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  1. Faróis terão os mesmos prolongamentos já mostrados nos flagrasReproduçãoO novo Volkswagen Golf só deveria ser revelado amanhã. Só que, para sorte dos curiosos, as primeiras imagens do hatch vazaram antes da hora. O site russo Autoblog.ru revelou o modelo, que manterá a mesma plataforma modular MQB da geração anterior. Mas o desenho mudará completamente. Plataforma continua a MQB da geração anteriorReproduçãoO visual segue fiel aos flagras que já haviam sido feitos: os faróis têm prolongamentos rumo aos paralamas, a grade é estreita e o logotipo já é atualizado. Modelo já recebeu o novo emblema da VolkswagenReproduçãoNo interior, se destaca o painel com linhas horizontais, com difusores de ar unidos, além das telas para central multimídia e quadro de instrumentos digital. Painel terá telas para central multimídia e quadro de instrumentosReproduçãoAinda não foram divulgadas informações oficiais. Entretanto, o fabricante adiantou que o Golf terá sistema híbrido parcial de 48V para melhorar o consumo. Veja também NotíciasNovo VW Golf surge na Alemanha com painel futurista e visual nem tanto15 out 2019 - 12h10 NotíciasExclusivo: VW mata o GTI e põe fim ao Golf brasileiro. GTE é o substituto9 ago 2019 - 18h08 NotíciasNova geração do Volkswagen Golf terá sistema híbrido de 48 volts17 maio 2019 - 20h05 Vale lembrar que, atualmente, o hatch não está à venda no Brasil. As configurações de entrada do modelo já saíram de linha, assim como o GTI. Resta esperar o GTE, que será lançado no início de novembro. View the full article
  2. Daihatsu Rocky, irmão do futuro Toyota RiseQuatro RodasA coletiva de imprensa foi toda conduzida em japonês, sem sequer um serviço de tradução simultânea. O material fornecido a jornalistas falava apenas sobre simpáticos e futuristas conceitos de vans e kei cars. Mas eis que, de maneira breve, o telão do estande da Daihatsu, marca subsidiária da Toyota no Japão, exibiu por alguns segundos a imagem de um SUV compacto que constava no espaço. Traseira denuncia que ele é derivado do conceito DN TrecQuatro RodasAqui está explicado por quêInternetEra por ele que eu estava procurando. Até porque o desenho da traseira me parecia bastante familiar. Logo na entrada do estande havia duas unidades à paisana, uma vermelha e uma branca. Ao lado delas, uma ficha técnica em japonês na qual se podia ler, com ajuda do tradutor do Google, a expressão “Novo SUV compacto”. Assim, sem nome. Modelo tem frente bojuda, mas não é tão largo. Conjunto óptico dianteiro é full-ledQuatro RodasTentei localizar algum representante da Daihatsu que falasse inglês e pudesse dar mais detalhes do misterioso produto. Até que consegui, enfim, ser apresentado a Toshio Shibagaki, gerente do departamento de estilo da companhia. Já as lanternas trazem apenas uma discreta luz de posição em ledQuatro RodasShibagaki explicou que o nome definitivo do carro deve ser “Rocky”. Que, sim, o modelo deriva do conceito DN Trec, apresentado em 2017. E que, sim, sua plataforma é a DNGA, variante simplificada da TNGA do nosso Corolla. Segundo ele, os exemplares exibidos no salão ainda são protótipos em estágio final, mas a versão definitiva de produção deve ser revelada “muito em breve”. Após pesquisas, descobri que a tal data é 5 de novembro. As vendas, efetivamente, devem ser iniciadas no princípio de 2020. Rodas aro 17 trazem quatro furos e são calçadas por pneus com menos de 20 cm de largura na banda de rodagemQuatro RodasMas o mais importante é que, ao ser perguntado se o modelo gerará um irmão com logotipo da Toyota, o representante da marca disse: “Espero muito que sim”. O modelo em questão se chamaria Rise. Rocky tem interior com aspecto bem espartanoQuatro RodasÉ esta a informação que mais me interessava, pois, segundo rumores dos últimos meses, estamos falando do futuro SUV nacional da Toyota, que será desenvolvido com investimento de R$ 1 bilhão na fábrica de Sorocaba (SP) e, conforme apuração exclusiva de QUATRO RODAS, começará a ser produzido em março de 2021. O que mais nos intrigou é que o Daihatsu Rocky é muito pequeno para os padrões de um SUV compacto brasileiro. Central flutuante à parte, cabine do motorista é simples, sem muitos botões ou firulasQuatro RodasSão 3,99 metros de comprimento (30 cm a menos que um Honda HR-V e 20 cm a menos que um VW T-Cross), 1,69 m de largura (4 cm a menos que o Chevrolet Onix Plus, um sedã compacto) e 2,52 m de entre-eixos (3 cm a menos do que um Toyota Yaris hatch ou sedã). Apesar do entre-eixos curto, assoalho plano e bancos finos ajudam a ampliar espaço traseiro para pernas. Mas não há sequer difusor de arQuatro RodasO peso, 980 kg, é equivalente ao de um VW up! TSI. E basta abrir uma das portas para sentir a estranha e extrema leveza da carroceria. Sua única dimensão condizente é a altura, 1,62 m, quase igual à de um Hyundai Creta. Tanto o Daihatsu é pequeno e leve que seu motor no Japão será um 1.0 três-cilindros turbo com apenas 98 cv de potência e 14,3 mkgf de torque, aliado a câmbio CVT. Apesar de muito compacto, Rocky oferece espaço interessante no porta-malasQuatro RodasMinha reação inicial foi: “Não é possível que a Toyota vá lançar um SUV pequeno assim no Brasil”. Resolvi então entrar na cabine. O espaço para pernas e cabeça surpreendeu. Como o modelo é alto e utiliza bancos dianteiros finos, os vãos são satisfatórios para acomodar quatro adultos sem aperto. Mas a largura não é tão generosa assim e três ocupantes juntos na fileira traseira vão inevitavelmente raspar ombros o tempo todo. Nas guarnições das portas é possível perceber o quanto o acabamento do modelo é simplesQuatro RodasJá o acabamento é espartano: couro e tecido mesclados nos bancos, muito plástico rígido, painel limpo, central multimídia flutuante, quadro de instrumentos aparentemente digital, ar-condicionado manual e poucos botões. Mas há duas câmeras no para-brisa para sistemas ativos de segurança, como frenagem autônoma emergencial e assistente de permanência em faixa. Por falta de uma, há duas câmeras para monitorar as assistências semiautônomas de segurançaQuatro RodasPor fora, faróis, capô e recortes do para-choque dianteiro remetem ao novo RAV4, mas a grade lembra bem a do Creta. A coluna A inclinada e o caimento mais quadradinho do teto parecem inspirados no Jeep Renegade. Já as lanternas bipartidas e integradas por uma faixa em preto brilhante têm um quê de Chery Tiggo 5X. As rodas aro 17 trazem acabamento diamantado, mas usam pneus finos (195/60) para os padrões de um SUV. Retrovisores externos trazem alerta de ponto cegoQuatro RodasA sensação de estranhamento perdurou. O Daihatsu Rocky não é desarmonioso ou desajeitado, mas continua parecendo compacto e simples demais para brigar com HR-V, Creta, T-Cross, Kicks e afins. Será que a Toyota vai arriscar mesmo assim? Será que sua intenção é brigar num segmento inferior, já mirando no mini-SUV que a VW fará em Taubaté? Será que o projeto receberá modificações profundas para ficar mais comprido e largo no Brasil? Será que, no fim das contas, nosso SUV será outro modelo que nada tem a ver com este? Será? Veja também NotíciasNovo Toyota Mirai terá visual de carro comum para vender mais23 out 2019 - 07h10 NotíciasO que faz o novo Toyota Yaris japonês ser muito melhor que o brasileiro17 out 2019 - 19h10 NotíciasCorolla 2.0 2019 x Corolla 2.0 2020: as diferenças de desempenho e consumo22 out 2019 - 07h10 Confesso que entrei no estande à procura de respostas, mas saí de lá com muito mais perguntas na cabeça. Agora é esperar mais um ano, até o Salão de São Paulo 2020, onde nosso futuro SUV deve ser enfim revelado. View the full article
