Jump to content

AutoForum.com.br - Som automotivo e automóveis  - O fórum dos maníacos por som automotivo e automóveis
- Proibido conteúdo impróprio para menores em tópicos públicos: Nudez estrategicamente coberta; Roupas transparentes; Poses obscenas ou provocantes; Close-ups de seios, nádegas ou virilhas; (em cumprimento a normas do Google) Qualquer desvio, denuncie ao moderador.
- Usuários do Hotmail/Outlook/Msn - confira tutorial para receber emails do fórum;
- Qualquer problema em algum post, DENUNCIE ao moderador, utilize o link abaixo de cada post.
- Confira tutorial para enviar fotos. Tão fácil quanto um CTRL+V. 
- Campeonato SQ Excperience - Garagem 55 - Móoca - São Paulo/SP - domingo 26/Novembro/2023 *****

RobôAutoforum

Membro Pró
  • Content Count

    32,286
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    6

Everything posted by RobôAutoforum

  1. visit: http://www.stevemeadedesigns.com/board join today Sorry Zach Full video here https://youtu.be/jINsEoJ Y7M si MFVWcx2p7IByGdB2 SMD Products can be found at http://www.wcCarAudio.com Amazon Ebay and more Support these videos here http://www.patreon.com/meade916 Instagram: http://www.instagram.com/meade916 car audio subwoofer View the full article
  2. Carro mais vendido do Brasil em 2023 pelo terceiro ano seguido, a Fiat Strada teve seu sucesso reconhecido pela fabricante. O modelo brasileiro é a inspiração de um dos projetos da nova família global de compactos da Fiat, que também prevê sucessores para Argo, Pulse e Fastback. Relacionadas SegredoNovo compacto da Fiat é quadrado como Uno e antecipa substituto do Argo9 fev 2024 - 19h02 SegredoAcidente bizarro na França pode ter revelado segredos do novo Fiat Argo14 dez 2023 - 14h12 NotíciasYouTubers transformam Fiat Panda no carro mais rebaixado do mundo30 jun 2023 - 19h06 O ponto de partida de todos os carros será a nova geração do Fiat Panda, que será lançada na Europa em Julho. Além do hatch compacto e da picape, a família também incluirá um SUV, um SUV cupê à moda do Fiat Fastback e uma van, antecipada com um carro de proposta mais aventureira. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatA partir do Panda, cada novo carro compacto da Fiat será lançado com um intervalo de 12 meses até 2027. Isso, pelo menos, na Europa. Mas todos eles serão globais e têm chances de serem fabricados em Betim (MG) a partir do final de 2025. Continua após a publicidade Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram “O próximo passo na competição global é a transição de produtos locais para uma oferta global que beneficiará todos os nossos clientes em todos os lugares. Estamos entusiasmados em compartilhar uma prévia do nosso futuro; um futuro muito próximo, na verdade, já que o primeiro carro será apresentado em 4 meses, durante as comemorações do 125º aniversário da marca. Este carro seguirá então um novo modelo por ano“, declarou Olivier François, CEO da FIAT e Diretor de Marketing da Stellantis. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatTodos esses carros serão baseados na plataforma CMP, agora chamada de STLA Small. É a plataforma dos Peugeot 208 e Citroën C3 promovida ao uso por todas as marcas da Stellantis. Tudo porque essa arquitetura aceita motores a combustão, conjuntos híbridos e também elétrica, e já é usada nos principais mercados de carros compactos: América do Sul, Europa e Índia. Continua após a publicidade É notável que o Brasil teve peso na escolha de alguns dos carros compactos, mas é um dos mercados que sentirá uma falta importante: não há um sedã em vista, indicando que o Fiat Cronos, fabricado na Argentina, e o Fiat Tipo sedã, fabricado na Turquia, não terão substitutos. Também não contempla um carro subcompacto para substituir o Mobi. Confira cada um dos carros-conceito apresentados. O substituto da Fiat Strada <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatA nova picape compacta com cabine dupla, de acordo com a Fiat, será vendida até na Europa. É a chamada Fiat Pick-up Concept, que dá pistas daquela que poderá ser a nova geração da Fiat Strada. O foco, porém, não é tanto o transporte de carga. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatO argumento do carro é, na verdade, a possibilidade de combinar características de um veículo comercial com um SUV urbano, sendo um veículo voltado para atividades ao ar livre. O conceito “coloca a diversão na funcionalidade e responde à redescoberta global do tempo livre como valor para as pessoas”. Talvez tenhamos visto isso antes na Fiat Toro. Mas a Fiat jura que a inspiração é a Strada brasileira. Tiveram até a sensibilidade de ambientar a picape futurista no calçadão de Copacabana. O substituto do Fiat Fastback <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatA Fiat não esconde: o Fastback Concept representa o herdeiro do Fiat Fastback brasileiro e do Fiat Tipo vendido no Oriente Médio e na África. Sua versão de produção será vendido em todos esses mercados e também na Europa. <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatEmbora todos os conceitos tenham aspecto meio quadradão, esse explora bem o caimento mais acentuado do teto que, de acordo com a Fiat, inspira esportividade. Na verdade, usa o design como argumento para a sustentabilidade: o teto melhora a aerodinâmica e o consumo pode ser reduzido. A ideia é oferecer um estilo mais moderno e jovem em comparação com muitos SUVs. E vale reparar que as portas traseiras são as mesmas da picape e do SUV convencional. Continua após a publicidade O substituto do Fiat Pulse <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatA Fiat define o SUV como um “Giga-Panda”, mas, seguindo a lógica, ele também pode ser visto como o sucessor do Fiat Pulse que a Fiat fabricará em Betim. Ele aproveita muitos elementos do SUV cupê e da picape e, de acordo com a fabricante, é focado nas necessidades espaço de carros familiares. De certa forma, está mais para um Renault Duster da Fiat do que para um Pulse, que é bem apertado. O substituto do Fiat Doblò <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatO Fiat Camper Concept, por definição, tem a “versatilidade de um carro feito para a cidade com as características de um SUV e a alma de um companheiro de confiança”, Poético, mas esse veículo polivalente seria um excelente substituto para o Fiat Doblò, cobrindo um segmento de carros espaçosos e funcionais que vem recebendo mais atenção no mercado europeu ultimamente. Continua após a publicidade O substituto do Fiat Argo <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatEsse é o segredo que vai durar menos. O Fiat City Car Concept representa a nova geração do Fiat Panda, que é o carro que acabará substituindo o Fiat Argo no Brasil até 2026. A fabricante adianta, inclusive, que será um carro maior que o Panda atual (que tem o mesmo porte do Fiat Uno). <span class="hidden">–</span>Divulgação/FiatO foco deste carro foi alcançar a leveza estrutural, otimização de espaço e luminosidade na cabine. É o único dos conceitos que teve sua cabine revelada, com o objetivo de demonstrar a posição de dirigir elevada, as telas no painel e o uso de materiais reciclados e sustentáveis, como o bambu. Na prática, o carro definitivo será como um Citroën C3 da Fiat. Publicidade View the full article
  3. A BYD deu início à pré-venda do Dolphin Mini neste domingo. A fabricante ainda não divulgou o preço daquele que será seu carro elétrico mais barato, mas adiantou que os carros reservados durante a pré-venda serão vendidos R$ 10.000 mais baratos. Relacionadas NotíciasNovo BYD Dolphin Mini: o que saber antes de comprar o carro elétrico25 fev 2024 - 04h02 TestesBYD Dolphin Mini: como anda o carro elétrico que terá preço de hatch 1.030 jan 2024 - 17h01 Carros elétricosBYD Dolphin Mini tem pré-venda e pode esgotar antes do lançamento22 fev 2024 - 17h02 Para garantir uma unidade do BYD Dolphin Mini, porém, os interessados devem fazer o pagamento de um sinal de R$ 10.000 por meio de Pix ou boleto bancário, após fazer um cadastro e escolher a concessionária onde quer retirar o carro. Esse processo é feito pelo Mercado Livre, mas sobrecarga está fazendo a página dar erro nesta noite de domingo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasO boleto tem validade de 72h. A partir da data do pagamento, o cliente terá cinco dias para efetivar a compra junto ao concessionário. Do contrário, a reserva será cancelada e o sinal será estornado. De acordo com a BYD, a concessionária terá que contatar o cliente antes de fazer isso. Efetivando a compra, o cliente garante o desconto de R$ 10.000 sobre o preço de lançamento, que será divulgado às 12h de quarta-feira, 28. De acordo com a fabricante, o carro já está disponível para test-drive. Continua após a publicidade Carro elétrico mais eficiente do Brasil <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDO BYD Dolphin Mini já aparece no site da fabricante chinesa e teve sua ficha técnica divulgada. A novidade é que há apenas uma versão do compacto elétrico, com quatro lugares e a maior bateria Blade disponível para o modelo na China, com 38 kWh. O modelo aceita até 40 kW de potência de recarga, precisando de 30 minutos para levar a carga de 30 a 80%. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDDe acordo com o Inmetro, a autonomia é de 280 kR$ 0,09 por kmm. Já estreia como o carro elétrico mais eficiente do Brasil A maior eficiência energética do Brasil, com eficiência de 0,40 MJ/km. Isso se traduz em R$ 0,09 por km com o kWh custando R$ 0,85. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDEquipamentos do BYD Dolphin Mini Além disso, vem ao Brasil em versão com freios a disco nas quatro rodas, seis airbags, carregador de celular por indução, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro, central multimídia giratória de 1o polegadas com Android Auto e Apple Carplay, freio de estacionamento eletrônico com auto-hold e chave presencial. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDAinda tem rodas de liga leve aro 16, faróis e lanternas de led, faróis com acendimento automático, vidros elétricos, espelhos elétricos com desembaçador, volante com ajuste de altura e profundidade, duas portas USB, banco do motorista com ajuste elétrico, alto falantes dianteiros, ar-condicionado automático e piloto automático. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYDO Dolphin Mini está disponível nas cores verde, preto, rosa e branco acinzentado, com interior azul ou rosa. As revisões são previstas com intervalos de 20.000 km, com valores de R$ 370 nas ímpares e de R$ 1.000 reais nas pares. Isso totaliza R$ 3.110 até os R$ 100.000. Continua após a publicidade Ficha técnica – BYD Dolphin Mini Motor: elétrico, tras., transv., 75 cv, 13,8 kgfm Câmbio: automático, 1 marcha, tração dianteira Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas com recuperação de energia Pneus: 175/55 R16 Dimensões: compr., 378 cm; larg., 171 cm; altura, 154 cm; entre-eixos, 250 cm; peso, 1.160 kg; porta-malas, 230 l Bateria: fosfato de ferro-lítio, 38 kWh Carregamento: Tipo 2 (AC) a 6,6 kW; CCS2 (DC) a 40 kW – 30 a 80% em 30 minutos Alcance: 280 km (Inmetro) Desempenho: 0 a 100 em 14,9 s; vel. máxima de 130 km/h Publicidade View the full article
  4. O Toyota Corolla nacional já apareceu nesta seção diversas gerações, até na penúltima, sua 11a. Este das fotos é da décima geração, a terceira fabricada no Brasil, onde foi lançado em abril de 2008. Maior e mais largo, ele manteve a confiabilidade, o valor de revenda, o desempenho, a economia e o conforto que há anos fidelizam sua clientela. Relacionadas Carros usadosToyota Corolla usado (geração 11) é completo e mais barato que Yaris1 dez 2023 - 21h12 Carros usadosToyota SW4 é usado com sete lugares e motor diesel que não perde valor3 fev 2024 - 19h02 Carros usadosToyota Prius é carro híbrido usado muito econômico e tem preço de HB207 dez 2023 - 09h12 A confiabilidade é um valor inerente da Toyota: os projetos são norteados pela simplicidade, mas materiais e mão de obra são de qualidade. Toyota Corolla SE-G 2008Christian Castanho/Quatro RodasO resultado é a fama de inquebrável, que tem seu preço, quase sempre superior ao de rivais maiores. A alta liquidez faz do Toyota Corolla um cheque visado no mercado: basta anunciar que vende. Toyota Corolla GLi 1.8 Flex 2009Marco de Bari/Quatro RodasDiscreto, o Corolla prioriza o conforto: todos têm direção elétrica, ar-condicionado, airbags, trio elétrico, computador de bordo e som com MP3. O porta-malas de 470 litros é um trunfo, mas não espere muito do espaço traseiro para as pernas: tinha 2,60 m de entre-eixo, mesma medida do Renault Logan. Toyota Corolla XEi 2008Marco de Bari/Quatro RodasO básico Corolla XLi nasceu com um motor 1.6 a gasolina. De acabamento simplório, perdia em vendas para o Corolla XEi, com motor 1.8, airbags laterais, ABS, faróis de neblina, rodas de liga, ar digital, volante multifunção e abertura das portas na chave. Toyota Corolla 2.0 XEiChristian Castanho/Quatro RodasCâmbio automático de quatro marchas, bancos de couro e piloto automático eram opcionais. O top SE-G, com câmbio automático de série, acrescentava faróis de xenônio, acabamento simulando madeira, banco de couro (o do motorista com regulagem elétrica de altura) e sensor de ré e de chuva. Continua após a publicidade <br /><a href="https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/mercado/inmetro-divulga-nova-lista-veiculos-mais-econ"></a&gt;Acervo Quatro Rodas/Quatro RodasDevido ao abismo entre os XLi e XEi, em 2009 surgiu um XEi simplificado: o Corolla GLi não tem farol de neblina, pisca no retrovisor e airbag lateral, só airbags dianteiros. Lanterna traseira tem um quê de VW da década passadaMarco de Bari/Quatro RodasEm 2010 foi lançado o motor 2.0 flex de 153/142 cv com câmbio automático sequencial com comandos no volante, exclusivo dos Corolla XEi e o inédito Altis. Este substitui o SE-G, enquanto o 1.6 deixa de ser oferecido. Toyota Corolla XRS 2.0divulgação/ToyotaA linha 2012 recebeu leves mudanças na dianteira e traseira e ganhou um 1.8 de 144/139 cv, com um novo câmbio manual de seis marchas (com o automático de quatro opcional) e ainda ganhou a versão esportivada XRS 2.0. No porta-malas, cabem 470 litros.Christian Castanho/Quatro RodasRobusto, confortável e bom de loja, o Toyota Corolla só decepciona quem busca esportividade: é um carro pouco comunicativo, que filtra a resposta de direção, suspensão e freios, sem a emoção de um Focus ou Civic. Fuja da roubada Evite o Corolla XLi. Além do acabamento simplório, o ar-condicionado é analógico e o ABS só existe na versão automática com motor de 1,6 litro a gasolina, considerado fraco para seu porte. Continua após a publicidade Problemas e defeitos do Toyota Corolla Toyota Corolla GLi 1.8 2010Marco de Bari/Quatro RodasSonda lamba: Desconfie de carros com marcha lenta irregular ou estouros no escape. Maus mecânicos trocam sondas originais por universais do mercado paralelo, com valor de resistência incorreto. Transmissão: Vibração nas rodas dianteiras após o balanceamento indica mau funcionamento ou desgaste das juntas tripoides (trizetas), peças que transmitem o torque do câmbio para as homocinéticas. O ideal é substituir o semieixo danificado, ao custo de 1.000 reais, já com a mão de obra. Válvulas: Até a linha 2011, o motor 1.8 não utilizava tuchos hidráulicos, por isso a folga das válvulas deve ser verificada a cada 20.000 km – em geral pedem ajuste só a 60.000 km. Portanto, fique atento a qualquer barulho anormal no cabeçote. As rodas de liga leve ganharam novo design na linha 2012Marco de Bari/Quatro RodasDefletor do spoiler dianteiro: Ele se rompe com facilidade em saídas de garagens. Se estiver danificado, provocará barulho em altas velocidades e comprometerá o encaixe da capa do para-choque. Câmbio automático: O fluido deve ser inspecionado a cada 40.000 km. Também é recomendável a troca do filtro do fluido e limpeza dos ímãs internos, que fazem a retenção de limalha. Uma revisão preventiva custa em torno de 250 reais. Continua após a publicidade Preço dos Toyota Corolla usados (em média) Versão 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 XLI 1.6 R$ 39.423 R$ 45.500 R$ 50.860 – – – – XLI 1.8 R$ 40.000 R$ 48.900 R$ 49.000 R$ 49.679 R$ 55.900 R$ 58.999 R$ 66.500 XLI 1.8 AT R$ 40.590 R$ 49.906 R$ 51.000 R$ 51.900 R$ 58.000 R$ 64.000 R$ 65.900 GLI 1.8 – – – R$ 52.500 R$ 57.426 R$ 59.993 R$ 62.059 GLI 1.8 AT – – – R$ 53.276 R$ 58.105 R$ 60.570 R$ 64.465 XEI 1.8 R$ 40.900 R$ 49.000 R$ 51.000 – – – – XEI 1.8 AT R$ 41.000 R$ 50.000 R$ 52.500 – – – – XEI 2.0 AT – – R$ 55.700 R$ 57.659 R$ 63.082 R$ 66.142 R$ 69.876 SE-G 1.8 AT R$ 44.900 R$ 54.500 R$ 55.624 – – – Altis 2.0 AT – – R$ 59.000 R$ 60.415 R$ 66.768 R$ 69.253 R$ 70.900 XRS 2.0 AT – – – – R$ 65.500 R$ 67.355 R$ 70.180 Nós dissemos – Maio de 2008 Toyota Corolla XEi e Honda Civic LXS durante teste comparativo de maio de 2008Marco de Bari/Quatro Rodas“As estradas do carro da Toyota sempre parecem mais bem asfaltadas – certos buracos que marcam no Civic simplesmente desaparecem. E não pense que o Corolla é molenga: dentro do uso normal, os dois fazem as mesmas curvas. (…) O Toyota tem quatro marchas e travamento de conversor apenas em terceira e quarta. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Ainda assim, o Corolla foi melhor nos testes de desempenho e consumo. (…) Você não se apaixona por um Corolla, aprende a gostar. Sem dirigir outros carros, é capaz de o motorista nem notar o admirável esforço da Toyota em amenizar as durezas do trânsito. O foco não está na máquina, mas na vida de quem a usa.” Toyota Corolla XEi 2.0 e GLi 1.8Marco de Bari/Quatro RodasOpinião dos proprietários do Toyota Corolla “Robusto e confiável, ele aguenta a buraqueira do Brasil e não pede oficina à toa. O motor responde bem, apesar do câmbio automático de quatro marchas. O consumo é baixo, considerando seu peso e desempenho. É muito seguro, estável e confortável, mas a largura excessiva atrapalha na hora de estacionar.” Hila Cavalcante, 66 anos, servidora pública, Piracicaba (SP) O que eu adoro “O que impressiona é o consumo: é muito bom para um carro com esse tamanho e desempenho. Pelo preço, só há outro igual: o Civic que guardo na outra vaga de garagem.” Milton D’Emilio, 63 anos, advogado, São Bernardo do Campo (SP) O que eu odeio “O espaço interno não é proporcional às dimensões externas: quem viaja atrás merecia um pouco mais de espaço. E a ergonomia também deixa a desejar.” Continua após a publicidade Luis Roberto Silva, 55 anos, representante comercial, São Paulo (SP) Relacionadas TestesComparativo: Toyota Prius enfrenta o tradicional Corolla19 fev 2018 - 14h02 NotíciasAutodefesa: Honda Civic de 10ª geração com problemas de vibração9 mar 2018 - 14h03 TestesLonga Duração: a primeira vez com o híbrido Toyota Prius30 abr 2018 - 17h04 Pense também em um… Honda Civic Toyota Corolla XEi e Honda Civic LXR durante teste comparativo da revista Quatro Rodas.Marco de Bari/Quatro RodasCorolla e Civic são grandes rivais – e parecidos entre si. São conhecidos por mecânica robusta e confiável, valor de revenda, padrão de qualidade e nível de itens de série. A diferença do Civic é que ele abre mão da funcionalidade em favor da esportividade: do estilo agressivo à resposta dos comandos, tudo nele evoca o prazer de dirigir, mesmo nas versões automáticas. Se o conteúdo pouco varia entre as versões LXS, LXL e EXS, a coisa muda de figura na esportiva Si, com seu 2.0 de 193 cv e câmbio manual de seis marchas com diferencial de deslizamento limitado. Apenas não se esqueça da suspensão mais firme e do porta-malas pequeno, de apenas 340 litros. Publicidade View the full article
