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Caluta

Falta Amplificador Para Muitos Subs

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Postado em

http://yamane.docspages.com/artigos/dim_amps.html

 

Re li e vi que tem informação muito interessante tipo dimensionar o seu sistema pela média, é a formula mágica para evitar queimas? Ao seu auto-falante agora, será que algumas empresas ja fazem isso exemplo divulgar a potência de 600WRMS quando na verdade é para suportar 300WRMS assim leva o consumidor a usar uma potência no mínimo mais adequada ao auto-falante. eu arriscaria se estivse no setor.

 

O que vcs tem a dizer sobre isso?

Postado em

Bom, as empresas usam o ruído rosa (com fator de crista -6dB) limitando as frequências mais baixas e as mais altas e assim dimensionam a capacidade térmica do alto-falante. É um padrão e configura uma norma (NBR10.303)

 

O resto e o mais importante é com o projetista, ele deve criar um bom sistema observando o limite de potência a ser aplicado no sistema caixa + alto-falante, que as vezes é muito menor do que o permitido termicamente.

 

E para saber qual a potência média entregue ao sonofletor? O dito cujo "projetista de som" (aqui mesmo no fórum tá cheio, se chutar um pop-up sai uns 10) deve observar compressão de potência, fator de crista médio, deslocamento máximo suportado pelo conjunto mecânico do alto-falante, curva de impedância do alto-falante na caixa, etc, assim determinando a potência máxima a ser aplicada no alto-falante e a faixa de frequência que isto vai ocorrer.

 

Obs: Observe que uma frequência fica, um sinal senoidal tem fator de crista de -3dB, portanto se aplicar a metade da potencia nominal (em Wrms) o alto-falante tende a queimar. Na prática dependendo dos fatores listados acima precisa ainda menos que isto. Por isto que não é aconselhável ficar brincando com CDs de freq fixa no carro, alias é abominável!

Postado em

hummm não intendo muito não... mas aquela parte

 

"Portanto, para o Bomber Upgrade (250W RMS) o ideal seria utilizar um amplificador que divulga fornecer aproximadamente 1000W RMS. Conforme vimos anteriormente esse amplificador não fornecerá 1000W RMS, mas sim no máximo 250W RMS reproduzindo uma música fortemente comprimida"

 

creio q seja um experiencia um tanto perigosa pra um upgrade não??? :rolleyes:

 

desculpe a piada ehehe

 

mas interesante, mas ele levou em consideração de existem picos nas musicas?

 

um bomber upgrade a -9db até ae eu indendo, mas será q não ocorre picos de -3 (q ja seriam 500 rms) ou quem sabe 0db (1000 rms :blink: ) durante as musicas???

Postado em

Óbvio que sim samatoche, picos de zero dB são comuns e bem perigosos para os limites mecânicos de um sub.

 

Este tipo de dimensionamento se aplicaria mais em faixas mais extensas de frequências, e preferivelmente longe dos graves, onde a maior parte da energia do programa musical geralmente se situa.

Postado em

A fórmula mágica pra evitar queimas é uma só: Juízo. Não tem dimensionamento de potência que resista a um player no talo com grave em +12 e loud ligado... E não tem anticlipping de amplificador que te mostre a distorção que sai da fonte. Isto, quando tem anticlipping ou quando a regulagem não foi do tipo "gira até distorcer, volta um pouquinho e pronto".

 

Se a regulagem não foi feita com critério (só existe um critério: instrumentação. Regulagem de ouvido é balela), o usuário acha que tudo tem que ficar no máximo (inclusive o volume), e acha que todo carro com som nasceu pra ser abafado pelo seu, então não adianta... vai ter falante queimando.

Postado em
hummm não intendo muito não... mas aquela parte

 

"Portanto, para o Bomber Upgrade (250W RMS) o ideal seria utilizar um amplificador que divulga fornecer aproximadamente 1000W RMS. Conforme vimos anteriormente esse amplificador não fornecerá 1000W RMS, mas sim no máximo 250W RMS reproduzindo uma música fortemente comprimida"

 

creio q seja um experiencia um tanto perigosa pra um upgrade não??? :rolleyes:

 

desculpe a piada ehehe

 

mas interesante, mas ele levou em consideração de existem picos nas musicas?

