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  1. Sistema usa sensores no asfalto para acionar o sinal apenas quando há veículos na via secundária e evitar interrupções no fluxo principalView the full article
  2. Marca chinesa vai focar em modelos elétricos, inicialmente importados, mas irá montar seus veículos no país no ano que vem por meio de sua parceria com a NissanView the full article
  3. O novo Chevrolet Sonic já está à venda no mercado brasileiro. Resgatando um nome já utilizado pela marca como hatch e sedã, o modelo agora retorna como um produto totalmente inédito e entre os SUVs de entrada. A missão é atuar na lacuna existente entre o aventureiro Onix e o Tracker, focando no segmento de maior volume da indústria automobilística atual. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet O lançamento é fruto de um investimento de R$ 1 bilhão em desenvolvimento local e modernização de fábrica. Para o mercado nacional, o modelo será comercializado em duas configurações topo de linha. Preços do Chevrolet Sonic 2027: Chevrolet Sonic Premier 1.0 Turbo AT: R$ 129.990 Chevrolet Sonic RS 1.0 Turbo AT: R$ 135.990 Continua após a publicidade Como é o novo Chevrolet Sonic <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet O modelo inaugura a nova identidade visual global da Chevrolet no Brasil, com inspiração direta no elétrico Equinox EV. É o primeiro carro da marca no mundo a exibir a nova gravata redesenhada e horizontalizada, aplicada na cor preta e integrada à nova grade dianteira, que é dividida em dois níveis. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. As dimensões são generosas para o segmento de acesso. O SUV compacto tem 4,23 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. A suspensão elevada garante 20 cm de vão livre do solo, enquanto o porta-malas oferece capacidade para 392 litros. A traseira conta com lanternas em led de construção tridimensional que atravessam a tampa do compartimento de bagagem, formando uma barra luminosa. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet A plataforma também introduz a nova geração do pacote de assistências Chevrolet Intelligent Driving, que utiliza uma câmera frontal de alta resolução com 40% a mais de cobertura para ampliar a faixa de atuação dos sistemas de segurança, como a frenagem autônoma de emergência, que agora opera entre 8 e 130 km/h. Motor, desempenho e consumo Sob o capô, o Sonic é equipado com uma calibração específica da nova geração do motor 1.0 turbo com injeção direta de combustível. O conjunto entrega 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, trabalhando sempre associado a uma transmissão automática de seis marchas. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Com peso de 1.139 kg, a relação permite ao SUV acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 10 segundos, com retomadas de 80 a 120 km/h na casa dos 8 segundos. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 200 km/h. A montadora também focou na eficiência aerodinâmica, alcançando um Cx de 0,35. Aliado a sistemas auxiliares, como o gerenciamento inteligente de bateria e o Stop/Start recalibrado, o Sonic registra médias rodoviárias no Inmetro de 14,8 km/l com gasolina e 10,4 km/l com etanol. Versões, preços e equipamentos do Chevrolet Sonic 2027 Chevrolet Sonic Premier – R$ 129.990 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade A versão de acesso chega equipada de série com painel de instrumentos digital de 8 polegadas, central multimídia de 11 polegadas com projeção sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, Bluetooth duplo, Wi-Fi nativo, carregador de celular por indução e pacote OnStar plano Basics gratuito por oito anos. Na segurança, o SUV traz seis airbags, alerta de colisão com frenagem automática de emergência, assistente e alerta de permanência em faixa, alerta de ponto cego, assistente de partida em aclive, controles de tração e estabilidade. A lista de conveniência e estética contempla ainda ar-condicionado digital automático, chave presencial com partida por botão, faróis full-led, sensores de estacionamento, câmera de ré em alta resolução, rodas de liga leve de 17 polegadas, detalhes externos cromados e