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[Montando kit 2-vias Customizado] Melhorando som original no HB20

sq; medições acústicas
22 respostas neste tópico

#1
dn_mosfet

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Por questão de emprego, já faz 05 anos que me mudei para o interior.

Nessa mudança de rotina deixei de necessitar do carro no deslocamento diário para o trabalho.

O transporte passou a ser com ônibus da empresa.

Me aparelhei foi num SQ de bolso: comprei uns fones IEM de excelente qualidade e um cartão micro SD de 64 Gb para usar no celular, além de um IPOD.

Neste contexto deixei meio de lado o SQ automotivo.

 

No dia-a-dia só utilizo o carro para pequenos deslocamentos, como supermercado, etc.

Também não posso perder volume na mala pois eventualmente preciso de todo espaço quando viajo.

 

Agora pretendo fazer umas mods bem seletivas no som do carro.

Não tenho intenção de nada muito potente.

Também nada caro, nem sofisticado, apenas ajustado corretamente.

Como fonte principal para ouvir música mesmo, tenho meu sisteminha residencial.

 

O carro é HB20 2014 hatch, que ainda está com o som 100% original.

Por conveniência / controles no volante/ adaptação no painel, não penso em trocar o CD original.

 

Acredito que a minha condição talvez reproduza a de muitas pessoas, que querem um up de qualidade com o mínimo de alterações possíveis e o mais discreto possível, por questões de espaço e segurança.

 

O SOM ORIGINAL:

 

Não me soa ruim, ao contrário.

Afora não ter muita potência, nos extremos sim existe a deficiência: falta maior definição e punch em graves e peso nos agudos.

A assinatura no agudo não é ruim, mas além de fraco, tem algo errado ali.

 

O sistema de alto-falantes tem boa sensibilidade.

A região média transmite uma relativa sensação de limpeza e naturalidade maior do que a que eu tinha no carro anterior, um Sandero, também com som básico.

Esse Sandero – peguei de 2ª mão - tinha uns coaxiais Buster e o som era bem ruinzinho.

No Sandero eu utilizava o 7892.

 

Pretendo utilizar esses alto-falantes originais do HB20, principalmente pela questão da qualidade de áudio, customizando um kit com um bom tweeter, que possivelmente montarei nas colunas, de forma discreta, futuramente.

 

ALTO-FALANTES:

 

São fullranges de 5”, de celulose, que vem numa carcaça adaptada para a porta do carro.

Falantes que parecem simples, conjunto magnético ferrite, sem neodímio.

Potência nominal 16 watts, potência máxima 25 watts está escrito nele.

 

gSpGcBH.jpg

 

Xn5PXMv.jpg

 

 

O que me chamou atenção é a borda de tecido emborrachado, brilhante, essa borracha da borda é aplicada como uma pintura.

Processo interessante.

A borda resulta leve e bastante macia, o que deixa a compliância mecânica bastante alta, ou o cone soltinho, para melhor entendimento.

 

Já encontrei bons falantes com borda macia. Este tipo de solução, a tal borracha pintada sobre  tecido não tinha visto ainda.

 

O plástico da carcaça do alto-falante é rígido, não é aquele termoplástico comum, tipo o que é usado na confecção de dutos.

O fato é que as portas não vibram fácil e mantém algum grave.

Observo que ele vem com espuma em ambos os lados para evitar vibração.

 

Do que ouvi no carro, e observei ao ter os falantes na mão, compreendi que aqui tem trabalhinho de engenharia e a impressão que a decisão em mantê-los é acertada.

Chamo atenção que, se eu decidisse botar um kit mediando, cones PP, acredito que possivelmente seria downgrade em qualidade, embora certamente tolerando maior potência. Mas não é isso o que procuro.

 

MEDIÇÕES ACUSTICAS:

 

Recursos utilizados são o software REW no notebook, placa de áudio externa Steinberg UR12 e microfone calibrado DBX.

 

 

TYJjHAV.jpg

 

Para medições uso um gabinete de mdf 18 mm de 12 litros, selado.

Microfone apontando para o centro do cone, distante uns 30 cm, ruído rosa e/ou varreduras de frequencia.

