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RobôAutoforum

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  1. Kombi foi o primeiro carro elétrico feito oficialmente pela VWReprodução/InternetA Volkswagen faz questão de dizer que está entrando em uma nova era com a família de carros elétricos lançada na Europa no ano passado com o hatch ID.3, mas pouca gente sabe que vem de longe a história da marca com veículos movidos a eletricidade. E o primeiro modelo elétrico foi justamente a veterana Kombi, usada como experimento de uma divisão criada na matriz em Wolfsburg, na Alemanha, na década de 1970. Sete unidades foram vendidas à prefeitura de Berlim em 1972Reprodução/InternetEm 1972, um protótipo baseado na segunda geração da Kombi (chamada de T2 na Europa e EUA) foi apresentado como alternativa aos veículos comerciais movidos a combustão. Pouco depois, a Volkswagen produziu uma pequena frota experimental do modelo nas configurações de carga e passageiros. Kombi elétrica teve sua configuração picape para cargasReprodução/InternetA prefeitura de Berlim adquiriu sete unidades, incluindo o exemplar das fotos, feito em 1972 e licenciado somente em abril de 1978 para ser usado pelo Departamento de Água e Esgoto da capital alemã. Devido à enorme bateria de 880 quilos e 21.1 kWh de capacidade, a Kombi elétrica pesa impressionantes 2.170 kg – quase uma tonelada a mais que um modelo convencional a combustão. A autonomia era de 85 quilômetros. Bateria ocupava boa parte da cabine e deixava Kombi com mais de 2 toneladas de pesoReprodução/InternetUm motor elétrico Bosch instalado no lugar do boxer (cilindros opostos) movido a gasolina entregava constantes 22 cv, mas podia gerar um pico de 44 cv de potência e 16 kgfm de torque. Números suficientes para atingir velocidade máxima de 75 km/h. No lugar do motor a combustão, módulos e muitos chicotes. À esquerda do capô, o conector para recargaReprodução/InternetNa época, a bateria tinha de ser retirada do veículo para ser recarregada em uma estação da empresa produtora e fornecedora de energia RWE. A operação levava cinco minutos. Mas também era possível recarregar a bateria por meio de um conector localizado na traseira. Apesar de ser um veículo elétrico antigo, a Kombi já contava com um sistema regenerativo, que recupera parte da energia nas frenagens. Veja também NotíciasGoverno tenta atrair Tesla para criar fábrica no Brasil até 202318 fev 2020 - 18h02 NotíciasNovo Audi e-tron tem câmeras no lugar dos retrovisores e custa R$ 459.99020 fev 2020 - 13h02 NotíciasMercedes-Benz EQC será o novo elétrico mais caro do Brasil: R$ 477.90011 fev 2020 - 12h02 O modelo será uma das atrações da Volkswagen na Techno Classica 2020, um evento de veículos antigos que será realizado entre os dias 25 e 29 de março em Essen, na Alemanha. View the full article
  2. <span class="hidden">–</span>Divulgação/JeepCada vez mais requisitados, os SUVs representam a categoria que mais cresceu nos últimos anos. No entanto, eles são penalizados no consumo de combustível por serem maiores, mais altos e mais pesados que modelos de outras categorias. Para passar uma noção de quanto eles “bebem”, QUATRO RODAS mostra o ranking, do melhor para o pior, das médias de consumo entre os dez SUVs mais vendidos no Brasil em 2019. Os dados foram auferidos em nossos testes de pista seguindo os mesmos critérios (entre 15 e 70 km/h, sem ar-condicionado ligado, com vidros fechados e gasolina no tanque). Por isso, as versões a diesel de Jeep Renegade e Compass não foram consideradas. Do mesmo modo, o Duster 2.0 foi ignorado porque está prestes a sair de linha. Lembramos que o norte do ranking é o ciclo urbano de consumo, disparado o que representa o maior percentual de uso dos modelos. Também foi por isso que selecionamos apenas versões com câmbio automático. Confira: 16º VW T-Cross 1.4 turbo AT – 12,3 km/l Consumo na estrada: 15 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 6º lugar Não surpreende que o SUV mais econômico entre todos os comparados seja o VW T-Cross. A grande surpresa é que seja a versão Highline 250 TSI, topo de linha e movida pelo 1.4 turbo de 150 cv. Em nossa pista de testes, ela consumiu menos até do que a versão 200 TSI. 15º Honda HR-V 1.5 turbo CVT – 12,2 km/l Consumo na estrada: 14,6 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 5º lugar O moderno propulsor 1.5 turbo de 173 cv, restrito à versão topo de linha Touring, mostrou que entrega não apenas desempenho, mas também um padrão decente de consumo. 14º VW T-Cross 1.0 turbo AT – 11,8 km/l Consumo na estrada: 14,7 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 6º lugar SUV baseado no Polo fez valer a eficiência dos motores turbo, atingindo médias consideravelmente superiores às dos rivais. A configuração 200 TSI automática completa o pódio e quase faz dobradinha com a 250 TSI. 13º Honda HR-V 1.8 CVT – 11,7 km/l Consumo na estrada: 14,3 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 5º lugar Mesmo quando equipado com o antigo motor 1.8 aspirado de 140 cv, o HR-V não faz feio. Apesar da disparidade de potência em relação ao 1.5 turbo, em economia de combustível os dois estão em patamares parecidos. 12º Nissan Kicks 1.6 CVT – 11,4 km/l Nenhum Kicks tinha piloto automático no Brasil até agoraDivulgação/NissanConsumo na estrada: 15,3 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 4º lugar Quarto SUV mais vendido no ano passado, o Nissan Kicks aposta no baixo peso (menos de 1.150 kg) em relação aos rivais para justificar a escolha do motor 1.6 aspirado de 114 cv, conectado à transmissão automática CVT. Se o desempenho não empolga, ao menos ele é um dos menos gastões. 11º Citroën C4 Cactus 1.6 turbo AT – 11,4 km/l Consumo na estrada: 14,4 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 10º lugar A exemplo do Honda HR-V, as motorizações do C4 Cactus não apresentaram uma diferença muito grande de consumo entre elas nos testes de QUATRO RODAS. Mas a configuração equipada com o 1.6 THP flex de 173 cv rende melhor. 10º Citroën C4 Cactus 1.6 AT – 10,6 km/l Consumo na estrada: 13,5 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 10º lugar Ainda assim, o C4 Cactus empurrado pelo velho 1.6 aspirado de 119 cv não faz feio e consegue rodar mais de 10 km com um litro de gasolina na cidade. 9º Renault Duster 1.6 CVT – 10,5 km/l Visual é o mesmo desde a reestilização de 2015Rodolfo Buhrer/DivulgaçãoConsumo na estrada: 12,8 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 9º lugar Prestes a receber uma profunda reestilização, o SUV compacto seria o mais beberrão se equipado com o motor 2.0. Como a única configuração que sobreviverá será a 1.6, de 120 cv, é ela que está em nosso ranking, e com câmbio CVT. 8º Hyundai Creta 1.6 AT – 10,3 km/l <span class="hidden">–</span>Divulgação/HyundaiConsumo na estrada: 13,7 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 3º lugar Terceiro SUV mais vendido no Brasil em 2019, o Hyundai Creta ocupa posição comedida neste ranking quando equipado com motor 1.6 flex de 130 cv câmbio automático de seis marchas, após fazer média urbana de 10,3 km/l. 7º Ford EcoSport Titanium 1.5 AT (com pneus run flat) – 10,2 km/l Consumo na estrada: 12,9 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 7º lugar A variante sem estepe teve o consumo ligeiramente prejudicado pelos pneus run flat. Para efeito de comparação, a versão do EcoSport equipada com pneus convencionais e a mesma motorização de 137 cv fez 10,6 km/l (e escapou desta lista). 6º Renault Captur 1.6 CVT – 10,1 km/l Consumo na estrada: 13,2 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 8º lugar Oitavo colocado no ranking de vendas da categoria em 2019, o Captur movido pelo motor 1.6 de 120 cv e câmbio CVT, como esperado, foi mais econômico que a versão equipada com o 2.0 de 148 cv e a arcaica caixa automático de quatro marchas. Nada disso foi suficiente para tirá-lo da metade de baixo desta lista. 5º Jeep Renegade 1.8 AT – 9,9 km/l Consumo na estrada: 12,8 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 1º lugar Com fama de lento, o Jeep Renegade 1.8 flex de 139 cv ainda gera reclamações pela “sede” por combustível. A estreia dos novos motores turbo da FCA, prevista para até 2021, deverá melhorar a classificação do SUV mais vendido do país num ranking futuro, mas por enquanto ele está entre os cinco piores quando o assunto é consumo. 