Jump to content

AutoForum.com.br - Som automotivo e automóveis  - O fórum dos maníacos por som automotivo e automóveis
- Proibido conteúdo impróprio para menores em tópicos públicos: Nudez estrategicamente coberta; Roupas transparentes; Poses obscenas ou provocantes; Close-ups de seios, nádegas ou virilhas; (em cumprimento a normas do Google) Qualquer desvio, denuncie ao moderador.
- Usuários do Hotmail/Outlook/Msn - confira tutorial para receber emails do fórum;
- Qualquer problema em algum post, DENUNCIE ao moderador, utilize o link abaixo de cada post.
- Confira tutorial para enviar fotos. Tão fácil quanto um CTRL+V. (17/09/2015)
- Encontro Sound Quality em São Paulo/SP domingo (27/10/2019) *****

All Activity

This stream auto-updates     

  1. Today
  2. Ford Ranger militar foi desenvolvida pensando em ações de defesa e de resgateDivulgaçãoVencedora do último comparativo de picapes feito por QUATRO RODAS, a Ford Ranger passou por mudanças este ano. Recebeu uma nova frente, painel de instrumentos, rodas aro 18 e santantônio. Entretanto, nada se compara ao que a empresa britânica de engenharia automotiva Ricardo PLC e a divisão de veículos militares da Polaris fizeram para transformar a picape média num veículo militar. Para se tornar um carro de guerra, a Ranger recebeu um sistema elétrico aprimorado de 24 V, piso e vidros blindados, amortecedores dianteiros e traseiros leves e resistentes, além de placas protetoras extras para radiador, tanque de combustível e trem de força, proteção para capotagem e cinto de segurança de quatro pontos. Equipamentos adicionais incluem sistema de armas montado em formato de anel e sistema elétrico aprimorado de 24 VDivulgaçãoTambém recebeu pintura camuflada com a tinta IRR usada pela Otan e um sistema de armas montado em formato de anel, deixando o carro pronto para ir à combate. Pintura camuflada é a mesma usada pelos veículos da OtanDivulgaçãoSob o capô, a fabricante britânica confirmou o motor biturbo diesel, de quatro cilindros de 210 cavalos, como uma das opções disponíveis. Essa versão da Ranger recebeu o novo câmbio automático de 10 marchas que estreou nos novos Mustang e Camaro. Interior tem sistema de navegação e mecanismo de proteção de dadosDivulgaçãoO chassis da versão militar também vem com molas, amortecedores e freios reforçados. As rodas passaram a usar pneus para uso intenso no fora-de-estrada Veja também NotíciasOs veículos militares alemães mais eficientes da Segunda Guerra1 jun 2017 - 19h06 TestesExclusivo: dirigimos a Ford Ranger de R$ 1 milhão que venceu o Sertões8 out 2019 - 07h10 NotíciasQUATRO RODAS de agosto: nova Ford Ranger chama picapes rivais para a briga26 jul 2019 - 07h07 A altura do carro não foi especificada, mas é certo que o modelo de guerra é mais alto que o civil. View the full article
  3. Blazer XL pode vir ao Brasil se for fabricada no MéxicoInternetO site indiano India Autos Blog divulgou com exclusividade as primeiras imagens e as especificações técnicas da Blazer XL, versão alongada para sete ocupantes do utilitário esportivo da Chevrolet que chega ao mercado em 2020. Flagrado em testes nos EUA na última semana, o modelo pode ser fabricado no México, o que aumentaria suas chances de chegar ao mercado brasileiro, conforme já cotado. Balanço traseiro cresceu para receber terceira fileira de bancosInternetEm relação à Blazer tradicional, a alongada tem 13,7 cm a mais no comprimento (de 4,86 m para 4,99 m), mas a distância entre-eixos de 2,86 m permaneceu inalterada. Para abrir espaço para a terceira fileira de bancos, a GM aumentou o balanço traseiro do veículo em 11,2 cm. Largura e altura também cresceram minimamente: 5 mm e 34 mm, respectivamente. Modelo chega ao mercado em 2020InternetApesar de maior, a versão não será vendida exclusivamente com sete lugares, como foi cogitado no início, mas uma versão para cinco ocupantes também será oferecida – ao menos na China, onde a Blazer mais curta não faz parte da gama da marca. Por isso também a insígnia XL não fará parte do nome do SUV. Veja também NotíciasTrailBlazer: Chevrolet venderá SUV chinês nos Estados Unidos30 maio 2019 - 18h05 NotíciasNovo Chevrolet Blazer virá ao Brasil com sete lugares, diz site28 fev 2019 - 17h02 NotíciasNova Chevrolet Blazer ressurge maior e com motor de Camaro21 jun 2018 - 22h06 Independentemente da configuração de assentos, o modelo será equipado com motor 2.0 turbo de cinco cilindros a gasolina, capaz de entregar 230 cv de potência. A tração integral será oferecida como opção em alguns mercados. Nos EUA é provável o motor 3.6 V6 aspirado de 305 cv seja oferecido. View the full article
