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  3. Renovado há dois anos, o Audi A3 recebe mais mudanças na Europa. A linha composta pelo hatch Sportback e o A3 Sedan chegará às lojas na Europa em meados de setembro de 2026 com profundas atualizações na cabine, telas panorâmicas inéditas e reforço em condução autônoma. A mudança mais perceptível está na cabine. O painel abandona os elementos separados e adota um arranjo curvo, que agrupa o quadro de instrumentos digital de 11,9″ e a central multimídia de 12,8″. O formato facilita a visão periférica do condutor e organiza as informações em uma linha contínua que cruza a cabine. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Audi Para corrigir as críticas do mercado quanto aos comandos por toques, a marca alemã reinstalou comandos físicos por meio de um seletor giratório integrado ao volante multifuncional. O console central também foi redesenhado, posicionando a base de carregamento por indução de 25 watts de forma angulada para o motorista. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Audi Continua após a publicidade A engenharia reorganizou o pacote de assistências ao condutor para ampliar a eficiência urbana. O controle de cruzeiro adaptativo agora interage com o leitor de faixas usando dados de tráfego na nuvem em velocidades de até 210 km/h, realizando trocas de faixa automáticas em rodovias. O sistema também lê semáforos, parando completamente o veículo e retomando a aceleração de forma automatizada quando a luz verde acende. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Audi Um dos destaques do pacote ADAS está na função de estacionamento treinado, capaz de memorizar até cinco trajetos diferentes de baliza com distâncias de até 50 m. Caso a garagem seja estreita, o motorista ensina o caminho apenas uma vez. Nas vezes seguintes, é possível descer do veículo e comandar a manobra remotamente pelo smartphone, enquanto o automóvel assume o controle, os freios e as trocas de marcha. Continua após a publicidade No cofre do motor, as versões de acesso contam com opções a gasolina e a diesel de 116 cv e 150 cv. A variante e-hybrid amplia a capacidade dinâmica com duas configurações de potência combinada: 204 cv ou 272 cv. Uma nova bateria forneceu um ganho substancial na autonomia elétrica, que chega a 143 km no ciclo WLTP, aceitando recarga rápida em corrente contínua de zero a 100% em cerca de 30 minutos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Audi Essa evolução energética permitiu aumentar a capacidade de reboque do hatch híbrido para 1.700 kg, representando um acréscimo de 300 kg na comparação com o antecessor. A variante allstreet segue como a escolha de maior versatilidade com seu vão livre do solo 3 cm maior do que o do Sportback. Para o topo da gama, os esportivos S3 e RS 3 mantêm a tração integral quattro, sendo que o S3 entrega 333 cv e dispõe de um divisor de torque mecânico no eixo traseiro para corrigir saídas de frente. Continua após a publicidade Com a nova arquitetura digital, recursos extras podem ser adquiridos após a compra do veículo por meio de atualizações digitais na garagem, como o áudio surround virtual. As vendas começam na Europa em setembro. Por conta do prazo para começar a ser vendido no mercado europeu, o A3 renovado deve ser lançado no Brasil em 2027, na melhor das hipóteses. O carro é vendido por aqui com preços entre R$ 314.990 e R$ 369.990 na versão sedã, enquanto a carroceria hatch custa entre R$ 344.990 e R$ 374.990. Publicidade View the full article
  4. Reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) nesta terça-feira (23) decidiu por renovar as cotas de importação de carros elétricos e híbridos desmontados. Entidades da indústria automotiva vinham tentando barrar a medida. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) acusa o governo de quebrar as regras de previsibilidade do setor. A decisão do Camex libera novas cotas para importação com imposto zero para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semi desmontados (SKD) e entra em vigor em julho. Interlocutores dizem que a maior beneficiada pela medida será a BYD, que hoje mantém operação de montagem de carros por meio de kits SKD (carros semidesmontados) na fábrica de Camaçari (BA). A BYD ainda não comentou sobre a decisão do Gecex. A liberação estabelece um teto de US$ 463 milhões (cerca de R$ 2,4 bilhões) para que as fabricantes importem dos kits com alíquota zero. Esse volume financeiro é idêntico ao que vigorou entre agosto do ano passado e janeiro deste ano. Esquema mostra como é um kit SKD da BYD, em documento enviado ao governoMDIC/Reprodução Continua após a publicidade Para as marcas que ultrapassarem essa cota, o cronograma original de elevação tarifária segue valendo. O imposto de importação sobe para 35% no caso dos kits SKD já em julho e atinge o mesmo patamar para os veículos CKD em janeiro do próximo ano. Até o fim do ano, os kits CKD que excederem o limite imposto continuam recolhendo a tarifa de 14%. Por outro lado, a importação de carros montados não teve o benefício renovado. Para esses veículos, a tarifa cheia de 35% passa a ser cobrada a partir de 1º de julho, conforme era previsto. Isso tende a encarecer carros elétricos