4º Hyundai Creta 2.0 AT – 9,7 km/l <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasConsumo na estrada: 12,7 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 3º lugar Comparado com o da versão 1.6, o consumo da motorização mais potente do Creta não pode ser visto como ruim, considerando o desempenho superior proporcionado pelos 20 cv a mais (156 cv quando abastecido com gasolina). Ainda assim, ele é o quarto colocado deste ranking, o que não é uma boa notícia. 3º Ford EcoSport Storm 2.0 AT 4WD – 9,3 km/l Consumo na estrada: 12,5 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 7º lugar O motor 2.0 de até 173 cv e o sistema de tração nas quatro rodas podem incrementar o desempenho e a dinâmica da versão topo de linha do EcoSport. Porém, ele só será mais econômico do que um Captur 2.0 ou um Compass. 2º Renault Captur 2.0 AT – 9,2 km/l Consumo na estrada: 12,3 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 8º lugar Apesar do antigo motor 2.0 de até 148 cv, a configuração mais cara do Captur poderia ter atingido uma média melhor de consumo se tivesse uma caixa automática mais moderna que a atual de quatro marchas. Entretanto, só a chegada do 1.3 turbo flex poderá tirá-lo de fato da condição de um dos SUVs mais beberrões do mercado. 1º Jeep Compass 2.0 flex AT – 8 km/l Consumo na estrada: 11 km/l Ranking de vendas (entre SUVs): 1º lugar Único SUV intermediário entre os dez mais vendidos, o vice-líder em vendas de 2019 paga o preço pelo porte maior e pela 1,5 tonelada de peso: cravou 8 km/l nas medições de consumo na cidade. Veja também NotíciasSegredo: novos SUVs nacionais da Ford terão motor 1.5 turbo do Fiesta ST21 fev 2020 - 18h02 TestesTeste: VW T-Cross 200 TSI manual é um Up! turbo com porte de SUV18 fev 2020 - 07h02 NotíciasFiat confirma SUV cupê inspirado no conceito Fastback com turbo para 202112 fev 2020 - 16h02 Um pouco maior que os demais modelos da lista, é movido por um motor 2.0 flex aspirado de 166 cv, combinado ao câmbio automático de seis velocidades. View the full article
  3. Arrizo 5 ganhará mesmo câmbio CVT que virá no Arrizo 6Divulgação/CheryO Caoa Chery Arrizo 5 chegou ao Brasil no início de 2019, mas já tem mudanças previstas para nosso mercado – mais discretas que as atualizações para o Tiggo 5X. Segundo apurou QUATRO RODAS, o sedã terá novidades mecânicas já para março. Desde o lançamento, o modelo chegou às lojas com câmbio automático CVT com sete marchas simuladas. Mas o fabricante apresentará no próximo mês o mesmo sistema de transmissão do irmão maior Arrizo 6, que tem nove marchas simuladas. Lançamento da atualização está previsto para marçoDivulgação/CheryVale lembrar que o sedã médio está em testes no Brasil e chegará ainda neste ano para brigar pela mesma clientela de Honda Civic e Toyota Corolla. E, assim como o sedã menor e o crossover compacto Tiggo 2, o Arrizo 6 será produzido em Jacareí (SP). Painel seguirá igual ao do modelo vendido atualmenteDivulgação/CheryEsperava que a Caoa Chery aproveitasse as mudanças para equipar o nosso Arrizo 5 com o novo painel já oferecido na China? De acordo com nossa apuração, o três-volumes continuará exatamente igual ao atual, que pelo menos utiliza o mesmo visual da versão topo de linha vendida na Ásia. Painel do Arrizo 5 vendido na China é mais modernoDivulgação/CheryUma incógnita até agora é se, apesar de manter a cabine como está, o sedã compacto ganhará a central multimídia atualizada compatível com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto, a exemplo do que aconteceu com os SUVs Tiggo 5X e Tiggo 7. Veja também NotíciasNovo Caoa Chery Tiggo 5X com central melhor já é vendido a R$ 91.99019 fev 2020 - 12h02 NotíciasFlagra: Caoa Chery Arrizo 6, rival de Civic e Corolla, já está no Brasil14 fev 2020 - 07h02 Por fim, a motorização continuará a mesma: 1.5 turbo flex com 150 cv de potência a 5.500 rpm e 19,4 kgfm de torque a 4.000 rpm – 2 kgfm menos que nos utilitários da marca, que têm câmbio automatizado de dupla embreagem. View the full article
  4. Novo Nissan Kicks híbridoInstagram/ReproduçãoA Nissan já desenvolve no Japão uma reestilização do Kicks, que deve ganhar o mercado brasileiro em 2021. Tanto que imagens de protótipos em testes vêm sendo publicadas por perfis japoneses no Instagram e no Twitter. A dianteira está bem diferente, em especial faróis e grade (que lembram até um Mitsubishi), mas as lanternas traseiras com o mesmo formato do modelo atual entregam que se trata do Kicks. No Japão, o SUV compacto será lançado para substituir o primo Juke. Conforme antecipado por QUATRO RODAS no ano passado, além das mudanças visuais (quase todas concentradas na parte dianteira), o novo Kicks compacto ganhará uma inédita (no Brasil) configuração híbrida. Trata-se do sistema e-Power, cujo funcionamento é bem diferente do conjunto existente no Toyota Corolla. Traseira entrega que se trata do KicksTwitter/ReproduçãoNo caso dos Nissan, o motor 1.2 a combustão funciona apenas como gerador de eletricidade, armazenada em uma pequena bateria de 1,5 kW. Esta, por sua vez, alimenta um propulsor elétrico posicionado no eixo dianteiro. O motor elétrico é o único responsável por tracionar as rodas e não existe recarga externa. Nossa reportagem já experimentou o sistema no monovolume Versa Note, atual carro mais vendido do Japão. O desempenho, pelo menos no caso do Note e-Power, é interessante: se os 112 cv do motor elétrico ficam abaixo dos já escassos 114 cv do Kicks 1.6, os 25,9 kgfm de torque superam com muita margem os 15,5 kgfm gerados por nosso SUV, deixando o monovolume bastante esperto. A grande novidade desse conjunto no Brasil é que ele será adaptado para aceitar tanto gasolina quanto etanol no tanque. Protótipo foi flagrado com um Note e-Power rodando ao ladoInstagram/ReproduçãoMais do que potência e torque, o grande trunfo do sistema será permitir que o Kicks tenha consumo de até 35 km/l e consiga rodar incríveis 1.200 km sem precisar reabastecer. Lembrando que, apesar de ser um dos SUVs compactos do mercado, o utilitário esportivo da Nissan possui um tanque de combustível pequeno, de apenas 41 litros, o que limita sua autonomia. Esteticamente, chamam a atenção os faróis aparentemente mais finos e compridos, além da grade trapezoidal maior e com divisórias horizontalizadas. Nas versões básicas, o Kicks nacional, cuja produção será mantida em Resende (RJ), deve manter o motor 1.6 quatro-cilindros naturalmente aspirado flex de 114 cv. Veja também NotíciasNissan terá SUV menor que o Kicks com motor 1.0 turbo e plataforma de Kwid28 jan 2020 - 14h01 NotíciasNovo Nissan Sentra chegará ao Brasil até 202116 jan 2020 - 08h01 TestesImpressões: novo Nissan Versa será rival à altura de Virtus e Onix Plus9 jan 2020 - 07h01 São boas as chances de a Nissan apresentar o novo Kicks híbrido no Salão do Automóvel de São Paulo 2020. A marca é uma das que seguem confirmadas no evento. View the full article
  5. <span class="hidden">–</span>Alcolock/ReproduçãoApós 12 anos de existência, a Lei Seca receberá neste ano novos bafômetros. O primeiro estado brasileiro a receber o Saf’ir Evolution é o Maranhão. A nova tecnologia já está em uso pelas autoridades da Unidade Federativa neste mês, onde as blitz se intensificam por conta do carnaval. De acordo com o diretor da Orbitae, Ubiratan Júnior, o modelo é equipado com tecnologia infravermelho e promete distinguir no ar se as partículas de álcool se referem realmente ao consumo de bebidas alcoólicas ou não. “Esse equipamento permite diferenciar o ar que está nos pulmões daquele que se encontra na boca, o que evita um falso positivo para alguém que, por exemplo, acabou de comer um bombom com licor ou usou enxaguante bucal à base de álcool”, explica o representante da Sa’fir no Brasil. <span class="hidden">–</span>Alcolock/ReproduçãoAlém de ser mais preciso, o novo modelo ainda permite que sejam feitos 200.000 testes por ano. O equipamento é utilizado na Espanha, Estados Unidos, Chile, Argentina, Colômbia e Uruguai. Ele foi destinado primeiramente ao Maranhão por conta das ações educativas da Lei Seca promovidas pelo Detran do Estado. Lei Seca <span class="hidden">–</span>Governo do Estado do Rio de Janeiro/ReproduçãoEm 1997, assim que o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) foi instalado, eram impostas