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Vale A Pena Gastar Em Qualidade Para Escutar Mp3?

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Postado em

Acho que preciso de terapia... ultimamente tenho pensado: Vale a pena investir pra ouvir CDA com aquela amostragem nojenta, jitter e a grande e inescrupulosa parede de tijolos (brickwall)??? Ou será que vale apena entrar para o clã dos amigos transcendentais do harry potter que ouvem meia dúzia de títulos em SACD ou DVD-A??? Ou ainda quem sabe eu monto um capacitor de fluxo num delorean e volto a ouvir vinil???

 

Não sei, acho que enquanto a solução não aparece o jeito é elevar o nível de ignorancia e ouvir mp3 e CDA nos amps push-pull classe AB como se nada tivesse acontecido com a qualidade. No máximo coloca um tweeter lentinho de domo pra irritar menos e curte o ronco do motor girando alto - esse sim tem um timbre empolgante.

 

Via de regra, o importante é se divertir ouvindo música! Mas por favor: sem ficar surdo e sem deixar os outros surdos - kkkkkkkk

Postado em

Acho que não tem nada ver mp3 com som hi-fi, é a mesma coisa que comprar uma smith & wesson 375 e querer usar bala de 38..... usando a midia mp3 é limitada a qualidade, sendo assim gastaria muito pouco no set pois seria sub utilização do sistema... talvez baixar mp3 menos compactado ajudaria... até um cd original hoje se não for de boa gravadora é comprometido em fidelidade... então..........

Postado em

A questão central é que muito sistema conceituado não tem na fonte, seja CDA ou mesmo MP3 o seu gargalo... o gargalo está dentro do próprio sistema. Logo, MP3, CDA, DVD-A e etc no máaaaximo vão trazer pouca ou até quase nenhuma diferença no final da cadeia reprodutiva (não-sexual, claro).

Postado em

Respeito mto o Klebao pq apesar de postar pra kraleo, os posts dele sao sempre objetivos !!! Acho q ele entendeu o q eu queria dizer. Poderia complementar respondendo com algumas curiosidades q eu tenho?

 

1) É possível um caboclo diferenciar um MP3 256kbps de um CD normal usando kit, amp, player e cabos fodásticos (leia-se caro bagarai) com o motor do carro ligado, tw no local original e mid na porta?

 

2) [Essa eh um pouco retorica]: Pq o mercado de players audiófilos não vai pra frente??? Explicações d q o mercado eh mto restrito e blablabla, eu dispenso...

 

3) Tem algum tweeter automotivo caríssimo q chegue perto de um residencial q custa a metade??

 

4) Faz sentido gastar horrores com um mid-bass q vai ficar na porta e fará parte d um 3 vias??

 

Por fim:

 

Quem aqui tem um som bacana em casa e no carro pra poder citar o resultado q tem com cada um deles e qto foi gasto na brincadeira?

Postado em
Qual player?

 

Depende da interface que vc usa.

 

o player eh um kw-avx810

pelo que andei lendo, acho que ele n consegue ler nem mesmo apple lossless :/

Postado em

Bom, em relação a pergunta sobre os CD players de qualidade.

 

Não acho que seja um mercado que não vai pra frente. É apenas um mercado "pequeno/restrito.

 

Um exemplo como o mercado ainda está ativo, é o fato da Pioneer por exemplo manter a linha ODR. Eles continuam melhorando a linha. Em breve devem lançar uma nova versão da linha ODR.

 

Inclusive há pouco mais de um mês atrás lançaram no Japão e na Europa uma versão parecida com o Pioneer P9, só que tudo incluso em 1DIN, o player e o processador. Dizem que tem uma qualidade muito bacana, e o design é sensacional.

 

A Clarion, por outro lado, parou a fabricação do DRZ, assim como a Alpine parou com a linha F#1.

 

Com o tempo, os carros estão vindo cada vez mais com players originais mais sofisticados, e integrados com o restante do design do interior. É por causa disso, que alguns processadores estão ganhando um belo mercado, como é o caso do Audison BitOne.

 

Além disso um produto da JVC deve ser lançado ainda esse ano, que promete revolucionar o mercado de processadores para serem usados com players originais, sem comprometer a qualidade final do sistema como um todo.

Postado em
1) É possível um caboclo diferenciar um MP3 256kbps de um CD normal usando kit, amp, player e cabos fodásticos (leia-se caro bagarai) com o motor do carro ligado, tw no local original e mid na porta?

