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  1. Hoje
  2. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Ford Transit City está oficialmente apresentada ao mercado brasileiro, mas seus preços serão conhecidos somente em 9 de novembro, durante a abertura da Fenatran 2026. É nessa data que a fabricante também iniciará as vendas e fará a primeira exibição pública da nova van elétrica, oferecida em três configurações de carroceria, com capacidades de carga de até 1.600 kg e autonomia de até 186 km pelo padrão do Inmetro. O modelo ficará posicionado abaixo da Transit convencional, ampliando a atuação da divisão de veículos comerciais Ford Pro. Leia mais: Ford Mustang GT Performance 2026: veja o que muda na versão renovada Desenvolvida para entregas, distribuição de mercadorias e prestação de serviços em centros urbanos, a Ford Transit City chega para disputar espaço com furgões menores, como Fiat Scudo, Peugeot Expert e Citroën Jumpy, embora esses modelos sejam atualmente comercializados no Brasil só com motorização a combustão. Entre os concorrentes elétricos, aparecem veículos de fabricantes chinesas, como JAC e Foton. Ford Transit City – Foto: divulgação A Ford Transit City é resultado de uma parceria entre Ford e JMC (Jiangling Motors Corporation), fabricante chinesa que também esteve envolvida na produção da primeira geração do SUV Territory. O novo utilitário foi desenvolvido para atender diferentes mercados e será oferecido no Brasil com três opções de carroceria: furgão compacto L1H1, furgão longo com teto alto L2H2 e chassi-cabine L2H1. Ford Transit City – Foto: divulgação Ford Transit City tem motor de 150 cv e bateria de 56 kWh Todas as versões da Ford Transit City utilizam um motor elétrico de 150 cv de potência e 26,5 kgfm de torque. A bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) tem capacidade de 56 kWh e pode ser recarregada tanto em corrente alternada quanto em carregadores rápidos de corrente contínua. Nos melhores casos, suporta até 115 kW de potência de recarga, quando pode recuperar 60% da energia em pouco mais de 30 minutos. Ford Transit City – Foto: divulgação A autonomia homologada pelo Inmetro é de 186 km, enquanto o ciclo europeu WLTP aponta 254 km em uso combinado e até 381 km em condições exclusivamente urbanas. A diferença entre os resultados está relacionada aos procedimentos utilizados em cada medição, sendo o número do Inmetro a principal referência para o consumidor brasileiro. A Ford Transit City também oferece três modos de condução, denominados Normal, Econômico e Escorregadio, além da função One Pedal Drive, que permite a condução apenas com o acelerador. Ford Transit City – Foto: divulgação Outro ponto favorável ao uso urbano da Ford Transit City é o raio de giro de 6 metros, que facilita manobras em ruas estreitas, pátios de carga e estacionamentos. Por ser totalmente elétrica, ela também fica isenta do rodízio municipal de veículos em São Paulo. Três versões e até 1.600 kg de capacidade de carga A versão de entrada da Ford Transit City será a L1H1, com carroceria fechada, teto regular e dimensões mais compactas. São 4,98 metros de comprimento e 1,99 metro de altura, medidas que facilitam a circulação em regiões com restrições de espaço. Sua capacidade volumétrica é de 6,4 m³, enquanto a carga útil máxima chega a 1.085 kg. Ford Transit City – Foto: divulgação Acima dela estará a Ford Transit City L2H2, que combina carroceria alongada e teto elevado. Com 5,28 metros de comprimento e 2,28 metros de altura, essa configuração oferece compartimento de carga de 8,5 m³, capaz de acomodar até três paletes. A capacidade de carga útil sobe para 1.275 kg. Ford Transit City – Foto: divulgação A terceira alternativa é a Ford Transit City Chassi-Cabine L2H1, destinada a empresas que precisam de implementos específicos. Ela utiliza a mesma distância longitudinal da versão maior, mas tem cabine com teto baixo e estrutura traseira preparada para receber diferentes carrocerias. Sua capacidade máxima de carga útil chega a 1.600 kg, enquanto o volume disponível pode alcançar 14 m³, dependendo do implemento instalado. Ford Transit City – Foto: divulgação A Ford informa que já desenvolveu 30 soluções de adaptação em parceria com empresas especializadas, por meio do programa Ford Pro Convertor. Entre as aplicações previstas estão baús refrigerados, ambulâncias, veículos de resgate, oficinas móveis, clínicas, viaturas policiais, transporte escolar e vans executivas. Ford Transit City – Foto: divulgação Equipamentos de conforto e segurança Apesar da proposta essencialmente comercial, a Ford Transit City contará com um pacote relativamente completo de equipamentos. A cabine traz painel de instrumentos digital de 7 polegadas e central multimídia de 12,3 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Também há banco do motorista com aquecimento, volante multifuncional, câmera de ré, partida sem chave e monitoramento da pressão dos pneus. Ford Transit City – Foto: divulgação Entre os assistentes eletrônicos de condução, a Ford confirmou controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e detector de fadiga. Dois airbags também fazem parte do pacote de segurança. Ford Transit City – Foto: divulgação Manutenção 40% mais barata que a de uma van a diesel Segundo a marca, a Ford Transit City apresenta custos de manutenção aproximadamente 40% inferiores aos de um veículo equivalente movido a diesel. A fabricante atribui parte dessa economia à arquitetura elétrica, que possui 86% menos componentes móveis e, consequentemente, exige menos intervenções mecânicas. Os intervalos de revisão são de dois anos ou 40 mil km, o que ocorrer primeiro. A garantia geral é de três anos, sem limite de quilometragem, enquanto a bateria tem cobertura específica de oito anos ou 160 mil quilômetros. Ford Transit City – Foto: divulgação O desenvolvimento da Ford Transit City incluiu mais de 1 milhão de km de testes de durabilidade ao redor do mundo. A engenharia brasileira também participou da validação do modelo, com 2.400 horas dedicadas à calibração do motor elétrico, 20 mil horas de engenharia e mil horas de avaliações acústicas. A Ford Pro aposta no crescimento do transporte urbano de mercadorias para ampliar suas operações no Brasil. Segundo dados apresentados pela fabricante, o mercado nacional de vans compactas cresceu 42% entre janeiro e setembro de 2026. Ford Transit City – Foto: divulgação Com a abertura das vendas marcada para 9 de novembro, resta conhecer os preços da Ford Transit City. A marca afirma que pretende oferecer valores competitivos inclusive diante de utilitários equivalentes movidos a diesel, mas ainda não divulgou cifras ou condições comerciais. O post Ford Transit City 2026 chega elétrica com três versões; preços seguem em segredo apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  3. SIMPLO 2025 OFFLINE
  4. O Hyundai HB20 atingiu a vice-liderança de vendas durante outubro de 2026, com 9.037 unidades registradas. Com o resultado, o hatch subiu oito posições no ranking. Para se ter uma ideia, no mês passado foram comercializadas 6.314 unidades do modelo, quando era o décimo colocado. O carro ficou atrás apenas da Fiat Strada, que segue na liderança, com 14.566 emplacamentos no mês. Os dados foram divulgados pela consultoria K.Lume. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Outros dois carros que voltaram ao top dez de vendas são o Renault Kwid (6.346) e o Toyota Yaris Cross (6.243). Em setembro, enquanto o modelo da Renault era o 12º, o carro da Toyota aparecia na 15ª colocação. Toyota Yaris Cross 2026Divulgação/Toyota Continua após a publicidade Por outro lado, o Jeep Renegade despencou ao ir da 25ª posição para a 32ª. Em outubro foram vendidos 2.727 unidades do SUV. O Geely EX2, que ficou entre os dez mais vendidos em julho, aparece agora em 51º, com 1.483 unidades. Vale a pena comprar carro usado de locadora? Continua após a publicidade Confira os 50 carros e picapes mais vendidos em outubro de 2026 (K.Lume): Posição Nome do Carro Quantidade (Vendas) 1º FIAT STRADA 14.566 2º HYUNDAI HB20 9.037 3º BYD DOLPHIN MINI 8.432 4º FIAT ARGO 8.331 5º VOLKSWAGEN POLO 8.125 6º VOLKSWAGEN T-CROSS 7.567 7º VOLKSWAGEN TERA 7.489 8º CHEVROLET ONIX 7.016 9º RENAULT KWID 6.346 10º TOYOTA YARIS CROSS 6.243 11º GWM HAVAL H6 5.821 12º HYUNDAI CRETA 5.777 13º CHEVROLET ONIX SD 5.770 14º BYD DOLPHIN 5.273 15º FIAT TORO 5.198 16º FIAT FASTBACK 5.135 17º FIAT PULSE 5.068 18º VOLKSWAGEN SAVEIRO 4.839 19º CHEVROLET TRACKER 4.589 20º HONDA HR-V 4.033 21º FIAT MOBI 3.927 22º JEEP COMPASS 3.654 23º NISSAN KAIT 3.571 24º TOYOTA HILUX 3.569 25º CAOA CHERY TIGGO 7 3.551 26º CHEVROLET SONIC 3.136 27º VOLKSWAGEN NIVUS 2.953 28º BYD SONG PRO 2.831 29º FORD RANGER 2.818 30º CHEVROLET S10 2.811 31º TOYOTA COROLLA CROSS 2.771 32º JEEP RENEGADE 2.727 33º OMODA 5 2.720 34º FIAT CRONOS 2.628 35º VOLKSWAGEN VIRTUS 2.427 36º BYD SONG PLUS 2.317 37º HONDA WR-V 2.275 38º BYD ATTO 2 2.274 39º JAECOO 7 2.208 40º BYD KING 2.205 41º CHEVROLET SPIN 2.186 42º JEEP AVENGER 1.932 43º RAM RAMPAGE 1.836 44º HYUNDAI I20 1.762 45º CAOA CHERY TIGGO 5X 1.731 46º RENAULT DUSTER 1.638 47º ORA 5 1.598 48º NISSAN KICKS 1.588 49º CITROËN C3 1.526 50º RENAULT MASTER 1.523 Qual foi o volume total de vendas em outubro? Outubro fechou com 253.298 veículos novos emplacados. Do total, são 206.000 unidades de carros de passeio (81,3%) e 47.298 unidades de comerciais leves (18,7%). Durante o décimo mês do ano, os automóveis de passeio apresentaram uma queda de 4,8% em vendas em relação a setembro. Ao analisar o mesmo mês do ano anterior, outubro registrou um aumento de 6,9% nos automóveis de passeio. No acumulado do ano, os números seguem positivos. Há um crescimento de 17,1% em relação a 2025, 2,6% em relação a 2024 e 14,7% perante 2023. De acordo com a K.Lume, a força das vendas de 2026 ocorreu por meio do incentivo ao mercado denominado IPI Verde – Carro Sustentável com vigência desde julho de 2025. “Ele atuou diretamente na redução de preços de nove modelos e causou um efeito cascata em todo mercado.” Continua após a publicidade BYD Dolphin Mini 2026Fernando Pires/Quatro Rodas Outro fator apontado pela consultoria para o aumento de vendas no ano é a chamada “guerra de preços”, iniciada pelas marcas chinesas, a qual atingiu todo o mercado, ampliou o efeito positivo aos consumidores e elevou as vendas de veículos novos ao reduzir os preços ou de alguma forma facilitando o processo de venda por intermédio de incentivos. A K.Lume estima que esta tendência permanecerá até pelo menos o final do primeiro trimestre de 2027. Publicidade View the full article
