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  1. Past hour
  2. Linha 2020 do Grand Siena ganha duas novas coresFiatConhece essa figura aqui? Isso mesmo, o Fiat Grand Siena segue firme e forte no mercado brasileiro, mesmo sete anos após a chegada da atual geração, derivada do já extinto Palio 2. Mesmo veterano, o sedã vem se moldando para sobreviver aos novos tempos. Na linha 2020, por exemplo, ganhou atualizações que tentam deixá-lo mais alinhado à atual identidade visual imposta a outros modelos da marca. Principal modificação é o novo logo “Fiat” na traseira do sedãFiatA principal novidade está na tampa traseira: ali o veículo irá carregar o novo emblema da Fiat, assim como Cronos, Argo, Toro e outros modelos da fabricante italiana. O contorno cromado da grade frontal foi trocado por uma moldura em preto. Os faróis de neblina terão novas molduras. As calotas possuem novo desenho, e as rodas aro 15 podem vir opcionalmente em liga leve. O sedã também passa a sair de fábrica com máscara negra nos faróis dianteiros e lanternas traseiras, e também com novas opções de cores: vermelho Montecarlo (sólida) e cinza Silverstone (metálica). Estas se juntam à paleta que já conta com tons preto, branco (sólidos) e prata (metálico). Grade terá contorno preto assim como a moldura dos faróis de neblinaFiatA nova linha mantém a versão de acabamento e a motorização já conhecidas do Grand Siena: Attractive 1.0 (75 cv) e Attractive 1.4 (88 cv), ambas equipadas sempre com câmbio manual. Em troca da perfumaria e do novo emblema, as duas versões do Grand Siena ficaram R$ 500 e R$ 1.000, respectivamente, mais caras do que na linha 2019: R$ 50.490 e R$ 55.990. De série, o sedã sai de fábrica com itens como: direção hidráulica, porta-malas de 520 litros (com iluminação) e auxílio para o condutor na hora de trocar de faixas. Design das calotas é outra novidade. O comprador ainda pode optar pelas rodas de liga leve de 15 polegadasFiatCaso o comprador queira mais alguns opcionais, a Fiat continua a disponibilizar os pacotes Creative 1 (R$ 1.900) e Creative 2 (R$ 2.500), tanto para os motores 1.0 quanto para os 1.4. O primeiro inclui: vidros elétricos traseiros com um-toque e antiesmagamento; retrovisor externo direito elétrico com tilt down; banco do motorista com regulagem de altura; a porta-óculos; alças de segurança no teto; apoia-pé para o motorista; volante com regulagem de altura; maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo; friso cromado na tampa do porta-malas; luz de leitura traseira. Já o segundo acrescenta: sensores de estacionamento traseiros; rádio com CD, MP3, entrada USB, viva-voz, Bluetooth e comandos multifuncionais no volante. Veja também NotíciasFiat Grand Siena passa a vir preparado para kit GNV por R$ 54.99030 abr 2019 - 17h04 TestesTeste: esportivado, Fiat Cronos HGT marca a morte da versão 1.8 manual6 ago 2019 - 17h08 NotíciasFlagra: Fiat já compara sua nova picape compacta com a VW Saveiro31 jul 2019 - 09h07 A configuração com motor 1.4 continua podendo vir preparada para receber kit GNV, opcional de R$ 690. View the full article
  3. Today
  4. Esse era meu setup trio antigo. O crossover era um stx104. Usava o HPF dele em 30hz e complementava no amp pra não deixar excursionar demais, fincionava bem sussa dessa forma. Naquela época processador ainda tava nascendo e era caro demais. Kkkk Mas hoje teria o mesmo novamente, sem problemas. Uso um 84 no set de casa e me atende bem!
  5. Santa fé 2012 tem amplificador externo, a central se comunica via saída digital com o amp. É um bom sistema que atende a grande maioria das pessoas. O que talvez sinta falta é da presença dos agudos e subgraves.. se for dar um "up" basta trocar os tweeters e adicionar um sub que fica excelente.
