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Alves

Omega voltará ao Brasil em novembro

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Postado em

Omega voltará ao Brasil em novembro

 

Sedã terá sobrenome Fittipaldi e novo câmbio automático de seis marchas

 

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Chevrolet Omega Fittipaldi

 

A GM vai voltar a vender o sedã Omega no mercado brasileiro a partir de novembro, segundo o site australiano Go Auto. O carro chegará em um lote inicial de 600 unidades com o sobrenome Fittipaldi e novos detalhes, como o câmbio automático de seis marchas, o mesmo que equipa o Malibu e o utilitário esportivo Captiva V6.

 

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Emerson Fittipaldi ao volante do Omega

 

O motor será V6 3.6 litros, com injeção direta de gasolina, devidamente ajustado para funcionar com 25% de álcool, mas que passará a ser bicombustível a partir de 2012 na Austrália, onde o carro é produzido pela Holden, subsidiária da GM.

 

Além disso, o sedã ganhará para-choque dianteiro reestilizado, com entrada da ar mais larga e tela de LCD de 6.5 polegadas do tipo “touch screen”, que fará parte do sistema de som com Bluetooth e entrada USB.

Postado em

O carro é animal ! Mas e o preço ?

 

 

O carro é animal, e o preço é pra burro huahuahua

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi podre né.... desculpem ai...

Postado em

Eu acho lindo, mas na rua só vejo como carro oficial.

Aqui em sampa tem alguns, em Santos tem bastante até...

 

Ele, apesar de custar mais que algumas BMW e Mercedes, chama MUITO menos atenção... Podendo ser usada por pessoas que querem um carro top mas não podem mostrar... Pois, por mais que seja um omega, é GM.... E realmente é um puta carro... Sou gamado na pickup omega, o dia que eu tiver cagando dinheiro vou importar uma...

 

Holden_ute_SS-V_m_m.jpg

Postado em

quem não ve nada d+ no carro deve pelo menos dirigir um primeiro.

 

eu acho um carro fantástico e com certeza um dos melhores que já dirigi, mais 150k é realmente um absurdo se for esse mesmo o preço.

 

ainda sonho em ter na garagem pelo menos duas gerações do omega, uma do antigo CD (3.0 ou 4.1) e uma do australiano.

 

com 150k temos inumeras opções e eu com essa grana, não compraria um omega 0km.

 

mais não deixa de ser um Put@ carro!

Postado em

quem não ve nada d+ no carro deve pelo menos dirigir um primeiro.

 

eu acho um carro fantástico e com certeza um dos melhores que já dirigi, mais 150k é realmente um absurdo se for esse mesmo o preço.

 

ainda sonho em ter na garagem pelo menos duas gerações do omega, uma do antigo CD (3.0 ou 4.1) e uma do australiano.

 

com 150k temos inumeras opções e eu com essa grana, não compraria um omega 0km.

 

mais não deixa de ser um Put@ carro!

Eu nunca entrei, o interior só conheço por fotos... Mas pelo que pedem no carro, deve ser muito bom né!

Mas o exterior do carro, acho muito sem graça mesmo. Por esse preço tem MUITA coisa melhor, óbvio.

 

Dos Omegas antigos então nem se fala, esses eu detesto mesmo!

Postado em

Isto explica pq eu só vejo Ômega na rua com placa de bronze...

 

 

Aqui em Foz eu vejo vários normais... iclusive tem com umas rodas 19" ou 20", bem interessante...

 

Eu, obviamente pago um pau pro carro...

 

chevroletomegacd01_1280.jpg

Postado em (editado)

Não creio q esteja fora do preço no mercado com o qual concorre. Camry e Accord V6 q são seus principais concorrentes tb são esse preço e ninguém reclama.

 

Matéria q lí há algum tempo já.

 

 

Carrões corporativos

Fonte: iCarros

 

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Um homem alinhado, de seus 40 e poucos anos, entra no setor de importados da loja e se decide por um sedã seis cilindros. Já tem todas as informações que julga importantes sobre o carro, por isso não perde tempo com detalhes: em menos de 20 minutos saca seu cartão corporativo e conclui a compra. Quase sempre à vista, após negociar desconto.