cabine com acabamento em tons de cinza e preto com bancos com forração premium. Chevrolet Sonic RS – R$ 135.990 Chevrolet Sonic 2027Divulgação/Chevrolet A configuração com apelo esportivo soma a todos os itens da versão Premier o sistema de farol alto automático, que evita o ofuscamento de outros motoristas, e o assistente de manobras Easy Park, que esterça o volante automaticamente em vagas paralelas e perpendiculares. O visual é diferenciado pela cabine com predominância da cor preta, costuras decorativas e cintos de segurança na cor vermelha, além de exterior com rodas de liga leve de 17 polegadas com desenho exclusivo, teto escurecido e detalhes aerodinâmicos com acabamento em preto. Publicidade View the full article
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  5. Manobra da fabricante chinesa foi revelada por meio de uma publicação do Porto de Paranaguá nas redes sociaisView the full article
  6. O segmento de picapes médias é, sem dúvidas, o mais conservador do mercado brasileiro – e a GWM sabe disso. Em 2025, a marca promoveu a estreia da linha Poer pelas versões a diesel (a híbrida, vem depois), rompendo o estereótipo de eletrificação das chinesas. Mas a estratégia foi além e a marca fez um agressivo posicionamento de preços, colocando a Poer P30 como uma das picapes médias mais baratas do país. O reforço do título vem com a P30 Trail, versão de entrada, que custa R$ 220.000 (R$ 20.000 a menos do que a Exclusive) e é a picape média a diesel automática mais em conta do Brasil. A JAC Hunter 4Work apareceu depois, sem alarde, com uma versão de câmbio manual voltada às vendas diretas, por R$ 219.900. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ou seja, a picape da GWM tem preço semelhante ou é mais barata até do que modelos menores, como as “primas” Fiat Toro e Ram Rampage. A Toro custa R$ 219.980 na versão Volcano, e R$ 237.980 na Ranch. A Rampage parte de R$ 230.990 na versão Big Horn; R$ 259.990 na Rebel; e R$ 269.990 na Laramie. Todas elas são a diesel. Banho de loja Mesmo custando R$ 20.000 a menos do que a versão Exclusive (R$ 240.000), a Poer P30 Trail passa longe de aparentar simplicidade, pelo contrário. Por fora, a diferença visual mais relevante está na grade frontal, que troca o acabamento cromado da versão mais cara por uma pintura em cinza brilhante, mais discreta (e bonita). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Permanecem pintados na cor da carroceria os para-choques, para-lamas, retrovisores e as maçanetas, há cromados nos frisos cromados na base das janelas e nos apliques dos para-lamas dianteiros, os logotipos traseiros são em preto e há racks de teto. Tudo como na versão topo de linha. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. As rodas passam a ser de 18 polegadas com pneus 265/60, contra as de 19 polegadas com pneus 265/55 da versão mais cara. Porém, quase não se percebe, já que o desenho é mantido e uma polegada não faz uma diferença relevante. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Na iluminação, faróis e lanternas seguem full led, bem como os faróis de neblina com iluminação halógena. Em tempo: a unidade testada demonstrava alguns acessórios, como a capota marítima (R$ 2.599), o santantônio (R$ 2.399) e a ponteira de escape cromada de saída única (R$ 1.199). Nem parece uma picape O interior da Poer P30 é caprichado, longe da simplicidade das concorrentes “tradicionais” e com bom equilíbrio visual, sem os exageros da BYD Shark, por exemplo. Há bom acabamento, com mistura de materiais e texturas, e partes macias, com revestimento sintético, na porção central do painel. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Neste ponto, a maior diferença para a versão Exclusive está nas cores. Enquanto a mais cara aposta em uma mescla de preto e marrom entre painel, painéis de porta e bancos, a mais barata cobre tudo com revestimento preto. Os bancos, é visível, são mais simples, mas não menos confortáveis. São mantidas as telas. O quadro de instrumentos tem 10,25 polegadas, mas o layout mostra estar uma geração atrás do visto no Haval H6, com apresentações mais restritas. O mesmo vale para a multimídia, de 14,6 polegadas, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, mas com sistema menos atualizado. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O que fica e o que sai? A lista de equipamentos da Poer P30 Trail é boa e mantém grande parte dos melhores itens presentes na versão Exclusive. Além dos já ditos faróis e lanternas de led, faróis de neblina halógenos, e do sistema multimídia (quadro de instrumento e central), a picape mantém o sistema de som de quatro alto-falantes e dois tweeters (que devem em tons mais graves), sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, e câmeras 360°. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ficam também carregador de celulares por indução, duas portas USB dianteiras, duas traseiras e uma próxima ao retrovisor, para instalação de câmera de bordo, chave presencial, ar-condicionado digital de duas zonas, ACC, monitoramento de pressão dos pneus, frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa e alerta de fadiga. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Os bancos perdem o acabamento de couro, substituído por material sintético, e só o do motorista passa a ter ajustes elétricos – na mais cara, o do passageiro também tem. Também deixam de ter aquecimento e ventilação, presentes na topo de linha. Ela também perde alertas de pontos cegos, alerta de colisão traseira, frenagem de tráfego cruzado dianteiro, centralização em faixa e os airbags de cortina (ficando com quatro). Os faróis seguem automáticos, mas perdem o acionamento automático do facho alto, e os bancos traseiros deixam de ser bipartidos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ou seja, apesar das perdas, ela segue com pacote acima da média para o preço cobrado. Entre elas, as de maior relevância e que poderiam ser revistas são os dois airbags e os alertas de pontos cegos. Continua após a publicidade Bons espaços e capacidades Quem vai atrás tem bom espaço para pernas e cabeça, e a posição mais alta do banco ajuda no conforto – já que não faz com que os joelhos dos ocupantes fiquem tão acima da linha da cintura. Há saídas de ar-condicionado e, como já dito, duas portas USB. O banco deixa de ser bipartido. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na caçamba, a Poer P30 Trail leva até 1.018 kg, 8 kg a mais do que a Exclusive para que, nas contas finais, ambas as versões tenham 3.233 kg de peso bruto. Isso porque a Trail é 8 kg mais leve do que a Exclusive, que por consequência leva 8 kg a menos. A capacidade de reboque é a mesma para as duas configurações, de 750 kg sem freio, e 3.100 kg com freio. A caçamba tem 1.248 litros, ou seja, entre 100 e 200 litros a mais do que as principais concorrentes. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Entre híbridos e elétricos, uma picape diesel A Poer foi o primeiro modelo a “quebrar” a eletrificação da GWM, seguida pelo Haval H9. Tudo, porém, faz parte de uma boa estratégia da marca, já que a Poer tem números consideráveis e, o H9, já vende tanto ou mais do que seu maior concorrente, o tradicional Toyota SW4. Trata-se de uma picape média equipada exclusivamente com um motor a diesel, especificamente um 2.4 turbo diesel de 184 cv e 48,9 kgfm, com câmbio automático de 9 marchas. A tração é 4×4, com reduzida e bloqueio do diferencial traseiro. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Talvez não sejam números tão chamativos, mas eles surpreendem. Nos nossos testes, a Poer levou 11,8 segundos pra ir de 0 a 100 km/h. Ou seja, muito próximo de principais concorrentes, como Ranger, Hilux, Triton, também na casa dos 11 segundos. É até melhor do que a Nissan Frontier, que passa dos 12 segundos. É possível notar o bom desempenho na prática. Apesar de uma demora nas respostas do câmbio em kick down e de ser maior que as concorrentes, a Poer é ágil. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A direção elétrica é boa, e responde bem ao tamanho e peso da picape, e não deixa a condução cansativa. Já a suspensão tem pontos a se considerar. Assim como todo GWM vendido no Brasil, o acerto de suspensão da Poer é exclusivo para o mercado brasileiro, o que é excelente do ponto de vista de estratégia e adequação ao gosto local. Mas, assim como aconteceu no primeiro Haval, antes da recente mudança, ela é rígida demais. É possível sentir as irregularidades do solo, com pancadas secas em algumas delas. É um rodar mais áspero, digamos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Por outro lado, isso deixa a Poer com uma ótima estabilidade em ondulações e curvas, dá muita segurança e uma boa condução, e não deixa com que ela pule ou sacoleje tanto como as concorrentes. Para um futuro breve, no entanto, a GWM poderia considerar uma alteração parecida com a feita para o Haval H6, que passou a ter um rodar mais refinado. O consumo poderia ser melhor. Nos nossos testes, a picape chegou às médias de 10,1 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Veredicto Com uma operação consolidada no Brasil, a GWM oferece um bom pacote para quem quer entrar para o mundo das picapes médias, mas não quer (ou não pode) pagar cerca de R$ 300.000 por uma. A Poer P30 Trail tem bom pacote de equipamentos, dirigibilidade acertada e capacidades como a das concorrentes. Mas custando muito menos. Teste – GWM Poer P30 Trail Aceleração 0 a 100 km/h: 11,8 s 0 a 1.000 m: 38,5 s / 153,8 km/h Velocidade máxima: n/d Retomadas 40 a 80 km/h: 5,17 s 60 a 100 km/h: 6,88 s 80 a 120 km/h: 8,83 s Frenagens 60 km/h a 0: 14,3 m 80 km/h a 0: 27,8 m 100 km/h a 0: 40,8 m 120 km/h a 0: 58,3 m Consumo Urbano: 10,1 km/l Rodoviário: 11,7 km/l Ruído interno Neutro / RPM máx.: 42,7 / 75,1 dBA 80 km/h: 64,2 dBA 120 km/h: 69,4 dBA Velocidade real a 100 km/h: 97 km/h Rotação do motor a 100 km/h: 1.600 rpm Volante: 2,7 voltas Ficha técnica – GWM Poer P30 Trail Motor: diesel, diant., longit., 4 cil. em linha, 16V, 2.370 cm³, 184 cv a 3.600 rpm, 48,9 kgfm entre 1.500 e 2.500 rpm Câmbio: aut., 9 marchas, tração 4×4 com reduzida e bloqueio no diferencial traseiro Suspensão: ind. duplo A (diant.) / eixo rígido com molas semielípticas (tras.) Freios: discos ventilados (diant. e tras.) Direção: elétrica Rodas e pneus: liga-leve, 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 541,6 cm; largura, 211 cm; altura, 188,6 cm; entre-eixos, 323 cm; peso, 2.215 kg; caçamba, 1.248 l; capacidade de carga, 1.010 kg tanque, 78 l Desempenho: 0 a 100 km/h em 11,2 s; velocidade máxima não divulgada Off-road: ângulo de ataque, 27°; ângulo de saída, 25°; ângulo central, 21,1°; distância livre do solo, 22,7 cm; imersão, 50 cm. Publicidade View the full article
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  8. No projeto do Bitelo, cada detalhe foi pensado para entregar uma experiência sonora absurda. Tem som externo… e interno também!!! Com o trabalho da China Sound e a potência Taramps, o sistema ganhou equilíbrio, grave encorpado e uma qualidade que impressiona até quem já entende do assunto. E aí, qual parte desse projeto mais chamou sua atenção?View the full article
  9. A Chery apresentou o Chery Arrizo X no Salão do Automóvel de Pequim de 2026 como um estudo de design e engenharia para sua próxima geração de sedãs a combustão e híbridos. O principal destaque é o coeficiente de arrasto de 0,196 Cd, um dos menores já registrados para modelos de produção. O conceito adota uma silhueta de cupê de quatro portas, com linha de teto fastback e superfícies limpas. A dianteira fechada, a barra de luz em LED que percorre toda a largura, as maçanetas ocultas e as rodas aerodinâmicas trabalham para melhorar o fluxo de ar. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Na traseira, a faixa de luz contínua e o discreto spoiler tipo “rabo de pato” reforçam a proposta voltada à eficiência. A base técnica indica o uso do motor Kunpeng 2.0 turbo, combinado a uma transmissão automática de oito marchas desenvolvida pela própria marca. A configuração aponta para a continuidade de plataformas compatíveis com motores a combustão e sistemas híbridos, sem migração total para uma arquitetura elétrica. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Entre os destaques tecnológicos, a Chery apresentou a suspensão eletromagnética CDC, capaz de ajustar o amortecimento de forma adaptativa com base em dados de previsão da estrada. Nesse contexto, o Arrizo X funciona mais como um demonstrador de inteligência de chassi do que como um modelo próximo da produção. Uma possível versão com bateria de estado sólido chegou a ser mencionada pela mídia chinesa, mas sem confirmação oficial. Continua após a publicidade Por dentro, o conceito traz o cockpit inteligente Lingxi 3.0, com foco na interação por voz e capacidade de “ver e falar”, operando com um chip automotivo de alto desempenho para respostas em milissegundos. A assistência ao condutor é gerenciada pelo pacote ADAS Falcon 700, descrito como um sistema completo para diferentes cenários, embora sem detalhes técnicos divulgados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Posicionado acima do Arrizo S, que está mais próximo da produção e prioriza desempenho, o Arrizo X cumpre um papel conceitual ao explorar aerodinâmica, linguagem de design e integração de tecnologias futuras. Ele faz parte de uma ofensiva mais ampla da marca, que também inclui modelos como Tiggo X, Jetour T8 e Exeed EX9, em um movimento para avançar em segmentos superiores. No mercado, a Chery registrou 112.884 unidades vendidas no primeiro trimestre de 2026, com participação de 2,7%, em meio a oscilações recentes de volume. Publicidade View the full article
  10. Modelo compacto que é sucesso de vendas na China é produzido pela joint venture entre a GM e a SaicView the full article
  11. E se eu te contar que os alto-falantes do som do Bitelo ainda estão travados, você acredita? Papo estranho esse, né? Mas calma… isso é normal. Conforme o sistema amacia, tudo muda. O grave desce mais, o som abre e a resposta de frequência começa a vir exatamente do jeito que foi projetada. Já conhecia o processo de amaciamento dos falantes? Conta pra gente nos comentários.View the full article
  12. Vou seguir o conselho do nosso amigo e continuar lendo toda a literatura que eu conseguir a respeito do assunto! Na prática aqui a Smart BMS não livrou do problema, infelizmente… mas seguimos tentando! Link do nosso curso está na bio!View the full article
  13. A Chevrolet lançou nesta quinta-feira (7) o novo Sonic. Primeiro SUV subcompacto da marca, o modelo chega em duas versões (Premier e RS), a partir de R$ 129.990, para ocupar a lacuna entre Onix e Tracker, e tem foco bem definido: disputar contra Fiat Pulse, Renault Kardian e os VW Tera e Nivus. O Sonic RS, por sua vez, custa R$ 135.990. Apesar de ser inédito, o Sonic 2027 tem inspirações em outros modelos da marca e deixa claras algumas heranças. Na dianteira, a solução dos faróis com peças separadas vem de Montana e Tracker. A traseira tem lanternas interligadas que, segundo a própria GM, são inspiradas no Equinox EV. Chevrolet Sonic 2027Divulgação/Chevrolet De lado, fica evidente que o Sonic é baseado no Onix – as portas são as mesmas, bem como a coluna C, que usa um aerofólio como disfarce. As rodas são exclusivas e variam em desenho e acabamento entre as versões. Com a traseira mais comprida do que no Onix, o Sonic tem 4,23 m de comprimento (7 cm a mais que o hatch), e a capacidade do porta-malas de 392 litros (no Onix, são 275 litros). O SUV ainda tem 1,77 m de largura (+7 cm) e 1,53 m de altura (+6 cm), enquanto o vão livre é de 20 cm no entre-eixos. Continua após a publicidade Chevrolet Sonic 2027Divulgação/Chevrolet O interior do SUV vai pelo mesmo caminho, com desenho já conhecido de outros modelos da marca. Há quadro de instrumentos digital de 8″, central multimídia de 11″, ar-condicionado digital de uma zona e freio de estacionamento convencional. A faixa central do painel tem revestimento sintético, com um friso vermelho na versão RS, de apelo esportivo, e é possível ter iluminação ambiente de led, como nas imagens, mas que são acessórios. Os bancos são inteiriços e, segundo a marca, recebem espuma extra para mais conforto. A marca também promete um revestimento sintético de melhor qualidade em relação ao Onix. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet A lista de equipamentos inclui ar-condicionado automático digital, quadro de instrumentos digital, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador de celulares por indução, faróis full led, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré, wi-fi nativo e assistente de estacionamento semiautônomo (com controle de pedais e câmbio). Entre os itens de segurança, o novo Sonic tem sistemas ADAS como assistente de permanência em faixa com correção ativa, frenagem automática de emergência, alertas de pontos cegos e detector de mudança de terreno. Não há piloto automático adaptativo (ACC), apenas o sistema convencional. Continua após a publicidade Chevrolet Sonic 2027Divulgação/Chevrolet O motor é o 1.0 turbo flex com injeção direta do Tracker, mas com ajustes exclusivos. São 116 cv e 18,9 kgfm de torque. O câmbio é sempre automático de seis marchas. Com esse conjunto, a GM promete médias de consumo de até 14,8 km/l com gasolina na estrada, ou 10,4 km/l com etanol, e uma aceleração de 0 a 100 km/h próxima aos 10 segundos. Não há previsão para outras configurações mecânicas. Publicidade View the full article
  14. O terceiro carro da nova família de compactos da Fiat começa a ganhar forma. O inédito SUV de sete lugares está rodando em testes na Europa antes da apresentação esperada para o segundo semestre, durante o Salão de Paris, na França. Conhecido internamente como projeto F2U, o modelo será posicionado ao lado do novo Fastback para enfrentar a Chevrolet Spin. A viabilidade financeira do utilitário depende diretamente do compartilhamento de custos com o Citroën Aircross. Essa lógica industrial motivou a Fiat a adotar a plataforma Smart Car em vez da arquitetura MLA, utilizada atualmente na linha nacional. A nova base reduz os custos produtivos e permite a adoção de sistemas eletrificados. View this post on Instagram A post shared by Autopareri (@autopareri) O design da carroceria segue a linguagem de linhas retas vista no Grande Panda europeu, abandonando o caimento cupê do Fastback para priorizar o espaço interno. O teto plano e a traseira vertical são soluções voltadas a maximizar a altura livre para a cabeça dos ocupantes da última fileira. Segundo a imprensa europeia, o novo SUV deve medir cerca de 4,40 m de comprimento, aproximadamente 30 cm a mais do que o Grande Panda. A medida é semelhante à do Jeep Compass atual e deve garantir espaço suficiente para acomodar a terceira fileira de assentos. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A motorização não deve fugir do que já conhecemos. No Brasil, a Fiat deverá recorrer ao motor 1.0 turbo associado a um sistema híbrido leve de 12 volts (MHEV). O conjunto, usado em modelos como Pulse, Fastback e Strada, entrega 130 cv e 20,4 kgfm, sempre ligado ao câmbio CVT que simula sete marchas. A configuração europeia, porém, ainda é um mistério. Inicialmente, acreditava-se que o SUV teria o motor 1.2 turbo PureTech da Peugeot, mas o propulsor vem sendo substituído na Europa pelos motores da família Firefly após as reclamações envolvendo a durabilidade da correia banhada a óleo. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Fiat O sistema híbrido leve não é capaz de tracionar as rodas sozinho, mas atua como gerador de partida, aliviando o motor a combustão em arrancadas e retomadas. Na prática, essa solução melhora o consumo e reduz as emissões, compensando o aumento de massa provocado pela inclusão da terceira fileira de bancos e ajudando a enquadrar o modelo nas exigências do Proconve. O nome oficial do SUV ainda não foi confirmado. A denominação Giga Panda, usada no conceito, não deve chegar à produção. Nos últimos meses, a imprensa europeia passou a apontar que o nome definitivo poderá ser Grizzly. Publicidade View the full article
  15. Porsche 911 Turbo S - Sistema de áudio SQ Focal. Instalamos Kit 3 vias da Focal Audio, linha Flax Evo, instalado nos lugares originais, sem adaptações. O amplificador Audison, linha SR6600, empurrando o kit 3 vias Focal, e o Sub Woofer Audsion de 10 pol., orquestrado por um processador Audison Bit Nove. Esse sistema ficou com muita qualidade, definição e refinamento do áudio. O veículo não perde a garantia de fábrica, pois não alteramos ou cortamos qualquer chicote do veículo. A Audio Design dá garantia PERMANENTE em suas montagens desde 1994, excelência em vender , projetar e instalar. Mais de 30 anos construindo tendências e obras primas em áudio e acessórios. @porschetalkbrasil @porschebrasiloficial @motorgridbrasil #porsche #porsche911 #911turbo #911 #porsche911turboView the full article

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