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SubSonic

Configuração de cabo RCA - Coaxial x pseudo-balancedo - dielétricos...

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Pra quem não confia plenamente no famigerado "teste do arame de cabide", uma abertura pra discussão...

 

Eu montarei os RCAs do meu sistema DIY, como de costume, tenho boas experiências com coaxiais, CAT5 sem blindagem etc, mas lendo um pouco a respeito eu resolvi abrir a discussão aqui!

 

Bom, tem muito cabo comercializado como "balanceado" por aí, mas em termos de RCA não existe cabo efetivamente balanceado, já que não temos o aterramento separado, são só 2 contatos, no máximo temos uma configuração "pseudo-balanceada", que na verdade não é nem isso, isso é usado quando se tem uma fonte balanceada ligada a um equipamento não balanceado. Pra quem não tá cansado de saber isso, eu encontrei todas essas configurações possíveis:

 

15d9s42.jpg

 

O único que eu vi dizer de ligar a malha dos dois lados e deixar o neutro solto foi o Kleber em outro tópico, por isso que coloquei "do Kleber".

 

E aí fica... O QUE ISSO MUDA? Em termos de sonoridade, resistência a ruídos externos... enfim, o que mudam essas configurações? Equipamentos de audio automotivo são desbalanceados com o neutro aterrado, certo? Mesmo assim, teria alguma vantagem ligar o neutro no filamento interno ao invés da malha? E essas configs com resistor, capacitor... será que isso seria interessante para blindar melhor o cabo?

 

Alguém tem impressões pessoais com cabos de configurações diferentes (mesmos materiais, só configs diferentes)???

 

E ai? Vale a pena os "balanceados" ou coaxial é mais simples e eficiente?

 

PS: a parte dos dielétricos é conversa pra depois... só coloquei no título pra já ficar tudo junto no mesmo tópico

Edited by SubSonic

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Ia falar sobre isso, mas vi que você colocou na tabela... :vts

 

A "minha" ou a configuração com resistor, a de cima, servem para a mesma coisa: Evitar que loops de terra induzam ruídos, ou pelo menos aumentar a imunidade do cabo a eles. Caso você tenha um loop, ao menos terá uma "camada" de blindagem imune a esta corrente circulante quee nâo deveria estar ali.

 

Sonoridade? Não vai mudar. O que eu faria, no caso de uma instalação confiável e com terra único pra tudo ((inclusive HU) é deixar os dois condutores pra sinal (paralelo) e a malha pro terra. Deve dar uma melhorada nas altas, mas há muitas coisas em jogo pra dizer se vai ou não.

 

Há uma linha da Santo Ângelo, com isolamento interno em PU, que está sendo bem aceita pelo mercado como interconnect, tanto BAL quanto UNBAL.

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Ia falar sobre isso, mas vi que você colocou na tabela... :vts

 

A "minha" ou a configuração com resistor, a de cima, servem para a mesma coisa: Evitar que loops de terra induzam ruídos, ou pelo menos aumentar a imunidade do cabo a eles. Caso você tenha um loop, ao menos terá uma "camada" de blindagem imune a esta corrente circulante quee nâo deveria estar ali.

 

Sim, esse é o princípio, mas eu não entendi pq desconectar o condutor central e deixar o neutro na malha. a malha estaria aterrada, até ai beleza, essa é a função, mas pq ter um condutor junto com o sinal também ligado ao neutro/terra? Por que isso seria mais imune a ruídos que um coaxial?

 

Sonoridade? Não vai mudar. O que eu faria, no caso de uma instalação confiável e com terra único pra tudo ((inclusive HU) é deixar os dois condutores pra sinal (paralelo) e a malha pro terra. Deve dar uma melhorada nas altas, mas há muitas coisas em jogo pra dizer se vai ou não.

 

 

Esse era minha intenção, é uma configuração coaxial simples, com condutor central duplo ou até triplo, quádruplo... a depender do material que eu resolver usar (menor bitola dos filamentos, menos skin effect, melhores agudos usando cobre... skin do cobre a 30KHz é 0,3mm, um filamento 24awg teoricamente não sofre efeito skin, usar 1 só pode ter perdas em 5m, usando 2, garante-se um sinal forte e sem perda de agudos mesmo em frequências supersônicas)

 

A minha dúvida maior é se usar a malha para o negativo (neutro/terra) poderia degradar a sonoridade em comparação com o uso de filamentos de melhor qualidade "dentro" do cabo. Enfim, o negativo de um RCA no carro influencia alguma coisa no som do cabo ou o que manda é somente o sinal e o resto estando aterrado tá valendo?

