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[JonalCarro2]Caoa Changan CS75 estaciona sem motorista, tem três telas, mas só roda com combustível
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SUV médio aposta em tecnologia, espaço interno e preço (bem) atrativo de R$ 179.990 para fazer frente aos rivais híbridos que rodam mais de 100 km como elétricosView the full article -
[JonalCarro2]Leapmotor B03X é o ‘Haaland elétrico’ que pode atacar SUVs de R$ 150 mil no Brasil
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Lançado na Europa por 24.900 euros, crossover elétrico tem até 382 km de autonomia, 197 cv e pode ser o grande centroavante da Leapmotor no segmento de entrada em nosso paísView the full article -
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[CE1]Patrick Industries Merges with LCI Industries
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Patrick owns Rockford Fosgate in automotive, marine, and powersports audio. The company also owns Wet Sounds, a premium marine audio brand.View the full article -
[CE1]Sonobrands Named Authorized SounDigital Distributor
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Sonobrands has been appointed the authorized distributor of SounDigital car audio amplifiers for the Southeast United States.View the full article -
[4r]Novo Dacia Striker funde SUV e perua, foca na eficiência e tem preço de Renault Boreal
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A Dacia revelou os primeiros detalhes do Dacia Striker, seu novo crossover que chega ao mercado Europeu com a missão de expandir a presença da marca romena entre os carros médios. O modelo adota uma receita pouco ortodoxa, misturando o teto baixo de um sedã, a traseira alongada de uma perua e a altura em relação ao solo típica de um SUV. A marca tem um objetivo: abocanhar uma fatia de mercado que hoje transita entre os SUVs tradicionais e os hatches médios, ajudando a elevar a participação da Dacia no segmento de 20% para 33% nos próximos quatro anos – uma das metas estratégicas da fabricante. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia O modelo começa a ser vendido no mercado europeu com preços partindo de menos de 25.000 libras esterlinas (cerca de R$ 174.500 em conversão direta ao câmbio atual, valor inicial pouco abaixo do cobrado pelo Renault Boreal no Brasil). Silhueta de perua e vão livre de utilitário esportivo Em vez de criar um SUV alto e pesado, a Dacia desenhou um carro de 1,53 m de altura (cerca de 7 cm mais baixo que a média dos SUVs médios da categoria), o que resultou em um coeficiente aerodinâmico de 0,29, número bastante favorável para conter os índices de emissões. Com 4,62 m de comprimento, o Dacia Striker repete exatamente o porte de uma perua média tradicional, facilitando o espaço para pernas e a capacidade de carga. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Continua após a publicidade O que aproxima o Striker dos SUVs está na parte inferior da carroceria. O vão livre em relação ao solo é de 19 cm nas versões de tração dianteira e chega a 20 cm nas configurações com tração integral. As rodas de série começam em 17″, mas o catálogo oferece conjuntos de 18 e 19″ para preencher as caixas de roda. Visualmente, o crossover é o encarregado de estrear a nova assinatura luminosa em formato de “T” da marca, em LED, posicionada nas extremidades dianteira e traseira. Na frente, os faróis são interligados por uma grade em preto brilhante com o logotipo ao centro. Na traseira, uma barra preta horizontal ostenta o nome da fabricante em relevo e conecta as lanternas, reforçando a sensação de largura do carro. Para destacar as aptidões fora de estrada, as molduras das caixas de roda e as proteções dos para-choques são feitas de um composto plástico texturizado que dispensa pintura e resiste melhor a riscos, de acordo com a fabricante. Motor 1.8 híbrido promete rodar 80% do tempo no modo elétrico <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Para lidar com a concorrência chinesa e as novas regras antipoluição, o modelo aposta forte na eletrificação. O conjunto Hybrid 155 alia um motor 1.8 a gasolina de 110 cv a dois motores elétricos, sendo um de propulsão com 50 cv e um gerador de alta tensão. Com um câmbio automático com quatro marchas sem embreagem e bateria de 1,4 kWh, a marca afirma que o veículo pode rodar até 80% do tempo no modo elétrico no ambiente urbano. O peso do Striker, na faixa de 1.400 kg joga a favor da eficiência do conjunto. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para quem busca algum talento no fora de estrada, o Dacia Striker Hybrid 150 4×4 soa mais convincente. O sistema emprega um motor 1.2 turbo de 142 cv e 23,4 kgfm com tecnologia híbrida-leve de 48V no eixo dianteiro. Na traseira, um motor elétrico independente de 31 cv e 8,9 kgfm fornece a tração integral sob demanda. O conjunto, que equipará o Renault Boreal e a picape Niagara no Brasil, entrega 152 cv combinados e desacopla o eixo traseiro em rodovias para poupar combustível, garantindo fôlego extra em terrenos de baixa aderência por meio dos modos de condução desenvolvidos para neve, lama e areia. Cabine tecnológica e proposta familiar <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Por dentro, o painel assume um desenho de linhas horizontais, priorizando botões físicos e atalhos rápidos. A central multimídia se apoia em uma tela de 10,1 polegadas com espelhamento sem fio e atualizações de trânsito em tempo real, enquanto o quadro de instrumentos digital projeta as informações com efeito de profundidade 3D em um visor de 7 polegadas. Continua após a publicidade O porta-malas tem 600 litros e piso modular dividido em três partes, permitindo dividir o compartimento para evitar que bagagens soltas fiquem rolando pelo piso, além de criar uma superfície nivelada quando o encosto traseiro é deitado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Mesmo a versão intermediária do Dacia Striker, chamada de Expression, tem rodas de liga leve de 17 polegadas, ar-condicionado digital de duas zonas, freio de estacionamento eletrônico com função Autohold e saídas de ar para o banco traseiro com duas portas USB adicionais. Acima dela, a versão Extreme tem teto solar panorâmico, controle de descida, detalhes externos em tom bronze, bancos revestidos em tecido sintético lavável e tapetes de borracha reciclada. Já a versão Journey adiciona banco do motorista com ajustes elétricos, assentos dianteiros e volante aquecidos, carregador de celular por indução e a tampa do porta-malas com abertura elétrica. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Continua após a publicidade Em segurança, todas as configurações trazem de série o pacote de assistências ADAS, incluindo frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e leitor de placas de velocidade. A chegada do crossover às concessionárias europeias será pautada pelo custo-benefício. Distante do Brasil por ostentar os emblemas da Dacia, o utilitário funciona como um ótimo termômetro para os próximos projetos híbridos nacionais da Renault, que serão baseados no Boreal e na Niagara. Publicidade View the full article -
🔥 EPISODIO 5 🇧🇷 Rafael Moura compete e é dono do jogo. 👀 Sócio da RWB Audio Premium, ele ajusta som na disputa e monta sistema pra galera mandar bem também. 🔊 Compete, ensina, evolui. Brasil representando lá fora! 🌍🏆 Assiste até o final 👇🔥 Curta, comente e compartilhe. Incentive seu lado competidor montando seu sistema. #EMMABrasil #CarAudio #RWBAudioPremium #SQBrasilView the full article
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[4r]Bateria de carro elétrico dura mais que o previsto; veja o que analisar nos usados
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O receio pela durabilidade da bateria de carros elétricos usados é o principal obstáculo para a consolidação do mercado de seminovos. É uma peça cara e que exige mão de obra especializada para ser substituída. No entanto, dados recentes de monitoramento de frotas globais indicam que as baterias estão se mostrando mais duráveis do que se imagina. A degradação das células de bateria de carros elétricos ocorre em um ritmo mais lento. Em média, um elétrico perde apenas 7% da sua autonomia após três anos de uso. É como se um BYD Dolphin 2023, que saiu da loja com 291 km de autonomia PBEV, mantivesse hoje a capacidade de rodar 270,6 km com uma carga completa. A realidade contraria o senso comum. Estudos conduzidos pela Geotab, empresa especializada em telemetria, mostram que a perda média de capacidade das baterias de íons de lítio é de apenas 2,3% ao ano. Outro levantamento, da consultoria Recurrent, aponta uma redução ainda menor, na casa dos 1,8% a cada 12 meses. O temor de que os elétricos se tornem descartáveis em pouco tempo não se sustenta na prática. BYD DolphinFernando Pires/Quatro Rodas Como a indústria automotiva considera que um pacote de baterias encerra sua vida útil veicular ao atingir entre 70% e 80% da capacidade original, esses índices projetam uma longevidade entre 10 a 15 anos. Para o comprador de um veículo de segunda mão, a autonomia restante é perfeitamente funcional para o uso urbano cotidiano. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Além disso, existe a expectativa de que o aumento de carros elétricos nas ruas desenvolva um mercado de baterias de reposição. Tanto a oferta de baterias novas (e, eventualmente, mais modernas) compatíveis com carros elétricos mais antigos, quanto o comércio de baterias usadas para segunda vida em bancos de baterias estacionárias ou sua reciclagem. Hábitos que aceleram a degradação das baterias Embora a química se mostre resiliente, a vida útil da bateria depende da rotina de recarga adotada pelo primeiro proprietário. A degradação térmica é o maior inimigo das baterias e pode se dar tanto pelo calor quanto pelo frio intensos. O uso constante de carregadores ultrarrápidos de rodovia (em corrente contínua) também eleva a temperatura do sistema, acelerando o desgaste interno das células. Continua após a publicidade Baterias de carros elétricos têm custo alto, mas não degradam tanto quanto se imaginaDivulgação/Quatro Rodas No dia a dia, engenheiros recomendam evitar que o carro permaneça com 100% de carga por períodos prolongados, especialmente parado sob sol forte. O cenário ideal para preservar a saúde do sistema a longo prazo é manter o nível de energia oscilando entre 20% e 80% na maior parte do tempo, priorizando as recargas lentas residenciais (em corrente alternada) durante a noite. Baterias de química NMC têm maior desgaste devido à carga completa do que baterias LFP, que são mais baratas e comuns em carros elétricos de entrada. Desgaste mecânico e peso extra Se o conjunto motriz elétrico demanda pouca manutenção por ter uma fração das peças móveis de um motor a combustão, a física cobra a conta na dinâmica veicular. Devido ao grande pacote de baterias posicionado no assoalho, carros elétricos são substancialmente mais pesados do que seus equivalentes térmicos. Continua após a publicidade Baterias de íon-lítio geram muito calor durante a recarga, a ponto de o carro ligar o sistema de arrefecimentoHenrique Rodriguez/Quatro Rodas Essa massa extra, combinada com a entrega instantânea de torque ao pisar no acelerador, transfere um esforço maior para o conjunto de suspensão, buchas de bandeja e, principalmente, pneus. É comum que um elétrico seminovo exija a substituição precoce desses itens em um prazo consideravelmente menor do que o exigido por um carro comum. O que avaliar em carros elétricos usados No Brasil, onde o custo de propriedade é impactado pelo alto valor de aquisição dos carros elétricos, variações de cobrança de IPVA por estado e oscilações no valor de revenda, a desvalorização inicial de um elétrico cria oportunidades de negócio. Modelos de entrada de marcas como BYD, GWM e Volvo já começam a formar uma frota de seminovos atrativa frente aos SUVs flex zero-quilômetro. Para quem busca um elétrico usado, a principal recomendação deve ser a exigência de um laudo via scanner para atestar a saúde real das baterias (conhecido como SOH – State of Health) e a vistoria visual criteriosa de cabos de alta tensão e conectores de recarga, que podem apresentar oxidação e comprometer todo o sistema. Para isso, é necessário buscar oficinas que estejam se atualizando para trabalhar com carros elétricos. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Caminhão brasileiro tem mais poder computacional que o módulo da Nasa que foi à Lua
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Mercedes-Benz Actros Evolution, fabricado em São Bernardo do Campo, usa de dois a três mil chips em dezenas de sistemas eletrônicos avançadosView the full article -
[4r]Geely EX2 2027 nacional já roda em testes; bateria pode ficar maior
