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RobôAutoforum

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  1. Na Europa, C4 Cactus não terá nova geraçãoQuatro RodasO Citroën C4 Cactus deverá morrer em breve – ao menos na Europa. Quem bateu o martelo foi Xavier Peugeot, chefe de produto de produtos da PSA, em entrevista ao Top Gear. Revelado em 2014, o modelo recebeu a primeira atualização no início do ano passado, quando ganhou o visual que deu origem ao nosso. Com isso, ele deve dizer adeus ao mercado europeu em 2022. Segundo chefe de produto, nem o nome poderá permanecerQuatro Rodas“Ele é nosso representante entre os hatches do segmento C e será substituído. Esse será o fim do C4 Cactus. Ainda não sei quanto ao nome, mas do veículo”, garante o executivo. Na entrevista, Peugeot (sim, um irônico sobrenome) afirma que o futuro modelo será capaz de se sobressair diante do atual “tanto na capacidade de ousar, como na inovação”. Feito no Brasil desde 2018, o modelo é diferente da versão europeiaQuatro RodasNão há nenhuma indicação de como será a novidade, só que o chefe de produtos afirmou aos ingleses que o produto dividirá opiniões, uma característica marcante da empresa. “Carros da Citroën nunca formaram um consenso e é necessário criar esse tipo de polarização. Fazer coisas diferentes para pensarem ‘o que eles criaram agora?’”, diz Peugeot. Uma das principais diferenças é o vidro traseiro que abreQuatro RodasPor aqui, o C4 Cactus recebeu mudanças substanciais em relação ao europeu – do painel mais simples aos vidros traseiros que descem – e foi lançado na segunda metade de 2018. É bem provável que, antes de dar lugar a um sucessor, o nosso C4 Cactus ganhe uma reestilização exclusiva para o mercado sul-americano, tendo sobrevida garantida até pelo menos 2024. Veja também NotíciasLonga Duração: Citroën C4 Cactus, seja bem-vindo à nossa frota!14 maio 2019 - 07h05 NotíciasUma história familiar: morre Picasso, o primeiro Citroën feito no Brasil7 maio 2019 - 18h05 NotíciasCitroën muda versão do C4 Cactus para clientes PcD… De novo3 jan 2019 - 16h01 Procurada para esclarecer o futuro do modelo nacional, que é produzido em Porto Real (RJ), a assessoria da divisão brasileira do grupo PSA não foi encontrada pela reportagem até a publicação desta reportagem. View the full article
  2. Os três motores são virados para trás, ao contrário do que é mais comum no mercadoDivulgaçãoA propulsão elétrica começa a se popularizar entre os automóveis, mas ainda é raridade nas aeronaves. Pudera: pior que ficar sem bateria em uma estrada, é ficar sem carga a 10 mil pés de altitude. Outro problema é o peso elevado do conjunto de baterias, algo crítico em aviões onde cada grama importa. Por isso a Alice, primeira aeronave comercial elétrica do mundo, tem porte pequeno e autonomia limitada. A Alice está sendo desenvolvido pela israelense EviationDivulgaçãoO avião desenvolvido pela empresa israelense Eviation tem alcance de 1.040 km. O aparelho tem três motores elétricos que giram hélices que ficam de costas, conceito chamado de “pusher”, pois nele os propulsores empurram a aeronave, em vez de puxá-la. Os estabilizadores horizontais são inclinadosDivulgaçãoA altitude de cruzeiro da Alice é de 10 mil pés, mas ela é capaz de chegar a uma altura três vezes maior. Sua velocidade operacional é de 480 km/h, podendo chegar a 630 km/h de velocidade máxima. De acordo com a Eviation, os três motores de 353 cv cada têm ligações elétricas e baterias independentes, possibilitando desligar um ou mais propulsores em caso de emergência sem afetar o restante. A aeronave pode levar até nove passageiros e dois tripulantesDivulgaçãoSeu peso máximo de decolagem (MTOW) é de 6,35 toneladas, um valor baixo para uma aeronave comercial. Como referência o Embraer 170, menor avião da linha E-Jet, tem MTOW de quase 36 toneladas. A Alice pode levar até 9 passageiros (mais dois tripulantes) e tem visual incomum, com dois estabilizadores horizontais inclinados que também faz as vezes de leme. A primeira aparição pública de Alice ocorreu na última semana, em ParisDivulgaçãoA Eviation defende que a maior vantagem da aeronave é o gasto com combustível, que é o maior peso no custo de voo de um aeronave comercial. Os três motores da Alice têm a mesma potênciaDivulgaçãoRoei Ganzarski, diretor da magniX, empresa fornecedora dos motores, afirmou à imprensa na feira de aviação Paris Air Show que a Alice teria um custo de 30 a 45 reais por voo, enquanto um Cessna Caravan, de porte similar, gastaria R$ 1.500 em querosene de aviação — uma diferença de 97%. O foco da aeronave é voos regionais e táxi aéreoDivulgaçãoE, ao menos por