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  1. ECONOMIZE AO MONTAR SEU SISTEMA DE SOM AUTOMOTIVO ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto INFINITYEAP e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br Concorra a um SOM AUTOMOTIVO / RESIDENCIAL completo https://infinitysom.com.br/catalogsearch/result/ q LOTE SEJA MEMBRO AJUDE A MANTER O CANAL https://www.youtube.com/channel/UCWVXY200ZHWULaDTvDQtfpg/join z CURSO COMPLETO https://go.hotmart.com/D61464418N de Som Automotivo - Seja voce o melhor profissional de sua regiao Quer projetar as MELHORES CAIXAS https://infinitysom.com.br/catalogsearch/result/ q ELISA Tire suas duvidas ou projete seu sistema comigo meu contato: https://infinitysom.com.br/consultoria-bruno.html Taramps https://amzn.to/3vOhi7S Stetsom https://amzn.to/3pL7Xgc Soundigital https://amzn.to/3vPs0uV Banda https://amzn.to/3nzFo2y Pioneer https://amzn.to/3vTS6wU Bravox https://amzn.to/3bgWLz8 Eros Alto-Falantes https://amzn.to/2Zqs488 JBL https://amzn.to/3miYURq Triton Alto-Falantes https://amzn.to/3msUrvH 7Driver https://amzn.to/3cFHjNY Oversound Alto-Falantes https://amzn.to/3mmGRtw Fontes Usina https://amzn.to/3miUoCr Bomber Alto-Falantes https://amzn.to/3CtQyw4 JFA https://amzn.to/2ZnfI0x DICA ao acessar os links inclua no carrinho de compras imediatamente para garantir a oferta naquele preco Instagram: https://instagram.com/infinity.som Maior interacao com os inscritos alem de sorteios GRATUITOS. Facebook: https://www.facebook.com/infinitysomautomotivo View the full article
  2. SUV muda três anos após seu lançamento mantendo sua motorização 2.0 aspirada flex ou 1.8 híbrido O Corolla Cross é um dos produtos mais bem sucedidos da marca Toyota lançado em 2022 no Brasil e segundo colocado entre os SUVs médios. Feito sobre a plataforma do sedã, é hoje o produto mais vendido da marca no país e tem clientes com 96% de satisfação com sua compra e 91% de satisfação com o pós-venda. Agora o Corolla Cross linha 2025 ganha mudanças pontuais e fica mais equipado mantendo os preços das versões híbridas. Confira o que mudou: Novo visual Seguindo as alterações feitas no Corolla Cross asiático, a versão produzida em Sorocaba/SP também teve um facelift discreto na traseira e mais profundo na dianteira. A grade é nova e adota o estilo colmeia deixando o perfil do carro mais suave, os farois ganharam um novo arranjo e setas sequenciais assim como a lanterna traseira com novo arranjo interno mais translúcido. Na versão híbrida há um novo emblema lateral e traseiro e as rodas ganham novo desenho e os modelos mais equipados ganham abertura e fechamento da tampa do porta malas com acionamento elétrico por botão ou pelo controle da chave presencial. Safety Sense com melhorias O Toyota Safety Sense (TSS) é um item de série em todas as versões do Corolla Cross desde a XR e agora ganha sistema de pré colisão frontal com detecção de pedestres e ciclistas, alerta de ponto cego, farol alto automático, alerta de permanência em faixa além do novo suporte à frenagem de estacionamento (PKSB) disponível nas configurações XRX Hybrid, GR-Sport e XRX e também o controle de cruzeiro adaptativo para qualquer velocidade. Corolla Cross 2025: motores O motor 2.0 Dynamic Force aspirado tinha 177cv e agora foi reprogramado para render 175cv e 20,8kgfm de torque graças ao sistema sistema ORVR (On Board Refueling Vapor Recovery) incorporado ao motor para atender o programa de emissões PL8 que entrará em vigor a partir de janeiro de 2025. O câmbio segue sendo o CVT Direct Shift que simula dez marchas com a primeira marcha engatada o que oferece, segundo a Toyota, mais agilidade para o Corolla Cross. As versões híbridas flex XRX Hybrid e XRV do Novo Corolla Cross 1.8L VVT-i 16V de ciclo Atkinson flex mantém os 98/101cv e 14,5kgfm de torque associado aos dois motores elétricos de 72cv e 16,6kgfm de torque. A potência combinada é de 122cv no Corolla Cross. Segundo o INMETRO, o Corolla Cross híbrido é capaz de rodar 14,6 km/l na estrada e 17,7 km/l na cidade quando abastecido com gasolina. Com etanol, o modelo roda 10,1 km/l na estrada e 12,5 km/l na cidade. Preços e versões do Corolla Cross 2025 XR: R$ 164,9 mil XRE: R$ 178,9 mil XRX: R$ 191,7 mil GR-Sport: R$ 197,7 mil XRV Hybrid: R$ 202,6 mil XRX Hybrid: R$ 210,9 mil os únicos opcionais são a pintura metálica por R$ 2.020 adicionais enquanto a perolizada acrescenta R$ 2.330. Matéria Corolla Cross 2025: novo visual, novos equipamentos e mesmo preço publicada no Portal Revista AutoMOTIVO. View the full article
  3. O visual do Toyota Corolla Cross 2025 já havia sido descoberto por meio de flagras, que confirmavam o mesmo design do SUV lançado na Tailândia. Agora, a primeira reestilização do único SUV nacional da Toyota (enquanto o Yaris Cross não chega) é revelada ao Brasil com a correção de alguns pontos críticos e uma boa estratégia de preços, que partem de R$ 164.990 e chegam a ser os mesmos anteriores em algumas versões. Relacionadas NotíciasTracker, Eclipse e Corolla Cross: o segredo dos novos carros da Stock Car21 abr 2024 - 19h04 NotíciasJeep Compass 2025: preços, versões e equipamentos do SUV médio15 abr 2024 - 21h04 NotíciasCaoa Chery Tiggo 7: preço, versões e equipamentos do SUV14 mar 2024 - 18h03 A linha 2025 corrige uma das principais falhas do SUV médio com a adoção de um freio de estacionamento eletrônico, em substituição ao antiquado freio de estacionamento acionado pelo pé. O quadro de instrumentos digital segue o já visto no sedã e fica bem maior, com 12,3”. Porém, o escapamento continua aparente na traseira e mantém a “camuflagem” com pintura em preto. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaA mudança vai muito além do conteúdo e há mudanças importantes no design externo e interno, mas, antes, vamos aos preços e versões: Corolla Cross XR: R$ 164.990 Corolla Cross XRE: R$ 178.590 Corolla Cross XRX: R$ 191.790 Corolla Cross GR-S: R$ 197.790 Corolla Cross XRV Hybrid: R$ 202.690 Corolla Cross XRX Hybrid: R$ 210.990 Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaO que muda no Corolla Cross 2025? O Corolla Cross 2025 ficou irreconhecível na dianteira ao adotar um novo conjunto óptico full-led. Há uma nova assinatura no meio da peça (que mantém o formato anterior) e, na parte superior, quatro pontos que servem como luzes diurnas (DRLs) e indicadores de direção sequenciais – que fazem um movimento ascendente ao dar seta ou ligar o pisca alerta. A iluminação de faróis baixo e alto ficam na parte inferior, com projetos. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaO para-choque frontal também foi renovado com aberturas laterais maiores. A grade em preto foi substituída por uma textura em forma de favo de mel diretamente na carroceria. A ausência da grade é o que traz esse “quê” de design de carro elétrico. Na lateral, o que o SUV da Toyota tem de diferente são as rodas com novo desenho. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Já na traseira o para-choque continua o mesmo e é acompanhado logo abaixo pelo polêmico escape aparente. E a solução para disfarçá-lo é a mesma: a pintura em preto adotada na linha 2023 após uma enxurrada de reclamações dos clientes. As lanternas, nas versões mais caras, tem uma nova disposição na parte transparente e continuam em led. Continua após a publicidade Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaToda atualização de estilo segue o modelo lançado na Tailândia, mas, por lá, o SUV oferece teto solar panorâmico. Por aqui, o Corolla Cross continua com o tradicional, que só cobre a primeira fileira de bancos. O interior passa a oferecer o mesmo quadro de instrumentos digital do Corolla 2025, com 12,3” – o modelo anterior tinha 7”, mas continua disponível na linha na versão de entrada (XR 2.0). O mostrador tem riqueza de informações, imagem de alta qualidade e bons contrastes, e o motorista pode personalizar quais dados prefere que sejam apresentados. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaA central multimídia acompanha a evolução do sedã, que na linha 2024 recebeu essa atualização no interior. Ela passa a ter 9 polegadas e conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay. Perde todos os botões físicos na moldura, inclusive os giratórios, e passa a ter apenas quatro clicáveis e integrados no design da peça. Motor 2.0 menos potente A linha 2025 continua oferecendo versões híbridas equipadas com o 1.8 flex de ciclo Atkinson para gerar 101 cv, combinado a dois motores elétricos com 72 cv totais. A potência combinada foi mantida em 123 cv. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaJá as versões mais baratas continuam com o motor 2.0 aspirado flex com injeção direta e indireta, que agora perdeu 2 cv tanto abastecido com etanol quanto com gasolina, e 0,5 kgfm. Continua após a publicidade Antes, o motor oferecia 177 cv com etanol e 169 cv com gasolina, além de 21,4 kgfm, com ambos os combustíveis. Agora, são 175 cv (na gasolina) e 167 cv (no etanol), e 20,8 kgfm em ambos os combustíveis. E ele segue casado com o câmbio CVT com dez marchas marchas simuladas, sendo a primeira delas por engrenagem – que promete arrancadas mais rápidas. De acordo com a Toyota, a mudança em potência e torque está relacionada às novas regras de emissões do Proconve L8, que entra em vigor no final de 2025. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaMais equipado Desde a linha 2023, todas as versões do Corolla Cross são equipadas com o pacote Safety Sense, que inclui alerta pré-colisão, frenagem autônoma de emergência, sistema de alerta, permanência em faixa e faróis altos automáticos. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaAgora, todas elas também agregam piloto automático adaptativo, antes restrito às configurações de topo. O alerta de ponto cego, porém, só está disponível nas versões mais caras com motor 2.0 ou nas híbridas. Outra novidade é a adoção de mais dois sensores de estacionamento dianteiros, totalizando quatro (na parte traseira já eram quatro) e o sistema de suporte à frenagem de estacionamento (que atua nos freios nas balizas) – também restritos às versões topo de linha. Para completar a lista de comodidades na linha 2025, a abertura da tampa do porta-malas é elétrica, com sensor para abertura passando os pés abaixo do para-choque traseiro. Continua após a publicidade Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/ToyotaPreços mantidos Apesar das consideráveis mudanças de estilo e tecnologia, o Corolla Cross 2025 adota uma boa estratégia de preços para o lançamento, com acréscimo máximo de R$ 2.400. É o caso da versão de entrada, XR, que passa a custar R$ 164.990 e fica apenas 1,5% mais cara em relação à linha 2024. Em seguida, as versões topo de linha com motor 2.0, XRX e GR-S, sobem R$ 1.500 cada uma, o equivalente a 0,8%, enquanto a intermediária XRE, fica R$ 1.200 mais cara – ou 0,7%. Os melhores casos são das versões híbridas, que não tiveram qualquer alteração nos preços. Toyota Corolla Cross 2025Divulgação/Toyota Publicidade View the full article
