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Hellmind

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Tudo que Hellmind postou

  1. Eu acho o carro bem legal, mas só pegaria no lugar do Civic ou do Corolla se viesse bem mais barato. Motor 1.6 da Riundai é valente mas não faz milagre com mais de 1200kg
  2. Sasha Grey é melhor, o trambulador da Mia Khalifa não deixa engatar a ré. Manjadores manjarão
  3. ASCENSÃO E QUEDA DO SANTANA Sedã que já foi sucesso entre os taxistas não pode mais circular no Rio Faz dois meses que o Santana amarelo de Ivo Gonçalves Mattos se tornou um pária. Não que o trajeto rumo à exclusão social tenha vindo do nada. A marca do tempo estava lá – no para-brisa trincado, no estofado rasgado, no painel do ar-condicionado remendado com durex. Foram dezesseis anos de corridas diárias pelo Rio de Janeiro; dezesseis anos de praia, calor, chuva de verão, engarrafamento, inundação na Praça da Bandeira. Os 440 mil quilômetros rodados poderiam tê-lo feito cruzar o Brasil cem vezes, rodar o mundo dez, ou alcançar a Lua sem bilhete de volta (alguns agradeceriam). Mas não. Permaneceu no asfalto quente de Copacabana, nas veredas calejadas do Méier. Antes de tudo, era um forte. Mas veio o golpe de misericórdia, sob a forma de um decreto municipal. Desde o dia 23 de dezembro, antevéspera do Natal, nenhum táxi com mais de seis anos pode circular no Rio de Janeiro. Subitamente, os 250 Santanas amarelos que ainda tinham permissão de rodar pela cidade mergulharam no submundo da ilegalidade. Um deles era o de placa LCN 0322, de Ivo Gonçalves Mattos. “Foi o melhor carro que existiu”, lamentou o taxista. Montado pela Volkswagen, o Santana chegou ao Brasil em 1984 para ser o primeiro sedã de luxo da empresa alemã no país. Munido de vidro elétrico, roda de alumínio e a opção de câmbio automático, ingressou numa fatia do mercado até então dominada por Monzas, Del Reys e Opalas. Aos sete anos, com a lataria redesenhada, foi eleito o carro do ano pela revista Quatro Rodas. O feito que o eternizaria no Olimpo automotor, no entanto, viria em 1998, quando desbancou o Vectra para assumir a dianteira do ranking nacional de venda de táxis. A Volkswagen, orgulhosa, chegou a publicar um comunicado onde exaltava “a preferência dos taxistas pelos modelos da marca”. Naquele ano, 25% dos táxis vendidos no país eram Santana. Dali em diante, foi a glória. Acessível, espaçoso e de manutenção barata, o carro cairia no gosto da classe. “De taxista que não teve Santana e motorista que não dirigiu Fusca, eu suspeito”, disse Alexandre Guimarães, que pilotou o seu de 2002 a 2007 e hoje preside a Central dos Taxistas Regulamentados do Rio de Janeiro. Com a fama feita e o poder consolidado, o Santana repetiu a trajetória típica dos ícones que não percebem o momento de deixar o palco. Em 2002, ainda figurava entre os vinte carros mais vendidos no país. Em 2005, já defasado, caiu para o 48º lugar. O mercado, então, já estava tomado por Merivas, Sienas e Corollas. Rejeitado pela mesma classe média que o havia alçado ao estrelato, sobreviveu quase exclusivamente em forma de táxi (metade da frota de táxis do Rio, em 2006, era composta de Santanas). “No começo todo mundo queria ele. Era um carro executivo, espaçoso”, lembrou o taxista Carlos Alberto da Silva, que conduziu seu exemplar por oito anos. “Mas no final era muita recusa. O cliente fazia sinal, aí via que era Santana e virava a cara. Parecia que você era um fora da lei.” Em 2006, o carro deixou de ser fabricado. Aos poucos Santanas que sobravam – apelidados pela classe de “ex-combatentes” – restaram os rincões menos abastados da cidade. Remendados com barras de ferro e chapas de aço, passaram a rodar em torno do Cemitério do Caju, do Piscinão de Ramos, do estádio de São Januário. Já não tinham calota, não tinham carinho, não podiam arrancar, correr