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  1. Apesar de receber parte da estrutura do Polo, Nivus ganha faróis, grade e para-choque inéditosFernando Pires/Quatro RodasO Volkswagen Nivus é um Polão ou uma alternativa mais compacta ao T-Cross? Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. QUATRO RODAS realizou, com exclusividade, medições do espaço interno dos três compactos da Volkswagen e revela em quais dimensões cada modelo leva vantagem. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasDistância do volante ao encosto: 54 cm Assoalho ao assento: 32 cm dianteiro e 37 cm traseiro Espaço para os joelhos: 19 cm Profundidade dos assentos: 51 cm dianteiro e 47 cm traseiro Distância do assento ao pedal: 49 cm Continua após a publicidade Distância do volante ao encosto: 54 cm Assoalho ao assento: 32 cm dianteiro e 36 cm traseiro Espaço para os joelhos: 19 cm Profundidade dos assentos: 51 cm dianteiro e 47 cm traseiro Distância do assento ao pedal: 49 cm <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasDistância do volante ao encosto: 54 cm Assoalho ao assento: 34 cm dianteiro e 40 cm traseiro Espaço para os joelhos: 24 cm Profundidade dos assentos: 53 cm dianteiro e 48 cm traseiro Distância do assento ao pedal: 49 cm Por conta do compartilhamento da plataforma MQB A0, praticamente todas as dimensões da dianteira são iguais. É o caso do espaço para as pernas e cabeça do motorista e da distância do encosto para o volante. Com mesmas portas, teto e para-brisas, Polo e Nivus são realmente muito semelhantes por dentro. O espaço para os ocupantes é idêntico nos dois carros, com a única singularidade de o Nivus ter assento traseiro 1 cm mais alto. Nivus tem o mesmo espaço dianteiro que um PoloFernando Pires/Quatro RodasA despeito da suspensão elevada em 2,7 cm e do rack no teto, o Nivus é apenas 2,5 cm mais alto que o Polo e 10 cm mais baixo que um T-Cross. A suspensão do T-Cross é somente 1,5 cm mais alta que a do Nivus. Continua após a publicidade Contudo, o T-Cross tem assentos mais elevados. O dianteiro é 2 cm mais alto e o traseiro, até 4 cm, o que melhora a visibilidade de quem viaja no banco de trás do SUV compacto. Por isso, também, a vantagem no espaço para a cabeça no banco traseiro é de apenas 1 cm. Banco traseiro do Nivus é apenas 1 cm mais alto que o do Polo, mas espaço para a cabeça é o mesmoFernando Pires/Quatro RodasO entre-eixos 9 cm mais longo resulta em 5 cm a mais de vão para as pernas no banco traseiro no T-Cross na comparação com Polo e Nivus. Já a cabine é 3 cm mais larga na dianteira. Na largura externa, o Nivus tem ganho de 0,6 cm na comparação com o Polo por conta das molduras das caixas de roda. Mas a distância entre as portas dianteiras é a mesma. Continua após a publicidade Já o 0,1 cm a mais no entre-eixos vem da geometria de suspensão exclusiva, que também a deixa 1 cm mais alta que a do hatch. Porta-malas do Nivus não tem sistema SAVE, que divide o compartimento em dois andaresFernando Pires/Quatro RodasMas boa parte dos 20,9 cm a mais no comprimento (6,7 cm de vantagem na comparação com o T-Cross) estão concentrados no balanço traseiro. É por isso que, além de ser o mais comprido dos três, o Nivus tem o maior porta-malas, de 415 litros. Contudo, o compartimento não é dividido em dois níveis como nos irmãos. Relacionadas Mais Lidas TestesJá andamos: novo VW Nivus é mais emocional que Polo e racional que T-Cross28 Maio 2020 - 11h05 NotíciasVW Nivus: 60 fotos exclusivas mostram tudo da versão de R$ 100.00028 Maio 2020 - 11h05 NotíciasEnquete: VW Nivus se parece com o Polo ou tem estilo próprio? Vote27 Maio 2020 - 12h05 NotíciasVW Nivus: central (opcional) de 10 polegadas usa internet do celular29 abr 2020 - 12h04 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Vale notar que até mesmo o assoalho traseiro do Nivus é diferente. O estepe foi deslocado ao máximo para a extremidade traseira do carro, de forma a contribuir com uma melhor distribuição de peso. Continua após a publicidade Assoalho do porta-malas muda completamente no NivusHenrique Rodriguez/Quatro RodasPor falar em peso, o Nivus Highline, que será o topo de linha do modelo, terá 1.199 kg. Um Polo Highline tem 1.147 kg e o T-Cross Comfortline 1.252 kg. Assim, o Nivus fica praticamente encravado em meio aos dois irmãos, sendo 52 kg mais pesado que o Polo e 53 kg mais leve que um T-Cross com o mesmo motor 1.0 TSI. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. View the full article
  2. FULLPOWER - A nova geração da picape Strada, que seria lançada em abril no país, não fosse a pandemia do coronavírus, ganhou uma data de estreia no ... Fiat confirma: nova Strada estreia no dia 26 de junho View the full article
  3. Protótipo foi criado para concorrer com Fiat 500 “Topolino” e VW Fusca<span class="hidden">–</span>Kinja/ReproduçãoÉ bem provável que, ao falar de Bugatti, você lembre de carros superesportivos – e BEM caros. Mas sabia que, para sobreviver à Segunda Guerra Mundial, a empresa quase produziu um rival para o nosso conhecido (e modesto) Volkswagen Fusca? Com a fábrica de Molsheim, na França, completamente destruída pelos conflitos na Europa, o próprio Ettore Bugatti supervisionou o desenvolvimento de um pequeno conversível projetado pelo filho Roland, à época com 25 anos, na capital Paris. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Batizado Type 68, o modelo seguia a receita do Fiat 500 “Topolino” – considerado um ícone da indústria automotiva italiana –, com espaço para duas pessoas e motor pequeno. Mas somente um protótipo foi construído pela empresa entre 1945 e 1946. Continua após a publicidade Compacto, o Bugatti Type 68 tinha apenas 3,82 m de comprimento <span class="hidden">–</span>Kinja/ReproduçãoÉ claro que essa aposta pela racionalidade, bem diferente da tradição com veículos luxuosos e carros de corrida, não foi por acaso: além do mercado europeu devastado pelo pós-guerra, a Bugatti estava endividada e precisava se tornar rentável. Apenas uma unidade, ainda como protótipo, foi fabricada pela marca<span class="hidden">–</span>Kinja/ReproduçãoO Type 68 recebeu motor de quatro cilindros igualmente revolucionário (e pequeno). Com só 318 cm³, o protótipo trazia recursos pouco comuns, como cabeçote 16V com duplo comando de válvulas, compressor mecânico e bloco de alumínio. Havia espaço para apenas duas pessoas, como no Fiat 500 “Topolino”<span class="hidden">–</span>Atraccion 360/ReproduçãoCom apenas um terço do tamanho do motor utilizado pelo Chevrolet Joy, o Bugatti tinha 48 cv de potência – significa que, se tivesse 1.000 cm³, renderia 151 cv. Isso para mover só 762 kg, quase o mesmo peso do Renault Kwid na versão pelada. Motor era pequeno, mas trazia soluções refinadas para a época<span class="hidden">–</span>Kinja/ReproduçãoPara completar o conjunto mecânico, Ettore Bugatti planejava um sistema de transmissão de duas marchas com conversor de torque e uma