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  2. FULLPOWER - A Fiat Toro que se cuide, porque uma nova rival acaba de ser lançada. A Hyundai Santa Cruz – revelada oficialmente nesta quinta-feira (15) – ... Hyundai revela a picape Santa Cruz, rival da Fiat Toro View the full article
  3. AMAROK... Mais um projeto finalizado pela Code Audio, desta vez em uma Amarok ... Fizemos um trabalho muito diferenciado neste Carro com Equipamentos extremamente fieis ,de Altissimo nível de qualidade . Seu proprietário um Músico que tem como Dom e Paixão ......"A Música".... Victor nos procurou para que montassemos seu projeto Hi End , entregando sua confiança e credibilidade em nosso trabalho ...nos enviou o carro de guincho de Santa Catarina ... EQUIPAMENTOS ▪︎Kit 3 vias Orquestra Audison ▪︎Amplificador Reference pure Ground zero ▪︎Amplificador Fosgate Power ▪︎Processador H800 Alpine ▪︎Subwoofer Jl Áudio ▪︎Tratamento Acústico Full ▪︎Baflers Resinados PROJETO Projetamos e construimos Colunas na medida ideal em portas , para acomodar o kit 3 vias Orquestra Audison, feito tratamento Acústico e baflers resinados para acomodar os mid bass. Os Amplificadores Reference Pure Ground zero, processador H800 e amplificador fosgate Toca os mid bass e subwoofer , o plutonio toca os mid rang e tweeter. O subwoofer ficou p/ baixo e atrás dos bancos . A montagem do sistema ficou com muita qualidade de Áudio e uma excepcional organização de Palco sonoro , feito todo ajuste com todos equipamentos de prescisão + Rta ... audiophilia e ociloscopio, tirando o maximo possivel em Resultado extremamente fiel em timbres Palco e frequências ! A Code Audio da garantia permanente em toda sua mão de obra , toda instalação é realizada sem cortes de chicote p/ que não perca a garantia de fabrica de seu veiculo! Excelência em Projetar ..saber e fazer ! Ha mais de 20 anos entregando qualidade em Áudio Automotivo, Resultado e Satisfação! instagram.com/codeaudio #codeaudio #amarok #amarok4x4 #amarokextreme #amarokv6 #alpineh800 #audison_oficial #soundquality #consertos #SalaSãoPaulo Code Audio :Av. DR. Timoteo Penteado n. 3.503 Vila galvão Guarulhos F: (11) 2451.87.36 View the full article
  4. O Fiat Argo já tem alguns anos de mercado e se tornou figurinha fácil entre os carros de aplicativo e nos pátios das locadoras, tamanha a popularidade do hatch da Fiat entre os frotistas. Clique aqui e assine Quatro Rodas por apenas R$ 8,90. A versão de entrada do Argo nem sequer tem nome e atende apenas por “Argo 1.0”. O modelo parte dos R$ 61.640 e é pra lá de despida de itens de conveniência. Não espere mais do que o essencial, como ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricas. O modelo não oferece amenidades como uma central multimídia, ou mesmo vidros elétricos, nem mesmo como opcional. Quem desejar esses itens, precisará partir para a versão Drive 1.0, que já beira os R$ 70.000. Relacionadas NotíciasVídeo: você tem um Ford na garagem? Então, assista!8 abr 2021 - 17h04 NotíciasVídeo: confira o que há de bom e ruim no novo Peugeot 2084 mar 2021 - 17h03 NotíciasVídeo: VW Taos supera Jeep Compass e Toyota Corolla Cross?23 fev 2021 - 12h02 Como extras, o Argo 1.0 pode trazer apenas limpador e desembaçador traseiros, e preparação para som, unidos num único pacote que custa cerca de R$ 1.500. Entre os pontos positivos, no entanto, o Argo se destaca pelo bom acabamento e por ser curiosamente divertido de dirigir, a despeito de ter apenas 77 cv extraídos do motor 1.0 de três cilindros. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Mais lidas NotíciasNotíciasLamborghini Huracán de 2.089 cv faz 0 a 100 km/h em 1,5 s e bate recordes EspecialEspecialRenault anuncia recall de modelos Duster, Oroch, Sandero e Logan NotíciasNotíciasChevrolet dá R$ 500 de combustível a donos de Celta e Classic após recall NotíciasNotíciasHonda Civic 2022 é revelado em foto oficial; lançamento será em breve Leia mais NotíciasNotíciasHyundai Santa Cruz é picape com tudo para causar pesadelos à Fiat Toro NotíciasNotíciasPor que os preços dos carros não param de subir no Brasil? NotíciasNotíciasNovos Q4 e-tron e Sportback e-tron serão os elétricos mais baratos da Audi NotíciasNotíciasKia Cerato 2022 tem primeiras fotos oficiais vazadas dias antes da estreia Continua após a publicidade View the full article
