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  4. Revelado ao mundo em novembro passado para comemorar os 55 anos da Mitsuoka, o M55 nasceu como um carro conceito que transforma o Honda Civic em um “sósia” do Dodge Challenger. É exótico, mas houve interesse por parte dos japoneses: mais de 1.300 pessoas entraram em contato com a fabricante querendo comprar o carro, que nem sequer seria fabricado. Relacionadas NotíciasMitsuoka ataca novamente e transforma Honda Civic em Dodge Challenger17 nov 2023 - 11h11 NotíciasFrente de Jaguar e carroceria de Yaris formam o improvável Mitsuoka Viewt18 fev 2023 - 14h02 NotíciasMitsuoka transforma Toyota RAV4 em Chevrolet Blazer dos anos 198029 out 2020 - 17h10 “Esta foi a primeira vez que recebemos mensagens tão apaixonadas diretamente de tantas pessoas de todas as idades e de ambos os sexos”, afirmou um porta-voz da Mitsuoka. A empresa japonesa é conhecida no mundo inteiro por transformar carros pacatos em modelos retrôs de gosto duvidoso. Mas parece que agora acertaram a mão. A construção de carrocerias de forma artesanal é quase que uma arte extinta atualmente, mas esse falso muscle car ajudará a renovar o folego da Mitsuoka. Mas pode demorar um pouco. O planejamento da empresa é vender o carro apenas no final de 2025. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Mitsuoka/DivulgaçãoAté lá, pode ser até que a Mitsuoka se anime em escolher um Civic mais potente como base do projeto. Isso porque o conceito foi baseado em um Civic hatch com motor 1.5 turbo de 180 cv e com câmbio manual. Mas a estreia do Civic RS no Japão, com motor 2.0 turbo de 297 cv, poderia render bons resultados com o visual inspirado no Challenger. <span class="hidden">–</span>Mitsuoka/DivulgaçãoVoltando ao visual, apesar de na frente o M55 trazer todo o design de um muscle car, a traseira nos remete ao cupês japoneses dos anos 70, como o Nissan Skyline ou o Mitsubishi Galant GTO. No perfil, fica explícito o design do Civic hatch. A Mitsuoka não costuma mexer em partes estruturais, como portas e colunas. <span class="hidden">–</span>Mitsuoka/DivulgaçãoPor dentro, o Mitsuoka se deu ao trabalho de adicionar estofamento azul com aparência retrô e trocou o emblema da Honda no volante por seu logotipo. Os valores do estranho e curioso carro inda não foram divulgados. Mas, só de analisar a demora em sua construção e como tudo será feito a mão, pode se esperar um valor elevado. O muscle car com volante do lado direito será vendido apenas no Japão, a princípio. Publicidade View the full article
  5. Você pagaria R$ 1.150.000 por um carro chinês? Pois é esse o preço inicial do BYD Yangwang U9, primeiro supercarro da BYD, que foi lançado na China nesta semana com preço bem acima dos R$ 700.000 esperados – é a faixa de preço do seu principal rival, o GAC Aion Hyper SSR, com 1.241 cv. Relacionadas Carros elétricosBYD Yangwang U9 é elétrico de 1.300 cv que pode pular e custa R$ 700.00013 fev 2024 - 17h02 TestesBYD U8: o SUV que navega, gira 360º, anda com pneu furado e chega em 202423 jan 2024 - 17h01 NotíciasBYD Seal, Kia EV9 e Volvo EX30 disputam título de Carro Mundial do Ano27 fev 2024 - 23h02 É muito caro, mas barato para o universo dos supercarros elétricos que tem o Rimac Nevera custando o equivalente a R$ 9,9 milhões. E o ganho de potência e desempenho nem é proporcional. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDYangwang é a submarca de alto luxo da BYD, mas podemos chamar o carro apenas de BYD U9. Ele usa quatro motores acionados por um sistema elétrico de 800V que entregam, juntos, 1.305 cv e 130,5 kgfm. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDA fabricante chinesa promete um 0 a 100 km/h em 2,36 segundos e cumpre o quarto de milha (400 m) em 9,78 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 309 km/h. O Rimac, por sinal, tem 1.914 cv e chega aos 100 km/h em 1,82 s e cumpre o quarto de milha em 8,25 s. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD<span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDOs números de desempenho ainda são muito surpreendentes, pois por mais que o Yangwang U9 seja todo feito de fibra de carbono, pesa 2.475 kg. Sua complexa suspensão hidráulica DiSus-X, que pode fazer o carro pular, contribui com esse peso, já que a bateria é até menor do que era esperado: tem 80 kWh de capacidade, prometendo autonomia de 465 km. Mas aceita recarga a até 500 kW, pois tem duas tomadas de recarga. Para um supercarro, o Yangwang U9 é gigante. São 4,96 m de comprimento, 2,02 m de largura, 1,29 m de altura, e 2,9 m de entre-eixos. Para efeito de comparação, ele é mais comprido e tem entre-eixos maior que o de um Jeep Commander, um SUV grande com capacidade para sete passageiros. O Rimac Nevera mede 4,75 m de um para-choque a outro e tem 2,74 m de entre-eixos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDPara contornar melhor as curvas não há esterçamento das rodas traseiras. Então, entram em ação a vetorização de torque independente para cada motor e o controle individual de cada uma das suspensões por meio de um sistema hidráulico com atuação mais rápida que os sistemas pneumáticos mais tradicionais, e com mais amplitude que aquela possível usando amortecedores magnéticos. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram A suspensão Disus-X é quem vai fazer o carro grudar no chão, mesmo com a alta potência. Além de servir para se exibir com os saltos e danças, o sistema controla os movimentos laterais, longitudinais e verticais da carroceria de maneira independente em cada uma das rodas, permitindo até que ele ande com apenas três pneus em contato com o solo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDAinda tem elementos de aerodinâmica ativa, como um braço no extrator traseiro que se estende para controlar o fluxo de ar na traseira a seu favor. De acordo com a BYD, há 12 modos de atuação dos kits de aerodinâmica ativa e passiva, que também modifica a atuação da enorme asa traseira de fibra de carbono. Publicidade View the full article