opção com embreagem eletromagnética. Para não revelar detalhes nos testes, o sistema foi instalado em uma moto. Continua após a publicidade Segunda unidade do projeto foi finalizada com ajuda de restauradores<span class="hidden">–</span>Classic and sports car/ReproduçãoAo longo da década de 1940, o fabricante ainda criou outros três motores – um semelhante ao primeiro, mas com 370 cm³ e apenas 8V, enquanto os demais eram dois-tempos, também sobrealimentados –, além de diversas opções de carroceria. Batizado Type 68 B, o modelo tinha inspiração no Type 57 SC Atlantic<span class="hidden">–</span>Classic and sports car/ReproduçãoCom a morte do patriarca em 1947, o desenvolvimento do modelo de entrada perdeu força e acabou engavetado pelo filho Roland Bugatti, que assumiu o controle da marca, e pelo diretor Pierre Marco. No lugar, lançaram o Type 101, criado sobre a base do Type 57. Modelo seguiu o projeto original e utilizou peças que não foram montadas<span class="hidden">–</span>Classic and sports car/ReproduçãoO protótipo original apresentou defeito no sistema de câmbio e acabou encostado no galpão da Bugatti, assim como todos os esboços do Type 68. Com o primeiro fim da empresa, na década de 1950, o modelo acabou no acervo do museu Cité de L’Automobile. Bugatti 57 SC Atlantic serviu de inspiração para versão fechada<span class="hidden">–</span>Divulgação/BugattiAinda há uma unidade remanescente, que não foi finalizada a tempo pela Bugatti, mas acabou montada décadas depois por restauradores, conforme os projetos originais. E diferentemente da primeira versão, o Type 68 B tem carroceria fechada. Continua após a publicidade Relacionadas Mais Lidas NotíciasPor R$ 30 milhões, Bugatti Divo promete fazer o Chiron comer poeira22 abr 2020 - 16h04 NotíciasRoubo bilionário, tráfico: como os carros de luxo chegam à Coreia do Norte28 abr 2020 - 16h04 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4Home page Essa segunda opção foi inspirada no clássico 57 SC Atlantic, considerado um dos veículos mais bonitos já feitos pela marca. É claro que há diferenças de tamanho e proporções, mas detalhes como os rebites aparentes na carroceria foram mantidos. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  4. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordPara-choques exclusivos, grade que aparenta ter espaços para faróis de milha e aerofólio prometem ser os principais destaques da reedição do Mustang Mach 1, que a Ford promete lançar ainda em 2020. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. A fabricante divulgou fotos do esportivo em testes para confirmar antigos rumores e atrair as atenções para a segunda reedição da versão especial desde seu lançamento, em 1969. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordO carro de teste também exibe santoantonio e freios Brembo. A Ford ainda confirmou para o novo Mach 1 a versão mais potente da história do motor V8 5.0 aspirado. Na versão GT, vendida no Brasil, ele gera robustos 466 cv. Vale deixar claro que as versões Shelby, voltadas para as pistas, usam o mesmo bloco em versão 5.2 L, graças a uma série de mudanças internas. Continua após a publicidade Esse sempre foi o posicionamento do Mustang Mach 1. A versão surgiu no modelo 1969 como um pacote de performance para enfrentar os Chevrolet Camaro e Pontiac Firebird. Ele completava uma gama de opções que incluía as versões GT, Boss 302, Boss 429, Shelby GT350 e Shelby GT500. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordO pack Mach 1 só estava disponível na carroceria fastback, mas com várias opções de motores V8 e fez tanto sucesso que o Mustang GT foi descontinuado em 1969 – só retornou em 1982. Mustang Mach 1 1969Reprodução/InternetNa época, as mudanças ficavam por conta do capô preto fosco com pinos de segurança e tomada de ar, suspensão com acerto esportivo, tampa do bocal de abastecimento cromada, rodas exclusivas, ponteiras de escape cromadas, interior da versão luxo, aerofólio traseiro e persianas nos vidros traseiros. Mustang Mach 1 1972Divulgação/InternetO Mach 1 continuou existindo quando a primeira geração do Mustang foi reestilizada, em 1971 e também em sua segunda geração, lançada em 1974. Mas a crise do petróleo o forçou a usar um motor V6 2.8 de parcos 105 cv até 1975, quando o V8 302 retornou com 140 cv – como na versão mais fraca de 1973. Seguiu em produção até 1978. Continua após a publicidade Mustang Mach 1 2003Divulgação/FordO Mustang Mach 1 só voltaria a aparecer em 2003, na quarta geração do esportivo. Tinha motor V8 4.6 de 310 cv, freios Brembo e era fiel ao estilo original, com persianas nos vidros traseiros, tomada de ar no capô e aerofólio. Mas os faróis de milha na grade só serão revividos na nova geração. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  5. A edição de junho da revista QUATRO RODAS já está a caminho das bancas e casas dos assinantes para entreter os apaixonados por carro durante essa quarentena. O protagonista da vez é o novo Volkswagen Nivus, grande aposta da marca para 2020 e que inaugura o segmento dos SUVs cupês entre os carros generalistas no Brasil. O modelo é baseado no Polo – e tem muito dele – mas é inegável que possui personalidade própria. Já dirigimos a versão topo de linha do Nivus e contamos todas as impressões que tivemos do carro. Mas se você se interessa pelos hatches e gosta do conforto do câmbio automático, preparamos um dossiê com tudo sobre os principais modelos do segmento a venda no Brasil. Continua após a publicidade Tem os prós e contras de Chevrolet Onix, Toyota Yaris, VW Polo, Hyundai HB20, Honda Fit, Ford Ka e outros oito modelos. Vale conferir a análise não apenas do carro, mas também de seu câmbio e dos custos com peças, seguro e revisões. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasVoltando para os SUVs, ainda separamos algumas páginas para te mostrar como fica a nova geração do Mercedes-Benz GLA, que chegará ao Brasil ainda este ano. A edição traz um deleite para os amantes de velocidade e tecnologia. Primeiro com o Porsche 911 Turbo, o clássico esportivo de sempre ainda mais veloz. E por último com o Audi E-Tron, um SUV esportivo que dispensa até os retrovisores. Mercedes-Benz Axor 3131: o caminhão esquisito que usa pneus off-road, tem bitolas largas e é autônomo. Longa Duração: colocamos o nosso CAOA Chery Tiggo 5X para rodar na terra. Como ele se saiu? C4 Cactus está quase se despedindo da frota, como está seu acabamento? Chevrolet Onix Plus enfrentou viagem de 3.000 km, mas não aguentou bem. Continua após a publicidade BMW Z4 M40i: rodamos com a versão mais potente do roadster alemão. JAC T60: o SUV chinês custa R$ 100.000 e tem itens de série que muitos outros mais caros não oferecem nem como opcionais. Mas será que vale a pena? Relacionadas Mais Lidas NotíciasQUATRO RODAS de maio: Tracker enfrenta SUVs líderes de mercado24 abr 2020 - 12h04 NotíciasQUATRO RODAS de abril: desvendamos tudo