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RobôAutoforum

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    Marcelo S. Motitsuki

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  1. <span class="hidden">–</span>Diario Motor/ReproduçãoVazamento de dados mostram a potência que terá a nova linha de esportivos do Volkswagen Golf. A imagem revela que, ao todo, serão disponibilizadas cinco versões “apimentadas” do hatch médio, sendo uma a diesel e as demais a gasolina. O icônico Golf GTI deve ter motor 2.0 TSI que gera 245 cv, e que poderá ser auxiliado por um sistema híbrido leve de 12 volts. O GTI TCR chega como a evolução esportiva do lendário hot hatch. Manterá o mesmo motor do GTI, mas com um ajuste mais esportivo para chegar aos 300 cv. Projeção do AutoExpress da frente do Golf R 2020AutoExpress/ReproduçãoOutra diferença entre eles é que o TCR será oferecido com diferencial mecânico de deslizamento limitado, enquanto o GTI terá controle eletrônico. A Volkswagen manteve as variantes de câmbio para os GTIs, com a caixa manual de seis marchas e também a transmissão de sete marchas e dupla embreagem. Projeção do AutoExpress da traseira do Golf R 2020AutoExpress/ReproduçãoMais potente que o TCR, apenas a versão R – e coloque potência aí. De acordo com o documento vazado, ele terá 333 cv – potência superior aos 292 cv da versão atual – e tração integral. Ainda não há especificações de qual motor irá equipar o mais esportivo dos Golf, mas rumores indicam três possíveis opções: uma variante híbrida do 2.0 TSI, o 2.5 TFSI do Audi TT RS ou uma opção ainda inédita (e desconhecida). Projeção do AutoExpress do Golf GTI 2020AutoExpress/ReproduçãoPara quem procura um esportivo mais econômico, duas versões ficarão disponíveis: uma delas é a GTD, a diesel, que terá motor 2.0 TDI de 200 cv e promete ser a mais eficiente das variantes, perdendo apenas para a já conhecida GTE. A outra opção é a própria GTE que chega à sua segunda geração e ganha mais potência. Antes, o híbrido plug-in tinha 204 cv e, agora, terá 244 cv. Veja também TestesTeste: VW Golf GTE acelera quase como um GTI fazendo mais de 40 km/l16 jan 2020 - 07h01 NotíciasNovo VW Golf: falha inesperada quase põe tudo a perder no Euro NCAP20 dez 2019 - 16h12 TestesImpressões: VW Golf está mais ecológico, mas ainda é o velho Golf. Ufa!29 nov 2019 - 07h11 De cara nova <span class="hidden">–</span>AutoExpress/ReproduçãoAlém do documento com as informações mecânicas da nova linha do Golf, duas imagens vazadas mostram como será a próxima geração dos esportivos. Na primeira delas, a versão R foi vista nas ruas da África do Sul. Observando a imagem, é possível ver que as atuais rodas de 19 polegadas seguirão equipando o modelo. Além disso, a proximidade do pneu com a carroceria mostra que o veículo está mais baixo que o antecessor. O pára-choque dianteiro é parecido com o do GTE, mas conta com a presença de um grande radiador sob a grade. Diferente do plug-in, a grade não é iluminada e tem acabamento em prata. <span class="hidden">–</span>AutoExpress/ReproduçãoOutra imagem mostra com será traseira do GTI. As linhas são iguais para todas as versões. O que difere uma da outra são os detalhes. No caso do GTI, o pára-choque traseiro foi redesenhado para dar um visual mais esportivo. Além disso, a versão ganhou novas rodas – parecidas com as que já equipam o atual – e um (grande) spoiler traseiro. O veículo terá duas saídas de escape com ponteiras duplas, saias laterais inferiores e rodas de liga leve de maior polegada. View the full article
  2. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasA edição de fevereiro da QUATRO RODAS já está pronta para chegar às bancas e também à sua casa. O VW Polo GTS finalmente foi lançado, e já foi testado em primeira mão por nossa reportagem. Mas não teve moleza: quem o esperava na pista era o Renault Sandero RS, hot hatch já consolidado no mercado nacional. Os últimos compactos esportivos do Brasil se enfrentaram em um comparativo de encher os olhos e o Volkswagen de quase R$ 100.000 caiu no asfalto junto como Renault de R$ 70.000. Será que o 1.4 turbo de 150 cv e 25,5 mkgf do Polo é capaz de bater o 2.0 de 150 cv e 20,9 mkgf do RS? Não perca! Mais do que isso: será que a diferença de R$ 30.000 entre eles se justifica? Não perca! Falando em esportividade, uma lenda voltou às nossas páginas. O Ford Mustang Shelby GT350R mostrou que ainda é raiz: tração traseira, câmbio manual de seis marchas e um motor V8 de 533 cv e 59,3 mkgf. Um novo veículo especial foi testado por QUATRO RODAS. O motorhome Santo Inácio 7.5 SI, derivado da Mercedes Sprinter, foi a casa da nossa equipe por três dias. As oito páginas destinadas ao veículo mostram cada detalhe da casa móvel e também a sensação de pegar um carro e sair viajando pelo Brasil. Ah, mas não para por aí. Com o mercado de seminovos cheio de boas opções, separamos 12 modelos a partir de R$ 35.000 que valem seu dinheiro e, mais que isso, colocam em dúvida se um zero-quilômetro é mesmo a melhor opção. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasOutros destaques da edição de fevereiro: Jeep Gladiator: Hilux e L200 que se cuidem, pois o Gladiator desembarca neste ano no Brasil para ser a referência do segmento off-road. Volkswagen T-Cross: o corpo de SUV não mostra a alma esportiva do T-Cross. A versão de entrada vem bem equipada e ainda supera o Up! TSI na pista. Kia Rio: demorou 20 anos – sim, 20 anos! –, mas o Kia Rio chegou. O novo compacto sul-coreano começa a ser vendido no Brasil para brigar com os novos Onix e HB20. Longa Duração: após 60.000 km, enfim, o Volkswagen Virtus foi desmontado. Muita água rolou – literalmente – e o sedã revelou novas surpresas. Lexus x Mercedes: por R$ 255.000 qual você leva pra casa? O comparativo feito por QUATRO RODAS mostrou que Mercedes e Lexus têm visões diferentes do que é luxo e também tecnologia híbrida. Carta ao leitor <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasQuerido leitor, como se sentiria se eu ligasse para sua casa e o acusasse de fraudar a empresa em que trabalha, especialmente sabendo que nada disso é verdade? Se você ficou incomodado com isso, então já tem uma leve ideia de como eu e toda a equipe da QUATRO RODAS nos sentimos quando recebemos de alguns leitores do site ou da revista acusações infundadas de trabalharmos a favor das montadoras e até vendermos resultados de comparativo. Vou contar um segredo: