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[JonalCarro2]Renault Kwid parece mais barato na Índia, mas não é bem assim

[EmmaBR]Na Áustria 🇦🇹 temos a categoria Tuning. Agora queremos trazer essa experiência para o EMMA Brasil! 🇧🇷 #EMMABrasil #Q...
[4r]Vendas de carros 0km crescem quase 20% em 2026; veja os 15 carros mais vendidos em agosto
O mercado brasileiro de veículos novos segue em alta. O mês de agosto de 2026 encerrou com 262.052 emplacamentos, o que representa um crescimento de 22% em relação a agosto de 2025, quando 214.769 veículos foram emplacados. Apesar disso, o oitavo mês do ano registrou recuo de 0,9% em comparação com julho de 2026. No acumulado do ano, a alta chega a 19,3%, com 1.883.332 unidades vendidas contra 1.578.172 no mesmo período do ano passado.
A queda perante julho ocorreu essencialmente pelo menor número de dias úteis no mês: foram 23 em julho e 21 em agosto. Com isso, a média diária ficou em 12.479 unidades em agosto, contra 11.492 em julho. Ajustado ao calendário, o recuo de 0,9% se converte em crescimento de 8,6%.
<span class="hidden">–</span>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Segundo a Bright Consultoria, a estabilidade no índice de confiança do consumidor, o avanço dos eletrificados — que já representam 24,3% do mercado — e a expansão das marcas chinesas, responsáveis por 23,1% das vendas totais, explicam o crescimento. Soma-se a isso a preferência do consumidor por um modelo chinês zero-km no lugar de um seminovo.
Chevrolet segura BYD
A BYD mantém ritmo de crescimento no Brasil, registrando variação positiva de 0,4% no mês. Mesmo com o recuo de 0,6% nas vendas da Chevrolet, a fabricante manteve a terceira posição no mercado, possivelmente impulsionada pelos bônus oferecidos no fim do mês.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet
A liderança permanece isolada com a Fiat, que não deve ter o posto ameaçado em 2026. A Volkswagen ocupou a segunda posição em agosto. Ambas as fabricantes tiveram leve recuo de 0,1% no total de vendas. O maior avanço no mês foi da Hyundai, quinta colocada, com variação positiva de 2,1%.
Confira as marcas mais vendidas em agosto:
| Rank | Marca | Emplacamentos | Variação (p.p.) |
| 1 | FIAT | 48.427 | -0,1 |
| 2 | VW | 41.403 | -0,1 |
| 3 | GM | 27.504 | -0,6 |
| 4 | BYD | 24.441 | +0,4 |
| 5 | HYUNDAI | 17.017 | +2,1 |
| 6 | TOYOTA | 13.561 | -0,6 |
| 7 | GWM | 9.825 | +0,2 |
| 8 | RENAULT | 9.784 | -0,3 |
| 9 | HONDA | 9.678 | 0 |
| 10 | JEEP | 9.027 | 0 |
| 11 | GEELY | 7.525 | +0,1 |
| 12 | NISSAN | 6.429 | -0,1 |
| 13 | CHERY | 6.014 | -0,5 |
| 14 | FORD | 4.706 | -0,2 |
| 15 | OMODA | 3.616 | +0,4 |
Os 15 carros mais vendidos de agosto de 2026
A Fiat Strada manteve a liderança de vendas em agosto, com 13.796 unidades emplacadas. A picape abriu vantagem sobre Volkswagen Polo (10.472) e Volkswagen Tera (10.338), que ocuparam a segunda e a terceira posições, respectivamente.
