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  1. Yesterday
  2. ESTOU VENDENDO TAMBEM OS SEGUINTES PRODUTOS    FAÇO PARCELAMENTO PELO MERCADO LIVRE      CD PLAYER PIONEER - DEX P9 (cd player) + DEQ-P9(processador) +CD IB100II (ipod adaptador) - valor R$ 2.200,00 SUB WOFFER DLS NORDICA VENDIDO   CABO ATLAS HYPER 1.5 - 9 metros (duas pernas de 4,5m - valor de R$ 710,00 - cabo novo, sem uso
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  4. Estou dizendo no meu caso, pois ainda não consegui achar qual o problema, apenas deixei de escutar musicas no pendrive, uso midia e spotify, mas tenho certeza que é o meu player pois tbm troquei os rca os três pares
  5. Nivus herdará portas e boa parte da estamparia do Polo, mas traseira será exclusivaMarcelo de Carvalho/Quatro RodasO novo Volkswagen Nivus chegará no segundo trimestre de 2020. E, apesar das muitas semelhanças com o Polo, o SUV terá mais equipamentos de série para se distanciar. Quase todas as versões terão de série quadro de instrumentos digital, que no hatch só existe na configuração topo de linha, como opcional. No T-Cross, também é sempre opcional, mas nas duas versões mais caras, Comfortline e Highline. Conforme antecipado por nossa reportagem, o Nivus deve ser oferecido inicialmente em três configurações no Brasil: Sense (para PcD, Comfortline e Highline). Nas versões de topo, Nivus também trará faróis full-ledNicolai Znamensky/Quatro RodasUma das principais novidades para este ano, de acordo com Pablo Di Si, presidente da VW na América Latina, será o desenvolvimento de um novo sistema de entretenimento no Brasil. O equipamento utilizado atualmente pelos carros da marca no país são sempre importados da Alemanha. “Esse novo sistema será desenvolvido aqui. E por mais que algumas peças ainda venham de outros países, como é comum em qualquer componente eletrônico, o mais importante, que é a inteligência envolvida, será toda feita por engenheiros brasileiros. Isso dá liberdade e agilidade para qualquer mudança”, afirma o executivo. Segundo Di Si, o sistema foi pensado para tornar o uso mais intuitivo entre os usuários. “Mais que baratear, vamos adaptar ao gosto daqui”, diz. Leitor flagra comboio do VW NivusLucas Margadona/Quatro RodasO presidente da Volkswagen explica que o comportamento dos consumidores brasileiros é diferente da Europa. “Lá, os engenheiros acharam que o uso [da nova central] era simples demais. E me disseram isso como clientes. Porque eles preferem algo que seja complexo de utilizar”, comenta. Para QUATRO RODAS, Pablo Di Si também confirmou que a novidade chegará aos demais veículos com os quais o Nivus compartilha a base – além de Polo e T-Cross, há o Virtus. “A plataforma eletrônica dos carros que já são feitos será adaptada para incluir o novo sistema”, garante. Com isso, é provável que tanto hatch como SUV e sedã ganhem o novo quadro de instrumentos nos próximos anos. Painel de Polo Nivus terá painel similar ao do Polo, mas com revestimentos exclusivos e outros detalhes de diferenciaçãoChristian Castanho/Quatro RodasComo irmãos de plataforma, Nivus e Polo dividirão muito mais que peças da carroceria. De acordo com fontes ligadas à empresa, a novidade também aproveitará boa parte dos componentes de cabine do hatch. Segundo apuramos, o painel será praticamente o mesmo nos dois modelos, com exceção de soluções locais – como o já mencionado quadro de instrumentos digital. Já revestimentos e acabamentos serão próprios. Veja também TestesVW Polo GTS: testamos na pista o hatch esportivo de R$ 99.47023 jan 2020 - 10h01 NotíciasSegredo: picape VW Tarok será a cara do SUV Tarek, mas está sob risco22 jan 2020 - 20h01 NotíciasSegredo: novo SUV popular da VW ameaça matar Gol, Fox e Up! de uma vez3 jan 2020 - 07h01 Em comparação com outros modelos à venda atualmente, a relação entre Nivus e Polo será praticamente a mesma que existe nos Honda Fit e WR-V, ao menos no interior. Vale lembrar que até o entre-eixos será igual ao do hatch. Fotografou um segredo? Mande seu flagra para nós: 55 11 99975-9245. View the full article