sobre a nova Fiat Strada2 abr 2020 - 12h04 NotíciasQUATRO RODAS de fevereiro: VW Polo GTS à prova contra Renault Sandero RS24 jan 2020 - 16h01 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4Home page Carta ao leitor Redator-chefe Paulo Campo Grande escolheu a leitura para matar as saudades dos carrosAcervo Pessoal/Quatro RodasChame como quiser: falta, ausência, carência, privação, provação, tormento. Mas ficar sem carro, definitivamente, não é legal. No grupo de WhatsApp da redação, começamos a falar espontaneamente da quarentena e da saudade de dirigir, de ouvir música nos carros e de contemplar as paisagens em movimento. “Sair pra ir à padaria comprar pão já é animal”, disse o editor de arte Fabio Black. “Às vezes, estou colocando umas músicas em casa e me imaginando na estrada”, falou o piloto de testes Leonardo Barboza. A privação para nós se dá desde a redução de uso do carro no cotidiano até a falta de carros para testar e escrever e fotografar, já que nem todas as fábricas estão permitindo que suas frotas rodem. Continua após a publicidade Editor de arte Fábio Black tem recorrido aos programas de televisãoAcervo Pessoal/Quatro RodasFelizmente, não são todas. A VW, por exemplo, está lançando este mês seu primeiro SUV cupê, o Nivus, com tudo que uma apresentação de carro tem direito. É certo que, para proporcionar o contato com o lançamento de forma segura (e a tempo de entrar nesta edição), a fábrica montou uma operação complexa. Um carro foi disponibilizado para fotos em um estúdio, enquanto outro foi enviado para a avaliação em pista. O número de envolvidos no processo foi reduzido e todos tiveram de usar luvas e álcool em gel. O resultado, você pode conferir no texto da dupla Leonardo Felix e Henrique Rodriguez e nas fotos de Fernando Pires. Estagiário Renan Bandeira tem aproveitado o tempo livre para fazer alguns ajustes em seu VW GOL 1993Acervo Pessoal/Quatro RodasFalar, ler e ver fotos de carros é uma forma de compensar a ausência deles. Nesta quarentena, por exemplo, redescobri um livro que tenho na estante e não abria faz tempo. Legendary Italian Cars, do jornalista italiano Enzo Rizzo, com prefácio do designer Giorgetto Giugiaro, me fez viajar sem sair do lugar. O editor de arte Fabio Black diz passar horas vendo programas de tevê como Top Gear e o canal Discovery Turbo. Também há entre nós aqueles que se dedicam a manter os carros em ordem. Continua após a publicidade Esse é o caso do editor-assistente Henrique Rodriguez, polindo, trocando as palhetas dos limpadores do para-brisa e reforçando o isolamento acústico dos carros dele e da família, e do estagiário Renan Bandeira, que decidiu ele próprio fazer pequenos reparos no seu Gol 1993. Editor-assistente Henrique Rodriguez também fez alguns retoques em seu carro, um VW Up!Acervo Pessoal/Quatro RodasConscientes de nosso papel neste momento, nos dedicamos a produzir um conteúdo vibrante e de qualidade, com informações precisas e abrangentes, que podem ser encontradas na revista (em suas versões física e digital, via GoRead, canal disponibilizado aos assinantes), no site e nas mídias sociais (Facebook, Insta-gram e YouTube). Nosso site, aliás, foi inteiramente reformulado no mês passado para tornar sua leitura mais fácil, com espaços maiores e acesso rápido. Nesta edição que você tem nas mãos, além do Nivus, fizemos um levantamento dos hatches compactos automáticos mais baratos do mercado e, para quem gosta de esportivos, apresentamos a avaliação do novo Porsche 911 Turbo, um esportivo que ficou ainda mais potente, mais rápido e gostoso de dirigir. Os saudosistas vão se deleitar com as matérias do Ford Bronco e do Fusca Avallone, escritas pelo talentoso Felipe Bitu, e também com a história do colecionador de Alfa Romeo 2300, Marcelo Paolillo, contada pelo editor de arte Fabio Black (aquele mesmo que alonga as viagens de carro à padaria só para dirigir um pouco mais). Continua após a publicidade Quem é ligado em tecnologia verá o teste do Audi e-tron, um texto sobre as baterias do futuro e, lógico, a sessão Novas Tecnologias com o motor do Koenigsegg, cujo comando de válvulas é hidropneumático. Espero que a leitura ajude você a passar melhor esta quarentena distante de seu carro. View the full article
  6. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasA Fiat anunciou que a apresentação oficial da Strada irá acontecer em 26 de junho deste ano. O lançamento da nova geração da picape compacta seria no início de abril. Mas o evento foi o primeiro adiado devido ao isolamento social para conter a pandemia do novo Coronavírus. Embora não tenha sido lançada oficialmente, QUATRO RODAS testou a nova Strada na edição nº 732, tanto na versão topo de linha Volcano com inédita configuração quatro-portas, como na Endurance cabine simples, variante mais básica do modelo. Continua após a publicidade A confirmação de uma nova data acontece após a fábrica da Fiat, localizada em Betim (MG), retomar as operações. Dessa forma, a Fiat voltou a produzir a picapinha para abastecer suas concessionárias. A segunda geração surge após 21 anos de mercado. A nova linha da Fiat Strada contará com quatro versões: Endurance, Freedom e Volcano, além da Working – mantida da geração atual. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasAlém da inédita versão cabine dupla, a picape também irá lançar a central multimídia que realiza o espelhamento sem fio de celulares e é compatível com Android Auto e Apple CarPlay. No modelo, ainda podem ser encontrados outros opcionais, como: controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e luzes de condução diurna – todos de série em todas as versões. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasOutra novidade é a aposentadoria do motor E.torQ de 132/130 e 18,9/18.4 kgfm de torque, que deu lugar ao 1.3 Firefly do Argo que gera 109/101 cv 14,2/13,7 kgfm. Os preços da nova geração devem variar entre R$ 65.000 e R$ 85.000. Relacionadas Mais Lidas NotíciasNova Fiat Strada 1.3 é mais fraca, mas bem mais econômica que a velha 1.817 abr 2020 - 07h04 NotíciasPeugeot Landtrek é registrada no Brasil em versões de trabalho e luxo14 abr 2020 - 11h04 NotíciasNova Fiat Strada contra rivais: as diferenças de motor, câmbio e dimensões13 abr 2020 - 07h04 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  7. Visual sóbrio dissimulava a agressividade do motorChristian Castanho/Quatro RodasA história da divisão de competições da BMW, a Motorsport, se inicia em 1972, ano em que a BMW recrutou pilotos como Jochen Neerpasch e Hans-Joachim Stuck para formar aquela que seria a equipe de maior prestígio no automobilismo europeu. Os avanços conquistados nesse período deram origem a um dos sedãs de Turismo mais rápidos e velozes do mundo: o M5. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. A saga do M5 começou com o lançamento do superesportivo M1, em 1978, que cerca de um ano depois teve uma versão de pista desenvolvida em parceria com a Lamborghini. Esse M1 tinha como objetivo enfrentar os Porsche mais poderosos em provas de longa duração. Continua após a publicidade O M1 era impulsionado pelo motor M88 de seis cilindros, 3,5 litros e 24 válvulas. Mudanças drásticas no regulamento da categoria fizeram a BMW cancelar o projeto em 1981. Mas o trabalho não foi perdido. Câmbio manual era de cinco marchasChristian Castanho/Quatro RodasFoi também em 1981 que a BMW apresentou o Série 5 de segunda geração (E28), nova base para o sedã esportivo M535i equipado com o motor M30B35 de 3,4 litros e 218 cv. E não demorou para que os engenheiros cogitassem associar a nova plataforma ao motor M88. Robusto e confiável, o seis-cilindros tinha capacidade de sobra para encarar situações adversas do uso cotidiano. A primeira aparição do M5 ocorreu no Salão de Amsterdã de 1985, ocasião em que os técnicos da BMW Motorsport apresentaram orgulhosos a versão civilizada do M88. Continua após a publicidade Como no M1, havia um corpo de borboleta para cada cilindro: injeção e ignição eram gerenciadas pelo sistema Bosch Motronic, um dos responsáveis pelo torque de 34,7 kgfm a 4.500 rpm e pela potência de 286 cv a 6.500 rpm. A potência específica de 81,7 cv/l era notória para a época. <span class="hidden">–</span>Christian Castanho/Quatro RodasEsses números expressivos chegavam às rodas traseiras através de um câmbio manual Getrag de cinco velocidades. A aceleração de 0 a 100 km/h era realizada em espantosos 6,1 segundos, e a velocidade máxima chegava a 251 km/h, marcas superiores às de qualquer sedã de produção regular no mesmo período. A suspensão independente nas quatro rodas tinha estrutura McPherson no eixo dianteiro e braços semiarrastados no traseiro. O curso era reduzido em 1 polegada com calibração específica de molas e amortecedores para um rodar firme, mas ainda confortável. O comportamento dinâmico do carro era absolutamente neutro com leve tendência ao sobresterço no limite da aderência. Os freios eram a disco nas quatro rodas e o ABS vinha como item de série. Continua após a publicidade Este é o M5 mais cobiçado por colecionadoresChristian Castanho/Quatro RodasDiscreto, o M5 abria mão de faixas e apêndices aerodinâmicos desnecessários. A sobriedade do estilo era realçada pelas rodas raiadas BBS de 15,3 polegadas e pelos nada exagerados pneus 220/55. O padrão de cores destinado ao mercado europeu era dos mais alegres, com tonalidades sólidas ou metálicas de azul, prata, vermelho, branco, verde e até marrom. Mas a versão exportada para o mercado norte-americano vinha sempre na cor preta. A produção artesanal era evidenciada pela qualidade do acabamento interno. Bancos de couro (opcional) nas cores bege, preta, cinza, azul, vermelha ou branca (apenas preta ou bege nos EUA). M5 ia de 0 a 100 km/h em 6,3 segundosChristian Castanho/Quatro RodasSeu adversário mais próximo, o Mercedes-Benz 190 E 2.3-16, só teria uma versão à altura em 1991, quando o fabricante de Stuttgart lançou o 500E desenvolvido em parceria com a Porsche. Continua após a publicidade O exemplar mostrado aqui é uma das 1.340 unidades inicialmente destinadas ao mercado norte-americano. Detalhe: para atender normas de emissões mais rígidas, o motor M88 foi substituído pelo S38B35, que gerava 260 cv de potência, em função de uma taxa de compressão mais baixa e da instalação de um conversor catalítico. Para compensar a perda, a BMW reduziu a relação do diferencial de 3.73:1 para 3.91:1. Na pista, o carro passou a acelerar de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos, atingindo 237 km/h de velocidade máxima. Relacionadas Mais Lidas NotíciasOnix, Uno, Sandero: 10 carros que mudaram de nome no Brasil26 mar 2020 - 18h03 NotíciasClássicos: FNM 2150, o sedã brasileiro refinado pelo toque da Alfa Romeo20 mar 2020 - 07h03 NotíciasNome Barracuda será ressuscitado para substituir Dodge Challenger19 mar 2020 - 19h03 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena No total, 2.205 unidades foram produzidas até 1987 (modelo 1988) e a fábrica sul-africana de Rosslyn acrescentou outras 36 em 1988. Continua após a publicidade Considerado o melhor M5 de todos os tempos, o das fotos é o mais cobiçado pelos colecionadores. Embora igualmente notória, a segunda geração (E34) ficou civilizada demais na opinião de muitos especialistas. Ficha Técnica – BMW M5 E28 1988 Motor: 6 cilindros em linha de 3,5 litros, 34,7 kgfm a 4.500 rpm, 286 cv a 6.500 rpm Câmbio: manual de 5 marchas Carroceria: fechada, 4 portas, 5 lugares Dimensões: comprimento, 462 cm; largura, 170 cm; altura, 140 cm; entre-eixos, 262,5 cm peso, 1.551 kg Desempenho: Aceleração de 0 a 100 Km/h: 6,1 segundos; velocidade máxima de 251 km/h Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. View the full article
  8. Interior do Nivus é praticamente igual ao do Polo, com exceção do volante e da central multimídiaFernando Pires/Quatro RodasA grande aposta, antes mesmo de conhecermos seu nome, era que o VW Nivus seria um SUV menor que o VW T-Cross e derivado do Polo. Pode-se dizer que, de certo modo, o palpite foi certeiro. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Apesar de o modelo inaugurar um novo segmento entre as marcas generalistas no país (o dos SUVs cupês compactos) e ser até maior que o T-Cross em algumas dimensões, ele compartilha para-brisa, teto, portas laterais, caixas de roda e colunas A e B com o Polo. Também herda do hatch o motor 1.0 turbo flex de 128/116 cv e 20,4 kgfm, o câmbio automático de seis velocidades e até distância entre-eixos de 2,56 m. Continua após a publicidade Frente inspirada no T-Cross tem grades maioresFernando Pires/Quatro RodasO interior segue no mesmo caminho. Comparando as duas versões de topo, o Nivus divide vários itens com o hatch. Bancos, todos os painéis e guarnições, comandos do ar-condicionado digital, apoios de braço central e lateral com revestimento macio ao toque, manopla de câmbio, saídas de ar e painel de instrumentos digital são os mesmos nos dois modelos. Lanterna traseira também tem um quê de T-Cross, mas caimento do teto dá um porta-malas maior ao NivusFernando Pires/Quatro RodasUma das diferenças é a nova (e enorme) central multimídia VW Play com tela de 10,1 polegadas, que deve ser de série na versão mais cara “Highline” e que possibilita acesso a internet, download de aplicativos e até a compra de comida pelo carro. Ar condicionado é exatamente o mesmo já utilizado por outros modelos da marcaFernando Pires/Quatro RodasOs botões, que antes ficavam posicionados à esquerda da alavanca de câmbio, agora ficam concentrados nos flancos da nova tela, posicionada acima das saídas de ar centrais. Continua após a publicidade A abertura da tampa do porta-malas, por exemplo, e até o acionamento do novo sistema Start-stop que equipa o carro passaram a ser feitos pelo monitor. Central VW Play de 10,1″ foi desenvolvida no Brasil e permite até comprar