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- Encontro SQFriends - sexta 3/julho/2026 19h~23h - Garagem 55 *****
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- Modelo: HAMMER XBASS 7200
- Tamanho: 12″
- Potência RMS: 3.600 W
- Potência musical: 7.200 W
- Impedância: 2 ou 4 Ohms
- Resposta de frequência: 48–3.200 Hz
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- Detailer Fest
- detailer Fest 2026
- Detail Fest Boituva
- Detailer Fest Boituva
- Feira Automotiva de Boituva
- Evento Automotivo Boituva SP
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- Buick Electra E7
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- Chevrolet Aveo
- Chevrolet Captiva EV / PHEV
- Cupra Raval
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- DS Automobiles N°7
- Exeed Exlantix ET
- Exeed RX
- GAC Aion UT
- GAC Aion V
- Geely EX2
- Geely Starray EM-i
- Hyundai Bayon
- Hyundai IONIQ 3
- Hyundai Tucson
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[4r]VW ID. Tiguan: SUV elétrico usa nome de sucesso para substituir ID.4 e ID.5
A Volkswagen confirmou mais uma etapa de sua nova estratégia de nomes globais ao anunciar o inédito ID. Tiguan. O SUV elétrico, que terá sua apresentação mundial no início de outubro, chega para substituir de uma só vez os já conhecidos ID.4 e ID.5. A decisão marca o abandono gradual das nomenclaturas numéricas em favor de nomes consagrados pelo público, seguindo a mesma rota recente adotada com o ID. Polo e o ID. Cross.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
A escolha do nome não ocorre por acaso. O Tiguan é o veículo mais vendido de todo o Grupo Volkswagen na atualidade, acumulando mais de 8,3 milhões de unidades produzidas ao longo de sua trajetória.
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Apenas no último ano, as entregas das versões a combustão e híbridas do Tiguan (somadas ao irmão Tayron) superaram 1 milhão de exemplares no mundo. A nova variante elétrica conviverá lado a lado com as opções convencionais a gasolina, diesel e híbridas plug-in.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
Apesar da camuflagem para os testes finais e a apresentação antecipada, é possível notar que o ID. Tiguan traz uma linguagem visual completamente inédita. As linhas da carroceria foram desenhadas para transmitir a presença e o porte de um verdadeiro SUV, afastando o formato de monovolume que gerou ressalvas no ID.4 original.
A dianteira tem faróis com peças afiladas e interligadas por faixas de leds, interrompidas pelo logo da Volkswagen – possivelmente também iluminado. Visto de traseira, o elétrico distancia-se da identidade vista nos demais SUVs da marca.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
As lanternas são retangulares, com elementos quadrados e parecem ser interligadas, algo ainda escondido pela camuflagem. Também é possível esperar pelo logotipo traseiro com iluminação vermelha. Nota-se ainda que ao menos duas versões serão oferecidas, já que nas imagens divulgadas pela marca há unidades com para-choques e rodas com variações de desenhos, sendo uma delas mais esportiva.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
A cabine também promete evoluir em ergonomia, adotando uma operação mais simples e intuitiva para o motorista. Isso significa que, segundo as últimas declarações da marca, é possível esperar por grandes telas, mas uma retomada de comandos físicos para facilitar a usabilidade.
Mecanicamente, o utilitário assume o lugar ocupado pela linha ID.4 e ID.5, que somou mais de 950.000 unidades entregues desde 2021. A fabricante ainda guarda em segredo os números de potência, torque, capacidade de bateria e autonomia do modelo.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen
O lançamento comercial do Volkswagen ID. Tiguan está agendado para o início de 2027 na Europa, com confirmação posterior para o mercado norte-americano. A estratégia de manter o Tiguan com motores a combustão e eletrificados simultaneamente garante fôlego para a fabricante enfrentar a desaceleração de vendas de elétricos puros na Europa e a concorrência ostensiva de utilitários chineses.
[JonalCarro2]Preço do seu SUV flex pode derreter enquanto eletrificados usados desvalorizam menos; entenda

[Eros]HAMMER XBASS 7200: potência para projetos de grave de alta performance

Quando o projeto exige potência e presença no grave, o HAMMER XBASS 7200 de 12 polegadas foi desenvolvido para entregar desempenho em sistemas de alta potência.
Com 3.600 W RMS e 7.200 W musical, o modelo foi projetado para aplicações que exigem força do sistema, como trios automotivos, projetos de alta potência e competições de som automotivo.
Potência para sistemas de alta performance
O HAMMER XBASS 7200 trabalha com opções de 2 ou 4 Ohms, permitindo sua aplicação em diferentes configurações de sistema e possibilitando o correto dimensionamento junto ao amplificador.
Sua resposta de frequência vai de 48 a 3.200 Hz, oferecendo uma faixa de operação voltada para a reprodução das frequências graves.
3.600 W RMS de potência
Um dos grandes destaques do HAMMER XBASS 7200 é sua capacidade de potência.
São 3.600 W RMS, chegando a 7.200 W musical, números que colocam o modelo como uma opção para projetos que precisam trabalhar com alto nível de potência.
Seja em um trio automotivo ou em uma configuração voltada para competição, o HAMMER XBASS 7200 foi desenvolvido para fazer parte de sistemas onde o grave precisa ter presença.
Especificações técnicas
HAMMER XBASS 7200
Potência, capacidade e presença para projetos que levam o grave a sério.
HAMMER XBASS 7200. Potência que se sente. Presença que se ouve.



