Ir para conteúdo

AutoForum.com.br - Som automotivo e automóveis  - O fórum dos maníacos por som automotivo e automóveis
- Proibido conteúdo impróprio para menores em tópicos públicos: Nudez estrategicamente coberta; Roupas transparentes; Poses obscenas ou provocantes; Close-ups de seios, nádegas ou virilhas; (em cumprimento a normas do Google) Qualquer desvio, denuncie ao moderador.
- Usuários do Hotmail/Outlook/Msn - confira tutorial para receber emails do fórum;
- Qualquer problema em algum post, DENUNCIE ao moderador, utilize o link abaixo de cada post.
- Confira tutorial para enviar fotos. Tão fácil quanto um CTRL+V. 
- 2a Etapa do SQX 2025 - 17/Agosto/2025 - Domingo - São Paulo/SP *****

Arquivado

Este tópico foi arquivado e está fechado para novas respostas.

Cris RF

Poutz que diferença....

Recommended Posts

Postado em

Eu felizmente soh escuto MPB do tempo do onça gravadas porcamente! Daí nem preciso em me preocupar em gastar fortunas com som... :rolleyes:

 

Soh tem uns discos produzidos pela Biscoito Fino que eu acho q exigiriam um sistema melhorzinho...

Postado em

mp3 no carro:

128kbps - impossível de se ouvir: sem grave, sem agudo. Tudo um bolo só.

192kbps - já dá pra conviver, em volume baixo e conversando com alguém.

Nenhum dos 2 acima tem palco satisfatório. É como se ficasse de 1/4 a 3/4 do painel, e o resto, um branco, vazio mesmo. Brilho nas altas praticamente inexiste, coisas mais requintadas ficam complicadas de se ouvir. Refinamento lá embaixo então...

320kbps - melhora um pouco o palco e o detalhamento nos extremos. Dá pra ouvir descompromissadamente numa boa, principalmente gravaćões que já são ruins por natureza (rock e outras, comerciais).

wave - melhora demais em tudo, mas ainda fica aquém do cd-a.

 

Não se esquećam que o player, ao tocar wave, precisa processá-la de maneira diferente do cd-a. Então ele toca sim diferente. Ao testarem "mp3 x wave", gravem dois cds: um em cd-a a partir do wave, e outro em mp3, direto.

 

E quanto a flac x ape, o que vocês preferem?

 

Abraćos!

Postado em

A diferença entre Ape e Flac é infima! Fico imaginando se existe algum ouvido que perceberia! Deles pra uma gravação original, da pra perceber, mas entre um e outro, duvido!

Postado em
Não se esquećam que o player, ao tocar wave, precisa processá-la de maneira diferente do cd-a. Então ele toca sim diferente. Ao testarem "mp3 x wave", gravem dois cds: um em cd-a a partir do wave, e outro em mp3, direto.

 

 

Era tudo CD-A. Eu converti para que fossem comprimidos, depois gravei como CD-A, já com a devida compressão, até porque o 7894 não reconheceria um wave.

 

Até hoje só ouvi um carro que tinha altura no palco, ou seja, era possível identificar que o prato da bateria estava acima do bumbo e da caixa, por exemplo. Talvez num carro assim o palco fosse achatado, ou um outro efeito qualquer. No meu, sinceramente, a diferença dos mp3 para o wave foi mínima, praticamente imperceptível (só prestando muita atenção mesmo, procurando defeito).

Postado em
E diferença entre .flac/.ape e .wav/.wv, é notável?

 

ae pessoal.. poutz, por coincidencia eu estava "estudando" este assunto e encontrei algumas informações bastante interessantes, principalmente em se tratando da diferença de um arquivo lossy (.mp3, .ogg, entre outros) e lossless (.ape, .flac, entre outros); por incrivel que pareça, minha conclusão e opinião divergem um pouco do que foi colocado aqui até agora!!

