobras) e a nova tampa de caçamba com trava elétrica e controle na chave. Mas a modernidade não chegou ao interior, que destoa da concorrência com iluminação vermelha e quadro de instrumentos com um simples LCD monocromático no meio. O painel teve poucas mudanças e usa um LCD monocromático no quadro de instrumentosQuatro RodasPor outro lado, a L200 entrega conforto de sobra, com ótimo isolamento acústico e o melhor banco traseiro, com encosto inclinado e bom espaço para as pernas. A suspensão macia também ajuda neste quesito — mas atrapalha nos outros. O conjunto é tão mole que não impede que o pneu traseiro fique no ar em uma mudança brusca de direção seguida por frenagem. A tampa da caçamba finalmente passou a adotar travamento, elétrico ou por chaveQuatro RodasUma situação crítica, claro, mas que todas as outras picapes cumpriram com mais eficácia. Apuro mais constante será manter a L200 no dia a dia: além de ter o pior consumo, seu seguro é elevado e ela possui o maior valor para revisões deste comparativo. Para piorar, ela adotará dentro de um ano o visual da Pajero Sport, como antecipamos na edição de janeiro. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,8 s 0 a 1.000 m: 33,8 s – 149,5 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 5,3 s D 60 a 100 km/h: 7,3 s D 80 a 120 km/h: 12,1 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 16,1/29,3/65,1 m Consumo Urbano: 8,3 km/l Rodoviário: 10,4 km/l Custos Seguro – R$ 5.702 Revisões até 60.000 km – R$ 7.406 Peças – R$ 15.535 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 188.990 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.442 cm3, 16V, 86,0 x 105,1 mm, 15,5:1, 190 cv a 3.500 rpm, 43,9 mkgf a 2.500 rpm Câmbio: aut., 5 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial traseiro e central Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 11,8 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/65 R17 Dimensões: comp., 528 cm; largura, 182 cm; altura, 179,5 cm; entre-eixos, 300 cm; altura livre do solo, 22 cm; peso, 1.950 kg; tanque, 75 l; caçamba, 1.046 l; capacidade de carga, 1.000 kg 5° Toyota Hilux SRX – R$ 205.590 Caçamba é travada só pela chave; rodas aro 18 têm visual chamativoQuatro RodasA estabilidade da Hilux já foi motivo de piada na internet, mas a vida real é bem mais monótona. Mesmo que ela assuste em mudanças bruscas de direção, seu ESP ainda consegue lidar com abusos melhor do que a L200. Mas estável mesmo é seu desempenho em vendas, capaz de mantê-la na liderança há três anos. O anacrônico relógio digital no painel segue firme, ao contrário do multimídia, trocado na linha 2020Quatro RodasA lista de equipamentos ajuda a entender isso: sete airbags de série em todas as versões, sistema multimídia renovado na linha 2020 (a unidade fotografada, gentilmente cedida pela Maggi Motors, era modelo 2019 e não tinha o equipamento) e atenção especial aos ocupantes. A primeira picape média a adotar uma proposta urbana e confortável mostra que ainda conhece o mercado com itens como dois pequenos ganchos para sacolas atrás dos encostos dianteiros, essenciais para um veículo sem porta-malas. Mas a boa reputação não ajuda os 177 cv do 2.8 turbodiesel, que foi responsável pelos piores números de desempenho do comparativo, ainda que o câmbio de seis marchas se esforce para compensar a letargia. O gasto com combustível não será tão elevado, ao contrário do valor necessário para fazer as seis primeiras revisões e pagar por pequenos danos: só o farol esquerdo custa mais de R$ 9.200. E ela é, pelo menos, R$ 10.000 mais cara que as rivais. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 13,7 s 0 a 1.000 m: 34,9 s – 148 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 5,8 s D 60 a 100 km/h: 7,9 s D 80 a 120 km/h: 10,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,9/28,9/68,3 m Consumo Urbano: 9,6 km/l Rodoviário: 11,8 km/l Custos Seguro – R$ 4.633 Revisões até 60.000 km – R$ 6.954 Peças – R$ 14.680 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 205.590 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.755 cm3, 16V, 92,0 x 103,6 mm, 15,6:1, 177 cv a 3.400 rpm, 45,9 mkgf a 1.600 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 12,8 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 531,5 cm; largura, 185,5 cm; altura, 181,5 cm; entre-eixos, 308,5 cm; altura livre do solo, 28,6 cm; peso, 2.090 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.000 l; capacidade de carga, 1.000 kg 4° Nissan Frontier LE – R$ 194.790 Alças na coluna B facilitam o embarque de quem vai atrásQuatro RodasSe considerarmos o pedigree, a Frontier seria a mais nobre deste comparativo. Só ela deu origem a dois outros modelos, incluindo uma versão feita pela Mercedes-Benz. A picape japonesa importada da Argentina pode não ter o status da Classe X, mas ao menos seu futuro no Brasil não é incerto como o da irmã alemã. E seu pacote de equipamentos está longe de decepcionar. Na versão de topo, LE, há faróis de leds, sistema de câmera com visão de 360° e até teto solar elétrico em uma cabine bem acabada e espaçosa. Câmeras nos retrovisores e sob o logotipo projetam uma imagem de baixa resolução no (confuso) sistema multimídia. A maior parte do painel é emborrachadaQuatro RodasMas lotar um veículo de equipamentos não resulta necessariamente em praticidade para o consumidor. As quatro câmeras, por exemplo, têm resolução baixa e ajudam menos em manobras apertadas do que sensor de estacionamento dianteiro, ausente na Nissan. E mesmo a exclusividade do teto solar cobra seu preço, reduzindo consideravelmente o espaço para a cabeça dos ocupantes, sobretudo os traseiros. