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  3. A nova geração do Hyundai Tucson, a quinta globalmente, foi apresentada em agosto. No entanto, poucos detalhes sobre a motorização foram revelados. Sabemos que são esperadas versões híbridas e somente a combustão. E ainda não temos informações a respeito da possível chegada ao Brasil. Agora, de acordo com o site Auto Express, existe a possibilidade de uma versão preparada pela Hyundai N, que é a divisão esportiva do grupo sul-coreano. O modelo seria chave para a expansão dos veículos preparados pelo grupo e atrairia um público que deseja espaço interno sem abrir mão do desempenho. Segundo Joon Park, vice-presidente da divisão N da Hyundai, em entrevista à Auto Express, declarou que a divisão esportiva está expandido seus olhares para além de carros elétricos e dos modelos a combustão. Dessa forma, é possível que o SUV seja híbrido, mas com uma abordagem diferente do que estamos acostumados. Enquanto os veículos híbridos que conhecemos focam em eficiência energética, o Tucson N priorizaria a entrega de potência. Continua após a publicidade Na quarta geração, que não chegou ao Brasil, o Hyundai Tucson mais potente era a configuração híbrida plug-in (PHEV), que combina o motor 1.6 turbo a um elétrico para chegar a 288 cv e 38,6 kgfm de torque. Espera-se que um Tucson esportivo tenha entre 300 e 350 cv. A expectativa é que o Tucson se diferencie em equipamentos em relação a possíveis concorrentes. A ideia é ir além do que a Toyota faz com o RAV4 GR Sport, que tem melhorias na suspensão, por exemplo, mas não chega a ser um modelo da linha GR como são Yaris e Corolla. Continua após a publicidade Para isso, o Tucson N pode receber tração nas quatro rodas, freios aprimorados e suspensão adaptativa. O Hyundai Tucson de nova geração só deve chegar aos Estados Unidos em 2027, que pode marcar também a chegada da variante esportiva. Continua após a publicidade A divisão N espera lançar sete novos modelos até 2030. Entre eles estará um elétrico menor que o Ioniq 5 N, além do Tucson. Resta saber quais serão os outros cinco carros da divisão esportiva. Publicidade View the full article
  4. Classe V acomoda até sete pessoas e chega nas versões V 300 Avantgarde e V 300 EleganceView the full article
  5. A joint venture Horse Powertrain, formada por Renault e Geely, revelou um novo motor a combustão voltado para veículos híbridos que evolui o conceito de híbrido off-road. Batizado de Horse B20, o 2.0 turbo a gasolina foi projetado para funcionar mesmo que submerso, suportando travessias em águas com até 1,1 metro de profundidade. A novidade mira uma demanda crescente por picapes e SUVs que combinam propulsão eletrificada a capacidades fora de estrada sem limitações. Para garantir o funcionamento debaixo d’água, o conjunto utiliza uma estrutura selada com amortecedores de vibração torcional e vedação dedicada entre o motor e a transmissão. Estes 110 cm de capacidade de imersão prometidos superam os 90 cm do Land Rover Defender, mesmo em suas versões a diesel. A Geely promete que o Galaxy Cruiser 700, carro que estreia esta motorização, pode flutuar por até 2h. Horse B20Horse/Divulgação Continua após a publicidade Sensores elétricos monitoram o ambiente em tempo real. Ao detectar submersão profunda, o módulo de controle da Horse Powertrain limita a potência e ajusta a resposta do acelerador para evitar falhas, garantindo a estabilidade operacional durante a travessia. O conjunto tem certificação IPX8, o que garante sua capacidade de imersão. Eficiência térmica é destaque O esforço de engenharia vai além da capacidade anfíbia. O motor B20 opera em ciclo Miller e alcança 48,4% de eficiência térmica, um índice que supera as atuais referências do mercado civil, a exemplo dos 40% obtidos pelo motor híbrido do Toyota Prius. Continua após a publicidade Pesando 130 kg, a unidade entrega entre 190 cv e 251 cv de potência, com torque variando de 30,6 kgfm a 38,7 kgfm. As soluções mecânicas para chegar