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murillo_g_b

Kombi se despede do mercado com Last Edition por R$ 85 mil

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Postado em

vai ver não tinha orbitral, pode ser essa a causa do defeito, porque essas rodas fazem o motor durar muito, além de ganhar pelo menos 20cv por cada roda!

 

 

pra quem não sabe (se é que ainda alguem não sabe disso), as frestas da orbital funcionam como vórtice, direcionando o ar para a entrada do filtro, fazendo uma pressão positiva de cerca de umquilemei.

Postado em

pra quem não sabe (se é que ainda alguem não sabe disso), as frestas da orbital funcionam como vórtice, direcionando o ar para a entrada do filtro, fazendo uma pressão positiva de cerca de umquilemei.

 

huahuahuahuahua.... as rodas do antigo vectra GSI então deviam dar uns 3kg no pé hehhehe

Postado em

pra quem não sabe (se é que ainda alguem não sabe disso), as frestas da orbital funcionam como vórtice, direcionando o ar para a entrada do filtro, fazendo uma pressão positiva de cerca de umquilemei.

 

uhasuhauashuashuash

 

huahuahuahuahua.... as rodas do antigo vectra GSI então deviam dar uns 3kg no pé hehhehe

 

e o pior é que curto as rodas do vectra GSI haha, mas só que apenas no vectra GSI né, em nenhum outro carro uhasuhasuhas

 

mas pra minha sorte, nunca vi aquelas rodas fora de um gsi... ainda bem que não virou coisa de mano igual orbitral uhasuhasuhas.

 

 

 

é que se eu pudesse ter um "esportivo" daquela época seria o vectra gsi, só pra dar benga nos mano de ap [^]

Postado em

kombi valorizar? o que tem de especial nessa bosta? esbarro em pelo menos umas 10 todos os dias...

 

é porque ela tomba fácil? aerodinâmica de uma parede? ou porque agora vem com motor ap e por isso é a melhor van utilitária do mundo? rsrs

Não seria o próprio carro em si em ser valorizado, mas sim essa versão limitada...

 

O que de especial ? Seria a história da kombi ? Por ser o carro simpatia ? eaheuaheuaheuaheuaheuahe

qual o problema do ap!????

Não vejo problema em AP :pirou:

 

AP original é manco, mas é aclamado pelos mecânicos e tunadores, é barato pra turbinar (CxB), acha peça fácil ...

 

Além de que é recordista da maioria das categorias de arrancada do BR pasmafaute

Postado em

Não seria o próprio carro em si em ser valorizado, mas sim essa versão limitada...

 

O que de especial ? Seria a história da kombi ? Por ser o carro simpatia ? eaheuaheuaheuaheuaheuahe

 

Não vejo problema em AP :pirou:

 

AP original é manco, mas é aclamado pelos mecânicos e tunadores, é barato pra turbinar (CxB), acha peça fácil ...

 

Além de que é recordista da maioria das categorias de arrancada do BR pasmafaute

 

não consigo entender, história de uma van utilitária que capota dobrando a esquina... pra que?

 

cara, da categoria fodona dos hatchs, era un kadett até pouco tempo pelo menos, com um C20XE no lugar do monzatech hehe.

Postado em

pra quem não sabe (se é que ainda alguem não sabe disso), as frestas da orbital funcionam como vórtice, direcionando o ar para a entrada do filtro, fazendo uma pressão positiva de cerca de umquilemei.

 

:vts :vts

Postado em

não consigo entender, história de uma van utilitária que capota dobrando a esquina... pra que?

 

cara, da categoria fodona dos hatchs, era un kadett até pouco tempo pelo menos, com um C20XE no lugar do monzatech hehe.

 

 

Não dá pra menosprezar o pão de forma. Fazer isso é ignorar a história automotiva do mundo.

 

Se vc não sabe a história da VW, o porquê de sua criação e existência, quem participou do seu nascimento, etc e tal, vai no Google e pronto. A Kombi vem imediatamente após isso.

 

O Fusca, ou Sedan, foi o VW Typ 1. A Kombi foi o Typ 2.

 

Ou seja, nossa Kombi é simplesmente o SEGUNDO CARRO DA HISTÓRIA DA VW - sim, pasmemos todos com ela AINDA estar em FABRICAÇÃO (em circulação é quase um dever, pois o carro foi concebido para rodar por muitos e muitos anos).

 

Quem trabalha com ela, conta com excelente custo-benefício e manutenção baratíssima. Ela tem excelente capacidade de carga e mecânica muito, mas muito confiável (ou de fácil reparo).

