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ScsMcd

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  1. Fala, galera! Jah faz alguns anos desde minha ultima postagem aqui no forum. Em tempo: - Audi A5, modelo S-Line Zero km, valor sugerido em 215k Motor 1984 cilindradas, 190hp, 32 kgfm, 0-100km/h 7,5s Consumo: 11~12 km/l cidade 15~16 km/l rodovia Anuncio referencia: https://www.webmotors.com.br/comprar/audi/a5/2-0-tfsi-gasolina-sportback-s-line-s-tronic/0-portas/2019/31435427?pos=h31435427m:&np=2 - BMW 640i Ano 2014~2015, valor sugerido em 210k Motor 2979 cilindradas, 320hp, 46 kgfm, 0-100km/h 5,4s Consumo: 07~08 km/l cidade 10~11 km/l rodovia Anuncio referencia: https://www.webmotors.com.br/comprar/bmw/640i/3-0-gran-coupe-24v-gasolina-4p-automatico/4-portas/2015/27001592?pos=q27001592a:&np=1 Considerando os itens classicos (cxb, tempo de uso, revenda, manutencao, qualidade, gosto pessoal) qual seria a sua escolha?
  2. Concordo que deveriam ser incorporados aos grafismos originais dos capacetes. De acordo com a legislação, existe um tamanho mínimo para a área dos refletivos; existe tbm um padrão mínimo de refletividade para os adesivos, esse ponto é, inclusive, bem difícil de verificar. A LS2 não é uma marca ruim, possui diversos tipos de cascos, alguns, muito bons. Até pilotos da MotoGP utilizam o cap Racing topo de linha da marca (claro que o patrocínio influencia diretamente nessa escolha). Esse 393 está até no preço. Outros bons modulares são o Shark Evoline que vc vai pagar entre 2 e 2,5k e o Nexx X30V.
  3. Adesivos refletivos : são "feios" e por vezes, prejudicam o grafismo do capacete, porém são obrigatórios por questão de segurança. Peguei refletivos com cores semelhantes ao grafismo do capacete para afetar o mínimo possível :
  4. Comprei um cap da marca PRO TORK, modelo Evolution, por R$110,00, só para aumentar minha coleção pois achei o grafismo interessante. Até gostei do modelo (claro que não vou utilizá-lo em minhas motos), mas a primeira impressão foi até boa; acredito que seja um cap razoável para motos de menor cilindrada e uso urbano.
  5. Exatamente !! 206hp aspirado, 0 a 100km/h em intermináveis 8,2s, design sofrível e apenas com cambio manual simples por CENTO E VINTE mil ?? Honda, vc é uma fanfarrã !!kkkk
  6. Bom, eu prefiro não arriscar.. meu negócio é asfalto mesmo, de preferência bem liso e seco heheh Entendi a proposição dos capacetes. LS2 é uma boa marca, mas é aquilo, se vc perguntar pra 10 pessoas, cada uma vai falar algo diferente quanto à qualidade, preço, CxB, etc...
  7. Para motos e deslocamentos que vc mencionou, existem várias boas opções com preços semelhantes : LS2, Norisk, Texx, Zeus... negócio é pesquisar e experimentar Enduro é showww ! Infelizmente, pra um cara do meu tamanho, fica meio que inviável.. kk Não sei muito sobre capacetes para enduro e certamente seu conhecimento é muito maior que o meu. Agora, o grafismo desse FLY que vc mandou é irado !! Rapha, no seu caso, iria de modular : mais seguros que os abertos e mais confortáveis que os integrais. Pra esse tipo de situação e moto eu tenho um NEXX X30V, capacete modular com queixeira fixa. É um bom capacete mas se vc quer investir melhor pode optar pelo LS2 FF393 ou SHARK Openline que já são muito bons ou então pode quebrar a banca e pegar logo o Shark Evoline 3, esse é irado e mais leve. Quanto à moto, assim que comprar, mande IBAGENS !! Hheheh Boa dica !
  8. Vinicius, a LS2 tem os modelos MX, que são para offroad. Não tenho muito conhecimento sobre esses modelos, mas acredito que devam ser sim, bons capacetes. Qual seu capacete e moto atuais ?
  9. Rapha, é o que eu disse antes : dependendo do modelo da moto e das situações de deslocamento, muitos capacetes poderão se enquadrar pro seu estilo. Qual moto vc vai comprar ? Vai andar mais em trechos longos ou curtos ? Rodovia ou urbano ? Velocidades moderadas ou mais extremas ? Bom, o meu SHOEI Marc Marquez chegou. Esse é o modelo RF1200, tipo Race quase do mesmo nível do X-12. RF1200 possui composição de casco semelhante ao X-12; possui 05 camadas de proteção enquanto o X-12 tem 06. X-12 tem o sistema quick release que o RF1200 não tem e é um pouco mais aerodinâmico, capacete voltado mesmo para pista. Para pilotos "eventuais" que raramente chegam a velocidades extremas, o RF1200 está de ótimo tamanho, tanto que vou deixar de lado meu X-12 por um tempo.