não podiam. “Não sei o que aconteceu na vida pessoal do cara para ele não trocar um carro desses”, questionou o taxista Maurício Serra, intrigado com os profissionais de praça que insistiram no velho modelo da Volkswagen. “Perdeu tudo, se enrolou, não tem crédito no mercado, tem um bloqueio na cabeça. Ou é senhorzinho, aposentado. Só conversando pra entender.” Ivo Gonçalves Mattos é um senhor de 70 anos que pronuncia uma palavra chula a cada dez palavrões. “Sou filho de português. Português é pica”, justifica. Atua na praça há quase três décadas. Primeiro teve um Fusca. Depois um Del Rey. Em 1999, pagou 16 mil reais pelo Santana zero-quilômetro de uma concessionária em Jacarepaguá. “Comprei mais por causa do pessoal da Zona Sul”, contou. “O Del Rey tinha duas portas. Ninguém queria entrar.” Habituou-se à viatura – e decorou-a com gosto. Colou um adesivo com a imagem de são Jorge no porta-luvas. Pendurou um terço e algumas fitas do Senhor do Bonfim no retrovisor. Depositou uma toalha vermelha com motivos de joaninha sobre a marcha. Ainda espalhou três adesivos com a mesma mensagem: “Sr. Passageiro, se souber de uma moto antiga ocupando espaço, comunique ao motorista.” “Eu gosto de moto. Quase comprei uma Harley-Davidson”, justificou. O carro não tem ar-condicionado: “Sou alérgico.” Também não tem rádio: “Quebraram a janela do meu falecido Del Rey para arrancar o toca-fitas. Não quis mais saber de música.” Jamais cogitou trocá-lo por outro veículo que não um Santana: “Eu já troco de cueca e de meia. Pra que trocar de carro?” Faz uma única ressalva à máquina: “Quebra pra caramba.” Mudou a junta homocinética, a bomba d’água, o radiador, o calço da caixa de marcha, os pivôs, o calço do motor e um sem-número de pequenos detalhes: “A manutenção é barata.” Está com a revisão em dia no Detran, mas não teve a licença municipal renovada. Mattos guarda enorme rancor da Volkswagen. Acha que a montadora devia ter persistido na fabricação do modelo. “É burrice, deram mole. Por que não arredondaram a lataria e deixaram o resto como estava?” Reclama que os estrangeiros tomaram conta da praça: “Teve até francês, o Peugeot. Quando comecei a ver aquele leãozinho, falei: ‘É muita babaquice.’” Desde a proibição, diminuiu o horário de trabalho. Estaciona num posto de gasolina do Méier, por volta de 9 horas, e lá permanece, à espera de algum passageiro, até três da madrugada. Prefere não se aventurar pelo Centro ou pela Zona Sul por medo de ter o Santana confiscado. Para permanecer legalmente no ofício, tem cogitado a heresia de comprar um Etios, da Toyota. Não pretende incluir o Santana na negociata. “Acho que está rachado no meio. Essa mer** não vale nada”, explica. “Acabou a era do Santana. O carro virou bandido.”
  4. PAF não gosta pois CVT não passa a sensação de "pelotagem", mas em questão de conforto é excelente.
  5. i30 CW só se for um preço bem convidativo para não virar casamento depois. Gosto bastante do i30 normal e a manutenção nem é tão proibitiva assim. Assim como a Hyundai, a Honda também tem algumas peças que são um estupro de caras, mas a vantagem é o mercado de revenda sólido. Se você não roda muito indico o i30, os Hondas são mais econômicos. Fit só tem o motor 1.5 VTEC 16V que nem o City nas versões EX e EXL. Na DX, LX e LXL ele é o 1.4 8V com duas velas por cilindro. Esse último detalhe é importante pois ele usa uma bobina por vela e essa bobina não é nada barata. E de todos os carros citados, todos os automáticos usam conversor de torque. Os Hondas usam o câmbio automático de 5 marchas do Civic (essa geração de 2012), Hyundai e Ford usam o de 4 marchas.
  6. A Marcelooka falou brincando da R/L ruim, mas uma das memórias que tenho dos Santanas que meu pai teve é como vibrava o motor. Pegou o primeiro em 87 e entregou o quarto e último no final de 2002. 15 anos e mais de 1MKM rodando de APzoom.