O ambiente não é anecóico, é uma sala de uns 20 m2, mas é o que temos.

Pro objetivo vai atender de forma satisfatória.

 

MEDINDO O ALTOFALANTE

 

xaKdRGO.jpg

 

Medição do fullrange com varredura de frequência.

 

Como referência verificamos que o sinal entre 80 hz e 10 khz necessita de um range de 14 dB ou seja, +- 7dB para conseguir acomodá-lo.

O agudo demostra o motivo de soar estranho. Uma coisa é verdade: o ouvido humano é tolerante.

 

Para referência, um range  de +- 5 dB entre 100 HZ e 20 khz eu considero FLAT para fins de Som de Qualidade.

 

Adicionei um filtro passivo de equalização (RLC) para corrigir a resposta, atuando na faixa de 1 khz a 10 khz, e novamente medição com varredura.

 

 

 

CLd2DM4.jpg

 

 

Agora a região entre 80 hz e 10 khz está totalmente contida em + - 5 dB. ;)

 

Resposta em fase com o filtro de equalização:

 

Um falante estável em fase de 150 hz a 10 khz. Serve até para um 3 vias, pois é tranquilo para cruzamentos nesta faixa.

 

I0YB88e.jpg

 

Por enquanto paramos por aqui :legal:


Editado por dn_mosfet, 27 novembro 2017 - 22:49 .

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#2
graeff.tomas

graeff.tomas

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Não sei é exatamente o que busca, nem se está dentro do seu orçamento... Mas segue alguns itens abaixo:

 

Midbass NAR 525CW3 - Manterá a originalidade do carro, sem necessidade de cortar a lata para colocar um mid de 6".

Tweeter Selenium 1TW1 - Não sei como é o espaço das colunas ou painel do HB20, mas creio que ficará em um local sem chamar atenção.

Subwoofer NAR 0804-SW2 - Pequeno e potente, toca com caixas começando em 7 litros seladas.

Amplificador Soundigital SD400.4EVO ou SD800.4 EVO - Cabem sob o banco e painel, ficando despercebidos na instalação além de não terem o cooler e possui qualidade excelente.

 

Vai precisar também de um conversar para uso de RCA's.


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#3
dn_mosfet

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O set que você sugere está sim dentro do orçamento e espírito do trampo.

Os altofalantes vou apostando nesses originais. Acho que darão ponto.

 

Tweeteres tenho um par de Tws Dayton, vamos ver como ficará o acerto. Penso em fazer colunas.

 

Subwoofer ainda não definido exatamente, mas será por aí mesmo, de 8 polegadas numa selada.

O que sugeres é uma opção possível.

 

O amplificador sim, esse já alinhamos 100%. Pequeno, potente, desempenho. É o SD800.4 EVO  :+1  

 

Sim, também vou precisar de um conversor para RCA.

 

Valeu pelas dicas. :legal: :legal: :legal:


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#4
fst-lobo

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Normalmente esse af originais de alguns carros, tocam bem mesmo

 

Com a troca do tw, já deve conseguir uma boa melhora no som

 

O 1tw1 é uma opção boa e barata, mas está mais dificil de encontrar esse dias. Mas vc já tem um tw.

Se pensar em comprar outro tw, tem um topico no geral que conversando com outros users tem algumas comparações de tw, CxB, que é a proposta do seu set

 

No hb20 será que caberia o sub em baixo do banco?

uma opção para aproveitar espaço


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#5
dn_mosfet

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Normalmente esse af originais de alguns carros, tocam bem mesmo

 

Com a troca do tw, já deve conseguir uma boa melhora no som

 

O 1tw1 é uma opção boa e barata, mas está mais dificil de encontrar esse dias. Mas vc já tem um tw.

Se pensar em comprar outro tw, tem um topico no geral que conversando com outros users tem algumas comparações de tw, CxB, que é a proposta do seu set

 

No hb20 será que caberia o sub em baixo do banco?

uma opção para aproveitar espaço

 

 

Não é exatamente troca de tweeter, mas dispensar o agudo do fullrange original. É colocar tweeter hehehe.

