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André Lima

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Tudo que André Lima postou

  1. a ajuda será bem vinda. Cada um fazendo o q souber fazer. Vamos tentar ajudar o fórum e naum ficar somente perguntando sem nada oferecer. Já existem alguns Tutoriais em inglês nos sites postados. O pessoal já podia ir dando uma traduzida e melhorada.
  2. OI Renato, Fazia algum tempo q eu naum via comentários seus. Esses artigo fazia parte de um material q eu guardava, então resolvi disponibilizá-lo p pessoal assim como estou fazendo om outros. Gostaria q vc fizesse a devida correção para q eu possa aeditar no post. Agradeço a ajuda, Valeu
  3. fIGURA 1 Q TAVA FALTANDO FIGURA 2
  4. cONTINUAÇÃO B) Através de medidas tomadas com o uso de uma caixa de volume conhecido. Esta série de medições poderá ser feita com a ajuda de uma caixa fechada ou sintonizada a uma freqüência determinada. Neste exemplo vamos utilizar uma caixa fechada. Dispondo-se de uma caixa bem selada, sem qualquer revestimento interno, com volume conhecido Vb, que esteja entre 20 e 50 litros, deve-se repetir os cálculos dos valores da freqüência de ressonância, a qual chamaremos agora de fb e do seu fator de qualidade, que chamaremos de Qtb. Calculamos Vas por: Outra fórmula mais simplificada que pode ser usada é: Nesta fórmula estamos supondo que o valor das massas acústicas envolvidas não variou substancialmente ao ar livre e na caixa, simplificação essa que introduz um certo erro no cálculo, mas que por outro lado, facilita a medição. Ressalte-se que, para esta medição o altofalante será posicionado na caixa em um orifício de tamanho coerente com o seu diâmetro e deve ser mantido bem pressionado contra esta, a fim de serem evitadas as fugas de ar. Não se deve esquecer de considerar a influência do volume do alto-falante em relação ao volume da caixa. Assim, se este estiver por dentro do orifício do painel o volume estimado do mesmo será subtraído do volume da caixa. Verificação das medidas Se na medição anterior foram usados tanto o método a quanto o método b, isto será útil para a verificação da correção das demais medições. Calcula-se novamente Vas através da fórmula acima, cujo resultado deve coincidir com o valor anterior. Discrepâncias menores que 10% não necessitam ser levadas em conta. Para discrepâncias maiores recomenda-se refazer as medições. Ressalte-se que pelo método b obtem-se os valores mais precisos pois a medida do diâmetro efetivo do cone não é tão fácil quanto possa parecer à princípio, tornando pois os valores calculados mais sujeitos a erros. A esse respeito é importante observar que um erro qualquer na medida de d é amplificado de 4 vezes ao ser calculado o valor de Vas. Exemplo de medições e cálculos Para exemplificar o método exposto, vamos utilizar um falante de vinte centímetros, comumente encontrado no comércio. O equipamento usado pelo autor nesta medição constou de um gerador de áudio digital, multímetro, paquímetro e um amplificador de áudio, para aumentar o nível de sinal. Medição da resistência da bobina móvel Aparelho usado: Multímetro; Valor medido: Re = 5,9 ohms Medição da freqüência de ressonância Aparelhos usados: gerador de áudio, multímetro (escala 2 V, alternada) e resistência de 470 Circuito usado:conforme a figura 2. Valor medido: fs = 52 Hz O valor de fs encontrado nesta medição serve mais como referência, uma vez que o método usado não apresenta muita precisão. Neste exemplo o valor da freqüência pode ser variado de 51 a 53 Hz sem alteração significativa do valor mostrado pelo voltímetro. Obtenção de Qts Aparelhos usados: gerador, multímetro (escala 10 V alternada), outro multímetro (escala 250 mA, alternada), Circuito utilizado:conforme a figura 3. Valores medidos: Na freqüência de 52 Hz, com o voltímetro ligado diretamente nos bornes do falante (para evitar a interferência da queda interna do aparelho usado como miliamperímetro) e medindo 1V foi lida a corrente de 35,5 mA. Durante esta leitura pode-se aproveitar para validar o valor de fs , pois na freqüência de ressonância, ao manter-se a tensão constante, o valor da