  3. As principais mudanças externas estão nos para-choques, rodas, grade do radiador, faróis e lanternas.Mercedes-BenzA Mercedes-Benz foi a primeira marca premium a buscar um novo entendimento da legislação que rege os modelos a diesel no Brasil para oferecer um SUV com essa tecnologia sem ser equipado com a tradicional tração 4×4 com reduzida. A porta aberta pelo pioneiro Classe M foi aproveitada pelo restante da gama da marca e seus concorrentes, todos interessados em oferecer uma alternativa econômica em relação aos motores a gasolina. O último a surfar nessa onda é o novo GLC linha 2020, versão reestilizada do SUV médio de entrada da Mercedes. O modelo chega às lojas em novembro equipado somente com um inédito 2.0 quatro-cilindros turbodiesel de 194 cv e 39 mkgf, com câmbio automático convencional de nove marchas e tração integral. Lanternas e para-choques também foram alteradosMercedes-BenzInicialmente serão ofertadas em duas versões: Off-road (R$ 294.900) e Enduro (R$ 329.900). Apesar do nome desta última, elas se diferem basicamente em equipamentos, e possuem a mesma aptidão (moderada) ao fora-de-estrada. Junto com a dupla virá o novo GLC Coupé, que terá somente o trem de força a gasolina já usado no C300, composto por um 2.0 turbo de 258 cv e 37,7 mkgf, com a mesma transmissão do modelo turbodiesel. O modelo de apelo esportivo terá somente uma versão, por R$ 362.900. Versão com perfil cupê virá apenas com motor a gasolinaMercedes-BenzO pacote de equipamentos é farto desde o pacote inicial, com quadro de instrumentos digital, faróis totalmente em leds, sensor e câmera de ré, rodas de 19″, chave presencial e ar-condicionado de duas zonas. O GLC 220 d Enduro soma controlador de velocidade adaptativo, carregador de celular por indução, sistema de som Burmester, câmeras 360º, assistente de estacionamento automático e teto-solar panorâmico duplo. Versão Coupé tem rodas maiores e suspensão mais firmeMercedes-BenzCom apelo esportivo, o GLC 300 Coupé se diferencia pelas rodas de 20″, suspensão esportiva e dianteira exclusiva, como já ocorria na versão anterior do modelo. Oi, Mercedes. Alô? Oiê… No interior o destaque fica por conta do novo painel digital e da central multimídia MBUXMercedes-BenzEntre os equipamentos do novo GLC o destaque fica por conta do sistema multimídia MBUX, que usa inteligência artificial para se adaptar ao motorista e permitir funções que vão além de “troque a estação do rádio”. A assistente eletrônica pode ser ativada falando “Oi, Mercedes” ou uma expressão à sua escolha, mas normalmente depende de acesso à internet para ter sua plena eficácia. Como o MBUX não oferece conexão própria à internet no Brasil, o recurso possui as mesmas limitações já vistas nos novos Classe A. O porta-malas manteve o bom volume de 550 litrosMercedes-BenzEm nosso teste, por exemplo, ela teve dificuldade em entender o que pedíamos e não foi possível sequer abrir as cortinas do teto-solar panorâmico duplo (exclusivo da versão Enduro) ou acionar as luzes de leitura. O que é uma pena, já que o sistema possui um excelente reconhecimento de voz e até de quem fez o pedido. Quando o passageiro solicita a alteração da temperatura do ar-condicionado, por exemplo, somente o lado dele será ajustado no controle de duas zonas. O carregador de celular por indução é exclusivo da versão EnduroMercedes-BenzA interface do MBUX pode ser controlada por três comandos distintos: no touchpad, entre os bancos, na tela central de LCD ou por meio de pequenos botões sensíveis ao toque embutidos no novo volante. A curva de aprendizado íngreme pode dificultar os proprietários no início, mas nada que alguns dias de uso contínuo para se habituar. NVo quê? O motor 2.0 turbodiesel de quatro cilindros faz sua estreia no BrasilMercedes-BenzUm dos quesitos levados em conta durante o desenvolvimento de um carro é o NVH. A sigla em inglês se refere a ruído, vibração e aspereza. E o novo GLC consegue se destacar com excelência nos três, mesmo equipado com um motor turbodiesel. Tanto em marcha-lenta quanto parado o silêncio na cabine é destaque, seguida pela total ausência de vibrações. Na realidade, só dá para lembrar que estamos em um turbodiesel pela faixa do conta-giros se iniciando a 5.000 rpm e pelo forte efeito giroscópio (que faz a carroceria inclinar no sentido oposto ao do giro do motor) ao acelerar o carro parado. As rodas são sempre de 19″, alterando o desenho entre as versões Enduro e Off-roadMercedes-BenzEsses atributos caem como uma luva com a calibração da suspensão independente nas quatro rodas. Mesmo sem terem bolsas infláveis, elas entregam um rodar suave, com absorção intensa de quase todas as imperfeições no asfalto. Naturalmente isso se reflete em uma rolagem maior da carroceria em curvas, mas é provável que muitos de seus clientes mal percebam isso. O GLC leva o conceito suave e silencioso que marcou muitos Mercedes-Benz à risca. Nada dele é rápido ou brusco: o mapa do acelerador sempre dá um pequeno atraso na resposta, mesmo no modo de condução mais esportivo. As acelerações não vêm com trancos que empurram suas costas ao banco, e a direção mistura precisão alemã com uma desmultiplicação mais intensa (são mais de três voltas de batente a batente). O GLC 220 d Enduro vem de fábrica com um engate elétrico retrátil atrás do para-choque traseiroMercedes-BenzEste não é o carro para quem busca esportividade — para eles haverá o GLC 300 Coupé, ou os rivais BMW X3 e Audi Q5. O foco do GLC é levar quatro adultos com conforto e silêncio, e isso ele faz como ninguém. Neste ponto vale o destaque para a oferta do controlador de velocidade adaptativo (Distronic) de série na versão Enduro, acompanhado de monitoramento de veículo em ponto cego e assistente de manutenção de faixa. Os três sistemas, porém, não são integrados como no Classe E, e não permitem uma condução semi-autônoma completa, como o Volvo XC60 D5 dispõe por um preço muito menor (R$ 251.724). Veja também NotíciasLonga Duração: o desmonte do Jeep Compass Longitude 4×4 diesel4 abr 2019 - 04h04 TestesVolvo XC60: motor diesel para tentar desbancar o Discovery Sport29 ago 2018 - 13h08 NotíciasMercedes confirma sete novos SUVs para o Brasil22 out 2019 - 10h10 Aí entra um item exclusivo do GLC: a estrela de três pontas na grade. O modelo entrega as principais qualidades de acabamento, silêncio e suavidade estimadas por muitos clientes que valorizam a marca. Resta saber se isso será o bastante para que os clientes abram mão de um rival mais completo, no caso do Volvo, e de um com sete lugares (Land Rover Discovery Sport), para botar na garagem o status de um SUV alemão. View the full article
  4. FULLPOWER - A Suzuki revelou nesta quarta-feira (23) os preços oficiais do Jimny Sierra no Brasil. Importada do Japão, a quarta geração do jipinho 4×4 começa a ... Novo Jimny Sierra tem preços entre R$ 104 mil e R$ 123 mil View the full article
