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-removido-

Cabo Cat5e

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Postado em

Linkzinho pra nao perder a fonte:

 

http://www.byknirsch.com.br/artigos/04-12-CabosIII.htm

 

Já dá para entender de uma maneira mais simplificada alguns dos efeitos dos cabos muito capacitivos ou indutivos, para a passagem do áudio.

 

Ou seja, definitivamente não é uma questão de ser meterman. Indutância e capacitância é igual gravidade, tem que se jogar pensando nela.

 

Não dá pra usar um canário com faringite crônica, que ele não vai cantar mesmo.

Postado em

A questão acho que seria esta:

 

Se o audióphilo escuta um cabo e gosta, de que vale este ter sido projetado tendo em vista parâmetros elétricos?

 

Projetar um cabo tendo em vista estes parâmetros é a receita, mas até onde, quando se obtem resultados extremamente subjetivos?.

Postado em
A questão acho que seria esta:

 

Se o audióphilo escuta um cabo e gosta, de que vale este ter sido projetado tendo em vista parâmetros elétricos?

 

Projetar um cabo tendo em vista estes parâmetros é a receita, mas até onde, quando se obtem resultados extremamente subjetivos?.

Aí é só testando mesmo. De todos os jeitos.

Postado em
Linkzinho pra nao perder a fonte:

 

http://www.byknirsch.com.br/artigos/04-12-CabosIII.htm

 

Já dá para entender de uma maneira mais simplificada alguns dos efeitos dos cabos muito capacitivos ou indutivos, para a passagem do áudio.

 

Ou seja, definitivamente não é uma questão de ser meterman. Indutância e capacitância é igual gravidade, tem que se jogar pensando nela.

 

Não dá pra usar um canário com faringite crônica, que ele não vai cantar mesmo.

O ponto onde a porca torce o rabo é que, até que ponto podemos interpretar os valores para condenar um cabo?

 

A lei da gravidade é clara... 9,8m/s²... se vc solta um objeto de 1kg e outro de 100kg, ambos sofrerão a mesma aceleração.

 

Já a indutância/capacitância... será que é uma verdade tão rígida assim? Será que se eu olhar que 100m de um cabo tem 140pf serviria como motivo para condenar um cabo?

 

A grande resposta é:

 

NÃO

 

Não bem grande assim mesmo.

 

Porquê?

 

Porquê vc está pensando apenas no X de uma equação que usa variáveis de A a Z. A impedância da carga, por exemplo, é quem vai dizer se aquela capacitância vai ou não criar um circuito ressonante com uma frequência baixa o suficiente pra atrapalhar... lembremo-nos que dois fios paralelos formam um capacitor, que elétricamente está em paralelo com a carga!

 

No final das contas, aquele julgamonto porco à base de apenas um dado no meio de várias variáveis pode se mostrar certa apenas por uma questão de sorte... Em cabos de falantes é muito mais simples prever resultados... em cabos de sinal, quero ver quem é que pode dizer com toda a propriedade do mundo que um valor de X pF e Y uH vai soar ruim em QUALQUER ocasião.

Postado em
Projetar um cabo tendo em vista estes parâmetros é a receita, mas até onde, quando se obtem resultados extremamente subjetivos?.

Até vc atingir um resultado aceitável nos parametros elétricos.

É como se fosse a base do cabo. Sem uma boa base, ñ adianta ficar inventando, ñ vai render.

Dps disso, tem a parte que é de ouvido. É a fase do ''refinamento'', pode-se dizer.

 

 

Tem coisa que ñ tem como explicar. Quer dizer, eu pelo menos Ñ sei explicar...

 

Tirando a parte eletrica da coisa, como explicar os metais terem assinaturas sonicas tão diferentes? Pq se botar fio de prata no cabo, é um som. Fio de cobre é outro som, fio de ouro idem.

E o mesmo vale para todas as trocentas combinações entre esses metais.

Isso sem falar em cabos de carbono, que já fizemos uns testes tb.

 

Essa parte eu Ñ sei explicar, então me resta apenas escutar.

Tanto o cabo de prata como o cabo de ouro dão ótimas ''medições'', e soam completamente diferentes.

Postado em
Linkzinho pra nao perder a fonte:

 

http://www.byknirsch.com.br/artigos/04-12-CabosIII.htm

 

Já dá para entender de uma maneira mais simplificada alguns dos efeitos dos cabos muito capacitivos ou indutivos, para a passagem do áudio.

 

Ou seja, definitivamente não é uma questão de ser meterman. Indutância e capacitância é igual gravidade, tem que se jogar pensando nela.

