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[4r]Em testes no Brasil, Nissan NX8 estreia na China prometendo 1.450 km de autonomia
A Nissan está investindo muito em carros elétricos e híbridos na China, lançando uma nova linha de modelos. A última novidade é o Nissan NX8, que acaba de ter as suas vendas iniciadas no mercado chinês, acumulando 8.423 pedidos em trinta minutos. O modelo tem preços que partem do equivalente a R$ 119.951. O interesse para o mercado nacional reside no fato do utilitário já estar em testes no Brasil, flagrado rodando camuflado na região de Campinas (SP).
O veículo faz parte da nova operação da montadora, que planeja trazer produtos eletrificados de sua operação asiática para o Ocidente. Posicionado acima do futuro X-Trail (também esperado no Brasil), o novo SUV mede 4,87 m de comprimento (+ 19 cm em relação ao X-Trail), 1,92 m de largura (+ 8 cm) e 2,91 m de distância entre os eixos (+ 21 cm).
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan
A altura fica restrita a 1,68 m (- 4 cm). Esse achatamento da carroceria garante uma silhueta mais assentada, reduzindo a turbulência frontal e melhorando a eficiência aerodinâmica. O ganho nas medidas reflete na modulação da cabine. A identidade visual aplica linhas minimalistas, dispensando vincos pesados nas portas para favorecer o arrasto contínuo do ar.
A porção dianteira exibe faróis em formato de bumerangue integrados a uma barra luminosa contínua de ponta a ponta. As laterais trazem maçanetas embutidas e rodas de liga leve em aros 19 ou 20 polegadas. O chassi une aço e alumínio, adotando seções de ultra-alta resistência de 2.000 MPa para reforçar a rigidez torcional. A técnica protege a cabine contra impactos e compensa o peso do conjunto elétrico. As lanternas tem leds independentes que permitem mostrar imagens.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan
O utilitário foi desenvolvido sob a arquitetura de 800V e carboneto de silício. As versões elétricas dependem de um motor traseiro calibrado para render 292 cv ou 340 cv, com a velocidade máxima limitada a 180 km/h. As baterias da fabricante CATL contam com opções de 73 kWh ou 81 kWh, assegurando alcances de 565 km a 650 km no ciclo asiático de homologação.
O sistema superdimensionado para recarga de 463 kW permite elevar a capacidade de 10% a 80% em rápidos 12 minutos. O motorista consegue recuperar 300 km de alcance em seis minutos de tomada.
Para locais com infraestrutura em desenvolvimento, a fabricante oferece a versão elétrica com extensor de alcance (EREV). O conjunto emprega um propulsor 1.5 turbo a gasolina que atua unicamente como gerador, rendendo 148 cv para carregar as baterias.
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A tração nessas variantes é de responsabilidade exclusiva do motor elétrico de 265 cv. Equipado com acumuladores menores, entre 20,3 kWh e 37,4 kWh, o SUV roda até 310 km sem acionar o propulsor térmico. O alcance combinado supera os 1.450 km, mitigando a ansiedade de carga em viagens rodoviárias longas. O consumo de combustível neste modo de operação estendida atinge 22,1 km/l.
A dinâmica em movimento recebe o auxílio da eletrônica na resposta dos freios e da suspensão, controlando a transferência de peso em curvas. O modelo mapeia o ambiente utilizando 29 sensores de alta fidelidade e um radar Lidar integrado ao teto. O pacote desenvolvido junto à empresa Momenta viabiliza navegação assistida (NOA) em rodovias e nas cidades. As manobras de estacionamento ganham condução autônoma avançada.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan
O ambiente interno descarta os botões físicos convencionais e centraliza os comandos de clima e navegação em duas telas de 15,6 polegadas. O funcionamento depende do chip Snapdragon 8295P rodando o sistema Nissan OS 2.0. As funções de rodagem são refletidas no para-brisa com um visor de realidade aumentada correspondente a 63 polegadas. Para as famílias, o interior esconde uma geladeira bidirecional que esfria até -6°C e aquece até 55°C.
<span class="hidden">–</span>Placa Verde/Instagram
Enquanto a Nissan inicia as vendas na China, a divisão brasileira começou a testar o NX8 no Brasil. Durante o Salão de Tóquio (Japão) de 2025, Ivan Espinosa, CEO da Nissan, declarou em entrevista à QUATRO RODAS que a marca tem interesse em aproveitar os carros elétricos e híbridos chineses no resto do mundo, principalmente na América do Sul. A presença do SUV elétrico no país, indica um dos caminhos que a fabricante japonesa pode adotar para ampliar sua linha no Brasil com veículos eletrificados.