enquanto, a aeronave está com futuro garantido. A companhia aérea Cape Air, que opera voos regionais nos Estados Unidos, teria feito uma encomenda de “dois dígitos” de unidades da Alice. A Alice ainda está passando pelos processos de certificação de vooDivulgaçãoAlém da Eviation, outras empresas já desenvolvem soluções elétricas e híbridas para os aviões. Entre elas estão as gigantes Rolls-Royce, Airbus e até a Boeing Brasil – Commercial (antiga Embraer). Veja também NotíciasA trágica história do Ford Flivver, avião “popular” menor que um Corolla3 jun 2019 - 08h06 NotíciasAirbus A380: cinco ligações do maior avião do mundo com os automóveis18 fev 2019 - 11h02 NotíciasRolls Royce promete lançar o avião elétrico mais rápido do mundo em 20208 jan 2019 - 16h01 O uso da eletricidade terá potencial ampliado nos próximos anos, pois alguns países estudam cobrar das companhias aéreas compensações ambientais pela emissões de poluentes de seus aviões. A energia elétrica, no entanto, tem viabilidade limitada a voos de curta ou média distância, e não é aplicável para rotas transcontinentais. View the full article
  3. VW T-Roc, SUV europeu com toque acupezado, é uma das inspirações do SUV cupê do PoloVolkswagenLembra quando QUATRO RODAS te contou que a Volkswagen estava desenvolvendo um SUV baseado no Polo para ser produzido em Taubaté (SP), e um CUV, também derivado da plataforma MQB A0, com produção em São Bernardo do Campo (SP)? Pois nossa reportagem apurou que a fabricante já está adaptando a linha de montagem no ABC Paulista para iniciar a fabricação do tal CUV ainda este ano, entre setembro e outubro. A intenção da marca é lançá-lo no mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2020. T-Sport será posicionado abaixo do T-Cross em faixa de preçoVolkswagenMas, afinal, o que será este “CUV”? Conforme apurado junto a uma fonte ligada a fornecedores, trata-se de um SUV cupê compacto, que manterá o entre-eixos do Polo (2,56 metros) e terá faixa de preços inferior à do T-Cross, entre R$ 70 mil e R$ 90 mil. A primeira notícia que se teve desse projeto foi com uma reportagem da revista Motorshow do ano passado. Visual terá elementos que lembrarão Polo, Virtus e T-Cross, porém com soluções próprias tanto para a dianteira (grade e para-choque) quanto para a traseira (com caimento do teto inspirado no europeu T-Roc e lanternas exclusivas). Espaço interno será similar ao do Polo, porém com volume do porta-malas próximo aos 521 litros oferecidos pelo Virtus, fruto do balanço traseiro estendido. Por dentro, as peças de acabamento serão muito similares às de hatch, sedã e SUV compactos com quem compartilha a plataforma. Entre-eixos será o mesmo do Polo: 2,56 metrosQuatro RodasDe acordo com nossas apurações, a Volkswagen colocou os trabalhadores de São Bernardo em férias coletivas a partir desta segunda-feira (24), a fim de adaptar a linha da montagem para a fabricação do novo modelo. A paralisação das atividades durará até 15 de julho. Procurada, a Volkswagen confirmou a informação. Confira a nota enviada com exclusividade pela assessoria à nossa reportagem: “Conforme planejado em seu calendário de produção para o ano, já tendo previsto o volume menor de exportações para a Argentina, a fábrica Anchieta entrará em férias coletivas, de 24 de Junho a 13 de Julho. Nesse período, a unidade também realizará alterações técnicas significativas em suas linhas de montagem, para a chegada de mais um produto inédito da Volkswagen no futuro”. SUV cupê será fabricado em São Bernardo do Campo (SP), junto de Polo e VirtusVolkswagenQUATRO RODAS também pode afirmar que já há pelo menos um protótipo do SUV cupê circulando em testes fechados. Após o fim das férias coletivas, aparições públicas do veículo camuflado devem se tornar frequentes. Afinal, os engenheiros terão entre dois e três meses para fazer os últimos ajustes de suspensão antes de a produção começar. Componentes mecânicos, como suspensões e toda a parte elétrica, também serão derivados de Polo e Virtus. É praticamente certa a utilização do motor três-cilindros 1.0 TSI turboflex de 128 cv e 20,4 mkgf, gerenciado por câmbio automático de seis marchas. SUV cupê certamente contará com o motor tricilindro de 128 cv conhecido como 200 TSIQuatro RodasO 1.6 MSI, naturalmente aspirado de 117 cv, pode compor as versões mais baratas, em configuração manual de cinco ou automática de seis marchas. E como o pequeno SUV cupê vai se chama? Este ainda é um mistério, mas recentemente a Volkswagen registrou no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) o nome “T-Sport”, que cairia muito bem a esta proposta. Veja também NotíciasLonga Duração: VW Virtus e a incômoda infiltração de água no porta-malas24 jun 2019 - 07h06 NotíciasOs Eleitos 2019: VW Polo é primeiro carro a atingir teto de respostas11 jun 2019 - 07h06 TestesTeste: VW Jetta GLI é quase tão legal quanto Golf GTI, só que mais barato5 jun 2019 - 11h06 Já em Taubaté, a empresa de origem alemã deve produzir um SUV pequeno de formato mais convencional, porém com visual e dimensões similares aos do (possível) T-Sport, e valores ainda mais módicos: de R$ 65 mil a R$ 80 mil. T-Track e Taos são os nomes candidatos para esse modelo. View the full article
