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RobôAutoforum

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  1. FULLPOWER - A Land Rover anunciou ontem (22) o preço e o início da pré-venda da versão de entrada da nova geração do Range Rover Evoque. Batizada ... Versão flex do novo Evoque chega em outubro por R$ 281.600 View the full article
  2. DeLorean DMC-12, um carro americano desenhado por estúdio italianoQuatro RodasO visitante que prestigiar a exposição “Beleza em Movimento – Ícones do Design Italiano”, na Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte (MG), irá se deparar com várias obras de arte, a grande maioria delas sobre quatro rodas. A importância do estilo é precisamente mensurada por modelos que marcaram a história do automóvel durante o século XX. Alfa Romeo Giulia SSQuatro RodasFundada em 1912, a casa turinesa Bertone é representada pelo Alfa Romeo Giulia SS de 1964. A fluidez das linhas assinadas por Franco Scaglione facilitava o trabalho do quatro cilindros de 1,6 litro e 113 cv com duplo comando de válvulas e câmaras de combustão hemisféricas: superava facilmente os 180 km/h. Lamborghini Miura SQuatro RodasMarcello Gandini marca a presença da Bertone em outros dois modelos: o Lamborghini Miura S 1969 e o Alfa Romeo Montreal 1971. Estrela do Salão de Turim de 1965, o Miura definiu o padrão definitivo dos superesportivos com seu motor V12 central capaz de levá-lo aos 280 km/h. Ainda hoje é um dos melhores exemplos da funcionalidade aplicada a elementos de estilo aparentemente ornamentais. Alfa Romeo MontrealQuatro RodasA Exposição Universal de 1967 marcou a primeira aparição do Alfa Romeo Montreal, batizado em homenagem à cidade-sede do evento. Seu impacto foi tão grande que entrou em produção três anos depois, impulsionado por um V8 de 2,6 litros que o levava aos 225 km/h. Lamborghini 400 GTQuatro RodasA milanesa Carrozzeria Touring Superleggera foi a responsável pelas formas do raro Lamborghini 400 GT 2+2 de 1969. Foi o primeiro grã-turismo da marca desenvolvido para quatro ocupantes e é um de apenas 224 unidades produzidas entre 1966 e 1969. Maserati Ghibli 1971Quatro RodasFundador da Carrozzeria GFG Style o designer Giorgetto Giugiaro é celebrado pela harmonia das retas no estilo do Maserati Ghibli 1971 (sob a tutela da Carrozzeria Ghia) e do DeLorean DMC-12 1982 (aos cuidados da Italdesign). Caso você não lembre, Giugiaro foi também o responsável por criar os traços dos nossos conhecidíssimos Fiat Uno e Palio de primeira geração. Ferrari TestarossaQuatro RodasPor fim a não menos festejada Pininfarina que encerra a parte automotiva da mostra em três décadas distintas: o gracioso conversível Alfa Romeo Giulia Spider 1964, o mítico Dino GT 246 1974 e a majestosa Ferrari Testarossa 1988. Dino GT 246Quatro RodasCom curadoria de Peter Fassbender e Maddalena D’Alfonso, a exposição segue até 3 de novembro de 2019 e a entrada é franca. Alfa Romeo Giulia Spider 1964Quatro RodasA Casa Fiat de Cultura fica na Praça da Liberdade, 10, em Belo Horizonte. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. Veja também NotíciasAfinal, Fiat revelou visual de seu novo SUV ao inaugurar centro de design?16 ago 2019 - 15h08 NotíciasSegredo: Fiat enfim acorda para o mercado de SUVs; veja o que vem aí7 ago 2019 - 07h08 TestesTeste: esportivado, Fiat Cronos HGT marca a morte da versão 1.8 manual6 ago 2019 - 17h08 Exposição Beleza em Movimento – Ícones do Design Italiano Quando: até 3 de novembro de 2019 Onde: Casa Fiat de Cultura. Praça da Liberdade, 10, Belo Horizonte (MG) Mais informações: (31) 3289-8900 Site oficial: http://www.casafiatdecultura.com.br E-mail: casafiat@fcagroup.com Facebook: Casa Fiat de Cultura Instagram: @casafiatdecultura Twitter: @casafiat View the full article
  3. É quase impossível sofrer um acidente em um Volvo XC40Quatro RodasHá algumas semanas não pude deixar de notar numa noite que havia no estacionamento um Volvo XC40 novo com o motor ligado. Ninguém estava nele e também não havia ninguém por perto, por isso, quando cheguei lá, perguntei de quem era. “Meu”, disse uma amiga. “Eu o peguei ontem.” Eu então expliquei que o motor estava ligado. “Eu sei”, falou ela. “Não consegui descobrir como desligá-lo.” Soube que ela tinha tirado o carro da concessionária, dirigido até sua casa, mas não sabia que é preciso colocar a alavanca de câmbio em Park para que o motor desligue. Então ela o deixou ligado, entrou em casa, jantou, foi dormir e, na manhã seguinte, usou o carro para ir até um torneio de tênis. Na cabeça dela, o carro tinha sido projetado para o motor ficar sempre ligado. O que levanta uma pergunta: para que avaliar carros para pessoas que acham que o motor deve ficar ligado por toda a vida útil do veículo? Mais do que isso: em um mundo em que meninas suecas podem ditar a política do governo para energia nuclear, indústria e agricultura, para que fazer qualquer análise de carro? Eu vejo toda semana a venerável revista Autocar publicando testes de 3.000 palavras sobre um Renault Dingleberry qualquer e fico pensando: por quê? Ele fala sobre a banda de rodagem dos pneus, como o carro sai de traseira e como a direção reage às manobras, mesmo que o consumidor moderno não saiba sequer como desligar um motor. No passado, quando automóveis eram trazidos à existência pela mente aventureira de um louco e as tais “estradas abertas” realmente existiam, fazia sentido realizar testes de carros, porque um Jaguar e um Rover eram bem diferentes. As empresas faziam experiências com novos tipos de eixos, novas embreagens e novos freios. Era tudo cheio de vida e empolgante, e não havia vans com radares de velocidade móveis. Isso não existe mais. Sob a carroceria, é quase certo que seu carro seja praticamente idêntico ao do vizinho. Eles foram todos apertados, esmagados e martelados até a uniformidade por normas de segurança e regulamentações de emissões. E os jovens não querem dirigir carro nenhum, pois carros são caros para comprar, andar, estacionar e fazer manutenção, e é mais fácil usar um transporte público que tenha Wi-Fi. Mas a Autocar continua a fazer testes nas curvas das estradas do País de Gales achando que todos gostariam de ter um Datsun 240Z. Como o Volvo XC40 se comporta em um campo de provas é pouco relevante porque ele está sendo comprado por pessoas que – vou repetir – não sabem desligar o motor. Escolha sempre o 4×2. Se precisar de um 4×4, compre o EvoqueQuatro RodasSe eu fosse comprar um SUV como esse Volvo, seria um Range Rover Evoque, pois experimentei a nova versão – tentando ser compreensível a uma audiência mais interessada em couve e fones de ouvido – e tenho de dizer que gostei, especialmente dos bancos, revestidos de tecido. Não sei por que bancos de couro são vistos como item de luxo. A rainha Elizabeth não se senta em móveis de couro, porque são quentes demais num dia quente e frios demais quando faz frio. Sim, couro é mais fácil de limpar, mas qual foi a última vez que você teve um “acidente”’ nas calças enquanto dirigia? A outra razão pela qual gostei do Evoque é porque eu gosto dos Range Rover. Eles são elegantes e, por trás das telas de vidro e dos elogios nos bairros chiques, eles realmente funcionam quando estão enfiados no barro até a altura da maçaneta. Mas estou ciente de que muitas pessoas não gostam dos Range Rover. Elas contam piadas sobre porcos-espinhos e dizem que são carros de traficantes de drogas. Se a marca for comprada pelos franceses, uma possibilidade enquanto escrevo esta coluna, será outra fonte de gozação aqui no Reino Unido. Porém, se você quisesse um SUV médio até pouco tempo atrás, não teria outra opção. Ou melhor dizendo: havia centenas de opções, mas todas elas eram porcarias. Pouco ousados, deselegantes, grandes demais, caros demais, inúteis fora da estrada e sem graça nela. Mas, nos últimos anos, essas alternativas começaram a ficar bem legais. É nessa categoria que o Volvo XC40 se destaca. É um carro muito bonito, confortável e bem equipado, com uma tela legal, Apple CarPlay e som Harman Kardon como opcionais. E tem também aquele bom senso típico de um Volvo, mesmo que o carro seja construído na Bélgica, por uma montadora chinesa. Há não muito tempo, a Volvo disse que todos os seus modelos teriam motores diesel, mas daí veio aquela eco-meia-volta que fez com que esses veículos deixassem de ser atraentes. Então agora a Volvo está querendo se garantir, e o XC40 tem hoje várias opções de motores, com versões elétricas e híbridas em breve. Você também pode ter câmbio manual ou automático e tração 4×2 e 4×4. Fique com o 4×2, porque se deseja que todas as rodas tracionem, está precisando mesmo é de um Evoque. A não ser que não esteja interessado em se manter vivo. Não estou dizendo que o Range Rover não seja seguro. Tenho certeza de que é, mas o Volvo parece estar em outro nível. Veja assim: em 15 anos, o número de pessoas mortas em um XC90, modelo muito vendido, foi de… zero. E seu irmão menor está tão recheado de recursos de segurança que acho que você correria mais riscos em um jogo de bocha. Ele analisa a estrada à frente em busca de obstáculos e, se você não agir depois de alertado, ele aciona os freios por você. A direção ignora seus movimentos e assume o controle se achar que você sairá da estrada. E se isso vier a acontecer, os cintos de segurança se apertam e a estrutura do banco se recolhe, para tornar o impacto mais suave se você bater em uma árvore. Veja também NotíciasJeremy Clarkson: Bentley Mulsanne L parece mais a 1ª classe de um avião26 jul 2019 - 16h07 NotíciasJeremy Clarkson: Mercedes G 63 é o SUV ideal para desafiar os “anticarro”14 jun 2019 - 07h06 NotíciasJeremy Clarkson: Alfa Romeo Stelvio é o SUV mais legal do mundo. E daí?21 maio 2019 - 18h05 E essa é só a ponta da declaração de missão da Volvo, que é a de que até o ano que vem ninguém no mundo seja morto ou ferido seriamente enquanto estiver em um Volvo. É um objetivo auspicioso. Dirigibilidade? Velocidade? Consumo de combustível? Sim, ele é relativamente bom em todas essas coisas, mas no mundo dos testes de SUVs isso não importa. O que importa é o nível absoluto de segurança para pessoas que não sabem desligar o motor. View the full article
