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  1. Since June 1, 2026, an affiliation agreement was signed with the organizers of EMMA Brazil, Mr. Lauro Ricardo de Castro and Mr. Célio dos Santos Alves. EMMA is glad to welcome Brazil into its inter…View the full article
  2. A Hyundai apresentou neste ano uma categoria exclusivamente feminina dentro da Copa HB20, competição monomarca do automobilismo brasileiro. A etapa do Autódromo de Interlagos, disputada entre os dias 29 e 31 de maio, marcou a metade da temporada e a estreia da nova divisão no circuito paulista. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A nova chave reúne sete pilotas que disputam o primeiro título feminino da competição e, simultaneamente, correm na divisão Super contra os demais competidores do grid. O desempenho já reflete na pontuação geral. A campineira Manu Clauset, de 16 anos, lidera a classificação feminina com 139 pontos e ocupa a segunda posição geral da categoria Super, com três pódios nas etapas iniciais. Mika Peixoto aparece em seguida, com 122 pontos, figurando na quarta colocação do ranking geral. O formato de competição monomarca equaliza o equipamento e os motores, transferindo a responsabilidade do tempo de volta quase exclusivamente para a pilotagem e o acerto fino da pressão dos pneus e geometria de suspensão, o que ressalta o mérito de quem ocupa as primeiras posições. Continua após a publicidade Nova fase da Copa HB20 destaca a participação feminina no automobilismo nacionalFernando Pires/Quatro Rodas O grid feminino conta ainda com Anna Luiza Pimpão, vencedora na etapa de Santa Cruz do Sul, Maria Luiza Bedin, Lara Kraft, Caterina Antonella e Anna Nury. As pilotas são egressas do kart e acumulam experiência em competições regionais e programas de formação, como o FIA Girls On Track. O calendário 2026 da Copa HB20 inclui provas em Campo Grande, Cascavel, Cuiabá e Goiânia, além de etapas de endurance e corridas em duplas ou trios. Em sua oitava temporada, o campeonato monomarca consolida seu papel na formação de pilotos no automobilismo nacional, agora com um espaço dedicado à presença feminina. Publicidade View the full article
  3. O desempenho não empolgava tanto quanto o desenho inspirado na Ferrari 308 GTMarlos Ney Vidal/Quatro Rodas Durante décadas, o sonho proibido de ter um importado embalou a indústria nacional dos fora de série. Os modelos eram feitos por pequenas empresas, com o objetivo de produzir carros quase exclusivos, ainda que a intenção esbarrasse frequentemente na escassez de componentes. A mecânica, em geral, era a do Volkswagen a ar. O esforço para se diferenciar no visual produziu resultados interessantes, e o Adamo é um bom exemplo. Com linhas arrojadas, o modelo se destacava justamente no quesito em que menos se esperava: o consumo. A marca, que adotava um cavalo-marinho como símbolo, expôs o primeiro protótipo no Salão do Automóvel de 1968. Em 1970, Milton Adamo, criador da empresa, apresentou o modelo GT. Por utilizar a plataforma da Volkswagen, o carro conservava o comportamento dinâmico do Fusca 1300. A maior diferença ficava por conta do desenho ousado da carroceria de fibra de vidro. O resultado foi uma mistura de bugue com roadster, já que o modelo não possuía portas ou teto rígido. Após 150 unidades produzidas, o GT foi descontinuado em 1972. As lanternas vinham da BrasiliaMarlos Ney Vidal/Quatro Rodas Continua após a publicidade No Salão de 1974, a Adamo lançou o GT-2. A novidade, além da reformulação visual, foi a adoção do motor 1500 da Volkswagen. As linhas da carroceria posicionavam o modelo como concorrente do Puma e do Volkswagen SP2. Na dianteira, o destaque ficava para os quatro faróis sem cobertura plástica. Na traseira, o visual remetia a esportivos europeus, como a Ferrari Dino. Os bancos anatômicos passaram a acomodar apenas duas pessoas, e o espaço traseiro foi reservado para complementar o pequeno porta-malas. Ainda na fase do GT-2, começaram as negociações entre Milton Adamo e a Volkswagen para a adoção do motor do Fusca 1600. O resultado veio em 1979 com o lançamento do Adamo GTL, que passou a concorrer com o Dardo e o Puma GTE. A carroceria do GTL era fechada e inspirada na Ferrari 308 GT. Na dianteira, o modelo trazia faróis escamoteáveis, enquanto a traseira adotava lanternas do Alfa Romeo 2300 Ti. O painel tinha formato semielíptico e era voltado para o motorista. Instrumentos de leitura essencial, como conta-giros e manômetro de óleo, ficavam à esquerda, no campo de visão direto. Os interruptores eram herdados do Fiat 147. Por dentro, instrumentos voltados para o motoristaMarlos Ney Vidal/Quatro Rodas Continua após a publicidade Apesar das belas formas, a performance decepcionava. Mesmo com o motor 1.6 de dupla carburação e escapamento de Puma, os parcos 70 cv não empolgavam. Diante do desempenho modesto, o sistema de freios, com discos na frente e tambor atrás, acabou superdimensionado para o conjunto. Depois do GTL, o motor 1.6 a ar permaneceu nas versões GTM e C2, ambas conversíveis. O exemplar das fotos é um GTM 1984, reconhecido pelas lanternas de Brasilia, e pertence ao mineiro Ivahy Antônio de Souza, marcando 35.000 quilômetros rodados. O modelo mantém a receita dos Adamo anteriores: carroceria de fibra de vidro sobre chassi Volkswagen. Ao volante do Adamo, em plena aceleração, ouve-se o característico ruído metálico do motor 1600 de dupla carburação. O conversível preserva a capota de vinil original e as maçanetas de Alfa Romeo. O motor era o conhecido 1600 a ar, com dupla carburaçãoMarlos Ney Vidal/Quatro Rodas Continua após a publicidade No fim dos anos 1980, a Adamo lançou o CRX com motor 1.8 refrigerado a água. A despedida da marca ocorreu com o AC 2000, já equipado com motor 2.0 da Volkswagen. Foi uma evolução técnica evidente, mas o desempenho ainda ficava aquém do que se esperava de um carro com tamanho apelo visual. * Reportagem originalmente publicada em dezembro de 2006 Teste QUATRO RODAS – junho de 1979 Aceleração de 0 a 100 km/h: 16,47 s Velocidade máxima: 147,8 km/h Consumo médio: 12,87 km/l Preço (maio de 1979): Cr$ 309.862 Preço (atualizado IGP-DI/FGV): R$ 166.603 Ficha técnica – Adamo GTL 1979 Motor: traseiro, 4 cilindros contrapostos, refrigerado a ar, 1.584 cm3, dois carburadores Diâmetro x curso: 85,5 x 69 mm Taxa de compressão: 7,2:1 Potência: 70 cv a 4.700 rpm Torque: 12,3 kgfm a 3.000 rpm Câmbio: manual de 4 marchas Carroceria: cupê, 2 portas, carroceria de fibra de vidro, chassi com plataforma de aço Dimensões: comprimento, 410 cm; largura, 169 cm; altura, 118 cm; entre-eixos, 240 cm Peso: 810 kg Suspensão: Dianteira: independente, com barras de torção, amortecedores e barra estabilizadora. Traseira: independente, com semieixos oscilantes e amortecedores Freios: discos dianteiros e tambores traseiros Direção: mecânica, setor e rosca sem-fim Rodas e pneus: liga leve aro 14, tala 6 na frente e 7 atrás; pneus 185/70 HR14 Publicidade View the full article