 

Depende. Se a pessoa sai escolhendo tudo igual roupa no shopping, bem capaz de não diferenciar... Se a pessoa soube realmente gastar bem, comprar equipamentos que casem entre si, investiu tempo e dinheiro pra deixar tudo redondinho, percebe com facilidade.

 

2) [Essa eh um pouco retorica]: Pq o mercado de players audiófilos não vai pra frente??? Explicações d q o mercado eh mto restrito e blablabla, eu dispenso...

 

Players caros, muito caros, pra ficar totalmente vulneráveis a roubo... ou seja, realmente o mercado é restrito a quem tem coragem e vontade. A maioria só quer algo que toque e que, se roubado, não represente um prejuízo tão grande.

 

Além disto, com o desenvolvimento de players OEM totalmente integrados ao painel, com sistemas de navegação, jukebox, controle pelo volante e tudo mais, fica cada vez mais difícil encontrar quem deseje trocar todo este conforto e segurança.

 

3) Tem algum tweeter automotivo caríssimo q chegue perto de um residencial q custa a metade??

 

Tem... talvez uns 2 ou 3 modelos. Mas o problema dos automotivos é o compromisso com o tamanho reduzido e a resistência aos raios solares, altas temperaturas e abusos de volume.

 

4) Faz sentido gastar horrores com um mid-bass q vai ficar na porta e fará parte d um 3 vias??

 

Depende do objetivo... mas pra tocar entre 60 - 300Hz nem é preciso tanta coisa assim... um falante que desça BEM com bom SPL custa caro, mas não tão caro quanto um que precise subir muito.

Postado em
Além disso um produto da JVC deve ser lançado ainda esse ano, que promete revolucionar o mercado de processadores para serem usados com players originais, sem comprometer a qualidade final do sistema como um todo.

 

O BitOne tá precisando de concorrentes mesmo hein!

Agora usar player original sem comprometer a qualidade é utopia demais. Eu acredito em players originais, mas com modificações...

Postado em

Usando iPod vc não teria problema com arquivos Aple Lossless.

 

Na verdade, o tópico iniciou-se com uma discussão sobre MP3 e, francamente, MP3 é bem ultrapassado, em termos de formato.

 

A questão que deveria se fazer: "é possível ter qualidade fora dos CDs?"

 

Eu sei que é uma bela de uma simplificação, mas o CD é um mero armazenador de informação digital (ou estou enganado??). Transpondo o conteúdo de um CD para outro meio de armazenamento, sem perdas, com um sistema de leitura de dados tão eficaz ou mais que os leitores de discos, QUAL O PROBLEMA DE SE MONTAR UM HI-FI SEM CDs???

 

Estava pensando com meus botões: virei escravo do iPod (ou qualquer outro meio de armazenamento em massa de mídias). Não consigo mais conceber um sistema sem "Ah, quero ouvir aquela do Eric Clapton!!", para ouvir 2 minutos do CD e dizer: "nah, quero ouvir o Silverchair ao vivo!" - ouço 2 músicas e: "putz, aquela do Metallica de pedal duplo!!", para: "putz, agora uma música nigga, para tocar bem o sub".

 

Esse negócio de pega CD, troca CD, outro CD, procura CD não rola no dia a dia!!! Ainda mais dirigindo!!! É um SACO!!!!

 

O iPod assassinou as disqueteiras!!

Postado em
Usando iPod vc não teria problema com arquivos Aple Lossless.

 

Na verdade, o tópico iniciou-se com uma discussão sobre MP3 e, francamente, MP3 é bem ultrapassado, em termos de formato.

 

A questão que deveria se fazer: "é possível ter qualidade fora dos CDs?"

 

Eu sei que é uma bela de uma simplificação, mas o CD é um mero armazenador de informação digital (ou estou enganado??). Transpondo o conteúdo de um CD para outro meio de armazenamento, sem perdas, com um sistema de leitura de dados tão eficaz ou mais que os leitores de discos, QUAL O PROBLEMA DE SE MONTAR UM HI-FI SEM CDs???

 

Estava pensando com meus botões: virei escravo do iPod (ou qualquer outro meio de armazenamento em massa de mídias). Não consigo mais conceber um sistema sem "Ah, quero ouvir aquela do Eric Clapton!!", para ouvir 2 minutos do CD e dizer: "nah, quero ouvir o Silverchair ao vivo!" - ouço 2 músicas e: "putz, aquela do Metallica de pedal duplo!!", para: "putz, agora uma música nigga, para tocar bem o sub".