  4. Todos os anos, QUATRO RODAS seleciona as melhores compras de cada segmento para você levar para casa o carro ideal. É o Melhor Compra. A seguir, os melhores carros familiares de sete lugares do Brasil. Consideramos custos de peças, seguro e revisões: 1 – Chevrolet Spin Premier 1.8 aut. – R$ 88.190 Com boas vendas e praticamente sozinha em seu segmento, o modelo da GM conquista o bicampeonato e resiste à extinção das minivans. É a única nacional – e a mais barata. Por isso mesmo, confirma o título com cesta de peças, pacote de seis revisões e seguro mais baratos na comparação com as rivais. A versão escolhida é o modelo de sete lugares mais em conta do país. Usa o veterano 1.8 8V com câmbio automático de seis marchas que empresta um desempenho mediano. Entre os equipamentos da Premier, câmera de ré, central multimídia e sensores de chuva e de luminosidade. Faltam itens de segurança e o acabamento é simples. Bolsa de valores Desvalorização – Seguro – R$ 2.526 Rede – 600/94,1 Reparabilidade – Equipamentos – AR, DIR, VID, EST, AUT, MUL Peças Amortecedores dianteiros – R$ 1.092 Pastilhas de freio – R$ 282 Kit de embreagem – Farol esquerdo – R$ 3.515 Para-choque dianteiro – R$ 586 Retrovisor esquerdo – R$ 1.101 Total – R$ 6.576 Revisões 10.000 km – R$ 252 20.000 km – R$ 512 30.000 km – R$ 660 40.000 km – R$ 492 50.000 km – R$ 420 60.000 km – R$ 1.044 Total – R$ 3.380 2 – VW Tiguan R-Line 2.0 TSI – R$ 184.990 O SUV da Volkswagen se renovou nesta segunda geração com o apelo familiar dos sete lugares e a versatilidade da tração integral. Superou o 5008 pela qualidade de construção, robustez e a excelente caixa de dupla embreagem DSG. A cesta de peças é salgada, assim como as revisões. Especialmente a última, quando os itens de “desgaste” que a VW deixa de fora na lista entram na conta. Bolsa de valores Desvalorização -3,96% Seguro R$ 3.653 Rede 500/- Reparabilidade – Equipamentos – AR, DIR, VID, EST, AUT, ESP, MUL Peças Amortecedores dianteiros – R$ 2.343 Pastilhas de freio – R$ 1.518 Kit de embreagem – Farol esquerdo – R$ 9.480 Para-choque dianteiro – R$ 4.187 Retrovisor esquerdo – R$ 2.890 Total – R$ 20.418 Revisões 10.000 km – R$ 124 20.000 km – R$ 124 30.000 km – R$ 430 40.000 km – R$ 859 50.000 km – R$ 777 60.000 km – R$ 3.849 Total – R$ 6.163 3 – Peugeot 5008 Griffe Pack 1.6 T – R$ 184.790 <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA Peugeot percebeu tardiamente que o negócio é ter SUV, mas o grandalhão da marca francesa chega à terceira posição com espaço interno generoso e boa lista de equipamentos. A versão mais cara tem sensor de ponto cego, detector de fadiga e rodas aro 19. Além disso, só perde no custo de peças e revisões para a Spin e tem bom acabamento. A rede pequena pesa contra. Bolsa de valores Desvalorização -4,96% Seguro – R$ 3.420 Rede – 121/93,9 Reparabilidade – Equipamentos – AR, DIR, VID, EST, AUT, ESP, MUL Peças Amortecedores dianteiros – R$ 1.648 Pastilhas de freio – R$ 659 Kit de embreagem Farol esquerdo – R$ 5.298 Para-choque dianteiro – R$ 2.555 Retrovisor esquerdo – R$ 1.725 Total – R$ 11.885 Revisões 10.000 km – R$ 532 20.000 km – R$ 907 30.000 km – R$ 532 40.000 km – R$ 1.337 50.000 km – R$ 532 60.000 km – R$ 907 Total – R$ 4.747 View the full article
  5. Novo Tracker tem grade maior e faróis estreitinhosChevroletO candidato oposicionista à presidência da Argentina, Alberto Fernández, “dedurou” um detalhe importante do projeto que a GM prepara para produzir no país vizinho em 2021, com investimento de US$ 500 milhões (R$ 2 bilhões) na fábrica de Santa Fé. Segundo Fernández, após se reunir com executivos da fabricante, “una nueva camioneta Chevrolet” passará a ser produzida no complexo argentino a partir de 2021. O termo “camioneta”, no caso, não se refere a uma picape, conforme estamos acostumados a associar em português, mas sim a um SUV. Que SUV será este? Nova geração do SUV é baseada na plataforma do Onix SedanChevroletVeículos de imprensa argentinos já especulam que se trataria da nova geração do Tracker, mas isso faz pouco sentido se considerarmos que o modelo compacto será produzido em São Caetano do Sul (SP). Assim, vale lembrar que, quando o anúncio do investimento na fábrica de Santa Fé foi feito, falou-se em um projeto com a sigla “AVA” (alto valor agregado), o que dá a pista de que este utilitário é maior (e mais caro) do que nosso Tracker. QUATRO RODAS lembra que a plataforma GEM prevê a inclusão de um SUV de sete lugares. É um candidato forte para essa missão. <span class="hidden">–</span>ChevroletAlberto Fernández realçou que, caso eleito, vai respeitar o acordo feito pelo atual presidente, Maurício Macri, com a GM da Argentina para garantir os tais US$ 500 milhões que viabilizarão a produção regional do novo SUV. Veja também NotíciasChevrolet Cruze é o primeiro GM com nota máxima em segurança no Latin NCAP21 ago 2019 - 16h08 NotíciasSegredo: novo Chevrolet Onix será lançado logo depois do HB20, mas só sedã14 ago 2019 - 18h08 NotíciasFlagra: novo Chevrolet Tracker está quase pronto para ganhar o Brasil19 jul 2019 - 14h07 A previsão é de que a GM desembolse US$ 300 milhões, enquanto outros fornecedores investirão US$ 200 milhões. View the full article
  6. Sedã será lançado oficialmente em 3 de setembroToyotaCirculam pelo WhatsApp imagens que seriam do painel e do quadro de instrumentos do novo Toyota Corolla nacional na versão de entrada GLi. As fotos exibem versões que têm ou rádio simples com CD player, ou a mesma central multimídia do Prius. Além disso, têm quadro de instrumentos com grafismo simples e ar-condicionado manual, mesmo com painel bicolor. Suposto interior do Corolla brasileiro parece simplórioWhatsAppMas pode ficar tranquilo. Em uma das fotos é possível ver os Toyota FJ Cruiser e Land Cruiser ao fundo, modelos que não são vendidos no Brasil. FJ Cruiser e Land Cruiser ao fundo: fotos podem ter sido feitas no Oriente MédioWhatsAppAlém disso, o carro está com mais de 3.000 km e meio tanque, além de 35°C na temperatura externa, o que torna pouco provável que as fotos tenham sido feitas no inverno brasileiro. Por fim, a Toyota confirmou que os flagras não são do carro brasileiro. 35°C no inverno e mais de 3.000 km em um carro que ainda não foi lançado?WhatsAppO blog Car.blog.br publicou informações extra-oficiais do sedã que dão conta que ele partirá dos R$ 99.990 na versão GLi – hoje vendida por R$ 91.990. De série, terá faróis, repetidores de seta e luzes diurnas de leds, rodas aro 16, ar-condicionado manual e volante multifuncional. Novo Corolla manterá as versões GLi, XEi e Altis. Nada foi falado sobre a XRS até o momentoToyotaMas o que chama atenção são as informações técnicas. O motor 2.0 16V teria sua potência aumentada de 154 cv para 167 cv – e não 160 cv como informado na última semana –, e o torque passa dos atuais 20,7 mkgf para 21,4 mkgf. Desta vez, até a versão GLi terá motor 2.0, aposentando o atual 1.8 de 144 cv. Além disso, o 2.0 passa a ser combinado com o novo câmbio chamado “CVT-10”. Se isso se confirmar, o Corolla brasileiro será equipado com o novíssimo câmbio CVT com simulação de dez marchas, sendo que a primeira delas é uma relação real, com engrenagens primária e secundária como em um câmbio manual. Versões mais caras terão rodas aro 17ToyotaAssim, elimina-se o ruído (e a vibração) característico dos sistemas CVT nas arrancadas. Ao mesmo tempo, as polias do CVT podem ser menores e mais leves, o que reduz o efeito da inércia em 40%. Desta forma, o consumo seria até 6% menor, segundo a marca. A atual geração do Toyota Corolla tem câmbio CVT convencional capaz de simular sete marchas. Interior com apliques bege podem continuar exclusivos da versão AltisToyotaAinda de acordo com o blog, a versão XEi custará R$ 109.990 e terá a mais que a GLi rodas aro 17, piloto automático e ar-condicionado digital. Já a Altis, estimada em R$ 119.990, tem os itens da XEi mais teto solar e o pacote TSS (Toyota Safety Sense). A versão Altis ainda será oferecida em outros dois pacotes, desta vez com o inédito conjunto híbrido flex. O motor 1.8 flex gera 101 cv e o elétrico, 72 cv. Versão hibrida tem conjunto semelhante ao do Prius, porém flexToyotaCom preço estimado de R$ 129.990, o Toyota Corolla Altis Hybrid tem ainda luzes de ré e freio de leds, interior preto ou bege, volante com comandos de voz, computador de bordo, piloto automático, central com Apple CarPlay e Android Auto (por cabo), e ar-condicionado digital dual zone. Veja também NotíciasNovo Toyota Corolla: lançamento está confirmado para 3 de setembro19 ago 2019 - 19h08 NotíciasToyota Yaris 2020 antecipa central com função que estará no novo Corolla12 ago 2019 - 17h08 NotíciasToyota Prius ganha novo visual para sobreviver ao Corolla híbrido31 jul 2019 - 08h07 O pacote seguinte é o Altis Hybrid Premium. Por estimados R$ 139.990, soma teto solar e o pacote TSS (Toyota Safety Sense). O mesmo site também divulga números de consumo que seriam do Conpet. Vale reparar na diferença de consumo da versão híbrida quando abastecida com etanol. Motor Consumo Etanol Consumo Gasolina Cidade Estrada Cidade Estrada 2.0 Flex CVT (167 cv / 21,4 Kgfm) 8,0 9,7 11,6 13,9 Hybrid Flex ( 101 cv + 72 cv) 10,9 9,9 16,3 14,5 Procurada, a Toyota informou que não se pronunciará sobre o modelo por enquanto. View the full article