 

Uma pena que não há mais carros assim, práticos e funcionais, de manutenção simples e barata, com sua capacidade de carga.

Postado em

Não dá pra menosprezar o pão de forma. Fazer isso é ignorar a história automotiva do mundo.

 

Se vc não sabe a história da VW, o porquê de sua criação e existência, quem participou do seu nascimento, etc e tal, vai no Google e pronto. A Kombi vem imediatamente após isso.

 

O Fusca, ou Sedan, foi o VW Typ 1. A Kombi foi o Typ 2.

 

Ou seja, nossa Kombi é simplesmente o SEGUNDO CARRO DA HISTÓRIA DA VW - sim, pasmemos todos com ela AINDA estar em FABRICAÇÃO (em circulação é quase um dever, pois o carro foi concebido para rodar por muitos e muitos anos).

 

Quem trabalha com ela, conta com excelente custo-benefício e manutenção baratíssima. Ela tem excelente capacidade de carga e mecânica muito, mas muito confiável (ou de fácil reparo).

 

Uma pena que não há mais carros assim, práticos e funcionais, de manutenção simples e barata, com sua capacidade de carga.

 

Nem liga para as besteiras dele... ele acha que pelo fato da VW fazer algumas merdas atualmente, especialmente no mercado brasileiro, ele tem a obrigação de sair falando mal de tudo que envolva VW... exigir que ele entenda a ligação da VW com a guerra, como Hittler, Porsche... é exigir demais hehehe

Postado em

 

 

Ou seja, nossa Kombi é simplesmente o SEGUNDO CARRO DA HISTÓRIA DA VW - sim, pasmemos todos com ela AINDA estar em FABRICAÇÃO (em circulação é quase um dever, pois o carro foi concebido para rodar por muitos e muitos anos).

 

 

teria uma fácil (preferência aquela do parabrisa repartido), já perdi várias oportunidades (para meu trabalho seria interessante para o uso 1x por semana), mas a falta de segurança falou mais alto.... acho que ela nem tem AB nessas ultimas versões, e qualquer batida vc já fica sem as pernas, um veículo inaceitável para os dias atuais (para não dizer algumas décadas).

Postado em

não consigo entender, história de uma van utilitária que capota dobrando a esquina... pra que?

 

Capota por uma questão lógica: TODO carro alto capota mais fácil.

 

Se você parar 5 minutos pra pensar, vai entender porquê a Kombi é líder de mercado há décadas.

Postado em

Capota por uma questão lógica: TODO carro alto capota mais fácil.

 

Se você parar 5 minutos pra pensar, vai entender porquê a Kombi é líder de mercado há décadas.

 

Nossa , mas vai feder tanto , mas tanto que ele vai asfixiar no primeiro minuto :vts :vts :vts

Postado em

teria uma fácil (preferência aquela do parabrisa repartido), já perdi várias oportunidades (para meu trabalho seria interessante para o uso 1x por semana), mas a falta de segurança falou mais alto.... acho que ela nem tem AB nessas ultimas versões, e qualquer batida vc já fica sem as pernas, um veículo inaceitável para os dias atuais (para não dizer algumas décadas).

 

 

...bom, ela foi projetada para uma outra realidade de trânsito e preocupação (ou ausência de) com segurança.

 

Não é um carro para correr ou ter pressa. É uma mula moderna (no sentido da era do modernismo, primeira metade do século XX :P).

Postado em

"Miss Brasil 1957: o fim de uma longeva carreira

 

 

O tempo parou para a Kombi e só sentimos sua idade

na hora do adeus, quando se quebrou a mágica enfeitiçada

 

Se pudéssemos criar uma analogia, estilo conto de fadas, para que se entenda a longevidade da Kombi brasileira, poderíamos fazê-la com a Miss Brasil 1957, a amazonense Terezinha Morango. Tente imaginar uma história fantástica, bem ao estilo José Saramago, na qual aquela Miss Brasil de 1957 parou de envelhecer de forma mágica e manteve-se a mesmíssima mulher por todos esses longos anos.

 

Os homens, hipnotizados por sua beleza e formas femininas, por muitos anos consideraram Terezinha Morango o “modelo” de mulher a ser copiado. O mundo evoluiu, as mulheres comemoraram sua libertação sexual, saíram dos lares e foram trabalhar, ficaram mais longilíneas, mais magras, resolveram valorizar bumbum e seios, aplicando próteses para parecerem mais sexy.

