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AutoForum.com.br - Som automotivo e automóveis  - O fórum dos maníacos por som automotivo e automóveis
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- Encontro Sound Quality em São Paulo/SP domingo (27/10/2019) *****

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  1. Past hour
  2. Intenção de venda ou troca. Subwoofer Mb quart discus DS1-254 Slim 10 polegadas. Zero, nunca utilizado, na caixa, com manual, adesivo etc. Valor R$650,00 https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1578546176-subwoofer-mb-quart-discus-ds1-254-_JM#position=1&type=item&tracking_id=c31f4c51-9ba6-4fb4-8730-81cd3845950a Interessa outro subwoofer na troca (alpine Type r, fosgate P3, Jl Audio) ou outra marca importada a avaliar.
  3. Today
  4. Esse 2+2 eu já vendi. Agora só tenho um 4+4, que acabei pegando do meu primo que nem se quer foi usado.
  5. Já montei som em 2 corolla, um 2012 e um 2015. Quanto aos falantes do tampão eu deixaria sem eles inclusive pra facilitar a passagem do som do sub pro interior do carro. Se vc quer montar um SQ acho meio difícil conseguir esse propósito utilizando a central original sem lançar mão de um processador ou trocando por a central por um player que já tenha processamento. Mas se a intenção é somente melhorar a qualidade dos equipamentos instalados conseguindo um pouco mais de volume no som e acrescentar um subwoofer sem se preocupar com formação de palco o player original com um bom conversor rca (eatech é uma boa pedida). Quanto aos Sd pra quem quer algo de entrada valem cada centavo. Uma dica que posso dar é quanto ao tratamento acústico do tampão do corolla pq ele original qualquer grave q vc coloca já gera ruídos de plástico vibrando.
  6. hurricane é um amp safadinho amigao, chines e de potencia mentirosa qual valor quer investir ? vou te dar uma lista e vc da um google em qual cabe no teu bolso jbl gto 7001, clarion dpx 850w, dat 900.1, sd 1200w evo, banda 800w, audiophonic 900.1 ou 1200......tem bastante opção procure um mono de + de 600w
  7. Yesterday
  8. Optei por esse mesmo...... Terça vou instalar e vou ver como será, já estou a cerca de um mês com o grave quase no 0 pra não sentir muita diferença do P3....rsrsrs.
  9. Boa noite Felipe, vc ainda tem estes falantes? Caso sim, tenho grande interesse por eles!!! 
    Atenciosamente 

    luis esper

  10. já terminei a instalação inicial e fiz um teste rápido só falta comprar dois cabos em Y, regular o ganho traseiro e dianteiro, fazer a fixação do módulo e fechar o painel, fiz tudo que deu para retirar um pouco da gambiarra antiga, mas tem limite sem ter que refazer tudo rs, mas fiz um teste rápido com alguns cabos que tenho aqui e tenho que te dizer, muito obrigado, ficou fo** demais. o som ficou muito alto. e a qualidade ficou muito boa também. com certeza não teria ficado tão bom sem a sua ajuda, e se eu tivesse pegado um dois canais teria que ficar somente com 4 caixas, ou deixar 4 caixas em série e eu perderia potência/volume. muito obrigado terminando tudo mando mais fotos. https://imgur.com/a/1AgMFQG
  11. Boa tarde pessoal estou com um player alpine 9884li e o player não toca todos os cds que tenho. Tem cd que toca e cd que só aparece erro, sendo cds originais. Será que isso é falta de uma limpeza no leitor ou o mesmo já foi para o saco? Obrigado
  12. Vendo JBL importado MS-A1004 Processador Didital, Crossover Digital e amplificador de 4 canais, 400wrms em perfeito funcionamento. Possui marcas leves de uso. Valor: 750 e frete grátis pelo ml https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1584000115-jbl-ms-a1004-processador-didital-modulo-4-canais-_JM -Processador Digital de áudio -Crossover Digital com 97 regulagens individuais, do grave ao agudo (20hz a 20khz). -3 ordens resposta 6, 12 e 24 db/oitava. -Dispensa uso de crossover passivo em kits duas vias fazendo os cortes dos tweeters e médios de forma precisa. - Potência: 4 x 100wrms 2ohms 4 x 100wrms 4ohms 2 x 200wrms 2ohms - Display digital com controle rotatório - Tamanho reduzido 18cm x 21cm - Saida RCA para amplificador adicional - Classe D de alto nível.