comida. Start-stop e tampa do porta-malas são acionados na telaFernando Pires/Quatro RodasA segunda diferença é o volante. Embora parecido com o do Polo, o item é novo no Brasil e vem da oitava geração do VW Golf e do elétrico ID.3. A peça estampa ao centro do cubo o novo logo da Volkswagen – também presente na grade e na tampa do porta-malas – e bordas prateadas que contornam os botões multifuncionais. Inédito no Brasil, volante é o mesmo do ID.3 e do novo Golf, mas quadro digital é bem conhecido na linha VWFernando Pires/Quatro RodasOutras diferenças sutis são a faixa preta brilhante acima do porta-luvas – que no Polo e Virtus é cinza – e a perda do suporte para celular na parte de cima do painel. Continua após a publicidade A ausência deste item, presente em todos os modelos VW, só pode ser explicada pela modernização da central, que dispensa cabos para o espelhamento de celular. Quadro digital de 10,25 já é de série no Polo Highline e deve ser também no NivusFernando Pires/Quatro RodasNo entanto, o cabo USB será necessário para recarregar a bateria do aparelho, já que o Nivus não conta com carregador por indução, item que já equipa modelos da GM e o Hyundai Creta, por exemplo. Atrás sobra pouco espaço para as pernas, mas há dupla saída de ar e quem é alto não bate a cabeça no tetoFernando Pires/Quatro RodasNa segunda fileira, o espaço para as pernas é o mesmo oferecido pelo hatch, 19 cm com o banco do motorista ajustado para um ocupante de 1,85 m. Culpa da distância entre-eixos de 2,56 m, a mesma do Polo. Relacionadas Mais Lidas NotíciasEnquete: VW Nivus se parece com o Polo ou tem estilo próprio? Vote27 Maio 2020 - 12h05 NotíciasVW Nivus será revelado dia 28, mas produção só começa mesmo em junho22 Maio 2020 - 11h05 NotíciasÀ espera do Nivus, VW T-Cross fica mais caro – de novo7 Maio 2020 - 12h05 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena O espaço interno, no geral, é o mesmo do Polo, mas o SUV cupê tem carroceria 2,75 cm mais alta em relação ao solo, o que muda de maneira sutil o ponto H e a percepção de visão ao dirigir. Continua após a publicidade A dupla saída de ar para quem ocupa os bancos traseiros é outro ponto positivo herdado do VW Polo turbo. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. View the full article
  9. Durante a noite, a rede elétrica é menos usadaReprodução/InternetCom o aumento das vendas dos carros elétricos e com a energia elétrica mais cara (devido à escassez) como será possível, “abastecer”? – Carlos Eduardo Vieira de Morais, Itapetininga (SP). Quem responde é o gerente da CPFL Energia Renato Povia: “Simulações mostram que, considerando uma taxa de 5% de penetração de veículos elétricos na frota total, 80% das redes de distribuição da CPFL não precisariam de adequações ou investimentos adicionais para atender à demanda”. Ele diz que projeções dão conta de que 80% das recargas serão realizadas em casa, locais onde é possível carregar as baterias durante a noite, de forma mais lenta e quando a rede de distribuição é menos demandada. Continua após a publicidade Mas, independentemente disso, a empresa tem quatro projetos a fim de identificar tendências em um cenário de mudanças de mercado. Relacionadas Mais Lidas Auto-serviçoCorreio técnico: no ar bizona, quem ajusta a temperatura do banco de trás?13 mar 2020 - 07h03 NotíciasCorreio Técnico: como funciona o hidrovácuo do freio em um carro elétrico?4 mar 2020 - 07h03 NotíciasCorreio Técnico: há diferença entre ar-condicionado digital e automático?18 fev 2020 - 07h02 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Ladrões roubam carro elétrico, tentam abastecer com gasolina e são pegos NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Tem alguma dúvida? Mande sua pergunta para: correiotecnico@quatro-rodas.com.br View the full article
  10. Cor “Cinza Puro” era exclusividade do Jetta GLi no BrasilDivulgação/VolkswagenApresentado mundialmente nesta quinta-feira (28), o Nivus é o principal lançamento da VW para 2020 e chega às concessionárias brasileiras já nas próximas semanas. O modelo absorveu do VW Polo o motor 1.0 turbo de 128/116 cv e 20,4 kgfm e vários outros detalhes, mas tem dianteira e traseira exclusivas. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Outro aspecto que só pertence ao Nivus é sua cartela de cores. O SUV cupê apareceu pintado de laranja nas fotos de divulgação, cor até então inédita entre os modelos da marca. Continua após a publicidade Cor laranja é exclusiva do NivusDivulgação/VolkswagenEm outra foto, o lançamento aparece ostentando a cor “Cinza Puro” que antes só era usada pelo sedã esportivo VW Jetta GLi. Assim, já é possível cravar que o Nivus terá pelo menos seis opções de cores: preto, prata, branco, laranja e cinza metálicos, além de cinza e preto sólidos. Não se espante se pintar também um azul. Lanterna traseira na horizontal foi inspirada no T-CrossDivulgação/VolkswagenDesta maneira, o carro se colocaria atrás apenas do VW T-Cross no quesito opções de pintura entre os carros da marca – o SUV compacto oferece sete variedades. Uma amostra do tom de cinza no protótipo dirigido por Quatro RodasHenrique Rodriguez/Quatro RodasO hatch Polo, por exemplo, oferece apenas quatro opções de cores nas versões regulares equipadas com o motor 1.0 TSI: cinza e prata metálicos e branco e preto sólidos. Continua após a publicidade Cor também lembra o “Cinza Nardo” usado por modelos AudiDivulgação/VolkswagenSomente a versão Sense, para o público PcD, e GTS, com motor 1.4 turbo, passam a oferecer também a cor vermelha. O esportivo tem ainda uma opção azul. Relacionadas Mais Lidas NotíciasVW Nivus: 60 fotos exclusivas mostram tudo da versão de R$ 100.00028 Maio 2020 - 11h05 NotíciasEnquete: VW Nivus se parece com o Polo ou tem estilo próprio? Vote27 Maio 2020 - 12h05 NotíciasÀ espera do Nivus, VW T-Cross fica mais caro – de novo7 Maio 2020 - 12h05 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Home page NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Entretanto, vale a pena esperar mais algumas semanas para saber, de fato, quais e quantas serão as possibilidades de pintura do VW Nivus. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. View the full article
  11. FULLPOWER - A Volkswagen finalmente mostrou o Nivus sem disfarces. A apresentação oficial do SUV do Polo foi feita nesta quinta-feira (28), durante uma live no Youtube, ... Volkswagen Nivus é apresentado oficialmente. SUV chega às lojas no fim de junho View the full article