<span class="hidden">–</span>Divugação/Fiat
O BYD Dolphin Mini alcançou a quinta colocação no mercado nacional, com 8.299 emplacamentos. A Hyundai apresentou recuperação com o Creta em sétimo lugar e o HB20 na 15ª posição. O volume de vendas diretas teve papel relevante: representou 48,8% dos emplacamentos do Creta e 77,8% das vendas do HB20. O líder nessa modalidade foi o Fiat Mobi, com 98,6% das 5.587 unidades comercializadas via vendas diretas.
| Rank | Marca | Modelo | Emplacamentos | Emplacamentos VD | % VD |
| 1 | FIAT | STRADA | 13.796 | 8.772 | 63,6% |
| 2 | VW | POLO | 10.472 | 6.933 | 66,2% |
| 3 | VW | TERA | 10.338 | 5.778 | 55,9% |
| 4 | FIAT | ARGO | 8.811 | 6.721 | 76,3% |
| 5 | BYD | DOLPHIN MINI | 8.299 | 2.479 | 29,9% |
| 6 | GM | ONIX | 7.635 | 4.080 | 53,4% |
| 7 | HYUNDAI | CRETA | 7.354 | 3.591 | 48,8% |
| 8 | VW | T CROSS | 6.815 | 4.105 | 60,2% |
| 9 | BYD | DOLPHIN | 6.740 | 776 | 11,5% |
| 10 | GWM | HAVAL H6 | 6.433 | 1.167 | 18,1% |
| 11 | GEELY | EX2 | 5.805 | 316 | 5,4% |
| 12 | FIAT | TORO | 5.707 | 2.619 | 45,9% |
| 13 | FIAT | MOBI | 5.587 | 5.509 | 98,6% |
| 14 | GM | TRACKER | 5.326 | 1.249 | 23,4% |
| 15 | HYUNDAI | HB20 | 5.309 | 4.131 | 77,8% |
[DD]📣 712G is Here
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[4r]VW Tera se transforma em ‘Tengo’ para ser fabricado na África do Sul
Volkswagen Tengo ou mais conhecido como Tera, este será o nome adotado pela marca alemã para produzir o SUV de entrada na África do Sul. O nome foi escolhido em votação após derrotar outras três opções: Tavi, Tiva e Tion. A apresentação do Tengo aconteceu durante a celebração de 75 anos da Volkswagen na África do Sul.
Todos os nomes tinham algum significado cultural para o povo, sendo que Tengo está ligado a qualidades como força, resiliência e propósito. Para fabricar o Tengo na África do Suk, o investimento realizado foi de R$ 1,26 bilhão. O modelo será feito em Kariega, onde marca mantém sua fábrica há 75 anos.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Na mesma planta são feitos o Volkswagen Polo e o Polo Vivo, este é a geração anterior do hatch que foi mantida em linha mesmo com a chegada da configuração que conhecemos. Vale lembrar que o Tera, Tengo para os sul-africanos, compartilha muitos componentes com o Polo.
A estreia acontecerá somente em 2027 e espera-se que o posicionamento seja similar ao do aplicado no Brasil, portanto, um SUV de entrada. Por lá, a linha de modelos dessa categoria é um pouco maior do que no Brasil. Atualmente o T-Cross faz a porta de entrada da marca, com o Taigo, que é uma variante do Nivus, logo acima.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
No entanto, os consumidores sul-africanos ainda podem comprar o novo T-Roc, o Tayron, que é a atual geração do Tiguan vendida no Brasil, e o Touareg, SUV grande que deixou de ser ofertado no nosso mercado em 2019.
Em comparação com o Tera, o Tengo mantém o visual, no entanto, segundo o site BusinessDay, teve a suspensão revista para suportar as condições locais. Ele será oferecido em três configurações, mas não será dotado do motor 1.0 turbo. Em seu lugar, o Grupo Volkswagen África adotará o conhecido motor 1.6 MSI, que pode ser acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas ou automática de seis posições.
[4r]Governo da China notifica Geely por inconsistência no entre-eixos do EX2
O governo chinês, por meio do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), notificou montadoras por irregularidades em seus carros. Trata-se dos resultados da inspeção anual de 2025 de conformidade de produção de veículos de nova energia.
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O comunicado engloba sete modelos de carros em quatro categorias de não conformidade. As constatações estão relacionadas a carros selecionados e não constituem um recall de toda a frota.