[JonalCarro2]Honda CG vende 3 vezes mais que Fiat Strada e puxa alta do mercado de motos

[FullPower]Motor Classic, em Maringá: mais uma edição do maior evento automotivo do Paraná
De sexta-feira (10 de abril) até domingo (12) a quarta edição do Motor Classic acontece no Complexo Paraná Expo, em Maringá. Modelos como Porsche 911 Carrera, 718 Boxster GTS 4.0, Cayenne Coupé e Macan serão levados pela concessionária Stuttgart. Além dos carros da marca alemã, também terá a boutique Porsche Lifestyle, a linha de produtos oficiais da marca como roupas, relógios, miniaturas de automóveis e outros artigos temáticos.
A Stuttgart é responsável pelas operações do Porsche Center Curitiba, inaugurado em 2008, e do Porsche Center Maringá, aberto no ano passado. “O Motor Classic representa uma oportunidade de a Stuttgart participar de um evento regional de automóveis em uma cidade na qual tem operação, como é o caso do Porsche Center Maringá. A empresa sempre teve uma base de clientes sólida no Paraná e ficamos contentes por estar mais perto deles neste fim de semana”, diz Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.
Os clientes que comparecerem ao Motor Classic de Porsche poderão deixar seus carros em um estacionamento exclusivo. Executivos de vendas estarão disponíveis para comercializar veículos zero quilômetro e seminovos e para orientar a realização de test-drives.
O Motor Classic será realizado de 10 a 12 de abril no Complexo Paraná Expo, ocupando uma área de aproximadamente 24 mil metros quadrados. Criado como uma celebração da paixão por carros clássicos, o Motor Classic passa a reunir diferentes vertentes da cultura automotiva. Além dos veículos históricos, o público encontrará superesportivos, projetos customizados, exposições temáticas e experiências voltadas ao universo dos motores. Para mais informações e compra de ingressos, acesse https://motorclassic.com.br.
Concessionária Stuttgart vai levar diversos modelos novos para a quarta edição do Motor Classic
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[JonalCarro2]Pedágio ‘dinâmico’ igual Uber? Taxa pode ficar mais cara em horário de pico

[4r]Multa por drone da PRF: veja como a tecnologia é usada nas rodovias brasileiras
Drones podem multar? Pelo menos os da Polícia Rodoviária Federal (PRF), sim. Agentes utilizam esses equipamentos para a fiscalização em rodovias federais no Brasil desde 2023. Os aparelhos funcionam como um “binóculo moderno”, estendendo e ampliando a visão dos policiais. No entanto, para isso, há regras específicas.
As aeronaves precisam de registro na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Além disso, os policiais encarregados pela operação recebem capacitação e possuem certificação adequada para operar os equipamentos.
Ao ser flagrado pelo drone, o motorista não é abordado de imediato. Em vez disso, as infrações são registradas para posterior autuação por videomonitoramento. Outro cenário possível é o operador identificar uma ocorrência pelo vídeo e acionar uma viatura para autuar o motorista em um trecho à frente.
Drones são usados como binóculos modernos para flagrar infrações à distância.Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
Segundo Jeferson Almeida, coordenador-geral de segurança viária da PRF, o uso de drones da PRF já ocorre em vários estados brasileiros, com destaque para Minas Gerais e Santa Catarina. “Santa Catarina é o estado mais avançado nesse tipo de fiscalização, porque a região metropolitana de Florianópolis é um trecho muito complicado para fiscalizar com abordagem”, afirma.
Procurada por QUATRO RODAS, a assessoria da PRF não divulgou o número total de infrações registradas por drones anualmente.
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De forma geral, os drones operam com maior frequência em locais de trânsito intenso, em pontos onde a presença de viaturas atrapalharia o fluxo rodoviário e em trechos sinuosos.
Agentes da PRF operando drone em rodovia para fiscalização de trânsito.Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
As ocorrências mais comuns flagradas pela tecnologia envolvem o uso indevido do acostamento, seja para tráfego ou ultrapassagens, artifício frequentemente utilizado para fugir de congestionamentos. Dirigir ou ultrapassar pelo acostamento são consideradas infrações gravíssimas, com multa de R$ 880,41 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Outras irregularidades, como uso de telefone celular ao volante, trânsito de caminhões e carretas na faixa da esquerda e a falta do cinto de segurança, também são identificadas de forma remota.
Os drones ainda contam com monitoramento térmico. De acordo com Almeida, as câmeras de calor permitem identificar o superaquecimento nos freios de um caminhão, possibilitando a parada do motorista antes que ocorra um acidente.

A Resolução 909 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) autoriza a fiscalização e a autuação por videomonitoramento. A norma exige que a via esteja devidamente sinalizada com placas informando aos motoristas sobre a fiscalização por câmeras.
[JonalCarro2]Seu caminhão tem limite de quilômetros rodados? Veja o que acontece quando você chega lá

[POWERX/ELISA]Busca básica de falantes

[4r]Hyundai promete importar peça para fechar buraco no painel do Creta Action
A Hyundai confirmou que o novo Creta Action, relançado recentemente, está sendo entregue com a falta de acabamento no painel. QUATRO RODAS noticiou ontem (7) que a versão focada em vendas para PCDs não tem nem central multimídia, nem tampão para fechar o buraco, deixando a fiação exposta. Mas a fabricante sul-coreana já tem uma solução.