não bastasse a afirmação não ser verdadeira, ela não faz sentido algum. Se o acusador parasse um minuto para pensar no que está dizendo, perceberia a falta de lógica por três motivos. Primeiro: cada comparativo gera só um vencedor e vários perdedores. Quantos inimigos não conquistaríamos, por exemplo, em testes como o dos 12 SUVs compactos (edição de maio) se tudo fosse manipulado? Segundo: nenhum anunciante do setor associaria seu nome por anos a uma publicação que não é ética, já que ele saberia que existem matérias compradas – por ele mesmo, aliás. Terceiro: se a QUATRO RODAS sempre ficou ao lado dos fabricantes e contra os consumidores, como explicar que a publicação ao longo de quase 60 anos de história é líder no segmento, acabou frutificando e explodiu em outras plataformas, como site, YouTube e Instagram? Um caso típico de ataques gratuitos à imparcialidade da QUATRO RODAS ocorreu em janeiro passado, com a reportagem “Vender carro no Brasil dá prejuízo a fabricantes e lucro a locadoras” – recomendo muito essa leitura. A crítica geral era que a informação não podia ser verdadeira porque “todos sabem que as montadoras ganham fortunas”. Óbvio que o comentário vinha de quem não havia lido o texto, que comparava quanto dinheiro era enviado às matrizes e quanto elas investiam nas filiais brasileiras atualmente. E deixava claro que, no passado, a situação era diferente, com gordos lucros para a indústria. Como o melhor modo de difundir seus princípios éticos é com atos e não só palavras, dou outro exemplo, com uma reportagem que está longe de ser do interesse dos fabricantes: convidamos os leitores a adquirir um automóvel usado, em detrimento do sonho do zero-quilômetro. Veja também NotíciasQuatro Rodas de janeiro: veja quais são os melhores carros PcD do Brasil27 dez 2019 - 14h12 NotíciasQUATRO RODAS de dezembro: superdossiê antecipa os lançamentos de 202026 nov 2019 - 17h11 NotíciasQUATRO RODAS de novembro: qual é o melhor sedã por menos de R$ 80.000?28 out 2019 - 16h10 O editor Paulo Campo Grande selecionou 12 seminovos, divididos em quatro faixas de preço. Seu levantamento revela como é possível trocar o cheirinho de carro novo por um modelo que ainda está na garantia e custa até 30% menos. Duvida? Então vá conferir na pág. 66. Assim, espero que todos esses argumentos sejam suficientes para comprovar que a missão da QUATRO RODAS em quase seis décadas de vida continua a mesma: proteger os interesses do leitor. Mas, se você ainda está com a pulga atrás da orelha, não há problema. Basta escrever e terei o prazer de esclarecer a cada um. Afinal, trabalhamos para você, leitor. View the full article
  3. Primeiro ele apareceu como carro-conceito no Salão do Automóvel de São Paulo. Depois, pudemos dirigi-lo em versão pré-série. Agora, finalmente podemos ver todos os detalhes exclusivos do VW Polo GTS. A sigla, que não era usada desde 1994, com o fim do Gol GTS, retorna agora na nova versão topo de linha do Polo. Tem motor 1.4 TSI e câmbio automático de seis marchas como o antigo Golf Highline. Mas custa quase o mesmo: R$ 99.470. De série, tem faróis full led, rodas aro 17, quadro de instrumentos digital e lanternas do Polo GTI – assim como outras várias peças que compõem seu visual. Será o suficiente para justificar o preço na casa de R$ 100.000? Dê o play em nosso vídeo exclusivo e confira! Veja também NotíciasAchou o VW Polo GTS caro? No passado, um Gol GTi equivalia a R$ 200.00024 jan 2020 - 07h01 NotíciasVW Polo GTS: 50 fotos exclusivas revelam detalhes do hatch esportivo23 jan 2020 - 12h01 NotíciasExclusivo: Polo GTS toma lugar do Golf GTI como o VW nacional mais rápido28 nov 2019 - 16h11 Não esqueça de ativar as notificações para receber todas as novidades da QUATRO RODAS no YouTube. E deixe seu comentário no vídeo, nós queremos saber do que você gostou (ou não). View the full article
  4. Encontramos uma Chevrolet Blazer custando menos que o smartphoneDivulgação/ChevroletO mais novo aparelho celular do mercado é o Samsung Galaxy Fold. O dispositivo chama a atenção por possuir uma tela articulada dobrável, inédita entre os smartphones. Além de contar com outros atributos como 12 gb de memória RAM, bateria dupla de 4.380 mAh e um conjunto de seis câmeras fotográficas. Samsung Galaxy Fold já está a venda por R$ 12.999Samsung/DivulgaçãoEntretanto, para ter um destes no bolso você precisará desembolsar a pequena fortuna de R$ 12.999. QUATRO RODAS então decidiu listar cinco carros que podem ir para sua garagem por um valor menor que o do novo smartphone da Samsung. 1- Ford Ka 1.0 flex 2009/10 – 79.000 km: R$ 12.900 <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordO hatch compacto está à venda em Rio das Ostras (RJ), é preto e tem duas portas. Ainda vem equipado com alarme, desembaçador e limpador traseiro e travas elétricas. O motor é um 1.0 MPI flex de 73 cv de potência, com câmbio manual de cinco marchas. 2- Citroën Xsara Picasso 2001 – 165.000 km: R$ 10.500 Com essa oferta você pode levar toda sua família para viajar a bordo do Picasso e ainda sobrariam R$ 2.500 para bancar gasolina e hospedagem. A minivan está à venda em São Paulo (SP) e é equipada com ar-condicionado, direção hidráulica e até sensor de estacionamento. O motor 2.0 a gasolina vem acoplado a um câmbio manual e gera 118 cv. 3- VW Parati 1.0 turbo 2001 – 105.000 km: R$ 12.899 <span class="hidden">–</span>Acervo/Quatro RodasPelo preço de um smartphone, você pode adquirir uma das mais emblemáticas peruas do Brasil. A Parati 2001 que encontramos ainda é a versão topo de linha da época, com motor 1.0 turbo de 112 cv. Ar-condicionado, vidros elétricos e direção hidráulica são de série no modelo. Este “achado” está a venda em Santo André (SP). 4- Chrysler Stratus 2000 – 150.000 km: R$ 12.000 <span class="hidden">–</span>Divulgação/ChryslerQue tal um sedã importado completinho por R$ 12.000? Este Chrysler Stratus conta com motor 2.5 V6 de 163 cv e vem equipado com itens como airbag, freios ABS, ar-condicionado e retrovisores elétricos. O modelo está a venda em São Paulo (SP) e , segundo o vendedor, tem preço negociável. Veja também NotíciasFiat Argo e Mobi deixam de oferecer versões com câmbio automatizado GSR23 jan 2020 - 14h01 Auto-serviçoTeste do especialista: qual suporte para celular funciona melhor?23 jan 2020 - 07h01 NotíciasRenault Kwid é febre de vendas no Uruguai como o Chevrolet Onix no Brasil22 jan 2020 - 17h01 5- Chevrolet Blazer 1996 – 300.000 km: R$ 12.000 <span class="hidden">–</span>Divulgação/ChevroletSe sua preferência for um SUV, tudo bem. Você pode adquirir um Chevrolet Blazer R$ 1.000 mais barato que o celular Samsung. Segundo o dono, o motor 2.2 a gasolina foi todo refeito. O detalhe surpreendente: o modelo roda também com GNV. O carro está a venda em Maceió (AL) e tem ar-condicionado, freios ABS e vidros elétricos. View the full article