  4. sqpl somautomotivo lowbass hairtrick fbaudio sq Sextou e Low ----------------------------------------------- Faca seu projeto com a Razor em Sao Paulo. Whatsapp 11 94714-3336. Nesse Toyota Corolla Cross XRX 2023 tem os seguintes equipamentos: - Kit 2 Vias Blam Audio Linha Live L165A - Processador de Audio Rebec DSP-CS470X - Subwoofer Ativo Blam Audio 8 pol - Tratamento Acustico com Manta Butilica SQ Imports ----------------------------------------------- Temos Nosso Curso: qAPRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINEq Acesse pelos links abaixo: https://go.hotmart.com/D61464418N e https://go.hotmart.com/D61464418N dp 1 --------------------------------------------- Tenha acesso a milhares de musicas de Low Bass na descricao do video abaixo: https://www.youtube.com/watch v QfGOEc eph8 View the full article
  5. ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto RAYLLAN5 e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br Meu facebook https://www.facebook.com/rayllansom/ Para comprar produtos online segue o link para compra AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb Shopee https://shope.ee/apjpxVjd Ja conhece meu canal no youtube https://www.youtube.com/c/RAYLLANSOM Hashtags: dinheiro som somautomotivo nubank carro viagem bradesco rayllansom caixaeconomica audio financiamento banco vendas negocios Volkswagen Fiat Toyota Hyundai GM JEEP RENAULT HONDA NISSAN PEUGEOT CITROEN BMW BYD MITSUBISHI PORSCHE FORD Seja membro deste canal e ganhe beneficios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we xML7cHrr1g/join O seu canal de Som Automotivo /nordeste. Nao esqueca de deixar seu LIKE e de se INSCREVER-SE para continuarem atualizados e ajudar nossa familia crescer. Instagram TikTok kwai e Facebookr rayllansom GRUPO TELEGRAM LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 5 Dicas para NUNCA QUEIMAR CORNETA NO SEU SOM somautomotivo View the full article
  6. O Aston Martin DBX707 detém o título de SUV mais rápido do mundo, já que vai de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e pode alcançar os 310 km/h. Para a linha 2025, o modelo não apenas mantém o pódio, como é “promovido” a versão única do SUV britânico. Outras atualizações importantes foram feitas no interior e no sistema multimídia. Relacionadas TestesAston Martin DBX707: testamos o SUV mais rápido do mundo15 jun 2023 - 18h06 NotíciasNovo Aston Martin Vantage tem 665 cv e modo ‘fake’ para pilotos meia-boca15 fev 2024 - 20h02 NotíciasSUV da Ferrari: Purosangue chega ao Brasil por R$ 7,5 mi e 2 anos de fila28 nov 2023 - 12h11 Por fora o DBX707 2025 quase não muda, e nem precisaria. Ele ganha novas cores para a carroceria (como os tons de verde Podium, Aura, Malachite e Sprint, o preto Eplison e o amarelo Helios), novos retrovisores com câmeras integradas e novas rodas forjadas de 22 polegadas (há também opção de aro 23). Aston Martin DBX707 2025Divulgação/Aston MartinJá o interior, que tinha aspecto defasado e era tecnologicamente limitado frente à concorrência, passou por mudanças significativas. As linhas gerais do painel, cheio de curvas, foram mantidas para preservar a identidade da marca, mas há novas interpretações para adequar-se a uma linguagem mais moderna. Também há novidades entre o luxuoso acabamento. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram As maiores mudanças ficaram na parte central do painel, que deixa de exibir os botões na porção superior (onde ficava, inclusive, o botão de ligar e desligar o SUV) e passa a ser achatado na base para abrigar um carregador de celular por indução logo abaixo. Aston Martin DBX707 2025Divulgação/Aston MartinO console central passa por um rearranjo para abrigar alguns dos botões extintos do painel, como o de partida do motor. Os seletores de modos de condução e de marcha também foram simplificados. Antes, cada marcha (P, R, N e D) tinha um botão dedicado no painel. Agora, são feitas por uma pequena alavanca para simplificar. Também deixa de existir o controle sensível ao toque antes utilizado para manuseio da central multimídia, que não tinha tela do tipo touch. Agora a nova multimídia de 10,25 polegadas é controlada por toque e tem Android Auto e Apple CarPlay sem fio, também inéditos para o SUV. O quadro de instrumentos também foi atualizado e ficou maior, com 12,3 polegadas. Continua após a publicidade Aston Martin DBX707 2025Divulgação/Aston MartinO sistema multimídia é acompanhado, como padrão, por um sistema de som da própria Aston Martin com 800 watts de potência e 14 alto-falantes. Opcionalmente, o esquema de áudio pode ser um Bowers&Wilkins de 1.600 watts e 23 alto-falantes. A partir da linha 2025, o Aston Martin DBX passa a ser oferecido apenas na versão 707, a mais potente, com 707 cv e 91,77 kgfm. Os números são do motor V8 biturbo 4.0 de origem Mercedes-Benz – é o mesmo que equipa o AMG G63, mas com calibrações diferentes. A transmissão é automática de nove marchas e, a tração, integral com prioridade na traseira. Aston Martin DBX707 2025Divulgação/Aston MartinDe acordo com o site britânico Autocar, a decisão de tornar a versão mais poderosa como a única do modelo veio pelos números de vendas. Em 2023, segundo a publicação, 2/3 dos DBX vendidos eram 707. Em 2024, 90% das vendas já se concentram na versão mais cara. Publicidade View the full article
  7. Em qualquer lugar que você passe pelo Brasil, sempre haverá uma Fiat Strada pelo caminho. Lançada em junho de 2020 no mercado nacional, a segunda geração da picape compacta alcançou a marca de meio milhão de exemplares produzidos, conforme informou o grupo Stellantis nesta segunda-feira (22). Somada ao modelo da primeira geração, já são mais de 2,25 milhões de unidades fabricadas. Líder na categoria das picapes compactas há 21 anos e o veículo mais vendido do Brasil por três anos consecutivos (2021, 2022 e 2023), a Fiat Strada é produzida no Polo Automotivo Stellantis Betim, no Estado de Minas Gerais. Foi neste mesmo local, então administrado exclusivamente pela Fiat, que nasceu a primeira geração do modelo, que estreou no mercado brasileiro em 1998. A Fiat Strada é a única picape da categoria com opção de cabine dupla quatro portas (Divulgação)Criada a partir do antigo hatchback compacto Palio, a primeira Fiat Strada passou por quatro reestilizações ao longo dos anos, além de assumir diferentes formas e funções com as versões de cabine estendida e cabine dupla. Ao avançar de geração, a picape passou a ser construída sobre a plataforma MPP, desenvolvida exclusivamente para ela, e também incorporou mais inovações. Atualmente, a Strada é a única picape em sua categoria que oferece opção de cabine dupla com quatro portas. Também foi o primeiro veículo do segmento disponível com transmissão automática CVT, associada ao motor flex Turbo 200 (1.0 turbo três cilindros) do grupo Stellantis. “Juntas, Strada e Toro fazem da Fiat a referência como a marca que mais entende de picapes no Brasil com cerca de 40% do segmento atualmente. E isso é fácil de explicar já que a Strada sempre trouxe ineditismo para o mercado. Como única picape que chegou ao topo do mercado, sabemos que a Strada está no coração dos brasileiros e esse meio milhão de picapes fabricadas já da nova geração comprovam isso mais uma vez”, destaca Alexandre Aquino, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul. A segunda geração da picape estreou no mercado brasileiro em 2020 (Divulgação)Além de ser vendida no Brasil, a Strada também é exportada para os mercados da Argentina, Paraguai e Uruguai. O post Segunda geração da Fiat Strada alcança meio milhão de unidades produzidas apareceu primeiro em Revista Fullpower. View the full article
  8. Após diversas especulações sobre a sua chegada, incluindo flagras na China e no México, finalmente temos um nome para a primeira picape híbrida da BYD. Seguindo a temática marítima da montadora chinesa, o novo modelo terá o nome Shark, que significa tubarão em inglês. Sua estreia no Brasil está marcada para o próximo mês de agosto. Relacionadas Carros elétricosConfirmada ao Brasil, picape híbrida da BYD aparece sem camuflagem17 abr 2024 - 19h04 NotíciasSubmarca da BYD, FangChengBao anuncia três novos modelos na China21 abr 2024 - 17h04 Carros elétricosEstes são os 10 carros elétricos mais baratos do Brasil em 202422 abr 2024 - 07h04 A revelação veio através de uma imagem promocional lançada pela BYD, que anuncia a chegada da picape para breve. Não foi qualquer anúncio, porém: além de disparar a imagem em inglês, o que indica que se trata de um modelo global, também houve divulgação da mesma imagem em português, pela BYD do Brasil. Anúncio também foi feito em português e pela própria BYD do BrasilDivulgação/BYDEmbora a foto da picape esteja escurecida, nós já sabemos bem como ela será graças às imagens de uma unidade rodando sem camuflagem pelo México. A dianteira teve uma certa inspiração nas concorrentes da Ford, principalmente pelos faróis em forma de ‘C’ e o grande letreiro com o nome da montadora bem no meio da grade, como acontece com as versões Raptor de Ranger e F-150. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram De porte médio, a Shark terá 5,46 m de comprimento, sendo 9 cm maior que a Ranger (5,37 m). Porém tem 1,97 m de largura e 3,26 m de entre-eixos (1 cm a menos que a Ranger). A BYD também destacou a plataforma DMO, feita para modelos híbridos e off-road, que já é utilizada em modelos como o SUV FangChengBao Leopard 5. Picape média híbrida da BYD flagrada no MéxicoAutoDinámico/ReproduçãoA BYD ainda não confirmou as especificações do trem de força, mas sabemos que a Shark terá três motores (um a combustão e dois elétricos) e “aproximadamente 480 cv”, tornando-a a picape mais potente do Brasil. O conjunto mecânico é alimentado por baterias Blade que garantem até 100 km de autonomia elétrica. No Leopard 5, que tem motor 1.5 turbo a gasolina de 196 cv e outros dois elétricos, o conjunto garante um consumo combinado de aproximadamente 12,8 km/l e autonomia total de 1.200 km, enquanto a potência combinada é de 680 cv. O SUV está disponível apenas com essa opção de trem de força, mas a plataforma DMO também pode ser combinada com um motor 2.0 turbo 248 cv. Continua após a publicidade Picape média híbrida da BYD flagrada no MéxicoAutoDinámico/ReproduçãoOutro detalhe que já podemos adiantar sobre a BYD Shark é a sua suspensão independente de duplo A nas quatro rodas. As molas são helicoidais, diferente das semielípticas utilizadas nas outras picapes do segmento. Isso só é possível pois a tração no eixo traseiro vem diretamente dos motores elétricos, dispensando o uso de um cardã. A tração elétrica também permite um gerenciamento de torque mais rápido nas rodas, com as respostas do sistema demorando milissegundos para acontecer. Isso favorece a direção off-road, principalmente em terrenos onde há muitas mudanças rotacionais, como no gelo. Interior da BYD Shark espionado no MéxicoCarNewsChina/ReproduçãoTodos os detalhes sobre a BYD Shark serão revelados muito em breve, mais precisamente no próximo dia 25 (quinta-feira) durante o Salão de Pequim. Continua após a publicidade Picape média híbrida da BYD flagrada no MéxicoAutoDinámico/Reprodução Publicidade View the full article