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA dinâmica está em um bom meio-termo entre o conforto e a capacidade de acompanhar carros menores em curvas sem sustos. O desempenho adequado contrasta com o ruído elevado, sobretudo a 120 km/h. Com custo de propriedade baixo, o maior problema da Nissan é ter três rivais ainda melhores do que ela. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,4 s 0 a 1.000 m: 33 s – 159,5 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,9 s D 60 a 100 km/h: 6,3 s D 80 a 120 km/h: 8,7 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 16,2/30,5/71,8 m Consumo Urbano: 9,0 km/l Rodoviário: 11,7 km/l Custos Seguro – R$ 4.937 Revisões até 60.000 km – R$ 5.634 Peças – R$ 8.132 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 194.790 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.298 cm3, 16V, 85,0 x 101,3 mm, 15,4:1, 190 cv a 3.750 rpm, 45,9 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: aut., 7 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas helicoidais (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 12 m (diâm. de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 255/60 R18 Dimensões: comp., 526,4 cm; largura, 185 cm; altura, 186 cm; entre-eixos, 315 cm; altura livre do solo, 24,1 cm; peso, 2.115 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.054 l; capacidade de carga, 1.000 kg 3° VW Amarok High V6 – R$ 195.990 A Amarok V6 é dona da maior caçamba e capacidade de carga do segmentoQuatro RodasQuando a Amarok V6 chegou pela primeira vez à QUATRO RODAS, houve quem fizesse previsões fatalistas. “Muita gente vai se machucar com esse carro”, diziam motoristas recém-impressionados com o desempenho da picape mais rápida do Brasil. De fato, o seis-cilindros de 225 cv (que vai a 245 cv quando se pisa fundo em retomadas) entrega velocidades teoricamente incompatíveis com as 2,18 toneladas da Amarok. Painel de plástico rígido e aparência simples contrasta com os confortáveis bancos com ajuste elétricoQuatro RodasFelizmente, a engenharia alemã fez um excelente trabalho para domar a cavalaria, com direito a freios a disco ventilado nas quatro rodas, suspensão firme e pneus voltados para o asfalto (ao contrário dos de uso misto da concorrência). O painel manteve o aspecto simples e plástico rígido, e o decano controle de velocidade na ponta da chave de seta foram mantidos, mas a VW tentou compensar isso com faróis bixenônio e sistema multimídia com “amplificação de voz eletrônica”. Motor V6 e tração integral são exclusividades neste comparativoQuatro RodasEle basicamente reproduz conversas da cabine nos alto-falantes, algo desnecessário em uma das picapes mais silenciosas do comparativo. O que precisava, mesmo, é um custo de propriedade menor. Só o seguro passa dos R$ 6.500, e seu consumo de combustível é elevado. É o preço para manter tanto cavalo. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 8,2 s 0 a 1.000 m: 30 s – 172,1 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 3,6 s D 60 a 100 km/h: 4,7 s D 80 a 120 km/h: 6,0 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,9/27,6/62,9 m Consumo Urbano: 9,4 km/l Rodoviário: 11,6 km/l Custos Seguro – R$ 6.535 Revisões até 60.000 km – R$ 6.044 Peças – R$ 10.576 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 195.990 Motor: diesel, diant., long., 6 cil. em V, 2.967 cm3, 24V, 83,0 x 91,4 mm, 17,0:1, 225 cv a 4.000 rpm, 56,1 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático, 8 marchas, tração integral com reduzida e bloqueio no diferencial central e traseiro Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (d/t) Direção: hidráulica, 12,9 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 255/60 R18 Dimensões: comprimento, 525,4 cm; largura, 195,4 cm; altura, 183,2 cm; entre-eixos, 309,7 cm; altura livre do solo, 24 cm; peso, 2.185 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.280 l; capacidade de carga, 1.105 kg 2° Chevrolet S10 Highcountry – R$ 191.990 Santantônio estilizado dá um visual diferenciado à HighcountryQuatro RodasA S10 foi a última picape a bater o domínio da Hilux em vendas, no já distante 2015. É verdade que a concorrente japonesa se manteve no topo, mas a Chevrolet vem fazendo sua lição de casa para recuperar. Tanto que a picape é o único modelo da GM feito no Brasil a ter alerta de mudança inadvertida de faixa e aviso de colisão. É verdade que ela não freia sozinha, mas já faz mais do que 66% da concorrência. Interior é bem-acabado e assistentes de segurança ativa ajudam. Somente S10 e Hilux possuem ar-condicionado digital de uma zonaQuatro RodasO motor de 200 cv só não supera o V6 da Amarok, e brilhou na pista. Foram 9,97 s no 0 a 100 km/h (ante os 8,7 s da VW) e consumo inversamente proporcional ao desempenho, com o melhor índice no ciclo rodoviário e sede moderada também na cidade. Por falar nisso, é na selva de pedra que a Chevrolet brilha — e olha que ela é a única a usar faróis baixos halógenos. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasMas o santantônio estilizado e o visual ainda atual chamam a atenção do lado de fora, enquanto a cabine de acabamento elegante com bancos confortáveis atendem a quem vai dentro. Só é melhor levar quatro adultos, pois a S10 é a única do comparativo a não oferecer o essencial apoio de cabeça para o quinto ocupante. Melhor que isso, só se ela fosse mais equipada — como a campeã do comparativo. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 10 s 0 a 1.000 m: 31,9 s – 160,1 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,3 s D 60 a 100 km/h: 5,6 s D 80 a 120 km/h: 7,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,1/26,4/59,1 m Consumo Urbano: 9,2 km/l Rodoviário: 12,7 km/l Custos Seguro – R$ 3.571 Revisões até 60.000 km – R$ 5.916 Peças – R$ 10.214 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 191.990 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.776 cm3, 16V, 94,0 x 100,0 mm, 16,5:1, 200 cv a 3.600 rpm, 51 mkgf a 2.000 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: elétrica, 12,7 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 265/60 R18 Dimensões: comp., 540,8 cm; largura, 187,4 cm; altura, 183,9 cm; entre-eixos, 309,6 cm; altura livre do solo, 22,8 cm; peso, 2.101 kg; tanque, 76 l; caçamba, 1.061 l; capacidade de carga, 1.049 kg 1° Ford Ranger Limited – R$ 188.990 A câmera de ré fica escondida sob o logotipo da FordQuatro RodasQuem leu a avaliação da Ranger na edição de julho pode não se surpreender com o resultado deste comparativo. O excelente custo/benefício da Ford se manteve na linha 2020, cuja atualização visual é o que menos interessa. O mais importante é a melhoria em segurança, com o (exclusivo) controlador de velocidade adaptativo, agora capaz de frear sozinho e impedir colisões a baixas velocidades. O quadro de instrumentos digital é exclusivo do segmento, assim como o controlador de velocidade adaptativo com frenagem de emergênciaQuatro RodasUm par perfeito para o assistente de manutenção de faixa, outra exclusividade. A Ranger também anda bem, apesar do cinco-cilindros cobrar isso com um consumo mais elevado. A tranquilidade entregue pelos macios bancos dianteiros continuará por todo o tempo que você estiver com ela na garagem. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasNas cotações de peças e seguros feitos pela SUIV e TEX/Teleport, respectivamente, a Ranger foi a que obteve os menores índices. Manter a picape da Ford dentro da (também exclusiva) garantia de fábrica de cinco anos não será oneroso: são R$ 6.017 pelas seis primeiras revisões contra os R$ 7.276 da cara L200 e próximo dos R$ 5.916 da vice-campeão, S10. É verdade que quem está no topo só tem uma direção para ir. Mas, se ficar mais econômica, a Ranger tem tudo para manter o título de campeã pelos próximos anos. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,4 s 0 a 1.000 m: 33,0 s – 156,2 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,8 s D 60 a 100 km/h: 6,4 s D 80 a 120 km/h: 8,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,9/26,4/59,7 m Consumo Urbano: 8,8 km/l Rodoviário: 11 km/l Custos Seguro – R$ 3.593 Revisões até 60.000 km – R$ 6.017 Peças – R$ 6.415 Veja também NotíciasComparativo: as picapes a diesel 4×4 cabine dupla mais baratas do mercado18 jun 2019 - 09h06 NotíciasComparativo: Mitsubishi Pajero Sport e Toyota SW4, SUVs de famílias brutas21 maio 2019 - 07h05 TestesComparativo: por R$ 70 mil você vai de hatch, sedã, minivan, jipe ou SUV?6 mar 2019 - 07h03 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 188.990 Motor: diesel, diant., long., 5 cil. em linha, 3.198 cm3, 20V, 89,9 x 100,8 mm, 15,5:1, 200 cv a 3.000 rpm, 47,9 mkgf a 1.750 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: elétrica, 12,2 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 535,4 cm; largura, 186 cm; altura, 184,8 cm; entre-eixos, 322 cm; altura livre do solo, 23,2 cm; peso, 2.261 kg; tanque, 75 l; caçamba, 1.180 l; capacidade de carga, 1.009 kg View the full article
  5. É ligar na tomada 110/220V, fechar o carro e deixar funcionar por 30 minutosQuatro RodasQue tal acabar em minutos com qualquer odor e ainda eliminar microrganismos no interior do veículo, como bactérias, vírus e fungos, responsáveis por causar doenças respiratórias? Assim é anunciado o gerador de ozônio OZplus 70 W, fabricado pela Wier. Desenvolvido com tecnologia nacional, o aparelho usa o processo de oxi-sanitização: capta o oxigênio (O2) e o transfere à placa de plasma frio para convertê-lo em ozônio (O3), gás com características bactericidas. Ele parece um estabilizador de voltagem (22 cm de comprimento x 17 cm de largura x 26 cm de altura), pesa 3 kg e funciona em qualquer tomada doméstica (110 ou 220 V). O seu funcionamento também é simples apesar da aparência meio antiquada: coloque-o no piso do carro, ligue-o e deixe que ele faça a parte dele. Segundo Bruno Mena Cadorin, diretor da Wier, o ideal é deixá-lo dentro do veículo fechado programado