corrente deve ser mínimo. Temos: O valor da corrente nas freqüências f1 e f2 será: Ajustamos agora o gerador de forma a obter em duas freqüências diferentes, acima e abaixo de fs a corrente de 77 mA com tensão constante de 1V. Este procedimento é bastante delicado, pois não é muito simples acompanhar a variação de dois aparelhos indicadores ao atuar-se em um terceiro, mas com um pouco de calma e habilidade esta dificuldade é contornada. Obtivemos: f1 = 35 Hz e f2 = 78 Hz Para avaliar a precisão dos resultados fazemos a prova: Caso não os valores não coincidam por pequena margem, adote o valor de fs como o resultado do cálculo acima, pois a determinação de f1 e f2, se bem feita, é mais precisa. Caso contrário, repita estas medições. Valor obtido de Qts: Obtenção de Vas Aparelhos usados: paquímetro e pesos de chumbo com massas conhecidas (podem ser os normalmente usados em redes de pesca) e com pesos determinados em balança de precisão. Medida do paquímetro ao centro do cone: x1 = 1,955 cm Nova medida com o cone lastreado com 282 g: x2 = 2,110 cm Diâmetro efetivo do falante (medido de centro a centro da suspensão do cone): 16,7 cm Obtenção de Vas: Logo Vas = 37 litros. Referências Paulo Albuquerque - Sonofletores em Baixas Frequêncías, Antenna, junho de 1980 a fevereiro de 1981. M. Colloms - High Performance Loudspeakers, Pentech Press, 1978. Homero Sette Silva - Análise e Síntese de Alto-Falantes e Caixas Acústicas pelo Método Thiele-Small, H.Sheldon, 1996 Vance Dickason - Caixas Acústicas e Alto-falantes, H. Sheldon, 1993 cRÉDITOS À eQUIPE ÁUDIO eXPESSO
  5. CONTINUAÇÃO Determinação do fator de qualidade (Qts) Para o cálculo de Qts é necessário primeiramente calcular o valor de resistência da bobina móvel. Esta medida pode ser tomada por um ohmímetro comum. Chamaremos a este valor de Re. Montamos agora o circuito da figura 3. Para a freqüência de ressonância fs anota-se o valor da corrente e da tensão presentes. É conveniente manter a tensão em 1 volt, que é um valor padrão para este tipo de medição. Calcula-se agora a impedãncia Rs do falante na ressonância. Rs=Vs/Is, onde: Vs= Valor da tensão nos terminais do falante na ressonância, em volts; Is= Valor da corrente absorvida pelo falante, em amperes. Agora, vamos achar as freqüências f1 e f2 para as quais a impedância do falante seja: , sendo f1 menor que f2 Como I = V/R, então a corrente esperada nos pontos f1 e f2 será: Se mantivermos V= 1volt durante o transcorrer desta medição então bastará achar as freqüências f1 e f2 para as quais a corrente seja: A tensão não necessita ser obrigatoriamente a especificada acima, porém é muito importante que seja exatamente sempre a mesma ao variar o oscilador entre fs , f1 e f2. Durante a varredura de freqüências a tensão tende a variar bastante, portanto é importante estar atento. Calcula-se Qts por: Os valores de f1 e f2 obtidos devem satisfazer à igualdade: Em caso de discrepância é conveniente repetir o processo até ter-se certeza dos valores medidos. Note que o cálculo de fs a partir da fórmula acima é mais preciso do que a medição direta. Isto acontece porque a indicação do voltimetro varia relativamente pouco nas vizinhanças de fs, induzindo a erro facilmente. Portanto em caso de dúvida adote o valor de fs calculado. Determinação do volume equivalente (Vas) Vas pode ser determinado por dois métodos diferentes: a) Através de Cms Sendo: onde: Cas= compliância acústica; Cms= compliância mecânica; Sd = área efetiva do cone e onde: = densidade do ar (1,18 kg/m3); c = velocidade do som no ar (aproximadamente 345 m/s) Para a aplicação destas fórmulas só nos falta medir Sd. A área efetiva do cone é dada por: onde d é o diâmetro efetivo do cone. O diâmetro efetivo d é medido diametralmente de um ao outro lado do cone, tendo-se o cuidado de tomar a medida a partir dos centros da borda flexível que prende o cone à carcaça do alto- falante. Portanto, a fórmula para o cálculo de Vas que será usada é: PROCURE FIGURA ABAIXO: figura 1 ou, aplicando os valores das grandezas, e sendo DX=X2-X1: PROCURE FIGURA ABAIXO: figura 2 onde: X2 - X1 é o deslocamento medido do cone de cm; DM é a massa adicionada ao cone; d é o diâmetro efetivo medido do cone