  5. Suzuki chega às lojas em novembroSuzukiA Suzuki anunciou os preços do novo Jimny Sierra. O jipinho chega em três versões: 4You (manual), R$ 103.990; 4You (automático), R$ 111.990 e 4Style, R$ 122.990. O SUV compacto que é a quarta geração do jipinho conhecido simplesmente por Jimny, no Brasil, começa a ser vendido no início de novembro. A adição do nome Sierra se justifica pelo fato de que o novo modelo (exemplar de quarta geração) não vai substituir o antecessor (de terceira geração). Na quarta geração, jipinho ganhou novo visual e equipamentosSuzukiNo Brasil, o Jimny Sierra que virá importado do Japão vai coexistir com o Jimny, que é produzido na fábrica da HPE (Mitsubishi e Suzuki), em Catalão (GO). No Japão também existem duas versões Jimny e Jimny Sierra, mas o Jimny de lá também é novo só que em versão mais simples. O Jimny japonês é menos equipado que o Sierra, não tem molduras nas caixas de rodas e seu motor tem apenas 660 cc. Ele entra na categoria dos kei cars, para carros de menor porte que gozam de isenções fiscais. Modelo não aposenta o antecessor, que segue em linhaSuzukiPor aqui, a diferença entre as versões 4You e 4Style está no conteúdo. A 4 Style é mais completa. Desde as versões 4You (manual e automática), o Suzuki já conta com sistemas eletrônicos como ESP, Hill Hold e Hill Descente Control. No que diz respeito à segurança, o Sierra traz ainda os obrigatórios ABS e duplo airbag de série. Na versão 4Style, SUV traz ar-condicionado digitalSuzukiAlém desses itens, há computador de bordo, volante ajustável em altura, bancos bipartidos, central multimídia com tela touch de 7 polegas e compatibilidade com sistemas Apple Carplay e Android Auto, e ar-condicionado manual. A 4Style acrescenta à lista piloto automático, faróis led com projetor, ar-condicionado digital, caixa porta-trecos no porta-malas e volante revestido em couro. Visualmente, a versão 4Style se diferencia nos detalhes com maçanetas na cor da carroceria e espelhos retrovisores externos na cor preto brilhante. Instrumentos foram inspirados no modelo da segunda geraçãoSuzukiO Jimny Sierra tem o mesmo porte do antecessor. Suas medidas de comprimento (364,5 cm) e distância entre-eixos (225 cm) são idênticas. Mas o Sierra ficou um pouco mais alto (172,5 cm ante 170,5 cm) e mais largo (164,5 cm congra 160 cm). E houve também mudanças na geometria de suspensão. O ângulo de entrada aumentou de 35 para 37 graus. E o de saída foi de 45 para 49 graus. O vão livre subiu de 20 para 21 cm. Central multimídia é compatível com Apple Carplay e Android AutoSuzukiO Jimny Sierra mantém a construção robusta com chassi separado da carroceria, tração integral e suspensões de eixos rígidos. Mas ganhou a opção do câmbio automático de quatro marchas (a manual tem cinco marchas) e motor 1.5 no lugar do 1.3. Tecnicamente, o motor 1.5 não configura um avanço em relação ao 1.3. Os dois têm as mesmas características construtivas (bloco de alumínio, 4 cilindros, 16 válvulas, comando de válvulas variável na admissão), mas o 1.5 gera mais força. Veja também SalõesSuzuki Jimny Sierra chega em 2019 com câmbio automático7 nov 2018 - 09h11 NotíciasSuzuki Jimny nacional garante sobrevida com linha 202019 jun 2019 - 11h06 NotíciasPreparadora japonesa deixa Suzuki Jimny com “cara” de Classe G e Defender19 nov 2018 - 17h11 O motor 1.5 tem 108 cv de potência e 14,1 kgfm de torque enquanto o motor 1.3 entrega 85 cv e 11,2 kgfm. Essa força extra faz toda diferença no comportamento do carro no asfalto e também nas trilhas, como pudemos experimentar. Na transmissão, além da opção do câmbio automático, houve outra mudança que os donos dos modelos atuais vão repara. Trata-se do engate de tração mecânico. Engates de tração 4×4 e 4×4 reduzida são mecânicosSuzukiSegundo a Suzuki, esse foi um pedido dos jipeiros que confiam mais nas alvancas do que nos botões de engates elétricos. Mas também existe um argumento técnico em favor da troca de sistema que é a ausência de fios (chicote elétrico) sob o carro que podem ser danificados nas trilhas No dia-a-dia, a direção do Suzuki ficou mais leve com a assistência elétrica, mas continua a exigir um giro maior do volante nas curvas em razão do tradicional sistema de esfera recirculantes, mais comum em veículos mais pesados. Novos coxins de chassi deixaram o Jimny mais confortávelSuzukiJá no que diz respeito à suspensão, não houve alteração no conjunto, mas a troca dos coxins entre o chassi e a carroceria tornou a vida a bordo mais confortável, uma vez que os coxins filtram parte das irregularidades do piso que chegam à cabine. Nas trilhas, o amortecimento do chassi deixou a carroceria mais solta, oscilando com maior amplitude quando o carro passa por obstáculos. Mas no asfalto essa característica não comprometeu a estabilidade e nem deixou o veículo mais sensível a ventos laterais, por exemplo. Capacidade do porta malas vai de 85 a 377 litros (com bancos rebatidos)SuzukiSegundo a Suzuki, o Jimny com carroceria antiga segue sem alterações na oferta, em quatro versões (4Work, 4All, 4Sport e Desert), com preços entre R$74.490 (4Work) e R$ 92.990 (Desert). O novo modelo ficou mais caro que o antecessor e até mesmo que o SUV Suzuki de maior porte, o Vitara, na versão 1.6 16V 4All (R$ 97.490) mas ainda custa menos que o rival Troller T4 (R$ 136.674) – mais robusto e movido a diesel. View the full article
  6. Novo Versa virá do MéxicoNissanJá se sabia que o novo Nissan Versa viria ao Brasil em 2020, importado do México. Mas não exatamente quando. O mistério agora acabou: no Salão de Tóquio 2019 o presidente da marca no Brasil, Marcos Silva, confirmou que a chegada ocorrerá no segundo trimestre do ano que vem. Traseira lembra o SentraNissanAo que tudo indica, não há chance de a nova geração, que será focada muito mais em tecnologia e harmonia visual do que em espaço interno, ser nacionalizada. “Estamos trabalhando para crescer com consistência e otimizar os investimentos, aproveitando ao máximo o intercâmbio que temos nas fábricas de Resende (RJ), Argentina e México”, comentou o executivo. Já a cabine lembra muito a do KicksNissanOutra confirmação: o Versa antigo continuará a ser feito no Brasil, junto com Kicks e March, mas passará a se chamar V-Drive, assim como no México, tão logo o irmão chegue ao país. Ainda não está confirmada a motorização a ser usada pelo novo Versa, mas é quase automático esperar pelo uso do mesmo 1.6 quatro-cilindros flex de 114 cv usado pelo Kicks, também preparado para ser flex e aliado a câmbio CVT. Enquanto isso, o V-Drive seguiria à venda com propulsor 1.0 e câmbio manula, com foco em custo-benefício. Antigo Versa vai passar a se chamar V-DriveNissanApesar da chegada do novo Versa e da vindoura troca de geração do Sentra (que deve mudar na América do Norte em 2020), Silva garante que a fabricante ainda tem planos para o sedã médio no país. Já o hatch compacto March deve receber uma profunda atualização voltada ao mercado local, aproveitando a plataforma do Kicks e do próprio Versa novo (que já representa uma renovação da base V dos atuais March e Versa). “Seremos bem atrevidos com o novo March”, garantiu o presidente local da Nissan. Entretanto, essa mudança deve ficar para 2021. Veja também NotíciasCom traços do Kicks, Nissan Juke ganha harmonia sem perder a essência9 set 2019 - 09h09 Também segue nos planos o SUV médio X-Trail, assim que este for renovado em outros mercados. Para ele, as opções seriam versões elétricas ou com o motor 1.3 turbo de origem Renault, criado em parceria com a Mercedes-Benz (e usado pelo novo Classe A Sedan). View the full article
  7. Toyota Mirai ConceptQuatro RodasEsqueça o estilo “Jaspion”. Se a primeira geração do Toyota Mirai continha um visual futurista para lá de controverso – visto quase que unanimemente como feio -, a segunda apostará em traços mais contidos e certeiros. Tudo para vender mais. Na prévia com jornalistas para o Salão de Tóquio 2019, executivos da fabricante não se esquivaram de dizer que a ideia foi deixar o modelo mais harmonioso e com cara de carro comum. Assim ficou a traseira da segunda geraçãoQuatro Rodas“Pensamos em um carro mais emocional e com estilo mais cativante. Queremos que as pessoas comprem um Mirai porque gostaram do carro, e não apenas porque é um veículo com célula de combustível”, afirmou Yoshizaku Tanaka, engenheiro-chefe do projeto, durante a apresentação. Não é para menos. Desde 2014, quando foi lançado, apenas 10.000 unidades foram comercializadas. E estamos falando de vendas globais. Assim, foi-se o jeitão de notchback desajeitado e entrou no lugar a silhueta de um sedã grande e elegante. Como comparação, o polêmico visual do primeiro MiraiToyotaSão 8,5 cm a mais de comprimento e 14 cm de ganho em distância entre-eixos. Ao mesmo tempo, a altura foi reduzida em 6,5 cm, enquanto os pneus são 7,5 cm maiores em diâmetro (rodas aro 20) e 8 cm mais largos. Grade enorme se destaca na dianteiraQuatro RodasA radical mudança resultou