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metal_mulisha

Miura voltara a ser fabricada no Brasil!

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Postado em

M-1 pretende trazer marca Miura de volta ao mercado em 2010

 

Alexandre Rangel, dono da empresa desde 2007, recriou esportivo com mecânica atual; preço deve ficar em R$ 100 mil

 

Texto: Gustavo Henrique Ruffo

Fotos: Divulgação

 

 

 

(23-07-09) - O Brasil já teve carros brasileiros, mesmo que artesanais. Entre eles se pode falar dos Puma, dos Hofstetter e também de um que foi coqueluche nos anos 1980, o Miura. Qualquer um que foi garoto nessa época vai se lembrar da iluminação em neon nos párachoques, dos faróis escamoteáveis e das portas sem fechaduras, que se abriam por controle remoto. Para alguns desses garotos, hoje homens, a vontade de ter um Miura pode ter sobrevivido aos anos e muitos, para matar a vontade, tinham de recorrer aos modelos usados. Mas isso acaba em 2010, quando Alexandre Rangel, novo dono da marca desde 2007, pretende colocar no mercado o primeiro Miura da nova geração, o M-1.

 

“Estamos trabalhando no projeto desde 2004, quando observamos que o registro da marca estava vencido. Em 2005 fizemos um acordo com os antigos proprietários da marca, o que nos resultou no registro definitivo em 2007. A partir dai decidimos iniciar o projeto de relançamento do Miura”, disse Rangel ao WebMotors.

 

Apesar de inteiramente novo, o projeto do M-1 lembra bastante os modelos anteriores da Miura com um toque de Pontiac. Basta ver os faróis escamoteáveis, as portas com abertura por controle remoto e o vidro traseiro envolvente. Outro detalhe, que pode ser visto nas fotos, são as faixas dourada e lilás respectivamente no para-choque dianteiro e no traseiro. “Isso diz respeito ao neon, que foi um destaque da Miura, e neste carro elas virão como opcionais”, disse Rangel.

 

Com 4,36 m de comprimento e 2,48 m de entreeixos, o novo M-1 manterá a mecânica Volkswagen, usada em todos os Miura produzidos no passado. Na reestreia, ele será o mesmo conjunto do Golf e do Polo GT, o motor 2-litros de quatro cilindros, flex, que gera 116 cv com gasolina a 5.200 rpm e 120 cv com álcool a 5.250 rpm. Em relação ao torque, ele é de 170 Nm a 2.250 rpm.

 

Como se trata de um carro com proposta esportiva, a escolha do motor pode frustrar os fãs do veículo, mas Rangel garante que a marca já está trabalhando nisso. “Optamos pelo 2-litros para manter a motorização anterior dos Miura, mas, com o tempo, planejamos investir em motores mais potentes.” A tração é dianteira e o câmbio pode ser tanto o de manual de cinco marchas quanto o automático Tiptronic de seis marchas que equipa o Golf.

 

Rangel pretende apresentar o primeiro protótipo do carro no ano que vem. “Ele ainda não está pronto, mas está sendo feito em parceria com a Autos Fibra (www.autosfibra.com.br) e contamos com o lançamento dele para o início de 2010.”

 

Quando a comercialização tiver início, o carro deve custar algo em torno de R$ 100 mil. Esse preço inclui suspensão independente nas quatro rodas, a ar, ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, volante escamoteável, bancos elétricos, computador de bordo com sintetizador de voz, airbag dianteiro, abertura das portas por controle remoto, interior em couro, faróis escamoteáveis de xenônio, GPS, toca-DVD, sensor de pressão dos pneus e rastreador. Opcionalmente, pode-se ter o câmbio automático e sensores de estacionamento na dianteira e na traseira.

 

A carroceria, de plástico reforçado com fibra de vidro, é sustentada por um chassi tubular em aço carbono. As rodas serão de aro 16”, em liga-leve.

 

Quando as vendas tiverem início, o que vai depender do desenvolvimento do carro, a ideia de Rangel é produzir cinco unidades por mês. As 20 primeiras farão parte de uma edição especial de reapresentação da marca. “Nosso objetivo é relançar uma marca que foi um ícone da indústria automobilística brasileira nas décadas de 1970, 1980 e início de 1990. Somos impulsionados pela paixão a estes veículos (esportivos fora-de-série). Esse é o nosso maior combustível”, disse Rangel. Tomara que o objetivo do empresário encontre eco nos desejos dos garotos crescidos que mencionamos no início dessa reportagem. Será isso que ditará o sucesso ou não da empreitada.

 

http://www.webmotors.com.br/webmotors/ssRevista/_fotos/abre-Miura-M-1.jpg[\IMG]

 

fonte: webmotors

link: http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/M...lpub?hnid=42628

Postado em
Bacana, só podia ter um motor ligeiramente mais potente, um turbo seria ideal, mas o pacote de equipamentos pode se tornar um atrativo interessante...

"...a escolha do motor pode frustrar os fãs do veículo, mas Rangel garante que a marca já está trabalhando nisso"

 

Pelo valor planejado, por se tratar de um esportivo e pela concorrência q terá q encarar, isso seria o mínimo.

Postado em

Não vai ser fácil encarar o Lobini com motor 1.8 20v T com um 2.0 totalflex.

 

Mas acho válida a investida do cara, torço pelo sucesso, afinal, o carro é brazuca !

