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- Encontro SQFriends - sexta 3/julho/2026 19h~23h - Garagem 55 *****
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- Tesla: 2.975.910 unidades dos modelos Model 3 e Model Y fabricados na China, sendo 46.041 unidades de modelos importados Model 3, Model X e Model S;
- Xiaomi: 390.435 unidades do SU7 do ano de 2024;
- Leapmotor: 371.200 unidades do C01 e do C11;
- Xpeng: 264.842 unidades dos modelos G6, P7+ e X9;
- Zeekr: 92.658 unidades do 007 e do X;
- Lynk & Co: 74.037 unidades dos modelos 900 e 08 e dos sedãs 10 EM-P e 07;
- Chery: 64.488 unidades dos modelos iCaur 03 e Chery Fulwin X3;
- Dongfeng: 53.452 unidades do Nammi 06, do Aeolus L8, do eπ 007 e do eπ 008;
- BAIC: 46.850 unidades da minivan Arcfox Kaola;
- Geely: 18.878 unidades do Galaxy M9.
- FAW Hongqi: 11.908 unidades dos modelos EH7 e Tiangong 08;
- Genesis: 9 unidades do sedã G80 importado.
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- T200: R$ 119.990
- Smart Drive: R$ 127.990
- BlackMotion: R$ 129.980
- Audace MHEV: R$ 168.490
- Impetus MHEV: R$ 174.490
- Abarth: R$ 184.490
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- Sistema de Pré-Colisão com Detecção de Pedestres
- Controle de Cruzeiro Adaptativo
- Alerta de saída de faixa com Assistente de Centralização na Faixa
- Farol Alto Adaptativo
- Assistente de Sinalização de Trânsito
- Assistente Proativo de Condução
- Assistente de Saída Segura
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[4r]Longa duração: nem toda concessionária pode consertar o cinto do nosso Citroën C3
Depois de remontado, nosso Citroën C3 está de volta à frota do Longa Duração para finalizar sua avaliação, que não terminou porque não foi possível remover seu cinto de segurança traseiro esquerdo, por conta da solda da porca que o prende que se soltou.
Consultada, a Stellantis disse que apenas as concessionárias são capazes de remover a peça. Sendo assim, seguiremos essa recomendação e levar o C3 a uma oficina Citroën, mas antes tratamos de registrar as condições em que o carro se encontra.
Inspeção pela qual o C3 passou conferiu desde os acessórios até a pintura e a estrutura do carro por trás das vedações das portasFernando Pires/Quatro Rodas
Mais do que uma vistoria cautelar, providenciamos uma análise da condição estrutural do carro e de sua pintura, para, caso seja necessário fazer uma intervenção estrutural no veículo, para que seja feita a remoção do cinto, tenhamos como comparar o estado do C3 antes e depois.
Isso parece ser necessário, pois não há como acessar o local onde está a porca que prende o cinto, sem uma intervenção mais radical.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Levamos o carro à oficina de vistorias SuperVisão, do bairro Sumaré, em São Paulo. O serviço que melhor atendia nossa necessidade foi a vistoria chamada Certicar, a mais completa. Custou R$ 500.
O plano, na sequência, é refazer essa inspeção quando o C3 voltar da autorizada, a fim de descobrir se a execução do serviço poderá gerar alguma anotação no histórico do carro e eventual desvalorização na venda.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
O C3 passou por uma análise minuciosa. Todas as peças de carroceria foram inspecionadas, em busca de serviços de repintura. O funcionamento de seus equipamentos e acessórios foi checado. As numerações de chassi foram conferidas. E todos os módulos eletrônicos foram conferidos. Por conta do cinto de segurança, pedimos para incluir fotos da região da fixação do cinto no documento, que inclui, por padrão, foto da etiqueta que informa a data de fabricação do cinto de segurança.
Conferência da numeração de chassi pode identificar adulterações, selos rompidos e peças que foram substituídas antes de um carro usado ser comprado. Ao final, recebemos um relatório de 20 páginas atestando que o Citroën C3 está com tudo em ordemFernando Pires/Quatro Rodas
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Essa inspeção do cinto de segurança veio bem a calhar, pois a partir deste mês de maio será obrigatório não apenas o registro fotográfico dos cintos, mas também a gravação em vídeo da fixação dos componentes nas vistorias de transferência dos carros. Desta forma, ficará comprovado que os cintos e seus pré-tensionadores foram devidamente substituídos após uma colisão, evitando que modelos fora das especificações de segurança cheguem ao mercado.
Em paralelo, a SuperVisão fez um levantamento do histórico do carro, seja em bases privadas ou públicas, quanto a sinistros, recalls pendentes e executados, passagens por leilão, impedimentos judiciais e multas. Não foram encontrados problemas. A inspeção toda durou duas horas e gerou um relatório de 20 páginas.
Essas pesquisas são úteis porque descobrem carros clonados, uso de peças roubadas e serviços de funilaria e manutenção que podem não ter sido informados ao comprador.
Onde fazer o reparo?
Primeiro, preparamos o nosso carro. As concessionárias poderiam se negar a trocar um cinto retrátil em pleno funcionamento e a insistência sujeitaria o carro a ser identificado como sendo da QUATRO RODAS.

O que fizemos foi soltar a mola de retorno do cinto, que foi o motivo de, anos atrás, o nosso Chevrolet Onix Plus ter o cinto trocado em garantia. A grande implicação da porca quebrada no C3 seria justamente impedir a troca do cinto quando necessário, seja por defeito, seja após uma colisão.