  7. Com poucos detalhes externos, novo Civic Si recebe mais tecnologia para segurançaHondaA Honda revelou a linha 2020 do Civic Si, tanto o coupé quanto o sedã. O esportivo fabricado no Canadá tem mudanças que melhoram sua aceleração a segurança, e pequenas alterações na carroceria. Vale deixar claro que a Honda não fez qualquer alteração no motor do Si. O 1.5 turbo continua com 208 cv e 26,5 mkgf. No entanto, a transmissão foi ajustada para, de acordo com a Honda, dar uma “melhor sensação de aceleração”. Aerofólio foi modificado para a linha 2020HondaO câmbio segue sendo manual de seis velocidades, mas agora será 6% mais curto, o que promete dar maior agilidade ao esportivo. Se isso não for suficiente, há o “Active Sound Control”. O sistema é uma espécie de emulador que emite um ronco de motor característico de esportivo nos alto-falantes quando o motorista dirige de forma mais agressiva. Detalhes com a cor do veículos são novidades do para-choque frontalHondaAs mudanças no design se concentram na moldura dos faróis de neblina. Ela ganhou acabamento em preto brilhante com uma barra transversal da cor da carroceria, ainda que mantenha o formato do modelo anterior. Os faróis são de LED, assim como os de neblina, e prometem um feixe de luz maior e mais longo. Além disso, o aerofólio também foi modificado. Agora, possui um desenho com vincos mais aparentes, transmitindo mais esportividade. Painel ganhou apliques vermelhosHonda As novas rodas aro 18 em preto fosco ainda acompanham pneus de alto desempenho. No interior, a novidade fica por conta dos detalhes vermelhos do painel. Isso também quer dizer que os bancos esportivos estão mantidos. Novos detalhes vermelhos no acabamento do painel é a única mudança no interior do Civic SiHondaEm relação a segurança, tanto o Civic Si Coupé como a versão quatro portas adotam o sistema “Honda Sensing” de série. Ele integra os seguintes sistemas de segurança: Controle de cruzeiro adaptativo (ACC) Sistema de frenagem por mitigação de colisão (CBMS) Alerta de colisão frontal (FCW) Sistema de assistência na troca de faixas (LKAS) Sistema de mitigação de evasão de pista (RDM) com aviso de saída da faixa (LDW) Veja também NotíciasNovo Honda Civic decreta fim do câmbio manual em sedãs médios7 ago 2019 - 15h08 NotíciasHonda Civic Type R de Lego tem quase o mesmo peso do carro de verdade26 abr 2019 - 16h04 NotíciasCivic, Gol e Corolla são os usados mais buscados na internet, diz estudo28 jun 2019 - 15h06 Os modelos começarão a ser vendidos nos Estados Unidos em 6 de setembro. Tanto o Civic Si coupé quanto o sedã terão o preço inicial de US$ 25 mil, cerca de R$ 101.300, considerando o dólar a R$ 4,05. Vale lembrar que no Brasil a fabricante só vende a versão duas portas do Civic Si, que hoje custa R$ 164.900. View the full article
  8. FULLPOWER - A Volvo anunciou nesta semana o lançamento da terceira geração do S60 no Brasil. Rival de modelos como Audi A4, BMW Série 3 e Mercedes ... Novo Volvo S60 chega ao Brasil a partir de R$ 195.950 View the full article
  9. De volta às origens SRT (Street & Racing Technology) ViperQuatro RodasA sigla SRT (Street & Racing Technology) imortalizou os esportivos da Dodge, Jeep e Chrysler, como o Viper – era como se chamava a versão apimentada do cupê. Em 2013, na quinta geração, o nome ganhou vida própria e o modelo virou SRT Viper. Após dois anos, advinha quem voltaria a ser apenas uma divisão esportiva da Dodge? Peso na categoria Cupra deixou de ser apenas um modelo esportivo da Seat e se tornou a linha esportiva da marcaQuatro RodasA fabricante espanhola Seat, do Grupo VW, fez tanto sucesso nas categorias de rali e turismo com o modelo Cupra que, em 2018, rebatizou sua divisão de alta performance Seat Sport de Cupra Racing e Cupra passou a ser uma marca própria, com o TCR (foto) e o SUV Ateca. Negócio da China O sedã Jetta se tornou marca da Volkswagen na China, devido ao grande sucesso no paísQuatro Rodas O mercado chinês sempre foi importante para a VW, em especial para o bem-sucedido Jetta. Daí, a partir de 2019, esse nome passou a ser uma marca de baixo custo para jovens entre 25 e 35 anos. Entre os modelos, dois SUVs e um sedã já ganharam a nova identidade. O carneiro virou Ram Camionete que carregava o nome Dodge passou a ser chamada apenas de RamQuatro RodasO carneiro da Dodge decorava a grade das picapes Ram, mas em 2010 tudo passou a fazer parte da FCA (Fiat Chrysler Automobiles). Com isso, a estratégia de negócios mudou: a Dodge ficou só com os veículos de passeio e Ram tornou-se uma marca de utilitários. Energia de sobra A Polestar se tornou a marca de veículos elétricos da Geely, proprietária da VolvoQuatro RodasComprada pela chinesa Geely (dona da Volvo)em 2015, a Polestar fabricou esportivos para a montadora sueca e, em 2017, tornou-se independente, com produção de esportivos elétricos, entre eles o Polestar 1, um modelo inspirado no car show Volvo Concept Coupe. Divisão de classes A DS era um sigla para os clássicos da Citroen para se tornar marca do grupo PSAQuatro RodasA DS (Different Spirit ou Distinctive Series) é uma alusão aos clássicos da Citroën como o modelo feito de 1955 a 1975. A partir de 2009, a sigla tornou-se uma firma do grupo PSA (Peugeot, Citroën, Opel e Vauxhall), oferecendo o DS3, DS4, DS5, DS6 e DS7. Minidetalhes O Mini se tornou muito famosa ao aparecer no seriado “Mr. Bean”. Mesmo pertencendo ao grupo BMW, os carros seguem tendo como marca a MiniQuatro RodasCom motores de 850 e 1.275 cm³, o modelo Mini, produzido de 1959 a 2000 pela British Motor Corporation (até 1968), British Leyland (até 1986) e Rover Group, ficou tão famoso que virou até astro da série de humor Mr.Bean. Hoje a Mini é marca própria, do Grupo BMW. Independente só aos 50 A AMG prepara os Mercedes para competição. Comprada pelo grupo Daimler passou a ser responsável pelo superesportivo SLSQuatro RodasDesde 1967, a AMG preparava Mercedes para competições e modelos de rua como o 190E e o “The Hammer”, um dos mais velozes de sua época. Em 1993, foi absorvida pela Daimler e acabou por se tornar marca própria. O SLS, de 2010, foi o primeiro feito totalmente pela AMG. Eu e mais ninguém O Genesis fez sua fama por onde passou e deixou de lado emblema da Hyundai, sua produtora, por ter ganho a própria ‘personalidade’Quatro RodasProcure um Genesis feito a partir de 2017 e verá que não há o “H” estilizado da Hyundai na sua dianteira. Criado em 2008 para concorrer com os sedãs de alto luxo, o modelo coreano passou a ostentar logotipo próprio nove anos depois, ao contrário dos demais Hyundai. Veja também NotíciasTop ten: você nem imagina onde estes carros levam o DNA de suas marcas15 ago 2019 - 07h08 NotíciasTop Ten: carros que prometiam muito, mas nunca saíram do papel1 ago 2019 - 07h08 NotíciasTop Ten: carros nacionais que inovaram com itens que rivais nem sonhavam25 jul 2019 - 07h07 Sangue italiano Depois de voar baixo nas pistas, a Abarth se tornou um segmento esportivo da FiatQuatro RodasDe 1949, a Abarth fez seu nome nas pistas nos anos 60, enfrentando equipes já consagradas, como Porsche e Ferrari. Adquirida pela Fiat em 1971, hoje é uma divisão independente, que produz o 124 Spider Turismo, além dos Fiat 500 esportivos rebatizados de Abarth 595 e 695. View the full article
  10. Pretinhos de pneu: Cadillac, Kers e Mills.Quatro RodasDe que adianta ter um ótimo pretinho para pneu se não tem como usá-lo da melhor maneira? Entre as dezenas de opções de aplicadores à venda nas lojas, escolhemos as três mais conhecidas. Sob a batuta do empresário Osmar Luongo, elas encararam uma semana de testes. “O Mills deixou a desejar pela falta de um apoio para manusear o aplicador e porque a espuma se rasgou. Kers e Cadillac foram bem, mas este último levou o pódio por pontuar em preço, resistência e manuseio”, explica. Cadillac – Nota 9 “É bem versátil, considerando que não suja as mãos por ter a parte superior toda revestida de plástico, além de ter mostrado o melhor desempenho no manuseio ao espalhar o pretinho por todo o pneu. Outra vantagem percebida foi a qualidade da espuma, que não se desmancha. Ele é prático, simples e barato, mas, quando a espuma se deteriorar, aí será preciso descartar o suporte.” Preço: R$ 10 Pró: espuma de qualidade Contra: sem refil da espuma Kers – Nota 7 “Não suja as mãos e a qualidade da espuma eu consideraria apenas mediana. Ela é encaixada no aplicador por meio de velcro. Dessa maneira, você pode remover a espuma para lavar ou, quando estiver gasta, substituí-la por uma nova. O ponto negativo é o desenho do suporte da esponja, que impossibilita aplicar o pretinho na parte de baixo do pneu, porque sempre acaba raspando no chão.” Preço: 31,50 Pró: há opção de refil Contra: manuseio limitado Veja também Auto-serviçoTeste do especialista: qual desengraxante tira melhor a sujeira do carro?12 jul 2019 - 07h07 Auto-serviçoTeste do especialista: qual dessas escovas limpa melhor os pneu do carro?24 jun 2019 - 07h06 Auto-serviçoTeste do especialista: qual cera restaura melhor o plástico do carro?27 maio 2019 - 07h05 Mills – Nota 3 “Ele tem o mesmo preço da campeã, porém não conta com um suporte plástico ou emborrachado. É apenas uma espuma macia colada a outra mais rígida. Mas é tudo em vão, pois suja a mão inteira. O ideal seria que tivesse um cabo com velcro ou um suporte maior, para evita o contato com o pretinho. O formato da espuma também não ajuda na hora de manuseá-la.” Preço: R$ 10 Pró: nenhum Contra: fragilidade da espuma View the full article
  11. SUV de entrada da Volvo terá versão híbrida em 2020VolvoDona da maior oferta de modelos plug-in do Brasil, a Volvo prepara novas novidades para sua gama híbrida – além de planejar sua estreia no Brasil entre os carros elétricos. As informações foram divulgadas em primeira mão por Luis Resende, presidente da Volvo para a América Latina e Caribe, durante o lançamento do sedã S60 – que também terá uma versão híbrida recarregável em tomadas (PHEV). XC40 Twin Engine pode ter sua bateria recarregada em tomadasVolvoAs duas estreias são para o XC40, atual segundo carro mais vendido pela marca no Brasil, mas comercializado em nosso país apenas com motores 2.0 a gasolina. Sucesso de vendas no mundo inteiro, o modelo teve suas vendas limitadas por conta da capacidade de produção da fábrica na Bélgica. O gargalo foi sanado com a abertura de uma segunda linha de montagem, na China. O primeiro a chegar é o T5 Twin Engine. A versão híbrida chega no primeiro trimestre de 2020 e tem um motor elétrico de 82 cv para auxiliar o 2.0 turbo de 180 cv. Combinados, eles geram 262 cv distribuídos nas quatro rodas – no eixo traseiro a tração é exclusivamente elétrica. Quadro de instrumentos digital exibe informações sobre os motores em uso na versão híbridaVolvoEm 2021 chegará ao Brasil o XC40 elétrico, primeiro modelo 100% elétrico produzido pela Volvo. A novidade sequer foi lançada em outros países, mas estima-se que sua autonomia se aproxime dos 500 km. Veja também NotíciasVolvo limitará a velocidade máxima de todos os seus carros a 180 km/h6 mar 2019 - 18h03 NotíciasTeste: Volvo V60 é uma alternativa de luxo aos fãs de SUVs4 fev 2019 - 09h02 TestesTeste: Volvo XC40 T4 é básico, mas bem equipado e anda bem10 set 2018 - 14h09 Atualmente o único SUV elétrico do Brasil é o Jaguar I-Pace. O segmento ainda terá o Audi e-tron e Mercedes EQC, ambos acima do XC40 elétrico. *Viagem a convite da Volvo do Brasil View the full article