a esses números englobam injeção direta de alta pressão, dutos de admissão desenhados para alta turbulência (tumble) e pistões que otimizam a mistura ar-combustível no pico de compressão. Horse B20Horse/Divulgação Continua após a publicidade Para suportar grandes exigências, o bloco de alumínio traz coletor de escapamento integrado e atua com um sistema de resfriamento duplo ativo. O equipamento evita o superaquecimento do conjunto em situações de carga contínua, permitindo que o veículo encare subidas com inclinações de até 100% (45 graus). A viabilidade técnica do B20 sai da teoria. Apresentado inicialmente no Salão de Pequim, o motor estreou no mercado chinês sob o capô do Geely Galaxy Cruiser 700, um SUV híbrido plug-in com tração integral projetado para rivalizar com o Land Rover Defender. No modelo asiático, o propulsor atua em conjunto com a transmissão inteligente 3DHT230 de três marchas. Galaxy Cruiser 700Divulgação/Geely Continua após a publicidade Apesar de pertencer à Geely e à Renault, a Horse também pode fornecer seus conjuntos de propulsão para outros fabricantes. Desenvolvido para plataformas híbridas plenas (HEV), híbridas plug-in (PHEV) e de autonomia estendida (REEV), o projeto evidencia o posicionamento do consórcio na indústria. A união franco-chinesa aposta em melhorias para a sobrevida dos motores térmicos em categorias onde as baterias dos elétricos puros ainda comprometem a relação de peso e a dinâmica fora de estrada. Publicidade View the full article
  6. A nova geração da Volkswagen Amarok segue rodando em testes pelo Brasil e agora foi flagrada na cidade de Taubaté (SP). O registro revela que a picape apostará em uma cabine com três telas no painel. A imagem, enviada pelo leitor Lucas Nascimento, indica que o terceiro visor será dedicado ao passageiro, replicando a arquitetura eletrônica já vista na van Mifa 7, produzida pela chinesa SAIC, quem fornece a base para a nova picape. O modelo chegará ao mercado brasileiro em 2027. A imagem indica a existência de uma terceira tela, com uma pequena divisão preta para afastá-la da imagem central. Uma outra foto feita por QUATRO RODAS mostra o interior com panos cobrindo todo o painel dianteiro e fazendo um vinco na ponta em frente ao passageiro. <span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas Continua após a publicidade Será uma mudança feita especificamente para a Amarok e que não existe na Maxus Interstellar X, na qual a picape da VW será baseada. A tecnologia existe dentro da Maxus, embora não seja utilizada em nenhuma caminhonete da marca, ficando restrita a algumas minivans como a G70 e a Mifa 7. O flagra também mostra o volante, confirmando que será igual ao da picape chinesa. É muito diferente do estilo usado em todos os outros veículos da VW, com controles físicos grandes para o sistema de som e o controle de cruzeiro adaptativo. Também é possível notar alguns botões embaixo da central multimídia, outro item que virá da Interstellar X e que servirá para ajustar o ar-condicionado. <span class="hidden">–</span>Maxus/Divulgação Continua após a publicidade Adotar três displays fará com que a nova Amarok posicione-se de uma forma diferente, como uma picape mais equipada e com a impressão de ser mais moderna, aproximando-se das rivais como Chevrolet S10 e Ford Ranger, ambas com quadro de instrumentos digital e uma central multimídia maior. As chinesas também tem chegado apostando em telas grandes, como é o caso da BYD Shark e da GWM Poer. Desde que anunciou o desenvolvimento de uma nova geração exclusiva para a América Latina, a Volkswagen dizia que a picape teria uma identidade própria. O desenho final ficou a cargo do centro de design brasileiro chefiado por José Carlos Pavone, mesmo responsável pelas linhas do Nivus e do Tera. O conjunto frontal contará com faróis duplos e uma barra iluminada interligando os projetores. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade A fabricante afirma também que a nova caminhonete passou por um desenvolvimento técnico local. Segundo o chairman executivo da marca para a América do Sul, Alexander Seitz, 50% dos componentes foram projetados no Brasil. O executivo assegura que a estamparia final e os motores não serão importados do mercado chinês. A plataforma adotada permite um porte superior ao do segmento médio tradicional. Se mantiver as proporções exatas da Maxus Interstellar X, a caminhonete medirá 5,55 m de comprimento. A medida representa um ganho considerável de 30 cm em relação à Amarok vendida hoje. Com isso, o projeto tentará encontrar um espaço comercial entre as picapes médias e as gigantes do mercado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Na motorização, a fabricante estuda manter o conhecido motor V6 3.0 turbodiesel, que precisará receber uma calibração inédita para cumprir as rígidas regras de emissões que entram em vigor em 2027. O fôlego adicional para a sobrevida do modelo, no entanto, virá das configurações eletrificadas. A plataforma suporta variantes do tipo híbrido leve, híbrido pleno ou híbrido plug-in, com calibração voltada para a tecnologia flex. A estreia comercial acontece apenas em 2027, com produção confirmada para a fábrica de General Pacheco, na Argentina. A viabilização da linha de montagem exigiu um investimento de US$ 580 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões em conversão direta) no complexo industrial vizinho, que abastecerá o mercado brasileiro. Com a chegada do novo modelo, a geração atual não deve sair das concessionárias de imediato. A marca avalia manter a caminhonete antiga em linha por um período extra, tanto para ter uma opção mais barata quanto para aproveitar a capacidade de produção da fábrica argentina. Há também a expectativa pelo lançamento de um SUV baseado na Amarok, que estaria aguardando a aprovação da matriz. Publicidade View the full article
  7. O Grupo Renault realmente desistiu do Kwid E-Tech. Depois de tirar o subcompacto elétrico da linha no Brasil, a divisão de baixo custo Dacia apresenta a nova geração do Spring, que passou a ser uma opção mais barata ao Twingo E-Tech, usando a mesma arquitetura e motorização. A nova geração do Spring estreia em um momento oportuno para a Dacia. Com as novas tarifas impostas pela União Europeia para os veículos produzidos na China, o hatch passou a ser produzido na Eslovênia, na mesma linha de montagem que o Twingo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Continua após a publicidade O modelo anterior utilizava a plataforma CMF-AEV e vinha importado da China. Agora, a nova geração adota a arquitetura RG-EV, derivada da base AmpR Small usada em carros como o Renault Twingo E-Tech e o Renault 5 E-Tech. A alteração de estrutura resultou em novas proporções para o hatch. O carro mede agora 3,85 m de comprimento, o que representa um ganho de 15 cm em relação ao antecessor, além de ser 18 cm mais largo. Com esse porte, o modelo fica 6 cm mais longo que o irmão de plataforma Renault Twingo E-Tech. O peso em ordem de marcha foi contido em 1.212 kg. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O motor elétrico dianteiro veio emprestado do Twingo e gera 81 cv de potência com 17,9 kgfm de torque. A aceleração de zero a 100 km/h ocorre em 12,1 segundos, enquanto a velocidade máxima é limitada eletronicamente a 130 km/h. A energia vem de uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 27,5 kWh, que rende autonomia de até 250 km no ciclo WLTP. Em estações de carga rápida de 50 kW em corrente contínua, o componente leva 28 minutos para ir de 15% a 80%. Já em um carregador de parede residencial de 7 kW em corrente alternada, a recarga equivalente consome 2 horas e 55 minutos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Continua após a publicidade A cabine mantém o espaço para quatro ocupantes, mas aproveita o entre-eixos ampliado para oferecer melhor acomodação. O porta-malas comporta 337 litros, volume que chega a 1.283 litros com o banco traseiro bipartido rebatido. Há ainda a opção de um compartimento sob o capô dianteiro com 18 litros extras, útil para guardar cabos de carregamento. Apesar das linhas serem semelhantes às do Twingo, o Spring traz um acabamento mais barato, recorrendo a plásticos rígidos e tecidos simples nos bancos para conter os custos de produção. O painel traz um quadro de instrumentos digital de 7″ de série. Nas versões de topo chamadas Journey, a central multimídia possui tela de 10,1″. A opção de entrada Expression substitui o sistema de som por um suporte integrado para celular. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Dacia Continua após a publicidade A Dacia confirmou que todas as configurações do modelo custarão abaixo de 20.000 euros antes dos incentivos governamentais. Na conversão direta, o valor equivale a cerca de R$ 120.000, posicionamento semelhante ao cobrado no Brasil por modelos elétricos de entrada como BYD Dolphin Mini. O valor representa um salto significativo na comparação com a geração antiga importada da China, comercializada em promoções na Alemanha a partir de 11.900 euros (aproximadamente R$ 73.000). A geração anterior continuará em linha temporariamente como alternativa de menor custo até que o novo hatch se estabeleça no mercado europeu no início de 2027. Publicidade View the full article
  8. Áreas de escape são pistas de saída que fazem a frenagem de veículos pesados que perderam os freios em trechos de serraView the full article
  9. Argumento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação é reduzir a presença de diesel de origem fóssil no combustível comercial, mas especialistas temem falhas causados pelo biocombustívelView the full article
  10. Se hoje as famílias viajam de avião nas férias, 41 anos atrás o cenário era diferente. Os longos passeios eram feitos de automóvel e as peruas cumpriam o status de acomodar pais, crianças e toda a bagagem com conforto. Com o tempo, esses modelos perderam espaço para os utilitários esportivos e, atualmente, já não sobrevivem no mercado brasileiro de veículos novos. Em dezembro de 1985, período de férias de fim de ano, a QUATRO RODAS comparou versões de seis peruas à venda: VW Quantum CG, VW Parati GLS, Fiat Panorama, Ford Scala Ghia, Chevrolet Caravan Diplomata e Chevrolet Marajó SL. Tudo que você precisa saber para manter um carro blindado A reportagem destacava que a escolha ideal dependia do uso mais frequente. O consumidor precisava avaliar se o foco seria cidade ou estrada, com ou sem carga. O espaço interno era fundamental, mas outros fatores pesavam na decisão final. Continua após a publicidade Equipada com motor de 4.100 cm³, a Caravan obteve o melhor desempenho entre as concorrentes. A perua atingiu 174,3 km/h de velocidade máxima e acelerou de 0 a 100 km/h em 12,2 s, números expressivos para um veículo de 1.224 kg. Caravan Diplomata: com seis cilindros, conciliou conforto com o melhor desempenho A Parati (1.6) ficou na segunda posição, superando a Quantum (1.8), seguidas por Marajó, Panorama e Scala. Embora a velocidade máxima da station wagon da Ford fosse superior à da Panorama, a Scala recebeu a pior nota por registrar uma aceleração quase 2 s mais lenta. Motor antigo No quesito consumo, o propulsor de seis cilindros da Caravan registrou o pior resultado. A liderança ficou dividida entre Panorama e Parati, impulsionadas pelas boas médias rodoviárias: 13,45 km/l e 13,41 km/l, respectivamente. Marajó, Quantum e Scala apresentaram números intermediários aceitáveis. Continua após a publicidade Quantum CG: no estilo e conforto, a vitória da mais jovem Apesar da potência superior, o motor 4.1 da General Motors não foi considerado o melhor. A avaliação explicava que o projeto era antigo e não oferecia uma boa relação peso/potência. A vitória coube aos motores da Volkswagen, representados pelo 1.6 da Parati e pelo 1.8 da Quantum. Os propulsores da fabricante alemã mostravam bom entrosamento com o câmbio de cinco marchas, marcado pelo bom escalonamento e por engates precisos. Quantum e