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  2. O Fiat 147 só seria lançado em setembro de 1976, mas em 9 de julho daquele ano, há exatamente 50 anos, o primeiro exemplar digno de uma numeração de chassi ficava pronto e saía da recém-inaugurada fábrica da Fiat em Betim (MG) – cuja história detalhamos aqui. Era um 147 L prata, com motor de 1050 cm³ a gasolina, que acabou se tornando item cobiçado pela própria Fiat. O exemplar com chapa de identificação do chassi número 000001 foi atração do Salão do Automóvel de 1976, mas não seguiu para o acervo da Fiat após o evento. O 147 foi doado para a Associação Brasileira de Revendedores Autorizados de Veículos, Abrave – que acabou dando origem à Fenabrave. A entidade não ficou com o Fiat 147: sorteou o carro pioneiro entre as concessionárias Fiat. Registro do exemplar número 1 em 1976Divulgação/Fiat A contemplada foi a Milocar, do bairro de Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Por sorte, a concessionária soube dar a devida importância ao carro, que passou anos exposto como um troféu gigante em uma sala de vidro no meio do salão da concessionária. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal Continua após a publicidade Cresci em Oswaldo Cruz, um bairro que nem todo carioca conhece, e me lembro de não ter acreditado quando vi aquela raridade estava tão perto de casa. Minha mãe queria comprar um Siena e lembro do vendedor falando que a própria Fiat tentara comprar aquele 147 anos antes. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal Não é lenda. Em 1986, Jorge Ribeiro, dono da Milocar, confirmou à reportagem de QUATRO RODAS que havia negado proposta da fabricante de trocar seu Fiat147 L por uma carreta com dez Fiat 147 C zero quilômetro. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal “Mas não adianta, que eu não troco nem por uma carreta de Elba”, disse Ribeiro à época. Na verdade, contava ter recusado ofertas de até 600.000 cruzados, algo como R$ 500.000 de hoje (IPCA), de colecionadores. O valor desse carro é imensurável, porém. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal Todo preservado e ainda com placas amarelas, esse Fiat 147 prateado só teve sua paz interrompida por algumas poucas vezes. E QUATRO RODAS é responsável por boa parte da quilometragem em seu hodômetro. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal A edição de agosto de 1986 trazia um comparativo entre o primeiro 147 de fabricação em série no Brasil e aquele que seria um dos últimos, um 147 C 1986. Ele já trazia diversos melhoramentos aproveitados do Spazio, a frente Europa e vidro traseiro maior. Parecia obra do destino, porque o 147 deixaria de ser vendido no Brasil naquele mesmo ano (o Spazio seguiu em produção, apenas para exportação, até 1993). Desde o lançamento do Uno, em 1984, o 147 tinha vendas minguadas e os 0-km eram raridade nas concessionárias. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas O texto de Douglas Mendonça destacava como o pequeno Fiat era importante. “O 147 marcou, sem dúvida, um grande avanço tecnológico no carro brasileiro, principalmente com a disposição transversal do motor e do câmbio, o que possibilitou a criação de um carro pequeno por fora e grande por dentro”. Mas àquela altura, com meros 10 anos de mercado, o projeto mostrava suas limitações com a pior aerodinâmica do Brasil (0,50 cx, contra 0,35 cv do Uno). O carro do ano, com o mesmo motor 1050, tinha apenas 2 cv a mais (57 contra 55 cv) e o mesmo câmbio de quatro marchas com engates duros. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal Continua após a publicidade Um detalhe mereceu destaque: o primeiro Fiat 147 não lidava tão bem com a gasolina da época, com 22% de etanol, por ter tido seu motor calibrado para gasolina pura com adição de chumbo tetraetila. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal Essa característica também ficou evidente 30 anos depois, às vésperas dos seus 40 anos, quando foi retirado da redoma de vidro para liderar um comboio de Fiat 147 em uma volta no quarteirão da concessionária para marcar o primeiro aniversário do 147 Fiat Clube RJ. Fiz o registro abaixo para o meu blog na época. O carro retornou com o hodômetro marcando apenas 101 km. Continua após a publicidade QUATRO RODAS tentou reencontrar o primeiro Fiat 147, mas a concessionária Milocar não existe mais. Mudou de dono, de nome e foi dividida entre Fiat e Jeep. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Acervo pessoal De acordo com o 147 Fiat Clube RJ, o Fiat 147 000001 ainda pertence a Jorge Ribeiro e continua no Rio de Janeiro, bem guardado e longe do público. Tanto que não roda desde o evento de 2016. Todo cuidado é válido para aquele que é, certamente, o Fiat 147 mais valioso do mundo. Fiat 147 em números Entre os Fiat 147 e Spazio, foram produzidas no Brasil 709.230 unidades, sendo que 536.591 ficaram no País. Ainda foram produzidas 87.184 unidades da picape City, 115.986 unidades da perua Panorama, 20.419 unidades do sedã Oggi, 172.086 unidades (sendo que apenas 19.575 ficaram no Brasil) do 147 Fiorino e 12.848 exemplares do 147 furgão. O Fiat 147 foi o carro brasileiro com maior número de variantes em sua época. Publicidade View the full article
