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dn_mosfet

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Everything posted by dn_mosfet

  1. Então amigo, o esquema que postei ali é o crossover HPF 5 khz.
  2. Definitivamente isso não tem compromisso nenhum em garantir um bom alinhamento de seu sistema, porque não temos nem idéia de como responde o midbass, mas certamente vai proteger seus tweeteres:
  3. A idéia do potenciômetro não é alterar nada do amplificador, mas ter um estágio externo. Enfim, uma sugestão para contornar o ganho "travado" do morpheus. Posta aí os parâmetros T/S do sub.
  4. Isso, dutada comum. Sabe simular? Não sei se te ajuda nessa altura do campeonato, mas não ter controle de ganho na entrada do morpheus vc contorna com um pré-passivo...
  5. Pois é Bruno, um processador pra ser BOM pede um hardware poderoso. O padrãozinho para set residencial é divisor passivo. Se eu entendi, botou um tw menos sensível ou um que não tem tanta presença no top end? Aí esconde um pouco o hiss? Se já está com o processador mesmo, pra que inventar muito? Bass reflex de 2a ordem e seja feliz. A bandpass é uma caixa que vc só vai ter certeza se está correta com medição acústica, curva de impedância da cxa, ou seja, é uma aventura que complica um pouco mais.
  6. A maneira que melhor irá proteger é um crossover passivo de 3a ordem.
  7. O winISD mostra a curva simulada de impedância do alto falante. Embora o recomendado mesmo é a medição real (programa + hardware tipo o DATS), pois o crossover passivo pode ser um elemento crítico, dependendo do alinhamento, e ter frequências em que a impedância "despenca".
  8. Eu tive um gmx904 e curiosamente modifiquei com os mesmo operacionas BB OPA2134. Recomendo o mod
  9. Brunetao, esse microfone DBX não é fornecida a curva de calibração pelo fabricante. Eu me reuni com um colega que tem um microfone UMIK-1. Pois bem, medimos a mesma referência de sinal e geramos uma curva de compensação da diferença da curva do DBX para a curva medindo com o microfone dele (que é calibrado, o fornecedor disponibiliza a curva) . Ou seja, adotei o microfone dele como padrão. E essa curva de compensação gerada passou a ser minha curva de calibração. Precisa ter junto outro microfone calibrado para utilizar como padrão.
  10. Boa noite colega: Bp4 não terá mais rendimento que a bass reflex, além de ser mais complexa e difícil acerto. Se vc tem processador vá tranquilamente de bass reflex. Minha opinião.
  11. Exatamente, no caso a ferramenta completa para medir inclui microfone calibrado e placa de som (interface). No caso utilizo o software REW (Room Eq Wizard) que é freeware, um microfone de medição DBX, ajustado pela curva de calibração e uma interface Steinberg UR12. [ ]´s
  12. Boa tarde: O ganho sobre a curva (mais ou menos ganho) fica diretamente proporcional ao volume da câmara dutada da BP4. A resposta fica “picuda” com muito ganho, ou, a medida que abaixa o ganho, fica flat – que é a formato deixado na curva do exemplo do gráfico – e caso seguir diminuindo o ganho, vai achatando no centro. A banda passante desce em frequência à medida que se aumenta o volume da câmara selada. Para buscar o formato simétrico da curva da BP4, devemos ajustar a frequência da sintonia do duto para ficar igual à frequência de ressonância do sub (frc) na câmara selada. A única coisa que vc consegue ajustar, depois de pronta, é o comprimento do duto. Ela é bastante sensível a pequenas alterações na sintonia. Assim, sempre que fiz, depois dos cálculos teóricos que deram origem à caixa, tive de fazer ajuste no duto pra buscar a curva simétrica. Eu já fiz algumas, e sendo realista, sem querer desestimular ninguém: se não tiver ferramentas de medição acústica para ver a resposta e ajustar o que for necessário, está às cegas. Na minha modesta opinião, se justificam quando não se pretende usar processamento ativo ou nenhum tipo de filtro eletrônico, uma condição “totalmente analógica”. E nesse caso ainda, cabe um filtro passivo numa faixa não tão