Parati se destacaram novamente, inclusive em situações de condução mais esportiva. Panorama e Scala vieram na sequência, punidas por engates ásperos. A caixa da Marajó foi avaliada como dura, enquanto a Caravan era prejudicada pela transmissão de apenas quatro marchas — uma quinta relação ajudaria a conter o consumo. Continua após a publicidade Marajó SL: em consumo e desempenho, uma opção intermediária A segurança é o fator mais crítico em viagens familiares, colocando a eficiência dos freios em primeiro plano. Nessa prova, houve equilíbrio total. Todas as peruas mantiveram a trajetória em frenagens de emergência e registraram espaços de parada dentro da normalidade. A direção também revelou um cenário parelho. Caravan, Quantum e Scala, mais pesadas, levavam vantagem pelo sistema hidráulico (item de série apenas na perua da Chevrolet). Em estabilidade, todas transmitiram segurança. Com o veículo carregado, as respostas ficavam mais lentas e as trajetórias em curva se alongavam, sem comprometer a condução. A Parati apresentou o conjunto dinâmico mais homogêneo do grupo. Continua após a publicidade Parati GLS: primeiro lugar em estabilidade e posição de dirigir Na análise de estilo, o desenho mais jovem da Quantum levou a melhor. O design foi considerado equilibrado e beneficiado pela presença das quatro portas, embora a reportagem sugerisse que um leve rebaixamento favoreceria o visual. O principal defeito da Parati era a traseira, avaliada como desconectada da porção frontal. Em conforto, a Quantum venceu por utilizar bancos espaçosos e envolventes. Painel completo A Parati oferecia a melhor posição de dirigir, favorecida pelo banco com ajuste de altura. Marajó, Panorama e Scala tiveram as piores notas porque seus assentos não seguravam o corpo com firmeza nas curvas. O modelo da Fiat ainda era prejudicado pela posição mais horizontal do volante. Continua após a publicidade Panorama CL: única com motor 1.3 foi a mais econômica, mas só na estrada Apesar da ergonomia inferior, a Scala possuía o melhor quadro de instrumentos. O painel era completo, de fácil leitura e entregava as informações essenciais ao motorista. As concorrentes apresentaram nível semelhante, mas Caravan e Quantum se diferenciavam por incluir um conta-giros de bom diâmetro. Sobre a capacidade do porta-malas, Caravan, Quantum e Scala, as opções mais caras, traziam bagageiro de teto e tampa divisória para proteger a bagagem. Com essa cobertura, o volume útil era igual ao dos carros de passeio que lhes davam origem. Scala Ghia: além do melhor painel, ótimo espaço no porta-malas Sem a tampa divisória, o cenário mudava. A Quantum assumia a liderança com 796 litros de capacidade, contra 774 litros da Caravan e 768 litros da Scala. A Marajó ficava em desvantagem no transporte familiar, acomodando apenas 469 litros. – Nós dissemos – dezembro de 1985 “Não causou surpresa a Caravan Diplomata ter sido a mais silenciosa, embora seguida muito de perto pela Quantum CG. Também por se tratar da versão mais luxuosa, a Parati GLS ficou num bom terceiro lugar. Pela mesma razão, no entanto, a Scala Ghia decepcionou. Seu nível de ruído foi semelhante ao das Belina anteriormente testadas. A Panorama foi comprometida pelo ruído de seu câmbio quando em ponto morto.” Abertura da matéria publicada em dezembro de 1985 Teste Quatro Rodas – dezembro de 1985 Parati GLS Quantum CG Panorama CL Scala Ghia Caravan Diplomata Marajó SL Aceleração de 0 a 100 km/h 13,1 s 14,2 s 18,5 s 20,5 s 12,2 s 15,8 s Velocidade máxima 162 km/h 160 km/h 139,2 km/h 141 km/h 174,3 km/h 149,3 km/h Frenagem de 80 km/h a 0 34,2 m 31,7 m 33 m 31,8 m 33,4 m 32,9 m Consumo médio 10,45 km/l 9,64 km/l 10,36 km/l 9,35 km/l 5,01 km/l 10,09 km/l Preço (dezembro de 1985) Cr$ 65.287.000 Cr$ 91.302.000 Cr$ 45.521.000 Cr$ 90.282.000 Cr$ 115.333.000 Cr$ 44.060.000 Preço (atualizado IGP-DI / FGV até 2017) R$ 97.445 R$ 136.274 R$ 67.943 R$ 134.752 R$ 172.142 R$ 65.762 Ficha técnica Parati GLS Quantum CG Panorama CL Scala Ghia