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[Protech]O motor do Bitelo chegou da usinagem… seguimos em frente com o projeto!
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[4r]Chevrolet Sonic: novo rival de Tera, Pulse e Kardian é só um Onix bombado?
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O Chevrolet Sonic é o novo integrante do segmento dos pequenos SUVs derivados de hatches compactos. Traduzindo, ele é o novo rival de Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera, e aposta nos preços mais baixos como principal trunfo. Mas será o suficiente? QUATRO RODAS conheceu de perto e andou no novo Sonic em primeira mão. Para isso, contamos com a ajuda dos parceiros da concessionária West Motors, de Piracicaba (SP), que nos cedeu uma das primeiras unidades de test drive disponíveis no Brasil, na versão RS. À West Motors, fica o nosso agradecimento. São duas versões diferentes para o SUV compacto, ambas de caráter topo de linha: Premier, por R$ 129.990; e RS, por R$ 135.990. Os preços são promocionais para o lançamento, embora a GM não especifique o período. Depois, os valores subirão para R$ 134.990 na Premier e, para R$ 140.990, na RS, conforme já divulga o site oficial da Chevrolet. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A oferta de apenas duas versões completas aponta para duas principais estratégias. A primeira, de posicioná-lo contra as versões de topo de seus concorrentes, que cobram mais caro. O VW Tera High sai por R$ 146.190; o Renault Kardian Iconic custa R$ 149.990; o Fiat Pulse Impetus parte de R$ 151.490. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade A outra estratégia é a de colocá-lo entre as versões de topo do Onix e as mais baratas do Tracker (desconsiderando a versão de entrada do SUV, voltada ao público PCD), evitando uma concorrência interna. Nos próximos meses haverá ainda a chegada do Onix Activ, versão aventureira a ser posicionada abaixo do Sonic. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Não é um SUV cupê O Sonic busca inspirações em outros modelos da Chevrolet, embora abuse de soluções nada inéditas. Na dianteira, a inspiração, segundo a GM, veio dos SUVs maiores da marca – mas faróis divididos já são utilizados em diversos modelos de diversas marcas. No Sonic, há uma peça superior para assinatura e indicador de direção, uma intermediária para iluminação principal e, por final, faróis de neblina na base do para-choque. Todo o conjunto é em led, nas duas versões. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A diferenciação das versões se dá no acabamento. Enquanto a RS tem grades em colmeia e em preto brilhante, a Premier usa traços mais horizontais e insere elementos cromados na abertura principal. Continua após a publicidade Há mais personalidade na traseira, com claro olhar para o Equinox EV, especialmente pelas lanternas que invadem a tampa do porta-malas com uma iluminação tracejada. Foge da mesmice das lanternas interligadas por uma única barra e das pequenas lanternas dos concorrentes. A gravata da Chevrolet é sempre em preto, bem como os logotipos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas De lado, o Sonic evidencia sua origem: a lateral é a mesma do Onix, com repetição de portas, janelas e colunas, alterando apenas as extremidades dianteira e traseira. As rodas são sempre de 17 polegada, com desenhos e acabamento exclusivos para cada versão (diamantadas na Premier e pretas na RS). Apesar disso, a GM diz que o modelo é um SUV cupê, como VW Nivus e Fiat Fastback – mas, na prática, não é. Seu formato convencional é o mesmo de Tera, Pulse e Kardian, o que fica claro no olhar e nas possibilidades estruturais, já que ele tem a carroceria do Onix como base, inclusive a coluna C. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Mais do que isso, o aerofólio exclusivo do modelo faz um prolongamento visual da lateral, tirando ainda mais qualquer possibilidade de se enxergar ali um SUV cupê – sem a peça, talvez o apelo fosse maior. Tudo isso trata-se, no fim, de um marketing para diferenciar o modelo e tentar enquadrá-lo no segmento da moda. Mas não funciona. Outros artifícios utilizados para distanciá-lo do Onix são a aplicação de molduras plásticas e o rack de teto (funcional, que leva até 50 kg), dando aparência mais aventureira. Estes, sim, fazem parte da categoria e combinam com o visual – reforçado pela suspensão mais alta, com 20 cm de altura em relação ao solo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Interior familiar O interior do Sonic é bastante familiar e mescla elementos de Onix, Tracker e Montana, com desenho bastante semelhante ao dos modelos. Estão lá os mesmos bancos do Onix, com encosto de cabeça integrado, volante, alavanca de câmbio, painéis de porta e comandos do ar-condicionado. São elementos que já carecem de mudanças. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Também há similaridade no acabamento, simples e composto predominantemente por materiais rígidos. Para diferenciar, há uma faixa central no painel com revestimento e toque macio, assim como nos painéis das portas dianteiras (nas traseiras, até os apoios de braço são rígidos). A versão Premier mescla preto e cinza, enquanto a RS mistura preto com detalhes em vermelho. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No topo do painel estão o conhecido quadro de instrumentos de 8 polegadas presente em outros modelos da marca, bem como a central multimídia MyLink, de 11 polegadas, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Há ainda, no sistema multimídia, wi-fi nativo e OnStar. O espaço interno do Sonic está na média da categoria, com bom espaço traseiro para dois ocupantes de estatura média. Um possível ocupante central terá difícil acomodação, já que o modelo é estreito e um túnel central é alto. O console central também invade a área das pernas, mas ao menos oferece duas portas USB (ambas do tipo A, o mais antigo). <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade No porta-malas, os 7 cm de comprimento a mais em relação ao Onix dão resultado. O compartimento, no SUV, tem 392 litros – contra 303 no hatch. Média do segmento De série, o Sonic tem faróis full led com acendimento automático, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 17, chave presencial com partida do motor por botão, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, quadro de instrumentos digital, central multimídia, carregador de celulares por indução e ar digital de uma zona. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na segurança, adiciona-se seis airbags, assistente de permanência em faixa, alerta de ponto cego, alerta de colisão frontal e alerta de pressão dos pneus. Como itens exclusivos da versão mais cara, RS, estão: frenagem automática de emergência, sistema de estacionamento semiautônomo, sensores de estacionamento dianteiros e faróis altos automáticos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas “Corpo” de Onix, “coração” de Tracker Embora se utilize da carroceria do Onix, o Sonic leva o conjunto mecânico do Tracker. Tanto o hatch, quanto o SUV, utilizam um motor 1.0 turbo flex de três cilindros, mas o SUV tem injeção direta de combustível, enquanto o hatch tem injeção indireta. No Sonic, a marca optou pela injeção direta. O motor entrega 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, e está sempre acompanhado por um câmbio automático de seis marchas. O conjunto é sempre o mesmo para as duas versões. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Assim, a Chevrolet diz que o modelo vai de 0 a 100 km/h “na casa dos 10 segundos”, o que o aproximaria do Pulse, que tem o melhor desempenho do segmento. O desempenho divulgado pela GM, no entanto, é com etanol. Por ora, não pudemos levar o modelo para a nossa pista de testes para aferir os números com gasolina. Mas é possível sentir que, de fato, o Sonic tem bom desempenho. As acelerações são rápidas e ele é ágil no trânsito, bem como em ciclos rodoviários. Mesmo com um pequeno “lag” nas acelerações, as arrancadas são eficientes e o câmbio tem bom funcionamento. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A dirigibilidade é semelhante à do Onix, com uma direção de ajuste direto e leve, e uma suspensão mais firme. No entanto, não chega a ser áspera como no hatch, que dá pancadas secas. É mais confortável nas absorções – mas, novamente, sem deixar de ser firme. Sem nossos testes, também não foi possível aferir o consumo do modelo. No entanto, os números divulgados pela Chevrolet, junto ao Inmetro, apontam para um consumo de 12,1 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada, com gasolina. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Veredicto O Chevrolet Sonic não tem ineditismos e é exatamente o que se espera, mas isso pode ser bom. Tem um conjunto mecânico eficiente, boa lista de equipamentos, espaço na média da categoria e visual moderno. Assim, promete ser o respiro que a GM precisava no Brasil. 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[4r]Carro mais barato do Brasil pode ser feito na mesma fábrica do Chevrolet Spark
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O carro mais barato vendido no Brasil atualmente não é um modelo a combustão, mas, sim, um carro elétrico, o JMEV Emova Easy, oferecido a partir de R$ 69.990. Apesar da produção ser da chinesa Jiangling Motors, a representação oficial no país é feita pela E-Motors, que estuda montar esse e mais carros na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte (CE), mesmo local de onde são montados os elétricos Chevrolet Spark EUV e Captiva EV. Questionada, a E-Motors afirma que mantém conversas e estudos iniciais envolvendo a Comexport e a JMEV sobre a possibilidade de montagem de veículos no local. Neste momento, as negociações ainda estão em fase de análise entre as partes envolvidas e não há definição formal concluída sobre a operação. Antiga fábrica da Troller pertencia à Ford. Agora será usada por diferentes empresas, entre elas, a GMMauro Balhessa/Quatro Rodas Inicialmente, a operação ocorreria no formato SKD (Semi Knocked Down), como parte de uma estratégia gradual de estruturação industrial e futura nacionalização. “Caso a parceria seja formalizada, a expectativa é que a implementação operacional aconteça de forma progressiva ao longo dos próximos meses. Os modelos inicialmente considerados para o mercado brasileiro são o Emova Easy e o Emova Urban”, diz o presidente da empresa, Mercidio Givisiez. QUATRO RODAS procurou a Comexport. A dona e operadora da PACE afirma que “não tem acordo com a E-Motors”, ou seja, as tratativas não foram concluídas. E-Motors x Kia A E-Motors ficou conhecida pelo seu problema com a Kia. A marca sul-coreana, em abril de 2026, divulgou uma nota oficial à imprensa denunciando o uso indevido