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potato

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  1. Ah, o mais baixo possível tanto p/ lp como p/ hp. Edit: nao curto os médios desse Samsung.
  2. Com o samsung, EU cortaria o mais baixo possível, se fosse usar 3 vias na frente.
  3. Ja tive um tw Nar, e acho que casaria bem com os samsung, mas realmente, os Nar devem ter sido os agudos mais "fortes" que eu ouvi, perdendo somente p/ os leson piezo. Nao que sejam ruins, mas pro meu gosto, precisa dar uma controlada neles. Eu tbem ja tentei mr + tw no carro, fiquei quase 1 ano com eles la, e nunca consegui acertar satisfatoriamente. Hoje eu usaria somente mb + tw OU mb + full (mesmo que fosse com o samsung, que nao sobe muito)
  4. Ja que duplicou e eu esqueci de comentar no outro post, vai aqui: se for corroer uma placa, e ela tiver tirlhas grossas, pode usar fita crepe p/ proteger a face cobreada, ao inves de ficar pintando com caneta, e correr o risco de ficar falhado. E depois que a corrosao comeca mais visivelmente, eu costumo ficar de olho, olhando a placa a cada minuto +/-
  5. Guto, se for p/ testes, mas tiver que fixar os componentes em algum lugar, poderia tentar usar cintas plasticas prendendo os componentes numa placa de duratex perfurado (se e' que eu entendi sua duvida). Quanto a associacao em paralelo dos capacitores, nao ocorre de cada cap mudar a fase de uma faixa de frequencia? Ou o circuito realmente enxerga todos os caps como um so, e altera a fase como se houvesse so um capacitor (cujo valor e' o total das capacitancias associadas)?
  6. Não resisti, tive que comentar: 385g de massa móvel, p/ um sub de 12"? Tá certo isso aí? Edit: post errado.
  7. Heheh! O "familiar" deve ter sido dos encontros Hifi no Extra Ricardo Jafet. Fiquei na minha pq nunca sei quando os outros lembrarão da minha cara (já teve uma vez que fui cumprimentar um cara, e ele: "Opa, blz... quem é vc mesmo?" Heuheuheu" Belchior eu lembro de ter ouvido. Interessante como uma música comum / comercial fica interessante num sistema bem acertado p/ ambiente em que será tocado, e acho que essa foi a "sacada" daquela sala. As outras salas - mesmo as salas maiores, com sistemas muito mais caros - eu não curti tanto quanto aquela com as Dali. Foi a que mais me surpreendeu.
  8. Algumas salas (inclusive aquela - e pelo que me lembro, em algum momento, eu estive na sala junto com vc, o Tatu, Massami), tocavam algumas músicas que eu já tenho, e uso como referência. Mas aquela (cujo nome eu perguntei) eu achei ABSURDO. A gravação era meio forçada na minha opinião, mas foi a que mais me fez pensar "PQP", de todas as salas que eu ouvi.
  9. Alguém sabe o nome da música que tocava nas Dali, que eu acho que eram de sapateado, mas que pareciam "porradas com aríete numa porta"?
  10. Há alguns anos eu pensei na possibilidade de usar multivibrador como chaveador p/ fonte. De fato, p/ baixa potência serve bem. Essa é a fusão de um multivibrador c/ amp booster.
  11. Reginaldo, falando em regras, o que valerá serão as regras do QS, integralmente?
  12. Fala douglas! Nem estou postando direito pq acho um saco digitar no smatphone, mas enfim, tinha terminado o carro, mas desmontei praticamente tudo, e recomecei um projeto mais criterioso, ainda usando fulls sim. Tenta tbem acertar a altura da sua caixa; sobre a mesa,imagino que o palco fique bem alto, e, alguns casos, ja ouvi pratos de bateria tocando praticamente no teto. Na minha casa, usando books de tamanho comercial (sobre banquetas plasticas, do mesmo tipo dessas suas mesas, mas com uns 45cm de altura do chao), achei que o palco ficou bom (mas tbem depende da "altura" dos seus ouvidos). A angulacao das caixas, fiz mais ou menos como o cristiano disse, talvez um pouco mais aberto ainda. Sem tratamento acustico nenhum, ja achei que ficou bem razoavel.
  13. Formação em triângulo equilátero não é bem uma regra... no meu sistema, a melhor disposição foi semelhante a sua, e a imagem ficava muito boa, mas pequenas variações no ângulo das caixas para o ouvinte ja mudava bastante. Portas de guarda roupa costumam vibrar bastante com os graves, e cortinas nao vao resolver isso, infelizmente.
  14. Concordo! Ouvi, até gostei das caixas esféricas, mas acho que o conjunto que estava tocando não valia os R$900k que disseram que custava.
  15. Fala Douglas Bom, algumas coisas importantes o Cristiano e o Rick ja comentaram - corte baixo dos fulls, preço do cross, etc. Veja se p/ full vale a pena usar caps mais baratos em paralelo (epcos mesmo), usando algum bom como bypass. Pros woofers, talvez tenha que usar mesmo indutores com nucleo metalico, pelo custo, mas esse tipo de indutor tende a dar uma embolada. Leve também em consideração a atenuação que provavelmente precisará fazer nos fulls, p/ tocar no nivel dos woofers. Outra coisa importante é o tamanho do ambiente em relação ao tamanho dos falantes; se o local for grande, os fulls não preencherão o ambiente, aí pode ser que vc consiga spl sem preenchimento sonoro, e acaba irritando. A distância recomendada entre o full e o woofer, que eu me lembre, é que seja menor que 1/2 comprimento de onda da freq. de corte dos falantes, mas concordo com o Cristiano que isso nao deva ser preocupação agora. A ultima coisa que lembro por hora é sobre o posicionamento das caixas em relação ao ouvinte. Um bom resultado depende muito disso. Abs!