para 30 minutos. Após isso, o desligamento é automático. “No caso de sujeiras líquidas e/ou sólidas, deve-se fazer uma limpeza prévia e só depois utilizar o gerador de ozônio.” Gerador de ozônio Wier OZplus 70 W – nota 9Quatro RodasPara o teste, encomendamos uma avaliação à microbiologista Maria José Silveira, diretora do Laboratório Controlbio. Três Ford Ka 2018 passaram pelo mesmo procedimento: foi coletado material das superfícies internas antes e depois de passarem pelo tratamento de ozônio de 30 minutos. Mais tarde, as amostras ficaram incubadas em laboratório por três dias para bactérias e cinco para fungos. E não é que ele funcionou bem? “Nos três carros, que antes da oxi-sanitização, apresentavam média de 163 UFC/m³ (Unidade Formadora de Colônia por metro cúbico) de bactérias e 200 UFC/m³ de fungos, houve redução de até 92,59% e 82,05%, respectivamente”, relata Maria José. Mena diz que o resultado seria ainda melhor se fosse feita antes a limpeza interna e a troca do filtro de ar da cabine. Além do carro, o OZplus pode ser usado em casa ou no escritório, mas não sai barato: R$ 2.890. Como uma higienização profissional custa cerca de R$ 250, faça as contas para ver se vale a pena no seu caso. Veja também Auto-serviçoVaporizador de combustível promete reduzir consumo em até 40%; consegue?22 maio 2019 - 07h05 NotíciasAuto-serviço: saiba como o sol e o calor podem prejudicar seu carro21 jan 2019 - 09h01 Auto-serviçoAuto-serviço: vale a pena trocar o seguro por um rastreador?2 maio 2018 - 15h05 Avaliação Cumpre o que promete? Sim Nota: 9 Comentário: o equipamento é leve, compacto, fácil de usar e, acima de tudo, eficiente na ação antibacteriana e eliminação de fungos. Preço médio: R$ 2.890 Compra: wier.com.br View the full article
  6. É possível tirar a chave do Creta sem travar o câmbioQuatro RodasDá para tirar a chave do Hyundai Creta com o câmbio fora da posição P. Isso pode afetar a segurança? — Renan Domingo, Belo Horizonte (MG) Segundo a Hyundai, não. A empresa diz que essa situação não é perigosa e “trata-se apenas de uma configuração de transmissão dos modelos da marca”. A HMB compara a situação com um veículo manual, que pode ser desligado independentemente da posição em que o câmbio estiver. A marca também destaca que a proteção está no ato de ligar o motor, possível apenas com o câmbio em P. Essa característica, porém, pode ser perigosa para quem tem o hábito de não acionar o freio de estacionamento e deixar o carro só em Parking. Como a maioria dos modelos só permite a remoção da chave com o câmbio travado, o hábito pode fazer com que o motorista desligue seu carro achando que ele já está em P. Desarme complexo A maioria dos carros possui uma trava para que a alavanca do câmbio saia da posição <em>parking</em>Quatro RodasQuando um carro está sem bateria, às vezes não é possível destravar o câmbio da maneira convencional, já que o mecanismo da trava normalmente usa energia elétrica para ser acionado. Por conta disso, a grande maioria dos automóveis possuem diferentes métodos para soltar a transmissão, permitindo que o carro seja rebocado ou movimentado. Isso pode envolver a colocação da chave em reentrâncias próximas à alavanca do câmbio, o desencaixe da coifa da manopla ou mesmo o acionamento de comandos dentro do cofre do motor. Veja também Auto-serviçoDeixar carro automático em drive no semáforo gasta mais combustível?6 jun 2019 - 07h06 Auto-serviçoCorreio Técnico: assistente de partida em rampa funciona em carro manual?15 ago 2019 - 07h08 Auto-serviçoEm qual posição é melhor deixar o câmbio automático em paradas longas?23 jul 2019 - 12h07 Tem outras dúvidas? Envie sua pergunta para correiotecnico@abril.com.br! View the full article
  7. FULLPOWER - A fama da picape Volkswagen com motor V6 3.0 TDI é de que anda demais, mesmo original de fábrica. E existem várias por aí com ... Amarok V6 ainda mais forte: chip, filtro e escape para muito resultado! View the full article
  8. A dianteira do nosso Corolla não será tão ousada quanto a do modelo vendido nos Estados UnidosToyotaO hot site do novo Toyota Corolla continua antecipando informações preciosas sobre a 12ª geração do sedã, que está para ser lançada no Brasil. Uma das novidades da página nesta semana foi a inclusão de uma contagem regressiva que termina às 18h do dia 3 de setembro. Este deve ser o momento em que o modelo terá oficialmente seus preços revelados no país. Além disso, a marca japonesa incluiu uma imagem da central multimídia (a mesma tela do SUV RAV4, só que com possibilidade de projetar celulares via Apple CarPlay e Android Auto). Ainda, apontou quatro itens de segurança que comporão as versões de topo do Corolla 2020, alguns deles já antecipados por QUATRO RODAS: farol alto automático, controle de cruzeiro adaptativo, alerta de desvio de faixa e frenagem automática anticolisão. De acordo com o hot site, falta apenas mais um elemento a ser revelado: o design. Mas não precisa ficar em clima de suspense, pois já revelamos que o sedã será visualmente idêntico ao novo Corolla europeu. A plataforma do Corolla 12 é a TNGA, modular e global, mesma do Prius. E o propulsor 1.8 híbrido flex gerará cerca de 125 cv de potência combinada entre os motores a combustão e elétrico. Nossa reportagem também apurou – informação que ainda será confirmada – que a configuração 2.0 flex manterá a usina Dual VVT-i 16V DOHC já usada pela 11ª geração, porém recalibrada para chegar a 160 cv com etanol. Veja também NotíciasToyota registra no Brasil picape de até 281 cv e maior que a Hilux13 ago 2019 - 19h08 NotíciasLonga Duração: Toyota Prius melhora quase tudo no teste de 60.000 km19 ago 2019 - 07h08 NotíciasToyota Yaris 2020 antecipa central com função que estará no novo Corolla12 ago 2019 - 17h08 Independentemente da motorização, o novo Corolla será sempre gerenciado por câmbio automático tipo CVT. View the full article