[4r]Novo BYD Dolphin Mini cresce, muda tração e tem “frunk” contra EX2
A segunda geração do BYD Dolphin Mini foi apresentada na China. Não são todos os detalhes revelados ainda, mas algumas informações importantes sobre o modelo foram anunciadas após diversos flagras e especulações. O modelo também é conhecido como Great Seagull, por estar acima da antiga geração em porte – e não se sabe se, de alguma forma, o antigo Dolphin Mini será mantido como opção de entrada.
A primeira grande diferença está justamente nas medidas. O hatch agora tem 4,20 metros de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura, enquanto o modelo vendido no Brasil tem 3,78 m, 1,71 m e 1,58 m, respectivamente. As novas medidas visam combater o crescimento do Geely EX2, que se tornou uma pedra no sapato da BYD na China.
<span class="hidden">–</span>BYD/Divulgação
A maior prova vem do entre-eixos, que saiu de 2,50 m para 2,65 m, a mesma distância do EX2. Ainda não temos a medida do porta-malas, mas o Dolphin Mini ganhou um porta-malas dianteiro (frunk), portanto, terá mais espaço para bagagens independentemente da capacidade da porta traseira.
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Isso foi possível graças a mudança do local de montagem do motor elétrico, que agora é traseiro. O Dolphin Mini está mais potente, são 129 cv contra 75 cv do modelo vendido no Brasil. A marca ainda não divulgou o torque mas, tendo como base as comparações de potência entre o BYD e o Geely, que entrega 15,3 kgfm, é possível estimar que o Dolphin Mini se aproxime dos 20 kgfm.
<span class="hidden">–</span>BYD/Divulgação
Junto com a realocação do motor elétrico, a BYD trocou a suspensão de eixo de torção na traseira para arquitetura independente multilink. O Dolphin Mini agora recebe pneus 205/60 R16, o que é consideravelmente maior que o 175/55 R16 atual.
<span class="hidden">–</span>BYD/Divulgação
Visualmente, o novo Dolphin Mini preserva boa parte da identidade do atual modelo, especialmente quando visto de lado, que deixa claro também o crescimento do hatch. Além de faróis mais afilados e novo desenho do para-choque, a principal diferença fica para a traseira, que abandona as lanternas interligadas.
O interior ostenta um novo volante de apenas dois raios, mas não tem quadro de instrumentos logo acima. Assim como o Volvo EX30, as informações necessárias para a condução se concentrarão na central multimídia, que está consideravelmente maior na nova geração.
<span class="hidden">–</span>BYD/Divulgação
Ainda não há detalhes sobre tamanho da bateria e se o Dolphin Mini de nova geração será compatível com o sistema de recarga rápida. Outro item presente é o LiDAR sobre o teto, o que indica a presença de pacote ADAS com nível dois ou superior.
Por que alguns carros chineses não têm limpador traseiro?
[CE1]This Week in Car Audio History: Can You Name the First Car Radio Maker?

[CE1]This Two Minute Ritual Can Save Your Shop Thousands and Fill Your Social Feed

[MTM]Som automotivo é destaque na Detailer Fest com etapa MTM, dB Drag e estreia da SQPL
Neste final de semana, a MTM Brasil e o dB Drag Racing Brasil marcaram presença na Detailer Fest 2026, em Boituva (SP), uma das maiores feiras do país voltadas para estética automotiva, detalhamento, customização e tecnologia automotiva.

As competições aconteceram durante o sábado e o domingo, reunindo competidores de diversas regiões do estado. Um dos grandes destaques do evento foi a estreia oficial da nova modalidade SQPL, que trouxe uma combinação de qualidade sonora e pressão sonora. Logo em sua primeira participação, os carros da Team Alpine dominaram a modalidade, conquistando os principais resultados em suas categorias e mostrando a força da marca dentro do campeonato.

No domingo, a programação seguiu intensa com medições válidas para os campeonatos MTM e dB Drag Racing. Entre os destaques dos resultados estiveram os competidores Luiz Otavio Arthus, com diversas vitórias nas categorias de trio elétrico, open show, mala aberta e pancadão, além de Carlos Henrique Guimarães Trindade, Henrique Luciano, Antonio Costa, Juniao e Rafael Venezuela, que também garantiram grandes marcas em suas respectivas categorias.