em quase 5 metros de comprimento e 2,92 m de entre-eixos, além de 1,88 m de largura e 1,47 m de altura. De lado, é impossível não comparar o novo Mirai a um Jaguar. A dianteira traz grade trapezoidal marcantemente larga e faróis que lembram o novo Hyundai Sonata. Já a traseira, composta por lanternas integradas e trios de guias em led com efeito tridimensional, remetem a modelos da Kia. Faróis trazem guias e duplos projetores de ledQuatro RodasO que não muda é a utilização de uma célula abastecida por hidrogênio que, na reação com o oxigênio, gera energia para alimentar o(s) motor(s) elétrico(s) e despeja água da mais pura no sistema de escape. Rodas aro 20 são bem maiores, mas ainda trazem desenho conservadorQuatro RodasComo a nova geração foi apresentada ainda como conceito, dados de desempenho e autonomia não foram revelados. O que a Toyota afirma é que a segunda geração terá autonomia 30% maior do que a atual, estipulada em aproximadamente 500 km. Lanternas integradas e com efeito tridimensional são outro destaque do novo MiraiQuatro RodasIsso será alcançado com ganho de eficiência no aproveitamento da energia elétrica e também com um aumento no tanque de hidrogênio. QUATRO RODAS entrou na cabine do agora sedã e verificou que os vãos para as pernas ficaram muito generosos. Por outro lado, os assentos traseiros ainda são excessivamente altos e isso sacrifica o espaço para a cabeça. Painel minimalista do Mirai traz duas telas digitais de 12,3 e 10,2 polegadasQuatro RodasO painel tem design limpo, concentrando as telas todas próximas ao motorista. Mas ainda há espaço para pequenas doses de ostentação, como nas faixas com luzes coloridas nos painéis central e laterais. O habitáculo do motorista do novo MiraiQuatro RodasO acabamento tem opções de tom totalmente cinza escuro ou caramelo com faixas contrastantes em cinza e marrom. Veja também NotíciasO que faz o novo Toyota Yaris japonês ser muito melhor que o brasileiro17 out 2019 - 19h10 NotíciasCorolla 2.0 2019 x Corolla 2.0 2020: as diferenças de desempenho e consumo22 out 2019 - 07h10 NotíciasToyota fará SUV no Brasil em 2021 com investimento de R$ 1 bilhão19 set 2019 - 08h09 O novo Mirai deve se tornar um carro real no último trimestre de 2020, para ser vendido em mercados como Japão, Europa, China e Estados Unidos. View the full article
  8. Saiba qual marca é a preferida dos proprietários na área de serviçosQuatro RodasAssistência Técnica 1º Toyota: 96,2 É a primeira vez que a Toyota enfileira três vitórias consecutivas na assistência técnica. Com isso, ela quase se iguala à Honda, que foi tetra em duas temporadas (2004-2008 e 2010-2014). O segredo foi ter ido bem em todos os oito quesitos que formam a nota final (veja lista ao lado), mas em três deles a Toyota foi a melhor do grupo: pontualidade, disponibilidade de peças e qualidade do trabalho. A (boa) surpresa do ano foi a Nissan, que saltou da sexta posição de 2018 para empatar na vice-liderança com a Hyundai. Também surpreendente foi o quarto lugar da Honda, que até então nunca havia ficado abaixo do terceiro lugar. Depois, duas marcas chamaram a atenção ao ganhar 5,1 pontos: Jeep (foi de nono para sexto) e Ford (de décimo para sétimo). 2º Hyundai 95,7 Nissan 95,7 4º Honda 94,3 5º Chevrolet 94,2 6º Jeep 93,5 7º Ford 91,7 8º Fiat 91,2 9º Renault 90,3 10º Volkswagen 90,1 Os 8 itens que formam a nota da assistência técnica: • Disponibilidade de peças • Prazo de realização do serviço • Preço da mão de obra • Qualidade de atendimento • Pontualidade • Transparência • Relação custo/benefício na rede • Qualidade do trabalho executado Pneu 1º Michelin: 29% Quando chegou ao topo da categoria das marcas preferidas de pneus, em 2016, a francesa Michelin se acomodou por lá e nunca mais foi ameaçada. Até hoje ela se encontra com a confortável vantagem de 9 pontos percentuais sobre a italiana Pirelli, que desde aquele ano estacionou na segunda colocação. Curiosamente, as duas mantiveram os mesmos percentuais do ano passado. 2º Pirelli 20% 3º Goodyear 13% 4º Bridgestone 10% 5º Continental 9% 6º Firestone 3% 7º Dunlop 2% Outros 5% Não sei 9% Oléo lubrificante 1º Shell e Lubrax: 11% A Lubrax não vencia desde 2016. Terceiro lugar no ano passado, ela empatou na liderança com a Shell, que foi vice em 2018. Pior para a Castrol, que passou de campeã para a atual terceira posição. 3º Castrol 10% 4º Petronas/Selenia 8% Óleo original 8% 6º Esso/Mobil 5% 7º Motul 4% Texaco/Havoline 4% 9º Elf 3% Ipiranga 3% Outros 4% Não sei 27% Som automotivo 1º Pioneer: 43% Esta categoria é um marasmo só. Desde que foi criada, em 2004, deu apenas Pioneer. E foi quase igual à edição passada: das três primeiras, a Sony perde 1 ponto percentual e as demais não se alteraram. 2º Sony 11% 3º Kenwood 4% 4º Som original 3% 5º Alpine 2% JBL 2% JVC 2% Outros 10% Não sei 23% Com a liderança isolada, Postos Ipirangas são os prediletos dos usuáriosQuatro RodasPosto de combustível 1º Ipiranga: 33% Entre os postos, a BR foi hegemônica desde 2004 até seu reinado ser ameaçado, em 2017, quando empatou com a Ipiranga (32% ambos). No ano seguinte, a BR (28%) caiu a terceiro e viu Shell e Ipiranga comemorarem um empate no alto do pódio do segmento, com 32%. Em 2019, enfim um campeão solitário: é a terceira vitória seguida da Ipiranga, mas só desta vez sem dividir o título. 2º Shell 31% 3º BR 28% Outros/não sei 8% Veja também Auto-serviçoCorreio Técnico: reabastecer devagar faz o combustível render mais?11 set 2019 - 09h09 Auto-serviçoCorreio Técnico: motocicletas usam cânister, como nos carros?24 set 2019 - 07h09 Auto-serviçoCorreio Técnico: para que serve o botão “Rest” do ar-condicionado?29 ago 2019 - 07h08 Seguradora 1º Porto Seguro: 28% Assim como a Pioneer é soberana em som automotivo, a Porto Seguro sempre foi a preferida entre as seguradoras. O tédio é tão grande que ela manteve até os mesmos 28% do ano passado. A mudança, porém, vem a seguir. A Tokyo Marine subiu da terceira colocação, com 8% em 2018, para a vice-liderança atual, com 10%. No restante, permaneceu tudo mais ou menos igual, com alterações de, no máximo, 1 ponto percentual. 2º Tokyo Marine 10% 3º HDI 8% 4º Allianz 7% 5º Liberty 6% SulAmérica 6% 7º Azul 5% Bradesco 5% Itaú Seguros 5% 10º Mapfre 4% Outros 9% Não sei 7% View the full article
  9. Quarta geração do FitQuatro RodasAinda é um monovolume, só que com traços muito mais arredondados e delgados. Assim pode ser definida a quarta geração do Honda Fit, revelada no Salão de Tóquio 2019. Os traços lúdicos parecem ter sido pensados especificamente para o mercado japonês, mas certamente causarão controvérsia entre consumidores como o brasileiro, que enxerga com mais simpatia um carro que faz cara de mau. Fit estreia nova plataforma e poderá ser turbo e híbrido no BrasilQuatro RodasÉ bem provável que a matriz autorize modificações estéticas voltadas a mercados como o nosso, além da Europa, onde a minivan é vendida como Jazz. Para os Estados Unidos a chegada da nova geração ainda é uma incógnita. Mas falemos sobre Brasil, que é o que mais nos interessa. Aplique na coluna C lembra ou não a do antigo Agile?Quatro RodasOs representantes nacionais da fabricante no salão falaram muito pouco a respeito de sua chegada, mas podemos apostar que ela acontecerá entre o fim de 2020 e primeiro semestre de 2021, visto que no Japão o lançamento efetivo ocorrerá em fevereiro do ano que vem. Fit não chega ao Brasil antes do fim de 2020Quatro RodasSegundo nosso parceiro Autos Segredos, o novo Fit finalmente promoverá em nosso mercado a estreia do motor 1.0 três-cilindros turbo com injeção direta, preparado para ser flex, aliado a câmbio CVT. E atenção: há chances de que ele tenha também uma versão híbrida. Lanternas horizontais surpreendemQuatro RodasMesmo a divisão nipônica da Honda divulgou pouquíssimas informações a respeito da quarta geração. Sabe-se