  4. FULLPOWER - A Audi apresentou neste mês a versão mais apimentada do Q8, que começa a ser vendida na Europa até o fim do ano. Batizado de ... Audi SQ8 é revelado com motor V8 de 435 cv View the full article
  5. Guarnição da tampa é a principal suspeita da infiltraçãoQuatro RodasCom mais de 49.000 km, o Volkswagen Virtus se aproxima do momento da última parada para manutenção programada. Apesar da quilometragem avançada, há pouco do que reclamar. Mas, no último mês, uma mesma (e grave) reclamação foi registrada: entrada de água no porta-malas. Encontrar a origem da infiltração e providenciar a sua eliminação é tarefa para a rede Volkswagen, que, em breve, cuidará da quinta revisão do nosso Virtus. Após uma viagem curta, o repórter Henrique Rodriguez notou que o fundo de uma de suas bagagens estava úmido. “Voltei ao carro e, assim que abri o porta-malas novamente para investigar o problema, senti o cheiro característico de carpete molhado”, diz o repórter. “E, de fato, o tampão móvel que cumpre o papel de assoalho estava úmido. O dia da viagem havia sido ensolarado, mas dois dias antes, havia pego chuva forte com o Virtus”, completa. A tal infiltração de água no porta-malas do Volkswagen VirtusQuatro RodasUma semana depois, o editor de Longa Duração, Péricles Malheiros, também usou o Virtus. “Não peguei chuva, mas num lava-rápido, antes que jogassem água por baixo da carroceria, abri o porta-malas e notei que o tampão já estava molhado. Ou seja, a invasão está ocorrendo de cima para baixo”, conclui. O laudo final e, tomara, a solução ficarão a cargo da concessionária Original, onde a revisão foi agendada na véspera do fechamento desta edição. A experiência do repórter Rodrigo Ribeiro com o Virtus foi mais amena. Ligado em tecnologia, ele providenciou a personalização da central multimídia com o logotipo das estações de rádio. “Baixei os logos das emissoras na internet, salvei num pendrive e o coloquei na porta USB da central. Depois, no menu das configurações, apliquei as imagens nas respectivas frequências. Além de esteticamente mais agradável, os logos agilizam a seleção da rádio desejada”, diz Rodrigo. Virtus – 49.078 km Ficha técnica Versão: Highline 200 TSI Motor: 3 cil, diant., turbo, inj. direta, transv., 999 cm3, 12V, 128/116 cv a 5.500 rpm, 20,4 mkgf a 2.000 rpm Câmbio: automático, 6 marchas Combustível: flex (gasolina) Revisões Até 60.000 km: R$ 1.953** Gastos no mês Combustível: R$ 1.833 Consumo No mês: 12,3 km/l com 18,6% de rodagem na cidade Desde jun/18: 11,7 km/l com 23,4% de rodagem na cidade Seguro R$ 2.346* View the full article
  6. Da esquerda para a direita: Cadillac, Vonder e AutoamericaQuatro RodasSão os detalhes que fazem a diferença. Esse é o pensamento dos loucos por carro e profissionais de estética automotiva, que só têm a comemorar a existência das escovas para lavar pneus. Confortáveis e práticas, elas não deixam as mãos sujas ou os panos encardidos. Após escolher as mais conhecidas, pedimos a ajuda do especialista Fabiano de Almeida. “Apesar de mais cara, a Cadillac levou a melhor por se ajustar mais ao desenho do pneu. Já as cerdas mais duras da Vonder e da Autoamerica foram um empecilho para a limpeza.” Especialista Nome: Fabiano de Almeida Profissão: empresário Experiência: dono da AutoVapor Estética Automotiva, seu foco é cuidar da limpeza detalhada dos nacionais e importados 1 – Cadillac – Nota: 9,5 “É bem parecida com a Vonder, que ficou em segundo lugar, mas na prática você percebe a diferença: as cerdas mais macias se moldam melhor à lateral do pneu. Outro detalhe importante é que não precisei usar força na hora da limpeza. Para finalizar, a borda da cabeça da escova é emborrachada, o que evita danificar a pintura ao bater no para-lama.” Pró: cerdas mais macias e acabamento emborrachado Contra: preço alto Preço: R$ 40,90 – cadillacauto.com.br 2 – Vonder – Nota: 9,0 “É bem eficiente e o cabo é ergonômico, mas, quando comparada à Cadillac, ficou devendo na maciez das cerdas. Depois de seco, o pneu que foi limpo com a escova da Vonder ainda apresentava um pouco de sujeira, diferentemente