 

um bomber upgrade a -9db até ae eu indendo, mas será q não ocorre picos de -3 (q ja seriam 500 rms) ou quem sabe 0db (1000 rms :blink: ) durante as musicas???

meu upgrade ta sozinho no t1000 e regulei o ganho ate começar a acender o led clip dae voltei um pouco o ganho, ta tocando mt mais forte do q qdo era 1 cosus 1002.

 

o outro upgrade q tive chegou a feder queimado no corzus

esse upgrade novo q coloquei no t1000 ja foi bem mais forçado e nao cheirou queimado e nem esquenta tanto o cone, no 1002 esquentava mais.

 

na minha opiniao acho ideal colocar pelomenos o dobro da potencia q os subs aguentam.

Postado em

humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db ou estou enganado?? :unsure:

Postado em
hummm não intendo muito não... mas aquela parte

 

"Portanto, para o Bomber Upgrade (250W RMS) o ideal seria utilizar um amplificador que divulga fornecer aproximadamente 1000W RMS. Conforme vimos anteriormente esse amplificador não fornecerá 1000W RMS, mas sim no máximo 250W RMS reproduzindo uma música fortemente comprimida"

 

creio q seja um experiencia um tanto perigosa pra um upgrade não???  :rolleyes:

 

desculpe a piada ehehe

 

mas interesante, mas ele levou em consideração de existem picos nas musicas?

 

um bomber upgrade a -9db até ae eu indendo, mas será q não ocorre picos de -3 (q ja seriam 500 rms) ou quem sabe 0db (1000 rms  :blink: ) durante as musicas???

meu upgrade ta sozinho no t1000 e regulei o ganho ate começar a acender o led clip dae voltei um pouco o ganho, ta tocando mt mais forte do q qdo era 1 cosus 1002.

 

o outro upgrade q tive chegou a feder queimado no corzus

esse upgrade novo q coloquei no t1000 ja foi bem mais forçado e nao cheirou queimado e nem esquenta tanto o cone, no 1002 esquentava mais.

 

na minha opiniao acho ideal colocar pelomenos o dobro da potencia q os subs aguentam.

Numa caixa dutada, pura e simplesmente, a resposta é não... agora, se o projeto da caixa é bom e há um subsônico corretamente setado, onde deve estar setado e com a taxa de atenuação que realmente precisa ter, aí sim, não é traumático, apesar do risco de ultrapasar o deslocamento máximo mesmo em caixas comportadas, especialmente durante os transientes.

 

A idéia do Headroom é benéfica quando você tem os 1000W, mas não aplica 1000W. Se é pra ter 1000W e aplicar 1000W, aí vc está de volta à zona de risco, mas numa situação muito mais perigosa.

Postado em
humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db ou estou enganado?? :unsure:

Rosa não... sinal senoidal puro, numa frequência que seja interessante e adequada à proposta do amplificador... O fator de crista do sinal senoidal já dá o valor da potência RMS, por isto não se deve aplicar nenhum desconto.

Postado em

Tópico legal. Mas deveria estar escrito em vermelho pulsante "faça o que eu digo, mas não o que eu faço".

 

Esse link do Yamane veio desse tópico ... muito legal por sinal.

 

http://autoforum.com.br/index.php?showtopic=24173&st=0

 

Minha opinião é que levar o artigo ao pé da letra só não vai gerar gerar queima de falante se o cara souber muito bem o que está fazendo ... que é quase nunca.

Postado em
humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db ou estou enganado?? :unsure:

Tem várias normas para medidas em amplificadores, inclusive uma NBR está por sair, mas o comum entre elas é a utilização de frequência fixa, pois assim a transferência de energia para a carga é obtida ao seu máximo. Algumas empresas testam por 2 horas, mas as automotivas geralmente testam por algum tempo curto, visto que a dissipação de potência nestes amps comumente é deficiente (sem ar forçado).

 

E no final das contas vamos utilizar os amplificadores tocando música, o que faz com que a potencia média dissipada seja bem menor do que com sinal senoidal.