  6. Um bom trampo é sempre um bom trampo.
  7. Pode ficar tranquilo quanto a isso, é bem mais complexo do que você imagina. Siga o conselho que outro colega te deu:
  8. Argo 1.3 GSR não está mais no catálogo da FiatChristian Castanho/Quatro RodasA Fiat resolveu mexer em algumas versões do Argo e do Mobi em 2020. A primeira mudança, e mais relevante delas, está no câmbio que vai junto ao motor 1.3 Firefly. O cliente que procurar pelo Argo Drive 1.3 GSR, equipado com a caixa automatizada monoembreagem de mesmo nome, não encontrará mais a versão disponível no catálogo da marca. Versão topo de linha HGT vem com câmbio automático e custa R$ 69.990Christian Castanho/Quatro RodasA Fiat decidiu eliminar a opção devido ao baixo desempenho nas vendas. O hatch passa agora a ser oferecido somente com câmbio manual de cinco marchas nas versões com motor 1.0 e 1.3 Firefly. Já o 1.8 E.torQ segue gerenciado por um automático de seis marchas. O mesmo ocorreu com o Mobi. O compacto de entrada também não oferece mais o câmbio GSR e agora só é comercializado em versões com câmbio manual acoplado ao motor 1.0 Firefly. Fiat Mobi Drive 1.0 GSR era a única opção do modelo com câmbio que não fosse manualChristian Castanho/Quatro RodasAgora, o único modelo da marca com opção do câmbio automatizado GSR é o Fiat Cronos. A faixa de preços de Argo e Mobi também variou com a chegada do ano novo. Argo 1.0 e Argo 1.0 Drive tiveram redução de R$ 600 e R$ 2.200 respectivamente, e passam a valer R$ 48.990 e R$ 51.390. Compacto perdeu o título de carro mais barato do Brasil para o Renault KwidDivulgação/FiatNo entanto, outras versões receberam aumento na etiqueta. O Argo Drive 1.3 está R$ 1.000 mais caro e passou a custar R$ 55.690. Já o Argo Trekking registrou reajuste de R$ 1.500 na versão com motor 1.3 e de R$ 1.000 com propulsor 1.8. Confira os reajustes e novos preços do Fiat Argo na tabela abaixo: Modelo Preço Reajuste Fiat Argo 1.0 R$ 48.990 R$ – 600 Fiat Argo Drive 1.0 R$ 51.390 R$ – 2.200 Fiat Argo Drive 1.3 R$ 55.690 R$ + 1.000 Fiat Argo Trekking 1.3 R$ 61.490 R$ + 1.500 Fiat Argo Trekking 1.8 AT R$ 69.990 R$ + 1.000 Fiat Argo Precision 1.8 AT R$ 63.990 – Fiat Argo HGT 1.8 AT R$ 69.990 – Quanto ao Mobi, os reajustes promovidos pela Fiat fizeram o compacto dividir com o Renault Kwid o título simbólico de carro 0 km mais barato do Brasil. Ambos partem de R$ 34.990.. Veja também NotíciasSegredo: Fiat Argo terá base do Peugeot 208 que nem chegou ao Brasil23 jan 2020 - 07h01 NotíciasOnix, Ka, HB20, Polo e mais: diferenças de motor, dimensões e porta-malas20 jan 2020 - 12h01 NotíciasNovo SUV da Fiat: o que o primeiro flagra dianteiro revela sobre o modelo17 jan 2020 - 07h01 Todas as versões do Mobi passaram por aumentos que variam de R$ 350 a R$ 2.000. Confira na tabela os novos preços e os reajustes: Modelo Preço Reajuste Fiat Mobi 1.0 Easy R$ 34.990 R$ + 2.000 Fiat Mobi 1.0 Easy Comfort R$ 39.340 R$ + 350 Fiat Mobi 1.0 Like R$ 43.690 R$ + 1.700 Fiat Mobi 1.0 Way R$ 43.840 R$ + 350 Fiat Mobi 1.0 Drive R$ 46.340 R$ + 350 View the full article
  9. Como falei no inicio, não entendo nada, vendo alguns videos de som automotivo no youtube acabei me deparando com vários videos no youtube falando que corte 12db causa cancelamento no ponto de crossover, certo que n tenho um ponto de crossover tão certinho(cortes em 100hp e 80lp) mas mesmo assim como o corte não é tão preciso, ele ainda pegaria abaixo de 100 no hp e acima de 80 no lp, mesmo que com uma intensidade menor, então teoricamente meu ponto de crossover seria em mais ou menos 90hz, já com uma intensidade baixa por causa dos cortes e com o cancelamento pioraria ainda mais, resolvendo esse possível cancelamento eu melhoria um pouco esse buraco, ficando com uma baixa intensidade (mas maior em relação quando tinha o cancelamento) apenas pelos cortes do crossover e não pelo cancelamento. Repito, não entendo nada, se meu pensamento estiver todo errado e alguém puder me explicar, agradeço. Não noto perdas já que n entendo nada, mas se algo pode ser melhorado mesmo n sendo perceptível, é sempre bom melhorar (pelo menos eu penso assim)