  5. Nós queremos saber qual é o modelo que você escolheria para o seu projeto de som, nesta disputa de 6x9 polegadas? - Modelo B4X69d da Linha Diamond = 150RMS - Modelo QRX69 da Linha Endurance = 180 RMS Conte para a gente a sua escolha e o motivo?... Estética? Design? Potência? Reprodução e Qualidade Sonora? Conheça mais sobre esses 2 produtos em nosso site e em nossa loja oficial! << www.bravox.com.br >> corre lá! #bravox #bravox67anos #67anos #bravoxbrasil #omelhorsomautomotivo #somautomotivobrasil #somdequalidade #somautomotivopaixao #audiocar #somautomotivobrasil #melhorsomautomotivo #definiçãosonora #altofalante #projetodesom #6x9inch #6x9pol #disputa #150rms #180rms #linhadiamond #linhaendurance #linha6x9 #linhablack #quadraxial View the full article
  6. Nova picape chegará aos EUA no meio do ano, antes de seguir para outros mercadosDivulgação/HyundaiQuando você pensa em Hyundai o que vem à mente? Provavelmente não são picapes, mas a inédita Hyundai Santa Cruz está disposta a mudar esse cenário. Clique aqui e assine Quatro Rodas por apenas R$ 8,90 Apresentada hoje, a caminhonete representa mais um passo ousado da coreana, que segue expandindo o seu portfólio. A novidade até pode desembarcar no Brasil futuramente e, se depender do cartão de visitas, poderá tirando o sono da picape média-compacta Fiat Toro. Tucson picape Em relação ao Tucson, a nova Santa Cruz ganhou para-choques diferenciadoDivulgação/HyundaiA Hyundai parece não se importar com as críticas à sua atual identidade estética. Na nova Santa Cruz, por exemplo, manteve-se dianteira quase igual ao do SUV Tucson, com faróis em formato idêntico à grande tridimensional à qual se misturam. Relacionadas TestesFiat Toro Ultra tenta ser um sedã com porte de SUV – mas não consegue15 mar 2021 - 10h03 NotíciasEsta é a frente da nova Fiat Toro 2022; picape muda nos próximos meses31 mar 2021 - 11h03 NotíciasFutura rival da Toro, nova Ford Maverick é vista rodando sem disfarces29 mar 2021 - 17h03 NotíciasEsquecida nas lojas, Renault Duster Oroch terá nova geração1 fev 2021 - 15h02 Criativa, essa solução permite que, quando apagadas, as peças se camuflem, como se houvesse apenas a grelha sob a tampa do capô, que ganhou vincos exclusivos. Apagados, faróis se camuflam na grade paramétricaDivulgação/HyundaiOs para-choques também mudaram em relação ao Tucson, com linhas geométricas destacadas e maior proteção às luzes de neblina, que ficam recuadas. Distância entre eixos é de 300,4 cmDivulgação/HyundaiEm termos de carroceria, os primeiros volumes também se parecem muito, com sutis mudanças na linha das portas e no entre eixos 25 cm mais longo. As rodas são de aro 20’’ mas com pneus finos, de modo que o conjunto não parece tão grande. Lanternas transversais quebram a discrição do resto da traseiraDivulgação/HyundaiPonto principal de uma picape, a Santa Cruz tem caçamba que, fechada, mede 122,9 cm — chegando a 132,3 cm com a tampa abaixada. O compartimento também conta com santantônio embutido, suavizando a transição para a coluna C. A picape da Hyundai ainda tem uma espécie de porta-malas sob o assoalho da caçamba. Caçamba conta com nicho sob seu assoalhoDivulgação/HyundaiA peça é semelhante à solução adotada pela Fiat na Toro Ultra, mas as semelhanças não param por aí. Com 4,97 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,69 m de altura, a Hyundai Santa Cruz se aproxima bastante da picape brasileira em termos de dimensões. O segmento vem se aquecendo e promete briga cada vez mais acirrada, com a chegada de modelos como a Ford Maverick. Interior da Hyundai Santa Cruz Interior é sóbrio mas promete conforto e comodidadeDivulgação/HyundaiSem muita margem para ousadia na cabine dupla, a Hyundai focou em aproveitar da melhor forma possível o espaço limitado. Para tanto, os bancos foram pensados em longas viagens, a fim de tornar o trajeto agradável para quem vai na frente e suportável para os passageiros de trás. Segunda fileira pode ser configurada a gostoDivulgação/HyundaiNa segunda fileira também há nichos sob os assentos, que podem ser recolhidos para armazenar malas de viagem, por exemplo, sem expô-las às condições mais hostis da caçamba. Central multimídia é a mesma do Tucson, com suporte a Android Auto e Apple CarplayDivulgação/HyundaiO painel segue a moda e traz central multimídia de 10’’, embutida a placa tátil que