Geely EX2
Geely EX2 ProFernando Pires/Quatro Rodas
O caso da Geely envolve o modelo EX2, que na China é vendido com o nome Xingyuan. De acordo com o MIIT, a distância entre-eixos da unidade analisada excede a margem de erro permitida (1%) em relação à declarada. O comunicado não especificou a distância entre os eixos medida, nem mesmo a diferença encontrada.
BYD Qin L DM-i
BYD Qin L DM-iDivulgação/BYD
Outro caso de carro de passeio envolve a BYD e o modelo Qin L DM-i, um híbrido plug-in equipado com o motor DM 5.0. Sobre este carro, o MIIT afirmou que o consumo de combustível do veículo testado, no modo de carregamento contínuo (CS), excedeu o valor declarado. Para o carro da BYD, o comunicado também não consta especificidades da diferença.
A condição de teste está ligada ao modo CS, que é uma condição de operação na qual a bateria de alta tensão é mantida dentro de sua faixa de carga enquanto o motor a combustão fornece a principal fonte de energia.
Resposta do MIIT
Para as empresas que apresentarem problemas de consistência na produção durante as inspeções, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação adotou medidas correspondentes, dependendo da gravidade das circunstâncias, de acordo com as disposições pertinentes das leis locais.
Pode ocorrer: determinação de retificação, a suspensão ou revogação dos anúncios de produtos relevantes e a suspensão da transmissão eletrônica dos certificados de qualificação de produtos relevantes. A nota não concede detalhes se Geely e BYD foram penalizadas ou como foram.
“Todos os fabricantes de veículos rodoviários devem aprender com esta lição, tirar conclusões dela, implementar seriamente os requisitos relevantes para a gestão de acesso de fabricantes e produtos de veículos rodoviários, resistir resolutamente à concorrência irracional, fortalecer ainda mais a gestão da cadeia de suprimentos, aprimorar a capacidade de garantir a consistência da produção, melhorar o nível de consistência, qualidade e segurança da produção e salvaguardar efetivamente a ordem do mercado de concorrência justa e os direitos e interesses legítimos dos consumidores”, ressalta o MIIT em comunicado.
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[4r]Flagra: Chevrolet Sonic 2028 testa motor híbrido leve mais ‘forte’ que do Jeep Avenger
O Chevrolet Sonic ainda é novidade no mercado brasileiro, mas a General Motors já prepara evoluções para o modelo – ele ganhará, em 2027, uma motorização com sistema híbrido leve. Para isso, a marca tem reforçado os testes do novo conjunto e QUATRO RODAS flagrou uma unidade em processo de homologação.
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Na unidade flagrada quem rouba a cena não são as camuflagens do Sonic, que cobrem áreas como capô, maçanetas, teto, rack e rodas, e não têm propósito algum, já que o SUV compacto já está à venda e não terá qualquer mudança visual com a nova motorização. As atenções ficam para o reboque com lastros, teste incomum de se ver em vias públicas.
<span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas
O que se esconde é o novo sistema híbrido leve (MHEV) adicionado aos já conhecidos motores flex 1.0 e 1.2 turbo. Trata-se de um sistema de 48 Volts que, no caso do Sonic, será uma importante vantagem frente a concorrentes como Fiat Pulse e Jeep Avenger, que têm conjuntos MHEV de 12 Volts. Ou seja, no GM a adição será mais eficiente nos auxílios que melhoram o desempenho e reduzem o consumo de combustível.
A General Motors já confirmou que trabalha no conjunto para seus modelos nacionais. Embora a marca não aponte quais serão, já se sabe que o sistema estará ao menos em Sonic, Montana e Tracker, este que será o primeiro a recebê-lo.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
O movimento é uma resposta ao avanço da concorrência dos três modelos, que têm ganhado motorizações eletrificadas. O Sonic precisa da novidade para enfrentar os fortes rivais, assim como o Tracker, que ainda tem números satisfatórios de vendas, mas já necessita de um fôlego.
A Montana tem vendas tímidas, mas pegaria carona para responder não apenas à Toro MHEV, mas também à Volkswagen Tukan, que estreia em 2027 possivelmente já com o sistema híbrido leve.