da primeira escova. Ou seja, tive de usar mais força na segunda tentativa até limpar completamente. Por outro lado, seu material emborrachado é excelente.” Pró: acabamento emborrachado Contra: cerdas duras Preço: R$ 20 – vonder.com.br Veja também Auto-serviçoTeste do especialista: qual cera restaura melhor o plástico do carro?27 maio 2019 - 07h05 NotíciasTeste do especialista: qual protetor de tecido funciona melhor no carro?5 abr 2019 - 09h04 TestesTeste do especialista: toalhas mágicas deixam o carro tão seco assim?14 mar 2019 - 07h03 3 – Autoamerica – Nota: 7,5 “As cerdas são mais duras, mas o que me levou a deixá-la em terceiro foi a ausência de um acabamento emborrachado e o cabo menos ergonômico. Na primeira lavagem, os pelos já se abriram, como ocorre com as escovas de dentes gastas. Após a secagem, ainda havia sujeira retida. Até conseguir o desempenho satisfatório, precisei usá-la mais de uma vez.” Pró: cabo tem um bom tamanho Contra: acabamento plástico e cerdas duras Preço: R$ 18 autoamerica.com.br View the full article
  7. O célebre apelido Bizorrão veio da publicidade da VW da épocaQuatro RodasSimples e acessível, o Fusca caiu nas graças dos brasileiros logo após o início da produção nacional, em 1959. Seu sucesso promoveu uma indústria de acessórios dedicada aos proprietários que não se contentavam com o visual espartano e com o desempenho modesto do pequeno motor boxer de 1,2 litro e parcos 36 cv. Em busca de mais fôlego, a VW aumentou a cilindrada para 1,3 litro em 1967 (Tigre) e 1,5 em 1970 (Fuscão). Mas era pouco: pilotos como Wilson Fittipaldi preferiam importar kits que a elevavam para 1,6. Outra melhoria comum era a dupla carburação, que proporcionava melhor desempenho e menor consumo. Rodas de 14 polegadas davam mais estabilidadeQuatro RodasValente, o Fusca 1600 dominava ruas e autódromos, encarando até os temidos Chevrolet Opala. Bem-sucedido, motivou o presidente da VW, Wolfgang Sauer, a anunciar uma categoria de monopostos com esse motor em 1973, a SuperVê. Nos bastidores, a engenharia da VW já trabalhava numa versão oficial deste veneno. Batizado de Super Fuscão 1600 S, foi lançado em 1974: a campanha publicitária repleta de gírias buscava identidade com o público jovem, chamando-o de Bizorrão. Por fora, as novidades eram a tomada de ar preta sobre o capô traseiro e as largas rodas com aro de 14 polegadas, similares às da Brasília. O volante esportivo obstruía a visão do conta-girosQuatro RodasO interior oferecia um requinte incomum: forração interna com carpete e, para alegria dos jovens casais, bancos reclináveis. O volante cálice de três raios da Walrod trabalhava em harmonia com a alavanca encurtada do tradicional câmbio preciso. O 1.6 boxer de 65 cv vinha da Brasília, mas com 5 cv a mais graças à dupla carburação. Para monitorá-lo, instrumentação completa: conta-giros, relógio, amperímetro e termômetro de óleo, indispensável em motores a ar de alta performance. O 1600 boxer de 65 cv vinha da BrasíliaQuatro RodasO rádio era opcional, mas não fazia falta: o bom era curtir o ronco do escapamento esportivo de saída única, voltada para a esquerda. A escala final do velocímetro marcava pretensiosos 160 km/h – na melhor das hipóteses, ele não passaria dos 136 km/h. Mas era o bastante para acompanhar o tráfego: indo de 0 a 100 km/h em 16,5 segundos, era mais rápido que os esportivos SP-2 e Karmann-Ghia TC. De fato, este Fusca não levava desaforo para casa: superava Chevrolet Chevette, Dodge 1800, Ford Corcel e seguia no encalço da nova estrela da VW: o Passat. Os pneus diagonais 175 S14 deixavam a desejar, mas ainda assim sua tocada era rápida e arisca: as rodas mais largas aumentavam as bitolas e a barra compensadora atenuava as saídas de traseira, dando muito prazer a motoristas habilidosos. Os freios dianteiros a disco eram de série. A entrada de ar com carenagem clássicaQuatro RodasO carro das fotos pertence ao colecionador Cesar Cardoso, que possui mais dois exemplares: “Tenho esse Amarelo Imperial, um Vermelho Rubi e outro Branco Lotus”. Como tudo que é bom dura pouco, ele saiu de cena no primeiro semestre de 1975, dando lugar ao Fuscão 1600. Sucesso de público e crítica, essa versão seguiu firme e forte até o fim da produção em 1986. Veja também NotíciasO inacreditável Fusca de dois motores dos irmãos Fittipaldi3 mar 2017 - 20h03 NotíciasVW Fusca elétrico será rifado para ajudar ONG que tenta contato com ETs13 jun 2019 - 17h06 NotíciasHistória do Fusca nacional é tão confusa que até a VW se perde ao contá-la22 jan 2019 - 10h01 TESTE QUATRO RODAS – Outubro de 1974 Aceleração 0 a 100 km/h: 16,5 s Velocidade máxima: 136 km/h Retomada 40 a 100 km/h: 25,7 segundos Frenagem 80 a 0 km/h: 28,8 m Consumo médio: 10,2 km/l (cidade), 11,9 km/l (a 80 km/h) PREÇO Dezembro de 1974: Cr$ 27.154 Atualizado: R$ 53.500 (IGP-DI, FGV) Ficha técnica: Motor traseiro, 4 cilindros boxer, 2 válvulas por cilindro, alimentação por dois carburadores Solex 32 PDST Cilindrada 1584 cm³ Taxa de compressão 7,2:1 Potência 65 cv a 4600 rpm Torque 12 mkgf a 3000 rpm Câmbio manual de 4 marchas, tração traseira Dimensões comprimento, 402,6 cm; largura, 154 cm;
