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- SQFriends 4 - Garagem 55 - Móoca - São Paulo/SP - domingo 07/julho/2024 *****
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Lei seca
Quem é flagrado dirigindo embriagado ou recusa ao teste do bafômetro é multado em R$ 2.934,70, tem a CNH recolhida e suspensa por 12 meses, passa por curso de reciclagem e o veículo é retido. -
Ultrapassagem perigosa
Ultrapassar em faixa contínua ou em locais proibidos é uma infração gravíssima, com multa de R$ 1.467,35 e 7 pontos na CNH. -
Veículo não licenciado
Conduzir um veículo com documentação irregular é uma infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH e possibilidade de apreensão do veículo. -
Esquecimento do cinto de segurançaNão usar o cinto de segurança é uma infração grave, sujeita a uma multa de R$195,23 para o motorista e 5 pontos na CNH.
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Excesso de velocidade
Velocidade superior à máxima em até 20%: infração média com multa de R$130,16 e soma de 4 pontos na CNH.
Velocidade superior à máxima em mais de 20% e até 50%: infração grave com multa de R$195,23 e mais 5 pontos na CNH.
Velocidade superior à máxima em mais de 50% infração gravíssima com multa multiplicada 3 vezes, ficando no valor de R$ 880,41 , além da suspensão do direito de dirigir. - 0 posts
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- Custos – Preço de revenda; Preço de compra; Preço de seguro; Preço de peças; Consumo urbano; consumo rodoviário
- Confiança na marca – Ser um fabricante confiável
- Cobertura da rede – Ser um fabricante com ampla rede de concessionárias
- Design/Modelo – Ser um projeto moderno; Design do carro
- Desempenho – Rapidez no arranque
- Segurança – Estabilidade nas curvas; Transmitir segurança; Presença de itens de segurança
- Dirigibilidade – Facilidade de ultrapassagem; Oferecer boa visibilidade; Facilidade de acesso aos comandos
- Conforto – Acabamento interno; Baixo nível de ruído; Espaço interno; Espaço do porta-malas; Presença de equipamentos
- Manutenção – Durabilidade/resistência das peças
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Som SQ para BYD
Boa tarde, pessoal.
Estou montando um som SQL para o meu carro (BYD Song Pro) e gostaria da ajuda e da opinião de vocês.
Não sou nenhum audiófilo, mas pretendo ter um som de qualidade e não aqueles de tremer a rua. Até gosto de som razoavelmente alto, mas só pra mim, pro interior do carro mesmo. Ouço de tudo um pouco: rock, pop, house, indie, MPB, sertanejo...
Vou manter a central (HU) original do carro.
Já tenho alguns equipamentos que usava no carro anterior:
- módulo Audiobank KA-4100 (classe AB)
- kit 2 vias Morel Maximo
- coaxiais NAR 525 CX-1
- Subwoofer 10” NAR 1004SW2 - 250w
- cabos RCA Knukonceptz Krystal
Comprei um conversor RCA Eatech 4 canais com controle de bass. Ainda não recebi.
A ideia é ligar o kit 2 vias e o sub no amplificador e ligar os coaxiais direto na HU (com o fader praticamente todo pra frente).
O que acham?
Minhas dúvidas:
1) Vale a pena adicionar um processador de áudio ou vai prejudicar mais a qualidade do som por conta do sinal (HU original) ? Se sim, com ou sem entrada de alta?
2) Vale a pena trocar os falantes traseiros originais por esses coaxiais NAR que já possuo? Li em algum lugar que como eles vão ficar ligados direto no player talvez seria melhor deixar os originais mesmo por conta da sensibilidade, etc.
3) Sobre o tratamento das portas, devo tratar apenas as dianteiras ou compensa investir no tratamento das traseiras também? Que manta sugerem? Estava olhando Technoise e Ophera, sendo que as Technoise são mais finas (e mais baratas), enquanto as Ophera são 3 camadas....
4) Vale a pena aplicar aqueles anéis acústicos nos falantes?
5) Eu teria algum ganho (seja de controle, seja de potência) se comprasse outro amp só pro sub (por exemplo, um SD 400.2) e deixasse o existente só para o kit 2 vias? Ou de repente tirar o Audiobank e pegar um 800.4 para o kit e um 400.2 para o sub?
Indicam algum bom instalador em Brasília-DF ?
Desde já, obrigado pela ajuda.
Ruído em amplificador com entrada alta quando ligo o carro
Tenho uma caixa trio no meu carro, e estou utilizando com um módulo Roadstar Power One 2400. Mas para manter a originalidade do veículo, deixei o rádio original do Gol G6, utilizando a entrada de fio dos falantes traseiros, porém quando o driver no módulo e o carro está ligado, fica um ruído chato no som. Ao pisar no freio o ruído aumenta, e ao ligar a seta ele acompanha a seta. Alguém sabe como resolver?
[4r]Governo suspende novos vistos de trabalho temporário para a BYD


O Ministério das Relações Exteriores anunciou na última sexta-feira (27) que suspendeu a emissão de novos vistos temporários de trabalho para a BYD e a construtora Jinjiang. A decisão foi tomada seguindo a investigação do Ministério Público do Trabalho sobre as condições análogas à escravidão dos trabalhadores chineses na construção da fábrica em Camaçari (Bahia).
Como revela a agência Reuters, o pedido foi realizado ao Itamaraty no dia 20 de dezembro pelo Ministério da Justiça, três dias antes do MPT anunciar a operação no canteiro de obras em Camaçari. Ao mesmo tempo, a embaixada brasileira em Pequim recebeu o mesmo pedido, para interromper a emissão dos vistos no país.
No dia 23 de dezembro, o MPT realizou uma força-tarefa com outros órgãos federais, resgatando 163 trabalhadores chineses que estavam em “condições análogas à escravidão”. Em novembro, quando as investigações começaram, a Agência Pública revelou diversos casos de maus-tratos e agressões envolvendo funcionários chineses.

O Ministério da Justiça disse à Reuters que está acompanhando as investigações do MPT. Caso fique comprovado que a BYD e a Jinjiang descumpriram as leis migratórias brasileiras, irão cancelar as autorizações de residência que já foram concedidas.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, os vistos temporários concedidos são do tipo 5, para pessoas com formação e habilidades específicas e que normalmente não são fáceis de encontrar no Brasil. Este é um dos pontos de que estão sendo contestados, pois os chineses teriam recebido um visto como “consultores” e de “assistência técnica”, porém estão realizando trabalho braçal no canteiro de obras.
Procurada para comentar sobre a suspensão da emissão de vistos, a BYD não retornou até a publicação desta reportagem.
Entenda o caso
A situação dos trabalhadores chineses tornou-se conhecida em novembro, após uma reportagem da Agência Pública trazer à tona diversas denúncias de agressões físicas, além de imagens, mostrando as condições em que os funcionários viviam no local. Um dos vídeos obtidos pela agência mostra um dos funcionários caído no chão após, segundo relatos, ter levado um chute nas costas. Isto seria recorrente, com os mestres de obras punindo a demora para realizar uma tarefa ou um descumprimento de ordem com violência.

A reportagem mostrou muito mais, como pessoas bebendo água salobra das poças formadas no canteiro e recebendo a alimentação em baldes ou coolers. Faltam equipamentos de segurança básicos e muitas das fotos mostram funcionários descalços. Os banheiros não tinham o mínimo de manutenção diária e são impróprios para o uso.
Na época, o MPT já havia visitado o local com a Polícia Federal para uma vistoria, porém não foram até os alojamentos. A investigação já havia se iniciado na época. Quando o caso veio a tona, a BYD declarou estar indignada com o tratamento dado aos profissionais das construtoras terceirizadas e que “de imediato, a empresa determinou que os agressores sejam proibidos de atuar na unidade e exigiu das empreiteiras providências urgentes para garantir que tais incidentes não se repitam.” Além disso, a empresa disse que “está implantando um reforço em sua fiscalização da obra para assegurar o cumprimento da legislação e o respeito a todos os profissionais que nela atuam.”

Quase um mês depois, o MPT realizou outra ação, interditando parte das obras e realizando o resgate de 163 trabalhadores chineses. O órgão federal diz que as condições eram degradantes nos quatro alojamentos fechados. Em um deles, as camas não tinham colchões e havia somente um banheiro para os 31 chineses para ambos os sexos, em condições precárias de higiene e que ainda era usado para lavar as roupas. Em toda a obra, havia oito banheiros químicos para aproximadamente 600 trabalhadores, sem papel higiênico, água ou manutenção adequada.

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Os fiscais encontraram alimentos guardados com materiais de construção civil e próximo aos banheiros em condições insalubres. O relatório aponta que os chineses bebiam água da torneira sem qualquer tratamento.
Ainda segundo o MPT, os funcionários pagavam por um caução e tinham 60% de seus salários retidos, recebiam apenas 40% em moeda chinesa, enfrentavam ônus excessivo para rescisão contratual e tinham seus passaportes retidos pela Jinjiang, a construtora responsável pela obra. Se um funcionário decidisse pela rescisão do contrato, perderia o caução e os valores retidos, além de ter que pagar pela passagem de volta para a China e restituir o valor da passagem de ida. O MPT diz que isto caracteriza trabalho forçado.

“Para se ter uma ideia, caso um trabalhador tentasse rescindir o contrato de trabalho após seis meses, deixaria o país sem receber efetivamente nada pelo seu trabalho, já que o desconto da caução, da passagem de vinda ao Brasil e o pagamento da passagem de retorno, na prática, configuraria confisco total dos valores recebidos pelos trabalhadores ao longo da relação de trabalho”, revela o relatório.
Em resposta à ação do governo, a BYD do Brasil rompeu o contrato com a Jinjiang e estudava outras medidas cabíveis. A fabricante também decidiu transferir os 163 trabalhadores para hotéis da região, além de reiterar que estava revisando as condições de trabalho e moradia de todos os funcionários, notificando as empresas e promovendo ajustes.

No dia 26, uma audiência foi realizada com a BYD, a Jinjiang e representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Federal (MPF), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Defensoria Pública da União (DPU) e Ministério da Justiça e Segurança Pública. Na ocasião, o MPT classificou a situação como análoga à escravidão.
Foi decidido que a Polícia Federal irá emitir o Registro Nacional Migratório (RNM) e a Receita Federal emitirá CPFs para os trabalhadores. Com os documentos em mãos, serão realizados os pagamentos dos valores relativos à rescisão dos contratos e às indenizações. As empresas deverão comprar as passagens de volta para a China e pagar uma ajuda de custo de US$ 120 para sete empregados que retornarão no dia 1º de janeiro.
Reação chinesa
Apesar de estarem cooperando com as autoridades, tanto a BYD quanto a Jinjiang demonstraram insatisfação com a decisão do MPT através de publicações na rede social chinesa Weibo, para controlar os danos causados pela situação.
A construtora negou irregularidades e divulgou um vídeo com diversos funcionários chineses e um deles leu uma carta que, segundo a Jinjiang, teria sido assinada em conjunto pelos trabalhadores. A carta culpa “diferenças culturais” e que há um grande mal-entendido na tradução. Um dos exemplos dados pela empresa é que os passaportes foram entregues, pois estavam ajudando no trabalho para solicitar o cetificado de identidade temporário no Brasil.

“Ser injustamente rotulado como ‘escravizado’ fez com que nossos funcionários sentissem que sua dignidade foi insultada e seus direitos humanos violados, ferindo seriamente a dignidade do povo chinês. Assinamos uma carta conjunta para expressar nossos verdadeiros sentimentos”, disse o Jinjiang em sua conta oficial no Weibo.