 

Esse negócio de pega CD, troca CD, outro CD, procura CD não rola no dia a dia!!! Ainda mais dirigindo!!! É um SACO!!!!

 

O iPod assassinou as disqueteiras!!

 

 

 

Ótima observação!

O tópico seguiu uma linha bem interessante.

 

Eu tinha bastante MP3, ultimamente tenho conseguido resgatar os arquivos originais sem perdas (do CD). Isso se sai muito bem em um mp4 sony walkman. Não comparei com IPODs e outros... mas vamos e venhamos, a praticidade deve começar a ditar as novas regras - afinal, eu quero que a música ande junto comigo cada vez mais (se tivesse 500GB de espaço, eu ficaria feliz).

 

Então o que começa a pegar é a qualidade da fonte (amostragem) e principalmente o conversor digital analógico. Acho muito difícil que a industria melhore o padrão atual do CD, deve ficar nisso ou até piorar ao nível do MP3. Os microsystem populares da philips que tocam MP3 estão vindo com tw de plástico (imitação), já aboliram até isso. Então o jeito é se contentar com uma fonte meia boca.

 

O segundo problema é o jitter, esse tem a ver com o tempo... mas não preocupa tanto. O terceiro é o brickwall com a intermodulação (TIM) e esse preocupa. Quanto mais rápido o operacional na saída do conversor (ohhhh, responde de 0hz a 500Khz! ohhhh que lixo que vai mostrar toda a distorção TIM =P) mais fica crítica essa distorção, então o operacional precisa ser bem escolhido, nem tão lento pra não velar o som e nem tão rápido para mostrar tudo. Infelizmente somente equipamentos da biomedicina tem filtro bessel na saída do conversor e isso melhora muito.

 

Sabendo disso, partimos para os prés e amplificadores. Prés muito rápidos entregam mais facilmente o lixo, prés lentos encobrem. Amplificadores muito rápidos com transistores de saída muito rápidos (tipo mosfet lateral) também entregam muita distorção TIM. Não é a toa que alguns gostam de um amplificador mais que de outro (ambos ótimos), normalmente tem a ver TAMBÉM com a velocidade dos transistores envolvidos.

 

Outra bucha dos amplificadores é: 99% são PUSH-PULL e trabalham pouquíssimos watts em classe A, o resto entregam em classe B, especialmente nos picos. O pioneer classe A famoso nada mais é que um PP bipolar que trabalha mais tempo em classe A que os demais, mas uma hora ele vai pra B e quando chega nela - acabou a alegria. São raros os amplificadores SINGLE EDDED (que trabalham sempre em classe A, de 0,01 a 40W RMS) para som automotivo - assim como são raros os SE com mosfets decentes, a maioria usa bipolar bem comercial tabajara. Meus caros: é grande a diferença entre o amplificador com transistor em PP e SE. Um ótimo PP que trabalhe pelo menos 60% em classe A consegue parecer como um SE..... E um ótimo SE lembra um valvulado, mas é só curiosidade.

 

Porque digo isso? Um Push-Pull com pré rápido (os burrbown da vida) e mosfets ultra rápidos vai entregar um som audivelmente "estranho", multiplicado por 10 se estiver fora da classe A (acima de 1 ou 2W). A conversa começaria a ficar decente se tivéssemos falando em um Single Edded com pré (operacionais) bem casados.

 

CAbe lembrar: alto fator de dumping é ruim para os agudos e é raro algum fabricante informar quantos W o amplificador trabalha em classe A e qual o espectro de distorção do amplificador (um amplificador com 0,1% THD somente na segunda harmonica pode soar muito melhor que outro com 0,01% THD distribuídos em 20 harmonicas).

 

Mas aí tudo acaba em pizza, ou melhor, em um tweeter com domo de seda bem lento que "aplaina" toda a distorção (tipo o 1tw1 que não passa de 12K), auxiliado por algum cabo-filtro CAT5 atenuador da distorção TIM (seja RCA ou de AF).

 

Enfim, eu acho que o áudio atual tá uma bagunça que começa lá no CD, na fonte que pode ser até um MP3 320K qualidade 0 baixado num site. Tem até um cidadão que fez um atenuador da distorção do CD, pra deixar ele mais "manso". Ou seja, boa parte daquilo que ouvimos e que achamos agradável é algum efeito ou modificação no sinal para deixar o som melhor - AUDÍVEL sem irritar (existem estudos de distúrbios psíquicos causados pelo CD).