Em nota oficial enviada à QUATRO RODAS, a fabricante atribuiu o problema a um atraso logístico da tampa plástica que deveria selar o compartimento. A peça, que pode parecer simples, é importada e os clientes afetados serão procurados pela rede de concessionárias para agendar a instalação da peça de fechamento sem custos.
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“Em relação à ausência da tampa para fechamento do painel de instrumentos do modelo Creta Action, que é vendido como padrão sem o equipamento de Multimídia, a Hyundai Motor Brasil esclarece que houve um atraso logístico na entrega dessa peça, que é importada. Os clientes que receberam seus veículos sem o devido fechamento do painel serão contatados para agendar a instalação adequada da tampa na maior brevidade possível”, disse a Hyundai.
<span class="hidden">–</span>Hyundai/Divulgação
Parte dos clientes compra a solução para a falta do acabamento ainda na concessionária. A Hyundai oferece, como acessório, uma central multimídia com padrão original, tela de 8 polegadas e Android Auto e Apple Carplay sem fio fabricada pela Hyundai Mobis. O preço varia entre R$ 6.000 e R$ 7.000. Como o chicote e os comandos de som no volante são mantidos no carro, a instalação é do tipo “plug and play”.
O Hyundai Creta Action 2026 tem preço de tabela de R$ 119.990. Neste preço, o SUV pode ter isenções de ICMS e IPI nas vendas para PCDs, chegando ao valor final de R$ 104.750. Com a central multimídia, ficaria ao redor dos R$ 110.000.
Estratégia de redução de custos
Hyundai Creta Action 2026Divulgação/Hyundai
O retorno da versão Action ao catálogo da Hyundai ocorreu em fevereiro, com a proposta de oferecer o SUV com o máximo de isenção de impostos (IPI e ICMS proporcional) para o segmento PCD. Para viabilizar o preço abaixo do teto, a marca removeu itens como a central multimídia, a câmera de ré e até o tampão do porta-malas.
A lista de itens de série inclui seis airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus, rodas de liga-leve aro 16″, chave presencial com partida por botão e sistema start-stop. Por outro lado, o modelo abre mão de tecnologias de assistência ao condutor (ADAS), como frenagem de emergência e assistente de faixa, presentes em versões superiores. O motor é o 1.0 turbo com 120 cv e 17,5 kgfm, sempre casado com o câmbio automático de seis marchas.
[4r]Como é o GAC Aion UT, o próximo anti-Dolphin que será lançado no Brasil
Os BYD Dolphin e Dolphin Mini tornaram-se obstáculos a serem vencidos no Brasil, uma vez que ocupam com folga o topo do ranking de carros elétricos mais vendidos do país. Por isso, além de modelos como GWM Ora 03, Geely EX2 e Chevrolet Spark EUV, mais um oponente buscará tomar clientes da dupla: o GAC Aion UT. O compacto elétrico tem sua estreia prevista para o próximo mês de maio e promete ter o espaço interno como seu maior argumento.
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O porte do Aion UT é semelhante ao do Dolphin convencional pelo desenho arredondado e carismático, mas, na ponta do lápis, as diferenças são consideráveis. Ele tem 4,27 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,58 m de altura e 2,75 m de entre-eixos – ou seja, 14 cm a mais no comprimento e 5 cm a mais entre os eixos. Isso, segundo a marca, se reflete no maior espaço interno do modelo, mesmo que o BYD já trate bem seus ocupantes. O porta-malas tem 440 l na especificação chinesa.
Interior tem predominância de linhas horizontais, acabamento caprichado e funções concentradas nas telas (carro da foto é uma versão para países de mão-inglesa)Divulgação/Quatro Rodas
O Aion UT oferece duas configurações mecânicas diferentes no mercado chinês, ambas com motor elétrico único tracionando o eixo dianteiro. A primeira tem 136 cv e 14,8 kgfm, com uma aceleração de 0 a 100 km/h em 11,4 s, de acordo com a GAC. A outra opção eleva a potência para 204 cv e o torque para 21,4 kgfm.
O tempo prometido para a aceleração de 0 a 100 km/h cai para 7,3 s. Para disputar diretamente contra o BYD Dolphin GS, a opção escolhida pode ser a primeira, já que a segunda miraria no Dolphin Plus, com seus 204 cv e 32 kgfm. Agora, ainda existe o Dolphin Special Edition, com 177 cv, para bagunçar essa disputa.
Lanternas são de led e separadas; modelo é 14 cm maior que um BYD DolphinDivulgação/Quatro Rodas
Também há duas opções para a bateria: 44,1 kWh ou 60 kWh, dedicadas às versões menos e mais potentes, respectivamente. No caso da menor, que acompanha o conjunto “brasileiro”, a autonomia deve ficar próxima dos 350 km no ciclo nacional. Ela pode ser recarregada em corrente alternada (AC) a 6,6 kW ou em corrente contínua (DC) a até 64 kW. A bateria maior, de 60 kWh, eleva a autonomia a aproximados 400 km e pode ser recarregado em carga rápida (DC) a até 87 kW. Os 6,6 kW em AC são mantidos.