Já a reação da BYD, na contramão da divisão brasileira, foi mais agressiva. Li Yunfei, gerente geral de marca e relações públicas da empresa, fez uma declaração em sua conta no Weibo. Nela, o executivo diz que “forças estrangeiras” se associaram para deliberadamente difamar as marcas chinesas e desacreditar a China, citando também alguns meios de comunicações chineses.
[4r]PL defende desconto em pedágio para carros com mais de três pessoas


Para que no curto prazo tenhamos um trânsito menos caótico nas metrópoles brasileiras, uma das soluções é o compartilhamento de carros. E essa estratégia tem adesão de vários fabricantes aqui no Brasil, como Audi, Chevrolet e Toyota. E o projeto de lei 4630/23 quer incentivar ainda mais o uso compartilhado, pois propõe que carros que estejam transportando três ou mais pessoas tenham desconto na tarifa do pedágio.
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o PL, que agora segue para a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em caráter conclusivo. Após essa etapa o projeto é encaminhado para os senadores e se aprovado segue para sanção presidencial e só então é publicado no Diário Oficial como lei.
Autor do projeto, o deputado David Soares (União-SP) afirma que o objetivo é incentivar o uso de veículos com mais passageiros, reduzindo assim a quantidade de automóveis circulando nas vias.
“Com mais pessoas por veículo precisaremos de menos carros nas vias, ocasionando efeitos benéficos para os próprios usuários do trânsito e também para a sociedade como um todo”, defendeu o autor.
A proposta também estabelece que o desconto na tarifa poderá ser concedido diretamente nas cabines de pedágio ou nos casos das vias com sistema de cobrança automática, conhecido como free flow, na passagem pelo dispositivo.
Segundo o texto, os editais de licitação de rodovias deverão, sempre que viável tecnicamente, conter cláusula prevendo o desconto. O valor do abatimento não foi definido e deve ser discutido na próxima fase na CCJ.
Relator no colegiado, o deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) disse que a ideia se assemelha às chamadas “hot lanes” – faixas de rodagem criadas nos EUA para incentivar viagens compartilhadas em rodovias expressas.
Tavares destacou ainda que o projeto deixa claro que os responsáveis pela concessão da rodovia devem considerar a adoção desse tipo de faixas exclusivas para carros com mais ocupantes.
[4r]Em breve no Brasil, Honda WR-V ganha cara de Jeep dos anos 1990


Próximo lançamento da Honda no Brasil e o primeiro híbrido nacional da marca, o Honda WR-V passou por uma modificação no mínimo curiosa para o Salão de Tóquio. Mas, fiquem calmos (ou tristes, para quem gostou): embora o carro seja real, não é uma criação oficial da marca, e sim uma modificação de uma empresa especializada neste tipo de visual.
Trata-se da Damd, uma preparadora japonesa focada em dar uma nova (ou velha) cara a modelos atuais, sempre reproduzindo modelos outros modelos, de outras marca, dos anos 1980 ou 1990. No caso do WR-V (batizado de Damd WR-V Reverb), a inspiração escolhida foi um Jeep Cherokee de 30 anos atrás.
O SUV compacto teve toda a dianteira substituída por elementos mais retos e quadrados, principalmente em para-choque, grade e faróis. A grade, vale dizer, tem seis fendas, no lugar das sete tradicionais da Jeep – talvez para não criar problemas com a americana.

As laterais também ganharam novos conjuntos de rodas e pneus lameiros (BF Goodrich) e de aspecto antigo, além de um decalque na linha de cintura imitando madeira. O tom de marrom da carroceria fecha o visual vintage. Não foram divulgadas imagens da traseira que, normalmente, não sofrem alterações, assim como o interior.

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As modificações, porém, não passam das aparências. Excluindo rodas e pneus, nada muda na mecânica do WR-V Reverb, equipado com motor 1.5 aspirado de 121 cv e câmbio automático do tipo CVT. No Brasil, onde o modelo deverá chegar ainda no primeiro semestre de 2025, o motor será o mesmo, mas com 126 cv, por ser flex. A previsão é de que, em até dois anos, ele ganhe um conjunto híbrido flex com produção nacional.
[4r]Chevrolet Vega foi criado em tempo recorde e quase destruiu a imagem da GM


Publicado originalmente em 2014
O fim da década de 1960 não foi fácil para a General Motors: com o Chevrolet Corvair aniquilado por uma campanha do advogado Ralph Nader, alegando que ele era inseguro, os importados avançavam nesse território. A gigante deu uma resposta à altura em 1970, quando apresentou seu novo carro compacto: o Vega, estrela mais brilhante da constelação de Lira.
Projetado em 24 meses, ele era barato, prático e bonito: as duas portas combinavam com solteiros e famílias jovens. Havia sedã, perua, van comercial e hatch. Mesmo mais caro que Ford Pinto e Toyota Corolla, agradou a ponto de levar o título de Carro do Ano de 1971.
Mas os problemas logo surgiram: a corrosão precoce era reflexo do corte de custos, que eliminou até o revestimento nas caixas de roda. Outras falhas de projeto apareceram, evidenciando problemas internos da GM: o Vega foi vítima de uma disputa política que selou seu destino.
Como era um projeto pessoal de Edward Cole, presidente da GM, o Vega foi empurrado goela abaixo na Chevrolet. Essa quebra de autonomia da divisão soou como crítica. Desmotivados, os engenheiros da casa não se interessaram por ele.
Para piorar, John DeLorean assumiu o comando da Chevrolet durante o desenvolvimento: para cumprir o cronograma, acelerou a produção e provocou a ira dos sindicalistas. O desinteresse agora vinha dos operários, que sabotavam a montagem de vários componentes. Mesmo zero-quilômetro, o Vega às vezes desmanchava em poucos meses.
O motor era uma catástrofe: um quatro cilindros com bloco de alumínio e silício, caro e sensível ao superaquecimento. Para barateá-lo, DeLorean especificou outra receita desastrosa: um radiador subdimensionado e um cabeçote de ferro fundido. O bloco empenava e os cilindros se desgastavam.
A GM perdeu milhões em consertos na garantia, mas vendeu muito: para aliviar a fábrica de Ohio, parte da produção passou a vir do Canadá. O recorde de vendas se deu em 1974, quando 452886 foram vendidos como pão quente: um deles é essa versão GT, que pertence ao Clube do Carro Antigo do Brasil.
Em 1975, o Vega passou a conviver com o sucessor Monza, com quem dividia a plataforma e o problemático motor: as vendas começaram a cair até ser reprojetado em 1976. O novo motor 2.3 tinha garantia de cinco anos ou 96 000 km, mas era tarde: uma parte dos quase 2 milhões de proprietários jurou nunca mais colocar um Chevrolet em suas garagens e muitos migraram definitivamente para a concorrência japonesa. A estrela de Vega se apagou em 1977, escurecendo o céu da GM.
DESMANCHE
Casos de Vega que desmanchavam eram tão comuns que um protótipo rodou 13 km antes de se desintegrar no primeiro teste. o projeto representou um triste fim para a gloriosa carreira do presidente Ed Cole, que deixou a GM em 1974 para comandar o fabricante de táxis Checker.
Motor | 4 cilindros em linha de 2,3 litros |
---|---|
Potência | 85 cv a 4800 rpm |
Torque | 16,8 mkgf a 2400 rpm |
Câmbio | manual de 4 velocidades |
Dimensões | comprimento, 445 cm; largura, 166 cm; altura, 127 cm; entre-eixos, 246 cm |
Peso | 1175 kg |
0 a 100 km/h | 12,3 segundos |
Velocidade máxima | 170 km/h |
[4r]Lada Niva ganha versão esportiva mais potente e inspirada em carro de rali


Um dos carros mais antigos em produção no mundo, em linha há quase 50 anos, o Lada Niva ganha uma nova versão de apelo esportivo para 2025, o Niva Sport. Entre as novidades estão o motor, cerca de 50% mais potente das demais configurações, e detalhes estéticos por dentro e por fora, com inspiração no modelo utilizado para rali.
A começar pelo visual, o Lada Niva Sport mantém as mesmas linhas gerais das demais versões (em grande parte preservadas desde a década de 1970). A grade dianteira, toda em preto, ganha um logotipo com a inscrição “Sport” do lado direito e duas barras horizontais de led, emprestadas do Niva inscrito no rali Silk Road, que percorre 5.200 km entre a Rússia e a Mongólia.

De lado, também inspirados no carro de competição, o modelo ganha alargadores nos para-lamas. As rodas são novas, sem dimensões especificadas, mas com acabamento diamantado e aparentemente grandes, e há barras no teto.
O interior faz jus à proposta e ganha pedais de alumínio, e bancos com faixas vermelhas, mesma cor de costuras inseridas no painel e no volante. O volante, vale dizer ainda, tem direito até a um centralizador vermelho.

Mas o Niva Sport vai além do visual e troca o motor 1.7 aspirado de quatro cilindros, a gasolina, de 83 cv e 13,3 kgfm, pelo mesmo utilizado (de novo ele) no carro de rali. É um motor 1.6 16V aspirado com 122 cv e 15,3 kgfm, ou seja, 39 cv e 2 kgfm a mais. O câmbio é manual de cinco marchas e, a tração, 4×4.

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Pelas modificações de motor, com aumento de potência e torque, o Niva Sport também passa por alterações nos sistemas de freios, suspensão, embreagem e câmbio. Mesmo que sua proposta não seja competições como o modelo que lhe serve de inspiração, as novidades prometem dar mais segurança e um tempero a mais a este velho SUV compacto.
[Inf]Treta Super Tweeter JBL ST400 vs Hard Power HP150 Teste e Comparativo técnico