  3. O desenho era uma criação do estúdio italiano GhiaMarco de Bari/Quatro Rodas Piloto que chegou a correr na F-1, Alejandro De Tomaso era argentino. Corajoso, decidiu produzir seus próprios carros em Modena, quintal da Ferrari. Alejandro começou construindo o chassi que usaria nas pistas adicionando um motor da Maserati e, mais tarde, da Ford, mas foi como criador de superesportivos que ele encontrou seu caminho, mesmo em meio à farta concorrência local. O primeiro modelo de rua da marca, o Vallelunga, foi apresentado no Salão de Turim de 1963 com um motor 1.5 do Ford Cortina. A evolução continuou com o Mangusta em 1966, desenhado por Giorgetto Giugiaro. O passo mais importante da empresa, porém, ocorreu em 1970, com o lançamento do De Tomaso Pantera. Mais de 7.200 Pantera foram produzidos em 23 anosMarco de Bari/Quatro Rodas O esportivo representou o principal momento da parceria entre a fabricante italiana e a Ford, que anos antes havia tentado comprar a Ferrari. Apresentado no Salão de Nova York, o Pantera trazia referências aos sucessos da Ford nas corridas da década de 1960, como o GT40. O modelo utilizava estrutura monobloco e carroceria de aço com linhas desenhadas pelo americano Tom Tjaarda, do estúdio italiano Ghia. Continua após a publicidade Atrás dos bancos ficava o motor Ford V8 351, de 5,8 litros e 310 cv, e o câmbio manual ZF de cinco marchas. A suspensão era independente nas quatro rodas, todas com freio a disco. Ele ia de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e atingia 260 km/h. Nos Estados Unidos, era vendido em autorizadas Lincoln-Mercury, com direito a vidros elétricos e ar-condicionado. O V8 de 310 cv era instalado em posição central traseiraMarco de Bari/Quatro Rodas O Pantera faz jus a seu nome, como prova o exemplar 1972 das fotos. Suas respostas são agressivas e a aceleração, violenta. Dosar o pé é essencial. Bem atrás do piloto, o motor faz o corpo todo vibrar. Pelo retrovisor, vê-se o filtro de ar trepidar. Sentem-se as imperfeições do asfalto nas mãos. Continua após a publicidade O cinto de segurança pode ser usado nos três pontos, só na faixa abdominal ou só na transversal. Os engates do câmbio são facilitados pela grelha clássica, embora a alavanca e a embreagem sejam relativamente pesadas. Velocímetro e conta-giros separados no painel e câmbio guiado pela grelhaMarco de Bari/Quatro Rodas A parceria De Tomaso e Ford se encerrou no fim de 1974 e, com ela, a importação do Pantera para os EUA. Mas novas versões renovariam o ânimo do felino e reforçariam seu apelo para a preparação e a customização. Continua após a publicidade O Pantera GT5 de 1980 ganhou vários itens aerodinâmicos que deixaram o visual mais pesado. Cinco anos depois, o GT5-S trouxe a primeira mudança profunda no visual, com nova frente. Criador dos Lamborghini Miura e Countach, Marcello Gandini atualizou o desenho do Pantera em 1989, junto com melhorias mecânicas e estruturais. O visual ficou mais retilíneo e carregado, com spoiler e acessórios aerodinâmicos. Agora o modelo usava um chassi tubular. Rodas de liga com freios Brembo ventilados e nova suspensão completavam o pacote. Em 1991, ganhou um V8 Ford de 5 litros, com muita eletrônica e 305 cv. O Pantera só morreria em 1993, após 23 anos de vida, mostrando o tamanho do fôlego desse gato selvagem. Continua após a publicidade AMC AMX/3 <span>–</span>reprodução/Internet Caso próximo ao do Pantera é o AMX/3 (acima). Desenhado por Richard Teague para a AMC, o conceito foi produzido em Turim, com direito a um V8 6.4 de 345 cv. O projeto foi cancelado após seis carros fabricados por questões de preço, emissões e normas de segurança. Ficha técnica – De Tomaso Pantera 1972 Motor: V8 central de 5,8 litros Potência: 310 cv a 5.400 rpm Câmbio: manual de 5 marchas, tração traseira Carroceria: cupê Dimensões: comprimento, 424 cm; largura, 170 cm; altura, 110 cm; entre-eixos, 251 cm; peso, 1.300 kg Desempenho: 0 a 100 km/h em 5,6 segundos, velocidade máxima de 260 km/h Publicidade View the full article
  4. O Honda Fit acaba de receber uma atualização visual no Japão para comemorar o seu aniversário de 25 anos de mercado. O modelo, que estreou globalmente em 2001 e acumula mais de 3,25 milhões de unidades vendidas só no Japão, adota novidades discretas concentradas na chegada da inédita configuração Z. A atualização no design é discreta se comparada à reestilização profunda aplicada recentemente na China, onde o compacto ganhou novos faróis bipartidos e para-choque sem grade. Nova versão Z <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda A gama japonesa agora conta com a versão Z posicionada entre a de entrada X e a esportivada RS. O visual dessa nova opção tem para-choques exclusivos e uma grade frontal ampliada, elementos herdados diretamente do modelo topo de linha RS. O acabamento externo ainda recebe detalhes em preto. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Fit Z abre mão das saias laterais, do aerofólio traseiro, das ponteiras de escapamento redimensionadas e da suspensão recalibrada que equipam o Fit RS. Outra diferença visível está nas rodas, já que a versão Z utiliza rodas de aço de 15 polegadas com calotas, contra os conjuntos de liga leve de 16 polegadas do topo de linha. Continua após a publicidade Conforto e novos opcionais <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda Do lado de dentro, a cabine do Fit Z adiciona volante de três raios revestido de couro, assentos dianteiros com aquecimento e para-brisa com isolamento térmico. O restante do acabamento segue o padrão simplificado da versão X. Já a configuração RS passa a ocupar o lugar da antiga opção Luxe, elevando o nível de equipamentos de série da linha. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda A opção RS traz teto pintado em preto, bancos revestidos em uma combinação de couro e material sintético que imita camurça, além de pedais de aço escovado. O pacote estendido adiciona volante aquecido, sistema de câmeras com visão de 360°, carregador de celular por indução e central multimídia com tela de 9″. A variante aventureira Crosstar também foi atualizada, recebendo vidros térmicos, volante e bancos aquecidos. Continua após a publicidade Motores aspirado e híbrido e:HEV <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda A parte mecânica não tem alterações em relação ao modelo anterior. As configurações X e Z saem de fábrica com o motor 1.5 i-VTEC aspirado, que rende 118 cv e 14,5 kgfm de torque (uma redução de 0,2 kgfm), acoplado ao câmbio automático CVT. O sistema híbrido e:HEV é oferecido como opcional nessas versões e vem de série nas opções RS e Crosstar. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda O conjunto eletrificado combina o motor 1.5 de ciclo Atkinson de 98 cv e 13 kgfm de torque com dois motores elétricos. Juntos, os motores entregam uma potência combinada de 123 cv e torque imediato de 25,8 kgfm. O sistema de tração integral está disponível como opcional para quase todas as variantes do catálogo, deixando apenas o Fit RS obrigatoriamente com tração dianteira. Continua após a publicidade Preço de carro popular no Japão Os valores praticados no mercado japonês mostram o posicionamento competitivo do hatchback diante de rivais compactos locais. Convertidos para a moeda brasileira na cotação atual, os preços começam na faixa de modelos de entrada do mercado nacional. Honda Fit X: 1,8 milhão de ienes / US$ 11.000 (cerca de R$ 60.500) Honda Fit Z: 2,14 milhões de ienes / US$ 13.000 (cerca de R$ 71.500) Honda Fit RS: 2,9 milhão de ienes / US$ 18.000 (cerca de R$ 99.000) Honda Fit Crosstar 4WD: 2,95 milhões de ienes / US$ 18.200 (cerca de R$ 100.100) Publicidade View the full article
  5. Entenda o significado do nome do SUV elétrico e por que montadoras como Toyota, Volvo e marcas chinesas apostam em códigos alfanuméricosView the full article
  6. 🇧🇷 🇲🇽 🇪🇸 GRacias Toño, José María y Alexandre Klett por enseñarnos, apoyarnos y confiar en nuestro trabajo. Muy pronto tendremos la primera generación formada para crecer juntos. TRADUÇAO Continuamos crescendo na América Latina... Brasil, outro país que se une a essa grande família chamada EMMA. Passo a passo consolidando a EMMA no continente americano. EMMA México presente no curso de introdução à EMMA. Porque os grandes fazem equipe com os grandes... Em breve no Brasil. De 9 a 12 de outubro."View the full article
  7. O Grupo Volkswagen planeja reduzir seu portfólio global de modelos em até 50% até 2030. A marca descreve o plano como uma medida necessária para manter sua competitividade diante de um cenário de mercado cada vez mais disputado. O objetivo principal é enxugar em 75% o que a fabricante alemã considera mais complexo na operação. Além de descontinuar modelos, a VW também pretende reduzir as opções de motorização, pacotes de equipamentos e versões. A meta é evitar que marcas diferentes dentro do grupo dupliquem o trabalho de engenharia. A Garagem Volkswagen tem o maior acervo da montadora no BrasilDivulgação/Volkswagen A empresa afirma ter atingido metas operacionais nos últimos três anos, mas reconhece que precisa se tornar mais eficiente. O objetivo é buscar um retorno financeiro que oscile entre 8% e 10%. A capacidade de produção será ajustada para 9 milhões de veículos anuais, devendo manter o volume registrado entre 2024 e 2025. Cupra Formentor, da submarca esportiva SeatDivulgação/Cupra Continua após a publicidade A reestruturação não se limitará aos produtos. Fontes indicam que a Volkswagen estuda o fechamento de quatro fábricas na Alemanha, com possível demissão em massa. Até 100.000 colaboradores podem ficar sem emprego, em um movimento que seria a maior reestruturação da história da indústria automotiva. O diretor financeiro, Arno Antlitz, justificou a medida afirmando que “as reduções de custos planejadas até o momento nos programas acordados não são suficientes no atual contexto econômico e geopolítico”, Quem fica e quem sai Osnabrück produz os modelos VW T-Roc CabrioletDivulgação/Volkswagen Continua após a publicidade O comunicado oficial não informou uma lista de carros que sairão de linha, mas a estratégia foca em concentrar investimentos nos segmentos que entregam o maior valor. Modelos de alto volume, como Polo, Golf, T-Roc e Tiguan, devem permanecer. Por outro lado, carros de nicho como é o caso do T-Roc Cabriolet e o SUV cupê ID.5, podem deixar de ser produzidos. Mais abaixo na gama, o crossover Taigo (a versão europeia do Nivus) tem sua posição ameaçada pela concorrência interna com o T-Cross. Já o Polo a combustão, que está entre os líderes de venda da categoria no Brasil, deve deixar o mercado europeu para ceder espaço ao futuro ID. Polo elétrico. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade A Skoda deve seguir, mas pode perder modelos como o hatch Scala a longo prazo. A Seat deve manter um papel menor e focado em modelos acessíveis, enquanto a Cupra, que tem uma gama de maior valor agregado, deve sofrer cortes maiores. No caso da Audi, a marca já iniciou um processo de simplificação com o fim do subcompacto A1 e do SUV Q2, que devem ser absorvidos pelo futuro A2 e-tron. Em Stuttgart, a Porsche mantém as linhas 911, Cayenne e Macan como pilares, mas estuda fundir os sedãs Taycan e Panamera em um único modelo, além de reduzir a complexidade de variantes de sua gama. Estilo mais quadradão deixou o novo A1 com aspecto mais agressivoDivulgação/Audi Continua após a publicidade A Lamborghini recentemente suspendeu os planos para seu primeiro veículo elétrico. Há algumas semanas, também surgiram boatos de uma possível venda envolvendo a Lamborghini e a Ducati. Na China, onde o portfólio do grupo cresceu de forma agressiva nos últimos anos, a tendência é de encolhimento. Para os executivos da marca, o retrocesso é um plano para que “até 2030 o Grupo Volkswagen seja a empresa automotiva mais atraente do mundo, com marcas icônicas, produtos inspiradores, tecnologias de ponta e resultados financeiros sólidos”. Publicidade View the full article