Também escondemos um pequeno rastreador no carro. Se a concessionária fosse terceirizar o serviço para uma outra oficina, nós saberíamos. Como a garantia de fábrica do hatch havia expirado exatamente um mês antes, sabíamos que a conta sairia do nosso bolso, mesmo com todas as revisões feitas na rede Citroën e sendo o defeito da solda da porca um problema de fabricação.
<span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas
Agendamos a avaliação na concessionária GP France, na zona oeste de São Paulo. Sob o aviso prévio de que o diagnóstico custaria R$ 459, caso o conserto não fosse aprovado, deixamos o carro. No dia seguinte, o orçamento chegou: R$ 1.323 pela peça e os mesmos R$ 459 de mão de obra. Fomos obrigados a pagar o componente adiantado, antes da concessionária fazer o pedido. Pelo menos não demorou para chegar: dois dias depois, retornamos para a instalação.
O carro foi deixado após o almoço com promessa de entrega para o dia seguinte, mas o que recebemos foi uma ligação do técnico, que dizia ter encontrado o parafuso de fixação espanado, o que impedia a remoção do cinto antigo. A solução exigia serviço de funilaria, estrutura que a GP France não possuía. O consultor apenas nos devolveu o carro e a peça nova na caixa, recomendando que procurássemos outra loja da rede.

Somando os R$ 1.323 da peça comprada na primeira concessionária aos R$ 2.500 do serviço de funilaria cobrados pela segunda, a troca do cinto de segurança nos custou R$ 3.823. É um preço alto por um imprevisto causado por erro de fabricação que nem concessionária pode resolver.
O serviço já foi concluído. O C3 deu entrada na Toriba Lapa aos 101.331 km e saiu com 101.340 km. O carro chegou a circular inexplicáveis 9 km pelos arredores da concessionária após ter dado entrada, mas não teve movimentações nos dias seguintes.
Deixaremos o desfecho do teste de Longa Duração do Citroën C3 para a próxima edição. Isso porque levaremos o carro novamente a uma empresa de inspeção veicular para saber se o reparo de funilaria feito compromete de alguma forma a estrutura do nosso carro e, consequentemente, seu valor na revenda. Será que o C3 será reprovado?
[4r]Os sintomas silenciosos de que o câmbio automático do seu carro está com defeito
Identificar o defeito de um câmbio automático logo nos primeiros momentos pode ser a diferença entre uma manutenção preventiva de rotina e um prejuízo de vários milhares de reais. Com transmissões automáticas presentes em mais de 60% dos veículos zero-quilômetro licenciados no Brasil, o temor do consumidor por tecnologias complexas perdeu força, mas ainda é necessário atentar ao sistema.
As caixas modernas evoluíram de forma nítida para entregar mais eficiência de consumo e conforto, mas seus componentes internos operam com tolerâncias dimensionais muito menores. Isso significa que rodar com fluidos deteriorados ou abaixo do nível ideal submete componentes hidráulicos a um atrito severo, o que eleva a temperatura de trabalho e encurta de maneira drástica a vida útil de toda a peça.
Lubrificante vitalício e o calor brasileiro
A engenharia de várias montadoras ainda recomenda nos manuais trocas de fluido apenas acima dos 100.000 km, ou tentam vender a ideia de um óleo vitalício que não exige manutenção – sua durabilidade seria suficiente para cobrir toda a vida útil do carro.
Câmbio automático de seis marchas do Jeep Compass abertoRenato Pizzuto/Quatro Rodas
Na realidade, a umidade relativa e o calor excessivo do asfalto brasileiro levam ao processo de oxidação química do lubrificante, que passa a não proteger mais as peças e a transportar pequenos detritos provenientes do próprio funcionamento do carro, até que esses detritos fiquem em filtros e imãs.
A substituição preventiva completa do fluido custa, em média, R$ 1.200 no mercado de reparação independente, um valor que exige planejamento, mas é consideravelmente mais baixo do que um reparo de emergência.
Quais peças do motor do carro são mais prejudicadas pela gasolina com 32% de etanol?
Negligenciar essa troca no intervalo recomendado condena componentes vitais como o conversor de torque e o corpo de válvulas, o que fatalmente multiplica a conta da oficina por cinco, tornando a recomendação de troca a cada 60.000 km ou oito anos a aposta mais segura para o dono.
Uma troca do óleo do câmbio tardia, porém, pode ser um problema. O óleo novo tem alto poder detergente e limpa resíduos e limalhas que ajudavam a “segurar” a pressão em um câmbio antigo ou negligenciado. É comum que, em casos assim, solenoides apresentem defeitos após a troca do óleo. Daí a importância da troca antecipada.
Luzes de advertência no quadro de instrumentos
Luz indicativa de pane na transmissão do carroArte/Quatro Rodas
Um dos avisos mais indiscutíveis de que a mecânica exige intervenção é o acendimento da luz-espia no quadro de instrumentos. O alerta visual geralmente adota o formato de uma engrenagem ou compartilha o ícone luminoso da injeção do motor, apontando leituras fora do padrão enviadas pelo sensor de velocidade ou anomalias na pressão hidráulica dentro do câmbio.
Tratar essa indicação luminosa como um aviso secundário agrava todo o quadro, pois o módulo de controle eletrônico tende a acionar o modo de emergência em seguida, travando a seleção em uma marcha fixa para evitar a quebra total. O que deve ser feito é levar o veículo a uma oficina especializada para diagnosticar o erro, com scanner próprio, antes de seguir utilizando o carro.
Mudanças de marcha bruscas e trancos no funcionamento
Perceber solavancos leves em reduções muito fortes na rodovia faz parte do pacote de programação da grande maioria das caixas, contudo, trancos constantes durante uma condução urbana comedida escancaram deficiências de acoplamento. A transição de marchas precisa ser fluida e progressiva na subida dos giros do motor, isolando a cabine dos solavancos do conjunto mecânico.