  6. Se o futuro da mobilidade é elétrico, o seguro de automóvel também terá de ser. Mesmo no Brasil, cujo mercado de veículos elétricos (VEs) cresce a olhos vistos, mas ainda engatinha, as companhias já colocam o dedo na tomada. Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), foram 93.927 carros elétricos licenciados em 2023. Isso representa aumento de 91% sobre 2022, mas uma participação no mercado total ainda inferior a 5%. Mesmo assim, hoje todas as principais seguradoras do país oferecem cobertura para os carros zero emissões. Relacionadas NotíciasNovos seguros para o carro prometem cobertura completa a R$ 25 por mês15 jul 2020 - 17h07 NotíciasPaulistanos e cariocas reduzem o interesse por seguro de carro em até 26%22 Maio 2023 - 17h05 Auto-serviçoSeguro de carro está, em média, 32% mais caro em 2023; veja alternativas17 mar 2023 - 19h03 Não só cobertura como produtos específicos. Atualmente, as apólices que envolvem VEs trazem benefícios e serviços adicionais em relação aos modelos movidos por motores a combustão puros. “O que move o seguro auto é a venda do zero-km. À medida que o share de elétricos aumenta, as seguradoras precisaram se adaptar não só para atender a esse mercado como se adequar às necessidades deste segmento”, observa Marcia Camacho, diretora de operações da Minuto Seguros. Serviços podem ser diferenciais para carros elétricos BYD Dolphin PlusFernando Pires/Quatro RodasPor isso, é importante que o cliente, especialmente o estreante no mundo da eletrificação, fique atento ao que cada seguradora oferece para seu carro elétrico. Serviços de reboque para uma estação de recarga no caso de a bateria descarregar é fundamental nesse tipo de apólice, por exemplo. Outro ponto importante é a cobertura para o cabo de carregamento do VE – original de fábrica. A grande maioria das companhias oferece seguro adicional para o equipamento, e vale a cotação, já que um cabo novo pode custar de R$ 1.300 a R$ 2.000, conforme o veículo. Continua após a publicidade E tão importante quanto a cobertura do carro elétrico é a assistência técnica oferecida. São automóveis que exigem manutenção capacitada. Por ainda venderem pouco, a mão de obra e o número de oficinas qualificadas para mexer em elétricos também costuma ser restrito. Em oficina de carro elétrico, a área onde fica a bateria precisa ser isoladaRenato Pizzutto/Quatro Rodas“Oficinas especializadas são essenciais em um momento de pane ou em um possível sinistro, então também precisam ser qualificadas”, ressalta Carla Oliveira, diretora de produto auto do Grupo HDI. Por essa razão, é importante verificar no contrato a lista de estabelecimentos credenciados para consertos do carro elétrico. Ou se a apólice prevê que tais reparos serão feitos na rede de concessionárias da marca do VE. Franquia de carro elétrico ainda é cara A questão do conserto também implica em um assunto sempre delicado quando se fala de seguro automotivo: a franquia. Em simulações feitas no site da Minuto Seguros, a franquia de um BYD Dolphin (um dos carros elétricos mais baratos do Brasil) pode variar de R$ 14.000 a mais de R$ 21.000, de acordo com a seguradora. Toyota Corolla Altis Premium Hybrid 2024Fernando Pires/Quatro RodasPara efeito de comparação, um Toyota Corolla GLi, que possui preço sugerido próximo ao do Dolphin, tem custo de franquia na mesma simulação entre R$ 10.000 e R$ 13.000. Isso pode ser explicado não só pela questão da rede de assistência mais restrita e especializada como também pela ainda pouca disponibilidade de peças no mercado. Continua após a publicidade “Como esses veículos são consideravelmente mais caros, isso irá se refletir no custo dessa proteção. O mesmo se aplica para fatores como a manutenção, disponibilidade de peças no mercado nacional e reparos especializados que precisam levar em consideração toda a tecnologia diferenciada que os carros elétricos possuem”, pondera Carla, da HDI. O custo do seguro vai baixar? Em algumas companhias já não há mais diferença de valores nas apólices de veículos a combustão ou elétricos. Porém, em média, o preço do seguro de um carro elétrico ainda é entre 10 e 20% mais caro que o de um veículo com motor de combustão que custa aproximadamente o mesmo. De volta à simulação do Dolphin e do Corolla, observamos diferenças de 11% nas cotações mais baixas apresentadas (veja abaixo). Por isso, a dica é, assim como no mercado dos carros tradicionais, comparar e cotar sempre. Seja em sites especializados, seja com o corretor de seguros. “Existe ainda uma elasticidade muito grande entre as seguradoras no segmento de elétricos, de 50%, o que não acontece entre os veículos a combustão. Se o cliente cotar, pode ter boas surpresas em relação ao preço e até pegar descontos nas tarifas”, sugere Marcia Camacho, da Minuto Seguros. Isso porque, além de serviços e coberturas, o consumidor pode ficar de olho em outros benefícios. Muitas seguradoras têm parcerias com montadoras que oferecem o seguro grátis”, embutido nas tarifas e com valores vantajosos. Outras oferecem descontos em postos de recarga. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram De qualquer forma, a boa notícia é que a tendência é de que essa diferença nos seguros vá acabar com o crescimento natural do segmento de veículos elétricos. Continua após a publicidade “Toda tecnologia leva tempo para se popularizar e a tendência é que os carros elétricos e híbridos se tornem mais acessíveis no decorrer dos anos e tenham maior participação no mercado”, explica Arnaldo Bechara, diretor de automóvel, RD massificados e precificação da Tokio Marine. “Consequentemente, os preços dos seguros devem acompanhar essa redução. O perfil dos consumidores vem mudando bastante nos últimos anos e é fundamental que o mercado se adapte a esses novos hábitos de consumo”, conclui o executivo. Comparação: Dolphin vs. Corolla básico Simulação de seguro para carros na plataforma da Minuto Seguros feita em fevereiro de 2024. Perfil: homem de 40 anos, casado e com filhos, morador da Zona Sul de São Paulo com uso do veículo a lazer e para o trabalho e rodando até 40 km/dia, com estacionamento fechado no trabalho e vaga na garagem em prédio residencial com portão eletrônico. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas BYD Dolphin Toyota Corolla GLi Plano básico Preço de tabela em fevereiro/24: R$ 149.800 Continua após a publicidade Coberturas de colisão, roubo ou furto com 100% da Fipe, assistência técnica e carro reserva. Simulação 1 Seguro: R$ 2.706 Franquia: normal de R$ 14.074 Simulação 2 Seguro: R$ 4.109 Franquia: normal de R$ 16.064 Continua após a publicidade Simulação 3 Seguro: R$ 4.585 Franquia: normal de R$ 21.843 Plano básico Preço de tabela em fevereiro/24: R$ 148.990 Coberturas de colisão, roubo ou furto com 100% da Fipe, assistência técnica e carro reserva. Simulação 1 Seguro: R$ 2.522 Franquia: normal de R$ 12.706 Simulação 2 Seguro: R$ 2.887,28 Franquia: normal de R$ 10.588 Simulação 3 Seguro: R$ 3.107 Franquia: normal de R$ 10.064 Publicidade View the full article
  7. O recente anúncio da Hyundai Motor Brasil (HMB), operação brasileira da marca que produz HB20 e Creta, promete refletir em importantes novidades para o mercado nacional nos próximos anos. Agora, a Hyundai do Brasil assumirá a importação e distribuição de todos os modelos da marca, e a rede de concessionárias será unificada. Isso porque parte da atuação da marca Hyundai no país também é feita pela Caoa, responsável por importar e produzir alguns dos modelos à venda por aqui, como Tucson, Kona e Ioniq. Relacionadas NotíciasHyundai Creta N-Line 2025 surge na Índia com visual diferente até demais1 mar 2024 - 15h03 NotíciasHyundai assume importação de carros e unificará concessionárias com a Caoa1 mar 2024 - 12h03 NotíciasCaoa quer ter sua própria marca de carros com modelos criados no Brasil1 mar 2024 - 10h03 Após a mudança no contrato com a Caoa, a Hyundai decidirá quais modelos serão vendidos no Brasil, seja via importação, seja com produção local. A Caoa será sócia nas operações de importação e poderá ser contratada pela Hyundai para produzir carros em Anápolis (GO). Com HB20 e Creta, tudo permanece como está, totalmente nas mãos da marca. Isso deverá trazer apenas benefícios para o mercado brasileiro, já que a marca terá total liberdade para trazer quaisquer modelos que façam sentido por aqui. Mais do que isso, a linha ficará em sintonia com Estados Unidos e Europa, com modelos mais atualizados. Pelas mãos da Caoa, muitos chegavam já defasados. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Por isso, QUATRO RODAS fez um exercício de imaginar quais modelos vendidos no exterior têm chances de chegar ao Brasil nos próximos anos. Alguns deles já tiveram seus anos de glória por aqui, e estão em novas gerações, mas talvez precisassem passar por “tropicalizações”, especialmente nas motorizações, que atendem ao gosto norte-americano. Azera Hyundai Azera – também chamado de Grandeur em alguns mercadosDivulgação/HyundaiO sedã grande da Hyundai teve sua era de ouro no Brasil. Quando foi lançado por aqui, em 2008, chegou com propagandas agressivas, prometendo ser melhor que um Mercedes-Benz Classe C e mais espaçoso que um BMW Série 7. O público brasileiro gostou e, por bons anos, ele fez muito sucesso por aqui. Continua após a publicidade Em sua nova geração, o modelo perde o aspecto mais sério da que teve os dias de glória no Brasil, para assumir um caráter mais futurista. A dianteira é tomada por grades, além de faróis quadrados e uma barra iluminada na base do capô – mesma solução adotada para as lanternas, na traseira. A motorização pode ser V6 de 300 cv e 36,5 kgfm, ou híbrida, combinando um 1.6 turbo a uma unidade elétrica, que chegam a 180 cv e 27 kgfm. Hoje, seus maiores