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ejfrederico

Amplificador Digital realemente tem mesma qualidade de um mosfet?

Recommended Posts

Postado em (editado)

Então galera tem varios fabricante que produzem amplificador digital e falão que tem a mesma qualidade do que um mosfet mais isso é realmente verdade :blink:

 

Abs :legal:

Editado por ejfrederico
Postado em

Como falaram, até onde sei no medio e agudo o mosfete se sobressai bastante

 

Um caso que presenciei foi um street bass 12' 250w tocado por um roadstar power one (mosfete) e depois tocado por um roadstar 1200D (digital), o street tocou "mais" com o mosfete, parecia que descia mais e tal

isso num volume baixo claro, quando aumentava ele se peidava um pouco por ser mais fraco que o digital.

 

Voce pretende comprar um digital pra tocar algo? :legal:

Postado em

isso varia muito do prejeto de cada amplificador, porem amplificadores classe "D" temo audio gerado em sua saida por pulsos e passa por um filtro, para "alisar" o sinal

 

Os "AB" normalmete tem a fonte chaveada, e o sinal naturalmente "quase liso"

 

 

é como se os AB fossem um escorregador e os D uma escada.

Postado em

isso varia muito do prejeto de cada amplificador, porem amplificadores classe "D" temo audio gerado em sua saida por pulsos e passa por um filtro, para "alisar" o sinal

 

Os "AB" normalmete tem a fonte chaveada, e o sinal naturalmente "quase liso"

 

 

é como se os AB fossem um escorregador e os D uma escada.

 

 

Só não vamos confundir Amplificadores Classe D com Digitais. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. :legal:

Postado em (editado)

Só não vamos confundir Amplificadores Classe D com Digitais. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. :legal:

 

Falei Besteira

Editado por sosomrio
Postado em

amplificador digital , e digital , ou seja tem um circuito 0e1 ali dentro....um processador e umm processo de conversao de audio digital... e por isso que e chamado digital......

 

amplificadores classe D , trabalham de forma analogica , nada haver com digital , nada haver mesmo !!!!

 

a forma comm que o audio e demais funcoes sao executadas tem a configuracao do circuito chamado de classe D...

 

A configuracao , AB e uma , A e outra , D e outra , BD outra , e assim por diante.....

 

dentro do nosso territorio nacional essa qualidade de audio falada ai , nao confere , ou seja o amplificador classe AB , seja ele feito com bipolar , ou mosfet ,ou transistor comum , ou IGBT , ainda tem 1 qualidade superior ao classe D :legal:

Postado em

Como falaram, até onde sei no medio e agudo o mosfete se sobressai bastante

 

Um caso que presenciei foi um street bass 12' 250w tocado por um roadstar power one (mosfete) e depois tocado por um roadstar 1200D (digital), o street tocou "mais" com o mosfete, parecia que descia mais e tal

isso num volume baixo claro, quando aumentava ele se peidava um pouco por ser mais fraco que o digital.

 

Voce pretende comprar um digital pra tocar algo? :legal:

 

 

Só não vamos confundir Amplificadores Classe D com Digitais. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. :legal:

 

 

 

O amplificador que ele se referiu é um classe D comum RS1200D, mais povo ainda confundem com digital mesmo.

 

assim como os sounDIGITAL, e outros que também são somente classe D,

 

Para considerar um digital teria que ser possível no mínimo entrar com o audio em formato digital, seja com entrada coaxial ou óptica. assim como alguns receiver atuais.

Postado em

Simplificando, A maioria dos mosfets tem melhor qualidade nos médios-agudos e os digiais em graves.....

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Concordo com amigo ai !

 

Eu ja troquei de modulo varias vezes e a pior coisa que fiz foi pegar um modulo digital,a falta de qualidade dele no medios e agudos era muito clara e tambem prejudicava minha recepção do radio na antena interna,troquei o modulo e coloquei um AB mosfet e a qualidade tanto em graves medios e agudos voltaram.

 

OBS; não posso opnar nos modulos mais top tipo Alpine etc... porque nunca ouvi esses modulos funcionando,mais os populares digital eu não gostei!!

Postado em

Eu acredito que nos graves possa até ser pelo alto rendimento mas na região de médios e agudos deixe a desejar bastante.

 

 

Simplificando, A maioria dos mosfets tem melhor qualidade nos médios-agudos e os digiais em graves.....

:pirou:

 

 

Existem digitais que são melhores que AB, mas em geral AB é melhor em tudo, menos em consumo.

 

Se usam digitais nos graves pelo simples fato de consumirem menos bateria... Mas AB é sem dúvidas MUITO melhor que digital, mesmo nos graves (comparando amplificadores de mesma "qualidade". Não vamos comparar um PDX com um sd400.4 né...).