O porta-malas promete ser maior que o do BYD: são mais de 400 l na medição chinesaDivulgação/Quatro Rodas
Ainda não há informações sobre preços e versões do Aion UT, mas é possível que ele siga o restante da linha da GAC no Brasil e tenha duas versões, Elite e Premium, separadas por itens como teto solar, ajustes elétricos dos bancos, carregador de celulares por indução, rodas de diferentes proporções, revestimentos internos e pacote de sistemas ADAS. Os preços deverão seguir a faixa praticada por Dolphin e EX2, entre R$ 130.000 e R$ 150.000.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
A GAC pode usar ainda como ofensiva a produção nacional do modelo a partir de 2027, ao lado do SUV GS3. Isso poderá demandar, porém, uma atualização da fábrica utilizada para a produção: a GAC anunciou que fará seus carros na fábrica da Mitsubishi, em Catalão (GO). A meta da empresa é de fabricar 50.000 unidades anuais por lá.
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[4r]Chevrolet Camaro retornará em 2027 com motor a combustão e sem versão elétrica
Depois de sair de linha em 2023, o Chevrolet Camaro volta aos planos da General Motors. Diversas mídias norte-americanas relatam que a diretoria deu sinal verde para a nova geração do cupê esportivo e a marca já teria iniciado a cotação de peças. O muscle car retornará com motor a combustão para enfrentar o Ford Mustang, deixando de lado os rumores de que poderia tornar-se um elétrico.
É o que relata os sites Automotive News e GM Authority. O plano da GM é construir três carros com uma versão atualizada da plataforma Alpha 2, a mesma da sexta e, até agora, última geração do Camaro. Além do esportivo da Chevrolet, a base será usada por um novo Cadillac CT5 e um novo sedã da Buick.
Chevrolet Camaro SSFernando Pires/Quatro Rodas
A produção do novo Camaro está prevista para começar no fim de 2027, na fábrica de Lansing Grand River, em Michigan. É o mesmo complexo onde o cupê era montado, junto com os Cadillac CT4 e CT5, este último ainda em produção. As primeiras unidades devem chegar às concessionárias dos Estados Unidos já como linha 2028.
Embora deva manter a tração traseira, o carro deve trazer algumas mudanças. Segundo o GM Authority, o Camaro pode ser diferente e a imprensa estadunidense especular que pode tornar-se um cupê de quatro portas.
A decisão de utilizar um motor a combustão reflete o cenário atual da indústria automotiva dos Estados Unidos, marcado por uma desaceleração na demanda por veículos elétricos. O fim recente de incentivos fiscais nos EUA e o relaxamento de normas de emissões no país reduziram a pressão sobre as fabricantes, o que abre espaço para estratégias mais alinhadas ao comportamento do consumidor. Nesse contexto, a GM teria optado por manter a proposta mecânica tradicional do cupê.
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Ainda não há dados oficiais sobre potência ou detalhes de design. Fontes ligadas ao projeto indicam, porém, que o carro poderá trazer mudanças visuais relevantes. Na linha 2024, o esportivo era equipado com motor 3.6 V6 e duas opções do 6.2 V8 aspirado. Para quem busca desempenho elétrico dentro da marca, a alternativa momentânea é o utilitário Blazer EV SS.
Com o afrouxamento das regras de emissões nos EUA, o novo Camaro precisará vir com um motor V8 para fazer frente ao Mustang. A Ford domina o segmento há alguns anos, mesmo quando tinha que disputar espaço com o esportivo da Chevrolet e o finado Dodge Challenger.
[JonalCarro2]“Carros da Leapmotor terão motor flex”, reforça CEO global da Stellantis. Ficarão mais baratos?

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[JonalCarro2]O novo SUV da GWM que quer desbancar Land Rover Defender e Toyota Land Cruiser

[FullPower]Ram Dakota chega com acessórios originais
A nova RAM Dakota todo mundo já viu. Mas essa versão diferenciada, com acessórios especias e alguns vendidos pela própria marca e que mantêm a garantia da picape, nem todo mundo teve acesso. FULLPOWER participou do desenvolvimento da picape, a pedido do grupo Stellantis. Nessa versão exclusiva, “moparizada”, a suspensão é FOX, gringa, montada pelos especialistas da Impacto Especiais (SP). Rodas e pneus são diferenciados, aro 18″ – pneus Yokohama Geolander 33 x 12.50 R18.
Na carroceria, nota-se os paralamas alargados, bem robustos, justamente para compensar as rodas 18″ que saem levemente. Esse azulão e preto são materiais aplicados por cima da pintura original. Isso mesmo é envelopamento no mais literal sentido da palavra e com qualidade cada vez melhor por aqui. Material importado, exclusivo, que mais parece pintura especialmente ao vivo.
