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André Lima
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Mais um intressante post ( Schneider) a respeito de como ligar lEDs no som e fazê-los piscar de acordo com a música: LIGANDO LEDS NO BOOSTER..., ELES FICAM NO RITMO DA MUSICA...PODE??? Abraços, André
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Agradeço a todos pelos incentivos, Em breve mais tutoriais. André Lima
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rapah, A mulher infelizmente eu naum tenho, mas o filme dela q ele tirou ao gif, esse eu tenho ehehehehe Valeu, Golo Abraço, André Lima
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links para baterias especializadas p som: http://www.autoz.com.br/Shopping/loja/defa...stNivelTres=948 por favor poste mis links valeu
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Como foi solicitado, [teoria] Baterias, Quase Tudo sobre baterias.... Espero q ajude, André Lima
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Colegas Vamos reservar esse espaço p adicionarmos infomações importantes na compreensão desse importante equipamento em qualquer projeto automotivo. Breve visão do funcionamento de uma bateria automotivA Indicador do estado de baterias para veículos automóveis ---------------------------------------------------------------------------------- ACUMULADORES AUTOMOTIVOS- Especificações São utilizados em veículos automotores de explosão, tais como: motocicletas, automóveis, ônibus, caminhões, tratores, etc., para partidas e suprir as necessidades de iluminação, rádios e acessórios eletro-eletrônicos. Suas características são bastante evidentes com relação aos outros tipos devido ao seu tamanho compacto suas característica internas oferecendo uma baixa resistência interna. A vida média de uma bateria é de aproximadamente 19.320 Km por ano. Vários fatores contribuíram para melhorar a vida das baterias em serviço tais como: - Ligas de chumbo utilizadas nas grades das placas com menores teores de antimônio, resistentes a sobrecargas. - Redução das espessuras das placas e o uso de mais placas na célula. - Separadores com menores resistências ôhmica. - Reguladores de voltagem com melhores desempenhos e controlados eletronicamente. BATERIA LIVRE DE MANUTENÇÃO : SELADOS São baterias automotivas de concepção moderna a qual tira do usuário a obrigação de se efetua manutenção periódica no tocante a adição de água. Estas baterias são hermeticamente fechadas providas de orifícios pequenos para escape dos gazes, não permitindo que o usuário efetue leituras de densidades do eletrólito. O seu estado de carga é verificado através da leitura de Voltagem entre os pólos terminais, como mostraremos a seguir. Para se saber a densidade, mede-se a voltagem (tensão) entre os pólos e calcula-se a densidade pela equação abaixo: D = V-0,84 X D= Densidade em g/cm3 V= Voltagem (tensão) X= Número de células 0,84= Constante Exemplo: Voltagem igual a 12,60 volts, divide por "x" número de células (elementos) da bateria e subtrai-se a constante 0,84. D= 12,60 - 0,84 6 D= 2,10- 0,84 D= 1,260 g/cm3 Esta bateria só deve ser instalada em veículos que estejam equipados com regulador de voltagem eletrônico, que lhe garante uma melhor estabilidade de Carga. A RECARGA DA BATERIA Quando uma bateria é submetida a um processo de carga e descarga, denominamos de ciclos. A restituição da carga é feita através do fornecimento de energia por uma fonte externa. Esta fonte carregadora deve ser suprida de energia elétrica, cuja tensão (voltagem), seja superior a tensão da bateria em circuito aberto e a polaridade não se inverta durante a carga (fonte de corrente contínua). Para recarregar uma bateria primeiramente deve-se ter os terminais do carregador e da bateria ligados entres si, e seja feito idêntico com os terminas negativos. A corrente (amperagem) aplicada deve ser de acordo com o tipo e característica de cada bateria a ser recarregada. corrente em amperes recomendada para inído de carga poderá ser de 1/20 /(mínimo) a 1/10 (màxino) da capacidade nominal em Amper hora (AH) da bateria. Exemplo: Bateria com capacidade de 140 Ah, poderá ser carregada com 7 a 14 amperes, observando o limite da temperatura para que a mesma não ultrapasse o máximo permitido que é de 60 graus Centígrados. A bateria deverá ser retirada do aparelho somente quando estiver a plena carga. Uma maneira de se saber quando a bateria esta a plena carga é verificando: - Nível do eletrólito - Temperatura do eletrólito - Densidade do eletrólito - Voltagem - Coloração das placas NÍVEL DO ELETRÓLITO A importância de se verificar o nível do eletrólito, é que o mesmo em hipótese nenhuma deve situar-se abaixo das placas sob pena de danificar a bateria completamente. O nível deve ser verificado com um tubo de vidro ou plástico provido e uma marcação. O mesmo deve ser introduzido no vaso através do orifício da tampa, até que atinja o topo dos separadores, feche a extremidade superior com o dedo polegar retirando o tubo ainda fechado e verifique visualmente