 

Conheço o tópico do comparativo, o pessoal se puxou na análise subjetiva. Como tenho ferramentas para a medição acustica, vou medir e plotar resposta de thd, fase e regularidade.

 

Mas claro, a análise subjetiva tem valor sim, aliás, pra mim tem de andar junto com a objetiva. Não adianta bons números se não agradar ao ouvido ;)

 

Acho que caberia embaixo do banco sim. Minha idéia inicial é usar o sub dentro do estepe.


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#6
A. Ricardo

A. Ricardo

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Já pensou em dar uma olhada nos tweeters do morel tempo, o TW1? É um pouquinho salgado o preço, mas o tweeter dele é muito bom.


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#7
dn_mosfet

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Certamente uma boa opção.

 

Como já tenho 01 parzinho do Dayton na mão, vou primeiro tentar montar o kit e acertar com ele.

 

Não é muito conhecido por estas bandas, mas é um belo tweeter...

 

:legal:


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#8
A. Ricardo

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O que vc tem é o nd16fa ou o nd20fa? Tem que cuidar pra casar a impedância dos dayton, pq a maioria é de 8ohms.


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#9
fst-lobo

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Não é exatamente troca de tweeter, mas dispensar o agudo do fullrange original. É colocar tweeter hehehe.

 

Conheço o tópico do comparativo, o pessoal se puxou na análise subjetiva. Como tenho ferramentas para a medição acustica, vou medir e plotar resposta de thd, fase e regularidade.

 

Mas claro, a análise subjetiva tem valor sim, aliás, pra mim tem de andar junto com a objetiva. Não adianta bons números se não agradar ao ouvido ;)

 

Acho que caberia embaixo do banco sim. Minha idéia inicial é usar o sub dentro do estepe.

 

Mas no original do hb20, tem apenas os full? Ou existem um tw também?

 

Falei por experiencia com o som do vw polo, que o original tem um mid na porta que não sobe tanto

e um tw na coluna, que toca muito bem, no entanto não durou muito, talvez por mal uso

 

E a verdade a análise foi mais subjetiva, mas auxilia pelo menos em apontar um norte


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#10
Bolonha23

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Boa tarde!!!

Cara eu já usei o radio original com conversores e esse será o maior desafio, pois no geral os conversores não tem tanta qualidade de audio, eu tinha problema de os modulos cortarem o audio em volume um pouco mais elevado por distorção...

  • 0

#11
dn_mosfet

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Mas no original do hb20, tem apenas os full? Ou existem um tw também?

 

 

Só full, sem tweeter mesmo.

 

Existe um HB20 com comando elétrico dos espelhos e aí vem com tweeter no local de acionamento, mas não é o caso do meu.


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#12
dn_mosfet

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Boa tarde!!!

Cara eu já usei o radio original com conversores e esse será o maior desafio, pois no geral os conversores não tem tanta qualidade de audio, eu tinha problema de os modulos cortarem o audio em volume um pouco mais elevado por distorção...

 

Meu velho, pretendo usar cross passivo bi amp.

O módulo, com conversor, só no midbass e subwoofer.

 

O tweeter vai ser tocado pela saída amplificada do HU.

 

Tudo pela QUALIDADE...


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#13
dn_mosfet

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O que vc tem é o nd16fa ou o nd20fa? Tem que cuidar pra casar a impedância dos dayton, pq a maioria é de 8ohms.

 

Esse cara aí, 4 ohms

 

YvBPY9y.jpg


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#14
rafaelhelton

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Fala Dan!

 

Puxei uma cadeira, vamos à aprendizagem!

 

Que bom que usuários experientes, como voce, estão montando sets e compartilhando com a gente.

 

Abraço!


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#15
dn_mosfet

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Valeu mesmo pelo incentivo parceiro! Se alguém está interessado eu curto mesmo compartilhar.

 

Vou prosseguir então nas medições:

 

Analisando agora distorção harmônica normalizada (a fundamental está normalizada em 0 dB):

 

Confirmado graficamente a percepção subjetiva de som limpo do falante original. Neste aspecto nada deve a ótimos falantes.