 

Se só o cabo de sinal importar, é muito mais negócio usar configuração coaxial com boa blindagem e um condutor central de excelente qualidade (que pode ser múltiplo pra driblar o skin).

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Sim, esse é o princípio, mas eu não entendi pq desconectar o condutor central e deixar o neutro na malha. a malha estaria aterrada, até ai beleza, essa é a função, mas pq ter um condutor junto com o sinal também ligado ao neutro/terra? Por que isso seria mais imune a ruídos que um coaxial?

 

Esse segundo conector tem potencial de terra, MAS não sofre risco algum de ter alguma corrente passando por ele, induzindo ruído no fio que carrega o sinal. Por isto muitos cabos de dupla blindagem são "direcionais", já que o ideal é que este terra seja o da fonte, não do amplificador. A questão é apenas esta, aumentar a imunidade a ruídos causados por diferenças de potencial entre os terras.

 

Em um amplificador de alta potência, dá pra dizer tranquilamente que este potencial pode chegar a alguns volts. Como os players em geral tem fusistor, há alguma proteção contra altos níveis. Ainda assim, uma ddp de alguns milivolts já pode induzir do outro lado.

 

 

 

Esse era minha intenção, é uma configuração coaxial simples, com condutor central duplo ou até triplo, quádruplo... a depender do material que eu resolver usar (menor bitola dos filamentos, menos skin effect, melhores agudos usando cobre... skin do cobre a 30KHz é 0,3mm, um filamento 24awg teoricamente não sofre efeito skin, usar 1 só pode ter perdas em 5m, usando 2, garante-se um sinal forte e sem perda de agudos mesmo em frequências supersônicas)

 

A minha dúvida maior é se usar a malha para o negativo (neutro/terra) poderia degradar a sonoridade em comparação com o uso de filamentos de melhor qualidade "dentro" do cabo. Enfim, o negativo de um RCA no carro influencia alguma coisa no som do cabo ou o que manda é somente o sinal e o resto estando aterrado tá valendo?

 

Se só o cabo de sinal importar, é muito mais negócio usar configuração coaxial com boa blindagem e um condutor central de excelente qualidade (que pode ser múltiplo pra driblar o skin).

 

Os condutores aterrados não carregam sinal. Eles servem para duas coisas: imunidade a ruídos (blindagem) e referência de terra. O condutor "vivo" carrega um sinal que é positivo ou negativo... mas negativo ou positivo é algo relativo, então, neste caso, é positivo ou negativo em relação ao terra.

 

Dizem alguns que o condutor do terra deve ser igual ao condutor de sinal. Eu vejo isto da boca das mesmas pessoas que afirmam que cabo tem sentido de funcionamento. Há quem afirme que os cabos amaciam, o que eu não contesto, já que passei por uma situação bem estranha com a troca do cabeamento de um auditório. 4 microfones em cabos desbalanceados (na época, a mesa era uma ciclotron). Tudo igual, exceto os cabos, cerca de 15 metros cada perna. De cara, perdi sensibilidade nos microfones, coisa bem clara! No terceiro uso, totalizando cerca de 6 horas, todos os níveis já tinham voltado ao normal, como se, de fato, os cabos tivessem "amaciado" neste período. Nos 3 anos seguintes, ficou exatamente igual, não teve um único "dia ruim". Sim, estranho...

 

Sou meio reticente pra afirmar que algumas coisas são mito, mas esse lance de condutores iguais não me parece ter lógica não.

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A minha experiência mostrou que os cabos "balanceados" realmente tem vantagem, frente aos coaxiais. Inclusive fiz recentemente alguns testes com tranças e multivias que foram muito animadores e acabaram resultando em duas novas linhas de cabos acima do Stonehenge.