  5. Se o BYD Dolphin Mini será o carro elétrico mais barato do Brasil, ainda não se sabe. O preço de lançamento será divulgado apenas no lançamento oficial do novo carro elétrico, na quarta-feira (28). Mas a pré-venda começa neste domingo, por meio do Mercado Livre e exigindo o adiantamento de um sinal de R$ 10.000. A expectativa pelo modelo é grande. Se o BYD Dolphin, lançado em meados de 2023 fez os carros elétricos de entrada reduzirem de preço e repensarem sua estratégia, o Dolphin Mini pode ter o poder de mexer com os carros automáticos mais baratos do Brasil. Só dependerá do preço. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasAinda assim, a disponibilidade de unidades do BYD Dolphin Mini neste início ficará restrita pela importação de novos lotes da China. Neste primeiro momento, 3.000 unidades serão disponibilizadas na pré-venda e elas podem esgotar antes mesmo do lançamento. Continua após a publicidade QUATRO RODAS teve contato com o BYD Dolphin Mini na China. Por isso, enumeramos a seguir alguns fatos sobre o carro elétrico que os interessados devem ter em mente ao considerar a compra: Parece muito pequeno, mas não é: <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasAs fotos enganam. O Dolphin Mini tem só 3,78 m de comprimento (ou 10 cm a mais que um Renault Kwid), mas o entre-eixos tem 2,50 m, que é a mesma medida dos primeiros Hyundai HB20 e 1 cm a mais que o último Ford Ka. Na altura, de 1,54 m, e na altura, de 1,71 m, é equivalente a um Fiat Argo. O aproveitamento do espaço interno é até melhor que o dos equivalentes em porte, por ter assoalho plano e sobra de espaço para adultos no banco traseiro. O porta-malas é acanhado: tem 230 litros e não tem tampão ou iluminação. Continua após a publicidade Dolphin Mini só tem quatro lugares <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasOs primeiros BYD Dolphin Mini que desembarcaram no Brasil são todos de quatro lugares, assim como o Caoa Chery iCar e o Renault Kwid E-Tech. Mas a fabricante chinesa adiantou que trará versões de cinco lugares no futuro. Se os três lugares no banco traseiro são importantes para você, é melhor esperar alguns meses. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Potência é de carro 1.0 O Dolphin Mini tem motor elétrico dianteiro com 75 cv e 13,8 kgfm. É potência de um carro 1.0 aspirado, mas com torque de motores 1.3 ou 1.4. Mas, por ser relativamente leve (tem pouco mais de 1.100 kg, como um Ka) é ágil nas arrancadas. Mas o pique é limitado: o 0 a 100 km/h demora 14,9 s e a velocidade máxima é de 130 km/h, de acordo com a fabricante. Tem equipamentos que o Dolphin não tem <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasNa China, o Dolphin Mini tem base de carregamento sem fio para smartphones no console, ajuste de profundidade para o volante banco do motorista com ajuste elétrico. Todos esses são equipamentos que o Dolphin maior, que parte dos R$ 149.800, não tem. Potência de recarga é menor A maior bateria disponível para o BYD Dolphin Mini é uma de fosfato de ferro-lítio (LFP) Blade com 38,8 kWh. Mesmo essa bateria tem potência máxima de recarga em corrente contínua (DC) de 40 kW, contra 50 kW do Dolphin, que tem bateria de 44,9 kWh. Em corrente contínua (AC), ambos carregam a no máximo 6,6 kW. Continua após a publicidade Preço de carro automático barato <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasTodo o burburinho por trás do Dolphin Mini se dá pela expectativa de preço abaixo dos R$ 100.000. É a faixa de preço dos carros automáticos mais baratos do Brasil: hoje, só Citroën C3, Fiat Argo, Toyota Yaris e Peugeot 208 têm versões automáticas abaixo dos R$ 100.000. Mais equipado que carro a combustão <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro RodasOs carros automáticos com preços ao redor dos R$ 100.000 têm central multimídia controles de estabilidade e tração, mas é mais difícil encontrar alguns dos equipamentos do Dolphin Mini, como bancos de vinil, rodas de liga leve aro 16, faróis e lanternas de led e chave presencial. São itens das versões mais caras. Continua após a publicidade Limitações da garantia Os carros da BYD são divulgados com garantia de 5 anos e 500.000 km e garantia de 8 anos só para a bateria. Mas, conforme descobrimos com a compra de um BYD Dolphin para o teste de Longa Duração, a garantia de 5 anos é só para os sistemas elétricos de baixa e alta tensão, motor, chassi e para a carroceria. Os faróis e lanternas de led, por exemplo, têm dois anos de garantia. Sistemas da suspensão, da direção, rolamentos, vedações e bateria de 12V têm apenas 1 ano de garantia. Os carregadores que acompanham o carro, a tomada de recarga do carro e a central multimídia também só têm garantia de 1 ano. Se a fabricante não mudar, o Dolphin Mini também terá o mesmo termo de garantia, que tem mais restrições do que outros carros elétricos vendidos no Brasil. byd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (7) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (8) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (4) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (11) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (13) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (3) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (2) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (5) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_91 DivulgaçãoBYDbyd_seagull DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (6) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_8 DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (14) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (12) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (9) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (1) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_BRASIL-ELÉTRICO-MAIS-BARATO (10) DivulgaçãoBYDbyd_seagull_91 DivulgaçãoBYD Continua após a publicidade Como é a pré-venda do Dolphin Mini? A pré-venda do carro elétrico mais barato da BYD começará por volta das 18h deste domingo, 25. Os interessados no Dolphin Mini deverão pagar um sinal de R$ 10.000 reais por meio do Mercado Pago antes mesmo do preço do carro ser divulgado. A BYD já tem 3.000 unidades do seu novo carro elétrico faturadas. Pago o sina, uma dessas unidades será automaticamente reservada para o interessado. Publicidade View the full article
  6. visit: http://www.stevemeadedesigns.com/board join today This was a fun box to build and it does sound great DC Audio Level 2 subs later switched to level 3 tuned nice and low. Part 4 coming next Full video with much more detail here for those that can click. https://youtu.be/swytEuy67 s Check out DC Audio products here: http://www.dcsoundlab.com SMD Products can be found at http://www.wcCarAudio.com Amazon Ebay and more Support these videos here http://www.patreon.com/meade916 Instagram: http://www.instagram.com/meade916 car audio subwoofer View the full article
  7. Uma pesquisa revelou como evoluíram os quesitos que definem a compra de um carro no Brasil. A preferência nacional foi mudando nos últimos anos, o que elevou alguns pontos de interesse. Com base na plataforma NPS Prism, a Bain falou com 17 mil consumidores brasileiros, mostrando o que mudou no hábito dos que procuram um novo automóvel. O estudo mostrou o que mudou nos gostos até 2019 e depois de 2020. Alguns pontos de decisão subiram mais do que outros. O desenho externo passou de 72% para 84%, um crescimento de 12%. Na mesma linha, o design interior também é muito valorizado, tendo subido de 76% para 84%, o que demonstra a importância do design. Ligado ao desenho interno vem os sistemas de entretenimento, um ponto que aumentou de 69% para 85%. Relacionadas NotíciasEssa bicicleta Husqvarna tem motor Yamaha e torque de Fiat Uno22 fev 2024 - 14h02 Carros elétricosSUV da Fisker pode ter problemas se você abusar do controle de largada20 fev 2024 - 21h02 NotíciasNovas baterias mais baratas podem durar muito, basta descarregar tudo19 fev 2024 - 18h02 Na hora de recomendar o carro a amigos ou parentes, o desenho interior é mais citado que o design externo. Visual, conforto e ergonomia se destacam em várias categorias de modelos, mas o apelo é mais forte entre os donos de SUVs e picapes, mulheres, clientes de classes mais altas e nas faixas de idade acima dos 30 anos. Continua após a publicidade Em um período de grandes aumentos de preços e achatamento da capacidade de compra, o custo-benefício ganhou maior importância, passando de 82% para 89%. Quesitos técnicos também evoluíram. A segurança foi de 82% para 91%, atingindo quase todos os compradores. Com carros cada vez mais rápidos, a decisão de compra é influenciada pelo