que ela terá a mesma família de motorização híbrida do Accord, denominada e, que conta com dois motores elétricos postados sobre as rodas dianteiras. Painel é limpo e traz botão para partida do motor. Console também tem pegada minimalistaQuatro RodasTambém incluirá, pelo menos no Japão, um serviço similar ao Chevrolet OnStar, com controle remoto de funções do veículo via aplicativo de celular e assistência para emergências e serviços gerais. Contará ainda – e isso deve constar no pacote brasileiro – com o pacote Honda Sensing, que inclui assistências ativas de segurança, tais quais controle de cruzeiro adaptativo, leitura de faixa e frenagem autônoma emergencial. Nada de central multimídia flutuante: no Fit, soluções internas são conservadorasQuatro RodasVisualmente, o novo Fit chama a atenção pelos faróis largos, ainda mais que os da segunda geração, porém integrados por uma grade fina e “afundada”. O capô, levemente elevado, faz com que sua silhueta possa ser confundida com a de um hatch. O aplique na coluna C, formando um discreto efeito de teto flutuante, lembra muito o do nosso extinto Chevrolet Agile (e isso não necessariamente é uma boa notícia). Ufa! Os bancos moduláveis, marca registrada do Fit, continuam na quarta geraçãoQuatro RodasJá a traseira surpreende pela presença de lanternas horizontais bipartidas, também com traços arredondados. Dimensões não foram reveladas, mas a cabine parece tão espaçosa quanto antes, e traz os já conhecidos bancos moduláveis. O painel é minimalista, assim como o console central. Porta-malas continua a ser generoso para um veículo compactoQuatro RodasO acabamento dos bancos varia entre tecidos e couro, de acordo com a versão escolhida. Para o público japonês serão cinco, todas com nomes bem peculiares: Basic, Home, Ness, Crosstar, and Luxe. Veja também NotíciasNovo Honda City 2020 é flagrado da Tailândia e tem a cara do Civic15 out 2019 - 12h10 TestesVídeo: Honda HR-V Touring 1.5 turbo é uma boa compra a R$ 139.990?9 out 2019 - 14h10 NotíciasElétrico Honda e aposta em simpatia e simplicidade para agradar europeus6 set 2019 - 07h09 A Crosstar possui teto bicolor e apliques que lhe conferem caráter aventureiro, além de revestimento impermeável nos bancos. A Ness pinta apenas colunas, parábola do teto e capas dos retrovisores na cor verde limão. Já a de topo Luxe traz couro, apliques cromados e rodas de liga leve aro 16. View the full article
  10. Nova geração do Chevrolet Onix estreia os motores 1.0 CSS Prime em versões aspirada e turboChevroletA Chevrolet anunciou nesta terça-feira (22) investimentos para a expansão da fábrica de motores da General Motors em Joinville (SC). De unidade saíam os propulsores de Onix e Prisma – rebatizados Joy e Joy Plus – e agora serão feitos os conjuntos de Onix e Onix Plus. Fábrica de Joinville mais que quadruplicou sua área para produzir os novos motoresChevroletSaem os antigos 1.0 e 1.4 SPE/4, que serão feitos apenas em São José dos Campos (SP), e chegam os tricilindricos 1.0 da família CSS, em versões aspirada e turbo, sempre com bloco de alumínio. Novo motor 1.0 de três cilindros tem versão aspirada de 80 cv e turbo, com 116 cvChevrolet“Nossa fábrica agora está na segunda fase. Investimos R$ 1,9 bilhão para criar essa nova linha de motores, que foi desenvolvida em conjunto com a Europa”, afirma Marcos Munhoz, vice-presidente da GM para a América Latina. Veja também TestesComparativo: Chevrolet Onix Plus ou Hyundai HB20S? Veja qual entrega mais21 out 2019 - 07h10 NotíciasVídeo: os detalhes do Chevrolet Onix Plus que você talvez ainda não saiba17 out 2019 - 19h10 NotíciasChevrolet confirma: velho Prisma vira Joy Plus e já é vendido a R$ 51.29014 out 2019 - 17h10 Com o investimento, a área da fábrica passou de 14.000 m² para 60.800 m² e a capacidade anual de produção saltou de 174.000 para 410.000 unidades. No total, 1500 propulsores sairão das linhas de montagem por dia, que atenderão toda a produção de Onix e Onix Plus em Gravataí (RS). View the full article
  11. A melhor e praticamente única forma de carregar o e-tron são em estações rápidasAudiA EDP, em parceria com Audi, Porsche e Volkswagen, anunciou a instalação dos primeiros 30 pontos de recarga ultrarrápida para veículos elétricos que cobrirão todo o estado de São Paulo. A iniciativa também envolve as empresas ABB, Electric Mobility Brasil e Siemens, que serão fornecedoras da tecnologia de carregamento que será utilizada. Esta rede de recarga vai de encontro com os planos das três fabricantes no Brasil. A Volkswagen lança no início de novembro o Golf GTE, versão híbrida com desempenho semelhante ao do Golf GTI, mas com motor elétrico e conjunto de baterias que pode ser recarregado em tomadas. Já a Audi lança em maio do ano que vem o E-Tron, um SUV elétrico com autonomia de até 400 km e preço na casa dos R$ 500.000. Golf GTE será lançado no Brasil no início de novembroVolkswagenA Porsche, por sua vez, já vende no Brasil versões híbridas plug-in de Panamera e Cayenne, e trará ao Brasil no segundo semestre de 2020 o Taycan, seu primeiro esportivo elétrico. Ele tem até 761 cv de potência, chega aos 100 km/h em apenas 2,8 segundos e poderá ser mais barato que o Panamera no Brasil. Para os Porsche Taycan e Audi E-Tron a melhor notícia é que todos os postos terão recarga ultrarrápida. 29 deles serão de 150 kW, capaz de repor 80% da carga do E-Tron em 30 minutos e um terá 350 kW, que repõe 80% da carga do Taycan em 22,5 minutos. Os mesmos pontos de recarga ainda terão estações semirrápidas, de 22 kW, adequada ao Golf GTE. Recarga do Taycan em um posto de 11 kW leva 9h. Em um de 350 kW recupera 80 em 22,5 minPorscheAs estações de recarga em rodovias estarão posicionadas a uma distância máxima de 150 km nas seguintes vias paulistas: Régis Bittencourt, Washington Luís, Rodoanel Mário Covas, Tamoios, Carvalho Pinto, Imigrantes e Dom Pedro. Veja também NotíciasExclusivo: VW mata o GTI e põe fim ao Golf brasileiro. GTE é o substituto9 ago 2019 - 18h08 TestesAudi e-tron enfrenta os desafios de ser elétrico e SUV ao mesmo tempo18 dez 2018 - 18h12 TestesExclusivo: aceleramos o superesportivo elétrico Porsche Taycan27 set 2019 - 07h09 A implementação dos postos de recarga começa ainda em 2019 e as primeiras inaugurações ocorrerão em 2020. A intenção da EDP é estender a rede de recarga para Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba e Florianópolis com mais 34 pontos de recarga até 2023, formando um corredor de abastecimento de veículos elétricos de 2.500 km. O investimento total será de R$ 32,9 milhões. Audi e-tron chega ao Brasil em maio de 2020AudiView the full article
  12. Novo Mercedes-Benz GLC chegará em breve ao BrasilQuatro RodasAté julho de 2020 a Mercedes promoverá a maior renovação da história em sua linha de SUVs. A marca confirmou nesta terça-feira (22) que irá lançar no Brasil sete novos SUVs nós próximos nove meses. O modelo será o primeiro da renovação de SUVs da marcaQuatro RodasO primeiro a chegar será o GLC, que passou por sua primeira reestilização e retorna ao mercado nas versões SUV e Coupé. Em seguida virão as novas gerações do GLE, GLE Coupé e o topo de linha GLS, já em 2020. Novo GLB também já tem lugar garantido nas lojas brasileirasQuatro RodasO inédito GLB, que já circula em testes no Brasil, também chega ano que vem e promete se destacar pelo preço menor por conta da produção no México e oferta de sete lugares. Modelo virá do México e terá sete lugaresQuatro RodasO último a chegar será o novo GLA. A nova geração do SUV compacto não foi revelada ainda, mas irá repetir o visual que estreou no novo Classe A. Gigante GLS também está confirmado para 2020Mercedes-BenzO modelo terá opção de motor 1.3 turbo desenvolvido em parceria com a Renault. A Mercedes, porém, não confirmou se a montagem continuará a ser feita em Iracemápolis (SP). A boa notícia para quem não abre mão de performance é que todos os modelos também serão ofertados nas versões AMG, indo do 35 até o 63. Os AMG 65, com motor V12 biturbo, estão sendo descontinuados por conta da alta emissão do motor de doze cilindros. View the full article