 

Não dá pra usar um canário com faringite crônica, que ele não vai cantar mesmo.

O ponto onde a porca torce o rabo é que, até que ponto podemos interpretar os valores para condenar um cabo?

 

A lei da gravidade é clara... 9,8m/s²... se vc solta um objeto de 1kg e outro de 100kg, ambos sofrerão a mesma aceleração.

 

Já a indutância/capacitância... será que é uma verdade tão rígida assim? Será que se eu olhar que 100m de um cabo tem 140pf serviria como motivo para condenar um cabo?

 

A grande resposta é:

 

NÃO

 

Não bem grande assim mesmo.

 

Porquê?

 

Porquê vc está pensando apenas no X de uma equação que usa variáveis de A a Z. A impedância da carga, por exemplo, é quem vai dizer se aquela capacitância vai ou não criar um circuito ressonante com uma frequência baixa o suficiente pra atrapalhar... lembremo-nos que dois fios paralelos formam um capacitor, que elétricamente está em paralelo com a carga!

 

No final das contas, aquele julgamonto porco à base de apenas um dado no meio de várias variáveis pode se mostrar certa apenas por uma questão de sorte... Em cabos de falantes é muito mais simples prever resultados... em cabos de sinal, quero ver quem é que pode dizer com toda a propriedade do mundo que um valor de X pF e Y uH vai soar ruim em QUALQUER ocasião.

Tb penso parecido...

 

No audio em vários casos, ao contrario do que eu pensava, não existe nada absoluto e de explicação científica facil.

 

Como temos variáveis muitas vezes incontroláveis uma boa premissa é a mescla entre medições/estudos, empirismo e principalmente sorte.

 

O ninguém está errado e certo... alguns apenas pensam de forma cartesiana não aceitando a totalidade da coisa, que de fato eh bem complicada.

 

 

Bom... vou continuar com os meus DIY... to curtindo a coisa... e não é tão difícil de meter a cara como eu pensava...

 

 

Abs

 

PS: desanimado com o meu pré que deu pau ontem...

Postado em
Até vc atingir um resultado aceitável nos parametros elétricos.

É como se fosse a base do cabo. Sem uma boa base, ñ adianta ficar inventando, ñ vai render.

Dps disso, tem a parte que é de ouvido. É a fase do ''refinamento'', pode-se dizer.

 

 

Tem coisa que ñ tem como explicar. Quer dizer, eu pelo menos Ñ sei explicar...

 

Tirando a parte eletrica da coisa, como explicar os metais terem assinaturas sonicas tão diferentes? Pq se botar fio de prata no cabo, é um som. Fio de cobre é outro som, fio de ouro idem.

E o mesmo vale para todas as trocentas combinações entre esses metais.

Isso sem falar em cabos de carbono, que já fizemos uns testes tb.

 

Essa parte eu Ñ sei explicar, então me resta apenas escutar.

Tanto o cabo de prata como o cabo de ouro dão ótimas ''medições'', e soam completamente diferentes.

Mas vc usou condutor de prata e de ouro, e usou o mesmo dielétrico, terminações, etc etc etc?

 

Ou usou um cabo de ouro e outro de cobre, cujo "recheio" poderia não ser exatamente o mesmo?

 

O metal não tem assinatura sônica... O cabo pode até ter, mas única coisa que ele faz é atrapalhar, uns de um modo, outro de outro, uns mais e outros menos... mas no final, eles sempre atrapalham. O melhor cabo é o que atrapalha menos onde mais interessa.

 

Mas assinatura sônica é atribuir ao metal propriedades que ele não possui. Todo ouro não soa igual, nem toda prata soa igual...

 

EDIT: Reescrevendo uma frase que não ficou muito clara.

Postado em
Mas vc usou condutor de prata e de ouro, e usou o mesmo dielétrico, terminações, etc etc etc?

 

Ou usou um cabo de ouro e outro de cobre, cujo "recheio" poderia não ser exatamente o mesmo?

 

Cabo não tem assinatura sônica... A única coisa que ele faz é atrapalhar, uns de um modo, outro de outro, uns mais e outros menos... mas no final, eles sempre atrapalham. O melhor cabo é o que atrapalha menos onde mais interessa.

 

Mas assinatura sônica é atribuir ao cabo propriedades que ele não possui.

Mesmo conector, mesmo dieletrico, mesma solda.

Senão, Ñ teria como fazer a comparação...

:rolleyes:

 

Quanto a cabo ter ou não assinatura sonica, é meramente uma questão de ponto de vista.