e híbridos importados após o fim dos estoques atuais, forçando a estratégia de montagem local. A GWM já fala que os Haval H6 montados no Brasil terão custo mais baixo do que os importados da China. O fator Camaçari e a estratégia chinesa A prorrogação da cota dá fôlego logístico e financeiro para a BYD. A fabricante chinesa argumentou, por meio de seu vice-presidente Alexandre Baldy, que o prazo adicional de seis meses já estava previamente alinhado com o governo. Continua após a publicidade Fábrica da BYD em Camaçari (BA)Mauro Balhessa/Quatro Rodas A justificativa da marca é a necessidade de tempo hábil para concluir as etapas de estamparia, pintura e soldagem na fábrica de Camaçari (BA), com inauguração de novas fases da planta prometida para o segundo semestre. Com a importação de kits de caros desmontados para serem finalizados no Brasil, a fabricante consegue importar seus carros em contêiners convencionais em vez depender de navios específicos para o transporte de automóveis. Continua após a publicidade Fabricantes já instaladas no Brasil, que investem na nacionalização plena, alegam falta de previsibilidade por parte do Governo Federal. A decisão consolida uma vantagem temporária para quem aposta na montagem de kits importados em detrimento da produção local com fornecedores nacionais. Indústria nacional fala em judicialização A Anfavea divulgou uma nota afirmando que a alteração foi intempestiva e tomada sem consulta ao setor produtivo. Na visão da entidade, o prolongamento do benefício altera a política de transição que havia sido pactuada no fim do ano passado e reduz os incentivos para a atração de fornecedores locais de autopeças. O nível de insatisfação chegou ao ponto de o presidente da associação, Igor Calvet, afirmar, um dia antes da decisão oficial do Gecex, que a entidade estuda ir à Justiça contra a criação das novas cotas. A associação defende que a mudança repentina de rumo coloca em risco a viabilidade de parte dos R$ 140 bilhões em investimentos prometidos pela indústria automotiva até 2033. Continua após a publicidade De um lado, o governo tenta garantir a implantação das fábricas asiáticas com alívios fiscais temporários. Do outro, as fabricantes já estabelecidas exigem a aplicação rigorosa do imposto para forçar a nacionalização imediata, evitando que o país sustente a montagem de componentes externos sem adensamento tecnológico local. A produção nacional de veículos eletrificados já vinha respondendo aos estímulos iniciais da nova política, representando 25,9% das vendas do segmento em 2025. No acumulado até maio deste ano, o mercado atendido por eletrificados produzidos no Brasil cresceu 57% na comparação com o mesmo período do ano passado. Publicidade View the full article
  5. O BYD Sealion 7 chega ao Brasil para, enfim, colocar a marca no segmento da moda: o dos SUVs cupês. Mas, embora o visual seja um dos seus maiores atrativos, não é o único. Ele também estreia como o SUV mais potente e rápido da BYD no Brasil, mesmo longe de ser o mais caro. Por R$ 339.990, ele é R$ 86.810 mais barato que o Tan, o SUV topo de linha da marca por aqui. Mas há ainda outra comparação: o Sealion 7 é o SUV do Seal, com quem compartilha mecânica e visual, além do “parentesco marítimo”. Ambos fazem parte da linha Ocean da BYD, que faz referências aos mares, a começar pelos nomes: Sealion e Seal, em português, são “leão marinho” e “foca”, respectivamente. Em preços, o Sealion 7 é R$ 40.000 mais caro que o Seal – pouca diferença para um modelo maior e ainda mais tecnológico e luxuoso que o “irmão”. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Dizer que o Sealion 7 é o SUV cupê do Seal não é fantasia, mas realidade. E as semelhanças visuais são evidentes. A dianteira é limpa, com faróis full led afilados e prolongados por um apêndice inferior, e a traseira é marcada por lanternas que atravessam a tampa do porta-malas e têm iluminação com luzes em formato de gotas – referência ao oceano. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade As laterais são o ponto alto do modelo com as linhas de cupê da traseira. As portas têm volumes discretos e maçanetas embutidas, e as rodas são de 20”, com acabamento diamantado e pneus 245/45 (sem estepe). O interior do SUV, porém, tem diferenças consideráveis para o sedã, e fica ainda melhor. O acabamento usa materiais de boa qualidade por onde passam os olhos e as mãos, com texturas suaves em revestimentos, que incluem soluções sintéticas e couro legítimo, segundo a marca) e materiais emborrachados. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Há ainda apliques prateados e em preto brilhante, sem exageros. Os bancos são largos, têm revestimento agradável e um padrão de costuras elegante. Por fim, há luzes ambiente com diversas opções de cores. Continua após a publicidade Ele também vai bem em espaço. Atrás, embora os ocupantes das extremidades tenham conforto superior, é possível levar até três pessoas graças ao assoalho plano e ao console central recuado – e, claro, ao entre-eixos de 2,91 m, que dá espaço de sobra para as pernas. Porém, apenas os assentos laterais têm aquecimento. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No console central há saídas de ar e duas portas USB, uma do tipo A e, outra, do tipo C. O porta-malas, cuja abertura é elétrica e automática, tem 500 l. O compartimento debaixo do capô tem mais 58 litros. O Sealion 7 tem quadro de instrumentos de 10,25”, multimídia giratória de 15,6” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e atualizações remotas (OTA), sistema de som Dynaudio de 12 alto-falantes, câmera 360°, head-up display, ar bizona, teto panorâmico com cortina elétrica, bancos dianteiros elétricos com aquecimento e ventilação (faltou massagem!), e memória do banco do motorista. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na segurança, há frenagem automática de emergência, ACC, alertas de pontos cegos, assistente de permanência em faixa, alertas de tráfego cruzado dianteiro e traseiro, 9 airbags (incluindo entre os passageiros frontais), entre outros. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Desempenho é outro destaque do SUV, já que ele compartilha a mecânica com o Seal. Ou seja, são dois motores elétricos, um em cada eixo (caracterizando tração integral), que somam 531 cv e 70,4 kgfm. Assim, apesar de seus 2.340 kg e 4,83 m de comprimento, o Sealion 7 foi de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos nos nossos testes, apenas 0,34 s mais lento que o sedã. De 40 a 80 km/h basta apenas 1,75 s e, de 80 a 120 km/h, 3,27 s. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Números dignos de um esportivo e que fica claro na condução, com acelerações rápidas e que empolgam. No entanto, ele mostra algo que se parece com uma evolução para os elétricos: o torque é entregue de forma instantânea, mas sem provocar trancos, mesmo que no modo Sport (há ainda Eco, Normal e Neve). Preserva os ocupantes e a mecânica. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na condução, o modelo mostra um ajuste voltado à esportividade, até para dar conta de tanta performance, mas de uma forma mais confortável. A suspensão é firme, sem dar pancadas. A direção é direta, sem ser artificial. A bateria tem 82,5 kWh, pode ser recarregada a até 11 kW em carga lenta (AC) e, 150 kW, em carga rápida (DC). A autonomia, segundo a marca junto ao Inmetro, é de 360 km. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Veredicto Quatro Rodas Sem concorrentes diretos, o BYD Sealion 7 tem preço de SUVs a combustão ou híbridos inferiores. O modelo reúne desempenho, estilo, acabamento, tecnologia e bom espaço. É uma evolução natural do “irmão” Seal. Ficha técnica – Sealion 7 Motor: elétricos (dois, dianteiro e traseiro), 531 cv, 70,4 kgfm Câmbio: aut., 1 marcha, tração integral Bateria: íons de lítio (LFP), 82,5 kWh; recarga máx., 11 kW (AC), 150 kW (DC) Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.) Freios: discos ventilados nas quatro rodas Pneus: 245/45 R20 Dimensões: compr., 483 cm; larg., 192 cm; alt., 162 cm; entre-eixos, 292 cm; distância do solo, 16,9 cm; porta-malas, 500 litros; porta-malas dianteiro, 58 litros; peso, 2.340 kg Testes Quatro Rodas Aceleração 0 a 100 km/h – 4,4 s 0 a 1.000 m – 23,8 s 215,9 km/h Velocidade máxima – 215 km/h* Retomadas D 40 a 80 km/h – 1,8 s D 60 a 100 km/h – 2,3 s D 80 a 120 km/h – 3,3 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 – 13,7/24,4/55,9 m Consumo Urbano – 4,1 km/kWh Rodoviário – 3,9 km/kWh Ruído interno Neutro/RPM máx. – – / – dBA 80/120 km/h – 60,6 / 65,9 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h – 98 km/h Rotação do motor a 100 km/h – Volante – 2,5 voltas Seu Bolso Preço básico – R$ 339.990 Garantia – 6 anos Publicidade View the full article
  6. MTM lança nova categoria SQPL: a união perfeita entre força e qualidade A MTM apresenta oficialmente a SQPL, uma nova categoria criada para unir dois mundos que sempre caminharam paralelos no som automotivo: a força do SPL e a precisão do RTA. A proposta é simples e inovadora: avaliar o grave forte e, ao mesmo tempo, pontuar a qualidade das frequências, criando uma modalidade equilibrada, competitiva e acessível. Como funciona a categoria SQPL A disputa combina: SPL (grave) — medição de pressão sonora. Pontuação de RTA — análise das frequências emitidas pelo sistema. O resultado final é uma soma que valoriza tanto a potência quanto o alinhamento sonoro. LINK DO VIDEO COM UMA MEDIÇÃO Categorias por potência A divisão será feita exclusivamente pela potência RMS do amplificador, conforme o manual do fabricante: Até 600 RMS Até 1200 RMS Livre Não haverá separação por quantidade de falantes, tamanho de polegadas ou configuração física. O foco é transparência, simplicidade e competitividade justa. Exigência de acabamento e segurança Para elevar o nível visual e técnico dos projetos, a modalidade exige um padrão mínimo de acabamento. Sistemas com: fiação exposta, estruturas improvisadas, riscos de segurança, ou estética inadequada serão penalizados na pontuação final. O objetivo é incentivar projetos bem construídos, seguros e visualmente profissionais. Posicionamento do microfone O microfone será posicionado: no centro do veículo, alinhado com os encostos de cabeça, exatamente como utilizado pelo proprietário no uso diário. A medição pode ser feita com o veículo fechado ou com uma porta aberta, ficando a escolha a critério do competidor. Regras de música e tempo