 

No gráfico, a linha preta é THD TOTAL e a laranja é a THD de 3ª ordem, que é a maior ordem ímpar.

 

Na prática essa 3ª harmônica termina sendo a mais nociva para a qualidade de áudio.

 

Para fins de referência, THD de 3ª ordem acima de -30 dB eu tenho como um som fatigante, ente -30 e -50 dB faixa normal de uso e abaixo de -50 dB, um desempenho top.

 

 

8I2zTV6.jpg

 

Note que abaixo ~ 300 hz a THD já começa a crescer, embora disparar mesmo só abaixo de 150 hz ou seja, a vocação dele não é para reproduzir graves.

 

 

 

O TWEETER:

 

Como já comentei, estou com o Dayton ND20FB-4 para esta instalação.

 

O preço lá fora é cerca de 15 dólares/pç.

 

O dito cujo tem suas virtudes e limitações.

 

O ponto de corte, por exemplo, é um limitante e não deve baixar de 3.5 khz segundo o fabricante.

 

A resposta regular no topo é um ponto positivo.

 

Minha idéia é fazer o cruzamento na faixa de 4 a 5 khz. Esse maledeto mesmo hehehe

 

 

IfFhgZj.jpg

 

 

Examinando comportamento das  fases de ambos os drives, para ver as perspectivas de cruzamento no ponto inicialmente sugerido, e são boas:

 

 

DM0D5N0.jpg

 

Deixei no gráfico as fases do falante (marrom) e tweeter (azul).

 

Sim, são compatíveis e não terá problemas de interferência destrutiva.

 

Na realidade as fases estão tão bem alinhadas que preciso ajustar o Q do crossover para que as linhas se cruzem -6 dB abaixo da linha do sinal sem corte.

 

A soma no ponto de corte vai gerar cerca de + 6 dB no overlap, se fizer corretamente a resultante será praticamente plana.

 

 

 

Gráfico da THD normalizada do tweeter. No corte de 4 khz em diante está o melhor resultado para este tweeter.

 

TgNFF45.jpg

 

 

 

O CROSSOVER:

 

Aproveitei o gabinete e placa de outro crossover para montar o cross do meu kit.

 

dxtkKZw.jpg

 

 

É um crossover que tolera bi-amp, pois pretendo amplificar o tweeter direto pelo HU e o midbass e sub com um amplificador de 4 canais.

 

Na linha do agudo uso um blend de capacitores Mundorf Supreme e Claritycap e na do midbass Mundorf MKP.

 

Considero que o ponto principal onde os kits comerciais pecam é na qualidade dos capacitores e resistores do crossover. Normalmente os kits vem com capacitores MKT (poliéster) na linha do tweeter e eletrolíticos para o woofer. Se o negócio foi feito para soar com um palco aberto, com espacialidade, MKP (polipropileno) é a pedida.

 

 

No gráfico a seguir tem a resposta medida usando o crossover, agora com ruído rosa, só do altofalante (linha azul), só do tweeter (linha lilás)  e ambos tocando ao mesmo tempo (linha verde).

 

A variação máxima, entre 80 hz a 20 khz, fica entre de +- 5 dB (10 dB).

 

Esse é o resultado da resposta acustica customizada, que equalizou o fullrange e realizou o perfeito casamento das vias.

 

3VZYlAF.jpg

 

 

 

Mais adiante, quando partir para a instalação física, atualizo com mais novidades.

 

;)

 

 


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#16
Juliano zz

Juliano zz

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Esses falantes originais da Hyundai, realmente tocam bem. Tirei os originais do meu IX35 para colocar um kit audiophonic kc6.3 e senti falta dos originais. Só que no meu caso, os originais são de 6,5 pol com 20Wrms em 2Ohms.


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#17
fst-lobo

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Aparentemente tem tudo pra ficar bom o set em


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#18
rafaelhelton

rafaelhelton

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Dn!

Estou curioso pra te perguntar algumas coisas:

1. Esse RLC adicionado, corrige a resposta permanentemente? Não achei fontes na internet pra pesquisar (talvez não pesquisei direito)

2. Não é mais interessante usar um ano com entrada alta, ao invés de conversor?

3. Não é mais interessante amplificar o tweeter tbm, já que vc vai usar Cross passivo?

Obrigado e abraço!