  6. Introdução Antes de iniciar um projeto de construção de sonofletores é necessário conhecer os parâmetros mais importantes do falante que definem o seu comportamento em baixas freqüências. Esses parâmetros, conforme definidos pela teoria de Thiele-Small, são: Vas = Volume equivalente do falante Qts = Fator de Qualidade fs = freqüência de ressonância. Estas grandezas costumam apresentar bastante variação entre marcas e modelos diferentes de falantes, mesmo entre os de igual diâmetro e freqüência de ressonância. Como os projetos de caixas acústicas são sensíveis a mudanças (mesmo reduzidas) nestes parãmetros não é conveniente iniciar algum projeto sem haver antes determinado os valores destas grandezas. Também é necessário medi-los quando se pretende usar projetos de construção já prontos e para os quais não haja indicação precisa do modelo e marca do falante apropriado. Nesses casos, conhecendo os parâmetros Vas, Qts e Fs, é possível a adaptação do projeto para extrair o máximo de suas características. O emprego em um projeto de qualquer outro falante que não o corretamente especificado através do uso dos parâmetros Thiele-Small, invalida os dados da construção e arrisca os resultados a serem obtidos. Um pouco de teoria Os parâmetros já referidos foram derivados das constantes eletromecânicas dos falantes para facilitar a análise das características dos diferentes falantes, e não podem ser medidos diretamente por instrumentos, excetuando-se a freqüência de ressonância. Portanto necessitamos antes determinar outras grandezas e obter Vas e Qts através de cálculos posteriores. Para a determinação de Vas a primeira grandeza a ser medida é a compliância mecânica, Cms . A complíância mecânica corresponde ao inverso do que se poderia chamar de rigidez mecânica, grosseiramente correspondendo ao que se poderia chamar de maior ou menor facilidade de movimentação do diafragma do falante. A compliância mecânica Cms é calculada através da aplicação de uma força conhecida sobre o cone do falante e medindo-se o deslocamento resultante. O valor de Cms é dado pela relação entre esse deslocamento e a força aplicada, esta podendo ser obtida por meio de uma massa conhecida colocada sobre o diafragma do falante, mantendo-se este na horizontal e com o eixo orientado verticalmente. Cms = deslocamento/força ou: Cms = X/ (9,8 x M’) onde: X = deslocamento em metros M' = massa adicionada em quilogramas A partir da compliância mecânica Cms é possível calcular a compliância acústica Cas, que corresponde ao valor de Cms multiplicado pelo quadrado da área efetiva do diafragma, ou seja: Cas = Cms x Sd2 onde Sd corresponde à area efetiva do cone do falante, sendo calculada por meio de seu diãmetro: Onde d = diâmetro do cone do falante. Conhecendo Cas, calcula-se o volume equivalente por: onde: Vas = Volume equivalente em metros cúbicos = Densidade específica do ar (1,18 Kg/m3) c= Velocidade do som no ar (aproximadamente 345m/s) Existe outro método muito empregado para o cálculo de Vas, o qual consiste no emprego de uma caixa de volume conhecido. Primeiramente mede-se a ressonância do falante ao ar livre e posteriormente na caixa. Este tipo alternativo de determinação de Vas será explicado pormenorizadamente mais adiante e torna-se útil inclusive para verificação do acerto das medições tomadas ­pelo primeiro método.Muitos autores recomendam este método por ser considerado mais preciso. Já o valor de Qts é calculado através do levantamento de pontos da curva de impedãncia do falante. Após a determinação da freqüência de ressonância fs procuram-se duas outras freqüências, f1 e f2, uma acima e outra abaixo de fs. Veja a figura 1, que mostra a curva característica de um falante nas vizinhanças da ressonância. Vamos precisar das seguintes definições: Re: resistência à corrente contínua da bobina móvel; Rs: impedãncia (valor análogo à resistência, porém em corrente alternada) do falante na freqüência de ressonância fs; f1: freqüência abaixo de fs; f2 a freqüência acima de fs . As freqüências f1 e f2 são aquelas nas quais a impedância do falante vale: O fator de qualidade Qts pode