  13. Eu não ligaria nada no tampão traseiro pra não atrapalhar o palco , caso queira ligar eles na saída do rádio sem passar pelo módulo ok, mas seria importante vc poder usar o fader do player pra poder atenuar ou desligar . Fiz isso no Corsa e confesso q usava sempre eles desligado , ficava muito melhor . Os kit duas vias farão um bom trabalho pra voz e agudos . Por isso investir num kit bom. Em relação ao módulo não posso opinar , vá em um de qualidade classe A/B
  14. Estou a procura desses Amps APA, ou algum outra dessa linha APA...
  15. Atualizando . O sim ficou pronto . Alguns problemas ficaram : 1 pequeno zumbido vindo do tw qando o motor está ligado . Fiz um aterramento do RCA na carcaça do módulo e não funcionou . 2 os falantes da porta traseira estão ligados no canal do player , queria desligar no entanto o instalador disse q se eu desligar o bip do sensor de estacionamento irá parar . apesar do som das portas traseiras são baixas ela me incomoda. 3 após deligar o carro e o som , ocorre alguns estalos vindo dos falantes , da um barulho tipo um " tum " após um tempo mais um tum. qando estava lavando o carro e desliguei o som ouvi umas 5 a 6 vzs num período de uns 15 a 25 minutos . alguem passou por isso ? Alguma dica do q pode estar acontecendo . em relação ao som no geral ficou muito mais muito bom , foi uma transformação , os tw tem uma qualidade fantástica , ouvi durante umas 2 horas com o volume máximo e não senti incômodo ou dor de cabeça , qualidade faz muita diferença .
  16. Estou começando, pretendo montar um som de entrada SQ no corolla, pesquisei um pouco, estou com o seguinte projeto - Manter a multimídia original do corolla 2017 - kit 2 vias audiophonic kc6.3 na frente - Sub Bomber upgrade, de 10" na parte de trás n sei o que utilizar lá é uma entrada de 6x9, qual falante recomenda? e qual módulo? SD 400.4? Está boa essa configuração para começar?
  17. Mat Watson e os três veículos do testeCarwow/ReproduçãoQue tal um teste de durabilidade colocando motores para funcionarem sem óleo? Parece loucura, mas foi o que fez Mat Watson, piloto de teste do site inglês Carwow. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Ah, e não apenas isso. Watson também retirou todo o líquido de refrigeração do motor para a prova de resistência. Continua após a publicidade Os veículos escolhidos para realizar o teste de destruição foram: Honda Civic, Ford Focus e Peugeot 206 – todos destinados ao mercado europeu. O primeiro passo para o início da prova foi realizar a sangria do cárter para esgotar o óleo dos motores dos três veículos. Logo em seguida foi retirado todo o líquido refrigerante dos motores. Com cronômetro na mão, não demorou muito para o primeiro veículo desligarCarwow/ReproduçãoCom os carros alinhados e motores secos, a produção adicionou pedras aos pedais de acelerador para que os veículos mantivessem uma aceleração constante – cortando os giros –, sem que fossem necessário funcionários estarem dentro dos veículos. Com ajuda da produção, os três modelos foram ligados de forma simultânea. Watson acionou o cronômetro para saber qual dos motores funcionaria mais tempo a seco. Continua após a publicidade Motor do Ford morreu com 20 segundos de provaCarwow/ReproduçãoCom 20 segundos de teste, o motor do Ford Focus apagou. Logo em seguida, aos 45 segundos, foi a vez do Peugeot 206 morrer. Mas o Honda seguiu funcionando normalmente. O Civic já havia resistido por dois minutos quando Watson resolveu conduzir o veículo. Após dirigir em círculos por mais quatro minutos, um estouro seguido de uma bola de fumaça na parte inferior do motor fez o veículo desligar. O Honda Civic parou de rodar com 6 minutos e 22 segundos de testeCarwow/ReproduçãoO teste parecia ter chegado ao fim, mas o piloto adicionou balas de menta e refrigerante de cola nos reservatórios de óleo e do sistema de arrefecimento do modelo japonês. Resultado? O veículo voltou a funcionar! Mas, desta vez, não resistiu por muito tempo. Chegou a percorrer alguns metros, mas o motor logo apagou em definitivo. Continua após a publicidade Um fator pode ter ajudado o Honda a ter desempenho superior aos outros modelos do teste é o uso de tuchos mecânicos e óleo mineral. O site inglês não especifica qual