  9. No dia 18 em especial a campanha qAbril Verdeq a TV Fronteira visitou a fabrica da Taramps e nessa ocasiao o gestor de RH Carlos Rampazzo e o Supervisor de Producao Thiago Pereira prestaram entrevista a mesma e salientaram a importancia da Seguranca do Trabalho. A empresa Taramps conta com mil funcionarios e seus respectivos postos de trabalho possuem medidas de seguranca do trabalho como kit de primeiros socorros em locais estrategicos saidas de emergencia luzes de emergencia EPIs entre outras medidas tomadas pela instituicao que visam proporcionar seguranca e um ambiente agradavel para os colaboradores. Nesse sentido o gestor de RH ressaltou os resultados dessas acoes como a baixissima taxa de absenteismo e o numero zero quando se trata de afastamento por doencas do trabalho pois a valorizacao do colaborador e a sua seguranca proporcionam maior produtividade e maior qualidade na atividade laboral. Assim poder-se-a criar um ambiente saudavel e prolifico nas atividades diarias de forma a aumentar a qualidade e produtividade da empresa de modo geral. A Taramps preza por essas medidas e pelo bem-estar de cada funcionario. View the full article
  10. Nesse final de semana teve a Etapa RIO BRILHANTE/MS, junto com vários Competidores e várias máquinas sonora como a mais nova CARRETA CUIABÁ MOTOS do nossa amigo do Fabiano, Caminhão Intervensom e Caminhão do Piseiro e vários outros. Nas competições teve: O competidor Maicon de Nova Adradina/MS da loja Pit Stop, quebrou vários recordes e sua melhor marca foi 154.6db. O competidor Gabriel Montagna de São Gabriel do Oeste/MS Bicampeão na categoria Picape e nesta etapa se destacou batendo várias marcas e obteve a maior marca de 154db. O João Henrique Seabra de Dourados veio com a sua carretinha da Pit Stop e bateu vários Recordes maior marca alcançada foi 150.2db . Sergio Aparecido com sua carreta com Optimus Sound bateu tudo no Racha de som e outras categorias com sua melhor marca 153.6db. Leandro, Josias, Wladmir,Cleiton,Bruno,Marques, com recordes e belas Marcas . Rebaixados paeticipou o Jorge , Romar, Udair, Marcos ecentre outros PARABÉNS A TODOS. Sendo assim o estado vem se destacando e aproximando de grandes Campeões no som automotivo. Uarlei e Quelle agradece a todos que participaram do evento e aos organizadores Osmar e Associações pela grande Parceria. Confira o resultado e Ranking no site e redes sociais. O post Nova fase no estado do Mato Grosso do Sul. apareceu primeiro em MTM World | Music - Tuning - Machines. View the full article
  11. Todos os veículos que passam pelas mãos dos profissionais da Hennessey Performance são transformados em máquinas excepcionais, capazes de feitos impressionantes. É o caso do novo Cadillac Escalade-V com o pacote de atualização lançado recentemente pela empresa do Texas, que eleva o desempenho do SUV de luxo a um nível extremo. Chamado de “H850 Escalade-V”, o veículo recebe esse nome devido à potência alcançada após as modificações da Hennessey. O motor V8 de 6.2 litros com supercharger, que na versão original entregava 682 cv, tornou-se 25% mais potente, atingindo 850 cv após ser otimizado pela preparadora. Além disso, o torque aumentou em 31%, passando de 90 kgfm para 118,2 kgfm. Escalade-V preparada pela Hennessey tem 850 cv de potência e 118,2 kfgm de torque (Divulgação)Para alcançar esses números, a equipe de engenharia da Hennessey adicionou ao V8 do Escalade-V um novo sistema de indução de ar, cabeçotes de cilindro de alto fluxo, eixo de comando personalizado, corpo de borboletas atualizado, além de novas válvulas de admissão e escape. Quem comprar o SUV tunado ainda pode optar pelo conjunto de rodas aro 22 polegadas, disponível com acabamento preto brilhante ou prata polido, desenhadas pela preparadora. Rodas aro 22″ da Hennessey Performance são opcionais no H850 Escalade-V (Divulgação)A Hennessey não divulgou os dados de desempenho do H850 Escalade-V, mas assegurou que o veículo preparado é mais rápido que a RAM TRX 2024, uma das picapes mais velozes do mundo. A RAM TRX acelera de 0 a 60 milhas por hora (0 a 96 km/h) em 4,5 segundos e percorre um quarto de milha (402 metros) em 12,3 segundos. Fundador e CEO da preparadora, John Hennessey, demonstrou muito entusiasmo com o H850 Escalade-V. “Os SUVs de desempenho extremo são um dos meus tipos de veículos favoritos para dirigir, seu status de ‘sleeper’ contrasta muito com seu desempenho de supercarro! Nossa versão de 850 cavalos do Escalade-V traz muito desempenho a este luxuoso SUV de tamanho normal, fazendo justiça ao motor V8 superalimentado da GM.” O pacote de atualização e montagem do H850 custa US$ 29.950 (equivalente a R$ 155,4 mil na cotação atual), enquanto um Cadillac Escalade-V zero quilômetro parte de US$ 154.290 (aproximadamente R$ 800.9 mil) nos Estados Unidos. A Hennessey informou que vai construir apenas 100 unidades do modelo preparado, sendo que cada uma delas contará com uma placa no motor indicando seu número de série. O post Cadillac Escalade-V fica extremamente potente com preparação da Hennessey apareceu primeiro em Revista Fullpower. View the full article
  12. SQ On the Road 2ª Edição Neste domingo, dia 28 de abril às 9h, em Itupeva no Serra Azul, sentido Interior da Rodovia dos Bandeirantes. Bora pegar uma estrada, curtindo uma boa musica e encontrar os amigos neste belo local que reúne a cultura automotiva aos domingos. Levar a família para passear, compras no outlet, ótimas opções de almoço e ainda aproveitar um encontro de SQ. #sq #soundquality #caraudio #somdequalidade #somautomotivo #r2audio #1009mkt #hiendcar #hificar #audiocarsystems #sqcaraudio #sqx #sqexperience #sqf #sqontheroad View the full article
  13. Por que a indústria pode vender carros que são contra a lei, já que a velocidade máxima permitida é de 120 km/h? Por que eles não são limitados a 120 km/h? Flávio Lopes, por e-mail O consumo de combustível dos motores a combustão interna varia conforme sua rotação e uma curva específica, na qual existe um ponto em que esse consumo é o menor possível. Os engenheiros procuram fazer com que a rotação de consumo mínimo seja a mais usada e próxima daquela da velocidade máxima legal, sem esquecer a dirigibilidade do carro em baixas rotações. Relacionadas Auto-serviçoQuando a bateria do carro elétrico chega ao fim e o que se faz com ela?15 abr 2024 - 04h04 Auto-serviçoEm época de chuvas, pneus mais largos favorecem a aquaplanagem?30 mar 2024 - 10h03 Auto-serviçoQual a validade do etanol no tanque do carro?16 mar 2024 - 17h03 Entretanto, essa não é a rotação máxima do motor, e, quando ela é atingida, leva o veículo a velocidades eventualmente ilegais. Não nos esqueçamos de que às vezes essa potência é necessária para uma ultrapassagem ou até mesmo para nos livrar de uma situação perigosa. A opção e a responsabilidade por usar com consciência a potência do motor são do motorista. Publicado originalmente em dezembro de 2008 Publicidade View the full article
  14. SINTA O GRAVE 🔊 O Kit 2-Vias TS-J170C oferece a junção do som dinâmico e potente do Hi-Res Audio, com a resposta de frequência suave do Open & Smooth, resultando em uma ampla faixa de frequência e alta fidelidade sonora 🔥 #UpgradeComPioneer View the full article
  15. Para o mercado chinês, o Mercedes-Benz EQS representa a união de características muito valorizadas pelos consumidores: além de ser um sedã alemão com entre-eixos longo, é elétrico. Faz sentido que sua primeira atualização seja mostrada primeiro no Salão de Pequim, que começa nesta semana. Relacionadas Carros elétricosNovo Mercedes-AMG G63 se torna híbrido para ir além dos 600 cv26 mar 2024 - 16h03 Carros elétricosNovo Mercedes-AMG GT 43 tem motor 2.0 de 421 cv e turbo eletrificado21 mar 2024 - 13h03 NotíciasNovo Mercedes-AMG E53 é híbrido plug-in com até 603 cv de potência11 mar 2024 - 15h03 Além das mudanças visuais que o deixaram mais próximo dos Mercedes com motores a combustão, o novo EQS tem equipamentos inéditos de assistência ao motorista e bateria com maior capacidade que proporciona um aumento notável na autonomia. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-BenzNa estética, o EQS 2025 continua com uma grade fechada mas agora tem filetes cromados imitando as grades convencionais da Mercedes, com direito à estrela de três pontas destacada no capô. Agora parece um ente da Classe S, até mesmo por conta do novo para-choque. As laterais exibem novas rodas, enquanto a traseira tem novo para-choque a mudaram a distribuição das luzes nas lanternas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-BenzPor dentro, reforçaram o aspecto premium com as saídas do ar-condicionado com molduras cromadas e também recebeu novas almofadas adicionais em couro no encosto da cabeça e para a lombar do passageiro e os encostos traseiros podem reclinar até 36 graus eletricamente. São itens comum nos carros de luxo chineses. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-BenzQuanto à parte técnica, a capacidade de bateria foi ampliada de 108,4 kWh para 118 kWh, o EQS 450 4MATIC agora pode alcançar até 799 km com uma única carga, um aumento de mais de 11% em comparação com a versão anterior. Além disso, o EQS 450+ tem autonomia entre 683 a 822 km. Continua após a publicidade A capacidade de reboque do EQS com tração nas quatro rodas também foi aumentada de 750 para 1.700 kg, permitindo aos proprietários que reboquem trailers mais pesados, como os utilizados para transportar cavalos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-BenzOutra melhoria técnica está relacionada ao sistema de freios, que agora apresenta uma função especial para manter o sistema de freio eficiente, aplicando automaticamente as pastilhas nos discos de tempos em tempos, devido à alta percentagem de recuperação no funcionamento diário. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mercedes-BenzAlém disso, a Mercedes-Benz introduziu a função de “Mudança Automática de Faixa” (ALC) nos modelos EQS, como parte do sistema Active Distance Assist Distronic com Active Steering Assist. Essa função permite a mudança automática de faixa em estradas com duas faixas e com limite de velocidade máxima menor que 140 km/h. Continua após a publicidade Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Para os clientes que procuram uma experiência ainda mais exclusiva, a Mercedes-Benz está oferecendo a edição especial “MANUFAKTUR Selection” do EQS. Esta versão exclusiva tem acabamentos premium, como pintura em obsidiana metálica, estofamento s em couro branco e detalhes exclusivos, como bordados em ouro rosa e frisos das soleiras das portas. O preço da edição especial é de 16.600 euros a mais, sendo aproximadamente R$ 90.450. Publicidade View the full article
  16. DESTAQUES // BAURU SP 2024 A etapa da MTM, realizada durante o evento COPA PAULISTA DE MOTOCROSS, atraiu um grande público. O evento ocorreu na Avenida Nações Norte, uma área nobre da cidade, e foi um sucesso retumbante. Na arena de medição da MTM, o grande destaque foi uma Saveiro rebaixada com apenas 0,50 cm de altura e o competidor Xaxa, que estabeleceu um novo recorde no pancadão Expressamos nossa gratidão a Mauro, organizador do evento, pela oportunidade de integrar o setor automotivo em seu prestigiado evento. Para mais informações, visite nosso site: www.mtmworld.org e acompanhe a agenda de competições, rankings, fotos e tudo sobre o campeonato mundial de som automotivo e veículos rebaixados de 2024. Use nossas hashtags: #mtmbrasil #mtmworld link resumo do evento Patrocinadores 2024: Connect Parts Taramps Spyder Bomber Alto Falantes Zetta Audio Audiophonic Shutt Eros Alto Falantes Snake Shocker Ultravox AJK Sound Stetsom Usina Roadstar Brasil Bluster Alto Falantes Tecknoise Triton Alto Falantes Soundigital O post DESTAQUES // BAURU SP 2024 apareceu primeiro em MTM World | Music - Tuning - Machines. View the full article
  17. Quem considera gastar pelo menos R$ 100.000 em um carro novo já pode cogitar um elétrico. Desde 2022 a oferta de carros elétricos mais acessíveis só aumenta e a recente ofensiva das marcas chinesas, que não tratam carros elétricos como nicho de mercado, forçou os fabricantes tradicionais a reduzir drasticamente o preço dos seus EVs. Agora, é possível encontrar compactos urbanos, hatchs de entrada e SUVs por preços tão acessíveis quanto de modelos a combustão equivalentes. E com a promessa de produção nacional de carros elétricos, feita por marcas como BYD e GWM, isso aparenta ser um caminho sem volta. Relacionadas Carros elétricosBYD confirma produção nacional de Dolphin, Dolphin Mini, Yuan e Song Plus5 mar 2024 - 17h03 Carros elétricosComo é o Renault Kwid E-Tech, carro elétrico mais barato do Brasil3 mar 2024 - 14h03 Carros elétricosQuanto custa carregar um carro elétrico em casa?4 mar 2024 - 20h03 Para te ajudar a conhecer as melhores opções do mercado atualmente, separamos aqui os 10 carros elétricos mais baratos do Brasil. A lista contempla carros com preços competitivos, que precisam ser considerados se você está pensando em mudar de carro e se converter à essa nova tecnologia que pode se tornar representativa no mercado daqui a alguns anos. 1 – Renault Kwid E-Tech: R$ 99.990 <span class="hidden">–</span>Divulgação/RenaultO Renault Kwid é um carro que, desde que foi lançad,o segue buscando seu espaço no mercado de elétricos no Brasil. Isso ficou mais evidente após a chegada dos carros elétricos chineses: a Renault correu para reduzir o preço do Kwid elétrico, que já custa 33% menos do que em seu lançamento, em 2022. Este é o carro elétrico mais barato do Brasil atualmente. Por R$ 99.990, o Kwid E-Tech custa R$ 21.560 mais caro que o Kwid Outsider 1.0. O Kwid tem motor de 65 cv e 11,5 kgfm, cujo apetite modesto faz a bateria de 26,8 kWh que proporciona uma rodagem de até 185 km, conforme dados do Inmetro. 2 – BYD Dolphin Mini: R$ 115.800 O BYD Dolphin Mini poderia ter mudado tudo se chegasse com preço ao redor dos R$ 110.000, como a fabricante prometeu. É bem mais espaçoso, equipado, potente e tem mais autonomia que o Kwid, mas custa R$ 115.800. Pelo menos ainda é o segundo carro elétrico mais barato do Brasil. Continua após a publicidade Com ajuste elétrico do banco do motorista, base de carregamento sem fio para smartphone, ajuste de profundidade da coluna de direção, faróis e lanternas de LED, acendimento automático dos faróis, chave presencial, monitor de pressão e temperatura dos pneus e ar-condicionado digital, é mais equipado que os carros a combustão da mesma faixa de preço. Relacionadas Carros elétricosBYD Dolphin: preços, versões e equipamentos do carro elétrico mais vendido1 out 2023 - 15h10 Carros elétricosPrimeiro Stellantis híbrido flex será feito na fábrica de Renegade e Toro18 out 2023 - 14h10 Carros elétricosVeja resultados do primeiro teste de colisão entre dois carros elétricos17 out 2023 - 19h10 O motor elétrico do Dolphin Mini gera 75 cv, é equivalente ao motor 1.0 de um Fiat Argo. Embora essa potência não seja empolgante, o torque de 13,8 kgfm já se assemelha ao de um Argo 1.3. A bateria de 38,8 kWh proporciona uma autonomia de 280 km no Inmetro. 3 – Caoa Chery iCar: R$ 119.990 O iCar é o menor carro elétrico disponível para venda no Brasil, medindo apenas 3,20 m de comprimento, 40 centímetros a menos que um Fiat Mobi. Apesar de seu tamanho compacto, tem motor elétrico de 61 cv e 15,3 kgfm instalado na traseira e sua velocidade máxima é limitada a 100 km/h. Com uma bateria de 30,4 kWh oferece uma autonomia de até 197 km (segundo o Inmetro). Em termos de equipamentos, o iCar tem central multimídia com tela de 10 polegadas, ar-condicionado eletrônico com opção de acionamento remoto, agendamento de recarga e partida por botão. Além disso, os bancos dianteiros são ajustáveis eletricamente. Continua após a publicidade 4 – Jac e-JS1: R$ 126.900 JAC E-JS1, um dos primeiros elétricos no pa[is, mas ja é um modelo esquecido dentro do mercadoFernando Pires/Quatro RodasA carroceria do e-JS1 é essencialmente a mesma do JAC J2, um compacto ágil vendido entre 2012 e 2016 com motor 1.4, assim como do iEV20, outro modelo elétrico, porém, com uma abordagem mais aventureira lançado em 2019. Esses três veículos são variações da mesma arquitetura. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram O motor é capaz de oferecer 61 cv e 15,3 kgfm. Apesar de sua potência reduzida, o motor consome pouca energia, levando em consideração que o JS1 é limitado em apenas 115 km/h. Sua bateria, de 30,2 kWh, tem autonomia para meros 162 km, de acordo com o homologado junto ao Inmetro. 5 – BYD Dolphin: R$ 149.800 O BYD Dolphin conseguiu se tornar o elétrico mais vendido do Brasil em 2023, fazendo seus rivais reduzirem de preço ainda mais, buscando a competitividade contra o modelo chinês. A versão de entrada do Dolphin que é a de maior sucesso e custa R$ 149.800. É equipada com motor dianteiro de 95 cv e 18,4 kgfm, alimentado por uma bateria de LFP de 44,5 kWh. A autonomia fica em 291 km, de acordo com o Inmetro. A recarga máxima em corrente alternada é limitada a 6,6 kW. Mas é em corrente contínua (DC) que aceita até 60 kW, potência que garante uma recarga de 20% a 80% em cerca de 30 minutos. Continua após a publicidade 6 – GWM Ora 03 Skin: R$ 150.000 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasSendo considerado um concorrente direto com o BYD Dolphin, o GWM Ora 03 chegou depois e vem escalando posições nos emplacamentos mês a mês. Também passou a ser vendido junto com o carregador wallbox, como a BYD costuma fazer. Embora ambos se destaquem pela qualidade do acabamento e nível de equipamentos, cada um tem seu foco específico. O Ora, por exemplo, é um pouco mais compacto, mas não tem seu espaço interno tão prejudicado. E ainda é mais equipado que o BYD, por ter airbag central entre os passageiros da frente e assistentes autônomos, como frenagem de emergência e piloto automático adaptativo, que o Dolphin não tem. O Ora 03 é mais potente. Seu motor oferece 171 cv e 25,5 kgfm de torque, permitindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 segundos, sendo mais ágil em comparação ao Dolphin. De acordo com o Inmetro, sua bateria de 48 kWh oferece até 228 km de alcance. 7 – BYD Dolphin Plus: R$ 179.800 BYD Dolphin PlusFernando Pires/Quatro RodasMaior modelo da linha Dolphin, o BYD Dolphin Plus pode ser reconhecido pela frente mais pronunciada e pelo capô pintado de cinza. É exatamente a mesma configuração vendida na Europa e ainda tem suspensão traseira independente multilink (os outros Dolphin têm eixo de torção) e assistentes de segurança autônomos, além do piloto automático adaptativo. A mecânica é completamente diferente. Seu motor elétrico dianteiro é mais potente, com 204 cv e 31,6 kgfm de torque. A bateria é bateria maior, de 60,5 kWh, o que eleva sua autonomia a 330 km. Continua após a publicidade 8 – Hyundai Kona EV: R$ 189.990 O Kona foi o primeiro SUV elétrico da HyundaiDivulgação/HyundaiEmbora desatualizado, o Hyundai Kona tem visual exótico o suficiente para parecer atual. É equipado com motor elétrico de 136 cv e 40,3 kgfm. No entanto, sua bateria é relativamente pequena, com capacidade de apenas 39,2 kWh, resultando em uma autonomia de 252 km, segundo o Inmetro. Apesar disso, o Kona inclui uma ampla lista de equipamentos, como assistente de saída de faixa, piloto automático adaptativo com assistente de colisão frontal, sensor de ponto cego, acabamento em couro e um sistema multimídia de 10,25 polegadas com conectividade Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, possui freio de estacionamento elétrico, garantindo praticidade e conforto para os ocupantes. 