ser dividido em duas partes distin tas, uma dependente de grandezas mecânicas: Qms:fator de qualidade mecânico, e outra dependente de grandezas elétricas; Qes: fator de qualidade elétrico. O valor de Qms é obtido por: O valor de Qes é definido por: Para obtermos Qts podemos relacionar Qms e Qes da seguinte forma: Portanto, teremos o indice de mérito total, Qts dado por: Roteiro de medições Determinação da compliância mecânica - Cms Obtém-se a compliância mecânica medindo-se a excursão do cone entre a posição de repouso e a posição para a qual o cone é deslocado com a adição de uma massa conhecida. Esta massa pode ter de 0,25 kg até 0,50 kg, usando-se por exemplo pesos de latão. A excursão não deve ­ser demasiado grande, para não ser atingida a região não linear da suspensão, sendo de no máximo 0,5 cm para falantes grandes e de 0,2 ou 0,1 cm para falantes menores. Não devem ser usados pesos de metal ferromagnético, pois isto perturbaria a medida. A partir da medida feita com um paquímetro, podemos calcular: Cms = dX/ (9,8 x dM) onde: dX = deslocamento em metros dM = massa adicionada em quilogramas Determinação da freqüência de ressonância (fs) Usa-se nesta medida um oscilador, um milivoltímetro de áudio e ainda uma resistência de aproximadamente 500 ohms a 1 kohm conectada entre o oscilador e o altofalante em teste. A resistência é usada para transformar a saída do oscilador, quando sob carga, em uma fonte de corrente­constante. Veja o arranjo na figura 2. O alto falante deve, de preferência, encontrar-se em área livre, sem paredes ou chão a menos de 1metro de distancia. Nestas condições faz-se uma varredura em torno das freqüências onde se acredita estar a ressonância e é efetuada a leitura da freqüência em que o voltímetro apresente o maior valor. Esta é a freqüência de ressonância fs do altofalante.
  7. Galera, Ninguém sabe tudo,e quanto mais a gente aprende mais a gente percebe q naum sabe nada e para prosseguir nesse caminho sem fim a melhor opção é ensinar o pouco ( ou muito) do que sabe e aprender com os outros q mesmo naqueles q pensa-se q naum teriam nada p oferecer se pode surpriender. Vamos deixar de ser passivos no fórum, vamos colaborar. Mesmo q vc naum saiba nada de som pelo menos registre sua opinião aqui. Valeu
  8. Concordo GGG, q aqui no fórum naum seria o melhor lugar p hospedagem definitiva,mas seria u´ótimo lugar parar triagem. Como tabmbém daria a oportunidade de aprimoramento do´tutorial até porque existiria sugestões dadas pelos membros do fóruim com elação a técnica e didádica. Depois de selecionados seriam hospedados na pagina e no Hot topics seção Tutoriais ( q sugiro q seja criada). Assim o autor do tutoria caso trablhe com som terá propaganda de seu estabelecimento no maior site especializado do Brasil de graça com seu nome exposto como autor do Tutorial. Quem vir, verá q o cara entende e caso nao possa fazer o exposto com certeza irá procurá o cara. Essa é a idéia. Valeu
  9. Agradeço ao FuLLGaZZ por ter se manifestado e ajudar a idéia a se concretizar. Manifestem suas opniões, elas são essenciais ao sucesso ou fracasso do projeto. Colaborem TB!!! Tutoriais do Fórum: LEDS COMO APLICAR., Explicaçao Revestimento de caixa, como fazer?
  10. Relacionando Tutoriais do Fórum: Tutorial de como instalar novos OEL's
  11. Exemplo de Turorial simples fácil compreenção e q resolve os posts repetidos: Título: Turtorial: Ruído com o motor ligado Passos: 1-Aterre diretamente no chassis do veículo o negativo do toca-fitas ou CD. Não use o fio terra original do veículo. 2-Se tiver amplificador, proceda da mesma forma, mantendo o mesmo e consequentemente o chicote da fiação longe de módulos elétricos e da fiação original do veículo. 3-Verifique se as conxões ao chassis são feitas diretamente, livres de tintas ou graxa. 4-Peça para um auto elétrico examinar atentamente as condições atuais do alternador e as da bateria (tanto positivo quanto negativo). 5Puxe o fio para a alimentação positiva (+12V) diretamente da bateria, utilizando bitola adequada. 6-Verifique também cabos de vela, e utilize os supressivos. Teste outro toca-fitas ou toca-CDs, e se tiver, amplificador.