 

pra introduzir (ui) recomendo a leitura deste post, no head-fi forum ---> http://www.head-fi.org/forums/f46/extensiv...987/index5.html e depois um teste ABX conforme este post ---> http://www.head-fi.org/forums/f46/public-a...ur-ears-250237/

 

sinceramente, pela minha mediocre audição (um pouco desgastada por anos de bateria sem proteção adequada) e meu set SQ, assumo que não soube identificar entre o lossless e o .mp3 - 60% pra ser preciso.. testei com o foobar2000 (via PCM de um notebook) no meu carro - SQ: alpine dva-7996, full samsung 0,25L selado on-axis, mid 6.1/2" free-air em porta tratada, (2) jl-a 10w0-8 em 2x20L, ic kunt m.i.c, speaker diy, power diy, cross nakamichi (mid LP 250hz/18dB, normal phase; full HP 250hz/18dB), amplificador estereo wharf clean e mono 200ix..

 

PREMISSA: concordo plenamente e irrevogavelmente que estamos num topico HI-FI e isso significa que qqr arquivo lossy não pode ser definido como tal (devido a perda de fidelidade).. porém a discussao colocada neste post tenta apesar divulgar uma opiniao

 

* optei pelo DMB - two step.. primeiro pq gosto mto da banda e depois que ja ouvi essa faixa infinitas vezes em diversos sistemas (inclusive referencia - B&O - Beocenter 2500 + Beocenter 9500 + Beolab 8000, com centrais e sub ativo Jamo, em sala devidamente projetada e tratada).. no inicio percebe-se uma diferença entre as faixas (lossy e lossless), principalmente no detalhamento e na profundidade e abertura de palco.. é como se ao ouvir o .mp3, alguem colocasse um filtro na sua frente.. os agudos (>17,5khz) perdem definição (morrem??), os graves ficam mais "mecânicos" e o dave parece se perder no palco sendo que no outro arquivo, é "fácil" de enxergá-lo "dançando" sobre meu capô!! entretanto, depois de algum tempo, você se "adapta" a ambos os arquivos e as diferenças são atenuadas!!!! depois de algum tempo (15 minutos), eu me perdi! a maioria do erro foi computada nos ultimos testes ABX (talvez pela fadiga e repetitividade) - CONCLUSAO: ou meu set/audição é muito ruim ou tem mta gente fresca por ai (obs. 1).

 

* realizei outro tipo de teste mais "simples".. peguei um arquivo lossless de referencia (.flac), q tirei do dire straits - sultans of swing (jvc xrcd 20bits) e gravei 4 faixas sequenciais, com gap de 2 seg entre si..

 

**a. uma lossless (.wav) convertida para cd-a, 16bits/44.1hkz (downsamping devido ao encoding), sem filtros..

**b. uma faixa .mp3 vbr-new 0, 16/48, normal quality, sem filtros,

**c. uma faixa .mp3 vbr-new 0, 16/44.1, normal quality, sem filtros e,

**d. uma faixa .mp3 cbr 192kbps, 16/44.1, normal quality.

 

n pude fazer um teste ABX pois quis simplificar e n tinha ngm perto pra se submeter ao teste.. lembro que todas as faixas foram ouvidas na sequencia.. mantendo-se as mesmas configurações, mesmo level e mesmo posicionamento de leitura (ficar sentado no carro, sem me mexer mto)..

 

**a. é idiotice dizer q nao há diferença entre o xrcd (original) e o cd-a gravado de um .flac do original.. há algumas mudanças significativas e obvias (principalmente pela qualidade de gravação) - mas vamos considerar esta faixa a referencia para o teste..