motor o Civic testado utilizava. Caso seja igual ao brasileiro, porém, é certo que o propulsor em questão trabalhava com esses elementos. Watson adicionando refrigerante e balas no motor do Honda CivicCarwow/ReproduçãoDiferentemente dos tuchos hidráulicos – presentes nos outros motores do teste –, os mecânicos utilizam pastilhas para diminuir o atrito com o came do motor e não óleo, como nos hidráulicos. Isso permite ao motor rodar por mais tempo “a seco”. Já nos outros veículos, os tuchos seriam prejudicados pela falta do óleo. Continua após a publicidade Além disso, a utilização do óleo mineral a longo prazo faz acumular borra nos componentes internos do motor, o que poderia facilitar de alguma forma o funcionamento do motor sem óleo. Mas esta parte é só uma teoria. De acordo com o vídeo, o teste de destruição foi realizado apenas porque os veículos em questão seriam destinados à sucata. Relacionadas Mais Lidas NotíciasO cabuloso Marea 4×4 com motor de Gol, câmbio de Chevette e chassi Willys3 jul 2020 - 07h07 NotíciasMonza-Benz 190 E: a maquiagem que fazia sedã da Chevrolet virar Mercedes2 jun 2020 - 07h06 NotíciasEste Fusca está à venda por quase R$ 1,6 milhão. Por que vale tanto?29 jun 2020 - 16h06 NotíciasLambrespa, a mini-moto com para-lamas e faróis de Fusca feita no Brasil12 dez 2019 - 07h12 NotíciasNotícias1Este Fusca está à venda por quase R$ 1,6 milhão. Por que vale tanto? NotíciasNotícias2Estes cinco carros estão no corredor da morte, mas ainda são bons negócios NotíciasNotícias335 fotos incríveis mostram a produção quase artesanal do Fusca nos anos 50 NotíciasNotícias4Home page Vale lembrar que óleo e líquido refrigerante são elementos fundamentais para manter o bom funcionamento dos motores a combustão, portanto não faça isso em casa. A não ser que você queira fundir o seu motor, tomar um prejuízo de alguns milhares de reais e ainda arriscar sua integridade física… Continua após a publicidade Colaborou Henrique Rodriguez. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da nova edição de quatro rodas? clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  18. Last week
  19. Quem quer saber como será a nova linha EVO 4.0? A partir de segunda-feira iremos mostrar um amplificador por dia aqui para vocês! #soundigital #yourmusicyourpower #evo4 (Feed generated with FetchRSS)
  20. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro RodasExecutivos dos principais fabricantes automotivos instalados no Brasil já avisaram que a crise do coronavírus gerará um rombo bilionário no setor. A Volkswagen, por exemplo, estima um prejuízo na casa dos R$ 40 bilhões. Quem mais deve sofrer são os projetos ainda em estágio embrionário de desenvolvimento. Por quê? Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. Porque investimentos como o de VW Nivus, VW Tarek, novos SUVs da FCA, nova família de compactos da PSA e Toyota Corolla Cross já estão provisionados. Continua após a publicidade Simplesmente não dá mais para voltar atrás, em especial porque as adaptações nas respectivas fábricas já começaram. O jeito é colocar os veículos no mercado e torcer para que tragam o retorno esperado nas vendas, ajudando a estancar a sangria. Atual geração do Gol está na área desde 2008 e já passou por três reestilizaçõesDivulgação/VolkswagenNo entanto, projetos que ainda dependem de aprovação da matriz ou de aporte financeiro se encontram congelados. Há boas chances de que muitos deles subam no telhado. Entre eles estão as novas gerações daqueles que são, nada mais nada menos, os dois automóveis mais vendidos na história da indústria automotiva nacional: Volkswagen Gol e Fiat Uno. “Novo” Uno está na ativa desde 2010 e já recebeu dois faceliftsDivulgação/FiatNão estamos exagerando: até o final do ano passado, o Gol fora responsável por quase 6,5 milhões de unidades comercializadas em todos o país, contra 3,3 milhões de exemplares do Uno. Continua após a publicidade Ambos superam as 3 milhões de unidades do VW Fusca, as 2,9 milhões do Fiat Palio e a 1,7 milhão do Chevrolet Celta, modelos mais próximos de ambos no ranking. Projeto A0 SUV da VW, que prevê o substituto do Gol, pode não sair do papelReprodução/VolkswagenNo caso do Gol, QUATRO RODAS vinha assuntando bem de perto a evolução do