  5. FULLPOWER - A Volkswagen aproveitou o lançamento do novo Polo GTS para confirmar a estreia de seu SUV cupê compacto ainda neste semestre. E segundo nossas fontes, ... VW confirma lançamento do SUV Nivus para este semestre View the full article
  6. Friso vermelho que entra nos faróis full-led é detalhe marcante do GTSFernando Pires/Quatro RodasO Volkswagen Polo GTS chegou às lojas por R$ 99.470 – e você pode conferir aqui 50 detalhes exclusivos do hatch esportivo. Achou caro? Pois saiba que, comparado com outros esportivos compactos vendidos pela marca no Brasil, o novato até parece “barato”. O Gol GT, por exemplo, cobrava pelo menos Cr$ 12.218.589 no início de 1984 para quem quisesse comprar a configuração de visual exclusivo e motor 1.8 com 99 cv de potência (declarada). Em valores atualizados segundo o índice IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), ele custaria R$ 111.154 nos dias atuais. Lançado em 1987, GTS durou até a chegada do Gol Bolinha, em 1994Acervo/Quatro RodasE se um Gol GT parece salgado, é porque você não viu quanto cobravam pelo Gol GTS, que chegou às lojas três anos depois. Com novo comando de válvulas do Golf GTi, o modelo se garantiu como o mais rápido do Brasil. Mas custava Cz$ 523.265. Ou então R$ 151.536, na correção pelo IPCA. <span class="hidden">–</span>Acervo/Quatro RodasE não é que a linhagem ficou ainda mais cara com o GTi? Primeiro carro nacional a receber injeção eletrônica, o esportivo subiu de nível com mais tecnologia e motor 2.0 de 120 cv – suficiente para desbancar o Opala de seis cilindros. Só que era necessário desembolsar Ncz$ 22.535, o que, nos dias atuais, equivaleriam a impressionantes R$ 203.529. A bolha sobre o capô era exclusiva do Gol GTi 16VMarco de Bari/Quatro RodasNas gerações seguintes, o hatch já não voltou a ultrapassar a barreira dos R$ 200.000. Mas passaria com folga o valor pedido pelo Polo GTS. Em 1994, quando chegou ao Gol G2, o famoso “bolinha”, a versão GTi saía por R$ 22.801 na opção 8v e subia a R$ 33.145 com motor 16v – que tinha a icônica bolha no capô e chegou em 1996. Pela correção do IPCA, os valores corrigidos alcançariam R$ 124.796 e R$ 139.853, respectivamente. Há apenas 30 unidades do Polo GTi, identificado pelas duas portas, no BrasilHenrique Rodriguez/Quatro RodasO primeiro Polo GTi chegou ao Brasil em 2006, importado da Alemanha, por R$ 99.800. Se o preço até parece próximo daquele pedido pelo primo atual, sua correção o leva a R$ 204.648 em tempos atuais. E vale lembrar que ele é raridade por aqui, já que apenas 30 unidades vieram. O último Gol GTi durou de 1999 a 2001Divulgação/Quatro RodasEntre os compactos feitos no país, a linhagem esportiva acabou ainda antes. Isso porque o Gol GTi chegou a receber a reestilização do G3, em meados de 1999. Mas durou pouco: em janeiro de 2001, QUATRO RODAS já anunciava o fim do modelo que, no lançamento, custava R$ 35.021 – ou R$ 116.567 em valores atualizados. Vale lembrar que, após a aposentaria precoce do esportivo de entrada, a opção mais barata para quem queria mais agressividade era o Golf GTi – que pertencia a uma categoria acima e também era bem mais caro. Aliás, o próprio hatch médio morreu em favor do híbrido GTE, de R$ 199.990. Ah, claro: há o Up! TSI, mas ele nunca foi reconhecido como membro do clã. Up! TSI é quase tão potente quanto versão GTi na EuropaDivulgação/VolkswagenView the full article
  7. Elétrico, SUV e Mustang. O Mach-E navega entre o legal e o chatoDivulgação/FordUm SUV cupê. Elétrico. Que pesa mais de duas toneladas. O Mustang Mach-E é bem diferente de qualquer outro Mustang lançado nos últimos 55 anos. Foi premeditado: a intenção da Ford é fazer com que seu primeiro elétrico produzido em larga escala também seja um objeto de desejo e capaz de despertar o interesse de um novo público. No Mach-E, a conectividade, a autonomia e o número de portas USB tendem a ser mais valorizados que o tempo de aceleração. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordAinda assim, não faz feio: a versão de entrada, com 255 cv, chega aos 100 km/h em seis segundos. A mais potente, com dois motores e 465 cv, faz tempo na casa dos 3 segundos, como um Mustang GT500, de US$ 72.900. Mas custará menos. O Mach-E parte dos US$ 43.895 de um Mustang V8 5.0 e chega aos US$ 61.600 do Mustang Shelby GT350. A tendência é tratar o Mach-E como um carro à parte dentro da família Mustang. Há detalhes que não convencem, mas outros ajudam a justificar o nome, como você pode ver abaixo. O que é legal? As lanternas e o formato da tampa do porta-malas são bastante fieis ao Mustang tradicionalDivulgação/FordO design faz jus ao nome – Faróis estreitos, grade desenhada, para-lamas musculosos, caimento do teto e as três barras nas lanternas realmente remetem ao Mustang. As maçanetas deram lugar a pequenas alçasDivulgação/FordNão tem maçanetas – As portas podem destravar por aproximação de smartphone. No apertar de um botão na coluna, a porta abre um pouco. Depois é só puxar uma alça. Porta-malas dianteiro é lavável e tem drenoDivulgação/FordPorta-malas dianteiro – A frente longa não tem um propósito técnico, mas garantiu porta-malas extra de 139 litros vedado e com dreno, e que pode ser usado como cooler. O que não é legal? O interior do Mach-E não tem relação com outros FordDivulgação/FordNão tem interior de Mustang – O painel se resume a saídas de ar e alto-falantes na forma de um soundbar. A tela de 15,5 polegadas lembra um Tesla, não um Ford Mustang. O Mustang Mach-E GT Performance é o único com grade estilizadaDivulgação/FordÉ uma jogada de marketing – A Ford não quer convencer nenhum dono do Mustang tradicional a comprar o Mach-E, mas quer que novos clientes se sintam em um Mustang. Veja também NotíciasVídeo: Ford Mustang Mach-E tem tela gigante e botão de iPhone na maçaneta12 dez 2019 - 18h12 NotíciasFord confirma: Brasil está no radar de Escape híbrido e Mustang Mach-E19 nov 2019 - 08h11 NotíciasFord Mustang Mach-E: vivemos para ver um muscle virar SUV elétrico17 nov 2019 - 23h11 Por conta da tração nas quatro rodas, o Mach-E é um Mustang que pode ser usado tranquilamente na neveDivulgação/FordTem tração integral – Há versões com tração traseira ou integral, estas com dois motores. O problema é que a versão GT, mais potente com 465 cv, está entre elas. View the full article