  4. OPORTUNIDADE!!! Módulo MTX TH1200.1D Funcionando perfeitamente apenas pequenas marcas de uso Descrição técnica Amplificador mono subwoofer classe D 400 watts RMS x 1 a 4 ohms 800 watts RMS x 1 a 2 ohms 1200 watts RMS x 1 a 1 ohm Saída de energia certificada CEA-2006 Filtro passa-baixa variável (40-200 Hz, 24 dB / oitava) Aumento de graves selecionável (0, 12 dB a 40 Hz) Filtro subsónico variável (20-50 Hz, 12 dB / oitava) Resposta de frequência: 20Hz - 200 Hz THD + ruído (Distorção) (1watt) <1% Sinal de entrada máximo: 5V Sensibilidade máxima: 250mV Classificação do fusível: 35A x 4 Mais informações somente pelo Whatsapp (48) 984509481 Valor R$ 900,00 ou se for aqui de Florianópolis consigo passar no cartão de crédito em até 3 x s/ juros
  5. O jornalista Rodrigo Ribeiro (centro) recebe o prêmio de Menção Honrosa no 13º Prêmio SAE de JornalismoDivulgaçãoA reportagem “A Força da Lei”, publicada na edição de dezembro de 2018 de QUATRO RODAS e posteriormente republicada no site, ganhou nesta semana a Menção Honrosa do 13º Prêmio SAE de Jornalismo. A premiação celebra as melhores reportagens do setor automotivo nas categorias digital, impresso e vídeo. A matéria, produzida pelo repórter Rodrigo Ribeiro e diagramada pelo editor de arte Fernando Pires, aborda os desafios que a legislação impõe ao design automotivo. A reportagem foi publicada na QUATRO RODAS de dezembro de 2018Quatro RodasO prêmio de primeiro lugar ficou para a reportagem “Beca e crachá“, escrita pelos jornalistas André Barros e Marcos Rozen para a revista Autodata. A edição deste ano do prêmio também premiou com Menção Honrosa a reportagem “Especial PcD: Tem desconto”, produzida pelos jornalistas Diogo de Oliveira e Wilson Toume e publicada na revista Autoesporte. Ganharam como destaque na categoria as matérias “Inovações amigas do transporte”, de Adair Santos (Jornal NH, Novo Hamburgo/RS) e “Segurança sobre duas rodas“, de José Antonio Leme (O Estado de S.Paulo). Os outros premiados foram os jornalistas Pedro Kutney (Automotive Business), na categoria digital, e Isadora Carvalho (WebMotors), na categoria vídeo. Veja também NotíciasQUATRO RODAS recebe três prêmios em dois meses26 jul 2018 - 18h07 NotíciasComo são fabricados os motores do Nissan GT-R no Japão18 ago 2016 - 19h08 QUATRO RODAS já ganhou o primeiro lugar na sétima edição do Prêmio SAE, com a matéria “Diferencial Diferente”, do editor Paulo Campo Grande. PCG, como é conhecido no setor, também ganhou o destaque na 11ª edição, pela reportagem “Bem vindo ao Futuro”. Outra reportagem nossa premiada como destaque na mesma edição foi a “Trabalho de mestre“, do jornalista Ulisses Cavalcante. View the full article
  6. FULLPOWER - A quarta geração do Hyundai Santa Fe já está à venda no Brasil por um preço, digamos, ainda mais chamativo que o belo design do ... Novo Santa Fe mais caro que um Evoque no Brasil? Isso mesmo! View the full article
  7. Para ajudar o motorista a manter a sua atenção concentrada na via ao dirigir, a Tech One apresenta o seu Projetor de Painel HUD. O aparelho projeta, no para-brisa do seu carro, as seguintes funções: velocidade, contagiro, temperatura da água, alarma de alta temperatura, alarme de velocidade excessiva, tensão da bateria e alarme de baixa tensão. Além disso, o dispositivo possui compatibilidade exclusivamente com a porta OBDII, e acompanha: display numérico de 3,5”, cabo de conexão de 3 metros, película refletora, tapete fixador antiderrapante e cabo OBDII. Para saber mais detalhes, acesse: techoneline.com.br O post Novo Projetor de painel HUD apareceu primeiro em Revista Car Stereo. View the full article
  8. Bom dia, bem vindo. não sou veterano nem extremamente experiente, mais vou te dar alguns toques, como quer o som só para você, pense em não usar nada nas portas traseiras, invista esse dinheiro em outros itens, caixa amplificada já ouvi uma dessa corzus e não gostei, quase que um mid bass em uma porta tratada toca igual, com o valor dela da para colocar um subwoofer e confeccionar uma caixa acústica, no orçamento não se esqueça de cabos speaker, rca, cabos de energia e mão de obra de instalação, eu montei meu som com todos equipamentos usados por 1500 mangos, não sei se prefere todos novos ou se cogita usados também, depois se tiver interesse da uma lida lá: uso módulo sound digital e gosto bem, esse jbl não é tão recomendado aqui, não vou te sugerir um set porque nunca ouvi todos os equipamentos descritos, não tenho experiência para isso ainda.