  6. Esse set aí é o seu? Eu só trocaria esse Crossover Stetsom STX84. Esse crossover aí capa o áudio, sem contar que na parte dos graves, seca demais as frequências! Eu colocaria aí um Expert PX2 de 6 canais ou um JFA J6 de 6 canais para processar, equalizar e fazer os cortes certos para cada via.
  7. Tenho uma ice800 que já comprei usada, não tem bass boost (e nem precisa), aceita fio de 25mm na saída (nem sei pra quê isso tudo), é do mesmo tamanho de uma SD3000 evo e despeja uma potência formidável. Em testes de campo, chegou tocar mais que uma EX3000eq de um cliente no setup dele (2 tornado 2200 18", que depois disso trocou o amp por uma SD3000 evo2 e aí sim ganhou vida). Os SD são bons, mas eu fico no time banda. Kkk
  8. Eu duvido se esse Bravox Bravo suporta 500Wrms de potência limpa.
  9. Eu também percebi isso. O meu SD1200.1D Evo1 sem o bass boost ativado fica xolo os graves e subgraves. Mas eu já me acostumei com esse amplificador. Na época eu fiquei em dúvidas entre comprar o Banda ICE 1200 e o SD1200.1D. Optei pelo SD pelo fato de ser bem menor no tamanho e porque tinha o botãozinho mágico do Bass Boost.
  10. A escola do som é um programa criado pela Revista Car Stereo para ajudar você a entender um pouco mais sobre o sistema de som do seu carro, com apoio do especialista Reinaldo Miyazaki, diretor técnico da AudioPhonic Brasil. Acompanhe nosso canal! Baixe gratuitamente o aplicativo agora no Google Play e na Apple Store. Google Play:https://goo.gl/u03Otl Apple Store: https://goo.gl/yGD8pO Também acesse o site oficial e nossas redes sociais: Site: http://www.carstereo.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/revistacarstereo/ Instagram: https://www.instagram.com/revistacarstereo O post ESCOLA DO SOM | CASAMENTO DE IMPEDÂNCIA | PARTE 8 apareceu primeiro em Revista Car Stereo. View the full article
  11. esse sub é ruim!O bomber como o amigo indicou é bacana, nar, jl, ground zero tem varios. dos kit 2 vias que esta na duvida nar é o melhor.De um molhada nos classificados que tem coisa boa e com preço bom.
  12. Renault Kwid EV deve manter design fiel ao modelo a combustãoDivulgaçãoAntecipado pelo conceito K-ZE, apresentado pela primeira vez no Salão de Paris do ano passado, o Renault Kwid elétrico já tem o design da versão de produção definido. E o melhor: ele já está registrado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). O desenho é idêntico ao da patente registrada na Índia e na China no início deste ano. Ele revela um Kwid com poucas mudanças na comparação com a versão a combustão vendida hoje no Brasil, ao mesmo tempo que é bem diferente do K-ZE. Versão elétrica tem lanternas de led e para-choque exclusivos na traseiraReproduçãoA adoção do motor elétrico e do conjunto de baterias é percebido pela grade fechada, pelos faróis, aparentemente, de leds e pelos para-choques estilizados com tomadas e saídas de ar falsas. A traseira ainda recebe lanternas de leds exclusiva. O Renault Kwid nasceu na Índia, mas sua versão elétrica tem origem mais oriental. O Renault Kwid EV é um projeto desenvolvido em cooperação com a chinesa Dongfeng, com quem a Renault mantém a joint-venture eGT New Energy Automotive, estabelecida no ano passado. Por conta das baterias, altura livre do solo da versão elétrica pode ser até 4 cm menorReproduçãoPor isso, o Kwid elétrico será fabricado dentro das instalações da Dongfeng em Shiyan, na China, cuja capacidade supera os 1.200.000 carros por ano. Quase não há informações técnicas sobre a nova versão. O conceito K-ZE, porém, tinha bateria com capacidade suficiente para percorrer até 250 km por carga, pelo ciclo NEDC (um dos mais otimistas). Em carga rápida, levaria apenas cinquenta minutos para carregar de 0% a 80%. Em carga lenta, quatro horas para carregar até 100%, e ainda seria compatível com tomadas domésticas 220V. Desenho do Kwid EV revela os faróis de ledsReproduçãoO Renault Kwid EV representa o esforço da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi para oferecer um veículo elétrico de baixo custo (na comparação com o Nissan Leaf e com o Fluence EV) no mercado chinês. Veja também TestesRenault Kwid, Chery QQ e Fiat Mobi: comparamos os mais baratos do Brasil31 maio 2019 - 12h05 NotíciasRenault Triber: minivan do Kwid tem sete lugares e é menor que um Sandero19 jun 2019 - 10h06 NotíciasRenault Kwid elétrico chinês é muito mais inteligente e legal que o nosso16 abr 2019 - 18h04 No passado a fabricante chegou a insinuar que poderia exportar o Kwid elétrico para mercados como Índia, Brasil e Oriente Médio, caso faça sucesso na China. View the full article