desempenho em 87% dos casos, em relação aos 77% registrados até 2019. A estrutura é outro item que foi ampliado, indo de 80% até 88%. Um item que não registrou um crescimento na mesma medida dos demais foi a sustentabilidade. Se antes eram apenas 64%, agora são 75%, um bom incremento. No entanto, ainda é o único ponto que ainda não passa dos 80%. A segurança e estrutura evoluíram nas preferências, mas a sustentabilidade poderia ser melhorLatin NCAP/DivulgaçãoA pesquisa mostra as diferenças de comportamento dos consumidores dos automóveis premium. Para eles, o design chega a 89%; a beleza de cabine alcança 89%; a performance chega a 91%; a estrutura a 90%; a segurança toca nos 91% e o custo-benefício marca 80%, nove pontos a menos do que nos carros que não são de luxo, para citar um exemplo. São indicadores que servem para demonstrar a maior exigência desses consumidores, além da importância menor dos preços para esses. O estudo apontou o que os consumidores pesquisam antes da compra: 1) Informações sobre o veículo – 48% 2) Imagens ou vídeos do modelo – 48% 3) Preço do veículo – 45% 4) Ofertas especiais ou incentivos – 40% 5) Comparativo entre o carro e seus rivais – 38% 6) Avaliações ou opiniões de especialistas ou outras pessoas – 33% 7) Comparativos entre as versões do automóvel – 26% 8) Um orçamento para um carro específico – 21% 9) Localização do modelo para ver pessoalmente, fazer um test drive ou compra – 11% 10) Fazer uma pergunta específica sobre o automóvel – 7% Publicidade View the full article
  8. O novo ciclo de investimentos da Volkswagen é importante para a fabricação de carros híbridos no Brasil, mas os R$ 9 bilhões alocados até 2028 também será importante para reestilizar todos os SUVs da marca. O ritmo será rápido: o T-Cross 2025 será lançado nos próximos meses e o novo Nivus estreia até o final do ano. Relacionadas NotíciasNivus europeu: o que os gringos acharam do Volkswagen Taigo12 fev 2022 - 08h02 NotíciasVW Taigo é Nivus com grade iluminada do Taos para europeu ver28 jul 2021 - 20h07 NotíciasVolkswagen T-Cross 2024 tem grade iluminada do Taos e painel emborrachado5 jul 2023 - 18h07 Foi justamente o Volkswagen Nivus 2025 que foi flagrado por Eduardo Campilongo na região do Vale do Paraíba, em São Paulo. A unidade fotografada adianta uma das novas versões que estreiam nessa atualização do SUV cupê. <span class="hidden">–</span>Eduardo Campilongo/Quatro RodasNão é nem pela roda de aço estar sem calotas. São as rodas de quatro furos que entregam que este é o futuro Volkswagen Nivus Sense 170 TSI, ou seja, a versão de entrada com motor mais fraco – o mesmo do Polo. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram O motor em questão ainda é o 1.0 TSI, mas em versão que rende no máximo 116 cv e 16,8 kgfm, e é combinado com uma versão do câmbio automático de seis marchas mais adequada ao motor com menos torque. Isso porque as versões intermediárias do Nivus 2025 manterão o motor 200 TSI, o 1.0 TSI com 128 cv e 20,4 kgfm. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Reprodução/Autos SegredosÉ possível notar, também, que o carro de testes fotografado tem grade e tomada de ar inferior diferentes do carro atual e até parecidas com as usadas no VW Taigo, o irmão mais novo do Nivus vendido na Europa. Contudo, mesmo com a camuflagem é possível ver que faróis e para-choque são os mesmo do Nivus atual. Este seria o primeiro indício para o Nivus Sense ter uma pequena atualização, mas não ser como os outros, uma diferenciação que existe entre o Polo Track e as demais versões. “Nivus Track” não seria um mau nome. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Autos SegredosAlém disso, flagra do Nivus 2025 publicado pelo Autos Segredos sugere alterações no para-choque frontal. Mas era uma versão mais completa, com rodas de liga-leve. Continua após a publicidade Novas versões topo de linha Além de um Nivus mais básico, a Volkswagen também lançará uma versão mais luxuosa e, finalmente, uma versão esportiva. Volkswagen TaigoDivulgação/VolkswagenDesde o lançamento, em 2020, o Volkswagen Nivus era vendido apenas nas versões Comfortline e Highline, só mais recentemente ganhou a versão Sense. Todas com o motor 200 TSI. A partir da linha 2025, o SUV cupê terá versões Sense 170TSI, as Comfortline e Highline com motor 200 TSI e as inéditas versões Exclusive e GTS, ambas com motor 250 TSI. Continua após a publicidade Volkswagen TaigoDivulgação/VolkswagenSim, 250 TSI é o motor 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm aguardado há muito. Mas o sucesso de vendas do Virtus Exclusive (contra o fracasso do antigo Virtus GTS com exatamente a mesma dinâmica) parece ter encorajado a Volkswagen a lançar uma versão mais potente e com visual mais conservador do Nivus. Volkswagen Taigo R LineDivulgação/VolkswagenQuem aguarda um Nivus esportivo ainda será atendido pelo Nivus GTS. Rodas aro 18, barra iluminada na grade frontal e faróis full-led matrix serão alguns dos destaques da nova versão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/VolkswagenAlém do mais, muito da reestilização do Volkswagen Nivus fabricado no Brasil virá do Taigo europeu. E isso poderia até se estender à barra iluminada interligando as lanternas traseiras, embora os flagras não confirmem. Lanternas e faróis terão desenhos distintos no Brasil, pois dependem dos fornecedores locais – exceto os matrix. Publicidade View the full article
  9. ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto RAYLLAN5 e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br WANDO ATUALIZACOES Comprar link MUSICAS ATUALIZADAS So chamar https://wa.me/message/WRTVBNF2E44IJ1 Meu facebook https://www.facebook.com/rayllansom/ Para comprar produtos online segue o link para compra AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb Shopee https://shope.ee/apjpxVjd Ja conhece meu canal no youtube https://www.youtube.com/c/RAYLLANSOM Hashtags: dinheiro som somautomotivo nubank carro viagem bradesco rayllansom caixaeconomica audio financiamento banco vendas negocios Volkswagen Fiat Toyota Hyundai GM JEEP RENAULT HONDA NISSAN PEUGEOT CITROEN BMW BYD MITSUBISHI PORSCHE FORD Seja membro deste canal e ganhe beneficios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we xML7cHrr1g/join O seu canal de Som Automotivo /nordeste. Nao esqueca de deixar seu LIKE e de se INSCREVER-SE para continuarem atualizados e ajudar nossa familia crescer. Instagram TikTok kwai e Facebookr rayllansom GRUPO TELEGRAM LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 memes Som dos INSCRITOS 404 - TOP 10 TOCANDO com MUITA PRESSAO somautomotivo View the full article
  10. Em 2024 completará 50 anos da apresentação do Copersucar FD01, o primeiro e único carro de Fórmula 1 brasileiro. A Escuderia Fittipaldi foi fundade pelos irmãos Emerson e Wilson Fittipaldi Jr., que faleceu nesta sexta-feira (23) em São Paulo aos 80 anos. Wilsinho, como era chamado, também foi o primeiro piloto da equipe. A primeira corrida foi o GP da Argentina de 1975, única disputada pelo primeiro carro da equipe, FD01. Passados 30 anos, o primeiro carro da Copersucar-Fittipaldi foi inteiramente restaurado pela fabricante de autopeças Dana e Quatro Rodas estava lá para acompanhar o reencontro de Wilson Fittipaldi Jr. com seu carro na pista. Confira a reportagem a seguir. *Publicado originalmente em 2004 A vida recomeça aos 30 Depois de três décadas, o primeiro carro brasileiro a disputar uma corrida de F-1 sai da história para retornar às pistas Por Adriano Griecco Todo carro de Fórmula 1 tem brilho próprio. Uma espécie de aura, que o coloca acima dos outros carros de competição. Isso ficou claro para mim quando vi o Copersucar-Fittipaldi FD01 pela primeira vez. Lá estava ele, parado no box de uma pista particular no interior de São Paulo. Seu brilho não emanava apenas das diversas demãos de tinta cuidadosamente aplicadas pelo celebrado Sid Mosca — foi ele também quem pintou o FD01 na sua estréia. Os olhos igualmente brilhantes de Wilsinho Fittipaldi, piloto brasileiro de F-1 na década de 70 e o principal idealizador da primeira – e única – equipe inteiramente brasileira a disputar um campeonato mundial de F-1, refletiam o luminoso prateado das carenagens. Wilson Fittipaldi Júnior, piloto e um dos idealizadores do projeto do carro de corrida na categoria F1 Copersucar-Fittipaldi FD01, testando exemplar restaurado pela empresa Dana fabricante de autopeças, fotografado para matéria da revista Quatro Rodas.Ricardo Rollo/Quatro RodasWilson Fittipaldi JúniorRicardo Rollo/Quatro RodasVoltemos três décadas atrás, uma época de nacionalismo exacerbado e grandes obras no Brasil. Era o tempo do milagre econômico, quando o país recebia investimentos externos e contava com a determinação do governo militar de tornar o país uma “potência emergente”. O esporte colaborava com o clima ufanista: éramos tricampeões mundiais de futebol, título conquistado em 1970. No automobilismo, Emerson Fittipaldi era bicampeão de Fórmula 1 em 1974 pela equipe McLaren-Ford. Nas ruas, os carros ostentavam adesivos com os dizeres “Brasil: ame-o ou deixe-o”. Sob esse cenário verde-amarelo, em outubro de 1974 era apresentado o Fittipaldi FD01, pintado com as cores do principal patrocinador, a Copersucar, cooperativa de produtores de açúcar que passaria a produzir também álcool a partir de 1975. Naquela época, Wilson Fittipaldi e o engenheiro Ricardo Divilla (o “D” na designação do modelo do carro) levaram oito meses para