  4. #sqpl #somautomotivo #lowbass #hairtrick #fbaudio #sq #Sextou_é_Low ---------------------------- Para entrar no Grupo "Low Bass Style" no Whatsapp onde organizamos Encontros, e dar Ideias de Novas Estampas das Camisetas Low Bass Style, mande seu whatsapp no meu e-mail: marcio5alves@yahoo.com.br _________________ A empresa Mega Energy das Baterias LifePo4 de Alto Desempenho é Parceira do Canal. Compre com o Everton SPL Whatsapp (11) 93001-7512. Inscritos aqui do Canal Marcio Low Bass tem desconto! --------------------------- A Empresa Seladin, Mantas Automotivas Acústicas é Parceira do Canal. Obtenha Desconto de 6% para Pessoa Física e 8% para Pessoa Jurídica falando direto com o Representante Nivaldo Whatsapp (11) 97708-5833 dizendo que viu aqui em Nosso Canal Marcio Low Bass! --------------------------- Faça seu projeto com o Felipe Nanba em Diadema-SP Whatsapp (11) 94703-4643. Nessa CR-V tem os seguintes equipamentos: - Multimidia Original - Conversor RCA Eatech - Processador de Audio Expert X8 Air - Amplificador Soundigital 800.4 - Kit 2 Vias Ophera OP90 - Par Anel Acústico Ophera - Par Coaxiais Ophera CX75 - Amplificador Soundigital Basstronik 1600.1 - Controlador de Ganho do Subwoofer Soundigital RLC - Subwoofer FB Audio 450W 10 pol ---------------------------- Temos Nosso Curso: "APRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINE: Acesse qualquer um desses 2 Links para Informações: https://go.hotmart.com/D61464418N ou https://go.hotmart.com/D61464418N?dp=1View the full article
  5. Picape traz o mesmo sistema híbrido leve (MHEV) já utilizado nos Jeep Renegade e Compass, mas a redução no consumo de combustível pode decepcionarView the full article
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  7. O próximo lançamento da BYD já tem data para estrear. A fabricante chinesa confirmou a apresentação do BYD Atto 2, a versão híbrida flex do Yuan Pro, para o próximo dia 9 de junho. A informação veio do convite do evento oficial para a revelação do SUV compacto. Será o carro que vai estrear o motor híbrido flex da marca no país, sendo montado na fábrica em Camaçari (BA). A chegada do utilitário representa a investida da empresa para disputar participação no segmento de maior volume do mercado nacional. A meta é atrair consumidores das versões intermediárias e de topo de Hyundai Creta, Honda HR-V e Jeep Renegade, além de pegar os clientes que estão pensando no Toyota Yaris Cross, no momento o único híbrido da categoria. Dependendo do preço, ainda pode beliscar alguns SUVs médios chineses, como Omoda 5 HEV. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Alinhamento global A escolha da nomenclatura sinaliza a padronização do catálogo de produtos em sintonia com os mercados externos. Será o segundo carro da BYD a adotar o nome Atto, depois do Atto 8 chegar como a versão híbrida do elétrico Tan. Continua após a publicidade O modelo deriva da estrutura do elétrico Yuan Pro, atuando como um irmão quase idêntico que foi adaptado pela engenharia para receber motores a combustão. O desenho da carroceria preserva os traços da variante elétrica, com alterações concentradas em sutis modificações aerodinâmicas e na adição da ponteira de escapamento aparente na parte inferior do para-choque traseiro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Por dentro, o habitáculo mantém o pacote de equipamentos comum aos projetos da marca. O painel centraliza os comandos em uma tela multimídia giratória, que trabalha em conjunto com um quadro de instrumentos digital de dimensões compactas. A lista de recursos de série dispõe de conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, enquanto o pacote de assistentes de condução ativados por câmera e radar deverá ficar restrito à versão mais cara do catálogo. Continua após a publicidade O utilitário mede 4,31 m de comprimento (dois centímetros a menos que o Honda HR-V) e 1,83 m de largura. A altura marca 1,67 m, enquanto a distância entre os eixos mede 2,62 m (um centímetro a mais que o Hyundai Creta). O porta-malas tem capacidade para 425 litros. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Mecânica conhecida Continua após a publicidade O sistema de propulsão escolhido é o conjunto híbrido plug-in utilizado nos modelos Song Pro e King. A arquitetura combina um motor 1.5 naturalmente aspirado de 98 cv, agora adaptado para o uso de etanol, a um motor elétrico de 197 cv – o 1.5 turbo deve ficar só para o Song Plus. Uma das formas de diferenciar as duas versões será a potência combinada. A configuração de entrada entrega 166 cv, enquanto a topo de linha alcança os 212 cv. O torque será de 30,6 kgfm em ambos os casos. A capacidade das baterias também muda de acordo com a versão. A opção de entrada, nomeada GL, utiliza uma bateria de 7,8 kWh, enquanto a variante superior GS emprega um acumulador de 18 kWh. Pelo ciclo de testes europeu WLTP, o Atto 2 tem uma autonomia elétrica de 40 km e 90 km, respectivamente. Com o tanque e a bateria cheios, a BYD declara um alcance de 900 km na versão GL e 1.000 km na configuração GS. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. As limitações técnicas de carregamento acompanham a faixa de preço do segmento. A bateria menor de 8,3 kWh recebe apenas carga por corrente alternada (AC) com fluxo restrito. A versão GS acrescenta o hardware necessário para conexões de corrente contínua (DC). Essa rede rápida em eletropostos públicos recobra a energia de 30% a 80% em menos de 40 minutos. Publicidade View the full article