  8. <span class="hidden">–</span>Agência Brasil/DivulgaçãoPor causa de um imbróglio entre governo federal e STF (Supremo Tribunal Federal), quase 2 milhões de motoristas brasileiros pagaram um valor de seguro DPVAT maior do que deveriam em 2020. A Líder, administradora única do serviço, disponibiliza há uma semana um sistema online de pedido de restituição, que promete e devolução do valor pago a mais em até dois dias úteis. QUATRO RODAS acompanhou o trâmite de dois membros da equipe para ver como o processo está transcorrendo na prática: o editor de arte Fabio Black e a responsável pelo atendimento ao leitor, Walkiria Giordano. Ambos entraram com o pedido na segunda-feira (20). Para tanto, entraram no site oficial da restituição e preencheram um formulário digital com CPF, Renavam, e-mail, telefone, data de pagamento, valor e dados bancários (corrente ou poupança) para reembolso. Formulário de restituição no site da seguradora LíderReprodução/Quatro RodasUma curiosidade: usando o Google Chrome, nossa reportagem não conseguiu acessar a página entrando via URL direta. Como alternativa, entramos no sítio oficial da seguradora e selecionamos a opção “Informações sobre a restituição do DPVAT 2020”. Por ali, o formulário abriu. Acesso via link direto deu erradoReprodução/Quatro RodasNa terça (21), ambos receberam um e-mail confirmando o cadastro. Atenção 1: este primeiro aviso não ratifica, ainda, o reembolso. Ele apenas fornece um número de solicitação, formado por 20 dígitos, que serve para consultar do andamento do processo. Como alternativa, tivemos que acessar o serviço via site da LíderReprodução/Quatro RodasA consulta pode ser feita no mesmo endereço onde ocorre o cadastro, acessando a opção respectiva e digitando/colando o extenso número informado no e-mail. Atenção 2: é só a partir do recebimento de um segundo correio eletrônico, confirmando a autorização para a transação bancária, que o prazo de dois dias úteis começa a contar. O e-mail de confirmação do cadastroReprodução/Quatro RodasNo caso de Walkiria, o dinheiro – R$ 21,96, referentes às restituições de dois carros, um Ford Ka 2016 e outro 2018 – foi transferido para sua conta já na quarta (22). Fabio não teve a mesma sorte ao tentar receber a devolução de R$ 10,98 do seguro de um BMW Série 5 1992. Após o fim dos dois dias úteis solicitados, na quinta (23), o valor ainda não havia caído na sua conta. Voltando ao site da líder, ele descobriu ao reler o formulário que a conta solicitada para reembolso tem que estar no mesmo CPF do proprietário do automóvel, o que não era seu caso. O e-mail de confirmação da restituiçãoReprodução/Quatro RodasO problema é que nosso editor de arte não foi alertado por nenhum canal, nem mesmo na área de consulta da página, sobre o possível conflito. Pelo contrário: ele recebeu o e-mail confirmando que o dinheiro seria transferido para sua conta, o que não ocorreu. O não recebimento devido ao conflito foi uma constatação sua, não um aviso da seguradora. Em casos como este, o mais indicado é procurar a Líder via canais de atendimento: Central de Atendimento (diariamente, das 8h às 20h): 4020-1596 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 022 12 04 (demais regiões). SAC (24h): 0800 022 81 89 Deficientes auditivos e de fala: 0800 022 12 06. Área de dúvidas, reclamações e sugestões do site oficial E-mail dedicado ao serviço: restituicao.dpvat@seguradoralider.com.br. Veja também NotíciasGoverno gasta R$ 3 milhões para funcionários públicos andarem de elétrico8 out 2019 - 11h10 NotíciasNoronha proíbe novos carros a combustão, mas ainda gera energia com diesel10 jan 2020 - 12h01 NotíciasGoverno vai enfim inserir aviso de recall no documento do carro4 jul 2019 - 12h07 Segundo o mais recente boletim da Líder, aproximadamente 600 mil usuários fizeram o pedido de restituição do DPVAT até a última terça (21). Veja abaixo a tabela completa dos valores (antigo, atual e diferença a ser restituída), de acordo com o tipo de veículo: Categoria Valor atual Valor revogado Valor a ser restituído Carro R$ 5,23 R$ 16,21 R$ 10,98 Moto R$ 12,30 R$ 84,58 R$ 72,28 Táxi R$ 5,23 R$ 16,21 R$ 10,98 Ciclomotores R$ 5,67 R$19,55 R$ 13,88 Caminhões R$ 5,78 R$ 16,77 R$ 10,99 Micro ônibus R$ 8,11 R$ 25,08 R$ 16,97 Ônibus R$ 10,57 R$ 37,90 R$ 27,33 View the full article
  9. Nivus herdará portas e boa parte da estamparia do Polo, mas traseira será exclusivaMarcelo de Carvalho/Quatro RodasO novo Volkswagen Nivus chegará no segundo trimestre de 2020. E, apesar das muitas semelhanças com o Polo, o SUV terá mais equipamentos de série para se distanciar. Quase todas as versões terão de série quadro de instrumentos digital, que no hatch só existe na configuração topo de linha, como opcional. No T-Cross, também é sempre opcional, mas nas duas versões mais caras, Comfortline e Highline. Conforme antecipado por nossa reportagem, o Nivus deve ser oferecido inicialmente em três configurações no Brasil: Sense (para PcD, Comfortline e Highline). Nas versões de topo, Nivus também trará faróis full-ledNicolai Znamensky/Quatro RodasUma das principais novidades para este ano, de acordo com Pablo Di Si, presidente da VW na América Latina, será o desenvolvimento de um novo sistema de entretenimento no Brasil. O equipamento utilizado atualmente pelos carros da marca no país são sempre importados da Alemanha. “Esse novo sistema será desenvolvido aqui. E por mais que algumas peças ainda venham de outros países, como é comum em qualquer componente eletrônico, o mais importante, que é a inteligência envolvida, será toda feita por engenheiros brasileiros. Isso dá liberdade e agilidade para qualquer mudança”, afirma o executivo. Segundo Di Si, o sistema foi pensado para tornar o uso mais intuitivo entre os usuários. “Mais que baratear, vamos adaptar ao gosto daqui”, diz. Leitor flagra comboio do VW NivusLucas Margadona/Quatro RodasO presidente da Volkswagen explica que o comportamento dos consumidores brasileiros é diferente da Europa. “Lá, os engenheiros acharam que o uso [da nova central] era simples demais. E me disseram isso como clientes. Porque eles preferem algo que