aprontar o monoposto, que disputou apenas uma corrida, o GP de Buenos Aires, em 1975. O modelo largou na 23ª posição, deu 12 voltas e abandonou a corrida por causa de um acidente. E no GP seguinte seria substituído pelo FD02. Continua após a publicidade Wilson Fittipaldi Júnior, piloto e um dos idealizadores do projeto do carro de corrida na categoria F1 Copersucar-Fittipaldi FD01Ricardo Rollo/Quatro RodasTrinta anos depois, Wilsinho ainda se lembra de sua primeira aparição com o FD01 no circo da F-1. “Assim que o carro foi desembarcado na pista, vários mecânicos e chefes de equipe cercaram o modelo, que tinha uma grande inovação para a época”. O motor era coberto por uma carenagem — nos bólidos das outras equipes, ficava exposto. Entre os curiosos estava o lendário Colin Chapman, dono da equipe Lotus, que ficou um bom tempo olhando o carro. Wilsinho afirma que, depois de apreciar detidamente o modelo estreante, o inglês, que havia revolucionado a categoria anos antes com a criação dos chamados “carros-asa”, disse que o FD01 estava no caminho certo. E que a equipe teria apenas de aprimorar a idéia de construir um carro totalmente fechado. <span class="hidden">–</span>Lemyr Martins/Quatro RodasA inovação surgiu da ideia de Wilsinho e Divilla de levar alguma vantagem sobre os rivais antes mesmo de entrar na pista. Como o regulamento limitava o tamanho das asas, impedindo curvas com mais aderência, eles resolveram fechar o carro e ganhar alguns centésimos de segundo nas retas. Para ajudar nesse quesito, a equipe escolheu o motor Ford-Cosworth DFV, um dos maiores vencedores na F-1 e que, na época, equipava todas as equipes, com exceção da Ferrari. Foi justamente esse motor que mais trabalho deu no processo de restauração, empreitada que consumiu 300.000 reais, segundo a Dana, fabricante de autopeças responsável pela recuperação do modelo. A montagem do motor ficou a cargo do preparador Elísio Casado, que não chegou a trabalhar na equipe Copersucar, mas tem mais de 45 anos de pistas. Copersucar-Fittipaldi FD01 foi restaurado pela empresa Dana, fabricante de autopeçasRicardo Rollo/Quatro RodasSegundo Elísio, o motor estava inteiro, mas as partes que permaneceram 30 anos em contato com água e combustível (gasolina de avião) sofreram uma severa corrosão. “A bomba d”água, que movimenta o sistema de arrefecimento do carro, teria de ser substituída por uma nova, já que não estava mais em condições de rodar”. A dificuldade para encontrar a peça levou Elísio a optar por restaurar a original. As válvulas e os cabeçotes também tiveram que ser substituídos, assim como os anéis dos pistões. Novo de novo, o motor foi entregue a Darcy de Medeiros para finalizar a montagem do carro. Darcy foi o responsável pela restauração do carro. Cuidou de chassi, freios e suspensão. Além de ter trabalhado na equipe Copersucar, Darcy passou esses 30 anos de olho no FD01. O carro chegou a passar cinco deles em sua oficina. E, mesmo quando saiu de lá, ele o rastreava. O mecânico conta que o carro foi inteiro desmontado para que seus componentes fossem analisados. E o que foi problema no passado acabou favorecendo a restauração. Por ter feito apenas uma corrida, o carro tinha boa parte de suas peças inteiras e aproveitáveis. Os freios, por exemplo, são os mesmos que deixaram o autódromo argentino, incluindo o conjunto de pastilhas. Continua após a publicidade Wilson Fittipaldi Júnior pilotando o Copersucar-Fittipaldi FD01, após processo de restauraçãoRicardo Rollo/Quatro RodasO que tirou algumas horas do sono de Darcy foram os pneus. Não foi fácil encontrar quem tivesse a ferramenta adequada para desmontar o conjunto que estava no Copersucar. Encontrar pneus novos não foi problema, já que a Goodyear ainda produz um modelo semelhante ” na verdade, o pneu traseiro é mais baixo que o fabricado para a categoria F1 Grand Prix, que anda com carros de F-1 antigos. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Já na parte final da montagem, faltava alguém que entendesse do emaranhado de fios que compunha a parte elétrica. O mecânico João Paolo de Pascale havia trabalhado na equipe como responsável pelo sistema de refrigeração, parte elétrica e motor. Na restauração, ficou sob sua responsabilidade apenas a elétrica. Sua tarefa mais difícil nessa gincana foi encontrar os fios antichamas, utilizados na época, uma vez que boa parte da fiação do FD01 ainda é original. A bateria, danificada por ter ficado muito tempo inativa, foi substituída. A bobina foi revisada aqui e na Inglaterra. E voltou sem problemas. Picape Montana da frota de testes da revista Quatro Rodas, rebocando o Copersucar-Fittipaldi FD01Ricardo Rollo/Quatro RodasChegou a hora de reviver o passado e ligar novamente o FD01. O motor já tinha virado, mas apenas no dinamômetro. Na pista, era a primeira vez. O som do Ford-Cosworth DFV não chega a ser ensurdecedor. É hipnótico. Não se parece em nada com o agudo dos F-1 de hoje. O ruído mais grave leva a imaginar a sinfonia de 25 carros largando, um show de levantar as arquibancadas. Wilsinho saiu lentamente e deu duas voltas para checar os sistemas de freio e refrigeração. Voltou para o box e, sem conseguir conter a emoção, saiu para mais duas voltas, em ritmo mais acelerado. Dessa vez, um problema elétrico fez o FD01 parar na pista e voltar duas vezes rebocado para os boxes. Os mecânicos debruçavam-se sobre o carro, tentando solucionar a pane. Wilsinho brincava: “Vai, Darcy! Faltam dez minutos para a classificação!” Apesar de não terem conseguido colocar o FD01 na pista novamente, ele já tinha cumprido sua missão: resgatar a história da única equipe brasileira a disputar corridas de Fórmula 1. Continua após a publicidade Volta no tempo Wilson Fittipaldi Júnior e o presidente Ernesto Geisel durante a apresentação do automóvel de F1 brasileiro, da Copersucar-Fittipaldi, o Fitti1.LEMYR MARTINS/Quatro Rodas1974 – Apresentação oficial do primeiro carro, com a presença do presidente Geisel 1975 – Estréia no GP da Argentina, com Wilsinho. Foram 12 corridas, sem marcar nenhum ponto 1976 – Emerson Fittipaldi e Ingo Hoffmann estréiam na equipe e somam apenas 3 pontos Émerson Fittipaldi, com Ingo Hoffmann e integrantes da escuderia Copersucar-Fittipaldi, na década de 70Acervo/Quatro Rodas1977 – Emerson consegue chegar aos 11 pontos e a equipe termina o ano à frente da Surtees 1978 – Emerson chega em segundo no GP do Brasil. Com 17 pontos, ficou à frente de McLaren e Williams Continua após a publicidade 1979 – Alex Dias Ribeiro faz dois GPs pela equipe. O time fecha o ano com apenas 1 ponto 1980 – Entrada de Keke Rosberg. Com 11 pontos, empatou com a McLaren e ficou à frente da Ferrari 1981 – Chico Serra e Rosberg fazem 15 corridas mas não conseguem pontuar 1982 – Com Chico Serra como único piloto, a escuderia se despede da F-1 com 1 ponto Ficha técnica – Copersucar FD01 Motor: Cosworth DFV V8 (90o), 2993 cm3, 470 cv a 10500 rpm Câmbio: Mecânico de 5 marchas Dimensões: Comprimento 4,60 m; largura 1,95 m; entreeixos 2,41 m Peso: 590 kg (36% na frente e 64% na traseira) Chassi: Monoposto feito de duralumínio Rodas: Aro 13, com 10 polegadas de largura na dianteira e 18 na traseira Tanque: Com 3 reservatórios, um central para 60 litros e dois laterais com 65 litros cada, num total de 190 litros Publicidade View the full article
  11. sqpl somautomotivo lowbass hairtrick fbaudio sq Sextou e Low ----------------------------------------------- Interessados em Fazer o Curso Presencial de Instalacao de Som Automotivo na Loja Razor fale direto no meu Whatsapp pessoal 19 99144-0998. Marcio Low Bass. ----------------------------------------------- Projeto e Instalacoes por Fabio da FF Customs Whatsapp 11 97743-6360 Nessa HR-V tem os seguintes equipamentos: - Dois Kit 2 Vias Ophera OP 90 - Um Par Midrange Ophera 3 pol - 2 Amplificadore Soundigital linha Gain 1200.5 - Processador de Audio Expert X8 Air - 2 Megacapacitores 5 Farad - 2 Voltimetros - Crossovers Artesanais Fabricados pela FF Customs para esse projeto - 2 Subwoofers Ophera 8 pol 300W PS: Todos os Alto-falantes tem amplificacao e ajustes individuais ----------------------------------------------- Temos Nosso Curso: qAPRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINEq Acesse pelos links abaixo: https://go.hotmart.com/D61464418N e https://go.hotmart.com/D61464418N dp 1 --------------------------------------------- Tenha acesso a milhares de musicas de Low Bass na descricao do video abaixo: https://www.youtube.com/watch v QfGOEc eph8 View the full article