a altura do nível. Caso esta altura não coincida com a especificação deve-se corrigir imediatamente, com água destilada ou desmineralizada no caso de completar o nível, se estiver acima do especificado retire o eletrólito somente quando a bateria estiver à plena carga. O nível especificado para a bateria automotiva é de aproximadamente de 1,2 a 1,5 centímetros ou siga a recomendação do fabricante. TEMPERATURA DO ELETRÓLITO É importante a verificação da temperatura do eletrólito já que a capacidade e a vida útil da bateria depende da mesma. Para se medir a temperatura de uma bateria utiliza-se um termômetro de vidro, o qual é introduzido pelo orifício da tampa de tal modo que o mesmo fique imerso no eletrólito alguns minutos (+ ou - 3 minutos), após isto, lê-se na coluna graduada a temperatura. Podemos considerar satisfatória a temperatura de no máximo 60°C. É importante a observação da temperatura, pois, a mesma tem influência direta na leitura da densidade do eletrólito, conforme tabela abaixo: DENSIDADE DO ELETRÓLITO Já vimos anteriormente que a densidade do eletrólito aumenta durante a carga e diminui durante a descarga da bateria. A densidade é verificada mediante a utilização de um instrumento denominado "densimetro" tipo chupeta. Para se realizar a medição da densidade, introduz-se o bico da borracha no interior do vaso de tal modo que o mesmo fique mergulhado na solução. A seguir, comprime-se a seringa soltando-a imediatamente permitindo que o eletrólito suba através do bulbo de vidro, fazendo com que o hidrômetro (bóia) flutue sem encostar na parede do bulbo, efetuando a leitura no ponto que ficar o nível do eletrólito. É importante que a medição da densidade deva ser feita antes de adicionar água, sendo esta menos densa que o ácido, poderá causar uma falsa leitura. Lembre-se que ao efetuar a leitura não se esqueça de verificar a temperatura para se fazer à correção. Exemplo: Leitura tirada com densímetro = 1.240 g/cm3 com temperatura de 55°C. Verificando na tabela acrescentamos 20 pontos obtendo-se leitura real de 1.260 g/cm3 . Cuidado ao preparar solução, jamais coloque água no ácido sulfúrico puro (concentrado), coloque sempre o ácido na água, faça este processo lentamente pois, caso contrário haverá um aumento elevado da temperatura podendo ocorrer acidentes. TABELA INDICADORA DO ESTADO DE CARGA, DENSIDADE E VOLTAGEM CARGA DENSIDADE VOLTAGEM(12) VOLTAGEM(6) 100% 1,260 12,60 6,30 75% 1,250 12,54 6,27 50% 1,230 12,42 6,21 25% 1,180 12,12 6,06 DESCARREGADA 1,160 12,0 6,0 OS VALORES ACIMA REFEREM -SE UM ELETRÓLITO À 20ºC VOLTAGEM DA BATERIA A medida de voltagem ou tensão de uma bateria é de grande importância, ela nos dá uma idéia do funcionamento aliada ao parâmetro anteriores. Na bateria existe uma placa com potencial positivo e outra com potencial negativo. A diferença deste potencial ou seja, a voltagem da bateria em circuito aberto é dada pela diferença destes potenciais. E = Ep - En, onde "E" é dado em volts. A voltagem de uma bateria depende tanto da temperatura como da densidade. A voltagem final de carga denomina-se voltagem existente entre os pólos de uma bateria no instante final do processo de carga. A medição da voltagem deve ser realizada um voltímetro de precisão com variação máxima de 0,1%. COLORAÇÃO DAS PLACAS Com auxílio de uma lanterna podemos visualmente observar esta coloração. As placas positivas são de coloração castanha escuro e as negativas de cinza prateado. CAPACIDADE DE UMA BATERIA A capacidade de uma bateria pode ser expressa em "Amper-hora" e em "Watt-hora" universalmente adota-se a unidade "Amper-hora" (Ah). A capacidade é a quantidade de energia em amperes-horas que uma bateria pode fornecer em certo regime de descarga durante um certo tempo (período), até a voltagem atingir o instante final de descarga. Matematicamente, podemos expressar que é o produto da intensidade de corrente fornecida pelo período de tempo durante o qual ocorre este fornecimento, isto é: C20= l xT Ex.:C= 5Ax20h=100Ah Onde: C20 = Capacidade da bateria l = Intensidade de corrente de descarga T = Período de tempo durante a descarga (horas). Se a bateria tem por exemplo 100 Ah de capacidade podemos dizer que a mesma poderá fornecer energia para um equipamento consumindo 5 amperes durante 20 horas. (Regime da norma ABNT 20 horas). Para baterias automotivas a voltagem (tensão) final de descarga é de 10,5 V. A seguir mostraremos os principais fatores que afetam a capacidade de uma bateria: - A resistência Ôhmica e a construção interna - intensidade de corrente de descarga - Densidade de eletrólito - Nível do eletrólito (volume) - Temperatura do eletrólito - DR - corrente de partida (A) 27°C - Define a quantidade de amperes para a partida elétrica de um veículo, à 27°C conforme norma ABNT. - CCA - 10C ( Cold Cranking Amper) - Define também a corrente de partida elétrica de um veículo, com temperatura de (-)10(dez graus abaixo de zero) conforme norma americana SAE, traduzindo para nosso equivale-se a corrente de partida (A) 27°C. ABNT= ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. existe ainda outras normas utilizadas para ensaios em baterias tais como: SAE - ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE DIN - ALEMANHA JIS - JAPÃO Fonte:http://www.raiom.ind.br/especificacoes.htm ---------------------------------------------------------------------------------------- Tecnologia de ponta agora nas baterias automotivas Reportagem do Diário de Pernambuco, aborda os novos avanços na fabricação de baterias automotivas Ela fica escondida por um revestimento plástico, ao lado do motor. Talvez por esse motivo que a bateria seja tão esquecida pelos motoristas. A falta de manutenção, como deixar o acúmulo de sujeira nos pólos, reduz e muito o tempo de vida útil da bateria. Isso sem falar no constante abastecimento de água que deveria ser feito. Mas esse problema é coisa do passado. Os fabricantes resolveram investir na montagem das baterias, oferecendo um produto com mais durabilidade e menos trabalho para conservação. Uma das novidades é a Moura Prata. A peça é composta de liga de chumbo, revestida de prata. Dessa maneira, fica mais resistente a elevadas temperaturas. "A Ford, por exemplo, faz o teste Sae J240, em que a bateria tem que suportar uma temperatura de 75º C. Só com revestimento de prata para resistir a isso tudo", explica Raimundo Bacelar, gerente de engenharia da Moura. A bateria Moura Prata ainda vem equipada, na parte superior, com o visor teste para informar se o produto está ou não descarregado. "Essas mudanças aconteceram por conta da reestruturação dos automóveis. As montadoras estão moldando a parte frontal dos veículos em cunho e colocando muitos equipamentos junto ao motor, fazendo a bateria trabalhar em altas temperaturas", salienta. A Bosch também não ficou para trás e lançou no mercado o modelo Bosch Economy. O produto é construído em polipropileno de alto impacto, totalmente selado, sem necessidade de manutenção. "A nova carcaça deixa à mostra o eletrólito (solução de bateria), sendo capaz de fazer uma análise do sistema a olho nu. Além disso, as placas são expandidas, ao invés de fundidas, não consumindo água", explica Evandro Pontes, representante regional da Bosch. A Heliar também colocou no mercado a bateria com liga de prata expandida, garantindo maior capacidade e desempenho na corrente de partida. Além disso, a estrutura foi modificada. O produto possui dois sistemas de proteção antichama e buchas dos pólos forjadas a frio. "A Heliar colocou prata na bateria há dois anos. Mas, agora, ela está de forma expandida, oferecendo maior durabilidade. Além disso, o produto é capaz de suportar recarregagem lenta ou rápida", explica Ary Queiroz, representante Heliar, no Recife. Já Delphi Freedom resolveu investir, pela primeira vez, no mercado das baterias para motocicletas. A bateria Extra é totalmente selada e utiliza a tecnologia AGM (Absorbent Glass Mat) para separação de suas placas internas. O separador é feito de uma manta de fibra de vidro, que absorve a solução interna composta de ácido sulfúrico e água. A peça vem com uma válvula de pressão, que substitui o tradicional respiro da bateria, fazendo o controle dos gases internos gerados pelo processo eletroquímico. Perguntas Frequentes Minha bateria está descarregada. Quero trocá-la. O fato de a bateria estar descarregada, não significa que ela esteja com defeito. Os principais motivos que provocam a descarga são: - Fuga de corrente elevada - Uso de acessórios elétricos com o veículo desligado - Alternador não gera energia suficiente. - Adaptações de acessórios em demasia É correto testar a baterias fechando o curto-circuito através dos pólos da bateria? Não. Quando fechamos o curto-circuito através dos pólos da bateria, dependendo do estado de carga e condições de uso da bateria, este procedimento, pode destruí-la por completo, ou retirar uma parte significativa de sua vida útil. Dependendo da situação a bateria pode explodir, causando danos físicos às pessoas a sua volta. O que é Ampère ? É a unidade de medida de fluxo de corrente através de um circuito ou condutor elétrico. O que é tensão ? Tensão, voltagem, força eletromotriz (fem) ou diferença de potencial (ddp) é a unidade de trabalho realizada por uma carga elétrica de 1 Coulomb ao se deslocar em um campo elétrico uniforme. Esta definição é um tanto quanto complexa, não ? Para facilitar, imagine uma tomada qualquer de energia elétrica em sua casa. Entre os 2 pinos desta tomada existe uma tensão de 127 Volts ou 220 Volts, dependendo da concessionária que o abasteça. A tensão entre os 2 pinos permitirá que qualquer aparelho elétrico plugado à tomada funcione corretamente, segundo suas propriedades. Na verdade o que ocorre é que quando conectamos um aparelho elétrico a uma tomada energizada (que tem tensão ou diferença de potencial entre seus 2 pinos), irá circular uma corrente elétrica no circuito e esta corrente produzirá o efeito desejado no aparelho (se for uma lâmpada, iluminará; se for um motor, girará; se for um aquecedor, produzirá calor). Para uma bateria, vale o mesmo