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Mais bacana que as mudanças no Jipe, são as mudanças que a Ford implementou na fábrica da Troller hehe...

 

troller1qj2.jpg

 

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A Troller apresentou dia 9 de outubro, o T4 2009 produzido na fábrica em Horizonte, Ceará, que recebeu novos conceitos de produção. O evento contou com a presença do governador do Estado do Ceará, Cid Gomes, do prefeito de Horizonte, Francisco César de Sousa, e outras autoridades, além de executivos da Troller e da Ford.

 

“A Troller é uma marca brasileira, com grande prestígio no segmento de veículos 4x4, que agora entra em uma nova fase para aprimorar seus produtos. Além de melhorias na fábrica, com novos equipamentos e processos nas áreas de engenharia e manufatura, ela também renovou a sua base de fornecedores”, disse Rodrigo Lourenço, gerente geral de Marketing, Vendas, Serviços e Planejamento da Divisão Troller.

 

Essa nova fase trouxe uma série de vantagens para a Troller, que passou a contar com o suporte do grupo Ford. A estrutura da empresa foi mantida e reforçada. A sede administrativa continua localizada na fábrica em Horizonte, no Ceará, com os departamentos de Finanças, Manufatura e Desenvolvimento do Produto.

 

Nos últimos anos, a Troller registrou um aumento significativo na produção, que praticamente dobrou de volume. Em 2006, ela montou cerca de 600 veículos. Em 2007, a produção cresceu para 940 unidades e este ano deve atingir 1.200. A perspectiva é manter a tendência de crescimento, preparando a fábrica para a ampliação do mercado.

 

Investimentos na produção

 

Além de novos programas de produtividade, as melhorias introduzidas na fábrica para o lançamento do Troller T4 2009 contribuíram para aprimorar a qualidade e o nível de acabamento do produto, tendo como foco principal a satisfação dos clientes. A reforma física das instalações foi acompanhada da adoção de novos processos na área de Engenharia de Manufatura.

 

A linha de montagem recebeu na sua parte estrutural novos equipamentos e teve um avanço na área de segurança. A pista de testes da fábrica também foi reformada para testar 100% da produção.

 

A fábrica de Horizonte recebeu aprimoramentos, também, nos processos de qualidade e meio ambiente. O seu processo de manufatura constitui-se basicamente em três etapas: Carroceria, Chassis e Montagem. Na área da Carroceria, o veículo utiliza peças moldadas em resina poliéster reforçada com fibra de vidro. Duas tecnologias são usadas para esse fim: as portas laterais, a porta traseira, o capô e a capota são moldados por injeção, enquanto as demais peças são laminadas em molde aberto.

 

Acabamento

 

As mudanças feitas no processo trouxeram melhorias para o acabamento superficial, mantendo a mesma resistência da carroceria. Três novos conjuntos de moldes foram instalados para a produção do monobloco e peças complementares, usando o sistema “Spray-up” e “Hand lay up”, com ganhos no acabamento e no controle de materiais. A qualidade final também se beneficiou da adoção de um novo método de emendas e da melhor ergonomia para os operadores proporcionada por rearranjos internos na linha.

 

No setor de moldes fechados, que utiliza a tecnologia RTM (“Resin Transfer Molding”), foi introduzido um controle de espessura das peças rigoroso para garantir a sua resistência. Dois novos conjuntos de moldes permitem a produção da parte externa da capota em uma única peça, com os acoplamentos frontais incorporados.

 

As portas laterais e traseira, também ganharam novos moldes. Elas são produzidas em duas peças, externa e interna, posteriormente coladas em PU. Um novo conjunto de moldes foi instalado também para a produção do capô, que recebeu um reforço interno colado em PU.

 

Tintas especiais

 

A área de pintura também teve importantes mudanças, que trouxeram uma redução no trabalho de preparação de superfície e do volume de aplicação de massa e lixamento. A grade frontal, agora produzida em plástico injetado, também eliminou a necessidade de preparação e moldagem da peça. O resultado é um acabamento de melhor qualidade, menos sujeito a imperfeições.

 

Outro fator que contribui para esse objetivo é a adoção de tintas da linha OEM (“Original Equipment Manufacturing”) da DuPont. “Passamos a utilizar a linha de atendimento das montadoras para ampliar a qualidade”, explica Wagner Conceição, gerente de Manufatura da Troller.

 

Um diferencial mantido pela Troller nessa área é a oferta de pintura personalizada exclusiva. Os clientes podem solicitar a produção do T4 em qualquer cor, mediante a apresentação de amostra, para entrega no prazo de até 60 dias.