Caravan Diplomata Marajó SL Motor dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha, 1.596 cm³, 79,5 x 80 mm, carburador, 85 cv a 5.600 rpm, 12,6 kgfm a 3.000 rpm dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha, 1.781 cm³, 81 x 86,4 mm, carburador, 94 cv a 5.000 rpm, 15,2 kgfm a 3.400 rpm dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 1.297 cm³, 76 x 71,5 mm, carburador, 58,7 cv a 5.200 rpm, 10 kgfm a 2.600 rpm dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha, 1.555 cm³, 76,9 x 83,5 mm, carburador, 71,7 cv a 5.000 rpm, 11,9 kgfm a 2.400 rpm dianteiro, longitudinal, 6 cilindros em linha, 4.093 cm³, 98,4 x 89,7 mm, carburador, 134 cv a 4.000 rpm, 30,1 kgfm a 2.000 rpm dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha, 1.599 cm³, 82 x 75,7 mm, carburador, 72 cv a 5.600 rpm, 12,3 kgfm a 3.200 rpm Câmbio manual de 5 marchas, tração dianteira manual de 5 marchas, tração dianteira manual de 5 marchas, tração dianteira manual de 5 marchas, tração dianteira manual de 4 marchas, tração traseira manual de 5 marchas, tração traseira Dimensões comprimento, 409 cm; largura, 162 cm; altura, 138 cm e entre-eixos, 236 cm; peso, 940 kg comprimento, 457 cm; largura, 169 cm; altura, 145 cm; entre-eixos, 255 cm; peso, 1.130 kg comprimento, 392 cm; largura, 154 cm; altura, 141 cm; entre-eixos, 222 cm; peso, 849 kg comprimento, 452 cm; largura, 168 cm; altura, 134 cm; entre-eixos, 243 cm; peso, 1.078 kg comprimento, 481 cm; largura, 176 cm; altura, 147 cm; entre-eixos, 266 cm; peso, 1.224 kg comprimento, 419 cm; largura, 157 cm; altura, 138 cm; entre-eixos, 239 cm; peso, 936 kg Publicidade View the full article
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  12. O Suhai Festival Interlagos encerrou sua temporada 2026 com números que consolidam o evento como o principal ponto de encontro da indústria da mobilidade no Brasil. Somadas, as edições dedicadas às motocicletas e aos automóveis levaram 485 mil pessoas ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, reuniram 81 lançamentos e novidades e proporcionaram mais de 15,2 mil experiências de pilotagem ao público. Os resultados representam uma nova dimensão para um evento que transformou a relação entre público, indústria e o mais emblemático circuito do automobilismo brasileiro. Mais do que observar os lançamentos de perto, quem passa pelo Suhai Festival Interlagos pode dirigir ou pilotar alguns dos principais produtos disponíveis no mercado, além de conhecer antecipadamente modelos que chegarão às ruas nos próximos meses. “O Festival nasceu com a proposta de oferecer algo diferente dos tradicionais salões: colocar o público em contato real com os produtos. Interlagos deixa de ser apenas um lugar que as pessoas conhecem pela televisão e passa a ser uma pista que elas podem efetivamente experimentar. Quando reunimos os números das duas edições, percebemos a dimensão que esse conceito alcançou”, afirma Márcio Saldanha, CEO do Suhai Festival Interlagos. MAIS DE 80 NOVIDADES EM UM ÚNICO ANO A força conquistada pelo Festival junto à indústria ficou evidente na quantidade de produtos apresentados em 2026. Nas duas edições, foram 81 lançamentos, pré-lançamentos e novidades, sendo 45 motocicletas e 36 automóveis. Na Edição Moto, realizada entre os dias 12 e 16 de agosto, toda a indústria brasileira de duas rodas esteve reunida em Interlagos. Além das fabricantes já consolidadas no País, o evento mostrou a expansão de novas marcas e foi palco de uma das maiores concentrações de produtos inéditos já registradas em um evento de motocicletas no Brasil. Duas semanas depois, foi a vez da indústria automobilística ocupar Interlagos. A Edição Auto reuniu 32 marcas, incluindo fabricantes tradicionais, marcas premium, esportivas e novas empresas que estão chegando ao mercado brasileiro. Ao todo, foram 36 lançamentos e apresentações, entre novos modelos, versões, pré-lançamentos e produtos exibidos pela primeira vez ao consumidor brasileiro. QUASE MEIO MILHÃO DE PESSOAS EM