  9. Audi lança versão especial do A3 Sedan para comemorar os 25 anos da marca no BrasilAudiA Audi apresentou nesta segunda-feira (19) uma nova limitada do A3 sedan para comemorar 25 anos de operação no Brasil. Ela foi batizada com o nome Prestige Plus 25 Anos, e se baseia na versão Prestige. Serão produzidas apenas 600 unidades na fábrica de São José dos Pinhais (PR). O preço anunciado é R$ 149.990, mas será possível comprar a edição antecipadamente por R$ 131.990, segundo a empresa, em promoção por tempo limitado. Ponteiras de escapamento cromadas são outro diferencial da versão comemorativaAudiAssim como na versão Prestige já existente, o A3 Sedan Prestige Plus 25 Anos virá de série com sete airbags, controle de estabilidade e suporte para uso de cadeirinhas infantis. Além disso, contará com sistema start-stop e rodas de alumínio de 17 polegadas. O carro ainda possui sensor presencial para abertura de portas sem chave e teto solar panorâmico opcional. Novo ar-condicionado do sedan será em duas zonasAudiMas a nova edição traz suas particularidades. Os bancos esportivos em couro sintético e as ponteiras de escapamento cromadas são algumas das novidades que tentam dar ar mais esportivo ao veículo. Porém, a Audi mantém na série limitada o motor 1.4 TFSI Flex de 150 cv de 25,5 mkgf (a 1500 rpm) visto em outras versões do A3 Sedan nacional. Com ele, o três-volumes chega à velocidade máxima de 215 km/h. Veja também NotíciasAudi Q8 chega ao Brasil cobrando um Renault Kwid pelo sistema de som14 ago 2019 - 19h08 NotíciasAudi decide repor de graça peça que já foi alvo de 500 furtos no Brasil31 jul 2019 - 15h07 TestesComparativo: Mercedes C 63 S e Audi RS 5 em pega de 1.000 cv e R$ 1 milhão26 jul 2019 - 07h07 Outras mudanças são: ar-condicionado em duas zonas, sensor de luz e chuva, controle de cruzeiro e sensores de estacionamento tanto dianteiro quanto traseiro. O último acompanha câmera de ré. View the full article
  10. Jovem de 22 anos ganha BMW e joga carro em rio na ÍndiaInternetO que você faria se ganhasse um BMW? Se você ficou animado só de imaginar a resposta a essa pergunta, ficará sem reação para a atitude do ganhador de um sedã Série 3 em Haryana, na Índia. Depois de ganhar um BMW Série 3 de presente de aniversário, um homem de 22 anos se decepcionou e resolveu jogar o veículo em um rio chamado Yamuna. Por quê? Porque ele queria mesmo ganhar um Jaguar. Não há confirmação sobre a versão do modelo que jovem descartou. Mas, segundo a imprensa local, na Índia um Série custo parte de 3,5 milhões de rúpias (moeda local), equivalente a R$ 200 mil. Também não foi confirmado o modelo do Jaguar em questão, mas sabe-se que um sedã XE, rival direto do Série 3, sai em torno de 5 milhões de rúpias, cerca de R$ 280 mil. Vídeos do carro boiando e seguindo o fluxo da correnteza puderam ser vistos pelas redes sociais. O BMW ficou preso em um monte de areia e então os próprios civis iniciaram o resgate do automóvel. De acordo com a família do rapaz, ele sofre de problemas mentais e, ao ganhar o carro, reclamou que ele era muito pequeno. Entretanto, nas palavras do pai, um agropecuarista local, o filho jamais havia mencionado a preferência pelo Jaguar antes de ganhar o presente. A polícia busca um possível vídeo que mostra o jovem jogando o veículo no rio. View the full article
  11. FULLPOWER - Picape mais desejada do Brasil segundo pesquisa feita pelo Google, a Ram 2500 enfim já pode ser encomendada em nova geração. A pré-venda do modelo ... Nova Ram 2500 está em pré-venda no Brasil por R$ 289.990 View the full article
  12. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTodos os anos, QUATRO RODAS seleciona as melhores compras de cada segmento para você levar para casa o carro ideal. É o Melhor Compra. A seguir, os melhores SUVs do Brasil. Eles estão separados em categorias: até R$ 160.000, até R$ 270.000 e acima de R$ 270.00. Consideramos custos de peças, seguro e revisões: SUVs até R$ 160.000 1 – VW Tiguan Comfortline 1.4 TSI aut. – R$ 153.390 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA nova geração do utilitário esportivo médio da VW confirma o favoritismo e leva o título pela segunda vez consecutiva. A seu favor, a eficiência do motor 1.4 turbo de 150 cv e o conforto proporcionado pelos sete lugares – um diferencial e tanto, uma vez que os outros dois finalistas têm capacidade para cinco ocupantes. O modelo também levantou a taça por ter a menor desvalorização e um dos seguros mais em conta – perde, por pouco, para o do Compass. As revisões são mais caras muito por conta de itens adicionais recomendados pela marca. A Comfortline tem ar-condicionado trizona, banco com ajustes elétricos e câmera de ré. Bolsa de valores Desvalorização- 6,75% Seguro – R$ 3.066 Rede – 500/- Reparabilidade – Equipamentos – AR, DIR, VID, EST, AUT, ESP, MUL Peças Amortecedores dianteiros – R$ 1.268 Pastilhas de freio – R$ 671 Kit de embreagem – Farol esquerdo – R$ 3.000 Para-choque dianteiro – R$ 2.198 Retrovisor esquerdo – R$ 2.745 Total – R$ 9.882 Revisões 10.000 km – R$ 129 20.000 km – R$ 129 30.000 km – R$ 446 40.000 km – R$ 1.226 50.000 km – R$ 684 60.000 km – R$ 2.451 Total – R$ 5.155 2 – Jeep Compass Longit. 