de medição Tema musical livre Obrigatório o uso de música, não sendo permitido ruído rosa ou frequência fixa Tempo de medição: 30 segundos Isso garante que o sistema seja avaliado em condições reais de uso, valorizando quem sabe extrair desempenho musical de verdade. Níveis mínimos de SPL Para manter o equilíbrio entre força e qualidade, cada categoria possui um nível mínimo obrigatório: Até 600 RMS → 120 dB Até 1200 RMS → 125 dB Livre → 130 dB Esses valores fortalecem a proposta da SQPL: misturar amantes de SPL com entusiastas de som de qualidade, criando uma experiência única. Como nasceu a categoria SQPL A ideia surgiu durante a visita da Alpine Brasil à matriz da MTM, representada por Roberto e Vinny. Durante os testes realizados no veículo de demonstração da marca, conversamos sobre a necessidade de uma categoria que unisse potência e fidelidade sonora. Dessa troca nasceu a SQPL — uma modalidade brasileira com potencial para ser aplicada globalmente dentro da MTM World, abrindo portas para disputas internacionais. Competições e expansão A categoria SQPL estará presente em todas as etapas oficiais da MTM, mas também foi pensada para ser realizada em lojas especializadas, aproximando o público high-end que ama som automotivo, mas não costuma frequentar grandes eventos. É uma oportunidade para lojistas, instaladores e entusiastas apresentarem projetos de alto nível em um formato acessível e competitivo. Agradecimento especial A MTM agradece ao Roberto e ao Vinny, da Alpine Brasil, por apoiarem o campeonato e contribuírem com uma marca de enorme relevância no cenário mundial do áudio. Luiz MTM, Roberto e Vinny da ALPINE BRASIL. Apoie as marcas que fortalecem nosso esporte: #taramps #spyder #zettaaudio #audiophonic #bomberaltofalantes #erosaltofalantes #stetsom #usinaspark #roadstarbrasil #blusteraltofalantes #TECHNOISE #catanduvasoundcar #bandaaudioparts #ultravox #ajk #alpine #powervox O post CHEGOU A NOVA CATEGORIA DA MTM: SQPL! apareceu primeiro em MTM World. View the full article
  7. Após ser lançado no mercado brasileiro, o novo Hyundai i20 deverá receber uma boa atualização antes de chegar à Europa. A previsão é de que o modelo seja apresentado oficialmente no Velho Continente durante o Salão do Automóvel de Paris, em outubro. O Reino Unido, por exemplo, receberá o mesmo SUV compacto, mas com mudanças por fora e por dentro para atender ao gosto europeu. As informações foram divulgadas pelo site Autoexpress. Hyundai i20 Comfort 2027Reprodução/Hyundai Uma das opções de motorização deve ser formada por um sistema híbrido acoplado ao motor 1.6 de quatro cilindros com turbocompressor, associado a dois propulsores elétricos, que suporta até 304 cv de potência e 38,8 kgfm de torque. Esta configuração deve estar presente na versão esportiva N. Outro conjunto que pode surgir na Europa é o 1.0 de três cilindros com sistema híbrido. No Brasil, o i20 recebeu dois motores flex 1.0, aspirado e turbo, que geram 80 cv e 115 cv, respectivamente. <span class="hidden">–</span>Gemini/Google Se a cabine do i20 para o Brasil é minimalista e com menos botões, o seu futuro interior europeu deverá passar por atualização e dar a impressão de uma qualidade superior. A expectativa é de que os designers tenham o hatch elétrico Ioniq 3 como inspiração e reutilize a central multimídia de quase 15 polegadas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Entre os recursos de segurança e assistência ao condutor para o novo i20, a lista deve englobar controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, assistente de tráfego cruzado traseiro e assistente de ponto cego. O veículo também receberá atualizações de software remotas (over-the-air). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Enquanto as versões do novo Hyundai i20 vendidas no Brasil são montadas em Piracicaba (SP), os modelos vendidos na Europa sairão da fábrica da companhia localizada na Turquia, onde o novo Ioniq 3 também será produzido. O novo i20 deverá desembarcar no mercado europeu durante os próximos 12 meses e partir de 20.000 libras, ou aproximadamente R$ 136.000 em conversão direta. Por aqui, o i20 é vendido em seis opções, que partem de R$ 99.990 e vão até R$ 139.990. Segundo Chris McKinnon, chefe de produto da Hyundai Europa, ao site Autoexpress, o novo carro demonstra a filosofia da montadora de pegar um produto global e adaptá-lo para diferentes regiões. “Ele será projetado, desenvolvido e aprimorado para a Europa.” E completa: “é um veículo diferente, com um sistema de propulsão diferente.” <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Publicidade View the full article
  8. West Marine has identified 59 retail locations it plans to close as part of its ongoing Chapter 11 restructuring.View the full article
  9. E aí, agora vamos ter uma nova “onda” no mercado? Os falantes de alta “eficiência”, será que só um valor de sensibilidade mais alta é o suficiente ??? Deixe a sua opnião!View the full article