Há diversos acessório MOPAR, braço oficial para esses equipamentos, como RAMbar (santantônio), estribos elétricos, engate-reboque, tapetes de bordas altas, iluminação interna, tapete de caçamba e projetor do logotipo Mopar nas portas dianteiras (aparecem no chão, ao abrir essas portas). Além disso, o Centro Estilo da Stellantis desenvolveu um capô em fibra com iluminação especial. As barras em LED também fazem parte de uma instalação especial, assim como os faróis customizados com detalhes em azul.
Que tal essa Dakota Mopar?
O post Ram Dakota chega com acessórios originais apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações.
[Eros]Do processo à pressão sonora. O HAMMER XBASS 7200 nasce com engenharia e precisão.
[4r]Chevrolet Sonic 2027: veja o que é novo e o que é reaproveitado de Onix e Tracker
Por enquanto, o novo Chevrolet Sonic só aparece em público com camuflagem, seja nas ruas em testes de rodagem, seja nos laboratórios da General Motors no Brasil. A fabricante resolveu abrir suas instalações à imprensa para antecipar e até defender a estratégia daquele que será o mais novo SUV de entrada da Chevrolet.
Ao mesmo tempo, muitos detalhes do novo carro acabaram sendo confirmados.
ProjeçãoQR/Quatro Rodas
O Chevrolet Sonic 2027 está para o Onix como um Volkswagen Nivus está para um Polo ou como um Cronos está para um Fiat Fastback. A GM aproveitou muito da estrutura do seu hatch compacto ao transformá-lo em um SUV de entrada que ela trata como SUV cupê. Em sua gama de produtos, ele será posicionado entre Onix e Tracker, e reaproveita muitos componentes deles e, eventualmente, também da picape Montana.

Um quadro das etapas de desenvolvimento do novo Sonic apresentado à imprensa deixou essa herança estrutural muito clara. Da carroceria, toda a frente do novo SUV, tampa do porta-malas e rack no teto são peças novas, assim como o assoalho do porta-malas.
<span class="hidden">–</span>Paulo Campo Grande/Quatro Rodas
Parede corta-fogo e estrutura do assoalho não mudam, mas a GM define que o monobloco foi modificado em relação ao Onix: não é exatamente igual, mas é quase.
Esse compartilhamento adaptado também se estende aos chicotes elétricos, aos bancos (possivelmente por causa do acabamento) e ao motor – sugerindo uma programação exclusiva, supostamente.
<span class="hidden">–</span>Paulo Campo Grande/Quatro Rodas
Para que o carro ganhasse corpo, algo fundamental para tornar-se um SUV, o novo Sonic tem bitolas mais largas. Amortecedores e molas também foram definidos exclusivamente para o novo modelo e a estrutura da suspensão tem modificações. As rodas são exclusivas e os pneus 205/55 R17 são mais estreitos que os 215/55 R17 do Tracker. Os freios são a disco no eixo dianteiro e a tambor na traseira.
Interior é mais do mesmo
A apresentação também confirmou o que um flagra exclusivo de QUATRO RODAS já havia mostrado: o Chevrolet Sonic terá o mesmo painel e console central do Onix. Onde o modelo pode mudar é em parte do painel de porta e uma pequena peça à frente do motorista, que bem poderia ser um head-up display – item que não existe entre os compactos vendidos no Brasil.
<span class="hidden">–</span>Fábio Black/Quatro Rodas
<span class="hidden">–</span>Fábio Black/Quatro Rodas
Em outro momento, foi possível ver o painel do Sonic desmontado, sem as peças que geralmente são vistas. Mas o mesmo quadro de instrumentos de 8″ e a central multimídia de 11″ estão garantidos. A grande surpresa poderá ser o fato de, na verdade, não ter surpresas por dentro: tudo será bastante conhecido dos outros Chevrolet.
<span class="hidden">–</span>Paulo Campo Grande/Quatro Rodas
Design coreano, como antes
O Chevrolet Sonic teve sua primeira geração vendida no Brasil há cerca de 10 anos. Tinha versões hatch e sedã, ambas baseadas na mesma plataforma do primeiro Onix, e as primeiras unidades vendidas no Brasil chegaram da Coreia do Sul, onde ele havia sido desenvolvido. O curioso é que o design da nova geração do Sonic também foi criado na Coreia do Sul.
<span class="hidden">–</span>Paulo Campo Grande/Quatro Rodas
Chevrolet Equinox EVFernando Pires/Quatro Rodas
A inspiração para o projeto, desde o início, foi o design do Chevrolet Equinox EV. É como se o novo SUV compacto fosse uma versão em escala menor do SUV elétrico, pois mantém a mesma abordagem nos conjuntos ópticos: na frente, os DRL e seta ficam na parte superior da dianteira, com o bloco dos faróis isolado na parte de baixo, enquanto as lanternas são de leds e integrados por uma barra, onde colocaram a gravata da Chevrolet.