2.0 TD 4×4 aut. – R$ 156.990 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasVice de novo! O exemplar da Jeep em sua versão intermediária tem motor turbodiesel, tração 4×4 e vasta lista de equipamentos. A manutenção programada mais em conta da categoria e a cada 20.000 km o ajudou a manter a segunda colocação, assim como o menor seguro perante os rivais. A cesta de peças de mais de R$ 20.000 jogou por terra qualquer pretensão de desbancar o Tiguan. Bolsa de valores Desvalorização – 12,42% Seguro – R$ 2.965 Rede – 191/96,9 Reparabilidade – Equipamentos – AR, DIR, VID, EST, AUT, ESP, MUL Peças Amortecedores dianteiros R$ 4.285 Pastilhas de freio R$ 1.165 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 7.030 Para-choque dianteiro R$ 5.121 Retrovisor esquerdo R$ 2.636 Total R$ 20.237 Revisões 20.000 km – R$ 872 40.000 km – R$ 1.314 60.000 km – R$ 1.726 Total – R$ 3.912 3 – Caoa Chery Tiggo 7 TXS 1.5 T aut. – R$ 116.990 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasApesar de ser o mais barato, tem conteúdo que o aproxima dos rivais, com câmera 360 graus, couro, bancos com aquecimento (o do motorista com ajuste elétrico) e teto panorâmico. O motor 1.5 turbo atua em conjunto com um câmbio automatizado de dupla embreagem com mudanças suaves e rápidas. Se garantiu no pódio com as revisões e peças mais baratas, mas o seguro é caro e a rede pequena. Bolsa de valores Desvalorização – Seguro – R$ 3.341 Rede – 80/- Reparabilidade – Equipamentos – AR, DIR, VID, EST, AUT, ESP, MUL Peças Amortecedores dianteiros R$ 1.084 Pastilhas de freio R$ 458 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 1.752 Para-choque dianteiro R$ 799 Retrovisor esquerdo R$ 1.744 Total R$ 5.837 Revisões 10.000 km – R$ 397 20.000 km – R$ 671 30.000 km – R$ 752 40.000 km – R$ 671 50.000 km – R$ 397 60.000 km – R$ 671 Total – R$ 3.559 SUVs até R$ 270.000 1 – VW Tiguan R-Line 2.0 T 4×4 aut. – R$ 187.990 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasDepois do segundo lugar em 2018, o SUV da VW conquista agora o topo do pódio, com motor turbo de 220 cv, caixa de dupla embreagem e tração integral 4Motion. O custo de revisões não assusta – as três primeiras são gratuitas, mas é preciso trocar os itens de desgaste – e a desvalorização é baixa. 2 – RAV4 SX Hybrid 4×4 aut. – R$ 186.990 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA nova geração do SUV da Toyota só chega em configurações híbridas. São 222 cv reunindo o motor 2.5 a combustão e três elétricos (dois frontais e um traseiro). A lista de itens de série inclui porta-malas elétrico, carregador de celular por indução e frenagem semiautônoma de emergência. 3 – Mitsubishi Pajero Sport HPE 2.4 TD 4×4 aut. – R$ 265.990 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasO SUV médio da Mitsubishi ficou mais confortável, sem perder a robustez. Baseado na parruda L200, aguenta o tranco do fora de estrada com tração 4×4 e construção sólida. O nível de conforto melhorou, assim como a tecnologia embarcada, com itens de condução semiautônoma. SUVs acima de R$ 270.000 1 – Jaguar I-Pace Pacote Brasil aut. – R$ 449.190 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasÉ o elétrico mais caro do Brasil, mas também, de longe, o mais divertido. Os motores em cada um dos eixos garantem desempenho que não se vê na maioria dos modelos ecologicamente corretos. Tanto que o 0 a 100 km/h é prometido em 4,8 s – melhor que o do Cayenne Hybrid, segundo colocado. 2 – Porsche Cayenne E-Hybrid – R$ 435.000 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA nova geração galgou uma posição no pódio em relação a 2018. O Cayenne híbrido ficou mais forte: só o motor elétrico gera 136 cv – a potência combinada é de 462 cv. O sistema de transmissão é violento: o câmbio tem oito marchas e a tração é integral. Apenas no modo elétrico vai a 135 km/h. Veja também NotíciasAs versões de SUVs compactos vendidos no Brasil que menos desvalorizam26 jul 2019 - 07h07 Auto-serviçoQual desses SUVs pesa menos (ou mais) no bolso na hora da revisão?27 jun 2019 - 16h06 NotíciasSegredo: os novos sedãs que farão resistência aos SUVs no Brasil20 maio 2019 - 08h05 3 – Volvo XC90 D5 Inscription 2.0 TD aut. – R$ 394.490 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasO SUV da Volvo é o mais barato do trio. Traz muito requinte a bordo e tem comportamento equilibrado como o de um sedã. Mas nada se compara ao consumo de gasolina obtido em nossos testes: 34,5 km/l na cidade e 25 km/l, na estrada. E a Volvo ainda adapta um carregador rápido na casa do cliente. View the full article