INTERLAGOS O público também ajuda a mostrar a dimensão alcançada pelo evento. A Edição Moto recebeu 270 mil visitantes durante seus cinco dias de programação, crescimento de aproximadamente 51% sobre as 179 mil pessoas registradas em 2025. Com os 215 mil visitantes da Edição Auto, o Suhai Festival Interlagos encerrou 2026 com um público combinado de 485 mil pessoas, aproximando-se da marca de meio milhão de visitantes nas duas edições. O crescimento reforça a transformação do Festival em um evento que ultrapassa as fronteiras do público tradicionalmente ligado aos automóveis e motocicletas. Além das experiências nas pistas e da exposição dos produtos, a programação reuniu competições, apresentações, música, gastronomia, ações de segurança, espaços de mobilidade e atrações para diferentes perfis e idades. INTERLAGOS PARA O PÚBLICO Se os lançamentos aproximam o consumidor das novidades da indústria, a possibilidade de experimentá-las continua sendo um dos grandes diferenciais do Suhai Festival Interlagos. Na Edição Moto foram realizados 16,3 mil test rides, superando os 15,3 mil registrados em 2025. Já na Edição Auto, o público realizou 15,2 mil test drives nas diferentes experiências oferecidas pelas fabricantes. Somadas, as duas edições proporcionaram 31,5 mil experiências de pilotagem e direção. Os testes foram distribuídos entre o traçado principal do Autódromo de Interlagos e circuitos especialmente preparados para diferentes tipos de veículos e propostas de utilização. Dessa forma, o visitante pôde não apenas conhecer os produtos expostos nos boxes e estandes, mas efetivamente assumir seus comandos. “O Festival possibilita a democratização da pista de Interlagos, o que realiza o sonho de muitos visitantes e ajuda diretamente na escolha do próximo carro ou da próxima moto. Essa experiência cria uma relação completamente diferente entre consumidor e produto”, ressalta Saldanha. O formato também aproxima as fabricantes de um público altamente interessado em mobilidade. Durante as duas edições, consumidores tiveram contato direto com engenheiros, especialistas, pilotos, executivos e representantes das marcas, criando um ambiente que combina apresentação de produto, experimentação e relacionamento. “Chegar ao fim das duas edições com quase meio milhão de visitantes, mais de 80 novidades e dezenas de milhares de experiências nas pistas mostra que encontramos um formato capaz de aproximar efetivamente indústria e consumidor. O Festival tornou Interlagos a casa de quem gosta de carros e motos, independentemente de estar atrás do volante, do guidão ou simplesmente querer viver esse universo”, conclui Márcio Saldanha. MUITO ALÉM DOS MOTORES O Festival Suhai Interlagos 2026 consolidou o Autódromo de Interlagos como o principal palco dos grandes festivais de São Paulo ao reunir uma programação musical diversificada dividida em dois finais de semana. O grande destaque desta edição foi o marco histórico da inclusão, pela primeira vez, de uma atração internacional na grade de shows: o lendário rapper norte-americano Ja Rule, ícone dos anos 2000, dono de hits como “Always On Time” e “Mesmerize”. Além do astro internacional, o público vibrou com grandes nomes da música nacional, navegando por ritmos que foram do funk e música eletrônica de Pedro Sampaio e Cat Dealers, passando pelo sertanejo e pagode de Ludmilla, Thiaguinho, Belo e Péricles, até o rap forte de Filipe Ret, Matuê, L7nnon e Hungria. Paralelamente às pistas e aos palcos, o Lounge VIP do evento foi um verdadeiro ponto de encontro para celebridades, influenciadores e personalidades de destaque. O espaço exclusivo contou com a presença de nomes como Juliette e o apresentador João Silva, além de diversos atores e influenciadores que foram conferir de perto o maior evento de experiência motor do mundo. A atriz Deborah Secco, uma das embaixadoras do festival, também marcou presença, reforçando o prestígio e o apelo do Suhai Festival Interlagos para o universo do entretenimento, além de Beatriz Reis, Pietro Antonelli e Jon Vlogs. O post SUHAI FESTIVAL INTERLAGOS: QUASE MEIO MILHÃO DE PESSOAS, MAIS DE 80 LANÇAMENTOS E 31,5 MIL TESTES NA PISTA apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