condições de uso de álcool em relação a direção. De acordo com o CTB, era permitido que o condutor estivesse com até 0,6 grama de álcool por litro de sangue. Caso o valor fosse ultrapassado, o condutor era multado em R$ 995 e tinha a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por um ano. Além disso, podia ser preso por seis meses ou três anos, devido a conduta configurar crime. Onze anos depois, surgiu a Lei Seca. De início, como uma medida provisória, mas que foi adotada pelo então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Ela proibia a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais e seu descumprimento gerava uma multa de R$ 1.500. Ainda em 2008 a MP foi regulamentada e passou a fazer parte do Código Brasileiro de Trânsito com o decreto nº 6.489. No mesmo ano, tornou-se a lei nº 11.705. Assim que entrou em vigor, a Lei Seca mudou os limites de ingestão de álcool. A partir de então, qualquer quantidade acusada no bafômetro acima do valor de tolerância de 0,2 grama por litro de sangue passa a ser considerada infração. Veja também NotíciasDetran apreende Peugeot com mais de R$ 9 milhões em multas19 nov 2016 - 01h11 NotíciasLei Seca mais rígida é sancionada por Dilma21 dez 2012 - 00h12 NotíciasDetran-SP ganha serviço online para indicação de condutor em infrações15 jun 2016 - 14h06 Enquanto a quantidade de álcool permitida no sangue diminuía, o valor da multa aumentava. Em 2012, o valor da autuação passou a ser R$ 1.915, e a tolerância dos bafômetros diminuiu para 0,05 grama por litro de sangue. Quatro anos depois, a punição por dirigir alcoolizado passou para R$ 2.934,70. Além disso, em caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a condenação subiu para de dois a cinco anos – antes era de seis meses a dois anos. As fianças só podem ser aplicadas por juízes e não mais por delegados. View the full article
  6. No Fiesta ST, tricilindro rende incríveis 200 cvdivulgação/FordEnquanto a Ford prepara o lançamento do Territory com motor 1.5 de quatro cilindros turbo flex de ciclo Miller, também trabalha em um inédito 1.5 turbo de três cilindros baseado no motor usado hoje por Ka e EcoSport. Ele será usado em seus novos SUVs médios nacionais revelados em primeira mão por QUATRO RODAS, que devem estrear entre 2022 e 2023. A versão aspirada do 1.5 Ti-VCT (Dragon) rende satisfatórios 137 cv e 16,2 kgfm em Ka e EcoSport. Mas ele foi desenvolvido já pensando em futura sobrealimentação: não à toa, é parente do 1.5 EcoBoost usado atualmente pelo Fiesta ST europeu. No compacto esportivo, este motor gera 200 cv e 29,6 kgfm (entre 1.600 e 4.000 rpm) com o apoio de sistema de injeção direta e indireta, e do turbocompressor de baixa inércia. Motor 1.5 EcoBoost de três cilindros gera até 200 cvDivulgação/FordMas esta é aplicação deste motor em um esportivo. Há outras mais mansas, com 150 e 182 cv, que compartilham o mesmo torque: 24,5 kgfm. A de 182 cv seria muito bem adequada à realidade do mercado brasileiro. Os novos SUVs médios da Ford são conhecidos pelos nomes-código BX784 e BX785. As primeiras informações dão conta que os dois compartilhariam boa parte do projeto, mas um seria um SUV convencional e o outro teria caimento do teto ao estilo cupê. O principal alvo é o Jeep Compass, que até lá já terá visual atualizado e novo motor 1.3 turbo, além do futuro SUV cupê da Fiat inspirado no conceito Fastback. Daí a importância de ter um motor mais potente. Veja também NotíciasSegredo: Ford terá dois SUVs médios nacionais para brigar com o Compass20 dez 2019 - 07h12 NotíciasA receita técnica do novo motor 1.5 TiVCT três cilindros da Ford5 maio 2017 - 18h05 NotíciasSegredo: (falta de) força do Ford Territory 1.5 turbo preocupa engenheiros26 nov 2019 - 07h11 Existe, inclusive, a possibilidade de os novos SUVs substituírem o ainda não lançado Territory. Mas, em vez de ser importado da China, serão fabricados em Camaçari (BA) junto com o Ka e com a nova geração do EcoSport. View the full article
  7. Fiat MobiDivulgação/FiatTem um Fiat Mobi na garagem – ou conhece algum proprietário? Então é melhor ficar atento, já que 192.534 unidades do hatch foram convocadas pelo fabricante para reparo. De acordo com a marca, o motivo do recall é um defeito no interruptor das luzes de freio, identificado nas unidades produzidas entre de 2016 a 2020 e que afeta todas as configurações do hatch. Por conta da especificação abaixo da correta, o circuito elétrico dessa peça pode sofrer sobrecarga. Há o risco da sinalização não funcionar de maneira correta e provocar acidentes. Fiat Grand SienaAutos Segredos/ReproduçãoO Grand Siena também foi chamado, mas para outra campanha, mas por conta da cobertura do airbag do passageiro. Segundo a Fiat, 11.705 unidades estão envolvidas neste recall. O fabricante afirma que, nos carros ano/modelo 2019/2020 das versões Attractive 1.0 e 1.4, a peça pode se desprender em colisões, aumentando os riscos de danos físicos. Como é determinado por lei, o reparo é gratuito. O serviço estará disponível nas concessionárias a partir de 30 de março e ambos serviços têm duração estimada de até 1 hora. Veja também NotíciasFiat Toro tem segundo recall por risco de incêndio em três meses14 fev 2020 - 17h02 NotíciasRecall: FCA convoca quase 2.000 Jeep Renegade por risco de freio falhar14 fev 2020 - 11h02 NotíciasIncêndio, troca de motor e freios ruins: os recalls mais absurdos de 201911 jan 2020 - 07h01 Para consulta, dúvidas e agendamentos, a Fiat indica o site oficial no país, além da Central de Serviços ao Cliente pelo telefone 0800 707 1000 e o WhatsApp (31) 2123-6000. View the full article
  8. <span class="hidden">–</span>Universal Pictures/DivulgaçãoVocê lembra quantos filmes a franquia Velozes e Furiosos já lançou? Nove – somando o spin-off Hobb & Shaw. Pois uma concessionária Honda nos EUA está oferecendo US$ 900 (cerca de R$ 4.000) e outros prêmios para quem assistir a todos eles. Segundo a revenda Yonkers, de Nova York, será necessário escrever um resumo de cada filme para publicar nas redes sociais da empresa, como Facebook e Twitter. O processo seletivo está disponível para os interessados até o próximo dia 6 de maio. Mas é claro que há algumas exigências para a vaga: o candidato deve ter, pelo menos, 18 anos, ser cidadão ou residente estadunidense e “estilo de escrita divertido e engajador”. Também é necessário amar carros, filmes e ter “atenção aos detalhes”. Veja também NotíciasFord vs Ferrari é um filme de arrepiar quem ama carros e competições14 nov 2019 - 07h11 NotíciasConheça a oficina paulista especializada em customizar supercarros13 ago 2018 - 20h08 Não bastasse a grana no bolso – mais de R$ 400 por filme –, o sortudo levará uma coleção com todas as obras da franquia lançadas até agora, energéticos, lanches e US$ 50 (R$ 200) para ver Velozes e Furiosos 9, que estreará no Brasil dia 20 de maio. Assista ao trailer de Velozes e Furiosos 9 View the full article
  9. FULLPOWER - O segmento de picapes médias ganhou mais uma integrante. A Peugeot Landtrek foi apresentada nesta semana e já foi confirmada inclusive para o mercado brasileiro, ... Peugeot apresenta a picape Landtrek, que será vendida no Brasil para encarar a Hilux View the full article