crítica para “acalmar” a ressonância do duto (vide gráfico anexado: condição com e sem crossover para suavizar ressonância do duto). Segue exemplo de uma que fiz, para aplicação em casa. No caso optei não descer muito para casar sensibilidade com um par de books em estéreo no mesmo amplificador. Em termos de ganho e rendimento: se tiver filtro subsônico HPF e corte ativo LPF 2ª ordem, com uma caixa dutada menor que a BP4, consegue praticamente a mesma resposta, sensibilidade e capacidade de potência. Ou seja, ainda vai gastar menos material e usar um volume total uns 30% menor. Falando objetivamente a BP4 é isso. Pelo lado de glamour, magia ou mística o céu é o limite. [ ]´s
  13. Credo, quanta resposta enrolada. Em relação ao q foi perguntado: não é preciso usar o crossover do módulo junto com o do hu. Fim.
  14. Sim até porque esse fabricante XSPE#$@.. Vi um video no yt de um user que mediu com o DATS os parâmetros T/S de um midbass desse fabricante e a informação divulgada por eles é completamente inconsistente. Erra quilômetros a favor do produto.
  15. No datasheet diz Fs~1.5 khz, isso recomendaria, por critérios gerais de projeto, corte em 2a ordem a partir de 3 khz; ainda no datasheet fala em 4 cortes 1a ordem: 2.5, 4, 5 e 6 khz. Parece que o fabricante está mais perdido que cusco em procissão. Minha crença é que 2.5 khz/1a ordem seja uma escolha infeliz, ainda mais se vc pretende mandar potência.
  16. Parabéns, ficou espetacular esse visual. Matou a pau!
  17. Opa! Deve considerar a impedância da série. Tudo cortado numa única etapa (um único capacitor ou associação de capacitores) para toda série.
  18. Esse é um projetinho de uma cx diy para ambientes pequenos e drives de bom CxB que bolei. O crossover é passivo. Só não repara que a frente ficou desalinhada no protótipo. Experimentei uma cola de contato catalisada ultra-rápida; encostou, colou. E não descola mais, só destruindo pra arrancar kkk Abraço e ótima noite!
  19. A resposta somada é o que se escuta. Para fazer o gráfico anterior, desliguei o tweeter e captei a resposta do mid com ruído rosa, desliguei o midbass e captei a resposta do tw. E no final, captei a resposta com midbass e tweeter juntos, ou seja como se usa. Sem mexer em volume nem na posição do microfone entre uma medida e outra. A resposta final do acerto:
  20. Olha como duas vias em fase interagem... Mesmo que vc abaixe o ganho do tweeter, não existe um degrau, mas uma região de sobreposição. É exatamente o que demonstra o gráfico da sua postagem anterior. Se vc diminuir o ganho do tw, desce toda a linha marrom, a linha roxa, que é a resposta somada, vai continuar se mantendo assintótica a resposta do midbass e tweeter.
  21. Esse gráfico estilizado está representando a resposta somada com midbass, ou seja a resposta do kit. A atenuação fica constante em toda resposta do tw.
  22. Por uma questão de tamanho da caixa, eu ficaria com a "1.0 equal ripple response". Esse alto-falante não é lá essa coisas para caixas pequenas, é para porta de carro mesmo.
  23. Tentando entender o software: ele sugere essa caixa grande porque busca uma solução que deixe o mais plana a resposta "picuda". Mas uma caixa grande "desce" demais, assim, um falante com baixo x-max com muito baixa potência já está no limite (excursão de cone). Pode escolher Butterworth.
  24. O tamanho (volume) da caixa, sintonia, etc são calculados em função dos parâmetros de T&S do midbass. Pegaste os mesmos da ficha técnica da Focal e lançaste no WINISD? - Fs 68,14; VAS 9.96 l; Qes 0,81; Qms 7,22; mms 13,55 g; Re 2.65 ohms; xmax 3.25 mm Pelo baixo xmax, elevado Qts, o tipo de resposta "picuda" que o midbass gera, considerando que o grave vai ficar por conta de subwoofer, se fosse fazer umas caixinhas com esse falante, acho que usaria selada mesmo. Outra sugestão é tentar aproximar fisicamente o máximo possível tweeter e midbass, na tentativa de minimizar comb filtering, considerando que o cruzamento das vias é alto.

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