  10. Normal. O LS2 FF358 é capacete street, pro dia a dia, velocidades moderadas. Acima de 200km/h ele deve quase sair da cabeça.. kkk
  11. A Mercedes-Benz do Brasil anuncia a chegada de três novas versões do sedã-cupê CLA. Importado diretamente da Hungria, onde toda a produção é concentrada, o modelo passa a ser oferecido em nosso país nas configurações CLA 200 Urban, CLA 200 Vision e CLA 250 4MATIC. A oferta de equipamentos é ampla e os preços praticados são de R$ 127.900, R$ 149.900 e R$ 187.900, respectivamente. De série, o CLA 200 Urban traz volante multifuncional com paddle-shifts, múltiplos airbags, piloto automático, sensor de chuva, limpadores de faróis, bancos esportivos, computador de bordo e áudio com conectividade Bluetooth. O CLA 200 Vision acrescenta teto solar panorâmico, Active Parking Assist, banco do motorista com controles elétricos, memória e apoio lombar, ar-condicionado Thermotronic de duas zonas e sistema Comand Online com navegação por GPS. Topo de gama, o CLA 250 4MATIC conta com tração integral, suspensão esportiva, kit estético AMG, espelhos com rebatimento elétrico, retrovisor interno antiofuscante e Media Interface com Bluetooth e conexão para USB, iPod e MP3. Sob o capô, o modelo conta com um motor 2.0 turbo de 211 cavalos e 35,7 kgfm de torque. Dados de fábrica apontam aceleração de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e velocidade máxima de 240 km/h limitada eletronicamente. Os modelos Urban e Vision contam com o mesmo bloco 1.6 turbo de 156 cv e 25,5 kgfm de torque, o propulsor leva o CLA de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos, com máxima de 230 km/h, limitada eletronicamente. O câmbio, assim como no CLA 250 4MATIC, é de dupla embreagem e sete marchas 7G-DCT. CLA 200 Urban – R$ 127.900 CLA 200 Vision – R$ 149.900 CLA 250 Sport 4MATIC – R$ 187.900 O CLA havia estreado no Brasil em versão única, First Edition, a R$ 150 mil. Mas, com a chegada do Classe C de nova geração a partir de R$ 138.900, agora a Mercedes teve de reposicionar sedã-cupê com uma versão de entrada. Fonte
  12. Bom, dependendo do modelo da moto e das situações de deslocamento, muitos capacetes poderão se enquadrar pro seu estilo. Vou mandar algumas considerações que fiz em outro fórum : LS2 FF358 : é um bom capacete, só não gostei muito do sistema de troca da viseira, mas nada de muito difícil tbm. R$350~450 Norisk FF389 : é uma boa opção, com viseira solar. R$400 AGV K-3 : K3 é o modelo de entrada da AGV, eu tenho dois deles. São bons capacetes mas se a pergunta é CxB, não vale a pena. Com menos investimento vc pega um Scorpion Exo 1000 (R$800) que é um capacete melhor, tem viseira solar, sistema Airfit, etc. A vantagem do AGV é, por ser uma marca referência, desvaloriza menos; mas.. dificilmente vc compra um capacete pensando em revenda. R$900~1100 SHARK S700 : não gosto muito. É um capacete "basicão", não tem sistema de abre/fecha para entrada de ar frontal, não vem com bavete, entra vento bagarai e faz muito barulho... kk R$550~700 BELL M5X CARBON : muito bom e leve. Difícil encontrar o modelo (e consequentemente peças de reposição) aqui no Brasil. O design e os grafismos não são dos mais interessantes, mas a ergonomia e qualidade são ótimas. U$650~800 Tops de linha para motos Race : AGV Pista GP / SHOEI X-12 / ARAI RX-7 GP (CORSAIR V) : aí vai do formato da cabeça (experimentar) e gosto pessoal. Uns são mais arredondados, outros mais alongados; sistema de troca de viseira é tranquilo em todos; são semelhantes com relação aos materiais empregados e próximos quanto ao peso. US$700~900 Boa caçada e mande informes do escolhido !