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[4r]Os melhores carros esportivos até 500 cv para comprar em 2026
1º Porsche 911 Carrera S
U m Porsche 911 Carrera S é uma opção segura para quem busca um esportivo com presença, usável no dia a dia e envolvente ao volante. Seu motor seis-cilindros boxer 3.0 turbo tem 450 cv e o câmbio é um PDK de oito marchas. A mágica está em, com esse conjunto, ser capaz de chegar aos 100 km/h em 3,5 s.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
2º BMW M2 Coupé Track 480 Cv
U m dos grandes rivais dos Porsche 911, o BMW M2 também é fel à tração traseira e tem motor seis-cilindros, mas um 3.0 biturbo com 480 cv e instalado na dianteira. O câmbio é automático de oito marchas e há modo de condução para drift, alinhado com a suspensão adaptativa. Chega aos 100 km/h em 3,9 s.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
3º Porsche 911 Carrera T
O “T” no nome vem de Touring e destaca uma preocupação com redução de peso, o que elimina parte do isolamento acústico e leva ao uso de vidros mais fnos. O mais legal é que seu câmbio padrão é um manual de seis marchas, sendo o PDK com sete um opcional. Seu 3.0 turbo gera 394 cv.
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[4r]Jaecoo 5 perde vendas e potenciais compradores reclamam ao CEO por ‘painel de moto’
O Jaecoo 5 foi um dos destaques do Festival Interlagos e será o maior lançamento da Omoda & Jaecoo no Brasil este ano, como parte de forte ofensiva aos tradicionais VW T-Cross, Honda HR-V, Nissan Kicks, Chevrolet Tracker e Hyundai Creta. Porém, um detalhe desagradou aos possíveis compradores do modelo, que apelaram em uma carta à matriz. Alguns deles dizem ter desistido da compra.
QUATRO RODAS teve acesso a uma nota enviada por um grupo de interessados no novo Jaecoo 5 a executivos do alto escalão da Omoda & Jaecoo, como Mr. Peng Hu, CEO da Omoda & Jaecoo no Brasil. Nela, a principal reclamação é direcionada ao quadro de instrumentos do SUV no Brasil, considerado simples para o segmento.
Consultada, a Omoda & Jaecoo disse que não comentará sobre os detalhes do produto.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo
Trata-se de um quadro de cristal líquido do tipo TFT, com mostradores e indicadores digitais, apenas por luzes. Não é, de fato, uma tela com computador de bordo e/ou outras apresentações, como mapas e possibilidade de personalizações, como já é comum em modelos de segmentos inferiores. O visual remete ao visto no atual HB20, por exemplo. Todos os concorrentes diretos do modelo têm, no entanto, telas mais atraentes, assim como o próprio Jaecoo 5 em outros mercados, como o europeu.
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De acordo com a mensagem, diversos potenciais clientes tiveram percepções negativas com o equipamento, com alguns deles reconsiderando ou já desistindo da compra. Entre as novas opções estão o BYD Atto 2 e o GWM Ora 5, além do “primo” Omoda 5.
As reações incluem falas como “parece um painel de moto”, “eu cancelaria a compra por causa dessa tela” e “acho que vou ficar com meu carro por mais tempo e esperar por uma versão atualizada”.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo
Entre as questões apresentadas estão não apenas o tamanho ou o visual do equipamento, mas também a limitação das informações, a necessidade de se desviar o olhar da estrada para acesso a algumas funções (como ADAS) e, por fim, a percepção de simplicidade da versão brasileira em relação a outros mercados e em relação a proposta de modernidade da marca.
Há ainda o pedido para que a marca reavalie o item para futuros lotes do modelo – embora isso possa causar um problema de desvalorização para as primeiras unidades comercializadas.