  10. Versão Freedom com cabine dupla preserva o motor 1.4 EVOFernando Pires/Quatro RodasQuanto você pagaria para embarcar em uma máquina do tempo? Bem, a Fiat cobra R$ 81.490 de quem quer estacionar na garagem uma Strada Freedom Cabine Dupla. E a central multimídia, que não permite escolher um ponto no espaço-tempo para voltar, custa mais R$3.800 junto com a câmera de ré. A viagem aqui é para cada uma das fases da Strada desde seu lançamento, em 1998. A picapinha ganhará uma nova geração em abril, mas a versão antiga continuará viva até 2022 em configuração cabine simples. Capota marítima e rodas de liga aro 14 são itens de sérieFernando Pires/Quatro RodasNenhuma das quatro reestilizações foi capaz de substituir as palhetas dos limpadores, totalmente visíveis ao motorista na base do para-brisa, a embreagem acionada por cabo, as saídas de ar-condicionado centrais na altura do joelho e o desenho dos bancos dianteiros. O próprio motor 1.4 EVO é uma atualização daquele 1.4 Fire estreado pela Strada Trekking em 2005. Agora são 88 cv, em vez de 81 cv. Ele preservou a boa entrega de força em baixas rotações quando recebeu variador de fase, em 2010, mas continua com pouco fôlego em giros mais altos. Veterano, motor 1.4 Fire EVO tem 88 cvFernando Pires/Quatro RodasO câmbio manual de cinco marchas hoje tem engates melhores, mas a alavanca ainda faz um longo percurso entre cada uma das relações. Os faróis monoparábola não enganam. São aqueles do malfadado Palio 2007 e que depois foram reaproveitados pelo Siena EL. Eles também emprestaram o forte vinco nas portas, adotado na última mudança da picape, em 2013, e o interior – que é uma atualização daquele lançado na família Palio em 2004. Central multimídia é opcional de R$ 3.800, mas é péssimaFernando Pires/Quatro RodasSer um amálgama de peças de vários Fiat não parece ser um problema. Dos 21 anos que tem de mercado, a Strada é a picape mais vendida há 19. É que usar peças de reposição baratas e soluções já superadas, mas simples e robustas, como a suspensão traseira por eixo rígido com molas semielípticas reforçam sua vocação – e disposição – para o trabalho. A sensação de robustez que o conjunto transmite é maior que a de muitos SUVs vendidos no Brasil. Mas não controla tão bem a inclinação da carroceria em curvas. Portas USB iluminadas são raridade até em carros de luxoFernando Pires/Quatro RodasNão à toa, empresas compraram mais de 95% das Strada vendidas em 2019. Também é um sinal de que o consumidor comum, que no passado foi atraído pela versão Adventure e pela cabine dupla, já se distanciou da Strada. Terceira porta melhora o acesso ao banco traseiro, mas espaço ali é limitadoFernando Pires/Quatro RodasNem esta versão Freedom, lançada no final de 2018 para quem usa a picape para o lazer e o trabalho, resolveu. E olha que ela tem alguns luxos, como duas portas USB iluminadas e volante revestido de couro. A janela traseira corrediça é um dos poucos luxos da StradaFernando Pires/Quatro RodasQuem pode virar o jogo é a segunda geração da Strada, que chega às lojas em abril com frente de Mobi e opções cabine simples e dupla, esta com quatro portas. Com ela, enfim, poderemos voltar a 2020. Estepe fica na caçamba na caçambaFernando Pires/Quatro RodasVeredicto Poucos carros ficam tanto tempo sem mudanças e vendendo bem. É um mérito da Fiat Strada. Mas não perde quem esperar pela nova geração. Até porque ela dificilmente será muito mais cara. Veja também NotíciasNova Fiat Strada será picape com cabine de Mobi e lanternas de Toro9 dez 2019 - 07h12 NotíciasTracker, Strada, Nivus: 10 carros que prometem fazer barulho em 20202 jan 2020 - 07h01 NotíciasFiat confirma: nova Strada terá motor 1.3 com opção de câmbio CVT27 nov 2019 - 07h11 Teste – Fiat Strada Freedom Cabine Dupla 1.4 Aceleração 0 a 100 km/h: 15,9 s 0 a 1.000 m: 37,1 s – 138,1 km/h Retomadas (D) 3a 40 a 80 km/h: 9,2 s 4a 60 a 100 km/h: 14,5 s 5a 80 a 120 km/h: 25,3 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,4/27,1/62,4 m Consumo Urbano: 9,9 km/l Rodoviário: 15 km/l Ficha técnica – Fiat Strada Freedom Cabine Dupla 1.4 Preço: R$ 85.290 Motor: flex, diant., transv., 4 cil. em linha, 1368 cm³, 8V, 70 x 86,5 mm, 13,2:1, 88/85 cv a 5.750 rpm, 12,5/12,4 mkgf a 3.500 rpm Câmbio: manual, 5 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson (diant.), eixo rígido (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), tambor (tras.) Direção: hidráulica, 2,8 voltas Pneus: 175/70 R14 Dimensões: comprimento, 443,8 cm; largura, 166,4 cm; altura, 158,0; entre-eixos, 271,8 cm; caçamba, 680 l; cap. de carga, 650 kg; tanque, 48 l; peso, 1174 kg View the full article
  11. SUVs compactos têm crescido cada vez mais no cenário nacionalChristian Castanho/Quatro RodasO segmento dos SUVs está cada vez mais em alta. Prova disso são os ótimos resultados obtidos pelos representantes do gênero nas vendas do último ano. A expectativa para 2020 é que este segmento ganhe ainda mais força. Isso porque as fabricantes cada vez mais apostam nos SUVs. QUATRO RODAS decidiu então passar a limpo as dimensões, motorizações e câmbios dos principais SUVs compactos do mercado. Nova geração do Tracker virá com o inédito motor 1.2 turboDivulgação/ChevroletEntre os modelos do comparativo, duas novidades: as novas gerações de Chevrolet Tracker e Renault Duster, que chegam em breve ao mercado brasileiro, mas que já foram reveladas em países asiáticos e europeus. O líder do mercado, Jeep Renegade, não vai bem nos quesitos porta-malas e entre-eixos, mas a opção do motor 2.0 a diesel é um diferencial muito positivo para o carro. Lanternas quadradas do novo Duster parecem inspiradas no RenegadeDivulgação/RenaultOs ocupantes dos bancos traseiros têm mais espaço nos Renault Captur e Duster e também no VW T-Cross, campeões na distância entre-eixos. Veja também NotíciasMau sinal: Hyundai Creta indiano ganha visual polêmico do ix25 chinês10 fev 2020 - 13h02 NotíciasOnix, Ka, HB20, Polo e mais: diferenças de motor, dimensões e porta-malas20 jan 2020 - 12h01 NotíciasOnix Plus, Virtus, novo Versa e mais sedãs: motor, dimensões e porta-malas29 jan 2020 - 07h01 Confira na tabela o comparativo completo entre Caoa Chery Tiggo 5X, Citroën C4 Cactus, Chevrolet Tracker, Ford EcoSport, Honda HR-V, Hyundai Creta, Jeep Renegade, Nissan Kicks, Peugeot 2008, Renault Captur, Renault Duster e Volkswagen T-Cross. Modelo Motorização Câmbio Potência e Torque (etanol/gasolina) Dimensões (comprimento, largura e altura) Entre-eixos Porta-malas Tanque de gasolina Capacidade de carga Caoa Chery Tiggo 5X 1.5 turbo flex Automático de dupla embreagem e 6 marchas 150/147 cv e 21,3 kgfm 433,8 x 183,0 x 164,5 cm 263 cm 340 l 57 l 375 kg Citroën C4 Cactus 1.6 flex e 1.6 turbo flex Manual de 5 marchas e automático com modo manual de 6 marchas 1.6: 118/115 cv e 16,1 kgfm 1.6 THP: 173/166 cv e 24,5 kgfm 417 x 171,4 x 156,3 cm 260 cm 320 l 55 l 420 – 424 kg Chevrolet Tracker 1.0 turbo flex e 1.2 turbo flex Manual ou automático de 6 marchas 1.0 turbo: 116 cv e 16,3/16,8 kgfm 1.2 turbo: 132 cv e 19,1 kgfm 427 x 179 x 160 cm 257 cm 390 l 53 l 416 Ford Ecosport 1.5 flex e 2.0 flex Manual de 5 marchas e automático com modo manual de 6 marchas 1.5: 137/130 cv e 16,2/15,6 kgfm 2.0: 176/170 cv e 22,5/20,6 kgfm 435,7 x 176,5 x 169,3 cm 252,1 cm 356 l 52 l 433 kg Honda HR-V 1.8 flex e 1.5 turbo flex CVT com modo manual 1.8: 139/140 cv e 17,7/17,5 kgfm 1.5 turbo: 173 cv e 22,3 kgfm 434,6 x 179 x 160,5 cm 261 cm 437 l 51 l 464 kg Hyundai Creta 1.6 flex e 2.0 flex Manual de 6 marchas e automático com modo manual de 6 marchas 1.6: 130/123 cv e 16,5/16 kgfm 2.0: 166/156 cv e 20,5/19,1 kgfm 427 x 178 x 163,5 cm 259 cm 431 l 45 l 461 kg Jeep Renegade 1.8 flex e 2.0 flex Automático com modo manual de 6 marchas 1.8: 139/135 cv e 19,3/18,8 kgfm 2.0: 170 cv e 35,69 kgfm 423,2 x 179,8 x 172,2 cm 257 cm 320 l 60 l 400 kg Nissan Kicks 1.6 flex Manual de 5 marchas ou CVT 114 cv e 15,5 kgfm 429,5 x 176 x 159 cm 262 cm 432 l 41 l 425 kg Peugeot 2008 1.6 flex e 1.6 turbo flex Automático de 6 marchas 1.6: 118/115 cv e 16,3/16,1 kgfm 415,9 x 173,9 x 158,3 cm 254,2 cm 402 l 55 l ND Renault Captur 1.6 flex e 2.0 flex Manual de 5 marchas, CVT com modo manual e Automático com modo manual de 4 marchas 1.6: 120/118 cv e 16,2 kgfm 2.0: 148/143 cv e 20,9/20,2 kgfm 432,9 x 181,3 x 161,9 cm 267,3 cm 437 l 50 l 449 kg Renault Duster 1.6 flex Manual ou CVT 1.6: 120/118 cv e 16,3/16,1 kgfm 434,1 x 180,4 x 169,3 cm 267,4 cm 475 l 50 l 485-500 kg VW T-Cross 1.0 turbo flex e 1.4 turbo flex Manual de 6 marchas e automático com modo manual de 6 marchas 1.0 turbo: 128/116 cv e 20,4 kgfm 1.4 turbo: 150 cv e 25,5 kgfm 419,9 x 176 x 155,8 cm 267,4 cm 440 l 50 l 445-458 kg View the full article