A Detailer Fest contou ainda com um espaço especial dedicado ao som automotivo, fortalecendo a presença do nosso segmento dentro da feira. Marcas como Taramps e Alpine deram um verdadeiro show, apresentando produtos, tecnologia e reforçando o crescimento do setor para o grande público presente.
Por fim, deixamos nosso agradecimento especial ao Rômulo, idealizador da Detailer Fest, que celebra 11 anos de sucesso, construindo um evento cada vez mais forte e importante para todo o mercado automotivo. Parabéns pela dedicação e por abrir espaço para que o som automotivo continue crescendo e conquistando novos apaixonados pelo hobby e pelo esporte.

acima parati forte do Jhony, com o fiesta do rafael Venezuela

Luiz Otavio comero o recorde e Antonio sua melhoria na marca do ranking db drag

de pai pra filho ” Henrique filho do Luciano estreia na mtm ”
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[EstudoDoAudio]Como eu Alinhei o SOM do meu carro usando o SMAART | Projeto 4 Vias SQ

Neste vídeo mostro, na prática, o acerto da estrutura de ganho e o alinhamento do sistema de som interno do meu Carro, utilizando o SMAART para fazer as medições e tomar as decisões de ajuste.
Passamos por etapas importantes do alinhamento, analisando resposta de frequência, fase, níveis e comportamento das vias para buscar uma reprodução mais coerente dentro do carro.
🎛️ Equipamento utilizado: Goldhorn DSPA 810 Pro
📊 Software de medição: SMAART
🚗 Projeto: sistema SQ 4 vias – Toyota Corolla
Se você gosta de áudio, medições, processamento, alinhamento e reprodução sonora de alta qualidade, inscreva-se no canal. Estou retomando uma sequência de conteúdos técnicos e teremos vídeos novos toda semana.
Deixe também nos comentários qual parte desse alinhamento você gostaria que eu aprofundasse nos próximos vídeos.
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[EmmaBR]Avaliar com consistência é diferente de reconhecer um bom som. A EMMA formaliza isso em critério, escala e ficha, o que ...
[4r]Carros elétricos podem ter a ré acionada em movimento?
Com um carro elétrico, existe algum risco de selecionar a ré quando ele está se movimentando à frente? – Bernardo Ribeiro, Porto alegre (RS)
Não é possível selecionar a ré quando um carro elétrico está acelerando à frente, mas há uma explicação para isso. “Como os carros elétricos não possuem uma caixa de câmbio convencional, alguns motoristas acreditam ser possível trocar do Drive ou Dirigir (D) para Reverse ou Ré (R) com o veículo ainda em movimento.
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Na prática, a maioria dos carros elétricos possui um sistema eletrônico que impede justamente essa troca brusca. Se o carro estiver se movimentando para a frente e o motorista acionar o comando de ré, o sistema simplesmente ignora a solicitação e o veículo continua seguindo em frente normalmente”, explica a mecânica Luciana Félix.
Alavanca de câmbio teve a posição alterada, mas continua no volanteDivulgação/Volkswagen
A troca ocorre somente quando o carro está completamente parado. E completa: “Essa é uma lógica de proteção pensada para trazer mais segurança ao motorista, evitando danos ao motor elétrico e ao sistema de transmissão, além de proteger os ocupantes de um movimento súbito e inesperado.
Por isso, o correto é acionar a seletora para Drive (D) ou Reverse (R) somente quando o carro estiver totalmente parado. Vale lembrar que esse comportamento pode variar um pouco de marca para marca, mas a lógica de segurança é praticamente universal”.
[Taramps]O Adler e a Deboxe Goiânia Loja 2 já estão confirmados no Insane Sound 2026!

E vão chegar com naves de resssspeito.
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📅 9, 10 e 11 de outubro
Você não vai ficar de fora, né?
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[JonalCarro2]Quais caminhões usados menos desvalorizam? Veja os campeões de revenda após 3 anos de uso

[JonalCarro2]Como um ônibus virou estúdio de rádio nas mãos de um jornalista apaixonado