9 – Seres 3: R$ 199.990 <span class="hidden">–</span>Divulgação/SeresO Seres 3 se destaca como um SUV compacto que quase atinge o porte médio, com 2,65 metros de entre-eixos. Com um comprimento de 4,38 metros o coloca apenas 7 centímetros acima do Nissan Kicks, com quem compartilha semelhanças de perfil. Apesar disso, o porta-malas oferece uma capacidade de 318 litros. Impulsionado por um motor elétrico dianteiro de 163 cv e 30,6 kgfm de torque, o Seres 3 promete acelerar até 100 km/h em 7,9 segundos. Sua bateria possui uma capacidade de 53 kWh, semelhante à do e-2008, garantindo uma autonomia de 209 km no ciclo PBEV do Inmetro e até 300 km no ciclo WLTP europeu. 10 – Fiat 500e: R$ 214.990 O Fiat 500e não teve qualquer redução nos preços para tentar se tornar mais interessante frente aos novos rivais. É pequeno como qualquer Fiat 500, mas tenta se valer de uma boa mecânica e acabamentos de qualidade para tentar convencer alguém a pagar pelos seus R$ 214.990. Continua após a publicidade O 500e está equipado com um motor elétrico de 118 cv e 24,4 kgfm de torque, que é alimentado pela bateria de 42 kWh. Se proporciona uma autonomia de até 227 km, de acordo com o Inmetro, essa bateria aceita potência de recarga acima da média para um elétrico pequeno: 85 kW, o que permite sair de 0 a 80% em apenas 35 minutos. Ao contrário de muitos elétricos pequenos, tem piloto automático adaptativo. Publicidade View the full article
  18. Criada há 45 anos, a Stock Car, principal categoria de Turismo Nacional, teve altos e baixos ao longo do caminho. Em alguns momentos mais difíceis, esteve ameaçada de acabar, quando a GM, idealizadora e patrocinadora, cogitou abandonar as competições. Atualmente, a categoria vive uma fase de renovação e de euforia, que deve deixá-la ainda mais interessante para pilotos, público e patrocinadores. E as mudanças têm como principal pilar o carro que estreia na temporada do ano que vem. Relacionadas NotíciasApós 16 anos, Mitsubishi está de volta à Stock Car com o Eclipse Cross20 abr 2024 - 14h04 NotíciasStock Car trocará sedãs por SUVs e vai abandonar motores V814 dez 2023 - 23h12 TestesExclusivo: aceleramos o Toyota Corolla de R$ 500.000 e 550 cv da Stock Car29 abr 2020 - 07h04 O novo carro-base, denominado Audace SNG01 foi projetado para receber tecnologias inéditas no automobilismo brasileiro e proporcionar alta conectividade (algo que será percebido também pelo público). Protótipo do Audace SNG01 usa bolha de sedã, um Toyota CorollaStock Car/ReproduçãoO Audace proporcionará também um ganho de desempenho, mais segurança, maior facilidade e rapidez de manutenção, tudo programado para evitar que a evolução provoque uma escalada de custos. Continua após a publicidade Um dos diferenciais do Audace SNG01 é ter chassi construído em aço desenvolvido especialmente para competição, denominado DP980R e fornecido pela ArcelorMittal. “O objetivo foi obter peso, resistência e rigidez que proporcionassem o melhor desempenho e segurança possível”, afirma Enzo Bortoleto, CEO da Audace Tech, fabricante do modelo. O projeto contou com a participação do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), responsável pelo estabelecimento de procedimentos padronizados e simulação computacional, e dos diversos fornecedores participantes do projeto. Estrutura tubular de aço foi desenvolvida com o objetivo de favorecer o desempenho e garantir segurançaDivulgação/Quatro RodasBortoleto explica que o carro será conectado a uma rede privativa de 5G, permitindo uma alta taxa de envio e recebimento de dados, com as câmeras dos veículos sendo conectadas em tempo real. Informações como velocidade, marcha usada e rotação do motor, entre outras, poderão ser mostradas ao público, também em tempo real. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram “O objetivo final é ter mais informações para o público acompanhar e torcer por sua equipe e pilotos favoritos”, explica. “Teremos três câmeras: uma dianteira, uma traseira e uma 360 interna. O público terá acesso a essas câmeras para acompanhar a corrida como preferir.” Novo volante permite ao piloto controlar diferentes funções, bem como acompanhar as informações sobre o funcionamento do carroDivulgação/Quatro RodasA estreia do Audace SNG01 trará também uma mudança drástica na aparência dos carros: saem os sedãs (silhueta-padrão desde a entrada do Omega) e entram os SUVs, com adaptações na largura e na altura em relação ao solo, além de equalizações aerodinâmicas entre os estilos das três carrocerias. Velocidade, marcha, rotação do motor, ativação do RDS e outras informações poderão ser compartilhadas com o público em tempo realDivulgação/Quatro RodasSegundo Fernando Julianelli, CEO da Vicar, promotora da categoria, a mudança foi aprovada após a realização de pesquisas de mercado e de consultas feitas às fábricas. Até abril, estavam confirmados para 2025 o Toyota Corolla Cross, o Chevrolet Tracker e o Mitsubishi Eclipse Cross. Pelo menos mais uma marca será anunciada ainda em 2024, bem como o modelo no qual será inspirada a sua carenagem. <span class="hidden">–</span>Divulgação/MitsubishiOutra mudança significativa: pela primeira vez os carros da Stock terão DRS (Drag Reducing System, a “asa móvel” adotada na Fórmula 1). Muda o chassi, mudam as carenagens, mudam também os motores. O V8 de 5,7 litros usado desde 2001 (quando substituiu o seis-cilindros em linha de 4,1 litros herdado do Opala) dará lugar a um motor turbo de quatro cilindros em linha com 2,1 litros. O combustível continuará sendo o etanol. Denominado Audace Tech, receberá na tampa do cabeçote a marca correspondente à do modelo da carroceria. O câmbio será um XTrac de seis marchas sequencial e semiautomático (as trocas são acionadas pelo piloto por meio de borboletas no volante, mas o mecanismo gerencia o engate). Continua após a publicidade Novo motor 2.1 turbo tem 4 cilindros em linhaDivulgação/Quatro RodasDesde a época dos Opalas, a Stock Car brasileira se notabilizou por atrair a participação de pilotos com passagem pela Fórmula 1 – Ingo Hoffmann, Wilsinho Fittipaldi e Chico Serra foram os pioneiros. Vários outros passaram pela categoria e, nos últimos anos, contou com Rubens Barrichello, Ricardo Zonta, Felipe Massa e Nelsinho Piquet. A presença de grandes nomes já seria suficiente para atrair o público, mas o equilíbrio das disputas, com 20 a 25 carros estabelecendo tempos dentro do mesmo segundo nas sessões de qualificação, torna as corridas ainda mais interessantes. Manter tal competitividade e aliar novas perspectivas tecnológicas pode ser a receita para manter a Stock Car como principal categoria do automobilismo nacional por mais algumas décadas. Continua após a publicidade Carroceria feita de compósitos, com fibra de carbono no aerofólioDivulgação/Quatro RodasTudo começou com o Opala Nascida em 1979 como categoria monomarca aberta exclusivamente ao Chevrolet Opala cupê (um modelo que já tinha dez anos de existência e continuou sendo usado até 1993, cinco anos depois de o último Opala cupê ter saído da linha de produção), a Stock passou pelo Omega (1994 a 1999). A partir de 2000, adotou chassis especiais de corrida padronizados e “vestidos” com bolhas de linhas semelhantes às de modelos de rua. Isso abriu caminho para a adoção de carrocerias multimarca a partir de 2005. <span class="hidden">–</span><span class="s1">Nascida em 1979 como categoria monomarca aberta exclusivamente ao Chevrolet Opala cupê (um modelo que já tinha dez anos de existência e continuou sendo usado até 1993, cinco anos depois de o último Opala cupê ter saído da linha de produção), a Stock passou pelo Omega (1994 a 1999). A partir de 2000, adotou chassis especiais de corrida padronizados e “vestidos” com bolhas de linhas semelhantes às de modelos de rua. Isso abriu caminho para a adoção de carrocerias multimarca a partir de 2005. O chassi utilizado atualmente (JL-G09) estreou em 2009. Ao longo desses 15 anos, as maiores mudanças da Stock se concentraram nas carenagens, alteradas de maneira a se parecerem com o modelo de rua mais conveniente para cada uma das fábricas participantes. As atuais, por exemplo, reproduzem as linhas do Chevrolet Cruze e do Toyota Corolla. </span>Divulgação/Quatro RodasO chassi utilizado atualmente (JL-G09) estreou em 2009. Ao longo desses 15 anos, as maiores mudanças da Stock se concentraram nas carenagens, alteradas de maneira a se parecerem com o modelo de rua mais conveniente para cada uma das fábricas participantes. As atuais, por exemplo, reproduzem as linhas do Chevrolet Cruze e do Toyota Corolla. Ficha Técnica – Audace SNG01 Motor: Audace Tech Chevrolet ou Audace Tech Toyota, etanol, quatro cilindros, 2,1 litros, turboalimentado, 16 válvulas e injeção eletrônica, 500 cv (7.600 rpm) Torque: 580 Nm (de 4.000 a 6.800 rpm). RPM máximo: 7.600 Peso: 1.100 kg (2 kg por cv) Câmbio: XTrac P1529, sequencial e semiautomático, seis marchas, é acionado pelo piloto, mas o mecanismo gerencia o engate. Trocas acionadas por borboletas no volante. Tração traseira Direção: sistema pinhão/cremalheira, acionamento elétrico Suspensão: triângulos sobrepostos (“duplo A”). Sistema pushrod. Amortecedores reguláveis de competição Freios: disco ventilado, nas quatro rodas, com pastilhas Fras-le e pinças de competição AP Racing. Seis pistões na dianteira e quatro na traseira Carroceria: Chevrolet e Toyota, material compósito (incluindo fibra de carbono, fibra de vidro, aramida e Kevlar), simulações e testes. Fabricação: Rallc; estrutura tubular de aço DP980R ArcelorMittal, proteção antichama por paredes corta-fogo com chapas de alumínio e revestimento resistente ao calor, estruturas do tipo crash box na dianteira e traseira de alumínio para absorção de impacto. Banco do piloto projetado e fabricado nos EUA com certificação FIA Chassi: tubos DP980R da família de Aços Avançados de Alta Resistência. Entre-eixos: 2.750 mm. Rodas: Mangels, liga leve, medidas 11,5 x 18 polegadas (diâmetro x largura) Pneus: Hankook medidas 300/680 R18 Publicidade View the full article