  16. As regras da IASCA são para os campeonatos da IASCA; as regras da EMMA são para campeonatos da EMMA... se esse do AF ainda não tem regras (e o Reginaldo me fez entender que as regras da primeira etapa não se aplicam integral e totalmente à segunda etapa), o que me restam são dúvidas.
  17. Sim, eu sei que é com pink noise. Mas então os competidores sempre podiam mudar a regulagem entre a avaliação do RTA e a avaliação do juiz? (pergunta séria; nunca li as regras da IASCA, nem participei de um campeonato qualquer). E se podem mudar a regulagem, em tese, poderiam usar um set p/ passar pelo pink noise, e outro p/ passar pela avaliação do juiz? (outra pergunta séria, porque, se pode mudar a regulagem, o que impede de a regulagem usar conjunto diferentes de falantes / amps em uma ou outra avaliação?) E esse tipo de coisa não deveria estar nas regras? Aliás, Reginaldo ficou faltando a resposta sobre os critérios de enquadramento nas categorias.
  18. Comentários "semi-off": Ao meu ver, bem estranho isso, porque intensidade / equilíbrio espectral pode ser medido objetivamente (RTA); o grave forte ou fraco, o RTA acusaria. Sei que tem a complicação de passar um RTA num campeonato, por falta de tempo, por questionarem calibração do equipamento etc., mas seria uma possibilidade. (a moderação pode dividir o post e criar um outro tópico a respeito): Quanto ao sub amaciado demais, acho mais estranho ainda; o fato do sub tocar por mais tempo não seria descontrole, embolamento / velocidade do conjunto sub / caixa / amp? Se o sub estiver ultra amaciado, mas o amp e/ou caixa mantiverem-no sob controle, não vai tocar quando não deve...
  19. Reginaldo, algumas dúvidas: . Eu vi a ficha de avaliação; mas supondo que o juiz avalie um carro, e ache que o palco está ok, e dá a nota máxima. Depois avalia um outro carro, e tem a sensação de que o palco deste segundo está melhor. Nesse caso, o anterior é reavaliado? As notas são normalizadas? . Quais são os critérios que diferenciam um "sistema de entrada", de um "sistema intermediário" e, estes, para um "sistema avançado" para se enquadrar nas categorias? . (...) "equipamentos que não estiverem fixos o competidor será desclassificado": quais equipamentos? Todos? Cabos são considerados equipamentos? Porta fusível também? . Workshop > ok, mas e pra quem não puder ir? As regras mencionadas no workshop constarão formalmente escritas em algum lugar (até p/ assegurar os critérios, e o que foi combinado "de boca")?
  20. Pelo que entendi, o Alves disse que o kit é bom, não que é melhor que o Helix + SS...
  21. Do lado do vendedor, talvez seja melhor vender o OW logo, pois é menos conhecido... o SS, em tese, seria mais fácil de vender. A sensibilidade de ambos está bem próxima; eu não trataria isso como fator decisivo. E também creio que, quanto mais a gente faz um tw descer, menos natural ele tocará. Pra usar num carro, pela maior dificuldade no direcionamento do tw, eu também tentaria o OW, pela dispersão.
  22. Avalie qual ponto de corte recomendável para cada um dos tw, lembrando que os OW são 8 ohms e, provavelmente, seu cross é para 4 ohms (se for mesmo, isso altera o ponto de corte; usando o OW, você precisará ajustar com um resistor). Dizem que um ponto forte dos Hiquphon é a dispersão dos agudos. Sobre o SS eu não comentei, pois não conheço; ouvi um modelo residencial uma vez, parecido com os OW, e pelo que me lembro, tocam mais ou menos parecido (talvez com menos dispersão, mas não tenho certeza, pois não lembro).
  23. Todos os 6w que eu conheci eram "moles"... esse ai tambem nao é, Rick? Numa LT nao ficarriam descontorolados demais? Edit: pensando agora, isso é bom ou ruim p/ LT? (é nisso que dá postar com nivel etilico elevado)
  24. Não tinha aberto o link que você tinha postado; agora eu vi que é uma versão nova do WD TV; eu só fucei na versão antiga, que não tinha essa opção de controle por smartphone etc. Tá ficando mais interessante a brincadeira...
  25. O que, na minha opinião, é ponto negativo para esse tipo de adaptação (WD TV, BDP residencial) no ambiente automotivo é a quase total necessidade do uso do controle remoto (o WD TV só funciona com controle remoto, pois não tem nenhum botão no aparelho), e de um monitor de resolução HD, no mínimo, pra conseguir enxergar o texto dos menus de navegação. Fora que, em geral, esse tipo de aparelho (mesmo rodando USB 2.0) é um tanto lenta, e ao desligar a alimentação, as músicas voltarão a tocar do começo, e não mais do ponto onde pararam. A adaptação de melhor custo x benefício que eu tive foi usar um Sansa Fuze (antigo, com botões físicos - não touch*) via line-out, tocando alguns GB de FLAC, MP3, dentre outros... mas esse Sansa saiu de linha, entrou outro pior no lugar, e sem line out. E o meu pifou. * a implicação com o touch é que, no carro, quanto menos atenção tiver que desviar do trânsito p/ outra coisa (ficar olhando pro botão p/ poder avançar pra próx. música, por ex.), maior a segurança (em tese).

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