  13. Versão Sense deverá manter visual do 200 TSIVolkswagenO Volkswagen T-Cross deverá ganhar uma nova versão Sense, exclusiva para público PCD, que chegará às concessionárias no mês de novembro por R$ 69.990. Com as isenções de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o valor final chegará aos R$ 57.690. Modelo para PCD deverá ter rodas de açoVolkswagenSegundo QUATRO RODAS apurou junto a vendedores, o modelo não será oferecida ao público em geral, como Polo e Virtus destinados a PCD – e também batizados Sense. A lista de itens de série do SUV será semelhante à do hatch, com sensor de estacionamento traseiro, central multimídia, controle de estabilidade e ar-condicionado. Mas não haverá comandos de som no volante. Versão Sense deverá perder controle de som no volante da 200 TSIVolkswagenSem nenhuma configuração específica para PCD, o T-Cross era oferecido pela VW com descontos equivalentes ao valor do ICMS e que poderiam chegar aos R$ 20.000, dependendo da versão. Com os descontos, o T-Cross saia por cerca de R$ 72.000 na opção de entrada 200 TSI com câmbio manual, de R$ 84.990, e quase R$ 80.000 na 200 TSI automática de R$ 94.490. Destinado ao público PcD, Polo Sense traz motor 1.0 de até 128 cvVolkswagenO motor do novo T-Cross Sense será igual às demais versões de entrada do SUV: três cilindros 1.0 turbo com 128 cv e 20,4 mkgf. Já o câmbio será sempre automático de seis marchas. De acordo com concessionários, as primeiras unidades serão entregues em janeiro de 2020. Procurada, a Volkswagen não respondeu a reportagem até o momento da publicação. View the full article
  14. FULLPOWER - Audi A3 Sedan e Mercedes-Benz Classe A Sedan que se cuidem. O BMW Série 2 Gran Coupé – que fará sua primeira aparição pública no ... Novo BMW Série 2 Gran Coupé deve chegar ao Brasil em 2020 View the full article
  15. FULLPOWER - A segunda edição da Meia Milha FULLPOWER teve recordes de velocidade no percurso de Meia Milha, muitas disputas emocionantes e rivalidade saudável na pista. As ... Recorde de velocidade! Meia Milha FULLPOWER juntou carros mais fortes do país – Base Aérea de Santos View the full article
  16. Novo Corolla XEi 2.0ToyotaSedã mais vendido do Brasil, o Toyota Corolla foi renovado este ano e ganhou até uma versão híbrida. No entanto, o motor 2.0 da versão anterior não é o mesmo de antes. O novo M20A-FKB, também conhecido como Dynamic Force, trabalha em ciclo Atkinson e tem injeção de combustível direta (na câmara de combustão) e indireta (no coletor de admissão), além de uma série de evoluções técnicas para melhorar sua eficiência. Isso resulta em até 177 cv e 21,4 mkgf de torque. Já o antigo 2.0 3ZR-FBE trabalhava em ciclo Otto, tinha apenas injeção indireta e se garantia com o duplo comando de válvulas variável para entregar até 154 cv e 20,7 mkgf de torque. Também existe diferença no câmbio. O novo tem primeira marcha real, por engrenagem, e outras nove simuladas por um conjunto CVT, resultando em 10 marchas. O antigo era um CVT convencional capaz de simular 7 marchas. Para ajudar você a decidir se vale realmente a pena trocar seu Corolla 2.0 da geração anterior por um novo, comparamos o desempenho e o consumo dos dois modelos. No desempenho de 0 a 100 km/h o novo Corolla é ligeiramente superior, já que atinge a velocidade em 9,73 s contra 10,2 s do seu antecessor. Toyota Corolla GLi 2.0 2019<span class="hidden">–</span>Quatro RodasA retomada de 40 km/h a 80 km/h na acontece em 4,45 s contra 4,2 s no antigo. Na retomada de 60 km/h a 100 km/h as duas gerações empatam e marcam 5,5 s. Por último, a retomada de 80 km/h a 120 km/h é feita em 6,41 s pelo novo Corolla e em 7 s pelo antigo. Motor 2.0 muda, mas continua vivo na nova geração do CorollaQuatro RodasA nova geração tem números melhores também na frenagem. O novo sedã freia de 60/80/120 km/h a 0 km/h em 13,18/23,68/54,15 segundos, enquanto a geração anterior faz de 60/80/120 km/h a 0 km/h em 17,1/30,2/69,5 segundos. Veja também TestesNovo Corolla: confrontamos economia do híbrido e força do 2.0 na vida real17 out 2019 - 07h10 NotíciasMelhor Compra: vale comprar um carro híbrido como o novo Toyota Corolla?3 out 2019 - 17h10 NotíciasToyota Corolla híbrido gera fila de 4 meses e chega a ter venda suspensa1 out 2019 - 16h10 O consumo é praticamente equivalente. O novo Corolla XEi 2.0 tem consumo urbano de 11,9 km/l e rodoviário de 15,5 km/l, enquanto a geração anterior faz 11,5 km/l na cidade e 15,6 km/l na rodovia. Confira a tabela comparativa: Antigo Corolla 2.0 Novo Corolla 2.0 Aceleração de 0 a 100 km/h 10,2 s 9,73 s Aceleração de 0 a 1.000 m 31,5 s 30,76 s Velocidade máxima (dados de fábrica) n/d n/d Retomada de 40 a 80 km/h (em D) 4,2 s 4,45 s Retomada de 60 a 100 km/h (em D) 5,5 s 5,5 s Retomada de 80 a 120 km/h (em D) 7 s 6,41 s Frenagem de 60/80/120 km/h a 0 m 17,1/30,2/69,5 m 13,2/23,7/54,2 m Consumo urbano 11,5 km/l 11,9 km/l Consumo rodoviário 15,6 km/l 15,5 km/l View the full article
  17. Será que o combustível no seu tanque segue as exigências?Quatro RodasCombustível adulterado é uma assombração para o motorista brasileiro. Tem sempre aquela pontinha de desconfiança se o que você pôs no tanque segue as especificações exigidas por lei. O bom é que o carro dá sinais se o produto é ruim ou não. Basta ficar atento aos sintomas. A primeira recomendação é medir o consumo, válida para todo tipo de combustível. Sempre que abastecer o carro, zere o computador de bordo e observe a média em km/l que seu carro costuma fazer. Na próxima parada, em outro posto, repita o procedimento. Se você manteve a rotina dos trajetos do dia a dia e registrou diferença entre 15% e 20% a mais no consumo, desconfie. No caso de uso de gasolina, é um forte indício de que ela estava com etanol a mais. Por lei, a gasolina pode ter até 27% de etanol anidro na composição. Mas alguns postos vendem o produto com álcool acima do permitido – há registros de fraude com mais de 70% de etanol! “O ideal é deixar o nível de combustível o mais perto da reserva, completar, zerar o sistema e acompanhar o consumo médio do carro. Em caso de mais etanol, o próprio motorista consegue identificar variações grosseiras na média no simples trajeto casa–trabalho”, explica o engenheiro Erwin Franieck, da SAE Brasil. Engasgos A mistura maior de álcool pode provocar falhas na partida nos motores a gasolina. Já nos flex, não implica em problemas mecânicos, apenas para o bolso. Mas o uso de solventes para fazer a gasolina render mais é frequente e ataca diferentes componentes do carro. “Os solventes mais comuns são os de borracha, que danificam principalmente as vedações, gerando desgaste e até quebra das peças emborrachadas. Além de afetar outros componentes”, alerta Franieck. Por isso, cheque regularmente se há vazamentos, que podem ser provocados pelo ressecamento prematuro das mangueiras, mas também fique atento ao desempenho do motor. Engasgos nas marchas mais baixas e demora na resposta ao acelerador, principalmente nas retomadas, podem ser indícios de gasolina batizada. É que as substâncias estranhas carregam muitas impurezas, que podem fazer a bomba de combustível perder a vazão e provocar o entupimento dos filtros. Álcool também sofre O etanol não está livre de adulterações. A mais comum é o “álcool molhado”, com mais água do que o permitido (7%). Isso tende a acelerar corrosão e desgaste de peças do motor. Sair água do escapamento quando o veículo está abastecido com etanol é normal, mas fique de olho nessa quantidade. Se estiver pingando muito, especialmente se o motor estiver ligado há mais de 15 