  12. A eterna luta entre as marcas premium alemãs agora está acontecendo também nos segmentos dos elétricos, depois de décadas se enfrentando com motores a combustão. A disputa continua acirrada, mas agora é silenciosa. Este novo capítulo tem, de um lado, o BMW i5 eDrive40, e, de outro, o Mercedes EQE 350. Relacionadas Carros elétricosBMW terá mais de 15 lançamentos no Brasil em 202419 dez 2023 - 18h12 NotíciasMercedes quer mudar leis de trânsito com nova luz para carros autônomos20 dez 2023 - 20h12 TestesÚltimo esportivo a gasolina da BMW, M2 também assusta pelo desempenho7 dez 2023 - 17h12 São versões – com o perdão da palavra – mais “simples” da linha, e com apenas um motor elétrico. Mesmo assim, na faixa dos 80.000 euros (R$ 422.719), na Europa. O duelo expõe uma diferença fundamental entre os dois modelos de luxo. BMW i5Paulo Maria/Quatro RodasEnquanto o Mercedes usa a plataforma MEA, desenvolvida para automóveis elétricos, a BMW foi mais conservadora e utiliza a arquitetura CLAR, empregada nos seus modelos com motores de combustão. Isso interessa aos mortais? Sim, porque o caminho tomado pela fabricante de Munique prejudica a experiência a bordo, como o enorme túnel central que se ergue do piso na parte traseira da cabine. No BMW também há menos espaço livre entre os bancos dianteiros, já que a área ali foi concebida para acomodar o volumoso câmbio dos modelos, sejam movidos a gasolina ou a diesel. Mercedes-Benz EQE 350Paulo Maria/Quatro RodasVisualmente, ambos seguem as linguagens atuais de design das respectivas marcas. O i5 exibe sua grade mais vertical e elevada, e um perfil típico de sedã de três volumes, enquanto o rival aposta na linha em arco adotada para a família de sedãs EQ. Gosto não se discute, mas parece que o BMW consegue passar uma imagem mais sóbria do que o Mercedes. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Por outro lado, uma vantagem do traço aerodinamicamente mais apurado do Mercedes é o coeficiente de arrasto mais baixo (um valor recorde de 0,20, ante 0,23 do BMW), o que beneficia o rendimento. Continua após a publicidade BMW i5Divulgação/BMWPor dentro, encontramos nos dois modelos a redução de botões físicos, com grande parte dos comandos acessíveis por meio de telas digitais. A dupla oferece dois monitores, um para a instrumentação e outro para tudo o que diz respeito à central multimídia. No BMW, temos duas telas horizontais lado a lado (de 12,3 e 14,9 polegadas, respectivamente). No Mercedes, há uma horizontal para 12,3” e uma vertical de 12,9”, separadas. A qualidade geral dos materiais é de bom nível, mas o BMW perde em alguns aspectos: não há revestimento emborrachado nos porta-objetos das portas dianteiras nem porta-revistas nas costas dos bancos dianteiros. Mercedes-Benz EQE 350Divulgação/Mercedes-BenzO Mercedes recebe melhor Os dois acomodam cinco adultos com algum conforto. O BMW tem 2 cm adicionais em altura atrás, mas ambos podem transportar ocupantes com 1,85 metro sem grandes problemas. Já em espaço para pernas a supremacia é do Mercedes (85 cm, ante 81 cm no BMW), graças ao entre-eixos mais longo. Embora o BMW seja 12 cm mais longo no comprimento total (5,06 m), o Mercedes leva clara vantagem na distância entre-eixos. São 3,12 m, ou 13 cm a mais que o i5. BMW i5Divulgação/BMWNos dois, o piso é mais alto, por causa das baterias no assoalho, e ambos têm os assentos traseiros mais elevados do que os dianteiros, melhorando a visibilidade de quem vai ali. Quanto ao porta-malas, o i5 leva a melhor (490 l, ante 430 l do EQE), além de dispor de uma abertura de carga mais larga. Embora os dois tenham encostos traseiros rebatíveis, no i5 a operação só pode ser feita pelo porta-malas. Continua após a publicidade Mercedes-Benz EQE 350Divulgação/Mercedes-BenzOs dois protagonistas desse confronto usam um único motor elétrico, montado sobre o eixo posterior, o que faz deles modelos de tração traseira. O i5 eDrive40 dispõe de 340 cv de potência e 43,8 kgfm de torque, enquanto o EQE 350 responde com menos potência e mais torque: 292 cv e 57,6 kgfm. Em ambos, as acelerações e retomadas são muito rápidas. A BMW divulga 0 a 100 km/h em 6 segundos. A Mercedes divulga o tempo de 6,4 segundos, na mesma prova. Uma das razões para a diferença pode estar na relação peso/potência: 6,5 kg/cv no BMW e 8,1 kg/cv no Mercedes. BMW i5Divulgação/BMWO i5 é 150 kg mais leve. No alemão da Baviera, uma pequena borboleta à esquerda do volante faz com que a resposta do motor seja ainda mais forte enquanto o motorista estiver pisando fundo no acelerador. O conterrâneo de Stuttgart dá o troco na velocidade máxima. Ele chega a 210 km/h, contra 193 km/h do BMW. Neste caso, a aerodinâmica do Mercedes ajuda. Mercedes-Benz EQE 350Divulgação/Mercedes-BenzO BMW agrada ao motorista Números à parte, em termos de comportamento dinâmico o BMW se impõe. O chassi do BMW faz com que o motorista se sinta sempre mais ligado à estrada, fruto de um eixo dianteiro mais incisivo e que permite melhor controle dos movimentos verticais e transversais da carroceria, ainda que neste último caso seja importante ressaltar a presença dos pneus mais esportivos no i5, mais largos na traseira e de perfil menor. BMW i5Paulo Maria/Quatro RodasEnquanto o BMW veio com pneus 255/35 na frente e 285/30 atrás (e rodas de 21”), o Mercedes estava equipado com pneus 255/45 e rodas de 19”. Continua após a publicidade A direção do BMW é também mais comunicativa, ainda que a do Mercedes seja mais direta. Os dois têm volantes pequenos (36 cm de diâmetro) e um aro relativamente grosso, ajudando a ter uma boa empunhadura. Mercedes-Benz EQE 350Paulo Maria/Quatro RodasBMW i5Paulo Maria/Quatro RodasO i5 apresenta suspensão traseira pneumática de série, sistema que é opcional no EQE. O eixo traseiro direcional do BMW faz com que as rodas posteriores virem até 2,5 graus, para ajudar a encurtar o diâmetro de giro em baixas velocidades e melhorar a estabilidade em altas. É um melhor compromisso do que os 4,5 a 10 graus disponíveis opcionalmente (de acordo com a versão) no EQE. É certo que, nesse caso, o ganho em manobras é sempre superior, mas perde-se em linearidade da condução. O i5 responde às frenagens de forma mais imediata, enquanto no Mercedes a desaceleração é muito limitada nos primeiros 25% de curso do pedal. Mercedes-Benz EQE 350Paulo Maria/Quatro RodasNa ausência de ruídos de motor a combustão, os sons sintetizados que ecoam nas cabines soam quase sempre como naves espaciais ou ursos com sérios problemas de digestão (especialmente no caso do Mercedes). Mas é possível desligá-los. Tendo em conta que o BMW é o que proporciona mais prazer ao volante, causa alguma estranheza a decisão dos engenheiros bávaros de não colocar borboletas atrás do volante para gerir a intensidade da recuperação de energia pela desaceleração, ao contrário do Mercedes. Continua após a publicidade Nos dois modelos existem três níveis de recuperação, além do modo adaptativo/automático. O BMW dispõe de uma posição “B” (brake), que permite a condução com “um pedal”. Nessa condição, o i5 praticamente dispensa o uso do pedal de freio, porque, quando se tira o pé do acelerador, o carro para. BMW i5Divulgação/BMWA bateria do EQE 350 tem maior capacidade. São 90,6 kWh utilizáveis, ante 81,2 kWh no i5, o que explica a autonomia mais dilatada. Segundo os dados homologados, o EQE vai de 567 a 654 km sem necessidade de recarga, ante os 499 a 582 km do concorrente de Munique. A Mercedes também oferece garantia de fábrica mais extensa para as baterias: 10 anos/250 mil km, contra 8 anos/160 mil. O i5 deve chegar ao Brasil este ano, enquanto a Mercedes não revela os planos para o EQE 350 (a empresa oferece por aqui o EQE 300). Neste confronto, faltou levar os carros para medições em nossa pista. Mas, pelo que foi mostrado aqui, o Mercedes se saiu melhor por mais modernidade no projeto. Mercedes-Benz EQE 350Divulgação/Mercedes-BenzVeredicto – BMW i5 eDrive 40 A plataforma que serve aos modelos a combustão gera inconvenientes. Mas ter suspensão pneumática e eixo direcional, de série, na traseira, é uma vantagem. E, ao contrário do rival, já tem data para chegar ao Brasil. Veredicto – Mercedes-Benz EQE 350 O EQE embarca mais efetivamente nos conceitos da eletrificação, começando pela plataforma, passando pela aerodinâmica e chegando à garantia mais longa das baterias. Não tem planos de ser vendido aqui. Continua após a publicidade Ficha técnica – BMW i5 eDrive 40 Preço: 80.100 euros Motor: elétrico, traseiro, 340 cv, 43,8 kgfm Bateria: íons de lítio, 81,2 kWh (úteis) Câmbio: automático, 1 marcha, tração traseira Direção: elétrica (eixo traseiro direcional) Suspensão: duplo A (diant.), multilink (amortecimento pneumático) (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas Pneus: 235/35 R21 (diant.); 285/30 R21 (tras.) Dimensões: comprimento, 506 cm; largura, 190 cm; altura, 151,5 cm; entre-eixos, 299,5 cm; peso, 2.205 kg; porta-malas, 490 litros Desempenho*: 0 a 100 km/h, 6 s; velocidade máxima, 193 km/h; autonomia (WLTP), 582 km *Dados de fábrica Ficha técnica – Mercedes-Benz EQE 350 Preço: 76.900 euros Motor: elétrico, traseiro, 292 cv, 57,6 kgfm Bateria: íons de lítio, 90,6 kWh (úteis) Câmbio: automático 1 marcha, tração traseira Direção: elétrica Suspensão: duplo A (diant.), braços múltiplos (tras.) Freios: disco ventilado nas quatro rodas Pneus: 255/45 R19 Dimensões: comprimento, 499,6 cm; largura, 210,3 cm; altura, 151 cm; entre-eixos, 312 cm; peso, 2.355 kg; porta-malas, 430 litros Desempenho*: 0 a 100 km/h, 6,4 s; velocidade máxima, 210 km/h; autonomia (WLTP), 654 km *Dados de fábrica Publicidade View the full article
  13. No passado, que foi nosso passado. #gearheadraiz #spportcarbr_net #spportcarbr_net_desde1999 #postinho #acf View the full article
  14. visit: http://www.stevemeadedesigns.com/board join today This was a fun box to build and it does sound great DC Audio Level 2 subs later switched to level 3 tuned nice and low. Part 4 coming next Full video with much more detail here for those that can click. https://youtu.be/I7y3S0Qjmq4 si Nvw50GeQQmkPpr5 Check out DC Audio products here: http://www.dcsoundlab.com SMD Products can be found at http://www.wcCarAudio.com Amazon Ebay and more Support these videos here http://www.patreon.com/meade916 Instagram: http://www.instagram.com/meade916 car audio subwoofer View the full article