  13. Aos 60.000 km, Prius vai à pista de teste pela última vezQuatro RodasDeu para o Toyota Prius: aos 60.000 km, o híbrido visitou pela última vez o nosso campo de provas, em Limeira (SP), onde foi submetido aos mesmos testes realizados quando ele ainda era um estreante, com apenas 1.000 km rodados. A comparação dos resultados geralmente dá uma boa referência para o momento do desmonte. Se, entre os testes, os números forem muito distintos, algum sistema pode ter sofrido além da conta. Toyota Prius chegou aos 60.000 km e foi para o teste final do Longa DuraçãoQuatro RodasO Prius, porém, saiu da pista com uma ficha do segundo teste quase idêntica à do primeiro – veja o quadro comparativo abaixo. Teste 1.009 km 60.000 km 0 a 100 km/h (s) 13 12,3 D 40 a 80 km/h (s) 6,1 7,3 D 60 a 100 km/h (s) 8,4 8 D 80 a 120 km/h (s) 12,1 10 60/80/120 km/h a 0 (m) 18/31,9/70,3 14,4/26,3/60,7 Consumo urbano (km/l) 24,2 26,3 Consumo rodoviário (km/l) 19,6 20 Exceto pelos números de frenagem. Muito melhores agora, refletem a impressão de quem dirigiu o Prius novo e na pré-aposentadoria. “Assim que o Prius entrou para a frota, no início de 2018, um executivo da Toyota disse para prestarmos atenção no sistema de freios que, segundo ele, era superdimensionado. Ao que tudo indica, ele estava certo, pois no uso cotidiano o carro continua muito confiável nas frenagens, o que ficou comprovado na pista, com resultados melhores no segundo teste”, diz o editor de Longa Duração, Péricles Malheiros. Da pista, nosso Prius seguiu para a oficina Fukuda Motorcenter, onde será desmontado para uma análise completa. Ao receber o carro e os resultados, nosso consultor técnico e responsável pelo desmonte, Fabio Fukuda, disse: “Tudo indica que não encontraremos grandes problemas, mas não tem jeito. Laudo final, somente após o desmonte”. Veja também NotíciasLonga Duração: VW Virtus não é um trator, mas os solavancos aumentaram8 ago 2019 - 12h08 NotíciasLonga Duração: linha de pipa com cerol faz estrago no Citroën C4 Cactus19 jul 2019 - 07h07 NotíciasLonga Duração: ofertas pelo nosso Toyota Prius têm discrepância de até 40%10 jul 2019 - 07h07 Toyota Prius – 60.787 km Consumo No mês: 15,2 km/l com 32,3% de rodagem na cidade Desde fev/18: 17 km/l com 30,9% de rodagem na cidade Combustível: gasolina e eletricidade Gastos no mês Combustível: R$ 278 Revisões Até 60.000 km: R$ 4.057 Ficha Técnica Versão: 1.8 16V híbrido Motor: 4 cil., diant., transv., 1.798 cm3, 16V, 98 cv a 5.200 rpm, 14,5 mkgf a 3.600 rpm/ elétr., 72 cv, 16,6 mkgf/ potência combinada: 123 cv Câmbio: aut., CVT Seguro R$ 2.736* View the full article
  14. Já ficou em dúvida ao escolher um acessório que pode vir de fábrica, ser colocado na concessionária ou comprado na loja de autopeças? Respondemos se vale a pena (ou não) instalar e o valor de cada serviço. Rack de teto Vale a pena instalar rack de teto?Audi Valor: entre R$ 200 e R$ 300 Vale a pena? Sim, em lojas de autopeças. A colocação dos racks não interfere na garantia do veículo, mas aqui vale a pena investir em acessórios vendidos em lojas de autopeças, que variam entre R$ 200 e R$ 300 – e, vale dizer, dá até para conseguir a instalação de forma gratuita. O preço das concessionárias costuma ser mais alto (de R$ 350 a R$ 500) e, certamente, a oficina de serviços da rede autorizada vai querer colocar na compra outros serviços que poderão deixar a conta final mais salgada. Bancos de couro Vale apena instalar bancos de couro?Rolls-RoyceValor: entre R$ 1.600 e R$ 2.500 Vale a pena? Sim, mas pesquise o preço. Muitas montadoras oferecem banco de couro como opcional, mas normalmente em um kit aliado a outros equipamentos, deixando o valor final indigesto. Se você for instalar fora da concessionária, os bancos só podem afetar a garantia se o problema for causado pelo novo tipo de revestimento, algo bem difícil. Nesse caso, fique à vontade para comprar nas lojas especializadas. Vale ressaltar, no entanto, que os preços não costumam ser muito diferentes que os das autorizadas (atualmente, oscila de R$ 1.600 a R$ 2.500, dependendo do tamanho dos bancos), pois a matéria-prima tem valor de produção que varia pouco. Não se esqueça de fazer uma boa pesquisa e sempre questionar qual é o tempo de garantia da fornecedora do couro. Câmera de ré Vale a pena instalar câmera de ré?VolkswagenValor: menos de R$ 50 Vale a pena? Sim, em lojas de autopeças Em geral é vendida pelas montadoras dentro de um pacote opcional que inclui outros itens, como a central multimídia, fazendo o preço ir às alturas – alguns cobram mais de R$ 2.000 pelo conjunto. Vendida à parte, ela custa pouco: dá para achar na internet e em lojas de autopeças por menos de R$ 50. Mas cuidado: se o carro estiver na garantia, a fabricante pode constatar ou alegar que um defeito elétrico teve conexão com a câmera e, assim, suspender o atendimento gratuito. Se estiver fora da garantia, vá em frente: é fácil, barato e prático de instalar. Mas faça isso com pessoas gabaritadas, para não comprometer todo o conjunto. Alarme Vale apena instalar alarme?Quatro RodasValor: entre R$ 300 e R$ 500 Vale a pena? Sim, como opcional de fábrica O alarme normalmente é vendido pelas fabricantes junto