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[4r]Vai viajar? Veja quais são as multas de trânsito mais comuns no fim de ano
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Fim de ano é uma época em que muitas famílias caem na estrada para celebrar as festas com familiares e amigos. Porém, é muito importante estar ciente das infrações e regras de trânsito que podem acabar prejudicando a tranquilidade das férias – ou o orçamento no início do novo ano.
A ansiedade para a chegada no destino pode ocasionar acidentes e também, na maioria das vezes, a imprudência na velocidade. Segundo a Secretária Nacional de Trânsito (Senatran), a multa por velocidade superior à máxima permitida em até 20% é uma das mais aplicadas no fim de ano.
Considerada uma infração média, a multa por velocidade de 20% acima possui o valor de R$ 130,16 e 4 pontos na carteira.
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Também é importante atentar às regras de ultrapassagem nas estradas, garantir a utilização do cinto de segurança por todos os passageiros do carro, respeitar a sinalização e, claro, não ingerir de bebidas alcoólicas antes de dirigir.
Além disso, não pense que só porque irá fazer uma viagem para outro estado ou país que as multas não serão aplicadas. Em casos deste tipo, o condutor é obrigado a pagar as infrações cometidas, estando dentro de seu estado de origem ou não. Há acordos e convênios entre os órgãos de trânsito de diferentes países e estados, permitindo a troca de informações.
Mas, há também uma forma de se “livrar” da multa. No caso de alguns tipos de infrações, é possível substituir uma multa de trânsito por uma advertência por escrito. Isso geralmente acontece em infrações menores (leve ou média) e em casos que o infrator não tenha cometido outras infrações nos últimos 12 meses. Porém, não vale o risco.
Multas mais comuns no fim de ano:
[RS]som dos Inscritos Raylan Som 499 som automotivo #raylansom
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som dos Inscritos Raylan Som 497 som automotivo anonovo
[4r]Chevrolet Vectra (1ª geração) estreou no Brasil para substituir o Monza
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Aclamado por público e crítica, o Chevrolet Monza foi tão bem-sucedido que até hoje tem uma legião de fãs. Derivado do Opel Ascona alemão, reinou entre os sedãs médios por dez anos. Sua fiel clientela exigiu um sucessor à altura: o Vectra.
Igualmente projetado pela Opel, o Vectra foi apresentado ao mundo no Salão de Paris de 1988. Com versões de quatro e cinco portas, superava o Ascona em todas as medidas, sendo intermediário entre Kadett e Omega. Comum aos três era a preocupação com a aerodinâmica: seu coeficiente de arrasto era de apenas 0,29.
Contribuíam o capô baixo, os vidros rentes à carroceria e a traseira alta, resultado de 1.500 horas em túnel de vento. O monobloco foi desenvolvido com supercomputadores, que analisavam a deformação em testes virtuais de impacto. Competia com os melhores: Audi 80, BMW Série 3, Ford Sierra, Mercedes-Benz 190, Peugeot 405 e VW Passat.
Com um currículo tão expressivo, ninguém se surpreendeu quando os primeiros protótipos começaram a rodar pelo Brasil. Nem a revitalização do Monza foi capaz de arrefecer os ânimos da torcida, que só se deu por satisfeita quando os primeiros Vectras brasileiros ultrapassaram os portões da fábrica em São Caetano do Sul (SP), em setembro de 1993.
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O índice de nacionalização era só de 60% das peças, várias importadas da Alemanha e Inglaterra, incluindo partes da carroceria. Apesar de menor que o Omega, oferecia conforto similar: ótimo espaço interno e um porta-malas de 388 litros, com acesso pelo habitáculo através do encosto rebatível do banco traseiro.
Versão de entrada, o Vectra GLS tomava o lugar do Monza mais caro, o Classic. O motor de 2 litros e oito válvulas era mantido, mas agora com injeção multiponto Bosch Motronic e 116 cv. O câmbio de relações longas favorecia o consumo sem comprometer o desempenho: 0 a 100 km/h em 11,42 segundos, máxima de 187,1 km/h e consumo médio de 11,48 km/l.
Direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, barras de proteção nas portas, freio a disco nas quatro rodas e regulagem de altura para banco do motorista e coluna de direção eram de série. Completo para a época, oferecia só dois opcionais: toca-fitas e computador de bordo.
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Mais luxuoso, o Vectra CD trazia os itens do GLS, mais ABS, toca-fitas, regulagem elétrica dos faróis, faróis de neblina e para-choques na cor da carroceria. Além do computador de bordo, trazia dois opcionais interessantes: teto solar elétrico e câmbio automático eletrônico de quatro marchas (contra três do Monza).
As duas versões ofereciam qualidades para satisfazer entusiastas do Monza e superar os rivais VW Santana e Ford Versailles. Mas, nos números, todos ficavam atrás do Fiat Tempra 16V, que estabeleceu o novo padrão de desempenho do segmento, com 0 a 100 km/h de 9,85 segundos e máxima de 195,5 km/h.
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Ciente disso, a GM solicitou à Opel que adequasse o Vectra GSi às condições brasileiras. Além das 16 válvulas, o motor trazia injeção Bosch Motronic sequencial, pistões forjados, comandos de válvulas ocos (mais leves), cárter de alumínio, admissão com duas borboletas, resfriador de óleo e coletor de escape em inox.
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Com 150 cv (75 cv/litro, a mais alta potência específica por vários anos) tornou-se o mais rápido dos nacionais: o GSi ia de 0 a 100 km/h em 9,22 segundos e chegava a 207, 7 km/h. Isso só seria quebrado com o Tempra Turbo (sobrealimentado) e o Omega 4.1 (mais que o dobro da cilindrada).
A segunda geração deu as caras em março de 1996 e continuou dividindo o mercado com o Monza, que sairia de cena apenas em outubro do mesmo ano, provando que mais difícil do que criar um automóvel de sucesso é desenvolver seu sucessor.
Aceleração de 0 a 100 km/h | 11,16 s |
---|---|
Velocidade máxima | 190,6 km/h |
Consumo urbano | 9,33 km/l |
Consumo rodoviáro | 13,32 km/l |
Preço (setembro de 1993) | US$ 34.000 (CD completo) |
Motor | transversal, 4 cilindros em linha, 1.998 cm3, alimentação por injeção eletrônica multiponto |
---|---|
Potência | 116 cv a 5.200 rpm |
Torque | 17,3 mkgf a 2.800 rpm |
Câmbio | manual de 5 marchas, tração dianteira |
Dimensões | comprimento, 443 cm; largura, 170 cm; altura, 137 cm; entre-eixos, 260 cm; peso, 1.190 kg |
Pneus | 185/65 SR 14 |
[4r]Compacto de 65 cv poderá ser um ‘esportivo acessível’ na linha GR, da Toyota
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O Daihatsu Mira e:S poderá ser o próximo integrante da divisão esportiva GR, que dá vida atualmente aos GR Corolla e GR Supra. Ao menos, é o que a submarca da Toyota indicará no Salão de Tóquio, onde apresentará o subcompacto apimentado. Mesmo que ele apareça ainda como um conceito por lá, já há um discurso pronto para um provável lançamento oficial.
Com 3,40 metros de comprimento, ou seja, cerca 33 cm a menos do que um Renault Kwid e 15 cm a menos do que o antigo Fiat 500 a combustão vendido no Brasil, o modelo é equipado com um motor de três cilindros com 660 cc. Originalmente, são 49 cv, mas a versão GR passa a ser turbo e eleva a potência para 65 cv.
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O câmbio do modelo também muda e deixa de ser um automático do tipo CVT, dando lugar a um câmbio manual de cinco marchas. É provável que também sejam feitas mudanças de chassis, suspensão e freios para acompanhar os demais upgrades.
Na aparência, o subcompacto ganha elementos mais esportivos, a começar pelo para-choque. A peça tem aberturas maiores e mais quadradas, além de elementos em preto brilhante nas extremidades e o logo GR. Os faróis adotam máscara negra e, próximo ao retrovisor, há um falso extrator de ar. Nas laterais, a novidade fica para as rodas BBS, sem dimensões divulgadas. Não há fotos da traseira e do interior.
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É uma aparência sem extravagâncias e muito possível para uma versão final de produção – que deve acontecer, segundo declarações da marca. Ao revelar as atrações, a marca descreve o e:S Turbo como “um carro esportivo de entrada pensado para ampliar os horizontes do automobilismo e tornar a alegria de dirigir disponível para todos”. Ou seja, os japoneses podem esperar por ele.
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A inspiração veio de uma versão do modelo preparada para o Rally Japan 2024, com visual semelhante, mas detalhes voltados às competições (veja duas fotos acima). Entre eles, um gancho de reboque no para-choque, capô com aberturas e rodas diferentes. Por dentro, é possível notar que o modelo de rali só tem dois bancos, para alívio de peso, e tubos estruturais.

Por fim, o estande da marca no Salão de Tóqui dará ainda mais espaço para a divisão GR com o subcompacto conversível Copen, em versão GR Sport (mais mansa do que os GR), e o Hijet Truck Jumbo Extended, um pequeno caminhão para apoio em eventos de automobilismo, segundo a marca.
[Taramps]i, apaixonado por Caixa Bob e pelos produtos Taramps... #taramps #caixabob
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Ei apaixonado por Caixa Bob e pelos produtos Taramps Como combinado aqui esta a segunda parte do video explicativo da Caixa Bob de respeito
Vamos mostrar os produtos utilizados e os detalhes que fazem da Taramps a escolha certa para destacar o som do seu projeto neste fim de ano.
E como adoramos saber sua opiniao depois de assistir me conta o que achou da Caixa Bob escolhida.
https://www.taramps.com.br/pt/
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[4r]Dodge Charger Daytona poderia ter motor V8, mas não conte com isso
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A substituição dos clássicos Dodge Charger e Challenger pelo novo Charger Daytona foi, sem dúvidas, uma das maiores rupturas da indústria e do mercado automotivo nos últimos tempos. Entre as “tristezas” por parte do público estão as novas mecânicas do modelo atual, que dispensa o tradicional motor V8 HEMI em detrimento de um seis cilindros ou de um conjunto elétrico.
Mas a pergunta que ficou foi: e se a marca resolvesse voltar atrás e inserir um motor de oito cilindros no novo Charger Daytona? A resposta, segundo o site Jalopnik, traz esperanças, mas também acaba com elas. Isso porque essa possibilidade simplesmente não existe – embora fosse possível.
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Explicamos: de acordo com a publicação, um engenheiro anônimo da marca disse que o antigo V8 não cabe fisicamente no cofre do novo modelo, exigindo assim grandes (e custosas) modificações estruturais, pois mudaria a dinâmica do carro em colisão frontal. Mais do que isso, também haveria a necessidade de alterações na parede corta-fogo, já que a atual foi projetada para motores menores e/ou elétricos. Todas as mudanças seriam proibitivas no sentido financeiro, mas possíveis no sentido da engenharia.
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Por outro lado, o site The Drive diz que o atual motor de seis cilindros em linha do Charger Daytona é maior do que o antigo Hemi V8 – sem saber a configuração interna do cofre de ambos os modelos. Ou seja, embora exista um fator confrontante, é possível que, de fato, existam limitações e necessidade de altos investimentos, a depender de configurações externas ao motor.
O site The Drive também levanta as questões de que a Stellantis não tem passado por uma situação financeira confortável para fazer extravagâncias e precisa reduzir as emissões, seguindo regulamentações globais. Por fim, também diz que, por isso, não assumiria a possibilidade pelo risco de uma cobrança incessante por parte do mercado.
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Já o engenheiro da Dodge diz que existe ainda uma questão de filosofia e marketing, já que o novo Charger Daytona chega com a premissa, por parte da Dodge, de ser “o muscle car do futuro”. O Hemi V8 seria, então, um motor “do passado”.
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O cupê foi lançado inicialmente com um conjunto elétrico, sempre com dois motores, um em cada eixo, caracterizando tração integral. A versão de entrada, R/T, tem 462 cv de potência, que pode subir para 503 com a função PowerShot, algo como um overboost, com duração de 15 segundos. A Scat Pack tem 637 cv e, com a função de boost, chega a 679 cv.
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As duas versões são equipadas com bateria de 100,5 kWh, que promete uma autonomia média de 510 km na versão R/T e de 418 km, na Scat Pack. Para um futuro próximo, é possível que o modelo ganhe uma versão ainda mais insana, de olho no Tesla Model S Plaid e que deixaria todos os seus antepassados, como Hellcat e Demon, empolgados. Trata-se de uma versão elétrica de três motores com totais 1.338 cv.
Além dos elétricos, o Charger Daytona também tem versões a combustão. Estas trocam o Hemi V8 por um motor de seis cilindros em linha, 3.0, biturbo, da linha Hurricane. É o mesmo motor utilizado pela nova Ram 1500, que acaba de estrear no Brasil. Como na picape, a versão mais “mansa” tem 426 cv de potência, enquanto a topo de linha oferece 558 cv.
[MTM]Top 10 possíveis mudanças para 2025 no Mundial MTM
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Propostas de Evolução para a Temporada 2025 do Campeonato Mundial de Som Automotivo e Rebaixados da MTMWorld
A MTMWorld está sempre em busca de inovações e melhorias para tornar o Campeonato Mundial de Som Automotivo e Rebaixados ainda mais emocionante e competitivo. Para a temporada 2025, apresentamos algumas propostas que visam elevar o nível da competição e proporcionar uma experiência única para todos os participantes e espectadores. Vamos pontuar as principais mudanças sugeridas:
1-Criação da Categoria Profissional: Introdução de uma categoria profissional para competidores que participarem em mais de três categorias. Aqueles que optarem por esta categoria não competirão com amadores que veem o esporte como uma diversão.
2-Ajuste na Categoria Mala Aberta: Redução do tempo de execução de 30 segundos para 20 segundos na categoria Mala Aberta, onde é permitido abaixar o volume. Esta mudança visa reduzir dúvidas geradas por vídeos com cortes na internet.
3-Nova Categoria de Som de Qualidade Interno: Criação de uma nova categoria focada na qualidade do som interno, com uma música específica para lançar um novo desafio entre os amantes da modalidade.
4-Categoria SPL Hart Trick: Ajuste no limite de frequência da categoria SPL Hart Trick, reduzindo de 40Hz para 35Hz.
5-Incentivo à Premiação: Premiação dos top 10 do ranking e uma medalha exclusiva para o recordista de cada modalidade, diferenciada das demais.
6-Critérios para o Título de Campeão: Revisão dos critérios para o título de campeão. Atualmente, é exigida uma participação antes da final e a presença na final para ser campeão. Considerando que algumas regiões recebem o evento apenas uma vez por ano, muitas vezes apenas com a final, estamos abertos a sugestões sobre possíveis mudanças.
7-Competição de Rebaixados: Ampliação dos eventos exclusivos para a modalidade de rebaixados, com a contribuição de especialistas da área para definir o que deve ser acrescentado.
8-Filiação Obrigatória: A partir de 2025, será obrigatório ter filiação ou membership para que a marca do competidor seja incluída no ranking.
9-Uso de Baterias de Lítio ou LifePO4: Permissão para o uso de baterias de lítio ou LifePO4 na categoria SPL amador.
10-Evento Anual de Premiação – Evento de Gala: Além da tradicional premiação na matriz da MTM, será realizado um evento online para aqueles que não puderem comparecer, com envio das placas via correio. Os eventos serão realizados em dias diferentes.
Vem ai, Melhores do ANO o Evento de Gala MTM 28/01/25:
A MTM promove anualmente o evento dos melhores, conhecido como o “Oscar do Meio Automotivo”. Nele, são entregues placas aos campeões, recordistas e às top 10 melhores marcas do ranking, seja mundial, nacional ou estadual.
O evento de gala acontecerá na terça-feira, 28 de janeiro, na matriz da MTM em Manduri, SP, às 20 horas, com transmissão ao vivo pelas redes sociais. A participação é gratuita, mas o acompanhante paga uma taxa de R$ 50,00. A presença deve ser confirmada até, no máximo, 10 de janeiro. Caso os assentos se esgotem, você entrará na lista de espera e poderá ficar de fora. Portanto, agende-se o quanto antes. Para quem não puder comparecer, a placa será enviada via correio com um custo de R$ 200,00 mais Sedex.
Visite nosso site www.mtmworld.org (link na bio) e fique por dentro da agenda de competições, ranking, fotos e tudo sobre o MUNDIAL de som automotivo e rebaixados em 2024.
Use nossas hashtags: #mtmbrasil e #mtmworld.
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[4r]VW Tiguan Allspace deixou de ser fabricado e nova geração estreia em 2025
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Relançado no Brasil há pouco mais de um ano, o Volkswagen Tiguan Allspace teve sua produção na fábrica de Puebla, no México, encerrada em 15 de novembro. O fim da linha para o SUV de sete lugares marcou o início de uma paralisação que poderá durar até quatro meses, necessária para iniciar a produção da nova geração do Tiguan.
Esta será a maior paralisação da fábrica de Puebla, que foi inaugurada em 1967 e tem o Tiguan como seu principal produto. Em setembro, a unidade produziu 17.102 unidades do Tiguan, 9.224 unidades do Jetta e 9.118 unidades do Taos. Durante a pausa na produção, os cerca de 1.800 trabalhadores envolvidos com a produção do Tiguan serão realocados em outras áreas da empresa.
A nova geração do Volkswagen Tiguan foi revelada logo em seguida. É uma variação do SUV médio Tayron, criado na China e que agora é um modelo global e até será vendido na Europa com este nome.
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O Tiguan 2026 segue a nova identidade visual da Volkswagen, com faróis com formato orgânico interligados por uma barra de led e até mesmo logo iluminado. A traseira também tem lanternas interligadas, mais estreitas do que em outros carros da marca.
As dimensões não foram reveladas pela VW, que afirmou que ele terá uma distância entre eixos maior que o seu antecessor. Portanto, é bem provável que ele seja semelhante ao Tayron de duas fileiras vendido na China, com 4,68 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,68 m de altura e os mesmos 2,79 m de entre eixos.
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A cabine foi totalmente remodelada. O design mudou e o SUV ganhou duas grandes telas. O quadro de instrumentos digital é de 10,25” e a central multimídia possui 12,9”. No entanto, caso você não ache suficiente, há a opção de trocar este último por uma tela de 15”.