  12. Naum tenho muita experiência na parte prática do som automotivo mas posso tentar traduzir alguns tutoriais estrangeiros. Mas p q isso se torne realidade, é necessário q todos aqueles q pretendem expor as fotos do seu som no fórum também aproveitassem para fotografarem as etapas de produção. Tb é preciso q todos q estejam de acordo ou q tenham alguma sugestão se expresse aqui no Post para convencermos a maior parte da galera. Valeu
  13. André Lima

    Projeto Tutoriais

    Oi pessoal, O q vcs acham da criação de alguns turoriais para ajudar aqueles q estão iniciando> Poderia se criar um área de destaques na galeria geral, assim facilitaria a todos aqueles q sofrem na mão de estaladores ou são "assaltados" pelos preços cobrados em determinadas localidades do Brasil, a fazerem eles próprios seu sistema de som. Sei q no site do autosom já existem alguns tutorias , mas poderiamos acrescentar algumas idéias e criar novos tutorias. Acho q seria proveitoso atá para os mais experientes q poderiam ter acesso a novas maneiras de se realizar um projeto, ter sua técnica avaliada e aprimorada por outros além de o pessoal q trabalha no ramo poder demonstrar etapa por etapa ao possível cliente q naum possui feramentas ou tempo para elaboração por ele mesmo. Inicialmente sugeriria a criação de um tutorial para construção de caixas, revestimento, Massa plástica, Instalação detalhada de um aparelho de cd. Criação de Pezinhos. O necessário seria uma câmera digital. O colega Blaunpunkt em um post passado, apresentou as fotos da construção de sua caixa q poderia ser utilizado para um tutorial direcionado a esse assunto. Nos fóruns dedicados a tuning já existe esssa idéia e em sites de som automotivo estrangeiros. acho q dessa maneira já elucidaria diversas perguntas q rotineiramente são feitas. Tudo isso é apenas uma idéia q me veio, sei q dá trabalho mas tinha q expor. Agradeço a todos, Valeu pessoal Aqui vai alguns endereço de tutoriais Tutoriais Americanos 01
  14. figura dois q faltou
  15. O Osciloscópio, apesar de ser um instrumento relativamente carro, tem grande utilidade na area de instalação de som para carro, e como qualquer boa eletrônica possui um, fica relativamente fácil a sua obtenção para uso em ajustes no som do seu carro. Aqui assumimos que você ou o técnico que lhe emprestou o osciloscópio tem um mímimo conhecimento do mesmo para a operação básica. Você precisará de um disco de teste, com uma variedade de tons de teste. Pode ser usado o CD oficial da USAC ou então o CD usado pela USAC em campeonatos de qualidade, mas existem alguns CD’s de Bass que podem ser usados para esse fim também. Você não precisará das variações de frequencia em uma mesma faixa, mas sim tons puros (ex.: 50 Hz, 51 Hz,…) e de preferência sem corte ou atenuação. Começamos por encontrar o nível de corte de sua unidade principal (CD player ou CD changer). Muitas das melhores unidades de sinal não irão cortar as saídas pré-amplificadas, mesmo a volume máxmimo, mas é melhor verificar sempre em vez de ficar se lamentando depois. Desconete o cabo RCA de sua unidade principal, coloque o disco de teste e vá para a faixa com o tom de 1 kHz. Se o seu CD player tem a função repeat, ajuste-a para que repita essa faixa. Ajuste os controles de graves, agudos, balanço e fader todos para o centro. Aumente o volume para o máximo possível. Com o osciloscópio observe a onda em uma saída da unidade (ex. Dianteiro Esquerdo), a forma de onda deve ser senoidal pura, sem atenuação nos extremos ou outros ruídos. Se você obter uma forma de onda como essa (veja ilustração acima, onda senoidal correta), vocês está pronto para seguir para outra fase, mas se a onda observada possuir corte ou saturação ("clipping") nos picos, você deve ir reduzindo o volume, um nível de cada vez até quando você ver uma onda senoidal perfeita em seu osciloscópio. Lembre-se desse ponto, pois esse será o máxmo volume que você