**b. a diferença é minima.. somente com o carro desligado, prestando bastante atenção, voce percebe que o mark knopfler nao está mais pra ser atropelado (!!).. ele está caminhando sobre o capô do carro.. a extensão do palco tb caiu.. nao se distingue mais de forma clara o posicionamento da bateria no palco.. a guitarra principal perde um pouco a cor.. fica meio "tom pastel".. com relação aos graves e sub-graves.. a diferença foi inaudivel (talvez pelo meu set n favorecer faixa entre 60hz-80hz e meu sub nao estar amaciado ainda).. em uma escala de 100% (com rel. ao original), fico com 97%

**c. a diferença praticamente é a mesma da faixa anterior.. tive uma leve impressão que os agudos perderam a definição nesta faixa.. será por causa do sampling a 44khz??? mas sempre me disseram que um upsampling via software para 48khz nao melhora uma faixa nativa de 44khz.. de qqr forma.. os agudos perderam um pouco do brilho.. os pratos ficaram um pouco cansados.. mesmo assim.. preserva-se muita coisa do original.. 95%

**d. sem comentários.. qm tem um sistema SQ/hi-fi entry level já consegue perceber o estrago causado por um encoding a 192kbps.. tudo morre analiticamente falando.. alias, menos os graves que sofreram pouca alteração apesar de perder dinamismo em trechos rápidos e um certo.. hm.. calor!! 70%

 

* outro teste.. esse sem tanto critério.. mais a título de curiosidade.. peguei um dvd-a da diana krall - live in paris, um arquivo .flac derivado de um sacd hybrido de um amigo, um .flac de procedencia via .torrent (quando digo procedencia, é procedencia com .log para averiguação) e um CD, o the girl in the another room, da verve.. uma faixa de cada, o sistema bem aquecido (30 minutos), carro ligado para tensão apropriada.. conclusões:

 

** a diferença do CD original (Verve) para um SACD e um DVD-A nao precisa de comentários.. a qualidade de gravação é inata.. 24bits/96khz, ante 16bits/44.1hkz fazem sim diferença em um sistema minimamente ajustado e pensado.. ainda mais com um dac de 24bits como no dva-7996!!! vamos adotar o CD como referencia..

** se fizesse um ABX com os .flac vs o CD-A, nao conseguiria definir a diferença!!! quem conseguir, dou os parabens e recomendo que se inscreva para trabalhar na área pois ao meu ver é preciso de muito critério analítico e muita experiencia (horas de audição, diversos equipamentos, conhecimento técnico) para identificar com precisão o que é .flac e o que é CD-A, mesmo em um set SQ..

 

CONCLUSÕES PESSOAIS:

 

1. há diferença entre arquivos lossy e lossless? ÓBVIO, ainda mais em um sistema SQ;

 

2. devemos condenar e abominar os arquivos lossy como xiitas enfurecidos? prefiro analisar da seguinte conta - um CD guarda cerca de 70 minutos de áudio de muito boa qualidade (tipo Biscoito Fino).. porém num CD/R com .mp3 (conf. item b./c. do teste que eu fiz), chega a caber 60.. 70 músicas em boa qualidade!! no trânsito ou conversando com alguém no carro, eu nao vou perceber tal diferença.. prefiro optar pela comodidade de um disco com mais músicas vs. um disco com mais qualidade..

 

3. critico os .mp3 de baixa qualidade. arquivos com 128kbps, 192kbps e até mesmo os de 256kbps mal feitos são bastante ruins.. irritam pela falta de naturalidade e só servem para fazer barulho.. em um mp3player com DAC interno de baixa qualidade (tipo esses mp9 xingling) nao ha preocupação pq nao é esse o objetivo.. mas num iPod (com DAC melhor e ampl. T), a gente percebe de forma clara a diferença.. imagine em um home theather (mesmo os comerciais, all-in-box) ou num set SQ/HF automotivo onde a percepção fica ainda mais destacada pela "acustica" do veículo..

 

4. hoje, por menos de USD 100,00 se compra HD's SATAII com grande capacidade de dados.. nao justifica mais aquela história de "ocupa espaço".. a velocidade da internet, mesmo no Brasil, tambem não justifica mais a historia de "demora muito"..