 

Já o BD conseguiu aliar um pouco de qualidade com economia nos graves....

 

Bom, se fosse para fazer um set hi-fi, eu usaria AB em tudo... SQ também... SPL usaria digital nos graves, SQPL dependeria da minha prioridade. No meu caso, uso BD.

Postado em

Há quem diga que classe T é digital :vts

 

Não vamos discutir por causa disso....

 

Vamos simplificar tudo, existe A, AB, BD e D, sendo D de digital :vts Se está certo ou errado, que se fo**. O importante é nos entendermos...

  • Upvote 1
Postado em (editado)

Gente, essa nomenclatura dos amps já foi discutida aqui no fórum... classe D é Digital sim

 

Vou só colar aqui uma rápida descrição de amplificador classe D.

 

Conforme já visto, amplificadores classe B são uma boa solução para estágios de potência de áudio. Mas ainda resta um problema: transformadores para a faixa de áudio são pesados e volumosos e isso limita o emprego em equipamentos compactos e/ou portáteis.

 

No amplificadores classe D, os transistores operam como chaves, isto é, ou estão totalmente cortados ou totalmente condutores. Se fossem ideais, a eficiência energética seria 100%. Como isso não existe, os valores práticos são menores, mas chegam perto de 90%.

 

ampclas108.gif

 

Fig 01 Algumas vezes a letra D é confundida com idéia de digital. Isso não é correto. O princípio básico é analógico. Não há códigos binários na operação. A letra D é apenas uma continuação da série. Na realidade os primeiros começaram a ser desenvolvidos no início da década de 1950, com válvulas termiônicas.

 

A Figura 01 deste tópico mostra o circuito básico simplificado de um amplificador classe D. São usados dois MOSFETs complementares que operam como chaves.

 

Eles recebem a saída Vc de um comparador que, por sua vez, recebe um sinal triangular e o sinal de entrada.

 

Na saída do comparador ocorre: Vc é negativo se Ve > Vt e positivo se Ve < Vt. Se Vc é negativo, Q1 está conduzindo e Q2 cortado. Assim, Vm ≈ +Vcc. E vice-versa.

 

ampclas109.gif

 

Fig 02 O resultado é mostrado na Figura 02: Vm é uma série de pulsos, cujas larguras têm relação com a intensidade do sinal de entrada. Uma espécie de modulação por largura de pulsos (PWM).

 

O filtro passa-baixas formado por L e C passa o valor médio da onda quadrada para o alto-falante, recompondo o sinal senoidal. R1 e C1 compensam a reatância indutiva do alto-falante de forma que ele seja visto como uma carga resistiva.

 

Notar que, se a entrada é nula, Vm é um sinal quadrado simétrico e o valor médio é nulo, ou seja, a saída também é nula.

 

É evidente que, para uma boa aproximação, a freqüência do sinal triangular deve ser muito superior à do de entrada. Valores típicos estão na faixa de 100 kHz a 1 MHz, dependendo da fidelidade desejada.

 

ampclas110.gif

 

Fig 03 E como é gerado um sinal triangular? Pode ser usado um arranjo conforme Figura 03. O amplificador operacional AO, R1 e C1 formam um integrador (para mais informações, ver página Amplificadores operacionais deste site).

 

A tensão na saída de AO sobe em rampa até chegar a um nível suficiente para comutar o comparador, quando passa a descer em rampa e o processo se repete.

 

A tensão de pico de Vt é dada por Vtp = R2 Vc / R3, onde Vc é a tensão de saída do comparador.

 

A freqüência é calculada por ft = R3 / (4 R1 R2 C1).

 

Este tópico apresentou o arranjo básico de um amplificador classe D. Outras implementações podem existir, como realimentação negativa para melhor qualidade e operação em ponte, com 4 MOSFETs, para maior potência e evitar dupla tensão de alimentação.

 

 

fontes:

http://www.ceset.unicamp.br/~leobravo/TT%20305/amplificadores%20de%20potencia.pdf

http://www.mspc.eng.br/eletrn/ampcl110.shtml

Editado por Caluta
Postado em

Respondendo a mim mesmo.. pelo site está assim:

 

Especificações Técnicas

 

 

2 Channel high performance power amplifiear

Class D Mosfet circuitry

Class-D (amplificador Digital)

Potência Max................................1CH-6000 watts PMPO

Potência RMS 1 Ohms ................1400 watts x 1

Potência RMS 2 Ohms_..................1000 watts x 1

Potência RMS 4 Ohms_..................600 watts x 1

Resposta de Freqüência ................10Hz ~ 40Khz

Sinal / Ruído.................................85dB

Nível de distorção (THD).................0.1%

Equalizador de bass variavel ..........@ 45Hz : 0 ~ 18dB

Control remoto de bass externo

 

ocorre que pelo que eu havia lido da classificação dos amps.. os classe D limitavam-se a faixa de graves... sendo que os classe D eram bastante parecidos com o D, com algumas implementações que permitiam o uso em toda a faixa de frequencia... agora boiei...