seja complexo de utilizar”, comenta. Para QUATRO RODAS, Pablo Di Si também confirmou que a novidade chegará aos demais veículos com os quais o Nivus compartilha a base – além de Polo e T-Cross, há o Virtus. “A plataforma eletrônica dos carros que já são feitos será adaptada para incluir o novo sistema”, garante. Com isso, é provável que tanto hatch como SUV e sedã ganhem o novo quadro de instrumentos nos próximos anos. Painel de Polo Nivus terá painel similar ao do Polo, mas com revestimentos exclusivos e outros detalhes de diferenciaçãoChristian Castanho/Quatro RodasComo irmãos de plataforma, Nivus e Polo dividirão muito mais que peças da carroceria. De acordo com fontes ligadas à empresa, a novidade também aproveitará boa parte dos componentes de cabine do hatch. Segundo apuramos, o painel será praticamente o mesmo nos dois modelos, com exceção de soluções locais – como o já mencionado quadro de instrumentos digital. Já revestimentos e acabamentos serão próprios. Veja também TestesVW Polo GTS: testamos na pista o hatch esportivo de R$ 99.47023 jan 2020 - 10h01 NotíciasSegredo: picape VW Tarok será a cara do SUV Tarek, mas está sob risco22 jan 2020 - 20h01 NotíciasSegredo: novo SUV popular da VW ameaça matar Gol, Fox e Up! de uma vez3 jan 2020 - 07h01 Em comparação com outros modelos à venda atualmente, a relação entre Nivus e Polo será praticamente a mesma que existe nos Honda Fit e WR-V, ao menos no interior. Vale lembrar que até o entre-eixos será igual ao do hatch. Fotografou um segredo? Mande seu flagra para nós: 55 11 99975-9245. View the full article
  10. Argo 1.3 GSR não está mais no catálogo da FiatChristian Castanho/Quatro RodasA Fiat resolveu mexer em algumas versões do Argo e do Mobi em 2020. A primeira mudança, e mais relevante delas, está no câmbio que vai junto ao motor 1.3 Firefly. O cliente que procurar pelo Argo Drive 1.3 GSR, equipado com a caixa automatizada monoembreagem de mesmo nome, não encontrará mais a versão disponível no catálogo da marca. Versão topo de linha HGT vem com câmbio automático e custa R$ 69.990Christian Castanho/Quatro RodasA Fiat decidiu eliminar a opção devido ao baixo desempenho nas vendas. O hatch passa agora a ser oferecido somente com câmbio manual de cinco marchas nas versões com motor 1.0 e 1.3 Firefly. Já o 1.8 E.torQ segue gerenciado por um automático de seis marchas. O mesmo ocorreu com o Mobi. O compacto de entrada também não oferece mais o câmbio GSR e agora só é comercializado em versões com câmbio manual acoplado ao motor 1.0 Firefly. Fiat Mobi Drive 1.0 GSR era a única opção do modelo com câmbio que não fosse manualChristian Castanho/Quatro RodasAgora, o único modelo da marca com opção do câmbio automatizado GSR é o Fiat Cronos. A faixa de preços de Argo e Mobi também variou com a chegada do ano novo. Argo 1.0 e Argo 1.0 Drive tiveram redução de R$ 600 e R$ 2.200 respectivamente, e passam a valer R$ 48.990 e R$ 51.390. Compacto perdeu o título de carro mais barato do Brasil para o Renault KwidDivulgação/FiatNo entanto, outras versões receberam aumento na etiqueta. O Argo Drive 1.3 está R$ 1.000 mais caro e passou a custar R$ 55.690. Já o Argo Trekking registrou reajuste de R$ 1.500 na versão com motor 1.3 e de R$ 1.000 com propulsor 1.8. Confira os reajustes e novos preços do Fiat Argo na tabela abaixo: Modelo Preço Reajuste Fiat Argo 1.0 R$ 48.990 R$ – 600 Fiat Argo Drive 1.0 R$ 51.390 R$ – 2.200 Fiat Argo Drive 1.3 R$ 55.690 R$ + 1.000 Fiat Argo Trekking 1.3 R$ 61.490 R$ + 1.500 Fiat Argo Trekking 1.8 AT R$ 69.990 R$ + 1.000 Fiat Argo Precision 1.8 AT R$ 63.990 – Fiat Argo HGT 1.8 AT R$ 69.990 – Quanto ao Mobi, os reajustes promovidos pela Fiat fizeram o compacto dividir com o Renault Kwid o título simbólico de carro 0 km mais barato do Brasil. Ambos partem de R$ 34.990.. Veja também NotíciasSegredo: Fiat Argo terá base do Peugeot 208 que nem chegou ao Brasil23 jan 2020 - 07h01 NotíciasOnix, Ka, HB20, Polo e mais: diferenças de motor, dimensões e porta-malas20 jan 2020 - 12h01 NotíciasNovo SUV da Fiat: o que o primeiro flagra dianteiro revela sobre o modelo17 jan 2020 - 07h01 Todas as versões do Mobi passaram por aumentos que variam de R$ 350 a R$ 2.000. Confira na tabela os novos preços e os reajustes: Modelo Preço Reajuste Fiat Mobi 1.0 Easy R$ 34.990 R$ + 2.000 Fiat Mobi 1.0 Easy Comfort R$ 39.340 R$ + 350 Fiat Mobi 1.0 Like R$ 43.690 R$ + 1.700 Fiat Mobi 1.0 Way R$ 43.840 R$ + 350 Fiat Mobi 1.0 Drive R$ 46.340 R$ + 350 View the full article
  11. Bugatti Chiron custa 3 milhões de euros e faltam menos de 100 unidades para serem produzidasDominique Fraser/Quatro RodasA Bugatti começou a produzir seu superesportivo Chiron em 2016. A promessa era que seriam fabricadas 500 unidades do modelo. Agora, em 2020, já foram produzidas pouco mais de 400 unidades e, pelas contas da fabricante, a marca de 500 carros deverá ser atingida até o final de 2021, levando então ao encerramento da produção do substituto do Bugatti Veyron. A versão tradicional do supercarro é equipada com motor 16 cilindros em “W” e 8 litros, capaz de gerar 1.500 cv de potência e 163,15 kgfm de torque. Os 100 km/h são atingidos em parcos 2,5 segundos. Supercarro francês atinge os 200 km/h em 6,5 sDominique Fraser/Quatro RodasEm setembro de 2019 uma versão preparada do Chiron atingiu a marca de 490,3 km/h na pista de testes da Volkswagen (detentora da Bugatti) de Ehra-Lassien, na Alemanha, e se tornou o carro de rua mais rápido do mundo. Questionado sobre qual será o substituto do Chiron, o CEO da marca, Stephan Winkelmann, não quis revelar muitos detalhes do que está por vir, apenas garantiu que a Bugatti “continuará fiel a sua filosofia de desenvolver os melhores carros do mundo”. Versão preparada do carro atingiu os 490,3 km/h e se tornou o carro de rua mais rápido do mundoDivulgação/BugattiEspecula-se a possibilidade do próximo lançamento ser até mesmo um SUV. Entretanto, o mais provável é que o novo modelo seja um gran turismo (GT) de quatro portas. Veja também NotíciasNova versão do Porsche 718 resgata motor seis-cilindros com quase 400 cv16 jan 2020 - 15h01 TestesTeste: Mercedes GT 63 S traz V8 artesanal e ar perfumado por R$ 1,2 milhão14 jan 2020 - 07h01 NotíciasRaio X: quanto custa manter um Chevrolet Camaro SS de R$ 333.990?2 jan 2020 - 07h01 Outra projeção é que o próximo Bugatti seja eletrificado, o que marcaria o início de uma nova era para a fabricante francesa. View the full article