raciocínio, com a diferença de que em uma tomada, a diferença de potencial está entre os dois pinos e na bateria está entre os dois pólos. Outra diferença básica, é que a energia fornecida pelas concessionárias é o resultado da ação contínua dos geradores e em uma bateria, somente podemos retirar energia, se anteriormente ela for carregada. Em outras palavras uma bateria automotiva não é um gerador, mas sim um acumulador de energia. O que é reserva de capacidade? Reserva de capacidade (não confundir com capacidade de uma bateria) é o tempo em minutos que uma bateria submetida a uma descarga de 25 A leva até atingir uma tensão final de 10,5 V a 27 o C. O que é Capacidade de uma bateria? Capacidade de uma bateria, é a quantidade de energia que pode ser armazenada. É normalmente expressa em Ampère-Hora cujo símbolo é Ah. Esta medida é obtida pela multiplicação da corrente em Ampères pelo tempo em horas de descarga até uma tensão de 1,75 V por elemento. Para baterias automotivas, é utilizado um espaço de tempo de 20 horas, por isso normalmente expressamos a capacidade de uma bateria da seguinte forma: XX Ah (onde XX é a capacidade Ex 45 Ah) em 20 horas ou simplesmente C20. O que é corrente de partida? Corrente de partida é a corrente que uma bateria nova, plenamente carregada, pode fornecer durante um período de tempo determinado, até uma tensão final específica. A norma mais utilizada estabelece a temperatura de –18 o C para a determinação desta corrente. Uma atenção especial deve ser dado a este item. Não são todas as fábricas de baterias que utilizam esta norma, portanto as correntes de partida podem variar, segundo o método escolhido. Quais são os parâmetros que devo prestar atenção no momento da compra de uma bateria? As informações contidas nos rótulos das baterias são muito importantes. Para que vc possa escolher a bateria mais adequada para seu veículo. As informações mais importantes são: A capacidade em 20 horas C20, A corrente de partida e as dimensões. Deve-se ter especial atenção em analisar a corrente de partida. Algumas fábricas colocam a corrente de partida da bateria em temperatura diferente das demais. Isso não permite que se possa fazer uma comparação direta. Uma bateria que fique armazenada (sem uso) descarrega? Sim. Quando uma bateria não está sendo utilizada, sofre um fenômeno que denominamos autodescarga. Isto é decorrente de suas características físicas, entretanto, dependendo dos materiais utilizados em sua fabricação a bateria pode ter uma autodescarga maior ou menor. Comprei uma bateria e não vou utilizar durante algum tempo. O que devo fazer? É recomendável que a bateria sofra uma recarga em intervalos de no máximo 120 dias. Caso contrário a bateria pode ter sua vida útil reduzida. O que é sulfatação das placas? Sulfatação é um termo que utilizamos para denominar um fenômeno que ocorre em baterias que ficaram um longo período descarregadas. Este fenômeno pode tornar a operação de descarga irreversível, dependendo do tempo que a bateria ficou descarregada e da temperatura que ela ficou exposta. O que é sobrecarga? Sobrecarga é um efeito causado por uma situação que mantém uma alta corrente passando por um longo período de tempo pela bateria. Este longo período pode ser contínuo ou com interrupções. As reações químicas assim como todos os fenômenos físicos tem uma velocidade máxima para ocorrer. Ao aumentarmos a corrente de carga de uma bateria, estamos aumentando a velocidade da reação de carga. Existe um ponto em que a quantidade de energia fornecida à bateria supera a capacidade de ser absorvida pelos materiais que a compõe. A energia excedente então é transformada em calor. As baterias automotivas apresentam uma alta resistência térmica, ou seja o calor gerado em seu interior, tem dificuldade em se dissipar, provocando aumento da temperatura. A temperatura elevada, leva à queima dos elementos químicos ativos da bateria (elementos que fazem parte da reação de carga e descarga) solicitando mecanicamente seus componentes, ou seja entortando as placas levando a bateria a uma morte prematura. O que causa a sobrecarga ? O fenômeno é causado por vários motivos um deles é o mau funcionamento do regulador de tensão do veículo. O regulador deve executar o gerenciamento da tensão (voltagem) que é enviada pelo alternador do veículo para a bateria e o sistema elétrico do veículo. A bateria tem, por sua vez, a função de armazenar a carga para posterior consumo. Em geral a tensão admissível deve estar entre 13,8 V e 14,4 V. Toda vez que o limite de 14,4 volts for superado, tem início um superaquecimento da bateria gerando a sobrecarga. A sobrecarga pode ser constante ou intermitente, dependendo da origem do problema. O regulador de tensão também realiza outra importante ação. Toda vez que a temperatura do compartimento do motor aumentar, o regulador de tensão deve realizar a compensação térmica deste aumento de temperatura, realizando a diminuição da tensão regulada, e conseqüentemente a corrente que está sendo enviada à bateria, evitando que a temperatura