dos nomes EV2 e EV3 pela E-Motors e JMEV no território brasileiro. As marcas já tinham sido registradas pela empresa sul-coreana no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Após o episódio, os nomes foral alterados. Continua após a publicidade JMEV Emova UrbanDivulgação/E-Motors A QUATRO RODAS, Givisiez explica que a situação envolvendo os nomes dos veículos foi resolvida de forma amigável e respeitosa entre as partes. “Quando realizamos a importação inicial dos primeiros modelos para os processos de homologação e registro no Brasil, optamos inicialmente por utilizar os nomes de fábrica adotados internacionalmente. Naquele momento, realizamos consultas relacionadas aos registros disponíveis no país e não identificamos impedimentos ativos vinculados aos modelos em questão. Posteriormente, fomos comunicados sobre registros realizados pela Kia para futuros lançamentos previstos no mercado brasileiro.” E completa: “a partir disso, iniciamos imediatamente, junto às nossas equipes jurídica, de branding e marketing, um processo completo de reposicionamento de identidade dos veículos, criando uma nomenclatura própria, alinhada ao momento atual e ao futuro da E-Motors Brasil”. O antigo EV3 passo a se chamar Emova Urban e o antigo EV2 foi renomeado como Emova Easy. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O presidente da E-Motors disse que a comunicação pública do projeto até então ainda não havia sido iniciada oficialmente porque as negociações e análises industriais estavam em andamento. “Parte dessas informações acabou circulando antes da conclusão formal dos processos e definições estratégicas da operação. Nosso posicionamento sempre foi conduzir cada etapa com responsabilidade, segurança institucional e alinhamento entre todos os parceiros envolvidos antes da realização de anúncios oficiais em larga escala.” Por que a Jiangling Motors? A ideia da E-Motors é vender “carros acessíveis” no Brasil, além disso a empresa tinha a ideia de desenvolver “o primeiro veículo elétrico do mundo com câmbio manual”, criado especificamente para atender o segmento de aprendizagem e formação de condutores. “A partir dessa experiência, ampliamos nossa visão de mercado e iniciamos a busca por soluções que tornassem os veículos elétricos mais acessíveis para a população brasileira de forma ampla. Durante esse processo, encontramos na JMEV uma fabricante alinhada à nossa proposta. A montadora possuía modelos elétricos com excelente equilíbrio entre tecnologia, eficiência e custo competitivo, dentro da escala que buscávamos para iniciar nossa operação no Brasil. A eletrificação no Brasil começou pelo topo. A E-Motors quer começar pela base. Nosso objetivo é tornar os veículos elétricos uma realidade possível para mais brasileiros.” Fábrica da Jiangling Motors GroupDivulgação/ Continua após a publicidade O Emova Urban, comercializado por R$ 99.990, preço promocional de lançamento, tem câmbio automático e manual, esse último sob solicitação para autoescolas. A E-Motors diz que o sistema manual foi desenvolvido no Brasil e age exatamente como um carro a combustão, podendo até “morrer”, caso o motorista não opere a embreagem corretamente. Pós-venda e lojas Além do estudo da fábrica, a E-Motors está em um processo de credenciamento de oficinas parceiras para a realização de manutenção. No primeiro momento, as concessionárias não deverão ter oficinas de serviço. Há estoque inicial de peças como faróis, lanternas traseiras, retrovisores e vidros, com envio para todo o Brasil. Reparos de funilaria podem ser feitos em oficinas comuns e o seguro está disponível tanto por seguradoras tradicionais quanto pela própria E-Motors. A garantia é de três anos para o veículo e oito anos para a bateria. JMEV EwindDivulgação/E-Motors A primeira concessionária licenciada está localizada em Pedro Leopoldo (MG), a 40 quilômetros de Belo Horizonte. A empresa afirma que pretende realizar entregas em outras cidades do país e que já negocia novos pontos de venda. O objetivo é ter mais cinco concessionárias em 60 dias e chegar em 30 lojas no prazo de um ano. Continua após a publicidade Próximos modelos da E-Motors Os próximos lançamentos da E-Motors sob a marca JMEV serão o sedã elétrico Elight e o SUV elétrico Ewind, com 501 e 520 km de autonomia, respectivamente. A expectativa é que três unidades de cada modelo cheguem no final de junho. O Elight e o Ewind passarão pelo processo de homologação durante 90 dias. Entre julho e agosto ocorrerá a pré-venda dos carros, segundo fontes ligadas à empresa. JMEV ElightDivulgação/E-Motors Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Corsa elétrico tem motor Peugeot e é mais rápido que Golf GTI vendido no Brasil
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Hatch elétrico de 281 cv vai de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos e supera o modelo da Volkswagen, comercializado em lote restrito em nosso PaísView the full article -
[4r]Super híbrido, ultra híbrido ou híbrido: entenda o que significa cada nome