  9. Ae pessoal tudo certo? Sou novato no fórum, sempre gostei de ter um som para escutar umas músicas com graves mais altos e tudo mais no carro, geralmente eu escuto com volume "só para mim", ou seja, não quero que a vizinhança toda fique escutando o que estou ouvindo, geralmente eu ia em lojas e pedia pra instalar e eles faziam o que queriam e eu só pagava, só que, hoje em dia estou tentando entender um pouco mais visando a qualidade do som, graves melhores e mais definidos sem ficar distorcendo. Sou eclético e meus estilos musicais geralmente são: Rock, Metal (Industrial Metal, Symphonic Metal), Eletrônica (Tech, Electro, EDM), POP e Sinfônica (raramente, mas escuto). Nos meus outros carros nunca tive amplificador e nem nada, era só o som do carro (HU) e os altos faltantes das portas porque eu não entendia muito, e não queria investir muito nisso (pois preferiria investir na preparação do motor, como disse, gosto de música "só para mim"). Estudando, lendo, pesquisando aqui no fórum eu montei por conta alguns setups e gostaria da opinião de vocês. A proposta atual é de até R$ 2.000,00 (contando com a HU), a margem que estou disposto a pagar é de no máximo 5% (ou seja, o valor vai até 2.100,00). Escolhi a central Caska ZHD por conta que na faixa de preço ela tem o melhor custo-benefício atualmente, vem com Android Auto e tudo mais. O carro a ser instalado é um Hyundai I30 2012 (1ª Geração). OBS: NO NOME DOS ITENS DOS SETS ABAIXO TEM O LINK PARA O ANÚNCIO DELES SETUP - 1 SETUP - 2 Item Valor Item Valor Central Multimídia Caska ZHD R$ 740,00 Central Multimídia Caska ZHD R$ 740,00 Audiophonic Club KC 6.3 - 160W R$ 370,00 Audiophonic Sensation Ks 6.2 - 130W R$ 285,00 CS 650.V2 - 110W R$ 265,00 CS 650 - 100W R$ 240,00 BR-A 400.4 - 400W R$ 170,00 BR-A 400.4 - 400W R$ 170,00 CXS303 - 350W R$ 400,00 XS400.3 SL - 400W R$ 590,00 TOTAL R$ 1.945,00 TOTAL R$ 2.025,00 SETUP - 3 SETUP - 4 Item Valor Item Valor Central Multimídia Caska ZHD R$ 740,00 Central Multimídia Caska ZHD R$ 740,00 DSK 170.3 - 160W R$ 450,00 CS60BK - 190W R$ 240,00 DCX 170.3 - 100W R$ 290,00 6TR6A - 120W R$ 160,00 BR-A 400.4 - 400W R$ 170,00 TS-400x4 - 400W R$ 220,00 Slim X160 - 160W R$ 350,00 XS400.3 SL - 400W R$ 590,00 TOTAL R$ 2.000,00 TOTAL R$ 1.950,00 SETUP - 5 SETUP - 6 Item Valor Item Valor Central Multimídia Caska ZHD R$ 740,00 Central Multimídia Caska ZHD R$ 740,00 CS60BK - 190W R$ 240,00 Audiophonic Club KC 6.3 - 160W R$ 370,00 DCX 165.3 - 120W R$ 290,00 6TR6A - 120W R$ 160,00 BR-A 400.4 - 400W R$ 170,00 TS-400x4 - 400W R$ 220,00 CXS303 - 350W R$ 400,00 XS200.1 - 200W R$ 520,00 TOTAL R$ 1.840,00 TOTAL R$ 2.010,00 As peças que utilizei, os valores, tipos e marcas estão nessa planilha abaixo (lembrando que nem todas as peças presentes na planilha abaixo foram utilizadas, mas que poderão ser utilizadas como substituição ou confecção de um novo setup por exemplo): Tipo Marca Modelo Valor 2 Vias Nar Audio Audiophonic Sensation Ks 6.2 - 130W R$ 285,00 2 Vias Nar Audio Audiophonic Club KC 6.3 - 160W R$ 370,00 2 Vias Bravox CS60D - 140W R$ 310,00 2 Vias Hertz DSK 170.3 - 160W R$ 450,00 2 Vias Hertz DSK 165.3 - 160W R$ 450,00 2 Vias JBL 62V2A - 120W R$ 225,00 2 Vias Pioneer TS-C170BR - 120W R$ 165,00 2 Vias Bravox CS60BK - 190W R$ 240,00 Alto Falante Nar Audio CS 650.V2 - 110W R$ 265,00 Alto Falante Nar Audio CS 650 - 100W R$ 240,00 Alto Falante Hertz DCX 170.3 - 100W R$ 290,00 Alto Falante Hertz DCX 165.3 - 120W R$ 290,00 Alto Falante JBL 6TR6A - 120W R$ 160,00 Alto Falante Pioneer TS-1760BR - 100W R$ 80,00 Módulo Taramps TS-400x4 - 400W R$ 220,00 Módulo JBL BR-A 400.4 - 400W R$ 170,00 Caixas Amplificadas Falcon XS400.3 SL - 400W R$ 590,00 Caixas Amplificadas Falcon Slim X160 - 160W R$ 350,00 Caixas Amplificadas Falcon XS200SL - 200W R$ 475,00 Caixas Amplificadas Corzus CXS303 - 350W R$ 400,00 Caixas Amplificadas Falcon XS200.1 - 200W R$ 520,00 Caixas Amplificadas Bomber CXS200 - 200W R$ 440,00 Então pessoal, gostaria da opinião de vocês sobre os setups acima, se vocês tem alguma recomendação e tal. Vlw Flw
  10. Na hu que uso por ser mais simples só tem como escolher o tamanho do alto falante e não tem essa opção do tw Melhor jeito de descobrir qual te agrada vai ser testando no meu carro tenho um usava um kit com cross e ficou bom, já no outro mesmo atenuando no cross achei que não tinha ficado bom e precisava atenuar mais o tw