máxima admissível seja ultrapassada. O mau funcionamento do regulador de tensão compromete a vida útil da bateria. A utilização por longos períodos de tempo de componentes elétricos / eletrônicos no veículo, com o motor desligado também pode provocar uma sobrecarga, uma vez que uma bateria por encontrar-se profundamente descarregada, ao acionar o motor de partida e em seguida o motor do veículo, sinaliza ao alternador do veículo que está sem carga. Hoje os alternadores são bastante potentes. Com a informação de que a bateria encontra-se descarregada, correntes de 40, 50 60 ou mais amperes, são enviadas a bateria, provocando uma sobrecarga, a qual denominamos sobrecarga denominada por mau uso. Quais as características de uma bateria que sofreu sobrecarga? Os efeitos de uma sobrecarga, são facilmente identificáveis através de uma análise visual. Dentre os principais aspectos que podemos identificar destacamos: • Etiquetas amareladas, mostrando que sofreram aumento intenso de temperatura • Decréscimo acentuado do nível do eletrólito (identificável nas baterias BOSCH através do "Power Control System" • Expulsão do eletrólito através dos respiros da bateria, ou pelas tampas se a bateria permitir acesso ao eletrólito. • Bateria com caixa estufada. ____________________________________________________________________ Espero q Colaborem acrecentando novas informações Abraço, André Lima
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É Gohan, soldar cordoalha é soda! Tava soldando a minha antes de ontem. Deu um trabalho!!!! Parece que solda de jeito nenhum!!!! Mas depois de muito tempo e muita solda gasta consegui. Ficou horrível de feio. Ainda não teste, mas acho que deu certo. André Valeu novamente! Na borda do meu falante utilizei silicone . Deu certo. Com silicone preto acho que ficaria mais bonito. É claro que tem o fato do silicone poder descolar a bobina ou algo assim, mas como foi muito pouco e na borda, acho muito difícil danificar algo. O nome do produto que você disse para a borda é E2S audio? Onde encontro isto? o pessoal usava na solda da cordoalha com os terminas da bobina a chamada "Black Max", da Loctite, uma espécie de cola preta. ma s naum sei se se encontra ainda.. Para maiores informações recomeno o link: http://planeta.terra.com.br/educacao/audio...q_serv_fala.htm abraços, andré
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Goham, naum conheço o termo cordoalha, mas vai novas sugestões; "Centralizador x Carcaça - Sapateiro Centralizador x Bobina - Araldite Cone x Bobina - Araldite Cone x Carcaça - Sapateiro Bordas x Carcaça e Cone -Sapateiro Protetor de Cone x Cone - Sapateiro" Rafael Maroni Espero q tenha judado
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CAPA OFICIAL DA PROAUDIO #1
' André Lima' respondeu tópico de ' Evandro Lima' em [GERAL] do som automotivo
Acho que esta revista visa mais qualidade e por esta razão trio acho que num vai rolar não. Ae Ronie, acho q foi exatamente o q o kra quis dizer....ele disse pq lah emcima, do lado esquerdo em "Veículos Sonorizados" tah escrito "Courier - Trio Elétrico" tbm não entendi não....esperar pra ver... e qto às "críticas" q fiz no outro tópico qto à diagramação da capa, agora mandaram mtoo bem, tento mas não acho defeitos (apesar de ainda achar q o logo podia ser mais dinâmico! hehehe) Fiko bem legal, mas como "um livro não se julga pela capa" é esperar pra ver, mas q promete....promete! e qto à parada do trio...será uma inovação?!? Trio SQ?!? hehehe Para tirar as dúvidas de Vcs: Isso é o q consta no site http://www.revistaproaudio.com.br Abraços, André -
TEoria p Galera, [teoria]Compact disk: princípios de funcionamento, P reforçar os conceitos... Espero q ajude, André Lima ( aguardando colaborações )
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Mais um Tutorial: [tuto] Reparo de Falantes, Uma humilde Tentativa de tutorial... Espero q ajude, André Lima
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Pessoal, tendo visto alguns post a respeito de como se reparar um dano causado a um falante, vou tentar colocar aqui o fruto de algumas pesquisas feitas a internet sobre o assunto. Algumas fontes infelizmente, naum poderei determinar ao exato, pois muitas perdir nas anotações. Vamos lá. Reparo de Falantes Impedindo Os Danos: Tendo observados as inúmeras dúvidas decorrentes a esse assunto, percebemos q o maior vilão dos falantes são a chave de fenda ou a broca que deslizam quando a pressão é aplicada à cabeça do parafuso no ato de fixação do mesmo. Existem inúmeras práticas q podem ajudar a impedir ou diminuir a possibilidade q isto venha a acontecer tentaremos especificar algumas. Não utilize uma chaves de fenda, brocas, ou parafusos com cabeça gastas. Geralmente eu utilizo parafusos tipo estrela q possuem maior qtde de pontos de contato q dificultam o delizamento. Uma ferramenta apropriada naum terá ' folga ' quando introduzida na cabeça do parafuso. Dê preferências a Chaves com protetores deslizantes q impedem q a ferramenta escorregue danificando o cone ou supensão. Esse