rivais por aqui seriam os alemães intermediários, como BMW Série 5, Audi A5/A6 e Mercedes-Benz Classe E. Elantra Hyundai ElantraDivulgação/HyundaiO Hyundai Elantra já representou uma ameaça significativa para Civic e Corolla no Brasil. Em sua atual geração, o sedã médio está maior e com design ainda mais moderno, característica que sempre esteve presente no modelo. As motorizações variam bastante de acordo com os mercados em que o Elantra é vendido. Entre elas estão: 1.5 aspirado, 1.6 aspirado, 1.6 turbo, 2.0 aspirado, 2.0 turbo (exclusivo para o esportivo N), 1.6 híbrido e 1.3 turbo. No caso do 1.6 híbrido são 141 cv e, no 2.0 turbo do esportivo N, 290 cv. A opção híbrida seria uma boa pedida para retomar a briga com o Corolla por aqui. Ioniq 5 Novo Ioniq 5 estreou a submarca elétrica da HyundaiDivulgação/HyundaiCom o claro desejo de eletrificação por parte da Hyundai Motor Brasil, é possível que a linha Ioniq passe a ser mais atuante por aqui. Atualmente, apenas o Ioniq é vendido – por ser o primeiro modelo da linha, não recebeu um número como “sobrenome”. Ele, porém, é um híbrido já descontinuado no exterior. O Ioniq 5 seria uma bom candidato para a reestreia da linha eletrificada – e já havia sido confirmado pela Caoa. Trata-se de um SUV elétrico com aparência de hatch, e traços modernos, com fortes ângulos. Ele é oferecido em quatro combinações diferentes: com bateria de 58 kWh, ele pode ter um motor de 170 cv ou dois motores que somam 235 cv e dão tração integral; com a bateria maior, de 72,6 kWh, há um motor de 217 cv ou dois motores que somam 305 cv e dão tração integral. A autonomia mínima é de 360 km, no caso da menor bateria com dois motores, e a máxima é de 481 km, com maior bateria e um motor. O ciclo é o WLTP. Continua após a publicidade Kona Hyundai KonaDivulgação/HyundaiO SUV compacto já está à venda no Brasil em suas versões híbrida e elétrica, mas está atrasado. No exterior, o modelo já está disponível em uma nova geração, mais moderna. Assim, a nova operação pode acelerar a atualização dos modelos por aqui. A versão híbrida do novo Kona tem a mesma mecânica do Ioniq e do Kona Hybrid vendidos atualmente no Brasil, com um motor 1.6 aspirado combinado a outro elétrico, produzindo 141 cv totais. Já o elétrico tem 217 cv e alcance de até 490 km, no ciclo WLTP. Santa Cruz Hyundai Santa CruzDivulgação/Quatro RodasTalvez o Hyundai “gringo” mais desejado atualmente seja a Santa Cruz, uma picape de porte intermediário que poderia chegar ao Brasil para brigar com Fiat Toro ou Ford Maverick, a depender do posicionamento adotado no Brasil. Nos Estados Unidos, ela é mais cara que a Maverick. Ou seja, ela ficaria acima também da Toro diesel por aqui caso não passasse por simplificações. Com desenho fora do comum para picapes, cheia de vincos e lanternas que invadem a tampa traseira, ela é equipada com duas versões de um motor 2.5: aspirado de 192 cv, acompanhado de um câmbio de oito marchas, e turbo de 278 cv, com câmbio de dupla embreagem. Ambas as configurações têm tração integral. Santa Fe Hyundai Santa FeDivulgação/HyundaiO SUV médio que também já fez sucesso no Brasil pode voltar. Porém, ele está irreconhecível: deixou no passado o formato arredondado das primeiras gerações vendidas por aqui e os traços esportivos da última geração que viu as ruas brasileiras. Continua após a publicidade Agora, o modelo tem traços predominantemente retos, com superfícies sem vincos marcantes, quase como em um Range Rover. A traseira é o ponto mais polêmico do design do SUV. Entre as opções de motores estão um 2.5 aspirado de 194 cv, um 2.5 turbo de 281 cv e, por fim, um conjunto híbrido que combina um motor 1.6 turbo a um elétrico, e entrega 180 cv totais. Sonata Hyundai Sonata 2024Divulgação/HyundaiO Honda Accord, que hoje segue sozinho em seu segmento no Brasil, perderia o sono com a chegada do novo Sonata. O sedã, posicionado entre Elantra e Azera, está mais luxuoso do que nunca, e ostenta um visual elegante, mas esportivo. Por dentro, não por acaso, há influência dos alemães com painel sóbrio e um conjunto curvo de telas para multimídia e quadro de instrumentos. No exterior, o novo Sonata tem três opções de motorização. Começando com o 2.5 aspirado de 194 cv e 25,1 kgfm das versões de entrada, que não faria sucesso por aqui. Os dois seguintes estariam mais alinhados com seu posicionamento, mas os números do híbrido, que combina um 2.0 aspirado a um elétrico, ficam aquém do Accord com seus 152 cv combinados. O mais potente é o 2.5 turbo, de 290 cv. Tucson Hyundai TucsonDivulgação/HyundaiAs lojas da Hyundai Caoa oferecem atualmente uma geração ainda antiga do Tucson, em uma reestilização que já deixou de ser vendida no exterior há quatro anos. Em outros mercados, o Tucson é comercializado em uma nova geração que, inclusive, já passou por uma mudança de meia-vida. Por aqui, a previsão divulgada em março de 2023 pela Caoa era de que a nova geração chegaria apenas em 2025. A Hyundai do Brasil ainda não disse se isso passará por atualizações, mas é possível que a nova geração do modelo chegue em 2025 já com o novo visual. Lá fora ele tem opções de motores 2.5 aspirado de 190 cv e 1.6 turbo, que é híbrido-leve, e rende até 229 cv. Esta última é a mais cotada para o Brasil. Publicidade View the full article