  12. FULLPOWER - Lenda, ícone, clássico… Temos que reconhecer o Ford Mustang como um veículo marcante e cheio de história. Em sua sexta geração, o esportivo com motor ... Ford Mustang V8: escape ronca forte, sonzeira toca muito e playlists oficiais no Spotfy! View the full article
  13. Chevrolet Cruze em colisão frontalDivulgaçãoO Latin NCAP, programa que testa a segurança de veículos para América Latina e Caribe, divulgou nesta quarta-feira (21), a quinta amostra de testes de 2019. Além de Toyota Hilux e Nissan Frontier, o sedã Chevrolet Cruze. O três-volumes testado não é da linha 2020, recém-apresentada e que possui uma reestilização visual. Mas utiliza a mesma plataforma, com dimensões idênticas e inclui seis airbags, itens que estarão presentes no facelift a ser lançado em setembro. O modelo médio passou pelos testes de colisão frontal a 64 km/h, colisão lateral 50 km/h, colisão lateral contra um poste 29 km/h e também o de controle de estabilidade. No final, recebeu cinco estrelas para a segurança de adultos e quatro para crianças. Essa foi a primeira vez que um carro da GM conseguiu atingir a nota máxima (cinco estrelas) em proteção para adulto na história da entidade. Chevrolet Cruze sofre impacto lateral durante teste de segurançaDivulgaçãoDe acordo com o Latin NCAP, o Cruze 2019 mostrou boa segurança para proteger cabeça, joelhos e pés do condutor. As canelas ficaram adequadamente seguras e a região abdominal teve proteção considerada mediana. Já o passageiro adulto do banco da frente teve proteção considera boa para cabeça e joelho, e adequada quando se considera tronco e pernas. Chevrolet Cruze em teste de impacto contra posteDivulgaçãoNo caso da colisão lateral, o veículo absorveu bem o impacto devido a boa estrutura e junto aos airbags laterais garantiu a nota máxima de segurança. Além disso, o Cruze mandou bem nos impactos lateral e contra poste: por causa dos airbags de cortina, foi avaliado como “bom” na proteção de cabeça e “adequado” para bacia e tórax. Também registrou desempenho satisfatório no teste de estabilidade, atingindo todos os requisitos esperados. O Cruze já havia sido testado em novembro do ano passado, mas foi avaliado novamente por conta da adição dos airbags de cortina, que, junto aos frontais (obrigatórios por lei no Brasil) e aos laterais, somam seis bolsas. Em nosso mercado, o Cruze já oferece seis airbags na versão de topo LTZ. O conjunto estará presente na linha 2020 do modelo, mas ainda não se sabe em quais versões. Veja também NotíciasSem capotar: Toyota Hilux gabarita até teste de estabilidade do Latin NCAP21 ago 2019 - 13h08 NotíciasOs oito carros menos seguros testados pelo Latin NCAP e vendidos no Brasil8 abr 2019 - 18h04 NotíciasOs 10 carros mais seguros avaliados pelo Latin NCAP e vendidos no Brasil2 abr 2019 - 16h04 Confira a nota de segurança dos veículos da Chevrolet desde a adoção do atual protocolo de avaliação do Latin NCAP, em 2017: Modelo Data do teste Proteção adulto Proteção criança Cruze – 6 airbags Agosto 2019 5 estrelas 4 estrelas New Aveo – 2 airbargs* Dezembro 2018 2 estrelas 4 estrelas Chevrolet Onix/Prisma – 2 airbags Janeiro 2018 3 estrelas 3 estrelas N 300 – sem airbags* Agosto 2017 0 estrelas 1 estrela Spark GT – sem airbags* Setembro 2016 0 estrelas 0 estrelas Sail – sem airbags* Abril 2016 0 estrelas 2 estrelas *Veículo não vendido no Brasil View the full article
  14. Toyota Yaris XL 1.3 CVT 2020 e as discretas rodas aro 15 com calotaToyotaO consumidor que acompanha o mercado de veículos voltados ao público PcD já conhece as artimanhas que as fabricantes usam para manter seus carros dentro do teto de R$ 70 mil. A Toyota ampliou um pouco mais essa estratégia na linha 2020 dos compactos Yaris e Yaris Sedan. Se por um lado a família ganhou central multimídia com projeção de celulares nas versões mais caras, por outro abandonou as rodas de liga leve nas versões voltadas às pessoas com deficiência. Estamos falando do Yaris XL 1.3 CVT e do Yaris XL 1.5 CVT, vendidos respectivamente a R$ 68.590 e R$ 69.990. A mudança também se aplica às versões equivalentes com câmbio manual de hatch (R$ 66.490) e sedã (R$ 68.490). No lugar do conjunto de liga leve aro 15, o Yaris XL passou a trazer de série rodas de aço com calota de mesmo diâmetro, com calotas na cor prata. No caso do Yaris XL com três volumes, também deixou de ser oferecido o retrovisor interno antiofuscante, que já não existia na versão homônima do hatchback. Veja também Guia de ComprasMelhor Compra 2019: carros novos para PcD8 ago 2019 - 07h08 EspecialJeep Renegade é o carro com versão para PcD mais vendida em 201918 jul 2019 - 17h07 EspecialEspecial PcD: entenda o longo caminho para ter direito à isenção19 jun 2019 - 07h06 O Yaris XL continua a vir de série com: controles de estabilidade e tração com assistente de partida em rampas; faróis com acendimento automático e ajuste de altura do facho; faróis e lanternas de neblina; direção elétrica progressiva; ar-condicionado manual; controle de cruzeiro; bancos com ganchos Isofix para cadeirinhas infantis; sistema de som com rádio, toca-CD, MP3, entrada USB e Bluetooth. View the full article
  15. Toyota Hilux passa por teste de colisão lateral contra poste, para testar airbags de cortinaDivulgaçãoO Latin NCAP, programa de segurança viária para América Latina e Caribe, divulgou nesta quarta-feira (21) a quinta amostra de testes de impacto em 2019. Nesta edição, foram colocadas à prova duas picapes: Nissan Frontier e Toyota Hilux. A picape da Nissan avaliada continha apenas airbags frontais (obrigatório por lei no Brasil) e, por isso, foi submetida apenas aos testes de colisão frontal a 64 km/h e lateral a 50 km/h, além do de teste do controle de estabilidade. Ficou de fora, portanto, da prova de impacto contra poste a 29 km/h, já que não dispunha das bolsas laterais de cortina. No final, recebeu quatro estrelas na segurança tanto para criança quanto para adultos. Vale lembrar que a nota máxima é de cinco estrelas. Teste frontal da Nissan Frontier com dois airbags (frontais)DivulgaçãoDe acordo com o Latin NCAP, a proteção para cabeça, tórax e canelas do passageiro adulto no banco dianteiro foi avaliada como boa. Enquanto isso, a proteção para os joelhos foi considerada adequada. No caso do motorista, a proteção para cabeça, pés e canela esquerda foi boa; para a canela direita, adequada; para o tórax e os joelhos, mediana. Para as crianças na fileira de trás, a proteção foi avaliada como completa devido ao uso do Isofix, suporte de ancoragem para cadeiras infantis. Lembrando que as crianças são colocadas viradas para trás. Já na colisão lateral, a estrutura do carro foi considerada instável, embora tenha garantido uma proteção boa para o motorista. Mesmo que não tenha o airbag lateral, a carroceria conseguiu absorver bem o impacto dando segurança aos ocupantes. Nissan Frontier no teste de impacto lateralDivulgaçãoEmbora o Latin NCAP aponte que o uso de airbags laterais não seja tão premente numa picape quanto num automóvel, devido ao ponto H mais elevado dos ocupantes, os testes apontaram que, se eles fossem usados, a Frontier teria alcançado as cinco estrelas de segurança tanto para adultos quanto para as crianças. Além disso, quando testado o controle de estabilidade, a picape média produzida na Argentina atingiu os requisitos sem problemas. Hilux: instabilidade é coisa do passado Enquanto isso, a Hilux, cujas unidades avaliadas possuíam sete airbags, passou pelos mesmos testes da Frontier mais o de poste. Assim, conseguiu nota máxima tanto para a proteção de crianças quanto para a de adultos: cinco estrelas. No entanto, os sete airbags (dois frontais, joelho motorista, dois laterais e dois de cortina) são disponíveis apenas nas versões cabine dupla, tanto da picape quanto do SUV derivado dela, o SW4. No teste frontal, o condutor ficou bem protegido na região de cabeça, joelhos e pés. Parte torácica e canelas tiveram avaliação adequada. O passageiro teve boa proteção para cabeça, joelhos e canela direita, e segurança adequada para tórax e canela esquerda. Teste frontal da Toyota Hilux com sete airbagsDivulgaçãoNo impacto lateral, o veículo protegeu todo o tronco do motorista devido aos airbags laterais. O mesmo foi avaliado na colisão lateral contra o poste. Nesse último teste é colocado à prova o airbag de cortina, que teve bom funcionamento, segundo o programa, dando proteção boa para a cabeça condutor. No entanto, a região abdominal recebeu avaliação apenas mediana. Esses bolsões infláveis ainda contribuíram para uma boa avaliação das condições de segurança das crianças na fileira traseira. Com as cadeirinhas voltadas para trás, elas ficaram bem protegidas e isso permitiu que a Hilux atingisse número máximo de estrelas na avaliação. Veja também NotíciasOs oito carros menos seguros testados pelo Latin NCAP e vendidos no Brasil8 abr 2019 - 18h04 NotíciasOs 10 carros mais seguros avaliados pelo Latin NCAP e vendidos no Brasil2 abr 2019 - 16h04 NotíciasFiat Argo e Cronos: três estrelas em segurança; Toyota Etios leva quatro16 jul 2019 - 12h07 Em relação ao controle de estabilidade, item com o qual a Hilux já enfrentou problemas no passado – e que são motivos de críticas e piadas até hoje, o Latin NCAP avaliou como boa a atuação do sistema, o que ajudou para a ratificação das cinco estrelas. View the full article
  16. FULLPOWER - É uma classe em extinção, infelizmente, mas não dá pra negar que as poucas remanescentes são sedutoras e potentes. Que o diga a nova geração ... Salvem as peruas! Conheça a nova e irada geração do Audi RS6 Avant View the full article