desenvolvimento de seu sucessor, projeto conhecido internamente como A0 SUV, VW246, Polo SUV ou… Novo Gol. Com lançamento inicialmente previsto para o primeiro semestre de 2022, o modelo vinha sendo projetado para substituir Gol, Fox e Up! de uma só vez. Sua plataforma seria a MQB A0 de Polo, Nivus, Virtus e T-Cross, porém com simplificações e dimensões reduzidas. Já havia, inclusive, um acordo fechado com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté para produção do A0 SUV naquela fábrica. Continua após a publicidade Faróis do A0 SUV terão formato inspirado no Golf, incluindo os filetes de led “puxadinhos” nas lateraisDivulgação/VolkswagenO estilo seria de um hatch altinho e com vão livre generoso do solo, como um Renault Kwid, só que mais comprido e largo. O visual teria dianteira inspirada na oitava geração do Golf. Com a crise do coronavírus, o andamento do projeto está congelado pelo menos até agosto, quando a VW decidirá sobre sua continuidade ou não. Novo Uno se inspiraria na Strada em termos visuais, juntando elementos do atual Uno e do Argo na plataformaFernando Pires/Quatro RodasJá o grupo FCA discutia no ano passado se iria criar ou não uma nova geração para o hatch Uno. A ideia seria substituir de uma vez o atual hatch e também o Mobi, diretamente dele derivado e que nunca vingou. Assim como a nova Strada, o novo Uno muito provavelmente usaria uma plataforma com elementos do Argo e também do atual Uno. Sua chegada não ocorreria antes de 2023. Continua após a publicidade Sobre ele, as informações são ainda mais obscuras: o projeto simplesmente deixou de ser discutido internamente, o que dá indícios para acreditar que tenha sido abortado (e não apenas congelado). Sendo assim, o que esperar? A morte de Gol e Uno, dois projetos que remetem aos anos de 2008 e 2010, respectivamente? Ou uma sobrevida das atuais gerações? O caso do Gol parece ser mais fácil: o modelo ainda vende relativamente bem e tem apelo entre frotistas. Caso a VW o equipe com controle eletrônico de estabilidade, ele ficará pronto para mais alguns anos de existência. Quanto ao Uno, este recentemente foi relegado à condição de coadjuvante pela Fiat, com uma gama de versões muito enxuta e participação modesta nos emplacamentos. Continua após a publicidade Relacionadas Mais Lidas NotíciasFlagra: por que este Volkswagen Nivus tem mecânica de Up TSI?3 jul 2020 - 12h07 NotíciasChevrolet Onix vende quase duas vezes mais que HB20 no primeiro semestre2 jul 2020 - 16h07 NotíciasCoronavírus faz Brasil vender a metade de carros que vendia… Nos anos 905 jun 2020 - 07h06 EspecialDossiê: os hatches automáticos mais baratos de comprar e manter no Brasil2 jul 2020 - 07h07 NotíciasNotícias1Este Fusca está à venda por quase R$ 1,6 milhão. Por que vale tanto? NotíciasNotícias2Estes cinco carros estão no corredor da morte, mas ainda são bons negócios NotíciasNotícias335 fotos incríveis mostram a produção quase artesanal do Fusca nos anos 50 NotíciasNotícias4Home page Para recuperar relevância, certamente terá de passar por uma reformulação de pacotes e motorização, talvez até visual. Mas também tende a ter sua vida útil esticada até onde a corda permitir. Ou seja: na ausência de Gol e Uno novos, as marcas farão de tudo para conseguir vender os modelos veteranos por mais alguns bons anos. A ver até onde o fôlego de ambos os permite chegar. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da nova edição de quatro rodas? clique aqui e tenha o acesso digital. View the full article
  21. Bom, sou novo aqui, pesquisei e nao achei muito sobre a minha duvida, tenho um set subwoofer : mtx t612-44 (thunder 6000) 400rms Modulo de grave (que vai p voz) : Hurricane 4.250 Kit 2 vias : cs60bk bravox Modulo de voz : bb1200gl Comprei o sub recentemente com 3 meses de uso, zeradinho, cheirava novo, projetei a cx e mandei fazer, o sub e fantastico, toca de tudo, e toca forte !! Mas minha hurricane 4.250 que teoricamente da 1000 rms (uma bobina por bridge), Nao consegue nem excursionar ele direito, sem falar q quase pega fogo de tao quente, por isso to querendo pegar uma mono p sub, qual vcs recomendam, tenho em mente uma ice800 (ja tive e gostei), ou uma sd 1000, tambem andei vendo uma dat pr1000, e ai oq vcs recomendam ?