 

Tenho aqui uma gravação passando somente em válvulas sem remixagem, sendo gravada direto na fita. Depois da fita fizeram uma matriz de vinil. Dessa matriz (a primeira) fizeram um disco que eu tenho. Eu já reproduzi esse disco usando phono, pré e amp valvulado (esse sem trafo de acoplamento, liga-se o af direto nas válvulas - coloração zero). Isso é um caminho totalmente analógico e perto disso, o CD parece mp3 128Kbps - algo nojentão mesmo. Então como disse, com o CD o pessoal ficou distante de uma qualidade "áurea" de épocas passadas. Então é bom pensar que se tiver o melhor player, o melhor pré e o melhor amp com os melhores AFS, o resultado será "ruim", um som ríspido, sem vida e irritante (o amplficador mais rápido já feito que ia até 10mhz era tão horrível que ninguém suportou, deixaram de fabricar logo no começo...).

 

Assim sendo, é bom descobrirem logo que a "melhora na resposta" nada mais é do que algum "efeito" que se introduz no caminho para encobrir os defeitos, seja a fonte o CD ou MP3 e isso diferencia marcas como JVC ou um Wharf, ou AFs como um tweeter de seda ou titanio. Só por curiosidade, hj mostrei para alguns amigos um Vinil e um CD do mesmo artista - parece que abriram +10dB de ganho nos agudos do CD (fazia tchssss tchssssss....), totalmente entendível porque na época estava começando o CD e todo mundo com tweeter de papel ficava impressionado "ohh que agudos fininhos!". Mas hoje isso ainda acontece quando vc compara o vinil da norah jones com o cd (do mesmo álbum óbvio), e como já foi demonstrado em auditório com mais de 30 audiófilos, o CD deixa muito a desejar mesmo, ele foi feito para melhorar alguma resposta nos aparelhos um pouco mais populares.

 

Obs: o vinil clássico de tchaikovsky abertura de 1812 gravado pela Telarc respondia de 8Hz a 45Khz. Não subestimem a resposta do vinil...

 

Então quer melhorar a qualidade? pense em amenizar defeitos e não em revela-los ainda mais. Ouça, teste, compare sem achar que aconteceu alguma mágica no cabo com capacitor. Caso persiga a fidelidade extrema, você terá que montar um capacitor de fluxo no delorean para voltar ao tempo do vinil ou se juntar aos amigos transcendentais do harrypotter para ouvir meia dúzia de músicas chatas de altíssima qualidade em flac/... 192khz, SACD ou DVD-A.

 

Nesse mar de detalhes eu digo: sem pirar na batatinha! O importante é ouvir e se divertir, seja no fone de ouvido, na caixa da balada ou no som do carro - mas sem ficar surdo ou deixar os outros surdos.

 

 

Ps. achei massa o tópico, é bom sair do mundo das vitrines de produtos de áudio para pensar um pouco na filosofia do áudio. Isso ajuda a melhorar o custo/benefício.

 

Abs pra turma!

Postado em
Ótima observação!

O tópico seguiu uma linha bem interessante.

 

Eu tinha bastante MP3, ultimamente tenho conseguido resgatar os arquivos originais sem perdas (do CD). Isso se sai muito bem em um mp4 sony walkman. Não comparei com IPODs e outros... mas vamos e venhamos, a praticidade deve começar a ditar as novas regras - afinal, eu quero que a música ande junto comigo cada vez mais (se tivesse 500GB de espaço, eu ficaria feliz).

 

Então o que começa a pegar é a qualidade da fonte (amostragem) e principalmente o conversor digital analógico. Acho muito difícil que a industria melhore o padrão atual do CD, deve ficar nisso ou até piorar ao nível do MP3. Os microsystem populares da philips que tocam MP3 estão vindo com tw de plástico (imitação), já aboliram até isso. Então o jeito é se contentar com uma fonte meia boca.

