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  1. Past hour
  2. Focal will ship in January a new line of Harley-Davidson speakers, announced Orca Design and Manufacturing, which distributes Focal in the US. The line includes four models that fit years 1998-2013 and 2014 to present. The new kits allow speaker replacement without altering the Harley dash design. The HDK165 series is based on Focal’s K2 […] The post Focal Intros New Motorcycle Speakers appeared first on ceoutlook.com. View the full article
  3. Modelo também garantiu dois reconhecimentos especiais Advanced Awards devido à recursos de frenagem autônoma de emergência e a proteção aos pedestres O Novo Corolla obteve nota máxima de segurança segundo os mais atuais protocolos em teste de colisão realizado pelo Latin NCAP, braço do renomado programa Global NCAP, que promove testes de segurança de automóveis comercializados na América Latina. Com cinco estrelas alcançadas, válidas para adultos e crianças, foi garantido graças ao veículo ser equipado, desde a versão de entrada, com Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) e sete airbags (sendo dois frontais, um de joelho para o motorista, dois laterais e dois de cortina). O Novo Corolla é construído sob a plataforma GA-C, derivada da TNGA, sigla em inglês de Toyota New Global Architecture (Nova Arquitetura Global Toyota), que diz respeito a uma filosofia de fabricação focada em melhorar drasticamente o desempenho do carro e destacar as características únicas de cada modelo, melhorando significativamente os componentes essenciais que fazem parte do veículo e têm um impacto direto no design, conforto, desempenho e segurança. Além de se consolidar como o sedã médio mais seguro da América Latina, a partir deste resultado, o Novo Corolla torna-se ainda o veículo mais seguro já produzido pela Toyota em seus mais de 60 anos de trajetória no País, o que demonstra o comprometimento da fabricante com a segurança, um de seus pilares fundamentais. Resultados Conforme divulgado pelo Latin NCAP, o Novo Corolla mostrou boa proteção a seus ocupantes nos três cenários de testes realizados: colisão de veículo frontal, lateral e impacto lateral contra poste, tendo atendido confortavelmente também aos requisitos de teste ESC (controle eletrônico de estabilidade). O resultado inclui ainda proteção notável para crianças ocupantes com pontos completos nos testes dinâmicos, por meio da instalação das cadeiras infantis voltadas para trás, com ancoragens ISOFIX, seguindo as melhores práticas globais recomendadas. O resultado é válido para todas as versões do Corolla disponíveis em toda a América Latina e no Caribe. Latin NCAP Advanced Awards A alta qualidade e eficiência dos itens de segurança que equipam o Novo Corolla também lhe atribuíram dois importantes reconhecimentos Latin NCAP Advanced Awards O primeiro deles está relacionado ao dispositivo de frenagem autônoma de emergência (AEB), que integra o pacote Toyota Safety Sense. Já a segunda conquista se deve à alta proteção ao pedestre em caso de atropelamento, devido à estrutura da carroceria do veículo, segundo os regulamentos da ONU. Desempenho no Brasil Desde seu lançamento, o Novo Corolla já soma 15 mil unidades vendidas no Brasil, superando as expectativas iniciais em 15%. Deste total, 22% das vendas foram representadas pela configuração Híbrida flex, enquanto as demais versões 2.0L Dynamic Force representam 78%. Vale mencionar que, no Brasil, o modelo é líder de seu segmento há cinco anos consecutivos. Atualmente, o Novo Corolla produzido no Brasil é exportado para Argentina, Paraguai, Uruguai, Equador e Colômbia. No mundo, o modelo é fabricado em 15 locais diferentes e vendido em mais de 150 países, com vendas que superam 45 milhões de unidades desde 1966, ano de sua estreia. O post Novo Corolla 2020 recebe nota máxima em testes de segurança Latin NCAP apareceu primeiro em Revista Car Stereo. View the full article
  4. Today
  5. Radares do tipo pistola voltarão a ser utilizados em rodovias federaisMarco de Bari/Quatro RodasA Justiça Federal em Brasília determinou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) retome integralmente a utilização de radares móveis nas rodovias federais até o próximo sábado (14). O uso de medidores de velocidade móveis e portáteis em rodovias fiscalizadas pela PRF está suspenso desde agosto, por determinação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que suspendeu a utilização de radares móveis. Originalmente, a medida valeria “até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização”. Radares montados em tripés são erroneamente chamados de móveisGladstone Campos/Quatro RodasA decisão de revogar a suspensão é do juiz Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara Federal Cível, que atendeu a um pedido liminar feito pelo Ministério Público Federal (MPF) e entendeu que a falta dos radares pode causar danos à sociedade. O magistrado se apoiou nas regras Código de Trânsito Brasileiro, onde consta que “órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações à defesa da vida”. Ainda foi fixada uma multa diária de R$ 50 mil por dia de descumprimento da decisão. Tipos de radares O radar mais comum que teve seu uso suspenso em vias federais é o portátil, popularmente (e erroneamente) chamado de “móvel”. Ele normalmente fica apoiado em um tripé e é posicionado à margem da via. Radares fixos não tiveram seu funcionamento afetado pela decisãoHenrique Rodriguez/Quatro RodasOutra variação é do tipo “pistola”. Como o apelido indica, ele é segurado pelo próprio policial, que o aponta para o veículo que será fiscalizado. O móvel é raro no Brasil. Ele é montado em uma viatura, e permite a fiscalização de outros veículos enquanto os policiais também estão em movimento. Veja também NotíciasNovo radar percebe quando você está usando celular – e te multará por isso2 dez 2019 - 14h12 Auto-serviçoCorreio Técnico: posso tomar multa por usar DRL no lugar do farol baixo?3 out 2019 - 07h10 NotíciasBolsonaro cancela instalação de 8 mil radares em rodovias federais1 abr 2019 - 08h04 Radares fixos, montados sobre pórticos ou postes, não foram afetados pela decisão e seguiram em operação. View the full article
  6. tentei enviar MP. mas acredito que sua caixa está cheia
  7. Kwid passou de ano, mas foi de raspãoXico Buny/Quatro RodasApós uma longa espera, recebemos nosso Renault Kwid Intense em março de 2018. A autorizada paulistana R-Point tratou bem: cobrou preço de tabela (R$ 40.390, à época) e nos presenteou com um jogo de tapetes no qual o do motorista tinha furação compatível com o sistema original de travas. Mas também deu suas pisadas na bola – você vai ver mais adiante. De cara, um campeão de reclamações: a resposta tardia do sistema de freios. Todos que dirigiam o Kwid pela primeira vez voltavam com relatos de uma quase-batida com ele, já que demorava mais do que o esperado para responder. Outro ponto que desagradou bastante foi o elevado nível de ruído da ventoinha. “O barulho é muito acima do normal inclusive para quem está fora do carro. No semáforo, cheguei a ouvir de um motoqueiro: ‘Mandou instalar ventoinha de caminhão? É movido a vento?’”, relembra o piloto de teste Eduardo Campilongo, um dos muitos reclamantes. A vibração também atrapalhou a vida a bordo. “Fiz uma viagem longa com o Kwid. Quando parava para descansar, meus pés pareciam formigar. Cheguei a pensar que o banco estava afetando a circulação de sangue nas pernas. Só depois me dei conta de que o problema era a vibração excessiva”, relata o nosso colaborador Alexandre Battibugli. O baixo consumo de combustível rendeu elogios, mas que não compensaram as críticas graves e recorrentes. O pior, no entanto, veio na primeira revisão, aos 10.000 km. Apesar de a R-Point ter dito que o sistema de faturamento junto à fábrica só liberava a entrega do carro mediante a execução de todos os recalls, descobrimos na primeira revisão que rodamos por 10.000 km sem o reparo para evitar possíveis trincas no sistema de freios. “Além dos serviços da primeira revisão, trocamos os discos e as pastilhas por conta de um recall de novembro de 2017”, informou o consultor da concessionária Itavema. Perguntamos, então, como pegamos um carro em 2018 sem a execução do serviço de recall. “Não faço a mínima ideia. De fato, o faturamento é bloqueado até que o veículo em questão conste no sistema como corrigido.” Kwid fez três viagens até o Rio de Janeiro (RJ)Eduardo Campilongo/Quatro RodasFizemos a mesma pergunta à Renault, que confirmou o bloqueio de segurança, mas disse que precisaria do número do chassi do nosso Kwid para uma apuração mais aprofundada. Nós, claro, negamos. Dos 10.000 km aos 20.000 km, as queixas sobre ruídos se multiplicaram. A ventoinha seguiu como líder, mas ganhou a companhia do tampão saltitante do porta-malas, da suspensão dianteira e até das chapas defletoras de calor, no assoalho. Na segunda revisão, feita na Sinal, até tentaram, sem muito sucesso, achar uma solução para a barulheira. Mas logo depois, antes dos 21.000 km, um novo ruído surgiu: uma braçadeira estava resvalando na já ruidosa ventoinha. Uma visita extra à rede Renault resolveu esse problema de imediato. Antes dos 30.000 km, outra reclamação generalizada: a central multimídia com pareamento difícil e péssima qualidade do microfone. A gente até ouvia a pessoa do outro lado da linha, mas ela praticamente não conseguia ouvir quem usava o Bluetooth do Kwid. Na terceira visita à rede para manutenção, altos e baixos. A Itavema acertou ao condenar as pastilhas, já em fim de vida útil – ou seja, duraram pífios 20.000 km –, mas negligenciou por duas vezes a necessidade de troca dos amortecedores. Na verificação pré-revisão, nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, já havia detectado o fim da vida útil das pastilhas e um vazamento no amortecedor dianteiro esquerdo. Perdemos a confiança na Itavema e pedimos uma inspeção da suspensão na Armando, de São Caetano do Sul (SP), onde o técnico detectou o vazamento