  8. Hatch elétrico entra pela segunda vez na tabela dos mais emplacados do mercado nacionalView the full article
  9. O novo GWM Ora 5 iniciou oficialmente sua fase de reservas no mercado brasileiro nesta segunda-feira (1), antecipando o lançamento que acontecerá apenas no dia 29 de junho, quando o preço oficial será revelado. Para garantir uma unidade do modelo antes do lançamento, o interessado deve efetuar um depósito de R$ 9.000 por meio do site oficial da fabricante, na plataforma Mercado Livre ou diretamente na rede de concessionárias. A chegada do utilitário esportivo expande a linha de elétricos da fabricante no país, que até então contava apenas com o hatch Ora 03. A marca projeta repetir o volume de vendas do irmão menor, inserindo o novo modelo em uma faixa de preço superior à do hatchback, hoje vendido em versão única por R$ 169.000. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM O modelo centraliza suas intenções de conectividade no sistema Coffee OS3. Essa tecnologia é comandada por uma tela central de 14,6 polegadas, ladeada por um quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas. Todo o ecossistema do veículo recebe atualizações remotas via internet (OTA), o que elimina a necessidade de deslocamento até uma oficina autorizada para reparos de software. Construído sobre uma plataforma dedicada para veículos elétricos, o utilitário mede 4,47 m de comprimento, 1,83 m de largura e tem 2,72 m de distância entre-eixos. Na prática, o porte é ligeiramente maior que o de um Jeep Compass (4,40 m) e virtualmente idêntico ao do BYD Yuan Plus, seu concorrente mais próximo em posicionamento. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Na comparação com o hatch Ora 03, o novo SUV apresenta acréscimos substanciais. São 23,6 cm a mais no comprimento total e 7,0 cm extras na distância entre-eixos (o hatch possui 2,65 m). Essa alteração na arquitetura resulta em ganho real de espaço para as pernas na segunda fileira de bancos. O peso em ordem de marcha é de 1.669 kg, enquanto a altura livre em relação ao solo fica em 17,5 cm. A lista de itens de série engloba teto solar panorâmico com cortina integrada e bancos dianteiros com regulagens elétricas. Um ponto importante para a adaptação local é a presença do estepe alojado sob o assoalho do porta-malas, uma solução desenvolvida pela engenharia da marca especificamente para atender às exigências e ao histórico de furos de pneu nas vias do mercado brasileiro. Continua após a publicidade No quesito segurança, o pacote ADAS 2+ incorpora funções de assistência à condução semiautônoma, como o assistente de permanência em faixa e a frenagem autônoma de emergência. O modelo conta ainda com a tecnologia V2L (Vehicle-to-Load), que permite utilizar a energia da bateria do carro para alimentar dispositivos eletrônicos externos de alta voltagem, além de sistemas de socorro médico B-Call e E-Call. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O veículo importado da China desembarca em um dos nichos mais disputados do país. Ele enfrentará de forma direta o BYD Yuan Plus e as configurações de entrada do Volvo EX30. Embora os valores oficiais não tenham sido estipulados, projeções do setor indicam que a tabela deve gravitar entre R$ 220.000 e R$ 250.000, preenchendo o espaço vago entre o Ora 03 mais caro e as opções de acesso do Haval H6. O portfólio de lançamento do GWM Ora 5 será composto por quatro tonalidades de carroceria (Cinza Zenith, Preto Khalifa, Branco Cristal e Electric Blue) e duas opções de ambiente interno (Grafite Urbano ou Marrom Avelã). As entregas das primeiras unidades aos compradores estão programadas para começar logo após a oficialização dos preços no final deste mês. Publicidade View the full article
  10. A Fiat Toro saiu na frente das concorrentes e se tornou a primeira picape híbrida intermediária fabricada no Brasil. A Stellantis atualizou a motorização da picape, que é líder do seu segmento, se antecipando à chegada da Renault Niagara, no final do ano, e da VW Tukan, no início de 2027. Ambas também terão versões MHEV. Também há uma estratégia que envolve legislação: a próxima fase do Proconve L8, que vai apertar as regras de emissões de poluentes, começa a valer em janeiro de 2027. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat Na linha 2027, duas das seis versões da Fiat Toro têm ajuda de um motor elétrico: Volcano e Ultra T270. O sistema é o mesmo apresentado pela Jeep no Renegade recentemente, auxiliando o motor 1.3 turbo flex de 176 cv e 27,5 kgfm com um propulsor elétrico de 48V. Já era esperado que a motorização eletrificada seria a grande mudança da linha 2027, porque a picape trocou de visual no ano passado. Vale lembrar que desde que chegou ao Brasil, em 2016, a Toro acumula em sua trajetória uma única plataforma – a Small Wide 4×4 da Stellantis, a mesma utilizada por modelos como os Jeep Renegade, Compass, Commander e Ram Rampage – e três visuais diferentes. O que muda com a motorização híbrida? O sistema híbrido-leve presente na Fiat Toro 2027 troca o motor de partida e o alternador por um motor elétrico de 48 V, que na prática, é quatro vezes mais forte que o motor elétrico dos Fiat Fastback e Pulse. A escolha da marca pelo sistema de 48 V ao invés do 12 V se dá pelo tamanho do carro e também pela plataforma Small Wide 4×4. Continua após a publicidade Esse motor elétrico é alimentado por uma bateria de lítio, com cerca de 50kg, e que fica instalada por baixo do carro – e não dentro, como é o caso dos SUVs citados. Assim que o motorista liga a picape, a grafia do painel já indica que se trata de um híbrido. Ao invés de visualizar apenas o nível de combustível, estão disponíveis à vista também o nível da