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A oferta de carros híbridos no Brasil aumentou bastante nos últimos tempo e, junto com isso, a variedade de sistemas que ajudam os motores a combustão a serem mais econômicos. A dificuldade de destacar essas diferenças é o que vem fazendo com que os próprios fabricantes criem nomes para diferenciar seus carros. Vale de tudo, até mesmo criar novas designações como “super híbrido” e “ultra híbrido”. Antigamente, cada fabricante tinha uma designação para os motores flex dos seus carros. Os Chevrolet eram “FlexPower”, os Volkswagen eram “TotalFlex” e os Renault eram os “Hi-Flex”. Todos eles, porém, eram carros que podiam queimar álcool e gasolina no motor em qualquer proporção. Tudo igual. O que é super híbrido? BYD Song PlusFernando Pires/Quatro Rodas Os “super híbridos” também vão por este caminho. Esse termo foi utilizado no Brasil primeiro pela BYD com seus carros com sistema DM-i (como os Song e o King), mas também é usado pelos Jetour e Omoda a nível global, como significado para a sigla “SHS”, e pela Geely, com o EX5 EM-i. Na prática, porém, todos eles são carros híbridos plug-in. Os híbridos plug-in têm o motor a combustão combinado a um câmbio com um ou mais motores elétricos integrados a ele. Isso não impede que haja um ou dois motores acionando as rodas traseiras. Como há um conjunto de baterias com grande capacidade (entre 16 e 60 kWh, geralmente), o veículo pode rodar por um longo período sem ligar o motor a combustão. Continua após a publicidade Plataforma BYD DM-i de quarta geraçãoDivulgação/BYD Há outros cenários de uso, como a combinação do motor elétrico com o térmico para mover o carro ou mesmo quando o motor térmico trabalha apenas para gerar eletricidade. Mesmo entre os dois autointitulados super híbridos há diferenças. Nos Omoda e Jaecoo, a força do motor a gasolina chega à roda por meio de um câmbio de uma marcha. Nos BYD, o câmbio emula o funcionamento de um câmbio CVT. O que é ultra híbrido? Plataforma do Leapmotor C10 REEVLeapmotor/Divulgação Continua após a publicidade Essa terminologia é ainda mais recente e, no Brasil, só é usada pelo Leapmotor C10 REEV. Este SUV é o que pode ser chamado, tecnicamente, de elétrico com autonomia estendida (EREV). Neste caso, a força do motor a combustão nunca chega às rodas: só o motor elétrico move o carro. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A justificativa para isso é que o motor a gasolina pode trabalhar sempre nos seus regimes de maior eficiência, sempre acionando um gerador, que pode alimentar diretamente o motor elétrico e ter a sobra de energia acumulada em uma bateria. Como a força do motor a gasolina não chega às rodas, não há necessidade de câmbio. O C10 vem ao Brasil sem barra de led entre os faróis dianteirosFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade É esse tipo de tecnologia que a Leapmotor chama de ultra híbrido, mas ele não é exclusivo da marca chinesa. No passado, o BMW i3 usava a mesma concepção mecânica e, hoje, há diversos carros chineses de grande porte que usam o motor a combustão apenas para gerar energia, como o BYD Yangwang U8. O que é um carro híbrido? Se o motor a combustão tem a assistência ou trabalha em conjunto com um motor elétrico, o carro é híbrido. O nível dessa assistência é que define os diferentes tipos de sistemas híbridos. Há sistemas de baixa tensão (12V e 48V), que são os híbridos leves (MHEV) e que raramente são capazes de tracionar as rodas sozinhos. Neles, a assistência elétrica se resume aos momentos de aceleração e, no máximo, a manter velocidades constantes em rodovia. Conjuntos híbridos costumam ter um ou mais motores elétricos integrados ao motor a combustãoDivulgação/Honda Continua após a publicidade Na sequência estão os híbridos plenos (HEV), que têm um motor elétrico maior e mais potente integrado ao câmbio, podendo ser capaz de mover o carro sozinho por um curto período, devido à bateria de menor capacidade – o que ajuda o carro a ser mais leve e barato que outros híbridos. Nestes, o ganho de desempenho e melhora no consumo são mais notáveis e a bateria dispensa a recarga externa. O que não muda entre os híbridos é a dependência da carga da bateria para que o carro possa entregar seu máximo desempenho. Quando o estado de carga (SoC) da bateria está baixo, o carro limita ou até mesmo corta totalmente a utilização do motor elétrico para mover o carro, deixando o esforço de mover o carro apenas para o motor a combustão. Isto, porém, só costuma acontecer em situações contínuas que exigem muita potência, como subidas de serra ou longas e constantes acelerações. Publicidade View the full article -
[CE1]JVCKENWOOD, Alps Alpine Full Year Earnings
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JVCKENWOOD and Alps Alpine reported results for their full fiscal years ended in March and Gentex, which owns VOXX, reported its first quarter results (see below). JVCKENWOOD reported mixed results for its automotive division and Alps Alpine reported gains in all metrics in its Mobility sector, which includes Alpine. In JVCKENWOOD’s M&T (Mobility & Telematics) […]View the full article -
[4r]BWW Z4 sai de linha sem substituto e encerra uma era de roadsters na marca