 

Porém, por outros motivos, isolamento, material e diametro dos filamentos são tanto ou até mais importantes do que a própria construção dos cabos. Os van damme de prata, por exemplo, tem construção super simples e e trazem bons resultados devido ao material e ao isolamento, que não permite deslocamento do condutor central em relação à malha.

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A minha experiência mostrou que os cabos "balanceados" realmente tem vantagem, frente aos coaxiais. Inclusive fiz recentemente alguns testes com tranças e multivias que foram muito animadores e acabaram resultando em duas novas linhas de cabos acima do Stonehenge.

 

Porém, por outros motivos, isolamento, material e diametro dos filamentos são tanto ou até mais importantes do que a própria construção dos cabos. Os van damme de prata, por exemplo, tem construção super simples e e trazem bons resultados devido ao material e ao isolamento, que não permite deslocamento do condutor central em relação à malha.

 

Apelação com prata é uma coisa que eu quero fazer um dia...

 

O balaceado que você diz é como? "negativo" central ligado à malha dos dois lados, só de um lado, sem malha?

 

Eu já brinquei com tranças litz e realmente tem um potencial excelente, na verdade é o caminho que pretendo seguir nesse projetinho. A minha dúvida principal é quanto ao neutro/terra mesmo, se vale ou não a pena colocar uma via de filamentos centrais para o negativo ou somente a malha me daria o mesmo resultado.

 

Se fosse residencial eu trabalharia só com tranças litz sem malha para blindagem e tentaria evitar interferências cuidando do ambiente etc. Mas em ambiente "carral" não tem jeito, é muita interferência, o fio vai passar inevitavelmente a menos de 70cm da bomba de combustível etc, tem que ter uma blindagem parruda.

 

Uma coisa que eu pensei, já que é DIY, e se eu aterrasse a malha na carcaça dos equipamentos ao invés de liga-la ao negativo do RCA, que eu ligaria a condutores centrais idênticos aos de sinal? Isso geraria algum risco de loop de terra ou coisa do gênero? Poderia melhorar a performance do cabo em alguma coisa?

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Na verdade, durante o desenvolvimento do Stonehenge eu testei alguns cabos e o cabo escolhido foi um que tem um par trançado interno e a malha em espiral. Depois foi feito teste do mesmo cabo ligado de 3 formas diferentes: Par trançado conduzindo o sinal e blindagem conduzindo o -, depois testei a conexão pseudo-balanceada "direcional" e por último a pseudo-balanceada com a malha aterrada dos dois lados.

 

Entre o primeiro modo e o segundo, percebi que o primeiro tinha áudio superior e imunidade a ruídos levemente inferior. Entre o segundo e o terceiro, não percebi diferença no áudio e a imunidade a ruídos do segundo foi levemente melhor. Nos testes em ambiente automotivo, nem o primeiro, nem o segundo demonstraram ruídos ou interferências e, por isso, escolhi o primeiro modo de montagem.

 

Logo em seguida comparei com um cabo equivalente, porém com um condutor central apenas, mais calibroso (construção coaxial). Este cabo se mostrou inferior em tudo em relação ao primeiro cabo testado.

 

Essa ideia de ligar a malha na carcaça do equipamento já esteve no mercado na forma de um conectorzinho tipo garfo que se estendia pra fora do cabo. Até onde eu sei, não tem vantagens reais mensuráveis.

 

Quanto à trança, até agora fiz testes em dois carros, ambos cabos curtos, ligando processador ao amplificador e os resultados são bastante animadores. Sem intereferências nem ruídos, porém a trança tem que ser muito bem escolhida e executada. Quanto mais variar o ângulo ao longo do cabo, melhor.

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Encontrei um cabo Quad Shield, que é como esse aí -> QuadCoreIllustration.jpg porém a malha possui muito mais fios, deve ser uns 96% de malha, as duas....

 

A questão é: Há alguma vantagem em usar este tipo de cabo ou o cabo Santo Ângelo já está de bom tamanho?

 

Outra opção que eu tenho é usar o cabo com dupla blindagem e 96% de malha.

 

A grossura deste cabo "Quad Shield", é praticamente a mesma de uma pilha "AAA"

 

 

AJUDEM-ME UNIVERSITÁRIOS!!!!!

 

IbLZbZe.jpg

Fx4mUsR.jpg

Edited by Marlonmo

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