  12. A ZF instalou o sistema em um protótipo elétrico baseado no VW Golf Sportsvan 2017ZF/DivulgaçãoA alemã ZF criou um câmbio de duas marchas para carros elétricos. Segundo a empresa, embora os motores elétricos funcionem bem com apenas uma marcha, a segunda relação pode beneficiar não só o desempenho como também o rendimento dos carros. De acordo com a empresa, durante o desenvolvimento da transmissão com apenas uma marcha, as fábricas precisam eleger a relação que melhor atenda as necessidades de uso do motor. O câmbio está pronto para ser instalado em novos projetosZF/DivulgaçãoE, normalmente, essa relação privilegia o torque, o que favorece o uso do carro em condição de tráfego urbano. Ao fazer isso, porém, as fábricas abrem mão das velocidades mais elevadas, alcançadas nas estradas. “Com o câmbio de duas marchas é possível satisfazer ambas as situações e ainda conseguir melhorar o consumo de energia por permitir que o motor trabalhe em rotações menores”, afirma o diretor da ZF, Bert Hellwig. O sistema consiste de engrenagens e um atuador controlado eletronicamenteZF/DivulgaçãoSegundo o executivo, a caixa de duas marchas pode aumentar a autonomia de um veículo acima de 5%, na comparação com uma transmissão de uma marcha apenas. Além das engrenagens, a caixa da ZF é automática e consiste de um atuador elétrico controlado por uma central eletrônica. O sistema modular pode ser acoplado a motores de diferentes tamanhos e potências. Carros elétricos em geral, como o Chevrolet Bolt, têm apenas uma marchaDivulgação/ChevroletA troca-padrão da primeira para a segunda marcha ocorre a 70 km/h. Mas pode variar. O momento das trocas pode mudar em razão do modo de condução (econômico/esportivo) ou em função do piloto automático preditivo, que reconhece a topografia das vias. A transmissão apresentada era dimensionada para motores elétricos de 140 kW (190 cv). A Porsche foi pioneira ao adotar duas marchas em seu superesportivo elétrico TaycanDivulgação/PorscheAo contrário dos motores a combustão, que necessitam de muitas marchas porque só conseguem entregar o melhor rendimento em uma determinada faixa de giro, os elétricos funcionam bem com apenas uma marcha porque estão sempre em rotações elevadas, geram o tempo todo torque abundante e são eficientes em uma ampla faixa de rotação. Na Fórmula E, existem carros com até três marchasFIA/DivulgaçãoO sistema da ZF é o primeiro disponível para aplicação em escala industrial. Mas não é o primeiro da história. O Porsche Taycan apresentado em 2019 tem câmbio de duas marchas. O protótipo Tesla Roadster também tinha duas marchas. Veja também NotíciasNovo Audi e-tron tem câmeras no lugar dos retrovisores e custa R$ 459.99020 fev 2020 - 13h02 NotíciasProjeto proíbe carro a combustão no Brasil. Fabricantes dizem ser inviável13 fev 2020 - 16h02 NotíciasGoverno tenta atrair Tesla para criar fábrica no Brasil até 202318 fev 2020 - 18h02 E, na Fórmula E, algumas equipes possuem carros com três marchas (embora muitos carros tenham apenas uma marcha). View the full article
  13. VW 1600 ganhou o malfadado apelido “Zé do Caixão”Sérgio Berezovsky/Quatro RodasTexto da edição nº 493 – agosto de 2001 Mesmo dominando a paisagem brasileira com seus carros, capitaneados pelo Fusca, a Volkswagen não dormia no ponto. Enquanto a Willys – e depois a Ford, que assumiu seu controle acionário -, tocavam o projeto do futuro Corcel, a Volks já estava trabalhando no seu carro médio com a intenção de perpetuar a hegemonia no mercado. Em 1966 começaram os estudos do B-135. Esse código escondia os planos de um modelo quatro portas que seria o antídoto para o bote da concorrência. <span class="hidden">–</span>Sérgio Berezovsky/Quatro RodasTeria basicamente a “indestrutível” mecânica do Fusca 1300, com o motor traseiro refrigerado a ar e uma suspensão dura e resistente. E sairia com maior conforto e espaço interno que o irmão mais velho, além de ser equipado com um motor mais potente, de 1600 cilindradas (exatos 1584 cc, com 60 cv de potência). Depois de aprovado nos testes de túnel de vento da matriz alemã e de vários protótipos rodarem mais de 300.000 km por aqui, o carro ficou pronto no final de 1968. <span class="hidden">–</span>Sérgio Berezovsky/Quatro RodasConfiante no seu design, a campanha de lançamento afirmava que não era necessário abrir mão da tradicional mecânica só por causa de linhas mais bonitas. Enquanto o Corcel disparava nas vendas, o sedã 1600 empacou na dificuldade do público de enxergar a beleza que a fábrica anunciava. E o que é pior: ganhou um apelido que enterrou de vez as expectativas nele depositadas pela VW. Graças às linhas retas, ou às três grandes alças que tinha junto ao teto, foi chamado de “Zé do Caixão”. <span class="hidden">–</span>Sérgio Berezovsky/Quatro RodasEsse é o nome artístico de José Mojica Marins, na época um jovem criador de filmes de terror que ficou internacionalmente conhecido entre os apreciadores do gênero como “Coffin Joe” e que, infelizmente, morreu na última quarta-feira (19), em São Paulo, em decorrência de uma broncopneumonia aos 83 anos. Não é necessário dizer que a carreira do “Zé” (o carro, não o diretor) teve a duração de um curta-metragem. Em 1970 saiu de linha, rejeitado pelos consumidores mas aclamado pelos taxistas, que viam nele uma opção ao Fusca com mais portas e capacidade de carga. Mas igualmente confiável. <span class="hidden">–</span>Sérgio Berezovsky/Quatro RodasÉ fácil entender o sucesso que ele fez na “praça”. Basta uma volta no sedã 1600 para entrar no mundo dos velhos VW refrigerados a ar. Ao dar a partida, ouve-se o clássico som do motor de quatro cilindros trabalhando suave. Com a primeira engatada, uma leve pressão no acelerador é suficiente para o 1.600 sair e ganhar velocidade. <span class="hidden">–</span>Sérgio Berezovsky/Quatro RodasAs trocas de marcha são precisas e o curso da alavanca é curto. O motor, elástico, não pede freqüentes reduções de marcha. Mesmo sem ser assistida, a direção é fácil de manejar e o acabamento do volante, de empunhadura fina, é uma referência até hoje. Em compensação, o painel é muito simples, com um revestimento plástico imitando jacarandá. Devido à grande área envidraçada, sua visibilidade é ótima em todas as direções. E atrás o espaço é bom para dois adultos. <span class="hidden">–</span>Sérgio Berezovsky/Quatro RodasO 1600 quatro portas avaliado foi comprado por José Olimpio Viani em 1988 e sua quilometragem atual mal chega aos 30.000 km. Suas portas fecham com a precisão do dia em que saiu da fábrica. Não se ouvem ruídos de suspensão, mesmo rodando em ruas de paralelepípedos como as de São Sebastião do Paraíso, onde o José e o “Zé” desfrutam da mesma popularidade na pequena cidade do Sul de Minas. Veja também NotíciasGrandes Brasileiros: Volkswagen Gol GTi completa 30 anos10 nov 2018 - 12h11 NotíciasGrandes brasileiros: o sofisticado Chevrolet Chevette Hatch13 jun 2018 - 20h06 NotíciasGrandes Brasileiros: Fiat 147 Top tentava fazer compacto parecer um carrão20 mar 2018 - 18h03 São poucos os VW 1600 sobreviventes. Em sua breve existência, o sedã deixou filhotes: a perua Variant e o TL, modelo hatch de duas e quatro portas. E dessa linhagem nasceu em 1973 a Brasília, o mais famoso representante da dinastia 1600. View the full article
  14. VW T-Cross SenseDivulgação/VolkswagenPelo menos temporariamente, a Volkswagen não está mais vendendo o T-Cross Sense, versão voltada a clientes PcD. A decisão foi comunicada à rede de revendedores na última quarta-feira (19). Segundo a nota emitida aos concessionários, à qual QUATRO RODAS teve acesso com exclusividade, a fabricante justificou que a decisão foi tomada “devido à elevada demanda pela versão”. No e-mail, a divisão de vendas corporativas da marca avisou que reservas registradas até a terça-feira (18) “serão atendidas conforme o planejamento de produção”. Também garantiu “estar em busca de alternativas (…) para aumentar a disponibilidade [da versão]”. Em janeiro, nossa reportagem já havia noticiado que o T-Cross Sense vinha gerando dois meses de espera e perdera o benefício das três primeiras revisões grátis, concedido a compradores de outras versões do SUV. Comunicado da VW sobre a suspensão de vendas do T-Cross SenseReprodução/Quatro RodasOferecido a R$ 69.990 – sendo R$ 57.630 se aplicadas as isenções de ICMS e IPI –, o T-Cross Sense tem um pacote de equipamentos robusto para uma versão voltada a PcD, incluindo três opções de cores (branca, preta ou parta) e os seguintes itens de série: Seis airbags, rodas de liga leve aro 16, luzes diurnas em led, faróis de neblina, sensores de estacionamento traseiros, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, central multimídia de 6,5 polegadas com projeção de celulares, controles de estabilidade e tração, vidros elétricos com função “um-toque”, ar-condicionado manual, freios a disco nas quatro rodas e rack de teto. Os bancos são revestidos de tecido. No entanto, não há tampão nem divisória com ajuste de níveis no porta-malas, assim como descanso de braço e controle de cruzeiro. Além disso, elementos de acabamento externo e interno também foram cortados. Veja também NotíciasNovo Renault Duster Life: veja como será equipada a versão para PcD19 fev 2020 - 07h02 Auto-serviçoExclusivo: vendas de carros para PcD disparam 760% no Brasil em 10 anos14 fev 2020 - 07h02 TestesSupercomparativo: os 10 melhores SUVs para clientes PcD do Brasil21 jan 2020 - 07h01 Vale observar que em maio a Volkswagen lançará o Nivus, SUV cupê derivado do Polo que ocupará uma faixa de preços mais baixa que a do T-Cross, incluindo uma versão de entrada voltada ao público PcD. View the full article