 

Não, a loja não fica exatamente em Brasília, mas em qualquer grande cidade do País. E o tal cartão corporativo não leva o brasão da República, mas de uma Ltda. ou de uma S.A. Por fim, a situação é real e se repete mais de três mil vezes ao ano em todo o Brasil: os sedãs V6 estão entre os carros preferidos dos alto-executivos. Em 80% dos casos, a compra é feita à vista, não necessariamente com cartão de crédito, mas sempre em nome da empresa.

 

O Chevrolet Omega e o Honda Accord são dois dos modelos preferidos deste público. O primeiro vem da Austrália e o segundo, renovado, passou a ser trazido do Japão. Foi a chegada do novo Accord, a propósito, que nos motivou a fazer este teste comparativo. A estes, juntamos um terceiro modelo, o austríaco Chrysler 300C, o menos discreto dos três, mas dono de um interessante custo-benefício. Todos estão na faixa dos R$ 140 mil e têm potência em torno dos 250 cv. Nesta briga de PJs, melhor, de CJs, faltou um sedã o Toyota Camry. Insistimos com a fabricante, mas a Toyota não dispunha do carro para nos emprestar.

 

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Trio eclético

Se na teoria os três carros reunidos nesta reportagem são parecidos por oferecerem conforto, segurança e disposição, na prática eles são distintos. O Chrysler é a cara do yuppie em ascensão profissional um sedã que veste Armani, fala em iPhone e tira férias em Nova Iorque. É o oposto do Omega um cavalheiro bem sucedido, popular no Brasil e que aprecia um bom vinho e viagens ao Vale do Loire, na França. E temos ainda o Accord, um executivo de meia-idade disposto a se tornar o CEO da empresa rapidamente, mas que precisa ainda de algumas aulas de etiqueta para almoçar no Fasano, um dos restaurantes mais chiques do Brasil.

 

Qualquer que seja a personalidade, estes sedãs oferecem conforto de sobra ao motorista e, principalmente, ao passageiro do banco traseiro. Nos três, o espaço para pernas é maior que o encontrado em muitas mesas de escritório. O couro transpira qualidade e os plásticos mostram que não foram economizados trocados na fabricação.

O melhor entre os três? É o que você saberá nas próximas páginas.

 

3º Lugar Chrysler 300C V6

 

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Ele é estrela de clipe de rapper americano, mas também pode figurar em algum filme de gângster em Chicago. Em qualquer situação, o Chrysler 300C rouba a cena. Por onde ele passa, atrai olhares e lentes, não necessariamente nesta ordem. É o carro da novela da oito, identificou uma senhora. Parece o carro do Al Capone, comparou um amigo. E dá-lhe fotos! Na semana que passei com o sedã, senti-me um ator global. Portanto, se você é um sujeito discreto, um executivo low profile, risque esta opção de sua lista.

 

Mas o sedã de cinco metros de comprimento é mais que um carro exótico. Vive-se bem dentro dele. As portas e o painel são revestidos com materiais mais agradáveis ao toque que o dos rivais. Os botões estão bem localizados e a linha de cintura alta faz com que você se sinta dentro de uma concha. Sobra espaço para as pernas mesmo que você seja um Oscar Schmidt, com seus 2,05 metros de altura. Isso, bem entendido, desde que você não se acomode no centro do banco traseiro o túnel central é um obstáculo com pouco mais de 20 centímetros de altura.

 

Perfeito? Nada é. Três elementos destoam da arrojada decoração interna: o acrílico que imita madeira no console e no volante, a iluminação verde-água do painel de instrumentos e o relógio analógico no centro do painel.

 

Bom mocinho

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O casamento entre a Chrysler e a Mercedes-Benz acabou. As duas empresas já fizeram a mudança de casa e trataram da separação dos bens. Mas o 300C mostra que resquícios da vida em comum persistem. Veio do Mercedes a haste que controla a velocidade de cruzeiro e que se confunde com a de seta à esquerda da coluna de direção. Outra característica de Mercedes é a forma como se trocam as marchas no câmbio seqüencial sempre na horizontal.

 

Mas há exclusividades. E o sistema MyGIG, de áudio e entretenimento, é uma delas. O MyGIG inclui DVD player, entrada USB e um disco rígido de 20 gigabytes para armazenar músicas e imagens em formato digital. Para acioná-lo basta tocar os dedos na tela com iluminação bem clara que fica no centro do painel. As inúmeras funções fazem com que se perca um bom tempo para aprender os comandos. Mas depois do aprendizado, o sistema se mostra prático e divertido.