 

O segundo problema é o jitter, esse tem a ver com o tempo... mas não preocupa tanto. O terceiro é o brickwall com a intermodulação (TIM) e esse preocupa. Quanto mais rápido o operacional na saída do conversor (ohhhh, responde de 0hz a 500Khz! ohhhh que lixo que vai mostrar toda a distorção TIM =P) mais fica crítica essa distorção, então o operacional precisa ser bem escolhido, nem tão lento pra não velar o som e nem tão rápido para mostrar tudo. Infelizmente somente equipamentos da biomedicina tem filtro bessel na saída do conversor e isso melhora muito.

 

Sabendo disso, partimos para os prés e amplificadores. Prés muito rápidos entregam mais facilmente o lixo, prés lentos encobrem. Amplificadores muito rápidos com transistores de saída muito rápidos (tipo mosfet lateral) também entregam muita distorção TIM. Não é a toa que alguns gostam de um amplificador mais que de outro (ambos ótimos), normalmente tem a ver TAMBÉM com a velocidade dos transistores envolvidos.

 

Outra bucha dos amplificadores é: 99% são PUSH-PULL e trabalham pouquíssimos watts em classe A, o resto entregam em classe B, especialmente nos picos. O pioneer classe A famoso nada mais é que um PP bipolar que trabalha mais tempo em classe A que os demais, mas uma hora ele vai pra B e quando chega nela - acabou a alegria. São raros os amplificadores SINGLE EDDED (que trabalham sempre em classe A, de 0,01 a 40W RMS) para som automotivo - assim como são raros os SE com mosfets decentes, a maioria usa bipolar bem comercial tabajara. Meus caros: é grande a diferença entre o amplificador com transistor em PP e SE. Um ótimo PP que trabalhe pelo menos 60% em classe A consegue parecer como um SE..... E um ótimo SE lembra um valvulado, mas é só curiosidade.

 

Porque digo isso? Um Push-Pull com pré rápido (os burrbown da vida) e mosfets ultra rápidos vai entregar um som audivelmente "estranho", multiplicado por 10 se estiver fora da classe A (acima de 1 ou 2W). A conversa começaria a ficar decente se tivéssemos falando em um Single Edded com pré (operacionais) bem casados.

 

CAbe lembrar: alto fator de dumping é ruim para os agudos e é raro algum fabricante informar quantos W o amplificador trabalha em classe A e qual o espectro de distorção do amplificador (um amplificador com 0,1% THD somente na segunda harmonica pode soar muito melhor que outro com 0,01% THD distribuídos em 20 harmonicas).

 

Mas aí tudo acaba em pizza, ou melhor, em um tweeter com domo de seda bem lento que "aplaina" toda a distorção (tipo o 1tw1 que não passa de 12K), auxiliado por algum cabo-filtro CAT5 atenuador da distorção TIM (seja RCA ou de AF).

 

Enfim, eu acho que o áudio atual tá uma bagunça que começa lá no CD, na fonte que pode ser até um MP3 320K qualidade 0 baixado num site. Tem até um cidadão que fez um atenuador da distorção do CD, pra deixar ele mais "manso". Ou seja, boa parte daquilo que ouvimos e que achamos agradável é algum efeito ou modificação no sinal para deixar o som melhor - AUDÍVEL sem irritar (existem estudos de distúrbios psíquicos causados pelo CD).

 

Tenho aqui uma gravação passando somente em válvulas sem remixagem, sendo gravada direto na fita. Depois da fita fizeram uma matriz de vinil. Dessa matriz (a primeira) fizeram um disco que eu tenho. Eu já reproduzi esse disco usando phono, pré e amp valvulado (esse sem trafo de acoplamento, liga-se o af direto nas válvulas - coloração zero). Isso é um caminho totalmente analógico e perto disso, o CD parece mp3 128Kbps - algo nojentão mesmo. Então como disse, com o CD o pessoal ficou distante de uma qualidade "áurea" de épocas passadas. Então é bom pensar que se tiver o melhor player, o melhor pré e o melhor amp com os melhores AFS, o resultado será "ruim", um som ríspido, sem vida e irritante (o amplficador mais rápido já feito que ia até 10mhz era tão horrível que ninguém suportou, deixaram de fabricar logo no começo...).