  15. Preço inicial do SUV elétrico será de R$ 459.990, mas só como venda diretaDivulgação/AudiO novo Audi e-tron, primeiro modelo elétrico da marca já tem preço definitivo no Brasil: R$ 459.990. Por enquanto, o SUV está em campanha de reserva apenas para vendas diretas, com chegada às lojas prevista para primeira metade de abril. Por aqui, o SUV será oferecido em duas versões (Performance e Performance Black, que ainda não teve valores definidos), ambas equipadas com dois motores elétricos que somam 408 cv e 67,7 kgfm, além de 436 km de autonomia no ciclo WLTP. Modelo tem autonomia máxima de 436 km, de acordo com o ciclo WLTPJulia Schäfer/AudiEle também estreará por aqui os retrovisores externos virtuais, que substituem os espelhos por um conjunto de câmeras e telas nas portas. Até então, a nova geração do caminhão Mercedes-Benz Actros era o único veículo com a tecnologia aqui. Quem decidir comprar o modelo durante a pré-venda, terá valorização de R$ 20.000 do usado, além de garantia completa de quatro anos com revisões incluídas – e oito anos para baterias. A empresa não disse se esse período mudará futuramente. O retrovisor virtual será oferecido no mercado brasileiroDivulgação/AudiHá 14 concessionárias habilitadas a vender o e-tron em onze diferentes estados do país – quatro delas estão em São Paulo. Todas terão pontos de recarga rápida com 24 kW (tipo DC). E ainda haverá 200 pontos pelo Brasil com 22 kW (tipo AC). Veja também TestesImpressões: Mercedes-Benz EQC, um elétrico com alma de SUV a combustão9 set 2019 - 07h09 TestesAudi e-tron enfrenta os desafios de ser elétrico e SUV ao mesmo tempo18 dez 2018 - 18h12 Vale lembrar que, pelo preço anunciado, o modelo da Audi será mais barato que o recém-apresentado Mercedes-Benz EQC, que detém o título de elétrico mais caro à venda por aqui: são R$ 477.900. Já o rival Jaguar I-Pace custa R$ 452.200. O ótimo acabamento da cabine combina com a profusão de telas de lcdDivulgação/AudiView the full article
  16. Nova picape média da Peugeot tem lançamento comercial no Brasil previsto para ocorrer até 2022Divulgação/PeugeotDesenvolvida em parceria com a gigante chinesa Changan, a Peugeot Landtrek finalmente é revelada pela marca francesa. Com previsão de lançamento comercial no Brasil até 2022, a picape virá para brigar num segmento onde Ranger, S10, Hilux e L200 brilham sem serem incomodadas por um novo nome há muitos anos. Especificamente para o mercado brasileiro ainda pouco se sabe. O mais provável é que, por aqui, ela estreie apenas com motor a diesel – a flex viria num segundo momento, dependendo da receptividade. O enxugamento do catálogo visa aumentar a competitividade do modelo. Capacidade de carga da Landtrek será superior a 1 tonelada, de acordo com a marcaDivulgação/Peugeot“Ao menos num primeiro momento, o plano é chegar com duas ou três versões de acabamento, uma única opção de combustível (diesel) e apenas com carroceria com cabine dupla”, diz uma fonte ligada à marca. Oficialmente, a Peugeot não deu qualquer informação sobre catálogo de versões e motorização. “Ainda não há nada definido. Data, versões, motorizações e até o local de produção da picape que virá para o Brasil são informações que ainda não estão acertadas”, respondeu a Peugeot. Mas o primeiro material de divulgação traz algumas pistas do que vem por aí. Nele, a marca fala em “5,33 metros de comprimento e 1,92 m de largura, com uma capacidade superior a 1 tonelada”. Ou seja, praticamente confirma a motorização turbodiesel. Versões mais completas contarão com sistema de visão externa com câmeras 360º para detecção de obstáculosDivulgação/PeugeotA vida a bordo tende a ser outra prioridade da Landtrek, de acordo com a apresentação inicial. Fala-se em multimídia com tela tátil de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay e disco rígido para armazenamento de mídia, multicâmeras para visualização 360 graus e banco traseiro rebatíveis com suporte de até 100 kg. Sistema eletrônico de auxílio de descida, seis airbags e assistente de reboque que trabalha em conjunto com o ESP para detecção de movimentos pendulares também estarão na versão completa. Picape média da Peugeot foi desenvolvida em parceria com a fabricante chinesa ChanganDivulgação/PeugeotA história da Peugeot antecipa pontos fortes e fracos para o futuro da picape Landtrek. No lado positivo está a lembrança da Pick-Up 504, importada da Argentina no início dos anos 90. A fama de pau pra toda obra pode ajudar a pavimentar um bom caminho para a Landtrek. Outro ponto a favor: a marca francesa tem motores diesel premiados pela alta eficiência. Veja também NotíciasNova picape da Peugeot é flagrada pela primeira vez sem camuflagem11 nov 2019 - 12h11 NotíciasPeugeot confirma picape rival de Hilux e S10 para 2022 no Brasil31 out 2019 - 09h10 EspecialSegredo: 20 picapes que vão invadir o Brasil nos próximos quatro anos23 abr 2019 - 07h04 Agora, o que joga contra. Picapeiros do Brasil são tradicionalmente preocupados com a rede de assistência, sobretudo em três questões principais: porte e capilaridade, custo e disponibilidade de peças e qualidade da mão de obra. Ou seja, justamente os pontos em que a marca tem concentrado esforços junto à rede para melhorar a percepção do consumidor. Então, que venha a nova picape Peugeot Landtrek! View the full article
  17. FULLPOWER - Ele é mais caro que um Jetta, mas também é mais veloz (apesar de terem a mesma motorização) e mais bem equipado. Ainda assim, será ... Aceleramos o VW Virtus GTS, que parte de R$ 104.940 View the full article
  18. Versão indiana do Creta tem central multimídia com tela menorDivulgação/HyundaiA Hyundai confirmou há alguns dias, no Salão de Nova Délhi, que o novo Creta indiano seguirá o mesmo visual externo controverso do correspondente chinês ix25. Por lá, o lançamento da segunda geração do SUV será em março. O interior, que vinha sendo mantido em segredo, acaba de ser revelado em um desenho divulgado pela própria marca e mostra o que, ao menos por dentro, haverá mudanças para o mercado indiano. Versão chinesa tem design interno tão ousado quanto o externoReprodução/InternetA maior diferença está na ausência da enorme tela vertical que abriga a central multimídia e dos comandos do ar-condicionado no ix25. No Creta, o equipamento deu lugar a um sistema convencional, posicionado acima dos botões físicos da climatização. <span class="hidden">–</span>Divulgação/HyundaiO quadro de instrumentos digital da versão indiana também é diferente, enquanto as saídas do ar-condicionado localizadas nas extremidades do painel são verticais. <span class="hidden">–</span>Divulgação/HyundaiAs versões do novo Creta equipadas com transmissão automática terão a mesma alavanca, inspirada em instrumentos de aviões, do ix25 chinês. O desenho mostra ainda que o SUV indiano terá o mesmo volante de quatro raios e base achatada dos novos modelos da Hyundai, lançados recentemente em outros mercados. <span class="hidden">–</span>Divulgação/HyundaiNa Índia, o novo Hyundai Creta será vendido com duas motorizações a gasolina: 1.5 aspirada de 115 cv de potência e 1.4 turbo de 140 cv. A variante 1.5 turbodiesel entrega 115 cv. Veja também NotíciasMau sinal: Hyundai Creta indiano ganha visual polêmico do ix25 chinês10 fev 2020 - 13h02 NotíciasVídeo: como é o Kia Seltos, o SUV irmão do Creta que chega em 202020 dez 2019 - 18h12 NotíciasHyundai bomba vendas do Creta com versão para PcD adaptada a cliente comum18 nov 2019 - 07h11 Haverá câmbio manual de seis marchas como padrão, além de caixas automáticas CVT e com conversor de torque (também de seis relações). Uma automatizada de sete velocidades também é cogitada. Mas o que realmente provoca dúvida é se o Creta brasileiro adotará o mesmo estilo dos asiáticos quando for atualizado, não antes de 2021. View the full article