 

tava pensando em usar somente o explosound para todo o meu som.. sendo um canal de 700wrms a 2ohms pra um pioneer 308, e o outro canal a 4 ohms, 500wrms, para 4 6x9... assim eliminaria um modulo mosfet, que ja tenho inclusive.. e economisaria bateria.. que é somente uma de 70 amperes.. mas fiquei na duvida agora se uso meu mosfet nos 6x9, que no caso é um oritron opc 702 240wrms classe AB..

 

:unsure:

Postado em

Mas o 6000D não é mono ? pasmafaute

tbm tenho um mas ainda não instalei ... ouvi dizer q os dois bornes so estão ali par facilitar a ligaçao...

 

mas afinal classe D ou T ?

Postado em

Mas o 6000D não é mono ? pasmafaute

tbm tenho um mas ainda não instalei ... ouvi dizer q os dois bornes so estão ali par facilitar a ligaçao...

 

mas afinal classe D ou T ?

 

 

cara.. o proprio site da explosound fala que ele é dois canais sim.. inclusive existe o modelo 6100D, com mesma potencia, porém somente um canal...

 

acho que a confusão toda está no fato de nas especificações dele só ter potencia em bridge...

 

sei lá... ainda nao testei o meu pra saber.

Postado em (editado)

Simplificando, A maioria dos mosfets tem melhor qualidade nos médios-agudos e os digiais em graves.....

 

 

Cara,

 

De onde vc tira estas conclusões? Para se fazer certas afirmações precisamos ter certeza do que estamos falando....

 

O joão e o vxice já falaram tudo....

Editado por Rui
Postado em

O chamado “amplificador digital” para nós deve ficar associado a um conceito onde o sinal de linha é decomposto, tratado num DSP digitalmente e montado novamente numa linguagem, digamos assim, adequada para ser amplificado pela etapa e saída.

 

Dependendo da minúcia deste tratamento (amostragem) e velocidade de chaveamento dos transistores da saída, as freqüências mais altas não são reproduzidas tão bem assim, sendo percebido auditivamente deficiências na qualidade já a partir dos médios.

Mas isso não é verdade absoluta.

 

Em potências menores (estéreo ou mesmo uso residencial) existem digitais full-range bem elaborados e que trazem resultados bons no estéreo, como os PDX ou o Blau classe T.

 

Tenho percebido que os digitais com melhor capacidade em reproduzir fielmente os agudos tem algumas sônicas características bem interessantes, semelhantes a alguns AB mais conceituados. Desde que os digitais estejam trabalhando folgadinhos.

 

Se for para tocar perto do limite do amplificador, o percebo os amplificadores AB mais fiéis, no mesmo nível de potência que um digital.

 

Se vc quiser potencias acima de 1000 wrms, no automóvel, a dificuldade de alimentação começa a pesar. E a vantagem da eficiência amplificadores digitais se torna evidente pelas limitações da bateria automotiva.

Postado em

O chamado “amplificador digital” para nós deve ficar associado a um conceito onde o sinal de linha é decomposto, tratado num DSP digitalmente e montado novamente numa linguagem, digamos assim, adequada para ser amplificado pela etapa e saída.

 

Dependendo da minúcia deste tratamento (amostragem) e velocidade de chaveamento dos transistores da saída, as freqüências mais altas não são reproduzidas tão bem assim, sendo percebido auditivamente deficiências na qualidade já a partir dos médios.

Mas isso não é verdade absoluta.

 

Em potências menores (estéreo ou mesmo uso residencial) existem digitais full-range bem elaborados e que trazem resultados bons no estéreo, como os PDX ou o Blau classe T.

 

Tenho percebido que os digitais com melhor capacidade em reproduzir fielmente os agudos tem algumas sônicas características bem interessantes, semelhantes a alguns AB mais conceituados. Desde que os digitais estejam trabalhando folgadinhos.

 

Se for para tocar perto do limite do amplificador, o percebo os amplificadores AB mais fiéis, no mesmo nível de potência que um digital.

 

Se vc quiser potencias acima de 1000 wrms, no automóvel, a dificuldade de alimentação começa a pesar. E a vantagem da eficiência amplificadores digitais se torna evidente pelas limitações da bateria automotiva.

 

 

Bah grande Daniel !!!!

 

Estou estou neste momento recebendo um visita de 1,65, loirinha e tal ... Mas tive que parar para ler!!!

 

Show de bola a explicação !!!

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