  17. Andressa (à esq.) atendeu ao recall, mas o carro apresentou a falha e agora voltou à oficinaQuatro RodasEm junho de 2018, a Jeep chamou 92.081 unidades de Renegade e Compass para reparar uma falha nos relês dos sistemas de ignição e injeção de combustível, que pode levar ao desligamento inesperado do motor. Apesar do procedimento, recebemos relatos de proprietários de Compass reclamando que seus veículos passaram a conviver com o apagão no motor mesmo após atenderem à convocação da fábrica. A empresária Andressa Carrasco Liborati, de Arujá (SP), conta que seu Compass Limited 2017 apresentou o desligamento do carro antes da primeira revisão. “Apareceu no painel o aviso ‘verificar motor’. Ao levar para a concessionária, disseram que a solução seria fazer o recall, para trocar os relês. Depois do conserto, o motor voltou a apagar. Já fiquei mais de 30 dias sem o carro nas mais de cinco vezes que levei-o para a autorizada, mesmo depois de passar pelo recall”, afirma Andressa. O medo de que o veículo deixe seu dono parado na rua é comum, como é o caso da médica Deborah Stephânia Mazzoni, de Rondonópolis (MT). “Com quatro meses de uso, meu Compass Limited Flex 2018 desligou em movimento pela primeira vez. Depois disso, eu fiz o recall e, 20 dias mais tarde, o motor voltou a desligar em duas ocasiões, quando estava numa estrada à noite”, diz Deborah. Nas concessionárias, alguns motoristas são orientados a desligar o veículo e esperar por 3 ou 4 minutos antes de religar o motor. “Logo após atender ao recall, eu fiquei parado duas vezes no trânsito intenso”, relembra o advogado Frederico Coan, de Tubarão (SC), proprietário de um Compass Longitude Flex 2017. “Além disso, minha esposa acabou ficando parada na rua à noite.” De acordo com André Dantas, especialista em perícias automotivas, todos os relatos são compatíveis com o de um relé subdimensionado para a carga e/ou para o ciclo liga/desliga. “Isto explicaria por que desligar o motor por um tempo o faz voltar a funcionar, pois assim o relé esfria.” Consultada, a Jeep respondeu que todos os veículos da reportagem passaram pelo recall. “Casos pontuais – em que o cliente experimentou algum inconveniente no veículo e retornou à concessionária por motivo diverso ao recall – foram atendidos em garantia, reparados ou estão em fase final de atendimento”, disse. Veja também Auto-serviçoAutodefesa: freios do VW Up! trepidam e demandam troca prematura30 jul 2019 - 07h07 Auto-serviçoAutodefesa: falha no start-stop do Mercedes Classe C custa até R$ 25.00016 jul 2019 - 07h07 Auto-serviçoAutodefesa: os zumbidos e trepidações na direção do Renault Captur21 maio 2019 - 07h05 O povo reclama “Após passar pelo recall, meu carro está pior: o motor voltou a apagar e o start-stop deixou de funcionar.” Proprietário: Antônio Carlos Nogueira, Viçosa (MG), dono de um Compass Longitude Flex 2018. “Mesmo depois do recall, quando o carro não funciona, uso a receita que a concessionária me ensinou. Peço a todos os ocupantes para saírem, travo o carro por 15 minutos e depois religo o motor.” Proprietário: Eduardo Ribeiro, São Luís (MA), dono de um Compass Longitude Flex 2017. “Meu carro desligou pela primeira vez em uma movimentada rodovia de São Paulo, a 110 km/h. Dois meses depois de fazer o recall, o motor parou novamente.” Proprietário: Thiago de Paula, São Paulo (SP), dono de um Compass Longitude Flex 2018. View the full article
  18. Líderes de vendas entre SUVs também estão na ponta da tabela da desvalorizaçãoQuatro RodasOs SUVs ganham cada dia mais mercado no Brasil. São veículos que dão maior status e mais visibilidade na direção e, com isso, vêm se destacando cada vez mais nos rankings de vendas de veículos novos.Isso é comprovado pela tabela de emplacamentos da Fenabrave (associação nacional dos concessionários), que aponta que cinco dos 20 veículos mais vendidos em território nacional, durante o primeiro semestre de 2019, são do segmento. Mas, na compra do SUV, será que alguém pensa na depreciação, ou seja, na perda de valor a partir da compra em relação ao mesmo ano-modelo zero-quilômetro? A KBB Brasil divulgou uma pesquisa nesta semana que indica o quanto os principais SUVs do país depreciaram durante o primeiro semestre deste ano. Mais de 400 versões de veículos com ano e modelo 2019 que foram comprados como zero-km. Para realizar o estudo, foram comparados os valores dos veículos no momento da compra e seu valor após seis meses, sempre no comparativo com um modelo similar, incluindo o mesmo ano-modelo, só que zero-km. QUATRO RODAS levou em consideração apenas SUVs compactos e médios de marcas generalistas ou premium, sem levar em conta os modelos voltados aos segmentos de luxo. A primeira surpresa: o Peugeot 3008 foi o modelo que teve melhor desempenho na pesquisa: sua depreciação foi de meros 4,01%, em média, por unidade emplacada. Peugeot 3008: o SUV generalista que menos deprecia em 2019PeugeotEnquanto isso, o Ford EcoSport foi o grande destaque negativo da pesquisa, perdendo 13,57% do seu valor de compra seis meses depois de ter sido adquirido em 2019. Outra informação que chama a atenção é que a Jeep, marca que detém a liderança nas vendas de SUVs no país, viu seus dois principais modelos constarem entre os mais depreciados. O Renegade, líder de vendas no ano até o momento com quase 40 mil unidades vendidas, deprecia 8,27% no primeiro semestre. Já o irmão maior Compass, vice-líder no ano, com pouco mais de 34 mil unidades emplacadas, perde em média 9,19% de valor no período. Nissan Kicks e Hyundai Creta, terceiro e quarto SUVs mais vendidos no semestre, também deixaram a desejar com uma perda de -7% e -9,69% do valor entre janeiro e junho de 2019, respectivamente. A exceção foi o Honda HR-V, quinto utilitário esportivo mais emplacado no ano e sexto no ranking da KBB. Outras presenças surpreendentes: o Citroën C4 Cactus, outro modelo da francesa da PSA, na terceira posição; os chineses Lifan X80 e X60 em quarto e quinto lugares. E o esquecido Chevrolet Tracker na segunda colocação. Veja também NotíciasOnix, Ka e Kwid estão entre os compactos que mais perdem valor em 201914 ago 2019 - 08h08 NotíciasJeep Compass 2020 ganha itens de série, mas fica até R$ 8.000 mais caro16 ago 2019 - 18h08 NotíciasFlagra: novo Chevrolet Tracker está quase pronto para ganhar o Brasil19 jul 2019 - 14h07 Entre as marcas, a Hyundai foi a fabricante com a pior perda média, tendo dois de seus três modelos com cerca de 10% de depreciação. Marca/Modelo Depreciação entre jan/19 e jun/19 Peugeot 3008 -4,01% Chevrolet Tracker -4,06% Citroën C4 Cactus -4,50% Lifan X80 -4,52% Lifan X60 -4,90% Honda HR-V -5,04% Hyundai ix35 -6,08% Honda WR-V -6,55% Caoa Chery Tiggo 2 -6,70% Nissa Kicks -7,00% Suzuki Jimny -7,33% Mitsubishi ASX -7,44% Renault Captur -7,55% Caoa Chery Tiggo 5x -7,63% JAC T40 -7,85% Peugeot 2008 -7,93% Suzuki Vitara -8,06% Jeep Renegade -8,27% Kia Sportage -8,27% Jeep Compass -9,19% Chevrolet Equinox -9,42% Hyundai Creta -9,69% Hyundai New Tucson -10,57% Suzuki S-Cross -12,26% JAC T50 -13,25% Ford EcoSport -13,57% View the full article
  19. Grade avantajada e frente alta e reta conferem o aspecto parrudo da dianteiraQuatro RodasA trajetória de vendas do Toyota RAV4 no Brasil revela um SUV de porte médio que vendeu muito bem. Mas que também vendeu muito mal. E, em alguns momentos, desapareceu das concessionárias. Ou seja, um utilitário de uma marca fortíssima, mas com performance local que passa longe do sucesso obtido ao redor do planeta – é até difícil para um brasileiro acreditar, mas o RAV4 é o SUV mais vendido no mundo desde 2017. A marca começou a comercializar a nova geração em junho e promete acabar com os altos e baixos nas vendas. Boas novidades para se firmar como um competidor regular de respeito, ele tem. Quer ver só? Design inspirado: dianteira lembra a do Mitsubishi ASX e as laterais remetem aos SUVs da BMWQuatro RodasMuito mais moderno do que a geração anterior, o RAV4 agora é um modelo híbrido, ou seja, tem dois tipos de unidades de potência, cada uma com uma matriz energética: gasolina e eletricidade. Ele também está muito mais tecnológico e atraente aos olhos de quem busca um SUV de verdade, com direito a tração nas quatro rodas e, consequentemente, outros atributos técnicos e disposição para encarar caminhos distantes das cidades. Em sua quinta geração, o RAV4 recebeu mais do que uma renovação geral: ele foi inteiramente repensado. Na traseira, mesma receita aplicada pela Volkswagen ao Tiguan: lanternas divididas em duas partes, ambas funcionaisQuatro RodasBaseado na plataforma do Camry, TNGA-K – em múltiplas variações, a TNGA serve a boa parte dos modelos da Toyota –, o RAV tem como conjunto de força um propulsor a gasolina com quatro cilindros 2.5 16V de 178 cv e duplo sistema de injeção (direto e indireto) e três motores elétricos (um para cada roda dianteira e um para o eixo traseiro, com transmissão direta, sem cardã). O câmbio é do tipo CVT, com distribuição de torque para as rodas sob demanda. No interior, o nível do acabamento também subiu. Como um clássico japonês, tudo é muito discreto e funcional, mas o layout da cabine, sem dúvida, ficou mais convidativo. Discreto, sem excessos e um tanto conservador, painel tem acabamento de alto nívelQuatro RodasImportado do Japão, o RAV4 é oferecido em duas versões, S e SX, custando, respectivamente, R$ 165.990 e R$ 179.990. Os R$ 14.000 de diferença incluem teto solar, fechamento elétrico do porta-malas (com acionamento por sensor de movimento, passando o pé sob o para-choque traseiro), carregador de celular por indução, piloto automático adaptativo, borboletas no volante, alerta de colisão com frenagem autônoma, farol alto automático e sistema de permanência e alerta de mudança involuntária de faixa. Faróis e lanternas de led, ar-condicionado bizona com saída para a traseira, banco do motorista com ajuste elétrico, ventilação e memórias, chave presencial, freio de estacionamento elétrico, multimídia, airbags laterais, do tipo cortina e de joelho (para o motorista), controle de estabilidade e tração e sensor de estacionamento na dianteira e na traseira são itens de série desde a versão S. Display central colorido é ladeado por instrumentos analógicosQuatro RodasOu seja, na calculadora, o pacote de equipamentos extras da SX justifica os R$ 14.000, mas quem decidir parar na “básica” também estará muito bem servido. Se alta performance nunca foi a marca registrada do RAV, imagine agora que ele é um híbrido – e, como tal, tem a economia de combustível como prioridade. Este, aliás, costuma ser o pensamento (cheio de preconceito) de quem vai assumir um híbrido pela primeira vez. As informações sobre o fluxo de energia consumida ou regenerada podem ser acompanhadas na tela da central multimídiaQuatro RodasInteligente e consciente, o novo RAV4 se adapta bem ao estado de espírito do piloto. Dirija de modo pacato, pautado pelos gráficos que indicam no painel a hora de diminuir a pressão sobre o acelerador e obtenha números de consumo urbano em torno de 17,3 km/l – resultado extraído em nossos testes. Em nova geração, o RAV4 oferece muito mais espaço na cabine, sobretudo