As telas, porém, não são as únicas novidades. O câmbio foi movido para a coluna de direção, deixando assim o console central menor e mais espaçoso. Versões mais caras terão assentos dianteiros de couro acolchoados com configurações de aquecimento, ventilação e massagem. Eles se juntarão a um volante aquecido e uma segunda fila aquecida.
O novo VW Tiguan ainda usa motor 2.0 TSI, mas que agora que gera 204 cv. Isso é um pequeno aumento de 17 cv, acompanhado de uma redução de peso de cerca de 77 kg, o que dará uma grande diferença no desempenho do carro. Contudo, decepcionou os concessionários norte-americanos, que esperavam uma versão híbrida.
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Na Europa, o gêmeo Tayron será vendido com motor 1.5 eTSI, combinado com um sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts, gerando 150 cv, além de duas opções híbridas plug-in baseadas no motor 1.5 eHybrid, com potências de 204 cv e 272 cv. Essas versões são equipadas com uma bateria de 19,7 kWh, oferecendo mais de 100 quilômetros de autonomia em modo totalmente elétrico, segundo a marca.
Golf retornará para o México
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Nas últimas semanas, a Volkswagen também decidiu que as versões do VW Golf com motor a combustão terão sua produção deslocada da Alemanha para o México. O Golf foi fabricado em Puebla até 2021, quando cedeu seu espaço na linha de produção para o Taos. ,
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O Taos, por sua vez, segue firme e forte no México e foi reestilizado recentemente. Quem está na berlinda é o Taos fabricado na Argentina, de onde é enviado para o Brasil. Os elevados custos de produção podem culminar no encerramento da produção do SUV no país vizinho antes do final de 2025. Se o modelo continuar no mercado brasileiro, será com unidades importadas do México.
[4r]Os Eleitos: confira os carros campeões de satisfação em 2024