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Os testes de rodagem do Geely EX2 nacional já começaram. Um protótipo do hatch elétrico foi flagrado, pelo Autos Segredos, saindo da fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), a partir de onde a produção deverá abastecer o mercado brasileiro. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O flagra sugere que o modelo estreará com atualizações discretas no visual, bateria de maior capacidade e novos recursos tecnológicos para tentar ganhar competitividade diante dos rivais chineses já consolidados. As alterações na carroceria são sutis. A principal novidade é a grade inferior ativa, identificada no protótipo pelo acabamento fechado da peça. O sistema abre ou fecha as entradas de ar conforme a necessidade para melhorar a refrigeração da bateria e reduzir o arrasto aerodinâmico. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A atualização também poderá ampliar a lista de equipamentos. Todas as versões passarão a contar com faróis full-LED, enquanto a central multimídia Flyme Auto receberá novos recursos e uma integração sem fio com smartphones. A câmera frontal foi reposicionada para aprimorar o funcionamento dos sistemas de assistência à condução (ADAS). Continua após a publicidade Na China, as versões mais completas ainda ganharam o sistema NOA (Navigate on Autopilot), voltado à condução assistida em rodovias. Outra novidade importante está na bateria, que passa de 39,4 kWh para 47 kWh de capacidade. Com isso, a autonomia sobe para até 480 km no ciclo chinês, CLTC. O interior também recebeu pequenas mudanças, incluindo novos revestimentos e opções inéditas de rodas, que variam conforme a versão. <span class="hidden">–</span>Geely/Divulgação Na parte mecânica, não são esperadas alterações para o modelo nacional. O Geely EX2 continuará equipado com um motor elétrico traseiro de 116 cv e 15,2 kgfm de torque, suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos. Continua após a publicidade O hatch mede 4,13 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,58 m de altura e tem entre-eixos de 2,65 m, privilegiando o espaço interno. O porta-malas leva 375 litros de bagagem, enquanto o compartimento dianteiro acrescenta outros 70 litros. O vão livre do solo é de 16 cm e o peso declarado é de 1.300 kg. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Geely Desde a versão de entrada, o EX2 oferece ar-condicionado digital, direção elétrica, saídas de ventilação para os passageiros do banco traseiro, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e vidros elétricos com função um toque. Também há três modos de condução — Eco, Normal e Sport — que ajustam a resposta do conjunto conforme o tipo de uso. Publicidade View the full article -
[RS]😀Como fazer limiter manual attack release no GRAVE
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[Taramps]7 de julho de 2026
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[4r]Volvo EX30 Cross Country é aventureiro com desempenho (e espaço) de esportivo
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O nome Cross Country tem história na Volvo. Começou em 1997 com a perua V70 XC, que atendia à demanda por um carro familiar que pudesse lidar tanto com estradas de terra quanto com ruas urbanas. Ainda que seja um SUV compacto elétrico, o Volvo EX30 Cross Country honra o nome ao seguir os preceitos originais: capacidade off-road melhorada, tração integral e maior altura ao solo. Só não é muito familiar. A nova versão topo de linha do EX30 foi responsável por estrear a combinação de dois motores elétricos, um por eixo, que resultam em 428 cv. Por R$ 314.950, o sobrenome “Cross Country” exige um acréscimo de R$ 5.000 em relação à versão Ultra, que passou a ter tração integral na linha 2026. A faixa preta é um envelopamento de fábricaFernando Pires/Quatro Rodas O valor extra se faz notar pelo visual, que segue a cartilha dos aventureiros. A dianteira tem uma seção em plástico preto com textura que remete a um mapa topográfico, conferindo um aspecto mais bruto à frente do veículo. As tradicionais molduras plásticas marcam presença nas caixas de roda e nas saias laterais. Na traseira, a porção central da tampa do porta-malas recebe um acabamento preto fosco que, curiosamente, não é pintura, mas sim um envelopamento aplicado sobre a cor original, com o logotipo da marca fixado por cima. Se carros elétricos costumam ter sua suspensão mais exigida no Brasil, por serem mais pesados e estarem sujeitos a vias mal cuidadas, lombadas e valetas, este Volvo está um pouco melhor preparado para o dia a dia. O EX30 Cross Country também se diferencia pela calibração própria de suspensão, mais complacente com as imperfeições do asfalto brasileiro. O EX30 Cross Country tem suspensão mais elevadaFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Molas e amortecedores diferentes aumentam o vão livre do solo de 16,5 cm para 18,4 cm, uma diferença sutil que ajuda na transposição de valetas urbanas, embora não o transforme em um veículo para trilhas pesadas. Junte a isso as rodas (pretas nesta versão) aro 