  22. Monta logo esse som que qro ouvir, Junin! Como diz Elano: "Fih de 60"... Hahaha
  23. Versão esportiva conquistou o título de SUV mais potente do mundoDivulgação/DodgeO Dodge Durango não é mais que uma memória para (poucos) brasileiros – por aqui, o modelo saiu de linha em 2016. Só que o SUV segue vivo nos Estados Unidos e, mais que isso, agora tem o título de utilitário mais potente do mundo na versão SRT Hellcat. O grandalhão ganhou motor V8 6.2 com compressor mecânico capaz de entregar 720 cv e 89,1 kgfm. Na pista, essa nova versão topo de linha precisa de apenas 3,5 segundos para chegar aos 96 km/h (no padrão norte-americano, em conversão às 60 mph). Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. O Durango SRT Hellcat será vendido apenas com câmbio automático de oito marchas e sistema de tração integral, mas o fabricante garantiu ao modelo um novo conjunto de rodas aro 20 com pneus Pirelli Scorpion Zero, suspensões esportivas e freios Brembo. Continua após a publicidade São 720 cv e 89,1 kgfm nesta configuraçãoDivulgação/DodgeO visual também passou por atualização e agora tem faróis com nova disposição interna, para-choque esportivo e grade frontal inspirada no Charger. O interior, inclusive, parece tomar ideias emprestadas do sedã, que serviu de modelo para o novo painel. Modelo recebeu painel inspirado no Charger para linha 2021Divulgação/DodgePara quem não está interessado na velocidade máxima de 290 km/h nem pretende rebocar até os 3.946 kg de sua capacidade, há uma configuração “mais simples” do utilitário: batizada R/T Tow N Go, essa opção tem componentes emprestados das variantes SRT. Relacionadas Mais Lidas NotíciasPorsche Cayenne Coupé chega ao Brasil mais barato que Audi29 out 2019 - 20h10 NotíciasDodge Charger R/T de Dominic Toretto ganha versão em Lego com V8 funcional31 mar 2020 - 16h03 NotíciasDodge vai vender V8 de 707 cv do Hellcat pelo preço de uma Spin31 out 2017 - 11h10 NotíciasFCA adia SUV Fiat, Jeep 7 lugares e Renegade e Compass híbridos em um ano22 abr 2020 - 15h04 NotíciasNotícias1Este Fusca está à venda por quase R$ 1,6 milhão. Por que vale tanto? NotíciasNotícias2Estes cinco carros estão no corredor da morte, mas ainda são bons negócios NotíciasNotícias3Picape chinesa anti-Hilux que quer dominar o mundo é registrada no Brasil NotíciasNotícias435 fotos incríveis mostram a produção quase artesanal do Fusca nos anos 50 Se pacote visual, rodas, escapamento, sistema ativo de cancelamento de ruído, diferencial com deslizamento limitado, freios e suspensão com amortecedores vêm da versão topo de linha, o motor passa a ser o 5.7 V8 com 365 cv de potência e 53,8 kgfm de torque. Opção R/T Tow N Go toma emprestados elementos da SRT HellcatDivulgação/DodgeNão pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da nova edição de quatro rodas? clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  24. Obrigado amigo . Instalador acabou de finalizar! Estava ouvindo ele tocando , mas ainda estou a fim de fuçar nos cortes kkk. Será a pode me ajudar em relação aos cortes. A dúvida é o seguinte : o composicion phone só tem regulagem -9 a +9 agudos -9 a +9 médios -9 a +9 graves Só tem isso . Os crossover do kit duas vias já fazem o corte necessário então fiquei na dúvida em relação como regular o módulo . Ontem regulamos o front em high e fizemos um corte q não me lembro agora , a saída traseira deixamos em low e fizemos corte a não me lembro . Hj deixei no instalador pra finalizar e ele regulou tudo novamente , não sei como ele deixou ainda pois não fui fuçar ainda kkk , mas veio a dúvida , como crossover faz os cortes pro mid e tw não seria correto eu ajustar o modulo em Full ? Canais traseiro q é o sub manter em low e com cortes baixo tipo 50 hz ? Daqui a pouco posto fotos de como ficou tudo e uma foto da regulagem usada no módulo feita pelo instalador .