  8. Subsídio tem objetivo de amenizar os efeitos dos conflitos no Oriente Médio ao abastecimento de derivados de petróleoView the full article
  9. A BYD Shark foi concebida para ser vendida apenas fora da China, onde o mercado de picapes é focado no uso por serviços públicos. Mas a fabricante chinesa parece ter repensado sua estratégia. Dados de homologação do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) confirma o lançamento da picape híbrida na China para o segundo semestre deste ano, mas com outra marca. Em vez de ostentar o logotipo da BYD, ela será vendida como Fang Cheng Bao Shark, enquadrada na sua divisão off-road de luxo. Mesmo com novos logotipos e grade, o visual externo preserva o mesmo design da Shark vendida no Brasil, com faróis em arranjo vertical e guarnições de LED que interligam todo o conjunto frontal. <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução A opção por posicionar o utilitário em uma categoria superior explica-se pelo compartilhamento da plataforma DMO (Dual Mode Off-road) com o SUV Fang Cheng Bao 5 – vendido no Brasil como Denza B5. Essa arquitetura utiliza o motor a combustão instalado em posição longitudinal, trabalhando associado a dois motores elétricos para garantir tração integral permanente. Continua após a publicidade O motor a combustão é um 1.5 turbo a gasolina capaz de gerar 194 cv é auxiliado pelo elétrico dianteiro de 231 cv e o traseiro adiciona outros 204 cv. A potência combinada é de 437 cv no modelo global, com torque que ultrapassa os 65 kgfm. <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução Segundo as especificações técnicas declaradas pelo governo chinês, a velocidade máxima da picape é limitada eletronicamente a 180 km/h, coerente com o peso de 2.710 kg. A capacidade de reboque homologada é de 2.500 kg, mas a carga útil é de só 460 kg – como no Brasil. Um fato é que a Shark é muito maior que os outros BYD à venda na China. O modelo tem 5,45 m de comprimento, 1,97 m de largura e 1,92 m de altura. A distância entre eixos é de 3,26 m. Publicidade View the full article
  10. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 03/26, que estabelece mudanças para a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). De autoria do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), o texto propõe que se considere apenas o peso declarado pelo fabricante do veículo, e não mais o seu valor de mercado, para determinar a taxa do imposto. Ou seja, quanto mais pesado for um veículo, mais o proprietário irá pagar de IPVA. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A medida também determina que o imposto não poderá ultrapassar 1% do valor de mercado do automóvel. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados e tem como base o valor de mercado do veículo (tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. A PEC autoriza ainda os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Algo que hoje ocorre parcialmente, com reduções para modelos híbridos e elétricos. Continua após a publicidade Trânsito na Avenida Pedro Bueno, na zona centro-sul de São PauloRovena Rosa/Agência Brasil O relator, deputado Rodrigo de Castro (União-MG), deu o parecer favorável pela constitucionalidade e a juridicidade da proposta. No entanto, o impacto da mudança na arrecadação tributária será discutido em uma comissão especial a ser criada. Segundo ele, essa comissão deverá analisar “a eventual redução de receitas, a repercussão sobre a autonomia financeira dos entes subnacionais e a necessidade de regras de transição”. Kataguiri afirma que existem alternativas para compensar uma eventual redução da carga tributária. O deputado avalia chegar em mais de R$ 200 bilhões em diferentes compensações, como cortes de supersalários e desonerações setoriais. Continua após a publicidade Transito de veiculos para viagens de fim de ano na Ponte Rio-NiteróiFernando Frazão/Agência Brasil Por outro lado, o deputado Helder Salomão (PT-ES) criticou a proposta. “O cara que tem um caminhão velho, pesado, vai pagar um imposto maior do que o cara que tem uma Ferrari construída com fibra de carbono, levíssima. Não podemos promover aqui uma distorção e privilegiar os ricaços.” A PEC 03/26 deverá passar por uma comissão especial para apreciá-la. Caso aprovada, o projeto segue para votação no plenário da Câmara dos Deputados. Publicidade View the full article
  11. #Nakamichi NSH627HR 6.5-inch coaxial speaker Hi-Res certified; Titanium dome tweeter extends high frequencies to the clouds, while injection-molded cone delivers solid and rich mid-low frequencies. Every melody reveals studio-quality detail.View the full article
  12. O Estradão testou a Sprinter Furgão Street 317 CDI Longo 10,5 m³, primeira versão da linha equipada com o câmbio automático de nove marchas 9G-Tronic no Brasil. Confira as impressõesView the full article
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  14. 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅COMPRE AQUI PENDRIVE ATUALIZADO HARD CDS 👉👉👉https://shopee.com.br/product/432600863/18999845796/ ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 PAREDINHA DE SOM DAS ANTIGASView the full article
  15. Esportivo elétrico tenta conquistar público ocidental, que ainda prefere os modelos a combustão; estreia no Brasil ainda não tem data confirmadaView the full article