 

5. quem opta por arquivos DSD/LPCM/lossless definitivamente são pessoas que GOSTAM de audio de excelente qualidade e se PREOCUPAM pela preservação de tal quesito na hora de uma audição.. é um HOBBY e por que nao, um PRAZER, devem continuar na busca pela perfeição.. pq é isso que move o tema hi-fi!! quem opta por arquivos lossy (.mp3, encoding de alta qualidade e critério; .ogg ou outro de MENOR PERDA), já não se preocupa integralmente pela máxima fidelidade e PREFERE um mix entre QUALIDADE e PORTABILIDADE.. agora, quem opta por um arquivo lossy de baixa qualidade não se atém as vantagens que um bom arquivo podem oferecer e, talvez se apresentados a um bom sistema.. com boa qualidade.. aprendam a apreciar música como muitos aqui do HI-FI - Alta Fidelidade.

 

finalmente.. não sou técnico ou muito menos profissional da área.. sou um curioso que gosta muito de aduições e procura sempre entender ao máximo como extrair a melhor qualidade de alta fidelidade dentro do melhor custo!!!!!

 

abraços a todos..

 

(obs. 1) SIM.. tem muita gente fresca por ai que se acha o dono da verdade ao falar que apenas SACD/XRCD/XRCD24/BR e outras mídias de alta fidelidade prestam.. tanto aqui no Brasil como no exterior o que não falta é 'boi do cu branco'.. como dito acima, podemos SIM ter bons arquivos lossy se tratados de forma criteriosa (origem confiável, alto bitrate, ausencia/filtragem minima, boa mídia, bom gravador..) o que nao podemos é GENERALIZAR a opiniao de alguns em detrimento da opinião geral.. cada um tem um ouvido e uma capacidade analitica, cada um tem um set diferente, cada um faz um encoding/decoding do jeito que lhe agrada.. o importante é divulgar o máximo como atingir o mundo hi-fi, sem ofender!

 

:legal:

Postado em

Todo mundo fala muito em CD e mp3 entre outros.

Nao entendo pq o som de DVD nunca entra nas comparações.

 

E eu ja concordo que a mp3 é para os momentos que o som é apenas para nao ficar escutando o barulho do motor ou o escapamento furado do carro vizinho, ehhehehe

Postado em
** se fizesse um ABX com os .flac vs o CD-A, nao conseguiria definir a diferença!!! quem conseguir, dou os parabens e recomendo que se inscreva para trabalhar na área pois ao meu ver é preciso de muito critério analítico e muita experiencia (horas de audição, diversos equipamentos, conhecimento técnico) para identificar com precisão o que é .flac e o que é CD-A, mesmo em um set SQ..

 

Um teste que fiz aqui esse dias foi extrair uma faixa de um CD em Wave (PCM 16/44.1), gerar seu MD5 checksum, converter essa faixa para Monkey (ape) e Flac, decodificar essas faixas em Wave novamente, e verificar os checksums de ambos os arquivos convertidos.

 

Resultado: nenhuma diferença entre os checksums gerados! O que isso significa? Bem, para quem trabalha com informática, a verificação de integridade de arquivos (Checksum), que pode ser feita utilizando-se diversos algoritmos (sendo o mais difundido justamente o MD5) garante que um arquivo gerado na origem e verificado no destino estará íntegro se e somente se as chaves geradas forem as mesmas. Apenas um bit que se perca, e a chave gerada será outra. Podem fazer o teste depois em casa.

 

Outra coisa que poucos se atentam: para extrair uma faixa em Wav de um CD/DVD, o programa executa uma leitura BRUTA dos dados, ou seja, ele lê os 0s e 1s exatamente na ordem em que aparecem no disco. O CD, caso não saibam, possui redundância tripla de informação, justamente para evitar que riscos, pó e manchas interfiram na reprodução das músicas. Usando um programa como o CDex por exemplo, caso haja erros de extração, o usuário é informado.

 

Então, para concluir, acredito que se houver alguma diferença entre um CD prensado e um gravado como cópia desse primeiro, isso se deve à tolerância dos equipamentos usados para a cópia, e não aos algoritmos de extração/codificação/decodificação em si.