tipo de ferramenta permite q em deslizando sobre o parafuso, o protetor possibilita um melhor manuseio conferindo uma maior proximidade entra a mão do operador e o ponto de contato da chave com a cabeça do parafuso. Tendo em vista q os danos são feitos geralmente ao tentar começar o parafuso na madeira, esta ferramenta pequena impedirá quase 100% dos acidentes Após os dano Ter Ocorrido: Caso já tenha ocorrido o dano, o falante pode ser reparado com quase nenhuma mudança no desempenho, na maioria das vezes. Todos tem um adesivo da escolha. MAs " O ideal seria usar os mesmos adesivos empregados pelos fabricantes. Na falta, para esses falantes, use Araldite lento para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem). Para colar o cone e aranha a' carcaca, use cola de contato (cola de sapateiro) de BOA qualidade (Brascola), seguindo a' risca as instrucoes na embalagem", segundo palavras do prof Edu Silva . ES2 Audio. Pode ser aplicado em uma camada muito fina e nas bordas mais flexíveis. As seguintes imagens são do antes e depois da aplicação do reparo. Antes Depois Para aplicar o adesivo, eu uso um cotonete de algodão q foi retirado o algodão . Você pode usar qualquer coisa que permita que você adicione o adesivo no local a ser reparado. Você deve aplicar o adesivo a ambos os lados da borda danificada . Geralmente, revestindo o aplicador e simplesmente o introduzindo no rasgo assegurará a aplicação apropriada do adesivo. Depois que o adesivo é aplicado, realinhe a espuma a onde você a quer. Você necessita trabalhar razoavelmente rápido porque o adesivo começará a se fixar ao redor de minuto ou mais. Aguarde pelo menos 2 das horas antes de iniciar os testes de funcionamento. Eu nunca tive uma falha após ser reparado dessa maneira. Tweeters e Drives: A maioria desses equipamentos da categoria profissional, possuem reparos produzidos pelos próprios fabricantes e são a base de encaixes e parafusos além de virem acompanhados de instruções tornando assim bem mais fácil a instalação e reparo desse tipo de falante. obs: Por favor acrescentem informações para enrriquecimento do Post. Espero q todos se disponibilizem. na medida do possível, na produção de novos tutoriais. Agradeço a todos, André Lima Baseado nas Fontes: Audio List --> FAQs Basic Car Audio Electronics
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Por enquanto q naum temos nosso próprio tutorial sobre instalação de Manta asfáltica, aqui vai a sugestão do nosso colega Supersonico postado a um tempo atrás. Tutorial de Instalação de Manta Asfáltica Site em Inglês Alguém se prontifica na tradução??? Abraços, André Lima
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Sepacheco, Será q vc poderia fazer ou ceder para q alguém faça um tutorial com aquelas fotos da instalação da manta asfaltica na porta ? as fotos ficaram bem ilustrativas e de ótima qualidade. Por Sinal, parabéns pelo excelente conjunto, faz juz aos conhecimentos do dono. Até mais, André Lima
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CAPA OFICIAL DA PROAUDIO #1
' André Lima' respondeu tópico de ' Evandro Lima' em [GERAL] do som automotivo
O disigner ficou muito Bom. Vc estão de parabéns!!! Só gostaria saber se aqui em recife será comercializada? E se vc me permitem, posto aqui o endereço da revista com um breve resumo da primeira edição. http://www.revistaproaudio.com.br Abraço, André Lima -
Excelente idéia fcoelhogomes, com certeza ficará muito bom seu tutorial. Caso queira postar algumas das suas sugestões a respeito de posts passados ralcionados a trio pode se sentir a vontade. Com relação ao drives no winisd, é uma excelente idéia e sugrio q após a adiçãod deste no seu tutorial tb os adicione no post específico p drives q já está rolando n fórum há algum tempo. caso esteja faltando algum item para seu tutorial e vc queria ajuda pode mandar uma PM q eu posso te ajudar encontrar. Peço q após esteja pronto vc publique aqui o link p que o pessoal possa se direcionar ao se tuto. Valeu, André Lima
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Estamos aguardando a publicação de seu tutorial. Agradeço a ajuda, André Lima
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Agradeço Golo pelo incentivo. È justamente esse reconhecimento q faz com q o fórum cresça. Aqui vai alguns links relacionados a teoria. Naum chega a ser um tutorial prático, mas seria bom dá uma lida. Decibel:, Questão Matemática... Definição : OItavas, Dogma ou existe alguma explicação? Frequencia de ressonancia, importa? Funções dos player Pionner, SUPER BASS, LOUD...ETC Espero q ajude principalmente aqueles q estam iniciando e colhendo o maior número de informações. Abraço, André Galegoo
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oi pessoal, realmente o site está fora do ar para manutenção. O marcelo ainda naum especificou qdo vai voltar, mas fiquem tranquilos pois naum deve demorar. Valeu pessoal
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Realmente é um pouco grande, mas espero q a leitura seja proveitosa. Valeu pelo incentivo...