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O prêmio Os Eleitos existe há 24 anos. Quando surgiu, em 2001, o Renault Scénic, que foi o Grande Campeão, trazia como novidades freios ABS e airbags, de série. CD player era opcional. Não existiam sistemas de auxílio ao motorista (ADAS) e nem conectividade. E carro elétrico era coisa de um passado remoto ou de um futuro ficcional. Este ano, pela primeira vez, tivemos entre os carros modelos 100% elétricos. E, acompanhando essa evolução, a pesquisa se atualizou.
Para os eleitores deixou de ser necessário informar o número do Renavan dos veículos. Esse código era exigido para nos certificarmos de que o questionário seria respondido pelo próprio dono do carro. Agora, porém, conseguimos essa informação tendo apenas a placa do veículo, um número menor e mais fácil de ser informado.
O questionário também foi simplificado. As perguntas ficaram mais curtas e diretas, o que reduziu o tempo do preenchimento, sem prejudicar a apuração do grau de satisfação dos motoristas. As notas dos atributos que antes iam de 0 a 10 passaram a ser de 0 a 5, a mesma lógica adotada pelas plataformas digitais que avaliam produtos e serviços, às quais as pessoas estão acostumadas. E, para arrematar, graças a novos programas de estatística, aumentamos a rapidez no processamento e a precisão na leitura dos dados.
Na prática, mais pessoas responderam ao questionário, o que permitiu reunirmos mais informações de um mesmo carro e isso também se refletiu na quantidade de veículos finalistas, uma vez que com o maior número de respostas permitiu que mais modelos atingissem o volume considerado estatisticamente suficiente. Esse fator, do número de respostas, também foi ajustado, de modo a obtermos dados mais precisos sobre os carros. Antes, a metodologia estabelecia um número mínimo para todos os modelos. Agora, esse número varia de acordo com o volume de vendas dos veículos no mercado, embora ainda exista um limite mínimo estatisticamente necessário.
Este ano, recebemos 4.800 respostas válidas, ou seja, que atendiam as regras da pesquisa. Com maior volume de dados, foi possível obter um retrato mais nítido dos modelos e do mercado nacional, que passa por uma grande transformação. A chegada de novas marcas, novos produtos e diferentes filosofias de atendimento alterou parâmetros de avaliação por parte dos consumidores. Você verá isso espelhado nos resultados apresentados a seguir.
PONTUAÇÃO
Os Eleitos premia os melhores carros e o atendimento pós-vendas das marcas na opinião dos proprietários dos veículos. A pesquisa pede que os motoristas avaliem seus modelos sob 23 aspectos, divididos em nove categorias: custos, confiança na marca, cobertura de rede, design/modelo, desempenho, segurança, dirigibilidade, conforto e manutenção (veja abaixo). E o pós-vendas sob oito aspectos. Os índices de satisfação publicados são obtidos pelas respostas dos motoristas, conforme a importância que eles dão a cada item: expectativa e realidade. Donos de SUVs médios são mais exigentes que os de hatches compactos, no que diz respeito a espaço interno, por exemplo. Dessa forma, os índices permitem que carros de segmentos diferentes sejam comparáveis, à medida que medem a capacidade dos modelos satisfazerem seus proprietários. Índices de satisfação entre 80 e 100 demonstram que o carro alcançou o que os motoristas esperavam. Acima de 100 indicam que o modelo superou as expectativas. E abaixo de 80 revelam insatisfação. |
Atributos pesquisados:
Estes são os 23 itens avaliados, divididos em nove categorias, para a obtenção dos índices de satisfação.
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Hatches Compactos
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“Completamente satisfeito. Uso o carro há dez meses e ele superou todas as expectativas.” André Senna, Palmas (TO)
1º BYD DOLPHIN (101,84)
Lançado em 2023, o Dolphin terminou o ano de estreia como um dos carros mais vendidos do mercado, condição para se tornar elegível nesta pesquisa. Já na primeira aparição, ele se consagra como vencedor entre os hatches compactos e também como Grande Campeão. Dos 23 itens avaliados, o BYD tirou notas acima de 9 em 13. Em três quesitos – ser um projeto moderno, rapidez no arranque e presença de itens de segurança – obteve 9,66 pontos. As piores médias ficaram em itens como preço de revenda (6,38), espaço do porta-malas (7,10) e ser um fabricante com ampla rede de concessionárias autorizadas (7,17).
2º VW POLO (100,65)
A planilha de atributos do Volkswagen Polo demonstra vitalidade em aspectos importantes como confiança na marca (9,00), cobertura da rede (9,04) e transmitir segurança (9,00). Além desses, o VW se saiu bem em presença de equipamentos (9,54), segurança (9,00) e consumo urbano (9,21). Mas o hatch perdeu pontos preciosos em acabamento (7,25), preço de compra (7,46) e espaço interno (7,75). No final, a pontuação total, foi suficiente para que ele terminasse em segundo lugar, um posto acima do conquistado ano passado.
3º HYUNDAI HB20 (100,55)
Segundo colocado em 2023, o HB20 caiu um posto, alternando a posição com o Polo. Este ano, seus proprietários se mostram menos satisfeitos, mas ainda assim lhe deram uma pontuação consistente, com médias ao redor de 8 na maioria dos quesitos analisados. O Hyundai se saiu melhor em confiança na marca (9,25) e no conteúdo embarcado, com 9,15 em presença de equipamentos e 9,13 em presença de dispositivos de segurança. As notas mais baixas ficaram em preço de seguro (7,75) e nível de ruído (7,78).
Sedãs Compactos
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“Virtus Exclusive é muito rápido, econômico e tecnológico, além de ter espaço interno e porta-malas excelente.” Gisele Nuud, Paranavaí (PR)
1º VW VIRTUS (100,65)
A única nota 10 atribuída a um veículo nesta edição de Os Eleitos coube ao Virtus, no quesito espaço no porta-malas. Com seus 521 litros de capacidade, o bagageiro deste sedã é unanimidade entre os proprietários, que também se disseram satisfeitos com a segurança: transmitir segurança (9,80) e a presença de dispositivos de segurança (9,73). Assim como o porta-malas, o espaço interno foi elogiado (9,73) e a confiança na marca levou nota 9,69. Ser um fabricante com ampla rede de concessionárias autorizadas lhe valeu nota 9,65. E as queixas recaíram principalmente sobre os custos de compra (8,16) e das peças (8,35). Mas a pior média foi para o acabamento do carro (7,37).
2º NISSAN VERSA (100,63)
O Versa é um sedã compacto que sempre apostou na relação custo/benefício, com suas dimensões acima da média da categoria. E, embora a Nissan tenha o Sentra, como sedã médio, é o Versa que faz maior volume de vendas. As maiores notas do compacto foram em design (9,56), capacidade do porta-malas (9,51) e espaço interno (9,28). Os custos pesaram na média geral, com notas 7,68 em preço de peças, 7,85 em preço de revenda e 8,02 em preço de seguro. Mas o sedã também ficou devendo em desempenho, com 7,68 em rapidez de arranque e 7,83 em facilidade de ultrapassagens.
3º HONDA CITY (100,44)
Com a escassez de sedãs médios, os compactos passaram a ocupar o espaço que antes cabia aos sedãs maiores. A Honda foi uma que reposicionou sua opção no segmento, o City, depois que passou a importar o Civic, em nova configuração híbrida. E, nesta pesquisa, o City demonstrou ter fôlego para a missão. O compacto somou 9,74 em presença de dispositivos de segurança e consumo rodoviário, 9,70 em confiança na marca e espaço do porta-malas e 9,66 em espaço interno. Seus donos se mostram insatisfeitos com o preço das peças (7,40), preço de compra (7,70) e nível de ruído interno (7,96).
Sedãs médios
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“O Toyota Corolla Hybrid une tecnologia híbrida avançada com o conforto e a confiabilidade que se espera da Toyota.” Felipe Andreolla, Garibaldi (RS)
1º TOYOTA COROLLA (100,34)
Único sedã médio a figurar entre os 50 modelos mais vendidos do mercado, o Corolla ficou sozinho nesta categoria, que já foi uma das mais disputadas de nosso país. No mercado, há o arquirrival Honda Civic, reposicionado em preço, depois que passou a ser importado da Tailândia, com motorização híbrida, e o Nissan Sentra, que foi reestilizado este ano e vem do México. Mas no ranking de vendas, acumulado de 2023, o Corolla teve 42.923 unidades comercializadas, enquanto o Sentra vendeu 4.146 unidades e o Civic, 475. O Toyota segue firme e forte nas lojas e também na opinião de seus proprietários, que lhe atribuíram oito notas acima de 9,00 (confiança na marca, 9,57; segurança, 9,57; presença de dispositivos de segurança, 9,46; estabilidade nas curvas, 9,44; e durabilidade, 9,29). Houve ainda 14 notas acima de 8,00 e apenas uma abaixo de 8,00 (preço de compra, 7,57).
SUVs Compactos
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“Carro maravilhoso. Com motor 270 é perfeito. Meu terceiro Renegade.” Rodrigo Duguay, Recife (PE)
1º JEEP RENEGADE (100,29)
Este ano, esta categoria foi palco da maior alternância de posições, em relação aos finalistas da edição anterior. Basta dizer que os três primeiros lugares deste ano subiram ao pódio pela primeira vez. O Renegade, que terminou em sexto em 2023, galgou cinco posições graças à sua boa pontuação em presença de dispositivos de segurança (9,55), presença de equipamentos (9,33), transmitir segurança (9,32) e acabamento (9,16). Segundo seus proprietários, porém, o SUV ainda tem pontos a melhorar, como em consumo urbano (6,61), espaço no porta-malas (6,94), preço de peças (7,18) e preço de revenda (7,34), e consumo rodoviário (7,88).
2º FIAT PULSE (100,88)
O Pulse também conseguiu um avanço importante este ano, saltando do quinto para o segundo posto. Dos 23 atributos considerados, o Fiat obteve notas acima de 8 em 11 deles – como 8,97 em ser um projeto moderno e facilidade de acesso aos comandos. Nos demais, se saiu bem em ser um fabricante com ampla rede de concessionárias autorizadas (9,31), design (9,17) e presença de equipamentos (9,03). Mas deixou a desejar em espaço no porta-malas (6,97), consumo urbano (7,17) e preço de peças (7,21).
3º CAOA CHERY (100,81)
Assim como o Renegade, o Tiggo 5X também avançou cinco posições, no caso, de oitavo para terceiro lugar. O Caoa Chery se destacou em acabamento interno (9,61), design do carro (9,56), ser um projeto moderno (9,55) e presença de dispositivos de segurança (9,55). Em contrapartida, deixou a desejar em consumo urbano (6,05) e consumo rodoviário (6,85), que foram suas piores notas. Mas ainda tirou 7,18 em valor de revenda, 7,67 em preço de peças e 7,54 em cobertura da rede de concessionárias.
SUVs Cupês
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“Penso que o Fiat Fastback é hoje uma das melhores opções de compra do mercado de SUVs de entrada.” Robespierre Moreira, Brasília (DF)
1º FIAT FASTBACK (100,87)
Quando se compara as expectativas dos donos dos SUVs cupês, nesta pesquisa, encontram-se requisitos que recebem exatamente as mesmas notas, ou muito próximas. Por exemplo, rapidez no arranque, que nos dois casos, de Fastback e Nivus, os motoristas atribuíram importância 8,67. Em presença de equipamentos,
as notas foram de 8,83 e 8,86. E ser um projeto moderno, 9,44 e 9,46. Dos dois finalistas na categoria, o Fiat foi o que atendeu melhor o desejo dos proprietários. Ele conseguiu 9,88 em espaço do porta-malas, 9,65 em design e 9,56 em ultrapassagens. Como pontos negativos, foram apontados nível de ruído (6,86), consumo urbano (7,21), preço de revenda (7,49) e visibilidade (7,88).
2º VW NIVUS (100,68)
Os índices de satisfação revelam que os dois SUVs cupês atendem as expectativas de seus proprietários, no conjunto. E é interessante notar que a aprovação ocorre em diferentes níveis, mas nos mesmos atributos específicos. O Nivus também se saiu bem em design (9,52) e espaço do porta-malas (9,02). Mas seus proprietários apontaram algumas singularidades, como a confiança na marca (9,19, enquanto na Fiat foi de 8,60). Outra particularidade do VW, mas desta vez de forma negativa, surgiu na nota do acabamento (5,92), a menor pontuação observada na pesquisa. Mesmo sendo alvo de críticas em outros modelos da marca avaliados, entre os donos de Nivus, esse aspecto ruim foi o que pesou mais.
SUVs Médios
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“Carro surpreendente. Superou as expectativas.” Roberto Bartolo, Rio de Janeiro (RJ)
1º GWM HAVAL H6 (100,88)
A GWM preparou seu carro de estreia em nosso mercado com todo o cuidado: a motorização é exclusiva para o Brasil, segundo a fábrica, combinando motor 1.5 turbo a dois elétricos (tendo três versões de baterias). A suspensão foi redimensionada e a direção recalibrada. Até o visual foi definido de modo criterioso, na seleção de materiais e cores (incluindo mudança no grafismo do logo da marca). Como resultado, nesta pesquisa, o H6 tirou notas acima de 9,00 em 16 dos 23 atributos avaliados. O SUV obteve 9,94 em rapidez de arranque, facilidade de ultrapassagem e presença de dispositivos de segurança. Notas abaixo de 8,00, que revelam pontos a serem melhorados, como em preço de revenda (7,85) e cobertura da rede de concessionárias autorizadas (7,31).
2º JEEP COMPASS (100,82)
Os donos de Compass revelaram que ele é um SUV que oscila entre extremos. Quando o assunto é segurança, o Jeep se sai bem com notas 9,61 em presença de dispositivos de segurança, 9,44 em transmitir segurança e 9,25 em estabilidade nas curvas. Nos itens relativos a custos, suas médias ficaram entre as mais baixas da pesquisa: 6,63 em consumo urbano, 6,69 em preço de revenda e 7,13 em preço de peças. Pelo conjunto da obra, obteve o segundo lugar de classificação na categoria, um posto acima do conquistado no ano passado.
3º CAOA CHERY TIGGO 7 (100,80)
Segundo colocado em 2023, o Tiggo 7 caiu uma posição neste ano. Atributos como design (9,65) e acabamento interno (9,61) continuaram a ser elogiados pelos proprietários, que este ano valorizaram ainda mais espaço interno (9,74) e dispositivos de segurança (9,66). Entre as queixas, porém, além dos quesitos ser um fabricante com ampla rede de concessionárias autorizadas (7,42) e preço de peças (7,73), apontados anteriormente, somou-se consumo urbano elevado (6,94) e baixo preço de revenda (7,10).
SUVs Grandes
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“O trabalho da suspensão é excelente, filtra bem as irregularidades e, em curva, é muito bom. Ótima estabilidade.” Gustavo Lourenço, São Paulo (SP)
1º JEEP COMMANDER (100,78)
O Commander foi o único representante dos SUVs grandes a figurar nesta pesquisa em 2023. Comparando seus resultados da edição passada com os de agora, nota-se que alguns atributos se repetem, mas outros se tornaram mais evidentes, com mais destaques positivos e também negativos. Além das características ligadas às dimensões, como espaço no porta-malas (9,70) e espaço interno (9,65), seus proprietários apontaram como pontos fortes presença de dispositivos de segurança (9,78), transmitir segurança (9,43) e presença de equipamentos (9,43). E, somando as queixas dos custos como preço de revenda (6,30), preço de peças (7,17) e preço de compra (7,30), surgiu ainda insatisfação em consumo urbano (7,09), rapidez no arranque (7,35) e nível de ruído interno (7,96).
2º CAOA CHERY TIGGO 8 (100,72)
Lançado em 2020, o Tiggo 8 foi um divisor de águas para a marca Caoa Chery, que até então oferecia apenas modelos compactos, a maioria deles sob plataformas antigas e de qualidade questionável. Em 2023, o SUV grande não conseguiu o número mínimo de respostas. Da marca, entraram apenas o compacto Tiggo 5X e o médio Tiggo 7. Mas, agora, o Tiggo 8 chegou lá. Ele somou pontos em espaço interno (9,75), presença de dispositivos de segurança (9,67), ser um projeto moderno (9,60), acabamento interno (9,60) e espaço no porta-malas (9,57). De acordo com os proprietários, precisa melhorar em preço de revenda (6,65), cobertura da rede de concessionárias autorizadas (7,43) e preço de peças (7,57).
Picapes Intermediárias
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“A cada dia, a picape surpreende. Veículo confiável, estável e prático para a condução no dia a dia.” Henrique Reis, Guarulhos (SP)
1º RAM RAMPAGE (101,14)
Lançada em junho de 2023, rapidamente a Rampage se posicionou entre as picapes mais vendidas. Desenvolvida sobre a mesma plataforma da Fiat Toro, a Ram intermediária chegou com um posicionamento premium, em relação à parente, o que significa dizer custando mais e entregando mais também, em termos de equipamentos, acabamento e motorização. Nesta pesquisa, a Rampage agradou os proprietários em design (9,73), modernidade do projeto (9,69), presença de dispositivos de segurança (9,68) e presença
de equipamentos de conforto (9,61), entre outros quesitos, e só desagradou em aspectos relacionados aos custos, como consumo de combustível urbano (7,26), preço de peças (7,38) e valor de revenda (7,66).
2º FIAT TORO (100,67)
Comparando as notas da Toro com as de sua prima Rampage, a Fiat apresentou um desempenho similar, no que diz respeito aos prós e contras. Mas ficando sempre ligeiramente defasada na pontuação. O único aspecto em que a Toro supera a Rampage é na cobertura da rede, com a nota 9,33 contra 8,17, o que é uma vantagem plenamente justificável, uma vez que a Fiat tem 520 concessionárias, enquanto a Ram tem 50, em todo o Brasil. A Toro tirou 9,39 em presença de dispositivos de segurança, 9,36 em espaço na caçamba, 9,33 em transmitir segurança, 6,94 em consumo urbano e 7,52 em valor de revenda e preço de peças.
Picapes Médias