  15. Quem se surpreende com as exíguas dimensões e o estilo singular do Smart talvez não tenha conhecido um projeto nacional produzido por João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, um dos mais visionários da nossa indústria. O Gurgel MotoMachine revelava para os visitantes do Salão do Automóvel de 1990 uma inovadora forma de transporte urbano particular. Relacionadas Carros elétricosGurgel Itaipu E400: a história do primeiro carro elétrico brasileiro3 out 2021 - 09h10 ClássicosGurgel Itaipu: há 46 anos, um brasileiro elétrico desafiava a gasolina25 Maio 2021 - 15h05 NotíciasClássicos: Gurgel X-15, o jipão militar com alma de Kombi e sem tração 4×426 mar 2019 - 16h03 Ainda que sem a pretensão e sofisticação do Smart, o MotoMachine tinha como principais atrativos a economia, tanto nas dimensões como no consumo. Mas essa frugalidade não escondia sua faceta de pequeno sedutor: teto rígido removível, outro de lona, estepe exposto na traseira e laterais envidraçadas (na verdade, de acrílico) faziam parte do arsenal para conquistar o público descolado. Laterais de acrílico emolduradas pela carroceria de fibraChristian Castanho/Quatro RodasSeu conceito, reforçado pelo nome, era trazer a experiência de pilotar uma moto para um carro que pudesse rodar fechado. O resultado pode não agradar a todos, mas é difícil negar sua originalidade. Tecnicamente o MotoMachine derivava do BR-800, o primeiro carro com tecnologia 100% brasileira. Ele era construído sobre um chassi hexagonal. Seu motor de dois cilindros e 0,8 litro entregava modestos 34 cv e 6,6 mkgf. Só usava gasolina, pois Gurgel acreditava que o campo deveria ser preservado para produzir apenas alimentos. O motor de 34 cv também era usado pelo BR-800Christian Castanho/Quatro RodasO modelo 1991 fotografado foi o segundo Gurgel adquirido pelo paulista Felipe Bonventi, também dono de um XEF e um X-15. Em dezembro de 2005 ele achou um exemplar impecável, de uma senhora, única dona, com nota fiscal de compra e apenas 40.000 km. Continua após a publicidade “Ela dizia que eu não tinha idade para gostar de um carro desses, perguntou inúmeras vezes se eu não ia revendê-lo logo em seguida, mas enfim foi com a minha cara. Na entrega do carro ela até chorou.” Ele só rodou 2.000 km desde então. Compartilhe essa matéria via: WhatsAPP Telegram Para suas dimensões, o mini-Gurgel possui espaço suficiente para não espremer seus dois ocupantes. Há um banco atrás, ao estilo 2+2, que também é porta-malas. A capota de lona fica atrás do encosto desse banco, num porta-trecos. “Ainda tem um teto de lona chamado de tampa careca, que cobre apenas a cabeça do motorista e do passageiro”, diz. Comandos são VW; nas portas, suportes para alto-falantesChristian Castanho/Quatro RodasBonventi explica que o para-brisa rebatível para cima das primeiras unidades teria sido abolido porque o Detran passaria a exigir óculos de proteção para o carro trafegar sem ele. Na baliza, as vigias de acrílico revelam-se providenciais, ajudando a ver a distância até o meio-fio. Os racionados comandos são de origem VW. O vermelho do banco de couro combina com os frisos externos. A leveza da direção a faz parecer hidráulica e o câmbio de quatro velocidades tem engates precisos. Entre os raros luxos do carro, bancos e volante de couroChristian Castanho/Quatro RodasFalta torque em baixas rotações, algo esperado de um par de cilindros que soa, previsivelmente, como motor de moto. “O escapamento do MotoMachine tinha menos silenciadores que o dos outros Gurgel de mesmo motor.” Continua após a publicidade O excesso de plástico do interior é outra fonte de ruídos. Dura para compensar a leveza do veículo, a suspensão não raro maltrata os ocupantes, mas mantém a estabilidade em curvas. Atrás o banco também é porta-malas: um 2+2Christian Castanho/Quatro RodasNão se sabe ao certo quantos foram feitos, mas há quem afirme que chegaram a 177. Entre bugues, jipes, veículos elétricos, minicarros e o primeiro automóvel 100% nacional, a Gurgel produziu alguns dos mais interessantes carros do país. Nenhum deles, no entanto, conseguiu aliar tanta versatilidade e diversão quanto o camaleônico MotoMachine. Delta Antes de sua fábrica falir, em 1994, João Gurgel desenvolvia o projeto Delta, junto com o governo do Ceará (pois ali seria feito o novo carro). Pela descrição do autor, lembrava o MotoMachine. Em entrevista à QUATRO RODAS de dezembro de 1992, Gurgel falava de um veículo de dois lugares e motor de 800 cm³. Este era preparado pela Lotus inglesa para render 20 km/l. O chassi aparente de alumínio formaria o habitáculo e os para-lamas de plástico seriam substituídos facilmente em caso de colisão. Ficha técnica – Gurgel MotoMachine Motor: dianteiro, 2 cilindros opostos, 792 cm³, carburador de corpo simples, a gasolina Diâmetro x curso: 85,5 x 69 mm Taxa de compressão: 8,5:1 Potência: 34 cv a 5.300 rpm Torque: 6,6 mkgf a 2.500 rpm Câmbio: manual de 4 marchas, tração traseira Dimensões: comprimento, 285 cm; largura, 145 cm; altura, 150 cm; entre-eixos, 180 cm Peso: 650 kg Suspensão: Dianteira: independente, por braços oscilantes e molas/amortecedores tipo spring-shock. Traseira: eixo rígido, molas semielípticas longitudinais Rodas e pneus: aço, 4,5 J X 13, pneus 145 R13 Relacionadas NotíciasGurgel: o engenheiro que virou carro12 jan 2016 - 19h01 NotíciasGrandes Brasileiros: Gurgel Supermini, a evolução do BR 80013 fev 2017 - 19h02 NotíciasGrandes Brasileiros: Gurgel XEF10 Maio 2017 - 17h05 ClássicosDez minicarros nascidos e criados no Brasil12 ago 2023 - 18h08 Publicidade View the full article
  16. Dois motores separados por uma junta de borracha e escapes reunidos na mesma saída: o segredo daquele fantástico carrinhoDarcy Vieira/Digamos que você voltou no tempo. Está em 1969 e só tem 60 dias para transformar seu Fusca 1300 num foguete para andar na frente de Ford GT40 e Lola T70 – dois dos mais respeitados carros da categoria esporte-protótipos de então. Sem a ajuda mágica de alguém como Jeannie – do seriado de TV Jeannie É um Gênio, um hit dos anos 60 –, isso pareceria impraticável. Mas não foi assim que pensaram o piloto Wilson Fittipaldi Junior e o engenheiro Ricardo Divila. Eles encararam o desafio e conseguiram o que parecia impensável. O Fusca pilotado pelos irmãos Emerson e Wilsinho obrigou os ”figurões” importados a engolir poeira na pista de Jacarepaguá. Depois de se classificar para a largada em segundo lugar e andar meia hora na frente dos monstros, o VW acabou quebrando o câmbio e saindo da prova. No entanto, já havia roubado a cena, humilhado os rivais e deixado uma marca na história do automobilismo nacional. Na disputa com os protótipos aerodinâmicos, o Fitti-3200 mais parecia um capacete de corridareprodução/Naquele final dos anos 60, Emerson já corria na Europa e aproveitaria o intervalo das temporadas de Fórmula 3 para participar de algumas provas realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. “Estávamos sem carro para competir”, diz Wilsinho. “Tínhamos começado um projeto e o Ricardo estava trabalhando no protótipo que levaria mecânica do Alfa GTA. Mas não ficaria pronto a tempo.” Continua após a publicidade O carro levaria mais de ano para chegar às pistas e dois meses era o prazo que o calendário das provas dava aos irmãos Fittipaldi para providenciarem um bólido competitivo.“Além de rápido, com boa aceleração, o carro tinha que ser barato, pois não tínhamos dinheiro para trazer um GT da Europa.” Essa limitação praticamente encaminhou a escolha do motor para um Volkswagen.“Tínhamos tudo o que havia dessa mecânica e, naquela época, éramos os únicos no Brasil a produzir os kits 1600”, diz Wilsinho. O maior motor VW na época era o 1300. Nosso 1600 preparado, com taxa alta, comando bravo, carburação Weber 48 e coletores especiais, chegava ao redor dos 130 cavalos – um bom número para a época. Mas ainda estava longe da relação peso/potência à altura dos GT. “Pensamos então num motor 2 litros. Ponderei que, para atingir essa cilindrada, teríamos que mudar curso de virabrequim, camisas, pistões – e com tudo isso o bloco não agüentaria. Ia ser explosão na certa.” Oito cilindros Diante do desafio, com a ousadia própria dos jovens de pouco mais de 20 anos, alguém sugeriu: “E se, em vez de um, fossem usados dois motores?” Continua após a publicidade Depois do espanto geral, veio a lembrança do Auto Union construído antes da Segunda Guerra Mundial. O carro foi feito para quebrar o recorde de velocidade numa das novas Autobahn, idéia incentivada por Hitler para ser usada como propaganda. O carro tinha dois motores V8, centrais, com virabrequins simplesmente aparafusados um ao outro. Pois a mesma idéia foi aproveitada pela equipe Fittipaldi. Mas, para evitar contragolpes ou vibrações de um motor refletindo no outro, uma junta de borracha fazia a intermediação. Graças à transformação para bimotor, o carro passou a ter oito cilindros justapostos, que desenvolviam de 250 a 260 cvKlaus Ludwigsen Library/Os escapes foram todos reunidos numa só saída, o que produzia um ronco “ma-ra-vi-lho-so!”, nas palavras de Wilsinho. “Aquilo urrava que era uma beleza, parecia um Porsche.” O resultado dessa junção foi um motor de oito cilindros contrapostos que desenvolvia de 250 a 260 cavalos. Para empurrar um Fusca com 500 quilos, seriam 2 quilos por cavalo, uma relação peso/potência na medida para encarar os esporte-protótipos, que pesavam entre 800 e 900 quilos com motores de 400 a 450 cavalos. O Fitti-3200 durante os testes em Interlagos. Repare na saída única