 

Se vc partir do ''cabo ideal'', aquele que ñ interfere de nenhuma forma e oferece a ''ligação'' perfeita entre dois equipamentos, então realmente cabo ñ tem assinatura sonica.

 

Como o cabo ideal não existe, então eu o considero como um equipamento que possui sim assinatura sonica.

Postado em

Só não sei pq desconsiderar o projeto do link somente pelo fato de não constar os parâmetros. :(

1) O condutor é de um material bom (cobre)

2) A geometria sugerida reduz a a indutância ao custo de indutância um pouco maior.

3) O cabo de rede que eles utilizam lá fora é o Belden, que tem material isolante de teflon nos fios, o que reduz a capacitância.

 

Aparemente o cabo tem tudo pra tocar bem. Sei que o Belden é praticamente impossível de se encontrar por aqui mas um Furukawa com material isolante de polipropileno TALVEZ não toque tão mal.

Postado em
Mas vc usou condutor de prata e de ouro, e usou o mesmo dielétrico, terminações, etc etc etc?

 

Ou usou um cabo de ouro e outro de cobre, cujo "recheio" poderia não ser exatamente o mesmo?

 

Cabo não tem assinatura sônica... A única coisa que ele faz é atrapalhar, uns de um modo, outro de outro, uns mais e outros menos... mas no final, eles sempre atrapalham. O melhor cabo é o que atrapalha menos onde mais interessa.

 

Mas assinatura sônica é atribuir ao cabo propriedades que ele não possui.

Mesmo conector, mesmo dieletrico, mesma solda.

Senão, Ñ teria como fazer a comparação...

:rolleyes:

 

Quanto a cabo ter ou não assinatura sonica, é meramente uma questão de ponto de vista.

 

Se vc partir do ''cabo ideal'', aquele que ñ interfere de nenhuma forma e oferece a ''ligação'' perfeita entre dois equipamentos, então realmente cabo ñ tem assinatura sonica.

 

Como o cabo ideal não existe, então eu o considero como um equipamento que possui sim assinatura sonica.

Apenas a título de informação...

 

Foi vc que colocou o dielétrico no meio, ou ele já veio envolto no condutor?

 

[/apenas a título de informação]

Postado em
Linkzinho pra nao perder a fonte:

 

http://www.byknirsch.com.br/artigos/04-12-CabosIII.htm

 

Já dá para entender de uma maneira mais simplificada alguns dos efeitos dos cabos muito capacitivos ou indutivos, para a passagem do áudio.

 

Ou seja, definitivamente não é uma questão de ser meterman. Indutância e capacitância é igual gravidade, tem que se jogar pensando nela.

 

Não dá pra usar um canário com faringite crônica, que ele não vai cantar mesmo.

O ponto onde a porca torce o rabo é que, até que ponto podemos interpretar os valores para condenar um cabo?

 

A lei da gravidade é clara... 9,8m/s²... se vc solta um objeto de 1kg e outro de 100kg, ambos sofrerão a mesma aceleração.

 

Já a indutância/capacitância... será que é uma verdade tão rígida assim? Será que se eu olhar que 100m de um cabo tem 140pf serviria como motivo para condenar um cabo?

 

A grande resposta é:

 

NÃO

 

Não bem grande assim mesmo.

 

Porquê?

 

Porquê vc está pensando apenas no X de uma equação que usa variáveis de A a Z. A impedância da carga, por exemplo, é quem vai dizer se aquela capacitância vai ou não criar um circuito ressonante com uma frequência baixa o suficiente pra atrapalhar... lembremo-nos que dois fios paralelos formam um capacitor, que elétricamente está em paralelo com a carga!

 

No final das contas, aquele julgamonto porco à base de apenas um dado no meio de várias variáveis pode se mostrar certa apenas por uma questão de sorte... Em cabos de falantes é muito mais simples prever resultados... em cabos de sinal, quero ver quem é que pode dizer com toda a propriedade do mundo que um valor de X pF e Y uH vai soar ruim em QUALQUER ocasião.

Acho que o Crasher se antecipou à mim. E com muito mais propriedade.

 

Deve adicionar à sua resposta

Postado em
Acho que o Crasher se antecipou à mim. E com muito mais propriedade.

 

Deve adicionar à sua resposta

Não... o cerne da coisa ainda não foi falado...

 

Até que ponto o valor da medição vai ou não fazer alguma diferença, e até que ponto essa difença é uma verdade absoluta ou pode ser mutável dependendo das outras variáveis.