  10. Vou ouvir 80% com o carro em movimento, aí qnd eu vou tomar uma em casa é que ligaria a fonte.
  11. Bugatti Chiron custa 3 milhões de euros e faltam menos de 100 unidades para serem produzidasDominique Fraser/Quatro RodasA Bugatti começou a produzir seu superesportivo Chiron em 2016. A promessa era que seriam fabricadas 500 unidades do modelo. Agora, em 2020, já foram produzidas pouco mais de 400 unidades e, pelas contas da fabricante, a marca de 500 carros deverá ser atingida até o final de 2021, levando então ao encerramento da produção do substituto do Bugatti Veyron. A versão tradicional do supercarro é equipada com motor 16 cilindros em “W” e 8 litros, capaz de gerar 1.500 cv de potência e 163,15 kgfm de torque. Os 100 km/h são atingidos em parcos 2,5 segundos. Supercarro francês atinge os 200 km/h em 6,5 sDominique Fraser/Quatro RodasEm setembro de 2019 uma versão preparada do Chiron atingiu a marca de 490,3 km/h na pista de testes da Volkswagen (detentora da Bugatti) de Ehra-Lassien, na Alemanha, e se tornou o carro de rua mais rápido do mundo. Questionado sobre qual será o substituto do Chiron, o CEO da marca, Stephan Winkelmann, não quis revelar muitos detalhes do que está por vir, apenas garantiu que a Bugatti “continuará fiel a sua filosofia de desenvolver os melhores carros do mundo”. Versão preparada do carro atingiu os 490,3 km/h e se tornou o carro de rua mais rápido do mundoDivulgação/BugattiEspecula-se a possibilidade do próximo lançamento ser até mesmo um SUV. Entretanto, o mais provável é que o novo modelo seja um gran turismo (GT) de quatro portas. Veja também NotíciasNova versão do Porsche 718 resgata motor seis-cilindros com quase 400 cv16 jan 2020 - 15h01 TestesTeste: Mercedes GT 63 S traz V8 artesanal e ar perfumado por R$ 1,2 milhão14 jan 2020 - 07h01 NotíciasRaio X: quanto custa manter um Chevrolet Camaro SS de R$ 333.990?2 jan 2020 - 07h01 Outra projeção é que o próximo Bugatti seja eletrificado, o que marcaria o início de uma nova era para a fabricante francesa. View the full article
  12. 2 subs praticamante sempre tocam mais que apenas 1. nao é pq esse sub suporta 2000w que ele seja tao eficiente q ultrapasse o rendimento de um par de 800w. nao se engane pow Watts se puder monta 2 vai ter mais spl com toda certeza a intençao é som interno ou externo ? pois nao entendi o uso da fonte nesse sistema, se tem intençao de deixa parado tocando melhor montar woofer subao, tipo tornado, sds... do restante ta bacana abraços
  13. Alterações visuais, como na grade e no para-choque frontal, foram inspiradas no Polo GTI vendido na EuropaFernando Pires/Quatro RodasCom preço inicial de R$ 99.470 e motor 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 mkgf de torque, o Polo GTS quebra dois paradigmas dentro da Volkswagen: o de um Polo custar mais de R$ 100.000 (basta adicionar pintura metálica) e o de ser o mais rápido entre os VW fabricados no Brasil. Ele resgata a sigla lançada no Brasil pelo Passat GTS, mas que não era usada há quase 26 anos, desde o fim do Gol GTS. Lanternas têm iluminação por ledsFernando Pires/Quatro RodasQUATRO RODAS já acelerou o esportivo na pista, registrou seus números no teste de desempenho e gravou suas impressões. Veja também NotíciasVolkswagen Polo GTS deverá chegar este mês por R$ 103.4402 jan 2020 - 17h01 NotíciasExclusivo: Polo GTS toma lugar do Golf GTI como o VW nacional mais rápido28 nov 2019 - 16h11 TestesImpressões: Polo GTS é uma bela homenagem aos VW esportivos do passado26 set 2019 - 18h09 Rodas aro 17″ são de série no esportivoFernando Pires/Quatro RodasTambém preparamos uma seleção das melhores imagens captadas com exclusividade pelo fotógrafo Fernando Pires. Elas revelam detalhes que transformam o hatch compacto premium em esportivo. Confira: Faróis são do tipo full ledFernando Pires/Quatro RodasFriso vermelho da grade tem prolongamento dentro dos faróisFernando Pires/Quatro RodasOs drl de led também têm função de setaFernando Pires/Quatro RodasLanternas têm o mesmo formato dos outros Polo, mas iluminação interna é completamente diferenteFernando Pires/Quatro RodasLuz de seta traseira é halógenaFernando Pires/Quatro RodasAntena mistura estilo shark com o convencionalFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasSaída de escape dupla e base de colmeia são exclusivosFernando Pires/Quatro RodasLogo “GTS” na grade mantém a tradição dos atuais esportivos da VolksFernando Pires/Quatro RodasPlaquetinha “GTS” nos para-lamas têm duas peças como na versão HighlineFernando Pires/Quatro RodasAerofólio ganha prolongamento em plástico pretoFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasVolante é o mesmo dos demais compactos da Volks, mas o acabamento é diferenteFernando Pires/Quatro RodasMotor 1.4 TSI tem 150 cv e 25,5 mkgfFernando Pires/Quatro RodasPorta-malas preserva os 300 litros das demais versõesFernando Pires/Quatro RodasBancos traseiros também têm acabamento esportivoFernando Pires/Quatro RodasInterior ganha nova ambientação com colunas e teto pretosFernando Pires/Quatro RodasBancos esportivos tem abas laterais maiores e encosto de cabeça integradoFernando Pires/Quatro RodasCentral multimídia é equipamento de sérieFernando Pires/Quatro RodasHastes também têm acabamento piano blackFernando Pires/Quatro RodasGrafismo dos instrumentos é o mesmo do Polo GTIFernando Pires/Quatro RodasQuadro de instrumentos digital é equipamento de sérieFernando Pires/Quatro RodasMoldura dos comandos do volante tem acabamento piano blackFernando Pires/Quatro RodasGTS tem logo na base do volante, como os GTIFernando Pires/Quatro RodasEstas rodas aro 17 já haviam sido usadas no Golf GTIFernando Pires/Quatro RodasSaídas de ar-condicionado traseiras e porta USB também estão presentesFernando Pires/Quatro RodasLogo GTS também aparece na traseiraFernando Pires/Quatro RodasNão há drl no para-choque, mas seu nicho continua aliFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasDetalhe dos leds no projetor elípticoFernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasDetalhe do logo GTS no volanteFernando Pires/Quatro RodasAcesso sem chave e partida por botão fazem parte da lista de equipamentos de sérieFernando Pires/Quatro RodasModos de condução podem ser acionados na central multimídia ou por meio deste botãoFernando Pires/Quatro RodasCosturas vermelhas dão toque especial nos bancos esportivosFernando Pires/Quatro RodasLogo “GTS” aparece estampado em alto relevo dos bancos dianteirosFernando Pires/Quatro RodasAcabamento de couro do volante tem costuras vermelhasFernando Pires/Quatro RodasSistema de som da grife Beats é o único opcional. Em vez de disqueteira, tem subwoofer no porta-malasFernando Pires/Quatro RodasConsole central tem detalhe vermelhoFernando Pires/Quatro RodasSaídas de ar laterais tem aros vermelhosFernando Pires/Quatro RodasAcabamento interno preto se repete nas portasFernando Pires/Quatro RodasNome da versão também está nas soleiras das portasFernando Pires/Quatro RodasOs pedais do GTS têm acabamento de alumínioFernando Pires/Quatro RodasCoifa do câmbio têm costuras vermelhasFernando Pires/Quatro RodasVersão GTI ainda tem seletor de modos de conduçãoFernando Pires/Quatro RodasAr-condicionado é automático digital, mas com apenas uma zona como nos outros PoloFernando Pires/Quatro RodasGTS tem monitores de temperatura de óleo, potência instantânea e força GFernando Pires/Quatro RodasView the full article
  14. SUV que foi um dos ícones americanos entre as décadas de 60 e 90 está prestes a retornar ao mercado A Ford está soltando aos pouquinhos os primeiros detalhes sobre o seu próximo lançamento global: O SUV Ford Bronco – veja o vídeo. Pouco conhecido por aqui, o Bronco é um dos ícones 4×4 no mercado americano e foi produzido por lá de 1966 a 1996. A proposta do Bronco era ser um SUV compacto e com chassi exclusivo, mas nas quatro gerações seguintes o modelo cresceu e passou a ser derivado das picapes Série F. Após um hiato a Ford apresentou um modelo conceitual para o retorno do Bronco no Salão de Detroit de 2004, com visual inspirado no modelo clássico, mas com arquitetura mais moderna baseada da picape Ranger. No Johnson Valley, no deserto de Mojave, lar de condições severas de esportes a motor como o King of the Hammers, o protótipo do Bronco está sendo levado ao limite fora da estrada em condições difíceis, subindo pedras e correndo pela areia.“A Ford ajudou a criar o fenômeno off-road e se especializou nesse tipo de veículo por décadas – do Bronco à Raptor”, diz Jim Farley, presidente de Mercados Globais da Ford. “Agora, estamos prontos para recuperar nosso lugar de direito como líderes em veículos off-road”. Em 1969, um Bronco com preparação especial venceu a Mexican 1000 (depois rebatizada como Baja 1000), uma das competições off-road mais difíceis do mundo. A Ford homenageou os 50 anos dessa conquista com a apresentação do protótipo Bronco R na Baja 1000 do ano passado, dando mais pistas de como será o novo modelo – veja o vídeo. Cinco gerações O Bronco de primeira geração (de 1966 a 1977) nasceu como um off-road compacto, com 3,85 m de comprimento. Inicialmente equipado com motor 2.8 de seis cilindros e transmissão manual de três velocidades, ganhou depois as opções de motor V8 e transmissão automática. Seu estilo simples