Sempre que os engates adotam comportamento violento ou áspero, a principal suspeita dos reparadores recai sobre o nível baixo de fluido ou o desgaste dos discos de fricção imersos. Anomalias nos solenoides, encarregados de administrar a passagem de óleo pelo labirinto de válvulas, também geram reações secas nas arrancadas e comprometem bastante a experiência de direção.
Atrasos na aceleração e sensação nítida de patinação
Pressionar o pedal do acelerador e ver o conta-giros subir de maneira acelerada sem que a carroceria ganhe inércia na mesma proporção é o sintoma definitivo de que o câmbio automático está patinando. O carro passa uma sensação de letargia, hesitando por intervalos demorados antes de efetivamente transferir a energia do motor para os eixos de tração.
Quais peças do motor do carro são mais prejudicadas pela gasolina com 32% de etanol?
O atraso e a lentidão de resposta costumam expor falhas de vedação, desvios na pressão da bomba de óleo ou molas reguladoras que perderam a capacidade de tensão. Além de arruinar o consumo de combustível do carro, patinar força os pacotes internos além de sua capacidade nominal, soltando lascas metálicas que acabam por saturar totalmente o filtro de impurezas do fundo do cárter.
Ruídos anormais e barulhos metálicos com o veículo em movimento
Os sistemas convencionais de transmissão foram concebidos e isolados para trabalhar de modo inaudível para os ocupantes dos bancos dianteiros. Escutar barulhos contínuos, estalos de engrenagem, zumbidos agudos ou sons de raspagem acusam o esgotamento do filme protetor de óleo sobre as peças primárias e planetárias.
Estes ruídos frequentemente ganham força acompanhados de vibrações parasitas repassadas pela estrutura do monobloco e sentidas no piso e pedais. Rodar com lubrificação ineficiente atrita eixos centrais e destrói rolamentos vitais, inutilizando partes fundamentais que, na maioria dos casos, não aceitam usinagem de recuperação.
Superaquecimento e cheiro perceptível de queimado
A carga de óleo presente no fundo das caixas de câmbio automático modernas não atua apenas diminuindo a fricção física, mas trabalha ativamente trocando calor em conjunto com pequenos radiadores dedicados apenas ao câmbio. Sentir um forte odor de óleo queimado invadir a cabine logo após trajetos mais carregados no anda e para aponta a saturação térmica do lubrificante.
Câmbio automático ZF 8HPZF/Divulgação
Exigir torque quando a transmissão superou os limites do seu projeto de temperatura derrete e resseca juntas, vedações e retentores de borracha. O ato imediato de encostar o veículo na faixa da direita e esperar o metal dissipar o calor no ar é a última linha de defesa entre o carro em funcionamento e uma avaria no câmbio.
Vazamentos e poças no piso da garagem
Por operar de modo lacrado sob vácuo parcial, o câmbio automático é feito para preservar seu volume integral de óleo lubrificante sem baixas evaporativas com o passar dos anos de uso. Detectar o acúmulo de poças viscosas com coloração avermelhada escura ou parda no chão da garagem é o sinal de alarme mais precoce para rachaduras na carcaça do câmbio ou desgaste dos retentores do diferencial acoplado.
Diferenças de arquitetura e tecnologia de transmissão
Enquanto o câmbio automático tradicional, com engrenagens e conversor de torque, aposta no conforto, as caixas continuamente variáveis demandam óleos sintéticos ainda mais exigentes e específicos em sua formulação. Para que o projeto do CVT entregue a economia de combustível pretendida, a química do fluido não pode anular totalmente o atrito, garantindo que a correia de aço tracione as superfícies das polias sem escorregar.
Sistema de polias do câmbio CVTReprodução/Quatro Rodas
Em contrapartida, as caixas automatizadas de dupla embreagem que ganharam o mercado nas últimas décadas oferecem trocas instantâneas, porém penalizam mais o bolso no pós-venda. O esquema de engrenagens remete bastante aos conjuntos manuais, mas o controle lógico e a sensibilidade dos discos de embreagem molhados ou secos formam um gargalo de manutenção que afasta compradores no mercado de usados.
Vícios de condução que abreviam a vida útil do câmbio
A interação do condutor com a alavanca seletora cobra a sua fatura em médio prazo e influencia no ritmo do desgaste invisível. Deslocar a manopla da posição principal de condução para o neutro a cada luz vermelha do semáforo não economiza combustível considerável e ainda força as válvulas internas de embreagem a desengatarem de modo totalmente improdutivo para a dinâmica.
Mais destrutivo que isso é o vício de estacionar o veículo transferindo toda a inércia da carroceria diretamente para a trava minúscula da engrenagem do câmbio. O motorista deve acionar integralmente o freio de estacionamento mecânico ou eletrônico primeiro e só leve a alavanca para a posição final de travamento após assegurar que o conjunto do chassi esteja preso nas rodas traseiras, tirando todo o estresse mecânico do trem de força.
[JonalCarro2]Quem é o bilionário que desembolsou US$ 40 milhões pela Ferrari Luce
[JonalCarro2]4 trunfos da Volkswagen Tukan para encarar a concorrência entre as picapes

[EmmaBR]Carro Demonstração EMMA Brasil!!! E ai voce ouviu? Se sim deixe no comentário o que achou.