  19. <span class="hidden">–</span>Divulgação/JeepLançado na Austrália há cinco anos, o Jeep Renegade deixou de ser vendido na terra dos cangurus após amargar seguidas quedas nas vendas. Segundo o site Car Advice, uma fonte ligada à FCA (Fiat Chrysler Automóveis) afirmou que a desvalorização do dólar australiano encareceu o SUV que chegava ao país importado da China. Com preços pouco competitivos, o Renegade teve apenas 70 unidades vendidas em 2019 – menos da metade dos 163 carros comercializados em 2018. O melhor ano do modelo na Austrália foi 2016, quando vendeu 1.051 exemplares. O desempenho do Jeep também ficou bem abaixo dos 481 Ford EcoSport e ainda mais distante dos 509 Nissan Juke comprados pelos australianos no ano passado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/JeepA fabricante diz que a decisão não é definitiva, uma vez que considera voltar a vender o Renegade na Austrália se as condições comerciais melhorarem no futuro. Com fim das vendas do Renegade, o Compass assume o posto de modelo de entrada da Jeep no mercado australiano, custando entre 28.950 (versão Sport) e 43.950 dólares australianos (Trailhawk) – na cotação atual, equivale a R$ 82.300 e R$ 125 mil, respectivamente. No Brasil, o cenário do Renegade é bem diferente. O SUV feito em Pernambuco liderou o segmento em janeiro com 4.325 emplacamentos, enquanto o EcoSport ocupou a sétima posição com 2.238 unidades vendidas. Veja também TestesAtenção, Hilux e L200: Jeep Gladiator é nova picape referência em off-road15 jan 2020 - 02h01 NotíciasJeep Renegade e Compass híbridos devem ser vendidos no Brasil até 20217 jan 2020 - 20h01 NotíciasFiat terá SUV e SUV cupê pequenos com preços abaixo de Renegade e Compass28 nov 2019 - 07h11 O Jeep terminou 2019 na liderança da categoria com 68.726 emplacamentos ante os 34.205 do Ford na sétima posição. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). View the full article
  20. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWO novo BMW Série 2 Gran Coupé chegou em fevereiro como segundo modelo mais barato da marca no Brasil. Mas isso só vale para quem realmente fizer as contas na ponta do lápis. Porque, na prática, a novidade está – perigosamente – próxima do Série 3: são R$ 186.950, contra R$ 199.950. Prefere mais desempenho? O jeito será esperar pelo M235, como o que testamos, que chegará em maio por R$ 279.950. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWE se nos dias atuais o termo cupê se aplica a qualquer tipo de veículo que tenha o visual mais ousado, incluindo SUVs, ao menos o estreante tem vidros laterais sem as molduras, como nos esportivos da empresa. E há também lanternas muito finas e longas unidas por aplique preto brilhante, grade dianteira maior (e agora unida no centro) e faróis inclinados de led que contribuem com o jeitão mais “zangado”. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWMas, como você já deve ter percebido, esse carro não tem nada a ver com o Série 2 Coupé, que continuará existindo com tração traseira e apelo esportivo. Na verdade, ele é derivado do hatch Série 1, com o qual divide a base UKL de tração dianteira – ou integral, dependendo da versão – e boa parte da mecânica. Só que o Série 2 Gran Coupé é 21 cm mais comprido (4,53 m) e tem 50 litros a mais no porta-malas (430 l). <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWNão é nada difícil entrar na cabine, graças às portas amplas. E, na segunda fileira, há 3,3 cm a mais para as pernas em relação ao Série 1, além de largura suficiente para que três adultos não sofram durante as viagens. Na verdade, o que mais atrapalha na parte de trás é o túnel central elevado (como em qualquer BMW), que ofusca boas soluções como os assentos mais altos em relação aos dianteiros, as saídas de ventilação exclusivas e as tomadas USB. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWEm todo o interior predominam materiais suaves ao toque e com boa qualidade de montagem, exatamente como no Série 1. E, também tal qual o irmão, o Série 2 Gran Coupé se destaca pelos sistemas de infoentretenimento, como telas de 10,25 polegadas para a central multimídia e para o quadro de instrumentos. Tudo é controlável pela tecla giratória no console ou por voz, mas também dá para acrescentar comandos por gestos, que são opcionais no mercado europeu, assim como o Head-Up Display. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWDe momento, só chegará ao Brasil a versão mais simples (e menos potente), 218i, com motor de três cilindros 1.5 turbo com 140 cv de potência. Mas a configuração mais arisca é a M235i xDrive, com motor 2.0 turbo de 306 cv – é o quatro cilindros mais forte disponível na marca atualmente – e sistema de tração capaz de enviar até 50% do torque à traseira, ainda que esse modelo continue sendo predominantemente dianteiro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWQuando há condições para tanto, o novato pode ser impressionante: na opção topo de linha, são necessários menos de 5 segundos para chegar aos 100 km/h. Também surpreendem as retomadas de velocidade ultrarrápidas, que são mérito do câmbio automático de oito marchas. Se o ruído já não é tão empolgante quanto nos antigos seis-cilindros, agora há uma ajuda digital que, acima das 4.000 rpm, cria o som de um ronco que não apenas é artificial: ele também parece ser artificial. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWAo dirigir pelas rodovias e estradas secundárias de Portugal, ficou claro que existe uma separação ainda maior entre os diferentes modos de condução – e que realmente separam os extremos Comfort e Sport de maneira clara. Essa é uma vantagem, considerando que alguns carros têm “personalidades” tão parecidas que sequer instigam o motorista a aproveitar as diferentes características de cada opção disponível. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWSó que não é nada surpreendente perceber que o M235i se sente mais à vontade no modo Sport. Para honrar a escolha, o Gran Coupé recompensa com direção muito direta e precisa (a relação de 14:1 e inferior aos 15:1 das versões menos potentes), suspensão mais firme, 10 mm mais baixa e com ajuste fino da divisão M, além de todo conjunto mecânico concentrado em dar o melhor desempenho. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWTudo bem que dirigimos uma unidade com amortecedores adaptativos, opcionais na Europa. Mas os engenheiros alemães não esqueceram do modelo convencional, que recebeu uma ligação transversal em forma de bumerangue no eixo traseiro para melhorar o comportamento dinâmico e reduzir tendências de subesterço comuns para modelos com tração dianteira. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWFoi justamente pensando na sensação ao dirigir que o Série 2 Gran Coupé ganhou o sistema ARB (Actornahe Radschlupfbegrenzung), que estreou no elétrico i3 e controla o deslizamento das rodas de maneira até três vezes mais rápida que a primeira versão. “Ele inicia a correção antes mesmo da perda de tração por conseguir prever a quantidade máxima de torque para cada momento”, explica Peter Langer, direto de desenvolvimento dinâmico da BMW. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMWBom… esse era o objetivo da empresa, só que nem mesmo quando equipado com o sistema Performance Control, que freia a roda interior para ajudar a contornar curvas, foi capaz de evitar resquícios de derrapadas na dianteira – especialmente em acelerações mais bruscas. Mas isso é normal e também acontecia com o já aposentado hatch M140i. E ainda que não tenha o mesmo comportamento de tração traseira que fez da marca uma referência, o estreante consegue surpreender pelo comportamento, pelo bom rendimento do conjunto mecânico e pela precisão da direção. Se ele tem atributos suficientes para encarar de frente os rivais, a situação mais complicada ainda será convencer que ele é melhor que o Série 3 – ao menos enquanto este não encarecer. Veja também NotíciasOs seis anos em que a BMW só produziu panelas e quase desapareceu3 fev 2020 - 18h02 NotíciasComparativo: BMW 330i e Mercedes C 300 andam juntos até demais19 set 2019 - 08h09 NotíciasBMW anuncia que todos os seus carros terão internet 5G a partir de 202110 jan 2020 - 07h01 Ficha técnica Preço: R$ 279.950 Motor: gasolina, dianteira, 4 cilindros em linha, 16V, 1.998 cm3; 9,5:1, 306 cv a 5.000 rpm, 45,91 mkgf a 1.750 rpm Câmbio: automático, 8 marchas, tração integral Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.) e multilink (tras.) Freios: discos ventilados Pneus: 225/40 R18 Dimensões: comprimento,452,6 cm; altura, 142,0 cm; largura, 180,0 cm; entre-eixos, 267,0 cm; peso, 1.570 kg; tanque, 50 l; porta-malas, 430 l Desempenho: 0 a 100 km/h em 4,9 s; veloc. máx. de 250 km/h (dado de fábrica) View the full article