bateria do motor elétrico e o quanto você está usando o sistema híbrido no seu dia a dia. O auxílio elétrico tende a mudar a condução da picape em três cenários: partidas e retomadas, velocidade de cruzeiro e até na desaceleração – que é quando o sistema elétrico faz o trabalho inverso e recarrega a bateria de 48 V. Continua após a publicidade O motor flex da Fiat Toro foi recalibrado em 2025 e passou de 185 cv para 176 cv, quando o carro passou a sentir mais o peso em saídas, acelerações e retomadas. Com o auxílio do motor de 48 V, que dá um ganho de 15,5 cv e 6,5 kgfm, essa sensação é mitigada, mas não muda muito na prática. A maior diferença sentida no uso cotidiano, quando a picape passa a sensação de estar um pouco mais leve. Outra mudança importante é no comportamento do sistema “Start-Stop”, que está mais suave e silencioso. Por fim, a economia de consumo: a Fiat divulga uma redução de até 12% no consumo urbano, baseando-se nos dados de consumo homologados junto ao Inmetro. A Toro MHEV 2027 faz 10,5 km/l na gasolina e 7,3 km/l no etanol. Quando cai na estrada, a história é outra e a diferença na prática é quase nula, fazendo 10,7 km/l na gasolina e 7,6 km/l no etanol – consumos até 0,5 km/l piores do que nas versões que não são híbridas. Como o estilo de condução muito parecido com o de SUVs, a Fiat Toro oferece uma dinâmica de condução melhor que de picapes médias e compactas. A construção da sua carroceria do tipo monobloco, que deixa de lado a arquitetura chassi-cabine e até mesmo os feixes de mola, somado a sua suspensão traseira com sistema do tipo independente multilink, faz a picape ser mais confortável para rodar no dia a dia – principalmente na cidade. Isso se traduz e um carro estável para usar no dia a dia, sem fortes rebotes de volante ao passar em buracos, lombadas ou valetas, e com boa capacidade para fazer curvas, sem rolagem de carroceria excessiva como a irmã maior Titano, ou os demais produtos do segmento de médias. Além disso, a Toro é confortável para usar na cidade, seja pelas dimensões, desempenho do motor ou vedação acústica. Continua após a publicidade Se você já dirigiu uma Fiat Toro antes, fique tranquilo: as qualidades de antes permanecem. Segue com uma posição de dirigir mais alta, mas que pode ser ajustada com os vários ajustes elétricos desta versão Volcano, que também tem de série a central multimídia com tela vertical de 10 polegadas. O console central ainda garante um porta-objetos que encaixa perfeitamente a chave do carro, e tem carregador por indução e as entradas dos tipos USB-C e USB-A. Fiat Toro 2027 ficou mais completa O design mudou pouco na última década. Em 2025, a Toro ganhou nova grade frontal, luz de condução diurna (DRL) pontilhado, para-choque remodelado, e um refino na parte interna da lanterna traseira. Por dentro, outras novidades como o painel redesenhado, nova manopla de câmbio e um maior número de equipamentos de segurança para versões intermediárias e de entrada. O mesmo espaço interno para os passageirosDivulgação/Fiat Continua após a publicidade Sem saída de ar para os passageiros de trásDivulgação/Fiat Agora a Fiat Toro tem ADAS básico e seta dinâmica nas duas versões de topo com motor T270. As novidades são: sensor de ponto cego e alerta de tráfego cruzado. Vale ressaltar que a picape da Fiat continua sem piloto automático adaptativo (ACC), só tem limitador de velocidade e um piloto automático convencional. O que faz falta é espaço interno. Mesmo que a Toro tenha entre-eixos de 2,99 m, a caçamba atrapalha as medidas internas e sobra pouco espaço para quem viaja no banco traseiro, em comparação com um SUV médio. Além disso, não há saídas de ar-condicionado para quem vai no assento da segunda fila. Sem mudança de geração há 10 anos Fiat Toro MHEV Volcano tem capota marítimaDivulgação/Fiat A próxima geração da Fiat Toro está em desenvolvimento e deverá receber a plataforma STLA Medium, que além de permitir uma eventual eletrificação mais robusta, pode garantir, enfim, um novo visual. Mesmo que a Fiat Toro merecesse ganhar novas dimensões e capacidade de carga no ano em que completa uma década de existência, esses números seguem os mesmos. Continua após a publicidade Os 4,95 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,70 m de altura não colocam a picape intermediária da Fiat em uma posição ruim em relação ao segmento. O mesmo pode ser dito dos 937 litros e até 670 quilos de capacidade de carga no caso das motorizações turbo flex ou turbo flex MHEV. O emblema T270 MHEV na tampa traseira diferencia as versõesDivulgação/Fiat Como referência, a Toro perde para a RAM Rampage, – irmã mais luxuosa – que tem 5 cm a mais de comprimento e pode levar até 750 quilos nas versões com motorização similar. Uma solução para melhorar as capacidades da Fiat Toro na linha 2027 foi aumentar sua capacidade de reboque. Com engate da Mopar, que é vendido com acessório, a picape pode suportar até 750 kg, mas vale lembrar que o motorista optando pela capacidade total do reboque, a caçamba passa a suportar apenas 400 kg de carga. Ficha técnica – Fiat Toro Volcano MHEV Motor: motor a combustão, flex, 1332 cm³, 176 cv; elétrico, dianteiro, 15,5 cv (11,4 kW), 6,6 kgfm (65 Nm); traseiro, não aplicável, não aplicável; 191,5 cv e 34,1 kgfm Bateria: íon-lítio, capacidade em 0,82 kWh Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Suspensão: McPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores com geometria triangular e barra estabilizadora (dianteiro), multilink com rodas independentes, links transversais/longitudinais e barra estabilizadora (traseiro) Freios: discos ventilados (dianteiro), discos ventilados (traseiro) Direção: pinhão e cremalheira com assistência elétrica, 12,2 m de diâmetro de giro Rodas e pneus: liga leve 18″, 225/60 R18 Dimensões: comprimento 4,95 m, largura 1,85 m, altura 1,69 m, entre-eixos 2,98 m, peso 1722 kg, vão livre 19,8 cm, porta-malas 937 litros (caçamba); tanque 55 litros Publicidade View the full article