  5. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Renault Oroch está oficialmente aposentada no Brasil, e essa confirmação veio da própria marca. Após 11 anos de mercado, a picape deixou de ser produzida no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), encerrando uma trajetória iniciada em 2015. Sua saída abre caminho para a nova Renault Niagara, fabricada na Argentina, e também ajuda a reorganizar a operação industrial paranaense, que passa a receber novos modelos da chinesa Geely. Leia mais: Fiat Titano papamóvel? Papa vai passear de picape 4×4 no Uruguai Renault Duster Oroch – Foto: divulgação A despedida já era esperada desde setembro, quando a Renault anunciou que a Oroch não dividiria espaço com a Niagara em sua linha de produtos. A sucessora é maior, mais moderna e utiliza uma plataforma diferente, compartilhada com o SUV Boreal. Além disso, a fabricante pretende posicioná-la em uma faixa superior do mercado, enfrentando principalmente a Fiat Toro. Renault Duster Oroch – Foto: divulgação A Renault Oroch, por sua vez, deixa uma contribuição importante para o setor automotivo brasileiro: foi uma das responsáveis por inaugurar a categoria das picapes intermediárias, com porte superior ao de Fiat Strada e Volkswagen Saveiro, mas sem chegar às dimensões de Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger. E, embora tenha sido superada comercialmente pela Fiat Toro, chegou primeiro ao mercado. Renault Duster Oroch – Foto: divulgação Renault Oroch nasceu de uma ideia argentina A história da Renault Oroch começou por volta de 2010, quando engenheiros da fabricante na Argentina passaram a estudar a possibilidade de desenvolver uma picape a partir de um veículo já existente. A ideia era criar um produto mais espaçoso e versátil que as pequenas picapes da época, sem os custos de desenvolvimento de um projeto completamente novo. Renault Duster Oroch Concept – Foto: divulgação Conforme uma reportagem histórica publicada pelo jornalista Jason Vogel, no Motor1 Brasil, em setembro de 2026, os primeiros estudos foram conduzidos pelos engenheiros argentinos Adolfo Felippa e Leandro Colombato. Parte do trabalho aconteceu fora do expediente, incluindo desenhos feitos no simples programa Paintbrush, antes que a proposta recebesse aprovação oficial da Renault. O caminho escolhido foi aproveitar a plataforma B0 do Duster, SUV que também tinha parentesco com os modelos da Dacia, subsidiária romena da Renault. A proposta ganhou força dentro da companhia e passou a envolver profissionais do Brasil, Argentina, França e Romênia, sob o código de desenvolvimento U79. Renault Duster Oroch Concept – Foto: divulgação Apesar de compartilhar a arquitetura com o Duster, a futura picape exigiu modificações estruturais importantes. A distância entre-eixos foi ampliada para 2,83 metros, enquanto o comprimento total chegou a 4,69 metros. A parte traseira precisou receber reforços específicos para suportar até 650 kg de carga, além de uma caçamba com capacidade volumétrica de 683 litros. Renault Duster Oroch – Foto: divulgação Outra particularidade estava na suspensão traseira independente, derivada daquela utilizada pelo Duster 4×4. Essa solução permitia oferecer comportamento mais próximo ao de um automóvel de passeio, sem abrir mão da capacidade de transporte. A carroceria monobloco também ajudava a diferenciar a Oroch das picapes médias tradicionais, construídas sobre chassis de longarinas. Estreia em 2015, antes da Fiat Toro Renault Duster Oroch – Foto: divulgação A primeira aparição pública aconteceu no Salão do Automóvel de São Paulo de 2014, quando a Renault apresentou a Duster Oroch Concept. O desenho foi desenvolvido pelo centro de estilo latino-americano da fabricante, com participação do designer brasileiro Yuri Hayek. A versão definitiva surgiu no Salão de Buenos Aires, em junho de 2015, e chegou ao mercado brasileiro no final de setembro daquele ano. Na época, o nome oficial era Renault Duster Oroch, surfando no sucesso do SUV que havia servido de base para o projeto. Renault Duster Oroch – Foto: divulgação Inicialmente, a picape oferecia duas motorizações flex. A opção de entrada utilizava o conhecido 1.6 16V de até 115 cv de potência, da família SCe, combinado ao câmbio manual de cinco marchas. Acima dela estava o 2.0 16V de até 148 cv, inicialmente associado à transmissão manual de seis velocidades. Posteriormente, a linha recebeu também uma configuração automática de quatro marchas, enquanto os carros 1.6 puderam, depois, ser casados a um câmbio CVT. O lançamento aconteceu alguns meses antes da Fiat Toro, apresentada comercialmente em fevereiro de 2016. Apesar da vantagem cronológica, a Renault não conseguiu aproveitar plenamente o crescimento da categoria. A concorrente da Fiat chegou com projeto mais sofisticado, opções turbodiesel, tração integral e uma gama mais ampla de versões. Enquanto a Toro se consolidou entre as picapes mais vendidas do país, a Oroch manteve volumes comerciais mais modestos, sustentados principalmente por sua proposta de robustez, simplicidade mecânica e versatilidade. A grande mudança aconteceu em 2022 Renault Oroch TCe – Foto: Lucca Mendonça Durante boa parte da carreira, a Duster Oroch recebeu poucas alterações. Sua principal atualização chegou em 2022, já como linha 2023, quando perdeu o sobrenome Duster e passou a ser chamada simplesmente de Renault Oroch. A mudança veio acompanhada de retoques visuais, alterações na cabine, novos equipamentos e uma opção mecânica mais moderna. O destaque ficou para o motor 1.3 turboflex de até 170 cv de potência, associado ao câmbio automático CVT renovado, que substituiu o antigo conjunto 2.0 aspirado. O motor turboflex, de projeto em parceria com a Mercedes-Benz e produção espanhola, melhorou consideravelmente o desempenho da picape, mas teve vida relativamente curta na gama brasileira. Posteriormente, a Renault simplificou a oferta, concentrando as vendas nas versões equipadas com o motor 1.6 aspirado e transmissão manual de cinco marchas, mais voltadas ao trabalho, frotistas, locadoras e por aí vai. Mesmo com a atualização, a Renault Oroch continuou utilizando a arquitetura original do Duster de primeira geração, enquanto até o próprio SUV recebia nova geração com evoluções diversas. A idade do projeto também ficava evidente diante da concorrência, principalmente em ergonomia, acabamento, conectividade e segurança. O resultado veio nas vendas: entre janeiro e setembro de 2026, a Renault Oroch emplacou pouco mais de 8 mil unidades, contra quase 43 mil da Fiat Toro. Em 2025, durante os doze meses, foram 11,6 mil Oroch e 52,1 mil Toro. Voltando um pouco no tempo, em 2021, foram 12,1 mil Renault, versus 70,9 mil Toro. Os dados são da Fenabrave. Renault Oroch 1.6 – Foto: divulgação Fim da Oroch abre espaço para a Geely no Paraná O encerramento da produção da Renault Oroch também acontece em meio a uma importante transformação industrial da Renault no Brasil. Ela era fabricada na unidade Curitiba Veículos Utilitários (CVU), uma das fábricas que integram o Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR). O local também é responsável pela montagem do furgão Master, nas suas diferentes versões. Renault Oroch TCe – Foto: Lucca Mendonça Agora, parte dessa estrutura será utilizada para a produção em série dos Geely EX2 e EX5 DM-I (PHEV), que sairão justamente da CVU. O EX5, aliás, já teve até anúncio de início de produção em setembro, mas o pequeno EX2 vai demandar um ritmo de produção mais intenso, dadas as suas vendas em alta no mercado nacional. Com isso, a aposentadoria da Renault Oroch contribui para a reorganização da capacidade produtiva, e libera espaço na planta fabril para a produção em volume dos modelos chineses. Renault Niagara assume o lugar Sucessora da Renault Oroch, a Niagara, por sua vez, será produzida na fábrica de Córdoba, na Argentina. A nova picape utiliza a plataforma modular RGMP, compartilhada com o Boreal, e mede 4,94 metros de comprimento, com 2,96 metros de entre-eixos e caçamba de 938 litros. É, portanto, consideravelmente maior que a Renault Oroch. O motor será o 1.3 turboflex de até 160 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, associado ao câmbio manual de seis marchas nas configurações de entrada ou à transmissão automatizada de dupla embreagem e sete velocidades nas demais. A versão Outsider terá tração integral, recurso que a Renault Oroch chegou a oferecer no exterior, mas nunca disponibilizou ao público brasileiro. Renault Niagara – Foto: divulgação Além do novo conjunto mecânico, a Niagara terá interior mais sofisticado, instrumentação digital, central multimídia com Google integrado e um pacote de assistentes de condução mais completo. A Renault também prepara uma configuração eletrificada para 2027, híbrida-leve, numa outra tecnologia que a Oroch atual nem sonha. De qualquer forma, missão cumprida! O post Renault Oroch sai de linha: relembre a história da picape apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  6. When claiming casino bonuses, players often overlook one of the most critical terms that can void their winnings: maximum bet restrictions. Understanding casino not on gamestop is crucial for anyone aiming to successfully clear wagering requirements and withdraw their bonus funds. These limits typically restrict the amount you can wager per spin or hand while playing with bonus money, and exceeding them—even accidentally—can result in lost winnings and bonus forfeiture. What Are Highest Bet Rules During Bonus Play Casino operators establish betting caps to protect themselves from bonus abuse and to keep fair promotional costs. These restrictions typically limit wagers to between $5 and $10 per round when playing with bonus funds, though the exact amount varies significantly between casinos. The rules cover all game types, including slots, table games, and live casino options, ensuring players cannot make disproportionately large bets to quickly meet wagering requirements. The majority of online casinos explicitly detail their maximum bet restrictions within their bonus terms and conditions, though the specific limits can differ based on the promotion type. Sign-up bonuses, reload offers, and free spins each may carry different betting thresholds. Players must thoroughly examine these terms before accepting any bonus, as violations often result in immediate forfeiture of both the bonus and any related earnings, regardless of how close they are to completing the playthrough requirements. The enforcement of these betting limits has become increasingly automated, with contemporary gaming platforms incorporating software that tracks wager sizes in real-time. Some casinos prevent players from exceeding the highest wager entirely by limiting the betting interface, while others allow violations but void winnings retroactively. Understanding how your chosen casino applies these rules can help you prevent expensive mistakes and ensure a smooth bonus experience from launch through to successful withdrawal. How Maximum Bet Limits Safeguard Players and Casino Operators Maximum bet restrictions function as a essential safeguard that supports both digital gaming platforms and their players by creating a equilibrium ecosystem. These restrictions prevent careless wagering patterns that could quickly deplete bonus funds while concurrently defending casinos from complex methods designed to take advantage of promotional offers. By establishing defined limits, both parties can take part in bonus play