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#19
dn_mosfet

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Boa tarde.

 

1. O RLC corrige pico na resposta permanentemente. Claro, passa a ser incorporado ao crossover. Pesquise  por filtro notch em paralelo.

 

2. É uma pela outra, o módulo entrada alta imagino que tenha um conversor incorporado...

 

3. O agudo é a parte mais sensível. O que estou pensando é para evitar amplificar (hu), desamplificar (conversor) e amplificar novamente. Acho que ia afetar dinâmica, trazer colorações e o escambau hehehe

 

Abraços


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#20
dn_mosfet

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O que estou postando aqui, acredito que vá contra a solução padrão que muita gente tem como "o certo".

 

É uma proposta que sugere um paradigma diferenciado.

 

Mesmo assim, acredito que adere ao que praticamente a totalidade das instalações buscam hoje em dia:

 

Upgrade leve, buscando melhorar o som original, manter hu original, incrementando a qualidade e usando o mínimo de equipamentos instalados e investimento possível.

 

O objetivo é tentar elevar o som original a um status PREMIUM.

 

Com o mínimo de perda de espaço útil também. Por aí ok?

 

Como não tem TA, não vou nem entrar no compromisso de palco, etc.

 

 

Dito isso...

 

O projeto andou um pouco e foi na secção dos graves.

Já estou com um par de colunas adicionais compradas, mas o preparador de colunas por enquanto encontra-se em recesso de férias.

Instalei um módulo SD 400.2 EVO, versão 2 ohms que empurra um sub HAES LP-130 de 4,5 polegadas.

Bobina dupla de 8 ohms, em paralelo finalizando 4 ohms.

Num chute calibrado, esse sub tem uns ~ 75 wrms.

Como o módulo é pequeno, está posicionado escondido, encaixado num espaço junto ao estepe.

qG5jo4W.jpg
Esse sub é original de algum modelo de carro BMW. Tem o logo BMW no adesivo que tem a referência.

Jqb4Ofb.jpg

GTPlODV.jpg

V56bVLA.jpg

A box é feita em MDF 18 mm, tem 2.2 litros livres, dutada.

 

Um volume assim eu e a Chefa concordamos que não nos atrapalhará pro uso diário hehehe
 

Estou com um NAR de 8 polegadas guardado para este projeto também, que posso experimentar mais adiante, se achar que o usado hoje não atende.

 

Confesso que uma box de 2.2 litros pra sub, na minha escala de valores,  ficou interessante hehehe

 

 

RESULTADOS:

 

Nos altofalantes do estéreo tudo original ainda.

 

As captações para as medições foram feitas com o microfone dentro do carro, situando entre os dois bancos dianteiros, numa altura equivalente a altura da cabeça.
 

 

Ktb2cmp.jpg

 

 

No grafico acima se percebe onde o sub atua.

 

Note que mesmo estando totalmente originais as portas, pelo efeito de cabine, tocando ruído rosa, eq em flat, já descem naturalmente a 35 hz!

 

Desce mas não tem peso nem impacto.

 

O ganho em torno de 6 a 8 dB no grave traz um peso que agrada. É o que faltava.

 

Aqui um aspecto importante: o cd original não tem passa-alta, isso significa que temos simultâneamente uma sobreposição das respostas de subwoofer e fullrange de 35 a 100 hz.

 

Nessa região de sobreposição, a exigência em cima da fase é crucial, pois se entre elas houver um step de 180 graus entre os sinais, vai existir buraco na resposta por cancelamento!

 

 

4AMDFF5.jpg

 

 

As fases andam muito juntas até 60 hz e boas de 60 a 100 hz.

 

Na minha avaliação a aderência ao sistema ficou muito boa: peso na medida do esperado para um sub destas proporções, mesmo assim surpreendente de certo modo para quem olha o sub e escuta o resultado, macio, rápido, musical e leve e sim, principalmente coerente em fase, praticamente desaparecendo no sistema, devido a integração com as portas.