  21. Linha de montagem do Toyota Etios em Sorocaba (SP)Divulgação/ToyotaO Toyota Etios sairá de linha na Índia – onde foi criado – após dez anos de produção. Todas as versões do compacto (hatch, sedã e cross) deixarão de ser produzidos no próximo mês, por conta das novas regras anti-poluição BS6. Sem planos para uma nova geração, ele também não deixa um sucessor. O motivo? Simples, a margem baixa de venda do modelo torna inviável o investimento em uma nova gama de motores ou, então, a atualização dos já existentes. Projeto Etios tem origem indiana e foi lançado em 2010Marco de Bari/Quatro RodasNem mesmo a versão (bem poluente) 1.4 diesel – responsável por cerca de 70% das procuras do modelo de entrada – se safou. No Brasil, o futuro do compacto segue indefinido, mas o destino do irmão indiano dá bons indícios sobre o futuro da família de compactos em nosso país. A principal pedra no sapato para a existência do modelo é seu próprio irmão: o Yaris. De acordo com dados da Fenabrave (associação dos concessionários), no último ano o Yaris hatch vendeu quase o dobro de unidades do Etios hatch. Foram 37.686 unidades contra 18.963, respectivamente. A canibalização do modelo de entrada da Toyota também pode ser vista na versão sedã. O Yaris Sedan vendeu 29.759 unidades durante o ano de 2019, contra 13.305 do Etios Sedan. Até o momento não há sinais do Etios receber alguma nova geração ou reestilização e, no futuro, provavelmente dará seu posto de compacto de entrada da Toyota ao Yaris. Vale lembrar que a chegada do Yaris ao mercado fez o Etios perder suas duas versões de topo. Veja também NotíciasToyota Etios brasileiro bate 1 milhão de km e faz hodômetro travar14 fev 2020 - 19h02 NotíciasToyota Etios Sedan 2020 oferece kit GNV oficial por pouco mais de R$ 5.00011 dez 2019 - 18h12 NotíciasToyota permite alugar Etios por R$ 19 a hora com aplicativo para celular4 nov 2019 - 17h11 QUATRO RODAS aposta que o Etios deve deixar de ser feito no país quando a Toyota iniciar a produção de seu SUV compacto em Sorocaba (SP). Conforme antecipado por QUATRO RODAS, isso está previsto para acontecer em março de 2021. View the full article
  22. Traseira do sedã se difere apenas pelo logotipo GTS e pelo spoiler preto na tampaReprodução/VolkswagenO recém lançado VW Virtus GTS chegou ao mercado este mês custando R$ 104.940. O preço para a versão esportiva do sedã era “apenas” R$ 5.000 mais barato que um VW Jetta Comfortline, mas não é mais. Isso porque, para fugir da comparação de preços com o Virtus, a Volkswagen reajustou quase toda a linha de versões do sedã médio. A configuração mais afetada foi a intermediária Comfortline, que saltou de R$ 109.990 para R$ 114.990, um aumento de expressivos R$ 5.000. Vale lembrar que, com exceção de sua versão topo de linha, GLi, o Jetta carrega sempre o mesmo motor 1.4 TSI de 150 cavalos do Virtus GTS. VW Jetta R-Line teve um aumento de R$ 2.000Christian Castanho/Quatro RodasA única versão que escapou do reajuste foi a de entrada, 250 TSI, que permanece custando R$ 99.990. Já o Jetta R-Line foi de R$ 119.990 para R$ 121.990. A topo de linha GLi saltou de R$ 144.990 para R$ 147.990. Até os itens opcionais receberam aumento. O pacote “Teto Solar”, que, além do teto panorâmico, inclui duas luzes de leitura para os passageiros da frente, foi de R$ 4.990 para R$ 5.180. Já o valor da pintura metálica subiu de R$ 1.480 para R$ 1.520. Veja também TestesTeste: VW T-Cross 200 TSI manual é um Up! turbo com porte de SUV18 fev 2020 - 07h02 NotíciasFlagra: Caoa Chery Arrizo 6, rival de Civic e Corolla, já está no Brasil14 fev 2020 - 07h02 NotíciasGuia de usados: status do Audi A3 Sedan custa metade de um Corolla 0 km13 fev 2020 - 07h02 Já o Polo GTS, versão esportiva do hatch que também carrega o motor 1.4 TSI, custa praticamente o mesmo de um Jetta de entrada: R$ 99.470. Confira todos os detalhes do modelo no vídeo abaixo: View the full article
  23. Além de grade e para-choque, faróis também são novosTrajano Bittencourt/Facebook/InternetDepois de anunciar mudanças no Tiggo 7, a Caoa Chery se prepara para anunciar uma leve reestilização no Tiggo 5X. A linha 2021 do SUV compacto já é oferecida nas concessionárias da marca, ainda que suas primeiras entregas estejam previstas apenas para março. O Tiggo 5X 2021 tem novos grade, faróis (agora com base reta) e para-choque dianteiro sem faróis de neblina. Mas o que deve despertar o interesse de muita gente é a nova central multimídia compatível não apenas com Apple Carplay, mas também com Android Auto. A versão topo de linha TXS ainda ganha câmeras para visão 360°. Traseira não recebe o novo para-choque chinêsTrajano Bittencourt/Facebook/InternetHouve reajuste considerável nos preços, porém. Concessionária consultada por QUATRO RODAS negocia a versão de entrada T por R$ 91.990, R$ 3.000 mais caro que o valor de tabela da linha 19/20 (R$ 88.990). Já a versão TXS passou dos R$ 99.990 para R$ 102.990. Veja também TestesLonga Duração: central do Caoa Chery Tiggo 5X só trata bem quem tem iPhone19 fev 2020 - 07h02 NotíciasCaoa Chery lançará SUV de luxo, sedã anti-Corolla e Tiggo 5X e 7 renovados10 dez 2019 - 13h12 NotíciasCaoa Chery Tiggo 7 2021 ganha Android Auto e visual chinês30 jan 2020 - 13h01 Enquanto isso, as últimas unidades do Tiggo 5X TXS do modelo antigo são oferecidas por R$ 93.000. Tiggo 5X modelo 2021Divulgação/CheryTiggo 5X 2020Acervo/Quatro RodasView the full article
  24. <span class="hidden">–</span>Divulgação/JaguarEstá registrado: o Jaguar F-Pace SVR é o novo detentor do recorde da pista de Interlagos para modelos SUVs. A marca é de 1:54,576 minuto, para a volta completa no circuito de 4,3 km e foi registrada no último dia 30 de janeiro por uma unidade em sua configuração original, como as vendidas nas concessionárias. Ao volante estava o piloto Sérgio Jimenez, ex-Stock Car Brasil. Quatro saídas de escape, aerofólio e saídas de ar laterais dão a cara esportiva ao F-Pace SVRDivulgação/JaguarO SUV com motor V8 5.0 Supercharged de 550 cv e 69,3 mkgf de torque, e que acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos de acordo com a fábrica, atingiu a velocidade máxima de 244 km/h na reta dos boxes – marca próxima da média de 250 km/h atingida por um carro de Stock Car. <span class="hidden">–</span>Divulgação/JaguarPara se ter uma noção, o atual recorde de velocidade da pista foi atingido por Lewis Hamilton, no GP Brasil de Fórmula 1 2018, com a marca de 1:07,281 minuto. Contudo, esta é a primeira vez que um fabricante estabelece um recorde oficial na pista, algo comum em circuitos como Nürburgring (Alemanha) e Laguna Seca (Estados Unidos). Sérgio Jimenez é piloto da equipe ZEG iCarros Jaguar Brazil e atual campeão do I-Pace eTrophy, categoria que utiliza o elétrico Jaguar I-PaceDivulgação/JaguarO F-Pace SVR é desenvolvido pela Special Vehicle Operations, divisão da Jaguar Land Rover que prepara veículos de alto desempenho. Veja também NotíciasÚnico McLaren Senna GTR do Brasil custou R$ 22 mi e não pode rodar na rua19 fev 2020 - 07h02 NotíciasNovo Pagani Imola “correu” três 24 Horas de Le Mans para ficar pronto17 fev 2020 - 17h02 NotíciasAudi R8 deve virar esportivo híbrido, mas sem perder o motor V10 (ufa!)13 fev 2020 - 15h02 Para se diferenciar do F-Pace convencional, a versão traz aerofólio, difusor, sistema de escape com quatro saídas, kit aerodinâmico com entradas de ar maior na frente, além de saídas de ar laterais, além do motor compartilhado com o F-Type SVR. O Jaguar F-Pace SVR é vendido no Brasil, em versão única, a R$ 539.100. View the full article
  25. FULLPOWER - Habemus McLaren Senna GTR no Brasil! Mas este exemplar, único também na América Latina, não será visto nas pistas. O superesportivo equipado com motor 4.0 ... McLaren Senna GTR no Brasil: 825 cv para ficar parado!?!? View the full article

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