  13. Capacetes integrais conferem maior segurança ao motociclista Segundo estudo realizado pela Escola Paulista de Medicina, 68% das lesões graves com motociclistas são na cabeça, e um capacete bom pode ser a diferença entre a vida e a morte, além de ser obrigatório no Brasil. Às vezes, é mais difícil escolher o capacete, do que a própria moto. Existem diversos tipos, tamanhos e funcionalidades. Em primeiro lugar, o motociclista deve levar em conta o tipo de utilização, que pode ser dividida em: uso dentro das cidades, para a estrada ou para a prática de esportes on-road (em piso de asfalto) e off-road (na terra). Para o uso urbano, há três tipos de capacetes: o integral (totalmente fechado), o aberto – que deixa rosto e queixo expostos – e o escamoteável (articulado). É claro que o integral é mais seguro, pois oferece maior proteção, tanto em caso de uma queda, quanto das adversidades das vias, como insetos ou pedras lançadas por outros veículos. O aberto é mais confortável nos dias quentes do verão, pois deixa o rosto exposto ao vento, mas é obrigatório ter viseira (assim como os outros) ou ser usado com óculos de proteção próprios para motocicletas. Os modelos escamoteáveis, ou articulados, unem a segurança do capacete integral, com a sensação de liberdade do capacete aberto. Porém, em caso de um impacto forte, a “queixeira” não oferece o mesmo nível de proteção do modelo fechado. Os capacetes em geral são construídos, basicamente, em dois tipos de material: plástico injetado ou composto de fibras sintéticas. Os cascos construídos em plástico são mais baratos, mas oferecem menos proteção ao motociclista. A característica do material faz com que o capacete bata no chão repetidas vezes – como uma bola quicando – o que é conhecido como efeito-mola, absorvendo menos o impacto. Já os capacetes feitos em fibras sintéticas (fibra de vidro, de carbono, kevlar, etc), além de serem fabricados em menor escala, oferecem maior capacidade de absorção de impacto, já que a o material consegue se reconstituir mais rapidamente do que o plástico. Para a utilização esportiva ou de lazer, tanto nos circuitos asfaltados, quanto nas pistas de terra, recomenda-se o uso de capacetes mais leves, normalmente feitos em fibras, geralmente de carbono ou vidro, e que tenham finalidade “Racing”. Esses modelos são normalmente mais caros, mas oferecem segurança em condições extremas. Para o uso on-road, há modelos “racing” do tipo integral e para o uso off-road, existem capacetes projetados especialmente para este tipo de esporte. São equipamentos com uma “aba” frontal, que protege contra pedras e outras adversidades. Esses capacetes também não têm viseira, portanto os pilotos utilizam um óculos exclusivo para esta finalidade, mas oferecem maior espaço da boca do piloto à queixeira para facilitar a ventilação e respiração. Medidas Mas, os capacetes não devem apenas trazer segurança, devem ser confortáveis. Para isso, é necessário saber a medida de sua cabeça e ter em mente que, como o formato da caixa craniana de cada pessoa é diferente da outra, assim também são os capacetes. Portanto, antes de escolher o seu, o motociclista deve pegar uma fita métrica e medir a circunferência de sua cabeça. O número encontrado em centímetros será correspondente ao tamanho do capacete. Exemplos: 56 – Small; 58 – Medium; 60 – Large; 62 – Extra Large; 64 – Extra Extra Large. Por terem formatos diferentes de cabeças e de capacetes, vale experimentar antes de comprar. O fato de utilizar uma determinada medida de uma marca e modelo não significa que esta será a mesma medida para outras fabricantes. Quando prová-lo, o motociclista deve ficar atento se o capacete veste bem. Ou seja, se fica confortável, tanto nas bochechas, quanto na parte frontal da cabeça. Deixemos claro: confortável não quer dizer frouxo. O capacete precisa encostar-se ao couro cabeludo e as almofadas (espumas) laterais nas bochechas. Não pode haver nenhum espaço entre o capacete e a cabeça. Quando a espuma e o isopor do capacete já estiverem gastos, ou seja, já apresentarem uma folga entre a cabeça do condutor, está na hora de trocar. Capacetes largos tendem a sair da cabeça em caso de acidentes. O barato sai caro Também é importante ressaltar que as normas brasileiras exigem uma proteção mais reforçada na região que corresponde à calota craniana, têmporas e nuca. Portanto, capacetes abertos ou que apenas cumpram às normas não protegem a região do queixo. Por isso, é recomendável utilizar um capacete integral em viagens e estradas, onde a velocidade é mais alta. Vale lembrar também, que não basta usar o capacete, ele deve estar bem afivelado. Existem dois tipos de fecho: cinta jugular com sistema de engate rápido ou com anel duplo. O primeiro é mais prático, porém está sujeito a desgaste e a possível abertura em caso de acidente. Já o segundo, traz mais segurança, porém é mais trabalhoso de afivelar e desafivelar. Em qualquer um dos casos, é importante sempre manter a cinta jugular bem afivelada e com a tira encostando no pescoço do piloto. Se houver folga, há a possibilidade do