  12. Nissan Frontier Attack: atual geração começou a ser fabricada na Argentina em 2018Nissan/DivulgaçãoA fase não é das melhores para a Nissan. A marca se vê em crise desde a prisão de seu então presidente, o brasileiro Carlos Ghosn, em 2018 por má conduta financeira. Esta semana a aliança Renault-Nissan-Mitsubishi anunciou um plano de reestruturação global com compartilhamento de fábricas e até de plataformas entre as marcas. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Como resultado, a marca japonesa anunciou o fechamento das plantas de Barcelona (Espanha) e Indonésia, além da redução de sua capacidade produtiva e gama de produtos em 20%. Continua após a publicidade L200 Triton deve passar por mudanças ainda este anoDivulgação/MitsubishiMas nem tudo está perdido. Após a série de anúncios ruins, a Nissan decidiu mostrar que tem planos para o futuro e deu spoilers de uma série de carros que serão lançados nos próximos anos. Para o mercado brasileiro, o maior interesse recai sobre duas novas versões da picape média Frontier. Explica-se. Nissan Frontier reestilizada: facelift deve acontecer em 2021Divulgação/NissanO primeiro teaser é de uma reestilização do modelo, que já é comercializado por aqui atualmente, importado da Argentina. A mudança renderá à picape nova frente, com grades maiores e novas luzes em led nos faróis. Este facelift deve ocorrer no Brasil em 2021, pouco depois de a geração atual da Mitsubishi L200 Triton também ganhar novo desenho, o que deve acontecer ainda este ano. Continua após a publicidade Já o segundo teaser revela alguns detalhes de como será a próxima geração da Frontier. Pela imagem, observamos que o carro ganhará duas luzes em led horizontais na lanterna dianteira, que serão maiores e não terão formato de “T”. Nova geração: picape será um pouco menor e servirá de base para a nova L200 TritonDivulgação/NissanEsta versão, inclusive, servirá de base para a próxima geração da Mitsubishi L200 Triton, seguindo o plano reestruturação das marcas citado acima. Entretanto, as próximas gerações das picapes nipônicas não devem ser lançadas no Brasil antes de 2024, isso se realmente vierem a chegar. A demora se deve ao fato da atual geração da Nissan Frontier ter iniciado sua produção na América do Sul somente em 2018, ou seja, quatro anos após ser apresentada em outras partes do mundo. Continua após a publicidade É preciso seguir produzindo a atual geração até amortizar o investimento de US$ 600 milhões na fábrica de Córdoba. Até porque uma de suas derivadas, a Renault Alaskan, só agora começará a ser feita por lá. Relacionadas Mais Lidas NotíciasRenault Alaskan: picape média será fabricada na Argentina e virá ao Brasil15 Maio 2020 - 15h05 NotíciasNova Toyota Hilux: picape líder mudará visual e poderá até frear sozinha30 abr 2020 - 20h04 EspecialMenor Custo de Uso 2020: as picapes médias mais baratas de manter26 mar 2020 - 07h03 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Home page NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Assim, é bom nos acostumarmos a conviver com Frontier e L200 renovadas nos próximos anos, mas sem uma nova geração e sem conexão de uma com a outra (ainda). Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. View the full article
  13. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasO Volkswagen Nivus é um dos principais lançamentos do mercado nacional neste ano – ao lado de Chevrolet Tracker e Fiat Strada. No entanto, há um diferencial. Em vez de ser uma nova geração de modelos já existentes como o SUV e a picape, o Volkswagen é um produto inédito destinado a um segmento também inédito. A fabricante alemã aproveitou o conceito de SUV cupê que faz sucesso em modelos de luxo e aplicou em uma carroceira compacta, compartilhada com o Polo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasO conjunto motriz também vem do hatch: motor três-cilindros 1.0 turbo flex com injeção direta de combustível, que gera 128/116 cv e 20,4 kgfm de toque, e câmbio automático de seis marchas. Continua após a publicidade Até o momento, aposta-se que o Nivus terá duas opções de acabamento: Comfortline e Highline. Uma terceira versão destinada ao público PcD pode surgir no fim deste ano. Os preços, considerando as três configurações acima, devem variar entre R$ 70.000 e R$ 100.000. QUATRO RODAS já experimentou o modelo em primeira mão. Confira nossas primeiras impressões. Embora carregue uma série de detalhes de outros modelos da marca em sua carroceria, o SUV cupê demonstra personalidade no visual e ganhou inovação em acessórios e equipamentos, seja em relação ao novo emblema da Volkswagen ou na nova central multimídia disponível para o veículo. Relacionadas Mais Lidas NotíciasEnquete: VW Nivus se parece com o Polo ou tem estilo próprio? Vote27 Maio 2020 - 12h05 NotíciasVW Nivus será revelado dia 28, mas produção só começa mesmo em junho22 Maio 2020 - 11h05 NotíciasÀ espera do Nivus, VW T-Cross fica mais caro – de novo7 Maio 2020 - 12h05 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Home page NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Confira os detalhes do novato em 59 fotos exclusivas da versão de topo, Highline, equipada com todos os possíveis opcionais, incluindo uma estreante pintura vermelha metálica com teto preto: Continua após a publicidade O projeto do veículo é inédito e inaugura um novo segmento no mercado nacional: o de SUVs cupês compactos. Até 2022, o modelo deve ganhar um rival da FiatFernando Pires/Quatro RodasEmbora receba elementos inspirados em acessórios de outros veículos do catálogo Volkswagen, modelo tem personalidade em suas linhasFernando Pires/Quatro RodasA frente bicuda parece uma releitura da que compõe o T-Cross, para dar ar de mais esportividade ao Nivus. Ambas as tomadas de ar do radiador são amplas eFernando Pires/Quatro RodasA grande é composta por linhas horizontais em preto e uma central prata, com desenhos hexagonais em sua extensão. Friso prata separa grade de tampa do cofre do motorFernando Pires/Quatro RodasO emblema novo da Volkswagen estreia no modelo, após equipar ID.3 e Golf na EuropaFernando Pires/Quatro RodasOs faróis possuem design inédito na linha Volkswagen e são totalmente de led. Item vem de sérieFernando Pires/Quatro RodasAs luzes de condução diurna contornam quase todo o conjunto óptico do modeloFernando Pires/Quatro RodasNa área dos pára-choques também estão os apliques em plástico preto que contornam toda a carroceria do modelo, além dos faróis de neblina, também de led nas extremidades da peçaFernando Pires/Quatro RodasA assinatura da versão vem na lateral e dá início ao principal vinco das portas do veículo. Insígnia é mais larga e elaborada que a dos outros VW nacionaisFernando Pires/Quatro RodasSuspensão dianteira é ligeiramente mais baixa que a traseira. Lateral conta com detalhe prata longitudinal abaixo dos apliques, para aumentar a sensação de altura. Vão livre do solo é 2,75 cm maior que o do PoloFernando Pires/Quatro RodasDetalhe superior da maçaneta dá continuidade ao vinco lateral e evidencia que Nivus Highline terá chave com sensor presencial sem necessidade de botãoFernando Pires/Quatro RodasAssinatura Volkswagen é carregada na coluna B, que recebe acabamento em preto foscoFernando Pires/Quatro RodasVeículo pode ter teto com acabamento em preto piano na versão HighlineFernando