  11. Rodas aro 13: performance em segundo planoQuatro RodasFalecido em julho, o executivo Lido Anthony “Lee” Iacocca será para sempre lembrado como o criador do Ford Mustang. Desenvolvido a partir do compacto Falcon, o cupê surgiu como um automóvel simples e barato, mas foi desvirtuado em 1971 ao tornar-se um enorme muscle car com 1.600 kg e enormes motores V8 de até 7 litros. O conceito original do pony car só seria resgatado em 1974 com o Mustang II. Engenheiro com especialização em marketing, Iacocca assumiu a presidência da Ford em 1970 e notou que muitos compradores do Mustang migraram para modelos menores como o Maverick e o Pinto. O interior trazia apliques imitando madeira e bancos que mais pareciam poltronas. Câmbio automático era a regraQuatro RodasConcebida para enfrentar subcompactos da Toyota, Datsun, Chevrolet e American Motors, a plataforma do Pinto foi a base para o desenvolvimento da segunda geração do Mustang. Apresentado em setembro de 1973, o Mustang II era cerca de 220 kg mais leve e quase 50 cm menor que o anterior. O conversível deixava de ser oferecido: as carrocerias se limitavam ao cupê com três volumes definidos e o hatch com três portas, única opção da versão esportiva, Mach 1. A distância entre os eixos foi drasticamente reduzida de 2,74 para 2,44 metros. Entre os principais avanços técnicos estavam a caixa de direção com o preciso sistema de pinhão e cremalheira e a adoção de um subchassi dianteiro para reduzir o nível de ruído e vibrações. O motor V6 alemão vendeu bem nos EUAQuatro RodasVoltado para a eficiência, o modelo 1974 foi o único na história do Mustang a não contar com a opção de um V8. Também foi o primeiro Mustang a oferecer um motor de quatro cilindros, com 2,3 litros, 16 mkgf a 2.600 rpm e 89 cv a 5.000 rpm, similar ao que seria adotado no Maverick brasileiro. Robusto e econômico, permaneceu como motor de entrada do Mustang até 1993. A única opção além dele era o lendário V6 Cologne de 2,8 litros, desenvolvido pela filial alemã da Ford, com 19,37 mkgf a 3.200 rpm e 106 cv a 4.600 rpm. Apesar das críticas ao desempenho, a escolha dos motores estava alinhada à crise energética que abalou o mundo em 1973. Racionalizado, o Mustang II totalizou 385.000 unidades comercializadas em 1974, quase três vezes mais que o paquidérmico modelo anterior. A economia de combustível era prioridade absoluta. Ar-condicionado, rádio toca-fitas, teto solar e rodas de liga leve estavam entre os opcionais mais populares. A luxuosa versão Ghia respondeu por quase 25% da produção e foi muito elogiada pelo conforto de rodagem, comparável ao de automóveis muito superiores em preço. Atendendo a pedidos, o motor V8 retornou em 1975. Amansado por normas de emissões, o bom e velho Windsor de 5 litros oferecia 29,46 mkgf a 1.800 rpm e 129 cv a 4.000 rpm. O desempenho era razoável: 0 a 96 km/h em 10,5 segundos e velocidade máxima de 171 km/h. As maiores novidades do modelo 1976 foram os pacotes estéticos Stallion e Cobra II. A segunda geração durou de 1974 a 1978Quatro RodasEnquanto o primeiro adotava uma decoração mais discreta, o segundo resgatava elementos de estilo dos muscle cars como faixas pintadas e a falsa entrada de ar no capô. Popularíssimo, o teto removível do tipo targa foi oferecido na carroceria hatch em 1977, mas não conseguiu reverter o declínio nas vendas, que só reagiram no ano seguinte. O ano de despedida do Mustang II foi marcado pela espalhafatosa edição limitada King Cobra, impulsionada apenas pelo motor V8 de 5 litros. Mas o objetivo de Iacocca havia sido alcançado: o Mustang II vendeu mais de 1,1 milhão de unidades e garantiu a sobrevida do modelo numa época em que concorrentes como AMC Javelin e Dodge Challenger foram eliminados. Veja também NotíciasClássicos: BMW 327, um dos primeiros esportivos com foco na aerodinâmica15 fev 2019 - 09h02 NotíciasClássicos: 365 GT4 2+2 foi uma das mais elegantes Ferrari de rua18 jan 2019 - 09h01 NotíciasClássicos: o tecnológico Alfa Romeo Montreal30 ago 2018 - 21h08 Mesmo considerado o menos desejado dos Mustangs, é inegável que foi o carro certo no momento certo. Ficha técnica – Ford Mustang II Mach 1 1974 Motor: V6 de 2,8 litros; 105 cavalos a 4.600 rpm; 19,37 mkgf a 3.200 rpm Câmbio: Automático de 3 marchas Carroceria: Cupê de 2 portas e 4 lugares Dimensões: Comprimento, 444 cm; largura, 178 cm; altura, 127 cm; entre-eixos, 244 cm; peso, 1.308 kg Desempenho: Aceleração de 0 a 96 km/h em 12,2 segundos; velocidade máxima de 172,2 km/h View the full article