de imediato. Apesar do preço promocional para a troca do kit dianteiro (par de amortecedores e batentes), por R$ 1.016, o valor é salgado para um veículo de baixo custo. Lembra dos ruídos na suspensão? Ao trocar os amortecedores, eles praticamente sumiram. Aos 40.000 km, aplicamos a regra de fazer ao menos uma das revisões fora do estado de São Paulo, ampliando a abrangência do teste. Fomos para Pouso Alegre (MG), na concessionária Via Mondo. Do agendamento à retirada, tudo fácil, ágil e cordial. Só não conseguiram eliminar por completo a vibração no volante acima dos 110 km/h. Os pneus não resistiram e, quase aos 50.000 km, um novo jogo foi compradoEduardo Campilongo/Quatro RodasMas deram um alerta que, assim como as pastilhas e os amortecedores, iria encarecer a manutenção: os pneus já estavam se aproximando do fim da linha. A história mostra que raramente a rede autorizada é competitiva em preço de pneus. Com o Kwid não foi diferente: na rede, cada 165/70 R14 81T (mesma especificação aplicada no Nissan March) saía por até R$ 389. Substituímos os quatro ao custo unitário de R$ 223 na loja Pneus Paulista, ou seja, 42,7% mais barato. Com novos calçados, o Kwid encostou na Amazonas para a quinta revisão. De cara, relatamos para o consultor nosso descontentamento com a embreagem, com pedal duro e trepidação nas arrancadas, além de um alerta visual no painel que a concessionária France Colorado, de Brasília (DF), havia detectado como sendo o sensor de posição do pedal de acelerador – a troca não foi feita por lá mesmo por indisponibilidade da peça. “Como esses problemas têm afetado outros Kwid, a Renault autorizou o conserto em garantia”, disse o técnico da Amazonas. Revigorado aos 50.000 km, com pneus e embreagem novos, o Kwid não oferecia uma rodagem tão digna desde a sua estreia. Mas a alegria durou pouco. Antes dos 55.000 km, as más vibrações tomaram conta do hatch que quer ser SUV: a embreagem, a direção e até o limpador do para-brisa (trocado na quinta revisão) começaram a vibrar. Até a suspensão piorou: além de ruidosa, passou a ser acometida por alguns estalos. Mas ainda dava para piorar… Aos 59.516 km, as pastilhas chegaram ao fim. Sim, em menos de 60.000 km, nosso Kwid pedia o seu terceiro jogo de pastilhas (R$ 199) – um recorde negativo histórico no Longa Duração. E, dessa vez, com o agravante da necessidade de troca do par de discos (R$ 401), o que elevou a conta para exatos R$ 600, na Sinal. Ainda que não oficialmente, a Renault reconhece as críticas feitas ao sistema de freio com disco sólido do nosso Kwid ao longo do teste. “Considero positivo todo tipo de feedback dos consumidores. As críticas feitas no teste de Longa Duração desencadearam o processo que levou à nossa decisão de optar por um novo conjunto de freio desde a estreia da linha 2020 do Kwid, que passou, inclusive, a contar com discos ventilados”, diz um diretor da Renault do Brasil que pediu para não ser identificado. Baixo consumo Enfrentamos muitos problemas, mas é preciso dizer: ainda que em proporção mais contida, o Kwid também foi elogiado. Baixo consumo de combustível, boa oferta de espaço e equipamentos e estilo foram, nessa ordem, os pontos positivos mais destacados. E mais: comparado a Mobi e Uno, o Kwid é referência em acabamento e, no confronto com o Ka, se mostrou mais confiável, já que o Ford viveu um episódio de superaquecimento. A luz de avaria apareceu no painelPéricles Malheiros/Quatro RodasDado o resumo do nosso convívio com o Kwid, é chegado o momento do desmonte. Fato raro, dessa vez, temos um sistema reprovado: de freios. Ainda que os novos Kwid tenham, ao menos em tese, resolvido essa questão, o nosso carro penou demais. Modularidade de pedal péssima, descontrole de aplicação de correção em decorrência de recall, elevado consumo de pastilha e necessidade de troca de discos levaram à reprovação. Mas teve mais. No desmonte, uma das pastilhas foi encontrada com 8,2 mm de espessura. Como uma nova tem 10 mm, a análise indica um consumo de material de 1,8 mm em apenas 935 km – rodagem desde a troca, aos 59.516 km. A que menos desgastou estava com 9,2 mm, o que projeta um consumo menos radical, mas indica desequilíbrio de pressão hidráulica nas pinças. Além de um sistema reprovado, o Kwid sai do Longa Duração com outros três alocados no campo amarelo do desmonte. Enquanto o pino se escondeu no acabamento da portaPéricles Malheiros/Quatro RodasMerecem mais atenção da fábrica e da rede Renault os coxins (a peça central, também chamada de coxim de câmbio, foi encontrada com ruptura do material elástico), a suspensão (as duas bandejas estavam com buchas rompidas) e o sistema de arrefecimento (a ventoinha fez barulho acima do normal durante todo o teste e as colmeias do radiador e evaporadora do ar-condicionado estavam com marcas de atrito, apesar de estarem corretamente fixadas). Por fim, a parte que deveria estar ainda mais recheada: a verde, dos componentes aprovados após 60.000 km. O motor e o câmbio passaram fácil pelo crivo do nosso