 

Precisão dimensional

 

O Troller T4 utiliza chassi tubular de perfil retangular cortado, sem aberturas para o exterior, com soldagem MIG manual, jateado com granalhas de aço e pintado com tinta de base epóxi. As melhorias feitas no setor incluíram a instalação de um novo conjunto de dispositivos de soldagem, com controle dimensional e ajustagem, que facilita o processo e possibilita a soldagem por conjuntos. Ele aumenta a precisão dimensional e o controle de posicionamento dos “hard points” estruturais, evitando deformações.

 

A área da Carroceria adotou ainda um novo layout que coloca em linha os processos de acabamento e montagem e recebeu duas novas estufas de 80ºC para travamento das aberturas da carroceria após a montagem. Também foi construída uma sala específica para controle da colagem das peças de RTM e seus insertos por meio de gabaritos, com novos dispositivos de montagem e controle dimensional.

 

“Com isso, ganhamos maior precisão nas peças e maior controle e estabilidade do processo, fatores que afetam diretamente a qualidade do produto”, afirma Wagner Conceição.

 

Avanços na montagem

 

No setor de Montagem, os veículos são produzidos em linha única de 22 estágios com acionamento automático de velocidade controlado por correntes de arrasto. Ela é composta por três setores sincronizados e um setor de pré-montagem.

 

Na montagem da carroceria, onde é feita a pré-montagem do interior e do exterior, foi adotado um novo tapete pré-moldado que elimina a necessidade de recortes e colagens. Foram introduzidos também novos revestimentos laterais em “woodstock” parafusados e “cross beam” parafusado sob o painel. A capota passou a ter vidros laterais colados.

 

Na montagem do trem de força foi mantido o mesmo conjunto mecânico, mas com novo layout de mangueiras e tubos. Na montagem final, as mudanças incluem a fixação da coluna de direção no “’cross beam” com posicionamento gabaritado, chicotes fixados ao “cross beam” e nova grade frontal parafusada removível.

 

Controle de qualidade

 

A área da Qualidade também introduziu importantes aprimoramentos para aumentar a eficiência dos processos na fábrica. O controle de todas as etapas passou a ser feito com o uso de gabaritos e dispositivos. Pontos de checagem foram instalados ao longo de todo o processo produtivo e são revisados continuamente, com base nos indicadores de satisfação dos clientes.

 

As ferramentas da linha receberam dispositivos de controle de torque, aumentando a padronização, e foi criado um banco de dados para o rastreamento das operações críticas. A pista de provas da fábrica foi reformada, com a construção de novos trechos de estrada e fora-de-estrada, para teste de 100% dos veículos. Foi adotado também um novo sistema de qualificação da base de fornecedores.

 

Segurança e meio ambiente

 

A área de Segurança desenvolveu um plano completo de prevenção e resposta a emergências, com ações que incluem melhorias na segregação de materiais inflamáveis e na sinalização interna da fábrica. O sistema de proteção contra incêndio foi todo revisado.

 

Os cuidados com a preservação ambiental também foram reforçados. Além da adequação das instalações para a segregação de resíduos, que incluiu a construção de uma central, a fábrica implementou sistemas de coleta seletiva e de gerenciamento de resíduos (TWM – “Total Waste Management”) e iniciou a participação em um projeto social da região para o aproveitamento de materiais recicláveis.

 

Mudança cultural

 

“Mais importante que tudo isso, dentro da transformação vivida pela fábrica, é a mudança cultural das pessoas. Adotamos o processo de manufatura enxuta, com times de trabalho e participação ativa nas melhorias feitas na linha e no produto, tendo sempre como foco principal a satisfação do cliente”, diz Wagner Conceição.

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O Jipe

 

Visual externo

 

Mesmo com uma grande montadora por trás, a Troller quis manter a fibra de vidro como material utilizado na carroceria de seu modelo. De acordo com a marca, isso assegura uma maior preservação do veículo, que também é utilizado por alguns clientes com objetivos comerciais para transportar minerais e outros tipos de substâncias que poderiam deixar a carroceria enferrujada.

 

Em relação ao desenho, a empresa utilizou experimentações virtuais para que as novas linhas fossem as ideais, antes mesmo de criar o protótipo. Assim, o designer pôde dar várias opções na hora de aprovar o projeto. O resultado? Pouquíssima mudança. Mas esse era o objetivo, já que a Troller quis seguir sua máxima de “modernizar sem perder o DNA”.

 

Na parte frontal, o T4 ganhou uma nova grade, que agora pode ser retirada, dando um acesso muito mais fácil ao radiador e motor do que na versão anterior. A luz da seta ganhou uma nova localização, enquanto o farol de milha recebeu uma proteção, o que não existia. O pára-choque dianteiro traz alguns detalhes para dar mais impressão de modernidade ao projeto. O símbolo da companhia passou do capô para a grade.

 

Você é um daqueles que achava o vidro frontal reto algo que deixava a desejar? Pois bem, a Troller parece tê-lo ouvido. A companhia criou uma pequena angulação na peça, visando a anulação dos reflexos que eram criados pelo formato anterior do pára-brisa. A porta também foi redesenhada e passa a ter melhor harmonia com o modelo.