capacete sair voando em caso de acidente. Assim, o motociclista deve se conscientizar de que o cérebro, apesar de vital, é um dos órgãos mais frágeis do corpo. Infelizmente, a cabeça é a primeira parte do corpo a sofrer um impacto em caso de queda ou acidente. Dessa forma, o motociclista – e ou garupa – não deve optar pelo capacete mais barato do mercado (nem pelo mais caro), mas sim por um produto confiável para o tipo de utilização. Para garantir essa confiança e qualidade ao consumidor, em fevereiro de 2001 a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) criou a norma NBR 7471. Além de conferir as dimensões e peso, a resolução também exige que todos os capacetes comercializados no Brasil (nacionais ou importados) passem por testes de qualidade, certificados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Vale lembrar que capacetes comprados no exterior para uso próprio estão dentro da lei, já que o selo só é conferido para capacetes comercializados no país, como prevê a resolução nº 203 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), datada de 29 de setembro de 2006. Os testes consistem em avaliar a resistência de diversas partes do capacete, como a cinta jugular, a viseira e o casco propriamente dito a choques sofridos na parte superior, nas laterais e também na região da nuca. Portanto, na hora de comprar um novo ou seu primeiro – capacete, o motociclista deve verificar se o produto conta com o selo do Inmetro, garantia de que o capacete passou e foi aprovado por todos os testes. Segundo Rodrigo Almeida, gerente de marketing da BR Motorsport – representante da AGV e LS2 – o consumidor deve sempre conferir a originalidade de um capacete. “As pessoas não podem se iludir com preços muito baixos. Existem diversas cópias falsificadas de capacetes conhecidos, como LS2 e AGV. No mercado paralelo, encontramos marcas como LS3 e AVG, que custam em torno de R$ 50 a R$ 100. Esse tipo de equipamento não passa por nenhum teste e ainda recebem o selo falsificado do Inmetro. Quem compra capacetes nessas condições está brincando com a vida”, afirma. Muitas vezes o motociclista acredita que está sendo “esperto” ao economizar no capacete. O barato pode sair muito caro! (por Roberto Brandão Filho) FONTE : SITE UOL - http://infomoto.blog...escolher-certo/ Errata : Infelizmente, apesar de ser permitido ao consumidor entrar no Brasil com um capacete importado sem selo do Inmetro, ainda assim ele está sujeito à fiscalização e penalização caso seu capacete esteja sem o selo do Inmetro.
  14. Dicas para um bom test drive antes da compra do carro Fazer o test drive é um direito de todo consumidor antes de comprar um carro zero. Todas as montadoras cedem às concessionárias um carro de cada modelo para que os clientes possam dirigi-los antes de decidir pela compra. “Ninguém deveria comprar um carro sem fazer um test drive”, diz Amos Lee Harris Jr., diretor da Universidade Automotiva (Uniauto). Mas você sabe exatamente o que observar ao testar um veículo? Veja na lista a seguir o que você deve observar: 1) Fazer um test drive não é um compromisso de compra Fazer o test drive é um direito do consumidor e toda concessionária deve disponibilizar um carro para test drive de cada modelo. Amos Lee Harris Jr. alerta que muitas concessionárias usam o test drive como argumento de venda, para fazer o consumidor sentir que tem a responsabilidade de comprar aquele carro depois de dirigir um exemplar do modelo. Porém, esse compromisso não existe. Antes de sair com o carro, combine o tempo do test-drive com o vendedor. Uma simples voltinha no quarteirão não servirá para você avaliar o carro. Vale, antes de ir até a concessionária, planejar um trajeto que contemple as situações de seu dia-a-dia que você listou anteriormente. Encare o test-drive com seriedade. Isso significa não só prestar a máxima atenção nos detalhes do carro, mas deixar isso evidente – o que ajuda a convencer o vendedor que você está mesmo interessado em comprar o veículo e, em contrapartida, fornecer todas as informações que você precisa de forma clara e objetiva. 2) Verifique se você se sente confortável A avaliação começa antes de ligar o motor. Sente-se no banco do motorista e analise o acesso aos comandos básicos do carro, itens do console, painel e a praticidade dos porta-objetos espalhados na parte interna. Ajuste o banco com atenção e veja se você encontra uma posição confortável de dirigir. Regular bancos e espelhos é básico e fundamental. A revista americana Consumer Reports, que testa uma série de produtos, incluindo carros, aconselha o motorista a observar se a condução é macia ou dura e o quanto a suspensão isola o motorista do piso. Isto é, as falhas no asfalto são muito evidentes ou o carro é macio e fácil de controlar ao passar por elas? A publicação lembra que, por mais encantadores que sejam, carros esportivos costumam acentuar cada pequena falha da estrada. 