e robusto era marcado pela carroceria de linhas retas e faróis redondos, nas versões perua de três portas, picape e roadster aberto sem portas. Ele tinha um acabamento simples, mas podia ser incrementado com vários acessórios, desde bancos, tacômetro, rádio, engate de reboque, tanque auxiliar de combustível e guincho até equipamentos profissionais e de camping. Em 1967, a perua ganhou o pacote opcional Sport, com itens cromados e o nome Ford na grade pintado de vermelho, depois transformado em modelo de série. A versão roadster saiu de linha em 1968 e a picape, em 1972, concentrando a produção na versão perua. Na segunda geração (de 1978 a 1979) o Bronco entrou para o segmento de SUVs grandes, crescendo 71 cm no comprimento, 28 cm na largura e 10 cm na altura. Ele tinha como base a F-100 4×4, em versão encurtada. O teto rígido removível, agora produzido em fibra e cobrindo apenas a área dos bancos traseiros, em vez da peça inteiriça de aço, continuou a ser uma característica do utilitário, assim como as três portas, o eixo rígido dianteiro e a tração 4×4. Esse Bronco de segunda geração durou só dois anos, mas foi um sucesso de vendas, com clientes esperando vários meses na fila pela sua chegada. Era equipado com motor V8, de 5,8 ou 6,6 litros, e pela primeira vez passou a oferecer capacidade para seis passageiros, com banco inteiriço opcional dianteiro. O Bronco de terceira geração (de 1980 a 1986) foi baseado na F-150, conservando a distância entre-eixos de 2,64 m. Além de ganhar suspensão dianteira independente, ele voltou a oferecer um motor seis cilindros de 4,9 litros, ao lado do V8. Em 1982, o oval azul na grade dianteira substituiu as letras Ford no capô. Essa geração também foi montada e vendida na Austrália. A quarta geração do Bronco (de 1987 a 1991) acompanhou as mudanças da oitava geração da Série F, com vários aprimoramentos. A quinta geração do veículo (de 1992 a 1996) renovou o design, alinhado com a nona geração da F-150, e introduziu vários itens de segurança, como cintos traseiros de três pontos, vigas de portas reforçadas e airbag do motorista de série. Também por questão de segurança, sua capota deixou de ser removível. Em 1996, a Ford anunciou o encerramento da produção do Bronco, que agora está perto de ser retomada e é aguardada com expectativa pelo mercado. Fonte e Fotos: Ford / Divulgação O post Ford prepara o retorno do Bronco apareceu primeiro em Revista Car Stereo. View the full article
  15. Friso vermelho que entra nos faróis full-led é detalhe marcante do GTSFernando Pires/Quatro RodasAcho que eu sei o que você está pensando. Realmente, com suspensão levemente mais baixa e rodas maiores, como no conceito que estava no Salão do Automóvel de 2018, o Polo GTS ficaria mais atraente. Poderia ter ido além, com teto solar. O hatch esportivo parece conservador na versão de produção, mas não foge à proposta dos antepassados. As lanternas de led vêm da Europa: são as mesmas do Polo GTIFernando Pires/Quatro RodasO Passat GTS, lançado em 1983, e seu herdeiro Gol GTS, produzido entre 1987 e 1994, mantinham a mesma altura livre do solo das versões mundanas (14 e 13 cm, respectivamente). No Polo, os 14,9 cm de sempre garantem que o para-choque, com moldura preta-brilhante integrando os faróis de neblina como no Polo GTI europeu, não raspará em rampas e valetas das nossas ruas. Cabine tem detalhes vermelhos nas saídas de ar laterais e no consoleFernando Pires/Quatro RodasMas, assim como os GTS do passado, a suspensão passou por retrabalho para tornar o Polo mais firme e estável em tocadas, digamos, mais animadas. Entram na receita a barra estabilizadora dianteira mais grossa (passou de 20 para 21 mm), o eixo traseiro com perfil diferente, que o torna mais rígido, e as molas e os amortecedores com cargas definidas especificamente para o GTS. Motor 1.4 TSI flex tem mapa de injeção exclusivo para o GTSFernando Pires/Quatro RodasO motor 1.4 TSI não é um AP1800, mas também é um velho conhecido. Flex, gera 150 cv e 25,5 mkgf como nos demais Volks equipados com ele. A diferença nesse caso está no mapa do sistema de injeção direta, também feito exclusivamente para o GTS. O Polo GTI 2006, que teve 30 unidades importadas para o Brasil, cujo motor 1.8 20V Turbo tinha os mesmos 150 cv e 22,4 mkgf de torque. O GTI atual tem o 2.0 TSI de 200 cv e câmbio DSG. Motor 1.4 TSI flex tem mapa de injeção exclusivo para o GTSFernando Pires/Quatro RodasO que pode não agradar aos mais puristas é que o câmbio não é manual, mas sim o Aisin automático de seis marchas. É preciso se contentar com as trocas sequenciais na alavanca ou nas borboletas atrás do volante. Se serve