  12. SUV médio compartilha peças com o Tiggo 7CheryA Caoa Chery já confirmou para 2020 o início da produção nacional do Tiggo 8, seu SUV de sete lugares esperado com motor 1.6 turbo de 200 cv. Também está no gatilho o sedã médio Arrizo 6. Mas a empresa quer ir além e vender no Brasil carros de sua marca de luxo, a Exeed. A patente do design do Exeed LX, SUV que é uma alternativa luxuosa ao Tiggo 7, foi registrada no Brasil. No ano passado, durante o Salão do Automóvel, o dono do Grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, havia antecipado em entrevista ao programa Carro Arretado sua intenção de vender carros da Exeed no Brasil para concorrer com marcas de luxo, como BMW e Mercedes. <span class="hidden">–</span>ReproduçãoLançado na China há poucas semanas, o Exeed LX é baseado no próprio Tiggo 7, com o qual compartilha não apenas a plataforma T1X, como também boa parte das peças de carroceria. Frente e traseira, porém, são completamente diferentes. A mecânica, também. <span class="hidden">–</span>ReproduçãoA dianteira, repleta de linhas retas e paralelas, tem aspecto de carro conceito. Os faróis estreitinhos e alinhados com a grade são do tipo são full-led e o quadrado sob a placa dá certo destaque ao radar usado pelo piloto automático adaptativo, sistema ainda inédito entre os Caoa Chery vendidos no Brasil. Na traseira, as lanternas interligadas também ajudam a formar a personalidade do Exeed LX. Os refletores verticais, por sua vez, dão impressão de robustez ao SUV, que tem saídas de escape funcionais integradas ao para-choque. As saídas de escape no para-choque são funcionaisCheryCom 4,53 m de comprimento, 1,85 m de largura e 1,70 m de altura, o modelo é apenas 3 cm mais longo e 2 cm mais largo que o Tiggo 7. O entre-eixos é exatamente o mesmo: 2,67 m. É o interior que distancia os dois irmãos. No Exeed LX, duas telas de 12,3 polegadas alinhadas (como nos Mercedes mais recentes) cumprem a função de quadro de instrumentos e central multimídia, comandada por uma placa tátil no console. O quadro de instrumentos ainda é capaz de trabalhar com realidade aumentada para dar instruções de navegação. Interior tem acabamento refinado e duas telas de 12,3 polegadasCheryComandos sensíveis ao toque, que remetem aos Land Rover, controlam o ar-condicionado. As saídas de ar estreitas separam os dois níveis do painel. A alavanca do câmbio foi substituída por um seletor horizontal. Quadro de instrumentos utiliza realidade aumentada para a navegaçãoDivulgaçãoDe acordo com a imprensa chinesa, o Exeed LX o painel é revestido de couro costurado e placas que imitam madeira. Veja também NotíciasExclusivo: Caoa Chery Tiggo 5X e 7 usam velho câmbio Powershift atualizado11 out 2019 - 15h10 NotíciasCom vendas baixas, Caoa Chery Tiggo 7 já está R$ 12.000 mais barato3 out 2019 - 07h10 NotíciasImpressões: Caoa Chery Tiggo 7 não deve (quase) nada aos SUVs coreanos13 mar 2019 - 07h03 O conjunto mecânico é o mesmo do Tiggo 8: o novo 1.6 T-GDI de 200 cv e 29,5 kgfm entre 2.000 e 4.000 rpm, combinado à transmissão de dupla embreagem de sete marchas. Modelo poderia ser montado no Brasil sem grandes dificuldadesCheryPelas semelhanças com o Tiggo 7 e por usar a mesma mecânica do Tiggo 8, não seria difícil para a Caoa Chery também montar na fábrica de Anápolis (GO) o Exeed LX. A linha topo de linha ainda tem outro modelo, o TXL, que é tratado como uma evolução do Tiggo 8 – que era vendido como Exeed TX por lá. Exeed TXL é tratado como uma evolução do Tiggo 8 na ChinaCheryView the full article
  13. Cara, essa hu e outras dessas top da kenwood têm um recurso diferente das demais marcas, é assim: no canais front vc seleciona o tipo de alto-falante que está usando (tamanho) e também pode selecionar se está usando Tweeters, ao selecionar que está usando tweeters, isto abre três opções do tipo de tweeter: small, medium e large. Ao selecionar large, por ex, dos 5k a diante vc tem controle de ganho. É um recurso diferente e que ajuda, de certa forma. Onde quero chegar? Mesmo usando as bridges do amp, ainda assim tenho algum controle dos tweeters nessa HU. Expliquei bem, conseguiram entender?