  10. O governo argentino vai zerar o imposto de exportação para os carros produzidos no país, como Fiat Titano, Ford Ranger e Toyota Hilux, a partir de julho. A alíquota de 4,5% cobrada sobre os veículos enviados ao exterior deixará de ser cobrado, em uma medida temporária válida até junho de 2027. O movimento atende um pedido da Adefa, a associação das fabricantes da Argentina, para que o país fique mais competitivo não só em comparação ao Brasil, como também aos automóveis chineses. Diferente da maioria dos países produtores, que isentam bens exportados para não encarecer o produto final, o país mantinha uma taxação incomum para itens automotivos. Na prática, a medida tenta anular uma desvantagem histórica em vez de criar um benefício comercial. A expectativa das fabricantes é que a previsibilidade nas regras destrave planos de produção e evite cortes de investimento. Picapes médias na linha de frente O mercado brasileiro é o principal alvo dessa mudança, já que absorve quase dois terços de tudo o que as linhas de montagem vizinhas produzem. A Argentina consolidou-se como o quarto maior produtor global de picapes médias. É de lá que vêm caminhonetes como a Toyota Hilux, Ford Ranger, Volkswagen Amarok e Fiat Titano, além da futura Renault Niagara, prevista para o fim do ano. A isenção tenta criar um escudo justamente para esse segmento de utilitários com caçamba. Até pouco tempo, a dominância argentina na categoria era inquestionável, mas a chegada de picapes asiáticas com forte apelo de custo forçou uma revisão na estratégia. Há ainda o fluxo constante de automóveis de passeio, como o Fiat Cronos e a dupla Peugeot 208 e 2008, que também dependem dessa rota de escoamento. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Repasse para o consumidor será discreto Embora a redução tributária soe como um alívio imediato para quem espera comprar uma picape mais barata, a realidade nas concessionárias brasileiras pode ser diferente. A mudança atende muito mais à necessidade de fôlego da economia argentina do que ao bolso do consumidor local. O setor automotivo representa mais de oito por cento do Produto Interno Bruto vizinho e movimenta 9 bilhões de dólares anuais (cerca de R$ 48 bilhões na conversão atual). Com a produção registrando queda no primeiro quadrimestre, garantir a manutenção das exportações para o Brasil tornou-se vital para evitar paralisações. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Mais impostos na mira da indústria O corte da alíquota federal é considerado apenas o primeiro passo pelas montadoras, que agora pressionam províncias e municípios a eliminarem taxas locais sobre a renda bruta. A carga tributária total sobre um veículo exportado pode bater na casa dos 15%, um gargalo pesado quando comparado aos 3% cobrados pelo Brasil, que hoje atua como parceiro e, simultaneamente, o maior competidor industrial da região. Publicidade View the full article
  11. ​O Toyota bZ4X é o responsável por colocar a marca japonesa no mercado de carros elétricos no Brasil. Só não espere que seja competitivo: o SUV chega em versão única por R$ 419.990 em um lote inicial de apenas 99 unidades. É uma estratégia conservadora para uma marca que sempre apostou mais nos carros híbridos do que nos elétricos. Se depender do preço, o bZ4x não representa uma ameaça aos carros elétricos chineses, assim como outros carros elétricos de marcas tradicionais. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota ​A cartada da Toyota é estender garantia a até 10 anos também para o seu elétrico. O benefício não possui custo extra e é renovado anualmente após o término da cobertura de fábrica inicial de cinco anos, desde que o proprietário realize as revisões programadas na rede de concessionárias. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota ​A cobertura estendida protege componentes elétricos, motor, transmissão, freios e carroceria. O limite para o benefício é de 200.000 km para uso particular ou 100.000 km para fins comerciais. Continua após a publicidade ​Plataforma dedicada e tração integral ​Construído sobre a plataforma e-TNGA, desenvolvida especificamente para elétricos, o Toyota bZ4x aloja as células de energia na base do chassi para reduzir o centro de gravidade. É uma bateria de 73,1 kWh, que rende uma autonomia de até 361 km na padronização do Inmetro. O bZ4x tem 4,69 m de comprimento, largura de 1,86 m, 1.65 m de altura e entre-eixos de 2,85 m. O peso é de 1.930 kg. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota O conjunto mecânico é composto por dois motores elétricos, um por eixo, garantindo a tração integral ao SUV. ​A potência combinada chega a 343 cv, enquanto o torque é de 27,4 kgfm no eixo dianteiro e 17,3 kgfm no traseiro. Continua após a publicidade ​Para o uso fora de estrada leve, o utilitário adota o sistema inteligente X-MODE. A tecnologia gerencia a distribuição de força e a frenagem de forma autônoma, contando com modos para trafegar em superfícies escorregadias como terra, lama ou neve. RAV4 elétrico? <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota ​Visualmente, a dianteira do modelo adota o estilo Hammerhead, estilo que já é visto no Toyota RAV4. Ele dispensa a grade convencional e prioriza tomadas de ar funcionais nos para-choques para otimizar a aerodinâmica. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Na lateral, as caixas de roda trazem molduras escuras acentuadas, enquanto a traseira ostenta lanternas unidas por uma barra em LED. As rodas de liga leve são de 20 polegadas com pneus 235/50 R20. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota ​Por dentro, o painel é dominado por uma tela de 14 polegadas da central multimídia, que traz sistema de som assinado pela JBL com seis alto-falantes e amplificador. O sistema espelha Apple CarPlay sem fio e Android Auto por cabo. Há ainda quatro portas USB do tipo C espalhadas pela cabine e carregador por indução. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota ​O pacote de conveniência engloba ar-condicionado de duas zonas, bancos dianteiros com ventilação e aquecimento, assento do motorista com regulagens elétricas e memória, além de volante aquecido. O porta-malas acomoda 452 litros e traz tampa com abertura motorizada por sensor de movimento sob o para-choque. ​Segurança ativa e equipamentos <span class="hidden">–</span>Divulgação/Toyota ​A lista de segurança é composta pelo pacote Toyota Safety Sense na versão 3.0, que adiciona recursos de assistência ao condutor. Estão inclusos o sistema de pré-colisão com frenagem autônoma de emergência, alerta de mudança de faixa com correção ativa, farol alto adaptativo e piloto automático adaptativo funcional para o trânsito urbano. ​O veículo oferece oito airbags, incluindo uma bolsa inflável instalada entre os bancos dianteiros para evitar o choque entre os ocupantes em colisões laterais. Sensores de estacionamento dianteiros e traseiros trabalham junto com uma câmera de visão 360 graus e um assistente de manobras automáticas. Publicidade View the full article
  12. Debates do evento Transporte do Futuro apontam aumento da complexidade operacional e maior pressão por eficiência, tecnologia e capacitação no setorView the full article
  13. SUV elétrico inaugura uma nova etapa da eletrificação da Toyota no País e chega para ampliar a ofensiva da marca em um segmento hoje dominado por fabricantes chinesasView the full article
  14. Montado em Iracemápolis (SP) desde o final de 2025, o GWM Haval H6 está prestes de confirmar os benefícios da sua nacionalização. Se o Governo Federal não mudar a regra, o imposto de importação para carros híbridos e elétricos está programado para voltar à alíquota cheia de 35% em julho. No caso do SUV hibrido, a majoração de 28 para 35% deixará os carros montados no Brasil mais baratos. A informação é do diretor de assuntos institucionais da GWM, Ricardo Bastos. De acordo com o executivo, a redução do custo dos Haval H6 nacionais compensará a elevação do preço das unidades trazidas da China para complementar a demanda. Por isso, uma redução de preço para o consumidor final não é esperada. A matemática da importação <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM O utilitário feito em Iracemápolis com peças nacionalizadas e componentes importados via regime de ex-tarifário ganha vantagem tributária. No entanto, a fábrica nacional ainda não tem capacidade para atender a toda a demanda do mercado brasileiro pelo Haval H6. A parcela das unidades nacionais nos emplacamentos vem aumentando mês a mês e em abril respondeu por 65% das 2.688 unidades emplacadas. Além do SUV híbrido, a GWM também monta em Iracemápolis (SP) a picape Poer, sem complemento de importação, e também o SUV Haval H9, que ainda tem algumas importações previstas por conta da elevada demanda nas lojas. De acordo com Bastos, a fábrica da GWM só atenderá a toda a demanda pelo H6 caso receba um investimento para expansão das suas instalações, de forma a ampliar sua capacidade produtiva. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A estratégia de nacionalização permitiu que a fabricante segurasse a tabela de preços da linha 2027 do Haval H6, que ficou R$ 1 mil mais cara apenas em algumas versões. Mesmo a GWM precisará espremer suas margens de lucro ou repassar o custo ao consumidor final para outros modelos importados, mas a empresa diz ter feito todo o seu planejamento considerando o imposto de 35%. Queda de braço em Brasília O mercado acompanha a movimentação de marcas concorrentes, como a BYD, que tenta negociar com o governo federal a extensão de cotas de importação para kits desmontados (CKD e SKD) para montagem em Camaçari (BA). Há um ano, o GECEX (Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior) se reuniu e decidiu estender por seis meses cotas isentas de imposto para os kits. Continua após a publicidade Esquema mostra como é um kit SKD da BYD, em documento enviado ao governoMDIC/Reprodução Agora, a BYD espera uma prorrogação de mais seis meses. “O governo promoveu essa cota por seis meses alegando que era necessário que os investimentos fossem feitos. Que os compromissos das empresas fossem avaliados, auditados e observados os seus cumprimentos para que pudesse desenvolver a segunda etapa”, disse o vice-presidente sênior da BYD no Brasil, Alexandre Baldy, a jornalistas em cerimônia de entrega do seu veículo número 300.000 no Brasil. Tudo isso acontece às vésperas de uma nova reunião da GECEX, que poderá discutir o tema das cotas de importação para kits SKD e CKD. A Anfavea, associação dos fabricantes de automóveis, e outras entidades ligadas à indústria reforçam o coro do lado contrário à renovação dos incentivos para SKD e CKD com o argumento de falta de previsibilidade por parte das decisões do Governo. Publicidade View the full article