 

Assim sendo, é bom descobrirem logo que a "melhora na resposta" nada mais é do que algum "efeito" que se introduz no caminho para encobrir os defeitos, seja a fonte o CD ou MP3 e isso diferencia marcas como JVC ou um Wharf, ou AFs como um tweeter de seda ou titanio. Só por curiosidade, hj mostrei para alguns amigos um Vinil e um CD do mesmo artista - parece que abriram +10dB de ganho nos agudos do CD (fazia tchssss tchssssss....), totalmente entendível porque na época estava começando o CD e todo mundo com tweeter de papel ficava impressionado "ohh que agudos fininhos!". Mas hoje isso ainda acontece quando vc compara o vinil da norah jones com o cd (do mesmo álbum óbvio), e como já foi demonstrado em auditório com mais de 30 audiófilos, o CD deixa muito a desejar mesmo, ele foi feito para melhorar alguma resposta nos aparelhos um pouco mais populares.

 

Então quer melhorar a qualidade? pense em amenizar defeitos e não em revela-los ainda mais. Ouça, teste, compare sem achar que aconteceu alguma mágica no cabo com capacitor. Caso persiga a fidelidade extrema, você terá que montar um capacitor de fluxo no delorean para voltar ao tempo do vinil ou se juntar aos amigos transcendentais do harrypotter para ouvir meia dúzia de músicas chatas de altíssima qualidade em flac/... 192khz, SACD ou DVD-A.

 

Nesse mar de detalhes eu digo: sem pirar na batatinha! O importante é ouvir e se divertir, seja no fone de ouvido, na caixa da balada ou no som do carro - mas sem ficar surdo ou deixar os outros surdos.

 

 

Ps. achei massa o tópico, é bom sair do mudno das vitrines de produtos de áudio para pensar um pouco na filosofia do áudio. Isso ajuda a melhorar o custo/benefício.

 

Abs pra turma!

 

 

Post absolutamente fantástico!

 

Não entendi muito a parte teórica inicial, mas não tenho como discordar dos demais argumentos!

 

Eu já havia argumentado que o excesso de graves do Pioneer PODERIA estar relacionado com o fato de que os americanos usam mais carros sedan e, para isso, os graves estilo "Alpine", considerados mais adequados à nossa realidade de carro hatch, soam fracos nos de lá. Não raro (provavelmente a maioria dos sets SQ) americanos preferem Pioneer ou Eclipse a Alpine. Ou seja... Apenas uma adequação a um problema...

 

Hoje mesmo, fiz reunião com o DJ de meu casamento. Na verdade, é uma empresa que faz de gravações a shows; enfim, o cara que falou conosco disse que até mesmo os LPs já foram muito toscos, o que me incitou a perguntar" tosco, quanto??". Ele disse que os LPs da SomLivre tocavam de 500 hz a 5 khz e o resto era filtrado :blink:

 

O cara parecia acompanhar a evolução das mídias há um bom tempo e, enfim, isso me assustou mesmo!

 

Os LPs japoneses são os melhores, certo?? Vejo muito FLAC tendo como fonte LP japa.

 

Não é à toa que os produtos mais voltados à fidelidade em som automotivo sejam praticamente exclusivos do mercado japonês.

 

Ainda não me decidi como integrar o iPod ao Dr. Z...............

Postado em

Integrar o Ipod ao DRZ? CeNet :D

 

Mas quanto a tópico....

 

Estou boquiaberto com o post do MAX_CWB....

 

Impressionado mesmo, abriu minha cabeça. São argumentos e explicações fantásticas, concordo com todas e explica MUITAAAA coisa que já tinha percebido, mas nunca refletido.

 

Ênfase especial ao "vinil melhor que cd", pela primeira vez eu leio com argumentos que eu não consigo refutar.

 

Continuo acompanhando. Acredito que não poste mais nada, pois não tenho nenhum conteúdo a acrescentar, mas este post eu faço questão de escrever.

 

[]'s

Postado em
Post absolutamente fantástico!

 

Não entendi muito a parte teórica inicial, mas não tenho como discordar dos demais argumentos!

 

Eu já havia argumentado que o excesso de graves do Pioneer PODERIA estar relacionado com o fato de que os americanos usam mais carros sedan e, para isso, os graves estilo "Alpine", considerados mais adequados à nossa realidade de carro hatch, soam fracos nos de lá. Não raro (provavelmente a maioria dos sets SQ) americanos preferem Pioneer ou Eclipse a Alpine. Ou seja... Apenas uma adequação a um problema...

 

Hoje mesmo, fiz reunião com o DJ de meu casamento. Na verdade, é uma empresa que faz de gravações a shows; enfim, o cara que falou conosco disse que até mesmo os LPs já foram muito toscos, o que me incitou a perguntar" tosco, quanto??". Ele disse que os LPs da SomLivre tocavam de 500 hz a 5 khz e o resto era filtrado :blink:

 

O cara parecia acompanhar a evolução das mídias há um bom tempo e, enfim, isso me assustou mesmo!