  8. Desenvolvida na Coreia do Sul, a plataforma GSV deu origem a uma série de produtos bem-sucedidos da GM como Chevrolet Cobalt, Spin, Onix, Sonic e a segunda geração do SUV Tracker, que já pode ser encontrada por valores mais baixos que um popular zero-km. Relacionadas NotíciasChevrolet Tracker 2024 só fica mais barato para PcD ter desconto23 jan 2024 - 13h01 Carros usadosÚltimos Ford EcoSport têm motores mais modernos e partem dos R$ 65.00025 jan 2024 - 23h01 Carros usadosVender o usado antes é melhor que usar o carro como parte de pagamento22 jan 2024 - 10h01 Apenas tenha em mente que os exemplares mais antigos desta geração já completaram dez anos de uso: a maioria encontra-se com centenas de milhares de quilômetros rodados. São 4,25 metros de comprimento, 1,78 de largura, 1,65 de altura e 2,55 entre os eixos: o Tracker oferece espaço interno para quatro adultos, mas o porta-malas de apenas 306 litros acaba por torná-lo inadequado para famílias que viajam muito. Porta-malas pequeno é um ponto fracoChristian Castanho/Quatro RodasA versão mais valorizada é a Premier, que surgiu no modelo 2018 para substituir a LTZ. É impulsionada pelo motor 1.4 Turbo de 153 cv e 24,5 kgfm, sempre acoplado a um câmbio automático de seis marchas. Vai de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e faz 14 km/l na estrada. Os airbags laterais e de cortina e alertas de mudança de faixa e de colisão só foram oferecidos como opcionais. O pacote básico trazia apenas ESP, bancos de couro, teto solar, sensor e câmera de ré, alerta de ponto cego e chave presencial. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Baseada na Premier, a versão Midnight traz a carroceria, maçanetas, friso do porta-malas, rodas e emblemas pintados de preto. O tom também impera no interior, tendo apenas detalhes em tom brilhante. <span class="hidden">–</span>Christian Castanho/Quatro RodasA grana tá curta? Procure a versão LT a partir do modelo 2017, que tem o mesmo 1.4 Turbo sem abrir mão da central multimídia MyLink, volante multifuncional, direção elétrica, faróis de neblina, roda de liga leve, start-stop e piloto automático. Quem tem receio de carro usado com motor turbo deve escolher o Tracker LTZ entre os modelos 2014 e 2016: o motor Ecotec de 1,8 litro e 144/140 cv é o mesmo que equipou a primeira geração do Cruze. Só não espere a mesma eficiência: o 0 a 100 km/h é em 12,2 segundos e o consumo médio na estrada é de 13,1 km/l. Continua após a publicidade Dica mais importante: evite a série especial Freeride com motor 1.8, a única com câmbio manual de cinco velocidades. Além da baixa demanda, você abre mão de equipamentos interessantes como as rodas de 18 polegadas, os bancos revestidos de couro e o sistema multimídia MyLink. Versão LTZ tem rodas aro 18, mais cromados eleds nas lanternasChristian Castanho/Quatro RodasSem problemas crônicos, o Tracker de 2a geração é notório pela robustez e confiabilidade: está amparado por uma grande rede de concessionárias e os reparadores independentes sabem que há uma grande oferta de peças originais e paralelas para que a manutenção fique sempre em dia. Defeitos do Chevrolet Tracker Turbo (motor 1.4) – Queda abrupta no desempenho é indício de desgaste no rotor, folga no eixo ou problemas na vedação na válvula de alívio. O problema quase sempre depende da substituição do conjunto completo, que custa cerca de R$ 19.000 na concessionária, fora a mão-de-obra. Bomba de óleo (motor 1.4) – Queda na pressão também resulta em desempenho fraco: o problema pode estar na válvula solenoide. A boa notícia é que o componente já é vendido separadamente e custa em torno de R$ 280. Câmbio automático tem seis marchas e opção de trocas na alavancaChristian Castanho/Quatro RodasTransmissão automática – Robusto e confiável, o câmbio GF6 não necessita de verificação ou troca periódica do fluido, mas em caso de substituição deve ser observada a especificação Dexron IV. Continua após a publicidade Injeção direta (motor 1.4) – Marcha lenta irregular, falhas, aumento no consumo e queda no desempenho são sintomas de pressão insuficiente. Em geral, o problema é causado por impurezas. Teto solar – Verifique o funcionamento do sistema: oxidação e ruídos anormais na abertura e fechamento indicam que o componente precisa de uma revisão completa. Manchas e mofo na persiana e no forro são indícios de falha na vedação. Revestimento imitando couro é item de sérieChristian Castanho/Quatro RodasA voz do dono Nome: Bruna Monteiro Valvasori Idade: 37 anos Profissão: advogada Cidade: Limeira (SP) O que eu adoro: “Estou tão satisfeita que já estou no segundo Tracker: é um SUV alto, robusto e com muita estabilidade tanto na cidade quanto na estrada. As manutenções apenas periódicas o tornam muito confiável.” O que eu odeio: “O que economiza em manutenção gasta no posto: prepare o bolso, pois ele está longe de ser econômico. E a direção poderia ter um pouco mais de firmeza como na geração atual.” Continua após a publicidade Porta-malas de 306 litros não é dos maioresChristian Castanho/Quatro Rodas Preço médio dos Chevrolet Tracker usados* (KBB Brasil) Modelo 2014 2015 2016 2017 2018 2019 FREERIDE 1.8 MT 57.940 – – – – – LT 1.8 AT – – 63.210 – – – LT 1.4T AT – – – 74.802 77.331 81.360 