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É o fim da linha para o BMW Z4. A produção do roadster foi oficialmente encerrada na fábrica da Magna Steyr, em Graz, na Áustria, marcando a despedida da fabricante alemã do segmento de roadsters. Sem um projeto sucessor confirmado, restam apenas os exemplares da atual geração G29 disponíveis nas concessionárias de alguns mercados. O modelo deixou de ser vendido no Brasil em 2022. O encerramento da produção reflete a atual prioridade da indústria automotiva global, que redireciona seus bilhões em investimentos para plataformas elétricas modulares e para a expansão de SUVs. Esse movimento vem esvaziando o mercado de nicho dos conversíveis. Família Z: (da esq. para dir.) BMW Z1, Z3, Z8 e Z4Divulgação/Divulgação A letra Z na nomenclatura tem origem na palavra “Zukunft” (futuro, em alemão), aplicada no vanguardista Z1 no final da década de 1980. Contudo, o fim do ciclo do modelo atual aponta para o passado. A geração G29 estreou no mercado em 2019, encerrando um hiato de três anos após a aposentadoria de seu antecessor imediato, o E89. Agora, a história de interrupções se repete, mas sem previsão de volta. Engenharia compartilhada Toyota SupraDivulgação/Toyota Continua após a publicidade Para viabilizar a existência desta última geração do esportivo em um mercado já encolhido, a marca alemã recorreu a um projeto conjunto com a Toyota, visando a diluição dos custos de engenharia e manufatura. Sob a carroceria, o modelo compartilha base, eletrônica e trem de força com o Toyota Supra. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Em sua configuração de topo, o esportivo alemão traz motor seis cilindros em linha 3.0 turbo. O conjunto mecânico é calibrado para entregar 387 cv e 51 kgfm de torque nas rodas traseiras. Continua após a publicidade A transmissão, na maior parte do ciclo de vida do projeto, foi confiada a um câmbio automático de oito marchas. Nos seus dois últimos anos de produção, uma caixa manual de seis velocidades foi introduzida no catálogo para atrair os puristas em busca de uma condução mais analógica e de maior controle dinâmico. Com a saída do roadster de cena, o último conversível na linha da BMW é o Série 4, que custa R$ 508.950 no Brasil. Mesmo com rumores sobre o desenvolvimento de cupês utilizando a nova arquitetura elétrica Neue Klasse, a criação de um esportivo conversível e dois lugares nos próximos anos é improvável. Esse cenário acompanha o definhamento da categoria, que já vitimou os Audi TT e Porsche 718 Boxster. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BMW O Toyota Supra, aliás, teve sua produção na Áustria interrompida há alguns meses. A diferença, no entanto, é o futuro: a fabricante japonesa confirmou o desenvolvimento de uma sexta geração para o seu cupê, que será projetada e fabricada de forma independente nos próximos anos, sem o uso de tecnologias da BMW. Publicidade View the full article -
Projeto Honda Fit Kit Blam live Projeto refinado com kit BLAM Live instalado em apliques personalizados no painel, entregando palco sonoro elevado, definição absurda e uma estética digna de um projeto premium. A Code Audio há mais de 20 anos na entrega de Resultado e Qualidade! @codeaudio #HondaFit #fitclub #HondaFitBR #SomAutomotivo #somdequalidadeView the full article
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[4r]Volkswagen é condenada a pagar R$ 15 milhões por fraude de emissões da Amarok
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A Justiça Federal decidiu condenar a Volkswagen do Brasil ao pagamento de R$ 15 milhões em indenizações aos donos da picape Amarok. A sentença tem como base a instalação de um software ilegal projetado para manipular os resultados de testes de emissões de poluentes em 17.000 unidades da picape produzidas entre 2011 e 2012. O dispositivo fazia o veículo operar dentro das normas ambientais apenas durante inspeções laboratoriais, enquanto liberava volumes superiores de gases nocivos em condições reais de uso. Procurada por QUATRO RODAS, a Volkswagen diz que “não comenta processos em andamento.” O caso é um desdobramento nacional do escândalo global conhecido como Dieselgate, que afetou milhões de veículos do grupo Volkswagen em diferentes mercados. No Brasil, a irregularidade permitiu que a Volkswagen Amarok obtivesse licenças do Ibama de forma fraudulenta. Segundo o processo, o motor 2.0 turbodiesel emitia até 1,1 g/km de óxidos de nitrogênio (NOx), acima do limite de 1 g/km estabelecido pelo Proconve L6, vigente à época do lançamento da picape. O funcionamento do sistema, identificado internamente pelo termo “item de ação indesejável”, baseava-se no reconhecimento de padrões típicos de ciclos de homologação. Ao detectar que a Amarok estava em ambiente de teste, o software alterava o mapeamento da injeção e o gerenciamento eletrônico do motor para reduzir drasticamente a emissão de NOx. Fora do laboratório, o sistema priorizava desempenho e consumo de combustível em detrimento do controle de poluentes. Continua após a publicidade Segundo estimativas técnicas do Ibama e da Cetesb, a manipulação provocou a emissão de 2.700 toneladas adicionais de óxidos de nitrogênio na atmosfera entre 2011 e 2016. Para efeito de comparação, esse volume excedente equivale à emissão anual de uma frota significativamente maior de veículos pesados operando dentro dos limites legais. O impacto ambiental foi agravado pela baixa eficácia das medidas corretivas adotadas posteriormente pela fabricante. Em 2017, a Volkswagen convocou os proprietários das unidades afetadas para uma atualização de software destinada a eliminar o dispositivo fraudulento. No entanto, o recall teve adesão inferior a 30% das unidades comercializadas. Com isso, a maior parte das picapes continuou circulando em desacordo com as normas ambientais brasileiras. Continua após a publicidade Na decisão, a Justiça Federal paulista destacou que a introdução desses