  11. Após a ANTT negar o cancelamento generalizado de 800 mil multas, motoristas ainda precisam recorrer aos canais das concessionárias para verificar cobranças pendentesView the full article
  12. A GWM prepara o lançamento da linha 2027 do Haval H6 e uma das novidades acabou revelada antes da hora. A versão de entrada Haval H6 One retornou ao catálogo e já aparece no site oficial da marca chinesa e pode ser reservado na loja no Mercado Livre, custando R$ 199.900. Com preço público sugerido de R$ 199.900, o SUV se posiciona de forma bem competitiva ao olhar para os rivais no segmento. O Jeep Compass parte de R$ 174.990 na versão Sport, mas a configuração acima, a Longitude, já custa R$ 201.490. Já o Toyota Corolla Cross inicia por R$ 192.990 na variante XR, enquanto a topo de linha XRX 2.0 é vendida por R$ 210.690 – com motor híbrido, o SUV japonês custa R$ 222.690. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM A motorização segue a mesma, com o motor 1.5 turbo e um sistema híbrido pleno, com um total de 243 cv e 54 kgfm. Como a bateria é de 1,6 kWh, ela é carregada utilizando a energia recuperada nas frenagens, sem a necessidade de utilizar uma tomada ou wallbox. O modelo mantém a central multimídia, o painel de instrumentos digital, o sistema de câmeras com visão de 360° com visão aérea e o pacote de condução semiautônoma. O teto solar panorâmico, contudo, permanece fora dos planos desta configuração para preservar a margem de preço, assim como o porta-malas com abertura elétrica. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM No exterior, o SUV adota rodas de liga leve de 18 polegadas com acabamento diamantado e fundo preto, uma solução visual diferenciada em relação às variantes de varejo. A paleta de cores será restrita aos tons Preto Hematita, Cinza Diamante e Branco Ágata, deixando as novas tonalidades Cinza Titanium e Azul Cianita exclusivas para os catálogos superiores. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Continua após a publicidade O Haval H6 One não será a única novidade da linha 2027 do SUV. Segundo nossos colegas do Autos Segredos, a GWM prepara a estreia da motorização híbrida flex para todas as versões do SUV. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Caso a fabricante repita a estratégia adotada no jipe Tank 300, a introdução do etanol não alterará os números de desempenho do conjunto. O motor combinado ao sistema elétrico continuará gerando 243 cv de potência combinada e torque de 55 kgfm. Segundo os dados divulgados, o consumo pode chegar a 14,7 km/l, mantendo o foco na eficiência energética sem sacrifícios na dirigibilidade. Publicidade View the full article
  13. Mineiros se torna o epicentro do entretenimento automotivo com recordes e adrenalina O último domingo, 31 de março, entrou para a história do calendário de eventos de Goiás. O Parque de Exposições de Mineiros recebeu o que já é considerado o maior evento automotivo do ano no estado, reunindo entusiastas e famílias em uma celebração marcada por tecnologia, potência e manobras radicais. CLIQUE NESSE LINK E VEJA ESSE VIDEO VIRAL DA MEDIÇÃO Show de potência e técnica Um dos grandes destaques foi a etapa oficial do Campeonato de Som e Rebaixados MTM World. Competidores de diversas regiões transformaram o local em uma verdadeira vitrine de alta performance sonora. Além de premiar os melhores projetos, o evento também foi palco para a quebra de vários recordes, reforçando a força e a tradição do som automotivo em Goiás. A precisão técnica e a potência dos sistemas impressionaram público e jurados, elevando ainda mais o nível da competição. Adrenalina pura nas pistas A emoção também tomou conta do Parque de Exposições com o show de manobras. Pilotos experientes realizaram apresentações de tirar o fôlego com carros e motos, transformando o espaço em uma arena vibrante que manteve o público atento a cada movimento. Organização de sucesso O sucesso do evento leva a assinatura de Ademilson Diniz, que conduziu a organização com foco em oferecer uma estrutura completa para expositores, competidores e visitantes. A excelência na produção garantiu conforto, segurança e uma experiência marcante, consolidando o evento como referência para os próximos anos. Com recordes batidos e uma energia contagiante, Mineiros se firmou como a capital da paixão automotiva neste mês de março. O saldo final deixa um gostinho de “quero mais” e aumenta a expectativa para os próximos encontros de quem vive esse estilo de vida. LINK DAS FOTOS LINK DOS RESULTADOS Uarlei e Quelle agradecem a todos. Apoie as marcas que fortalecem nosso esporte: #taramps #spyder #zettaaudio #audiophonic #bomberaltofalantes #erosaltofalantes #stetsom #usinaspark #roadstarbrasil #blusteraltofalantes #TECHNOISE #catanduvasoundcar #bandaaudioparts #ultravox #ajk O post Som, manobras e emoção: veja como Mineiros dominou o fim de semana. apareceu primeiro em MTM World. View the full article
  14. SUVs chegam em versões únicas com até 1.200 km de autonomia combinada, função V2L e preços promocionais de R$ 189.990 e R$ 229.990View the full article
  15. A Caoa Chery inicia nesta segunda-feira (1) as vendas dos novos Tiggo 7 Pro PHEV e Tiggo 8 Pro PHEV, agora com uma evolução do sistema híbrido – batizado como Caoa Chery Super Hybrid. A marca tenta recuperar o terreno perdido para as rivais chinesas com uma política de preços agressiva: o Tiggo 7 PHEV chega por R$ 189.990, enquanto o Tiggo 8 PHEV, de sete lugares, custa R$ 229.990. Os valores são válidos por tempo limitado. Ambos seguirão posicionados como as versões mais caras da linha e, por enquanto, serão as únicas com os novos designs e equipamentos. Por R$ 189.990, o Tiggo 7 Pro PHEV bate de frente com as versões de entrada do BYD Song Pro (R$ 199.990). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery Já o Tiggo 8 Pro PHEV, a R$ 229.990, custa consideravelmente menos que um GWM Haval H6 PHEV19, vendido por R$ 249.000; e que o BYD Song Plus, que parte de R$ 249.990. Engenharia atualizada O conjunto mecânico foi o principal alvo de melhorias para justificar a nova fase dos modelos. Ambos passam a combina o motor 1.5 turbo com injeção direta, tendo como resultado uma entrega de 135 cv e 20,4 kgfm. Há, ainda, dois propulsores elétricos de 204 cv e uma transmissão DHT dedicada. O sistema entrega 279 cv de potência e 37,2 kgfm de torque combinados, garantindo o desempenho exigido em veículos desse porte. Os números são os mesmos do Omoda 7 e Jaecoo 7 e não é por acaso. O conjunto é o mesmo dos outros dois SUVs, que também fazem parte do Grupo Chery, o que aconteceu é que os Tiggo 7 e Tiggo 8 PHEV adotaram a mesma geração da mecânica. A grande evolução funcional, porém, está no sistema de baterias de 18,4 kWh, que finalmente passa a aceitar carregamento rápido em corrente contínua (DC). Segundo a fabricante, é possível ir de 30% a 80% da carga em cerca de 20 minutos. A marca também adotou a função V2L (Vehicle-to-Load), permitindo usar a bateria do carro para alimentar equipamentos externos em 220V. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery A engenharia brasileira da Caoa Chery aplicou uma calibração local no gerenciamento eletrônico, na resposta do acelerador e na suspensão. O objetivo foi adequar a transição entre os motores elétrico e a combustão às condições do asfalto nacional, além de aprimorar o isolamento acústico na rodagem. O que mudou no Tiggo 7 A Caoa Chery aproveitou para renovar o design do Tiggo 7, trazendo o visual que já havia sido visto tanto em flagras do carro no país quanto no registro do desenho industrial no INPI. As mudanças visuais se concentram na dianteira e traseira. O Tiggo 7 recebeu faróis emprestados do irmão maior Tiggo 8 Pro e uma nova grade com elementos brilhantes. O para-choque também foi redesenhado, ganhando visual mais esportivo. Na traseira, a principal alteração é a adoção de lanternas interligadas, que apresentam novo formato e LEDs revisados. O para-choque também foi atualizado, com recortes laterais mais destacados e apliques em preto brilhante na parte inferior. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery A cabine também foi renovada. O painel recebe novas saídas de ventilação, volante inédito e console central redesenhado, incluindo uma manopla de câmbio revisada. O modelo mantém o cluster digital, mas agora integrado à central multimídia na mesma moldura, seguindo o padrão já visto no Tiggo 7 PHEV atual. As telas devem receber gráficos atualizados e ter um formato ligeiramente diferente. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery O Tiggo 7 Pro PHEV foca em quem busca eficiência no uso diário, prometendo um consumo equivalente de até 38,6 km/l. O interior passou por uma reformulação visual e agora exibe uma grande tela curva integrada de 24,6 polegadas, Head-Up Display (HUD) e um sistema de câmeras 360° graus com visão aérea, que facilita o esterço em manobras apertadas. Continua após a publicidade O pacote de assistência à condução (ADAS) do SUV médio de cinco lugares também está mais farto. Ele traz frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e sete airbags, incluindo uma bolsa extra para o joelho do motorista. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery O que mudou no Tiggo 8 No caso do SUV de sete lugares, as mudanças visuais do lado de fora são mais sutis. Os faróis full-led tem novo desenho interno, com uma luz pontilhada na parte de cima. A grade tem um novo arranjo interno e o para-choque teve alterações nas laterais, perdendo as luzes na parte inferior para dar espaço para uma passagem de ar na vertical. A traseira mudou mais e a Caoa Chery diz que é exclusiva para o mercado brasileiro. A placa do carro passa a ser colocada no para-choque, permitindo que a tampa do porta-malas ficasse totalmente lisa. Os faróis seguem sendo horizontais, mas agora estão mais finos e com um acabamento preto fazendo a ligação entre eles junto com a barra iluminada na parte superior. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery Continua após a publicidade O Tiggo 8 está bem diferente do lado de dentro. A primeira mudança está nas telas do quadro de instrumentos e da central multimídia, agora separadas. O primeiro tem um display retangular de 10,25″, enquanto o segundo agora usa uma tela flutuante de 15,6″. É o mesmo arranjo de outros carros da Chery, como Jaecoo 7. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery Outra alteração está no console central, que ganhou mais espaço após a fabricante mover a alavanca do câmbio para a coluna de direção. Assim, a área central foi redesenhada com um novo carregador sem fio para smartphones com saída de ar dedicada e botões para selecionar o modo de condução. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Com 4,73 m de comprimento e 2,71 m de entre-eixos, o Tiggo 8 Pro PHEV preserva a configuração de sete assentos. Pelos dados do Inmetro, o SUV atinge 70 km de alcance puramente elétrico e registra consumo urbano de 36,1 km/l. A cabine tenta se distanciar do irmão menor apostando em vidros com isolamento acústico e bancos dianteiros com memória, aquecimento e ventilação. O assento do passageiro conta ainda com massagem e apoio para as pernas. A segurança foi ampliada com a adição de dois airbags laterais na segunda fileira e um de joelho para o motorista, totalizando nove bolsas infláveis. Publicidade View the full article
  16. Volume em litros varia de acordo com o padrão usado pela montadora; conheça as diferenças entre VDA e SAEView the full article