  25. Nos produtos de maior potência, a partir de 5000 watts, que geralmente estão expostos a maior vibração, foi adotado um novo layout que garante mais robustez e durabilidade ao amplificador. Os indutores, peças fundamentais para a qualidade do áudio, foram dispostos horizontalmente. Isso melhora a confiabilidade, diminuindo fortemente a chance de quebra por conta da vibração e também aumenta a eficiência do componente por ficar mais próximo da placa. #soundigital #yourmusicyourpower #evo4 (Feed generated with FetchRSS)
  26. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenA Fenabrave (associação nacional dos concessionários) divulgou o balanço de vendas referente ao mês de junho e ao fechamento do semestre na última quinta-feira (2). Os números publicados pela associação mostram uma melhora tímida do mercado após a reabertura de fábricas, concessionárias e departamentos estaduais de trânsito (Detran) após a quarentena pela pandemia do coronavírus. No entanto, se os 122.772 automóveis e comerciais leves emplacados representaram um crescimento de 116,78% em relação a maio, ainda ficaram 42, 47% abaixo do registrado em junho do ano passado. Quer ter acesso a todos os conteúdos exclusivos de Quatro Rodas? Clique aqui e assine com 64% de desconto. O recuo das vendas pode ser visto também no comparativo semestral entre 2019 e o 2020: se na primeira metade do ano passado foram 1.248.843 emplacamentos, neste foram 763.280, recuo de 38,88%. Para piorar, a desvalorização do real frente ao dólar, para patamares acima de R$ 5, vem forçando uma elevação rápida dos preços dos carros, tornando a aquisição ainda menos segura. Continua após a publicidade No entanto, um setor da indústria automotiva não tem tido muito do que reclamar: o de caminhões. Segundo dados da mesma Fenabrave, esse mercado não colapsou como o de veículos leves, embora os fatores citados acima também tenham reduzido as vendas do setor. No acumulado do primeiro semestre deste ano, foram 37.629 emplacamentos de pesados, contra 46.865 do primeiro semestre do ano anterior. A queda percentual é de apenas 19,71%, metade do impacto que sofreu o mercado de leves. Em junho, não apenas as vendas de caminhões registraram crescimento importante em relação a maio, 85,05% (para 8.762 unidades): elas surpreendentemente ficaram 12,28% acima do registrado no mesmo período do ano passado. <span class="hidden">–</span>Scania/DivulgaçãoMas por que o mercado de caminhões não fracassou como o de automóveis durante a pandemia? Esse foi o questionamento feito por QUATRO RODAS às principais empresas do setor. Os executivos de vendas de Volkswagen, Scania e Mercedes-Benz, afirmaram de forma unânime que um dos motivos para o mercado de caminhões não ter caído foi justamente a desvalorização do real frente ao dólar. Continua após a publicidade Expliquemos: ao mesmo tempo em que pressiona preços de componentes e modelos importantes no mercado de leves, o dólar alto favorece setores como muito ligados à exportação, como agronegócio (que teve safra recorde nos últimos meses) e extração de minérios. “As exportações estão mais rentáveis”, analisa Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas da VW Caminhões e Ônibus. Segundo ele, foi isso que estimulou o investimento em novos caminhões para diversas frotas. “[O mercado de caminhões] não é baseado em pessoas, mas nas atividades econômicas. O caminhão é um bem de produção, não material”, compara. Além disso, na visão de Alouche, contribuiu o fato de o transporte de cargas ter sido considerado um dos “serviços essenciais” durante o isolamento. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasSe um agronegócio pujante estimula a venda de caminhões grandes, Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas de caminhões Mercedes-Benz, acrescenta outro fator. Segundo ele, a “alta do transporte de recursos hospitalares e farmacêuticos e a forte demanda do comércio eletrônico de produtos (visto que muitas lojas físicas estão fechadas)” faz o mesmo com o segmento de caminhões pequenos, destinados a rodar em perímetro urbano. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Scania/Divulgação“O mercado representa a continuidade das operações de transporte”, analisa Alan Frizeiro, gerente de vendas de caminhões da Scania no Brasil. Para ele, o cenário só não foi melhor por conta de nichos como, por exemplo, o de caminhões-cegonha, demandados em menor escala justamente por causa da forte queda na demanda por veículos leves. QUATRO RODAS também conversou com empresários que decidiram investir na compra de novos caminhões em meio à crise do coronavírus, e confirmou as análises dos executivos. Adelino Bissoni, representante da Botuverá Transporte, declarou que o que motivou a compra dos veículos por sua empresa, mesmo durante a pandemia, foi a valorização do dólar. Sua empresa trabalha com transporte de grãos na região Centro-Oeste do Brasil, setor que é favorecido pela alta do câmbio e que tem operado em normalidade. “A continuidade do trabalho, motiva a gente a investir”, diz. Continua após a publicidade Mídia publicada em Por que o coronavírus não colapsou mercado de caminhões como o de carrosScaniaOs irmãos e sócios-diretores da Terra Master, empresa de transportes no setor portuário, Fernanda e Thiago Veneziani, concordam que a desvalorização do real favorece a área. A empresa não sofreu com o isolamento social, porque a demanda por transportes para exportação está em alta. Um item em específico chama a atenção: álcool, usado na fabricação de álcool em gel. “Para o pessoal dos grãos e do álcool, é uma oportunidade. Eles estão bombando e isso traz muito serviço para a gente”, afirma Thiago. Entre clientes de caminhões menores, o investimento parece mais arriscada. Por exemplo, o proprietário das transportadores ANS e Alê Tranportes, Alex Nogueira, percebeu uma queda de 50% na demanda por entregas de produtos para lojas físicas. No entanto, resolveu investir na renovação da frota por causa do crescimento do e-commerce. Relacionadas Mais Lidas NotíciasComprar carro na quarentena até dá, mas ele não ficará no seu nome6 abr 2020 - 16h04 NotíciasImpressões: como é andar num caminhão de R$ 700.000 que não tem retrovisor16 out 2019 - 07h10 NotíciasSupercaminhão elétrico leva 65 toneladas e gera sozinho toda a sua energia28 out 2019 - 07h10 NotíciasCarros mais vendidos de junho: T-Cross, Renegade e Tracker invadem o top 52 jul 2020 - 13h07 NotíciasNotícias1Este Fusca está à venda por quase R$ 1,6 milhão. Por que vale tanto? NotíciasNotícias2Estes cinco carros estão no corredor da morte, mas ainda são bons negócios NotíciasNotícias3Picape chinesa anti-Hilux que quer dominar o mundo é registrada no Brasil NotíciasNotícias435 fotos incríveis mostram a produção quase artesanal do Fusca nos anos 50 O mesmo ocorreu com Antônio Jorge da Silva, dono da Bonneville Vidros, que renovou sua frota mesmo tendo calculado uma queda de 40% no volume de seus negócios. Continua após a publicidade Neste caso, segundo todos os analistas consultados, as empresas costumam respeitar seus calendários de troca de frota, caso estejam em situação financeira minimamente saudável. Mais um fator para explicar por que o mercado de pesados segue estável mesmo diante de uma das mais (se não a mais) fortes crises que impactaram a indústria automotiva nacional. Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da nova edição de quatro rodas? clique aqui e tenha o acesso digital. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro RodasView the full article
  27. FULLPOWER - A Honda anunciou nesta semana o início das vendas do Civic Si no Brasil. O cupê esportivo é oferecido em versão única por R$ 179.900 ... Honda Civic Si reestilizado chega ao Brasil por R$ 180 mil View the full article
  28. Realmente esse 310 é uma bela contribuição, para aumento de peso da caixa. Tinha 02 caixas com um conjunto de 310 + Sd 375, que no fim da bagunça, tinha que guardar as caixas sozinhos e reclamava direto. Embora tivesse melhor sonoridade do que a minha atual, com ESX 310 + D220Ti, ficou mais leve, mas ainda assim, isso me incomoda. Só temo perder sonoridade na troca dos médios. Para voz e violão fica muito bom. Para o grave tenho o WPU 1507, que tem um grave e um médio-baixo excelente. ESX 155, eu não sei, mas se o Bloom falou que tem caixa com essa configuração, então use. Só precisa saber o valor de transição entre um alto-falante e outro, principalmente se for usar um Divisor Passivo de 2 vias (possivelmente será o personalizado). Agora, pena que a Snake descontinuou ESX 415. Caso não confie nessa configuração, use médios de 6" ou até mesmo 6x9" da própria Snake. Convém não deixar o ESX subir muito e nem o Driver baixar muito, o que por lado, o protege mais.