Postado em
Não vai ser fácil encarar o Lobini com motor 1.8 20v T com um 2.0 totalflex.

 

Mas acho válida a investida do cara, torço pelo sucesso, afinal, o carro é brazuca !

 

Eu torço por ele também, mas ele precisa cair na realidade. O Lobini é MUITO mais bonito, mais racer, com motor T e mesmo assim ainda é de difícil aceitação...

Postado em
Não vai ser fácil encarar o Lobini com motor 1.8 20v T com um 2.0 totalflex.

 

Mas acho válida a investida do cara, torço pelo sucesso, afinal, o carro é brazuca !

Marca: LOBINI

Modelo: H1 1.8 20V Turbo 180cv 2p

Código FIPE: 063001-2

Ano Modelo: Zero KM a gasolina

Preço médio: R$ 155.455,00

 

Data da consulta: sexta-feira, 24 de julho de 2009

Mês de referência: julho/2009

 

 

Com a diferença, até q dá p/dar um tapinha no motor da Miura, mas o carro tem q ter cara de esportivo.

Postado em (editado)

Tomara que não venha com essa cara de esportivo japonês misturado com americano de 1990 hehehehe. Pra ser nostálgico não precisa ser feioso e antiquado. E em relação à mecânica... não querendo desmerecer o VW 2.0, mas R$ 100 mil por um motor ultrapassado, com potência de 1.6 e comportamento nada esportivo?? =/

Editado por PHAER
Postado em

Bom, nao entendo muito de motor, então vou apenas fazer uma consideração que eu vi no texto

 

O motor é 120cv, 2.0, certo, mas e o fator do carro ainda ser construido de fibra, isso nao resultará em um peso menor e consequentemente um melhor desempenho em aceleradas e um maior estrago em batidas?

 

*Estou falando serio. nao entendo muito de motorização. Se eu estiver errado, me corrijam, por favor.

Postado em (editado)
Bom, nao entendo muito de motor, então vou apenas fazer uma consideração que eu vi no texto

 

O motor é 120cv, 2.0, certo, mas e o fator do carro ainda ser construido de fibra, isso nao resultará em um peso menor e consequentemente um melhor desempenho em aceleradas e um maior estrago em batidas?

 

*Estou falando serio. nao entendo muito de motorização. Se eu estiver errado, me corrijam, por favor.

 

A segurança numa batida depende mais da plataforma, sua construção, reforços e recursos para garantir integridade, do que a dureza da carroceria. Ou seja, se o projeto for bom, não é por não ser feito de metal que o carro vai ser uma cadeira elétrica. E mesmo em relação à fibra, hoje existe tecnologia pra sua fabricação que conferem excelentes propriedades de resistência mecânica. Existem muitos esportivos feitos com material composto, ainda que no caso dos tops, seja fibra de carbono, mais nobre e mais cara do que fibra de vidro.

 

Porém não tem milagre, geralmente boas plataformas ficam mais pesadas. É por isso que os compactos atuais pesam igual ou mais que os médios de 10 anos atrás, e os médios atuais pesam mais que os de antigamente. Considerando isso, esse carro não deve ficar com menos de 900-1000kg. E aí o 2.0 não vai fazer milagre nenhum, do mesmo jeito.

 

Mas... por enquanto é tudo especulação, nem mesmo há certeza de que o carro será lançado assim...

 

Abraços

Editado por PHAER
Postado em (editado)
Bom, nao entendo muito de motor, então vou apenas fazer uma consideração que eu vi no texto

 

O motor é 120cv, 2.0, certo, mas e o fator do carro ainda ser construido de fibra, isso nao resultará em um peso menor e consequentemente um melhor desempenho em aceleradas e um maior estrago em batidas?

 

*Estou falando serio. nao entendo muito de motorização. Se eu estiver errado, me corrijam, por favor.

Não sei quanto ao Miura, mas o (ou a) Santa Matilde, q tb era de fibra e era montado c/mecânica de Opala, pesava mais do q o próprio Opala. A técnica usada hj na fibra pode até ser diferente de antigamente, mas os metais tb estão menos pesados.

Editado por Alves
Postado em
A segurança numa batida depende mais da plataforma, sua construção, reforços e recursos para garantir integridade, do que a dureza da carroceria. Ou seja, se o projeto for bom, não é por não ser feito de metal que o carro vai ser uma cadeira elétrica. E mesmo em relação à fibra, hoje existe tecnologia pra sua fabricação que conferem excelentes propriedades de resistência mecânica. Existem muitos esportivos feitos com material composto, ainda que no caso dos tops, seja fibra de carbono, mais nobre e mais cara do que fibra de vidro.

 

Porém não tem milagre, geralmente boas plataformas ficam mais pesadas. É por isso que os compactos atuais pesam igual ou mais que os médios de 10 anos atrás, e os médios atuais pesam mais que os de antigamente. Considerando isso, esse carro não deve ficar com menos de 900-1000kg. E aí o 2.0 não vai fazer milagre nenhum, do mesmo jeito.

 

Mas... por enquanto é tudo especulação, nem mesmo há certeza de que o carro será lançado assim...

 

Abraços

O q se perde de peso na bolha, ganha-se na estrutura.

Guest TK DRIFT ESPECIALIST
Postado em

Eu acho que os caras estão precisando de um design por lá ! :blink:

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