3) Cheque se a aceleração responde bem A aceleração tem a ver com a potência do motor e com a transmissão. Se você está testando um carro mais potente que o que você já tem, vai perceber as diferenças. Você sente dificuldade em acelerar? O acelerador é mais leve ou mais pesado? Você consegue facilmente acompanhar o trânsito ao acelerar a partir de uma parada? Note também quanto tempo leva para perceber que é necessário mudar de marcha. Compare modelos de mesma motorização, para saber quanto é preciso acelerar antes de trocar a marcha, aconselha Amos Lee Harris Jr. 4) Avalie os freios De acordo com a Consumer Reports, é um pouco difícil avaliar os freios sem ajuda profissional, mas há alguns pontos que você pode perceber. Eles respondem bem? Dão trancos? Pressione-os com leveza e com mais força. Segundo a revista, a frenagem deve ser macia e progressiva, sem que a parada seja muito brusca ou muito demorada. 5) Direção não deve responder nem rápido nem devagar demais Se seu carro tem direção mecânica e você vai testar modelos com direção hidráulica ou elétrica, de cara vai perceber uma leveza muito maior na hora de manobrar. “A diferença entre a direção mecânica e a hidráulica é gritante”, diz Amos Lee Harris Jr. Perceba ainda como o carro responde às manobras. É preciso fazer leves correções da direção quando você está andando a uma certa velocidade? Segundo a revista Consumer Reports, a direção deve ser fácil de controlar e de manobrar, não devendo responder nem rápido demais nem devagar demais, exigindo que o motorista gire demais o volante para fazer uma manobra. “Você deve obter bom feedback por meio do volante sobre o que o carro está fazendo na estrada; alguns sistemas de direção dão a sensação de estarem desconectados das rodas”, diz a publicação. Tente avaliar os mais diversos aspectos do carro, sempre tendo em mente as situações de uso mais constante. Por exemplo: como a suspensão se comporta em curvas ou em uma rua esburacada; se, em trânsito intenso, o motor tem uma boa elasticidade. Lembre-se que, assim como o design dos modelos varia muito, o seu comportamento também acaba sendo bem diferente em determinadas situações. 6) Verifique se o carro é barulhento Faça o test drive em silêncio, sem que o rádio esteja ligado e evite conversas que tirem o seu foco da avaliação do veículo para perceber o nível de ruído do motor, do vento, do trânsito ou dos pneus que pode ser percebido dentro do veículo. Um carro novo dificilmente terá barulhos que inevitavelmente aparecem em um usado, mas é essencial você fazer, por exemplo, uma comparação do nível de ruído com o carro que você possui atualmente. Segundo a revista Consumer Reports, se o barulho do motor é muito alto sob grande aceleração ou velocidade, provavelmente ficará pior com o tempo. Ainda segundo a revista, retrovisores laterais mal desenhados acentuam o ruído do vento, e pneus de alta performance (como aqueles de carros esportivos) e pneus off-road (encontrados em SUVs e picapes) são os mais barulhentos. 7) Boa visibilidade é fundamental Por meio de vidros e espelhos, verifique se as colunas são grossas ou finas, se há boa visibilidade do perímetro e da via à sua frente, e se a visibilidade do vidro traseiro é boa, principalmente na hora de dar ré e estacionar. Infelizmente no Brasil em geral não é possível solicitar um test drive à noite, para verificar a qualidade da visibilidade e do sistema de iluminação do veículo. “É por uma questão de segurança e também porque o expediente das concessionárias costuma se encerrar por volta das 18h ou 19 horas”, explica Amos Lee Harris Jr. 8) Solicite um teste na sua garagem Embora os test drives já tenham um roteiro pré-estabelecido, em que se incluem ladeiras, vias de diferentes qualidades de asfalto e vias planas, é possível solicitar ao vendedor um teste para entrar na garagem da sua casa e verificar se é fácil ou difícil estacionar. “As concessionárias não dão muita liberdade no roteiro, para evitar abusos, mas é possível fazer o teste na garagem, desde que a pessoa diga que essa condição é crucial para ela decidir pela compra do carro”, aconselha o diretor da Uniauto. 9) Compare o modelo testado com o seu carro atual e com outros modelos semelhantes Se você já tem um carro, provavelmente vai comparar o modelo testado com seu modelo atual. Isso é importante para verificar o quanto o novo carro é melhor que o seu. Mas para não ficar muito deslumbrado com o novo modelo, convém testar uma série de modelos de uma mesma categoria para checar as diferenças que eles têm entre si. “De repente a concessionária não vai avaliar o seu carro por um preço tão bom, caso você esteja pensando em comprar outro modelo da mesma marca. Trocar seu carro atual por outro de uma marca diferente pode ser mais vantajoso, pois pode ser possível conseguir um preço melhor pelo seu carro atual. Afinal, o concorrente vai querer conquistar um novo cliente”, diz Amos Lee Harris Jr. 10) Se quiser testar melhor, alugue o modelo desejado Para o diretor da Uniauto, vale a pena alugar um exemplar do modelo desejado para poder testá-lo no seu trajeto para o trabalho e em outros tipos de via. Ao alugar um veículo por um fim de semana, por exemplo, você tem mais liberdade para definir suas rotas do que em um test drive.