[EmmaBR]Um projeto Low impressionante. Parabens @low.marcos__
[4r]Os melhores conversíveis para comprar em 2026
1º MG Cyberster
S im, um conversível elétrico. O MG Cyberster proporciona a experiência de um roadster legítimo à entrega de potência imediata. Não é preciso abrir mão do ronco de um motor, porque ele emula isso – seus dois motores, que somam 510 cv, são bastante silenciosos, mas divertem bastante.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
2º Porsche 911 Carrera GTS Cabrio
H íbrido, o 911 GTS tem motor elétrico integrado ao motor boxer seis-cilindros 3.6, que ainda usa um turbo elétrico para recarregar sua bateria. A potência totaliza 541 cv e o motor a combustão nunca é desligado, garantindo o ronco a todo momento. Chega aos 100 km/h em apenas 3 segundos.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
3º Cooper Cabrio S
O carisma de um Cooper S Cabrio é seu principal atrativo. É o único compacto conversível à venda no Brasil. Como outros Cooper S, tem motor 2.0 turbo de 204 cv, que o leva aos 100 km/h em 6,9 s. Embora o modelo tenha passado por reestilização, a versão conversível mantém as antigas lanternas ovais.
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[4r]Cinco sedãs médios que já custaram caro e hoje saem por menos de R$ 60.000
Quem busca um sedã médio novo não encontra mais aquela grande variedade de dez anos atrás, época em que praticamente toda marca tinha um representante no segmento. As opções, hoje, se limitam, basicamente, ao Toyota Corolla e ao BYD King, pois o Sentra saiu de linha.
Há também o VW Jetta, vendido exclusivamente na versão esportiva GLI, e o Honda Civic híbrido, que teve apenas 34 unidades emplacadas em 2026. Ambos custam acima dos R$ 250.000.
Com poucas opções e preços elevados, a solução para quem ainda sonha em ter um modelo desse segmento é buscar no mercado de usados. QUATRO RODAS separou aqui cinco opções para quem quer gastar menos de R$ 60.000.
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Citroën C4 Lounge
Ele chegou ao Brasil em 2013 para incomodar o Toyota Corolla e o Honda Civic, que sempre tiveram maior destaque dentro do segmento. O que ninguém esperava era que o Citroën C4 Lounge pudesse, de fato, superar a dupla japonesa.
Entre 2013 e 2014, o sedã venceu dois de nossos comparativos, superando não só o Corolla e o Civic, como também o Sentra, o Ford Focus e o Chevrolet Cruze.
Versão Origine era a única com câmbio manual de seis marchasLeo Sposito/Quatro Rodas
Com seu motor 1.6 THP flex de até 173 cv e 24,5 kgfm, era o mais potente de sua categoria, além de ter uma boa lista de equipamentos. De fábrica, o sedã francês trazia câmera de ré, ar-condicionado — com direito a refrigeração no porta-luvas —, acabamentos macios no painel, faróis e limpadores de para-brisa automáticos e até sensor de ponto cego.
Com o orçamento de R$ 60.000, dê preferência às unidades ano-modelo de 2015 a 2017. Afinal, essas já são equipadas com a versão FlexPower do motor 1.6 THP, que pode acompanhar câmbio manual ou automático de seis marchas. Versões pós-facelift, lançadas após 2018, costumam ser um pouco mais caras.
Cromados, leds e ponteira dupla de escapamento fazem parte da aparênciaLeo Sposito/Quatro Rodas
Renault Fluence
O Renault Fluence chegou ao Brasil em 2011 como substituto do Mégane sedan, função que cumpriu também na Europa. Teve uma trajetória discreta no mercado de 0 carros novos na sua época, muito por conta da concorrência de peso. Porém, entre os usados, pode ser uma boa opção.
Unidades dos seus primeiros anos de mercado, 2011 e 2012, são vendidas entre R$ 30.000 e R$ 40.000. Mas, se procuras por versões mais recentes, como as 2017 e 2018, você não vai gastar mais que R$ 60.000.

O Fluence é espaçoso e tem um rodar confortável. Seu motor é o 2.0 flex de 143 cv e 20,3 kgfm, de origem Nissan, sempre acompanhado do câmbio CVT com seis marchas simuladas. Versões topo de linha são equipadas com seis airbags de fábrica, câmera e sensor de ré, ar-condicionado digital de duas zonas, tela multimídia com Bluetooth e teto solar.
Se estiver disposto a extrapolar um pouco os R$ 60.000, o Fluence GT surge como uma alternativa. É a versão esportiva, com motor 2.0 turbo a gasolina de 180 cv e 30,6 kgfm, e câmbio manual de seis marchas.
Renault Fluence GTMarco de Bari/
Toyota Corolla
Claro que uma lista de sedãs não deixaria de contemplar o Toyota Corolla. O modelo japonês está presente no Brasil desde 1992 e foi nacionalizado a partir de 1998.
Ele é um sedã valorizado no mercado de usados, muito por conta da sua mecânica de confiança. Na faixa dos R$ 60.000, você deve encontrar unidades até os anos-modelo 2014 e 2015.
Toyota Corolla XEi 2016Divulgação/Toyota
Dê preferência aos modelos mais novos (10ª geração), que poderão ser equipados com o motor 1.8 (136 cv e 17,5 kgfm com etanol) ou o motor 2.0 (153 cv e 20,7 kgfm com etanol), ambos com opções de câmbio automático. Em unidades mais recentes, já na versão intermediária XEi, você encontrará itens como central multimídia touchscreen, câmera de ré e TV digital.
Honda Civic
Se falamos de Corolla, claro que não poderíamos esquecer do Honda Civic, seu rival histórico. No mercado de usados, a rivalidade permanece intacta, sendo possível encontrar unidades até o ano de 2015 por R$ 60.000.
Nessas condições, os modelos mais novos são da nona geração, vendida entre 2011 e 2016. Ela fez bastante fama no Brasil, conseguindo desbancar o Corolla em vendas pela primeira vez na história.