  16. O futuro do BYD Dolphin Mini foi revelado. A segunda geração do BYD Seagull (nome do hatch elétrico no mercado chinês) teve suas informações e imagens registradas no Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), e está completamente diferente. O hatch elétrico foi transformado em um compacto legítimo, com dimensões maiores e motor mais potente, como resposta ao crescimento das vendas de concorrentes no mercado chinês, como o Geely EX2 (Xingyuan) – carro mais vendido na China atualmente. Dolphin Mini nada ‘mini’ <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução A carroceria do elétrico alcança 4,20 m de comprimento, o que representa um aumento importante de 42,5 cm em relação ao modelo atual, ficando maior até mesmo que o Dolphin GS (4,12 m). A distância entre eixos também foi ampliada para 2,65 m (+15 cm), igualando-se ao Geely EX2. A largura passou para 1,81 m, enquanto a altura de 1,57 m foi praticamente mantida. Essa mudança elevou o peso em ordem de marcha em cerca de 20 kg, para 1.180 kg na configuração de entrada e 1.255 kg na opção mais equipada, com capacidade de carga homologada para cinco ocupantes. Continua após a publicidade Motor mais potente <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução A BYD ainda escalou um motor mais potente que o atual, de 75 cv. A nova unidade tem 129 cv e eleva a velocidade máxima declarada de 130 km/h para 150 km/h, permitindo deslocamentos rodoviários mais adequados. O conjunto de baterias continua utilizando baterias Blade (LFP) fornecidas pela FinDreams, subsidiária da BYD. Os dados do governo chinês ainda não especificam a capacidade da bateria ou a autonomia. Continua após a publicidade Design mais arredondado <span class="hidden">–</span>MIIT/Reprodução As imagens de homologação mostram uma dianteira com vincos acentuados e faróis poligonais estreitos que abandonam o formato recortado do antecessor. As laterais trazem maçanetas embutidas semi-ocultas e colunas pretas que causam efeito de teto flutuante, eliminando as antigas linhas plásticas vincadas. Na traseira, as lanternas trapezoidais invertidas são interligadas por uma barra funcional cinza onde o logotipo da marca fica centralizado. A lista de componentes opcionais inclui rodas de 16 polegadas com pneus 205/60 R16, molduras de para-lamas diferenciadas e uma câmera instalada junto à terceira luz de freio. Continua após a publicidade Vem ao Brasil? Embora a BYD esteja mais lenta no lançamento dos seus novos carros no mercado internacional, esta segunda geração do Dolphin Mini poderá ganhar o mundo mais rápido. Um dos motivos é se defender dos novos concorrentes. Outro é a possibilidade de unificar as diferentes variações da primeira geração, comercializada globalmente como Seagull, Atto 1 e Dolphin Surf, além da nomenclatura Dolphin Mini. A atual geração do Dolphin Mini foi lançada em 2024 e já é montada no Brasil em regime SKD (com carrocerias importadas armadas e pintadas). É o carro elétrico mais vendido do Brasil e lidera as vendas no varejo no país. Publicidade View the full article
  17. Você já viu um médio quadrado? Conheça o T 900 MBS: são 10 polegadas, 450W RMS e impedância de 6 ohms, com design diferenciado para projetos que buscam rendimento, som forte e bem definido. Uma ótima opção para trabalhar as frequências de médio-grave em caixas cornetadas. Conheça o T 900 MBS e monte seu projeto com Taramps. Taramps, O Som que Comanda!View the full article
  18. O americano do jeito mais americano possível 😏 tem que respeitar viu 🫡⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ #TrioGoiano #Snake #BandaAudioParts #Banda #AudioParts SomAutomotivo CarAudio CarSound Pancadao Grave Subwoofer AltoFalante SomPesado Bass BassHead SomNaCaixa ProjetoAutomotivo CustomCar CarCulture Rebaixados GarageCustom SQPL WallOfBass BassLife SomForte CarrosModificados Goias Brasil TrioPancada AudioLoversView the full article
  19. Baseado no Grande Panda europeu, modelo irá combinar visual global com acabamento, equipamentos e motores ajustados para o BrasilView the full article
  20. Renovado em 2025, o Volkswagen Taos terá novidades nos próximos anos. O SUV médio roda em testes no Brasil equipado com o futuro sistema híbrido flex nacional, que estreará na picpe Tukan. Mas o protótipo flagrado por QUATRO RODAS esconde mais segredos além da motorização: também se trata de uma mula de testes da próxima geração do utilitário, prevista para 2028 e que passará a ser feito em São Bernardo do Campo (SP), para ganhar mais competitividade no segmento. A decisão de transferir o desenvolvimento e a produção para o Brasil revela a urgência em adequar o modelo à realidade do nosso mercado. A fábrica da Anchieta, a mais antiga do grupo no país, passa por obras pesadas de modernização para comportar a base MQB Hybrid. Na prática, essa arquitetura é uma atualização da plataforma atual, permitindo a instalação de sistemas elétricos mais complexos. <span class="hidden">–</span>Nicolas Tavares/Quatro Rodas Com a fábrica atualizado, a fabricante finalmente conseguirá montar veículos com teto solar e freio de estacionamento eletrônico no ABC paulista. Esses dois equipamentos sempre foram ausências sentidas nos modelos nacionais da marca e estão confirmados para o utilitário Continua após a publicidade Ao lado do novo Volkswagen Taos (conhecido pelo código de projeto A-SUV), a unidade também fabricará um inédito SUV cupê, derivado do projeto Saga (um equivalente nacional do T-Roc europeu), que chega antes, em 2027. Será a segunda vez em que a Volkswagen mudará a origem do SUV vendido no Brasil. O utilitário nasceu com produção na Argentina, porém o custo de produção cada vez mais alto no país fez com que a fabricante transferisse a montagem para o México, que já fazia o carro para o mercado norte-americano. A redução nos gastos refletiu no preço final, fazendo com que o Taos reestilizado estreasse por R$ 199.990. <span class="hidden">–</span>Nicolas Tavares/Quatro