  7. Se o couro dos bancos não foi trocado, e se o dono manteve a mecânica como o interior, deve estar em bom estado.
  8. Assim como o antigo motor 2.5 do Jetta era metade do motor V10 do R8?
  9. Na região de Piracicaba em 2008 as concessionárias praticavam política diferente. Um rapaz que estudava na minha sala comprou o 1.6 pois o 2.0 manual que ele queria só se fosse feito o pedido direto da fábrica com previsão de entrega para 90 dias. A pronta entrega só o Tiptronic abarrotado de opcionais.
  10. Apzoom não saia porque com os opcionais que enfiavam no carro ficava pra mais de R$10000 de diferença. O manual mesmo só se fizesse pedido direto da fábrica
  11. Raphyto alegando que a Física é opressora e não reconhece o gênero do motor em ser 240cv com apenas 9psi no caracol
  12. A reação das ADGetes aqui do fórum a este comentário.
  13. Veja os vídeos do Eduardo Saura, ele sabe mais de preparação de superfície e pintura do que o Tonella.
  14. Tirando o capô e o teto, ficou um tesão. O Fonzie acabou de upar um vídeo também de um Golf VI só que azul perolado. Com o dólar no patamar que está, dá para comprar os materiais e a pistola, alugar um compressor decente e fazer o documento por pouco mais de R$2k.
  15. Estava dando uma garimpada pelo YouTube para ver se o pessoal já estava fazendo algo diferente em relação ao sistema de som e me deparo com essa aberração que a Ludovico fabrica Se com o player na altura do painel é complicado procurar uma música sem perder a atenção, imagina com ele na altura do câmbio.
  16. Quero ver se o dono tem coragem de colocar foto do assoalho sem o carpete no anúncio
  17. "California isn't happy with Volkswagen recall proposal for its emissions-cheating diesel vehicles. Today the state rejected the automakers plan saying it "contained gaps and lacked sufficient detail," lacked "enough information for technical evaluation" and does "not adequately address the overall impacts on vehicle performance, emissions and safety." So it's back to the drawing board for the company." http://www.engadget.com/2016/01/12/california-rejects-vws-recall-plan/
  18. Quanto que cobram por um serviço destes na CNC? Eu acho que a mão de obra em duas chapas de MDF já paga uma boa tupia.
  19. É milhões de vezes mais cômodo trabalhar com tupia do que com tico-tico. O corte com a tico-tico vai ser necessário só uma vez para fazer o gabarito, aí você consegue fazer infinitas peças. A exemplo da caixa do tópico, se você fizer um gabarito que não é simétrico (quando um lado é pico, o outro e vale é vice versa), é só cortar todas as peças iguais e na hora de formar o sanduíche ir alternando uma chapa com a face para cima e a próxima com a face para baixo. Queria fazer assim as books para os Akrons, só que na época não consegui tupia emprestada e eu precisaria comprar mais uma chapa de MDF. Uso a casa dos meus pais como oficina nas férias e na época que montei as books simples já tinha comprado 2 chapas para montar o fliperama. Se chegasse uma terceira chapa de MDF lá, não era só a chapa que teria que dar meia volta e ir embora.
  20. Quero saber em qual carro dá para instalar na porta. Do encaixe do baffle até o imã tem mais de 8cm de altura e o o imã tem quase 14cm de diâmetro. Vai precisar cortar a lata da porta, fazer um baffle bem alto para não pegar no vidro, cortar todo o plástico interno da forração da porta e anda corre o risco de pegar na forração.
  21. O setor deve estar que nem aquelas baratas que ficam correndo em círculo depois de tomarem um banho de inseticida. Os lobistas, após conversarem com o governo, chegaram em casa com a marca da sola de sapato nas duas bandas da bunda.
  22. Que nada, a Ráiluque estava ganhando e o cara da Lambo jogou o carro em cima para não ficar feio
  23. Único Ford que vou sentir saudades é o Mondeo da segunda geração. Infelizmente teve que ir depois de 7 anos e apenas 75000km pois a Ford queria uma quina acumulada mais um rim para o jogo completo de amortecedores. É sério, era mais do que um terço de valor de mercado do carro.

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