Nas versões mais baratas, você já encontrará airbags frontais, ar-condicionado, computador de bordo, trio elétrico e câmera de ré. Essas versões são equipadas exclusivamente com o motor 1.8 de até 140 cv e 17,7 kgfm, podendo ter câmbio manual de seis marchas ou automático de cinco.
Já as versões mais caras (LXL, EXS, LXR e EXR) trazem o motor 2.0 de até 155 cv e 19,5 kgfm, sempre com câmbio automático. Entre os equipamentos, destacam-se o controle de estabilidade, airbags laterais, central multimídia e teto solar.
Civic 2014 e 2015Marco de Bari/Quatro Rodas
Volkswagen Jetta
O Volkswagen Jetta pode até parecer um sedã médio de tiozão como os outros, mas esconde um desempenho digno de carros mais caros. A partir de 2011, a sexta geração chegou ao Brasil trazendo o motor 2.0 TSI de 200 cv e 28,5 kgfm, com câmbio DSG de seis marchas. Hoje, no mercado de usados, esses modelos custam menos de R$ 60.000.
Volkswagen Jetta 2.0 TSIMarco de Bari/Quatro Rodas
O grande atrativo do Jetta está justamente na combinação de desempenho e preço. Com motor 2.0 TSI de 200 cv, o sedã podia ir de 0 a 100 km/h em 7,1 s, além de oferecer bastante conforto. A versão topo de linha tem ar-condicionado bizona, acabamento em couro, controle de estabilidade, seis airbags, rodas de 17″, sensores de farol e chuva, piloto automático, volante multifuncional com borboletas para troca de marcha e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.
Com sorte, dá até para encontrar unidades com os bancos dianteiros com ajuste elétrico e teto solar, vendidos como opcionais na época.
<span class="hidden">–</span>Marco de Bari/Quatro Rodas
Em 2014, o motor evoluiu, passando para 211 cv. Porém, essas versões já começam a ficar mais disputadas e caras, e encontrar uma versão Highline abaixo dos R$ 60.000 será mais difícil.
[Taramps]Projeto do Sartori é daqueles que chama atenção de longe…

No Tunning Party Brasil, esse projeto mostrou toda a sua estrutura e, por trás de tanta potência sonora, é claro que tem Taramps fazendo parte do sistema.
#taramps #evento #somautomtoivo #tunningpartybrasil #eventodesom #shorts
[JonalCarro2]Menos etanol na gasolina? A reação do setor canavieiro à fala de Flavio Bolsonaro

[JonalCarro2]Maçanetas embutidas causam o maior recall de carros da história na China

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[JonalCarro2]Como transformar um carro comum em motorhome

[4r]Maior recall automotivo da China envolve 4,3 milhões de carros de pelo menos 12 marcas
Pelo menos 12 fabricantes de automóveis emitiram recall nesta última sexta-feira (21) para aproximadamente 4,3 milhões de carros na China por segurança em relação às maçanetas ocultas. O movimento se tornou o maior chamamento de veículos daquele país, segundo sites locais.
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Os comunicados de recall estão presentes no site da Administração Estatal de Regulação de Mercado (SAMR) aos quais QUATRO RODAS teve acesso. Tesla foi a que teve mais unidades envolvidas anunciadas, com cerca de 3 milhões. Apenas do Model Y foram 1.956.713 unidades, cuja produção ocorreu entre 16 de novembro de 2020 e 30 de abril de 2026.
Tesla Model YDivulgação/Tesla
“Os veículos incluídos neste recall possuem maçanetas mecânicas de emergência [internas] que são difíceis de identificar e operar, pois sua cor é semelhante à do acabamento interno. Em situações extremas, como uma colisão grave que cause falha no sistema de baixa tensão do veículo, isso pode impedir que os ocupantes abram as portas rapidamente para escapar e dificultar os esforços de resgate de pessoas fora do veículo, representando um risco à segurança”, afirmou a montadora.
A Tesla promete afixar etiquetas de advertência gratuitamente nos veículos abrangidos pelo recall e irá atualizar o software de controle dos vidros por meio da tecnologia de nuvem (over-the-air) para adicionar um abaixamento automático dos vidros após um acidente. As demais marcas vão adotar práticas semelhantes.
Veja abaixo os modelos e marcas afetadas:
China vai banir as maçanetas retráteis
As autoridades chinesas vão banir as maçanetas retráteis a partir de 2027. Os veículos já aprovados e próximos do lançamento terão até 2029 para se adequarem as novas regras.
A decisão foi motivada especialmente após dois acidentes com veículos elétricos da Xiaomi. As colisões resultaram em incêndios e os socorristas não conseguiram abrir as portas eletrônicas dos veículos a tempo.
<span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação
As novas regras são bem específicas. As maçanetas externas devem ter um rebaixo para as mãos e dimensões mínimas de 60 mm por 20 mm, o que garante a possibilidade de socorristas segurá-las e puxá-las. Há mudanças para o interior do veículo, que deverá ter sinalização visível de como abrir a porta em caso de emergência.
As maçanetas internas e externas devem ser instaladas em posições definidas. Além disso, segundo as novas diretrizes, não podem depender exclusivamente de sistemas alimentados eletronicamente, mesmo em casos de baterias reserva ou cabos de acionamento mecânico.
A estimativa da imprensa chinesa é de que 60% dos carros atuais serão afetados com a medida. Apesar da medida ser local, deverá afetar toda a cadeia mundial de veículos.
Zeekr 7XDivulgação/Zeekr
Outro ponto a favor das maçanetas convencionais está na confiabilidade. Uma marca chinesa relatou que 12% dos seus reparos em veículos novos estão ligados a maçaneta eletrônica. Por fim, o custo desse tipo de sistema é supostamente três maior do que uma maçaneta mecânica.