 

Os LPs japoneses são os melhores, certo?? Vejo muito FLAC tendo como fonte LP japa.

 

Não é à toa que os produtos mais voltados à fidelidade em som automotivo sejam praticamente exclusivos do mercado japonês.

 

Ainda não me decidi como integrar o iPod ao Dr. Z...............

 

 

Hehehe, ele exagerou um pouco mas não muito, os LPs da som livre eram horríveis e com um motivo bem óbvio: eram temas de novelas e artistas pra lá de desgraçados de ruim, só pra vc ter idéia, em sebo vc leva 3 somlivre e paga 1 real! Ou seja, o povo que ouvida não tinha a menor condição de ouvir algo com qualidade ainda mais com cápsulas de cerâmica (mesmo q o disco fosse a 10K, a cápsula parava antes)... imagina esse mesmo povo quando surgiu o CD???? foi uma revolução digital!!!

 

Por outro lado, temos alguns philips série azul que são bem apreciáveis - obviamente de artistas exemplares (tim maia, gal costa, altamiro, etc). Os melhores... bom, eu deixo pra lá porque isso é ser tarado d+ por som.... bom, a telarc quebrou e dizem q a sony tava fazendo uma prensagem especial e bla bla bla... mas enfim, tem bastante história por aí e existem muitos discos bons e como não podia deixar de ser, quanto mais popular, pior era o disco - salvo alguns.

 

Para os interessados: a saída de phone do IPod torna-se classe A com 50K de impedância... então se levar sorte de ter um operacional bonzinho, pode acontecer o mesmo que o sony MP4: ter uma saída equivalente a boas placas de som de PC =). Só precisa elevar um pouco o nível e já tá valendo pra alimentar até mesmo um amp valvulado (não fica devendo qualidade).

 

Abs pra turma!

Postado em
Para os interessados: a saída de phone do IPod torna-se classe A com 50K de impedância...

Abs pra turma!

 

Isso explica mais uma coisa...

 

Por que eu prefiro o meu Ipod à um player pioneer comum (DEH - P700BT). Passei 2 meses usando, e não voltaria para esses players Pioneers "comuns" nem fudendo :vts

Postado em
Integrar o Ipod ao DRZ? CeNet :D

 

Mas quanto a tópico....

 

Estou boquiaberto com o post do MAX_CWB....

 

Impressionado mesmo, abriu minha cabeça. São argumentos e explicações fantásticas, concordo com todas e explica MUITAAAA coisa que já tinha percebido, mas nunca refletido.

 

Ênfase especial ao "vinil melhor que cd", pela primeira vez eu leio com argumentos que eu não consigo refutar.

 

Continuo acompanhando. Acredito que não poste mais nada, pois não tenho nenhum conteúdo a acrescentar, mas este post eu faço questão de escrever.

 

[]'s

 

 

Cara, a questão é simples: os audiófilos que eu conheço que perseguem ao máximo a qualidade estão batendo pino, um deles tá sofrendo de depressão meio profunda, eles deram a vida pelo áudio extremo e agora estão morrendo junto com ele. Então é legal conhecer bastante desde a afinação do instrumento, captação, gravação... reprodução e bla bla bla, mas SEM PERDER A CABEÇA, ou seja, continua ouvindo as musicas que gosta em MP3 (para alguns isso pode virar heresia) no seu dispositivo portátil ou no carro mesmo, mas como disse, sem detonar seus ouvidos.

 

Exemplo: tenho um tweeter de plasma com delay ZERO na sala, é o agudo (4K a 200K) mais preciso da face da terra (incomparável ao mais caro tweeter de domo ou ribbon ou eletrostático do mundo), mas isso não me impediu de ter no quarto um bom e velho tweeter de seda, suave, agradável, convidativo para ouvir. Ou seja, os equipamentos foram feitos para nos servir e nos agradar, não nós para venerá-los e adaptarmos a eles - por isso é bom conhecer, para escolher de uma maneira diferente do padrão "cego e surdo" atual. Reforço, os detalhes são imensos mas o importante é o prazer de ouvir uma boa música, pode ser até um axé com os amigos de zoação - se é pra dar risada e todo mundo ficar feliz, tá valendo! Só sem incomodar os vizinhos...