[Diy]New to Subwoofer Boxes? Avoid These Design Mistakes

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[4r]Chevrolet Silverado estreia motor 8.3 V8 com 563 cv e reboca 17 toneladas
A Chevrolet Silverado HD acaba de elevar o patamar da disputa no segmento de picapes superpesadas com o inédito motor 8.3 V8 turbodiesel Duramax. Desenvolvido do zero e construído internamente pela General Motors, o bloco estreia na linha 2027 das picapes Chevrolet Silverado HD e GMC Sierra HD com números que superam diretamente as rivais de Ford e RAM na América do Norte.
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Com 563 cv de potência e (impressionantes) 170,1 kgfm de torque, a novidade supera com folga os 507 cv e 165,9 kgfm do motor Power Stroke 6.7 V8 da Ford Super Duty, além dos 436 cv da RAM 3500 equipada com o seis-cilindros em linha Cummins. A mudança de arquitetura permitiu extrair mais força sem submeter o conjunto ao estresse térmico dos antigos blocos menores.
Construção para trabalho pesado
Para suportar tamanha demanda mecânica, a GM abandonou o bloco de ferro cinzento tradicional e adotou o ferro com grafita compactada (CGI), garantindo maior resistência estrutural sem disparar o peso total. Todo o conjunto interno utiliza componentes forjados, incluindo virabrequim, bielas e pistões de aço.
O sistema de aspiração conta com turbocompressor de geometria variável associado a um intercooler duplo do tipo ar-água. A transmissão continua a cargo do câmbio automático Allison de dez marchas, ajustado com nova calibração para gerenciar a entrega de força nas trocas e otimizar a retenção de marchas em descidas acentuadas através do freio-motor integrado.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet
As especificações de capacidade acompanham o salto mecânico: as picapes chegam a suportar até 17,2 toneladas de reboque com engate do tipo pescoço de ganso (gooseneck) ou 9 toneladas no engate convencional. A capacidade bruta de peso combinado atinge 21 toneladas em configurações específicas com rodado duplo.
Direção elétrica e freios eletrônicos
Além do conjunto mecânico, a linha pesada da GM substituiu o antigo sistema hidráulico de direção por uma caixa de direção elétrica do tipo pinhão e cremalheira. A solução entrega 30% mais assistência nas manobras com reboque e elimina os solavancos transmitidos pelas rodas ao trafegar sobre terrenos acidentados.
O sistema de freios aposentou a assistência hidráulica conectada à bomba da direção e adotou um servofreio eletrônico (eBoost). Trabalhando junto a discos dianteiros de 37 cm e pinças fixas de quatro pistões, o novo conjunto reduz o curso do pedal, melhora o tato sob carga máxima e integra-se aos sistemas de frenagem autônoma de emergência e piloto automático adaptativo.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/GM
Para quem busca utilização fora de estrada, as configurações ZR2 e AT4X ganharam o modo Terrain, que permite a condução do tipo “one-pedal” em tração 4×4 reduzida, aplicando os freios de fundação automaticamente assim que o motorista alivia o pé do acelerador.
Nas versões de entrada, o motor a gasolina 6.6 V8 também passou por atualizações no coletor de admissão e no sistema de lubrificação, passando a render 418 cv e 65,3 kgfm de torque.
As primeiras unidades da Chevrolet Silverado HD com o novo motor 8.3 V8 turbodiesel chegam às concessionárias norte-americanas no fim de 2026. Por lá, estimam-se valores a partir de R$ 330.000 em conversão direta (sem taxas locais). Para o mercado brasileiro, contudo, a GM mantém a estratégia focada apenas na Silverado 1500 V8 a gasolina, deixando o segmento pesado HD livre para a RAM 3500, importada do México.
Os sintomas silenciosos de que o câmbio automático do seu carro está com defeito
[BandaAudioParts]Domingo de sol 🔈🔊🥩🏊♂️🍺🥳🎉 #funk #somautomotivobrasil #triogoiano #caminhonete #triogoiano
[4r]Dacia Hipster será microcarro elétrico menor que Renault Kwid
O Dacia Hipster, um microcarro elétrico revelado no final de 2025 como conceito, será lançado na Europa em 2027. A expectativa é que ele seja vendido no Reino Unido por £ 9.500 – ou R$ 65.000, em conversão direta. A informação foi revelada pelo site Autocar.
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Ele sairá da fábrica chinesa onde o Kwid de primeira geração foi fabricado, na cidade de Shiyan, na província de Hubei, produzido pela Dongfeng em parceria com a Renault.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia
Mesmo sem informações oficiais, fontes do site britânico indicam que a capacidade da bateria será de 15 kWh, suficiente para uma autonomia de aproximadamente 90 km. A projeção é de que o motor elétrico desenvolva 20 cv de potência.
Quanto tempo e dinheiro são gastos para carregar o carro elétrico em casa?
‘Quadradinho’
O visual deverá seguir o que foi apresentado no conceito. No entanto, o Autocar diz que haverá mudanças, presentes nos para-choques, grade dianteira e faróis, para adequar o modelo aos custos e realidades da produção. Os vidros dianteiros divididos em duas seções poderão permanecer.
A mudança mais significativa do Hipster ocorrerá na traseira, onde a abertura do porta-malas em duas partes (uma para cima e outra para baixo) será substituída por uma porta traseira com dobradiças laterais.
Dacia Hipster ConceptDivulgação/Dacia
Carro popular do futuro?
A proposta do Dacia Hipster é que ele seja um carro popular do futuro. Para isso, ele deve caber em qualquer lugar e focar apenas no essencial, com seus modestos 3 m de comprimento, 1,53 m de altura e 1,55 m de largura, dimensões ligeiramente maiores do que dos pequenos Citroën Ami e Fiat Topolino.
Ele possui capacidade para quatro assentos e o porta-malas é ajustável de 70 a 500 litros. O protótipo pesa cerca de 800 kg, sendo 20% mais leve que o Dacia Spring, o Renault Kwid para a Europa.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia
Para ser barato, o Dacia troca maçanetas por fitas, utiliza bancos inteiriços com encosto de cabeça vazados, o painel concentra as informações em um cluster digital e há um suporte para o smartphone, que fica com a função de central multimídia.
O carro abriga 11 pontos de fixação do sistema YouClip, que permite acoplar acessórios como porta-copos e luzes. O painel é minimalista, com design limpo e sem botões. Em relação à segurança, há dois airbags (motorista e passageiro).
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia
[4r]Chave cartão e retrovisores digitais: 10 reinvenções modernas de funções básicas
Em tempos de rápidos e fortes avanços tecnológicos, os fabricantes de automóveis – sejam eles europeus, americanos, chineses, japoneses, ou de qualquer outro lugar do mundo – têm buscado, cada vez mais, inovar para ficar à frente da concorrência.
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Nessa corrida, surgem reinvenções que quebram tradições de décadas da indústria automovida. Algumas podem agradar e facilitar a vida do condutor. Outras, apenas mostram a ânsia pela modernidade, prejudicando a operação de comandos corriqueiros.
Selecionamos algumas destas recentes reinvenções.
<span class="hidden">–</span>Christian Castanho/Quatro Rodas
Retrovisor digital
O primeiro automóvel a trazer essa tecnologia ao Brasil foi o SUV elétrico Audi e-tron, como opcional que custava na época R$ 13.000. O sistema funcionava, mas a imagem intermediada pela câmera era menos realista que a do espelho, as telas ficavam em um lugar incômodo, nos painéis das portas, e a única vantagem mais relevante pareceia ser a aerodinâmica, uma vez que as câmeras eram menores que a capa dos retrovisores. O custo alto, mesmo para um carro de luxo, não se justificava.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
Chave cartão
Algumas marcas substituíram a chave por um cartão NFC (Near Field Communication), que funciona por aproximação, mas não pode ser simplesmente deixado dentro de uma carteira, porque precisa ficar disponível como uma chave física, para ser aproximado de pontos específicos do carro para abrir portas, dar a partida.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Difusor de ar com ajuste eletrônico
Alguns veículos, como o Tesla, possuem controle da posição de saída do ar- -condicionado na tela. O grande problema é que para virar o fluxo ligeiramente para um lado você precisa acessar telas e mais telas. Não é muito mais simples virar o seletor de posição manual?
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
Ajuste da direção e dos espelhos pela central
Para remover botões, fábricas estão colocando operações banais em submenus nas multimídias. Foi assim que alguém se lembrou de mandar esses ajustes para lá. O tempo que leva para encontrar o caminho, nem sempre intuitivo, dá para ajustar tudo manualmente.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
Park Assist
Parecia a solução para quem odeia balizas, mas, na prática, o motorista não consegue usar por falta de espaço para o carro manobrar, falta de tempo para posicionar o carro corretamente, para que ele faça medições, e por medo da reação dos motoristas impacientes. Fazer com as próprias mãos é mais rápido e seguro.
<span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas
Tela que gira
Veículos da BYD impressionam as pessoas com suas telas de multimídia que giram e podem ficar na posição horizontal ou vertical. Mas, na prática, o ideal é deixar a tela sempre na horizontal, porque aplicativos dos sistemas operacionais, como Apple CarPlay e Android Auto, só funcionam com a tela nessa posição.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
Controle por gestos
A tecnologia que remetia a filmes de ficção científica, como Minority Report (Steven Spielberg, 2002), se mostrou ineficiente no uso cotidiano, se tornando mais um gadget que na prática o usuário não utiliza. Seu funcionamento requer muita prática e costume nas posições para o veículo reconhecer os sinais.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
Comando de voz
O comando de voz é uma excelente opção para o motorista se manter atento à condução. Mas ainda carece de desenvolvimento. No dia a dia, seu uso acaba irritando o condutor, pois os comandos nem sempre são entendidos de primeira, propiciando confusas discussões.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Reprodução
Maçanetas eletrônicas
Carros com maçanetas eletrônicas e retráteis ganharam popularidade pelo design futurista e aerodinâmico, mas têm se mostrado perigosas, pois dificultam
o acesso ao veículo em caso de acidente. Elas também não funcionam em caso de uma pane elétrica ou falta de bateria.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas
Upgrades online
Algumas montadoras apostam em vender serviços extras e até opcionais como aumento de potência de seus veículos de maneira online, via multimídia do veículo, modelo estilo Netflix de assinatura mensal com fácil contratação. A ideia é boa, mas falta convencer o consumidor.
[JonalCarro2]História e nostalgia: revisite os cinco primeiros caminhões fabricados em terras brasileiras