Postado em
humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db  ou estou enganado?? :unsure:

Rosa não... sinal senoidal puro, numa frequência que seja interessante e adequada à proposta do amplificador... O fator de crista do sinal senoidal já dá o valor da potência RMS, por isto não se deve aplicar nenhum desconto.

tive q ler 2 vezes pra entender +- mas creio q tenha compreendido

 

agora em relação aos t1000, se não utilizarmos 100% de sua potência, segundo o artigo lah não teriamos os 250 rms necessários para o sub, isso sem contar os picos. :unsure:

 

quanto mais tento intender mais perguntas surgem :pirou:

Postado em

auhauha acho q desisto de entender tudo hoje uahuahuahu :rolleyes:

 

vou é dormir e dexa q amanhã continuo fazendo a lição de casa.. uhauahuah

 

mais valeu pela atenção ehehhe, (não são muitos q dão... :( )

 

e quando tiver money pra compra um t1000 eu tento liga no meu subzinho aque... ehehehe

 

vlw :legal:

 

ótimo final de semana

Postado em

eh ta complicado esse lance de o amp entregar menos potencia no sub, adae hora entrega, seilah n entendi isso

queria socar um modulo forte pra empurra um sub de 250 aqui e ja ne sei mais o q fazer agora

vontade de testa aquele hbm 2100 no selenium bass e ver o q dah

Postado em
humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db  ou estou enganado?? :unsure:

Rosa não... sinal senoidal puro, numa frequência que seja interessante e adequada à proposta do amplificador... O fator de crista do sinal senoidal já dá o valor da potência RMS, por isto não se deve aplicar nenhum desconto.

tive q ler 2 vezes pra entender +- mas creio q tenha compreendido

 

agora em relação aos t1000, se não utilizarmos 100% de sua potência, segundo o artigo lah não teriamos os 250 rms necessários para o sub, isso sem contar os picos. :unsure:

 

quanto mais tento intender mais perguntas surgem :pirou:

É... é complicado...

 

O que de fato de pode aferir é que falamos em "média". Na média, você nunca chega aos 250W. Mas nos picos, sim. Sendo assim, você poderia utilizar um amplificador com 4 vezes mais potência para que o falante trabalhe na média todo o tempo... desta forma, na teoria, você nunca forçaria o falante, pois a potência declarada de 250W RMS indica que ele suporta a média de 250W RMS por um período de horas, sem queimar.

 

Até aí, a vida é linda. O pesadelo começa agora. Vamos supor a seguinte média:

 

1000W - 1 segundo

100W - 1 segundo

1W - 10 segundos.

 

Sendo assim, temos o total de potência aplicada de 1101W num total de tempo de 12 segundos. A média seria, então 91,75W. Bem abaixo dos 250W declarados como a potência suportada. E está perfeito, se você aplica esses 1101W distribuídos em 12 segundos, seu falante não vai queimar. Nunca. A média dissipada ficou em 91W, e mesmo que alguém diga que a bobina esquentou pra ca***** naquele 1 segundo inicial, a teoria morre nos 11 segundos seguintes, onde ela esfriou, mantendo-se com a temperatura média equivalente a aplicar 91W contínuos por 12 segundos.

 

Ok, justifiquei, então, o fato de que aplicar 4x a potência não irá queimar o falante. Agora comecemos a analizar os efeitos colaterais.

 

Você simula sua caixa, toda bonitinha lá no Bassbox ou no WinISD... o gráfico de excursionamento te diz que, em 30Hz, seu falante irá ultrapassar o x-max quando vc estiver aplicando 250W RMS. Sendo assim, ao desconsiderar os picos de potência, que serão de 1000W, você estará correndo um imenso risco de ver o cone do seu lindo falante ultrapassando a x-tampa do porta malas. A média de potência está ok, mas seu conjunto é inapto a trabalhar com os picos.

 

Sendo assim, o projeto precisa levar uma variável a mais em conta: Os picos. É preciso simular também uma operação ao extremo pra dimensionar um subsônico, por exemplo.

 

Isto tudo sem falar no maldito risco da distorção, muito mais devastador em altas potências, e o risco do usuário orelha, que acha que sempre dá pra tirar um pouquinho a mais, e acha super divertido quando sai fumaça do duto.