  14. Yesterday
  15. Nova geração do Yaris foi apresentada no JapãoToyotaUm novo Toyota Yaris foi apresentado, mas não estamos falando do modelo brasileiro: foi o japonês, que também será europeu, e que, mesmo na geração anterior, já era melhor que o nosso. Enquanto o carro vendido por aqui é uma reestilização da versão criada para mercados emergentes, outros países terão um hatch completamente novo – até na estrutura. Modelo que será vendido na Ásia e na Europa terá opção de conjunto híbridoToyotaNosso modelo é feito sobre a Plataforma B, igual à do Etios e também à da segunda geração do Yaris, vendida em 2005. Já o novato que irá à Europa tem conceito modular TNGA (GA-B). Plataforma GA-B já utiliza filosofia modular TNGA, como o novo CorollaToyotaPara ter ideia da evolução, o recém-apresentado Yaris japonês ficou 50 kg mais leve e 30% mais rígido, enquanto o centro de gravidade foi rebaixado 15 mm em relação ao anterior. Hatch terá recursos inéditos e sistema de condução semiautônomaToyotaMas fique tranquilo: por aqui, essa nova plataforma GA-B deverá chegar em breve, com a estreia do SUV compacto de origem Daihatsu que será fabricado no Brasil em 2021. A má notícia: ela deve ser simplificada. Ainda na fase de conceito, o DN Trec servirá de base para o SUV da Toyota no BrasilQuatro RodasApesar de atrasado em relação a outros mercados, o nosso Yaris – de origem tailandesa – sobreviverá por mais algum tempo – ao contrário do Etios, que ficou em situação delicada desde o ano passado. Modelo brasileiro era maior que a versão vendida na Europa até entãoQuatro RodasIsso significa que não teremos alguns dos recursos do hatch japonês, como controle de velocidade adaptativo, reconhecimento de placas ou até frenagem de emergência. Versão vendida por aqui mantém base da segunda geração (XP90), de 2005ToyotaO Yaris que chegará à Europa também está à frente em cordialidades: ele é o primeiro da marca capaz de estacionar sozinho e até gira os bancos para facilitar o acesso. Versão pré-reestilizacão do hatch que é comercializado no BrasilQuatro RodasHaverá diferentes combinações de conjuntos mecânicos. De 1.0 com câmbio CVT a 1.5 com câmbio manual de seis marchas, haverá até opções híbrida e com tração integral. Veja também NotíciasToyota Yaris já chegou atrasado; visual pode ter vida curta14 jun 2018 - 12h06 NotíciasRaio X: quanto custa manter um Toyota Yaris?9 out 2019 - 07h10 NotíciasToyota fará SUV no Brasil em 2021 com investimento de R$ 1 bilhão19 set 2019 - 08h09 A Toyota ainda não revelou as dimensões da nova geração apresentada lá fora, mas o anterior era 20 cm menor, 4 cm mais estreito e 2 cm mais alto que o Yaris brasileiro. Pelas imagens, podemos esperar uma coisa: o modelo feito em Sorocaba (SP) continuará maior do que o homônimo japonês. Pelo menos isso… View the full article
  16. Uma das principais novidades do ano, o Chevrolet Onix Plus chegou cheio de novidades para substituir o Prisma. A principal delas: o novo motor 1.0 turbo, presente em boa parte das versões. Mas não para por aí. A Chevrolet também recheou seu novo sedã com muita tecnologia e itens de segurança, tudo para vencer a disputa contra o também recém lançado Hyundai HB20S. Quer conhecer mais detalhes dele antes de decidir a compra? Confira nosso vídeo explicando a receita e também alguns segredinhos do sedã. Veja também TestesVídeo: Honda HR-V Touring 1.5 turbo é uma boa compra a R$ 139.990?9 out 2019 - 14h10 TestesVídeo: conheça o novo Ranger Rover Evoque em detalhes26 set 2019 - 12h09 NotíciasMelhor Compra: vale comprar um carro híbrido como o novo Toyota Corolla?3 out 2019 - 17h10 Não esqueça de ativar as notificações para receber todas as novidades da QUATRO RODAS no YouTube. E deixe seu comentário no vídeo, nós queremos saber do que você gostou (ou não). View the full article
  17. Dianteira do carro elétrico não tem a grade, presente no modelo a combustãoVolvoO Volvo XC40, segundo carro mais vendido da marca no Brasil, finalmente teve a versão elétrica, batizada de Recharge – “recarregar”, em inglês –, apresentada nos EUA. E, conforme já foi adiantado por QUATRO RODAS, o modelo será vendido no Brasil e deve desembarcar por aqui em 2021. Entretanto, o preço para nosso mercado não está definido. O modelo é o pontapé inicial do fabricante sueco para o projeto de lançar um carro elétrico por ano durante a próxima meia década e reduzir em 40% a emissão de CO2 por veículo. Modelo terá 8 opções de pinturaVolvoO SUV recebeu dois motores elétricos, um em cada eixo, capazes de gerar 408 cv de potência combinada e com autonomia para rodar até 400 km sem precisar de recarga. Segundo a Volvo, bateria tem carregamento de 80% da carga em apenas 40 minutosVolvoEm relação ao modelo convencional, apenas a altura em relação ao solo diminuiu, já que a bateria fica alocada no assoalho do carro. O porta-malas também perde um pouco de capacidade, que é compensada pelo novo compartimento de 30 litros sob o capô. Onde antes ficava o motor 2.0 a gasolina, agora há um compartimento com capacidade de 30 L de armazenamentoVolvoNo interior, merece destaque a nova plataforma de entretenimento com