  13. Incrível, ficou muito bom o trabalho!
  14. Cadillac radios are difficult to replace, so a company is now offering fully refurbished Cadillac OEM radios to aftermarket car audio dealers. These may be sold to consumers for less than half the cost to replace them at a General Motors dealership, says the company. Instrument Sales & Service is one of 5 companies in […] The post Cadillac Radio for the Aftermarket appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  15. Press Release (Unedited): Seattle – From August seventh to August ninth Elite Distributor Alliance (EDA) hosted vendor partners and distributors in downtown Nashville. This was the fifth annual gathering of the 12 volt distributor focused buying group. Attendees gave a fond farewell to founding member George McGoldrick who is retiring and moving to Arizona. The […] The post EDA Holds National Distributor Meetings appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  16. FULLPOWER - A contagem regressiva está aqui neste hotsite oficial da Toyota e aponta para as 18h do dia 3 de setembro o lançamento da nova geração ... Hotsite revela data de lançamento do novo Corolla View the full article
  17. Iria de bomber upgrade e investiria mais no kit Na faixa de 300 tem que procura usado ou novo tem o kc6.3 que se encaixa
  18. A Ranger acaba de estrear cheia de novidades para desafiar Hilux, Amarok, Frontier, L200 e S10Quatro RodasAs picapes médias topo de linha têm se aproximado cada vez mais do conceito de carros de passeio do que um veículo comercial. Tanto que os diferenciais dos últimos lançamentos têm se concentrado nos itens de conforto, que vão do novo sistema multimídia da Hilux à frenagem autônoma de emergência da Ranger, passando pela simples, mas prática, tampa da caçamba com fechamento elétrico da L200. As novidades das seis picapes médias atualmente à venda no Brasil são pontuais, mas a concorrência delas é tão acirrada que mesmo a menor das mudanças pode impactar no resultado. E já adiantamos: as atualizações de três das seis picapes convocadas para esse comparativo influenciaram até na campeã. Reunimos Amarok V6 Highline, Frontier LE, Hilux SRX, L200 HPE-S, Ranger Limited e S10 Highcountry, todas diesel e 4×4, e revelamos quais as melhores opções para você. 6° Mitsubishi L200 Triton Sport HPE-S – R$ 188.990 O adesivo na lateral é uma das poucas diferenças da linha 2020 da L200Quatro RodasA L200 HPE-S é a única do comparativo com tração 4×4 e bloqueio mecânico do diferencial central e traseiro — atributo para andar bem na terra. Mas a Mitsubishi também tem virtudes para a vida urbana, com o menor diâmetro de giro do segmento (o que facilita manobras) e a nova tampa de caçamba com trava elétrica e controle na chave. Mas a modernidade não chegou ao interior, que destoa da concorrência com iluminação vermelha e quadro de instrumentos com um simples LCD monocromático no meio. O painel teve poucas mudanças e usa um LCD monocromático no quadro de instrumentosQuatro RodasPor outro lado, a L200 entrega conforto de sobra, com ótimo isolamento acústico e o melhor banco traseiro, com encosto inclinado e bom espaço para as pernas. A suspensão macia também ajuda neste quesito — mas atrapalha nos outros. O conjunto é tão mole que não impede que o pneu traseiro fique no ar em uma mudança brusca de direção seguida por frenagem. A tampa da caçamba finalmente passou a adotar travamento, elétrico ou por chaveQuatro RodasUma situação crítica, claro, mas que todas as outras picapes cumpriram com mais eficácia. Apuro mais constante será manter a L200 no dia a dia: além de ter o pior consumo, seu seguro é elevado e ela possui o maior valor para revisões deste comparativo. Para piorar, ela adotará dentro de um ano o visual da Pajero Sport, como antecipamos na edição de janeiro. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,8 s 0 a 1.000 m: 33,8 s – 149,5 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 5,3 s D 60 a 100 km/h: 7,3 s D 80 a 120 km/h: 12,1 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 16,1/29,3/65,1 m Consumo Urbano: 8,3 km/l Rodoviário: 10,4 km/l Custos Seguro – R$ 5.702 Revisões até 60.000 km – R$ 7.406 Peças – R$ 15.535 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 188.990 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.442 cm3, 16V, 86,0 x 105,1 mm, 15,5:1, 190 cv a 3.500 rpm, 43,9 mkgf a 2.500 rpm Câmbio: aut., 5 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial traseiro e central Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 11,8 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/65 R17 Dimensões: comp., 528 cm; largura, 182 cm; altura, 179,5 cm; entre-eixos, 300 cm; altura livre do solo, 22 cm; peso, 1.950 kg; tanque, 75 l; caçamba, 1.046 l; capacidade de carga, 1.000 kg 5° Toyota Hilux SRX – R$ 205.590 Caçamba é travada só pela chave; rodas aro 18 têm visual chamativoQuatro RodasA estabilidade da Hilux já foi motivo de piada na internet, mas a vida real é bem mais monótona. Mesmo que ela assuste em mudanças bruscas de direção, seu ESP ainda consegue lidar com abusos melhor do que a L200. Mas estável mesmo é seu desempenho em vendas, capaz de mantê-la na liderança há três anos. O anacrônico relógio digital no painel segue firme, ao contrário do multimídia, trocado na linha 2020Quatro RodasA lista de equipamentos ajuda a entender isso: sete airbags de série em todas as versões, sistema multimídia renovado na linha 2020 (a unidade fotografada, gentilmente cedida pela Maggi Motors, era modelo 2019 e não tinha o equipamento) e atenção especial aos ocupantes. A primeira picape média a adotar uma proposta urbana e confortável mostra que ainda conhece o mercado com itens como dois pequenos ganchos para sacolas atrás dos encostos dianteiros, essenciais para um veículo sem porta-malas. Mas a boa reputação não ajuda os 177 cv do 2.8 turbodiesel, que foi responsável pelos piores números de desempenho do comparativo, ainda que o câmbio de seis marchas se esforce para compensar a letargia. O gasto com combustível não será tão elevado, ao contrário do valor necessário para fazer as seis primeiras revisões e pagar por pequenos danos: só o farol esquerdo custa mais de R$ 9.200. E ela é, pelo menos, R$ 10.000 mais cara que as rivais. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 13,7 s 0 a 1.000 m: 34,9 s – 148 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 5,8 s D 60 a 100 km/h: 7,9 s D 80 a 120 km/h: 10,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,9/28,9/68,3 m Consumo Urbano: 9,6 km/l Rodoviário: 11,8 km/l Custos Seguro – R$ 4.633 Revisões até 60.000 km – R$ 6.954 Peças – R$ 14.680 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 205.590 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.755 cm3, 16V, 92,0 x 103,6 mm, 15,6:1, 177 cv a 3.400 rpm, 45,9 mkgf a 1.600 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 12,8 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 531,5 cm; largura, 185,5 cm; altura, 181,5 cm; entre-eixos, 308,5 cm; altura livre do solo, 28,6 cm; peso, 2.090 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.000 l; capacidade de carga, 1.000 kg 4° Nissan Frontier LE – R$ 194.790 Alças na coluna B facilitam o embarque de quem vai atrásQuatro RodasSe considerarmos o pedigree, a Frontier seria a mais nobre deste comparativo. Só ela deu origem a dois outros modelos, incluindo uma versão feita pela Mercedes-Benz. A picape japonesa importada da Argentina pode não ter o status da Classe X, mas ao menos seu futuro no Brasil não é incerto