  17. No último domingo, 31 de maio, a cidade de Itaberá recebeu mais uma grande etapa do Campeonato MTM, reunindo competidores de toda a região e movimentando o público apaixonado por som automotivo. O evento aconteceu no Itaberá Club, que ofereceu uma estrutura impecável: gramado bem cuidado, sanitários limpos, praça de alimentação organizada e um ambiente confortável para visitantes e equipes. O espaço foi dividido em quatro áreas principais — rebaixados, antigos, galera do som e exposição — além da arena oficial de competições MTM, onde os decibéis falaram mais alto durante todo o dia. Entre os destaques, o maior SPL do evento ficou com Edson, de Itaporanga, que acelerou forte com sua Parati equipada com Roadstar e cravou 264.2 dB na categoria 60 Street, garantindo o topo do pódio . Ele ainda levou o primeiro lugar em outras categorias, mostrando consistência e potência ao longo da etapa. A Ayo Som, representada por Antônio e Guilherme, também brilhou. A dupla pai e filho alcançou marcas próximas dos 150 dB, garantindo primeiros lugares em suas categorias e chamando atenção do público e dos demais competidores . Outro nome que levantou a galera foi Kaike, que com sua carreta na categoria Carretinha até 8 falantes marcou 151.8 dB, conquistando o troféu de destaque e o primeiro lugar da categoria . Fechando o dia com chave de ouro, a equipe Unifest levou o primeiro lugar na categoria Pró até 12 falantes com 149.4 dB, além de garantir o segundo lugar no ranking mundial. A etapa também registrou recordes, como o de Fernando, de Arapoti (PR), que marcou 139.9 dB na categoria Pancadão 3×12, estabelecendo nova marca na classe . Outro destaque foi o segundo lugar no mundial da carreta na open bass argentino. O evento contou com grande participação de competidores de várias cidades, reforçando a força da cena automotiva regional e o crescimento constante do campeonato. Para quem quiser conferir todos os resultados oficiais, eles estão disponíveis no site da MTM: link dos resultados link das fotos Apoie as marcas que fortalecem nosso esporte: #taramps #spyder #zettaaudio #audiophonic #bomberaltofalantes #erosaltofalantes #stetsom #usinaspark #roadstarbrasil #blusteraltofalantes #TECHNOISE #catanduvasoundcar #bandaaudioparts #ultravox #ajk Equipe curte som levou o troféu de maior equipe. Luiz MTM, junto a organização do evento que já fechou a etapa FINAL para Novembro. O post “Ayo Som, Unifest e novos recordes movimentam a etapa MTM em Itaberá” apareceu primeiro em MTM World. View the full article
  18. A britânica AC Cars revelou a versão de produção do novo AC Cobra GT Coupe, o primeiro modelo com teto rígido de fábrica na história do esportivo. O lançamento faz parte das celebrações de 125 anos da fabricante e resgata as linhas aerodinâmicas do icônico protótipo A98 Coupe, que correu as 24 Horas de Le Mans em 1964. O modelo adota uma postura mais agressiva do que a variante conversível, mirando clientes endinheirados que buscam exclusividade. O parentesco com o GT Roadster é grande, compartilhando cerca de 75% dos componentes estruturais e de engenharia. A grande diferença prática reside na proposta de uso, já que o cupê foi planejado desde o início como um gran turismo. Não se trata de um carro de pista aliviado para as ruas, mas de um esportivo de luxo capaz de isolar os ocupantes em viagens longas, sem abrir mão do desempenho do motor de origem Ford. Estrutura leve e o efeito Kammtail <span class="hidden">–</span>AC Cobra/Divulgação A construção do esportivo combina um chassi de alumínio extrudado a uma carroceria feita inteiramente de fibra de carbono. Para garantir o visual clássico sem prejudicar o espaço interno, o teto adota o formato de “dupla bolha”, o que melhora o fluxo de ar e reduz o coeficiente aerodinâmico em relação ao irmão sem teto. Na traseira, a marca aplicou o conceito Kammtail, um corte abrupto na carroceria que melhora a eficiência dinâmica sem a necessidade de aerofólios exagerados. Em termos de dimensões, o modelo é significativamente maior do que os Cobra do século passado. Ele ostenta 4,23 m de comprimento, 1,98 m de largura e generosos 2,57 m de entre-eixos, medidas que permitem acomodar com conforto motoristas com mais de 1,90 m de altura. O peso total em ordem de marcha fica na casa dos 1.600 kg, distribuído em uma proporção quase perfeita de 50% em cada eixo, garantindo um comportamento dinâmico neutro e previsível. Continua após a publicidade Força de sobra sob o capô <span class="hidden">–</span>AC Cobra/Divulgação O conjunto mecânico do AC Cobra GT Coupe baseia-se no motor Ford V8 5.0 aspírado, com bloco de alumínio, que pode ser adquirido em duas configurações. A transmissão pode ser manual de seis marchas, voltada aos puristas, ou automática de 10 marchas com borboletas atrás do volante. A aceleração de zero a 100 km/h na versão topo de linha ocorre em menos de 3,5 s, número que o coloca em patamar de igualdade com a elite dos esportivos alemães e italianos atuais. <span class="hidden">–</span>AC Cobra/Divulgação Continua após a publicidade O habitáculo equilibra nostalgia com tecnologia atual de forma coerente. O painel combina instrumentos analógicos circulares com uma tela digital para o computador de bordo logo atrás do volante, além de uma central multimídia com navegação integrada no console. O acabamento traz couro costurado à mão, interruptores usinados e detalhes em fibra de carbono aparente, além de itens de conforto essenciais como ar-condicionado digital e vidros elétricos. <span class="hidden">–</span>AC Cobra/Divulgação As primeiras entregas globais do modelo estão agendadas apenas para 2028, logo após a conclusão do lote inicial de produção da versão conversível. A marca projeta expandir sua operação artesanal das atuais 100 unidades anuais para até 1.000 carros por ano no acumulado de toda a sua gama. Os preços iniciais na Europa assustam e invadem o território de modelos consagrados como o Porsche 911 Turbo S. Publicidade View the full article
  19. Unificação das linhas de montagem no interior de SP faz parte do novo ciclo de investimentos de R$ 11 bilhões da fabricanteView the full article
  20. #Nakamichi NDSE600A Class AB 8-IN 10-OUT DSP Amplifier ✅ Class AB Design ✅ Toshiba TCB503 Power IC ✅ AKM7735 Professional DSP ✅ JRC4580 Op-Amp ✅ 4×50W + 4×200W max power output Elevate your in-car audio to theater-level quality! #Nakamichi #NDSE600A #ClassAB #CarDSP #CarAudioUpgrade #NakamichiCarAudio #CarAudio #DSPamplifier #ClassABAmplifier #ProfessionalDSP #AudiophileCarAudio #MobileHiFi #JapaneseAudioCraftsmanship #CarAudioTuning #EVAudioUpgradeView the full article
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  22. Especialistas explicam como pilotar moto na chuva com mais segurança e reduzir riscos de quedas e acidentesView the full article