consultor técnico, Fabio Fukuda. “Os dois sistemas de maior relevância estavam em ótimo estado geral. O motor estava com todas as dimensões dentro dos parâmetros da Renault e o câmbio não tinha qualquer sinal nos componentes internos que indicasse que, em algum momento, ele trabalhou de maneira irregular”, disse. No desmonte, virabrequim, comandos, pistões, anéis e cilindros são meticulosamente medidos com ferramentas de alta precisão. Mania de limpeza A aprovação ou reprovação é feita de maneira objetiva, comparando os dados aferidos com os constantes no manual de reparação oficial do carro. “A inspeção visual também é muito importante, já que é por meio dela que detectamos, por exemplo, sinais de deficiência de lubrificação, dos efeitos de temperatura excessiva ou de atrito irregular entre parte”, explica Fukuda. Foi a análise das superfícies que levou nosso técnico a elogiar tanto as válvulas, quanto os pistões. “Ambos estavam com baixo nível de acúmulo de material carbonizado. Nem pareciam pés de válvulas e câmaras de combustão de um motor com 60.000 km rodados”, elogiou Fukuda. Valente, Kwid foi até Planaltina (DF)Péricles Malheiros/Quatro RodasNo câmbio, tudo em perfeito estado: “Engrenagens, garfos, luvas e anéis sincronizadores atravessaram os 60.000 km em excelente estado. Pena que a embreagem e o coxim de câmbio não se saíram tão bem”, disse. A carroceria também foi aprovada no desmonte. Isenta de sinais de invasão de água ou poeira, deu suporte a um acabamento com materiais simples, mas muito bem montado, tanto por dentro como por fora. As travas de sustentação dos para-choques são fortes, assim como o sistema de fixação do painel e de todos os componentes que ele recebe. Assim, o Kwid prova que veículos de baixo custo podem, sim, ter construção e montagem confiáveis, bem diferente do que vimos no Mobi e no Uno de Longa Duração, nos quais o acabamento foi justamente um dos pontos críticos. Salvo, mas com ressalva O fato é que o Kwid se despede de nossa frota aprovado, mas com pesadas ressalvas. A mistura do freio frágil com a desatenção da concessionária e a falha do sistema que deveria ter impedido a entrega de um carro que era alvo de recall foi um pênalti, pois rodamos por 10.000 km sob risco de acidente. Amortecedores trocados, buchas de bandejas danificadas e coxim central rompido nos dão tranquilidade para afirmar: o projeto carece de melhor dimensionamento para adequação às condições de rodagem do Brasil. Para quem compra um carro de baixo custo, peças com maior durabilidade também seriam bem-vindas, afinal a manutenção prematura de freio, suspensão e embreagem, por exemplo, atrapalham o planejamento do orçamento. Peças aprovadas Grande estreia <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasPor se tratar de um motor estreante no Longa Duração, demos atenção especial a ele. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasE o primeiro 1.0 três-cilindros da Renault superou as expectativas: não foram encontrados nenhum sinal de falta de lubrificação ou problema tribológico, ou seja, de atrito entre partes. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasElogiado durante os 60.000 km, nos quais impulsionou o Kwid com baixo consumo de combustível, ele se despede como um dos destaques positivos. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasVira e comando <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasVirabrequim e comandos das válvulas de admissão e escape superaram bem os 60.000 km. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasTodas as análises dimensionais, bem como as inspeções de superfícies levaram à aprovação sem ressalva dos componentes. As bronzinas de mancais de apoio também foram vistoriadas e igualmente aprovadas. Limpeza total <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasTodo o sistema respiratório foi aprovado. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasNo cabeçote, contaminação das galerias em nível compatível com a quilometragem e retentores de óleo cumpridores de sua função. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasO corpo de borboleta ficou íntegro e sem bloqueios <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasInjetores também chegaram aos 60.000 km com índice de sujidade considerado normal. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasCâmbio em alta, embreagem em baixa <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasA embreagem foi criticada durante quase todo o teste. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasTrepidante e com acionamento pesado, chegou a ser reparada em garantia na revisão dos 50.000 km. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasFicou boa, mas voltou a vibrar pouco tempo depois. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasJá o câmbio mostrou tanta robustez quanto o motor e chegou aos 60.000 km em estado de zero-quilômetro. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasCarroceria e interior <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasComo esperado num projeto de baixo custo, os materiais aplicados na cabine do Kwid não são refinados. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasMas são resistentes e muito bem montados. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasPresilhas de alta pressão, travas de fixação robustas e parafusos em quantidade adequada e corretamente distribuídos fixaram componentes igualmente confiáveis. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasA única intercorrência ao longo dos 60.000 km foi o sensor de posição do pedal do acelerador, trocado em garantia. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasPeças em atenção Suspensão rebaixada <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasDefinitivamente, o Kwid não é um legítimo SUV. Se fosse, sua suspensão seria muito mais robusta. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasAliás, mesmo para um hatch popular, ela se mostrou frágil demais: trocamos um par de amortecedores e, no desmonte, a bucha das duas bandejas foram encontradas rompidas. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasEram elas as responsáveis pelos rangidos e estalos reportados pelos motoristas. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasA caixa de direção, por sua vez, foi bem. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasSó veio parar aqui por conta do antiquado sistema de fixação de sua coifa, que usa um arame retorcido. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro Rodas“Não via isso desde a década de 80”, disse, espantado, o nosso consultor técnico, Fabio Fukuda. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasBullying eólico <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasPor conta do barulho exagerado do ventilador do sistema de arrefecimento em funcionamento, chegamos a ouvir piadinha de um motoqueiro no semáforo: “Mandou instalar ventoinha de caminhão? É movido a vento?”. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasAcionada, a ventoinha chegava a alterar a rotação de marcha lenta do motor. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasAs colmeias do radiador e do sistema evaporador do ar-condicionado estavam corretamente fixadas, mas, mesmo assim, tinham sinais de atrito mecânico. O suporte que não suportou Via de regra, o powertrain (motor e câmbio) de um carro é preso ao cofre em três pontos. Como são elementos vibratórios e dinâmicos com tendência ao movimento de torção, componentes metálicos com absorvedores de borracha dão suporte ao conjunto nos três pontos. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasEssas peças são os famosos coxins. No caso do nosso Kwid, um deles – o central – foi encontrado rompido no desmonte. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasOu seja, já não cumpria mais o seu papel. A detecção do coxim quebrado explica a recorrência de reclamações a respeito do excesso de vibração sentida na carroceria. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro Rodas“Quebras de coxim têm sido cada vez mais raras em carros de Longa Duração. A embreagem trepidante certamente não foi a causadora do rompimento, mas pode ter aumentado a extensão do dano”, explica Fabio Fukuda. Peças reprovadas <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasChamada geral <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasDesde a linha 2020, os Kwid saem de fábrica com freio melhorado em relação aos de 2018 (como o nosso) e 2019. Ponto para a Renault, que enxergou a necessidade óbvia de mudança. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasMas, por se tratar de um sistema básico de segurança, performance (foram várias as reclamações) e durabilidade tão abaixo da média, melhor mesmo seria se a Renault fizesse uma convocação para adequar todos os modelos vendidos com freio a disco sólido. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasAo longo de 60.000 km, nosso carro teve inacreditáveis três trocas de kit de pastilhas e uma de um par de discos. <span class="hidden">–</span>Renato Zimmermann/Quatro RodasDurante o Longa Duração, rivais como Ford Ka e Fiat Mobi não precisaram de nenhum tipo de manutenção nos freios. Veredicto Quatro Rodas O Kwid se despede de nós aprovado, mas com sérias ressalvas. O freio é, de longe, a questão mais crítica. Mas coxins e suspensão também pedem mais atenção por parte da Renault. Resolvidos esses pontos de fragilidade, aí, sim, o dono do Kwid pode usufruir melhor dos seus pontos fortes, como a economia de combustível, a integridade do motor e a solidez do acabamento. Folha corrida Tabela de Preço Em maço de 2018 – R$ 40.390 Atual (modelo usado) – R$ 35.824 Atual (modelo novo) – R$ 42.490 Quilometragem Urb. 17.954 km (29,7%) Rod. 42.497 km (70,3%) Total 60.451 km Combustível Em litros 4.022,47 Em reais 17.580,30 Cons. médio 15 km/l Manutenção (revisão/alinhamento) 10.000 km – Itavema 1 – R$ 365/R$ 199 20.000 km – Sinal – R$ 350/R$ 129 30.000 km – Itavema 2 – R$ 335/R$ 200 40.000 km – Via Mondo – R$ 