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Aqui vai um material p ajudar o entendimento do assunto: Espero q ajude!!!! 1-) A unidade padrão: bel ( "B") -------------------------------------------------------------------------------- Definida pelo Sistema Internacional como: "Unidade de uma escala numérica, cujos valores são dados pelo logaritmo decimal da relação entre o valor considerado de uma potência e um valor de potência tomado como referência". Observação: Na prática é usado única e exclusivamente o submúltiplo decibel (dB), com o qual se mede toda grandeza N que pode ser expressa por uma equação do tipo: N = 10 k log (A2/A1) na qual A2 e A1 são duas grandezas da mesma espécie (pressões, tensões elétricas, correntes, etc) e k é um número determinado pela correlação matemática entre a grandeza A e a potência. Por exemplo, a atenuação e a amplificação de uma transmissão de energia eletromagnética, o nível de pressão sonora, etc. 2-) Outras considerações -------------------------------------------------------------------------------- Pela definição, pode-se notar que o decibel sozinho não é uma grandeza física absoluta, mas uma transformação de uma relação linear entre duas grandezas da mesma espécie em uma relação logarítmica. Exemplo: seja um amplificador que tem um ganho de potência, expresso como relação linear, de 100 vezes. Isso não significa que a potência de saída seja 100 "alguma coisa" (watts, quilowatts ou qualquer outra unidade). Significa que a potência de saída é 100 vezes a de entrada. Se, por exemplo, esta última for 1 W, a de saída será 100 W. Se for 3 W, a de saída será 300 W e assim por diante (é claro que, na prática, a potência de saída de um amplificador ou qualquer outro dispositivo é limitada pela capacidade dos seus componentes. Assim, esta relação é válida até a potência máxima que ele pode fornecer). Se desejamos expressar o ganho do amplificador anterior em decibéis, basta usar a fórmula dada: Neste caso (A2/A1) = 100 e, desde que são unidades de potência, k = 1. Assim, N = 10 log 100 = 20 dB. Entretanto, o decibel pode ser usado para indicar uma grandeza absoluta. Basta considerar um valor de referência para A1. Se, por exemplo, A1 é igual a 1 miliwatt, o valor de A2 pode ser calculado a partir do valor em decibéis. Essa especificação de potência como o valor em decibéis em relação a uma referência de 1 mW é chamada dBm e é bastante usada em amplificadores de áudio. Voltando ao amplificador anterior, se, por exemplo, ele tem uma potência máxima de saída de 100 W, podemos especificá-la em dBm. Assim, N = 10 log (100/0,001) = 50 dBm. Ou seja, no amplificador considerado, o ganho de potência é 20 dB e a potência máxima é 50 dBm. E o fator k da fórmula anterior? Para que serve e como se determina? Notar que, por definição, decibel se refere a potências e, no uso de outras grandezas, deve ser usado um fator que as relacione com a potência. Exemplo: conforme fórmula da potência elétrica e a lei de Ohm, a relação entre a potência e a corrente que circula num resistor é dada por P = R I2. E a relação entre duas potências P2 e P1, dissipadas por este resistor na presença das correntes I2 e I1, é dada por: P2 / P1 = R I22 / R I12 = = (I2 / I1)2. E a relação logarítmica é: log (P2 / P1) = log ( (I2 / I1)2 ) = 2 log (I2 / I1). Portanto, é lógico supor que k = 2 para corrente elétrica. Pode-se demonstrar que mesmo número vale para tensão elétrica e pressão mecânica. 3-) Função logarítmica -------------------------------------------------------------------------------- A Figura 1 dá a curva da função y = log x. Notar a pequena variação numérica de y em relação à variação de x (0 a 3 contra 1 a 1000). E, se a variação de x fosse, por exemplo, 10 vezes (1 a 10000), a variação de y seria apenas de 0 a 4. Assim, o logaritmo é uma forma conveniente de expressar variáveis cujos valores numéricos se encontram em faixas bastante amplas. Notar também, conforme figura, uma variação de x no início representa uma variação de y Dy1, indicada em azul. Já a mesma variação de x num valor mais alto corresponde a um Dy2 significativamente menor. 4-) Pressão sonora -------------------------------------------------------------------------------- É medida pela pressão que as ondas sonoras exercem sobre uma superfície e a unidade usada é o padrão do Sistema Internacional: Newton por metro quadrado (N/m2), também denominada Pascal (Pa). O menor som que pode ser percebido por uma pessoa tem pressão próxima de 2 10-5 Pa, sendo este valor adotado como o nível de referência da pressão sonora. Já a maior pressão sonora que se observa está próxima de 1 102 Pa. Notar a enorme proporção entre o nível mais alto e o mais baixo: 5 106! Agora imagine se tivéssemos a mesma sensibilidade auditiva numa faixa tão ampla. Se fosse alta, certamente seria um grande incômodo. Se fosse baixa, deixaríamos de ouvir sons mais fracos que precisamos perceber. A natureza dotou a espécie humana de uma sensibilidade auditiva que diminui com o aumento da pressão sonora. Assim, por exemplo, se um som tem uma determinada pressão x e é aumentado para 2x, não causará a impressão de ter dobrado, mas sim de uma variação menor. Outro aspecto é quanto às variações de pressão. Uma percepção de variação em um som fraco corresponde a uma determinada variação de pressão sonora. Já a mesma percepção de variação em um som forte corresponderá a uma variação de pressão sonora muito maior que a anterior. Tudo isso sugere uma curva de sensibilidade logarítmica conforme item anterior. Assim foi definido: Pressão sonora = 20 log (P/P0) dB, isto é, usando o conceito de decibel do item 1, com o valor de k = 2 (ver item 2). Sendo P a pressão sonora medida e P0 a pressão de referência mencionada (2 10-5 Pa). Substituindo o valor de p0 e simplificando a expressão temos: Pressão sonora (dB) @ 20 log p + 94. 