  12. Alterações visuais, como na grade e no para-choque frontal, foram inspiradas no Polo GTI vendido na EuropaFernando Pires/Quatro RodasCom preço inicial de R$ 99.470 e motor 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 mkgf de torque, o Polo GTS quebra dois paradigmas dentro da Volkswagen: o de um Polo custar mais de R$ 100.000 (basta adicionar pintura metálica) e o de ser o mais rápido entre os VW fabricados no Brasil. Ele resgata a sigla lançada no Brasil pelo Passat GTS, mas que não era usada há quase 26 anos, desde o fim do Gol GTS. Lanternas têm iluminação por ledsFernando Pires/Quatro RodasQUATRO RODAS já acelerou o esportivo na pista, registrou seus números no teste de desempenho e gravou suas impressões. Veja também NotíciasVolkswagen Polo GTS deverá chegar este mês por R$ 103.4402 jan 2020 - 17h01 NotíciasExclusivo: Polo GTS toma lugar do Golf GTI como o VW nacional mais rápido28 nov 2019 - 16h11 TestesImpressões: Polo GTS é uma bela homenagem aos VW esportivos do passado26 set 2019 - 18h09 Rodas aro 17″ são de série no esportivoFernando Pires/Quatro RodasTambém preparamos uma seleção das melhores imagens captadas com exclusividade pelo fotógrafo Fernando Pires. Elas revelam detalhes que transformam o hatch compacto premium em esportivo. Confira: Faróis são do tipo full ledFernando Pires/Quatro RodasFriso vermelho da grade tem prolongamento dentro dos faróisFernando Pires/Quatro RodasOs drl de led também têm função de setaFernando Pires/Quatro RodasLanternas têm o mesmo formato dos outros Polo, mas iluminação interna é completamente diferenteFernando Pires/Quatro RodasLuz de seta traseira é halógenaFernando Pires/Quatro RodasAntena mistura estilo shark com o convencionalFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasSaída de escape dupla e base de colmeia são exclusivosFernando Pires/Quatro RodasLogo “GTS” na grade mantém a tradição dos atuais esportivos da VolksFernando Pires/Quatro RodasPlaquetinha “GTS” nos para-lamas têm duas peças como na versão HighlineFernando Pires/Quatro RodasAerofólio ganha prolongamento em plástico pretoFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasVolante é o mesmo dos demais compactos da Volks, mas o acabamento é diferenteFernando Pires/Quatro RodasMotor 1.4 TSI tem 150 cv e 25,5 mkgfFernando Pires/Quatro RodasPorta-malas preserva os 300 litros das demais versõesFernando Pires/Quatro RodasBancos traseiros também têm acabamento esportivoFernando Pires/Quatro RodasInterior ganha nova ambientação com colunas e teto pretosFernando Pires/Quatro RodasBancos esportivos tem abas laterais maiores e encosto de cabeça integradoFernando Pires/Quatro RodasCentral multimídia é equipamento de sérieFernando Pires/Quatro RodasHastes também têm acabamento piano blackFernando Pires/Quatro RodasGrafismo dos instrumentos é o mesmo do Polo GTIFernando Pires/Quatro RodasQuadro de instrumentos digital é equipamento de sérieFernando Pires/Quatro RodasMoldura dos comandos do volante tem acabamento piano blackFernando Pires/Quatro RodasGTS tem logo na base do volante, como os GTIFernando Pires/Quatro RodasEstas rodas aro 17 já haviam sido usadas no Golf GTIFernando Pires/Quatro RodasSaídas de ar-condicionado traseiras e porta USB também estão presentesFernando Pires/Quatro RodasLogo GTS também aparece na traseiraFernando Pires/Quatro RodasNão há drl no para-choque, mas seu nicho continua aliFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasDetalhe dos leds no projetor elípticoFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasDetalhe do logo GTS no volanteFernando Pires/Quatro RodasAcesso sem chave e partida por botão fazem parte da lista de equipamentos de sérieFernando Pires/Quatro RodasModos de condução podem ser acionados na central multimídia ou por meio deste botãoFernando Pires/Quatro RodasCosturas vermelhas dão toque especial nos bancos esportivosFernando Pires/Quatro RodasLogo “GTS” aparece estampado em alto relevo dos bancos dianteirosFernando Pires/Quatro RodasAcabamento de couro do volante tem costuras vermelhasFernando Pires/Quatro RodasSistema de som da grife Beats é o único opcional. Em vez de disqueteira, tem subwoofer no porta-malasFernando Pires/Quatro RodasConsole central tem detalhe vermelhoFernando Pires/Quatro RodasSaídas de ar laterais tem aros vermelhosFernando Pires/Quatro RodasAcabamento interno preto se repete nas portasFernando Pires/Quatro RodasNome da versão também está nas soleiras das portasFernando Pires/Quatro RodasOs pedais do GTS têm acabamento de alumínioFernando Pires/Quatro RodasCoifa do câmbio têm costuras vermelhasFernando Pires/Quatro RodasVersão GTI ainda tem seletor de modos de conduçãoFernando Pires/Quatro RodasAr-condicionado é automático digital, mas com apenas uma zona como nos outros PoloFernando Pires/Quatro RodasGTS tem monitores de temperatura de óleo, potência instantânea e força GFernando Pires/Quatro RodasView the full article
  13. Friso vermelho que entra nos faróis full-led é detalhe marcante do GTSFernando Pires/Quatro RodasAcho que eu sei o que você está pensando. Realmente, com suspensão levemente mais baixa e rodas maiores, como no conceito que estava no Salão do Automóvel de 2018, o Polo GTS ficaria mais atraente. Poderia ter ido além, com teto solar. O hatch esportivo parece conservador na versão de produção, mas não foge à proposta dos antepassados. As lanternas de led vêm da Europa: são as mesmas do Polo GTIFernando Pires/Quatro RodasO Passat GTS, lançado em 1983, e seu herdeiro Gol GTS, produzido entre 1987 e 1994, mantinham a mesma altura livre do solo das versões mundanas (14 e 13 cm, respectivamente). No Polo, os 14,9 cm de sempre garantem que o para-choque, com moldura preta-brilhante integrando os faróis de neblina como no Polo GTI europeu, não raspará em rampas e valetas das nossas ruas. Cabine tem detalhes vermelhos nas saídas de ar laterais e no consoleFernando Pires/Quatro RodasMas, assim como os GTS do passado, a suspensão passou por retrabalho para tornar o Polo mais firme e estável em tocadas, digamos, mais animadas. Entram na receita a barra estabilizadora dianteira mais grossa (passou de 20 para 21 mm), o eixo traseiro com perfil diferente, que o torna mais rígido, e as molas e os amortecedores com cargas definidas especificamente para o GTS. Motor 1.4 TSI flex tem mapa de injeção exclusivo para o GTSFernando Pires/Quatro RodasO motor 1.4 TSI não é um AP1800, mas também é um