Não vou ser leviano a ponto de querer compará-lo a obras-primas da engenharia, mas se conjugar o trinômio: nível de investimento, expectativa gerada e performance, um sorriso brota sincero hehehe


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#21
Bolonha23

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O que estou postando aqui, acredito que vá contra a solução padrão que muita gente tem como "o certo".

É uma proposta que sugere um paradigma diferenciado.

Mesmo assim, acredito que adere ao que praticamente a totalidade das instalações buscam hoje em dia:

Upgrade leve, buscando melhorar o som original, manter hu original, incrementando a qualidade e usando o mínimo de equipamentos instalados e investimento possível.

O objetivo é tentar elevar o som original a um status PREMIUM.

Com o mínimo de perda de espaço útil também. Por aí ok?

Como não tem TA, não vou nem entrar no compromisso de palco, etc.


Dito isso...

O projeto andou um pouco e foi na secção dos graves.

Já estou com um par de colunas adicionais compradas, mas o preparador de colunas por enquanto encontra-se em recesso de férias.

Instalei um módulo SD 400.2 EVO, versão 2 ohms que empurra um sub HAES LP-130 de 4,5 polegadas.
Bobina dupla de 8 ohms, em paralelo finalizando 4 ohms.

Num chute calibrado, esse sub tem uns ~ 75 wrms.

Como o módulo é pequeno, está posicionado escondido, encaixado num espaço junto ao estepe.

qG5jo4W.jpg
Esse sub é original de algum modelo de carro BMW. Tem o logo BMW no adesivo que tem a referência.

Jqb4Ofb.jpg

GTPlODV.jpg

V56bVLA.jpg

A box é feita em MDF 18 mm, tem 2.2 litros livres, dutada.

Um volume assim eu e a Chefa concordamos que não nos atrapalhará pro uso diário hehehe

Estou com um NAR de 8 polegadas guardado para este projeto também, que posso experimentar mais adiante, se achar que o usado hoje não atende.

Confesso que uma box de 2.2 litros pra sub, na minha escala de valores, ficou interessante hehehe


RESULTADOS:

Nos altofalantes do estéreo tudo original ainda.

As captações para as medições foram feitas com o microfone dentro do carro, situando entre os dois bancos dianteiros, numa altura equivalente a altura da cabeça.


Ktb2cmp.jpg


No grafico acima se percebe onde o sub atua.

Note que mesmo estando totalmente originais as portas, pelo efeito de cabine, tocando ruído rosa, eq em flat, já descem naturalmente a 35 hz!

Desce mas não tem peso nem impacto.

O ganho em torno de 6 a 8 dB no grave traz um peso que agrada. É o que faltava.

Aqui um aspecto importante: o cd original não tem passa-alta, isso significa que temos simultâneamente uma sobreposição das respostas de subwoofer e fullrange de 35 a 100 hz.

Nessa região de sobreposição, a exigência em cima da fase é crucial, pois se entre elas houver um step de 180 graus entre os sinais, vai existir buraco na resposta por cancelamento!


4AMDFF5.jpg


As fases andam muito juntas até 60 hz e boas de 60 a 100 hz.

Na minha avaliação a aderência ao sistema ficou muito boa: peso na medida do esperado para um sub destas proporções, mesmo assim surpreendente de certo modo para quem olha o sub e escuta o resultado, macio, rápido, musical e leve e sim, principalmente coerente em fase, praticamente desaparecendo no sistema, devido a integração com as portas.

Não vou ser leviano a ponto de querer compará-lo a obras-primas da engenharia, mas se conjugar o trinômio: nível de investimento, expectativa gerada e performance, um sorriso brota sincero hehehe

Muito bom, apesar de não entender nada dos graficos kkkk, as impressões que vc passa nos comentarios dão a impressão que o sistema está indo para um patamar bem superior ao original e o melhor gastando pouco...

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#22
riverotoledo

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Bacana! Gosto de todo mundo que tem como proposta tirar leite de pedra.

Pelo exposto até agora será muito promissor.

Sucesso ao DIYer!

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#23
riverotoledo

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Editado por riverotoledo, 12 janeiro 2018 - 19:17 .

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