Por outro lado, a “comunidade” do Jaecoo 5 diz que o modelo tem proposta positiva em geral por seus atributos em design, tamanho e sistema híbrido, e que ainda há clientes acreditando que as vantagens se sobressaem ao quadro de instrumentos simplório.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Omoda & Jaecoo
O Jaecoo 5 tem seu lançamento no Brasil confirmado para ainda este ano, com a pré-venda sendo iniciada em novembro, em duas versões (Prestige e Comfort). Com 4,38 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos, a expectativa é de que o modelo custe ente R$ 150.000 e R$ 180.000.
Sua mecânica combina um motor 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm a outro elétrico, este com 204 cv e 31,6 kgfm. Juntos, os motores entregam 224 cv e 30,1 kgfm, suficientes para impulsionar o SUV de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos.
De acordo com o Inmetro, o consumo prometido para o modelo é de 15,5 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada. Por ser um híbrido pleno (HEV), o modelo tem uma pequena bateria de 1,83 kWh que não permite recargas por redes externas.
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[4r]Ford Mustang Dark Horse SC único no Brasil tem 795 cv e até rodas de fibra de carbono
O Ford Mustang Dark Horse SC desembarcou no Brasil em exemplar único para acelerar no circuito de Interlagos, em São Paulo, durante o Festival Interlagos. Foi lá, no templo do automobilismo brasileiro, onde pudemos ter um primeiro contato com o esportivo – que, retornou ao estande da marca logo em seguida.
O Mustang Dark Horse SC foi desenvolvido em parceria com a divisão Ford Racing para ocupar o espaço deixado pelo antigo Shelby GT500, situando-se exatamente entre o Dark Horse convencional vendido no mercado brasileiro e o Mustang GTD – que é um carro GT3 legalizado para as ruas.
Em termos práticos, o Dark Horse SC funciona como a opção mais potente da linha sem exigir o investimento exorbitante cobrado pelo GTD. A marca trabalhou para transformar o muscle car em um carro funcional para voltas rápidas em autódromos, favorecendo sua estabilidade e aerodinâmica, mas também o arrefecimento dos seus sistemas sob regime severo.
<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas
Não é por acaso que o capô seja, todo feito de alumínio e fixado com travas, tenha uma grande saída de ar. O fluxo de ar que passa por ali otimiza o arrefecimento do motor e paralelamente ajudava na aerodinâmica. A remoção de uma proteção nesta saída de ar do capô também proporcionou um aumento no downforce e cria uma área aberta 60% maior.
No assoalho, painéis inferiores direcionam o fluxo de ar para resfriar os freios e o eixo traseiro. Para a traseira, a unidade importada ao Brasil ainda tem o aerofólio de fibra de carbono, que é um dos opcionais disponíveis para a versão. Só esta peça gera 281 kg de sustentação negativa a 290 km/h.
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Grande parte das mudanças estéticas foram motivadas pelo motor, um V8 5.2 supercharged em vez de um 5.0 aspirado, que foi calibrado para render 795 cv e 91,3 kgfm. São 35 cv e cerca de 4,8 kgfm a mais em comparação ao antigo GT500, além de uma vantagem de 295 cv sobre o Dark Horse convencional.
<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas
A força é enviada às rodas traseiras por meio de uma transmissão automatizada de dupla embreagem com sete marchas fornecida pela Tremec. Este era exatamente o mesmo câmbio do GT500.
Diferente do modelo básico, a Ford optou por não disponibilizar o câmbio manual de seis marchas para esta versão, justificando a decisão pela busca de tempos menores em pistas fechadas. O conjunto mecânico inclui ainda um cardã feito em fibra de carbono e diferencial traseiro com sistema próprio de arrefecimento.
Dinâmica e aerodinâmica de pista
O supercharger ainda cai muito bem em um motor V8. Compressores mecânicos elevam a admissão de ar conforme a rotação do motor, de forma mais progressiva do que um turbocompressor faria. Ao mesmo tempo, o compressor deixa o motor livre para trabalhar em altíssimas rotações.