veículos no mercado representou uma violação da confiança pública, ao utilizar dolo tecnológico para contornar a fiscalização das autoridades ambientais federais. A sentença atual concentra-se especificamente nas versões da Amarok equipadas com calibração de 122 cv, que representam cerca de 24% da frota envolvida no processo. Na época, essa configuração era a opção de entrada da picape, posicionada para disputar mercado com versões básicas de Toyota Hilux e Chevrolet S10. A diferença de tratamento entre as versões tornou-se um dos principais pontos de contestação do Ministério Público Federal (MPF). O MPF já recorreu da decisão de primeira instância e pede que a condenação seja elevada para R$ 30 milhões. O órgão sustenta que a fraude não deve ser limitada apenas às unidades de 122 cv, mas considerada em toda a frota equipada com o software ilegal, incluindo as versões de 163 cv. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo os procuradores, a diferenciação técnica apontada pela perícia judicial não elimina o fato de que todo o processo de homologação das 17.000 unidades teria sido comprometido pela presença do dispositivo. O recurso também afirma que a Volkswagen operou sob uma lógica de maximização de lucros ao comercializar veículos que seriam mais poluentes do que o declarado oficialmente. A petição do MPF argumenta ainda que a punição precisa ser suficientemente severa para desestimular práticas classificadas como “perversidade tecnológica”. Além da condenação cível, o Ibama já havia aplicado anteriormente uma multa administrativa de R$ 46 milhões à fabricante após a descoberta das irregularidades no Brasil. Publicidade View the full article -
[4r]Jetour F700 PHEV é picape com 1.631 cv e porte de Ram 1500 que faz 71,9 km/l
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Jetour F700 PHEV é o nome da mais nova picape híbrida plug-in do Grupo Chery, e que também é a mais potente. O modelo foi registrado no Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) e tem até 1.631 cv, graças à combinação de quatro motores elétricos e um motor 2.0 turbo a gasolina. A picape antecipa uma investida da Jetour em um segmento de alto desempenho, com direito a um sistema de recarga ultrarrápida baseado em arquitetura de 800V para contornar as limitações de peso características do segmento. <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação Tamanha potência serve para compensar o peso (que chega a 3.009 kg) e garantir maior capacidade de reboque, o que costuma ser bastante limitado em picapes eletrificadas diante de rivais a diesel. O sistema atua com quatro propulsores elétricos independentes, cada um em uma roda, somados ao motor a combustão. Esse layout permite uma vetorização de torque individual. Na prática, o sistema corrige a trajetória em curvas rápidas e garante tração sob demanda no off-road. O 2.0 turbo a gasolina, de acordo com a Chery, tem eficiência térmica de 45,5% e entrega 210 cv e 34,7 kgfm de forma isolada. A transmissão escolhida foi a DHT de duas marchas, desenvolvida para acoplar o motor a combustão nas rodas apenas na faixa de rotação mais econômica. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação Graças à plataforma elétrica de 800V e à bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) fornecida pela CATL, a picape recupera a carga de 20% a 80% em 10 minutos. O consumo oficial, declarado de acordo com o ciclo chinês de testes, é de 71,9 km/l. Quase uma Ram 1500 Continua após a publicidade A carroceria tem 5,49 metros de comprimento e 3,35 metros de distância entre-eixos. O modelo é significativamente maior que médias tradicionais, como a Toyota Hilux (que tem 5,32 m de comprimento), colocando a nova Chery em um nicho intermediário entre as médias e as full-size, como uma Ram 1500. A largura de 2,05 m e a altura de 1,98 m abrigam rodas que calçam pneus mais largos, com 27,5 cm de contato com o solo. <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação O interior prevê duas configurações de cabine: cinco lugares (2+3) ou quatro poltronas individuais (2+2). Afinal, a picape faz parte da nova linha premium Zongheng da divisão Jetour, especializada em utilitários de proposta off-road, que também lançará os SUVs G700 e G900. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação O registro em órgão governamental antecipa a fase final para o início das vendas na China, esperadas para os próximos meses. Para eventual venda no Brasil, precisará contornar desafios como a homologação, dado o peso, que chega a superar 3 toneladas. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Vendas de caminhões caem em 2026 e contrastam com avanço dos elétricos
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Fenabrave aponta retração nos pesados no 1º quadrimestre, enquanto eletrificados crescem 97% e pressionam contraste no mercadoView the full article -
[JonalCarro2]Quase 50 mil carros elétricos já foram vendidos no Brasil em 2026
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Vendas de elétricos no Brasil praticamente triplicam no primeiro quadrimestre e colocam 2026 no caminho de um novo recorde históricoView the full article -
[Nakamichi]#Nakamichi NDSE600A 8-IN 10-OUT Class AB DSP Power Amplifer
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#Nakamichi NDSE600A 8-IN 10-OUT Class AB DSP Power AmpliferView the full article -
[Diy]Marts 4 Channel power test.