552/R$ 70 50.000 km – Amazonas – R$ 418/- Extras (essenciais) 4 pneus – R$ 892 2 amortecedores diant. com kit – R$ 1.016 2 kits de pastilha – R$ 371 1 par de discos – R$ 401 1 película solar – R$ 250 1 alinhamento – R$ 110 1 palheta – R$ 64 Extras (acidentais) sem ocorrências Custo por 1.000 km Combustível – R$ 290,82 Revisões – R$ 33,42 Alinhamento – R$ 9,89 Extras (essenc.) – R$ 51,35 Total – R$ 385,48 Ocorrências 14 km Resposta lenta de pedal de freio 35 km Ruído exagerado da ventoinha do radiador 3.887 km Embreagem trepidando nas arrancadas 5.211 km Pino-trava da porta traseira esquerda solto 9.965 km Troca de pastilhas 15.121 km Suspensão dianteira barulhenta 23.886 km Viva-voz com microfone ruim 30.102 km Troca de pastilhas 35.939 km Troca do par de amortecedores dianteiros 49.267 km Troca do jogo de pneus 49.968 km Troca da palheta 59.516 km Troca de pastilhas e discos de freio Testes Aceleração 1.009 km 60.000 km Diferença 0 a 100 km/h 15,2 s 14,4 s 5,26% a a 1.000 m 36,7 s / 138,3 km/h 36,5 s / 137,3 km/h 0,54% / 0,72% Retomadas D 40 a 80 km/h 8,9 s 8,4 s 5,62% D 60 a 100 km/h 14,5 s 13,8 s 4,83% D 80 a 120 km/h 25,8 s 22 s 14,73% Consumo Urbano 14,6 km/l 13,9 km/l 4,79% Rodoviário 18,2 km/l 17,6 km/l 3,30% Ruído interno Neutro/RPM máx. 42,1/72,8 dBA 42,8/70,1 dBA -1,66% / 3,71% 80/120 km/h 69,9/75,8 dBA 72,3/75,2 dBA – 3,43% / 0,79% Ficha técnica – Renault Kwid Intense 1.0 12V 2018 Motor: flex, dianteiro, transversal, três cilindros em linha, 999 cm³, 12V, DOHC, 69,0 x 66,8 mm, 10,0:1, 70/66 cv a 5.500 rpm, 9,8/9,4 mkgf a 4.250 rpm Câmbio: manual, 5 marchas, tração dianteira Direção: elétrica, 3,5 voltas Suspensão: independente, McPherson (dianteira); dependente, eixo rígido (traseira) Freios: disco sólido (dianteira), tambor (traseira) Pneus: 165/70 R14 Peso: 786 kg Peso/potência: 11,23/11,91 kg/cv Peso/torque: 80,20/83,62 kg/mkgf Dimensões: comprimento, 369 cm; largura, 158,6 cm; altura, 147,4 cm; entre-eixos, 242,3 cm; altura livre do solo, 18 cm; porta-malas, 290 litros; tanque, 38 litros Principais equipamentos de série: ar-condicionado, direção elétrica, airbags laterais, faróis de neblina, central multimídia, bancos de tecido sintético imitando couro, calotas aro 14, três apoios de cabeça no banco traseiro, trio elétrico, maçanetas pintadas na cor da carroceria e retrovisores externos em preto-brilhante View the full article
  8. Lambrespa: Brasil também tem projeto de mini-moto com partes de FuscaGarage 51/ReproduçãoLembram da Volkspod, incrível mini-moto produzida com peças de Fusca? Feita por Brent Walter nos Estados Unidos, ela ganhou o coração dos amantes (e não amantes) do Volkswagen que marcou época em todo o mundo. Mas você sabia que um projeto idêntico a esse foi feito aqui no Brasil? Volkspod foi feita por Brent Walter nos Estados UnidosBrent Walter/ReproduçãoIsso mesmo! Assim como o criador da Volkspod, o catarinense Rogério Jung é um restaurador e inventor amador. Ele contou exclusivamente para QUATRO RODAS os detalhes da produção da Lambrespa – nome dado por ele à mini-moto. Tudo começou quando Jung recebeu fotos da moto construída por Walter no início deste ano e, em 19 de maio, decidiu junto de seus amigos fazer uma em sua oficina: a “Garage 51”, em Jaraguá do Sul (SC). Equipe na foto: Valfredo Scheidt, Sidnei Devigili, Rogério Jung, Bruno Rodrigues e Juarez Monteiro. Arnoldo Jung não está na imagem, mas completa o timeGarage 51/ReproduçãoAntes de colocar a mão na massa, o restaurador brasileiro tratou de comprar todas as peças que seriam usadas na fabricação: para-lamas, lanterna e farol, vindos do Fusca; um motor estacionário de 210 cc; rodas similares à de um patinente ou skate elétrico. Depois disso foi a hora de pensar na parte estrutural e, para isso, o projeto em mente foi passado para um software de desenho técnico, onde começou a ganhar suas formas. Devidamente alinhado no monitor, era hora de se tornar algo físico. Então, Jung juntou sua equipe na oficina de restauração e começou a fazer o chassi soldando as barras de ferro. Para finalizar a estrutura, o grupo soldou uma parte do quadro de uma bicicleta Monark de 1980 no chassi. Chassi é composto por barras de ferro soldadas ao quadro de bicicletaGarage 51/ReproduçãoCom isso feito, chegou a hora de produzir a carenagem com os pára-lamas de Fusca. Segundo Jung, essa foi a parte mais difícil de fazer, porque “foi tudo meio que de olho.” Ele ainda confessou que. ao terminar a solda. teve de cortar tudo para fazer ajustes. “Já havíamos soldado e tivemos que cortar depois de pronto, porque esqueci do espaço do farol na frente.” Roberto Jung cortando a solda dos pára-lamasGarage 51/ReproduçãoCom os pára-lamas cortados e soldados, a Lambrespa partiu para um banho de tinta. A Lambrespa recebeu um pouco de massa para ficar com a superfície lisa e logo depois veio a pintura azul. Tudo estava pronto e então começou o processo de montagem. O chassi era a base e ganhou as rodas de mini-moto e o motor de 210 cc e 7 cv de potência. Logo em