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  1. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasMuita gente ainda pensa que todas as versões de entrada dos carros zero-quilômetro são peladas em termos de equipamentos. Para mostrar que é possível sair da concessionária com um modelo bem equipado sem precisar desembolsar mais dinheiro pelas configurações mais caras, preparamos uma lista com 10 versões básicas “compráveis”. Vale lembrar que todos os carros escolhidos já são equipados de série com os triviais airbags frontais, freios com ABS, direção elétrica e ar-condicionado. Eles ainda possuem cintos de segurança e encostos de cabeça para todos os ocupantes, além do trio formado por vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico. 1 – Chevrolet Onix 1.0 – R$ 49.690 Motorização: 1.0 flex de 82 cv, câmbio manual de 6 marchas Chevrolet Onix 1.0 aspirado manualReprodução/ChevroletPrincipais equipamentos de série: airbags laterais e de cortina; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampa; rodas de aço aro 15” com calotas; chave canivete; computador de bordo; controlador de velocidade; rádio AM/FM/Bluetooth/MP3/WMA e entradas USB dianteira e para o banco traseiro. 2 – Citroën C4 Cactus Live – R$ 71.090 Motorização: 1.6 flex de 122 cv, câmbio manual de 5 marchas Citroën C4 Cactus LiveReprodução/CitroënPrincipais equipamentos de série: Isofix; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; luzes de rodagem diurna em LED; volante multifuncional; painel digital; computador de bordo; sistema de som com tela tátil de 7 polegadas, AM/FM, CD player, Bluetooth e USB; banco do motorista com regulagem de altura; rodas de aço de 16 polegadas com calotas; barras de teto longitudinais. 3 – Ford EcoSport SE – R$ 74.090 Motorização: 1.5 flex de 137 cv, câmbio manual de 5 marchas Ford EcoSport SE 1.5Acervo/Quatro RodasPrincipais equipamentos de série: controles de estabilidade e tração; Isofix; chamada de assistência de emergência; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; volante multifuncional; computador de bordo; sistema multimídia SYNC com tela tátil de 7 polegadas, conectividade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, Bluetooth e USB; banco do motorista com regulagem de altura; rodas de liga leve de 15 polegadas; barras de teto longitudinais. Veja também NotíciasEstes seis carros estão esquecidos no Brasil, mas ainda são bom negócio27 ago 2019 - 07h08 TestesComparativo: os sedãs médios esquecidos pelo mercado15 ago 2017 - 15h08 TestesSupercomparativo: os 10 melhores SUVs para clientes PcD do Brasil21 jan 2020 - 07h01 4 – Volkswagen T-Cross 200 TSI – R$ 84.990 Motorização: 1.0 turbo flex de cv, câmbio manual de 6 marchas Volkswagen T-Cross 200 TSI manualFernando Pires/Quatro RodasPrincipais equipamentos de série: airbags laterais e de cortina; Isofix; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampa; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; sensores de estacionamento traseiros; faróis com acendimento automático; luzes diurnas em LED; faróis de neblina; lanternas em LED; banco do motorista com ajuste de altura; volante multifuncional; computador de bordo; sistema de som Media Plus com rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entradas USB e SD Card; tomadas 12V no console e porta-malas; alarme antifurto; rodas de liga leve de 16 polegadas com parafusos antifurto 5 – Nissan Sentra S – R$ 87.990 Motorização: 2.0 flex de 140 cv, câmbio automático CVT Nissan Sentra 2.0 S CVTLeo Sposito/Quatro RodasPrincipais equipamentos de série: controles de estabilidade e tração; Isofix; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; chave presencial; faróis com acendimento automático; faróis de neblina; volante multifuncional; computador de bordo; sistema de som AM/FM, CD player, Bluetooth e USB; banco do motorista com regulagem de altura; rodas de liga leve de 16 polegadas. 6 – Honda Civic LX – R$ 99.200 Motorização: 2.0 flex de 155 cv, câmbio automático CVT com simulação de 7 marchas Honda Civic LX 2.0 CVTHonda/DivulgaçãoPrincipais equipamentos de série: airbags laterais e de cortina; Isofix; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampa; freio de estacionamento eletrônico; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; câmera de ré; luzes de rodagem diurna; faróis de neblina; banco do motorista com ajuste de altura; volante multifuncional; computador de bordo; sistema de som com tela de 5 polegadas, rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entrada USB; controle de cruzeiro; rodas de liga leve de 17 polegadas. 7 – Toyota Corolla GLi – R$ 101.990 Motorização: 2.0 flex de 177 cv, câmbio automático CVT com simulação de 10 marchas Toyota Corolla GLiFernando Pires/Quatro RodasPrincipais equipamentos de série: airbags laterais, de cortina e joelho do motorista; Isofix; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampa; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; câmera de ré; faróis com acendimento automático; luzes de rodagem diurna; faróis de neblina; banco do motorista com ajuste de altura; volante multifuncional; computador de bordo; central multimídia com tela tátil de 8 polegadas, compatibilidade com sistemas Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entrada USB; controle de cruzeiro; rodas de liga leve de 16 polegadas. 8 – Jeep Compass Sport – R$ 116.990 Motorização: 2.0 flex de 166 cv, câmbio automático de 6 marchas Jeep Compass Sport 2.0 automáticoDivulgação/JeepPrincipais equipamentos de série: Isofix; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampa; freio de estacionamento eletrônico; cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes; câmera de ré; faróis com acendimento automático; luzes de rodagem diurna em LED; faróis de neblina; banco do motorista com ajuste de altura; ar-condicionado digital de duas zonas; volante multifuncional; controle de cruzeiro; computador de bordo; sistema multimídia Uconnect com tela tátil de 7 polegadas, compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entrada USB; controle de cruzeiro; rodas de liga leve de 17 polegadas. 9 – Ford Ranger XLS AT 4×2 – R$ 131.590 Motorização: 2.2 turbodiesel de 160 cv, câmbio automático de 6 marchas <span class="hidden">–</span>Divulgação/FordPrincipais equipamentos de série: airbags laterais, de cortina e joelho do motorista; Isofix; controles de estabilidade e tração; chamada de assistência de emergência; assistente de partida em rampa; câmera de ré; sensor de estacionamento traseira; faróis de neblina; banco do motorista com ajuste de altura; ar-condicionado automático digital de duas zonas; volante multifuncional; computador de bordo; central multimídia SYNC 3 com tela tátil de 8 polegadas, compatibilidade com sistemas Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entrada USB; controle de cruzeiro; rodas de liga leve de 17 polegadas. Veja também NotíciasAirbag lateral, ESP e farol full led chegam aos carros de entrada27 nov 2017 - 19h11 NotíciasCinco carros mais baratos que os R$ 13.000 do novo Samsung Galaxy Fold24 jan 2020 - 16h01 NotíciasAté R$ 90.000: os dez carros com motor turbo mais baratos no Brasil21 mar 2019 - 07h03 10 – Chevrolet Equinox LT – R$ 132.490 Motorização: 1.5 turbo a gasolina de 172 cv, câmbio automático de seis marchas Chevrolet Equinox LT 1.5Divulgação/ChevroletPrincipais equipamentos de série: airbags laterais e de cortina; Isofix; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampa; freio de estacionamento eletrônico; câmera de ré; faróis de xenônio com acendimento automático; luzes de rodagem diurna em LED; faróis de neblina; banco do motorista com ajustes elétricos; ar-condicionado digital de duas zonas; volante multifuncional; controle de cruzeiro; computador de bordo; sistema multimídia MyLink com tela tátil de 8 polegadas, compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, Bluetooth, MP3 e entrada USB; sistema OnStar de concierge e rastreamento; controle de cruzeiro; rodas de liga leve de 18 polegadas. 