minutos, é forte indício de “álcool molhado”. Assim como com a gasolina, a central eletrônica do carro pode detectar problemas no combustível e no conjunto. Por isso, se aquela luz laranjinha da injeção no painel acendeu depois que você abasteceu, pode ser outro indício de adulteração. Assim, é bom manter os olhos abertos… e ouvido aguçado também. Sabe aquele som de batida de pino que vem do capô? Pois bem, pode ser a perigosa adição de metanol, tanto na gasolina como no álcool – a substância é altamente tóxica e proibida por lei. “Metanol gera muita detonação no motor, o que pode provocar a batida de pino”, explica Franieck. Diesel na mira O diesel é outro que não passa ileso dos espertalhões. Ele deve estar límpido e isento de impurezas. Com o advento do S-10, que tem menos teor de enxofre, a fraude mais comum agora é com o excesso de biodiesel. Por lei, esse índice não pode passar de 10%, mas há casos com mais de 40% de biodiesel. Esse excesso causa danos ao próprio diesel, que oxida mais rapidamente e contribui para a formação de depósitos, em especial nos filtros. A causa imediata é a perda de desempenho. Em casos mais graves, o motor pode vir a parar totalmente. GNV a salvo? Não! O Gás Natural Veicular (GNV) é mais difícil de adulterar. Como o combustível vem por tubulação, a logística para adulterá-lo é complexa e cara. Contudo, os criminosos sempre dão um jeitinho: eles repetem uma prática com o GNV que se tornou comum nos demais combustíveis e lesa o bolso do consumidor a curto prazo. É a chamada “bomba baixa”, que altera a quantidade do combustível colocado no veículo em relação ao que está registrado na bomba. Os fraudadores põem um gatilho no equipamento, que informa volume maior do que realmente entrou no cilindro/tanque. Em alguns casos, o roubo chega a 30% do registrado. Assim, se você é daqueles que costumam só colocar R$ 50, tente fazer isso sempre com o nível do reservatório em uma posição comum: 1/4 ou meio tanque. Passe a observar quanto rodará depois, até o marcador voltar àquele ponto. Se os R$ 50 passarem a durar menos quilômetros, você pode ter sido vítima da “bomba baixa”. Custo extra Lembre-se de que combustível adulterado detona as peças e que isso se refletirá no custo de manutenção do veículo. Em oficinas pesquisadas, reparos no sistema de injecão eletrônica têm orçamentos entre R$ 800 e R$ 1.5000. Nos modelos nacionais de entrada, só os bicos custam, no mínimo, R$ 400. Vedações de borrachas e mangueiras também são as principais afetadas pelo combustível batizado. Tomando-se por base o Chevrolet Onix, líder de vendas, só a mangueira de combustível varia de R$ 150 a R$ 200 (sem mão de obra). Já o filtro de combustível, que pode entupir e ficar inutilizado, custa em média R$ 25. Veja também Auto-serviçoCorreio Técnico: a medição de consumo para o Inmetro usa qual gasolina?2 set 2019 - 07h09 EspecialCarros elétricos usados em Noronha podem poluir mais que uma van a diesel25 jul 2019 - 07h07 NotíciasGoverno estuda abrir concorrência para distribuição de combustíveis4 jun 2019 - 17h06 Rede de confiança A dica principal é manter o abastecimento em quatro ou cinco postos de confiança. Se ficar cismado, peça o teste determinado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Por lei, o local deve comprovar na frente do cliente o teor de etanol na gasolina em uma demonstração que não leva mais que cinco minutos. Já o etanol é verificado pelo termodensímetro, a peça transparente que fica colada na lateral da bomba. Nela, deve-se verificar se o nível indicado pela linha vermelha está no centro do medidor – não pode estar acima da linha do etanol. Desconfie também de postos com preços muito abaixo do mercado. Além disso, verifique as bombas abastecedoras: elas devem ter o selo do Inmetro e, nos postos sem bandeira, a etiqueta com o nome do fornecedor dos combustíveis. Caso o estabelecimento se recuse a fazer o teste da proveta, não tenha termodensímetro ou haja qualquer desconfiança de irregularidades, o consumidor deve encaminhar denúncia à ANP, no telefone 0800 970 0267 ou no site oficial da ANP. View the full article
  18. Os 8.000 km rodados no mês incluíram uma parada em Cristalina (GO)<span class="hidden">–</span>Quatro RodasCom família residente no Distrito Federal, o editor de Longa Duração, Péricles Malheiros, é um visitante contumaz da capital do Brasil. Com a autoridade de quem passou os últimos dez anos cobrindo os 2.000 km de ida e volta entre as capitais federal e paulista ao menos uma vez com praticamente todos os carros de Longa Duração, desta vez, Péricles foi com o Outlander. Antes, porém, o SUV foi submetido ao processo de marcação das peças na oficina Fukuda Motorcenter, onde nosso consultor, Fabio Fukuda, já iniciava o processo de desmonte do Kwid: “Pelo porte avantajado, a marcação das peças do Mitsubishi demorou quase o dobro do tempo que a do Renault. Mas o importante é que ele está devidamente protegido”, comentou Fukuda. Em seguida, vida normal. Com 1.000 km exatos, o SUV chegou ao nosso campo de provas, em Limeira (SP), onde foi submetido a uma completa bateria de testes (veja os resultados no quadro ao lado). Péricles, então, saiu direto da pista para Brasília. “Mesmo não sendo um projeto muito atual, o Outlander tem suspensão, pedais e volante bem calibrados. Motor e câmbio se entendem bem, com muito torque à disposição até cerca de 3.000 rpm. Na estrada, o conforto de rodagem é surpreendente”, diz Péricles. Veja também TestesLonga Duração: Outlander chega como primeiro carro da Mitsubishi na frota24 set 2019 - 07h09 NotíciasLonga Duração: desmontamos o Prius e o mito de rede perfeita da Toyota17 set 2019 - 07h09 NotíciasLonga Duração: freios do Renault Kwid chegam ao fim. Pela terceira vez13 set 2019 - 07h09 Os assistentes de direção receberam elogios parciais. “Tanto o piloto automático adaptativo quanto a frenagem autônoma de emergência funcionaram muito bem na estrada. No entanto, em perímetro urbano, levei um susto em duas ocasiões por frenagens súbitas sem que houvesse nada à frente que justificasse tal comportamento”, diz o editor. No trecho noturno, uma crítica e um elogio: “Os faróis de led iluminam muito bem e contam com acendimento automático do facho alto. A falta de iluminação nos botões dos vidros exige certo tempo de adaptação por parte dos usuários à noite”. Teste 1.000 km 0 a 100 km/h 11,8 s 0 a 1.000 m 33,1 s 0 a 1.000 m 159,1 km/h De 40 a 80 km/h 5,3 s De 60 a 100 km/h 6,4 s De 80 a 120 km/h 8,4 s Cons. urbano 9,5 km/l Cons. rodoviário 16,8 km/l Mitsubishi Outlander – 8.023 km Ficha técnica: Mitsubishi Outlander Versão: 2.2 Turbodiesel HPE-S Motor: 4 cilindros, dianteiro, transversal, 16V, 165 cv a 3.500 rpm, 36,7 mkgf a 7.500 rpm Câmbio: Automático de 6 marchas, tração 4×4 Combustível: Diesel S10 Seguro: 3.505 (Perfil Quatro Rodas) Revisões: Até 60.000 km – R$ 7.644 Gasto no mês: Combustível R$ 2.364 Consumo: No mês: 12,3 km/l com 21,5% de rodagem na cidade Desde jul/19: 12,3 km/l com 21,5% de rodagem na cidade View the full article