  15. Lançado em 2024, serviço digital do Detran-SP permite transferir a propriedade de veículos pela internet em até cinco minutos e já gerou economia estimada de R$ 66 milhões para cidadãos e governoView the full article
  16. O uso combinado de turbocompressor e injeção direta deixou de ser exclusividade de esportivos de alto padrão para dominar o mercado nacional. Se antes um motor 1.0 flex aspirado rendia cerca de 70 cv por litro, hoje os conjuntos sobrealimentados facilmente superam a marca de 130 cv/litro. O salto em desempenho levanta uma dúvida comum na hora da compra: o aumento da complexidade e da pressão interna reduz a vida útil do dos motores dos carros novos? A durabilidade dos conjuntos modernos A resposta é não. As fabricantes desenvolvem essas mecânicas com metas de durabilidade semelhantes às do passado, projetadas para rodar em média 300.000 km. Para suportar o estresse termomecânico adicional, pistões, bronzinas e anéis utilizam ligas metálicas superiores. Além disso, a precisão na usinagem reduziu drasticamente as tolerâncias de montagem, garantindo uma operação mais justa e eficiente desde a primeira partida. Como a tecnologia gera potência Turbocompressor do Jeep Compass 1.3 turboRenato Pizzuto/Quatro Rodas O ganho de força nasce do aproveitamento de energia. O turbocompressor utiliza os gases de escape para girar um rotor a até 200.000 rpm, forçando a entrada de ar frio pressurizado (entre 0,8 e 1,5 bar em modelos compactos) na câmara de combustão. Simultaneamente, a injeção direta trabalha com pressões que variam entre 200 e 350 bar para pulverizar o combustível. Essa atomização microscópica garante uma queima precisa, extraindo o máximo de rendimento de cada gotícula de combustível. Continua após a publicidade O perigo oculto da carbonização Carbonização na sede de válvulaReprodução/Internet Apesar da alta eficiência, a injeção direta traz um efeito colateral crônico: o acúmulo de carvão nas válvulas. Nos sistemas indiretos, o combustível “lava” as válvulas de admissão antes de entrar no cilindro. Como a injeção direta ocorre direto na câmara, as válvulas trabalham secas e acumulam fuligem gerada pelos vapores de óleo. Modelos mais modernos adotam injeção dupla para mitigar o problema, mas o uso periódico de aditivos limpadores via tanque ajuda a preservar as sedes de válvula. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Fluidos exigem rigor absoluto Com folgas milimétricas e o eixo da turbina operando sob temperaturas que encostam nos 1.000 ºC, o óleo lubrificante assume papel crítico. Não basta seguir a viscosidade; é obrigatório utilizar o óleo que cumpra a norma técnica exigida pela fabricante, pois ele é responsável por arrefecer o turbo e evitar o desgaste de componentes banhados. O sistema de arrefecimento exige o mesmo rigor: usar água de torneira oxida o bloco rapidamente. Apenas água desmineralizada com a proporção correta de aditivo protege o motor. Hábitos ao volante que salvam o motor <span class="hidden">–</span>Divulgação/Peugeot A maneira de dirigir afeta diretamente a longevidade da mecânica. É fundamental não ultrapassar 2.500 rpm antes que o motor atinja a temperatura ideal de trabalho. Para quem viaja, aguardar alguns minutos em marcha lenta antes de desligar o carro ajuda a refrigerar o eixo da turbina, impedindo que o óleo residual carbonize dentro da peça superaquecida. O motorista também deve evitar o vício de rodar em marchas altas com giros excessivamente baixos. Como o turbo entrega torque muito cedo, o condutor sente que o carro tem força para rodar quase “engasgando” para poupar combustível. Essa prática, no entanto, gera vibrações destrutivas e compromete a durabilidade das bielas e do virabrequim a longo prazo. Publicidade View the full article
  17. #Nakamichi NSF623 6.5/6" 2-Way Coaxial SpeakerView the full article
  18. Primeiros modelos eletrificados a chegar ao mercado brasileiro são encontrados no mercado de usados com grande desvalorizaçãoView the full article
  19. JetSkyler

    Projeto GWM H6

    Olá gostaria da opinião de vocês sobre o projeto abaixo para um Haval H6. Veículo: GWM Haval H6 HEV2 2025 — multimídia integrada de fábrica (não substituível), bateria 12V no porta-malas. Equipamentos principais — áudio Amplificador + DSP: Stetsom HL400.4 DSPlayer — 4 canais, 4×70W RMS @ 4Ω (4×100W @ 2Ω), DSP integrado (EQ 6 bandas, crossover, delay, fase), entrada alta (fio) + RCA, Bluetooth/USB/óptico, saída DSP OUT. Kit componentes 2 vias (frente): Audiophonic Club KC 6.4 — 6”, 2 vias, com crossover passivo. Coaxiais (traseira): Audiophonic Club CB 650v4 — 6”. Subwoofer ativo (grave): Audiophonic BAS 8 2.0 Slim — sub 8” em caixa selada, amplificador Classe D 200W RMS, crossover ativo, entrada RCA + fio. Itens principais de instalação Porta-fusível principal: Audison Connection BFH 14 — modular AFS, entrada/saída 4 AWG. Tratamento acústico: Technoise — manta 12 folhas. Adaptadores de alto-falante: kit específico Haval 6” (genérico). Consumíveis / fiação Cabo de força 4 AWG (~2 m) + cabo terra 4 AWG · fusível AFS 50–60A · distribuidor positivo · cabo RCA · fio de alto-falante 16 AWG · chicote plug-and-play