altura, 148,5 cm; entre-eixos, 240 cm Peso 800 kg Pneus 175 S14 View the full article
  8. Kia Seltos: mais um SUV compacto no mercadoKiaA Kia ainda tenta descobrir como ingressar com força no crescente mercado de SUVs compactos. Se com representantes como KX3 e Niro está difícil, especialmente em mercados emergentes, o jeito é criar uma solução de custo mais baixo para brigar em países como a Índia e, quem sabe, o Brasil. Foi aí que surgiu o Seltos, ilustrado nas imagens deste artigo. O nome deriva de Celtos, filho do herói Hércules na mitologia grega. Qual a relação disso com o consumidor indiano? Também não sabemos. O fato é que o Kia Seltos deriva da plataforma J5, usada pelas penúltimas gerações de Hyundai Elantra e Kia Soul (e cujos custos de implantação já estão amortizados, portanto), e que também dá vida, vejam só, ao nosso Creta. Plataforma é a J5, mesma do Creta e dos antigos Elantra e SoulKiaSe os gastos com a plataforma foram baixos, a Kia compensou aplicando uma certa dose de tecnologia ao seu mais novo SUV compacto. A carroceria utiliza aços de alta resistência e alumínio em sua construção. Há seis airbags embarcados, controles de estabilidade e tração com auxílio de partida em rampas e assistente de frenagem emergencial. Até um head-up display de oito polegadas foi aplicado ao para-brisa, assim como uma central multimídia de 10,25 polegadas no console central e um sistema de som Bose com oito alto-falantes. Seltos tem traços bastante musculososKiaO Seltos também traz um aplicativo chamada UVO, que usa um chip de dados para atualizar informações em tempo real sobre estado do veículo, tráfego, previsão do tempo e pontos de interesse no trajeto. Seus faróis e lanternas têm leds nas luzes de assinatura, diurnas, de neblina e até de indicação de mudança de direção, estas com efeito tridimensional. As rodas vão de 16 a 18 polegadas, sempre em liga leve. Conjunto óptico dianteiro usa leds e luzes de seta com efeito tridimensionalKiaA Kia ainda não deu detalhes sobre as dimensões do modelo, mas já contou quais os seus trens-de-força. E eles contam com três opções de motor e outras três de câmbio. Propulsores são o 1.6 T-GDI de 177 cv (conhecido do nosso New Tucson), o 2.0 aspirado de 149 cv ou 1.6 turbodiesel de 136 cv. Eles podem vir aliados a uma caixa automática de seis marchas, outra automatizada de dupla embreagem com sete marchas ou uma terceira, do tipo CVT. Insígnia abaixo da lanterna nesta imagem indica que SUV terá até uma versão esportivaKiaO visual destoa um pouco da linha estética seguida por outros lançamentos recentes da marca, remetendo a modelos de penúltima geração. A traseira chega a lembrar um SUV da Ford, como o Territory. Ah, sim: o Seltos será produzido em dois países: Índia e Coreia do Sul, o que reforça suas pretensões globais. A chegada às ruas começa no segundo semestre deste ano. Veja também NotíciasKia Stinger GTS foi feito para brigar (de lado) com Ford Mustang22 abr 2019 - 18h04 SalõesNovo Kia Soul é lançado com opções turbo e elétrica com mais de 200 cv30 nov 2018 - 15h11 NotíciasHyundai ix25 muda radicalmente e se descola do nosso Creta. Ainda bem18 abr 2019 - 09h04 Será que ele vem ao Brasil? Bem que a fabricante precisava de um produto assim para voltar a crescer por aqui, mas tudo vai depender das negociações com o importador oficial da marca no país. View the full article
  9. Linha de montagem do Toyota Etios em Sorocaba (SP)ToyotaA Toyota deu início nesta semana a uma estratégia para enxugar as operações nas fábricas de Sorocaba e Porto Feliz (SP). Na primeira unidade são produzidas as famílias de compactos Yaris e Etios; na segunda, os motores 1.3 e 1.5 que equipam os modelos. Trezentos e quarenta funcionários já foram demitidos e outros 500 não terão seus contratos renovados até 5 de agosto, quando o terceiro turno de trabalho será encerrado nos dois complexos. A empresa justificou a medida com a forte queda nas vendas para a Argentina. O país vizinho é responsável por 93% da demanda de veículos fabricados para exportação, que por sua vez representam 30% da produção em Sorocaba. Marca queria fabricar 160 mil carros em Sorocaba este