  19. SUV tem lançamento previsto para 2020Quatro RodasCom lançamento no Brasil confirmado para 2020, o Mercedes GLB já roda em testes no Brasil. O flagrante é da página Placa dos Carros no Instagram. O SUV tem versões de cinco e sete lugares e usa a mesma plataforma da nova geração do Classe A. Não à toa, chegará importado do México, justamente de onde chega o Classe A Sedan. O lançamento é esperado para o segundo semestre de 2020. Plataforma é a mesma do Classe AQuatro RodasO GLB será posicionado entre o GLA (que está em vias de ganhar uma nova geração) e o GLC (que ganha nova geração no Brasil neste mês), numa faixa de preço ao redor dos R$ 230.000. Seu principal concorrente será o Land Rover Discovery Sport, que também tem versões de sete lugares. Modelo terá motores 2.0 de 224 e 306 cavalosQuatro RodasPor aqui, são grandes as chances de a marca manter o 2.0 turbo de quatro cilindros de 224 cv usado no novo Classe A 250. Contudo, terá câmbio automático de oito marchas – ao contrário do automatizado de sete do hatch. GLB 35 AMG também será vendido no BrasilMercedes-BenzEle ainda tem tração integral sob demanda capaz de enviar de 20% a 50% da força do motor para o eixo traseiro, dependendo do modo de condução escolhido. Veja também NotíciasMercedes CLA volta ao Brasil como versão gourmet do Classe A Sedan10 out 2019 - 18h10 NotíciasComparativo: BMW 330i e Mercedes C 300 andam juntos até demais19 set 2019 - 08h09 NotíciasNovo Mercedes GLE Coupé mais potente é híbrido e tem mais de 450 cv29 ago 2019 - 21h08 Espere itens como chave presencial, auxiliar de estacionamento, bancos de couro, teto solar panorâmico e central MBUX, além dos sistemas de condução semi-autônoma da marca, que podem ajustar a velocidade conforme o limite da via e até frear gradualmente o veículo ao se aproximar de uma rotatória. <span class="hidden">–</span>Mercedes-BenzAcima dele estará o GLB 35 AMG, o primeiro AMG com opção de sete lugares, que tem motor 2.0 turbo de 306 cv e 40,8 mkgf de torque. Com câmbio AMG Speedshift de dupla embreagem e oito marchas, vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos, de acordo com a Mercedes. <span class="hidden">–</span>Mercedes-BenzView the full article
  20. Dianteira ganhou grade dianteira cromada bem maior que no modelo atualReproduçãoO Caoa Chery Tiggo 7 terá nova geração em breve e as primeiras imagens do modelo já vazaram na China – reveladas pelo site asiático Auto Home. Pouco maior que o atual em (quase) todos os sentidos, o SUV manteve o mesmo entre-eixos de 2,67 m, o que leva a crer que a plataforma será igual. Modelo ficou um pouco maior, mas manteve o mesmo entre-eixos do atualReproduçãoEm relação ao visual, a novidade se destaca pela gigante grade cromada na dianteira e pelas lanternas praticamente unidas sobre a tampa traseira. Segundo o flagra, o SUV deverá receber motor 1.6 turbo com injeção direta de gasolina e 197 cv de potência, além do 1.5 turbo de 156 cv do antecessor. Flagra antecipa detalhes e alguns equipamentos, como o teto panorâmicoReproduçãoEntre os equipamentos antecipados, o modelo deverá ter pintura com duas cores, rodas aro 19, sensores de estacionamento, além de teto panorâmico. Vale lembrar que o Tiggo 7 é montado em Anápolis (GO) e chegou às concessionárias em fevereiro, mas tem sofrido com baixas vendas desde então. Modelo deverá ter opção de motor 1.6 turbo com injeção direta e 197 cvReproduçãoUm sintoma disso é que a versão de entrada, que era oferecida a R$ 106.990 no início do ano, teve preço rebaixado a R$ 95.990 – e ainda tem desconto. Veja também NotíciasExclusivo: Caoa Chery Tiggo 5X e 7 usam velho câmbio Powershift atualizado11 out 2019 - 15h10 NotíciasCom vendas baixas, Caoa Chery Tiggo 7 já está R$ 12.000 mais barato3 out 2019 - 07h10 TestesComparativo: como se sai o Caoa Chery Tiggo 7 contra o líder Jeep Compass?16 jul 2019 - 07h07 Ainda assim, é pouco provável que o SUV mude em breve por aqui. Procurada, a Caoa Chery não respondeu se há previsão de chegada da nova geração. View the full article
  21. FULLPOWER - A segunda edição da Meia Milha FULLPOWER teve recordes de velocidade no percurso de Meia Milha, muitas disputas emocionantes e rivalidade saudável na pista. As ... Recorde de velocidade em Meia Milha, no Brasil: 322 km/h em 804m. Nissan GTR, DS Performance, no Guarujá (SP) View the full article
  22. Marca Hummer saiu de linha em 2008, devido à crise financeira da General MotorsDivulgaçãoOs Hummer, tidos como exemplo de carros ineficientes e poluidores, podem voltar à vida. O mais surpreendente: eles seriam elétricos. A Hummer teve sua produção encerrada oficialmente em 2009, no auge da crise da General Motors, com o fim dos H2 e H3. Entretanto, a icônica marca americana pode retornar ao mercado dentro de alguns anos sendo parte da iniciativa da empresa no mercado de carros elétricos. Hummer H3 modelo 2006, o maior carro da marcaDivulgaçãoSegundo a agência de notícias Reuters, a GM pretende iniciar, até o final de 2021, a produção de uma linha de SUVs de luxo, chamada BT1, na fábrica de Detroit-Hammtrack (EUA). O primeiro modelo da linha, por enquanto chamado de “Projeto O”, é tido como uma picape elétrica ainda sem uma marca definida. Segundo a Reuters, reviver a Hummer é uma das opções consideradas pela GM. Modelo 2008 do Hummer H2 foi um dos últimos da marcaDivulgaçãoA primeira picape da linha BT1 chegaria ao mercado para competir com a picape elétrica Rivian R1T apresentada ano passado no salão de Los Angeles (EUA). Investimentos para eletrificação A GM deve investir nos próximos quatro anos cerca de US$ 7,7 bilhões (cerca de R$ 32 bilhões) na preparação das fábricas dos EUA para eletrificação de seus veículos. Veja também NotíciasImpressões: o superjipe blindado de R$ 1,6 milhão que servirá ao Exército12 set 2019 - 07h09 NotíciasFord Ranger militar ganha blindagem, armas e câmbio de Camaro18 out 2019 - 13h10 NotíciasFord pode ter picape baseada no Focus com porte de Fiat Toro18 set 2019 - 18h09 Somente na fábrica de Detroit-Hammtrack serão investidos US$ 3 bilhões (R$ 12,45 bilhões) para produção de carros elétricos de grande porte. View the full article
  23. FULLPOWER - A Yamaha apresentou na última semana a nova geração da MT-125, naked de baixa cilindrada que chega com visual polêmico, inspirado no da irmã MT-03. ... Naked de baixa cilindrada: Yamaha apresenta a nova MT-125 View the full article
  24. FULLPOWER - Território Amarok organiza mais uma expedição com os 4×4, desta vez com direito a visitas pelas Cavernas do Petar, interior de SP. Crianças e adultos ... Cavernas, lama, 4×4, turbodiesel, potência e torque: as Amarok invadiram o interior de SP View the full article
  25. Junto com o turbo sempre virá mais óleoQuatro RodasPor que motores turbo precisam de mais óleo? Aline Maia, São Paulo (SP) Porque eles geram mais calor e possuem um circuito de lubrificação maior. A diferença do reservatório abastecido das versões aspirada e turbo do motor da Volkswagen EA211 1.0, por exemplo, chega a 700 ml extras para a variante sobrealimentada. O principal motivo para a variação é que o turbocompressor usa o óleo para sustentar, lubrificar e resfriar a árvore que une a turbina e o compressor. Além disso, a maior potência específica dos motores turbo também aumenta a temperatura do lubrificante, exigindo um radiador específico. Segundo a fabricante de turbos americana BorgWarner, essa é “uma característica definida pelas montadoras que desenvolvem soluções diferentes de acordo com a sua estratégia de powertrain”. Nossa, que fino O óleo do motor turbo tem características específicasQuatro RodasOutra característica de muitos motores turbos é usar óleo menos viscoso, ou “mais fino”. Isso permite que o fluido ofereça a menor resistência possível à árvore do turbocompressor, reduzindo as perdas mecânicas. Esses óleos também possuem maior resistência à alta temperatura, para evitar a coqueificação — quando o óleo parado ao redor da árvore esquenta a ponto de “cozinhar”, perdendo suas propriedades. Veja também NotíciasTrabalho “sobre pressão”: os segredos de eficiência de um turbo moderno15 jul 2019 - 07h07 NotíciasMotor turbo a álcool da Fiat deve usar hidrogênio e ignição por plasma3 jul 2019 - 17h07 Auto-serviçoCorreio Técnico: Há diferença química entre o lubrificante novo e o velho?8 jul 2019 - 07h07 Antigamente alguns carros preparados contavam até com um reservatório de óleo à parte, exclusivo para o turbo. Esse recurso, porém, foi deixado de lado em nome de um gerenciamento mais refinado e preciso da lubrificação e refrigeração do motor. View the full article

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