abriga comandos de pisca-alerta e ar-condicionado, entre outros. Outra tela, do mesmo tamanho e formato, serve como painel de instrumentos mas não é item de série. A fabricante não divulgou imagens do interior da picape, mas o que se vê são peças praticamente iguais às que estão no novo Tucson. Continua após a publicidade Painel de instrumentos em tela flutuante é opcionalDivulgação/HyundaiA caminhonete também oferece sistemas de segurança como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem emergencial com detecção de obstáculos na pista e sensor para medir a atenção do motorista. Completando as mordomias, há sistema de áudio Bose opcional e suporte à assistência da Hyundai, chamada de Blue Link. Motorzão turbo Motor é grande destaque da Santa Cruz em relação aos concorrentesDivulgação/HyundaiNas versões de entrada, a Hyundai Santa Cruz oferece motor 2.5 com quatro cilindros e injeção direta, resultando em cerca de 192 cv de potência e 24,8 kgfm de torque. Nesse caso, a transmissão é automática, com oito marchas e conversor de torque. Não faltam opções para gerenciar força e potênciaDivulgação/HyundaiOpção mais potente tem o mesmo motor 2.5 em versão turbo com injeção direta, chegando aos 278 cv e 42,8 kgfm e acoplado ao câmbio automático com embreagem dupla. Para melhorar, essa variante traz borboletas para controle das oito marchas no volante. Detalhe do volante da nova Hyundai Santa CruzDivulgação/HyundaiAs duas motorizações contam com tração integral e seletor de modo de condução conforme o terreno. A partir do comando do motorista e de sensores embarcados, o carro distribui e vetoriza seu torque da melhor forma possível e, em consequência, promete resultados como poder de reboque de até 2.267 kg. Saiba seu lugar Modelo foi concebido às ordens do freguêsDivulgação/HyundaiDe acordo com a Hyundai, o projeto da Santa Cruz partiu do conceito SAV (veículos de aventura esportiva, na tradução livre). Óbvio que a sigla não é seguida à risca e a atenção foi dada mesmo às pesquisas de mercado. Com base nos anseios do consumidor, a montadora decidiu agradar a um nicho de pessoas que vivem em ambientes urbanos mas que gostam de, com frequência, viajar para o campo, praia ou interior. SUV de segunda a sexta e picape nos fins de semana, parece ser essa a pretensão da Santa CruzDivulgação/Hyundai“Muitos desses clientes carregam equipamentos que cabem melhor em uma picape do que em um SUV. Eles querem transporte versátil e igualmente flexível. (…) Ao mesmo tempo, esses clientes valorizam a utilidade de um SUV compacto”, justificou a companhia. Nesse caso, não é preciso muito esforço para compreender que seu foco é no segmento das caminhonetes sub-médias, que ainda não é explorado nos EUA. Mas em breve terá de conviver com a Ford Maverick. Fabricada inicialmente no Alabama, a Hyundai Santa Cruz será lançada no meio do ano no mercado americano. Os preços serão revelados adiante e a pré-venda começa ainda em abril. A Hyundai Santa Cruz até poderá chegar ao Brasil posteriormente. Para isso, porém, precisaria produzir a nova picape no país e ter capacidade produtiva para isso. Como a Hyundai Santa Cruz será produzida apenas nos EUA neste momento, seria difícil uma importação a preços competitivos. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. Mais lidas NotíciasNotíciasLamborghini Huracán de 2.089 cv faz 0 a 100 km/h em 1,5 s e bate recordes EspecialEspecialRenault anuncia recall de modelos Duster, Oroch, Sandero e Logan NotíciasNotíciasChevrolet dá R$ 500 de combustível a donos de Celta e Classic após recall NotíciasNotíciasHonda Civic 2022 é revelado em foto oficial; lançamento será em breve Leia mais NotíciasNotíciasPor que os preços dos carros não param de subir no Brasil? 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  7. Os blocos distribuição Banda, são de fácil instalação e não exige ferramentas específicas para realizar o aperto dos prisioneiros, apenas uma chave Allen. Por possuir múltiplas entradas e saídas de conexão, os Blocos de Distribuição da Banda Audioparts facilitam, protegem e organizam seu sistema de som. #bandaébanda #somautomotivo View the full article