Caberá às molduras nas caixas de roda, às rodas aro 17″ e ao rack no teto garantir a impressão de que o Chevrolet Sonic tem porte de SUV compacto.

o novo Sonic 2027 terá dimensões exclusivas para o projeto: 4,23 m de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. Na comparação com o hatch Onix, o lançamento é maior em todos os aspectos, sendo 7 cm mais longo, 7 cm mais largo e 6 cm mais alto. O entre-eixos será o mesmo do Onix, com 2,55 m.
Comparação das dimensões do Chevrolet Sonic 2027
| Característica | Chevrolet Sonic | Volkswagen Nivus | Fiat Fastback | Chevrolet Tracker | Chevrolet Onix |
| Comprimento | 4,23 | 4,26 | 4,42 | 4,27 | 4,16 |
| Largura | 1,77 | 1,75 | 1,77 | 1,79 | 1,73 |
| Altura | 1,53 | 1,53 | 1,54 | 1,62 | 1,48 |
| Entre-eixos | 2,55 | 2,56 | 2,53 | 2,57 | 2,55 |
Apenas duas versões e um motor
QUATRO RODAS apurou que o Chevrolet Sonic 2027 será vendido no Brasil com uma gama de versões enxuta: ou o cliente escolherá a versão Premier, com visual mais tradicional, ou a versão esportivada RS, sem elementos cromados, com teto e retrovisores pintados de preto e partes vermelhas no acabamento interno, seja nos bancos ou no painel. Não há versões LT e LTZ, por exemplo, em homologação.
<span class="hidden">–</span>Paulo Campo Grande/Quatro Rodas
Desta forma, o conteúdo das duas versões será equivalente: terá telas para quadro de instrumentos e central multimídia, ar-condicionado automático (sem saída traseira, pois Onix e Tracker não têm), base de carregamento sem fio para smartphones e novos sistemas ADAS, agora com frenagem de emergência que identifica pedestres e ciclistas, e com assistente de centralização em faixa.
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É certo que o novo Sonic terá apenas o motor três cilindros 1.0 turbo, só não se sabe qual deles: a versão do Onix, sem injeção direta, ou a do Tracker, com injeção direta. Ambos os motores têm 115 cv, mas o torque é de 16,8 kgfm no Onix e chega aos 18,9 kgfm no Tracker. O ideal seria ter o motor mais forte, para se distanciar do hatch. O câmbio será sempre o automático de seis marchas.
Preço e data de lançamento do Chevrolet Sonic 2027
<span class="hidden">–</span>Paulo Campo Grande/Quatro Rodas
Sem versões básicas, o Sonic 2027 será focado nas vendas para o varejo, enquanto Onix e Tracker têm grande dependência de vendas para frotistas e locadoras. É uma forma de atrair um público que em anos passados compravam os Onix Premier e RS, que hoje custam R$ 132.390 e R$ 133.390. Dá para esperar, portanto, que o novo Sonic custe entre R$ 135.000 e R$ 145.000 – um Tracker LT 1.0 é tabelado em R$ 145.490.
Se os alvos do Sonic serão Volkswagen Nivus e Fiat Fastback, ele não estará mal precificado. Um Fiat Fastback Audace Hybrid (MHEV 12V) parte dos R$ 167.490 e um Volkswagen Nivus Comfortline parte dos R$ 156.890.
Todo o segredo por trás do Chevrolet Sonic 2027 acabará em maio, quando o modelo será revelado por completo. O início das vendas, porém, deverá ficar para junho.
[4r]Volkswagen Tera e Polo começam abril com aumento de preços de até R$ 1.800
Depois de uma série de aumentos que envolveram praticamente todos os modelos de sua linha, a Volkswagen está elevando os preços do Tera e do Polo. Os reajustes atingem praticamente todas as versões de ambos os carros e variam entre R$ 1.200 e R$ 1.800.
Ao final de janeiro, o Tera MPI, equipado com motor 1.0 aspirado de até 84 cv e câmbio manual de cinco marchas, custava R$ 105.526. Em abril, a versão sofreu aumento de R$ 1.564 e agora parte de R$ 107.190.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Acima dela, todas as outras variantes tiveram aumento de R$ 1.800. O Tera TSI, versão com motor 1.0 turbo de até 116 cv e câmbio manual de cinco marchas, subiu de R$ 121.390 para R$ 123.190.