[4r]World Car Awards 2027: os 56 modelos que concorrem ao título de carro mundial do ano
A disputa pelos títulos do World Car Awards 2027 já começou e o primeiro corte oficial de carros que estão concorrendo mostra como o xadrez do setor automotivo mudou. O editor de QUATRO RODAS, Henrique Rodriguez, é um dos cinco representantes do Brasil no júri internacional.
A organização divulgou a lista provisória com 56 veículos elegíveis para o título de Carro Mundial do Ano 2027 (World Car of the Year), revelando uma participação significativa de fabricantes chineses. O prêmio, considerado um dos principais termômetros da indústria global, deixou de ser um território dominado por alemães e japoneses para dar palco a marcas que até pouco tempo atrás sequer operavam no Ocidente.
A presença de modelos como BYD Ti7, GAC Aion V e diversos modelos da Xpeng e da Leapmotor é fruto do plano de expansão dessas montadoras para fora do mercado Chinês. Para concorrer ao troféu principal, o veículo precisa ter produção mínima de 10.000 unidades anuais e ser comercializado em pelo menos dois grandes mercados previstos no regulamento (China, Europa, Índia, Japão, Coreia do Sul, América Latina ou EUA).
Isso significa que o volume de asiáticos na seleção não é apenas uma formalidade estatística. Trata-se da prova prática de que essas empresas já fincaram bandeira em múltiplos mercados com os mesmos produtos, cumprindo os rígidos critérios de elegibilidade. Carros com projeto local, que não são vendidos em muitos mercados, não atendem aos critérios de elegibilidade.
Marcas tradicionais reagem com lançamentos de peso
O lado tradicional do setor não ficou assistindo ao movimento de braços cruzados. Modelos aguardados também integram a relação de indicados, com opções que carregam a responsabilidade de manter as montadoras históricas no topo.
A lista conta com o novo BMW i3, o Mercedes-Benz GLC elétrico e o estreante Volvo EX60. No andar dos produtos de maior volume, a concorrência abriga o recém-atualizado Mazda CX-5, o Hyundai Tucson e utilitários compactos como o Cupra Raval.
Além da categoria principal, a eleição abrange subdivisões voltadas a luxo, esportividade, design e ambiente urbano. A edição atual ganha um peso extra nas tabelas de vendas. Segundo a empresa de inteligência de mídia AITASTIC, parceira da World Car Awards, o último ciclo atingiu uma audiência superior a 493 milhões de pessoas em todo o mundo, consolidando a influência da premiação na aceitação de novas tecnologias pelo público consumidor.
Veredicto será no Salão de Nova York
O confronto entre marcas tradicionais e as chinesas dita o tom desta 23ª edição. O mercado acompanha a busca por mais autonomia e a oferta de equipamentos a preços agressivos, reduzindo a vantagem histórica que as fabricantes ocidentais detinham na mecânica e qualidade.
As avaliações dinâmicas já tiveram início nos mercados locais pelas mãos dos 100 jornalistas jurados. O processo inclui etapas presenciais decisivas, como os testes de pista organizados nos Estados Unidos em novembro, até que a relação de nomes afunile progressivamente ao longo dos próximos meses. O veredicto final ocorre apenas no dia 24 de março de 2027, durante o Salão de Nova York. É lá que o público saberá quem foi o escolhido para suceder o BMW iX3, eleito o Carro Mundial do Ano 2026.
Conheça os 56 candidatos ao título de Carro Mundial do Ano 2027:
[R2]O que permaneceu. O tempo passa. As tecnologias evoluem. Os equipamentos mudam. E a R2audio também se transforma. Mas, d...
[RS]Como Regular Corneta driver no Som