 

Interior

 

Eis o ponto de maior modificação do jipe. Vale lembrar que a versão anterior do T4, assim como as outras que já haviam passado pelo mercado, levava elementos comuns em automóveis de outras fabricante. Com a compra da Ford, todos já esperavam uma padronização ao estilo EcoSport ou Fiesta. Foi o que aconteceu. O volante passa a ser de um legítimo Ford, mas com símbolo da Troller.

 

Resumindo: mesmo com o toque total da Ford, o T4 ganhou um interior próprio, com inscrição “Troller” no painel, visando uma maior personalização do veículo. A ergonomia também foi repensada e melhorada. Agora, por exemplo, os comandos do vidro elétrico, que anteriormente eram no console centram, passaram para a porta.

 

A marca também realizou um trabalho considerável em relação ao nível de ruído interno. Com a ajuda de softwares tecnológicos, já usados, inclusive, na fábrica da Ford, em Camaçari, BA, a Troller conseguiu anular alguns dos ruídos que incomodavam os ocupantes. Ah, sim, os ocupantes também podem desfrutar de uma nova tapeçaria, que deu um ar menos “pesado” ao modelo.

 

Tantas mudanças deixaram o veículo menos rústico? “De forma alguma. Trabalhamos, inclusive, visando seguir com as mesmas características. Apenas criamos novidades que darão aos ocupantes um maior prazer em estar ali”, explicou Rodrigo Lourenço, gerente geral de marketing da Troller.

 

Motorização segue a mesma

 

A Troler preferiu continuar apostando no 3.0 l MWM International a diesel, com intercooler e injeção eletrônica common rail. O bloco é capaz de desenvolver 163 cv de potência a 3 800 rpm e 38,75 kgfm de torque a 1 600 rpm.

 

O sistema de tração oferece as opções 4x4, 4x4 reduzida ou somente traseira (4x2), com acionamento eletrônico por meio de um botão no painel. Aliás, o botão ganhou uma nova (e melhor) localização. Vale lembrar que a troca do 4x4 para o 4x2 (e vice-versa) pode ser feita em movimento, mas a 4x4 reduzida só é acionada com o automóvel parado.

 

Mercado

 

Com as mudanças realizadas na fábrica da Troller em Horizonte (CE), a companhia passa a ter um crescimento tímido em sua produção. Em vez de fabricar 5 carros por dia, a marca passa a construir 6,5. Ou seja, a média de 100 automóveis comercializados por mês subirá para 130. A montadora continuará com seus 23 pontos de venda, além de outros 25 postos de assistência técnica. Para a Troller, não há necessidade de aumentar esse número.

 

Para a companhia, os cinco concorrentes do T4 são os seguintes: Jeep Wrangler, GM Tracker, Land Rover Defender 90, Mitsubishi TR4 e TAC Stark. Este último é um jipinho de visual polêmico que levará um propulsor 2.3 turbodiesel (com 127 cv de potência) produzido pela FPT (Fiat Powetrain Technologies) e está sendo feito em Santa Catarina.

 

Como o Troller T4 só será lançado oficialmente no Salão do Automóvel de São Paulo, que terá início em 30 de outubro, no Anhembi, os preços ainda não foram divulgados. Até mesmo a perspectiva de aumento ou diminuição foi mantida em sigilo pela companhia. Para saber quanto custará a nova versão do modelo (a vendida atualmente sai por R$ 85 045), teremos de esperar a apresentação em solo paulista.

 

Impressões ao dirigir

 

Tivemos a oportunidade de comandar o potente 3.0 l a diesel do novo T4 em solo cearense, com direito a passagem pela areia de Porto das Dunas, pela estrada asfaltada local e, como não poderia deixar de ser, pelas dunas. Para privilegiar os momentos off-road do test-drive, os organizadores deixaram a calibragem dos pneus baixa, o que prejudicou um pouco o trecho on-road.

 

Nos pontos de areia, não houve dificuldade ao guiar a novidade da Troller, considerando que se trata de um piso bem traiçoeiro. Mesmo com as diversas novidades da companhia em relação à fabricação do jipe, as mudanças não pareceram ser muito radicais para quem guia o T4.

 

O interior realmente causou um impacto bem melhor a quem dirige. Na versão anterior, quando entrávamos no veículo nos sentíamos no passado, com peças bem antigas e já velhas conhecidas de outros automóveis. Agora, apesar de parecer estar a bordo de um Ford, a sensação de modernidade aumentou um pouco, mas sem perder o ar um tanto rústico.