Por fim, as duas versões com transmissão automática de seis marchas também ficaram R$ 1.800 mais caras. A Comfort teve seu preço aumentado de R$ 131.390 para R$ 133.390. Já a versão High subiu de R$ 144.390 para R$ 146.190.
| Modelo/Versão | Preço antigo | Aumento | Preço atual |
|---|---|---|---|
| Tera MPI | R$ 105.526 | R$ 1.564 | R$ 107.190 |
| Tera TSI | R$ 121.390 | R$ 1.800 | R$ 123.190 |
| Tera Comfort AT | R$ 131.390 | R$ 1.800 | R$ 133.390 |
| Tera High AT | R$ 144.390 | R$ 1.800 | R$ 146.190 |
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Polo também fica mais caro
Apesar de serem tratadas como versões distintas, o Polo Track e o Robust são praticamente “irmãos” e focam nas vendas diretas. Em abril, os dois ficaram R$ 1.200 mais caros e agora partem de R$ 96.690, ante R$ 95.490 no final de janeiro. Ambos são equipados com o mesmo motor 1.0 aspirado e câmbio manual do Tera.
Acima deles, há duas versões equipadas com motor 1.0 turbo de até 116 cv e câmbio automático de seis marchas. A Sense foi a única da linha que não teve aumento, mantendo o preço de R$ 112.990.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Porém, a Highline foi reajustada. A versão topo de linha subiu de R$ 136.990 para R$ 138.690, ou seja, ficou R$ 1.700 mais cara.
| Versão | Preço antigo (R$) | Aumento (R$) | Preço atual (R$) |
|---|---|---|---|
| Polo Track / Robust | R$ 95.490 | R$ 1.200 | R$ 96.690 |
| Polo Sense | R$ 112.990 | – | R$ 112.990 |
| Polo Highline | R$ 136.990 | R$ 1.700 | R$ 138.690 |
[Taramps]Ir pra Lua e não encontrar um Taramps… aí não, né? Solta o tu-tu.

[4r]Produção de carros cresce 7% em 2026, mas há cautela diante da guerra, diz Anfavea
A produção nacional de automóveis e comerciais leves fechou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento de 7,39% ante o mesmo período do ano anterior – passou de 559,9 mil unidades para 601,3 mil unidades.
Março foi destaque, mês em que foram produzidas 249,9 mil unidades, o que representou um acréscimo de 38,67% comparado com o terceiro mês de 2025. Trata-se do melhor resultado em um mês desde outubro de 2019. Os dados foram divulgados pela Anfavea durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, 8.
Em relação aos emplacamentos, foi o melhor resultado para um mês desde 2013. Os três primeiros meses de 2026 registraram um salto de 15,48% frente ao primeiro trimestre de 2025. O mês de março passou de 184,4 mil unidades (2025) para 258,7 mil unidades (2026), o que significa um aumento de 40,29%.
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Mesmo diante da alta nos números, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Igor Calvet, pondera o entusiasmo para o ano e ressalta que o mundo vive um cenário desafiador com a guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã. “Março foi um mês excepcional, sem feriados, com bom ritmo de produção e vendas. Ficamos entusiasmados, mas devemos aguardar se esse desempenho se repetirá nos próximos meses, para verificar se não foi um momento isolado de aquecimento pós-férias”.
E completa: “o mês de março é uma excepcionalidade dentro de um quadro geopolítico bastante tenso. São pressões externas acontecendo de todos os lados. Temos trabalhado muito com esse índice de volatilidade”.
Carros eletrificados
A participação dos carros eletrificados no mercado brasileiro apresentou uma leve queda diante do total de emplacamentos para 15,5%. O market share desses veículos alcançou o pico de 16,9% em janeiro e caiu para 15,9% em fevereiro. A Anfavea ressalta que 42% dos carros elétricos e híbridos comercializados em março são nacionais.
Fábrica da BYD em Camaçari (BA)Mauro Balhessa/Quatro Rodas
Importação
A importação de veículos registrou alta de 5,6% no primeiro trimestre de 2026, ao passar de 112,8 mil unidades para 119,1 mil unidades. A China é quase metade desse volume e saltou de 31,1 mil unidades em 2025 para 54,3 mil unidades (68,9%). México e e Alemanha cresceram 10,2% e 1,2%, respectivamente, para 8,6 mil unidades e 5,8 mil unidades. Por outro lado, a Argentina decresceu 24,4%, para 40 mil unidades.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Geely
Exportação
No quesito exportação, a indústria nacional foi de 115 mil unidades para 94 mil unidades, o que representa queda de 18,26% no trimestre ante o mesmo período do ano anterior.
Carro Sustentável
A Anfavea destacou ainda os números sobre o Carro Sustentável, que foi criado dentro do programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação) do governo federal. Ele gera a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para modelos de entrada.
Os emplacamentos dos carros inseridos no programa aumentaram 30,6%, comparando os períodos entre 11 de julho de 2024 (quando iniciou o programa) e 31 de março de 2025 e 11 de julho de 2025 e 31 de março de 2026. Os números foram de 283 mil unidades para 369 mil unidades.
Projeções
Mesmo diante de incertezas do mercado, a Anfavea mantem as projeções para o ano, de 2,76 milhões de emplacamentos para veículos leves, alta de 2,8%. Para a produção, a expectativa é de alta de 3,8%, para 2,58 milhões.