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Como Regular Corneta driver no Som
Alto-falante, woofer, subwoofer, médio grave, driver fenólico, driver de titânio, super tweeter, corneta, cone seco, bobina dupla, bobina simples
[4r]Cinco carros para o trabalho que custam menos de R$ 50.000
Carro não serve apenas para passeios e viagens. Eles também são a ferramenta de trabalho de muita gente, que os utiliza para transportar cargas, mercadorias e pessoas, no caso dos taxistas e motoristas de aplicativo.
Como cada trabalho exige um profissional capacitado, cada serviço também tem um ou mais veículos ideais para o trabalho. Nesta lista, separamos cinco modelos que custam até R$ 50.000 e que poderão te ajudar em diferentes tarefas, seja carregando cargas ou te ajudando a economizar em corridas com passageiros.
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Fiat Strada de primeira geração
A Fiat Strada é o carro mais vendido da Fiat no BrasilDivulgação/Fiat
A Fiat Strada já conquistou o brasileiro, principalmente aqueles que precisam de uma caçamba para seus trabalhos. Há cinco anos a picape é a líder absoluta de vendas no país, e muito disso deve-se às vendas diretas, que destinam o modelo para diferentes setores de serviço.
A sequência na liderança do ranking de vendas se iniciou após a chegada da segunda geração, que estreou em 2020. No entanto, desde a primeira, introduzida em 1998, a Strada já era um sucesso entre os veículos de trabalho, assumindo a liderança entre as picapes compactas já em 2000.
… a picape Strada, que inovou com versões de cabine estendida e dupla…Ricardo Rollo/Quatro Rodas
Custando até R$ 50.000, é possível encontrar diferentes versões no mercado de usados. Como a primeira geração baseava-se no Palio, há diferentes opções de visual semelhantes ao do hatch, além de uma grande variedade de versões, como a Adventure, topo de linha que chamava a atenção com seus para-choques robustos.
Ao comprar um modelo usado, dê preferência às unidades lançadas a partir de 2013. Foi nesse ano que a Strada passou a vir com ABS e airbags de fábrica. Além disso, elas são equipadas com o motor 1.8 E.torQ de 132 cv, famoso por sua durabilidade e economia.