  29. Estima-se que 30% da frota que roda nas ruas e estradas brasileiras possui algum defeito de fabricação Foto: Freepik Por Vinícius Melo* Não é exagero dizer que há uma pandemia dentro de outra pandemia, quando se trata de recall automotivo durante a quarentena. O Brasil tem quase 70 milhões carros de passeio e comerciais leves. Estima-se que 30% dessa frota roda nas ruas e estradas brasileiras com algum defeito de fabricação. São mais de 20 milhões de carros. Então, um a cada três carros no Brasil tem recall a ser feito. É um quadro preocupante. Recall é uma coisa tão séria que mesmo em uma pandemia mundial, somente no Brasil, durante a quarentena, foram lançadas doze campanhas envolvendo 33 modelos. Será que seu carro foi afetado? Se você tem um Volvo, Volkswagen, Ford, Mercedes, BMW, Porsche, Audi, Peugeot, RAM ou Toyota é bem provável que sim. É importante frisar que todo recall é gratuito. E não importa se seu carro já saiu da garantia, ou se você não faz mais as revisões na rede de concessionárias autorizadas. Recall não tem prazo de encerramento. Mas, se não for feito em um ano, vai constar em seu CRLV, o documento do veículo, que agora é digital. O primeiro recall da quarentena foi da Volvo. O motivo é a incompatibilidade entre o software e o hardware do sistema City Safety, o sistema de frenagem da Volvo, o que pode aumentar o risco de colisões. A solução é a atualização do software. Todos os modelos da marca comercializados no Brasil e fabricados em 2019 e 2020 estão envolvidos. Logo depois a Volkswagen detectou airbags mortais instalados no Fox, Cross Fox, Space Fox, Gol, Voyage, Polo e Polo Sedã, fabricados entre fevereiro de 2006 a julho de 2009. Apesar de não serem mais uma novidade no mundo os recalls de airbags Takata, a Volkswagen diz que a solução definitiva estará disponível somente em novembro de 2020, quando será realizado um novo anúncio aos proprietários dos veículos envolvidos para inspeção e, se necessário, serão substituídos os geradores de gás dos airbags. Lembrando: no começo de 2020, o Brasil teve a primeira vítima fatal dos airbags mortais, mas também existem vários casos de vítimas com ferimentos no peito e em outras partes do corpo. Outro destaque da quarentena é a ampliação do recall do chicote da bateria do Ford Ka e Ford Ka sedã. Agora, todos os carros fabricados entre 12 de janeiro de 2018 e 15 de maio de 2019 estão na campanha. O problema foi na montagem da peça, o que pode levar a um curto-circuito com risco de incêndio no compartimento do motor do veículo. Outros nove recalls vão levar proprietários de Mercedes, BMW, Porsche, Audi, Peugeot, RAM ou Toyota às concessionárias Brasil afora, na quarentena. No entanto, a pergunta mais importante neste momento crítico é: faço agora este recall, já que as oficinas das concessionárias estão abertas, ou deixo para depois, quando o mundo voltar totalmente às condições normais de temperatura e pressão? Se você respondeu “faço agora”, só o faça com sensatez, de forma segura, tomando todos os cuidados necessários. Acreditamos que todas as concessionárias estão trabalhando de acordo com as normas de segurança e muitas até estão presenteando, bonificando os clientes com higienização, lavagem completa e até com limpeza do sistema de ar-condicionado. Se você respondeu “faço depois”, só não se esqueça de fazer depois. Afinal, recall automotivo também é uma pandemia, e todos nós temos de seguir em segurança. *Vinicius Melo é CEO do Papa Recall, aplicativo que avisa o motorista se o automóvel cadastrado teve algum chamado da fabricante para conserto ou troca de peças. O post Recalls: uma pandemia dentro da pandemia apareceu primeiro em Revista Car Stereo. View the full article
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