como o da irmã alemã. E seu pacote de equipamentos está longe de decepcionar. Na versão de topo, LE, há faróis de leds, sistema de câmera com visão de 360° e até teto solar elétrico em uma cabine bem acabada e espaçosa. Câmeras nos retrovisores e sob o logotipo projetam uma imagem de baixa resolução no (confuso) sistema multimídia. A maior parte do painel é emborrachadaQuatro RodasMas lotar um veículo de equipamentos não resulta necessariamente em praticidade para o consumidor. As quatro câmeras, por exemplo, têm resolução baixa e ajudam menos em manobras apertadas do que sensor de estacionamento dianteiro, ausente na Nissan. E mesmo a exclusividade do teto solar cobra seu preço, reduzindo consideravelmente o espaço para a cabeça dos ocupantes, sobretudo os traseiros. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasA dinâmica está em um bom meio-termo entre o conforto e a capacidade de acompanhar carros menores em curvas sem sustos. O desempenho adequado contrasta com o ruído elevado, sobretudo a 120 km/h. Com custo de propriedade baixo, o maior problema da Nissan é ter três rivais ainda melhores do que ela. Teste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,4 s 0 a 1.000 m: 33 s – 159,5 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,9 s D 60 a 100 km/h: 6,3 s D 80 a 120 km/h: 8,7 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 16,2/30,5/71,8 m Consumo Urbano: 9,0 km/l Rodoviário: 11,7 km/l Custos Seguro – R$ 4.937 Revisões até 60.000 km – R$ 5.634 Peças – R$ 8.132 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 194.790 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.298 cm3, 16V, 85,0 x 101,3 mm, 15,4:1, 190 cv a 3.750 rpm, 45,9 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: aut., 7 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas helicoidais (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: hidráulica, 12 m (diâm. de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 255/60 R18 Dimensões: comp., 526,4 cm; largura, 185 cm; altura, 186 cm; entre-eixos, 315 cm; altura livre do solo, 24,1 cm; peso, 2.115 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.054 l; capacidade de carga, 1.000 kg 3° VW Amarok High V6 – R$ 195.990 A Amarok V6 é dona da maior caçamba e capacidade de carga do segmentoQuatro RodasQuando a Amarok V6 chegou pela primeira vez à QUATRO RODAS, houve quem fizesse previsões fatalistas. “Muita gente vai se machucar com esse carro”, diziam motoristas recém-impressionados com o desempenho da picape mais rápida do Brasil. De fato, o seis-cilindros de 225 cv (que vai a 245 cv quando se pisa fundo em retomadas) entrega velocidades teoricamente incompatíveis com as 2,18 toneladas da Amarok. Painel de plástico rígido e aparência simples contrasta com os confortáveis bancos com ajuste elétricoQuatro RodasFelizmente, a engenharia alemã fez um excelente trabalho para domar a cavalaria, com direito a freios a disco ventilado nas quatro rodas, suspensão firme e pneus voltados para o asfalto (ao contrário dos de uso misto da concorrência). O painel manteve o aspecto simples e plástico rígido, e o decano controle de velocidade na ponta da chave de seta foram mantidos, mas a VW tentou compensar isso com faróis bixenônio e sistema multimídia com “amplificação de voz eletrônica”. Motor V6 e tração integral são exclusividades neste comparativoQuatro RodasEle basicamente reproduz conversas da cabine nos alto-falantes, algo desnecessário em uma das picapes mais silenciosas do comparativo. O que precisava, mesmo, é um custo de propriedade menor. Só o seguro passa dos R$ 6.500, e seu consumo de combustível é elevado. É o preço para manter tanto cavalo. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 8,2 s 0 a 1.000 m: 30 s – 172,1 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 3,6 s D 60 a 100 km/h: 4,7 s D 80 a 120 km/h: 6,0 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 15,9/27,6/62,9 m Consumo Urbano: 9,4 km/l Rodoviário: 11,6 km/l Custos Seguro – R$ 6.535 Revisões até 60.000 km – R$ 6.044 Peças – R$ 10.576 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 195.990 Motor: diesel, diant., long., 6 cil. em V, 2.967 cm3, 24V, 83,0 x 91,4 mm, 17,0:1, 225 cv a 4.000 rpm, 56,1 mkgf a 1.500 rpm Câmbio: automático, 8 marchas, tração integral com reduzida e bloqueio no diferencial central e traseiro Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (d/t) Direção: hidráulica, 12,9 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 255/60 R18 Dimensões: comprimento, 525,4 cm; largura, 195,4 cm; altura, 183,2 cm; entre-eixos, 309,7 cm; altura livre do solo, 24 cm; peso, 2.185 kg; tanque, 80 l; caçamba, 1.280 l; capacidade de carga, 1.105 kg 2° Chevrolet S10 Highcountry – R$ 191.990 Santantônio estilizado dá um visual diferenciado à HighcountryQuatro RodasA S10 foi a última picape a bater o domínio da Hilux em vendas, no já distante 2015. É verdade que a concorrente japonesa se manteve no topo, mas a Chevrolet vem fazendo sua lição de casa para recuperar. Tanto que a picape é o único modelo da GM feito no Brasil a ter alerta de mudança inadvertida de faixa e aviso de colisão. É verdade que ela não freia sozinha, mas já faz mais do que 66% da concorrência. Interior é bem-acabado e assistentes de segurança ativa ajudam. Somente S10 e Hilux possuem ar-condicionado digital de uma zonaQuatro RodasO motor de 200 cv só não supera o V6 da Amarok, e brilhou na pista. Foram 9,97 s no 0 a 100 km/h (ante os 8,7 s da VW) e consumo inversamente proporcional ao desempenho, com o melhor índice no ciclo rodoviário e sede moderada também na cidade. Por falar nisso, é na selva de pedra que a Chevrolet brilha — e olha que ela é a única a usar faróis baixos halógenos. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasMas o santantônio estilizado e o visual ainda atual chamam a atenção do lado de fora, enquanto a cabine de acabamento elegante com bancos confortáveis atendem a quem vai dentro. Só é melhor levar quatro adultos, pois a S10 é a única do comparativo a não oferecer o essencial apoio de cabeça para o quinto ocupante. Melhor que isso, só se ela fosse mais equipada — como a campeã do comparativo. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 10 s 0 a 1.000 m: 31,9 s – 160,1 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,3 s D 60 a 100 km/h: 5,6 s D 80 a 120 km/h: 7,6 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,1/26,4/59,1 m Consumo Urbano: 9,2 km/l Rodoviário: 12,7 km/l Custos Seguro – R$ 3.571 Revisões até 60.000 km – R$ 5.916 Peças – R$ 10.214 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 191.990 Motor: diesel, diant., long., 4 cil. em linha, 2.776 cm3, 16V, 94,0 x 100,0 mm, 16,5:1, 200 cv a 3.600 rpm, 51 mkgf a 2.000 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: elétrica, 12,7 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga-leve, 265/60 R18 Dimensões: comp., 540,8 cm; largura, 187,4 cm; altura, 183,9 cm; entre-eixos, 309,6 cm; altura livre do solo, 22,8 cm; peso, 2.101 kg; tanque, 76 l; caçamba, 1.061 l; capacidade de carga, 1.049 kg 1° Ford Ranger Limited – R$ 188.990 A câmera de ré fica escondida sob o logotipo da FordQuatro RodasQuem leu a avaliação da Ranger na edição de julho pode não se surpreender com o resultado deste comparativo. O excelente custo/benefício da Ford se manteve na linha 2020, cuja atualização visual é o que menos interessa. O mais importante é a melhoria em segurança, com o (exclusivo) controlador de velocidade adaptativo, agora capaz de frear sozinho e impedir colisões a baixas velocidades. O quadro de instrumentos digital é exclusivo do segmento, assim como o controlador de velocidade adaptativo com frenagem de emergênciaQuatro RodasUm par perfeito para o assistente de manutenção de faixa, outra exclusividade. A Ranger também anda bem, apesar do cinco-cilindros cobrar isso com um consumo mais elevado. A tranquilidade entregue pelos macios bancos dianteiros continuará por todo o tempo que você estiver com ela na garagem. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasNas cotações de peças e seguros feitos pela SUIV e TEX/Teleport, respectivamente, a Ranger foi a que obteve os menores índices. Manter a picape da Ford dentro da (também exclusiva) garantia de fábrica de cinco anos não será oneroso: são R$ 6.017 pelas seis primeiras revisões contra os R$ 7.276 da cara L200 e próximo dos R$ 5.916 da vice-campeão, S10. É verdade que quem está no topo só tem uma direção para ir. Mas, se ficar mais econômica, a Ranger tem tudo para manter o título de campeã pelos próximos anos. <span class="hidden">–</span>Quatro RodasTeste Aceleração 0 a 100 km/h: 11,4 s 0 a 1.000 m: 33,0 s – 156,2 km/h Retomada D 40 a 80 km/h: 4,8 s D 60 a 100 km/h: 6,4 s D 80 a 120 km/h: 8,9 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m: 14,9/26,4/59,7 m Consumo Urbano: 8,8 km/l Rodoviário: 11 km/l Custos Seguro – R$ 3.593 Revisões até 60.000 km – R$ 6.017 Peças – R$ 6.415 Veja também NotíciasComparativo: as picapes a diesel 4×4 cabine dupla mais baratas do mercado18 jun 2019 - 09h06 NotíciasComparativo: Mitsubishi Pajero Sport e Toyota SW4, SUVs de famílias brutas21 maio 2019 - 07h05 TestesComparativo: por R$ 70 mil você vai de hatch, sedã, minivan, jipe ou SUV?6 mar 2019 - 07h03 FICHA TÉCNICA Preço: R$ 188.990 Motor: diesel, diant., long., 5 cil. em linha, 3.198 cm3, 20V, 89,9 x 100,8 mm, 15,5:1, 200 cv a 3.000 rpm, 47,9 mkgf a 1.750 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial tras. Suspensão: braço sobreposto (d)/eixo rígido com molas semielípticas (t) Freios: disco ventilado (diant.) e tambor (tras.) Direção: elétrica, 12,2 m (diâmetro de giro) Rodas e pneus: liga leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 535,4 cm; largura, 186 cm; altura, 184,8 cm; entre-eixos, 322 cm; altura livre do solo, 23,2 cm; peso, 2.261 kg; tanque, 75 l; caçamba, 1.180 l; capacidade de carga, 1.009 kg View the full article
  19. É ligar na tomada 110/220V, fechar o carro e deixar funcionar por 30 minutosQuatro RodasQue tal acabar em minutos com qualquer odor e ainda eliminar microrganismos no interior do veículo, como bactérias, vírus e fungos, responsáveis por causar doenças respiratórias? Assim é anunciado o gerador de ozônio OZplus 70 W, fabricado pela Wier. Desenvolvido com tecnologia nacional, o aparelho usa o processo de oxi-sanitização: capta o oxigênio (O2) e o transfere à placa de plasma frio para convertê-lo em ozônio (O3), gás com características bactericidas. Ele parece um estabilizador de voltagem (22 cm de comprimento x 17 cm de largura x 26 cm de altura), pesa 3 kg e funciona em qualquer tomada doméstica (110 ou 220 V). O seu funcionamento também é simples apesar da aparência meio antiquada: coloque-o no piso do carro, ligue-o e deixe que ele faça a parte dele. Segundo Bruno Mena Cadorin, diretor da Wier, o ideal é deixá-lo dentro do veículo fechado programado para 30 minutos. Após isso, o desligamento é automático. “No caso de sujeiras líquidas e/ou sólidas, deve-se fazer uma limpeza prévia e só depois utilizar o gerador de ozônio.” Gerador de ozônio Wier OZplus 70 W – nota 9Quatro RodasPara o teste, encomendamos uma avaliação à microbiologista Maria José Silveira, diretora do Laboratório Controlbio. Três Ford Ka 2018 passaram pelo mesmo procedimento: foi coletado