5-) Curvas de sensibilidade -------------------------------------------------------------------------------- A indicação da pressão sonora em decibel conforme item anterior seria suficiente se a sensibilidade humana fosse independente da freqüência, mas isso não ocorre. Por exemplo: um som de 100 dB e freqüência de 100 Hz é percebido de forma menos intensa que um de 100 dB e 1000 Hz. Para compensar as variações de sensibilidade com a freqüência, foram criadas curvas padrões (A, B, C e D) conforme gráfico da Fig 2. Os valores em decibéis indicam as atenuações em relação à freqüência de referência de 1000 Hz. E os dados atenuados são indicados por dB seguido da letra da curva correspondente (dBA, dBB, etc). Exemplo: uma fonte sonora de 25 Hz e 50 dB de pressão corresponde a 50 - 44,7 = 5,3 dBA. Isso significa que ela é percebida com a mesma intensidade de uma fonte de 1000 Hz e 5,3 dB. As fontes sonoras usuais não emitem uma única freqüência. Na realidade são espectros em uma determinada faixa. Os instrumentos que medem pressão sonora (popularmente chamados de decibelímetros) fazem uma correção ponderada de acordo com as freqüências predominantes do espectro para dar um resultado na curva desejada. 6-) Audibilidade ------------------------------------------------------------------------------- Os padrões do item anterior são decorrentes das curvas (aproximadas) de igual audibilidade da Fig 3. A unidade de nível de audibilidade é denominada fon e é dada pelos números em vermelho no gráfico. O fon é a medida do nível audibilidade correspondente à pressão sonora em decibéis na freqüência de referência de 1000 Hz. Por exemplo: um nível de audibilidade de 100 fons equivale a 100 dB com 1000 Hz e aproximadamente 110 dB com 50 Hz. Observar que, quanto menores os níveis de audibilidade, maiores as diferenças, isto é, as curvas são menos "planas". Isto é a razão para a existência de várias curvas de compensação para medições conforme item anterior. A curva A (dBA) é usada para níveis até 55 fons. A curva B (dBB) usada para a faixa de 55 a 85 fons. A curva C (dBC) usada para níveis acima de 85 fons. A curva D (dBD) é especial e usada para sons de alta freqüência de turbinas de jatos. Na prática, é quase sempre usada a curva A (dBA) para medidas de pressão sonora, independente do nível. O sone é uma escala subjetiva de audibilidade, cuja unidade foi definida como igual a 40 fons. A cada duplicação corresponde um incremento de 10 fons conforme tabela abaixo. Fons 40 50 60 70 80 90 100 Sones 1 2 4 8 16 32 64 7-) Potência sonora -------------------------------------------------------------------------------- A pressão sonora conforme dada no item 4 é uma grandeza fácil de ser medida. Existe uma variedade de aparelhos disponíveis, que usam microfones e circuitos eletrônicos, analógicos ou digitais, para a correção de acordo com as curvas e indicação dos valores. Entretanto, a pressão sonora por si não caracteriza quantitativamente uma fonte. Veja a comparação com lâmpada (fonte luminosa): você pode medir a intensidade luminosa em um determinado local, mas o valor não tem necessariamente relação com a potência da lâmpada. Uma lâmpada mais potente situada a uma distância maior pode produzir a mesma intensidade luminosa. A fim de caracterizar quantitativamente uma fonte sonora, foi definida uma escala de potência sonora. Também em decibéis e, de forma similar à pressão, com uma potência de referência W0 igual a 10-12 watts. E a relação é dada por: Potência sonora = 10 log (W/W0) dB. Notar que, diferente da pressão, o coeficiente k é igual a um, uma vez que as grandezas relacionadas são potências. Substituindo o valor de W0 e simplificando temos: Potência sonora (dB) = 10 log W + 120. E como medir a potência sonora? Em geral ela não é medida, mas calculada. A equação abaixo dá uma relação aproximada. Potência sonora (dB) @ Pressão sonora (dB) + 10 log A. Onde a pressão sonora é aquela medida a um metro de distância da fonte e A é a área da fonte em metros quadrados. É comum, por exemplo, o uso da pressão sonora para caracterizar ambientes. A tabela abaixo dá níveis máximos considerados aceitáveis de pressão sonora para alguns ambientes. Tipo dBA Tipo dBA Auditório 30 Hospital (sala de cirurgia) 30 Biblioteca 35 Hotel (recepção) 40 Cinema 35 Igreja 30 Escritório 35 Loja de varejo 40 Estúdio de gravação 25 Restaurante 45 Estúdio de rádio 20 Supermercado 45 Hospital (corredor) 35 Teatro 30 Hospital (quarto) 25 Tribunal 30 A potência sonora caracteriza uma fonte. Na tabela abaixo, valores médios para alguns tipos de equipamentos geradores de ruídos. Tipo de fonte W dBA Foguete espacial 100 000 000 200 Jato militar 100 000 170 Ventilador centrífugo grande (850000 m3/h) 100 140 Orquestra 75 músicos. Ventilador axial 170000 m3/h 10 130 Moinho de martelo grande 1 120 Ventilador centrífugo 22000 m3/h 0,1 110 Automóvel em estrada 0,01 100 Processador de alimentos 0,001 90 Lavadora de pratos 0,0001 80 Voz em nível de conversação 0,00001 70 Duto de ar com abafador 0,00000001 40 Voz muito baixa (cochicho) 0,000000001 30 Menor fonte audível 0,000000000001 0 Direitos Autorais: site http://myspace.eng.br/
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uahahahahahahahahaha Zabumba tá valendo. qlq coisa estamos a disposição
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