poderá usar em sua unidade principal. Após voce fazer esse procedimento para uma das saídas, repita-o para todas as outras restantes, os resultados devem ser os mesmos (tanto em amplitude da onda e com relação a não cortar a onda), um ponto interessante de teste também é no final dos cabos que ligam a unidade principal com os amplificadores, pois no final desse cabo podemos pegar diferenças nos cabos e ruidos que por ventura estajam interferindo com o sinal puro. Se sua unidade principal tem um saída para subwoofer pré-amplificada, você precisará usar uma frequência de teste diferente. Normalmente se utiliza metade da frequência de corte do subwoofer (ex. Corte do sub é 80Hz, devemos usar 40 Hz) e repete-se o mesmo procedimento acima. Uma vez que você encontrou o ponto de corte de sua unidade principal, é hora de prosseguir adiante na rede de sinais. Se você está usando um equalizador, pré-amplificador, DSP ou outro processador (não incluindo-se os crossovers) agora é a hora de análisa-los. Deixe o Equalizador ajustado na mesma forma que você normalmente usa. Ligue a unidade principal ao equalizador e coloque a ponta de prova do oscilocópio da mesma forma que você fez com a unidade principal. Você deve testar cada uma das saídas usando as frequencias do CD de teste. Por exemplo, se você possui um equalizador de 9 bandas, com as seguintes divisões de frequência: 50/100/200/400/800/1,5k/3k/6k/12k Hz, você deve testar o sistema 9 vezes, ou seja uma vez para 50 Hz, outra vez para 100 Hz e assim sucessivamente. Se o seu equalizador também inclui um crossover, você deverá seguir o mesmo procedimento. Se um desses processadores de sinais estiver cortando a onda senoidal, você terá que diminuir o volume da unidade principal ou fazer ajustes nas unidades que você pode. Por exemplo, se você está testando um equalizador e tiver as bandas com ganho ajustado próximo ao máximo, tente diminuir essas bandas em primeiro lugar. Isto deve resolver o problema de saturação. Para teste de um crossover, você deverá testar cada saída com uma frequência de teste que é a metade entre o ponto de passa alta e o ponto de passa baixa. Por exemplo, um canal que tem um crossover com corte entre 100 Hz e 20 kHz, deve ser testado com 9950 Hz, como é dificil encontrar uma faixa de teste com essa frequência, deve-se utilizar a frequência de 10 kHz. Para um outro canal com o filtro passa baixa ajustado para 3500 Hz, você deve usar uma frequência de teste de 1750 Hz, num CD, procure pela de 2kHz. Assumindo que o seu crossover tem ajustes de nível, você poderá querer ajustar no máximo o nível para o canal que você está testando. Vamos supor que você está obtendo uma onda com corte, volte o controle de ganho vagarosamente, até o ponto que você vê uma onda senoidal perfeita em seu osciloscópio. Agora é hora de verificar os amplificadores. Coloque os seus amplificadores no sistema e use as mesmas frequências de teste que você estava usando nos crossovers. Desconete os alto falantes e coloque todos os ganhos no máximo. Teste a primeira saída do amplificador, ajuste o ganho da mesma forma que nos passos anteriores, ou seja até o ponto que a senoide esteja perfeita, sem cortes, repita esse procedimento em todos os canais e amplificadores Pronto! Você acabou de ajustar efeitivamente seu sistema, eliminando a saturação ou corte do mesmo. Isso evitará problemas quando você aumentar o volume, terá a melhor qualidade sonora com volume máximo, alem de reduzir a possibilidade de queima do seu sistema por excesso de sinal. -------------------------------------------------------------------------------- Rafael Viapiana Padilha Engenheiro Eletrônico e Mestrando em Engenharia Automobilística e-mail: rvp_gmb@hotmail.com
  16. dá sim. Em série a impedância resultante será de 8ohms, e em paralelo será 2 ohms. Qto mairo a impedância maior a perda acústica.

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