de alento, o câmbio sabe como se portar, principalmente em modo Sport (o mais instigante entre os Eco, Normal e Individual, que pode ser personalizado pelo motorista), quando permite reduções tão agressivas que levam o motor acima das 5.000 rpm, além das rotações de potência e torque máximos. No centro dos bancos, material tipo couro e acabamento em alto relevoFernando Pires/Quatro RodasPor sinal, a reação é a mesma quando se chama marcha no kickdown. Portanto, é melhor controlar sua mão e seu pé para aproveitar toda a elasticidade do 1.4 turbo. Foram longe demais O modo Sport ainda deixa a direção mais pesada e encorpa o ronco de modo sintético. Ele não vem do coletor de admissão nem das saídas de escape cromadas, mas do Soundaktor, um atuador de som instalado na base do para-brisa para fazê-lo ressonar na mesma frequência que o motor, como se ele realmente tivesse algo diferente. Engana muito bem até você mudar o modo de condução em plena aceleração e perceber o ronco desaparecendo de imediato. Ou até você reparar que pelo lado de fora o que se escuta é o motor 1.4 TSI de sempre. Grafismo do quadro de instrumentos é o mesmo do Polo GTIFernando Pires/Quatro RodasQuer ver a tecnologia a seu favor? O quadro de instrumentos digital tem os mesmos grafismos do Polo GTI, e representa um avanço e tanto frente aos GTS do passado. O carro de hoje mostra informações inimagináveis décadas atrás. Na central multimídia pode-se acompanhar a temperatura de óleo, a força G suportada por você e pelos pneus nas curvas e até mesmo a potência gerada no motor naquele momento. Outro extra é um cronômetro pronto para registrar seu tempo de volta na pista. Central tem monitor de temperatura de óleo, potência instantânea e força GFernando Pires/Quatro RodasParticularmente preferimos usar nosso V-box para conferir os tempos nos testes em nossa pista. Lá o Polo GTS fez jus ao nome: levou 8,9 s para alcançar os 100 km/h – 1 s mais lento que o GTI de 2006 – e rompeu a barreira dos 1.000 m em 29,8 s a 176,3 km/h (veja teste na pág. 39). O Polo GTS é o único com modos de conduçãoFernando Pires/Quatro RodasPara efeito de comparação, o Polo Highline com motor 1.0 TSI de 128 cv precisa de 10,6 s para chegar aos 100 km/h e de 32,1 s para percorrer 1.000 m, chegando lá a 162,1 km/h. Os 22 cv extras foram suficientes para fazer do GTS o Volkswagen nacional mais rápido da atualidade – o que ficou mais fácil após o fim do Golf GTI. Éramos felizes e sabíamos Os órfãos do Golf têm tudo para ver no Polo uma alternativa ao hatch médio, desde que relevem o fato de que o acabamento não chega aos pés. Não há painel emborrachado nem carpete nos porta-objetos, mas há bancos dianteiros esportivos, envolventes e com encosto de cabeça inteiriço (à moda do Up!). Faróis full-led com DRL é item exclusivo do Polo GTSFernando Pires/Quatro RodasAs saídas de ar-condicionado têm frisos vermelhos que combinam com as costuras dos bancos, do volante e da alavanca de câmbio. As pedaleiras são de alumínio, enquanto teto e colunas pretos reforçam o ambiente esportivo. Versão Highline tem rodas aro 17 opcionais, mas as do GTS são do Golf GTIFernando Pires/Quatro RodasSó o GTS tem alguns equipamentos que antes eram próprios do Golf. Os faróis full-led têm luzes diurnas integradas (por isso os neblinas estão solitários no para-choque), que também fazem as vezes de seta. São exatamente os mesmos faróis do Polo GTI, que também forneceu as lanternas de led e com elementos internos diferentes. Assoalho é mais alto para esconder o subwoofer da grife Beats, opcionalFernando Pires/Quatro RodasArrematam o visual o friso vermelho na grade que continua nos faróis, o para-choque traseiro com colmeia na base e o prolongamento preto do aerofólio. Já as rodas aro 17 são herança dos Golf GTI básicos. GTS tem talento para acelerações, mas altura da suspensão não empolgaFernando Pires/Quatro RodasO Polo GTS parte dos R$ 99.470. Faz lembrar dos R$ 99.990 pedidos pelo Polo GTI de 2006, mas o GTS de hoje é muito mais barato: atualizado, o preço do compacto esportivo de 14 anos atrás equivale a R$ 221.660 de hoje. Veja também NotíciasVW Polo GTS: veja tudo que será item de série ou opcional no esportivo7 jan 2020 - 17h01 NotíciasVW Nivus será o nome do SUV cupê do Polo; veja os primeiros detalhes4 dez 2019 - 14h12 TestesImpressões: VW Polo GTI não virá ao Brasil por ser bom demais15 ago 2018 - 11h08 Mas ainda é dureza custar quase o mesmo que um Golf antes de sair de linha. O que é exclusivo do Polo GTS? • Faróis full-led • Lanternas de led escurecidas • Saídas duplas de escape cromadas • Bancos esportivos • Maçanetas e retrovisores pretos • Start-stop • Seletor de modos de condução • Pedaleiras de alumínio • Soleiras estilizadas • Motor 1.4 TSI Opcional: • Sistema de som Beats com subwoofer e amplificador (R$ 2.400) • Pintura metálica (azul, cinza e prata: R$ 1.520) Veredicto: O Polo já tinha um bom acerto e agora tem um motor forte e suave que tira vantagem disso. Mas o tempero esportivo poderia ser mais forte. Teste – Volkswagen Polo GTS 1.4 TSI Aceleração 0 a 100 km/h: 8,9 s 0 a 1.000 m: 29,8 s – 176,3 km/h Velocidade máxima 207 km/h* * Dado de fábrica Retomadas (D) 40 a 80 km/h: 3,8 s 60 a 100 km/h: 4,7 s 80 a 120 km/h: 5,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 13,8/24/54,4 m Consumo Urbano: 11 km/l Rodoviário: 16,4 km/l Ficha técnica – Volkswagen Polo GTS 1.4 TSI Preço: R$ 99.470 Motor: flex., diant., transv., 4 cil. , 16V, 1.395 cm3; 74,5 x 80 mm, 10:1, 150 cv a 5.000/4.500 rpm, 25,5 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático de 6 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson (diant.)/eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), disco sólido (tras.) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 205/50 R17 Dimensões: comprimento, 406,8 cm; largura, 175 cm; altura, 146,8 cm; entre-eixos, 256,5 cm; altura livre do solo, 14,9 cm; peso, 1.230 kg; tanque, 52 l; porta-malas, 300 l View the full article
  16. Harman’s JBL and Infinity car audio brands will offer new ultra high end audiophile systems this year, said Harman’s Jeff Fay during CES this month. Infinity will offer its new speaker system under its former Beta brand (now spelled BeTA), which it is bringing back this year. The speakers are designed as a “cost is […] The post JBL Intros ‘Cost is No Object’ System appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  17. Como o Alves falou tenta inverter o RCA Se tiver dificil no player, tenta pelo menos no amp, que deve ter o acesso mais fácil E tenta inverter os canais do tw no amp, pra confirma se não pode ser nele ou nos cabos
  18. Press Release (Unedited): Diamond Audio, an industry leader in high-end mobile audio products has announced that it will be offering an intensive 6-hour complete motorcycle product/installation workshop in conjunction with Jason Kranitz and Christopher McNulty of Kingpin University at the 2020 MEA KnowledgeFest in Long Beach, CA. This special engagement will be held on Thursday, […] The post Diamond Audio Holds ‘Built For Baggers’ Workshop at Kfest appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  19. <span class="hidden">–</span>Chrstian Castanho/Quatro RodasMais que um acessório, os suportes magnéticos contribuem para a segurança do motorista ao garantir que o celular vai ficar bem preso. Para ver se eles são eficientes no dia a dia, separamos três dos mais procurados (Luxcar, Multilaser e KinGo) e levamos para um teste com nosso especialista. “Esses acessórios são imprescindíveis para garantir conforto e proteção ao dirigir. Mas ao rosquear os suportes para dar maior firmeza, como no caso do Multilaser e do Luxcar, só faça isso com o carro parado”, diz o taxista Jorge Saito. Especialista Nome: Jorge Saito Profissão: Taxista Experiência: Como ele passa o dia todo atrás do volante, os suportes magnéticos foram de grande ajuda no seu trabalho. Fabricante: Multilaser Luxcar KinGo Preço: R$ 39,90 R$ 49,90 R$ 30 Site: multilaser.com.br luxcar.com.br kingo.com.br Nota: 10 9 7 Comentário: “Não tenho do que reclamar desse suporte. Tem revestimento emborrachado não só na parte imantada (magnética), que prende o celular, mas nos fixadores que ficam presos nas saídas de ar do painel. Isso evita riscar as aletas de ventilação. Traz a vantagem de ser articulado, permitindo a regulagem em vários ângulos. Uma vez ajustada a posição, é só rosquear para dar maior firmeza.” “É tão caprichado quanto o da Multilaser, inclusive na borracha que reveste o fixador e a base, que aqui é arredondada. Ele também permite ajustar o encaixe em vários ângulos e ainda traz duas lâminas metálicas (pads) autoadesivas: uma para colar entre a capa e o celular e a outra, menor, para fixar na parte externa da capa.” “O suporte consegue fixar aparelhos como celulares, tablets e GPS, porém não possui a vantagem de girar 360º e inclinar para uma melhor visualização, o que ajudaria muito quando algo provoca reflexo na tela desses aparelhos. O acabamento não é emborrachado como nos outros dois modelos, mas o plástico é de boa qualidade e sem rebarbas, o que evita riscar o material plástico das aletas das saídas de ar.” Pró: Acabamento de borracha e rosca de fixação Grandes pads de metal e instruções ilustrativas Preço mais baixo Contra: Nenhum É o mais caro de todos Não conta com regulagem de 360º View the full article