Postado em
humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db  ou estou enganado?? :unsure:

Rosa não... sinal senoidal puro, numa frequência que seja interessante e adequada à proposta do amplificador... O fator de crista do sinal senoidal já dá o valor da potência RMS, por isto não se deve aplicar nenhum desconto.

tive q ler 2 vezes pra entender +- mas creio q tenha compreendido

 

agora em relação aos t1000, se não utilizarmos 100% de sua potência, segundo o artigo lah não teriamos os 250 rms necessários para o sub, isso sem contar os picos. :unsure:

 

quanto mais tento intender mais perguntas surgem :pirou:

É... é complicado...

 

O que de fato de pode aferir é que falamos em "média". Na média, você nunca chega aos 250W. Mas nos picos, sim. Sendo assim, você poderia utilizar um amplificador com 4 vezes mais potência para que o falante trabalhe na média todo o tempo... desta forma, na teoria, você nunca forçaria o falante, pois a potência declarada de 250W RMS indica que ele suporta a média de 250W RMS por um período de horas, sem queimar.

 

Até aí, a vida é linda. O pesadelo começa agora. Vamos supor a seguinte média:

 

1000W - 1 segundo

100W - 1 segundo

1W - 10 segundos.

 

Sendo assim, temos o total de potência aplicada de 1101W num total de tempo de 12 segundos. A média seria, então 91,75W. Bem abaixo dos 250W declarados como a potência suportada. E está perfeito, se você aplica esses 1101W distribuídos em 12 segundos, seu falante não vai queimar. Nunca. A média dissipada ficou em 91W, e mesmo que alguém diga que a bobina esquentou pra ca***** naquele 1 segundo inicial, a teoria morre nos 11 segundos seguintes, onde ela esfriou, mantendo-se com a temperatura média equivalente a aplicar 91W contínuos por 12 segundos.

 

Ok, justifiquei, então, o fato de que aplicar 4x a potência não irá queimar o falante. Agora comecemos a analizar os efeitos colaterais.

 

Você simula sua caixa, toda bonitinha lá no Bassbox ou no WinISD... o gráfico de excursionamento te diz que, em 30Hz, seu falante irá ultrapassar o x-max quando vc estiver aplicando 250W RMS. Sendo assim, ao desconsiderar os picos de potência, que serão de 1000W, você estará correndo um imenso risco de ver o cone do seu lindo falante ultrapassando a x-tampa do porta malas. A média de potência está ok, mas seu conjunto é inapto a trabalhar com os picos.

 

Sendo assim, o projeto precisa levar uma variável a mais em conta: Os picos. É preciso simular também uma operação ao extremo pra dimensionar um subsônico, por exemplo.

 

Isto tudo sem falar no maldito risco da distorção, muito mais devastador em altas potências, e o risco do usuário orelha, que acha que sempre dá pra tirar um pouquinho a mais, e acha super divertido quando sai fumaça do duto.

Uia ta clareando as idéia aqui

 

acho que não queimei meu sub pq deixo o subsônico um pouco alto qdo toco aberto e fico = um paranóico olhando pro led clip e tentando ouvir algum plec do sub, qdo esse plec acontece dai vou e abaixo o volume.

 

o problema é a surdez alcoólica, fica fácil de torrar tudo

Postado em

uahuahaua intão o problema é a mardita!!! uahuha ou seria a bendita??

hehehe

 

Cada vez mais surgem problemas, tudo q não passava de eletrônica virou um monstro mecânico... hehehe imagina ta na frente de um upgrade num pico de 1000 w :blink: eheheheh com 500 parece q o bixo vai vua... dispenso esse encontro "cara a cara" ehheeheh

 

É aquele ditado entendo mas não compreendo ehehhe, quem sabe com um subsonico berando os 80 hz :rolleyes:

 

ou intão tranformar um sub em woofer hehehehe porq a batida seria uma porrada soh (imagina o baque :blink: ) ehehe

Postado em
A fórmula mágica pra evitar queimas é uma só: Juízo. Não tem dimensionamento de potência que resista a um player no talo com grave em +12 e loud ligado... E não tem anticlipping de amplificador que te mostre a distorção que sai da fonte. Isto, quando tem anticlipping ou quando a regulagem não foi do tipo "gira até distorcer, volta um pouquinho e pronto".

 

Se a regulagem não foi feita com critério (só existe um critério: instrumentação. Regulagem de ouvido é balela), o usuário acha que tudo tem que ficar no máximo (inclusive o volume), e acha que todo carro com som nasceu pra ser abafado pelo seu, então não adianta... vai ter falante queimando.