de escapeKlaus Ludwigsen Library/Enquanto era discutida a montagem do motor, outra questão igualmente urgente era estudada por Wilsinho, Divilla e Nélson Brizzi, um dos papas dos motores de competição daqueles tempos: como desenvolver um chassi em tão pouco tempo? Continua após a publicidade Dessa vez a iluminação veio da experiência na construção dos monopostos de Fórmula V (que utilizavam mecânica Volkswagen e integravam uma categoria de entrada no automoblismo de competição). Um chassi de Fusca foi serrado logo atrás do piloto. Dali para trás, foi ancorado um chassi tubular na plataforma original do carro. Nele foi montada uma suspensão traseira dos Fórmula V, com semi-eixo, molas espirais e amortecedores telescópicos. Na dianteira foi mantida a suspensão original do Fusca. Freios do Porsche histórico Para segurar a cavalaria reunida, tiveram de recorrer aos freios de um antigo Porsche Spyder, que jazia abandonado numa oficina. Mas não era um Spyder qualquer, se é que se pode falar assim de um Porsche. Segundo Wilsinho, o nobre doador foi o carro pilotado por Hans Stuck, na Gávea, na década de 50. Dele também foram aproveitados o câmbio de cinco marchas, invertido – pois o Spyder tem motor central –, e a caixa de direção. Dois radiadores de óleo instalados na frente completavam a configuração básica da máquina. Caixa de direção era de um Porsche Spyder. No centro do painel, o conta-girosKlaus Ludwigsen Library/Na hora de embalar aquela ousadia toda, nem todos os problemas tiveram solução planejada. Como, por exemplo, arrefecer a temperatura dos motores se as ventoinhas haviam sido eliminadas para aliviar o trabalho do equipamento? Continua após a publicidade “Eram oito cilindros para refrigerar. Colocar os oito scoops [tomadas de ar] para fora do carro provocaria um tremendo arrasto aerodinâmico”, diz Wilsinho. Durante muito tempo, procurou-se em vão pela solução. A resposta para o enigma surgiu quando ele estava sentado no banco do piloto, para ver a posição do volante. Ao olhar para o espaço onde residia o pára-brisa, que ainda não havia sido colocado, mandou: “Ricardo, e se a gente inclinar o pára-brisa e fizer um fundo falso por baixo do teto?” Idéia aprovada, foi feita uma caixa de captação de ar de onde saíam as oito bocas que, por meio de tubos, ventilavam os cilindros. Tomadas de ar para os oito cilindros ficavam entre o para-brisa e o tetoKlaus Ludwigsen Library/Havia chegado, enfim, o momento. No dia do primeiro teste em Interlagos, ainda usando pneus finos, os Cinturatto da Pirelli, o carro conseguiu impressionar bem: “Deu para ver que ele empurrava uma barbaridade. A estabilidade era satisfatória, pois motor central sempre dá boa coisa. Quando chegaram os pneus Dunlop de competição e os colocamos nas rodas de 8 polegadas na frente e 10 atrás, aí sim o carro grudou no chão pra valer”. Wilsinho conta como era pilotar o bimotor, num tempo em que os traçados de Interlagos e Jacarepaguá eram bem diferentes dos dias de hoje: “Nosso carro tinha uma primeira bastante longa, o suficiente para fazermos a Curva do Bico de Pato, a mais travada de Interlagos. No fim do retão, calculo que chegávamos a 220 km/h. O carro andava muito, tinha um tremendo torque. A Curva do Sol nós fazíamos totalmente de lado, controlando no acelerador, pois esse era o jeito de fazer tempo com o carro; esse era o jeito dele”. Segundo Wilsinho, nas curvas a melhor maneira de manter a velocidade era de ladoKlaus Ludwigsen Library/No Rio de Janeiro, onde o carro disputou a prova 1.000 Quilômetros de Jacarepaguá, o circuito era mais travado do que é hoje. A reta não mudou, mas o miolo era diferente. Na tomada de tempos, o Fitti, nas mãos do Wilsinho, ficou em segundo lugar. Na frente do GT40 do José Moraes e do Lola T70 do Marcelo de Paoli e só atrás do Alfa T33 do José Carlos Pace, o Moco. “Largaríamos na primeira fila! E ao lado do Alfa!” Continua após a publicidade Todos atrás de um Fusca Segundo Wilsinho Fittipaldi, ninguém acreditou naquilo que estava acontecendo. “Foi bem engraçado: trouxeram os melhores carros do mundo e largaram atrás de um Fusca… Eles não gostaram muito, não; ficaram meio invocados”, diz, divertindo-se enquanto recorda. “Na corrida, como a primeira marcha era longa, o Émerson perdeu uma posição logo na largada. Mas, depois que afinava a primeira, as outras marchas vinham próximas e o carro acelerava que era uma barbaridade. Na quinta volta recuperou a posição e manteve-se em segundo por uma meia hora, mais ou menos, andando sossegado na frente da Lola e do GT40, só permanecendo atrás mesmo do Moco, no Alfa.” O piloto Lian Duarte foi testemunha do desempenho do Fitti 3200. Participava da corrida ao volante de um Puma com motor preparado de 2.000 cm3. Com ele, Lian chegava ao fim da reta de Jacarepaguá a uns 180 ou 190 km/h. “Mesmo assim, o Emerson me passava feito um rojão.” A quebra do câmbio do Fitti acabou por tirar de cena o astro daquele espetáculo surreal em Jacarepaguá. Mas, àquela altura, o grande feito do Fusca de dois motores já havia ficado registrado na história. E na memória de quem teve a felicidade de assistir a tão surpreendente desempenho. * Reportagem publicada na QUATRO RODAS Clássicos de janeiro de 2004 Relacionadas NotíciasTrajetória da equipe Fittipaldi na F1 vai virar filme3 jan 2017 - 16h01 NotíciasOs melhores carros de Piquet – pilotados por Nelsinho!27 fev 2017 - 12h02 TestesO dia em que Senna testou 12 carros nacionais para QUATRO RODAS26 set 2016 - 20h09 Publicidade View the full article
  17. Neste video a SuperAudio apresenta o Lancamento Focal linha K2power-M. Este e um produto premium para os amantes da qualidade de audio aliado a volume. A Focal e uma empresa Francesa especializada em Som De Qualidade e preza pela fidelidade musical durabilidade e um design encantador e sempre e destaque em projetos profissionais e de entusiastas. Links e contatos para adquirir: superaudio somautomotivo Facebook: SuperAudio Whatsapp 48991323590 View the full article
  18. ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto RAYLLAN5 e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br WANDO ATUALIZACOES Comprar link MUSICAS ATUALIZADAS So chamar https://wa.me/message/WRTVBNF2E44IJ1 Meu facebook https://www.facebook.com/rayllansom/ Para comprar produtos online segue o link para compra AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb Shopee https://shope.ee/apjpxVjd Ja conhece meu canal no youtube https://www.youtube.com/c/RAYLLANSOM Hashtags: dinheiro som somautomotivo nubank carro viagem bradesco rayllansom caixaeconomica audio financiamento banco vendas negocios Volkswagen Fiat Toyota Hyundai GM JEEP RENAULT HONDA NISSAN PEUGEOT CITROEN BMW BYD MITSUBISHI PORSCHE FORD Seja membro deste canal e ganhe beneficios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we xML7cHrr1g/join O seu canal de Som Automotivo /nordeste. Nao esqueca de deixar seu LIKE e de se INSCREVER-SE para continuarem atualizados e ajudar nossa familia crescer. Instagram TikTok kwai e Facebookr rayllansom GRUPO TELEGRAM LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 MINI PAREDINHA EM CASA TARAMPS GRAVES DE 6 POLEGADAS somautomotivo View the full article
  19. ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto RAYLLAN5 e compre direto da fabrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br WANDO ATUALIZACOES Comprar link MUSICAS ATUALIZADAS So chamar https://wa.me/message/WRTVBNF2E44IJ1 Meu facebook https://www.facebook.com/rayllansom/ Para comprar produtos online segue o link para compra AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb Shopee https://shope.ee/apjpxVjd Ja conhece meu canal no youtube https://www.youtube.com/c/RAYLLANSOM Hashtags: dinheiro som somautomotivo nubank carro viagem bradesco rayllansom caixaeconomica audio financiamento banco vendas negocios Volkswagen Fiat Toyota Hyundai GM JEEP RENAULT HONDA NISSAN PEUGEOT CITROEN BMW BYD MITSUBISHI PORSCHE FORD Seja membro deste canal e ganhe beneficios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we xML7cHrr1g/join O seu canal de Som Automotivo /nordeste. Nao esqueca de deixar seu LIKE e de se INSCREVER-SE para continuarem atualizados e ajudar nossa familia crescer. Instagram TikTok kwai e Facebookr rayllansom GRUPO TELEGRAM LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 COMO FAZER PROJETO CAIXA BOB DO NEYMAR TOCANDO View the full article
  20. Subwoofer: testes em Free Air (ao ar live) x testes na caixa acústica! Um resumo rápido da diferença entre os teste com e sem caixa acústica como mostramos aqui nos nossos vídeos. View the full article
  21. Esta semana recebemos a visita do grande Renê Jardim! View the full article
  22. O Golf Variant do nosso colaborador @variant_sq que já estamos acostumados a ver nos stories, também sempre presente nos eventos. Um incrível sistema arquitetado com maestria pela @r2audio.store, ajustado por @brunoemls e acompanhado de um belo diagrama da @1009mkt . Estava a disposição para audições no estande da SQfriends no SQF3. #sq #soundquality #caraudio #somdequalidade #somautomotivo #r2audio #1009mkt #hiendcar #hificar #audiocarsystems #sqcaraudio #sqx #sqexperience #sqf3 View the full article
  23. visit: http://www.stevemeadedesigns.com https://www.youtube.com/channel/UCAn7KfxuoxUur8dP-lFCjdA/join For Business Inquiries: smdbizinq gmail.com View the full article

AutoForum.com.br

O fórum para os maniacos por som automotivo e automóveis

×
×
  • Create New...