 

No entanto, a empresa que organiza o concurso considera que a Miss Brasil 1957 é uma mulher ideal, mágica, que não envelhece nunca, e insiste em fazê-la ganhar o concurso todo ano, com o mesmo padrão corporal, roupas e cabelo modelo 1957. Você tenta se apaixonar por aquela menina nova da passarela, com um corpinho mais esguio, bolsas infláveis, mais espaço traseiro, mais segura de si, mais antenada… mas, nas ruas, na TV, nas revistas, lá está a Miss Brasil 1957.

 

Ela se aposentou porque algum legislador desfez a mágica: se dependesse do organizador do concurso, duraria mais 60 anos

 

Todos acham que é melhor manter do jeito que está, votam na Terezinha Morango e ela ganha, todo ano. A empresa concorda, já que a audiência é confortavelmente estável. Para manter a mágica, todos os processos de embelezamento de 1950 são mantidos — laquê, touca térmica, bobes no cabelo. As mulheres atuais já usam até alisamento térmico ionizante, mas um salão de beleza à moda antiga é mantido especialmente para ela, em São

Bernardo do Campo, SP.

Até que em 2013 a mágica (como toda mágica enfeitiçada) acaba. Todos querem continuar com a Terezinha Morango, ainda mais a organizadora do concurso, mas seus muitos anos de idade parecem surgir à tona, de repente.

Uma plástica radical seria cara demais para adaptá-la ao padrão de beleza do século 21. A pele envelhecida não possibilita muitas manobras e as tornam até arriscadas.

 

Então, a dona do concurso decide aposentar a Miss Brasil 1957 e desativa o salão de São Bernardo. Como consolo aos fãs, prepara um último desfile, com 600 ingressos numerados ao módico custo de R$ 85 mil. E que fique claro que ela se aposentou porque algum legislador desfez a mágica. Se dependesse do organizador do concurso, ela duraria mais 60 anos. Afinal, quem é que não quer audiência garantida com a mesma fórmula mágica de meados do século passado…

 

 

Sessentinha com pouca plástica

Ela envelheceu bem, é inegável. Parece que foi rápido, mas se passaram décadas e décadas. Sobreviver quase sessentinha com tão pouca plástica é coisa para poucas. Se formos ainda mais indulgentes, dá para dizer que suas linhas são quase contemporâneas, indeléveis. Forma e função fazendo um par incrível, com uma história muitíssimo bem-sucedida. Viveu bem mais (muitíssimo mais!) no Brasil que em outros lugares, ajudada por um conjunto quase impossível de fatores — falta de competidoras, robustez, manutenção fácil e barata.

 

Se o nome disso não for mágica, não sei qual é. Aprendemos a amar a Kombi, ou fomos praticamente forçados a amar a Kombi, por falta de algo melhor? São duas visões sobre o mesmo problema. O bonito da vida é, mesmo, essa dicotomia. Conseguimos obter um interessante exercício filosofando sobre o ocaso desse pequeno dinossauro automotor.

 

Ela é antiquada, insegura para os padrões de hoje — fruto de sua genética paleolítica, claro. Como tudo tem dois lados, a mesma genética deu à Kombi o segredo de sua longevidade: o diminuto e resistente motor boxer refrigerado a ar (abandonado há alguns anos, também por força da legislação), uma estrutura monobloco com aproveitamento ímpar de espaço, a mesma robustez de suspensão do consagradíssimo Fusca.

 

Fora daqui, a Volkswagen a modernizava com passos às vezes radicais; por aqui, foi ficando — no terreno dela, ninguém pisava

 

Esse segredo tornou a Kombi a namoradinha do Brasil. Ela nasceu em 1950 e logo após passou a figurar por aqui, até ser fabricada com 50% de nacionalização, de setembro de 1957 em diante. Fora daqui, a Volkswagen a modernizava com passos às vezes radicais. Por aqui, foi ficando. No terreno dela, ninguém pisava. Se tinha alguém para amar, tinha de ser ela.

Sua modularidade era mesmo incrível. Possibilitou versões de passageiros, picape (com caçambas de aço e madeira), picape com cabine dupla, furgão, sem contar um sem-número de versões adaptadas a trailers e carrocerias feitas por terceiros. Com motor em cima das rodas de tração, subia ladeiras enlameadas como nenhuma picape de tração 4×2. Sem um volumoso diferencial no eixo motriz, passava sobre “facões“ que faziam as outras encalharem. E ainda transportava um peso praticamente igual ao seu próprio.