:+1:+1:+1

 

modulo nunca eh demais nem de menos... o segredo tah na regulagem (não só do modulo, mais da caixa, dos cortes e tudo mais)!!!! (e como o kleber disse e vou reforçar, não adianta led clip, não adianta ouvir distorção e voltar o ganho)... algumas clipagens estão na casa de milesegundos (impossivel de se ouvir e até aonde eu sei, impossivel de um led clip acender, ele pode até acender, mais será por um milesegundo dificil de enxergar)...

 

qualquer um pode usar um modulo de 100 watts RMS pra tocar um sub de 1000 watts RMS ou usar um modulo de 1000 watts RMS pra tocar um sub de 100 watts RMS... o que vale eh a regulagem!!!

 

o que eh FATO: para tirar mais proveito do sistema, ter uma dinamica melhor, ter uma segurança infinitamente melhor no sistema, valer a pena o preço pago por um bom sub... deve sim ter um modulo com capacidade de fornecer em RMS o dobro do valor em RMS do falante... repito, isso eh fato e unanime entre engenheiros!!!

 

eu escrevi um texto esses dias sobre isso, quase que um texto reformulado do yamane (pois me parece que tem alguns errinhos no texto dele, não sei ao certo ainda)... tah agora com o renan lopes aqui do forum que trabalha lah na selenium, vamos ver se essa semana ele ajeita o texto pra mim e agente posta aqui no forum!!

Postado em
hummm não intendo muito não... mas aquela parte

 

"Portanto, para o Bomber Upgrade (250W RMS) o ideal seria utilizar um amplificador que divulga fornecer aproximadamente 1000W RMS. Conforme vimos anteriormente esse amplificador não fornecerá 1000W RMS, mas sim no máximo 250W RMS reproduzindo uma música fortemente comprimida"

 

creio q seja um experiencia um tanto perigosa pra um upgrade não??? :rolleyes:

 

desculpe a piada ehehe

 

mas interesante, mas ele levou em consideração de existem picos nas musicas?

 

um bomber upgrade a -9db até ae eu indendo, mas será q não ocorre picos de -3 (q ja seriam 500 rms) ou quem sabe 0db (1000 rms :blink: ) durante as musicas???

não acabei der ler o topico, mas respondendo a sua duvida... um amplificador de 1000 watts RMS pode dar picos de 2000 watts!!!

 

um alto falante pode aguentar sem problemas (tb não vai tenta isso em free-air, tem algumas limitações a serem estudas um pouco mais a fundo mais que não vale entrar) 4 vezes a potencia RMS em um pico, o RMS eh calculado num teste de duas horas judiando do falante ao extremo!!!

Postado em
humm compreendo,

 

mas onde se aplicaria melhor essa tese??? Pois atualmente quase todos os equipamentos de produção sonora tem perigo de "rachar" se trabalhados com maior potência indicada...

 

outra coisa q me intrigou bastante, a potência dos amplificadores são testadas de q maneira?? ruido rosa?? pois se for dessa maneira seria previamente testados com -6db  ou estou enganado?? :unsure:

Rosa não... sinal senoidal puro, numa frequência que seja interessante e adequada à proposta do amplificador... O fator de crista do sinal senoidal já dá o valor da potência RMS, por isto não se deve aplicar nenhum desconto.

tive q ler 2 vezes pra entender +- mas creio q tenha compreendido

 

agora em relação aos t1000, se não utilizarmos 100% de sua potência, segundo o artigo lah não teriamos os 250 rms necessários para o sub, isso sem contar os picos. :unsure:

 

quanto mais tento intender mais perguntas surgem :pirou:

É... é complicado...

 

O que de fato de pode aferir é que falamos em "média". Na média, você nunca chega aos 250W. Mas nos picos, sim. Sendo assim, você poderia utilizar um amplificador com 4 vezes mais potência para que o falante trabalhe na média todo o tempo... desta forma, na teoria, você nunca forçaria o falante, pois a potência declarada de 250W RMS indica que ele suporta a média de 250W RMS por um período de horas, sem queimar.

 

Até aí, a vida é linda. O pesadelo começa agora. Vamos supor a seguinte média:

 

1000W - 1 segundo

100W - 1 segundo

1W - 10 segundos.

