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muriloalvares

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Tudo que muriloalvares postou

  1. Rapidamente, caros foristas! São três produtos a serem lançados entre outubro e início de 2015: Um subwoofer macio, controlado e veloz, para tocar plano desde 30Hz suportando alta potência (este da foto, nossa meta é sim oferecer uma solução nacional para quem quer desempenho de um JL12W7). O segundo produto é um subwoofer similar ao primeiro, mas com maior SPL e frequência de ressonância, necessidanto de caixas levemente menores, com mais impacto podendo ser utilizado em competições de SPL de alto nível. Por último um monstro, diferente do que existe por aqui, altíssimo SPL/potência suportada que não sacrifica a eficiência. Este vai brigar com os subs tops dos EUA portanto não esperem um produto barato. É importante lembrar que o processo de desenvolvimento na Questo é elaborado e rigoroso, portanto um tanto demorado.
  2. Um problema simples está no fato de que qualquer ligação à rede sem transformador isolador (autotrafo não serve!) faz com que o objeto ligado fique com o potencial da rede, ou seja, 127V alternados. É pedir para dar M.
  3. Perfeito Klebão, psicoacústica em funcionamento. Vale lembrar que o carro ajuda muito, é praticamente um EQ de 12dB/8a abaixo de 80Hz.
  4. Faz um teste aí, liga um inversor nessa fonte 12V e alimenta o amp pro.
  5. Veja que a fonte é o coração o sistema, hj em dia uma grande parte dos amps pró de baixo custo (behringer, etc) tem características de circuito equivalentes à saída do SD250 (classe D, componentes parecidos, etc). Para comparar melhor tens que garantir alimentação plena para a fonte do SD250.
  6. Oi Bloom, coloca uma bateria boa grande em paralelo com esta tua fonte aí e testa de novo, só por curiosidade...
  7. Perguntinha complicada heim? Ruído vai ser parecido com sine sweep, mas pode complicar o multímetro, sweep tem que ser em nível bem baixo para nao tirar o falante da zona linear de operação, o que pode acabar com o sinal/ruído. MLS é o melhor neste sentido.
  8. Um belo medidor é o Woofer Tester da Larson (não o da Dayton)
  9. Vejam que existem vários tipos de compostos de neodímio para alta temperatura, e que o posicionamento/geometria neste alto-falante foi propriamente calculado, inclusive levando em conta a indução de corrente causada pela bobina no pino (aumentando a temp) e no anel de neodímio (gerando calor por perdas i^2*R, por ser condutivo) e blá blá blá, mas melhor parar por aqui em prol do profissionalismo.
  10. É uma tecnologia antiga, cada caso é um caso, tudo tem que ser feito do zero levando em conta todo o conjunto para ficar bom, pois o alto-falante é aquela "gangorra", ganha-se aqui, perde-se ali.
  11. Fica no topo do pino, Pude trabalhar junto com a Eros no desenvolvimento e análise do produto e pode-se dizer que este produto ficou muito, muito bom. As curvas de Bl e compliância ficaram muito boas (gerando baixa distorção nos graves onde o deslocamento do cone é maior) e isto é extremamente difícil de se ver tanto em produtos importados como nacionais.
  12. A patroa acabou de comprar um 208 zero, andou 20km e deu pane geral, parou e nao ligou mais. Abri o capô e o terminal negativo da baterial nao tinha sido apertado.
  13. Olha gente, concordo que pode ter sito um tanto quando incômodo, mas a verdade é que as coisas vendidas sem regulação normalmente são de qualidade sofrível. Eu tenho um laboratório de análise de alto-falantes, uso um sistema de última geração da Klippel e tenho trabalhado junto às fábricas que se interessam em melhorar seus produtos. Se eu chegasse aqui mostrando resultados destas medições acho que o mundo iria acabar. Nosso problema é cultural, semana passada comprei um no-break de 600VA, e não segura meu PC com fonte de 400W. Quando retornei na loja me testam o no-break numa fonte de laptop de 150W, quanto eu falei que assim não era justo os caras riram e disseram que é isto aí mesmo que ele segura. Nem vamos falar de carros. Precisamos de regulação, urgente, sob pena de o mercado se auto-destruir.
  14. Gente, tem conceitos aí que estão bastantes errados a respeito de capacidade de dissipação, relação com a bitola do fio, etc. Estas coisas são contra-intuitivas. Fui - joga bomba de fumaça e some
  15. Mas será que tocam mais do que 7,3 cara preta???? Heim???
  16. Achei bem legal, parabéns ao cara pela inovação.
  17. Melhoras cara!
  18. Digamos que o mercado brasileiro "premia" quem mente mais, mas ainda acredito que a qualidade é que mantem uma marca ao longo dos anos.
  19. Pois é, sub com alta-excursão + caixas dutadas precisam de suspensão progressiva... sobre a centragem "absorver" o som isto depende muito, não é assim uma relação direta, tem muita coisa envolvida.
  20. Quer divulgar dados do equipo de medição Juliano?
  21. Com mais centragens aumenta-se o Kms (e o Rms por sinal, gerando mais perdas) portanto a Fs sobe (mais força de restauração). A sensibilidade cai porque é uma média na faixa de frequência em que o alto-falante opera na região chamada controlada pela massa móvel, onde o que influencia é Bl, Mms, Re e Sd.
  22. Alteram, mantendo-se o resto igual (Sd, Bl, Re) a massa móvel aumenta (mais centragens) e a sensibilidade cai (tirada da média na banda de resposta do falante).
  23. Tenho o privilégio de acompanhar de perto o projeto do Renan e pode-se dizer que este é um dos feitos que eleva o nível geral do nosso som automotivo. Parabéns tchê!
  24. Xmax tem uma definição que foge desta área de som automotivo forte, no limite, pois mesmo correspondendo ao deslocamento que gera 10% de distorção a nossa percepção em baixas frequências é muito baixa (20% de THD pode passar despercebido). Existem muitos outros fatores que indicam qualidade no sub... Xlim é excursão limitada por algo, seja a centragem batendo na arruela ou bobina no fundo, etc.
  25. Pois é, mas veja que acertar controle de qualidade de linha de produção é muito difícil, por conta de n fatores, enquanto o zé da esquina que tem muita prática "reconando" pode fazer serviço muito melhor na mão mesmo. Conheço pessoal que aplica cola em círculos quase perfeitos, hehe.

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