material das superfícies internas antes e depois de passarem pelo tratamento de ozônio de 30 minutos. Mais tarde, as amostras ficaram incubadas em laboratório por três dias para bactérias e cinco para fungos. E não é que ele funcionou bem? “Nos três carros, que antes da oxi-sanitização, apresentavam média de 163 UFC/m³ (Unidade Formadora de Colônia por metro cúbico) de bactérias e 200 UFC/m³ de fungos, houve redução de até 92,59% e 82,05%, respectivamente”, relata Maria José. Mena diz que o resultado seria ainda melhor se fosse feita antes a limpeza interna e a troca do filtro de ar da cabine. Além do carro, o OZplus pode ser usado em casa ou no escritório, mas não sai barato: R$ 2.890. Como uma higienização profissional custa cerca de R$ 250, faça as contas para ver se vale a pena no seu caso. Veja também Auto-serviçoVaporizador de combustível promete reduzir consumo em até 40%; consegue?22 maio 2019 - 07h05 NotíciasAuto-serviço: saiba como o sol e o calor podem prejudicar seu carro21 jan 2019 - 09h01 Auto-serviçoAuto-serviço: vale a pena trocar o seguro por um rastreador?2 maio 2018 - 15h05 Avaliação Cumpre o que promete? Sim Nota: 9 Comentário: o equipamento é leve, compacto, fácil de usar e, acima de tudo, eficiente na ação antibacteriana e eliminação de fungos. Preço médio: R$ 2.890 Compra: wier.com.br View the full article
  20. É possível tirar a chave do Creta sem travar o câmbioQuatro RodasDá para tirar a chave do Hyundai Creta com o câmbio fora da posição P. Isso pode afetar a segurança? — Renan Domingo, Belo Horizonte (MG) Segundo a Hyundai, não. A empresa diz que essa situação não é perigosa e “trata-se apenas de uma configuração de transmissão dos modelos da marca”. A HMB compara a situação com um veículo manual, que pode ser desligado independentemente da posição em que o câmbio estiver. A marca também destaca que a proteção está no ato de ligar o motor, possível apenas com o câmbio em P. Essa característica, porém, pode ser perigosa para quem tem o hábito de não acionar o freio de estacionamento e deixar o carro só em Parking. Como a maioria dos modelos só permite a remoção da chave com o câmbio travado, o hábito pode fazer com que o motorista desligue seu carro achando que ele já está em P. Desarme complexo A maioria dos carros possui uma trava para que a alavanca do câmbio saia da posição <em>parking</em>Quatro RodasQuando um carro está sem bateria, às vezes não é possível destravar o câmbio da maneira convencional, já que o mecanismo da trava normalmente usa energia elétrica para ser acionado. Por conta disso, a grande maioria dos automóveis possuem diferentes métodos para soltar a transmissão, permitindo que o carro seja rebocado ou movimentado. Isso pode envolver a colocação da chave em reentrâncias próximas à alavanca do câmbio, o desencaixe da coifa da manopla ou mesmo o acionamento de comandos dentro do cofre do motor. Veja também Auto-serviçoDeixar carro automático em drive no semáforo gasta mais combustível?6 jun 2019 - 07h06 Auto-serviçoCorreio Técnico: assistente de partida em rampa funciona em carro manual?15 ago 2019 - 07h08 Auto-serviçoEm qual posição é melhor deixar o câmbio automático em paradas longas?23 jul 2019 - 12h07 Tem outras dúvidas? Envie sua pergunta para correiotecnico@abril.com.br! View the full article
  21. Obrigado Dudu, Consegui aqui na cidade fazem 10 anos já, foi um achado mesmo. Ele assim dessa cor, e faz um ano e meio que reformei ele e pintei de preto. abrax
  22. FULLPOWER - A fama da picape Volkswagen com motor V6 3.0 TDI é de que anda demais, mesmo original de fábrica. E existem várias por aí com ... Amarok V6 ainda mais forte: chip, filtro e escape para muito resultado! View the full article
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