 

Conclusão

 

Mesmo com as 500 novas peças introduzidas na versão 2009 do T4, as mudanças são aparentemente poucas. Isso poderá ser notado com mais propriedade ao longo do tempo, já que os processos de fabricação poderão dar ao modelo mais durabilidade e padronização maior de montagem. A Troller realmente precisava dar esse “tapinha” no visual e nas características do modelo, levando em conta o crescimento do mercado dos off-roads.

 

Quem quer um veículo para ser utilizado na cidade, com poucas passagens por trilhas leves, definitivamente não encontra no T4 o melhor negócio. Agora, para quem tem no sangue a vontade de estar sempre em contato com a natureza e pretende levar a família para passeios mais radicais, o modelo é uma boa pedida. Com características mais rústicas, que não dão o maior dos confortos aos ocupantes, o jipe se sai muito bem em desafios.

 

No fim do teste, a impressão que ficou foi a de que a praticidade do automóvel, tanto em relação às modificações externas (como a grade, que pode ser retirada independentemente do restante da carroceria frontal) quanto às internas (mudanças no painel e na ergonomia), foi visivelmente melhorada. Uma boa forma de agradar ainda mais o público fiel do 4x4 e ainda tentar seduzir novos compradores.

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Tenho 2 amigos que já tiveram esses bichinhos.Dos modelos mais tops.Um deles usava pro dia a dia e o outro só pra fim de semana fazendo trilha.

O que usava pro dia a dia fazia trilha nos fins de semana tbm, mas não aguentou 6 meses pq o bicho é duro demais.Passou pruma l200 e continua fazendo suas trilhas.O outro que usava so fim de semana o cara era tão abirobado que virava o jipe quase todo mês, ai a seguradora disse que não aceitaria ele mais e tal e ele acabou vendendo e comprando outro carro, ele disse que esses bichinhos são muito fácil de virar numa trilha...não sei se é verdade mas já ouvi essa hist antes tbm.

Postado em
Tenho 2 amigos que já tiveram esses bichinhos.Dos modelos mais tops.Um deles usava pro dia a dia e o outro só pra fim de semana fazendo trilha.

O que usava pro dia a dia fazia trilha nos fins de semana tbm, mas não aguentou 6 meses pq o bicho é duro demais.Passou pruma l200 e continua fazendo suas trilhas.O outro que usava so fim de semana o cara era tão abirobado que virava o jipe quase todo mês, ai a seguradora disse que não aceitaria ele mais e tal e ele acabou vendendo e comprando outro carro, ele disse que esses bichinhos são muito fácil de virar numa trilha...não sei se é verdade mas já ouvi essa hist antes tbm.

 

Jipe tomba mesmo em trilha, mas não é fácil assim não, normalmente acontece de tombar quando o cara é meio sem noção e entra de qualquer jeito nas erosões, ou então acha que tá de carro de passeio e anda com o pé no porão nas estradinhas por aí hehe...

Postado em
Jipe tomba mesmo em trilha, mas não é fácil assim não, normalmente acontece de tombar quando o cara é meio sem noção e entra de qualquer jeito nas erosões, ou então acha que tá de carro de passeio e anda com o pé no porão nas estradinhas por aí hehe...

 

 

Se o cara virava todo mes, a ponto da propria seguradora dar um pé na bunda dele, é mais provavel que o problema seja ele, não o carro....

Postado em
Jipe tomba mesmo em trilha, mas não é fácil assim não, normalmente acontece de tombar quando o cara é meio sem noção e entra de qualquer jeito nas erosões, ou então acha que tá de carro de passeio e anda com o pé no porão nas estradinhas por aí hehe...

 

:+1

 

isso e verdade, senao nao teriamos tantas assim nos camp. de trilha que tem por ai :D

quem ja acopanho, ou ja foi em algum camp. desses tipos sabe oq to faladno

tem mtooo mesmo

Postado em
sou fan desa porrinha..muito chik o trolller

e dizem que e fabricado no brasil..

isso naum sei c e verdade

muito lindo

 

Está escrito no texto onde ele é fabricado ... :legal:

Postado em

Beto, tem como vc me passar a fonte desse texto? Tentei achar mas nao consegui...

 

Vou mandar para minha professora, bem interessante as mudancas!

 

Valeu

Postado em

quem sabe o nome e tem opinioes daqueles jipinhos que estavam expostos em frente os trolers no Salao deste ano??

eu esqueci o nome, eles sao fabricados la em SC, acho que com motor fiat!

aparentemente sao bons, gostei do chasi Tubular, mas nunca vi um rodando!

 

a proposito, tem um amigo meu com um Toyotao, tipo aqueles bandeirantes, que isso aquiilo la com 4x4 e reduzida de incriveis 4:1 sendo que ele ja tem 1 curtisima, aqulo pucha qualquer coisa, tem que ver rancar Cupinzero com aquilo, aranca qualquer um! e é ingraçado d+

 

fico imaginando um com pneu apropriado



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