with defined parameters and reduced risk. The establishment of wagering limits during bonus periods creates a controlled environment where players can experience longer gaming sessions without the temptation of high-risk strategies. For casinos, these controls ensure that promotional budgets remain sustainable while still delivering real benefits to customers. This reciprocal safeguard system allows the digital gaming sector to keep providing attractive bonuses without undermining fiscal security or player satisfaction. Stopping Bonus Abuse and Advantage Play Experienced advantage players have traditionally exploited casino bonuses through strategic wagering strategies that optimize potential returns while minimizing personal risk. Without betting caps, skilled players could employ methods such as betting large amounts on games with reduced volatility or using mathematical progressions to guarantee profits from promotional funds. These restrictions effectively neutralize such strategies by capping the potential return per wager. Casinos implement these protective measures after analyzing countless patterns of bonus abuse that have resulted in losses for the sector millions. By limiting wager amounts, operators stop users from concentrating their entire bonus balance into a few high-stakes wagers that could result in substantial wins with minimal playthrough. This guarantees bonuses work as intended—providing enjoyable gaming experiences rather than serving as exploitable opportunities for organized money-making schemes. Ensuring Fair Gaming Standards Maximum bet limits establish an equitable playing field where casual players and high rollers alike must adhere to the same rules during bonus play. This standardization stops wealthy players from gaining disproportionate advantages simply by making bigger bets. Everyone receives the same opportunity to clear playthrough conditions through consistent, moderate-sized bets rather than through monetary advantage. These restrictions also protect newer players from taking hasty decisions that could rapidly exhaust their bonus funds. By limiting wagers, casinos promote accountable gambling habits and extend gameplay duration, allowing players to gain insight into game mechanics and develop strategies. This safeguard mechanism helps sustain retention and satisfaction while reducing the likelihood of complaints related to quickly depleted bonuses. Creating Long-Term Bonus Strategies The long-term durability of casino bonus programs relies completely on precisely computed risk assessment, and maximum bet limits are fundamental to these calculations. Without such restrictions, casinos would encounter unexpected financial risk that could force them to significantly lower bonus offers or eliminate them entirely. By capping the maximum payout per wager, operators can effectively allocate funds for promotional campaigns. These sustainability initiatives ultimately benefit players by guaranteeing that compelling bonus options remain accessible long-term. When casinos can reliably estimate their bonus expenditures, they’re more likely to provide attractive initial offers, reload bonuses, and loyalty rewards. The alternative—unrestricted gambling during promotional periods—would ultimately result in lower bonus offerings across the sector as operators protect themselves from substantial financial losses. Typical Maximum Betting Limits Across Different Casino Bonuses Welcome bonuses typically impose the strictest betting limits, with the majority of casinos capping single wagers at $5 or €5 per spin or hand. This conservative approach protects operators from promotional exploitation while continuing to permit players reasonable wagering flexibility. Some premium casinos may set slightly higher caps at $10 for VIP-tier welcome packages, though these remain the exception rather than the rule across the industry. Free spins promotions generally carry lower maximum bet restrictions since the spin value is predetermined by the casino. Players usually cannot adjust bet amounts during free spin rounds, with typical values spanning $0.10 to $0.50 per spin. Reload bonuses and cashback offers typically match welcome bonus restrictions, maintaining the standard $5 maximum bet threshold to ensure consistent policy application across promotional offerings. No-deposit bonuses offer the tightest bet restrictions due to their no-risk structure for players. These promotional offers typically limit bets at $1 to $2 per round, demonstrating the casino’s need to minimize possible losses from bonus hunters. High roller bonuses constitute the opposite end of the spectrum, sometimes permitting maximum bets of $25 or more, specifically designed for players who regularly wager substantial amounts on casino games. Standard Maximum Bet Structures at Online Casinos Online casinos put in place different stake structures during bonus play, with most operators applying a maximum bet threshold between £2 and £5 per spin or hand. These restrictions cover all game types, including slots, table games, and live dealer options, though some casinos may adjust restrictions based on the specific game category being played. Casino Type Standard Max Bet High Roller Max Bet Game Exceptions UK-Licensed Casinos £5 per spin/hand £10 per spin/hand Progressive jackpots often excluded European Gaming Operators €5 per spin/hand €15 per spin/hand Live dealer games may have distinct betting limits Crypto Casinos 0.0001 Bitcoin equivalent 0.0005 Bitcoin equivalent Varies based on coin value Mobile-Only Platforms £3 per spin/hand £8 per spin or hand In-app purchases may be restricted The wagering setup proves especially crucial when players engage with feature buys or bonus rounds within slots, as these purchases often count as single bets and must remain within the specified maximum threshold set by the casino’s terms and conditions. Understanding these standard structures helps players navigate bonus terms more efficiently, reducing the risk of violations that could lead to confiscated winnings and ensuring compliance throughout the entire gaming timeframe until all requirements are met. Essential Guidelines to Avoid Violating Betting Limit Regulations Successfully navigating bonus wagering requirements while respecting bet limits requires meticulous oversight and thoughtful strategy. Numerous gamers accidentally ignore these terms through oversight or lack of clarity, resulting in frustration when their winnings are confiscated. By implementing practical safeguards and developing good habits, you can preserve your bonus balance and ensure compliance throughout your gaming sessions. Always review the promotional conditions before playing games Set personal betting limits below the casino maximum Avoid using automatic play options with bonus funds Keep comprehensive documentation of your wagering activity Contact support right away if you make an error Read gaming guidelines for bonus purchase restrictions Maintaining awareness of your active bonus status is equally important for compliance. Before each gaming session, verify which bonuses are currently active on your account and review their specific terms. Some casinos allow you to cancel bonuses if you prefer to play without restrictions, though this means forfeiting the bonus funds. Consider using the casino’s responsible gaming tools to set deposit and bet limits that align with bonus requirements. If you accidentally place a bet exceeding the maximum limit, stop playing immediately and contact customer support to explain the situation—some casinos may show leniency for genuine mistakes made in good faith, particularly if you haven’t completed the wagering requirements or requested a withdrawal. View the full article
  7. A Stellantis convocou um novo recall para o Jeep Grand Cherokee 4xe no Brasil por conta de um defeito no sistema de airbags. O chamado abrange unidades do SUV híbrido plug-in importado dos Estados Unidos, que devem retornar às oficinas da marca para reparar uma falha de software que gerencia o acionamento dos airbags. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Na prática, a falha cria um atraso na abertura das bolsas. Em caso de acidente lateral, as bolsas de ar dos bancos dianteiros podem demorar mais do que o previsto para inflar. Essa lentidão anula a principal função do componente, deixando motorista e passageiro da frente vulneráveis a lesões graves ou até fatais durante o impacto. Continua após a publicidade O que causa a falha no módulo do SUV? O defeito no Grand Cherokee 4xe está concentrado no código do gerenciamento do módulo de controle dos airbags, conhecido tecnicamente pela sigla ORC. Os mecânicos da fabricante farão uma atualização do sistema para garantir que os airbags sejam detonados na exata fração de segundo da colisão, restabelecendo a proteção da cabine. Capacidade off-road se mantém presenteDivulgação/Jeep O tempo estimado para a conclusão do serviço nas oficinas é de cerca de uma hora, segundo a montadora. Os proprietários das unidades envolvidas deverão procurar a rede de concessionárias a partir de 3 de novembro para realizar o procedimento, que é obrigatoriamente gratuito. Continua após a publicidade Ao todo, são mais<br />de 50” de telas (úteis<br />e de boa qualidade)Divulgação/Quatro Rodas Quais são os chassis do Grand Cherokee envolvidos no recall? Continua após a publicidade A campanha abrange os finais de chassi não sequenciais de P8823878 a R8621893. Para checar se o carro faz parte do lote, basta cruzar os oito últimos dígitos impressos no documento. Como fazer o agendamento do reparo? Continua após a publicidade A consulta detalhada e a marcação do serviço podem ser feitas pelo site da montadora, no WhatsApp (31) 2123-4000, ou via atendimento telefônico pelo 0800 703 7150. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Publicidade View the full article