 

Numa construção o tipo do solo pode condenar um edifício de 10 andares... se vc olhar só por este ponto, ninguém tem coragem de construir nada. Mas o terreno pode ser mais que apropriado pra construir 3 andares...

 

Base é base, mas avaliar a base exige uma visão além do alcance (thundercats serviu pra algo na vida... :vts )

Postado em

Testei alguns modelos de prata pura 4nonos com dielétrico teflon, medições maravilhosas, sonicamente falando... fio pra varal. Teoricamente seria o condutor ideal por sua velocidade, mas é o q mais sofre de oxidação.

Cabos de cobre tem boa velocidade e medições tão boas qto, oxida menos q a prata por isso é um excelente condutor.

O ouro é o mais lerdo, mas sua gde vantagem é praticamente a ausencia de cristais e não há corrosão, por isso sua excelência.

O carbono é uma tartaruga mas sonicamente "valvulam" o som como tb não sofrem oxidação, por isso tb sua qualidade tìmbrica.

Como falo nem sempre as medições são critérios para se avaliar um cabo, ajudam, sim, ajudam, mas não são determinantes.

Um quilo de teflon de baixa qualidade custam alguns dólares, já o supra sumo custa 20k. Até onde isso é relevante? Perguntem pros loucos como os nordost e pad.

Sei lá só escutando e testando para chegar a alguma conclusão inconclusiva, mesmo pq existe o tão falado casamento...

Mas o legal é testar, tenho algumas dúzias de fios, cabos, condutores, etc. Já gastei alguns milhares de reais e ainda tenho muita vontade de testar vários outros, enquanto naum ganho na mega o negócio é se contentar com o q se tem, hehe.

Postado em
Acho que o Crasher se antecipou à mim. E com muito mais propriedade.

 

Deve adicionar à sua resposta

Não... o cerne da coisa ainda não foi falado...

 

 

 

Base é base, mas avaliar a base exige uma visão além do alcance (thundercats serviu pra algo na vida... :vts )

Parafrasiando também:

 

"Eu conheço uma pessoa que pode falar sobre isto. Uma não, duas!"

 

Cultura também é cultura!

 

 

ps. voce levou para o caminho dos sofismas. A resposta que você quer ouvir, estão se perguntando desde o inicio das civilizaçoes.

 

"Afinal, se tudo é por acaso, o acaso seria o quê? E se nada é por acaso, podemos controlar tudo?" [^]pasmafaute

Postado em

Se alguém conhece o Einstein poderiam perguntar pra ele se na Relatividade incluem capcitancia e indutancia?

Se o acaso é tão nebrioso assim, o jeito é se basear em fatos, o melhor fato é constestar no seu sistema o q serve e o q não.

Vou tentar aplicar filosofia no meu próximo projeto, quem sabe seja de mais valia q a engenharia politecnica hehe.

Postado em
"Afinal, se tudo é por acaso, o acaso seria o quê? E se nada é por acaso, podemos controlar tudo?" [^]pasmafaute

Ô Arisa, pára de ser regulado e me manda uns desses que tu andou fumando, fazzavor! :vts

Poético... mas voltando ao tópico, existem diversas experiências poderiam ser postadas por aqui e não são, não sei o motivo, mas isso torna algumas contestações muito mal embasadas, na forma de axiomas.

 

Acho que a gente poderia discutir com mais propriedade, e o pessoal que lê não entende muita coisa, e acaba chegando à conclusão nenhuma...

 

O Klebão posta as fotos da construção, embasa tecnicamente, teoricamente, o raio-que-o-parta-mente... Aí disperta o interesse de todos. Dos que um dia se meterão a fazer cabos, e os que são curiosos pra saber se o arame-farpado com dielétrico de bagaço de laranja (essa é do crasher, muito boa!) toca mais que o VDH de 1000 verdes o metro. Aí fica mais interessante de ler.

 

Mas, voltando à parte prática, e os teste, como andam Kleber?

Postado em

Acho que a gente poderia discutir com mais propriedade, e o pessoal que lê não entende muita coisa, e acaba chegando à conclusão nenhuma...

O Klebão posta as fotos da construção, embasa tecnicamente, teoricamente, o raio-que-o-parta-mente... Aí disperta o interesse de todos. Dos que um dia se meterão a fazer cabos, e os que são curiosos pra saber se o arame-farpado com dielétrico de bagaço de laranja (essa é do crasher, muito boa!) toca mais que o VDH de 1000 verdes o metro. Aí fica mais interessante de ler.