Rodas Continua após a publicidade Agora o esforço da Volkswagen também está em nacionalizar o motor 1.5 turbo (atualização do 1.4 TSI atual) associado a diferentes níveis de eletrificação. Nas versões de acesso, o modelo utilizará um sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts, entregando cerca de 150 cv. Esse arranjo fará sua estreia nas ruas brasileiras um pouco antes, equipando a futura picape Tukan. View this post on Instagram A post shared by Quatro Rodas (@quatro_rodas) Para as configurações de topo, o novo Volkswagen Taos adotará um conjunto híbrido pleno (HEV) flex, rendendo 170 cv de potência combinada. Nesse sistema, o propulsor a combustão operará em ciclo Miller junto a baterias de alta tensão, dispensando a recarga em tomadas. Continua após a publicidade O protótipo avistado por QUATRO RODAS utiliza o Taos atual como base, com algumas diferenças escondidas sob a camuflagem. A grade frontal exibe aberturas redimensionadas para garantir o fluxo de ar exigido pelo arrefecimento da motorização híbrida. O interior também passará por uma revisão de materiais e montagem para distanciar o utilitário dos modelos compactos da fabricante. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O novo Volkswagen Taos tem lançamento previsto para 2028, depois da estreia do novo Nivus, que também roda em testes pelo país com sistema híbrido leve 48V. Com a produção nacional e a adoção de uma mecânica eletrificada, a fabricante espera deixar o utilitário mais competitivo no mercado entre tantas novas opções vindas da China. Ainda terá outros concorrentes, como a nova geração do Jeep Compass e o próximo Toyota Corolla Cross. Publicidade View the full article
  21. SUV híbrido de luxo da marca premium da BYD pode ser produzido em Camaçari (BA) a partir de 2027, mas expansão da rede de recarga é prioridade antes da nacionalizaçãoView the full article
  22. O futuro da Peugeot e da Citroën no mercado brasileiro dependerá do uso de arquiteturas e tecnologias da fabricante chinesa Dongfeng. Após dar continuidade aos projetos que já estavam em andamento antes da criação da Stellantis em 2021, o grupo automotivo agora realinha a posição das suas marcas de origem francesa e plataformas chinesas poderão baratear custos e acelerar renovações. A Stellantis comanda marcas como Fiat, Jeep, Ram, Peugeot, Citroën, Abarth e Leapmotor no Brasil, mas o sucesso de Fiat e Jeep é antagônico ao desempenho de Peugeot e Citroën nas vendas. Enquanto a Fiat somou 270.946 emplacamentos e a Jeep 56.426 emplacamentos no primeiro semestre, a Citroën acumulou 17.501 unidades (menos que Ford e Geely, que só vendem importados) e a Peugeot, apenas 8.754 unidades (menos que Omoda e Mitsubishi). Peugeot 2008 está vendendo mais que o 208 em 2026Pedro Bicudo/Peugeot A função de cada uma das marcas tende a mudar. Embora tenha carros com preços acessíveis, como o 208 e o 2008, a Peugeot deixará de ser uma marca que busca volume de vendas. “A Peugeot será uma marca de nicho posicionada acima da Fiat”, afirmou o presidente da Stellantis para a América do Sul, Herlander Zola, em encontro com jornalistas. O objetivo é comercializar veículos com maior margem de lucro, mirando consumidores que buscam design e acabamento superior, sem a pretensão de liderar os segmentos onde estiver atuando. Peugeot E-3008Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade A Peugeot saiu debilitada do seu último plano de investimentos, que concentrou a produção dos seus carros na Argentina devido ao protecionismo no país vizinho. Em 2015, o mercado argentino consumia 60% de carros nacionais e 40% de modelos importados. Hoje, esse cenário se inverteu, com 70% dos emplacamentos dominados por veículos trazidos de fora e apenas 30% de fabricação local. A marca ainda é grande na Argentina e no Chile, mas encolheu no Brasil. A situação econômica do país vizinho também dificulta as importações para o Brasil. Em 2026, o Peugeot 2008 acumula mais emplacamentos que o 208: 4.211 unidades contra 2.960 do hatch, um desempenho fraquíssimo. O Peugeot e-3008, prometido para o Brasil há dois anos, seria capaz de reforçar a imagem de marca de nicho, mas ainda não foi lançado. Citroën C3 e AircrossGabriel Barrera/Citroën Por outro lado, a Citroën segue a diretriz adotada em outros mercados e concentra suas operações nos segmentos de entrada. A marca focará em entregar carros com apelo racional, espaço interno e baixo custo de manutenção, brigando pelo consumidor que precisa de mobilidade acessível em hatches e utilitários compactos. Continua após a publicidade Citroën BasaltPedro Bicudo/Citroën Não é diferente da estratégia assumida ao concentrar sua operação nos Aircross, Basalt e C3, sendo que o Basalt é seu maior sucesso de vendas, com 7.621 emplacamentos de janeiro a junho. Os três modelos são fabricados no Brasil, na fábrica de Porto Real (RJ). O peso da China na operação local Quando a fusão que originou a Stellantis ocorreu, em 2021, diversos projetos da Peugeot e Citroën já estavam em andamento e seguiram o cronograma original. Contudo, muitos desses veículos revelaram não serem adequados às demandas específicas da América do Sul, sendo pequenos ou simples demais. A continuidade desses projetos evidenciou a necessidade de uma independência maior na engenharia e na escolha de portfólio. Para resolver essas incoerências, a Stellantis vem adotando a filosofia interna batizada de “fast lane”, impulsionada por executivos como Antonio Filosa, CEO global da Stellantis. O conceito garante liberdade quase total para que cada operação regional busque as parcerias e os produtos que façam mais sentido para o seu público. Isso elimina a obrigação de adotar plataformas globais que não