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  2. Primeiro Impala foi uma versão de luxo do Bel AirReprodução/InternetCompletando 63 anos de sua estreia no mercado norte-americano, o Chevrolet Impala deixou as linhas de produção em Detroit, Estados Unidos, nesta sexta-feira (28). O modelo é um dos mais vendidos dos Estados Unidos e teve três fases de produção: a primeira, de 1958 a 1985; a segunda, de 1994 a 1996; a terceira, de 2000 até hoje. Sua estreia aconteceu logo quando a fabricante completava 50 anos de atividade, sendo uma versão de luxo do lendário Bel Air. No início de sua fabricação, as seis lanternas eram características do modeloReprodução/InternetJunto com o novato, outros modelos também chegavam ao mercado: Cadillac Eldorado Seville, Buick Roadmaster Riviera, Oldsmobile, etc. No entanto, o Bel Air Impala se diferenciava pelo conjunto duplo de faróis na frente e as seis lanternas traseiras. Adotando o “life style” norte-americano, o veículo alcançou a marca de 180.000 unidade vendidas em seu primeiro ano de venda – número equivalente a 15% da produção total da marca estadunidense. Ele podia ser encontrado com o propulsor Blue Flame de seis-cilindros em linha e 3.8 litros de 145 cv, compartilhado dos primeiros Corvette, ou com um V8 Turbo Fire de 4,6 litros que podia ser encontrado nas variações de 185, 230 e 250 cv. O propulsor mais potente disponível para o veículo era um V8 Turbo Thrust de 5,7 litros, com calibrações de 250, 280, 300 e 315 cv de potência. Dois anos se passaram e chegou a década de 1960. A data marcou a independência do sedã luxuoso, que deixou de ser uma versão do Bel Air e se tornou um modelo independente com configurações cupê, perua e conversível. A traseira asa de gaivota é a mais querida entre os fãs do modeloReprodução/InternetO veículo passou a ter seus próprios traços. Na parte frontal, a dupla de faróis ainda era compartilhada do Bel Air, porém a grade alinhada ao conjunto óptico e o pára-choque em linhas retas, davam uma nova personalidade ao modelo. O veículo trocou as linhas arredondadas de seu passado e passou a abusar dos vincos. A traseira era o que mais chamava a atenção no modelo. As seis lanternas ainda estavam lá e ficavam entre o para-choque cromado e as asas de gaivota – formato originado dos vincos do tampão traseiro. Porém as mudanças ainda não chegavam ao cofre do motor e o Impala seguia com os motores de quando era uma versão luxuosa do Bel Air. Observando o sucesso que a Nascar fazia entre os norte-americanos, a Chevrolet criou uma versão esportivada do Impala: a SS – foi aí que surgiu a sigla que está presente até hoje nos veículos da marca. Assim como aconteceu com o Opala SS aqui no Brasil – aliás, o nosso Opala teve seu nome e algumas partes de seus traços inspiradas no Impala, além de herdar a base do motor seis-cilindros, embora sua carroceria tivesse como base o Opel Rekord –, a versão mantinha a motorização que já estava no catálogo, porém ganhava alguns itens exclusivos. O câmbio deixou de ser na coluna de direção e foi colocado no túnel central do veículo. O conjunto de rodas e pneus eram novos, bem como os freios, a suspensão e o sistema de direção com assistência. Mas com o sucesso do SS, a empresa resolveu dar uma nova opção de trem de força para a versão: V8 de 6,7 litros e 431 cv de potência. Veículo perdeu vincos mais agressivos para se adequar a tendência do mercadoReprodução/InternetO Impala ainda tinha poucos anos de vida quando recebeu sua segunda geração. Com a tendência de mercado voltada à veículos com visuais mais simples, a Chevrolet logo deu novas linhas ao modelo. O veículo ainda lembrava a geração anterior por conta da grade frontal, alinhada aos duplos faróis nas extremidades, e da traseira, que seguia com as seis lanternas. No entanto, a carroceria passou a adotar o estilo fastback, deixando para trás todo o estilo do modelo anterior e, consequentemente, o glamour dos rabos de peixe na traseira. Começou aí o declínio do sedã. A chegada dos muscles cars em meados da década de 1960 ganhou o mercado automotivo norte-americano. Menores e motores mais ajustados, os veículos tinham desempenho melhor que os modelos anteriores comercializados nos EUA. O golpe foi forte e logo de início a versão SS do modelo entrou em extinção. Modelo do meio da década de 1960 era ameaçado pelos muscle carsDivulgação/ChevroletNa virada para a década de 1970, o Impala teve o seu pior momento no mercado. Com a chegada de veículos europeus, novos segmentos de mercado foram instalados e as fabricantes norte-americanas passaram a repensar o uso de seus motores big blocks, que perdiam prestígio entre os compradores por serem gastões e de potência limitada. Foi então que veio quarta geração do modelo. A reestilização deu ao veículo um visual mais clássico e atualizado (para época), as grade frontal seguia lá, porém, não eram mais conectadas aos faróis, o capô era inédito e as novas linhas somada as quatro portas, deixavam o carro com aspecto mais familiar. No entanto, ele não abandonou o motor V8, que era ainda maior e tinha 7.4 litros e 390 cv de potência. Ele parecia ter a receita ideal para ganhar novamente o mercado dos Estados Unidos, era grande e confortável e contava com opcionais como ar-condicionado e toca fitas. Porém, os planos da marca norte-americana foram por água abaixo depois de dois fortes golpes. O primeiro foi em 1972 com as novas normas de emissão de poluentes e um ano depois veio a crise do petróleo. Com isso, a potência do grande V8 foi reduzida para apenas 270 cv e o consumo de combustível foi elevado, porque era necessário mais combustão para arrastar os 5,6 metros de aço do Impala. Não deu outra, os compradores passaram a buscar veículos menores e de consumo mais baixo. O projeto tinha tudo para dar certo, mas mudanças nos Estados Unidos prejudicaram o sucesso do modeloDivulgação/ChevroletA medida encontrada pela Chevrolet, no final da década de 1970, foi dar uma nova geração ao veículo, desta vez 300 kg mais leve, mas sem perder o grande motor. O visual antigo do modelo havia entrado em extinção e apenas o nome era levado adiante. Os faróis e lanternas agora eram retangulares na horizontal, abandonando