As maçanetas eletrônicas ainda se mostraram vulneráveis em situações de alagamento, uma vez que o sistema pode sofrer curtos-circuitos e impedir o funcionamento. Casos como esses foram relatos em Guangdong em 2024 durante uma temporada de fortes chuvas.
[4r]Fiat Fastback 2027 ganha nova versão, motor de Avenger e fica R$ 1.000 mais caro
Depois do Fiat Pulse, agora é a vez do Fastback chegar à linha 2027. O SUV cupê, lançado oficial em 2022, ganhou uma nova versão batizada de Smart Drive além da série especial BlackMotion. Os preços do Fastback 2027 variam entre R$ 119.990 e R$ 184.490, o que representa R$ 1.000 de reajuste em relação ao modelo 2026, com exceção da configuração de entrada T200.
Preços do Fiat Fastback 2027
Configuração Smart Drive é baseada em pacote de opcionaisDivulgação/Fiat
A configuração Smart Drive é batizada na versão de entrada T200 e era o antigo pacote de opcionais disponível para a configuração mais barata. As duas configurações possuem itens como freio eletrônico, autohold, sensor de estacionamento, farol em LED, rodas de liga-leve de 17”, bancos escurecidos e multimídia de 8,4 polegadas.
Quais peças do motor do carro são mais prejudicadas pela gasolina com 32% de etanol?
A configuração Smart Drive adiciona câmera de ré, chave presencial, partida remota, maçaneta na cor do veículo, retrovisores em preto brilhante e carregador de celular por indução. Enquanto a configuração T200 custa R$ 119.990, a Smart Drive é tabelada em R$ 127.990, o que representa R$ 1.000 de aumento em relação à linha 2026 (considerando a T200 + pack smart drive).
Já a série especial BlackMotion, retomada pelo Pulse 2027, é baseada na configuração Smart Drive e adiciona rodas de liga leve de 17″ em preto brilhante, o logo Fiat, skid plate (grade inferior) dianteiro e as molduras das saídas de ar com acabamento escurecido, multimídia de 10,1″ e teto bicolor. O preço sugerido é de R$ 129.980.
Série especial BlackMotion fez sucesso em Bravo, Punto e StiloDivulgação/Fiat
Em comparação com a linha 2026, a Fiat diminuiu o salto necessário para sair das versões convencionais para as equipadas com o sistema híbrido leve de 12V. Anteriormente a única configuração abaixo da Audace MHEV era a T200.
Por falar no sistema híbrido, ao contrário do Pulse, o Fastback segue oferecendo duas versões com o sistema, Audace e Impetus. A primeira adiciona revestimentos em tecido nos painéis das portas dianteiras, rodas diamantadas de 17”, retrovisor fotocrômico, volante em couro, carregador por indução e ADAS com frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa.
Já a versão Impetus tem acabamentos escurecidos no exterior, rodas de liga leve 18″, sensor de estacionamento dianteiro, painel de instrumentos digital, retrovisor com rebatimento, teto bicolor, bancos e painel de portas dianteiro em couro, ADAS com frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, comutação dos faróis e assistente de farol alto. Teto solar panorâmico, sensor de ponto cego e farol de neblina em LED são opcionais.
Fiat Fastback Impetus MHEV foi mantido na linha 2027Divulgação/Fiat
O motor 1.0 sofreu as mesmas alterações do Avenger, mesmo que não esteja equipado com o sistema MHEV. Portanto, agora são 116 cv e 20 kgfm de torque ante os 130 cv e 20,4 kgfm de antes, independentemente do combustível utilizado. O câmbio é automático do tipo CVT com simulação de sete marchas.
O Fiat Fastback Abarth segue sendo a única opção com motor 1.3 turbo de 180 cv com gasolina e 185 cv com etanol. O torque é sempre de 27,5 kgfm e o câmbio é automático com seis marchas. Todos os itens acima, incluindo opcionais, são de série no Abarth.
[4r]Xiaomi Skynomad N70 Max é híbrido que pode rodar até 505 km sem gastar gasolina
O Xiaomi Skynomad N70 Max tem 505 km de autonomia elétrica no ciclo CLTC, segundo a fabricante. O número faria do SUV o híbrido plug-in com extensor de autonomia (EREV) de maior alcance elétrico entre os modelos de produção em série do mundo, de acordo com Lei Jun, fundador e CEO da Xiaomi.
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O N70 Max é um elétrico de autonomia estendida, no qual as rodas são movimentadas apenas pelos motores elétricos enquanto o motor a combustão de 1,5 litro funciona como gerador para recarregar a bateria e ampliar a autonomia, sem conexão mecânica com as rodas.
<span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação
A bateria de 76 kWh utiliza células de níquel-manganês-cobalto (NMC). Segundo a Xiaomi, os concorrentes comparados durante a apresentação têm baterias entre 63,3 e 80,3 kWh e não passam dos 500 km de alcance no modo elétrico.
Um dos rivais é o Leapmotor D19, que tem bateria de 80,3 kWh e percorre 500 km no ciclo combinado. Apesar da capacidade maior, o SUV também é maior: mede 5,25 m de comprimento, 1,99 m de largura e 1,78 m de altura, com entre-eixos de 3,11 m.
<span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação
O Skynomad N70 mede 4,96 m de comprimento, 1,99 m de largura e 1,78 m de altura, com entre-eixos de 2,95 m. Na versão Max, a tração é integral e combina dois motores, sendo um dianteiro de 210 kW (286 cv) e outro traseiro de 100 kW (136 cv). A potência combinada chega a 310 kW (421 cv).