sistema Android OS, desenvolvido em conjunto com o Google. O sistema contará com reconhecimento de voz personalizado, que atua em conjunto com o aplicativo Google Maps, atualizará o motorista de detalhes do trânsito, melhores rotas e estações de recarga mais próximas. Sistema multimídia desenvolvido em parceria com o Google é inéditoVolvoO novo software ainda aumentará a capacidade dos assistentes de direção, já que poderá fornecer limites de velocidade atualizados e alertar sobre riscos na via. Veja também NotíciasExclusivo: Volvo mais barato do Brasil deixará de ser vendido no país29 ago 2019 - 07h08 NotíciasJeremy Clarkson: Volvo XC40 é o SUV seguro que morreu de chato23 ago 2019 - 07h08 TestesTeste: Volvo XC40 T4 é básico, mas bem equipado e anda bem10 set 2018 - 14h09 Na Europa, a expectativa é que o XC40 Recharge seja lançado no final do ano que vem. O preço por lá parte dos 58.800 euros (cerca de R$ 270.587 em conversão direta). View the full article
  18. Texto: Valério M. Marochi Foto: Global Toyota.en Dando sequência ao estudo dos veículos elétricos, nesta edição trataremos dos veículos elétricos híbridos (do inglês HEV, hybrid electric vehicle), que figuram na linha de fronteira tecnológica entre os carros convencionais – a combustão interna – e os puramente elétricos, compartilhando características e comportamento hora de um, hora de outro, hora dos dois. Dependendo da aplicação e do fabricante, os híbridos podem assumir cerca de 16 topologias (arranjos) diferentes, constituindo uma família de veículos de transição, classificados em 4 categorias principais, partindo dos que possuem sistemas mais simples e mais parecidos com carros convencionais, até os mais complexos e similares aos puramente elétricos, conforme veremos a seguir. Família dos híbridos Os sistemas de propulsão híbrida resultam da junção entre dois ou mais motores, em geral um a combustão interna e ao menos um motor elétrico, com o propósito de melhorar o desempenho do veículo, reduzir o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões poluentes. Olhando pelo viés da arquitetura do powertrain, os veículos híbridos são mais complexos e possuem mais componentes móveis do que os carros habituais, pois contam com o motor a combustão e um sistema elétrico ‘adicional’ embarcado. De acordo com a autonomia no modo elétrico, a relação de potência do motor a combustão versus o elétrico e os modos de operação, um veículo híbrido pode ser classificado como micro, médio, completo ou plug-in. Os sistemas micro híbridos são o que no mercado brasileiro conhecemos como start-stop, que realizam o desligamento do motor a combustão interna quando o veículo está parado e religamento automático quando começa a rodar. Outra característica é o controle inteligente da regeneração de energia através do alternador, que gera maior saída de energia nos momentos de cruzeiro, frenagem e desaceleração do veículo, aproveitando melhor a energia cinética descartada nos sistemas de freio. Estas medidas contribuem para a redução do consumo e de emissões em aproximadamente 5%. No Brasil, é a categoria mais difundida, com diversos representantes, como o Chevrolet Cruze 1.4 Turbo, o Renault Sandero 1.6 SCe e o Fiat Argo 1.0. Os híbridos médios, além das funções start-stop e regeneração, possuem a capacidade de auxiliar eletricamente o motor a combustão em alta demanda de torque, que é a pior condição de operação do mesmo: baixa rotação e alta carga (arrancada, aceleração e aclive). Por conta da operação assistida, a economia de combustível sobe para cerca de 15%. Esta é uma família que ainda não possui veículos rodando no Brasil. O Audi A6 Limousine é um exemplo, e conta com sistema de propulsão híbrida 48 V. Os híbridos completos possuem arquiteturas mais complexas e acrescentam às funcionalidades anteriores a possibilidade de operar em modo somente elétrico em distâncias curtas e baixa demanda de torque (electric drive). Até esta categoria, as baterias de tração presentes nos veículos são carregadas pelo motor a combustão através da regeneração, e possuem baixa capacidade de energia, garantindo autonomias médias de 10 km. Mesmo assim, a economia de combustível pode chegar a 30%. Como exemplares desta categoria podemos citar o Toyota Prius e o Ford Fusion Hybrid. Os híbridos plug-in diferenciam-se dos completos pelo aumento da autonomia no modo elétrico, o que corresponde a um aumento do tamanho e da tensão de operação das baterias de tração, tornando necessária a presença de uma tomada de recarga externa (além do bocal de abastecimento de combustível). Por consequência, esses são os sistemas de propulsão de maior complexidade e custo, mas que conseguem as maiores autonomias combinadas (combustão + elétrico) e também economia de combustível de até 70%. Afinal: mocinhos ou vilões? A principal vantagem dos sistemas híbridos é a economia de combustível, diretamente proporcional à redução de emissões. Como segundo ponto relevante há o conforto na condução, proporcionado pela assistência e operação elétrica, devido ao torque combinado dos sistemas a combustão e elétrico. O custo de aquisição é relativo, pois