velho conhecido. Flex, gera 150 cv e 25,5 mkgf como nos demais Volks equipados com ele. A diferença nesse caso está no mapa do sistema de injeção direta, também feito exclusivamente para o GTS. O Polo GTI 2006, que teve 30 unidades importadas para o Brasil, cujo motor 1.8 20V Turbo tinha os mesmos 150 cv e 22,4 mkgf de torque. O GTI atual tem o 2.0 TSI de 200 cv e câmbio DSG. Motor 1.4 TSI flex tem mapa de injeção exclusivo para o GTSFernando Pires/Quatro RodasO que pode não agradar aos mais puristas é que o câmbio não é manual, mas sim o Aisin automático de seis marchas. É preciso se contentar com as trocas sequenciais na alavanca ou nas borboletas atrás do volante. Se serve de alento, o câmbio sabe como se portar, principalmente em modo Sport (o mais instigante entre os Eco, Normal e Individual, que pode ser personalizado pelo motorista), quando permite reduções tão agressivas que levam o motor acima das 5.000 rpm, além das rotações de potência e torque máximos. No centro dos bancos, material tipo couro e acabamento em alto relevoFernando Pires/Quatro RodasPor sinal, a reação é a mesma quando se chama marcha no kickdown. Portanto, é melhor controlar sua mão e seu pé para aproveitar toda a elasticidade do 1.4 turbo. Foram longe demais O modo Sport ainda deixa a direção mais pesada e encorpa o ronco de modo sintético. Ele não vem do coletor de admissão nem das saídas de escape cromadas, mas do Soundaktor, um atuador de som instalado na base do para-brisa para fazê-lo ressonar na mesma frequência que o motor, como se ele realmente tivesse algo diferente. Engana muito bem até você mudar o modo de condução em plena aceleração e perceber o ronco desaparecendo de imediato. Ou até você reparar que pelo lado de fora o que se escuta é o motor 1.4 TSI de sempre. Grafismo do quadro de instrumentos é o mesmo do Polo GTIFernando Pires/Quatro RodasQuer ver a tecnologia a seu favor? O quadro de instrumentos digital tem os mesmos grafismos do Polo GTI, e representa um avanço e tanto frente aos GTS do passado. O carro de hoje mostra informações inimagináveis décadas atrás. Na central multimídia pode-se acompanhar a temperatura de óleo, a força G suportada por você e pelos pneus nas curvas e até mesmo a potência gerada no motor naquele momento. Outro extra é um cronômetro pronto para registrar seu tempo de volta na pista. Central tem monitor de temperatura de óleo, potência instantânea e força GFernando Pires/Quatro RodasParticularmente preferimos usar nosso V-box para conferir os tempos nos testes em nossa pista. Lá o Polo GTS fez jus ao nome: levou 8,9 s para alcançar os 100 km/h – 1 s mais lento que o GTI de 2006 – e rompeu a barreira dos 1.000 m em 29,8 s a 176,3 km/h (veja teste na pág. 39). O Polo GTS é o único com modos de conduçãoFernando Pires/Quatro RodasPara efeito de comparação, o Polo Highline com motor 1.0 TSI de 128 cv precisa de 10,6 s para chegar aos 100 km/h e de 32,1 s para percorrer 1.000 m, chegando lá a 162,1 km/h. Os 22 cv extras foram suficientes para fazer do GTS o Volkswagen nacional mais rápido da atualidade – o que ficou mais fácil após o fim do Golf GTI. Éramos felizes e sabíamos Os órfãos do Golf têm tudo para ver no Polo uma alternativa ao hatch médio, desde que relevem o fato de que o acabamento não chega aos pés. Não há painel emborrachado nem carpete nos porta-objetos, mas há bancos dianteiros esportivos, envolventes e com encosto de cabeça inteiriço (à moda do Up!). Faróis full-led com DRL é item exclusivo do Polo GTSFernando Pires/Quatro RodasAs saídas de ar-condicionado têm frisos vermelhos que combinam com as costuras dos bancos, do volante e da alavanca de câmbio. As pedaleiras são de alumínio, enquanto teto e colunas pretos reforçam o ambiente esportivo. Versão Highline tem rodas aro 17 opcionais, mas as do GTS são do Golf GTIFernando Pires/Quatro RodasSó o GTS tem alguns equipamentos que antes eram próprios do Golf. Os faróis full-led têm luzes diurnas integradas (por isso os neblinas estão solitários no para-choque), que também fazem as vezes de seta. São exatamente os mesmos faróis do Polo GTI, que também forneceu as lanternas de led e com elementos internos diferentes. Assoalho é mais alto para esconder o subwoofer da grife Beats, opcionalFernando Pires/Quatro RodasArrematam o visual o friso vermelho na grade que continua nos faróis, o para-choque traseiro com colmeia na base e o prolongamento preto do aerofólio. Já as rodas aro 17 são herança dos Golf GTI básicos. GTS tem talento para acelerações, mas altura da suspensão não empolgaFernando Pires/Quatro RodasO Polo GTS parte dos R$ 99.470. Faz lembrar dos R$ 99.990 pedidos pelo Polo GTI de 2006, mas o GTS de hoje é muito mais barato: atualizado, o preço do compacto esportivo de 14 anos atrás equivale a R$ 221.660 de hoje. Veja também NotíciasVW Polo GTS: veja tudo que será item de série ou opcional no esportivo7 jan 2020 - 17h01 NotíciasVW Nivus será o nome do SUV cupê do Polo; veja os primeiros detalhes4 dez 2019 - 14h12 TestesImpressões: VW Polo GTI não virá ao Brasil por ser bom demais15 ago 2018 - 11h08 Mas ainda é dureza custar quase o mesmo que um Golf antes de sair de linha. O que é exclusivo do Polo GTS? • Faróis full-led • Lanternas de led escurecidas • Saídas duplas de escape cromadas • Bancos esportivos • Maçanetas e retrovisores pretos • Start-stop • Seletor de modos de condução • Pedaleiras de alumínio • Soleiras estilizadas • Motor 1.4 TSI Opcional: • Sistema de som Beats com subwoofer e amplificador (R$ 2.400) • Pintura metálica (azul, cinza e prata: R$ 1.520) Veredicto: O Polo já tinha um bom acerto e agora tem um motor forte e suave que tira vantagem disso. Mas o tempero esportivo poderia ser mais forte. Teste – Volkswagen Polo GTS 1.4 TSI Aceleração 0 a 100 km/h: 8,9 s 0 a 1.000 m: 29,8 s – 176,3 km/h Velocidade máxima 207 km/h* * Dado de fábrica Retomadas (D) 40 a 80 km/h: 3,8 s 60 a 100 km/h: 4,7 s 80 a 120 km/h: 5,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 13,8/24/54,4 m Consumo Urbano: 11 km/l Rodoviário: 16,4 km/l Ficha técnica – Volkswagen Polo GTS 1.4 TSI Preço: R$ 99.470 Motor: flex., diant., transv., 4 cil. , 16V, 1.395 cm3; 74,5 x 80 mm, 10:1, 150 cv a 5.000/4.500 rpm, 25,5 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático de 6 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson (diant.)/eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), disco sólido (tras.) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 205/50 R17 Dimensões: comprimento, 406,8 cm; largura, 175 cm; altura, 146,8 cm; entre-eixos, 256,5 cm; altura livre do solo, 14,9 cm; peso, 1.230 kg; tanque, 52 l; porta-malas, 300 l View the full article