ano, mas vai fazer só 125 milToyotaSegundo o portal G1, as demissões estão ocorrendo de duas formas: plano de demissão voluntária (PDV) para funcionários efetivos e não renovação de contratos temporários ligados ao terceiro turno. O terceiro turno em ambas as fábricas fora aberto em maio do ano passado, pouco antes do lançamento da dupla de compactos premium Yaris e Yaris Sedan. À época, 870 novos empregados haviam sido contratados. A expectativa para 2019 é que Sorocaba produzisse 160 mil unidades das famílias Yaris e Etios em 2019. Porém, com a forte crise argentina, a previsão caiu para 141 mil, depois 136 mil e, finalmente, para os mesmos 125 mil exemplares já atingidos no ano passado. Daí o encerramento do turno extra e a dispensa de praticamente 100% dos colaboradores que ingressaram 13 meses antes. Veja também NotíciasTeaser confirma: novo Toyota Corolla 2020 terá design do modelo europeu19 jun 2019 - 20h06 NotíciasLonga Duração: Toyota Prius e a bizarra ré que só opera com motor elétrico14 jun 2019 - 07h06 NotíciasComo um incêndio na Volkswagen salvou a Toyota da falência no Brasil6 jun 2019 - 07h06 O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba (SMetal) emitiu um comunicado no qual demonstrou ter sido pego surpresa com a decisão tomada “de forma unilateral”. Por isso, de acordo com o sindicato, está cancelada uma pauta de revisão de benefícios aos trabalhadores dos dois complexos, proposta pela Toyota há cerca de um mês e que consiste em 18 pontos, incluindo reajuste salarial. View the full article
  10. <span class="hidden">–</span>FacebookA estreia do novo Corolla está prevista, segundo nossas fontes ligadas à Toyota, para outubro. Mas a marca já está fazendo o esquenta do seu importante lançamento em redes sociais. Quem segue a Toyota no Facebook, por exemplo, já está sendo convidado a preencher um formulário que, segundo ela, dará direito a saber de todas as novidades do sedã em primeira mão. O Corolla só chega no fim do ano, mas a preparação para sua estreia já começou no FacebookQuatro RodasPor ora, o que se sabe oficialmente é que o sedã será montado na plataforma TNGA (a mesma do Prius) e que no Brasil ele adotará o visual da versão europeia. O governador de São Paulo, João Doria, participa da divulgação do Corolla híbridoToyotaAlém disso, caberá ao Corolla o título de primeiro híbrido flex do mundo, conforme anúncio feito ao Governador de São Paulo, João Dória, em abril. O mais provável é que o powertrain (motor e câmbio) seja o mesmo do Prius – como já dito, com a adição do sistema flex. Veja também NotíciasToyota confirma: novo Corolla chega este ano como 1º híbrido flex no mundo17 abr 2019 - 11h04 NotíciasEste é o novo Toyota Corolla híbrido que chegará ao Brasil ainda em 201914 fev 2019 - 12h02 NotíciasNovo Toyota Corolla brasileiro terá visual europeu e motor híbrido japonês15 jan 2019 - 09h01 Ou seja, o Corolla deverá ser impulsionado por um motor 1.8 a combustão interna de ciclo Atkinson e um elétrico de cerca de 72 cv, ambos acoplados a um câmbio automático do tipo CVT com engrenagens planetárias, em vez de correia e polia cônica. Versão do Corolla vendido na Europa tem visual conservador em relação ao americano (abaixo)Toyota<span class="hidden">–</span>ToyotaView the full article
  11. Novo Peugeot 208 é o carro mais bonito do ano, de acordo com o Car Design AwardsPeugeotA nova geração do Peugeot 208 recebeu o prêmio Car Design Award, promovido pela revista Auto&Design, pelo melhor design de carro de produção. Mazda3 e o Pininfarina Battista ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente. O troféu de melhor design de carro-conceito foi para o Alfa Romeo Tonale, seguido pelo Peugeot E-Legend e pelo Citroën Ami One. Mas a Citroën teve sua identidade de design (e também sua equipe de design) premiada pelo júri, com Mercedes-Benz e Mazda fechando o pódio da categoria. Novo 208 teve seu design inspirado no 205 GTIPeugeotO Car Design Award é considerado o Oscar do design automotivo e seus vencedores são decididos por um júri de especialistas que representam as mais prestigiadas publicações automotivas do mundo, entre as quais está QUATRO RODAS, única representante da América Latina. As considerações do corpo de jurados sobre cada um dos vencedores: Carros de produção: Peugeot 208 “Com o 208, a Peugeot demonstrou que o design poderia desempenhar um papel crucial na transformação de um carro pequeno em um carro de luxo. Enquanto o exterior reinterpreta as proporções do lendário 205 GTI, a traseira se reconecta imediatamente com o SUV 3008. O interior também surpreende, com componentes de modelos maiores e o primeiro quadro de instrumentos 