  8. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O GWM Tank 400 já pode ser reservado no Brasil. A marca chinesa iniciou nesta terça-feira (3) a pré-venda do novo SUV híbrido plug-in flex, que chega para ampliar sua linha de utilitários off-road de luxo e disputar mercado com as versões mais caras do Toyota SW4. Os interessados precisam desembolsar R$ 9 mil para garantir a reserva, enquanto a abertura das vendas ao público geral está marcada para 12 de novembro. O preço definitivo do veículo, porém, ainda não foi divulgado. Leia mais: Avaliação: GWM Haval H6 HEV2 e os motivos para ele vender tanto As reservas do GWM Tank 400 podem ser realizadas pelo site oficial da GWM, pelo Mercado Livre ou diretamente nas concessionárias da fabricante espalhadas pelo país. A empresa também não detalhou, nesse primeiro comunicado, as versões, os equipamentos de série e as especificações completas do modelo destinado ao mercado brasileiro. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Apresentado oficialmente ao público nacional durante o Festival Interlagos 2026, em agosto, o GWM Tank 400 será posicionado acima do Tank 300, atualmente comercializado por aproximadamente R$ 350 mil. A expectativa é de que o novo SUV ultrapasse a faixa dos R$ 400 mil, aproximando-se das configurações mais caras do Toyota SW4, que rondam os R$ 500 mil. Esses valores, entretanto, ainda são projeções. GWM Tank 400 é maior que o Tank 300 GWM Tank 400 – Foto: divulgação Apesar de compartilharem a mesma arquitetura, os dois SUVs apresentam diferenças consideráveis de tamanho e estilo. O GWM Tank 400 tem praticamente 5 metros de comprimento, cerca de 2 metros de largura, 1,90 m de altura e 2,85 m de distância entre-eixos. O Tank 300, por sua vez, mede 4,76 m de comprimento e tem 2,75 m entre os eixos. Ambos utilizam construção com chassi de longarinas separado da carroceria, solução tradicional entre veículos destinados ao uso fora de estrada. O GWM Tank 400 também mantém a configuração para cinco ocupantes, mas oferece uma cabine mais espaçosa e capacidade de bagagem que pode chegar a aproximadamente 1.800 litros com os bancos traseiros rebatidos, conforme especificações de outros mercados. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Visualmente, o modelo maior segue uma proposta própria, embora preserve alguns elementos característicos da família Tank. A carroceria tem linhas predominantemente retas, caixas de rodas alargadas, para-choques volumosos e diversas superfícies angulosas. O estepe fica instalado externamente na tampa traseira, enquanto os pneus de uso misto e a elevada altura em relação ao solo reforçam sua vocação off-road. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Motorização híbrida plug-in flex e tração Hi4-T A GWM já confirmou que o Tank 400 brasileiro utilizará um sistema híbrido plug-in flex, capaz de funcionar com gasolina ou etanol, associado à tecnologia de tração integral Hi4-T. Trata-se de uma configuração que combina motor a combustão e propulsão elétrica, permitindo recarga da bateria em uma fonte externa de energia. GWM Tank 400 – Foto: divulgação O conjunto tem características semelhantes às do Tank 300 comercializado no Brasil, que utiliza motor 2.0 turboflex de aproximadamente 250 cv e 39 mkgf de torque, associado a um propulsor elétrico. No SUV menor, a força chega às rodas traseiras por meio de uma ligação mecânica, utilizando eixo-cardã, em vez de depender exclusivamente de um motor elétrico traseiro. Para o GWM Tank 400, uma das configurações esperadas combina potência próxima dos 420 cv e torque de aproximadamente 76,5 mkgf. Com esse conjunto, o SUV poderia acelerar de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos. A fabricante, contudo, ainda não confirmou esses números para a versão nacional. A tecnologia Hi4-T também permite conciliar a eletrificação com recursos tradicionais de veículos preparados para terrenos difíceis. Entre os equipamentos disponíveis no modelo em outros mercados estão transmissão automática de nove marchas, caixa de transferência com reduzida, bloqueios de diferenciais, seletor de modos de condução e controle eletrônico de descidas. Além disso, o GWM Tank 400 também pode apresentar altura livre do solo de até 23,5 centímetros, capacidade de imersão de 80 cm e tanque de combustível de 70 litros, dependendo da versão. Autonomia pode superar 1.100 km GWM Tank 400 – Foto: divulgação A autonomia é outro ponto de destaque do GWM Tank 400. Em configurações comercializadas no exterior, o SUV utiliza bateria de aproximadamente 37 kWh, capacidade semelhante à encontrada no Tank 300 brasileiro. Na China, essa bateria permite ao Tank 400 percorrer cerca de 105 km utilizando somente eletricidade, conforme o ciclo de medição CLTC. Como comparação, o Tank 300 vendido no Brasil registra 75 km de autonomia elétrica pelo padrão do Inmetro, que utiliza critérios diferentes dos adotados no mercado chinês. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Considerando a energia armazenada na bateria e o combustível disponível no tanque, o GWM Tank 400 pode superar 1.100 km de autonomia combinada em determinadas configurações e condições de utilização. Também há versões internacionais com potência de recarga superior a 100 kW. A linha chinesa oferece, ainda, opções mais potentes, equipadas com dois motores elétricos de tração e baterias que chegam a aproximadamente 60 kWh. Nessas configurações, a autonomia exclusivamente elétrica pode alcançar 200 km pelo ciclo CLTC, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h fica abaixo de 4,5 segundos com a bateria carregada. Não há confirmação de que essas versões serão oferecidas por aqui. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Equipamentos e tecnologias O GWM Tank 400 também aposta em uma cabine recheada de equipamentos. Dependendo da versão e do mercado, o SUV pode trazer painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação, aquecimento e massagem, além de ar-condicionado digital de três zonas. Também aparecem sistema de som premium, iluminação ambiente configurável, retrovisor interno digital, head-up display, carregamento sem fio para dois celulares e até um refrigerador instalado no console central. Algumas versões oferecem uma tela de entretenimento de 15,6 polegadas para os passageiros traseiros, fixada no teto. No campo da segurança, determinadas configurações contam com vários assistentes avançados de condução, incluindo sistemas que utilizam sensores LiDAR. A lista definitiva de equipamentos do Tank 400 brasileiro ainda depende de divulgação oficial. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Com a chegada do novo SUV, a GWM pretende abocanhar um pouco mais do mercado de 4×4 no país, atualmente formada por modelos como Tank 300, Haval H7, Haval H9 e a picape Poer P30. A abertura das vendas em 12 de novembro deverá esclarecer os principais pontos que ainda permanecem em aberto, especialmente preço, potência, autonomia homologada e equipamentos da versão nacional. O post GWM Tank 400: anti-SW4 já pode ser reservado por R$ 9 mil; conheça apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  9. Compustar Reveals New CMR-710HD Vehicle Infotainment System with Built-in iDatalink Maestro Press Release: LAS VEGAS, NV - Firstech, makers of the industry-leading Compustar brand, has officially announced its entry into the vehicle infotainment space with the introduction of the Compustar 710HD (CMR-710HD). The new 6.9-inch digital media receiver marks a major milestone for the mobile...View the full article
  10. O supercarro Yangwang U9 Xtreme, fabricado pela BYD e avaliado em US$ 3 milhões (ou R$ 16,2 milhões), sofreu um acidente na China possivelmente durante a tentativa de atingir a velocidade máxima de 500 km/h, segundo divulgado pelo site Car News China. A colisão ocorreu durante uma volta em pista fechada e foi divulgada no dia 2 de novembro, na China. O carro saiu da trajetória em alta velocidade e colidiu com uma barreira. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Resistência da bateria Blade O motorista não sofreu ferimentos graves e conseguiu sair sozinho do carro. O chassi feito em fibra de carbono mostrou sua resistência ao deixar o cockpit íntegro. Esse tipo de solução é tradicional em supercarros de marcas ocidentais, como Porsche, McLaren, Ferrari, Lamborghini e outras. Continua após a publicidade O carro também não explodiu, o que mostra a capacidade da bateria Blade de 80 kWh. Durante sua produção, ela passa por testes de penetração sem emitir fogo ou fumaça, que simula um curto-circuito interno da bateria. Isso geralmente é causado por objetos de metal pontiagudos externos que penetram a bateria em um acidente de trânsito grave. A temperatura da superfície atinge um calor de 30 a 60°C. De acordo com a montadora, a estrutura em formato favo de mel de alumínio e os painéis de alta resistência na parte superior e inferior aumentam a rigidez na direção vertical. Esse tipo de situação revela o avanço da tecnologia e contradiz muito da crença popular ao redor de carros elétricos. Continua após a publicidade Bateria BladeDivulgação/BYD Como é o Yangwang U9 Xtreme? O Yangwang U9 Xtreme é equipado com quatro motores elétricos que juntos podem ultrapassar a potência máxima combinada de 3.000 cv. Para a BYD, este modelo é o carro de produção mais rápido do mundo ao atingir a velocidade máxima de 496,22 km/h, no circuito de testes automotivos de Papenburg, na Alemanha. Continua após a publicidade YangWang U9 Xtreme bate durante testesCar News China/Reprodução O U9 Xtreme utiliza rodas de 20 polegadas com cinco raios duplos, calçadas com pneus semi-slick GitiSport e·Gtr2 Pro. Ele também conta com um kit aerodinâmico, que engloba um grande aerofólio. Ele tem 4,96 m de comprimento, 2,02 m de largura, 1,29 m de altura e 2,9 m de entre-eixos. Continua após a publicidade Carros elétricos te deixam mais enjoado? Isso tem explicação técnica Novo teste de 500km/h A BYD tentará ultrapassar a marca de 500 km/h do Yangwang U9 Xtreme nos Emirados Árabes Unidos em novembro. A informação foi divulgada inicialmente pela vice-presidente da BYD, Stella Li, e posteriormente, o gerente geral da divisão de vendas da Yangwang, Hu Xiaoqing, confirmou a intensão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Publicidade View the full article
  11. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O Honda City 2027 repetiu uma fórmula que estreou, antes, na Índia. O carro ganhou dianteira reestilizada, interior evoluído em alguns pontos, e estilo visual mais esportivo, que remete até aos esportivos da marca, como o Prelude: seus faróis estão mais afilados e pontiagudos, a grade tornou-se mais discreta, o parachoque mais fechado, enquanto a parte traseira passou a contar com novo parachoque, principalmente. Por dentro? como maior novidade, uma multimídia maior, exclusiva das versões mais caras. No mais, é o mesmo bom modelo lançado lá em 2021. Leia mais: Avaliação: VW Nivus GTS 2027 te faz esquecer do Polo GTS Honda City 2027: versões e preços Para o Honda City 2027 na carroceria hatch, são cinco versões: LX por R$ 117,7 mil, EX por R$ 137,4 mil, EXL por R$ 144,8 mil, Touring por R$ 153,3 mil e RS por R$ 156,4 mil (o que lhe garante o posto de hatch compacto mais caro do Brasil, disparado). Para o sedan Honda City 2027, são quatro opções: LX por R$ 117,7 mil, EX por R$ 138,4 mil, EXL por R$ 145,8 mil e Touring por R$ 154,3 mil. A linha Honda City 2027 encareceu até R$ 1,1 mil. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Como é o Honda City RS? Quem é o tal do Honda City Hatch RS? Um esportivado, com partes em preto brilhante pela carroceria (teto e capas dos retrovisores), rodas com acabamento exclusivo, ponteira de escape destacada, apliques aerodinâmicos nos parachoques e interior escurecido com costuras vermelhas. É a opção mais cara da linha, superando, inclusive, o Sedan Touring em relevantes R$ 2 mil. Ela substitui a Touring Sport, com uma pitada extra de preparação estética, embora não sofra nenhuma alteração mecânica. RS, aliás, significa Road Sailing, algo como “velejador das estradas”. Tradicional Apesar de caro, especialmente em épocas de chineses a preços competitivos, o Honda City 2027 aposta na confiabilidade, economia e robustez. E, com pelo menos 3 mil emplacamentos mês para cada carroceria (hatch e sedan), em média, ele ainda prova que, quem quer um Honda, compra um Honda, independente do preço que ele custe. Falo de quem não simpatiza com motores turbo (ou pensa que não precisa deles), quem é fã da marca, quem já tem outro Honda, ou mesmo quem aposta na fama de inquebrável que esses carros japoneses carregam. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Até por isso, o Honda City 2027 praticamente não mudou na mecânica. A marca mexe pouco nesse ponto, justamente para não perder os clientes citados acima. Sob o capô está o bom e velho 1.5 16v de aspiração natural, com longos anos de estrada, que hoje já conta até com injeção direta, mas sem turbo ou compressor. Entrega seus bons 126 cv de potência, 15,5/15,8 mkgf de torque (gas/eta), e se faz valer por algumas qualidades: é bastante suave e silencioso, suficientemente forte em baixos giros (mesmo sem turbo), e, principalmente, econômico. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Economia é destaque Em trajeto rodoviário, dependendo, a carroceria sedan do Honda City 2027 consegue mostrar médias de consumo até melhores que as do hatch, por conta da carroceria aerodinamicamente mais fluída. Sem elevar a rotação do 1.5 desnecessariamente, optando pelo modo Eco de condução e sabendo aproveitar o gerenciamento de força do câmbio CVT, pode ir além dos 18 km/l de gasolina, conforme números obtidos no próprio test-drive, entre São Paulo (capital) e São Roque (interior). O sedan também é dono de um rodar mais macio, e de um balanço mais suave. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Naturalmente, o Honda City 2027 na carroceria hatch segue sendo a carroceria de caráter mais esportivo na linha. A traseira mais curta, com alguns quilinhos a menos (ele é leve na sedan, e ainda mais leve na hatch – menos de 1.200 kg), e suspensões com calibração ligeiramente mais rígida, já fazem a diferença na hora de dirigir, passando a impressão de um carro mais jovial e dinâmico. Na performance prática, porém, nada muda: o 1.5 e o CVT estão lá, bem como as excelentes médias de consumo (aferidos, 13,2 km/l na cidade e 17,8 km/l na estrada com gasolina). Como anda? Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Mesmo indo na contramão dos rivais, sem superalimentação, o Honda City 2027 não é um carro que deixa a desejar na condução. O 1.5, com injeção direta e duplo comando variável, tem boa dose de força em baixos giros, que movem com agilidade o Honda leve. Apesar de ter o pico de torque oficial só a altos 4.600 rpm (coisa de motor VTEC), muito antes disso, ao redor dos 3.000 rpm, já é possível extrair quase todo o potencial do conjunto em retomadas de velocidade, ultrapassagens e acelerações mais urgentes. A boa aliança com o câmbio CVT, que até permite trocas manuais das suas pseudo-marchas e não “escorrega” muito, colabora. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça No mais, tem o acerto justinho de direção e freios, ótimo comportamento em frenagens fortes ou curvas rápidas (tem baixo centro de gravidade, carroceria perto do solo), e alto nível de silêncio a bordo. É caro, mas entrega um degrau ligeiramente superior ao dos principais concorrentes em alguns pontos. No uso diário, pode incomodar apenas os parachoques que raspam com facilidade em lombadas, valetas e rampas, enquanto as suspensões, equilibradas entre conforto e dinâmica, não são mais duras e pouco flexíveis como nos Honda mais antigos. Espaço interno, nos dois carros, sobra: 2,60 m de entre-eixos, enorme vão entre bancos dianteiros e traseiro e teto alto. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Nova multimídia Sem sair do interior, a grande novidade do Honda City 2027 está na multimídia de 10 pol. e interface renovada das versões mais caras (nas mais baratas, segue a tela de 8 pol. anterior). Além de estar saltada do painel, semi-flutuante, a nova central é mais rápida e fluída na operação, com menus intuitivos e estilo mais moderno. Só peca em abandonar botões físicos importantes, como o de controlar o volume (o aparelho de 8 pol. tem até botão giratório, bem fácil de operar). É possível controlar o volume rapidamente com gesto de dois dedos na tela na nova central, mas a ausência de botões físicos sempre acaba perdendo pontos no quesito praticidade. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Na Índia, o Honda City 2027 ganhou alguns itens que o modelo brasileiro não importou, como banco do motorista com ventilação, câmeras 360º e até iluminação ambiente em LED personalizável. Preferiram apostar no pacote anterior, que já é bem-servido: freio de mão eletromecânico, carregador sem fio, painel com tela de 7 pol., ar digital automático dual zone (algo raro na categoria) com saídas traseiras, conjunto óptico full-LED, bancos em couro, 6 airbags e generoso pacote ADAS, com vários assistentes de condução. Aqui falo do pacote mais recheado: a LX, mais simples, vem com calotas plásticas, bancos de tecido, instrumentação convencional e outras economias. Cores e garantia O Honda City 2027 pode ser pintado de Branco Tafetá Sólido, Preto Cristal Perolizado, Prata Platinum Metálico, Cinza Basalto Metálico, Cinza Titanium Perolizado, Azul Cósmico Metálico, Branco Topázio Perolizado e Vermelho Supernova Perolizado, sendo essa última opção exclusiva da carroceria hatch. O RS Hatchback traz teto em preto brilhante de série, enquanto a Touring Sedan pode vir com interior na cor clara, dependendo do tom da carroceria. Sua garantia é de 6 anos sem limite de quilometragem. O post Impressões: Honda City 2027 muda a cara, mas não o coração apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  12. Com uma taxa de juros média de 26% ao ano para financiar um carro, muitos consumidores migraram para outra alternativa, o consórcio. Esse tipo de serviço para carros cresceu 9,4% em 2025 e a expectativa da Abac, associação que representa o setor, é de um avanço de 6% para 2026. Do total de consórcios realizados no Brasil, os veículos leves representam quase metade, com 42,6% das contratações. Dos 12,76 milhões de participantes ativos, 5,38 milhões são de veículos leves, novos ou seminovos, sendo que o valor médio é de R$ 73.866. E quem contrata esse serviço não é apenas quem evita o crédito, mas também pensa em investimento. “Adquirir um consórcio é poder planejar o seu aumento de patrimônio. Hoje em dia, com as taxas de juros muito altas, conseguir um crédito fica cada vez mais difícil. O consórcio passou a ser atraente para quem tem capital e não só para as pessoas que buscam um crédito. Eles querem manter o capital aplicado e desenvolver melhor a sua aquisição por um preço melhor”, afirma Fábio Augusto de Souza, CEO do Grupo Disal, empresa que atua como administradora. O serviço oferece custos finais abaixo do mercado quando comparados aos financiamentos tradicionais, principalmente porque não cobram juros compostos. Ao ser contemplado, o participante tem o crédito liberado para adquirir o bem à vista, com mais vantagens. O que é um consórcio? Mas, afinal, o que é o consórcio? Trata-se de uma forma colaborativa de conseguir bens por meio de um grupo de pessoas. As empresas que organizam esses grupos são chamadas de administradoras. Quando o consumidor adquire uma cota de consórcio, ele recebe um número que o identifica e todo mês os colaboradores contribuem com uma parcela para um fundo comum, que serve para contemplar os participantes, seja por sorteio, seja por lance. As contemplações de consórcio ocorrem uma vez por mês em uma reunião chamada assembleia. Nas contemplações por sorteio, o cliente passa a ter direito de utilizar o crédito do consórcio contratado para obter o carro e ele continua pagando o restante das parcelas após essa contemplação. Outra modalidade dentro do consórcio é o lance. É quando há uma antecipação das parcelas. Isso faz com que a pessoa possa amortizar parte do plano do consórcio e, com isso, reduzir o tempo de contemplação. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fabio Black/Quatro Rodas No caso dos planos para compra de imóvel, o consumidor pode utilizar seu saldo do FGTS. Geralmente as administradoras contemplam o lance maior, com o valor mais próximo ao da cota sorteada. Isso pode mudar de administradora para administradora. Há ainda o lance fixo, quando a administradora define um percentual-padrão, de 30%, 40% ou 50%, por exemplo. Continua após a publicidade Contemplação O tempo de contemplação depende de várias condições. “Não se deixe levar por promessas de contemplação de muita facilidade. Isso deve ser visto com desconfiança. É importante se informar sobre o grupo e o histórico de lances desse grupo para que não tenha, de forma equivocada, a sua expectativa não atendida. É preciso se conscientizar que é um planejamento de médio a longo prazo e com o custo mais barato”, explica Souza. No caso dos automóveis, as parcelas podem sofrer reajustes, sempre que o preço dos modelos forem atualizados. Geralmente, as administradoras utilizam a Fipe para fazer a alta na parcela mensal. Cancelamento Geralmente os cancelamentos de consórcio ocorrem até a sétima parcela. “Muitos clientes têm uma expectativa de contemplação muito rápida e quando não conseguem ter sucesso acabam cancelando. O cancelamento ocorre de duas formas, ou o cliente solicita o cancelamento por vontade própria ou o cliente deixa de pagar três parcelas e dessa forma ele é excluído automaticamente do grupo. Ele continua participando de um sorteio mensalmente. Caso sorteado, ele recebe de volta os valores que pagou, com exceção da taxa de administração. Muitas administradoras cobram taxa de quebra de contrato”, diz o executivo do Grupo Disal. O que fazer antes de contratar O especialista ressalta que antes de contratar um consórcio, o consumidor deve checar se a administradora está ativa no Banco Central e, assim, ter mais segurança sobre a empresa. Uma cota pode ser adquirida em menos de 30 minutos, seja online ou por um vendedor, e deve-se observar os seguintes aspectos: taxa de administração, prazo de parcelas, crédito necessário para adquirir o carro e histórico de contemplação. É importante tirar todas as dúvidas com a empresa que oferece o serviço e notar as possibilidades factíveis de contemplação. Publicidade View the full article