LTZ 1.8 AT 62.152 63.897 67.331 – – – LTZ 1.4T AT – – – 78.091 – – PREMIER 1.4T AT – – – – 81.571 85.117 MIDNIGHT 1.4T AT – – – – – 86.764 Preço das peças do Chevrolet TRacker Preço das peças OriginaL Paralelo Farol 3.596 2.300 Jogo de amortecedores 8.745 2.470 Par de discos Dianteiro 2.115 982 Jogo de pastilhas Dianteiro 977 667 para-choque dianteiro 3.353 1.499 Nós dissemos <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro RodasOutubro de 2013 – “Avaliado no campo de provas da GM, em Indaiatuba (SP), o Tracker cedido para teste cumpriu a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em 11,3 segundos, um tempo melhor que o divulgado pela fábrica, de 11,5. (…) Ao volante, o destaque do Tracker é, sem dúvida, a boa calibragem da suspensão, capaz de garantir bom nível de conforto e estabilidade.” Pense também em um… <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasRenault Duster – Se destaca pela facilidade de revenda, baixo custo operacional e facilidade de manutenção: é bem conhecido dos mecânicos e suas peças são facilmente encontradas na rede de concessionários. Os motores 1.6 16V (110/115 cv) e 2.0 16V (138/142 cv) agradam, mas apenas o último oferece a opção de câmbio automático de quatro marchas ou tração 4×4. Publicidade View the full article
  9. Finalmente as unidades do Ford Mustang GT 2024 estão desembarcando no Brasil. O modelo está em sua sétima geração, que foi apresentada em 2022 durante o Salão de Detroit. As primeiras unidades desembarcaram no Porto de Vitória, no Espírito Santo, e indicam que o início das vendas do muscle car estão cada vez mais próximas. Relacionadas Carros elétricosFord Transit elétrico estreia mais caro que Mustang Mach-E: R$ 542.00027 fev 2024 - 15h02 Carros usadosFord Ka usado tem equipamentos e motor de carro novo – e bom preço23 fev 2024 - 16h02 Carros elétricosFornecedor de GM e Ford fecha acordo para fabricar baterias Blade da BYD19 fev 2024 - 13h02 A chegada da sétima geração do carro, que demorou quase 2 anos para chegar ao Brasil, comemora o aniversário de 60 anos do Mustang e já inicia a comemoração com a carroceria do esportivo pintada em Vermelho Zadar. No ano passado, o Mustang completou o oitavo ano seguido como cupê esportivo mais vendido do mundo e trata-se de um modelo vendido em mais de 100 mercados no mundo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordO modelo que chega ao Brasil está equipado com o icônico motor Coyote V8 5.0 mais potente de todos os tempos. Com esta configuração, o Mustang GT pode gerar 486 cv de potência e 57,7 kgfm. O visual é mais moderno, se comparado com o seu antecessor, mas segue com o design agressivo conhecido nos muscle cars americanos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordA principal mudança foi na frente, onde os faróis foram afilados, a fim de valorizar a largura do modelo. A traseira teve mudanças mais simples, mas manteve os icônicos trios de lanterna de freio. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram O interior também foi renovado e está mais tecnológico, com um grande display unindo as telas de instrumentos e de infoentretenimento. Quem quiser garantir a presença desse icônico esportivo na garagem terá que desembolsar uma quantia considerável, pois a versão Mach 1 do Mustang custa atualmente R$ 576.490 e traz um motor V8 ligeiramente menos potente que a versão GT. A marca ainda não divulgou o preço e data oficial do início das vendas. Publicidade View the full article
  10. ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto RAYLLAN5 e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br WANDO ATUALIZACOES Comprar link MUSICAS ATUALIZADAS So chamar https://wa.me/message/WRTVBNF2E44IJ1 Meu facebook https://www.facebook.com/rayllansom/ Para comprar produtos online segue o link para compra AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb Shopee https://shope.ee/apjpxVjd Ja conhece meu canal no youtube https://www.youtube.com/c/RAYLLANSOM Hashtags: dinheiro som somautomotivo nubank carro viagem bradesco rayllansom caixaeconomica audio financiamento banco vendas negocios Volkswagen Fiat Toyota Hyundai GM JEEP RENAULT HONDA NISSAN PEUGEOT CITROEN BMW BYD MITSUBISHI PORSCHE FORD Seja membro deste canal e ganhe beneficios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we xML7cHrr1g/join O seu canal de Som Automotivo /nordeste. Nao esqueca de deixar seu LIKE e de se INSCREVER-SE para continuarem atualizados e ajudar nossa familia crescer. Instagram TikTok kwai e Facebookr rayllansom GRUPO TELEGRAM LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 memes Som dos INSCRITOS 406 - TOP 10 TOCANDO com MUITA PRESSAO somautomotivo View the full article
  11. Essa é a nossa história! Excelência, inovação e qualidade são fatores que buscamos para entregar o melhor em nossos produtos. Agradecemos a todos os nossos clientes e seguidores por fazerem parte da nossa história de sucesso. Continuem nos acompanhando para mais inovação, qualidade e o melhor em som automotivo! #audiophonic #sub #som #carro #somautomotivo #sound #carros #carrosbaixos #bas #sensation #need #club #htech #music #top #distribuição #somtop #sotocatop #tocamuito #audiodeemoção #audioemhd #somdequalidade #qualidade #somhd #kit #coaxial #kitduasvias Veja artigo original