Haval H6 HEV2 · malha/fita Tesa/espuma de chicote. Configuração planejada Multimídia → chicote plug-and-play (sinal de alta) → entrada FIO da Stetsom → 4 canais (componentes na frente em passivo + coaxiais atrás atenuados). DSP OUT da Stetsom → RCA da caixa ativa (grave processado). Energia toda no porta-malas: bateria → fusível (≤30cm) → distribuidor → Stetsom + caixa ativa. Terra no chassi (não no polo negativo, por causa do sensor/BMS do híbrido). Perguntas Alguém tem o chicote plug-and-play correto pra H6 HEV2 2025 (geração nova)? É diferente do H6 antigo? A multimídia do Haval corta o sinal na saída de alta sem carga — como vocês resolveram (resistor/carga)? DSP de 6 bandas da Stetsom é suficiente, ou faz falta de verdade e vale um processador melhor? Aterramento no chassi num híbrido com BMS — alguém teve subcarga da bateria 12V? Componentes em passivo vs ativo nesse kit — o que recomendam? A BAS 8 2.0 (8” selado, 200W) segura bem num H6, ou fica fraca pro tamanho do carro? Alguém usa a Audiophonic Club CA 2.0 (10” em caixa de ~4,7L)? Como é a extensão de grave real? Não fica ‘tampada’/sem profundidade por causa do volume tão pequeno? Comparada à BAS 8 2.0, qual desce mais?” diagrama som haval h6.pdf
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  21. Última semana
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  23. Montadora chinesa pede que governo cumpra promessa de desoneração mediante investimento no Brasil, enquanto fabricantes instaladas no País pedem fim de incentivoView the full article
  24. A Renault apresentou na Europa a primeira grande atualização do Renault Megane E-Tech, hatch elétrico que adota uma identidade visual mais agressiva e melhorias na autonomia para tentar reagir no mercado global. O modelo abandonou as linhas arredondadas na dianteira para adotar o mesmo padrão visual visto recentemente nos novos Captur e Symbioz. O hatch médio, que no mercado brasileiro é vendido por R$ 279.990 e concorre na faixa de preço de modelos como BYD Yuan Plus (R$ 269.990), tenta corrigir sua principal desvantagem técnica frente aos rivais de nova geração: o alcance com apenas uma carga de bateria. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault A grande mudança mecânica está sob o assoalho. A engenharia da marca substituiu o antigo pacote de baterias de 60 kWh por um novo conjunto de fosfato de ferro-lítio (LFP) com 67 kWh. Com o novo componente, a autonomia declarada no ciclo europeu WLTP saltou de 459 km para 499 km (um ganho importante de 40 km). A arquitetura elétrica também foi revista para aceitar uma potência de recarga em corrente contínua (DC) de até 165 kW, permitindo regenerar de 15% a 80% da energia em 24 minutos. Continua após a publicidade Embora o alcance tenha melhorado, a troca de componentes gerou um efeito colateral na dinâmica do veículo. O motor elétrico dianteiro foi mantido sem alterações, entregando os mesmos 220 cv e torque imediato de 30,6 kgfm. Por conta do peso extra do novo arranjo de baterias LFP, o tempo de aceleração de zero a 100 km/h subiu de 7,5 segundos para 7,6 segundos (0,1 segundo mais lento). Para mitigar o impacto do aumento do peso na dirigibilidade, a Renault recalibrou o sistema de direção assistida e modificou a carga de molas e amortecedores da suspensão. Visualmente, a mudança foca na esportividade prometida pela marca. O para-choque antigo deu lugar a uma peça com tomadas de ar triangulares pronunciadas nas extremidades e faróis full-led mais afilados. Novas opções de rodas de liga leve foram integradas ao catálogo, além da pintura azul Satin como opção de acabamento para a carroceria. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Continua após a publicidade No interior, a disposição das duas telas integradas no painel permanece idêntica, mas o sistema de entretenimento OpenR Link recebeu uma atualização profunda de processamento. A central multimídia agora integra nativamente o assistente de inteligência artificial Google Gemini, expandindo a loja de aplicativos nativos para mais de 100 opções transferíveis. Outra novidade eletrônica é o sistema de reconhecimento biométrico do condutor, que ajusta automaticamente a posição de condução, preferências de climatização e espelhos ao identificar quem está ao volante. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A gama de configurações foi simplificada no mercado europeu e passa a ser composta apenas pelas versões Techno e Esprit Alpine, esta última com apelo estético esportivo. Ambas receberam um reforço no pacote de assistências ao condutor (ADAS), incluindo novos sensores de ponto cego e frenagem autônoma de emergência aprimorada. O início das vendas e os preços oficiais para o mercado europeu ainda não foram detalhados. Com vendas fracas, sua chegada ao Brasil não está definida. A marca francesa tem mudado a estratégia desde que transformou a operação nacional em uma joint venture com a Geely e pode deixar os carros elétricos para o parceiro chinês. Publicidade View the full article
  25. Após 26 anos, última unidade da Corolla sai da linha de produção da fábrica de Indaiatuba; montagem do sedan será transferida para SorocabaView the full article
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