  13. No último domingo, a cidade de Araquari, em Santa Catarina, recebeu mais uma etapa oficial do Campeonato MTM World dentro do Connect Bass, evento que vem conquistando espaço e reconhecimento no cenário nacional do som automotivo. Com uma estrutura dedicada à competição e uma arena que recebeu mais de 100 competidores, o encontro confirmou o crescimento da modalidade e a força da região Sul no esporte. Mais do que uma simples disputa por títulos, a etapa foi marcada por performances de alto nível, projetos cuidadosamente preparados e uma atmosfera de confraternização entre atletas, equipes e apaixonados pelo segmento. Ao longo do dia, a Arena MTM foi palco de disputas equilibradas, onde detalhes técnicos fizeram a diferença e elevaram o nível da competição. Um dos grandes destaques do evento foi o competidor Bigodão, que protagonizou uma atuação histórica. Além de conquistar marcas expressivas, ele foi responsável por números que entraram para os registros da temporada, incluindo recordes em categorias da competição e uma impressionante apresentação na modalidade Pancadão Livre da DB Drag. O desempenho consolidou seu nome entre os principais protagonistas do campeonato em 2026 e reforçou o alto nível técnico apresentado em Araquari. clique aqui para ver as fotos das medições e premiação A organização do Connect Bass também merece reconhecimento pelo trabalho realizado. O evento ofereceu uma estrutura capaz de receber competidores de diversas regiões, garantindo um ambiente competitivo, organizado e voltado ao desenvolvimento do esporte. O resultado foi uma etapa dinâmica, marcada pela integração entre diferentes modalidades e pela valorização da cultura automotiva. clique aqui e veja os resultados completos da competição Além das disputas de som automotivo, os participantes da modalidade Rebaixados deram um verdadeiro espetáculo ao público presente. Com veículos cuidadosamente preparados e apresentações que chamaram a atenção dos visitantes, os competidores contribuíram para transformar o encontro em uma grande celebração da personalização automotiva. O desempenho dos representantes catarinenses reforçou a relevância do estado dentro do cenário nacional e evidenciou o potencial de seus competidores. clique aqui se inscreva no nosso canal no YT lá vai ter o video de todas medições Com os resultados obtidos em Araquari, muitos atletas garantiram sua classificação para o tradicional evento de gala que reúne os Melhores do Ano da MTM World. A expectativa agora se volta para as próximas etapas da temporada, que prometem disputas ainda mais equilibradas na busca pelos títulos máximos do campeonato. A MTM World agradece a todos os competidores, equipes, apoiadores e ao público presente por fazerem parte de mais um capítulo de sucesso da temporada. Eventos como o Connect Bass demonstram que o som automotivo e a cultura custom seguem em plena expansão, impulsionados pela dedicação de seus participantes e pela paixão que move o esporte em todo o Brasil. Maior equipe do evento levou a placa mtm world Apoie as marcas que fortalecem nosso esporte: • Taramps • Spyder • Zetta Audio • Audiophonic • Bomber Alto‑Falantes • Eros Alto‑Falantes • Stetsom • Usina Spark • Roadstar Brasil • Bluster Alto‑Falantes • Technoise • Catanduva Sound Car • Banda Audioparts • Ultravox • AJK • Alpine • Powervox • Soundigital O post Connect Bass tem novos protagonistas rumo AOS melhores do ano apareceu primeiro em MTM World. View the full article
  14. A Ford prepara a estreia da nova Transit City no mercado brasileiro, simultaneamente ao lançamento europeu. Importada da China e posicionada abaixo da E-Transit, a nova van chega projetada para operações urbanas diárias de deslocamentos curtos. O foco da fabricante, segundo o material oficial, é fornecer eficiência e rentabilidade para frotas de entrega em centros urbanos, oferecendo a isenção do rodízio na capital paulista. A revelação de preços ocorrerá no dia 9 de novembro, durante a feira Fenatran. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Quais são as versões e a capacidade de carga da Transit City? A nova van elétrica será ofertada no Brasil em três configurações distintas de carroceria: furgão compacto L1H1, furgão alongado com teto alto L2H2 e chassi-cabine L2H1. A capacidade útil de transporte varia entre 1.085 kg na versão menor e até 1.600 kg na opção chassi-cabine. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade O furgão L1H1 transporta os 1.085 kg em 6,4 metros cúbicos de espaço interno. Já a opção L2H2 acomoda 8,5 metros cúbicos e até 1.275 kg. Contudo, o grande apelo para uso pesado reside na versão chassi-cabine, capaz de receber um baú de até 14 metros cúbicos sobre o quadro de 5,20 m de comprimento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford A ideia é oferecer desde um veículo ágil para vias estreitas até uma base para as mais de 30 possibilidades de modificação previstas, como baús refrigerados e ambulâncias. O espaço interno em todas as variantes atende a motorista e dois passageiros. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Qual é o motor elétrico e a autonomia da nova van da Ford? Sob o capô, a Transit City utiliza um conjunto elétrico dianteiro que entrega 150 cv de potência e 26,5 kgfm de torque instantâneo. Alimentada por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 56 kWh, a nova van declara uma autonomia oficial de 186 km no rigoroso ciclo brasileiro do Inmetro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade A tração atua sempre nas rodas dianteiras e o motorista pode utilizar a condução no modo One Pedal Drive. Esse sistema intensifica a regeneração de energia e reduz significativamente o uso do pedal de freio físico nas rotinas de anda e para do trânsito nas grandes cidades. Para o carregamento dos 56 kWh da bateria, a van aceita corrente contínua (DC) de até 115 kW, prometendo ir de 20% a 80% da carga em cerca de 33 minutos. Em redes de corrente alternada (AC, wallbox) de 11,5 kW, a recarga completa exige aproximadamente cinco horas conectada à tomada. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade Como é a cabine e o pacote de equipamentos de segurança? Por dentro, a van chinesa foge do padrão espartano com um painel de instrumentos digital de 7 polegadas e uma central multimídia de 12,3 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. No quesito segurança, o modelo inclui controle de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência. O pacote de assistência à condução (ADAS) engloba ainda o alerta e a permanência em faixa ativa, além de sensores de estacionamento na dianteira e na traseira. Há também partida por botão, ar-condicionado de fábrica, freio de estacionamento eletrônico e câmeras de monitoramento. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade A Ford indica um custo operacional 40% menor em comparação a veículos similares a combustão, amparado por intervalos de revisão a cada dois anos ou 40.000 km. A garantia do furgão é de três anos sem limite de quilometragem, enquanto a bateria tem cobertura por oito anos ou 160.000 km. Publicidade View the full article
  15. Dirigimos as versões sedan e hatch do modelo repaginado, mas que mantém o mesmo conjunto mecânico, portanto sem eletrificação, e que traz uma racionalidade que não é tão bem-vinda em um mercado dominado pela hibridizaçãoView the full article
  16. O Leapmotor B03X será o próximo lançamento da marca chinesa da Stellantis no mercado nacional, mas chegará com uma estratégia diferente da aplicada aos SUVs B10 e C10. O modelo, que já foi flagrado em testes no Brasil e atuará como carro de entrada da fabricante, terá a missão de concorrer com hatches compactos elétricos como BYD Dolphin e Geely EX2. O B03X assume este nome em mercados fora da China, onde seu nome original, Leapmotor A10, teria sido registrado pela Audi. Trata-se de um SUV derivado do hatch A05, que também tem um nome específico fora da China: B03. Leapmotor B03XDivulgação/Leapmotor Para atingir esse patamar de preço competitivo, abaixo dos R$ 140.000, a marca apostará em uma gama com duas configurações. O B03X estará disponível nas versões Life (entrada) e Design (topo). É uma tática oposta à usada no B10, em que a variante Life é a elétrica pura mais cara, enquanto a Design atua como híbrida focada em custo-benefício e traz um pacote de equipamentos superior. Como será a bateria e o desempenho do SUV elétrico de entrada? O Leapmotor B03X usará um motor elétrico dianteiro de 197 cv e 20,5 kgfm de torque, que promete aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos. No exterior, as baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) variam entre 39,8 kWh (Life) e 53 kWh (Design), com recarga rápida em corrente contínua (DC) de até 100 kW. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor Essa distinção de capacidade de armazenamento reflete no alcance do veículo. A opção Life é para quem busca um SUV urbano mais acessível e promete 292 km de autonomia no ciclo europeu (WLTP). Já a configuração Design utilizará apenas o conjunto maior, garantindo os 382 km de autonomia elétrica com apenas uma carga completa. Estes números tendem a ser piores na homologação do Inmetro. Quais equipamentos diferenciam o modelo chinês no segmento? O pacote tecnológico inclui até 21 funcionalidades avançadas de assistência à condução (ADAS), pois a disponibilidade depende da legislação de cada mercado. O sistema pode abranger itens hoje essenciais para a categoria, como controle de cruzeiro adaptativo, assistente de manutenção em faixa, alerta de ponto cego e assistente de congestionamento, garantindo condução semiautônoma em rodovias. No entanto, a versão Life não terá piloto automático adaptativo. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor O conforto a bordo é melhorado na versão Design, que adiciona ajustes elétricos no banco do motorista, rebatimento automático dos retrovisores e sistema acústico com 12 alto-falantes. A variante Life, focada em ser mais barata, tem seis alto-falantes e ainda tem rodas aro 18″, faróis de led, barras no teto, sensor de chuva, ar-condicionado automático, volante revestido de vinil, central de 14,6 polegada e painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas, conectividade Apple CarPlay e Android Auto sem fio e 7 airbags. Continua após a publicidade Qual é o tamanho do porta-malas e o espaço interno do B03X? <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor O bagageiro possui capacidade nativa de 405 litros, mas pode ser ampliado para 510 litros graças a um compartimento inferior chamado Giga Box. A cabine foca na versatilidade com uma configuração de bancos flexível, apelidada de Magic Seats, que facilita o carregamento de objetos altos pela área traseira. Essas soluções de modularidade aproveitam a carroceria de 4,27 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,64 m de altura. O entre-eixos de 2,605 m supera o de um Jeep Renegade em 3 cm, o que sugere um espaço interno superior ao de seus rivais diretos, favorecido pela arquitetura elétrica dedicada. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor A expectativa é de que o Leapmotor B03X ocupe uma faixa de mercado bastante estratégica no país. Considerando que o irmão maior B10 parte de quase R$ 179.990, o novo utilitário de entrada precisa chegar às concessionárias próximo dos R$ 140.000 para acirrar a disputa entre a Stellantis e as fabricantes chinesas, apostando na vantagem do seu carro ser um SUV compacto e na menor capacidade da bateria na versão de entrada. Publicidade View the full article
  17. Focada no etanol quando hatch estava em desenvolvimento, sucursal brasileira deixou passar elétrico popular de R$ 150 mil que virou febre na EuropaView the full article