 

Quanto ao mp3, ogg, wma, aac e companhia, posso dizer que estou trocando TODA a minha coleção de mp3 (são mais de 120GB) por suas versões em Wav (ou flac, ou monkey) e sempre em albuns completo. Esse processo vai ocupar mais de 1TB de espaço, mas isso eu resolvo com R$ 450,00 e alguns meses de conexão em banda larga.

 

Abraço.

 

 

Edu Nicácio

Postado em

Edu, vc sugere alguma midia de qualidade e algum gravador que possamos ter como minimo adequado para gravar APE/FLAC em CDa?

 

off: No meu caso, tenho midias LG e meu gravador tb é LG!

 

abs!

Postado em
Todo mundo fala muito em CD e mp3 entre outros.

Nao entendo pq o som de DVD nunca entra nas comparações.

 

E eu ja concordo que a mp3 é para os momentos que o som é apenas para nao ficar escutando o barulho do motor ou o escapamento furado do carro vizinho, ehhehehe

 

Basicamente, o DVD = MP3.

 

Quando o áudio não está em MP3, está em outro formato de compressão tão destrutivo quanto.

Postado em
Edu, vc sugere alguma midia de qualidade e algum gravador que possamos ter como minimo adequado para gravar APE/FLAC em CDa?

 

off: No meu caso, tenho midias LG e meu gravador tb é LG!

 

abs!

 

Na minha opinião, a qualidade do gravador não deve influir muito (desde que seja um de marca conceituada), até porque um gravdor de cd ou DVD não grava músicas, só grava dados. O conversor DAC do seu player é que transforma esses dados em música. Também nunca ouvi falar que exista algum gravador de CD / DVD High End para computador.

 

Em relação à mídia, até deve haver diferenças entre as marcas, mas como todo CDR tem um verniz de proteção que é um lixo, ou seja, usando no carro eles duram uns seis meses e depois tem que gravar outra cópia, eu uso qualquer mídia mesmo.

 

Para mim, o ideal é arrumar um software para queimar CDs que grave em 1x ou 2x no máximo, e sempre gravar os CDs na menor velocidade possível. Assim, se minimiza a possibilidade de erro na gravação. No meu caso, os resultados sempre foram muito bons, sem perceber nenhuma diferença em realção aos originais.

 

Eu só uso cópias no meu carro, de preferência cópias que eu mesmo fiz dos meus CDs originais, usando o Exact Audio Copy, e fica muito bom.

 

Espero ter ajudado.

 

Abraço.

 

Celso

Postado em
Basicamente, o DVD = MP3.

 

Quando o áudio não está em MP3, está em outro formato de compressão tão destrutivo quanto.

 

 

Kleber,

 

Mas há DVDs com faixas PCM 24 bit e 48khz de amostragem. Isso não é melhor que cd?!

 

Pergunta a todos: Como pode existir diferença entre ouvir CD, que possui amostragem de 44,1Khz, em um Clarion audiophile?! Todos aqui já relataram que há diferenças, eu sei. Mas a reprodução não fica limitada aos 44,1Khz do CD?! Não ficaremos limitados a atingir, no máximo, 22,05 Khz de frequência com esse sistema, anyway?! Numa última insistência, será que se comparássemos CDs no Clarion audiophile 9255 com o Clarion 955, também 24 bit, veríamos diferença entre os dois para CDs (não me lembro de já ter visto esse teste)?! Nesse caso, há mais chance de eliminarmos fatores outros que poderiam interferir.

 

Abraços.

Postado em

Felipe, os raros DVDs com faixas PCM só tem espaço pra áudio 2.0 mesmo. Hoje, por questões de mercado, nego tem que enfiar tantas faixas de áudio, que só comprimindo pra caber.

 

Quanto aos players, basicamente a mídia vai impor limitações. O problema é que, mesmo o 9255, ainda está aquém da qualidade do áudio gravado. Ou seja: Não é a mídia que limita o áudio, e sim o hardware.