 

Mais fraco do trio, o Chrysler V6 demonstrou na pista que é o mais lento nas acelerações e nas retomadas. Mas o 300C tem acerto de suspensão tão equilibrado e direção tão bem ajustada que nem parece ter sido feito para agradar o comprador americano padrão. Com tração traseira (igual ao Omega), é firme e ágil nas manobras. Pode confiar e entrar a mais de 60 em uma curva. Seu grande problema são as comparações. Coloque o V6 ao lado do V8 (que também é vendido no Brasil) e ele parecerá o mocinho da novela.

 

O lado bom da história é que o 300C V6 custa R$ 30 mil a menos que o V8: por R$ 139.900 você compra o carro-celebridade. E fica a meio passo de se tornar uma delas.

 

2º Lugar Honda Accord EX V6

 

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Todos os anos, 400 mil mexicanos deixam o País. O Honda Accord foi um deles. Porém, seu destino não foram os Estados Unidos, mas o Japão. A partir deste mês, a oitava geração do sedã vendida no Brasil é produzida em Saitama, uma das unidades da marca em terras do Oriente.

 

A mudança de cidadania não é boa notícia para os interessados no carro: enquanto vinha do México, o Accord não pagava Imposto de Importação. Agora, ele é taxado em 35%. A mudança de passaporte produziu aumento de preço de 7% na versão V6, que passa a custar R$ 144.500. Na ponta do lápis, ficou R$ 4.600 mais caro que o 300C, mas ainda assim é R$ 2.000 mais barato que o Omega.

 

Ao decidir trocar o México pelo Japão, o Accord teve de se adaptar ao modo de vida nipônico. Abandonou o antigo figurino sem-graça por outro, mais elegante. A roupa escolhida é arrojada, cheia de volumes e cortes retos, feita por um grupo de estilistas que viveu seis meses em ateliês europeus para tomar banho de inspiração (a Toyota usaria o mesmo recurso para chegar às linhas finais do Corolla). Ainda assim, o Accord está longe de ter o desenho futurista do irmão caçula Civic. Seu negócio é parecer invocado, mesmo sendo bonzinho.

 

Motor 3x1

O lado cortês do Honda começa pela forma como ele recebe o motorista. Nunca imaginei ficar tão entretido ao dirigir um sedã deste porte. Nem 300C nem Omega passam igual sensação. A diversão atende pelo nome 3.5 V6, o moderno motor de 278 cavalos 38 cv a mais que o anterior.

 

Pois este motor tem uma sigla a mais, a VCM2, responsável por gerenciar o funcionamento dos cilindros. É como o Hemi, do Chrysler 300C V8: cilindros são desligados de acordo com a necessidade do acelerador. Precisa de força? Os seis canecos entram em ação. Quer velocidade alta, porém constante? Apenas quatro cilindros vão funcionar. Está no anda-e-pára do congestionamento? Somente três cilindros estarão ativos. Não é por menos que dos três, o Accord é o menos sedento por gasolina. Além disso, a suspensão está calibrada de forma correta. Não tão macia a ponto de passar insegurança nas curvas e não tão dura a ponto de causar dores nas costas. Só falta um pouco mais de precisão na direção hidráulica de relação variável.

 

Com entre-eixos oito centímetros maior em relação à geração anterior, o espaço para quem viaja atrás cresceu consideravelmente.

 

Mesmo com o assento dianteiro totalmente recuado, uma pessoa de 1,80 metro não encosta os joelhos no banco da frente. No painel que avança em direção ao motorista inspirado no do Civic, diga-se os comandos estão à mão e a leitura dos dados é clara, assim como a iluminação do quadro com tecnologia Optitron que regula a intensidade de acordo com a claridade externa.

 

O silêncio interno impressiona. Há um recurso chamado controle ativo de ruído que funciona da seguinte forma: a freqüência de som gerada pelo motor é captada por um pequeno microfone. Automaticamente, uma onda contrária, mas da mesma freqüência, é emitida pelos alto-falantes para amenizar o ruído. O resultado é agradável.