“Gostei muito como responde na ultrapassagem, na estrada, e do consumo usando o modo ecológico.” Jucelia Freitas, Goiânia (GO)
1º FORD RANGER (100,63)
Grande vencedora do prêmio Melhor Compra deste ano, a Ranger é frequentadora assídua deste Os Eleitos. Foi segundo lugar, em 2022, e primeiro, em 2023. Este ano, ela conquista o bicampeonato de clientes satisfeitos. Suas maiores notas foram em segurança (9,77) e presença de dispositivos de segurança (9,76). Mas se saiu igualmente bem em espaço interno (9,62), estabilidade nas curvas (9,60) e presença de equipamentos (9,58). Até nas médias relativas a custos, em que todos os consumidores geralmente reclamam, a picape se saiu relativamente bem, com 8,04 no preço de revenda e 7,77, no preço de peças. Sua pior nota foi em consumo urbano: 7,56.
2º MITSUBISHI L200 (100,51)
Apesar de veterana no mercado, a L200 é uma estreante neste Os Eleitos. Sua ausência por anos a fio nos fez pensar que seus proprietários eram avessos a pesquisas. Este ano, porém, ela apareceu aqui em segundo lugar e sua marca se destacou em pós-vendas – como você verá mais adiante. Não por acaso, a L200 foi a melhor picape média avaliada no quesito confiança na marca. A Mitsubishi ficou com a média 9,55, enquanto a Ford levou 9,40 e a Nissan, 8,95. A maior nota da L200 foi em segurança (9,61) e a menor em preço de seguro (7,35).
Grande campeão

“Atende muito bem a proposta. Revolucionou o mercado.” Diogo Avelino, Paulínia (SP)
BYD DOLPHIN (101,84)
Carro abre-alas
Além de desmistificar o carro elétrico no Brasil, o BYD Dolphin mostrou nesta pesquisa que é capaz de satisfazer as expectativas de seus proprietários
Apontado como Destaque do Ano no prêmio Melhor Compra QUATRO RODAS 2024, o Dolphin mereceu essa distinção por ter sido o primeiro a desmistificar o carro elétrico em nosso mercado. Ainda existem muitas dúvidas e incertezas em relação a essa tecnologia. Mas o Dolphin tornou os elétricos algo real, corriqueiro, que se vê nas ruas, e não um veículo de nicho ou experimental, como ocorreu com os que o antecederam. Agora, ser o Grande Campeão deste Os Eleitos mostra que o compacto está agradando os consumidores, afinal, de todos os modelos mais vendidos do Brasil, ele foi o que conseguiu o maior índice de satisfação entre seus proprietários. O Dolphin está em avaliação em nosso teste de Longa Duração. E, apesar de um começo difícil, com problemas de mal atendimento, na retirada do carro, e falta de clareza no conteúdo do Manual do Proprietário, no que diz respeito às coberturas da garantia, o BYD está se saindo bem. Atualmente, ele está com 14.000 km, portanto ainda faltam 86.000 km a serem percorridos.
Examinando as notas do Dolphin nesta pesquisa, é interessante observar que seus proprietários aprovaram sua modernidade (9,66 no atributo ser um projeto moderno). E reconheceram que, ao contrário dos modelos a combustão, carros elétricos são mais econômicos (energia elétrica, no caso) na cidade do que na estrada. Tanto que o Dolphin foi elogiado pelos donos no quesito consumo urbano (9,83), mas atribuíram uma nota menor para consumo rodoviário (8,83).
Entre os proprietários do compacto que responderam a esta pesquisa, o Dolphin conquistou o primeiro lugar do mercado, 1,19 à frente do segundo colocado, o VW Polo.
Pós-vendas
1º MITSUBISHI (100,74)
Os donos de modelos Mitsubishi não só compareceram às urnas como elegeram o atendimento pós-vendas da marca o melhor do mercado. Examinando as notas atribuídas pelos motoristas, constata-se que o que mais agrada os proprietários são os aspectos ligados às interações com a rede de concessionárias autorizadas. A Mitsubishi recebeu 9,29 em pontualidade, 9,23 em transparência no relacionamento e 9,06 em qualidade no atendimento. Mas a qualidade nos trabalhos executados também levou boa nota: 9,26. Essa pontuação, aliás, foi a maior entre as de todas as marcas avaliadas nesse quesito. Cliente satisfeito não reclama nem do preço: a nota da Mitsubishi em preços dos serviços (7,97) ficou acima da média das concorrentes, que foi de 7,64. No atributo custo/benefício, a marca levou a sua menor nota (8,13). Mas, ainda assim, acima da média geral (8,08). Em razão do maior número de proprietários que respondeu à pesquisa Os Eleitos, o número de marcas analisadas este ano chegou a 15, contra 11, em 2023, e 9, em 2022. Diante disso, a eleição ficou mais apertada, o que valoriza a conquista da Mitsubishi.
–
2º RAM 100,42
Outra estreia neste ranking, aparece bem na segunda colocação. Em sua pontuação em pós-vendas, nesta edição de Os Eleitos, todas as notas ficaram ao redor de 8. A única abaixo foi 7,88, em preço dos serviços (mão de obra). E a mais alta, 8,91, em qualidade no atendimento. |
3º HYUNDAI 100,27
A Hyundai é uma frequentadora assídua desta pesquisa. Ficou com o 8º lugar, em 2022, e em 7º, em 2023. Desta vez, conquistou o terceiro posto, com notas como 8,90, em pontualidade e qualidade de atendimento; 8,72, em prazo na realização dos serviços. |
4º GWM 100,22
A GWM entrou neste Os Eleitos apenas com sua marca Haval, uma vez que o modelo da Ora, o Ora 3, não se tornou elegível. Ela se destacou com boas médias nos diferentes atributos como 8,93, em transparência no relacionamento; e 8,91, em qualidade nos trabalhos executados. |
4º JEEP 100,22
Este quarto lugar é a melhor posição alcançada nas edições mais recentes pela Jeep, que ficou em 5º, em 2022, em 9º, em 2023. Desta vez, os clientes elogiaram atributos como sua pontualidade (8,81), o prazo para realização dos serviços (8,49) |
5º HONDA 100,18
Habituada a estar entre os três primeiros lugares, a Honda caiu para o quinto este ano – embora neste pelotão intermediário as diferenças entre as médias finais sejam muito pequenas. Suas notas oscilaram entre 9,33, em pontualidade; e 7,50, em preços dos serviços (mão de obra). (6,89). |
6º FORD 100,11
A Ford é outra que perdeu posições, mas permaneceu no segundo bloco do ranking, que ganhou quatro marcas este ano. A bicampeã entre as picapes médias conseguiu a maior nota da pesquisa em disponibilidade de peças (8,98) e fez boa figura em custo/benefício (8,46). |
7º CHEVROLET 100,10
Em um cenário onde a maior participação de competidores derrubou o posicionamento |
8º FIAT 100,09
Assim como outras marcas do grupo Stellantis, a Fiat também oscila na satisfação dos clientes em relação ao pós-vendas. Ela foi a 4ª colocada em 2022, e 10ª, em 2023. Este ano, conseguiu ser a primeira do terceiro bloco do ranking, onde a disputa por uma posição foi bem apertada. |
8º NISSAN 100,09
Vencedora da pesquisa no ano passado, a Nissan obteve a mesma pontuação da Fiat este ano, com notas muito próximas às da rival nos diferentes atributos. A japonesa conseguiu 9,22 em qualidade no atendimento, 9,13 em pontualidade e 8,90 em transparência no relacionamento. |
9º TOYOTA 100,08
Tradicional vencedora, a Toyota perdeu o primeiro lugar para Nissan em 2023 e agora ficou atrás não só |
10º VW 100,07
Colada à Toyota, a VW apresentou |
11º BYD 100,06
Mesmo ficando próxima de sua rival de estimação, a Toyota, em pós- -vendas a BYD foi a pior colocada entre as estreantes na pesquisa. A chinesa chegou a esse resultado com notas 8,90 em pontualidade, 8,72 em qualidade nos trabalhos executados |
12º CAOA CHERY 100,04
Fora da pesquisa em 2022 e 6º lugar em 2023, desta vez a Caoa terminou com notas 8,72 em qualidade nos trabalhos executados e 8,40, em prazos para a realização dos serviços. Perdeu pontos em disponibilidade |
13º RENAULT 100,00
Apesar de veterana, a Renault não vinha conseguindo número de respostas suficientes para ser avaliada, nas últimas edições. Este ano, com a maior participação dos leitores, ela apareceu com notas 8,52, em custo/benefício; e 8,00, em preços dos serviços (mão de obra). |
Atributos pesquisados
Disponibilidade de peças Prazos para realização dos serviços Preços dos serviços (mão de obra) Qualidade no atendimento Pontualidade Transparência no relacionamento Custo/benefício Qualidade nos trabalhos |
RANKING GERAL
BYD DOLPHIN 101,84 JEEP RENEGADE 101,29 RAM RAMPAGE 101,14 FIAT PULSE 100,8 8 GWM HAVAL H6 100,88 FIAT FASTBACK 100,87 JEEP COMPASS 100,82 CAOA CHERY TIGGO 5 100,81 CAOA CHERY TIGGO 7 100,80 HONDA HR-V 100,78 JEEP COMMANDER 100,78 CAOA CHERY TIGGO 8 100,72 VW NIVUS 100,68 FIAT TORO 100,67 VW T-CROSS 100,67 VW VIRTUS 100,65 VW POLO 100,65 FORD RANGER 100,63 NISSAN VERSA 100,63 HYUNDAI CRETA 100,62 TOYOTA COROLLA CROSS 100,61 HYUNDAI HB20 100,55 MITSUBISHI L200 100,51 CHEVROLET TRACKER 100,48 HONDA CITY 100,44 NISSAN KICKS 100,35 TOYOTA COROLLA 100,34 |
GALERIA DOS CAMPEÕES
2001 Renault Scénic 2002 Renault Clio Sedan 2003 Renault Clio hatch 2004 Honda Fit 2005 Honda Fit 2006 Honda Fit 2007 Honda Fit 2008 Honda Civic 2009 Toyota Corolla 2010 Honda Civic 2011 Hyundai i30 2012 Fiat 500 2013 Chevrolet Cruze Sport 6 e Honda Civic 2014 Ford Fiesta e VW Golf 2015 Toyota Etios Sedan 2016 VW Golf 2017 Honda Civic 2018 VW Virtus 2019 Honda Civic 2020 Ford Ranger 2021 Honda Civic 2022 Honda Civic 2023 Toyota Corolla Cross 2024 BYD Dolphin |
[Audiophonic]
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[RS]Fiz caixa trio com grave eros 4.5 de 18 polegadas
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[Taramps]Se você está em busca de uma Caixa Bob de respeito... #taramps #somautomotivo
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Se voce esta em busca de uma Caixa Bob de respeito esse video e pra voce
Tenho certeza de que voce vai se impressionar nao so pelo design mas tambem pela qualidade sonora dessa belezura.
Assista ao video e confira todos os produtos que foram usados na montagem. E se quiser saber mais e so comentar Parte 2
https://www.taramps.com.br/pt/
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[4r]Este carro com motor de moto custa menos de R$ 20.000 e faz 35 km/l
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A fabricante indiana Bajaj vende apenas motos no Brasil, onde fez sua estreia no final de 2022. Na Índia, porém, também vende um carro. Ou quase isso. O Bajaj Qute usa motor de moto e, na prática, é considerado um quadriciclo – o primeiro fabricado na Índia capaz de cumprir as exigências de segurança para quadriciclos na Europa.
Com tantos microcarros elétricos à venda na China, só não dá para cravar que o Bajaj Qute é o carro mais barato do mundo.
O Qute foi apresentado em 2013 mas sua produção só começou em 2017 para exportação e só em 2019 começou a ser vendido na Índia. Seu lançamento dependia do governo indiano liberar seu registro como um quadriciclo.
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O objetivo do Qute seria ajudar a Índia a se livrar dos clássicos ‘rickshaws’, microtaxis que podem ser triciclos motorizados ou mesmo terem tração humana, comuns nas populosas cidades do país asiático. Seu desenvolvimento foi apoiado pela Renault e pela Nissan.
A própria Bajaj fabrica rickshaws até hoje, mas a proposta do Qute é oferecer alguma proteção aos passageiros, pois há portas no veículo. Também há um pequeno porta-malas dianteiro que pode suportar até 20 kg e um interno com 191 litros de capacidade.