  8. Olá apaixonados por som! Chegou mais uma novidade aqui na Taramps, o Smart 3 Bass! Veja o vídeo. https://www.taramps.com.br/ Clique no link para se INSCREVER! ►►► http://bit.ly/SeInscrevaCanalTaramps Se gostou, não esqueça de clicar em GOSTEI! E não deixe de COMPARTILHAR este vídeo! Contato Suporte Técnico: Suporte Linha de Áudio: 18 3266 4050 WhatsApp: 18 99748 7039 E-mail: suportetecnico@taramps.com.br NOSSAS REDES SOCIAIS: FACEBOOK - https://www.facebook.com/TarampsOficial/ INSTAGRAM - https://www.instagram.com/tarampsgroup/ #TarampsOfficial #Taramps #SomAutomotivo View the full article
  9. Memphis Audio is shipping its first high end pre-loaded enclosures. The boxes are loaded with higher end woofers at price points the company shied away from until now. As dealers have been busier since the pandemic, there’s less time to fabricate subwoofer boxes, creating more demand for pre-made enclosures, including higher end enclosures, said Memphis […] The post Memphis Ships High End Loaded Sub Boxes appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  10. 🔝SORTEIO LIVE-SHOW no instagram da @grupomtmbrasil! ⠀ ⠀ Para comemorar a AUDIENCIA GIGANTE do LIVE SHOW, ajudaremos a MTM a realizar um pedido que todos haviam solicitado, o sorteio de um PAR DE ALTO FALANTES @audiophonicbr! ⠀ ⠀ PARA CONCORRER: 🔵Siga nossa página e a da @grupomtmbrasil, depois marque 3 amigos nos comentários do post oficial do sorteio, lá no perfil deles (só serão aceitos participantes que seguirem essas regras). ⠀ ⠀ 🗓O sorteio será no dia 29 de Abril, na FINAL DA LIVE SHOW ⠀ Boa sorte a todos! ⠀ ⠀ 📺Live Show: Toda terça e quinta, ás 20h, acontece a LIVE SHOW no facebook do @grupomtmbrasil. ⠀ ➡Fique ligado no Mundo Automotivo de competições de SOM, REBAIXADOS e CUSTOMIZADOS. ⠀ “Campeonato Mundial MTM World Championship” ⠀ Patrocinadores 2021 #connectparts #taramps #stetsom #usina #spyder #ajksound #zettaaudio #audiophonic #shutt #7driveraudio #tritonaltofalantes #erosaltofalantes #powerusamplificadores #ultravox #snake #shocker #ruzzaudio #rotnerbarramentos View the full article
  11. LIVE - Como atrair clientes para loja e vender mais View the full article
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  14. Nosso contato: 31 - 99445-1098 email: atec22@terra.com.br Download do software Elisa: www.powerxv8.com.br View the full article
  15. Carro grande tem mais peças, mas foi difícil achar alguma em mau estadoFernando Pires/Quatro RodasO código de honra dos samurais diz que a vida é limitada, mas o nome e a honra podem durar para sempre. O Mitsubishi Outlander teve a oportunidade de construir seu nome e sua reputação na jornada de 60.000 km do Longa Duração com a responsabilidade de ser o primeiro do seu clã, ou melhor, da sua fabricante, a ser submetido ao maior teste da imprensa automotiva brasileira. E olha que Lancer e ASX chegaram a ser cogitados em outras oportunidades, no passado. Clique aqui e assine Quatro Rodas por apenas R$ 8,90. Essa dúvida acabou quase que por acaso. Uma das áreas de promoção da Editora Abril havia comprado algumas unidades do Outlander diretamente com a fábrica e decidimos arriscar um pedido: “Podemos ficar com um deles para o teste de Longa Duração?” Deu certo. O Mitsubishi Outlander HPE-S com motor 2.2 turbodiesel é o mais caro da família e bem abrangente do ponto de vista do teste, por suas características técnicas como ter um dos bem-afamados motores diesel da marca japonesa; a carroceria monobloco como os ASX, Outlander Sport e Eclipse Cross; um completo pacote de assistências eletrônicas que ainda chamam atenção entre os SUVs médios; e o sistema de tração integral da Mitsubishi. Além, claro, de permitir acompanhar de perto o trabalho das concessionárias autorizadas. Relacionadas Longa DuraçãoLonga Duração: Mitsubishi Outlander diesel usado é disputado nas lojas21 jan 2021 - 07h01 Longa DuraçãoLonga Duração: Mitsubishi Outlander e o risco do diesel estragar no tanque21 jul 2020 - 07h07 NotíciasLonga Duração: Outlander tem aditivo de R$ 117 na revisão de 50.000 km3 nov 2020 - 08h11 Não quer dizer que não há como comparar o Outlander com outros carros que passaram pelo teste. Nosso Mitsubishi chegou no fim de 2019 justamente como substituto para o Jeep Compass 2.0 turbodiesel, que ainda hoje é um dos SUVs com motor a diesel mais vendidos do Brasil. O Outlander é uma das poucas alternativas a ele. Carroceria monobloco passou intacta pelo teste e revelou excelente isolamentoFernando Pires/Quatro RodasEm outras palavras, já