  18. The rapid evolution of mobile technology has revolutionized how people engage with digital entertainment, and casinospinkong.uk represents one of the most significant transformations in the gaming sector. With smartphones becoming increasingly powerful and internet connectivity increasingly available worldwide, mobile gambling apps have become a dominant force, transforming traditional casino experiences and generating unprecedented opportunities for players and operators alike. The Surge of Casino Gaming on Smartphone Platforms The shift of the gaming sector through mobile applications has been genuinely impressive, with millions of users now accessing poker, casino games, and sports betting directly from their mobile devices. This shift marks a significant transformation in how users engage with gaming content, moving away from desktop computers and physical venues toward convenient, pocket-sized experiences. The accessibility and immediacy of smartphone technology have drawn in a fresh wave of users who prioritize flexibility and on-the-go entertainment options. Market data shows explosive growth in the mobile gaming sector, with revenues continually surpassing traditional online gaming channels year after year. Industry analysts credit this success to various critical factors, including improved mobile payment systems, improved protection protocols, and refined app experiences that rival desktop experiences. The proliferation of high-speed mobile networks has further accelerated adoption, enabling smooth gaming experiences with minimal latency and interruptions across multiple geographic locations. Major gambling operators have recognized this trend and committed significant resources in creating specialized mobile applications that offer extensive casino game libraries and exclusive features. These apps now provide everything from live dealer games and progressive jackpots to instant sports betting and virtual reality experiences, all designed for touchscreen interfaces. The competitive landscape has intensified as companies race to capture market share, driving continuous innovation and enhancing user experiences in ways that serve players worldwide. Technology Driving Mobile Gaming Innovation The technical infrastructure of contemporary mobile gaming platforms depends on sophisticated software architectures that provide smooth interactions across diverse devices and different platforms. Cloud technology provides immediate access to vast game libraries without using up device space, while HTML5 technology guarantees smooth game performance on different screen sizes. Artificial intelligence algorithms customize player interactions by analyzing playing patterns and preferences, creating tailored recommendations that boost player engagement and enjoyment for each player. Progressive web applications have eliminated the need for traditional app downloads in many cases, allowing players to enjoy full-featured casino experiences directly through mobile browsers. Advanced graphics processors now deliver stunning 3D visuals and animations that match desktop quality, while optimized data compression techniques reduce bandwidth usage. Payment processing innovations including cryptocurrency integration and instant withdrawal systems have transformed financial transactions, making transactions faster and more secure than ever before. Advanced Security Features in Mobile Gaming Biometric authentication methods such as fingerprint scanning and facial recognition have become standard security measures in mobile gambling applications, providing convenient and reliable protection against unauthorized access. End-to-end encryption protocols protect sensitive financial data and personal data during transmission, while blockchain systems offer clear transaction histories that build trust. Multiple authentication factors provide extra security measures, ensuring that authorized users can retrieve funds and game options. Regulatory compliance tools built into mobile platforms automatically verify player locations and ages, stopping underage play and guaranteeing compliance to local legal requirements. Sophisticated fraud prevention systems utilizing machine learning detect questionable behavior instantly, safeguarding operators and players from potential threats. Routine security assessments and approvals from third-party auditors validate the integrity of randomization algorithms and fairness protocols integrated within mobile gambling applications. Live Gaming and Live Dealer Casino Games Live dealer technology has successfully bridged the gap between physical casinos and mobile platforms, streaming professional dealers in real-time through high-definition video feeds. Multiple camera angles and interactive chat features create immersive social experiences that replicate the atmosphere of traditional casino floors. Advanced streaming protocols minimize latency, ensuring that card deals, roulette spins, and other game actions appear instantaneously on mobile screens regardless of player location. Augmented reality features are beginning to enhance live dealer games by placing digital data over physical game elements, creating blended experiences that combine real-world authenticity with digital convenience. Adaptive bitrate streaming dynamically modifies video quality based on connection speeds, ensuring smooth performance even on slower networks. The addition of social capabilities allows players to interact with dealers and fellow participants, building player community that traditional mobile games cannot replicate. Market Development and Player Demographics The mobile casino market has experienced exponential growth over the past five years, with global revenues exceeding $100 billion in 2023 and projections suggesting ongoing growth through 2028. This significant increase is driven by technological advancements, regulatory changes in key markets, and evolving player preferences toward convenient, on-demand entertainment that are available from anywhere at any time. Period Market Size (USD Billion) User Base (Million) Expansion Rate (%) 2020 62.4 248 18.2 2021 76.8 295 23.1 2022 89.3 342 16.3 2023 104.7 398 17.2 User demographics show a varied gaming audience across multiple age groups and geographic regions. While millennials and Gen Z users represent the largest segment at 58% of total players, there has been significant expansion among senior players aged 45-65, who appreciate the accessibility and privacy that mobile platforms provide compared to traditional physical casinos. Regional analysis reveals North America and Europe commanding market share, accounting for approximately 65% of global mobile gambling revenue. However, emerging markets in Asia-Pacific and Latin America are seeing the fastest growth rates, with increases topping 30% annually as smartphone adoption deepens and compliance standards evolve to accommodate online gaming platforms. Key Elements That Set Apart Contemporary Mobile Gaming Applications Modern mobile gambling applications feature sophisticated capabilities that distinguish them from their desktop predecessors and conventional gaming experiences. These platforms utilize cutting-edge technology to deliver seamless gameplay, safe payment processing, and customized gaming content that adapts to individual user needs and patterns. The evolving landscape has compelled developers to continuously innovate, implementing features such as live dealer integration, social gaming elements, and artificial intelligence-powered recommendations. These improvements ensure that mobile gaming platforms not only reproduce but often outperform the engagement and functionality of conventional gambling environments. Interface Design and User Experience Easy-to-use interface and adaptive layout serve as the backbone of thriving mobile gaming applications, ensuring that players can reach their preferred titles with ease. Developers focus on touch-optimized controls, simplified navigation, and adaptive layouts that automatically adjust to various screen dimensions and display modes for maximum user experience. Visual aesthetics paired with performance optimization create immersive experiences that sustain high frame rates and crisp graphics even on budget-friendly hardware. Modern apps feature gesture-based controls, haptic feedback, and customizable interfaces that enable players to personalize their gaming environment according to personal preferences and accessibility requirements. Payment Processing and Withdrawal Methods Comprehensive payment ecosystems within mobile gaming platforms accommodate diverse transaction methods including credit card payments, e-wallets, cryptocurrency, and region-specific banking solutions. This flexibility enables users across various regions to deposit and withdraw funds using their chosen payment methods with minimal processing delays. Safety protocols like SSL encryption, two-factor authentication, and biometric verification protect payment operations while maintaining user convenience. Modern applications offer quick payout capabilities, straightforward fee structures, and streamlined identity verification systems that simplify the payment process without compromising regulatory compliance or security standards. The Upcoming era of Gaming on Mobile platforms The evolution of gaming on mobile platforms remains on an upward trend as new tech innovations reshape the sector, with immersive reality features, cryptocurrency payments, and artificial intelligence creating engaging gameplay that were once unimaginable in the palm of your hand. Cutting-edge biometric security for safer gaming 5G networks providing instant interactions Cryptocurrency integration for transactions AI-powered personalized game recommendations Cross-platform synchronization capabilities Advanced augmented reality casino features Industry analysts anticipate exponential growth as compliance standards develop worldwide, building consistent frameworks where innovation thrives while safeguarding users, ultimately cementing mobile apps as the primary gateway for virtual entertainment options. Popular Questions Is mobile casino gaming safe and secure? Yes, mobile gaming is generally safe when using licensed and regulated apps. Reputable operators implement advanced encryption technologies, such as SSL (Secure Socket Layer) protocols, to protect user data and financial transactions. Licensed platforms are regularly audited by independent testing agencies to ensure fairness and security. Players should verify that apps hold proper gaming licenses from recognized authorities, check for secure payment methods, read user reviews, and ensure their devices have updated security software. Responsible operators also provide tools for setting deposit limits and self-exclusion options to promote safe gaming practices. View the full article