  15. A fabricante russa Chak Motors, sediada em São Petersburgo, faz lançamento da linha 2015 do modelo Molot, anunciada como a moto mais segura do mundo. Um argumento de marketing e tanto nos dias de hoje para o mercado das duas rodas, ainda mais para uma motocicleta com nome parecido com o nome da bomba incendiária coquetel molotov. As características de segurança e proteção da Molot são semelhantes aos encontrados em automóveis de luxo, que se baseia em um conjunto eletrônico que analisa a iminência de um impacto e ativa os freios automaticamente, sem a ação do motorista. Segundo a Chak, o sistema funciona com sensores e um radar que monitora a área em volta da moto, detectando os obstáculos em volta. Ao sinal de uma aproximação perigosa, o equipamento entra em operação parando a moto. No painel de instrumentos aparece um aviso e na sequência são acionados os freios da moto. O fabricante ressalta que o motociclista não enfrenta qualquer problema para manter o equilíbrio quando o sistema de proteção atua, pois os freios com ABS ajudam a manter o controle da moto, mesmo em uma situação de frenagem de emergência. A Molot ainda conta com outro sistema de segurança para evitar quedas que avalia o nível de vibração/inclinação da motocicleta e verifica se há algum risco da moto tombar em uma curva. Ao perceber situação de descontrole na estabilidade da moto, o sistema corta a aceleração para diminuir a velocidade e deixar a Molot mais elevada, enviando sinais para o piloto através de vibrações. A Molot foi projetada e construída com base na superbike Honda CBR 1000 RR Fireblade, modelo apontado pelo designer da empresa Igor Chak como a melhor motocicleta do mercado para receber essas inovações de segurança. A Molot já havia sido mostrada como conceito, mas agora surge em versão final e está programada para chegar ao mercado no início do ano que vem. O preço, no entanto, ainda não foi definido. [video=youtube;jeY5-HM5PMw]
  16. Linguagem eletrônica se consolida como principal elemento de comunicação entre veículos de duas e quatro rodas Quem vê carros e motos no dia a dia do trânsito nota que são modelos de transporte com bastante diferenças, sobretudo pelo aspecto físico, mas parece que as algumas novidades e inovações estão fazendo esses veículos ficarem mais parecidos entre si. Pode até não parecer de cara, mas isso fica ainda mais evidente quando falamos de aspectos de tecnologia e de desenvolvimento de novos equipamentos voltados para as questões de segurança, conforto, economia e sustentabilidade. Tanto que o ritmo de trabalho que rege os departamentos de engenharia, pesquisa e design dos principais fabricantes estão todos voltados para a criação e o aprimoramento de novos e sofisticados recursos de mobilidade no sentido de oferecer veículos com mais qualidade em aspectos como eficiência energética. O certo é que os veículos que estamos vendo nas ruas estão cada vez mais inteligentes, práticos e integrados com as novas tecnologias. A facilidade de comunicação e conectividade entre diferentes dispositivos veiculares tem sido uma ferramenta de extrema utilidade na parte de assistência técnica pela facilidade que trouxe no serviço de manutenção e para as pessoas que acabam se beneficiando de várias comodidades e informações, todas acessíveis e disponíveis no painel de instrumentos do seu carro e da sua moto. Isso porque chegamos a um nível de desenvolvimento em que os veículos de duas e quatro rodas estão falando praticamente a mesma língua. Parece estranho? Pois saiba que os especialistas confirmam que os mais recentes avanços dos carros também já estão presentes nas motos, fazendo com que esses veículos compartilhem as mesmas tecnologias e estejam cada vez mais integrados. Segurança Na visão do engenheiro Hilário Kobayashi, diretor de engenharia de produto da Yamaha do Brasil, essa integração está acontecendo como resultado da mistura de componentes de carros e motos, um fato que está se tornando cada vez mais presente nos complexos industriais das principais marcas do mundo. “Estes novos recursos tecnológicos em comum e que acabam sendo compartilhados entre os dois veículos são feitos com tecnologias avançadas e que estão mais acessíveis para atender o mercado com produtos de melhor qualidade e focando sempre os aspectos mais importantes, como a segurança. No caso da Yamaha, nós desenvolvemos nossos próprios produtos para as motocicletas, porém existem outros fabricantes compartilhando a mesma tecnologia