se sustentem financeiramente no mercado sul-americano. Continua após a publicidade É por isso que futuro de Peugeot e Citroën pode estar vinculado à parceria entre as empresas francesas e a Dongfeng, que antecede a própria Stellantis, acumulando quase três décadas de atuação conjunta na China por meio da joint-venture DPCA. As três empresas têm, inclusive, uma marca na China: a Hedmos, criada em 2025. Hedmos S6 tem 4,67 m de comprimento e motor elétrico de 215 cvHedmos/Divulgação Ao contrário do acordo com a Leapmotor, da qual a Stellantis adquiriu 51% de participação, a relação com a Dongfeng ocorre mediante parcerias técnicas pontuais e independentes. A engenharia brasileira já trabalha na adaptação de veículos oriundos desses projetos chineses para o mercado sul-americano. Esses desenvolvimentos contemplam carros compactos, picapes e SUVs, permitindo que a empresa atualize sua gama de produtos sem a necessidade de importar plataformas europeias, que costumam inviabilizar o preço final dos produtos no país. A parceria com a Dongfeng pode ser estendida de outra forma, com a produção no Brasil de modelos dessa marca chinesa. Publicidade View the full article
  23. O Leapmotor B10 REEV fará sua primeira aparição no Brasil em agosto, durante o Festival Interlagos, em São Paulo. O elétrico com autonomia estendida tem lançamento no Brasil confirmado e poderá concorrer SUVs compactos turbo flex topo de linha e híbridos de entrada, apostando no custo-benefício. A confirmação da novidade partiu do presidente da Stellantis para a América do Sul, Herlander Zola, em encontro com jornalistas nesta semana. B10 BEV é vendido no Brasil desde o início do anoFernando Pires/Quatro Rodas O sistema REEV (também conhecido como EREV) já está disponível na configuração mais cara do Leapmotor C10. Ele utilizando um motor a combustão que funciona apenas como gerador. Dessa forma, o conjunto elétrico é o único responsável por tracionar as rodas, garantindo o comportamento dinâmico de um carro elétrico. Como funciona a tecnologia de extensor de autonomia O sistema híbrido utiliza um propulsor 1.5 a gasolina, de ciclo Atkinson, gera apenas 88 cv e 12,7 kgfm, mas não possui ligação mecânica com as rodas. Esse gerador entra em funcionamento apenas para recarregar a bateria de 18,8 kWh ou para alimentar com energia o motor elétrico traseiro, de forma a prolongar a carga da bateria. Com um tanque de combustível de 50 litros, a autonomia total beira os 900 km. C10 REEV tem motor 1.5 aspirado com 88 cv, mas que só precisa gerar energia e não move as rodasFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Isso garante que o B10 REEV mantenha respostas imediatas e aceleração contínua sem depender das trocas de marchas convencionais, até mesmo porque não têm câmbio. Rodando apenas com a energia da bateria, o alcance é de 86 km, o que atende bem ao uso urbano diário. A potência máxima é a do motor elétrico: 218 cv e 24,5 kgfm de torque – mesmo rendimento da versão elétrica, hoje vendida por R$ 182.990. A tendência é que o B10 REEV seja mais caro que o elétrico, mas ainda custe menos de R$ 200.000 no Brasil. Nesta faixa de preço, seus maiores concorrentes serão o BYD Song Pro e o Geely EX5 EM-i. Modos de condução e eficiência energética Quadro de instrumentos de 8,8” pode projetar o navegador em uso na centralFernando Pires/Quatro Rodas Para gerenciar o conjunto, a plataforma LEAP 3.5 oferece quatro modos de operação. As configurações EV+ e EV priorizam o uso exclusivo da bateria e o silêncio a bordo, mantendo o gerador inativo na maior parte do tempo. Já a opção Fuel aciona o propulsor a combustão preventivamente para preservar a energia elétrica durante viagens rodoviárias. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Por fim, o modo Power+ combina a capacidade de geração do motor térmico com a entrega do motor elétrico, garantindo fôlego extra para ultrapassagens. O sistema administra as transições sem exigir comandos do motorista. O pacote dinâmico ainda inclui a condução por um único pedal, aproveitando a regeneração de energia para frear o carro. Porte médio para incomodar os compactos Embora tenha a missão de roubar vendas de modelos menores, o utilitário entrega dimensões superiores às de Jeep Compass e Toyota Corolla Cross. São 4,53 m de comprimento, 1,88 m de largura e 1,65 m de altura, além de um entre-eixos de 2,73 m. São cerca de 10 cm a mais no comprimento em relação aos concorrentes diretos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O pacote de equipamentos será o mesmo do B10 BEV, com com sete airbags e 17 funções avançadas de auxílio ao motorista (ADAS). O controle de cruzeiro adaptativo e o assistente de centralização em faixa trazem calibrações focadas em desacelerações progressivas ao se aproximar de curvas. A cabine ainda tem a tela central de 14,6 polegadas com processador Qualcomm 8155, Apple CarPlay e Android Auto sem o uso de cabos, teto solar e som com 12 alto-falantes. Futuro nacional Leapmotor C10 REEVFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade A Stellantis anunciou, em abril, que os Leapmotor B10 e C10 serão produzidos em Goiana (PE). Neste momento a fabricante avalia se a operação local será por meio dos sistemas Semi-Knocked Down (do inglês, semi-desmontado) ou Completly Knocked Down (completamente desmontado), no qual produzem os modelos a partir de peças e conjuntos prontos. No primeiro caso, SKD, o carro vem com a carroceria armada e pintada, quase que totalmente pronto. Combinado a isso, a Stellantis também trabalha para integrar o conjunto REEV em carros de outras marcas do grupo, como Jeep e Fiat. “O ponto que é crucial para nós é que essa tecnologia e a capacidade de adaptação dessa tecnologia em outros produtos das nossas marcas é um caminho sobre o qual a gente quer avançar rapidamente”, afirmou Zola. O sistema chinês, de acordo com o executivo, trabalhará em conjunto com os motores flex disponíveis na linha nacional do grupo – ou seja, os motores Firefly e GSE Turbo, 1.0 ou 1.3, e o recente 2.0 Hurricane flex. A fabricante não fala quais modelos receberão o recurso e nem a data para isso acontecer. 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  24. Montadora alemã prevê reduzir a produção para 9 milhões de veículos por ano diante da queda nas vendas, do avanço das marcas chinesas e da pressão por cortes de custosView the full article