  19. ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto RAYLLAN5 e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br Meu facebook https://www.facebook.com/rayllansom/ Para comprar produtos online segue o link para compra AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb Shopee https://shope.ee/apjpxVjd Ja conhece meu canal no youtube https://www.youtube.com/c/RAYLLANSOM Hashtags: dinheiro som somautomotivo nubank carro viagem bradesco rayllansom caixaeconomica audio financiamento banco vendas negocios Volkswagen Fiat Toyota Hyundai GM JEEP RENAULT HONDA NISSAN PEUGEOT CITROEN BMW BYD MITSUBISHI PORSCHE FORD Seja membro deste canal e ganhe beneficios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we xML7cHrr1g/join O seu canal de Som Automotivo /nordeste. Nao esqueca de deixar seu LIKE e de se INSCREVER-SE para continuarem atualizados e ajudar nossa familia crescer. Instagram TikTok kwai e Facebookr rayllansom GRUPO TELEGRAM LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 caixa trio mais um sonho realizado som residencial somautomotivo View the full article
  20. No ano passado, a BYD lançou uma nova submarca com vocação jovem e tecnológica, chamada FangChengBao. Seu primeiro carro é o Leopard 5 (que já vende, em média, 4.000 unidades por mês) e agora há outros três novos modelos a caminho. E eles podem desembarcar no Brasil nos próximos anos. Relacionadas Carros elétricosConfirmada ao Brasil, picape híbrida da BYD aparece sem camuflagem17 abr 2024 - 19h04 Carros elétricosHonda cria submarca de carros elétricos para concorrer com a BYD17 abr 2024 - 07h04 Carros elétricosDenza Z9 GT é perua elétrica de quase 1.000 cv feita por BYD e Mercedes16 abr 2024 - 14h04 A base da linha de veículos da FangChengBao serão SUVs construídos na plataforma DM-O (Dual Mode Off-road). No entanto, dos três novos modelos conceito apresentados, dois são SUVs e um é um carr esportivo com design bem diferente. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDO primeiro é um SUV semelhante ao Leopard 5, só que maior. Chamado de Leopard 8, o modelo está quase pronto e entrará em produção ainda em 2024. As informações sobre o carro ainda são escassas, mas já sabemos que ele será híbrido, terá três fileiras de assentos na cabine e potência de até 680 cv. O design adota o conceito chamado “Future Starship”, tendo a grade decorada com listras cromadas e faróis conectados a partir de uma barra em LED. O restante do visual é bem sóbrio, sem muitas curvas e bem semelhante ao seu irmão menor. Espera-se que o SUV de sete lugares estreie na China por cerca de R$ 362.000, na conversão direta. <span class="hidden">–</span>Авторевю/DivulgaçãoO segundo é o conceito de um SUV menor chamado de FangChengBao Super 3. O modelo ainda tem muito o que mudar antes de alcançar uma versão final, mas mostra que existirá carros mais acessíveis que o Leopard 5 na linha. Sua produção é esperada para 2025, com versões híbridas e elétricas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDO último, mas não menos importante, é o conceito esportivo Super 9. Um modelo que, dificilmente, entrará em produção de grande escala na forma como se apresenta. Continua após a publicidade Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram O seu visual é diferente do que estamos acostumados. O modelo é um conversível, mas praticamente sem para-brisa. É uma mistura entre o carro do filme “Speed Racer” e o raro Mercedes-Benz SLR McLaren Stirling Moss. Além de ser elétrico, tem monocoque em fibra de carbono, portas que se abrem para cima, dois assentos e rodas com porca central. Nenhuma especificação ou previsão de lançamento foi divulgada. <span class="hidden">–</span>Авторевю/DivulgaçãoA FangChengBao pode ser vendida no Brasil? Sim, mas não como uma marca independente. A BYD tem interesse de vender carros de suas submarcas Denza, YangWang e FangChengBao no Brasil, mas daqui a alguns anos e sob a bandeira da BYD. Além disso, existe a expectativa por outro nome para a FangChengBao em mercados ocidentais. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Publicidade View the full article
  21. O México abriu as portas para as fabricantes de automóveis chinesas entrarem no país e instalarem fábricas. Seria um meio de as marcas chinesas conseguirem entrar nos Estados Unidos sem pagar taxas abusivas cobradas pelo governo estadunidense. Mas os EUA não está feliz com isso. Com a fabricação de carros no México, as fabricantes chinesas poderiam vender seus carros nos EUA com benefícios assegurados pelo Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA), de livre comércio. Mas isso irritou as autoridades americanas, que estão com muito medo de perder hegemonia no mercado automotivo dentro do seu próprio país. Relacionadas Carros elétricosDrible da BYD poderá extinguir montadoras dos EUA, que cobram o presidente27 fev 2024 - 14h02 NotíciasChineses vão destruir mercado automotivo dos EUA, diz Elon Musk29 jan 2024 - 13h01 NotíciasBrasil já importa mais carros da China do que do México e da Alemanha8 fev 2024 - 11h02 Há uma pressão estadunidense contra isso, o que fez o governo mexicano parar de conversar com as empresas chinesas. Em janeiro, autoridades mexicanas afirmaram à BYD que não concederiam mais terras e incentivos fiscais à ela, como haviam feito no passado. A próxima picape eletrificada da BYD, que deve vir ao Brasil, mostrada camuflada no MéxicoDivulgação/BYDEsta decisão do governo mexicano (supostamente) tem um pé do Gabinete Representante Comercial do Estados Unidos, embora eles se recusem a afirmar isso. Contudo, o próprio governo Biden já disse que “não permitirá que as montadoras chinesas inundem o mercado de veículos que representam uma ameaça à segurança nacional”. Continua após a publicidade O México é um centro de produção para diversas montadoras, sejam elas, propriamente, norte-americanas ou alemãs ou japonesas. No entanto, o governo estadunidense nunca se importou com este avanço internacional em seu país vizinho, apenas agora que a China também está interessada. O país asiático tem feio grandes investimentos no setor automotivo mexicano e tem como maior objetivo fincar sua bandeira num país vizinho dos EUA que desempenha um papel tão importante no abastecimento de automóveis do país. Dia da chegada da BYD no MéxicoDivulgação/BYDA administração do governo Biden seguirá influenciando a decisão do seu país vizinho, ainda mais em um ano de eleição. E, talvez, o México irá ceder, pois tem medo dos EUA propor termos desfavoráveis na próxima revisão do acordo de livre comércio, que ocorre em 2026. Continua após a publicidade Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Apesar de toda a pressão, cerca de 20 montadoras chinesas já estão no mercado automotivo mexicano, incluindo BYD, JAC, MG e Chery (lá chamada de Chirey). Como no Brasil, elas estão oferendo produtos baratos e com propostas para uma futura eletrificação do mercado. Como no Brasil, está passando a ser comum ver carros com o Caoa Chery Tiggo 7 pelas ruas do MéxicoDivulgação/Caoa CheryA VW e a Toyota dominavam o mercado entre as marcas populares. Mas, agora, os compradores estão passando a migrar para outras alternativas, como BYD e MG, marcando um afastamento das marcas tradicionais. Mesmo com todo o esforço do governo estadunidense para a não entrada das empresas chinesas, há outros meios que podem ser usados pelas montadoras. Na China, a BYD e a Tesla tem um histórico de trabalhos em parceria, fornecendo baterias ao fabricante americano. É possível que os chineses façam o mesmo com outras montadoras, o que evitaria tarifas. Essa novela ainda terá muitos capítulos. Publicidade View the full article
  22. Anos 60, Estados Unidos. Nunca uma única década simbolizou transformações tão profundas quanto aquela. Kennedy assassinado, os hippies, direitos civis dos negros, pílula anticoncepcional, feminismo… A mocidade nascida no pós-guerra, chamada de baby boomers, protagonizava essas mudanças e representava um enorme mercado procurando produtos que refletissem a juventude do momento. Relacionadas NotíciasClássicos: quando até o Ford Mustang teve que ceder às pressões do mercado18 out 2019 - 07h10 NotíciasComo Lee Iacocca salvou Ford e Chrysler ao criar o Mustang e as minivans3 jul 2019 - 08h07 ClássicosFord Mustang dispensou mecânica mazda para voltar às origens nos anos 199016 abr 2022 - 09h04 Lee Iacocca, então gerente geral da marca Ford, percebeu isso e propôs a seus engenheiros e designers que criassem um carro de visual esportivo, ótimo desempenho e preço razoável. No verão de 1962, eles foram incumbidos de trazer suas propostas para o que viria a ser um dos maiores sucessos comerciais da Ford, o Mustang. De sete modelos de argila, o de Joe Oros foi o que mais agradou. Em clínicas secretas para testar a receptividade, o Ford Mustang foi considerado pouco prático. Mas, quando os participantes sabiam do preço, até 1.000 dólares abaixo do que previam, o carro ganhava enorme apelo de compra. <span class="hidden">–</span>Marco de Bari/Quatro RodasO Mustang foi um sonho possível. Sua proposta de ser montado segundo a necessidade do dono era outro atrativo. Vinha equipado para agradar a maior parte de seu público-alvo e ainda oferecia mais de 50 itens de personalização, de performance a estilo. Continua após a publicidade A campanha de TV no dia anterior à chegada do Mustang às autorizadas, em 17 de abril de 1964, gerou um rebuliço na rede Ford, que recebeu 4 milhões de curiosos, interessados em adquirir um – ou simplesmente apreciá-lo. O Mustang 1964 1/2 era oferecido nas versões cupê hardtop e conversível. O motor standard era um seis-cilindros de 170 pol³ (2,8 litros) e 101 cv. Mas havia também o V8 opcional, com 260 pol³ (4,3 litros) e 164 cv, mais um com 289 pol³ (4,7 litros) de 210 cv e sua versão mais apimentada de 271 cv. Transmissões manuais de três e quatro velocidades e automática, apenas com quatro marchas, estavam disponíveis. Cavalaria Apesar de o motor de seis cilindros ser o mais barato da linha, o público preferia os oito-cilindros: três em cada quatro clientes compravam um V8. Continua após a publicidade O Ford Mustang custava cerca de metade de um Chevrolet Corvette e precisaria de menos de dois anos para vender seu primeiro milhão de unidades. Graças ao logotipo do cavalo que o modelo estampava na grade, surgiu o termo “pony car” para designar carros compactos e esportivos. Para 1965 foi acrescida a versão 2+2 fastback. <span class="hidden">–</span>Marco de Bari/Quatro RodasMustang Cupê, ano 1965 da Ford.Marco de Bari/Quatro RodasFoi ainda nessa geração que Carroll Shelby começou a preparar o GT-350 de 1966 com um 289 de 306 cv e janelinhas no lugar das tomadas de ar na coluna traseira. Um ano depois, a carroceria ganhou contornos mais robustos, embora com o mesmo desenho básico. O nariz ficou mais projetado na parte superior e a traseira ficou côncava. Foi quando Shelby partiu para o mítico GT-500. Mas isso já é outra história. Ficha técnica – Ford Mustang Motores: foram 15 variações de motores em quatro anos, que iam de um seis-cilindros em linha de 170 pol³ (2.8) e 101 cv a um V8 de 428 pol³ (7.0) e 332 cv Dimensões: comprimento, 461 cm; largura, 173 cm; altura, 130 cm; entre-eixos, 274 cm Desempenho: 204 km/h; 0 a 100 km/h em 6,1 segundos (V8 289 de 271 cv) Publicidade View the full article