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[4r]Lamborghini Fenomeno Roadster é o conversível mais potente já feito pela marca
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A Lamborghini tem o hábito de criar variantes para seus superesportivos, e com o Fenomeno, modelo especial de produção limitada, não seria diferente. O Fenomeno Roadster faz sua estreia mundial com a proposta de ser o conversível mais extremo já fabricado pela marca italiana. O superesportivo tem conjunto híbrido V12 de 1.080 cv e terá produção restrita a apenas 15 unidades. O projeto prioriza o resfriamento mecânico e a rigidez torcional. Para compensar a ausência do teto rígido, a Lamborghini desenvolveu novos elementos aerodinâmicos ativos, responsáveis por manter constante o fluxo de ar no compartimento traseiro do motor. A adoção da carroceria conversível exigiu mudanças profundas para preservar a eficiência térmica, já que a tomada de ar superior do cupê foi eliminada. Para minimizar a perda aerodinâmica e reduzir a turbulência sobre os ocupantes, a engenharia adicionou um defletor na moldura superior do para-brisa. Essa aba direciona o vento por cima da cabine e conduz o fluxo de ar até os novos extratores do motor. As estruturas anticapotamento em fibra de carbono ganharam contornos mais planos e alongados para reduzir o ruído aerodinâmico em altas velocidades, integrando-se aos arcos traseiros. Continua após a publicidade Assim como a versão de teto rígido, o Fenomeno Roadster segue a transição da Lamborghini para a eletrificação, mas sem abandonar os motores de grande deslocamento. O esportivo utiliza um V12 6.5 aspirado, recalibrado para entregar 835 cv a 9.250 rpm e 74,0 kgfm de torque a 6.750 rpm. O propulsor atua em conjunto com três motores elétricos. Dois ficam posicionados de forma independente no eixo dianteiro, enquanto o terceiro é instalado sobre o câmbio automatizado de dupla embreagem e oito marchas, montado transversalmente na traseira. Continua após a publicidade Uma bateria de íons de lítio de 7 kWh alimenta o sistema híbrido e fica alojada no túnel central. O conjunto permite pequenos deslocamentos em modo totalmente elétrico, além de gerenciar a tração integral sob demanda e a vetorização de torque nas curvas. Com potência combinada de 1.080 cv, o Lamborghini Fenomeno Roadster acelera de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos e atinge os 200 km/h em 6,8 segundos. A velocidade máxima supera os 340 km/h. Para controlar os esforços estruturais sem o teto, o chassi utiliza o conceito de “monofuselagem”, derivado da indústria aeroespacial. A seção central é feita em fibra de carbono de múltiplas tecnologias, enquanto a estrutura dianteira adota composto forjado. Segundo a fabricante, a solução mantém níveis de rigidez torcional equivalentes aos do cupê, com acréscimo mínimo de peso. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A suspensão abre mão de sistemas adaptativos eletrônicos e utiliza amortecedores de competição com ajustes manuais. O motorista pode configurar a altura da carroceria e a carga das molas conforme o uso, seja em rodovias ou autódromos. A dinâmica é monitorada por um sensor inercial de seis eixos, que analisa acelerações e inclinações em tempo real. Nas frenagens, atuam os discos de carbono-cerâmica CCM-R Plus, desenvolvidos com fibras contínuas e pastilhas de composto orgânico para resistir ao superaquecimento. Continua após a publicidade O esportivo sai de fábrica com pneus Bridgestone Potenza Sport Run-Flat (265/30 R21 na frente e 355/25 R22 atrás). Clientes que pretendem frequentar track days podem optar por compostos semi-slick. O interior aposta em um visual minimalista. A telemetria e o sistema multimídia são concentrados em três telas digitais com interfaces hexagonais, reduzindo drasticamente a quantidade de botões físicos no painel. Continua após a publicidade A configuração sem teto mantém a tradição da Lamborghini em séries limitadas, estratégia vista no Reventón (2007), Veneno e Sián. As 15 unidades previstas já estão pré-reservadas para clientes selecionados. O preço oficial ainda não foi divulgado, mas modelos deste segmento no mercado europeu superam os 3,5 milhões de euros — algo como R$ 19 milhões em conversão direta. No nicho de supercarros híbridos conversíveis, o principal rival será a Ferrari SF90 XX Spider, que segue proposta semelhante de foco em pista, mas com produção em escala ligeiramente maior. Publicidade View the full article -
[MLB]SW4 c/ Sub FB 12" 3000W, Falantes Ophera, Soundigital Basstronik by Felipe Nanba
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[RS]CAIXA BOB GRAVE PIONEER DE INSCRITO #somautomotivo
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[JonalCarro2]Omoda Jaecoo tem a pior reputação entre marcas chinesas no Reclame Aqui
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Marca tem reputação considerada Regular em decorrência de problemas de pós-venda; BYD tem maior volume de reclamações, mas comercializa mais carros no PaísView the full article -
[Taramps]São mais de 350 kg entre amplificadores, acessórios, alto-falantes, drivers, baterias…
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São mais de 350 kg entre amplificadores, acessórios, alto-falantes, drivers, baterias… e toda a estrutura. E claro que não poderíamos deixar de fazer a clássica brincadeira com quem carrega o título de campeão mundial de levantamento terra, né? 😅 Mas demos um desconto para o brabo. Afinal, nem ele, e nem a gente, queria correr o risco de danificar o sistema. E aí, você acha que ele conseguiria carregar tudo isso sozinho?View the full article -