19 calçadas com pneus de perfil mais alto (medida 235/50 R19) e o resultado é um rodar mais confortável. O conforto, no entanto, tem um custo. Na comparação com o EX30 convencional, o Cross Country tem a seção dianteira mais macia a ponto de a dianteira se movimentar mais ao encarar ondulações ou lombadas, fazendo a carro se comportar como uma gangorra em algumas situações. A principal mudança técnica, porém, está no eixo dianteiro. Enquanto as versões de entrada do utilitário têm apenas um motor elétrico traseiro de 272 cv e 35 kgfm, a versão aventureira recebe o reforço de um motor elétrico dianteiro com entrega 156 cv e 20 kgfm, elevando os números combinados para 428 cv de potência e 55,4 kgfm de torque. O carro gerencia a entrega de força de cada motor para garantir que a tração integral seja útil a todo tempo, mas sem comprometer muito a autonomia. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Os números de pista provam o potencial do SUV: ele precisou de apenas 4,2 s para atingir os 100 km/h. A velocidade máxima permanece limitada a 180 km/h, um padrão global de segurança adotado pela marca sueca há alguns anos, sendo alcançada em menos de 1.000 m de aceleração contínua. É desempenho superior ao de muitos carros esportivos a combustão e ainda mais instigantes porque o EX30 não é um carro grande. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Antes de falar sobre dimensões e espaço, porém, precisamos falar sobre a bateria. O Cross Country mantém a mesma bateria de 69 kWh utilizada nas configurações com apenas um motor. O peso extra do conjunto dianteiro e a maior demanda de energia reduzem a autonomia elétrica declarada de 338 km para 327 km, uma queda perceptível em relação aos modelos de tração traseira. A curiosidade é que a versão Ultra Twin Motor (que também tem dois motores), tem autonomia de 316 km, porque seus pneus são mais largos (245/40 R20). Tudo é concentrado em uma única tela verticalFernando Pires/Quatro Rodas Uma vantagem frente aos Volvo aventureiros de outros tempos está no plano de manutenção com revisões muito mais espaçadas que o normal. Há elétricos com revisões a cada 10.000 km como a maioria dos carros a combustão e outros com paradas a cada 20.000 km. No caso dos Volvo elétricos, o intervalo de revisões é de 30.000 km. No caso do EX30, a primeira revisão é gratuita, só troca o filtro de ar e limpa o parabrisa, e a segunda, de 60.000 km, custa R$ 849 e inclui, também, a troca do óleo do diferencial. Desempenho de sobra, espaço limitado Por dentro, o acabamento escuro domina o ambiente. Os materiais de toque fosco são visualmente agradáveis e a qualidade de construção é confirmada pelo fechamento suave das portas. O comprador pode optar por parte do acabamento em azul-escuro ou uma combinação de cinza e verde, quebrando a monotonia da cabine. Continua após a publicidade Acabamento preto e azul só existe no Cross CountryFernando Pires/Quatro Rodas Espaço traseiro é bastante limitado para um carro deste porte e preçoFernando Pires/Quatro Rodas O isolamento acústico é bom, mas o destaque vai para o sistema de segurança. Os assistentes de condução da marca atuam de forma menos invasiva, demonstrando uma capacidade superior de interpretar os arredores antes de disparar alertas sonoros. Gavetinha no console e acessível por trás é uma boa sacadaFernando Pires/Quatro Rodas A interface com o usuário, no entanto, exige paciência e adaptação. A marca adotou o sistema Google nativo, mas decidiu concentrar absolutamente todos os comandos e informações em uma única tela central vertical de 12,3 polegadas. Não há quadro de instrumentos à frente do motorista, exigindo que o condutor desvie o olhar para o centro do painel até mesmo para conferir a velocidade. A tela é dividida em seções engessadas: instrumentos no topo, entretenimento no meio e climatização na base. Continua após a publicidade Porta-malas tem meros 318 litros de capacidade, volume de hatch compactoFernando Pires/Quatro Rodas O minimalismo chega a comprometer a ergonomia básica. Até a abertura do porta-luvas, que fica no centro do painel, depende de um comando na tela multimídia. Os botões dos vidros elétricos foram deslocados para o console central. É um ambiente excessivamente limpo que prioriza o design em detrimento da funcionalidade, uma tendência que a própria Volvo já começou a rever em lançamentos mais recentes, como o EX60 – que chega ao Brasil ainda em 2026. O que realmente falta no Volvo EX30 , no