 

Basicamente, durante a leitura do disco há muito jitter, muita sujeira no sinal que chega às DACs. "Limpar" esse sinal custa dinheiro. As DACs, por sua vez, podem ter um desempenho porco ($), mediano ($$) ou orgasmático ($$$$$$$$$$$²). Estágios de pré-amplificação, DSP, fonte de alimentação... tudo isto influi grandemente no desempenho, e custa dinheiro.

 

Por isto e por falta de espaço, o melhor player automotivo toma sabugo de um player residencial mediano (mediano que eu digo, não são aqueles das Casas Bahia ou do Ponto Frio).

Postado em

 

Eu uso esse burner também. Muito bom. Ele só é ruim para gravar coletâneas de Cds diferentes porque a normalização dele é meio ruim (não tem, só tem um ajuste de ganho em escalas de 0,5 dB indepentente para cada música, muito pentelho para ajustar tudo). Aí eu uso o NERO mesmo.

 

Fora isso é um burner sensacional.

Postado em

Ou grava-se o show em dois DVDs 9, como é o caso do show The Central Park Concert do Dave Matthews Band. Ainda quero poder escutar esse bichinho dentro de um carro. E sim, claro, a faixa é 2.0. Mas pra show é o que há.. aliás, muitos técnicos acabam tornando uma mixagem 5.1 uma pirotecnia ao invés de simplesmente adicionar ambiência. :vts

Postado em
Ou grava-se o show em dois DVDs 9, como é o caso do show The Central Park Concert do Dave Matthews Band. Ainda quero poder escutar esse bichinho dentro de um carro. E sim, claro, a faixa é 2.0. Mas pra show é o que há.. aliás, muitos técnicos acabam tornando uma mixagem 5.1 uma pirotecnia ao invés de simplesmente adicionar ambiência. :vts

 

NUNCA consegui ouvir um show em 5.1.

 

Canais traseiros é a platéia gritando... e alto! Cansa nos primeiros segundos. Sem falar que parece que você está bem no meio do palco... cada instrumento aparece numa caixa, tudo te circulando... tosco mesmo. Mas quem compra "Rôumetíter" 5.1 em 24x nas casas Bahia, quer ouvir todas aquelas caixinhas tocando. :blink:

Postado em
Edu, vc sugere alguma midia de qualidade e algum gravador que possamos ter como minimo adequado para gravar APE/FLAC em CDa?

 

off: No meu caso, tenho midias LG e meu gravador tb é LG!

 

abs!

 

Pouts Speed, pergunta meio complicada essa. Sei que os melhores gravadores são da Plextor. Há um bom tempo atrás a Yamaha também tinha gravadores excelentes, que foram descontinuados.

 

Eu hoje tenho um LG SATA Dual Layer. Uso aqui e de boa. Também gostei bastante das mídias da Basf com Makrolon. Custam menos de R$ 1,00 no Extra. Já usei muita mídia ruim aqui. Em compensação, uma que surpreendeu pela longevidade foi da Samsung, CD-RW de 650MB. Ganhei esse CD em 2001, mais ou menos, e está prestando seus serviço até hoje, hehehe.

 

Dá uma olhada no tópico do Kleber logo acima e você vai entender mais algumas coisas. É mais ou menos o que eu disse: o hardware é a maior infuência aqui. Os CDs prensados vêm de uma matriz feita em vidro (!), com alta precisão (por isso chama-se matriz, hehehe [¨]).

 

Abraço.

 

 

Edu

Postado em

Eu diria com confiança que a gravadora em si não fará diferença alguma.

 

Só gravar em baixa velocidade (1x ou 2x) e seja feliz.

 

Mídia também não altera muito (só talvez durabilidade mesmo).

Postado em
Eu diria com confiança que a gravadora em si não fará diferença alguma.

 

Só gravar em baixa velocidade (1x ou 2x) e seja feliz.

 

Mídia também não altera muito (só talvez durabilidade mesmo).

Será que altera muito entre grava em 1x ou 2x...e gravar entre 4x e 8x ?



AutoForum.com.br

O fórum para os maniacos por som automotivo e automóveis

×
×
  • Criar Novo...