os últimos detalhes arredondados que marcaram época no início da década de 1960. A reestilização deu mais oito anos de vida ao sedã, que teve a produção interrompida pela primeira vez em 1985. Impala tinha design distinto de seus ancestrais e não durou mais que dois anosDivulgação/Quatro RodasNove anos depois, a Chevrolet tentou um retorno e ofereceu um novo Impala que não carregava nenhuma lembrança de seus antecessores, a não ser a motorização: V8 de 260 cv. Porém, não obteve sucesso e, após dois anos de fabricação, saiu de linha pela segunda vez. A saída precoce do mercado na década de 1990 deu espaço para o sedã retornar ao catálogo de veículo da GM nos Estados Unidos em 2000. Ele não esbanjava torque e potência como os grandes “vêoitões”, mas ganhou dignos motores V6 de variantes 3.4 e 3.8. O Impala durante muitos anos foi viatura da polícia norte-americanaReprodução/InternetO veículo já pertencia a um novo nicho no mercado, porém não deixou de ganhar sua versão mais esportiva. Em, 2004 o SS foi relançado, mas sem V8. Desta vez, viria equipado com o mesmo motor V6 de 3,8 litros já disponível na gama GM. Dois anos depois, chegou uma nova geração. Ainda prestigiada, foi apresentada no Salão de Los Angeles daquele ano e apresentava nova plataforma e também novos motores V6 de 3,5 e 3,9 litros, além da volta de um V8 de 5,3 litros destinado ao SS. A última geração do Impala foi reestilizada em 2014Divulgação/Quatro RodasA última atualização antes do adeus foi em 2014. O modelo passou a se adequar a filosofia de design da marca e ganhou linhas iguais ao dos outros modelos da GM, deixando de lado a personalidade das décadas de 1960 e 1970. Embaixo do capô, os motores seguiram as tendências atuais. Os grandes propulsores ficaram para trás e deram (muito) espaço para os pequenos quatro-cilindros de 2,4 (182 cv) e 2,5 (195 cv) litros, além de um V6 3.6 de 303 cv. Veja também NotíciasImpalas furtados em São Paulo são localizados1 mar 2016 - 12h03 NotíciasOpala SS x Gol GTi: duelo de ícones da indústria nacional27 dez 2019 - 18h12 NotíciasChevrolet Opala: veja o primeiro teste deste legendário modelo nacional24 dez 2019 - 10h12 Neste ano, o veículo deixa pela terceira vez de ser produzido, desta vez devido à queda acentuada das vendas anuais e sem muita perspectiva de que . View the full article
  3. Toyota Corolla estreia este ano na Stock Car; carroceria monobloco deixa o modelo de corrida mais parecido com o de ruaStock Car/InstagramMais de duas décadas depois, a Stock Car Brasil, maior categoria de automobilismo do país, resolveu aposentar o chassi tubular do tipo bolha para voltar a ter carros com carroceria monobloco em seu grid de largada. E mais: quatro anos depois, a categoria volta a colocar mais de um fabricante nas pistas. Agora, além da Chevrolet com o Cruze, a Toyota também faz parte da categoria com o Corolla. Ambas as marcas, inclusive, testaram os dois modelos nesta sexta-feira (28), no Autódromo de Vello Città (SP). Ingo Hoffmann, maior campeão da história da categoria, com 12 títulos, foi o escolhido para pilotar os novos modelos pela primeira vez. Distância entre-eixos mudou de 2,80 m para 2,741 m. Mudança deixa o carro mais ágil nas curvas e menos estável em alta velocidadeStock Car Brasil/InstagramA estreante Toyota mandará para o grid uma versão do Corolla preparada pela Gazzoo Racing, divisão responsável por desenvolver os modelos de competição da marca ao redor do mundo. A participação da marca japonesa na Stock será comandada pela Toyota Motor Sport da Argentina, que inclusive trouxe para competir na categoria o também argentino Matias Rossi. Além do estrangeiro, Rubens Barrichello, Nelsinho Piquet e Rafael Suzuki estão confirmados como pilotos da marca nipônica na equipe Full Time, comandada por Mauricio Ferreira. O Chevrolet Cruze, que participa da competição desde 2016, também estará todo reformulado. Isso porque, vale lembrar, o modelo será construído sob um chassi monobloco pela primeira vez. Carros foram testados pela primeira vez hoje (28), em Mogi das Cruzes, comandados pelo piloto Ingo HoffmannStock Car/InstagramSegundo a Stock Car, cada marca utilizará o seu próprio bloco de motor. Entretanto, para os dois modelos está mantido a especificação V8 6.8 movida a etanol, capaz de render 460 cv de potência e 61,2 kgfm de torque, sem que o botão de ultrapassagem seja acionado. Com o “push to pass” a potência passa para 550 cv e o torque para 71,4 kgfm. Veja também NotíciasVivemos fim de semana como mecânicos do carro de Barrichello na Stock Car13 dez 2019 - 07h12 NotíciasStock Car terá Toyota Corolla em 2020 e voltará ao chassi monobloco11 nov 2019 - 12h11 NotíciasO encontro do icônico Chevrolet Opala com o “Cruze” V8 da atual Stock Car25 out 2019 - 07h10 O câmbio será sequencial e automatizado de dupla embreagem com seis marchas, com as trocas feitas manualmente através de borboletas atrás do volante. A primeira das 12 etapas da temporada 2020 da Stock Car Brasil acontece no dia 29 de março, em Goiânia (GO), com a já tradicional Corrida das Duplas, em que pilotos do mundo todo são convidados para revezarem com os pilotos do grid original. View the full article
  4. FULLPOWER - Tal como as peruas, os hatches médios estão precisando de uma hashtag solidária. #SALVEMOSHATCHESMÉDIOS é uma boa, mas para o Brasil valeria também #TRAGAMOSHATCHESMÉDIOS! O ... Este é o novo Hyundai i30, que dificilmente virá para o Brasil View the full article
  5. <span class="hidden">–</span>Reprodução/RenaultO novo Renault Duster já está em pré-venda no Brasil. E quem decidir comprar o SUV agora, poderá escolher entre três benefícios: um patinete elétrico da marca, um pacote de acessórios com barras transversais de teto e suporte de bicicleta ou três revisões grátis. De acordo com o fabricante, os interessados deverão se cadastrar no site da promoção até o dia 9 de março e fechar negócio até o dia 30 de abril. A campanha de lançamento já começou a ser anunciada pela Renault na internet e também em canais de TV aberta. Painel revela parte do pacote de equipamentos do SUVDivulgação/RenaultE foi justamente por meio dos materiais publicitários que a empresa deixou “escapar” uma das principais novidades do novo Duster, que terá central multimídia atualizada e compatível com espelhamento de celular, além do conjunto com quatro câmeras externas. Veja também NotíciasNovo Renault Duster Life: veja como será equipada a versão para PcD19 fev 2020 - 07h02 NotíciasNovo Renault Duster tem peças do Clio europeu, mas chega só com motor 1.65 fev 2020 - 17h02 Pelas imagens de divulgação reveladas até agora, é possível notar que o utilitário também terá itens como ar-condicionado digital, chave presencial com partida por botão, função Start & Stop e acendimento automático dos faróis – ao menos nas versões mais caras. View the full article