3D em um carro de produção”. Tonale tem os faróis deslocados para o meio da frenteAlfa RomeoCarro-conceito: Alfa Romeo Tonale “Em vez de se inspirar no design do SUV médio Stelvio, a Alfa Romeo disse que a inspiração para o SUV compacto Tonale foi o cupê Giulia GT. O Tonale tem proporções esportivas, mas evita o truque do teto claramente descendente, típico de muitos SUVs-coupés contemporâneos. Os faróis reduzidos a uma fina barra de luzes dão um papel mais proeminente ao icônico “cuore” da marca italiana, em um design que é ao mesmo tempo simples, mas cheio de emoção e esportividade ”. Novo Citroën C3 AircrossDivulgaçãoIdentidade de marca: Citroën “A Citroën evoluiu sua peculiar linguagem de design nascida com o C4 Cactus e suas Air Bumps em uma filosofia de design mais palatável, criada para dar à marca francesa uma sensação familiar de alegria que agora inclui o pequeno carro C3, bem como os aventureiros C3 e C5 Aircross. A Citroën também usa brilhantemente a pintura em dois tons para que sua linha de produtos se destaque em meio a carros de outras marcas, indo muito além da simples conotação do Double Chevron na dianteira”. Premio foi entregue durante o Salão de TorinoDivulgaçãoVeja abaixo as 12 publicações votantes no prêmio Car Design Award e seus respectivos representantes: Zeca Chaves (Quatro Rodas, Brasil) Silvia Baruffaldi (Auto&Design, Itália) Tom Drechsler (AutoBild, Alemanha) Todd Lassa (Automobile Magazine, Estados Unidos) Stéphane Meunier (L’Automobile Magazine, França) Luca Ciferri (Automotive News Europe, Europa) Juan Carlos Payo Calderon (Autopista, Espanha) Dhruv Behl (AutoX, Índia) Tetsuya Kato (Car Graphic, Japão) Jun Miao (MJ CarShow, China) Kibeom Kim (Roadtest, Coreia do Sul) Charlie Turner (Top Gear, Reino Unido) QUATRO RODAS participou do comitê de votação do Car Design Awards pelo quarto ano seguido. Em 2019, também participou do Future Mobility of the Year Awards, uma premiação mundial para conceitos inovadores de mobilidade organizada pela Kaist, Universidade de Engenharia Coreana. View the full article
  12. Os faróis de led matriciais usam laser no facho alto em altas velocidades e locais escurosBMWHá exatamente um ano QUATRO RODAS antecipou um segredo mundial: o visual das novas versões do Série 8, incluindo o inédito Gran Coupé. As primeiras imagens oficiais do sedã reveladas nesta quarta (19) confirma as linhas reveladas pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). A traseira alongada manteve as linhas que estrearam no Série 8BMWApesar da dianteira indicar que o modelo é somente um Série 8 com quatro portas, um olhar mais atento na ficha técnica indica que as diferenças são bem maiores. O painel é idêntico ao do Série 8 de duas portasBMWO Sedã é mais comprido, alto e largo que o cupê do qual original, mudando até o para-brisas. As alterações incluem 22,9 cm a mais no comprimento, 3 cm na largura e 5,6 cm na altura. O entre-eixos também foi ampliado em 20,7 cm. Os assentos traseiros são individuaisBMWAs modificações abriram espaço para que os bancos traseiros sejam confortáveis para algo além das duas crianças que o Série 8 pode levar. Todas as portas não possuem batentes para os vidrosBMWComo o cardã ocupa bastante espaço no túnel central, a BMW optou por oferecer o modelo somente na configuração de quatro lugares. O quadro de instrumentos é totalmente digitalBMWO pacote de motores é similar ao do Série 8, com as opções a gasolina indo de um seis-cilindros biturbo de 340 cv ao V8 4.4, também sobrealimentado, de 530 cv. O câmbio é sempre automático de oito marchas, com tração traseira ou integral opcional. O câmbio das versões a gasolina será sempre automático de oito marchasBMWQuem busca mais desempenho deverá esperar a estreia da versão esportiva M8 Gran Coupé, que deve ser lançada no final do ano. Veja também NotíciasBMW M8 vira carro de rua (e que carro) com quase três décadas de atraso5 jun 2019 - 12h06 TestesImpressões: BMW X7, o SUV tão grande que tem tamanho de Hilux17 maio 2019 - 07h05 NotíciasConfirmado: BMW X5, R$ 500 mil, será o SUV mais caro fabricado no Brasil6 maio 2019 - 16h05 As chances do sedã chegar ao Brasil são grandes, mas sua estreia por aqui deve ocorrer somente no final do ano. View the full article