entanto, é espaço. O entre-eixos de 2,65 m não é pequeno, mas mal aproveitado. O espaço para as pernas nos bancos de trás é limitado e o assento propriamente dito é baixo e curto, obrigando os passageiros a viajarem com os joelhos elevados, uma sensação que remete a carros compactos de entrada. A parte preto fosco na tampa não é pintura, é um envelopamento com o logotipo por cimaFernando Pires/Quatro Rodas O porta-malas acomoda modestos 318 litros, podendo chegar a 400 litros se utilizado o fundo falso, e não há estepe, apenas um kit de reparo. O pequeno compartimento sob o capô dianteiro adiciona apenas 19 litros. Essa falta de espaço não seria ruim em outros carros que chegam aos 100 km/h em 4,2 s. No entanto, a racionalidade familiar dos Cross Country originais não é o forte deste utilitário elétrico. Continua após a publicidade Teste de Desempenho – Volvo EX30 Cross Country Aceleração 0 a 100 km/h: 4,2 s 0 a 1.000 m: 24,4 s / 184 km/h Velocidade máxima: 184 km/h Retomadas 40 a 80 km/h: 1,6 s 60 a 100 km/h: 2,1 s 80 a 120 km/h: 2,7 s Frenagens 60 km/h a 0: 14,1 m 80 km/h a 0: 25,5 m 100 km/h a 0: 56,0 m Consumo Urbano: 5,8 km/kWh Rodoviário: 5,3 km/kWh Ruído interno Neutro / RPM máx.: 36,1 / não aplicável 80 km/h: 62,8 dBA 120 km/h: 67,4 dBA Velocidade real a 100 km/h: 97 km/h Rotação do motor a 100 km/h: não aplicável Volante: 2,5 voltas Ficha técnica – Volvo EX30 Cross Country Motor: elétrico, dianteiro, 156 cv, 20 kgfm; traseiro, 272 cv, 35 kgfm; 428 cv e 55,4 kgfm Bateria: LFP, 69 kWh, 327 km no ciclo PBEV Recarga: 22 kW (AC) e 153 kW (DC) Câmbio: automático, 1 marcha, tração integral AWD Suspensão: McPherson (dianteiro), multilink (traseiro) Freios: disco ventilado (dianteiro), disco sólido (traseiro) Direção: elétrica, 11 m de diâmetro de giro Rodas e pneus: liga leve, 235/50 R19 Dimensões: comprimento 4,23 m, largura 1,85 m, altura 1,57 m, entre-eixos 2,65 m, peso 1.850 kg, vão livre 18,4 cm, porta-malas, 318 litros Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Nova geração do Volkswagen Nivus é flagrada em testes com cara de Tera
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Protótipo flagrado na Europa usa peças distintas para esconder nova plataforma, que deve deixar o SUV cupê maior e abrir caminho para versões híbridasView the full article -
Está com pouco espaço no projeto e precisa de um médio que entregue definição, pressão e potência? Conheça o T 900MBS da Taramps, desenvolvido para aproveitar melhor o espaço sem abrir mão da performance. Com estrutura robusta, carcaça quadrada e até 900W musicais, ele é a solução certa para quem busca mais presença nos médios/agudos. Taramps, O Som que Comanda.View the full article
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[4r]BYD Sealion 7 mal chegou ao Brasil e já encerrou as vendas na China
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O BYD Sealion 7 acabou de desembarcar no mercado brasileiro com o preço de R$ 399.990, mas sua trajetória em seu país de origem acaba de sofrer uma reviravolta. A fabricante encerrou o fornecimento do SUV elétrico para os concessionários da China, retirando o veículo inclusive do aplicativo oficial de compras da marca. A partir de agora, o complexo fabril chinês abastecerá unicamente o mercado internacional via exportação. A decisão de interromper as vendas internas ocorre por uma forte mudança de preferência dos consumidores locais. Na China, os compradores do segmento preferem massivamente as variantes híbridas plug-in, o que espremeu o SUV elétrico puro em um volume muito baixo, registrando médias de apenas 100 a 300 emplacamentos mensais no primeiro semestre de 2026. Em contrapartida, o irmão híbrido Sealion 06 somou 18.856 emplacamentos apenas em maio de 2026, abocanhando 13,1% de participação dentro da própria fabricante. Essa manobra visa otimizar a lucratividade da empresa e a utilização de suas linhas de montagem. Veículos que na China miram a faixa dos 200.000 yuans, o que equivale a cerca de R$ 155.000, são comercializados no mercado europeu por valores entre 58.900 e 73.600 dólares (algo entre R$ 325.000 e R$ 405.000). Essa diferença de margem financeira explica o redirecionamento dos esforços para o exterior. O SUV elétrico é construído sobre a e-Platform 3.0 Evo, trazendo uma estrutura de baterias integradas ao chassi no padrão cell-to-body, além da primeira geração das baterias Blade de fosfato de ferro-lítio. Esta configuração de engenharia continuará ativa para o mercado externo, mas na China será substituída por novos componentes estruturais em futuros produtos, a exemplo do inédito Sealion 08. O movimento repete o que ocorreu com a base do SUV Tang L, que encerrou sua montagem interna em abril de 2026. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No mercado internacional, o ritmo de entregas do utilitário esportivo acelerou substancialmente, registrando 12.636 unidades exportadas em junho de 2026. Esse volume ajudou a compor o recorde mensal de 174.897 veículos enviados pela marca ao exterior no mesmo período. Na Austrália, as versões com direção do lado direito acumularam 4.730 emplacamentos em junho, superando 25.000 licenciamentos acumulados desde fevereiro de 2025. O modelo liderou as vendas gerais em Hong Kong em 2025 com 5.680 carros vendidos e agora desembarca na África do Sul. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para justificar o valor de R$ 399.990 em solo brasileiro, o utilitário aposta em um pacote recheado de assistências de condução. O habitáculo traz uma central multimídia giratória de grandes dimensões, teto solar panorâmico, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e múltiplos airbags de série. O acabamento interno abusa de materiais macios ao toque nos painéis e portas. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Veja quais são os lançamentos mais aguardados de 2026
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Jornal do Carro listou os principais lançamentos que ainda veremos em 2026, indo desde o novo Fiat Argo X, até a chegada de marcas de luxo e, claro, mais chinesesView the full article -
[JonalCarro2]Fiat Fastback MHEV é vendido com desconto de quase R$ 40 mil
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SUV cupê tem oferta limitada na versão Impetus MHEV e sai por preço próximo aos de Chevrolet Sonic e Volkswagen TeraView the full article -
[JonalCarro2]GWM Tank 400 é flagrado no Brasil e prepara ataque ao Toyota SW4
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SUV híbrido plug-in deve ser uma das próximas novidades da marca chinesa no país, com preço estimado na casa dos R$ 400 mil e até 105 km de autonomia elétrica no ciclo chinêsView the full article -
[4r]Renault Boreal 4×4 híbrido está em testes no Brasil e chega em 2027
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O Renault Boreal híbrido e com tração integral está em testes nas ruas brasileiras. O flagra com o carro levemente camuflado foi feito pelo canal Carona com Adriel e divulgado pelo Autos Segredos. O conjunto deverá ser híbrido leve de 48V, com tecnologia E-Tech Hybrid 4×4, apresentada pela Renault em 2024 na picape Niagara Concept. A expectativa é de que o Boreal híbrido tenha somente um propulsor elétrico no eixo traseiro, que desenvolve de 31 cv de potência e 8,9 kgfm de torque. O sistema vai trabalhar com motor 1.3 turbo flex TCe, que entrega até 163 cv e 27,5 kgfm de torque, associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de seis marchas. A potência combinada poderá ficar próxima dos 180 cv. Renault Niagara ConceptDivulgação/Renault O visual do carro deverá permanecer o mesmo, mas com leves mudanças devido alterações mecânicas. A principal delas pode ser notada na caixa metálica a qual protege o motor elétrico, presente no eixo traseiro. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A previsão é de que o Renault Boreal híbrido seja lançado em 2027, enquanto a Niagara, que ficará acima da Oroch na linha da Renault, deverá chegar no segundo semestre de 2026. Por enquanto, o Renault Boreal, que debutou no final de 2025, tem três versões: Evolution (R$ 179.990), Techno (R$ 199.990) e Iconic (R$ 214.990). Entre os principais rivais, estão o Toyota Corolla Cross, Jeep Compass, Volkswgen Taos e os chineses GWM Haval H6, BYD Song Pro e Song Plus. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Em Bursa, na Turquia, local onde o Boreal também é produzido, há uma outra opção de motorização, a HEV. O sistema híbrido pleno combina um motor 1.8 a gasolina com um elétrico, alimentado com a ajuda de uma bateria de alta-tensão com 1,4 kWh. Essa combinação garante 160 cv e 27 kgfm. Mais do que a potência, o atrativo principal é o consumo: segundo o ciclo europeu WLTP, o modelo registra médias equivalentes a 20,8 km/l, um número bastante competitivo frente a modelos como o Toyota Corolla Cross Hybrid. Publicidade View the full article -
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