de carros, o que torna mais fácil a adaptação em motos.” "Miniaturização" Para o engenheiro Alfredo Guedes, supervisor de relações institucionais da Honda do Brasil, essa proximidade maior entre carros e motos aparece bem mais em relação à questão dos níveis de emissões de poluentes e consumo, a partir da instituição, em 2003, do Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares). “É importante destacar que esse processo de miniaturização da eletrônica é que possibilita que uma nova tecnologia ou equipamento que foi apresentado em um carro seja levado mais rapidamente também para as motos.” De fato, atualmente carros e motos estão falando a mesma língua no que diz respeito a equipamentos como injeção eletrônica, air bag (bolsa de ar que infla instantaneamente em colisões), freios ABS (antitravamento), acelerador eletrônico (drive by wire), controle de tração, modos de pilotagem, controle de suspensão, sistema liga e desliga (start stop), piloto automático (cruise control), câmbio sequencial e tantos outros dispositivos. Também já circula por todo o mundo uma infinidade de carros e motos elétricos e híbridos que antecipam as perspectivas de mobilidade e tecnologias para o futuro, com veículos mais eficientes e sustentáveis para as cidades, as pessoas e o meio ambiente. Então, enquanto esperamos pelas próximas novidades, vamos saber mais de alguns recursos comuns de carros e motos nos dias atuais. Acelerador eletrônico Essa tecnologia chegou com as competições, como a Fórmula 1, e logo passou para os carros de passeio. Esse sistema usa um conjunto eletrônico a partir do pedal do acelerador para dosar o nível de aceleração do motor de modo a conseguir respostas mais precisas e dispensando o sistema tradicional com cabo. Nas motos, um sensor instalado no punho do acelerador passa essas informações ao sistema de controle do motor para regular a velocidade. Além de mais preciso, o acelerador eletrônico possibilita economia de combustível. Air bag O air bag (bolsa de ar inflável) já é um sistema de segurança passiva que vem sendo usado há muito tempo nos carros, sendo responsável por salvar a vida de inúmeros motoristas e passageiros em acidentes nas estradas e nas ruas das cidades. Nas motos, o equipamento está presente faz pouco tempo, desde 2007, quando foi apresentado na touring Honda Gold Wing. Assim como nos carros o dispositivo fica armado no painel e em caso de choque ou forte desaceleração é acionado em fração de segundos, protegendo o condutor do impacto. Câmbio automático sequencial O crescimento da oferta e procura de carros com câmbio automático pode ser notado em vários mercados, sobretudo, quando estamos nos referindo a pessoas que vivem nos grandes centros urbanos e que encaram tráfego pesado. Nesse sentido, o câmbio automático (ainda há versões automatizadas e robotizadas) trouxe mais conforto e praticidade para o condutor que não precisa a todo instante passar as marchas. No câmbio automático sequencial é possível trocar as velocidades no modo manual ou automático, deixando essa escolha para o motorista. Nos veículos duas rodas o câmbio automático não chega a ser uma novidade, sendo utilizado o sistema CVT (sem relações de marcha definidas) em larga escala em scooters e maxi scooters. Mais recentemente as motos Premium já aparecem com câmbio sequencial, como as linhas Honda VFR 1200 e NC 750 que contam com o sistema DCT (Dual Clutch Transmission) de dupla embreagem que, entre outras vantagens, permite andar no modo automático ou automático sequencial com passagem de marcha por comandos nos punhos das motos. ABS Os freios antitravamento com sistema ABS também são velhos conhecidos dos automóveis. Essa tecnologia permite frear com mais segurança e assim um controle maior do carro, evitando uma derrapagem descontrolada e perigosa. O dispositivo se baseia na ação de um modelo eletrônico que faz leituras das velocidades das rodas para realizar a frenagem com segurança, impedindo o travamento das rodas, mesmo com o forte acionamento do pedal do freio. Nas motos, os freios ABS vêm se popularizando e a cada ano novos modelos passam a contar com esse recurso como item de série ou opcional. Controle de suspensão Carros de luxo e esportivos usam controle de suspensão para ajustar o veículo em relação à velocidade e ao tipo de superfície, concedendo, conforme a necessidade, maior ou menor carga no sistema, possibilitando mais conforto ou maior desempenho, dependendo do tipo de situação. Essa tecnologia