  13. Jimny 4Sport tem máscaras cinza envolvendo os faróisSuzukiA Suzuki já havia anunciado que a nova geração do Jimny, batizada de Jimny Sierra, chega ao Brasil no segundo semestre. Mas não pense que isso significa o fim da geração antiga por aqui. O velho Jimny segue sendo produzido em Catalão (GO) e até tem mudanças para a linha 2020. Pelo menos na versão 4Sport, que custa R$ 82.990. Adesivo 4×4 é novoSuzukiAlém das novas cores azul Baikal e prata Litio, tem máscara plástica cinza envolvendo os faróis e novos adesivos “4×4” nas laterais. Por dentro, as molduras do ar-condicionado e os frisos verticais do painel passam a ter a mesma cor da carroceria e os bancos passaram a ser forrados de material que imita couro. A versão também ganhou tapetes de borracha. Painel ganhou partes pintadas na cor da carroceriaSuzukiO Jimny também é vendido nas versões 4Work (R$ 71.490), 4All (R$ 74.990) e 4Sport Desert (R$ 89.990). O motor é sempre o 1.3 16V de 85 cv e 11,2 mkgf, com câmbio manual de cinco marchas. Hoje o Jimny mais caro, o Sport Desert custa R$ 90.000SuzukiComo fica o Sierra? Além do visual, o Jimny Sierra vai se diferenciar pela mecânica. Nova geração do Jimny chegará importada ao BrasilQuatro RodasChegará importado do Japão, sempre com motor 1.5 a gasolina de 108 cv. Das três versões que serão vendidas no Brasil, duas terão câmbio automático de quatro marchas, equipamento inédito no Jimny. Modelo poderá custar mais de R$ 100.000Quatro RodasEm novembro, durante o Salão do Automóvel, a Suzuki se limitou a dizer que o Jimny Sierra será aproximadamente 20% mais caro que o Jimny nacional. Veja também NotíciasNovo Suzuki Jimny virá ao Brasil com erros e acertos do modelo anterior5 out 2018 - 08h10 NotíciasNovo Suzuki Jimny se transforma em picape e jipe explorador no Japão28 dez 2018 - 09h12 TestesTeste off-road: Troller T4 e Suzuki Jimny, os reis da terra20 mar 2017 - 16h03 Não se surpreenda se o Jimny, hoje o 4×4 mais barato do Brasil, ganhar versões com preço acima dos R$ 100.000. View the full article
  14. O Triber é mais curto que o Sandero, mas tem a mesma largura do hatchRenaultO Renault Kwid estreou na Índia em 2015 e agora começa a constituir família. O Renault Triber é uma minivan de sete lugares baseada na mesma plataforma CMF-A do compacto. A intenção é a mesma: ser uma solução prática e de baixo custo. Isso tem seu preço, literalmente. O Triber tem apenas 3,99 m de comprimento – 5 cm a menos que um Renault Sandero –, 1,74 m de largura, 1,64 m de altura e 2,64 m entre eixos, pois na Índia carros com menos de 4 m pagam menos impostos. A distância livre do solo é de 18,2 cm, pouco maior que a do Kwid. Elementos como as molduras nas caixas de roda e a faixa nas portas lembram o KwidRenaultPara ter espaço para tanta gente, a segunda fileira tem ajuste de distância e de inclinação do encosto, e pode ser tombada e rebatid. A terceira fileira é a mais alta de todas e a Renault diz que adultos podem ser transportados ali. Carros com menos de 4 m pagam menos impostos na ÍndiaRenaultO porta-malas tem capacidade para apenas 84 litros com todas as fileiras armadas, mas aumenta para 320 l com seis assentos e passa a 625 litros com os dois assentos traseiros removidos. Se faltar espaço, é possível transportar até 50 kg de carga no teto. Segunda fileira de bancos corre em trilho, como na nova Chevrolet SpinRenaultO motor é o mesmo 1.0 SCe do Kwid, mas em versão de 72 cv e 9,8 mkgf de torque e está disponível tanto com câmbio manual como com um automatizado, ambos de seis marchas. Mas a Renault já planeja o lançamento de uma opção 1.0 turbo. A Renault diz que é possível levar adultos na terceira fileiraRenaultCom preço inicial estimado em 500.000 rúpias, o equivalente a R$ 27.800 na conversão direta, o Renault Triber terá alguns equipamentos sofisticados disponíveis. O Triber terá até partida por botãoRenaultO quadro de instrumentos é sempre digital e versões mais caras terão chave presencial, partida por botão, saídas de ar-condicionado para as fileiras traseiras, central multimídia com tela de oito polegadas e rodas de liga leve aro 15 que, no caso do monovolume, terão sempre quatro furos. Veja também NotíciasLonga Duração: quase tudo vibra ou range no Renault Kwid após 53.000 km18 jun 2019 - 08h06 TestesRenault Kwid, Chery QQ e Fiat Mobi: comparamos os mais baratos do Brasil31 maio 2019 - 12h05 TestesTeste: Renault Kwid 2020 freia melhor e enfim estreia versão Outsider15 maio 2019 - 10h05 Mas não pense que o Triber ficará apenas na Índia. A Renault pretende vender seu modelo familiar de baixo custo em outros mercados, alguns deles na América Latina – e o Brasil pode estar entre eles. <span class="hidden">–</span>Renault<span class="hidden">–</span>RenaultView the full article
  15. FULLPOWER - Sabe o Peugeot 2008 que foi lançado recentemente no Brasil em linha reestilizada? Pois é… na Europa, o SUV francês acaba de ser revelado em ... Reestilizado no Brasil, Peugeot 2008 já tem nova geração na Europa View the full article

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