[4r]GWM Haval H6 com motor híbrido flex já está pronto e estreia até julho
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A GWM avança no processo de adaptação de sua linha de híbridos ao etanol brasileiro. Após a estreia do motor 2.0 turboflex no conjunto PHEV do Tank 300 linha 2026, o próximo passo da fabricante chinesa será o lançamento do Haval H6 híbrido flex, o que poderá acontecer até o final de julho. A marca já finaliza os preparativos para iniciar as vendas do Haval H6 equipado com o motor 1.5 turboflex, que estará disponível tanto na configuração híbrida plena (HEV) quanto nas híbridas plug-in (PHEV). Na versão movida apenas a gasolina, este propulsor entrega 150 cv e 24,4 kgfm. A expectativa é que o rendimento não sofra alterações com a tecnologia flex, repetindo a estratégia adotada no Tank 300. Com a tecnologia flex, os Haval H6 HEV e PHEV19 fabricados em Iracemápolis (SP) terão benefícios tributários. Aqueles que forem registrados no estados de São Paulo poderão usufruir de isenção total do IPVA 2026 e de um desconto de 75% em 2027 — ano em que a alíquota para híbridos será de 1%. Pelas regras paulistas, a isenção contempla apenas veículos fabricados no estado com valor de até R$ 250.000, requisitos atendidos pelo H6 HEV (R$ 225.000) e pelo PHEV19 (R$ 249.000). Haval H6 2026Fernando Pires/Quatro Rodas Ao mesmo tempo em que a produção das versões híbridas está começando, a GWM começa a preparar o treinamento da sua rede de concessionárias para a nova motorização. O motor 1.5 turboflex será o grande destaque da linha 2027, complementando a reestilização que o modelo recebeu no final de 2025. Continua após a publicidade A engenharia da GWM no Brasil deve replicar a solução técnica do Tank 300: uma calibração desenvolvida especificamente para o etanol hidratado, otimizando o motor para o percentual de água do combustível nacional. O sistema utiliza algoritmos da injeção da Bosch para identificar a proporção da mistura no tanque e ajustar a queima em tempo real. GWM Haval H6 GT 2026Divulgação/GWM O Haval H6 têm três configurações mecânicas à venda no Brasil. O H6 HEV combina o motor 1.5 turbo a um elétrico para entregar até 243 cv e 54 kgfm, auxiliado por uma bateria de 1,6 kWh. Na sequência, o H6 PHEV19 tem motor elétrico dianteiro mais potente e eleva sua entrega para 326 cv e 53 kgfm. Sua bateria tem 19 kWh de capacidade e garante 74 km de autonomia elétrica. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. No topo da gama, o H6 PHEV35 (R$ 289.000) e o H6 GT (R$ 326.000) contam com um motor elétrico adicional no eixo traseiro, garantindo tração integral e números combinados de 393 cv e 77,7 kgfm. Nestas versões, a bateria de 35 kWh permite uma autonomia de até 116 km no modo totalmente elétrico. Publicidade View the full article -
“Leva um casaco”, “Se eu for aí e achar...”, “Me avisa quando chegar”. Essas frases que ouvimos a vida toda são o ajuste fino de um cuidado que nunca sai de moda. É essa harmonia constante, entre conselho e carinho, que cria a conexão mais bonita que existe. Afinal, estar em sintonia com a sua mãe é saber que, não importa o caminho, o abraço dela será sempre o melhor destino. Feliz Dia das Mães! ❤️View the full article
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[4r]Projeto de lei quer multar motoristas que ocuparem vagas de carros elétricos
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Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende estabelecer punições específicas para motoristas que ocuparem vagas públicas de recarga após o término do carregamento de veículos elétricos e híbridos plug-in. O texto propõe alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), prevendo multa, cinco pontos na CNH e até a remoção do veículo. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Projeto de Lei 801/26 classifica a permanência indevida nesses espaços como infração grave. Pela proposta, o uso da vaga será restrito ao período efetivo de recarga, com uma tolerância máxima de 15 minutos para a retirada do veículo após o encerramento do processo. Caso o prazo de tolerância seja desrespeitado, o condutor estará sujeito a uma multa de R$ 195,23. O projeto determina ainda que, após 30 minutos do fim da recarga, a remoção do veículo por guincho torna-se obrigatória. Continua após a publicidade A medida também abrange estacionamentos privados e de uso coletivo que disponibilizem pontos de carregamento. Nestes locais, os responsáveis deverão implementar regras de rotatividade para assegurar a liberação das vagas assim que o abastecimento for concluído. Segundo o autor do projeto, o deputado federal Marcos Soares, a iniciativa visa combater o uso prolongado e ampliar o acesso à infraestrutura de recarga. O parlamentar justifica que o CTB atual é omisso quanto a regras para veículos que permanecem estacionados após o carregamento completo. Continua após a publicidade O projeto foca em coibir situações onde o carro é mantido conectado por longos períodos, mesmo com 100% de bateria, o que inviabiliza o uso por outros proprietários. Em regiões com infraestrutura limitada, essa ocupação indevida compromete a mobilidade de quem depende da rede pública. Atualmente, o texto aguarda análise em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, a proposta precisa de aprovação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Publicidade View the full article
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