em geral a versão híbrida de um dado veículo é mais cara que a convencional, porém mais econômica, e mais barata que modelos totalmente elétricos de mesma categoria. Da mesma forma, a autonomia é análoga à posição que os híbridos ocupam entre as tecnologias veiculares: menor que os veículos a combustão e maior que os elétricos, não sendo uma vantagem ou um limitante. Olhando por outro aspecto, há alguns fatores negativos como a questão ambiental, afinal o motor a combustão ainda está presente no carro, não resolvendo, apenas mitigando, o problema das emissões e da dependência de combustíveis. Em se tratando de manutenções periódicas, não há vantagens em relação aos veículos convencionais, uma vez que fluidos e filtros continuam presentes, e ainda há o acréscimo de mais sistemas e componentes, passíveis de manutenção. É válido reforçar que os híbridos foram desenvolvidos como ‘tecnologia de transição’ entre os convencionais e elétricos, atendendo a normas de emissões e dando um fôlego para o mercado automotivo se preparar para os próximos passos rumo à mobilidade sustentável. Se tratados desta forma, podemos considerá-los mocinhos…com um quê de vilões, é claro. O post Sistema Fiep: Carros híbridos: mocinhos ou vilões? apareceu primeiro em Revista Car Stereo. View the full article
  19. A grade dianteira segue a identidade visual dos lançamentos da marca.BMWA BMW anunciou que a linha 2020 do X1 começará a ser vendida na próxima segunda-feira (21). SUV premium e também carro da marca alemã mais vendido no Brasil, o modelo segue com as três versões de acabamento: sDrive 20i GP, sDrive 20i XLine e xDrive 25i Sport. QUATRO RODAS já conheceu e experimentou as novidades do X1 em sua apresentação mundial, em Munique, na Alemanha. Produzido no Brasil, o novo X1 é uma reestilização da geração atual, lançada em 2015. O SUV ganhou faróis novos, tipo full-led matriciais, e trocou as antigas luzes de neblina redondas por novas em formato retangular. Assim como em outros modelos da BMW, também recebeu uma grade dianteira em duplo-rim (bem) maior. Porém, a mudança não é só estética: aletas móveis internas variam a abertura da tomada de ar, a fim de melhorar a refrigeração do motor ou a eficiência aerodinâmica do carro, a depender das condições de uso. X1 está renovado para enfrentar a concorrênciaBMWNa traseira, as ponteiras de escapamento ganharam diâmetro maior e as lanternas também são full-led. Por dentro, pouco mudou. O veículo ganhou mais materiais e padrões de acabamento e agora contará com iluminação ambiente com seis possibilidades de cores distintas (branco, laranja, bronze, lilás, verde e azul). Além disso, a central multimídia cresceu. Na versão de entrada, subiu de 8 para 8,8 polegadas; nas demais, foi 10,25 polegadas. Sob o capô, o X1 conta com um motor flex quatro-cilindros turbo de 2 litros. Nas versões de entrada e intermediária, o propulsor é acoplado a uma transmissão automática de oito marchas com paddleshift e rende 192 cv (5.500 rpm) e 25,5 mkgf (1.250 rpm). Nessa configuração, faz o 0 a 100 km/h em 7,7 segundos e atinge a máxima de 225 km/h. A cabine ganhou novos materiais e padrões de acabamentoBMWA topo de linha compartilha motor e câmbio, mas conta com sistema de tração integral. Ela é capaz de entregar 231 cv (5.000 rpm) e 35,7 mkgf (1.250 rpm), e vai de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos, com uma máxima de 235 km/h. O modelo segue com o Driving Experience Control, no qual o condutor pode ajustar o modo de condução entre: Comfort (padrão), Eco-Pro (mais eficiente) e Sport (mais dinâmica). A marca já divulgou os preços de cada versão. Os acabamentos de entrada e intermediária terão desconto para compra exclusivamente no dia do lançamento. Confira: Versão Preço normal Preço no lançamento X1 sDrive 20i GP R$ 196.950 R$ 189.950 X1 sDrive 20i XLine R$ 216.950 R$ 209.950 X1 xDrive 25i Sport R$ 235.950 – Itens de série O acabamento X1 sDrive 20i GP conta com ar-condicionado automático digital; volante esportivo multi-funcional revestido em couro; retrovisores externos com memória, aquecimento e rebatimento; abertura e fechamento automático do porta-malas; pacote de luzes internas; assistente de estacionamento com câmera de ré; sensores de estacionamento; sensores de luminosidade e chuva; controle de cruzeiro; rodas de liga leve aro 18. Veja também NotíciasBMW Série 2 Gran Coupé é nova porta de entrada para ter um carro da marca15 out 2019 - 19h10 NotíciasImpressões: BMW X1 aumenta grade e tela multimídia para ser um mini-X730 set 2019 - 07h09 NotíciasNovo BMW 320i chega por R$ 187.950, mas só para quem pagar à vista25 set 2019 - 15h09 A sDrive 20i X Line vem com os itens da versão de entrada, mais assentos dianteiros esportivos com regulagem elétrica e memória, Sistema de Navegação Plus, Head-up Display e teto solar panorâmico. A mais completa, xDrive25i Sport, conta com todos os equipamentos da intermediária mais: sistema de áudio Hi-Fi e rodas de liga-leve de 19 polegadas. View the full article
  1. Load more activity

AutoForum.com.br

O fórum para os maniacos por som automotivo e automóveis

×
×
  • Create New...