também já pode ser encontrada na suspensão de motos, inclusive com amortecedores eletrônicos, como no caso da esportiva BMW S 1000 RR HP4, que ajusta a pressão do sistema de acordo com o tipo de piso. A big trail Ducati Multistrada 1200S traz como novidade sensores nos amortecedores e no chassi para regular a suspensão da moto. Modos de pilotagem Os carros utilizam o sistema para regular eletronicamente o funcionamento do motor em diferentes modos, como esportividade, conforto, dinâmico e econômico, permitindo que o motorista escolha a melhor opção de condução do veículo. Nas motos, o controle de modos de pilotagem oferece seleção semelhante a dos carros, permitindo escolher no painel a melhor alternativa de comportamento para o veículo. Na Ducati Diavel, por exemplo, o motociclista pode escolher entre os modos Urban, que limita a potência do motor, Touring, que leva o motor a sua potência máxima com uma regulagem mais suave do acelerador e Sport, que leva o motor a sua potência máxima com respostas mais rápidas do acelerador. Controle de estabilidade Atuando em conjunto com os freios ABS e o sistema de tração, o controle de estabilidade é mais um recurso eletrônico que atua no sentido melhorar o controle e as respostas do carro em situações adversas, tais como curvas acentuadas, pista escorregadia, declives e aclives acentuados, entre outros. Ainda é uma novidade recém-chegada ao mundo das duas rodas, com o lançamento da linha 2014 da big trail austríaca KTM 1190 Adventure, que utiliza o MSC (Motorcycle Stability Control) para controlar a estabilidade da moto em diferentes situações a partir de sensores nas rodas e de um sofisticado software para fazer leituras de inclinação e velocidade, por exemplo. Piloto automático O dispositivo pode ser encontrado em automóveis mais sofisticados e com perfil aventureiro. Sua principal vantagem é manter a velocidade de aceleração do veículo, dispensando a necessidade de ficar pressionando o pedal do acelerador, evitando a fadiga do motorista. Nas motos, assim como nos carros, o piloto automático também funciona muito bem em viagens mais longas com bastante retas e curvas que não sejam muito acentuadas. Outra vantagem importante desse sistema é que ele ajuda a evitar multas, pela velocidade controlada, e pode gerar significativa economia de combustível, por evitar acelerações e desacelerações. O recurso tem acionamento no painel e é desativado quando pressionado o freio ou acelerador. Controle de tração A novidade dos carros também chegou às motos com o mesmo propósito de evitar derrapagens e aumentar a situação de controle em pisos escorregadios e situações desfavoráveis. Também é considerado como uma função de assistência ao sistema ABS, atuando automaticamente contra o travamento das rodas e a perda de estabilidade. A primeira motocicleta a incorporar o controle de tração foi a protuberante BMW R 1200 R. Atualmente, o sistema é incorporado especialmente em moto esportivas para aumentar a eficiência das motos em curvas, no sentido de evitar “escapadas” de traseira. Sistema liga e desliga O sistema start stop ainda é relativamente recente nos carros e recentemente passou a ser oferecido por um número maior de fabricantes. O dispositivo é um recurso inteligente que permite desligar e ligar o motor quando não há aceleração, como quando o carro está parado no semáforo. O propulsor entra em modo stand by e quando o carro volta a acelerar ele funciona automaticamente, fazendo um papel importante para a economia de combustível e contribuindo para a redução de emissões. Nas motos, o sistema ainda é novidade, mas no Brasil já pode ser encontrado no scooter Honda PCX 150, com o nome de Idling Stop. Com acionamento no punho direito, nas paradas acima de três segundos a moto é desligada e religada instantaneamente quando ao acelerar. Fonte
  17. Muito bom ! Tecnologia à serviço da segurança é, sempre bem-vinda !
  18. Deu pra trás ? Poutz.. mas pelo menos, ele pagou suas despesas, neh ? Bom, como vc mencionou, deve ter sido um aviso hehe Congratulações pelo brinquedo, bom proveito ! Só a título de "encheção de saco" mesmo : vejo muita gente `feminilizando` os carros da marca BMW. O correto é o BMW, o 320i, assim como é o Audi, o Mercedes, o VW, etc..
  19. Provavelmente não. O RS7 acaba de ser lançado com a mesma frente (formato dos faróis) do A7 que, tbm é bem similar ao A5/S5. Não tem e, no modelo 2014, nem como opcional.

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