  23. O GWM Haval H9 superou o Toyota SW4 e foi o SUV a diesel mais comercializado no mercado brasileiro em março de 2026. O Haval H9 registrou 1.170 emplacamentos em março, ultrapassando as 1.116 unidades do Toyota SW4, modelo que manteve um domínio histórico e isolado no segmento ao longo dos últimos anos. Montado no Brasil desde o final de 2025, o Haval H9 tem sete lugares e é equipado com um motor 2.4 turbo diesel, que desenvolve 184 cv e trabalha acoplado a um câmbio automático de nove marchas, com tração 4×4 e caixa reduzida. Em nossa pista, o SUV precisou de 13,4 s para acelerar de 0 a 100 km/h. O consumo foi de 9,3 km/l no ciclo urbano e 11,2 km/l no rodoviário, médias coerentes com o porte do veículo. É 4×4 com marcha reduzida e bloqueio dos diferenciaisFernando Pires/Quatro Rodas Na linha 2027, passa a ter acabamento em preto fosco na grade dianteira. O impacto mais sentido, porém, é no preço: a versão única Exclusive 2.4 Turbo Diesel sofreu um reajuste de R$ 6.000, elevando o preço de tabela para R$ 335.000. Mesmo com o aumento, o modelo segue posicionado bem abaixo do rival da Toyota, que costuma passar dos R$ 400.000. O design é bem mais conservador do que o do H6Fernando Pires/Quatro Rodas Com 5,28 m de comprimento e expressivos 3,09 m de entre-eixos, o utilitário entrega uma cabine espaçosa. O porta-malas acomoda ótimos 781 litros quando a terceira fileira está recolhida. A lista de equipamentos é farta em assistências de condução e itens de comodidade, mas o consumidor precisa colocar na balança a desvalorização de 18% no primeiro ano, um cenário bem diferente do rival da Toyota, que funciona quase como moeda forte no mercado de usados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Para rebater a desconfiança sobre a mecânica a diesel de origem chinesa, a marca aposta em uma agressiva garantia de 10 anos para motor e câmbio. O plano de manutenção programada até 72.000 km totaliza R$ 10.435. O seguro também mantém os pés no chão, com prêmio médio de R$ 5.868 e franquia estipulada em R$ 8.500. Os bancos são bons e com ventilação até para quem está na segunda fileiraFernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A terceira fileira é bem apertada e desconfortável para passageiros adultosFernando Pires/Quatro Rodas A fatura real do gigantismo e da eletrônica embarcada cobra seu preço na hora dos reparos fora da cobertura. A cesta de peças totaliza R$ 32.722, impulsionada pelo custo dos componentes externos em caso de colisão. Um único farol dianteiro custa R$ 8.974, enquanto o para-choque frontal sai por R$ 3.679 e o par de amortecedores dianteiros exige um desembolso de R$ 3.881. Continua após a publicidade Quanto custa para manter? Revisões até 72.000 km: R$ 10.435 Seguro: R$ 5.868 Cesta de peças: R$ 32.722 Consumo (km/l): 9 (URB.) / 10,3 (Rod.) <span class="hidden">–</span>Reprodução/Quatro Rodas Ficha Técnica – GWM Haval H9 Continua após a publicidade Continua após a publicidade Motor: diesel, dianteiro, transv., 4 cilindros, turbo, 16 válvulas, 2.370 cm³, 184 cv a 3.600 rpm, 48,9 kgfm a 1.500 a 2.500 rpm Câmbio: automático, 9 marchas, tração 4×4 com reduzida Suspensão: dupla A (dianteiro), eixo rígido 5-link com molas helicoidais (traseiro) Freios: disco ventilado (dianteiro), disco ventilado (traseiro) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga leve, 265/55 R19 Dimensões: comprimento 5,28 m, largura 1,93 m, altura 1,93 m, entre-eixos 3,09 m, peso 2.525 kg, porta-malas 781 litros; tanque 81 litros GWM Haval H9 2027Divulgação/GWM Continua após a publicidade Teste de Desempenho – GWM Haval H9 Aceleração 0 a 100 km/h: 13,4 s 0 a 1.000 m: 34,78 s / 151,11 km/h Velocidade máxima: 170 km/h Retomadas 40 a 80 km/h: 5,8 s 60 a 100 km/h: 7,7 s 80 a 120 km/h: 9,9 s Frenagens 60 km/h a 0: 15,3 m 80 km/h a 0: 27,7 m 120 km/h a 0: 62,6 m Consumo Urbano: 9,3 km/l Rodoviário: 11,2 km/l Ruído interno Neutro / RPM máx.: 42,2 / 71,7 dBA 80 km/h: 58,4 dBA 120 km/h: 63,8 dBA Velocidade real a 100 km/h: 97 km/h Rotação do motor a 100 km/h: 1.600 rpm Volante: 3,5 voltas Seu bolso Preço básico: R$ 335.000 (2027) Garantia: 10 anos Publicidade View the full article
  24. Veículo integral produzido de fábrica aposta em robustez, conforto e recursos off-roadView the full article
  25. If you found this video helpful then you can support the channel on Patreon for as little as $3 a month: https://www.patreon.com/DIYAudioGuy Join this channel to get access to exclusive membership perks: https://www.youtube.com/channel/UCUj9z2nkIesDh3sa8575qYw/join Exclusive Discount Codes for DIY Audio Guy fans: 7% off of Savard (https://lddy.no/1jqmp) with the code DIYAUDIO 10% off of Custom Speaker Pods (https://customspeakerpods.com/) with the code DIYAG 5% at Sparked Innovations (https://sparkedinnovations.com?ta_aff=NGFLAQXZHN) with the code DIY 7.5% at Sky High Car Audio https://skyhighcaraudio.com/?ref=DIYaudio with the code DIYAUDIO 5% off from Battery Hookup (https://batteryhookup.com) with the code DIYAudio 10% off at Jag35 (jag35.com/DIYaudio) with the code DIYAUDIO Check out the DIY Auido Guy Amazon Store: Amazon: https://www.amazon.com/shop/diyaudioguy Support DIY audio content by shopping with these affiliates: Shop for Basshead Gear at Down4Sound: https://lddy.no/1065t Shop for Car and Home Audio at Crutchfield: https://howl.me/cg9bCOKLoK7 Carbide 3D: https://shop.carbide3d.com/DIYAUDIOGUY Connect on social media: Facebook: https://www.facebook.com/DIY-Audio-Guy-111428060245602/ Instagram: https://www.instagram.com/diyaudioguy/ Twitter: https://twitter.com/DIYAudioGuy1 Chapters: 0:00 Introduction Music By creatormix.com *As an associate/affiliate marketer I may earn a small commission on qualified purchases on Amazon, Crutchfield, Parts Express, customspeakerpods.com, Savard, Amped Up Car Audio, Designer MotorSports, Carbid 3D or Down4Sound. #affiliate #crutchfieldpartner #amazonaffiliateView the full article

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