  6. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO Salão de Genebra, na Suíça, foi oficialmente cancelado após casos de Coronavírus Covid-19 no país – até a publicação da reportagem, eram 15. Com isso, o evento que revelaria os novos VW Golf GTI e Fiat 500e, por exemplo, continua sem data definida. De acordo com a organização, o governo decretou hoje (28) uma lei que proíbe a realização de qualquer evento que reúna mais de 1.000 pessoas antes do dia 15 de março. Vale dizer que a abertura à imprensa estava marcada para acontecer em três dias. Versão definitiva do Concept 4 seria mostrada no eventodivulgação/BMW“Esse é um caso de força maior e gera uma tremenda perda aos fabricantes que investiram na presença deles em Genebra. Entretanto, estamos convencidos de que todos entenderam essa decisão”, diz Maurice Turrettini, presidente do conselho do Salão. Veja também NotíciasCoronavírus ameaça levar produção de carros ao colapso em todo mundo7 fev 2020 - 16h02 NotíciasVW e Fiat “atualizam status” sobre Salão. Reunião tentará salvar evento18 fev 2020 - 17h02 Para essa edição, além da dupla já citada acima, estavam confirmados modelos como Audi A3 Sportback, BMW Série 4, Ferrari Roma, Hyundai i20, Kia Sorento, Mercedes-Benz GLA, Nissan GT-R50, Porsche 911 Turbo e o novo SUV do Toyota Yaris europeu. View the full article
  7. Ter a biometria estampada no capô custará mais de R$ 36.000Divulgação/PorscheQuão exclusivo você gostaria que fosse seu carro? Caso haja um Porsche 911 modelo 2020 em sua garagem, este aspecto pode atingir o nível máximo. Isso porque a marca alemã disponibilizou um pacote de customização em que o cliente pode estampar sua própria impressão digital no capô do carro. O método, chamado de “impressão direta”, é descrito pela Porsche como semelhante a uma impressora a jato de tinta, que cria designs impossíveis de serem reproduzidos pelo processo de pintura veicular tradicional. Ainda de acordo com a marca, é necessária a utilização de três tipos diferentes de tecnologias para a execução da pintura: robótica, para o desenvolvimento das máquinas, de aplicação e da própria tinta. Tecnologia desenvolvida pela Porsche é exclusivaDivulgação/PorscheCaso opte por adquirir o pacote de customização, o cliente terá sua biometria coletada pela Porsche, que assegura a segurança dos dados. Feito isso, o design é executado por robôs no capô do carro, que é polido e recebe a aplicação de uma película transparente antes de retornar para o cliente. Veja também NotíciasPor quase R$ 500.000, Porsche Macan GTS é cupê esportivo disfarçado de SUV12 fev 2020 - 11h02 NotíciasNova versão do Porsche 718 resgata motor seis-cilindros com quase 400 cv16 jan 2020 - 15h01 TestesImpressões: Ford Mustang mais caro dos EUA é manual e tem motor V8 “puro”26 fev 2020 - 07h02 O mimo, entretanto, não sai barato. O serviço começará a ser oferecido em março na Europa por 7.500 euros, aproximadamente R$ 36.268. No Brasil, com este valor, consegue-se comprar um Renault Kwid Zen zero-quilômetro – R$ 34.990 – e ainda sobrariam R$ 1.272 para custos extras. View the full article
  8. Os dois fazem questão de ter o nome da versão na gradeFernando Pires/Quatro RodasO Polo GTS já chega precisando provar a que veio. E logo diante do Renault Sandero, um carro que não representa uma ameaça às versões convencionais do Polo, mas sempre se defendeu muito bem de carros literalmente fortes na versão RS – levou o Melhor Compra na categoria de esportivos até 350 cv nas últimas três edições do prêmio. Triste é ver que são os únicos compactos esportivos que restam hoje no Brasil. O Peugeot 208 GT, com motor 1.6 turbo de 173 cv, saiu de linha em 2019 e o Fiat Punto T-Jet (1.4 turbo de 152 cv) acabou substituído pelo Argo HGT, que tem toque esportivo, mas mantém o motor 1.8 aspirado de 139 cv das versões convencionais. O Sandero RS é mais assentado e isso o favorece na pistaFernando Pires/Quatro RodasPolo e Sandero se saem bem na caracterização. Se o GTS tem muito do Polo GTI europeu, o Sandero RS tem para-choques exclusivos, rodas aro 17, adesivos da Renault Sport e da bandeira da França nas portas e saias laterais. Já as lanternas traseiras com leds vieram na reestilização sofrida na linha 2020. Polo GTS tem quadro de instrumentos digital e monitores esportivos na centralFernando Pires/Quatro RodasMas os faróis não mudaram: como o RS já tinha leds diurnos na base do para-choque dianteiro, não precisaria de outros integrados aos faróis. Mas os quatro airbags que se tornaram equipamentos de série nos outros Sandero também foram adotados no esportivo. Bancos têm encosto de cabeça fixosFernando Pires/Quatro RodasO interior dos dois recebe tratamento especial parecido. Apliques vermelhos, costuras vermelhas, pedaleiras de alumínio e o nome das respectivas versões na base do volante estão presentes. Os bancos do Sandero têm abas laterais maiores, mas o assento é curto e se torna desconfortável com o passar das horas. Já o do Polo é maior e não cansa. Volante é o mesmo de um Gol, mas tem plaquetinha “GTS” e costuras vermelhasFernando Pires/Quatro RodasA divisão Renault Sport se esforçou bastante na mecânica. O motor 2.0 16V F4R compartilhado com Duster e Captur não é dos mais modernos, mas foi recalibrado e ganhou coletor de admissão exclusivo para render 150/145 cv, um ganho de 2cv com álcool e gasolina às mesmas 5.750 rpm. Já o câmbio é manual de seis marchas e tem relações curtinhas, o que evita que as rotações do motor caiam muito entre as trocas. Automático, o câmbio do GTS fica mais rápido em modo SportFernando Pires/Quatro RodasÉ aí que as diferenças para a receita usada no Polo GTS começam a ficar mais gritantes. No Volkswagen, há turbo e injeção para ajudar o motor 1.4 16V a alcançar os 150 cv e 25,5 mkgf de torque sem sofrimento. Além de ter mais força, o Polo consegue aproveitá-la mais cedo, desde as 1.500 rotações, e isso facilita bastante a vida do câmbio automático de seis marchas. Motor 1.4 turbo com injeção direta tem força a todo momentoFernando Pires/Quatro RodasNa falta de relações curtas, retarda as trocas quando em modo Sport, que também interfere no acelerador e no peso da direção. E é melhor não falar do ronco gerado artificialmente para dentro da cabine. Polo GTS tem presença, mas é sóbrio perto do Sandero RSFernando Pires/Quatro RodasNo Sandero, o modo Sport eleva a rotação do motor, torna o ronco mais grave e as reações ao pedal do acelerador ficam tão imediatas quanto as de um velho acelerador por cabo. O ronco não desaparece mudando o modo de condução, mas tampando pequenos buracos na tubulação da admissão com uma placa de borracha. E não pense que isso é fácil. Os instrumentos do Sandero RS são iguais aos das demais versões, mudando apenas o aplique vermelhoFernando Pires/Quatro RodasAinda entra em ação um apito indicando o momento ideal para a troca de marcha, não para economizar combustível, mas para andar rápido. Apertando o “Sport” por mais tempo, ativa-se o modo Sport+, que desliga totalmente os controles de estabilidade e tração. Bancos abraçam o motorista, mas são curtos que os de um Sandero convencionalFernando Pires/Quatro RodasEm vez de elétrica, a direção do Sandero é eletro-hidráulica. Não há variação no peso: ela é sempre pesada, a ponto de ser desconfortável em manobras. Mas tem o mérito de ter respostas mais rápidas que as do Polo. Sua suspensão não só tem