Nessa faixa de preço, há configurações de cabine simples, estendida e dupla, além de versões com câmbio manual ou automático. A escolha vai depender da sua demanda de serviço e preferência. Só não abuse e respeite o limite de carga de 700 kg na caçamba.
Volkswagen Saveiro
<span class="hidden">–</span>Christian Castanho/Quatro Rodas
Assim como a Strada está para o Palio, a Volkswagen Saveiro está para o Gol. A picape surgiu em 1982, depois do hatch, compartilhando a sua estrutura e visual — com exceção da caçamba, é claro.
De lá para cá, foram oito reestilizações e três gerações, quase sempre adotando um visual baseado no Gol. Apesar de passar duas décadas amargando a segunda posição no segmento, a Saveiro tem seus méritos e é um veículo muito popular entre os trabalhadores.
<span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Quatro Rodas
Por ser mais antiga, há ainda mais disponibilidade de unidades abaixo dos R$ 50.000 no mercado de usados, desde a famosa Saveiro quadrada das décadas de 1980 e 1990, passando pela “bolinha” dos anos 2000, até gerações mais recentes, como a G5 e G6.
Se a compra for racional — e não passional —, opte pelos modelos mais recentes, por oferecerem mais conforto e segurança. Modelos da linha 2013 já podem ser encontrados com airbags e ABS de fábrica. A cabine dupla só veio em 2014.
VW Saveiro TitanMarco de Bari/Quatro Rodas
Modelos desse período são equipados com duas opções de motor 1.6 aspirado: o de 8V, que já foi descontinuado e rendia 104 cv, e o de 16V, usado até hoje na picape, mas que entregava 120 cv.
Vale ressaltar que a Saveiro sempre terá câmbio manual. A picape nunca recebeu câmbio automático em toda a sua existência e é provável que continue assim, uma vez que ela será substituída pela Tukan em 2027.
Fiat Fiorino furgão

Nascida em 1980, época em que ainda era baseada no Fiat 147, a Fiat Fiorino é o sinônimo de pau para toda obra — ou seria carro? A versão furgão pode ser encontrada fazendo os mais diferentes serviços, como carroça de cachorro-quente, carro de churros, transporte de cargas, ambulância, transporte de pet shop e tantos outros.
Além da versatilidade, a Fiorino também é robusta. As versões mais recentes e que são facilmente encontradas no mercado de usados, custando abaixo dos R$ 50.000, utilizam a base do Uno de primeira geração (também lançada na década de 1980). Essas unidades são equipadas com diferentes motores, mas dê preferência para as mais novas, que utilizam o 1.3 Fire de 71 cv.

Na terceira geração, lançada em 2014, a Fiorino ganhou a plataforma do Novo Uno e passou a vir de fábrica com airbag duplo e freios ABS. Porém, modelos dessa época são mais difíceis de ser encontrados custando menos de R$ 50.000.
Toyota Etios
Toyota Etios XLS 1.5 A/TAcervo/Quatro Rodas
Enquanto picapes e furgões ficam encarregados de trabalhos mais pesados, o Toyota Etios atua em outra categoria. Disponível nas carrocerias hatch e sedã, o Etios é uma boa opção para os motoristas de aplicativo, pois une dois atributos importantes para essa profissão: robustez e manutenção barata.
Historicamente, o Etios é um carro que não costuma ter problemas sérios de manutenção, mas, quando acontece, existe até um famoso caso do taxista que bateu a marca de 1.000.000 de km rodados sem nunca precisar abrir o motor.

Independentemente da carroceria, o Etios está disponível com motor 1.3 de até 94 cv e 1.5 de até 96,5 cv. A partir dos modelos 2017, a dupla ganhou comandos variáveis na admissão e no escape, aumentando a potência para 98 cv e 107 cv, respectivamente.