Impossível dizer o quanto a Kombi foi estratégica para a VW, enquanto seu portfólio de produtos compartilhava a mesma proposta de valor: robustez compatível com o maltratado solo brasileiro, mecânica espartana, manutenção acessível. Toda a publicidade da Kombi até os anos 70 insistia em associá-la ao Fusca, de quem tomava emprestados os bons paradigmas mecânicos. Na medida em que o Fusca se tornava obsoleto, a Kombi também mostrava os sinais do tempo.

 

Quando vi a foto da Miss Brasil 1957 com aquela blusinha branca e saia azul dando tchau, marejei os olhos. Tão idosa, mas tão simpática. Pensei: “Essa teve uma vida dura”. Daí olhei aquele rádio modernoso com conexão Bluetooth e senti como se tivessem metido um silicone nos seios da minha avó.

 

Ah, Kombi… Você vai fazer muita falta no imaginário dos homens brasileiros."

 

Fonte: BCWS

 

 

Essa do rádio foi pra acabar.

Postado em

não consigo entender, história de uma van utilitária que capota dobrando a esquina... pra que?

 

cara, da categoria fodona dos hatchs, era un kadett até pouco tempo pelo menos, com um C20XE no lugar do monzatech hehe.

 

Pregunte pra qualquer empresário sem dinheiro pra rasgar ou aparecer que ele vai te explicar o pq do sucesso da Kombi.

 

E realmente o Astra do Cacá reinou por mto tempo nas arrancadas, mas ás custas de um dos maiores orçamentos da arrancada brasileira para a categoria. AP é admirado por pilotos e preparadores por que é barato de comprar, barato de manter e rende mto qdo bem preparado.

Postado em

Kombi Last Edition pode ser encontrada por R$ 61 mil

date.png 03/04/2014 | 17:04 user.png Henrique Rodriguez , Posted in FIM DE CARREIRA , MERCADO , VOLKSWAGEN icon18_email.gif

 

 

Dezenas de unidades ainda estão a espera de compradores

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A Kombi se despediu da linha de montagem, mas não das revendas. A série final Last Edition, lançada em agosto passado como série limitada a 600 unidades e que um mês depois teve produção duplicada devido a demanda custava nada mais que R$ 85 mil. Mas ainda há algumas dezenas de unidades nos pátios das concessionárias da Volkswagen sendo oferecidas com bons descontos: o preço pode cair para R$ 61 mil.

<a href="http://lh3.ggpht.com/-YvmMpaIxFWM/Uz2-YaGoosI/AAAAAAAAvx4/79eQr8KTls8/s1600-h/volkswagen_kombi_last_edition_20%25255B3%25255D.jpg" style="margin: 0px; padding: 0px; border: none; font-weight: 700; font-style: inherit; font-family: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(239, 91, 2); background-color: transparent;">volkswagen_kombi_last_edition_20_thumb.jpg?imgmax=800

Novidades Automotivas contatou as principais concessionárias de Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo em busca do menor preço. No Rio de Janeiro poucas ainda possuem a Velha Senhora em estoque, mas a encontramos por R$ 73.900 em Bonsucesso e R$ 71.000 no Centro.

Em Belo Horizonte a Kombi já é figura rara. A única concessionaria que ainda a tem em estoque, na região da Pampulha, a oferece por R$ 85 mil – negociáveis, diga-se. Mas em Juiz de Fora encontramos o modelo sendo vendido por R$ 63 mil.

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Já em São Paulo, onde há a maior concentração de concessionárias da marca, a variação de preços é enorme. Há revendas que insistem no preço de tabela, outras que estão abertas a negociação e as que já oferecem com abatimento. Na região do Anhembi a Kombi é oferecida por R$ 69.900, mas o melhor preço que encontramos foi R$ 61 mil na região central da capital paulista.

O que há de tão exclusivo?

 

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Todas as Volkswagen Kombi Last Edition se destacam entre as demais pela pintura em dois tons “saia e blusa”, azul, com teto, colunas e para-choques brancos e uma faixa decorativa, também branca, circundando todo o veículo logo abaixo da linha de cintura. A grade dianteira superior é também pintada na cor azul da carroceria, assim como as molduras das setas e aros dos faróis. As rodas e as calotas são pintadas de branco e os pneus ainda possuem faixa branca.