 

Abs pra turma!

Postado em
EU NÃO CONSIDERO APE LOSSLESS!

 

Acho que parte do pessoal não entende o significado da palavra "LOSSLESS"...

Não importa oq vc considera/acha, uma compressão LOSSLESS sempre vai ser 100% fiel ao arquivo original (.WAV no caso).

 

É pura matemática.. Não tem nem oq discutir.

 

É a mesma coisa que vc comprimir um arquivo em RAR/ZIP e dps que descomprimir alegar que o arquivo está diferente do

original... Isso não existe (só se estiver corrompido, é claro rs)!

Postado em

Eu também uso DVD no carro. E pretendo continuar usando...

(...)

 

 

Prezado Fabio, prezados do Forum,

 

Gostaria de indicação para um player de DVD 2 dyn que reproduza audio com qualidade para colocar num Tucson. Qualquer ajuda será bem-vinda. Abraço a todos, Paulo.

Postado em

Acho que parte do pessoal não entende o significado da palavra "LOSSLESS"...

Não importa oq vc considera/acha, uma compressão LOSSLESS sempre vai ser 100% fiel ao arquivo original (.WAV no caso).

 

É pura matemática.. Não tem nem oq discutir.

 

É a mesma coisa que vc comprimir um arquivo em RAR/ZIP e dps que descomprimir alegar que o arquivo está diferente do

original... Isso não existe (só se estiver corrompido, é claro rs)!

Mais assim como o rar, o arquivo lossless tem uma informação tipo hash, que se nao bater, dá invalido.

Tem programas que usam isso, como validação, tanto no cd gravado como antes da gravação.

 

Então ou seja, o arquivo é igual, agora entrando na parte da "qualidade" do cd e da gravação (nao do arquivo, mais sim o tipo de gravação) influencia bem pouco.

Postado em

Gostei muito deste tópico, parabéns a todos que contribuíram...

 

 

Creio que vale a pena gastar em qualidade para escutar mp3, no meu caso, faço isto para não ter que carregar "n" cd's no porta luva e ter o trabalho de ficar trocando toda hora.

 

sou novo por aqui, vou contar minha experiência com mp3.

 

No meu antigo carro, uma Blazer, eu tinha instalado um Pioneer DEH-P7880MP, 4 triaxiais Seleniun (não me lembro o modelo) nos locais originais da porta e um sub Bomber One acondicionado em uma caixa selada que só Deus sabe a litragem , pequena, destas que você compra pronta em qualquer "estaladora", tudo empurrado por um amplificador Corzus PR5100, eu achava o som o "TOP dos TOP's", converti TODOS meus CD para mp3 e tudo arquivado em um pen drive de 32gb.

 

Pois bem, troquei de carro (agora um 307), pedi ajuda em outro fórum para montar o som, minha idéia era instalar os triaxiais da vida novamente, até que fui convencido a instalar um kit duas vias porque o som iria ficar melhor blá blá blá..., pois bem comprei o CS60K, fui "advertido" que o tweeter dele "gritava" demais mas mesmo assim mandei instalar, realmente o som ficou muito bom (comparando com o carro antigo) comecei a escutar som's que não ouvia no carro antigo (mesmas musicas, mesmo pen-drive), pouco tempo depois troquei o tweeter um da SEAS, ai o que para mim estava bom ficou muito melhor e passei a perceber que algumas músicas tocavam sem "vida", pesquisando por ai, descobri que tinha convertido meus cd's a taxa de 128 kbps, fiz um teste apenas com uma música (JIMI THING do DAVE MATTHEWS BAND (do CD LISTENER SUPPORTED), se no som do meu carro consigo ouvir os instrumentos com uma nitidez impressionante, no carro de quem tem um som TOP deve ficar infernal, recomendo...), a convertendo novamente só que a taxa de 320kbps, É IMPRESSIONANTE a diferença, até minha esposa (que não manja nada e acha que gastei muito $$ no som) ficou percebeu a diferença.

 

 

Resumindo, em minha opinião, quanto melhor for os equipamentos instalados a diferença será perceptível, se até EU consigo perceber...

se é perceptível a diferença entre mp3 128 kbps e 320kbps, muito provavelmente é perceptível a diferença da qualidade do mp3 320 kbps para o CD (não fiz o teste ainda).

 

 

abraços

 

e me desculpem o tamanho do post



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