para quem viaja atrásQuatro RodasMas alterne do modo Eco para o Sport e note o RAV assumindo outra postura. As arrancadas e retomadas letárgicas se transformam em alta performance de verdade, com um 0 a 100 km/h viril: apenas 8,7 s. O porta-malas tem volume de 580 litros. É enorme, mas falta a opção de sete lugares, como no TiguanQuatro RodasBem acertada, a suspensão do Toyota garante conforto no mesmo nível de um Tiguan, mas não inspira a mesma confiança no contorno de curvas longas, situação em que a carroceria inclina mais facilmente do que a do VW. O sistema de freio promove paradas em curtos espaços e quase sem desvio de trajetória. Repaginado, mais moderno e híbrido, o RAV4 nunca teve tantos atributos. Será que o SUV mais vendido do mundo vai, enfim, começar a fazer bonito também por aqui? Rodas aro 18, de série, são calçadas com pneus 225/60Quatro RodasVEREDICTO Se os R$ 14.000 extras cobrados pela versão SX não lhe fizerem muita falta, vá nela. Agora híbrido, o RAV aumenta sua lista de atributos e parte em busca de números de vendas mais robustos. Veja também NotíciasNovo Toyota RAV4 ficou mais espaçoso e agressivo28 mar 2018 - 16h03 Auto-serviçoAutodefesa: Toyota RAV4 com problemas no câmbio1 jun 2018 - 13h06 NotíciasO que Toyota Prius e Lexus CT200h podem ensinar ao Corolla híbrido flex22 abr 2019 - 07h04 Ficha Técnica – Toyota RAV4 SX Preço: R$ 179.900 Motor: gasolina, dianteiro, transversal, 4 cilindros, 2.487 cm3, 16V, 87,5 x 103,4 mm, 14,0:1, 178 cv a 5.700 rpm, 22,5 mkgf a 3.600 rpm e elétrico com 120 cv e 20,6 mkgf, potência combinada, 222 cv Câmbio: CVT planetário, 6 marchas, tração integral sob demanda Suspensão: McPherson (diant.)/braços sobrepostos (tras.) Freios: disco ventilado (diant.) e sólido (tras.) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 225/60 R18 Dimensões: comprimento, 460 cm; largura, 185,5 cm; altura, 168,5 cm; entre-eixos, 269 cm; altura livre do solo, 18 cm; peso, 1.730 kg; tanque, 55 l; porta-malas, 580 l Ficha de teste – Toyota RAV4 SX Aceleração 0 a 100 km/h: 8,7 s 0 a 1.000 m: 29,4 s – 181,8 km/h Retomada (D) 40 a 80 km/h: 4,6 s 60 a 100 km/h: 5,2 s 80 a 120 km/h: 6,2 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,3/25,2/58,9 m Consumo Urbano: 17,3 km/l Rodoviário: 15,3 km/l View the full article
  20. Geração atual do A3 Sedan será substituída até o final do ano, na EuropaAudiComo diz o dito popular que antecipa notícias ruins, o gato pode ter subido no telhado para a fabricação das novas gerações de Audi Q3 e A3 Sedan no Brasil. Segundo uma fonte de QUATRO RODAS, esses dois modelos continuarão a ser comercializados no país, mas somente importados. O encerramento da produção local em São José dos Pinhais (PR) ocorre em razão dos elevados investimentos necessários para a produção local das novas gerações desses modelos. Nova grade dianteira é o ponto de identificação da família QAudiLançado no Brasil, em 2016, o Q3 já teve sua produção encerrada no início deste ano, sendo que sua nova geração chegou em julho de 2018 na Europa. Ela deve desembarcar por aqui, importada, no início de 2020. O novo SUV ficou ligeiramente maior que o antecessor e ganhou novos equipamentos como faróis de led matriciais e painel digital. QUATRO RODAS já o experimentou: veja aqui como ele anda. Novo Q3 tem linha de cintura mais baixa e coluna traseira mais inclinadaAudiO design incorpora a nova identidade visual da família Q (inaugurada pelo Q8, no Brasil), com grade frontal octogonal e frisos que delineiam os para-lamas e a linha de cintura que passa na altura das maçanetas. A coluna traseira está mais inclinada deixando o SUV com o perfil mas próximo ao de um SUV cupê. Único modelo da Audi a ainda ser produzido no Brasil, o A3 Sedan ficará mais um tempo em linha porque a apresentação de sua nova geração está prevista para setembro na Alemanha, no Salão de Frankfurt. Lançado na Europa em 2012, o sedã começou a ser produzido no Brasil em 2015. SUV incorpora novos equipamentos como o digital cockpit e central com tela touchAudiSegundo outra fonte, porém, a decisão de encerrar a linha do sedã já está tomada. De acordo com esse informante, a empresa aguardou a edição comemorativa de 25 anos de produção no Brasil, apresentada ontem, para produzir as últimas levas do A3 Sedan nacional como linha 2020. Mas sua vida não será longa: quando a nova geração chegar, também importada, no segundo semestre de 2020, o atual A3 Sedan sairá de cena e, com isso, encerrará o segundo ciclo da Audi como fabricante instalada no Brasil (e não mera importadora). Perguntada sobre a fabricação dos novos carros no país, a Audi diz que está estudando o assunto, mas que ainda não tem uma decisão acertada. No último Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2018, o CEO da empresa, Johannes Roscheck, deu uma entrevista em que pediu maior previsibilidade por parte do governo para a tomada de decisão. Veja também NotíciasConfirmado para o Brasil, Audi Q3 “cupê” estreia com motor de Jetta e Golf24 jul 2019 - 11h07 NotíciasAudi decide repor de graça peça que já foi alvo de 500 furtos no Brasil31 jul 2019 - 15h07 TestesComparativo: Mercedes C 63 S e Audi RS 5 em pega de 1.000 cv e R$ 1 milhão26 jul 2019 - 07h07 Na época, o Inovar-Auto havia acabado, mas o Rota 2030, programa que definiu as regras para o setor nos próximos 15 anos, ainda não estava aprovado. Se o fim da produção local se confirmar, esta não será a primeira vez que a Audi interrompe a fabricação no Brasil por conta de custos. Em 2004, a empresa encerrou a produção do A3 hatch, que também era fabricado em São José dos Pinhais, desde 1999, alegando justamente os elevados custos da operação. O A3 hatch foi produzido em São José dos Pinhais entre 1999 e 2004.Quatro RodasTal qual está para acontecer com A3 Sedan e Q3 atuais, na época a decisão acompanhou exatamente a chegada da segunda geração do hatch ao Brasil – que já existia na Europa. A linha de montagem da Audi está localizada no complexo industrial de São José dos Pinhais (PR), de onde também saem os Volkswagen T-Cross e Fox – embora não haja anúncio oficial, o VW Golf também deixou de ser feito no local este ano. A unidade de São José dos Pinhas (PR) produz modelos da Audi e da VWVolkswagenInaugurada em 1999, a planta é uma das mais modernas do grupo, segundo a VW, com 305 m² de área construída e 1,3 milhão de m² de área total. View the full article
  21. Linha 2020 do Grand Siena ganha duas novas coresFiatConhece essa figura aqui? Isso mesmo, o Fiat Grand Siena segue firme e forte no mercado brasileiro, mesmo sete anos após a chegada da atual geração, derivada do já extinto Palio 2. Mesmo veterano, o sedã vem se moldando para sobreviver aos novos tempos. Na linha 2020, por exemplo, ganhou atualizações que tentam deixá-lo mais alinhado à atual identidade visual imposta a outros modelos da marca. Principal modificação é o novo logo “Fiat” na traseira do sedãFiatA principal novidade está na tampa traseira: ali o veículo irá carregar o novo emblema da Fiat, assim como Cronos, Argo, Toro e outros modelos da fabricante italiana. O contorno cromado da grade frontal foi trocado por uma moldura em preto. Os faróis de neblina terão novas molduras. As calotas possuem novo desenho, e as rodas aro 15 podem vir opcionalmente em liga leve. O sedã também passa a sair de fábrica com máscara negra nos faróis dianteiros e lanternas traseiras, e também com novas opções de cores: vermelho Montecarlo (sólida) e cinza Silverstone (metálica). Estas se juntam à paleta que já conta com tons preto, branco (sólidos) e prata (metálico). Grade terá contorno preto assim como a moldura dos faróis de neblinaFiatA nova linha mantém a versão de acabamento e a motorização já conhecidas do Grand Siena: Attractive 1.0 (75 cv) e Attractive 1.4 (88 cv), ambas equipadas sempre com câmbio manual. Em troca da perfumaria e do novo emblema, as duas versões do Grand Siena ficaram R$ 500 e R$ 1.000, respectivamente, mais caras do que na linha 2019: R$ 50.490 e R$ 55.990. De série, o sedã sai de fábrica com itens como: direção hidráulica, porta-malas de 520 litros (com iluminação) e auxílio para o condutor na hora de trocar de faixas. Design das calotas é outra novidade. O comprador ainda pode optar pelas rodas de liga leve de 15 polegadasFiatCaso o comprador queira mais alguns opcionais, a Fiat continua a disponibilizar os pacotes Creative 1 (R$ 1.900) e Creative 2 (R$ 2.500), tanto para os motores 1.0 quanto para os 1.4. O primeiro inclui: vidros elétricos traseiros com um-toque e antiesmagamento; retrovisor externo direito elétrico com tilt down; banco do motorista com regulagem de altura; a porta-óculos; alças de segurança no teto; apoia-pé para o motorista; volante com regulagem de altura; maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo; friso cromado na tampa do porta-malas; luz de leitura traseira. Já o segundo acrescenta: sensores de estacionamento traseiros; rádio com CD, MP3, entrada USB, viva-voz, Bluetooth e comandos multifuncionais no volante. Veja também NotíciasFiat Grand Siena passa a vir preparado para kit GNV por R$ 54.99030 abr 2019 - 17h04 TestesTeste: esportivado, Fiat Cronos HGT marca a morte da versão 1.8 manual6 ago 2019 - 17h08 NotíciasFlagra: Fiat já compara sua nova picape compacta com a VW Saveiro31 jul 2019 - 09h07 A configuração com motor 1.4 continua podendo vir preparada para receber kit GNV, opcional de R$ 690. View the full article