Na Índia, o Bajaj Qute custa o equivalente a 2.900 dólares, ou cerca de R$ 19.000. É pouco mais caro que um rickshaws da marca, pois custam a partir de 2.800 dólares (R$ 17.300).
O Bajaj Qute pesa cerca de 400 quilos e mede 2.75 metros de comprimento, 1.31 de largura e 1.65 de altura. O baixo peso tem a ver, também com a sua estrutura: um chassi tubular revestido por uma carenagem plástica.
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Por isso, seu motor também é muito pequeno: um monocilíndrico de 217 cm³ a gasolina com 20 cv e câmbio automatizado de 5 velocidades, tudo instalado na traseira do carro. A velocidade máxima é de 70 km/h, mas o consumo declarado é de 35 km/l.
O mesmo motor também é oferecido em versões a GLP (gás liquefeito de petróleo) e GNC (gás natural comprimido), mas a potência acaba reduzida a 14 cv.

Mas não dá para dizer que o Bajaj Qute faz sucesso na Índia. Ao longo dos últimos 5 anos, apenas cerca de 3.600 unidades foram emplacadas na Índia. Ao mesmo tempo, as exportações superaram as 31.500 unidades, sendo a Turquia, Gana, Egito, Guatemala e México os seus principais destinos.

[4r]Audi Q8 se renova e continua um híbrido leve rápido, mesmo que não pareça

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Primeiro SUV cupê da Audi, feito como uma resposta ao BMW X6, o Q8 chegou ao Brasil em 2019 assumindo o topo entre os SUVs convencionais da marca, excluindo os esportivos da linha RS e os elétricos da linha e-tron. Agora, o modelo estreia sua primeira reestilização, que o mantém no cargo mais alto, mas redefine suas tarefas.
É que o Audi Q8 passa a ser vendido em versão única, a Performance Black, que lhe dá um caráter mais esportivo e deixa para o irmão Q7 a missão de ser um SUV de aparência mais refinada. Assim, a linha 2025 do Q8 parte dos R$ 774.990 – mas que pode beirar os R$ 850.000 quando equipado com todos os opcionais disponíveis.

O Q8 2025 concentra a maioria de suas novidades na aparência, que tem mudanças discretas – e que ficam ainda mais em unidades de cores escuras, como a cedida para testes. Na dianteira, a nova grade está mais estreita na altura, passa a ter as bordas (que se ligam aos faróis) sempre em preto e ganha trama em formato de gomos, sustentando o novo logotipo da Audi, que adota aspecto 2D.
O para-choque tem aberturas maiores e as das extremidades ficam mais próximas aos faróis. Por falar neles, os faróis são full-led matriciais com quatro opções de assinatura luminosa. Basta selecionar na central multimídia qual o desenho favorito, que é sempre atrelado ao desenho que aparecerá nas lanternas, na traseira, que têm tecnologia OLED para a personalização. Ainda nos faróis, há opção de laser para iluminação complementar por nada menos que R$ 26.000.

Atrás, além das lanternas que têm o layout renovado, também há um novo para-choque com saída dupla verdadeira de escape – o modelo anterior tinha ponteiras falsas. Nas laterais, quem rouba a cena são as grandes e belas rodas de 23 polegadas, com acabamento diamantado e calçadas por pneus esportivos 285/35.
Os detalhes externos do novo Q8 são todos pretos, dos frisos nas janelas ao nome do modelo na traseira. O mesmo para a já citada grade e para os apliques dos para-choques dianteiro e traseiro, e os retrovisores. No caso deste último, há opção de capa de carbono, desde que se pague R$ 8.000 extras. O visual escurecido faz parte da nova proposta do SUV.

Se por fora o Q8 mudou pouco, por dentro ele muda menos ainda. O painel mantém o layout do modelo anterior, dominado por traços retos e horizontais, bem ao gosto alemão. Entre as novidades há uma revisão nos materiais e em detalhes utilizados, já que o modelo tem sempre o kit visual S line, mais esportivo.
O teto e as colunas são em preto, enquanto os bancos, que são os mesmos do esportivo RS Q8, podem ter revestimento de couro preto ou cinza. O painel traz material emborrachado na porção superior e plásticos rígidos mais abaixo, como a faixa central em preto brilhante e a prateada, com traços que formam uma interessante textura. O preto brilhante também aparece no console central, que, por sua vez, fica devendo porta-objetos mais significativos, além dos dois porta-copos e da área para carga de celulares por indução, que fica abaixo do apoio central de braço. Nada mais.

São três telas no painel. A do quadro de instrumentos tem 12,3”, com bom nível de personalização e imagem de alta qualidade. Ela passou por mudanças no layout e agora pode mostrar o tráfego no entorno do veículo. A central multimídia, com boa usabilidade, tem 10”, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, comandos por voz e aprimoramentos no navegador nativo, como exibição 3D de cidades e monumentos, e até dez destinos intermediários.

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Abaixo da multimídia está a terceira tela, dedicada a comandos como ligar e desligar o start-stop, o head-up display e o assistente de faixa. Sua principal função, porém, é o manuseio do ar-condicionado, que tem quatro zonas (duas dianteiras e duas traseiras). Assim como a tela da multimídia, a do ar-condicionado pode ter um retorno tátil ao ser tocada, como uma espécie de vibração. É interessante, mas exige um pouco mais de pressão na tela para acionar os comandos. É possível desativar a função, se o motorista preferir.
Ainda entre os equipamentos, o Audi Q8 tem bancos dianteiros com ajustes elétricos (e memória só para o do motorista), iluminação ambiente com 30 opções de cores, teto solar elétrico panorâmico, sistema de estacionamento semiautônomo, câmeras 360o e sistema de som Bang & Olufsen 3D com 17 alto-falantes e 730 Watts.
Há também piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência, assistente de troca de faixa, monitoramento de pontos cegos, alerta de tráfego cruzado traseiro com frenagem automática, faróis com facho alto adaptativo e um sistema que detecta quando algum obstáculo se aproxima do veículo ao tentar abrir uma das portas. Há um alerta e bloqueio de abertura. O pacote pode crescer com o head-up display, por R$ 16.000, e o sistema Night Vision, com câmera noturna que detecta pessoas e animais grandes. Neste caso, mais R$ 24.000. Ficam faltando ventilação, aquecimento e massagem, ao menos nos bancos dianteiros.
Como um SUV grande deve ser, o Q8 tem espaço de sobra no interior – desde que para quatro pessoas. O túnel central traseiro é bastante alto e o console com os comandos e as saídas do ar-condicionado invadem o que deveria ser a área das pernas, mesmo que o assento do meio seja mais recuado. Para quem for nos bancos laterais, o espaço é bom. Quem também viaja com folga são as bagagens: o porta-malas tem 605 litros.
O Audi Q8 não muda na mecânica e segue como um híbrido leve, ou seja, combina o motor a combustão a um sistema elétrico de 48 V. Na prática, é um gerador de partida com correia alimentado por uma bateria que substitui o alternador e ajuda o modelo a consumir menos combustível e emitir menos gases. No dia a dia, o sistema auxilia na partida do motor e entrega o modo roda livre entre 55 e 160 km/h – situação em que, a velocidades lineares e sem demanda de desempenho, o veículo roda em neutro, ou a famosa banguela, com o sistema elétrico monitorando a rodagem. Mas sem tracionar o veículo.
Quem movimenta o carro é, exclusivamente, o motor V6 3.0 turbo a gasolina de 340 cv de potência e 51 kgfm de torque, acompanhado por um câmbio automático de oito marchas e pela tração integral quattro. Com esse conjunto e o sistema MHEV (híbrido leve), o SUV foi de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos em nossos testes. As boas médias de consumo para a categoria foram de 7,1 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada.
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
Os números mostram que o Q8 é um carro rápido, mas no dia a dia, especialmente em situações urbanas, é possível sentir que se trata de um carro de praticamente 5 metros de comprimento e 2,3 toneladas. O motor se esforça e há um delay grande para retomadas ou saídas com o acelerador totalmente pressionado (kick down), o que pode tomar um tempo precioso para ultrapassagens. Mas, passado o tempo de resposta, ele dá conta do recado e mostra que é capaz.
Quem ajuda (e muito) é o eixo traseiro, com esterço de até 5o para auxiliar em manobras em locais mais apertados. Em ruas e estradas o Q8 tem condução prazerosa graças à direção leve e direta. A suspensão pode assumir diversas personalidades, já que é a ar. Ela tem diferentes níveis de altura (pode subir até 5 cm e baixar até 4 cm) e rigidez, a depender do modo de condução escolhido (Off-Road, Comfort, Dynamic, Efficiency, Auto e Individual). No Comfort, a suspensão é mais macia e agradável no urbano. No Dynamic, ela passa a copiar o solo e, até passar por lombadas, passa a ser uma dura (literalmente) tarefa. Mas dá um tempero esportivo extra.
O Audi Q8 mudou pouco e manteve sua essência de SUV topo de linha. Tem bom desempenho, acabamento de primeira e bom pacote de tecnologia, embora não seja mais um conceito revolucionário.
Veredicto Quatro Rodas
O Audi Q8 ainda ocupa muito bem seu posto, mas poderia ter mudado mais. Só não o fez porque caminha para o fim: sua próxima geração será 100% elétrica.
Ficha Técnica – Audi Q8
Motor: gas., diant., long., V6, 2.995 cm³, 340 cv a 5.000 rpm, 51 kgfm a 1.370 rpm; sistema elétrico 48 V, com bateria de 12 V Câmbio: 8 marchas, tração integral
Direção: elétrica
Suspensão: five-link nos dois eixos
Freios: disco nas quatro rodas
Pneus: 285/35 R23
Dimensões: compr., 499,2 cm; larg., 219 cm; alt., 169,7 cm; entre-eixos, 299,8 cm; peso, 2.340 kg; porta-malas, 605 litros; tanque de combustível, 85 litros
Teste Quatro Rodas – Audi Q8
Aceleração | |
0 a 100 km/h | 6,1 s |
0 a 1.000 m | 26,1 s / 200,9 km/h |
Velocidade máxima | 210 km/h* |
Retomadas | |
D 40 a 80 km/h | 2,8 s |
D 60 a 100 km/h | 3,6 s |
D 80 a 120 km/h | 4,2 s |
Frenagens | |
60/80/120 km/h a 0 | 13,2/23,3/52,9 m |
Consumo | |
Urbano | 7,1 km/h |
Rodoviário | 10,5 km/h |
Ruído interno | |
Neutro/RPM máx. | 37,1/59,5 dBA |
80/120 km/h | 55,7/60,8 dBA |
Aferição | |
Velocidade real a 100 km/h | 98 km/h |
Rotação do motor a 100 km/h | 1.500 rpm |
Volante | 2 voltas |
SEU Bolso | |
Preço básico | R$774.990 |
Garantia | 3 anos |
Condições de teste: alt. 660 m; temp., 31 °C; umid. relat., 58%; press., 758 mmHg. Realizado no ZF Campo de Provas
[4r]Citroën poderá ter C4 com base de C3 para reduzir custos ‘desnecessários’


Embora a Stellantis esteja criando novas plataformas para diferentes segmentos, a Citroën diz que talvez não siga os direcionamentos tão à risca assim. É que, segundo a marca, alguns de seus carros médios também poderão ser feitos a partir de plataformas dedicadas a carros menores, por questões de custos.
A declaração foi dada pelo CEO da Citroën, Thierry Koskas, e reproduzida pela Autocar. Segundo o executivo, a marca poderá ter carros do segmento C (ou seja, modelos médios, como o C4) feitos sobre a plataforma Smart Car, direcionada a modelos do segmento B (ou seja, modelos compactos, como o C3). Assim, é possível que, em alguns anos, possamos ver um C4 utilizando a mesma base de um C3.