de uma lista de equipamentos que são conectados ao sistema elétrico, como vidros automáticos, travas e chave com telecomandos. Como os carros de hoje em dia estão cada vez mais equipados, é difícil achar alarme como opcional – exceção para modelos de entrada como Renault Kwid e Fiat Mobi, por exemplo. Nesses casos, vale mais a pena optar pelo pacote vendido à parte pela montadora (preços entre R$ 300 e R$ 500) do que instalar o alarme como acessório em lojas de autopeças (por R$ 250, em média), o que pode colocar a garantia do veículo em risco. Central multimídia Vale a pena instalar central multimídia?Quatro RodasValor: entre R$ 1.800 e R$ 3.000 Vale a pena? Sim, se vier de fábrica. Não em lojas de autopeças O item mais caro desta lista também é o mais polêmico: dependendo de onde for instalado, pode anular a garantia. É comum encontrar centrais multimídia em lojas de autopeças de R$ 800 a R$ 1.000, que vêm até com sinal de televisão. Porém, é bom ficar esperto: ver a TV com o carro em movimento é proibido e um kit desses pode comprometer todo o sistema elétrico do carro. Assim, escolha sempre o opcional oferecido pela autorizada, mesmo que mais caro (preços vão de R$ 1.800 a R$ 3.000) – a central terá garantia e todo o suporte para qualquer problema que possa surgir. Vidros elétricos Vale a pensa instalar vidros elétricos?Quatro RodasValor: entre R$ 150 e R$ 500 Vale a pena? Sim, como opcional de fábrica ou acessório de concessionária É o mesmo caso do alarme: eles costumam ser vendidos em kits junto com a trava elétrica e de outros itens ligados ao sistema de chicote elétrico. Nesse caso, prefira os kits oferecidos nas autorizadas, em vez de levar o carro a lojas de autopeças – justamente para não comprometer a garantia e porque os sistemas costumam trabalhar integrados com a eletrônica do veículo. Veja também Auto-serviçoCorreio Técnico: por que óculos polarizados escurecem a tela multimídia?31 jul 2019 - 07h07 Auto-serviçoVaporizador de combustível promete reduzir consumo em até 40%; consegue?22 maio 2019 - 07h05 Auto-serviçoEstes acessórios dão multa se não forem instalados corretamente no carro2 maio 2019 - 09h05 Em versões básicas sem os vidros, dependendo da oferta, vale pechinchar na concessionária, já que algumas oferecem o kit como cortesia – mas na média custam entre R$ 150 e R$ 500. View the full article
  15. Bugatti Cientodieci terá apenas 10 unidades produzidasBugattiO mundo dos superesportivos é feito de homenagens. A Bugatti pertencia ao italiano Romano Artioli quando lançou o EB110, em 1991. A explicação do nome do modelo é simples: “EB” vem das iniciais do patrono da marca, Ettore Bugatti, e 110 é uma referência à idade que estaria fazendo naquele momento, 110 anos. Lanternas de leds ocupam a traseira de ponta a pontaBugattiSua proposta era a de ser o supercarro mais fantástico da sua época, tal qual o Veyron conseguiu e o Chiron tenta ser. Seu motor era um V12 3.5 com quatro turbos e gerava 561 cv e 62,2 mkgf de torque. Ia de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e atingia máxima de 343 km/h. Foi o suficiente para garantir o posto de carro mais rápido do mundo até o lançamento do McLaren F1. EB110, Centodieci e ChironBugattiVinte e oito anos separam o EB110 do Centodieci, criado justamente para homenagear o EB110. Na prática, transformaram o Chiron em uma releitura moderna do velho Bugatti. Os faróis não são escamoteáveis, mas também estão em posição elevada As tomadas de ar dianteiras horizontais não são retas, mas estão ali. Já as entradas de ar na base das portas e as cinco entradas atrás das portas estão fielmente reproduzidas no Centodieci, assim como a grade dianteira em forma de ferradura. Série limitada é fiel aos traços do EB110BugattiAs lanternas traseiras, que no carro original eram pequenas, vão de ponta a ponta do carro em sua recriação. Pelo menos tentaram recriar os efeitos de seus elementos internos. O motor, por sua vez, revela como a indústria automotiva avançou em quase três décadas. O W16 8.0 que começou sua vida no Veyron sofreu mais um ganho de potência, passando de 1.500 para 1.600 cv. Centodieci terá suas primeiras unidades entregues apenas em 2021BugattiIsso se traduz em uma aceleração de zero a 100 km/h em 2,4 segundos. Em 6,1 segundos, rompe os 200 km/h. Em 13,1 s, passa dos 300 km/h. A velocidade máxima é de 380 km/h. Houve outros esforços para alcançar estes números. A redução de peso em 20 kg na comparação com o Chiron vem de ações inusitadas, como a troca dos limpadores convencionais por peças feitas de fibra de carbono. Veja também SalõesBugatti La Voiture Noire é o novo carro mais caro do mundo: R$ 47 milhões6 mar 2019 - 17h03 NotíciasBugatti Veyron: trocar os turbos é mais caro que uma picape diesel zero km14 dez 2018 - 14h12 NotíciasBugatti Divo é mais caro e mais lento que o Chiron e Veyron24 ago 2018 - 18h08 Mas o número mais impressionante do Bugatti Centodieci é o preço. Cada uma das 10 unidades custará 8 milhões de euros (ou R$ 35,5 milhões na conversão direta). Todos já estão vendidos e serão entregues apenas em 2021, justamente quando o EB110 completará 30 anos. View the full article

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