  14. <span class="hidden">–</span>Chrstian Castanho/Quatro RodasMais que um acessório, os suportes magnéticos contribuem para a segurança do motorista ao garantir que o celular vai ficar bem preso. Para ver se eles são eficientes no dia a dia, separamos três dos mais procurados (Luxcar, Multilaser e KinGo) e levamos para um teste com nosso especialista. “Esses acessórios são imprescindíveis para garantir conforto e proteção ao dirigir. Mas ao rosquear os suportes para dar maior firmeza, como no caso do Multilaser e do Luxcar, só faça isso com o carro parado”, diz o taxista Jorge Saito. Especialista Nome: Jorge Saito Profissão: Taxista Experiência: Como ele passa o dia todo atrás do volante, os suportes magnéticos foram de grande ajuda no seu trabalho. Fabricante: Multilaser Luxcar KinGo Preço: R$ 39,90 R$ 49,90 R$ 30 Site: multilaser.com.br luxcar.com.br kingo.com.br Nota: 10 9 7 Comentário: “Não tenho do que reclamar desse suporte. Tem revestimento emborrachado não só na parte imantada (magnética), que prende o celular, mas nos fixadores que ficam presos nas saídas de ar do painel. Isso evita riscar as aletas de ventilação. Traz a vantagem de ser articulado, permitindo a regulagem em vários ângulos. Uma vez ajustada a posição, é só rosquear para dar maior firmeza.” “É tão caprichado quanto o da Multilaser, inclusive na borracha que reveste o fixador e a base, que aqui é arredondada. Ele também permite ajustar o encaixe em vários ângulos e ainda traz duas lâminas metálicas (pads) autoadesivas: uma para colar entre a capa e o celular e a outra, menor, para fixar na parte externa da capa.” “O suporte consegue fixar aparelhos como celulares, tablets e GPS, porém não possui a vantagem de girar 360º e inclinar para uma melhor visualização, o que ajudaria muito quando algo provoca reflexo na tela desses aparelhos. O acabamento não é emborrachado como nos outros dois modelos, mas o plástico é de boa qualidade e sem rebarbas, o que evita riscar o material plástico das aletas das saídas de ar.” Pró: Acabamento de borracha e rosca de fixação Grandes pads de metal e instruções ilustrativas Preço mais baixo Contra: Nenhum É o mais caro de todos Não conta com regulagem de 360º View the full article
  15. Peugeot 208 e Fiat ArgoArte/Quatro RodasA fusão entre FCA e PSA exigiu uma arrumação geral na casa e agora os executivos da nova empresa – ainda sem nome conhecido – estabelecem um novo plano de voo. Uma fonte ligada à PSA na França contou, sob condição de sigilo de sua identidade, como a companhia deverá atuar daqui para frente. “Oficialmente, ambos os lados terão força equivalente, mas se espera que a PSA terá maior relevância, especialmente a Peugeot”, diz nossa fonte. “Por ora, todo o foco está no estabelecimento de um plano produtivo com o maior número de produtos e o menor de plataformas possível”, segue. Nem tudo está definido, segundo nosso informante. Novo Peugeot 208 será a base da segunda geração do ArgoDivulgação/PeugeotA plataforma compacta que prevalecerá será a da PSA, batizada CMP (sigla em inglês para Common Modular Platform) e desenvolvida em parceria com a chinesa Dongfeng. “O plano de racionalização significará a morte dos pequeninos de ambas as marcas. Ou seja, nada mais de 500 (Fiat), C1 (Citroën) e 108 (Peugeot) no showroom. Apenas o elétrico 500e será mantido, mas por um curto período”, conta nossa fonte. Os microcarros morrerão, mas os andares imediatamente acima terão vida longa. Fiat 500: apenas a versão elétrica deverá ganhar sobrevida. E por poucos mesesDivulgação/DivulgaçãoA modularidade da plataforma CMP permite flexibilidade não apenas no que se refere ao tamanho, mas também à motorização, que pode ser diesel, híbrida, elétrica ou gasolina (flex, no caso do Brasil). O primeiro produto baseado na CMP foi o DS 3 Crossback, apresentado em 2018. As novas gerações dos Peugeot 208 e 2008 e do Opel Corsa também usam a mesma matriz. A primeira aplicação da CMP em um produto FCA acontecerá em 2022, num Alfa Romeo, mas ela logo se alastrará para a Fiat, o que permite imaginar uma nova geração da dupla Argo e Cronos entre 2023 e 24. Próxima geração do Argo deve chegar em 2023, com plataforma desenvolvida pela PSAFernando Pires/Foto/Quatro RodasO Citroën C4 Cactus – vendido como SUV no Brasil e como hatch compacto na Europa – morrerá até o começo de 2021 no mercado europeu. “O C4 Cactus, assim como os demais produtos atualmente construídos sobre a plataforma PF1, serão rapidamente descontinuados ou entrarão numa nova geração, baseada na CMP”, explica a fonte. Questionado sobre o fim da linha do C4 Cactus no Brasil, o informante disse: “Claro que a nova companhia precisará lidar com as necessidades específicas de cada mercado, mas para que tudo corra conforme planejado, é importante seguir à risca a estratégia definida. E é importante destacar que o fim de produção se refere ao Cactus PF1. Nada impede, por exemplo, o estudo de viabilidade de uma nova geração”. Na Europa, C4 Cactus não terá nova geraçãoFernando Pires/Quatro RodasOu seja: nosso Cactus pode ganhar uma nova geração mais rápido do que o comum, aproveitando a base CMP que, lembremos, já está sendo instalada em Porto Real (RJ). Uma segunda plataforma renovada da PSA – a EMP2, que estreou em 2017 e hoje é base de 3008, 5008, 508, DS 7 Crossback, C5 Aircross e Opel Grandland – também será estendida aos produtos das marcas do lado FCA do casamento. Assim como a CMP, EMP2 abriga múltiplas opções de motorização. Veja também NotíciasLuz verde para PSA e FCA formarem a quarta maior fabricante do mundo18 dez 2019 - 11h12 NotíciasPresidente da FCA confirma: SUVs da Fiat terão motor turbo e câmbio CVT24 ago 2019 - 07h08 NotíciasParceria de Fiat e Peugeot (e GM) existe há 50 anos e rendeu até o Punto5 nov 2019 - 07h11 Nossa fonte fala de um enxugamento radical nos veículos maiores. “O mercado dos Estados Unidos ainda é muito relevante e o lado americano da FCA atende bem à demanda local”, destaca nossa fonte. Fora do mercado norte-americano, há grande expectativa para a chegada da picape média da Peugeot, construída em parceria com a chinesa Dongfeng. View the full article

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