O motor 1.5 a gasolina tem eficiência térmica máxima superior a 44% e consegue produzir cerca de 4 kWh de eletricidade com 1 litro de combustível. A plataforma promete ainda consumo de 15,85 kWh/100 km no ciclo CLTC.
<span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação
Para chegar a esse resultado, o projeto utiliza componentes de carbeto de silício na eletrônica de potência, pneus de baixa resistência ao rolamento, construção mais leve e gerenciamento térmico otimizado.
N90 Max amplia a família Skynomad
O segundo integrante da linha é o Skynomad N90 Max, um SUV maior e com sete lugares distribuídos em configuração 2+2+3. O modelo utiliza a mesma bateria de 76 kWh, mas alcança 464 km no ciclo CLTC. O modelo pode recuperar 285 km de alcance em 15 minutos, enquanto a recarga de 20% a 80% leva 18 minutos, de acordo com a fabricante.
<span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação
Com a bateria e o tanque de combustível completamente abastecidos, o SUV pode percorrer até 1.705 km, segundo a Xiaomi. Quando a bateria está descarregada, o consumo é de 6,26 l/100 km no ciclo WLTC.
A potência combinada também é de 310 kW (421 cv), com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 s e velocidade máxima de 190 km/h.
Maior que o N70, o N90 mede 5,29 m de comprimento, 1,99 m de largura e 1,83 m de altura, com entre-eixos de 3,08 m. A segunda e a terceira fileiras de bancos podem ser deslocadas longitudinalmente por meio de seis trilhos.
<span class="hidden">–</span>Xiaomi/Divulgação
A pré-venda dos dois SUVs começou na China em 30 de julho. O Skynomad N70 Max parte de 259.900 yuans, enquanto o N90 Max topo de linha custa 299.900 yuans, equivalentes a cerca de R$ 198.707 e R$ 229.289, respectivamente.
O lançamento oficial está previsto para setembro. As versões apresentadas na pré-venda são as mais equipadas, enquanto as configurações Pro e de entrada serão adicionadas posteriormente. Com isso, os preços das versões mais simples devem ser inferiores aos atuais.
[4r]Os melhores SUVs até R$ 150.000 para comprar em 2026
1º Jeep Renegade Altitude T270
12.000 km R$ 944 24.000 km R$ 1.059 36.000 km R$ 910 48.000 km R$ 1.093 60.000 km R$ 1.761 Total R$ 5.767 N substituído por um novo, de plástico duro. No entanto, ganhou quadro de instrumentos digital de 7”, ar bizona, rodas de 17”, central de 10,1” e faróis e lanternas full-led. Ele já construiu sua reputação de robustez, mas ainda contempla o comprador com seguro baixo, revisões abaixo da média e com peças de reposição menos caras. a linha 2027 do Jeep Renegade, a versão Altitude assumiu o posto de versão de entrada e não recebeu a versão híbrida leve do motor 1.3 turbo, que segue como antes mas com potência ajustada para 176 cv – mais que suficiente para este SUV. Infelizmente, o antigo painel emborrachado, um dos seus destaques, foi
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Valorização 3% Seguro R$ 1.960 Rede 242 Equipamentos ESP, AB6, MUL, EST, S&S, AUT |
12.000 km R$ 944 24.000 km R$ 1.059 36.000 km R$ 910 48.000 km R$ 1.093 60.000 km R$ 1.761 Total R$ 5.767 |
Amortecedores dianteiros R$ 1.519 Pastilhas de freio R$ 637 Farol esquerdo R$ 4.641 Para-choque dianteiro R$ 4.072 Retrovisor esquerdo R$ 1.640 Total R$ 12.509 |
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
2º Caoa Chery Tiggo 7 Sport 1.5
Esta votação foi acirrada. No final, os votantes preferiram o porte de SUV médio legítimo do Tiggo 7 Sport ao melhor conteúdo do Tiggo 5X Pro, por já ser bastante completo: tem rodas aro 18”, central de 12,3”, banco do motorista elétrico, freio de estacionamento eletrônico com auto hold, câmera de ré e bancos de vinil. O motor é 1.5 turbo de 143 cv.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -12% Seguro R$ 2.887 Rede 151 Equipamentos ESP, AB6, MUL, EST, S&S, AUT |
10.000 km R$ 580 20.000 km R$ 968 30.000 km R$ 679 40.000 km R$ 968 50.000 km R$ 580 60.000 km R$ 3.113 Total R$ 6.888 |
Amortecedores dianteiros R$ 2.361 Pastilhas de freio R$ 1.163 Farol esquerdo R$ 7.343 Para-choque dianteiro R$ 1.833 Retrovisor esquerdo R$ 1.701 Total R$ 14.401 |
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
3º Caoa Chery Tiggo 5X PRO 1.5
Pelo preço de VW Tera e Renault Kardian, o Tiggo 5X Pro entrega teto solar, ar automático bizona, base de carregamento sem fio de 50 W ventilada, painel emborrachado, sete airbags e pacote ADAS com ACC. O porta-malas de 340 l é um ponto negativo, poderia ser maior. Seu motor 1.5 turbo gera 143 cv e tem câmbio CVT que simula nove marchas.
| Bolsa de valores | Revisões | Peças |
|---|---|---|
| Desvalorização -14% Seguro R$ 2.893 Rede 151 Equipamentos ESP, AB7, MUL, EST, S&S, AUT, ACC |
10.000 km R$ 614 20.000 km R$ 1.010 30.000 km R$ 614 40.000 km R$ 1.782 50.000 km R$ 614 60.000 km R$ 1.372 Total R$ 6.006 |
Amortecedores dianteiros R$ 1.869 Pastilhas de freio R$ 1.058 Farol esquerdo R$ 5.857 Para-choque dianteiro R$ 1.155 Retrovisor esquerdo R$ 3.935 Total R$ 13.874 |
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[4r]Nova VW Amarok será a mais potente da história e surge em Barretos ainda camuflada
A nova Volkswagen Amarok fez sua primeira aparição pública durante a Festa do Peão de Boiadeiro, em Barretos (SP), nesta sexta-feira (21). Trata-se da nova geração confirmada para chegar ao mercado em 2027, ainda coberta por camuflagem. O modelo foi concebido a partir de parceria da montadora com a chinesa SAIC.