molas e amortecedores com acerto exclusivo e barra estabilizadora dianteira mais rígida como é rebaixada em 2,6 cm, para 11,4 cm. Perto dele o Polo, do alto dos seus 14,9 cm, parece um aventureiro. Mas o Volkswagen também tem mudanças na suspensão para rodar mais firme, inclusive um eixo de torção exclusivo, mais rígido. Volante do Sandero tem raio menor e identificação da versãoFernando Pires/Quatro RodasApesar das mudanças, a física que atua sobre os dois carros é a mesma, e o centro de gravidade mais baixo é apenas um dos pontos que favorecem o Sandero RS em um circuito. Isso e a suspensão com menos curso passam mais segurança para atacar as curvas mais rápido do que quando ao volante do GTS, que balança mais com as ondulações da pista. Câmbio manual de seis marchas tem relações curtasFernando Pires/Quatro RodasMas o bloqueio eletrônico do diferencial, presente apenas no Polo, mostra seu valor, trazendo o carro para dentro da curva. Os pneus do Sandero também ajudam. São os Michelin Pilot Sport4, que eram exclusivos da série Racing Spirit, feitos para suportar uma tocada mais forte sem reclamar. Já os Pirelli Cinturato P7, convencionais, esperneiam rapidinho. Embora você se divirta muito mais no Sandero, com todas as suas imperfeições e soluções rústicas, o Polo é sensivelmente mais rápido. Se o 0 a 100 km/h no Volks leva 8,9 s, no Sandero são 10,1 s (testes com gasolina). O câmbio automático acaba favorecendo as retomadas do Polo, mas os dois carros têm números de frenagem próximos. O motor 2.0 é antigo, mas girador e emite ronco empolganteFernando Pires/Quatro RodasA Renault cobra R$ 69.690 por um Sandero que tem toda a tradicional simplicidade no acabamento e no pacote de equipamentos, cujos mimos se limitam ao ar-condicionado automático e à central compatível com Android Auto e CarPlay. Em compensação, entrega sensações puras. O Polo GTS custa quase R$ 30.000 a mais. São R$ 99.470, mas entram na conta equipamentos de segmentos superiores, como os faróis full-led, partida sem chave e quadro de instrumentos digital. E o motorista escolhe facilmente o temperamento ideal para o momento. É esportivo quando o motorista quer, mas rápido em qualquer condição. Na prática, é um esportivo que você pode usar no dia a dia sem cansar. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasVeredicto O Sandero é um esportivo orgânico. Mas o Polo GTS é mais completo, versátil e, principalmente, mais rápido. Vence pelo conjunto. Teste – Renault Sandero RS Aceleração 0 a 100 km/h: 10,1 s 0 a 1.000 m: 31,8 s – 163,7 km/h Velocidade máxima 202 km/h* * Dado de fábrica Retomadas (D) 3a 40 a 80 km/h: 5,1 s 4a 60 a 100 km/h: 6,4 s 5a 80 a 120 km/h: 9,1 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 12,9/23,1/54,7 m Consumo Urbano: 8,8 km/l Rodoviário: 12,8 km/l Ficha técnica – Renault Sandero RS Preço: R$ 69.690 Motor: flex., diant., transv., 4 cil. , 16V, 1.998 cm3; 82,7 x 93 mm, 11,2:1, 150/145 cv a 5.750 rpm, 20,9/20,2 mkgf a 4.000 rpm Câmbio: manual de 6 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson (diant.)/eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), disco sólido (tras.) Direção: eletro-hidráulica Rodas e pneus: liga leve, 205/45 R17 Dimensões: comprimento, 407 cm; largura, 173,3 cm; altura, 149,9 cm; entre-eixos, 260 cm; altura livre do solo, 11,4 cm; peso, 1.181 kg; tanque, 50 l; porta-malas, 320 l Veja também NotíciasVídeo: o que há de tão especial no VW Polo GTS?24 jan 2020 - 16h01 TestesTeste: Renault Sandero ganha câmbio CVT e visual exclusivo para o Brasil24 jul 2019 - 11h07 TestesVW Polo GTS: testamos na pista o hatch esportivo de R$ 99.47023 jan 2020 - 10h01 Teste – Volkswagen Polo GTS 1.4 TSI Aceleração 0 a 100 km/h: 8,9 s 0 a 1.000 m: 29,8 s – 176,3 km/h Velocidade máxima 207 km/h* * Dado de fábrica Retomadas (D) 40 a 80 km/h: 3,8 s 60 a 100 km/h: 4,7 s 80 a 120 km/h: 5,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 13,8/24/54,4 m Consumo Urbano: 11 km/l Rodoviário: 16,4 km/l Ficha técnica – Volkswagen Polo GTS 1.4 TSI Preço: R$ 99.470 Motor: flex., diant., transv., 4 cil. , 16V, 1.395 cm3; 74,5 x 80 mm, 10:1, 150 cv a 5.000/4.500 rpm, 25,5 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático de 6 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson (diant.)/eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), disco sólido (tras.) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 205/50 R17 Dimensões: comprimento, 406,8 cm; largura, 175 cm; altura, 146,8 cm; entre-eixos, 256,5 cm; altura livre do solo, 14,9 cm; peso, 1.230 kg; tanque, 52 l; porta-malas, 300 l View the full article
  9. Trilha da Torre Digital, em Brasília (DF): depois da terra, morro com erosões radicaisPéricles Malheiros/Quatro RodasAssim como o C4 Cactus foi fazer uma revisão em Brasília (DF), o Outlander também deu uma passada na capital do Brasil no último mês. E, igualmente, o Mitsubishi saiu de São Paulo com uma missão a cumprir por lá: encarar uma trilha sob olhares de quem vive se divertindo nelas. Nosso passeio pela Trilha da Torre Digital foi acompanhado por integrantes do CJ5 – Clube do Jeep de Sobradinho (DF). Antes do trecho mais radical, um deslocamento de cerca de 6 quilômetros por estrada de terra. O editor de Longa Duração, Péricles Malheiros, conta: “Logo notei que eles não andam colados uns aos outros. Além da questão da segurança, muitos jipes de trilha nem sequer têm vidros. Então, é preciso rodar a uma boa distância do carro da frente para não ficar em meio à nuvem de poeira levantada pelas rodas. “Quando chegamos à trilha propriamente dita, levei um susto. Era uma subida íngrime e acidentada, com erosões profundas. Bastava um movimento descoordenado de volante e pedais para causar um dano ao carro. Pensei em voltar”, diz Péricles, que acabou seguindo adiante, após ser tranquilizado pelos jipeiros. “Agora, quem praticamente vai dirigir o carro é o Marcelo Esdras, o zequinha mais experiente do DF. Você só vai executar as manobras que ele indicar”, disse Marcelin Barros, presidente do CJ5, apontando para o colega, que já estava à frente do Outlander e de costas para a ladeira – zequinha é como são chamados os superassistentes dos jipeiros. Esdras não ficava a mais do que 4 metros de distância, escolhendo por onde as rodas deveriam passar. Com a tração 4×4 reduzida ativada, os pneus (para asfalto!) raramente giraram em falso – mérito também da suspensão, competente na missão de manter as rodas em contato com o solo. Veja também TestesLonga Duração: como se saiu a rede Mitsubishi na 1ª revisão do Outlander6 dez 2019 - 07h12 NotíciasLonga Duração: o batismo do Mitsubishi Outlander na oficina e na pista22 out 2019 - 07h10 TestesLonga Duração: com lotação máxima no Outlander, como fica a bagagem?14 jan 2020 - 07h01 Obediente, o Outlander avançou com conforto até o trecho em que Esdras decretou: “Daqui pra frente, sem chance. Somente os jipes muito mais altos conseguirão passar. O caminho fica estreito e acidentado demais”. Não chegamos ao mirante do morro, mas ouvimos muitos elogios na despedida dos aventureiros. “Incrível como um carro desse porte, sem nenhuma preparação, chegou até aqui”, disse Marcelin. “Passei a respeitar o Outlander como um legítimo 4×4. Não fazia ideia de que ele poderia vencer a trilha com tamanha facilidade”, comentou Esdras. Outlander 19.613 KM Ficha técnica Versão 2.2 Turbodiesel Motor 4 cilindros, dianteiro, transversal, 2.268 cm3, 16V, 165 cv a 3.500 rpm, 36,7 mkgf a 1.500 rpm Câmbio automático, 6 marchas, tração 4×4 Consumo No mês 11,9 km/l com 6,6% de rodagem na cidade Desde JUL/19 12,1 km/l com 23,9% de rodagem na cidade Combustível diesel S10 Gastos no mês Combustível R$ 1.471 Revisões Até 60.000 km R$ 7.936 Seguro Perfil QUATRO RODAS R$ 4.901 View the full article