 

1º Lugar Chevrolet Omega

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O que se pode esperar de um carro fabricado em uma ex-colônia de degregados britânicos? Ele é o melhor. O Omega é o carro que no estacionamento da firma, ou do Palácio do Planalto, está na vaga ao lado do elevador. Há mais de 10 anos, é sinônimo de carro de executivo no Brasil. Sua atual versão, lançada no ano passado, oferece agilidade, conforto, espaço e status.

 

Na pista, o Omega não tomou conhecimento dos rivais. Com seu V6 3.5 de 254 cv, deixou Chrysler e Honda comendo poeira. Ele anda na frente ajudado pelo bom torque em baixas rotações e pelo câmbio mais esperto. Basta pisar no acelerador e esperar o impacto nas costas e a conta no posto. O Omega faz na cidade 5,2 km/l, média próxima ao do 300C e acima da obtida pelo Accord com seu motor que desativa até três cilindros com o trânsito parado. O Honda percorre seis quilômetros com um litro de gasolina. No Omega, porém, a reação ao pisar no acelerador é mais brusca e o ronco é mais forte.

 

E não é só para acelerar que ele é bom. Nos testes de frenagem o Chevrolet foi o que menos exigiu espaço para parar completamente. O ajuste da suspensão é correto, mas do trio, o australiano é o que tem o comportamento que mais se aproxima ao de um carro americano.

 

Cineminha

 

Em termos de bem-estar o Omega também supera os rivais. Os bancos que mais parecem poltronas e o eficiente ar-condicionado deixam o interior mais agradável que sala de reunião da Fiesp. Se estiver na hora do happy hour pode-se assistir filme no banco traseiro. O Omega traz DVD player no teto, com tela escamoteável e fones de ouvido para os passageiros do banco traseiro. Mas a sessão de cinema será reservada para duas pessoas, pois a terceira vai ficar tão desconfortável com o imenso túnel da transmissão que vai pedir para sair antes do trailer terminar.

 

Nem tudo é festa. Para um sedã de R$ 146.500, o Omega tem alguns descuidos. Ele traz, por exemplo, lingüeta para comutar a lente do retrovisor interno, a tampa do porta-malas não tem forração e os vidros dianteiros têm comando um toque só para abertura. Além disso, os botões ficam no console.

 

Mas se o assunto é espaço não há do que reclamar. O Omega está longe de ser uma limusine, mas entre os carros vendidos no País é o que mais se aproxima disso. O espaço para as pernas e para os ombros é imenso. Durante os dias em que passei com o Omega me senti um chofer sem passageiro. Faltava um patrão no banco de trás. É um carro gostoso de dirigir, mais esperto que a sisudez do desenho transparece. Mas não há dúvida que o melhor e mais disputado banco é o que fica na parte traseira.

Editado por GIII lêndea_sc
Postado em

150mil... so pode ser brincadeira... nao vou nem comecar listar quantos carros melhores se compra por 150mil...

 

Exato, e daqui pouco tempo tem por 30 conto usado.

Postado em

150k? ta de brincadeira né, com 80k da pra comprar um new fusion, com 110k da para comprar uma Bmw 320i...

que nem citado acima, não vou dizer os outros inumeros carros que se pode comprar com este dinheiro.

e tem gente que ainda pagaria 150k num omega? :blink:

 

não rola! :legal:

 

 

ps: o emerson ja está com uns 70 anos e ainda faz comercial de carros! :vts

Postado em

Exato, e daqui pouco tempo tem por 30 conto usado.

 

E qual sedã não é assim?????

 

Segundo a Fipe:

 

Accord 0km: 139K

Omega: 122K

 

2008:

Accord: 90k

Omega: 83k

 

 

Ou seja...

Postado em

E qual sedã não é assim?????

 

Segundo a Fipe:

 

Accord 0km: 139K

Omega: 122K

 

2008:

Accord: 90k

Omega: 83k

 

 

Ou seja...

 

Hummm, posso estar falando uma grande besteira, mas já viu o preço do Camry e Fusion usados, por exemplo, comparado com um Omega? :huh:

Posso estar bem enganado, mas Omega é aquele tipo de carro que todo mundo gosta mas ninguém compra o comérico dele me parece BEM ruim.

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