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Além disso, o acabamento interno é diferenciado, com elementos de design que remetem às inúmeras versões do veículo fabricadas no País desde 1957. As unidades serão numeradas e tem placa de identificação no painel e certificado de autenticidade. Os vidros são escurecidos e o vigia traseiro tem desembaçador elétrico. As setas dianteiras têm lentes de cristal branco. Nas laterais, também se destacam os adesivos que identificam a série especial “56 anos – Kombi Last Edition”.

Ainda falando do interior, há cortinas azuis nas janelas laterais e no vigia traseiro, e as braçadeiras trazem o logotipo ‘Kombi’ bordado, um elemento de decoração típico das versões mais luxuosas das décadas de 1960 e 1970. Os bancos têm forração especial de vinil e as laterais e as costas dos assentos têm acabamento de vinil expandido. O revestimento interno das laterais, portas e porta-malas também é de vinil, com costuras decorativas pespontadas. O assoalho e o porta-malas são recobertos por tapetes com insertos em carpete, mesmo material que reveste o estepe.

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No painel, o quadro de instrumentos serigrafia exclusiva, que mantém o tradicional padrão com o velocímetro em posição central e, à direita, o mostrador do nível de combustível. O sistema de som arquivos MP3 e possui entradas auxiliar e USB. Dentro do porta-luvas, há o manual do proprietário com uma capa especial comemorativa.

O motor é o EA111 1.4l Total Flex, usado desde 2005, que desenvolve potência de 78 cv quando abastecido com gasolina e de 80 cv com etanol, sempre a 4.800 rpm, e com torque máximo de 12,5 kgfm com gasolina e de 12,7 kgfm com etanol, a 3.500 rpm. O câmbio é manual de 4 marchas. As rodas são de 14 polegadas.

E ganhou o mundo

 

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Apenas o Brasil produzia esta geração da Kombi – conhecida lá fora como Type 2 – e, por isso, fabricante de trailers sediada em Bristol, no Reino Unido, importou um lote com 99 unidades de nossa Kombi Standard nos últimos meses de 2013 para garantir sua produção por mais algum tempo. Modificadas, o preço de cada uma poderá passar de 35.000 libras, equivalente a quase R$ 140 mil.

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A derradeira unidade produzida da Kombi, última Last Edition, seguiu para o Museu de Veículos Utilitários da Volkswagen em Hannover, na Alemanha. Outras 50 unidades seguiram para o México, onde não é fabricada há mais de 20 anos. Até onde se sabe, por lá o modelo está esgotado.

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Por lei, carros sem airbag e freios ABS teriam sua produção descontinuada até 31 de dezembro passado, mas as unidades em estoque deveriam ser faturadas para as revendas até o último dia 31 de março, sob pena de multa. No entanto, as concessionárias tem prazo indefinido para vender estes carros.

A despedida oficial

 

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A última unidade da Kombi saiu da fábrica de São Bernardo em 19/12/2013, até onde se sabe. Tudo após um imbróglio envolvendo sindicato, governo e, supostamente, fabricantes, com o intuito de adiar a obrigatoriedade de freios ABS e airbags.

A Volkswagen preparou um video em homenagem ao fim da Kombi – excelente, por sinal. Acompanhe:

Gente, caiu um cisco no meu olho…

 

 

Leia mais Kombi Last Edition pode ser encontrada por R$ 61 mil - Novidades Automotivas

http://novidadesautomotivas.blogspot.com/

Postado em (editado)

Ahh bom, entendi. As fábricas é que tinham até o dia 31 e março pra vender, achei que não podiam mais comercializar carros 0km sem airbag e ABS a partir de abril.

 

Edit:

 

Que massa véio, o cara da uma cagada enquanto o outro faz a refeição, isso que é integração.

 

E tudo isso com vista panorâmica.

 

Danbury_0b7e_t2-rio-interior-7_thumb%25255B1%25255D.jpg

Editado por avukte
Postado em

Ahh bom, entendi. As fábricas é que tinham até o dia 31 e março pra vender, achei que não podiam mais comercializar carros 0km sem airbag e ABS a partir de abril.

 

Edit:

 

Que massa véio, o cara da uma cagada enquanto o outro faz a refeição, isso que é integração.

 

E tudo isso com vista panorâmica.

 

Danbury_0b7e_t2-rio-interior-7_thumb%25255B1%25255D.jpg

 

Até que é legal essas a.... mas sem essa po*** de vaso sanitário né.... [o_]

 

 

E os que pagaram 85 mil? devem estar cada dia mais feliz hauhauhauha

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