estávamos habituados – e até mal-acostumados – às vantagens dos motores diesel, como o bom torque (distribuído às quatro rodas por meio de um sistema de tração integral), a grande autonomia e a disposição para a estrada. Mesmo assim, o Outlander se destacou pela suavidade do conjunto mecânico. As vibrações e o ruído do motor são bem isolados e não houve nenhuma reclamação para o funcionamento do câmbio automático de seis marchas, só uma ressalva para a falta de trocas sequenciais na alavanca – ainda que existam borboletas atrás do volante com a mesma função. Só para lembrar, o câmbio automático de nove marchas do Compass precisou ser reprogramado para parar de dar tranco nas trocas. ALMA 4×4 A atuação do sistema de tração do Outlander também mostrou seu valor. Uma de suas provas mais ousadas foi encarar um circuito próprio para 4×4 e surpreender donos de jipes realmente capacitados para o desafio. A maior preparação para o Outlander é a possibilidade de bloqueio do diferencial central, visto que seus pneus são de asfalto e o vão livre do solo é de modestos 19,1 cm. Mérito todo do Mitsubishi. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasO convívio com o Outlander foi especialmente tranquilo. Quase não houve gastos extras ou mesmo acidentais. Os únicos imprevistos, na verdade, foram quebras de dois clipes dos cintos de segurança que os prendem quando a terceira fila de assentos está rebatida no assoalho. Nem sequer houve pneus furados ou substituição: a vida útil dos Goodyear Eagle LS foi exatamente a duração do nosso teste. De incidentes, vale lembrar dos sustos pregados pelo sistema de frenagem autônoma de emergência na primeira metade do teste, quando eventualmente freava o carro sem motivo aparente e gerava um risco de colisão traseira. Mas o piloto automático adaptativo era eficiente, assim como o alerta de colisão e o alerta de mudança involuntária de faixa. Só o assistente de farol alto automático que às vezes jogava luz alta inadvertidamente, por não ter identificado outro carro à frente ou no sentido contrário. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasSe o Outlander acabou conquistando nossa confiança, o mesmo não se pode dizer da rede Mitsubishi. As revisões caras (o serviço de 50.000 km foi o mais caro: R$ 1.780) podem ser explicadas pelo preço das peças de um carro fabricado no Japão, mas o preço fixo poderia ser menor sem a inclusão de flush (R$ 90 na revisão dos 20.000 km) para a limpeza interna do motor ou de aditivo para o combustível (R$ 130 aos 50.000 km). Na revisão dos 30.000 km, feita na concessionária Brabus, o flush foi oferecido como um serviço à parte por, pasmem, R$ 400 e aos 50.000 km o filtro do ar-condicionado foi instalado ao contrário. Vale lembrar que na Mitsubishi as revisões ainda são semestrais, não anuais. Relacionadas Longa DuraçãoLonga Duração: aos 45.000 km, Outlander dá sinais de cansaço na suspensão12 out 2020 - 07h10 Longa DuraçãoLonga Duração: Outlander volta com outros discos de freio após retífica17 set 2020 - 07h09 Longa DuraçãoLonga Duração: como o modo da tração transforma o Mitsubishi Outlander25 jun 2020 - 07h06 Gasto elevado inevitável foi o da troca das pastilhas de freio traseiras e da retífica dos discos traseiros aos 40.000 km. Foi a primeira vez que um carro teve intervenção no conjunto de freios traseiros antes das pastilhas dianteiras chegarem ao fim da vida útil. O serviço custou R$ 1.345 e acabou resultando na troca dos discos por outros que originalmente eram de outro carro. Geralmente a recomendação é a troca por discos novos. Algumas coisas nós conseguimos perceber ao longo do teste, outras só aparecem agora com o completo desmantelamento do carro. Então vamos por partes. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas“Fiz uma última rodagem com o carro antes da desmontagem para deixar o motor em sua temperatura normal de trabalho e detectei trepidação no pedal de freio e barulhos na suspensão traseira ao passar por valetas que induzissem a torção na carroceria”, explica o técnico Fábio Fukuda. “Com o motor ainda quente, executei testes de pressão de óleo do motor e de compressão dos quatro cilindros do motor e todos os valores se mantiveram dentro do esperado pela fabricante”. Continua após a publicidade Diesel vs. Gasolina Na comparação com o Citroën C4 Cactus (desmontado em novembro de 2020), gastamos R$ 5.712 e 543 litros a menos com o Outlander em 60.000 km. É a vantagem do diesel, que é mais barato e rende mais que a gasolina: média global de 12,1km/l no Mitsubishi e 10,9 km/l no Citroën. A desmontagem seguiu para as rodas, revelando os conjuntos de freio. Discos e pastilhas dianteiros, ainda originais, estavam surpreendentemente com as respectivas espessuras dentro dos padrões, mas o desvio lateral de 0,20 mm no disco dianteiro esquerdo e 0,13 no dianteiro direito revelaram a causa da trepidação: discos empenados. Partimos para a suspensão. Na dianteira, encontramos bieletas com folga acima do normal, mas os mancais da barra estabilizadora apresentavam ainda mais desgaste. Contudo, sem folgas excessivas. As demais buchas e rótulas do conjunto McPherson estavam perfeitas, assim como os terminais da direção. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasSeguindo para a traseira, encontramos os mancais de barra estabilizadora desgastados e desta vez, sim, com folga excessiva. Era justamente a fonte do barulho, junto com as pequenas bieletas traseiras também desgastadas. Relacionadas Longa DuraçãoLonga Duração: Mitsubishi Outlander prova que couro claro exige cuidado26 Maio 2020 - 07h05 Longa DuraçãoLonga Duração: Mitsubishi Outlander tem desgaste alto dos freios traseiros24 abr 2020 - 07h04 Longa DuraçãoLonga Duração: Mitsubishi Outlander arranca elogios de jipeiros em trilha28 fev 2020 - 07h02 “Essa folga era o que causava o movimento estranho da traseira percebido pelo meu pai (o mecânico Yutaka Fukuda) por volta dos 50.000 km”, explica Fábio. No fim das contas, os amortecedores eram inocentes na história e chegaram ao final do teste sem vazamentos ou desgastes axiais. Só os pratos das molas traseiras é que revelaram desgaste, com suas borrachas bem marcadas e prestes a romper em alguns pontos. CORAÇÃO MECÂNICO O motor 4N14 (2.2) só é usado no Outlander aqui no Brasil, mas é da mesma família do 4N15 (2.4) que equipa a picape L200 e o SUV Pajero Sport, então vale ficar bem atento ao que vem por aí. Cabeçote do motorRenato Pizzuto/Quatro RodasLançada em 2010, essa família de motores (4N1) tem comando de válvulas variável na admissão e no bloco de alumínio. Se por um lado isso obriga uma taxa de compressão menor (14,9:1 neste 2.2, quando um motor diesel pode chegar aos 18:1), leva vantagem no peso total. “Na desmontagem, me chamou atenção como é fácil retirar os dutos dos injetores, mas os conectores de pressão precisam ser substituídos após cinco retiradas”, pondera Fukuda. Ao sacar o cabeçote, encontramos as câmaras de combustão limpas para o que se espera de um motor diesel, mesmo que tenha passado os 60.000 km queimando apenas diesel S10. Sinal de que as velas aquecedoras (de cerâmica, com performance melhor) estavam em bom estado e da boa estanqueidade do motor. Virabrequim saiu sem qualquer marca de desgasteRenato Pizzuto/Quatro RodasSeguindo a desmontagem, não encontramos nenhum desgaste no virabrequim, em suas bronzinas de mancais e nas bielas. O que sinaliza que ter defasagem angular entre os tempos do motor ajudou a reduzir os atritos, mas também é preciso destacar que as bronzinas superiores das bielas têm tratamento diferenciado, que pode ser distinguido pela coloração própria, para ter maior resistência a desgaste prematuro provocado pelo turbo (que, neste caso, é de geometria variável e também foi encontrado em perfeito estado). Peças Mitsubishi Outlander Longa Duração (9) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (2) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (7) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (10) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (5) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (18) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (14) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (24) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (27) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (3) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (4) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (17) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (6) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (15) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (12) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (1) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (19) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (8) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (11) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (13) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (16) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (21) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (26) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (20) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (22) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (36) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (25) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (37) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (23) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (30) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (32) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (28) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (31) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (29) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (33) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (34) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (35) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (39) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (38) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (40) Renato PizzutoQuatro RodasPeças Mitsubishi Outlander Longa Duração (41) Fernando PiresQuatro Rodas<span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasA boa percepção continua na análise dos pistões e da parede dos cilindros, com todos os parâmetros dentro do especificado pelo fabricante para um motor novo. “Percebi um acúmulo de sujeira apenas entre o topo do pistão e o primeiro anel raspador, onde não compromete o funcionamento do motor”, apontou Fukuda. Sem problemas relatados no uso do carro, o câmbio automático de seis marchas W6AJA, compartilhado com o Outlander V6, teve seu fluido lubrificante analisado. O mesmo foi feito com os diferenciais e com a caixa de transferência da tração integral. Com coloração normal e sem sinais de impurezas que pudessem indicar problemas, os mantivemos lacrados. Em resumo, o conjunto mecânico do Mitsubishi Outlander deu um show de durabilidade. A estrutura do SUV também mostrou uma qualidade superior. Todos os painéis plásticos da carroceria e do interior foram encontrados bem fixados e sem quaisquer sinais de deformação, algo que já esperávamos pela falta de relatos de barulhos de acabamento. Também não notamos sinais de infiltração de água ou poeira dentro do habitáculo, um mérito das boas vedações esperadas de um carro que eventualmente terá incursões no fora de estrada ao longo de sua vida útil. Além dos chicotes bem presos, os terminais elétricos estavam íntegros e sem sinais de oxidação. “Tomadas de passagem bem localizadas facilitaram muito o nosso trabalho de desmontagem”, destaca a equipe da Fukuda Motorcenter. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasO Mitsubishi Outlander não é um SUV com chassi de longarinas, é monobloco. Mesmo assim, a robustez de sua estrutura nos surpreendeu muito. Nosso teste mostrou que o que ainda o distancia de um SUV raiz é o desgaste da suspensão. Por ter tração integral, está mais propenso ao uso em terrenos acidentados que um SUV com tração 4×2, o que poderia agravar ainda mais as folgas encontradas. Por conta do porte e do peso (1.717 kg), os freios poderiam ser, também, mais robustos, visto que o teste de 60.000 km representa apenas uma fração da vida útil de um carro tão forte como este Outlander demonstrou ser. Veredicto – Após se mostrar um carro confiável no uso e ter vários pontos de destaque na desmontagem, com poucos sinais de atenção e nenhuma falta grave, o Mitsubishi Outlander está aprovado no Longa Duração. Só ficam as ressalvas para os altos custos de manutenção e a atuação da rede Mitsubishi. Ficha técnica – Mitsubishi Outlander HPE-S Diesel Versão: 2.2 Turbodiesel HPE-S Motor: 4 cilindros, dianteiro, transversal, 16V, 165 cv a 3.500 rpm, 36,7 mkgf a 7.500 rpm Câmbio: Automático de 6 marchas, tração 4×4 Seguro: R$ 3.750 (Perfil Quatro Rodas) Revisões: Até 60.000 km – R$ 8.404 Combustível: Diesel S10 Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? 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