Ele justifica dizendo que mesmo clientes de carros médios querem economizar, dando o exemplo de grandes famílias, que podem procurar por espaço, mas “a um preço razoável”. As economias seriam feitas pelos recursos oferecidos pelos modelos. Koskas diz que o uso excessivo de tecnologia pode ser desnecessário e que, em alguns casos, como o da família citada, a não existência de alguns itens podem baratear os modelos.
Sobre o atual C3 europeu, executivo diz que o modelo foi feito com este pensamento. “Quando você olha para o que as pessoas esperam desse segmento, não precisa estar cheio de tecnologia”, disse. Considere, porém, que o modelo já tem um alto nível de equipamentos quando comparado ao C3 brasileiro.

“O custo dos carros está aumentando, mas a quantidade de dinheiro que as pessoas podem gastar, não”, disse Koskas. “É ainda pior nos elétricos, porque você impõe às pessoas que comprem carros que são mais caros”, acrescentou. Por isso, ele defende a abordagem simplificada de modelos – sem que a qualidade e a segurança dos mesmos sejam afetadas.
[4r]Toyota Yaris está saindo de linha, mas produção nacional continuará por anos


O Toyota Yaris Sedã já está fora de linha, sua produção na fábrica de Sorocaba (SP) já foi encerrada. A novidade é que o Toyota Yaris hatch seguirá em produção por mais alguns anos, mas esses carros serão destinados apenas para mercados de exportação. Os últimos Toyota Yaris que ficarão no Brasil serão produzidos em 31 de dezembro, revelou o site Autos Segredos.
O que a Toyota está fazendo é repetir a estratégia que usou com o Etios, que saiu de linha no Brasil em abril de 2021 mas seguiu em produção na fábrica de Sorocaba até o segundo semestre de 2023. Então não se trata de liberar espaço para a produção do Yaris Cross, que será lançado em julho, mas de não adequar o Yaris às normas do Proconve L8, que entram em vigor em 1° de janeiro.
O Toyota Yaris ainda é um dos carros mais vendidos na Argentina, onde a Toyota é líder de vendas.
Enquanto isso, a Toyota tenta formar estoque estoque do Yaris para garantir alguns meses de vendas aos seus concessionários enquanto o SUV compacto não é lançado. Carros que não cumprem as normas do Proconve L8 precisam ser faturados do fabricante para os concessionários até 31 de março de 2025.
Foco no Corolla e no Yaris Cross
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A fábrica da Toyota em Sorocaba está passando por uma expansão para tornar-se a única de produção de automóveis da marca no Brasil. A fábrica de Indaiatuba (SP) será fechada até 2027 e a produção do Corolla sedã, feita ali, será transferida para Sorocaba, que está responsável pelo Corolla Cross (com mesma plataforma e mecânica) desde o seu lançamento, em 2021.
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A capacidade produtiva de Sorocaba será mais que duplicada, também para dar conta do Yaris Cross e da futura picape híbrida monobloco que será fabricada ali, também baseada na plataforma do Corolla. Seu lançamento foi confirmado para 2027.
A Toyota tem um investimento de R$ 11 bilhões em curso no Brasil, sendo que R$ 6 bilhões serão utilizados entre 2026 e 2030.
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[4r]Como garantir conforto e segurança em viagens de carro com crianças a bordo
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
Cair na estrada nas férias costuma ser associado a um clima de liberdade e descontração. Mas, quando se viaja com filhos, é preciso considerar que ficar parado dentro de um carro, geralmente, não é o programa preferido das crianças.
Por isso, quando eu e meu marido decidimos sair de São Paulo para percorrer o litoral do Sudeste e Nordeste, em nosso Renault Logan 1.6 2017, não tínhamos a menor ideia de como nossa filha, então com 1 ano e 9 meses, reagiria.

Fizemos reservas semanais de casas nos três primeiros destinos: Niterói (RJ), Búzios (RJ) e Meaípe (ES). Se tudo desse errado, retornaríamos depois disso, mas nosso plano era chegar até os Lençóis Maranhenses (MA).
O porta-malas era amplo, com capacidade para 510 litros, mas ali não havia espaço sobrando. Uma bolsa de viagem para cada um; itens essenciais para o conforto da bebê, como berço portátil, cadeirinha de alimentação e banheira; e, por fim, uma sacola bem minimalista com objetos de apego (naninhas), livros e brinquedos preferidos.
Logo de início, percebemos que viagem com criança exige planejamento. Não só para as questões burocráticas, como fazer uma revisão no veículo ou decidir os melhores destinos e rotas, mas para garantir um tempo de qualidade em família também dentro do carro.

Explicar para os pequenos passageiros, de forma resumida, cada etapa do percurso é algo que ajuda a controlar a inquietação e a ansiedade. Quanto mais novos eles são, menos noção temporal eles têm. Por isso, com nossa filha, usamos frases diretas e referências cotidianas para contar o que estava por vir (por exemplo, “chegaremos à nossa nova casinha depois do almoço”).
Se a criança sente sono durante o dia, é interessante ajustar o horário de início da viagem para coincidir com a soneca. Para essa estratégia ter mais chances de sucesso, antes de entrar no carro, sempre reservamos um tempo para dar a ela muita atenção e carinho, além de incentivar brincadeiras ativas, de preferência ao ar livre. Uma criança feliz e um pouquinho cansada tende a querer dormir com o balanço do carro.

As sonecas na cadeirinha ajudaram muito quando, já convencidos de que seguir com nossa aventura era algo possível, começamos a subir pelo extenso litoral da Bahia. Para chegar a cidades como Trancoso, Itacaré e Itacimirim, dirigimos de seis a sete horas por trecho. Os tempos das viagens sempre eram alongados pelas necessárias trocas de fralda. Assim, havia muito tempo livre dentro do carro e pouco tempo livre fora dele, já que mais paradas atrasava ainda mais a chegada até o destino.

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Nesses pit stops estratégicos, uma bolsa térmica bem abastecida sempre ajudava. Dentro dela, tínhamos à mão receitas saudáveis e nutritivas já provadas e aprovadas pela criança (melhor deixar as experimentações para outra ocasião), além de água e frutas em pedaços. O objetivo era que esses lanchinhos, oferecidos com atenção redobrada para evitar engasgos, pudessem até mesmo substituir uma refeição principal, se fosse preciso.

Evite as telas
Quando era possível um pequeno desvio de rota e uma parada para almoço mais tranquila, os restaurantes dentro de pousadas tornaram-se nossas escolhas preferidas. Isso porque, além das refeições de boa qualidade, esses estabelecimentos costumam oferecer comodidades como estacionamento interno e estrutura de banheiros, além de atrativos como áreas arborizadas, espaços para caminhar e até parquinhos infantis.
De volta ao carro, na hora de divertir a criança, não caia na armadilha de oferecer telas logo de início. Pode ser tentador deixá-la assistir a desenhos estimulantes em um tablet ou celular, mas, depois disso, dificilmente ela vai se entreter com gotas de chuva escorrendo pelo vidro da janela ou outras sutilezas que podem fazer da viagem um momento especial e de conexão entre os familiares.

Para tanto, não devemos subestimar a capacidade que as crianças têm, naturalmente, de se encantar com coisas simples. Vale contar curiosidades sobre o que estão vendo pelo caminho, chamar a atenção para animais, paisagens ou veículos, e incentivá-las a expressar como estão vendo, literalmente, aquele percurso. Desde a barraca que vendia umbu e pitomba na beira da estrada, em Pernambuco, até as hélices de energia eólica vistas ao longe, no Rio Grande do Norte, tudo virava assunto dentro do nosso carro.
Uma playlist musical criada especialmente para a viagem também é um incentivo a manter os ouvidos atentos e os olhos livres para observar o entorno. Mas, na hora de fazer a seleção, pense sempre em mesclar canções que possam agradar a todos, sejam elas infantis ou não. Lembre-se: vai ouvir aquilo muitas e muitas vezes.

Respeitando o ritmo dos pequenos é possível passar longos períodos na estrada apenas com perrengues pontuais (que depois serão lembrados com humor). Para isso, o mais importante é alinhar as nossas expectativas às demandas de cada criança, que mudam constantemente. Assim, evitam-se frustrações de todas as partes.

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Aquela família que estava em dúvida se conseguiria passar do Espírito Santo percorreu todos os estados do Nordeste e chegou, enfim, ao Maranhão. A bebê completou 2 anos assistindo a uma apresentação de bumba meu boi em São Luís. Deu tão certo que desistimos de uma ideia inicial, de retornar a São Paulo de avião e despachar o veículo em um caminhão-cegonha.
Seguimos de volta pelo Norte e Centro-Oeste do Brasil, passando por pontos como Palmas (TO), Chapada dos Veadeiros (GO) e Brasília (DF), em um total de quatro meses de viagem. Foi preciso até fazer uma revisão no carro, no meio do caminho, pois ultrapassamos os 10 .000 km rodados.

Manual de garantia
Como garantir conforto e segurança nos trajetos de carro com os pequenos a bordo
CADEIRINHA – Para incentivar sonecas, escolha uma cadeirinha de segurança homologada que possua ao menos um nível de inclinação, o que minimiza as chances de o pescoço tombar para a frente e a criança despertar com frequência. Outro complemento é investir em almofadas próprias que dão apoio à cervical, sempre observando as recomendações de uso, para evitar risco de asfixia.
ROTAS – Redobre as preocupações com segurança e, antes de sair de casa, cheque a situação das estradas pelo site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (dnit.gov.br). Baixe também um mapa offline do trajeto, para não se preocupar com eventuais oscilações no sinal do celular, e compartilhe sua localização em tempo real com alguém de confiança, que possa acionar ajuda em caso de emergências.

HORÁRIOS – Sempre que possível, escolha viajar de dia, ainda que seja preciso sair bem cedo do ponto de origem. O tempo de sono a mais pode não compensar a possibilidade de imprevistos com uma criança à noite na estrada. Também é mais fácil conseguir atendimento médico durante o dia, em qualquer lugar. Aproveite para verificar, antes, a quais unidades de pronto-atendimento você poderia levar a criança, em caso de mal-estar.
RESPIRO – Faça das paradas um momento lúdico, mesmo nos postos de gasolina mais simples. Em áreas ao ar livre para correr e brincar, melhor ainda. Mas previna-se: deixe dentro da cabine do carro, além de lanchinhos, ao menos uma troca de roupa e uma garrafa cheia de água filtrada para higienizar a criança, caso precise e não encontre pontos de apoio mais estruturados.
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