De acordo com a Volkswagen, o projeto, chamado internamente de Patagonia, tem a promessa de dar origem à Amarok mais potente de toda a trajetória do modelo na América do Sul, superando os 258 cv da atual motorização V6 3.0 turbodiesel. Para isso, o modelo reunirá tecnologia e eletrificação.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
A informação vai de encontro com o que já foi apurado pela imprensa argentina. O modelo compartilha a plataforma com picapes chinesas como a Maxus Terron 9, o que indica o uso a motorização 2.5 turbodiesel de origem SAIC com 223 cv e 52,8 kgfm, gerenciado por uma caixa automática de oito marchas. Há também um cronograma que prevê a introdução de variantes com conjunto híbrido plug-in a gasolina nos meses seguintes ao lançamento.
Apesar da origem chinesa, o visual externo tem assinatura brasileira. Do design da equipe liderada por José Carlos Pavone dá para notar que os faróis são como barras de LED mais curtas. A iluminação também aparece no nível do logo da VW e corta o para-choque dianteiro de fora a fora.
Projeção da nova Volkswagen Amarok 2027João Kleber Amaral/Quatro Rodas
A dianteira do carro tem detalhes projetados para frente, dando um ar de ainda mais robustez a picape média que deve chegar maior para tentar recuperar espaço frente às rivais do segmento, como Toyota Hilux e Ford Ranger. A Maxus Terron 9, picape original da SAIC, mede 5,50 m de comprimento, 3,30 m de entre os eixos, 2 m de largura e 1,86 m de altura.
Diferente da irmã chinesa, a nova Amarok abusará de mais de vincos no capô, que terá três andares diferentes na chapa. A grade também será diferente, tomando menos espaço menos espaço no visual e apostando em linhas horizontais. Por fim, quem parece “beber” da identidade da Maxus Terron 9 é o retrovisor.
Maxus Terron 9, vendida na ChinaMaxus/Divulgação
A calibração de suspensão, freios e motores também está sendo executada pelas equipes da Volkswagen no Brasil e na Argentina (onde ela será de fato fabricada). Para isso, a montadora afirma que desenvolvimento do utilitário inclui testes severos em condições reais de uso por diversos territórios do continente. Essa rodagem intensa é similar ao processo adotado com outros projetos regionais da marca, como a picape intermediária Tukan.
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[4r]Toyota RAV4 híbrido plug-in tem preço de BYD Atto 8, mas quer frear o Song Plus
O Toyota RAV4 acaba de ganhar mais uma configuração no Brasil. Trata-se do RAV4 XSE PHEV, ou seja, a versão híbrida plug-in. O SUV médio chega por R$ 399.990, exatamente o mesmo preço do BYD Atto 8, mas o híbrido da marca chinesa tem sete lugares e mais de 5 metros de comprimento.
Por esse motivo, seu rival de verdade seria o BYD Song Plus Premium, um SUV híbrido plug-in, com cinco lugares, mas que custa R$ 100.000 a menos, uma vez que é oferecido por R$ 299.990.
O RAV4 XSE PHEV combina o atual motor 2.5 de 189 cv e 22,4 kgfm de torque a três motores elétricos, que possuem 206 cv no eixo dianteiro e 55 cv no eixo traseiro. Juntos, os motores entregam 329 cv. O torque combinado não é divulgado pela Toyota. O câmbio é automático do tipo eCVT transaxle.
RAV4 volta a ser o único híbrido plug-in da marca no BrasilDivulgação/Toyota
Para efeitos de comparação, o BYD Song Plus Premium tem 324 cv de potência combinada e 56 kgfm de torque. O 0 a 100 km/h do BYD é feito em 5,2 segundos, enquanto o Toyota faz a arrancada em 5,7 segundos. Ambos têm velocidade máxima de 180 km/h.
No pacote de baterias, o Toyota RAV4 XSE tem 22,7 kWh, o que proporciona autonomia elétrica de 61 km, segundo os critérios do Inmetro. No Song Plus Premium são 26,6 kWh e autonomia de 87 km. O pacote de baterias da Toyota pode ser recarregado em corrente contínua (DC) de até 50 kW, enquanto o BYD aceita no máximo 18 kW.
Pacote de segurança robusto
Símbolo do sistema PHEV é uma das poucas alterações externasDivulgação/Toyota
O Toyota RAV4 XSE é equipado com o Toyota Safety Sense 4.0, que engloba diversos itens de segurança ativa e passiva, entre eles:
Além disso, o SUV tem controle de tração e estabilidade, sistema de freios com distribuição eletrônica da força de frenagem, assistência à frenagem, controle de descida, controle de partida em rampa e sete airbags, incluindo um de joelho para o motorista.
A garantia do RAV4 é de cinco anos incialmente, além de 8 anos para os componentes do sistema híbrido. No entanto, o SUV híbrido é elegível para o programa Toyota 10, que amplia a garantia geral do veículo para 10 anos, sem custo adicional, caso o proprietário faça revisões na rede autorizada após o quinto ano de uso.
[EmmaBR]Quem vende só produto disputa preço. Quem vende projeto entrega experiência, confiança e resultado. É por isso que produ...