Pires/Quatro RodasBarras longitudinais no teto do Nivus são na cor prataFernando Pires/Quatro RodasA antena é curta e sua base corresponde às cores usadas no tetoFernando Pires/Quatro RodasModelo conta com spoiler traseiro, que dá continuidade ao teto do veículoFernando Pires/Quatro RodasCapas dos retrovisores externos possuem o mesmo acabamento do teto, em preto brilhante, e luzes de seta integradas de ledFernando Pires/Quatro RodasAs rodas de liga leve são de 17 polegadas com pneus Pirelli 205/55. Diâmetro do conjunto de roda e pneus do Nivus aumenta a altura em 1,75 cm no comparativo com o PoloFernando Pires/Quatro RodasBarra horizontal preta na traseira interliga lanternas. Traseira alta e teto baixo diminuíram a área do vidro traseiro. Tampa do porta-malas é pesadaFernando Pires/Quatro RodasAssim como no balanço dianteiro, a traseira também carrega o novo emblema da Volkswagen. Modelo conta com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros e traseirosFernando Pires/Quatro RodasCâmera traseira fica alojada sob a barra horizontal preta, ao lado do comando elétrico para abertura do porta-malasFernando Pires/Quatro RodasEstá em dúvida se é um carro novo ou um Polo emperiquitado? Assinatura com nome do veículo é centralizada e na cor preta e não deixa dúvidas que se trata de um modelo novoFernando Pires/Quatro RodasAssinatura com o torque do motor em Newton-metro foi mantida na extremidade inferior direita da tampa do porta-malas, na cor pretaFernando Pires/Quatro RodasMoldura traseira compõe a parte inferior do pára-choque e recebe refletores e detalhes em friso prataFernando Pires/Quatro RodasAs lanternas traseiras também têm guias de led, mas não todas, e bipartidasFernando Pires/Quatro RodasA imagem da lateral permite visualizar que o formato das lanternas dá sequência ao friso lateral do veículoFernando Pires/Quatro Rodas Brake Light fica alojado sob o spoiler traseiro do modeloFernando Pires/Quatro RodasA porta do veículo recebeu material macio de revestimento. Além disso, ganhou considerável porta-trecos e alojamento para auto-falantesFernando Pires/Quatro RodasAs maçanetas são pratas com contorno em preto brilhante. Botões de destravamento das portas é físicoFernando Pires/Quatro RodasPosição de dirigir é a mesma do Polo, mas suspensão 1 cm mais alta e pneus maiores elevam o ponto de vistaFernando Pires/Quatro RodasAtrás sobra pouco espaço para as pernas, 19 cm com o banco do motorista ajustado para uma pessoa de 1,85 m. Como ressalva, quem é alto não bate a cabeça no tetoFernando Pires/Quatro RodasBancos da versão Highline são em couro sintético e variam três tonalidades diferentesFernando Pires/Quatro RodasNivus tem painel de Polo, mas com faixa central larga em preto brilhante e sem suporte para celularesFernando Pires/Quatro RodasVolante possui ajuste de altura e profundidade por meio de alavanca ao lado esquerdoFernando Pires/Quatro RodasInédito no Brasil, volante é o mesmo do ID.3 e do novo Golf, e carrega novo emblema cromadoFernando Pires/Quatro RodasPainel de instrumentos tem 10,25 polegadas e é compartilhado de outros modelos da linha VolkswagenFernando Pires/Quatro RodasÀ direita, o painel dá informações de velocidade, autonomia do tanque e nível de combustívelFernando Pires/Quatro RodasÀ esquerda fica o conta-giros e o medidor de temperatura do motorFernando Pires/Quatro RodasModelo conta com paddle-shifts para troca de marcha atrás do volanteFernando Pires/Quatro RodasAlém da paleta para troca de marcha, pode-ser perceber o acabamento em couro no arco do volanteFernando Pires/Quatro RodasO lado direito dos comandos do volante permite o acesso ao comando de voz do veículo, bem como troca de músicasFernando Pires/Quatro RodasO lado esquerdo permite a regulagem de altura do volume do áudio e controla também central multimídia, ACC e distância para a frenagem autônoma em relação ao veículo da frente (em três níveis)Fernando Pires/Quatro RodasÀ direita da coluna de direção, foram mantidas as hastes para acionamento de limpador de pára-brisas com temporizadorFernando Pires/Quatro RodasNa esquerda, ficaram os acionamento de seta e farol altoFernando Pires/Quatro RodasModelo tem partida por botão no console central, mas sistema start/stop é ativado na central multimídiaFernando Pires/Quatro RodasAcionamento de pisca-alerta também acontece em botão físico e fica alojado ao lado direito da central multimídiaFernando Pires/Quatro RodasModelo conta com seis airbags de sérieFernando Pires/Quatro RodasFaróis de led com ajuste de altura do facho de sérieFernando Pires/Quatro RodasModelo possui trio elétrico e motorista comando para todos os vidros elétricos, com um-toque e antiesmagamento, na porta do motoristaFernando Pires/Quatro RodasCâmbio automático de seis marchas é inteiramente compartilhado com o Polo, inclusive a alavanca, mas com pequenos ajustes na calibração e nos grafismos dos comandosFernando Pires/Quatro RodasFrreio de mão é tradicional por alavanca. Par de porta-copos, tomada de 12v e apoio de braço com porta-objetos completam os detalhes da primeira filaFernando Pires/Quatro RodasPara a segunda fila, uma entrada USB permite carga de celularesFernando Pires/Quatro RodasAinda na fila traseira, o console leva duas saídas de ar para os ocupantesFernando Pires/Quatro RodasAr-condicionado é digital e com regulagem fracionada de temperatura, porém com apenas uma zonaFernando Pires/Quatro RodasCentral VW Play foi desenvolvida no Brasil, acessa a internet do seu celular e tem central de aplicativos que permite até a compra de comida via iFoodFernando Pires/Quatro RodasCentral tem 10,1 polegadas é integrada ao cockpit digital com 10,25 polegadas totais. Ela virá de série no Nivus HighlineFernando Pires/Quatro RodasMotor: três-cilindros 1.0 turbo flex com injeção direta de combustível que gera 128/116 cv e 20,4 kgfm de toqueFernando Pires/Quatro RodasDimensões: comprimento, 426,6 cm; largura, 175,7 altura, 149,3 cm; entre-eixos, 256,6 cm; vão livre do solo, 17,6 cm; peso, 1.199 kg; tanque, 52 l; porta-malas, 415 lArte/Quatro RodasNão pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  14. O processo de emplacamento também é novoDivulgação/InternetAs placas com padrão Mercosul tornaram-se obrigatórias no Brasil no início deste ano. Todos os veículos novos, os que mudam de categoria ou os que precisam ter a placa substituída por dano, furto ou extravio deverão aderir ao novo formato. QUATRO RODAS entrou em contato com as estampadoras licenciadas pelo Detran de São Paulo, estado com a maior frota do país, para saber qual o custo da placa Mercosul, para motos e carros, e descobriu que as empresas não estão praticando os preços sugeridos. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. O Detran-SP divulga para fornecedores e consumidores que “os valores máximos finais” para implantação sejam de R$ 138,24 para carros (e outros veículos que usam duas placas) e de R$ 114,86 para motocicletas (e outros veículos que usam apenas uma placa). Os desvios maiores ocorrem com os preços das placas duplas. Continua após a publicidade Encontramos quatro estampadoras que vendem as placas duplas a preços em média 53% mais caros. Em duas empresas, as placas custavam R$ 215. Ou seja: 55,5% acima da tabela do Detran-SP. Outra oferecia as peças a R$ 210 (diferença de 52%). E a mais barateira cobrava R$ 205 (acréscimo de 48,4%). No que diz respeito às placas únicas, descobrimos um fato curioso. Uma das empresas consultadas cobrava R$ 120. Ou seja: 4,47% de sobrepreço. Mas outra ofereceu a placa com desconto de 4,23%, por R$ 110. Emplacamento Além da placa, o processo de emplacamento também é novo. Antes, o proprietário pagava taxa ao Detran de seu estado, que emitia o Certificado de Registro do Veículo (CRV) e autorizava a confecção da placa. O departamento informava o município em que o carro seria emplacado e o dono do veículo ia até o posto de lacração. Lá, a empresa credenciada conferia a existência da ordem de emplacamento e registrava no sistema do Detran o código de barras da placa e a numeração do lacre. A placa era instalada e a empresa confirmava a conclusão do procedimento. Continua após a publicidade Relacionadas Mais Lidas Auto-serviçoComo evitar que um carro parado na quarentena do coronavírus dê problema25 mar 2020 - 07h03 EspecialO tatuador brasileiro que se especializou em tatuar… carros clássicos25 mar 2020 - 07h03 NotíciasPorsche, Corvette, Ferrari: 10 museus de carro para visitar virtualmente24 mar 2020 - 07h03 NotíciasNotícias1Com dólar a R$ 6, Brasil passa a ter os "carros mais baratos do mundo" NotíciasNotícias2Coisas do Brasil: estão transformando Gol, Fusca e Uno em elétricos NotíciasNotícias3Home page NotíciasNotícias4SP terá rodízio mais rígido para restringir uso de carro na quarentena Agora, após o CRV ser emitido, o Detran informa o Denatran que a placa pode ser estampada. O cidadão vai até uma empresa credenciada – disponível no site do Detran – com o registro do veículo e o código de autorização de estampagem (AE). A empresa confere se esse código está autorizado, vincula o QR Code da placa ao veículo e conclui a instalação. O solicitante realiza o pagamento das taxas diretamente com as empresas credenciadas. O Detran não realiza mais a intermediação entre o dono do veículo e a emplacadora. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. Continua após a publicidade View the full article
  15. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasA aliança formada por Renault, Nissan e Mitsubishi anunciou nesta quarta-feira (27) um plano amplo de racionalização de todas as operações em nível global. Aguardado com certo temor, devido à forte possibilidade do fechamento de fábricas em todo o mundo, o cronograma prevê a unificação de processos produtivos e plataformas, além de uma divisão mais racional de “tarefas” entre as marcas. O objetivo, obviamente, é reduzir custos e aumentar a produtividade. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Para cada diferente regional, a marca mais forte em vendas será considerada a “líder”, tendo prioridade no desenvolvimento de projetos. Se na América do Norte e China a principal marca será a Nissan, na Europa e na América do Sul a responsabilidade ficará com a Renault. Continua após a publicidade Aliança aponta qual marca “mandará” em quais regiõesReprodução/RenaultNo entanto, produtos ou segmentos específicos em que uma marca tenha maior apelo e solidez serão usados como base para gerar derivados “gêmeos” das marcas coirmãs. Um exemplo é a picape média Nissan Frontier, que já é o ponto de partida na América do Sul para gerar Renault Alaskan. O mesmo ocorrerá em relação à próxima geração da Mitsubishi L200 Triton. Plano estabelece modelos “líderes”, que gerarão produtos derivadosReprodução/RenaultNa Europa, a Nissan deve ter a mão forte entre modelos médios e a Renault, entre os compactos. No caso específico do Brasil, todos os sete veículos feitos localmente por Renault e Nissan passarão a usar uma única base, a matriz modular CMF-B, a mesma que já dá vida à nova geração do Versa. Segundo uma projeção ilustrada pela aliança durante a apresentação, o Brasil fará sete compactos a partir da plataforma CMF-B: dois hatches, dois sedãs e três SUVs. Continua após a publicidade Embora nomes não tenham sido apontados, fica fácil deduzir que estamos falando das novas gerações de Sandero e March e de Logan e Versa, que passarão a pertencer a uma só família. Continua após a publicidade Ao mesmo tempo, os irmãos Duster e Captur passariam a compartilhar estrutura construtiva com o Kicks. Os motores, ao que tudo indica, serão sempre de origem Renault. Ainda, as fábricas de São José dos Pinhais (PR), atualmente usada apenas pela fabricante francesa, e Resende (RJ), por enquanto aproveitada só pela Nissan, passariam a ser compartilhadas entre ambas. Continua após a publicidade Uma faria os hatches e sedãs, enquanto a outra, os SUVs. Ainda não há detalhes sobre qual complexo ficaria com quais produtos, mas é lógico imaginar que Resende, cuja capacidade é menor, fique com os SUVs. Os prazos para implantação do projeto também não foram divulgados. Conglomerado mostra como pretende unificar a plataforma de seus sete compactos feitos no BrasilReprodução/RenaultO plano não menciona o Kwid, construído sobre a CMF-A, voltada a subcompactos, mas que continuará em produção por mais alguns bons anos, já que ainda está na metade inicial do ciclo de vida de sua atual geração. Por outro lado, praticamente descarta a fabricação local de qualquer produto CMF-C, como o SUV cupê Renault Arkana (que chegou a ser fortemente cogitado) e os médios Nissan Sentra e X-Trail. A meta da aliança, com o plano, é muito otimista: fabricar 300.000 veículos por ano no Brasil a partir da plataforma CMF-B, seja para atender o mercado interno quanto para exportar. Continua após a publicidade Planos estabelecem: Renault será responsável pelos motores de menor capacidade cúbicaReprodução/RenaultVale lembrar que a Mitsubishi não faz parte da reestruturação em âmbito nacional, porque aqui sua operação é capitaneada por uma representante oficial, a HPE, com fábrica em Catalão (GO). Porém, globalmente, a marca japonesa especializada em utilitários terá papel importante no projeto, ficando responsável pelo desenvolvimento de sistemas híbridos para modelos dos segmentos C e D de toda a aliança. A Nissan cuidará das áreas de condução autônoma, elétricos (plataforma CMF-EV), conectividade na China, kei cars japoneses, motores térmicos de maior capacidade cúbica e veículos médios e grandes no geral. 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Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de maio da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. Continua após a publicidade View the full article

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