[4r]Projeto de lei propõe multas proporcionais à renda e fim de radares ocultos
O Projeto de Lei 1558/2026, apresentado pelo deputado federal Kim Kataguiri (MISSÃO-SP) em 31 de março de 2026, propõe alterações no Código de Trânsito Brasileiro. O texto está em tramitação na Câmara dos Deputados e ainda passará pela análise das comissões responsáveis antes de avançar no Congresso Nacional.
A proposta prevê a aplicação de descontos no valor das multas de trânsito de acordo com a renda do condutor. Motoristas com renda de até dois salários mínimos poderão ter redução de até 50%. Para quem recebe entre dois e três salários mínimos, o desconto previsto é de 40%. Já condutores com renda entre três e quatro salários mínimos poderão ter abatimento de até 30%.
<span class="hidden">–</span>Jô Folha/A Hora do Sul/Reprodução
A medida busca tornar as penalidades mais proporcionais à condição financeira dos motoristas, alterando a lógica atual, que aplica valores fixos independentemente da renda.
O projeto também estabelece mudanças na fiscalização por radares de velocidade. De acordo com o texto, os equipamentos não poderão ser utilizados de forma oculta ou sem visibilidade adequada. A exigência vale tanto para radares fixos quanto para os móveis.
Caso a regra não seja cumprida, o auto de infração poderá ser considerado inválido, assim como as penalidades aplicadas.
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Segundo o autor, o objetivo é tornar a fiscalização mais transparente e as punições mais equilibradas, enquanto o modelo atual não cumpre o resultado prático de educação no trânsito. O deputado argumenta que, para quem ganha até dois salários mínimos, uma multa agravada por um fator multiplicador pode ser o suficiente para que o cidadão não consiga pagar a infração e passe a dirigir na clandestinidade.
O projeto ainda deverá passar por etapas de análise, possíveis alterações e votação antes de qualquer mudança nas regras de trânsito entrar em vigor.
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[4r]Volkswagen Virtus terá novo design e câmbio de 8 marchas… na Índia
A Volkswagen prepara uma reestilização para o Virtus, que já roda em testes na Índia, como mostra o site Autocar India. O sedã foi flagrado rodando camuflado nas ruas asiáticas para esconder as discretas mudanças estéticas e uma importante novidade mecânica: a adoção da transmissão automática de oito marchas.
Reestilizar o Virtus faz sentido na Índia. O sedã foi lançado no país em 2022, trazendo o design que depois foi adotado pela versão brasileira em 2023. Com quatro anos de mercado, o carro precisa de uma renovação para o mercado indiano.
<span class="hidden">–</span>Autocar Índia/Reprodução
A grande novidade do Virtus 2027 indiano será uma alteração na parte mecânica. A transmissão automática de seis marchas AQ250 será substituída por uma nova caixa de oito posições chamda AQ300, fornecida pela Aisin. Será utilizada em combinação ao motor 1.0 turbo de três cilindros e injeção direta.
Essa nova calibração mecânica otimiza o escalonamento em acelerações e aproveita melhor a faixa de força do motor em baixos giros, garantindo arrancadas mais ágeis. A opção de câmbio manual de seis marchas segue disponível.
A mudança do câmbio automático já era esperada. Em 2024, o site Autocar Índia revelou os planos da Volkswagen para fazer a substituição da transmissão de forma global, o que significa que isso também será feito no Brasil em algum momento.
As versões mais caras do Virtus indiano preservam o motor 1.5 turbo acoplado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas.
Por ser apenas uma reestilização, o sedã manterá a plataforma modular MQB-A0 IN, uma versão otimizada da arquitetura com mudanças para reduzir o custo de produção. Os freios seguem com discos na dianteira e tambores no eixo traseiro, enquanto a versão GT topo de linha tem discos sólidos nas rodas traseiras.
A camuflagem esconde bem as mudanças no design. A dianteira aparenta exibir uma nova entrada de ar com grade em formato de colmeia, descartando os filetes tradicionais do modelo anterior. Há também novos arranjos internos de iluminação nos faróis e rodas de liga leve com desenho esportivo. Um pequeno ressalto camuflado sugere que as lanternas traseiras terão uma barra iluminada em led interligando as duas extremidades.
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De acordo com o Autocar Índia, o interior do Virtus deve receber uma revisão no acabamento, adotando novos materiais e um esquema de cores inédito. A central multimídia de 10,1″ deve trazer um sistema atualizado com integração com inteligência artificial, enquanto o painel de insturmentos digital ganhará um display de 10,25″. O ar condicionado também terá novidades, com um novo compressor de geometria variável. Fechando os possíveis equipamentos novos está o sensor de estacionamento dianteiro.
A estreia no mercado indiano é esperada para os próximos meses, mudando para enfrentar o Honda City, que também receberá uma reestilização este ano. As mudanças no design podem ser específicas para a Índia, afastando o sedã indiano do brasileiro, da mesma forma que o Taigun é diferente do T-Cross.
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