 

:+1

Postado em

bom, lendo os artigos sobre cabos q o arisa postou:

 

"temos um cabo A de 1000 verdes o metro e um cabo B de 10verdes o metro, é lógico q sabemos q o de 1000 é melhor, mais plano e cia, e o cabo B tem uma distorção em alta, gera um som abafado, mas de repente o audiofilo tem um player/receiver q é fraco em graves, q possui um som metálico. esse audófilo ao testa o cabo de 1000 reais pode achar o som muito estridente, ruim, e devido as limitações do B ele pode achar este cabo inferior superior ao cabo A, mas assim ele está limitando seu sistema a aquele cabo, numa eventual troca por um player superior pode-se achar o novo conjunto um lixo e querr voltar pro anterior "

 

claro, esse texto eu não repassei na integra, resumi algumas coisas pois senão ficaria gigante.

 

 

então sim! concordo com o arisa em genro, nuvem e degrau! não adianta vc dizer q é melhor se não disse a metodologia utilizada, tipo de solda, resistencia ohmica, capacitânco e indutância, e equipamentos utilizados na aferição do cabo, discografia utilizada também....

 

antes eu dava muita importância a cabeamento mas não tinha embasamento técnico para questionar, agora vejo cabeamento um pouco diferente, ainda no mesmo nivel de importância, mas de forma diferente

Postado em
Mas, voltando à parte prática, e os teste, como andam Kleber?

Parados... hehehehehe. Até agora só as impressões iniciais... muito mais aberto, porém com menos corpo nos graves em comparação com o RGC59.

 

Estou desmontando o carro pro "stage 1" ... :vts Tive que tirar o Mcintosh, pois ele está abaixando um dos canais (culpa do powerguard)... tô aqui matutando sobre como resolver.

 

Hoje, como uma boa sexta, vou botar o gradiente no lugar, mas sábado saem pezinhos e tudo mais... os amps já devem ir pros lugares definitivos já pra começar o cabeamento.

 

A maior complicação é que agora, com a troca dos cabos de falantes pelo combo RGC plus charutão, vou ter que refazer as comparações entre cabos depois que amaciar os fulls. Vai uns dias aí no meio.

Postado em

 

ps. voce levou para o caminho dos sofismas. A resposta que você quer ouvir, estão se perguntando desde o inicio das civilizaçoes.

 

"Afinal, se tudo é por acaso, o acaso seria o quê? E se nada é por acaso, podemos controlar tudo?"  [^]  pasmafaute

Pelo contrário... não foi um sofisma, é uma verdade, explicada pela física... especialmente a eletrônica. A questão da capacitância é a mais simples... vc tem um valor, que é apenas um valor a não ser que vc saiba aplicar este valor numa fórmula tendo TAMBÉM o valor da impedância de saída e da entrada, pra saber exatamente se aquele valor é realmente alto ou não pro que vc precisa. Um valor solto é NADA.

 

O que me espanta é algo tão simples ser tratado pelo lado transcendental... "A verdade está lá fora". A verdade não, AS verdades (tb assisti o comercial do danoninho) :vts

Postado em

coitados dos que lêem este tópico.

 

melhor voltar para as análises do seu cabo, como disse o working.

 

viagem telegrafada é um porre. a mensagem volta e eu nao entendo nem o que foi, quanto mais o que vem.

Postado em

Kleber.. uma pergunta meio besta.. mas que não sái de minha cabeça! Pq usar um cabo com 4 pares (8 'fios') como se fosse apenas 1 par (2 'fios')? Afinal, em termos quantitativos, os 4 pares supririam com folga o uso dos RCA (teoricamente daria pra usar 4 rcas por cabo) mas, considerando sua 'enrolação' trançada, se fossem considerados 4 fios (e não pares) em cada cabo, não daria pra utilizar um cabo dessses com 1 par de RCA? (sendo que cada par trançado seria encarado como um 'fio' apenas?)

 

Digo isso pq na informática costuma-se fazer esses tipo de experiencia tb.. e (talvez) vc não tenha percebido todas as possibilidades de ligações nesse cabo! Já experimentaste usar 1 par trançado como 'linha', outro como 'terra', outro como 'linha' e o quarto par como 'terra'? Creio que o fato de ter usado aterramentos trançados com a linha possa ter gerado essa capacitancia q afetou os graves! Como decidiu usar os 'brancos' como terra?

 

PS.: Não estou questionando os seus conhecimentos, afinal, tenho certeza que entendo mt menos que vc! Mas essas dúvidas não param de gritar em meu ouvido! rs

 

PS2.: Se tiver paciencia, vou tentar fazer um cabo desse com 1 par de RCA por cabo CAT e posto as fotos aqui (ou no DIY).



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