<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas
O conta-giros, aliás, toma grande parte do quadro de instrumentos. Pudera, o Dark Horse SC consegue explorar o fôlego do motor V8 até além dos 8.000 rpm antes de reduzir para tomar a curva seguinte. Neste momento, o esforço passa a ser dos freios Brembo com pinças dianteiras monobloco com seis pistões na dianteira e com quatro pistões na traseira. Não é por acaso que a aerodinâmica do carro força a passagem de ar por eles.
A dinâmica das últimas encarnações do Ford Mustang em nada tem a ver com as mais antigas. O cupê é naturalmente bom de pilotar, mas os aprimoramentos desta versão deixaram ele plantado no asfalto e muito mais responsivo na pista, não só em termos de aceleração mas também nas respostas aos comandos da direção.
Essa percepção pode ser explicada pela suspensão com amortecedores MagneRide adaptativos, que têm calibração eletrônica e molas com maior rigidez específicos para o SC. Mas as mudanças vão muito além.
<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas
Peças de aço, como os braços de controle dianteiros e as mangas de eixo, deram lugar a peças de alumínio forjado, adicionando também uma barra de amarração superior em magnésio. O carro que está no Brasil ainda tem rodas de fibra de carbono, o que também contribui com uma redução da massa não suspensa, melhorando as respostas da suspensão. As próprias rodas mais leves também podem podem melhorar a aceleração do carro e as respostas da direção.
A bitola bitola dianteira alargada em 1,3 cm aumenta o suporte do carro em curvas, enquanto os pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 R nas medidas 305/30 R20 à frente e 315/30 R20 atrás fazem o carro grudar no asfalto. Esses pneus sempre acompanham as rodas de fibra de carbono.
O nível de precisão deste Mustang faz ele chegar às sensações entregues por alguns supercarros com motores tão grandes quanto V10 e V12, ou de um Porsche 911 GT3, todos eles aspirados. Só que o ronco grave deste motor V8 dá um outro tempero às acelerações. A Ford, no entanto, não divulga o tempo de 0 a 100 km/h do Dark Horse SC.
<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas
Foi uma volta rápida, mas chamou a minha atenção o acabamento em Alcantara no volante e nas portas, elementos que o SC herda do Mustang GTD. A cabine ainda tem fibra de carbono no painel.
Nos Estados Unidos, o Ford Mustang Dark Horse SC parte dos US$ 108.485 (cerca de R$ 607.000 em conversão direta). Quando equipado com o Track Pack, salta para US$ 144.985 (aproximadamente R$ 811.000). No Brasil, o Mustang Dark Horse convencional custa R$ 649.000. A Ford não fala em trazer a versão mais potente ao Brasil, mas confirmou o relançamento do Mustang GT Performance como opção mais barata – o preço ficará ao redor dos R$ 550.000.
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[4r]Jetour T2 muda na China para abandonar visual off-road; híbrido chega a 782 cv
Lançado em junho no Brasil, o Jetour T2 já está de cara nova. O SUV com apelo off-road renovado foi apresentado no Salão do Automóvel de Chengdu, na China. O novo visual mantém a proposta geral, mas com menos apelo de robustez, adotando linhas mais luxuosas.
No lugar dos faróis retangulares com quatro pontos de LED e grade com o nome da marca, o Jetour T2 agora adota assinatura luminosa redonda. O nome Jetour deixa a grade e agora está localizado no capô. O para-choque é consideravelmente menos parrudo e abriga uma grande abertura de ar na parte inferior.
<span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação
As caixas de rodas seguem marcadas, no entanto, ao menos na versão apresentada, não adota mais pintura contrastando com a carroceria, mas sim a mesma cor do restante do veículo. Visto de lado, os estribos laterais ganharam novo acabamento cromado, enquanto as rodas agora são de cinco raios duplos.
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A traseira mudou menos, mas trouxe uma solução inteligente. A capa do estepe, que fica pendurado na tampa do porta-malas, foi redesenhada para servir como compartimento para guardar os cabos do sistema de recarga da motorização híbrida plug-in. Além disso, o brake light passa a ser um elemento único, já que antes era formado por duas luzes.