  22. Renault Kwid EV deve manter design fiel ao modelo a combustãoDivulgaçãoAntecipado pelo conceito K-ZE, apresentado pela primeira vez no Salão de Paris do ano passado, o Renault Kwid elétrico já tem o design da versão de produção definido. E o melhor: ele já está registrado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). O desenho é idêntico ao da patente registrada na Índia e na China no início deste ano. Ele revela um Kwid com poucas mudanças na comparação com a versão a combustão vendida hoje no Brasil, ao mesmo tempo que é bem diferente do K-ZE. Versão elétrica tem lanternas de led e para-choque exclusivos na traseiraReproduçãoA adoção do motor elétrico e do conjunto de baterias é percebido pela grade fechada, pelos faróis, aparentemente, de leds e pelos para-choques estilizados com tomadas e saídas de ar falsas. A traseira ainda recebe lanternas de leds exclusiva. O Renault Kwid nasceu na Índia, mas sua versão elétrica tem origem mais oriental. O Renault Kwid EV é um projeto desenvolvido em cooperação com a chinesa Dongfeng, com quem a Renault mantém a joint-venture eGT New Energy Automotive, estabelecida no ano passado. Por conta das baterias, altura livre do solo da versão elétrica pode ser até 4 cm menorReproduçãoPor isso, o Kwid elétrico será fabricado dentro das instalações da Dongfeng em Shiyan, na China, cuja capacidade supera os 1.200.000 carros por ano. Quase não há informações técnicas sobre a nova versão. O conceito K-ZE, porém, tinha bateria com capacidade suficiente para percorrer até 250 km por carga, pelo ciclo NEDC (um dos mais otimistas). Em carga rápida, levaria apenas cinquenta minutos para carregar de 0% a 80%. Em carga lenta, quatro horas para carregar até 100%, e ainda seria compatível com tomadas domésticas 220V. Desenho do Kwid EV revela os faróis de ledsReproduçãoO Renault Kwid EV representa o esforço da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi para oferecer um veículo elétrico de baixo custo (na comparação com o Nissan Leaf e com o Fluence EV) no mercado chinês. Veja também TestesRenault Kwid, Chery QQ e Fiat Mobi: comparamos os mais baratos do Brasil31 maio 2019 - 12h05 NotíciasRenault Triber: minivan do Kwid tem sete lugares e é menor que um Sandero19 jun 2019 - 10h06 NotíciasRenault Kwid elétrico chinês é muito mais inteligente e legal que o nosso16 abr 2019 - 18h04 No passado a fabricante chegou a insinuar que poderia exportar o Kwid elétrico para mercados como Índia, Brasil e Oriente Médio, caso faça sucesso na China. View the full article
  23. FULLPOWER - A contagem regressiva está aqui neste hotsite oficial da Toyota e aponta para as 18h do dia 3 de setembro o lançamento da nova geração ... Hotsite revela data de lançamento do novo Corolla View the full article
  24. A Ranger acaba de estrear cheia de novidades para desafiar Hilux, Amarok, Frontier, L200 e S10Quatro RodasAs picapes médias topo de linha têm se aproximado cada vez mais do conceito de carros de passeio do que um veículo comercial. Tanto que os diferenciais dos últimos lançamentos têm se concentrado nos itens de conforto, que vão do novo sistema multimídia da Hilux à frenagem autônoma de emergência da Ranger, passando pela simples, mas prática, tampa da caçamba com fechamento elétrico da L200. As novidades das seis picapes médias atualmente à venda no Brasil são pontuais, mas a concorrência delas é tão acirrada que mesmo a menor das mudanças pode impactar no resultado. E já adiantamos: as atualizações de três das seis picapes convocadas para esse comparativo influenciaram até na campeã. Reunimos Amarok V6 Highline, Frontier LE, Hilux SRX, L200 HPE-S, Ranger Limited e S10 Highcountry, todas diesel e 4×4, e revelamos quais as melhores opções para você. 6° Mitsubishi L200 Triton Sport HPE-S – R$ 188.990 O adesivo na lateral é uma das poucas diferenças da linha 2020 da L200Quatro RodasA L200 HPE-S é a única do comparativo com tração 4×4 e bloqueio mecânico do diferencial central e traseiro — atributo para andar bem na terra. Mas a Mitsubishi também tem virtudes para a vida urbana, com o menor diâmetro de giro do segmento (o que facilita manobras) e a nova tampa de caçamba com trava elétrica e controle na chave. Mas a modernidade não chegou ao interior, que destoa da concorrência com iluminação vermelha e quadro de instrumentos com um simples LCD monocromático no meio. O painel teve poucas mudanças e usa um LCD monocromático no quadro de instrumentosQuatro RodasPor outro lado, a L200 entrega conforto de sobra, com ótimo isolamento acústico e o melhor banco traseiro, com encosto inclinado e bom espaço para as pernas. A suspensão macia também ajuda neste quesito — mas atrapalha nos outros. O conjunto é tão mole que não impede que o pneu traseiro fique no ar em uma mudança brusca de direção seguida por frenagem. A tampa da caçamba finalmente passou a adotar travamento, elétrico ou por chaveQuatro RodasUma situação crítica, claro, mas que todas as outras picapes cumpriram com mais eficácia. Apuro mais constante será manter a L200 no dia a dia: além de ter o pior consumo, seu seguro é elevado e ela possui o maior valor para revisões deste comparativo. Para piorar, ela adotará dentro de um ano o visual da Pajero Sport, como antecipamos na edição de janeiro. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,8 s 0 a 1.000 m: 33,8 s – 149,5 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 5,3 s D 60 a 100 km/h: 7,3 s D 80 a 120 km/h: 12,1 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 16,1/29,3/65,1 m Consumo Urbano: 8,3 km/l Rodoviário: 10,4 km/l Custos Seguro – R$ 5.702 Revisões até 60.000 km – R$ 7.406 Peças – R$ 15.535 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 188.990 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.442 cm3, 16V, 86,0 x 105,1 mm, 15,5:1, 190 cv a 3.500 rpm, 43,9 mkgf a 2.500 rpm Câmbio: aut., 5 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial traseiro e central Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 11,8 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/65 R17 Dimensões: comp., 528 cm; largura, 182 cm; altura, 179,5 cm; entre-eixos, 300 cm; altura livre do solo, 22 cm; peso, 1.950 kg; tanque, 75 l; caçamba, 1.046 l; capacidade de carga, 1.000 kg 5° Toyota Hilux SRX – R$ 205.590 Caçamba é travada só pela chave; rodas aro 18 têm visual chamativoQuatro RodasA estabilidade da Hilux já foi motivo de piada na internet, mas a vida real é bem mais monótona. Mesmo que ela assuste em mudanças bruscas de direção, seu ESP ainda consegue lidar com abusos melhor do que a L200. Mas estável mesmo é seu desempenho em vendas, capaz de mantê-la na liderança há três anos. O anacrônico relógio digital no painel segue firme, ao contrário do multimídia, trocado na linha 2020Quatro RodasA lista de equipamentos ajuda a entender isso: sete airbags de série em todas as versões, sistema multimídia renovado na linha 2020 (a unidade fotografada, gentilmente cedida pela Maggi Motors, era modelo 2019 e não tinha o equipamento) e atenção especial aos ocupantes. A primeira picape média a adotar uma proposta urbana e confortável mostra que ainda conhece o mercado com itens como dois pequenos ganchos para sacolas atrás dos encostos dianteiros, essenciais para um veículo sem porta-malas. Mas a boa reputação não ajuda os 177 cv do 2.8 turbodiesel, que foi responsável pelos piores números de desempenho do comparativo, ainda que o câmbio de seis marchas se esforce para compensar a letargia. O gasto com combustível não será tão elevado, ao contrário do valor necessário para fazer as seis primeiras revisões e pagar por pequenos danos: só o farol esquerdo custa mais de R$ 9.200. E ela é, pelo menos, R$ 10.000 mais cara que as rivais. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 13,7 s 0 a 1.000 m: 34,9 s – 148 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 5,8 s D 60 a 100 km/h: 7,9 s D 80 a 120 km/h: 10,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,9/28,9/68,3 m Consumo Urbano: 9,6 km/l Rodoviário: 11,8 km/l Custos Seguro – R$ 4.633 Revisões até 60.000 km – R$ 6.954 Peças – R$ 14.680 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 205.590 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.755 cm3, 16V, 92,0 x 103,6 mm, 15,6:1, 177 cv a 3.400 rpm, 45,9 mkgf a 1.600 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 12,8 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 531,5 cm; largura, 185,5 cm; altura, 181,5 cm; entre-eixos, 308,5 cm; altura livre do solo, 28,6 cm; peso, 2.090 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.000 l; capacidade de carga, 1.000 kg 4° Nissan Frontier LE – R$ 194.790 Alças na coluna B facilitam o embarque de quem vai atrásQuatro RodasSe considerarmos o pedigree, a Frontier seria a mais nobre deste comparativo. Só ela deu origem a dois outros modelos, incluindo uma versão feita pela Mercedes-Benz. A picape japonesa importada da Argentina pode não ter o status da Classe X, mas ao menos seu futuro no Brasil não é incerto como o da irmã alemã. E seu pacote de equipamentos está longe de decepcionar. Na versão de topo, LE, há faróis de leds, sistema de câmera com visão de 360° e até teto solar elétrico em uma cabine bem acabada e espaçosa. Câmeras nos retrovisores e sob o logotipo projetam uma imagem de baixa resolução no (confuso) sistema multimídia. A maior parte do painel é emborrachadaQuatro RodasMas lotar um veículo de equipamentos não resulta necessariamente em praticidade para o consumidor. As quatro câmeras, por exemplo, têm resolução baixa e ajudam menos em manobras apertadas do que sensor de estacionamento dianteiro, ausente na Nissan. E mesmo a exclusividade do teto solar cobra seu preço, reduzindo consideravelmente o espaço para a cabeça dos ocupantes, sobretudo os traseiros. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA dinâmica está em um bom meio-termo entre o conforto e a capacidade de acompanhar carros menores em curvas sem sustos. O desempenho adequado contrasta com o ruído elevado, sobretudo a 120 km/h. Com custo de propriedade baixo, o maior problema da Nissan é ter três rivais ainda melhores do que ela. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,4 s 0 a 1.000 m: 33 s – 159,5 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,9 s D 60 a 100 km/h: 6,3 s D 80 a 120 km/h: 8,7 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 16,2/30,5/71,8 m Consumo Urbano: 9,0 km/l Rodoviário: 11,7 km/l Custos Seguro – R$ 4.937 Revisões até 60.000 km – R$ 5.634 Peças – R$ 8.132 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 194.790 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.298 cm3, 16V, 85,0 x 101,3 mm, 15,4:1, 190 cv a 3.750 rpm, 45,9 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: aut., 7 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas helicoidais (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 12 m (diâm. de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 255/60 R18 Dimensões: comp., 526,4 cm; largura, 185 cm; altura, 186 cm; entre-eixos, 315 cm; altura livre do solo, 24,1 cm; peso, 2.115 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.054 l; capacidade de carga, 1.000 kg 3° VW Amarok High V6 – R$ 195.990 A Amarok V6 é dona da maior caçamba e capacidade de carga do segmentoQuatro RodasQuando a Amarok V6 chegou pela primeira vez à QUATRO RODAS, houve quem fizesse previsões fatalistas. “Muita gente vai se machucar com esse carro”, diziam motoristas recém-impressionados com o desempenho da picape mais rápida do Brasil. De fato, o seis-cilindros de 225 cv (que vai a 245 cv quando se pisa fundo em retomadas) entrega velocidades teoricamente incompatíveis com as 2,18 toneladas da Amarok. Painel de plástico rígido e aparência simples contrasta com os confortáveis bancos com ajuste elétricoQuatro RodasFelizmente, a engenharia alemã fez um excelente trabalho para domar a cavalaria, com direito a freios a disco ventilado nas quatro rodas, suspensão firme e pneus voltados para o asfalto (ao contrário dos de uso misto da concorrência). O painel manteve o aspecto simples e plástico rígido, e o decano controle de velocidade na ponta da chave de seta foram mantidos, mas a VW tentou compensar isso com faróis bixenônio e sistema multimídia com “amplificação de voz eletrônica”. Motor V6 e tração integral são exclusividades neste comparativoQuatro RodasEle basicamente reproduz conversas da cabine nos alto-falantes, algo desnecessário em uma das picapes mais silenciosas do comparativo. O que precisava, mesmo, é um custo de propriedade menor. Só o seguro passa dos R$ 6.500, e seu consumo de combustível é elevado. É o preço para manter tanto cavalo. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 8,2 s 0 a 1.000 m: 30 s – 172,1 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 3,6 s D 60 a 100 km/h: 4,7 s D 80 a 120 km/h: 6,0 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,9/27,6/62,9 m Consumo Urbano: 9,4 km/l Rodoviário: 11,6 km/l Custos Seguro – R$ 6.535 Revisões até 60.000 km – R$ 6.044 Peças – R$ 10.576 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 195.990 Motor: diesel, diant., long., 6 cil. em V, 2.967 cm3, 24V, 83,0 x 91,4 mm, 17,0:1, 225 cv a 4.000 rpm, 56,1 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático, 8 marchas, tração integral com reduzida e bloqueio no diferencial central e traseiro Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (d/t) Direção: hidráulica, 12,9 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 255/60 R18 Dimensões: comprimento, 525,4 cm; largura, 195,4 cm; altura, 183,2 cm; entre-eixos, 309,7 cm; altura livre do solo, 24 cm; peso, 2.185 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.280 l; capacidade de carga, 1.105 kg 2° Chevrolet S10 Highcountry – R$ 191.990 Santantônio estilizado dá um visual diferenciado à HighcountryQuatro RodasA S10 foi a última picape a bater o domínio da Hilux em vendas, no já distante 2015. É verdade que a concorrente japonesa se manteve no topo, mas a Chevrolet vem fazendo sua lição de casa para recuperar. Tanto que a picape é o único modelo da GM feito no Brasil a ter alerta de mudança inadvertida de faixa e aviso de colisão. É verdade que ela não freia sozinha, mas já faz mais do que 66% da concorrência. Interior é bem-acabado e assistentes de segurança ativa ajudam. Somente S10 e Hilux possuem ar-condicionado digital de uma zonaQuatro RodasO motor de 200 cv só não supera o V6 da Amarok, e brilhou na pista. Foram 9,97 s no 0 a 100 km/h (ante os 8,7 s da VW) e consumo inversamente proporcional ao desempenho, com o melhor índice no ciclo rodoviário e sede moderada também na cidade. Por falar nisso, é na selva de pedra que a Chevrolet brilha — e olha que ela é a única a usar faróis baixos halógenos. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasMas o santantônio estilizado e o visual ainda atual chamam a atenção do lado de fora, enquanto a cabine de acabamento elegante com bancos confortáveis atendem a quem vai dentro. Só é melhor levar quatro adultos, pois a S10 é a única do comparativo a não oferecer o essencial apoio de cabeça para o quinto ocupante. Melhor que isso, só se ela fosse mais equipada — como a campeã do comparativo. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 10 s 0 a 1.000 m: 31,9 s – 160,1 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,3 s D 60 a 100 km/h: 5,6 s D 80 a 120 km/h: 7,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,1/26,4/59,1 m Consumo Urbano: 9,2 km/l Rodoviário: 12,7 km/l Custos Seguro – R$ 3.571 Revisões até 60.000 km – R$ 5.916 Peças – R$ 10.214 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 191.990 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.776 cm3, 16V, 94,0 x 100,0 mm, 16,5:1, 200 cv a 3.600 rpm, 51 mkgf a 2.000 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: elétrica, 12,7 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 265/60 R18 Dimensões: comp., 540,8 cm; largura, 187,4 cm; altura, 183,9 cm; entre-eixos, 309,6 cm; altura livre do solo, 22,8 cm; peso, 2.101 kg; tanque, 76 l; caçamba, 1.061 l; capacidade de carga, 1.049 kg 1° Ford Ranger Limited – R$ 188.990 A câmera de ré fica escondida sob o logotipo da FordQuatro RodasQuem leu a avaliação da Ranger na edição de julho pode não se surpreender com o resultado deste comparativo. O excelente custo/benefício da Ford se manteve na linha 2020, cuja atualização visual é o que menos interessa. O mais importante é a melhoria em segurança, com o (exclusivo) controlador de velocidade adaptativo, agora capaz de frear sozinho e impedir colisões a baixas velocidades. O quadro de instrumentos digital é exclusivo do segmento, assim como o controlador de velocidade adaptativo com frenagem de emergênciaQuatro RodasUm par perfeito para o assistente de manutenção de faixa, outra exclusividade. A Ranger também anda bem, apesar do cinco-cilindros cobrar isso com um consumo mais elevado. A tranquilidade entregue pelos macios bancos dianteiros continuará por todo o tempo que você estiver com ela na garagem. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasNas cotações de peças e seguros feitos pela SUIV e TEX/Teleport, respectivamente, a Ranger foi a que obteve os menores índices. Manter a picape da Ford dentro da (também exclusiva) garantia de fábrica de cinco anos não será oneroso: são R$ 6.017 pelas seis primeiras revisões contra os R$ 7.276 da cara L200 e próximo dos R$ 5.916 da vice-campeão, S10. É verdade que quem está no topo só tem uma direção para ir. Mas, se ficar mais econômica, a Ranger tem tudo para manter o título de campeã pelos próximos anos. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,4 s 0 a 1.000 m: 33,0 s – 156,2 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,8 s D 60 a 100 km/h: 6,4 s D 80 a 120 km/h: 8,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,9/26,4/59,7 m Consumo Urbano: 8,8 km/l Rodoviário: 11 km/l Custos Seguro – R$ 3.593 Revisões até 60.000 km – R$ 6.017 Peças – R$ 6.415 Veja também NotíciasComparativo: as picapes a diesel 4×4 cabine dupla mais baratas do mercado18 jun 2019 - 09h06 NotíciasComparativo: Mitsubishi Pajero Sport e Toyota SW4, SUVs de famílias brutas21 maio 2019 - 07h05 TestesComparativo: por R$ 70 mil você vai de hatch, sedã, minivan, jipe ou SUV?6 mar 2019 - 07h03 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 188.990 Motor: diesel, diant., long., 5 cil. em linha, 3.198 cm3, 20V, 89,9 x 100,8 mm, 15,5:1, 200 cv a 3.000 rpm, 47,9 mkgf a 1.750 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: elétrica, 12,2 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 535,4 cm; largura, 186 cm; altura, 184,8 cm; entre-eixos, 322 cm; altura livre do solo, 23,2 cm; peso, 2.261 kg; tanque, 75 l; caçamba, 1.180 l; capacidade de carga, 1.009 kg View the full article
  25. É ligar na tomada 110/220V, fechar o carro e deixar funcionar por 30 minutosQuatro RodasQue tal acabar em minutos com qualquer odor e ainda eliminar microrganismos no interior do veículo, como bactérias, vírus e fungos, responsáveis por causar doenças respiratórias? Assim é anunciado o gerador de ozônio OZplus 70 W, fabricado pela Wier. Desenvolvido com tecnologia nacional, o aparelho usa o processo de oxi-sanitização: capta o oxigênio (O2) e o transfere à placa de plasma frio para convertê-lo em ozônio (O3), gás com características bactericidas. Ele parece um estabilizador de voltagem (22 cm de comprimento x 17 cm de largura x 26 cm de altura), pesa 3 kg e funciona em qualquer tomada doméstica (110 ou 220 V). O seu funcionamento também é simples apesar da aparência meio antiquada: coloque-o no piso do carro, ligue-o e deixe que ele faça a parte dele. Segundo Bruno Mena Cadorin, diretor da Wier, o ideal é deixá-lo dentro do veículo fechado programado para 30 minutos. Após isso, o desligamento é automático. “No caso de sujeiras líquidas e/ou sólidas, deve-se fazer uma limpeza prévia e só depois utilizar o gerador de ozônio.” Gerador de ozônio Wier OZplus 70 W – nota 9Quatro RodasPara o teste, encomendamos uma avaliação à microbiologista Maria José Silveira, diretora do Laboratório Controlbio. Três Ford Ka 2018 passaram pelo mesmo procedimento: foi coletado material das superfícies internas antes e depois de passarem pelo tratamento de ozônio de 30 minutos. Mais tarde, as amostras ficaram incubadas em laboratório por três dias para bactérias e cinco para fungos. E não é que ele funcionou bem? “Nos três carros, que antes da oxi-sanitização, apresentavam média de 163 UFC/m³ (Unidade Formadora de Colônia por metro cúbico) de bactérias e 200 UFC/m³ de fungos, houve redução de até 92,59% e 82,05%, respectivamente”, relata Maria José. Mena diz que o resultado seria ainda melhor se fosse feita antes a limpeza interna e a troca do filtro de ar da cabine. Além do carro, o OZplus pode ser usado em casa ou no escritório, mas não sai barato: R$ 2.890. Como uma higienização profissional custa cerca de R$ 250, faça as contas para ver se vale a pena no seu caso. Veja também Auto-serviçoVaporizador de combustível promete reduzir consumo em até 40%; consegue?22 maio 2019 - 07h05 NotíciasAuto-serviço: saiba como o sol e o calor podem prejudicar seu carro21 jan 2019 - 09h01 Auto-serviçoAuto-serviço: vale a pena trocar o seguro por um rastreador?2 maio 2018 - 15h05 Avaliação Cumpre o que promete? Sim Nota: 9 Comentário: o equipamento é leve, compacto, fácil de usar e, acima de tudo, eficiente na ação antibacteriana e eliminação de fungos. Preço médio: R$ 2.890 Compra: wier.com.br View the full article

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