  20. Peugeot 208 e Fiat ArgoArte/Quatro RodasA fusão entre FCA e PSA exigiu uma arrumação geral na casa e agora os executivos da nova empresa – ainda sem nome conhecido – estabelecem um novo plano de voo. Uma fonte ligada à PSA na França contou, sob condição de sigilo de sua identidade, como a companhia deverá atuar daqui para frente. “Oficialmente, ambos os lados terão força equivalente, mas se espera que a PSA terá maior relevância, especialmente a Peugeot”, diz nossa fonte. “Por ora, todo o foco está no estabelecimento de um plano produtivo com o maior número de produtos e o menor de plataformas possível”, segue. Nem tudo está definido, segundo nosso informante. Novo Peugeot 208 será a base da segunda geração do ArgoDivulgação/PeugeotA plataforma compacta que prevalecerá será a da PSA, batizada CMP (sigla em inglês para Common Modular Platform) e desenvolvida em parceria com a chinesa Dongfeng. “O plano de racionalização significará a morte dos pequeninos de ambas as marcas. Ou seja, nada mais de 500 (Fiat), C1 (Citroën) e 108 (Peugeot) no showroom. Apenas o elétrico 500e será mantido, mas por um curto período”, conta nossa fonte. Os microcarros morrerão, mas os andares imediatamente acima terão vida longa. Fiat 500: apenas a versão elétrica deverá ganhar sobrevida. E por poucos mesesDivulgação/DivulgaçãoA modularidade da plataforma CMP permite flexibilidade não apenas no que se refere ao tamanho, mas também à motorização, que pode ser diesel, híbrida, elétrica ou gasolina (flex, no caso do Brasil). O primeiro produto baseado na CMP foi o DS 3 Crossback, apresentado em 2018. As novas gerações dos Peugeot 208 e 2008 e do Opel Corsa também usam a mesma matriz. A primeira aplicação da CMP em um produto FCA acontecerá em 2022, num Alfa Romeo, mas ela logo se alastrará para a Fiat, o que permite imaginar uma nova geração da dupla Argo e Cronos entre 2023 e 24. Próxima geração do Argo deve chegar em 2023, com plataforma desenvolvida pela PSAFernando Pires/Foto/Quatro RodasO Citroën C4 Cactus – vendido como SUV no Brasil e como hatch compacto na Europa – morrerá até o começo de 2021 no mercado europeu. “O C4 Cactus, assim como os demais produtos atualmente construídos sobre a plataforma PF1, serão rapidamente descontinuados ou entrarão numa nova geração, baseada na CMP”, explica a fonte. Questionado sobre o fim da linha do C4 Cactus no Brasil, o informante disse: “Claro que a nova companhia precisará lidar com as necessidades específicas de cada mercado, mas para que tudo corra conforme planejado, é importante seguir à risca a estratégia definida. E é importante destacar que o fim de produção se refere ao Cactus PF1. Nada impede, por exemplo, o estudo de viabilidade de uma nova geração”. Na Europa, C4 Cactus não terá nova geraçãoFernando Pires/Quatro RodasOu seja: nosso Cactus pode ganhar uma nova geração mais rápido do que o comum, aproveitando a base CMP que, lembremos, já está sendo instalada em Porto Real (RJ). Uma segunda plataforma renovada da PSA – a EMP2, que estreou em 2017 e hoje é base de 3008, 5008, 508, DS 7 Crossback, C5 Aircross e Opel Grandland – também será estendida aos produtos das marcas do lado FCA do casamento. Assim como a CMP, EMP2 abriga múltiplas opções de motorização. Veja também NotíciasLuz verde para PSA e FCA formarem a quarta maior fabricante do mundo18 dez 2019 - 11h12 NotíciasPresidente da FCA confirma: SUVs da Fiat terão motor turbo e câmbio CVT24 ago 2019 - 07h08 NotíciasParceria de Fiat e Peugeot (e GM) existe há 50 anos e rendeu até o Punto5 nov 2019 - 07h11 Nossa fonte fala de um enxugamento radical nos veículos maiores. “O mercado dos Estados Unidos ainda é muito relevante e o lado americano da FCA atende bem à demanda local”, destaca nossa fonte. Fora do mercado norte-americano, há grande expectativa para a chegada da picape média da Peugeot, construída em parceria com a chinesa Dongfeng. View the full article
  21. Aonde você viu isso? Ou está notando algo estranho no teu som??
  22. Se souber usar toca a vida toda. Ou até as baterias "morrerem". Busque mais informações sobre som pra um aprendizado de como tirar melhores resultados do seu som.
  23. A inversão de fase não vai causar danos ao equipamento. Teste ouvindo e deixe da forma que mais lhe agradar, se não tiver ferramentas apropriadas pra fazer uma medição. Mas dentro de um carro provavelmente não vai fazer muita diferença visto a distância entre kit/ouvidos e sub/ouvidos ser diferente. Eu deixaria na posição normal mesmo.
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