seguida, a carenagem foi montada. Por fim, farol, lanterna e guidão foram fixados em seus lugares. Jung e sua equipe iniciaram a segunda LambrespaGarage 51/ReproduçãoEntusiasmado com o resultado, ele nos informou que vai continuar com a produção das motinhas. A novidade é que as próximas Lambrespas deverão receber carenagem em fibra de vidro. A intenção é comercializar a mini-moto, mas ainda não há detalhes sobre quando isso acontecerá ou quanto custará. Veja também NotíciasVolkspod: a incrível mini-moto com peças e charme do VW Fusca15 nov 2019 - 07h11 Notícias74 anos depois, VW produz o último Fusca da história. Por enquanto…10 jul 2019 - 17h07 NotíciasHistória do Fusca nacional é tão confusa que até a VW se perde ao contá-la22 jan 2019 - 10h01 O inventor ainda falou sobre um novo projeto: um triciclo. Assim como a moto, teria base do Fusca, porém com um sentimento diferente. Jung é deficiente físico e se locomove com uma cadeira de rodas. “Agora vou fazer um projeto baseado nesse aí [Lambrespa] para pode embarcar com minha cadeira de rodas”. View the full article
  9. FULLPOWER - A Ford mostrou na noite desta quarta-feira (11), em São Paulo, uma nova versão do Mustang. Batizada de Black Shadow, a configuração alusiva aos 55 ... Mustang Black Shadow estreia em janeiro por R$ 328.990 View the full article
  10. Que som, hein? Se fosse meu, eu colocaria uns HPX 2120 pegando 80hz acima, pq tá um buraco ENORME dos 80 a uns 250hz! E só usaria subs assim, se tivesse muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito dinheiro sobrando! Pq o mesmo som com 6x18" "normais" (tipo 18sub800) tocaria praticamente igual porém jogando mais longe e com 30% da potência aplicada! Só tocaria menos de perto, a uns 5 metros ou menos!
  11. Hoje troquei os players e som mudou da água para o vinho. Nem parece o mesmo. Apareceu a oportunidade de um JL 12 W0V3 com box por R$ 500,00. Achei um preço legal. Mas aí teria que mudar o módulo, certo? Um SD 800.4 daria?
  12. No caso mesmo tocando, sem o Y ele pode estar mandando menos potencia? No manual do meu não fala nada sobre isso... Mas amanha vou fazer o teste, tenho Y novos aqui sobrando mas o local dos módulos está bem complicado de mexer, ai preferi tirar a duvida antes, mas amanha verifico isso e falo pra vocês os resultado se caso outra pessoa precisar... Obrigado!
  13. Troca de versões: a série alusiva aos 55 anos, Black Shadow, substitui a GT PremiumDivulgação/FordA Ford vai promover uma mudança no catálogo do Mustang vendido no Brasil. Sai a versão V8 GT Premium, entra a Black Shadow, alusiva aos 55 anos do modelo, completados em 2019 – mas o ano-modelo do estreante é 2020. Faixas no capô e teto preto diferenciam o 55 Years Black ShadowDivulgação/FordA base mecânica é exatamente a mesma. Ou seja, também é empurrado por um poderoso V8 5.0 Coyote de terceira geração com 466 cv, 56,7 mkgf de torque e tecnologias impensáveis nos clássicos veoitões americanos: dois comandos de válvulas variáveis por bancada (um para as de escape e outro para as de admissão) e duplo sistema de injeção de gasolina (direta e indireta). As rodas continuam do mesmo tamanho (aro 19), mas no Black Shadow elas têm desenho exclusivoDivulgação/FordApesar do nome Black, que em outras marcas de automóveis identifica os modelos especiais produzidos exclusivamente na cor preta, o Mustang Black Shadow será oferecido em dez opções de cores: cinza, prata, laranja, branco, preto, dois tons de vermelho, dois tons de azul, além da verde, estreante no catálogo do cupê esportivo. No interior, revestimento de Alcantara nas portas e nos bancosDivulgação/FordIndependentemente da cor, o tratamento estético do Mustang 55 – como ele também está sendo chamado – é sempre o mesmo. Aerofólio preto, faixas decorativas nas laterais e no capô, rodas aro 19 com desenho exclusivo e emblema preto na grade frontal decoram a carroceria. Veja também TestesTeste: Ford Mustang GT V8, ele já está entre nós13 abr 2018 - 16h04 TestesComparativo: Ford Mustang x Chevrolet Camaro4 maio 2018 - 15h05 NotíciasFord confirma: Brasil está no radar de Escape híbrido e Mustang Mach-E19 nov 2019 - 08h11 A cabine também tem seus adornos exclusivos: bancos e portas com revestimento de Alcantara, apliques de fibra de carbono no painel e na alavanca do câmbio e logo 55 Years destacado no painel. As vendas do Mustang Black Shadow começam em janeiro de 2020. O preço é de R$ 328.900 – Mais caro, portanto, R$ 13.000 do que a versão GT Premium, que se despede do Brasil. View the full article
  14. Yesterday
  15. Acompanhando. Posta a descrição do set e fotos.
  16. eu acabei pegando o avh-z9280, mais pelo mecanismo (ainda ouço CD no carro) e pelos 2 USB (um vou usar com pendrive/celular e outro, escondido, vai ligado num ssd + case usb que montei, com todas as músicas - era um sonho antigo fazer isso, mas não tinha coragem com hd mecânico, achava sacanagem. Com ssd finalmente rolou, 500gb de mp3+flac sobre rodas). Espero que o áudio seja no mesmo nível do dmh-z então...