<span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação
No interior, o Jetour T2 ganhou o volante do G700, SUV apresentado durante o Festival Interlagos. A alavanca de câmbio foi alocada na coluna de direção, o que abriu mais espaço no console central. O acabamento foi revisto e agora é acolchoado, enquanto os bancos dianteiros contam com oito pontos de massagem.
<span class="hidden">–</span>Jetour/Divulgação
Se os 320 cv do Jetour T2 vendido no Brasil parecem bastante, a reestilização fez questão de aumentar o nível do SUV. Agora ele é equipado com três motores elétricos associados ao motor 1.5 turbo para chegar aos 782 cv e 85,1 kgfm de torque. A autonomia elétrica é de 245 km e chega aos 1.400 km combinando a capacidade do motor a combustão.
Vale dizer que o Jetour T2 chinês é vendido em versões a combustão. Nesse caso, a marca anunciou que trocou o 1.5 turbo por um motor 2.0 turbo, mas não deu detalhes de potência e torque. Além disso, essa configuração passa a usar um câmbio automático de oito marchas.
[Sonic]How Vehicle Acoustics Affect Subwoofer Performance: Trunk vs Hatch vs Cabin

Trunk vehicles isolate bass energy, requiring more power and venting to achieve full sound.
Hatchbacks and SUVs allow direct cabin coupling, resulting in stronger, more immediate bass.
Enclosure placement and cabin shape determine how efficiently low frequencies travel through the vehicle.
Understanding your vehicle’s acoustic behavior helps you tune your system for cleaner, more consistent bass.
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[4r]Novo Chevrolet Joy? GM confirma estudos para rival do Geely EX2 no Brasil
O sucesso de BYD e Geely com hatches elétricos deve servir de inspiração para a Chevrolet. Depois de importar e iniciar montagem dos SUVs Spark e Captiva, a marca agora mira no segmento de maior volume entre os elétricos. Vale ressaltar que os modelos elétricos da Chevrolet são fruto da parceria com a Wuling.
E a aposta mais segura para o hatch elétrico é justamente da Wuling. Trata-se do Wuling Bingo Pro que deve ser batizado de Joy, como o antigo Onix, conforme informações do site GM Authority, que ainda aponta para a possibilidade do Bingo ser um produto global. A justificativa seria a associação do nome com um carro de entrada da GM em outros países da América Latina, principalmente o México, onde o batismo foi usado para o Corsa duas portas.
Vale ressaltar que parte da imprensa apelidou o projeto de Celta EV. A confirmação dos estudos foi feita pelo presidente da GM para a América do Sul, Thomas Owsianski, em sua conta no LinkedIn.
<span class="hidden">–</span>Wuling/Divulgação
Visualmente, o Bingo Pro lembra o GWM Ora 03, graças a linha arredondadas. Em dimensões, o modelo se aproxima do Geely EX2. São 4,05 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,58 m de altura e 2,56 m de entre-eixos. Para efeitos de comparação, o EX2 mede 4,13 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,58 m de altura e 2,65 m de entre-eixos.
Equipado com um único motor elétrico, o Bingo Pro tem 88 cv e 16,3 kgfm de torque. O hatch tem duas opções de baterias: 31,9 kWh com 330 quilômetros de autonomia e 37,9 kWh com 403 km, sempre segundo o ciclo de testes CLTC, que é consideravelmente mais otimista que o PBEV do Inmetro.
<span class="hidden">–</span>Wuling/Divulgação
O sistema de recarga permite sair de 30% para 80% em apenas 15 minutos considerando 65 kW de potência. Na China, o Bingo é oferecido com sistema V2L, que permite utilizar a energia do veículo para alimentar outros aparelhos com potência de até 3,3 kW.
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O interior remete a outros carros chineses, com painel digital de 8,8 polegadas e central multimídia de 12,8 polegadas, onde estão todos os comandos, uma vez que a cabine não tem muitos botões além dos posicionados no volante. Entre os equipamentos, há frenagem automática de emergência, park assist e carregador de celular por indução.
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