  12. O preço do BYD Dolphin Mini veio acima dos R$ 100.000, e isso acabou ofuscando a estreia do subcompacto. Mesmo assim, o potencial de ser ainda mais popular que o Dolphin é real e, após um primeiro contato na China, levamos o irmão menor para o teste completo. Relacionadas TestesBYD Dolphin Mini é bem equipado e custa R$ 115.800, mas suspensão é ruim28 fev 2024 - 11h02 Auto-serviçoMarcas voltam a ter versões de carros PCD após novo teto para desconto18 fev 2024 - 10h02 Nessa prova, conseguimos notar que, claro, não é um automóvel perfeito. Mas certamente oferece mais do que concorrentes na mesma faixa de preço. Em passos não tão pequenos mais, a indústria automotiva está mudando, as fabricantes chinesas crescendo e os carros elétricos ganham preços de equivalentes a combustão. Esperado com preço ao redor dos R$ 100.000, BYD Dolphin Mini é elétrico com preço de 1.0 automático e até mais equipado, mas não é perfeitoArte/Quatro RodasO BYD Dolphin Mini pretende ser o líder dessa fase, e a estreia dele no Brasil é a capa de QUATRO RODAS em março. A edição 779 já está nas bancas e não para por aí! Continua após a publicidade PORSCHE 911 DAKAR A Porsche foi atrevida de novo, e criou um 911 realmente feito para o fora-de-estrada. O Porsche 911 Dakar até parece uma unidade de exibição, tamanhas as mudanças, mas ele já está esgotado no Brasil, onde mais de 10 unidades chegarão a R$ 1,8 milhão cada. Fomos ao Canadá para um contato único de jornalistas brasileiros com o 911 Dakar, a versão inédita e limitada do esportivo que encara terra e neve em altas<br />velocidades, e já esgotouArte/Quatro RodasSeu nome e estilo fazem referência às vitórias da marca no famoso rali africano. QUATRO RODAS, entretanto, foi ao Canadá, a fim de testar o 911 Dakar em meio a neve pesada e 23 graus abaixo de zero. DOSSIÊ PCD O preço dos carros disparou durante a pandemia, com a legislação tributária demorando para acompanhar a inflação. Por algum tempo, comprar um carro para Pessoas com Deficiência se tornou tarefa ingrata, mas os limites para gozar dessa isenção foram ampliados recentemente, e as vendas cresceram. Continua após a publicidade O mercado PcD voltou a ficar vantajoso com o aumento do teto do ICMS para R$ 120.000. O desconto total pode ultrapassar R$ 25.000. Veja nesse dossiê quais as opções nesse segmentoArte/Quatro RodasO Dossiê PCD é o guia perfeito para escolher a sua unidade. Além de explicar os diferentes descontos que podem (ou não) incidir no valor do carro, reunimos todos os veículos com versões PcD à venda no Brasil, listando suas qualidades e alternativas. NISSAN SENTRA ADVANCE x VOLKSWAGEN VIRTUS EXCLUSIVE Todos sabemos que o VW Virtus é o sedã que vem logo abaixo do Jetta, médio. O irmão maior, entretanto, manteve apenas a variante esportiva à venda, e seu preço é salgado. De um lado, o bem equipado compacto que almeja o andar de cima. De outro, um básico de porte médio pelo mesmo preço. Quem vence?Arte/Quatro RodasO Virtus, por outro lado, ganhou versões mais básicas e a topo de linha, GTS, trocou o visual mais agressivo pelo jeitão formal do Exclusive. Ele custa o mesmo que um Nissan Sentra Advance, mas será que é possível para um sedan intermediário brigar no andar de cima apenas com base em equipamentos e motor? RENAULT SCENIC E-TECH A Renault vem aproveitando nomes clássicos de sua história em carros elétricos completamente novos. No Brasil já temos o Megane E-Tech, e fomos à França conhecer o Scenic da nova era. Em outros tempos, ela já foi “a” Scénic, mas da minivan que inaugurou a fábrica da Renault no Brasil só restou o nome. Agora trata-se “do” Scenic, mais um SUV da marca francesaArte/Quatro RodasBem ao jeito da modernidade, a minivan mudou de gênero e se transformou no SUV, mas tem espaço amplo. Além disso, seu design e soluções tecnológicas devem aparecer no SUV cupê nacional da Renault, que estreia em breve. Continua após a publicidade Carta ao Leitor: Convivência Pacífica À medida que os elétricos vão se fazendo presentes em nosso dia a dia de jornalistas especializados, fazemos novas descobertas para compartilhar com os leitores. Nesse sentido, a compra do BYD Dolphin para o teste de Longa Duração vai nos ajudar muito a deixar você por dentro desse novo universo da mobilidade. Não deixe de acompanhar. Depois de participar da reportagem que foi a capa da edição de fevereiro, Elétricos nas Ruas, em que dirigi por duas semanas um Ford Mustang Mach-E, 100% elétrico, perdi grande parte do medo que eu tinha de sair por aí dirigindo e a bateria acabar. Mas só fui perceber essa perda de medo agora, que fiquei alguns dias com o Dolphin para o primeiro contato com o modelo recém-adquirido. Na estrada, com o elétrico, sem medo de não conseguir voltar para casaPaulo Campo Grande/Quatro RodasRetirei o BYD na sede da Abril, com 30% de bateria e 300 km rodados. Rodei 30 quilômetros na hora do rush de São Paulo, sossegadamente. Como passaria o final de semana com o carro, tratei de carregar a bateria no dia seguinte. E, para minha sorte, o eletroposto perto de casa, que estava com problemas quando da realização da reportagem com o Mustang, desta vez funcionava a plena carga (45 kW). Completei 100% e saí por esse mundão afora. Continua após a publicidade Fui