  17. Fala meus amigos..sou membro das antigas adormecido.. agora retorno com meu filho de 5 anos... comprei um celta...vou iniciar um projeto com meus equipamento guardados(das antigas).. Bom retornar e ver muitos dos meus amigos aqui aínda.. valeu.abraco Chumbinho..
  18. <span class="hidden">–</span>Marco de Bari/Quatro RodasA Toyota anunciou nesta semana que vai passar a oferecer kit GNV para o Etios sedã 2020. O preço sugerido para o dispositivo é de R$ 5.360, mas pode variar entre as oficinas autorizadas. O Gás Natural Veicular será oferecido em parceria com a Landirenzo – empresa italiana que produz o pacote do GNV há 65 anos – e tem por objetivo aumentar a economia de combustível. O sistema é composto por 11 componentes: injetores; suporte de cilindro; chave comutadora; dois cilindros de 7,5 cm3; central eletrônica; manômetro; sensor de temperatura de água; redutor de pressão; válvula de abastecimento; filtro de gás; sensor GNV. Ele será oferecido com duas opções de entrega. A primeira alternativa é retirar o carro na concessionária e levá-lo – em até 30 dias ou 5.000 km rodados – para uma oficina autorizada da Landirenzo para instalação. Dianteira do Etios SedanDivulgação/ToyotaA segunda opção é pegar o carro com o sistema já instalado na concessionária Toyota, mas, para isso, será preciso pagar o frete. Até o momento, apenas rede credenciadas de São Paulo e Rio de Janeiro poderão oferecer a instalação do kit, mas, a partir de junho de 2020, o projeto será expandido para as regiões Sul e Nordeste. Mesmo com a instalação do sistema, a empresa irá manter a garantia de três anos ou 100.000 km do sedã. Além disso, para não alterar as características de desempenho do Etios, a Toyota irá fazer ajustes nos carros que receberão o sistema. Veja também NotíciasEstão tentando instalar kit GNV em uma Ferrari F12berlinetta no Brasil16 maio 2019 - 13h05 NotíciasFiat Grand Siena passa a vir preparado para kit GNV por R$ 54.99030 abr 2019 - 17h04 NotíciasTeste: o Audi A5 com GNV de fábrica que pode chegar ao Brasil26 ago 2018 - 10h08 As modificações são: calibração do módulo de injeção; desenvolvimento de suportes dos componentes (cilindros, central eletrônica, flauta e válvulda de abastecimento/filtro); revisão do layout das mangueiras; tubulação; chicotes do sistema GNV. O Etios Sedan GNV será vendido nas versões X e X Plus. Ambas possuem motor quatro-cilindros 16V de 1.5L e 107 cv. O veículo terá duas configurações de câmbio: manual de seis velocidades ou automática com quatro. View the full article
  19. ESTOU VENDENDO TAMBEM OS SEGUINTES PRODUTOS  FAÇO PARCELAMENTO PELO MERCADO LIVRE    CD PLAYER PIONEER - DEX P9 (cd player) + DEQ-P9(processador) +CD IB100II (ipod adaptador) - valor R$ 2.200,00 SUB WOFER DLS NORDICA R$ 1.250,00 - usado (produto RESERVADO até 15/12, após esta data se não concretizar a negociação, produto volta para venda)  CABO ATLAS HYPER 1.5 - 9 metros (duas pernas de 4,5m - valor de R$ 710,00 - cabo novo, sem uso
  20. ESTOU VENDENDO TAMBEM OS SEGUINTES PRODUTOS  FAÇO PARCELAMENTO PELO MERCADO LIVRE    CD PLAYER PIONEER - DEX P9 (cd player) + DEQ-P9(processador) +CD IB100II (ipod adaptador) - valor R$ 2.200,00 SUB WOFER DLS NORDICA R$ 1.250,00 - usado (produto RESERVADO até 15/12, após esta data se não concretizar a negociação, produto volta para venda)  CABO ATLAS HYPER 1.5 - 9 metros (duas pernas de 4,5m - valor de R$ 710,00 - cabo novo, sem uso
  21. O 138 eu tive também, é igual (em áudio) ao z5080 que usava antes dos kenwood. Interessante vc falar isso do 8280. Vou buscar ouvir no meu set, tenho amigo lojista que se tiver lá na loja, ele deixa eu testar... Também tenho 307 como vc sabe, cortar a moldura como vc fez é freud!! E parece que não fica aquela perfeição de encaixe, né
  22. Lembro q quando saí do P01 (o irmão japa do P99RS) pro 9887, foi um sacrifício, pensei "fuuuuu..." Mas agora, saindo do DRZ pro 8280 ñ estou passando por esse drama! Esse player é BOM mesmo, heim! Eu tive o 138tv antes do DRZ, mas o 8280 tá se mostrando ainda melhor q o 138.
  23. Nãããooo!!! Foi DRZ pelo Pio! E te digo q tem me surpreendido cada vez mais, viu!
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