  10. Ao volante de um motorhome você pode viajar sem se preocupar com as reservas do hotelFernando Pires/Quatro RodasQuem nunca sonhou em pegar um carro e sair por aí viajando pelo Brasil afora, sem compromisso com horários e destinos rígidos? Eu já. E tenho certeza de que não estou sozinho. Nesta reportagem, em que minha missão era dirigir um motorhome, eu tive uma amostra de como pode ser uma aventura assim. Durante um fim de semana viajei pela região da Serra Gaúcha, visitando as cidades que surgiam no caminho: Gramado, Canela e Bento Gonçalves. No total, foram cerca de 500 km, com direito a paradas para fazer as fotos que você vê agora, conhecer as atrações das cidades e experimentar a culinária local. Um modelo como o Santo Inácio 7.5 SI acomoda cinco pessoas a bordoFernando Pires/Quatro RodasO modelo que dirigi foi o Santo Inácio 7.5 SI, que é produzido pela Santo Inácio Motorhomes, empresa de Gramado, sobre o chassi da Mercedes-Benz Sprinter 515 (modelo 2019). Seu motor é um 2.2 turbodiesel de 146 cv e 33, 6 mkgf acoplado a um câmbio manual de seis marchas. A tração é traseira, com rodado duplo. Compartimento sobre a cabine é um nicho onde há uma cama de casalFernando Pires/Quatro RodasAntes de deixar a garagem da fábrica, eu e o fotógrafo Fernando Pires, que me acompanhou nessa aventura, tivemos uma aula sobre as características do Santo Inácio. No que diz respeito ao veículo, o 7.5 SI não sofreu mudanças técnicas em relação à Sprinter original. Nem mesmo na direção, na suspensão e nos freios, sistemas já dimensionados para suportar o peso do motorhome. Bancos dianteiros giram e são integrados ao ambiente da casaFernando Pires/Quatro RodasNa cabine, as únicas novidades da versão avaliada em relação à Sprinter são a central multimídia (oferecida como opcional), com GPS, TV, DVD e compatível com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, e uma tela de 7” que faz as vezes do retrovisor interno com imagens de uma câmera instalada na traseira do veículo. No painel, do lado esquerdo do motorista, ficam os comandos dos sistemas de alívio das águas servidas das pias e do sanitário e uma chave geral da parte elétrica. Dormitório tem um cama ampla e armários embutidos ao redorFernando Pires/Quatro RodasUm dia inteiro ao volante Deixei o estacionamento da Santo Inácio preocupado em me acostumar com as dimensões do carro. O 7.5 SI é grande. Bem maior que os automóveis que estou acostumado a dirigir. Parte da carroceria pode ser deslocada para ampliar o espaço da sala de estarFernando Pires/Quatro RodasA Santo Inácio nomeia os motorhomes de acordo com o comprimento. O 7.5, por exemplo, mede 7,5 metros (mais precisamente, 756,8 cm, que é a medida da Sprinter com chassi longo). Na largura, a parte da casa é ligeiramente maior que a da cabine. São 265 cm contra 199 cm. E, na altura, a diferença em relação à Sprinter chega a 86,5 cm, totalizando 3,25 cm, em razão do compartimento que existe sobre a cabine (onde existe uma cama de casal). Para quem dirige automóveis no dia a dia, o mais importante quando se assume o volante de um veículo com essas dimensões é lembrar do comprimento longo do veículo na hora de fazer curvas, conversões e mudanças de faixa. A cozinha tem equipamentos especialmente projetados para motorholmesFernando Pires/Quatro RodasMinha adaptação, porém, foi rápida. O SI tem grandes espelhos laterais que ajudam muito o motorista a visualizar a área ao redor, assim como a câmera traseira. Legalmente, qualquer pessoa com Carteira Nacional de Habilitação da categoria B, que é a mais comum, pode dirigir um motorhome como o 7.5 SI. O Código de Trânsito Brasileiro autoriza os motoristas da categoria B a conduzir veículos com lotação de até oito passageiros além do motorista e com peso bruto de até 6.000 kg (no caso de trailers e motorhomes). O SI tem peso bruto total de 5.000 kg. No banheiro, a pia é rebatível. Sanitário tem tratamento químico. E o toalheiro é elétricoFernando Pires/Quatro RodasNos primeiros quilômetros ao volante do 7.5 SI, estranhei a suspensão, que me pareceu macia demais, permitindo a carroceria balançar ao sabor dos estímulos do piso. Com o tempo, no entanto, me acostumei e o conjunto acabou se revelando bem acertado, assegurando conforto e segurança. A direção é firme, mas sem exigir esforço demasiado do motorista. E os freios atuaram com eficiência e equilíbrio. O motor correspondeu às minhas expectativas na maior parte do tempo. Na estrada, o 7.5 SI responde bem, rodando em velocidades constantes em torno de 90 km/h. Nas subidas mais íngremes, ele perde força, mas isso não foi suficiente para tirar meu prazer ao volante. Ducha fica dentro de um compartimento com porta vedadaFernando Pires/Quatro RodasComo um menino com seu brinquedo novo, no primeiro dia da viagem, dirigi de manhã cedo até anoitecer. Passei por diferentes lugares como a Catedral de Pedra, construção em estilo gótico em Canela, e o Palácio dos Festivais, onde acontece o Festival de Cinema de Gramado. Cama sobre a cabine tem tamanho suficiente para um casalFernando Pires/Quatro RodasAs fotos que você vê aqui foram tiradas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Portas e gavetas travadas Fixamos base no Camping Parque do Sesi, em Canela. Escolher um lugar seguro para estacionar e passar a noite foi a primeira lição que aprendi procurando informações sobre o tema na internet. Santo Inácio é desenvolvido sobre o chassi da Mercedes SprinterFernando Pires/Quatro RodasVisitando sites e fóruns de donos de trailers e motorhomes, vi que (a menos que você vá para um lugar deserto) é importante reservar o camping com antecedência para não correr o risco de não ter onde ficar, já que, além da segurança, não são todas as cidades que liberam estacionamento nas ruas. Outro cuidado importante em relação ao camping é saber as condições das estradas por onde você pretende passar, uma vez que a tentação de ir a lugares inexplorados, onde ninguém esteve antes, é grande. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasÀ noite, no camping, chegou a hora de pôr em prática o que havíamos aprendido sobre o funcionamento da casa. Para fins didáticos, essa parte pode ser dividida em dois blocos: a área de convivência e a operacional. Internamente não faltam equipamentos comuns a uma residência como fogão, geladeira, micro-ondas, TV (com antena Sky) e ar-condicionado. No banheiro, o vaso recebe tratamento químico. A pia tem água quente e o toalheiro é elétrico. A ducha fica em compartimento à parte. E por todo lado há armários embutidos. Todos os dispositivos são adaptados. As torneiras, por exemplo, são retráteis. Portas e gavetas têm travas que impedem a abertura involuntária e, internamente, há presilhas para fixar objetos (como copos, por exemplo) para que não se desloquem com o movimento do veículo. A cabine é igual à da Sprinter. Mas a central multimídia foi instalada pela transformadoraFernando Pires/Quatro RodasNa parede que separa a cabine da Sprinter da casa, há um painel de controle com as principais funções do motorhome. Ele permite visualizar, por exemplo, a quantidade de água potável disponível no reservatório da casa e a reserva de energia nas baterias que alimentam o sistema quando ele está desconectado da rede externa. Além disso, o painel reúne os botões para acionar equipamentos como o das sapatas hidráulicas, que servem para apoiar e nivelar o motorhome quando estacionado, e também o de movimentação do módulo expansível da sala de estar. Do lado de fora,um toldo cria um ambiente externo. Não falta equipamentos de cozinha e nem tvFernando Pires/Quatro RodasEsse módulo é como se fosse uma varanda móvel que pode ser projetada 60 cm para fora da carroceria, ampliando o espaço interno em 1,3 m2. Os sistemas operacionais, que envolvem as redes de água, esgoto, gás e energia elétrica, ficam localizados na área que seria o porão da casa e podem ser alcançados por diferentes portas ao redor do motorhome. Em um dos nichos fica o que se poderia chamar de caixa de força, com um conversor/inversor de energia. Em outro, há uma bomba hidráulica para o abastecimento de água. Há também um espaço para o aquecedor da água e outro para o botijão de gás. Em volta do motorhome, onde seria o porão da casa, fica a parte operacionalFernando Pires/Quatro RodasNa traseira, existe uma área maior, que serve como despensa, onde há uma máquina lava e seca e uma churrasqueira a gás e diversos equipamentos como mangueiras e cabos elétricos para ligação às redes dos campings. O 7.5 SI dispõe ainda de equipamentos para quem quer passar alguns dias em locais sem a infraestrutura de um camping, como gerador, placas solares fotovoltaicas e bocal para captação de água de fora da rede de distribuição. No nosso caso, tudo estava à mão. A poucos metros do local de estacionamento, havia uma torneira e também uma tomada. Bastou conectar uma mangueira à torneira e um cabo de força à tomada e pronto: nos sentimos em casa. O 7.5 SI tem recursos que permitem visitar lugares sem a infraestrutura típica das áreas de campingFernando Pires/Quatro Rodas Você pode alugar Na configuração que aparece nas fotos, o 7.5 SI tem tudo para acomodar uma pequena família. Além dos equipamentos e duas camas de casal, ele tem cinco bancos com cintos de segurança, sendo dois na cabine e três no banco da sala de estar. A Santo Inácio oferece uma linha de seis modelos, sendo quatro derivados do chassi da Sprinter e dois do chassi do Iveco Daily 70C17. Os preços variam de acordo com o chassi escolhido e também da configuração do motorhome, o que inclui layout interno e equipamentos. Na traseira, no alto, há uma câmera que projeta imagens em uma tela que substitui o retrovisor internoFernando Pires/Quatro RodasSegundo a fábrica, há mais de 80 opções de plantas no catálogo. Um modelo como o 7.5 SI mostrado aqui custa R$ 560.000 já incluindo chassi, equipamentos, projeto e montagem do motorhome. Se você também sonha com as estradas e gostou do que viu aqui, mas não pensa em comprar um motorhome, ou pelo menos gostaria de ter uma experiência como a nossa antes de optar pela compra, existe a possibilidade de alugar um. No mercado há algumas empresas que oferecem modelos de diferentes tamanhos e funcionalidades. Consultamos duas empresas: My Home (myhomesobrerodasoficial.com.br), de Campinas (SP), e Pura Vida (motorhomespuravida.com), de Curitiba (PR), e nas duas encontramos tarifas com preços variáveis em razão do total de diárias. No Brasil e no exterior, existem empresas especializadas na locação de motorhomesFernando Pires/Quatro RodasEm um pacote de três diárias, por exemplo, o preço é de R$ 698/dia na My Home e R$ 680 na Pura Vida. Mas, se a locação for de 28 dias, os valores caem respectivamente para R$ 460 e R$ 510. Nos dois casos, os modelos têm capacidade para quatro pessoas (dois adultos e duas crianças) e há também limites de quilometragem por período, sendo permitido viajar para além dos limites do território nacional, incluindo países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile). Para quem tem espírito aventureiro, a viagem vale a pena. Ficha Técnica Preço: R$ 560.000 Motor: diesel, dianteiro, transversal, 4 cilindros, 16V, turbo, intercooler, 2.143 cm³, 146 cv a 3.800 rpm, 33,6 mkgf a 1.200 rpm. Câmbio: manual de 6 marchas, tração traseira Suspensão: duplo A (diant.), eixo de torção (tras.) Freio: disco ventilado (diant.), sólido (tras.) Direção: hidráulica Rodas & pneus: aço, 205/75 R16 Dimensões: comprimento, 758 cm; largura, 265 cm; altura, 325 cm; entre-eixos, 432,5 cm; peso bruto total 5.000 kg; tanque de combustível, 75 l. Desempenho: velocidade máxima, 140 km/h; consumo, 10 km/l (média) Itens de série: ESP, airbag para motorista, vidros elétricos, faróis de neblina e rádio-CD com MP3 View the full article
  11. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO Volkswagen T-Cross Sense, versão voltada para clientes PcD, voltou a ser vendido cerca de uma semana depois de suas vendas terem sido interrompidas. Em comunicado para concessionários – que QUATRO RODAS teve acesso exclusivo –, a empresa afirmou que a decisão havia sido tomada “devido à elevada demanda pela versão.” No entanto, a suspensão não durou muito tempo. Na última quarta-feira (26), a marca alemã tratou de emitir uma nova nota às concessionárias liberando um novo lote de pedidos do T-Cross Sense. De acordo com o comunicado, os pedidos realizados até o último dia 18 de fevereiro serão entregues até julho. Os demais terá prazo de entrega de até 180 dias (também conhecidos como seis meses). <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenAinda não se sabe quantos veículos estarão disponíveis para novos pedidos, o prazo para realizar esses pedidos e nem mesmo se haverá alteração dos itens de série do modelo. Atualmente, o preço sugerido para a versão é de R$ 69.990, mas com a isenção de IPI e ICMS sai por R$ 57.630. Veja também NotíciasVW T-Cross para PcD gera tantos pedidos que faz marca suspender vendas20 fev 2020 - 17h02 TestesTeste: VW T-Cross 200 TSI manual é um Up! turbo com porte de SUV18 fev 2020 - 07h02 NotíciasVW T-Cross indiano ressuscita nome Taigun e tem lanterna mais sofisticada3 fev 2020 - 12h02 O SUV tem como opcionais de série: seis airbags, rodas de liga leve aro 16, luzes diurnas em led, faróis de neblina, sensores de estacionamento traseiros, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, central multimídia de 6,5 polegadas com projeção de celulares, controles de estabilidade e tração, vidros elétricos com função “um-toque”, ar-condicionado manual, freios a disco nas quatro rodas, rack de teto e os bancos são revestidos de tecido. O T-Cross Sense pode ser adquirido em três cores: branca, preta ou prata. View the full article