e voltei do fim de semana, segui rodando com o carro mais algum tempo sem ficar ansioso, confiando que a autonomia informada no painel (que ia diminuindo com o passar dos dias) era suficiente para me fazer chegar aos destinos. Devolvi o elétrico com 20% de reserva e 800 km rodados (há um eletroposto de alta potência a 300 m da Abril). Paulo Campo Grande, redator-chefe de QUATRO RODASArte/Quatro RodasNão perdi totalmente o medo da energia acabar no meio do caminho porque ainda não é possível iniciar uma viagem mais longa sem planejar o roteiro, prevendo a necessidade de recarga. E o planejamento, nesse caso, não é garantia de sucesso, porque a rede de eletropostos no país ainda está sendo formada e os investimentos iniciais são direcionados para as grandes cidades, capitais principalmente, enquanto o interior ainda é um deserto. De qualquer modo, isso também começa a mudar. Todo dia surge alguma nova iniciativa para ampliar a rede de eletropostos. Seja de olho na oportunidade de vender energia, seja pela consciência de que o negócio dos elétricos depende desse fornecimento, as empresas do setor estão tão atentas aos eletropostos quanto os consumidores. Publicidade View the full article
  13. Pra que SUV ou picapes? O novo Volkswagen Polo Robust quer provar que um hatch 1.0 com suspensão elevada e pneus de perfil mais alto também aguenta o tranco. A nova versão será apresentada neste fim de semana na Expodireto Cotrijal, que acontece entre os dias 4 e 8 de março, no Rio Grande do Sul. Relacionadas NotíciasVW Polo está mais caro em 2024 e agora parte dos R$ 87.99012 jan 2024 - 02h01 NotíciasVW Polo Track estreia na Argentina com motor 1.6 e por mais de R$ 120.0005 jun 2023 - 15h06 TestesComparativo: Argo e Polo Track revivem a velha rivalidade entre Fiat e VW11 Maio 2023 - 05h05 Na prática, o Polo Robust é um Polo Track pensado para o agronegócio. Seria o carro do dia a dia nas fazendas. Não à toa, esta nova versão será exclusiva para vendas diretas e está sendo oferecido em pré-venda com dois kits de acessórios que ajudam a manter o carro limpo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenUm é focado na conservação do carro e contempla banco de vinil, revestimento de borracha no assoalho e protetor da grade frontal (de uso exclusivo para trabalho no campo rural, como fazendas e usinas). O segundo inclui os mesmos itens e agrega tapete de borracha no porta-malas e até engate para reboque. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenNa mecânica, o Polo Robust é idêntico ao Polo Track: tem o motor 1.0 aspirado de 84 cv e câmbio manual de 5 velocidades. O Polo Robust é o mais potente da categoria, ideal para seu negócio. Continua após a publicidade Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Como ainda está em pré-venda, o Polo Robust ainda não teve preços ou lista de equipamentos de série divulgados. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Publicidade View the full article
  14. Apresentado há um mês, o Porsche Macan de nova geração é elétrico e já está em pré-venda no Brasil com entregas previstas para o segundo semestre. Duas versões estão disponíveis e já têm preço: o Macan Electric 4 parte dos R$ 580.000 e o Macan Electric Turbo parte dos R$ 770.000. Relacionadas Carros elétricosPorsche Macan EV é lançado com para-brisa 3D e pode chegar a 639 cv26 jan 2024 - 16h01 NotíciasNovo Porsche Panamera E-Hybrid roda até 100 km como elétrico22 fev 2024 - 10h02 Carros elétricosTaycan Turbo S 2025 é o Porsche mais rápido e potente da história11 fev 2024 - 11h02 Os clientes já podem encomendar o Macan 4, enquanto o Macan Turbo estará disponível para pré-venda a partir do próximo dia 13 de março, com uma nova versão do configurador no site da Porsche. O Macan elétrico não substitui o modelo a combustão, que hoje tem versões com preços entre R$ 475.000 e R$ 710.000. <span class="hidden">–</span>Divulgação/PorscheO Porsche Macan EV é mais potente que as versões equivalentes a combustão. Se o Macan vai de um 2.0 com 265 cv a um V6 2.9 com 440 cv, Macan 4 elétrico tem dois motores que somam 408 cv, enquanto os dois motores do Macan Turbo EV somam 639 cv. O primeiro SUV elétrico da Porsche ainda tem aerodinâmica otimizada, o que resultou em um coeficiente de arrasto de apenas 0,25 – é um dos SUVs mais aerodinâmicos do mundo. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Motor dianteiro do novo Porsche Macan EDivulgação/PorscheAmbas as variantes do Macan têm tração nas quatro rodas e bateria de íon de lítio com capacidade bruta de 100 kWh, proporcionando até 95 kWh utilizáveis. Ela aceita recarga a até 270 kW, o que permite ir de uma carga de 10 a 80% em aproximadamente 21 minutos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/PorscheAlém da performance, o Macan EV tem interior luxuoso e novas tecnologias. O Macan 4 é equipado com uma série de recursos, incluindo Park Assist, bancos dianteiros aquecidos e com ajustes elétricos, teto panorâmico e conectividade via Apple CarPlay. Já o Macan Turbo adiciona 18 regulagens elétricas nos bancos dianteiros, Porsche Torque Vectoring Plus e um pacote Sport Chrono, entre outros recursos. Continua após a publicidade Publicidade View the full article

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