  23. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou durante o evento “O Fortalecimento da Indústria Naval Nacional e o Setor Energético Offshore”, no Centro do Rio de Janeiro, que não há planos para a Petrobras aumentar os preços dos combustíveis no Brasil a curto prazo. Em sua declaração, Prates ressaltou que a empresa está avaliando as condições de mercado e monitorando o cenário internacional, e que, por enquanto, não há justificativa para um reajuste nos preços. Relacionadas NotíciasPetrobras já vende nova gasolina que não contribui para o efeito estufa22 set 2023 - 11h09 NotíciasComo é o combustível sustentável de aviação, com mais demanda que oferta29 nov 2023 - 18h11 Auto-serviçoBateria de 12V nova faz o carro economizar combustível?21 fev 2023 - 16h02 “Nós estamos avaliando as condições de mercado. Não há razão nenhuma para aumento agora. Não está sendo avaliado [aumento de preços para as próximas semanas]. Estamos monitorando o cenário internacional. Por enquanto não há nada que faça mover. E o preço do petróleo indica isso”, afirma Prates. Essa afirmação leva em consideração o preço do petróleo Brent, utilizado como referência internacional, que fechou a última semana em queda de 3,5%, a US$ 87,29. No último dia 12, esse valor ultrapassou os US$ 90. Continua após a publicidade Segundo dados da Abicom, que reúne os importadores, o preço da gasolina cobrado pela estatal está 20% menor em relação ao cenário internacional, enquanto no caso do diesel, a diferença é de 10%. A última alteração nos preços realizada pela Petrobras ocorreu em outubro de 2023 para a gasolina e em dezembro para o diesel, quando houve reduções nas refinarias. No entanto, esses comentários de Prates vêm em um momento de crise na estatal, após críticas feitas pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. <span class="hidden">–</span>Bruno Rosa/ReproduçãoSilveira afirmou que o impacto do conflito no Oriente Médio deve ser nulo sobre os combustíveis no Brasil. Essa declaração acontece em meio aos rumores de uma possível troca no comando da Petrobras, após a crise se estender ao Conselho de Administração da empresa. Continua após a publicidade Recentemente, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região derrubou uma decisão da primeira instância e reconduziu à presidência do Conselho de Administração da Petrobras, Pietro Mendes, um dos representantes da União no colegiado. Esse movimento foi seguido por um recurso da Advocacia-Geral da União. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Questionado sobre o clima na empresa, Prates afirmou que tem uma agenda constante em Brasília, onde mantém contatos com autoridades. Sobre a próxima reunião do Conselho de Administração, Prates negou que o tema da distribuição de dividendos extras esteja na pauta, destacando que a decisão será tomada após orientação do governo. “A diretoria já tomou sua decisão. Fizemos a proposta, que está tecnicamente respaldada (de distribuir metade dos recursos). O governo vai orientar os membros do Conselho de Administração. Não está na pauta da próxima reunião do Conselho. Provavelmente, o tema pode ser decidido durante a assembleia geral de acionistas no dia 25 de abril ou depois da assembleia”, conclui Prates. Publicidade View the full article
  24. Este pode ser o melhor momento para comprar uma picape no Brasil. A maioria dos fabricantes está apostando em descontos generosos para manter, na medida do possível, as vendas em um patamar aceitável. Ao mesmo tempo, a nova concorrência está maior e mais preparada. Relacionadas TestesRampage Laramie custa R$ 50.000 mais caro que a Toro diesel; vale a pena?2 abr 2024 - 17h04 TestesOs segredos da Fiat Titano, a picape diesel mais barata do Brasil18 mar 2024 - 10h03 TestesFord Ranger XLS 2.0 é simples sem ser básica e tem preço de Rampage17 out 2023 - 17h10 Enquanto a Fiat Titano estreia apostando tudo no preço, a Ford Ranger tem o chassi mais avançado da atualidade e a Ram Rampage elevou o patamar de conteúdo, mesmo sendo uma picape intermediária. Ambas são muito diferentes e, ao mesmo tempo, muito parecidas. De um lado, uma picape média convencional, com chassi de longarinas: a Ford Ranger XLS é uma versão de entrada até bastante completa. Do outro lado, uma picape intermediária e monobloco: a Ram Rampage Laramie não tem o mesmo porte, mas traz muitos equipamentos e, por dentro, está bem mais próxima dos SUVs. A Ram peca por ter caçamba alta e nenhum degrau de acessoFernando Pires/Quatro RodasAs duas picapes usam motores 2.0 turbo diesel de 170 cv e tração nas quatro rodas – 4×4 na Ranger e 4×4 permanente na Rampage. Os preços são equivalentes, porque a tração 4×4 faz a Ranger XLS passar dos R$ 234.990 (4×2) para R$ 259.990, ainda mais barata que os R$ 262.990 da Rampage Laramie diesel (a versão a gasolina, com 272 cv, custa R$ 272.990). Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Cada uma apresenta vantagens e desvantagens. A questão do tamanho menor, por exemplo, pode até pesar a favor da Rampage. É do tamanho de uma Fiat Toro (mesma base), mas com direção que esterça mais: são 11,9 m de diâmetro de giro contra os 12,4 m da irmã Fiat e 12,8 m da Ranger. É o suficiente para evitar uma manobra a mais saindo de uma vaga. Acabamento da Rampage dá aula a qualquer outra picape, com painel macio e couro natural. Mas o espaço interno é acanhado frente ao das médiasFernando Pires/Quatro RodasNesse aspecto, o fato de a Ranger ser uma das maiores picapes médias à venda no Brasil não ajuda. A vantagem de 28 cm no entre-eixos melhora, porém, o espaço interno da picape Ford. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasAntes de mais nada, são picapes e precisam ser analisadas como tal. A Ranger tem caçamba bem maior (1.250 l contra 980 l) e mais ampla, enquanto a Rampage tem laterais mais altas. Mas a capacidade de carga das duas é muito próxima: 1.037 kg na Ford, 22 kg a mais que os 1.015 kg da Ram. A Rampage vai lidar bem com cargas mais densas, mas a Ranger será mais funcional em transportes cotidianos ou até em uma mudança. A caçamba também é menor, mas sai da fábrica com o protetor plásticoFernando Pires/Quatro RodasA Rampage Laramie tem abertura elétrica da tampa pela chave e iluminação interna, além de trava elétrica da tampa e protetor de caçamba. A Ranger também conta com uma mola para aliviar o peso da tampa, mas esta precisa ser destrancada com a chave e dentro da sua caçamba só há uma tomada 12 V. O protetor plástico custa mais R$ 2.000, em média, nas concessionárias. A Rampage exibe telas grandes com mais funções e mais configurações. O bom acabamento e o console elevado aumentam a percepção de qualidade e a sensação de que este está mais para um SUV com caçamba. E, de fato, é bem isso mesmo.Fernando Pires/Quatro RodasDuas vantagens da Ranger são os degraus laterais entre as rodas traseiras e o para-choque de aço, e a preparação para engate de fábrica – com direito a modo de tração específico para reboque. O engate presente na Rampage das fotos é acessório de R$ 2.957 e a capota rígida de abertura elétrica custa R$ 12.192. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasCarro de trabalho? A vocação da Ranger XLS ainda é o trabalho e isso está claro por dentro e por fora, mesmo sendo muito bem equipada. Tem rodas de liga leve aro 17 e faróis de led com acendimento automático, mas não tem nenhum cromado, estribos laterais ou lanternas de led, que começam a aparecer na versão XLT V6 (R$ 289.990). Continua após a publicidade Por dentro, tem quadro de instrumentos digital de 8 polegadas, central multimídia SYNC 4 com tela de 10 polegadas e conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, saída de ar-condicionado traseira junto com duas portas USB, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros e carregador sem fio para smartphones, mas o acabamento é simplório. Bancos são de tecido, aro do volante sem revestimento de couro e as partes macias do painel foram eliminadas por contenção de custos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasDa Ranger para a Rampage Laramie, há um abismo em termos de percepção de valor. Esta é a versão intermediária, mas a mais vistosa. Tem grade, retrovisores, para-choques, maçanetas e até as molduras das janelas cromados. Bancos e volante são de couro, que também dá as caras no meio do painel. O painel, por sinal, tem a parte superior emborrachada – é a mesma peça dos Jeep Compass e Commander. As telas também são maiores, com 10,3 polegadas para o quadro de instrumentos e 12,3 polegadas para a central multimídia. E há ar-condicionado automático bizona. Motor 2.0 turbodiesel deve fôlego para fazer a Rampage embalarFernando Pires/Quatro RodasA Rampage ainda tem banco do motorista elétrico, um luxo que só as Ranger Limited (R$ 319.990) trazem, mas a Ram oferece ajuste elétrico para o carona como opcional: custa R$ 6.000, junto com som com subwoofer Harmann Kardon e luzes ambiente de led. Nada disso contorna o fato de o espaço traseiro da Rampage ser bem mais apertado para os ombros e as pernas que o da Ranger, que pode levar cinco pessoas com algum conforto, mesmo que seu túnel central seja elevado. Ranger XLS tem visual simplório e fica devendo leds nas lanternasFernando Pires/Quatro RodasQuanto aos equipamentos de segurança, ambas as picapes têm sete airbags, mas só a Rampage exibe sistemas mais avançados, como frenagem de emergência, piloto automático adaptativo, monitor de pontos cegos e alerta de saída de faixa. A maior parte desses itens só está na Ranger Limited com pacote opcional de tecnologia, que custa R$ 349.990 e também é a única com quadro de instrumentos digital de 12,4 polegadas e câmeras de visão 360o. O banco de tecido da Ranger quebra o clímax mais que os plásticos simples. Mas a cabine é muito mais ampla para qualquer um dos cinco ocupantesFernando Pires/Quatro Rodas Contra a lógica Um dos argumentos das picapes monobloco é o peso mais baixo comparado às picapes com carroceria montada sobre o chassi de longarinas, como a Ranger, que é 241 kg mais pesada que a Rampage. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasA picape da Ram ainda tem tração integral e câmbio automático de nove marchas: os 38,8 kgfm chegando às rodas multiplicado pelas primeiras relações de marcha mais curtas, teoricamente, favoreceriam seu desempenho frente à Ranger, que tem 41,3 kgfm, câmbio automático de seis marchas e usa tração 4×2 no asfalto. E o corte de custos continua com a falta de protetor de caçambaFernando Pires/Quatro RodasMas a Ranger foi mais rápida. Com seu 2.0, acelerou de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos, tempo 1,2 segundo mais rápido que o da Rampage. Em todas as outras medições de aceleração a picape Ford foi melhor, fazendo menos barulho. Fosse no passado, uma Ranger XLS como esta nem sequer teria central multimídia. Está bem equipada, mas o fato de se posicionar na base da linha explica o acabamento interno mais simplório. Bancos de couro já fariam uma boa diferençaFernando Pires/Quatro RodasNa verdade, o teste de pista só comprovou uma má impressão que a Rampage diesel havia deixado no uso do dia a dia, devendo fôlego em acelerações e retomadas, e demorando para reagir ao pedal do acelerador. Parece muito mais pesada do que realmente é. Não vivemos isso com a Fiat Toro, que usa o mesmo 2.0 turbo diesel com menos torque: 35,7 kgfm. Pode ser efeito da adaptação ao Proconve L7 e ao Arla 32, pois o consumo surpreende de tão bom: fez 11 km/l na cidade e 16,2 km/l na estrada. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A Ford Ranger não faz passar raiva. Responde rápido e tem fôlego quando o motor é convocado. É até interessante observar que as antigas versões 3.2 de 200 cv eram apenas 0,2 s mais rápidas no 0 a 100. E, embora não tenha o nível de conforto de rodagem e de um SUV como a Rampage, filtra tudo do asfalto muito bem, sem balançar muito ou quicar, como picapes médias gostam de fazer. Mas gasta mais diesel: fez 9,6 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasPelo preço da Rampage é possível comprar uma boa picape média, como a Ranger, que é a picape mais avançada hoje no Brasil. Apesar de ser menor, a Rampage compensa com níveis de conforto e de equipamentos raros até mesmo nas versões mais caras da Ranger. A Rampage Laramie vence o comparativo por entregar mais podendo fazer o mesmo no dia a dia que uma Ranger. É um baita mérito. Mesmo que, dificilmente, isso convença o tradicional comprador de picapes médias. Continua após a publicidade Veredicto Quatro Rodas – A Ranger é uma ótima picape básica. A Rampage é o melhor SUV com caçamba, e tão bem equipada que uma Ranger equivalente custa mais R$ 70.000. Ficha Técnica Ram Rampage Laramie diesel Motor: diesel, dianteiro, transversal, 4 cil., 1.956 cm³, 16V, 170 cv a 3.750 rpm, 38,8 kgfm a 1.750 rpm Câmbio: automático, 9 marchas, tração integral Direção: elétrica Suspensão: McPherson (dianteira) e multilink (traseira) Freios: disco ventilado (diant. e tras.) Pneus: 235/60 R18 Peso: 1.942 kg Dimensões: comprimento 502,8 cm; largura, 188,6 cm; altura, 178 cm; entre-eixos, 299,4 cm; tanque de combustível, 90 l; caçamba, 980 l; carga útil, 1.015 kg Ford Ranger XLS 4X4 Motor: diesel, dianteiro, longitudinal, 4 cil., 1.995 cm³, 16V, 170 cv a 3.500 rpm, 41,3 kgfm a 2.000 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração 4×4 Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo rígido com molas semielípticas (tras.) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Pneus: 255/70 R17 Peso: 2.183 kg Dimensões: comprimento 537 cm; largura, 220,8 cm; altura, 188,4 cm; entre-eixos, 327 cm; tanque de combustível, 80 l; caçamba, 1.250 l; carga útil, 1.037 kg Continua após a publicidade Teste Comparativo Quatro Rodas Aceleração Rampage Diesel Ranger XLS 4X4 0 a 100 km/h 12,9 s 11,7 s 0 a 1.000 m 34,2 s – 154,7 km/h 33,4 s – 154,4 km/h Velocidade máxima 186 km/h* 164 km/h* Retomadas D 40 a 80 km/h 5,2 s 5,1 s D 60 a 100 km/h 7 s 6,6 s D 80 a 120 km/h 9,1 s 8,9 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 14,6/26,6/62,8 m 16,4/29,6/65 m Consumo Urbano 11 km/l 9,6 km/l Rodoviário 16,2 km/l 13,5 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx. 47,7/71,5 dBA 41,2/73,4 dBA 80/120 km/h 61,2/72,4 dBA 58,4/72,2 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 96 km/h 97 km/h Rotação do motor a 100 km/h em 5a marcha 1.850 rpm 1.800 rpm Volante 2,7 voltas 2,7 voltas Seu Bolso Preço R$262.990 R$259.990 Concessionárias 123 110 Garantia 3 anos 5 anos Condições de teste: alt. 660 m; temp., 30/25,5 °C; umid. relat.., 63/74%; press., 759/758 mmHg Publicidade View the full article
  25. Qual a vida útil estimada das baterias de um carro híbrido e quanto custa sua substituição? José Debon, por e-mail A vida útil da bateria de um carro híbrido depende muito de cada fabricante e da forma como o veículo é utilizado, mas estima-se uma vida útil de dez anos, em média.Esse número é estimado pelos próprios fabricantes e pode ser pessimista. Isso porque há uma série de fatores que influenciam a durabilidade dos acumuladores. Relacionadas Auto-serviçoPor que os híbridos consomem menos combustível na cidade?19 mar 2018 - 17h03 Auto-serviçoExiste algum risco em usar apenas o modo elétrico em um híbrido?16 fev 2018 - 20h02 TestesComparativo: Toyota Prius enfrenta o tradicional Corolla19 fev 2018 - 14h02 Um carro que rode mais tempo na estrada, por exemplo, terá um desgaste menor, já que os ciclos de carga e descarga são mais constantes no uso urbano. Em uso rodoviário, a utilização do motor elétrico é menor. Baterias do Porsche Cayenne S HybridChristian Castanho/Quatro RodasHíbridos e carros elétricos têm o mesmo ônus de manutenção das baterias, já que esse equipamento precisa de substituição em longo prazo. A analogia com o celular é válida, já que a tecnologia pode ser comparada. Os ciclos de recarga têm comportamento semelhante e essas baterias perdem densidade energética com o passar do tempo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/ToyotaA troca não é barata, mas é feita quando o carro tem pelo menos oito anos de uso. Ou seja, uma segunda troca só seria necessária, teoricamente, dali a outros oito anos. Relacionadas Auto-serviçoAs baterias de carros elétricos sofrem de “efeito memória”?14 dez 2015 - 15h12 NotíciasPor que a China é líder mundial em carros elétricos?30 abr 2018 - 16h04 Auto-serviçoPor que existe o risco de tomar choque nos carros de F-1 atuais?8 fev 2018 - 15h02 Em compensação, em todo esse período, o híbrido ou elétrico dispensou uma série de outros reparos obrigatórios em um veículo que funcione apenas por motor a combustão. Basicamente, precisam da troca do filtro de ar (se forem refrigeradas a ar) ou da troca do fluido de arrefecimento (se for esfriada por líquido). Quanto custa trocar a bateria de um carro híbrido? Calor intenso pode reduzir a vida útil da bateria do PriusDivulgação/ToyotaNo caso dos Toyota Corolla Hybrid, Corolla Cross Hybrid e Prius, a bateria de 1,3 kWh de níquel-cádmio custa cerca de R$ 17.000, fora a mão de obra da troca. O valor absoluto pode impressionar, mas representa menos de 10% do preço de um Corolla híbrido novo. Já existe o comércio de baterias e até células (componentes internos da bateria) remanufaturadas no Brasil. A Renova Ecopeças, por exemplo, cobra entre R$ 8.000 e R$ 10.000 pela bateria usada dos Toyota – retiradas de carros sinistrados da Porto – com garantia de 3 meses. Relacionadas Auto-serviçoPor que os híbridos consomem menos combustível na cidade?19 mar 2018 - 17h03 Auto-serviçoQuanto tempo duram as baterias de um carro híbrido?9 Maio 2018 - 14h05 TestesTeste: Porsche Panamera 4 E-Hybrid8 fev 2018 - 20h02 Vale reforçar que o sistema híbrido dos Toyota (que inclui, além da bateria, o controlador do conjunto e o motor elétrico) tem proteção de fábrica de oito anos, sem limite de quilometragem. Em geral, é a mesma garantia dada a outros híbridos e elétricos no mercado. Continua após a publicidade Baterias de carros híbridos plug-in, porém, custam muito mais caro. Elas podem ter a mesma capacidade da bateria de um carro elétrico pequeno e ultrapassar os R$ 100.000. A troca da bateria, que tem tensão de 650 V, deve ser feita por oficinas especializadas e requer treinamento específico para lidar com a alta tensão e evitar choques elétricos. <span class="hidden">–</span>Reprodução/InternetIsso porque, no Brasil, qualquer trabalhador que precisar lidar com energia precisa seguir uma série de procedimentos e regras, muitas delas atreladas a norma NR10. Continua após a publicidade No caso de veículos híbridos e elétricos, isso significa, por exemplo, manter o veículo isolado de qualquer outro funcionário não treinado. Sem contar o uso de EPI (equipamento de proteção individual) específico para trabalho com alta tensão e até proteção contra fogo. Baterias podem ter segunda vida A Fórmula E pretende dar um novo uso às baterias dos carros atuaisFIA/DivulgaçãoAs baterias de veículos híbridos e elétricos também têm a chamada segunda vida. Apesar de, após esse período de desgaste inicial, elas não terem mais utilidade para serem usadas em automóveis, os acumuladores podem ser aplicados em outros sistemas. Continua após a publicidade Uma das possibilidade é usar essas baterias, que ainda têm boa capacidade de armazenamento, como reserva de sistemas de no-break. Esse uso, inclusive, é considerado pela Fórmula E quando a atual geração dos carros da competição for trocado, na próxima temporada, por monopostos mais avançados. Publicidade View the full article

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