  12. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenA Volkswagen se antecipou ao Salão de Genebra, que acontece entre 5 e 15 de março, para revelar as versões esportivas da nova geração do Golf. De uma só vez, surgem os novos Golf GTI (a gasolina), GTE (híbrido) e GTD (diesel). Por fora, são praticamente iguais entre si. O para-choque tem tomadas de ar maiores com trama em forma de comeia e os leds dos faróis de neblina se escondem por trás dela. O para-choque traseiro ganha uma peça que simula extrator, enquanto um aerofólio ajuda a compor o visual da traseira. Há, ainda, opções de rodas de 17, 18 e 19 polegadas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO principal diferencial de cada uma das versões esportivas está na frente, logo acima da barra iluminada que interliga os faróis. No GTI o friso é vermelho, enquanto no GTD é prata e no GTE é azul. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenPor dentro, as três versões GT acompanharam as versões padrão do Golf, o que quer dizer que há novos recursos de assistência ao motorista e segurança e que muitos comandos foram trocados por toques na tela. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenNo GTI, a central multimídia tem 10 polegadas por padrão. Mas o GTD e o GTE têm tela de 8,25 polegadas nas versões base. O que não muda é o tamanho da tela do quadro de instrumentos, sempre de 10,25 polegadas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO Golf GTI, claro, é o mais icônico dos três. Tem 45 anos de história e nesta oitava geração tem o motor 2.0 TSI EA888 evo4, versão de 245 cv e 37,7 mkgf (ante os 230 cv e 35,7 mkgf da geração passada). Há opção de câmbio manual de seis marchas (com a tradicional bola de golfe na alavanca) e o DSG (automatizado de dupla embreagem) com sete marchas e seletor eletrônico igual ao dos Porsche mais recentes. A Volkswagen teria cogitado transformar esta versão em um híbrido leve, mas desistiu disso a tempo: a vantagem que seria proporcionada por um motor elétrico auxiliar não traria grandes vantagens ao público tradicional da versão – que costuma responder por 13% das vendas do Golf na Europa. Golf GTE pode ter sua bateria recarregada em tomadaVolkswagen/DivulgaçãoO Golf GTE, hoje a única versão vendida no Brasil, passou a ter exatamente a mesma potência do GTI. São 245 cv (ganho de 41 cv) gerados de outra forma. Neste caso, o motor 1.4 TSI gera 150 cv enquanto um elétrico complementa com outros 115 cv. Mas a potência combinada (quando os dois trabalham juntos) é de 245 cv. A Volkswagen só não divulgou os dados de desempenho das duas versões. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenA bateria que alimenta o motor elétrico não mudou, segue com 13 kWh, mas a VW garante que a melhor aerodinâmica permite que o híbrido esportivo percorra até 60 km em modo elétrico, sem queimar gasolina. Veja também NotíciasNovo VW Golf terá cinco versões esportivas: GTI de 245 cv é a mais “mansa”25 jan 2020 - 07h01 TestesTeste: VW Golf GTE acelera quase como um GTI fazendo mais de 40 km/l16 jan 2020 - 07h01 TestesImpressões: VW Golf está mais ecológico, mas ainda é o velho Golf. Ufa!29 nov 2019 - 07h11 O GTD tem uma nova versão do motor 2.0 TDI com 200 cv e 40,8 mkgf, com dois novos filtros, novo turbo e novo sistema de arrefecimento que ajudam a reduzir as emissões de NOx em 80%. Seu câmbio é sempre o DSG de sete marchas. Golf GTDDivulgação/VolkswagenView the full article
  13. FULLPOWER - Há alguns anos nós publicamos um vídeo deste Ford Mustang Fastback, um clássicos dos anos 60 utilizado por uma petroleira em um anúncio publicitário. Agora, ... Ford Mustang: V8 Fastback com nova customização View the full article
  14. FULLPOWER - A ansiedade acabou! Finalmente, a Volkswagen revelou a nova geração do Golf GTI, a oitava da história do esportivo. Para celebrar os 44 anos desde ... Novo VW Golf GTI é lançado com motor 2.0 TSI de 245 cv View the full article
  15. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenA Volkswagen apresentou na Rússia o novo Polo Sedan, que, apesar do nome, nem é tão novo assim. Na verdade, trata-se de uma versão rebatizada do Skoda Rapid, modelo lançado na Europa em 2012. No mercado russo, ele terá posicionamento semelhante ao do Virtus, que é fabricado no Brasil e comercializado em outros países da América Latina. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenEnquanto o Virtus é feito sobre a moderna plataforma MQB A0, o Polo Sedan russo é construído sobre a antiga PQ25 – base da geração anterior do Polo europeu. Embora seja apresentada como sedã, esta nova geração tem carroceria liftback. Ou sejam, sua tampa traseira tem abertura inteiriça, solução que contribuiu para um porta-malas de 550 litros, maior que o do Virtus (521 litros). <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO Polo Sedan russo tem os mesmos 4,48 metros de comprimento do Virtus, mas leva uma considerável desvantagem na distância entre-eixos, 5 centímetros mais curta (2,60 m). Se a estrutura não é a última palavra em tecnologia, a lista de equipamentos oferece alguns dos recursos mais recentes da Volks. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO volante do Polo Sedan é o mesmo da recém-lançada oitava geração do Golf, enquanto o painel de instrumentos digital (opcional no Virtus) é o mesmo oferecido em modelos mais novos da marca. A central multimídia, compatível com aplicativos de smartphones, tem tela flutuante de 6,5” ou 8,25”, dependendo da versão. Todas as configurações terão faróis de LED de série. Já as rodas de liga leve de 15 ou 16 polegadas, sensores de chuva e de estacionamento estarão disponíveis apenas nas variantes mais equipadas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenO Polo Sedan será vendido com o motor 1.6 MPI aspirado, porém, movida apenas a gasolina. Se no Virtus o propulsor entrega até 120 cv quando abastecido com etanol, no modelo russo a potência não passa de 90 cv na versão com câmbio manual de cinco marchas. Esse motor chega a 110 cv quando combinado à transmissão automática de seis velocidades. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenA Volkswagen russa também venderá o Polo Sedan equipado com o 1.4 turbo compartilhado com diversos modelos, sempre combinado ao câmbio DSG de dupla embreagem e seis marchas. Mas passa longe do nosso Virtus GTS, com câmbio automático de seis relações. Veja também NotíciasAgora é oficial: Volkswagen Virtus GTS parte dos R$ 104.94012 fev 2020 - 14h02 NotíciasVW Virtus GTS chega tão caro que faz preço do Jetta subir até R$ 5.00019 fev 2020 - 17h02 NotíciasOnix Plus, Virtus, novo Versa e mais sedãs: motor, dimensões e porta-malas29 jan 2020 - 07h01 Em vez da versão de 150 cv, ele está equipado com uma que gera apenas 125 cv – 3 cv a menos que o 1.0 turbo flex de três cilindros do Virtus (quando abastecido com etanol). View the full article

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