Também foi nesse mesmo ano que o Etios ganhou o câmbio automático de quatro marchas, disponível para ambas as motorizações. Outra mudança importante é que as versões manuais passaram a ter um câmbio de seis marchas, substituindo o antigo de cinco.
O melhor é que mesmo esses modelos mais recentes podem ser encontrados abaixo dos R$ 50.000.
Mitsubishi L200
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi
Não confundir com a Mitsubishi L200 Triton. Estamos falando da L200 original, sem o sobrenome adotado na quarta geração e que começou a ser produzida nacionalmente em 1998.
A segunda e terceira gerações da picape marcaram época na década de 2000, principalmente por estrearem o câmbio automático no segmento das picapes médias, acompanhado do motor 2.5 diesel de 145 cv.
<span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi
Com um visual rústico, a L200 é uma boa picape para trabalhos dos quais os modelos compactos não dão conta. Dependendo da configuração, a caminhonete da Mitsubishi pode ter até 1.000 l de volume na caçamba e 1.050 kg de carga útil.
Ela é ainda melhor para os trabalhos rurais, já que a maioria das unidades disponíveis, sejam elas automáticas ou manuais, já vem com tração 4×4.
[4r]Porte de Strada: picape do dono da Amazon é registrada no Brasil
Slate Truck: talvez você não conheça esse nome, mas um personagem relevante está por trás dessa marca. Trata-se de Jeff Bezos, fundador da Amazon. Agora, a Slate Truck foi registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), o órgão responsável por registros de patentes no país.
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Conhecido por ser criador da Amazon, Jeff Bezos criou a Slate em 2022, após deixar a multinacional. A picape está em pré-venda nos Estados Unidos por US$ 24.950, o que representa algo em torno dos R$ 128.000 em conversão direta sem adição de impostos.
<span class="hidden">–</span>Slate/Divulgação
A picape tem visual retrô, com linhas retas e design quadrado, 4,43 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,76 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. Para efeitos de comparação, a Fiat Strada tem 4,47 m de comprimento e 2,74 m de entre-eixos. E a similaridade com a Strada não para por aí.
<span class="hidden">–</span>INPI/Reprodução
Apesar de ser cabine simples, a Slate Truck tem 944 litros de capacidade na caçamba, a Strada cabine dupla tem 844 litros, mas 1.354 l na versão com cabine simples. A picape pode levar 635 kg e rebocar até 450 kg. Como é uma picape elétrica com motor traseiro, há ainda um compartimento na dianteira com 198 litros. Curiosamente, a picape tem eixo rígido, mesma arquitetura de Strada e Volkswagen Tukan.
Por falar na motorização, a picape tem 204 cv e 27 kgfm de torque com tração sempre traseira. Há duas opções de baterias: 52,7 kWh com 240 km de autonomia ou 84,3 kWh, com 385 km de alcance. Dados de fábrica apontam para 0 a 100 km/h em 8 segundos e velocidade máxima de 145 km/h.
<span class="hidden">–</span>Slate/Divulgação
A picape é simples, tem vidros manuais (por manivelas) na dianteira, assim como os espelhos. Não há central multimídia e o ar-condicionado é manual. E curiosamente, tem um kit modular vendido como opcional que transforma a picape em um SUV de cinco lugares.
O simples registro da Slate Truck não indica que a picape será vendida no Brasil, mas sim que seu design e detalhes estão sob proteção também no território nacional.
[Taramps]Chaminha também já confirmou presença no Insane Sound 2026!

📍 9, 10 e 11 de outubro
Quem também vai estar por lá com a gente?
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[4r]Frota de carros híbridos e elétricos chega a 1 milhão de veículos no Brasil
A frota brasileira de carros eletrificados atingiu a marca de um milhão de unidades em circulação no país. O volume contabiliza os emplacamentos acumulados entre janeiro de 2012 e setembro de 2026, consolidando uma transição energética que deixou o nicho para representar um volume comercial prático. A confirmação da cifra ocorreu durante um evento da associação do setor em São Paulo.
O levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) considera modelos estritamente elétricos (BEV), híbridos plug-in (PHEV) e híbridos plenos convencionais ou flex (HEV). O critério da entidade exclui do balanço os modelos equipados com sistema híbrido leve (MHEV), no qual a eletricidade apenas atua como assistente e não é capaz de movimentar o carro sozinha.
GWM Haval H6 HEV2Fernando Pires/Quatro Rodas
A marca histórica foi antecipada pela forte aceleração dos emplacamentos ao longo de 2026. Impulsionado pela chegada massiva de novas marcas asiáticas e pela guerra de preços nas faixas de entrada e intermediária, o setor ganhou tração. De janeiro a agosto deste ano, foram comercializados 328.477 veículos com algum nível de eletrificação pesada.
Esse montante representa um crescimento de 160,5% sobre o mesmo período de 2025. Os oito primeiros meses de 2026 já superam em 47% o resultado total do ano passado, quando 223.912 unidades ganharam as ruas. Apenas no mês de agosto, os 57.386 eletrificados vendidos representaram 22% do mercado nacional de automóveis leves.
Os carros que dependem de recarga externa comandam a preferência atual. Em agosto, os veículos elétricos responderam por 27.166 unidades, enquanto os híbridos plug-in somaram 20.535 vendas. Juntos, os dois sistemas compuseram 83,1% dos eletrificados emplacados, deixando a menor parcela para os híbridos plenos e flex.
A mudança no perfil da frota traz desafios operacionais imediatos. Com praticamente um em cada cinco carros novos demandando eletricidade, a infraestrutura de recarga sofre pressão constante. O aumento no número de eletropostos públicos e privados ainda não acompanha o ritmo de vendas, gerando filas e gargalos logísticos em rodovias.
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A expansão da eletromobilidade também altera a dinâmica de pós-venda. O mercado de reposição agora lida com a necessidade de oficinas independentes capacitadas para operar sistemas de alta tensão. Além disso, a precificação de apólices de seguro e a disponibilidade de peças nas concessionárias continuam sendo obstáculos práticos para o consumidor.
Historicamente, os primeiros anos desse mercado eram dominados por fabricantes de alto custo. Hoje, a tecnologia está pulverizada entre hatches compactos e utilitários esportivos variados, alterando o cálculo de custo total de propriedade do comprador médio.