  25. Firstech, the maker of Compustar and DroneMobile, today announced the release of the Drone XC2 the next generation of its dash cameras.View the full article
  26. A BYD reservou para a sua estreia no Festival de Velocidade de Goodwood a apresentação do supercarro elétrico Denza Z, que será vendido no Brasil. O modelo representa o ápice tecnológico da divisão de luxo da BYD e aposta em um conjunto de três motores para entregar 1.604 cv. No entanto, seu maior destaque frente aos rivais ocidentais está no tempo de recarga da sua bateria. A marca chinesa promete que o conjunto de baterias recupera a energia de 10% a 97% em apenas nove minutos, eliminando uma das principais barreiras dos esportivos elétricos no uso extremo. A estratégia sugere que, em vez de focar apenas em números de aceleração absolutos, a fabricante tenta resolver o problema do tempo de pista perdido nos boxes durante eventos ou viagens rápidas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza O sistema elétrico suporta carregadores de até 1.500 kW, uma capacidade que exige controle térmico rigoroso do conjunto. Para suportar tanta energia sem comprometer a durabilidade, a marca adota a segunda geração das baterias Blade, que utiliza novas químicas de eletrólitos para reduzir a resistência interna e, consequentemente, a geração de calor. Dinâmica de pista e vetorização de torque O Denza Z tem um motor elétrico dianteiro de 680 cv e dois traseiros independentes de 462 cv cada. Esse conjunto gera 126,5 kgfm de torque, o que permite ao Denza Z acelerar de 0 a 100 km/h em 2,25 s na configuração cupê. A versão Racing, voltada para o uso em autódromos, reduz o tempo para 1,96 s graças ao uso de pneus semi-slick e um pacote aerodinâmico que gera 1.060 kg de downforce a 350 km/h. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza Continua após a publicidade Como os dois motores traseiros operam de forma isolada, o carro possui vetorização de torque. O sistema de controle consegue até mesmo realizar giros no próprio eixo e corrigir perdas súbitas de pressão nos pneus em 10 milissegundos, redistribuindo a força para manter a estabilidade. A suspensão utiliza amortecedores magnetoreológicos que alteram a rigidez instantaneamente, apoiados por molas pneumáticas no cupê e helicoidais na versão Racing. Os freios carbono-cerâmicos aliviam 30 kg de massa não suspensa. Peso elevado e autonomia limitada <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza Toda essa tecnologia de resfriamento e desempenho cobra seu preço na balança e na autonomia. O pacote de baterias de 76 kWh é integrado ao chassi, o que aumenta a rigidez torcional para mais de 40.000 Nm/grau. No entanto, por ser uma bateria relativamente compacta para os padrões atuais, o alcance homologado no ciclo WLTP é de apenas 408 km para o cupê, caindo a 379 km na versão Racing. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza A cabine acomoda quatro passageiros, beneficiada pelo entre-eixos de 2,78 m, medida comparável à de sedãs médios. A carroceria de 4,78 m de comprimento esconde um porta-malas de apenas 250 litros. No interior, os bancos dianteiros contam com ajustes elétricos, ventilação e massagem, além de um sistema de som com 12 alto-falantes, características que tentam equilibrar a agressividade da pista com o uso rodoviário confortável. O peso total do Denza Z é de 2.230 kg. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O ambiente de cabine mescla componentes e apliques de camurça com fibra de carbono. Para compensar o silêncio sem frustrar quem procura estímulos sensoriais, o projeto incorpora um sintetizador que transmite simulações de frequências mecânicas para o ambiente externo e interno através de alto-falantes embutidos até nos encostos de cabeça. Continua após a publicidade Pressão asiática no mercado de supercarros <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza Para a BYD, a existência deste veículo vai muito além do volume de vendas. O Denza Z funciona como uma plataforma de exibição para a arquitetura e3, desenvolvida para provar que a engenharia chinesa já consegue rivalizar dinamicamente com as marcas tradicionais europeias em seu próprio território. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Denza Até pouco tempo, a atuação das montadoras chinesas focava em volume, preço e eficiência, deixando a dinâmica em segundo plano. A oferta do esportivo da Denza inclui o cupê, a carroceria conversível e uma configuração focada em pista, cobrindo os perfis de compradores de um nicho bastante exigente. Os preços oficiais não foram divulgados, mas as reservas começam ainda no atual verão europeu, com entregas até o fim do ano. O Denza Z está com lançamento no Brasil confirmado, mas ainda sem data de lançamento definida. Publicidade View the full article
  27. Nova versão do modelo tem design atualizado e mais de 1.000 km de autonomia; modelo será produzido em Camaçari (BA) e deve custar cerca de R$ 140 milView the full article
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