 

Sendo assim, temos o total de potência aplicada de 1101W num total de tempo de 12 segundos. A média seria, então 91,75W. Bem abaixo dos 250W declarados como a potência suportada. E está perfeito, se você aplica esses 1101W distribuídos em 12 segundos, seu falante não vai queimar. Nunca. A média dissipada ficou em 91W, e mesmo que alguém diga que a bobina esquentou pra ca***** naquele 1 segundo inicial, a teoria morre nos 11 segundos seguintes, onde ela esfriou, mantendo-se com a temperatura média equivalente a aplicar 91W contínuos por 12 segundos.

 

Ok, justifiquei, então, o fato de que aplicar 4x a potência não irá queimar o falante. Agora comecemos a analizar os efeitos colaterais.

 

Você simula sua caixa, toda bonitinha lá no Bassbox ou no WinISD... o gráfico de excursionamento te diz que, em 30Hz, seu falante irá ultrapassar o x-max quando vc estiver aplicando 250W RMS. Sendo assim, ao desconsiderar os picos de potência, que serão de 1000W, você estará correndo um imenso risco de ver o cone do seu lindo falante ultrapassando a x-tampa do porta malas. A média de potência está ok, mas seu conjunto é inapto a trabalhar com os picos.

 

Sendo assim, o projeto precisa levar uma variável a mais em conta: Os picos. É preciso simular também uma operação ao extremo pra dimensionar um subsônico, por exemplo.

 

Isto tudo sem falar no maldito risco da distorção, muito mais devastador em altas potências, e o risco do usuário orelha, que acha que sempre dá pra tirar um pouquinho a mais, e acha super divertido quando sai fumaça do duto.

 

esse cara eh o buda do som... fala mais nada!! tah tudo bem explicado...

 

e sobre os dados do IBGE citados acima, dessas 90% de queimas por irresponsabilidade... 100% da irresponsabilidade eh causada pelos, demonimados pelo kleber, "orelha"

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hummm não intendo muito não... mas aquela parte

 

"Portanto, para o Bomber Upgrade (250W RMS) o ideal seria utilizar um amplificador que divulga fornecer aproximadamente 1000W RMS. Conforme vimos anteriormente esse amplificador não fornecerá 1000W RMS, mas sim no máximo 250W RMS reproduzindo uma música fortemente comprimida"

 

creio q seja um experiencia um tanto perigosa pra um upgrade não???  :rolleyes:

 

desculpe a piada ehehe

 

mas interesante, mas ele levou em consideração de existem picos nas musicas?

 

um bomber upgrade a -9db até ae eu indendo, mas será q não ocorre picos de -3 (q ja seriam 500 rms) ou quem sabe 0db (1000 rms  :blink: ) durante as musicas???

meu upgrade ta sozinho no t1000 e regulei o ganho ate começar a acender o led clip dae voltei um pouco o ganho, ta tocando mt mais forte do q qdo era 1 cosus 1002.

 

o outro upgrade q tive chegou a feder queimado no corzus

esse upgrade novo q coloquei no t1000 ja foi bem mais forçado e nao cheirou queimado e nem esquenta tanto o cone, no 1002 esquentava mais.

 

na minha opiniao acho ideal colocar pelomenos o dobro da potencia q os subs aguentam.

 

Sim fedia pq a porcaria do corzus destorce pra caramba, assim como o power one, ja fritei 2 street com um power one, sentia o cheiro do verniz do fio da bogina saindo da caixa....

 

Agora com o sd1000, toca muito mais que o pone e nunca nem sequer deu cheiro de verniz.....

 

ou seja, pra nao queimar acho que o que mais importa é o cliping.. pq a potencia vc pode usar 5000 rms num street, nao adianta, pq ele vai comecar a fazer toc toc da bobina batendo no limite da excursao, e se vc entao deixar ele tocando ate o limite da excursao sem sinal distorcido ele nao vai queimar, eu ja comprovei isso...

 

agora eu garanto que queimo um tornado 1100 rms com um modulo roadstar podre de 100w que tenho aqui, taco ele no talo o modulo com ganho no maximo que o sinal clipado certamente fritará o wpu....

 

é isso, nao tem mistério nem segredo, é simples assim



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