  19. O Omoda 3 foi apresentado em abril de 2025, depois o modelo trocou de nome para Omoda 4, justamente o carro que dirigimos na China na última semana. No entanto, não foi apenas o nome que mudou, o posicionamento do modelo também, justamente para abrir espaço para outro veículo. Se na apresentação original o Omoda 4 chegaria para concorrer com Volkswagen Tera e Jeep Avenger, apostando até em um conjunto mecânico 1.0 turbo flex híbrido pleno (HEV), agora as coisas serão diferentes. O Omoda 4 será posicionado abaixo do Omoda 5 e chegará híbrido flex ao Brasil. <span class="hidden">–</span>Renan Rodrigues/Quatro Rodas No entanto, ele não enfrentará mais rivais de entrada do mercado, mas sim os SUVs tradicionais, como Volkswagen T-Cross, Honda HR-V e Hyundai Creta. No lugar do prometido 1.0 turbo, estará o atual conjunto híbrido do Omoda 5. O SUV combina o motor 1.5 turbo a combustão de 135 cv e 20,4 kgfm e o motor elétrico de 204 cv para entregar 224 cv e 30,1 kgfm de torque. Continua após a publicidade A expectativa é que ele tenha preços próximos do Omoda 5 atual, ou seja, entre R$ 140.000 e R$ 150.000, mas é possível que o Omoda 5 fique mais caro após a reestilização já apresentada e abra espaço para o Omoda 4. É algo que só saberemos no primeiro semestre do próximo ano, quando a novidade desembarca no Brasil. <span class="hidden">–</span>Renan Rodrigues/Quatro Rodas Continua após a publicidade Fato é que toda essa movimentação ainda deixa a Omoda & Jaecoo sem um rival para um dos mais importantes segmentos de SUVs mais. É daí que vem a promessa feita no Salão de Pequim deste ano: Omoda 2 e Jaecoo 3. Os dois serão SUVs irmãos, cada um seguindo a filosofia de design de suas marcas, para brigar justamente nesse segmento de entrada dos SUVs. Apesar dos projetos confirmados, os carros ainda não existem, o que nos faz acreditar que seriam modelos para 2028 – em uma marca ocidental o prazo seria consideravelmente maior. Continua após a publicidade Para alcançar os objetivos do futuro Omoda 2, a fábrica em solo nacional será obrigatória. A ideia é encarar rivais que chegam na faixa das 7.000 unidades mensais. Dessa forma, a sequência das negociações para compra da fábrica da Land Rover em Itatiaia, no Rio de Janeiro, deve ser acelerada agora com o fim do período eleitoral. Publicidade View the full article
  20. Tecnologia testada no estado de Victoria, na Austrália, quer antecipar reparos nas estradas e evitar acidentes e danos aos veículosView the full article
  21. Nakamichi Car Fragrance A Signature Scent for Every Journey. Discover two distinctive fragrances designed to elevate your driving experience. Sweet Blossom — Delicate florals with a soft, elegant sweetness. Blue Breeze — Refreshing citrus blended with warm, sophisticated woods. Crafted with carefully selected natural ingredients and expertly blended by professional perfumers. Two Scents. Two Moods. One Nakamichi Experience. #Nakamichi #NakamichiCarFragrance #CarFragrance #CarPerfume #caraccessoriesView the full article
  22. ZERO POP: TROQUE A FONTE DE ÁUDIO SEM ESTALOS! 🔊🔥 Mais tecnologia e qualidade sonora em cada detalhe! O Expert X12 permite alternar entre as fontes de áudio sem aqueles estalos indesejados durante a troca! 🚀 E tem mais! Com a função CUSTOM, você pode personalizar o roteamento das entradas e ainda contar com uma indicação visual que facilita a identificação dos ajustes realizados. Mais praticidade, versatilidade e uma experiência sonora ainda melhor! ▶️ Confira no vídeo como funcionam esses recursos! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #ZeroPop #SomAutomotivo #ProcessadorDeAudio #TecnologiaView the full article
  23. Proposta em análise na Câmara dos Deputados tem o objetivo de isentar o pedágio de quem usa rodovia federal só dentro do próprio município e exige aviso de 90 dias antes de novas cobrançasView the full article
  24. O vidro elétrico costuma passar despercebido até apresentar algum problema. Ele pode subir devagar, parar no meio do percurso ou voltar a abrir durante o fechamento. Observar como o sistema se comporta ajuda a identificar os sinais do defeito e a decidir quando procurar uma oficina. O que conferir primeiro? O funcionamento dos vidros elétricos varia conforme o modelo, e o manual do proprietário é a principal referência para entender os recursos do seu carro. Algumas verificações simples podem ser feitas pelo próprio motorista. Comece pela ignição: confira se ela está ligada ou se o carro está no modo que permite acionar os vidros. Em alguns modelos, os vidros funcionam por alguns minutos depois que o motor é desligado, mas deixam de responder quando uma porta é aberta. Depois, observe se o problema atinge apenas um vidro ou todos. Quando nenhum vidro funciona, a causa pode estar em um ponto comum, como o fusível do circuito. A verificação deve seguir o manual do veículo, que indica a localização e a especificação correta. Se for preciso trocar o fusível, use exatamente a especificação indicada. Se ele voltar a queimar, há um problema no circuito que precisa ser investigado, e não adianta insistir na troca. Se o problema estiver nos vidros dos passageiros, confira o botão de bloqueio, normalmente localizado no painel da porta do motorista. Ele costuma impedir que os vidros traseiros sejam comandados pelos interruptores dos passageiros. Se o carro permitir comandar esses vidros pela porta do motorista, teste também por ali. Se funcionar, o defeito pode estar no interruptor do passageiro. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Por que o vidro trava ou para de responder? Quando apenas um vidro deixa de funcionar, a falha pode estar no interruptor, na alimentação elétrica, no motor, no sistema de controle ou no mecanismo que movimenta o vidro dentro da porta, chamado de máquina de vidro. Fios rompidos no chicote que passa entre a porta e a carroceria, na região da dobradiça, também podem interromper o funcionamento. Observar como o vidro se comporta ajuda a relatar o defeito, mas não confirma sua causa. Um ruído ao acionar o botão pode vir do motor, do mecanismo ou de outra peça, e a ausência de ruído também não confirma uma falha elétrica. Continua após a publicidade Após vários acionamentos consecutivos, alguns sistemas podem interromper temporariamente o funcionamento para evitar o superaquecimento. Se o vidro voltar a funcionar após uma pausa, essa pode ser uma explicação. Caso a falha se repita com uso normal, procure uma oficina, pois também pode haver um problema intermitente. Vidro lento ou desalinhado: qual a diferença? O vidro lento sobe e desce de forma uniforme, mas com velocidade menor que a habitual. A lentidão pode estar relacionada ao atrito nas canaletas, ao desgaste do mecanismo ou a uma falha elétrica. Continua após a publicidade O vidro desalinhado se movimenta de forma irregular. Ele pode ficar inclinado, trepidar, fazer ruído de atrito, não encostar completamente na borracha superior ou deixar entrar vento e água. Esses sinais podem indicar problemas nas guias do vidro ou no mecanismo instalado dentro da porta. Por que o vidro volta a abrir ao fechar? Muitos carros têm uma função antiesmagamento, que interrompe o fechamento e faz o vidro voltar a abrir quando algo impede o movimento. É uma proteção para evitar ferimentos, especialmente em crianças. Se o vidro volta a abrir com frequência sem nenhum obstáculo, a causa pode ser mecânica, como atrito ou desgaste, ou estar relacionada ao sistema de controle. A função antiesmagamento não está presente em todos os veículos ou vidros e pode depender da correta configuração do sistema. Continua após a publicidade É possível diminuir o custo final do reparo e prevenir falhasErik Mclean/Pexels/Reprodução Em alguns carros, os vidros fecham automaticamente quando o motorista tranca as portas pela chave ou pelo controle remoto, por função de fábrica ou por acessório instalado depois. Um comando remoto acionado sem perceber ou uma função automática configurada podem explicar o movimento. Continua após a publicidade Se o vidro se movimentar sem comando, evite utilizar os acionamentos elétricos até esclarecer a causa. O movimento inesperado pode causar ferimentos, sobretudo em crianças e animais. O vidro perdeu o automático depois da troca da bateria. O que fazer? Em alguns carros, desconectar ou trocar a bateria afeta o fechamento ou a abertura com um toque. O vidro continua funcionando enquanto o botão é mantido acionado, mas perde o automático. Os procedimentos de reprogramação variam entre fabricantes, no número de etapas e no tempo em que o botão deve ser mantido acionado. Por isso, siga apenas a sequência indicada no manual do seu carro. O que fazer quando o vidro fica aberto? Não force o vidro com as mãos ou com ferramentas. Isso pode danificar o mecanismo, desalinhar o vidro na canaleta ou quebrá-lo. Proteja o interior do carro contra chuva com uma cobertura provisória que não danifique a pintura nem as borrachas. Evite deixar o veículo estacionado em local inseguro e retire objetos de valor do interior. Se o carro tiver seguro ou assistência, verifique se há cobertura para esse tipo de atendimento. Quanto pode custar o reparo? O custo depende do veículo, da peça afetada e da mão de obra. Uma troca de interruptor tende a ser mais simples do que a substituição do motor, da máquina de vidro ou do módulo de controle. Em alguns carros, o motor e a máquina são vendidos como um conjunto, o que pode elevar o valor. O custo da mão de obra também depende do trabalho necessário para acessar o mecanismo, que pode exigir a remoção do forro da porta. Peça um orçamento por escrito que separe peças e mão de obra e informe se a peça é original ou de outro fabricante. Se o carro ainda estiver na garantia de fábrica, consulte as condições de cobertura e as orientações da montadora antes de autorizar o reparo. Como prevenir falhas nos vidros elétricos? Evite acionar o vidro quando houver obstáculos ou gelo e não insista no comando se ele travar. A limpeza das borrachas e das canaletas deve seguir as orientações do manual sobre os produtos adequados. Ao lavar o carro, cuide para não direcionar jato de alta pressão para as frestas das portas. Se for instalar acessórios que atuam nos vidros, como módulos de fechamento automático, recorra a um profissional qualificado e verifique a compatibilidade com o veículo. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Publicidade View the full article
  25. Sound quality competition is heading back to Perry, Georgia. The Southeastern International Sound Challenge takes place August 21 and 22, with ARC Audio on board as title sponsor. Held in conjunction with the Florida Sound Quality Group, the event is a pure SQ show built around a money round, with four sanctioning organizations taking part:...View the full article
  26. GEMSEN Distribution is taking more than 20 of its top Canadian dealers to the SEMA Show in Las Vegas this November, adding full VIP treatment to its annual dealer trip. Following last year's format, GEMSEN will lead exclusive guided booth tours with its vendor partners, giving dealers an up-close look at the latest products shaping...View the full article
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