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  16. Esta seção é pródiga em relatar casos de consumidores às voltas com defeitos de fábrica. Nem sempre, porém, a queixa dos motoristas se deve a um defeito. Às vezes, o problema é uma característica de projeto que gera dores de cabeça. Este mês, trazemos duas situações que ocorrem com donos de modelos VW. Um dos problemas que aparece com frequência nos grupos das mídias sociais é a vulnerabilidade do ar-condicionado de alguns modelos. O policial militar Rodrigo Ramos dos Santos, de São José (SC), diz que teve o compressor de seu Nivus furtado e, quando levou o carro à concessionária, ficou sabendo que não havia o componente em estoque, porque, segundo os funcionários da loja, as últimas três unidades foram instaladas em modelos Polo, que tiveram os compressores furtados no pátio da revenda. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Segundo Robson Silva, da Robtec reparos automotivos, de São José (SC), esses furtos são comuns. “Para tentar evitar o prejuízo, recomendamos trocar os parafusos do compressor, reforçar a proteção da peça, juntamente com a do cárter, além de estacionar em locais que tenham segurança”, diz o especialista. O outro problema que tira o sossego dos donos de VW é a buzina dos modelos da linha Polo, como conta o advogado Gerson Garcia da Silveira, de Porto Alegre (RS), dono de um T-Cross Comfortline. “O som da buzina é muito alto, agressivo”, afirma. “Cada vez que utilizava o acessório, parecia que eu queria brigar, xingar o outro motorista”, explica com o tempo verbal no passado, porque ele já vendeu o carro. Há queixas também para a demora da buzina para responder aos comandos – o que poderia ser uma das razões para o acionamento mais enérgico do dispositivo. Para esses casos, o técnico Welton Bella Vitta da Silva, dono da WTN Coding, de São Paulo (SP), diz ter uma solução. Continua após a publicidade “Isolamos o circuito elétrico relacionado ao delay da buzina, sem mexer no chicote original”, diz. O valor da alteração fica em R$ 400 e demora cerca de uma hora e meia de serviço, segundo Welton, que estima atender cerca de 25 clientes por mês para realizar esse serviço. O POVO RECLAMA “Basta você tentar saudar alguém, que ela abre um escândalo e buzina por longos segundos, irritando outros motoristas.” Relato editado do Reclame Aqui do dono de um T-Cross 2024, de Cáceres (MT) Continua após a publicidade “Tive o compressor do ar-condicionado furtado duas vezes devido à má localização, fácil retirada da peça.” Relato editado do Reclame Aqui do proprietário de um VW, de São José (SC) “A buzina é um item de segurança como sabemos, no entanto, a do Nivus (e parece que T-Cross etc.) apresenta deficiências como o grande delay entre o toque no volante e o som, o que não avisa a tempo riscos iminentes.” Continua após a publicidade Relato do proprietário de um Nivus 2026 que escreveu para QUATRO RODAS, mas pediu para não ser identificado Publicidade View the full article
  17. A Evo Black não precisa de muita apresentação… Seu visual marcante e, claro, o projeto equipado com Taramps já fazem o destaque por ela. 🔊 #taramps #som #potencia #evento #somautomotivo #shortsView the full article
  18. The sea changes everything. So we changed the way sound lives on it. Every moment on the water has a soundtrack. Audison Marine is built to make it sound alive.A new chapter begins. This is Audison Marine.View the full article
  19. O mercado de caminhões no Brasil emplacou 9,05% mais unidades em agosto de 2026 do que no mesmo mês de 2025View the full article
  20. O HV 50~80 Chipeo foi pensado para encarar projetos de alta potência, e isso também aparece na sua construção e nos conectores reforçados. Dá o play e confere! #taramps #potencia #somautomotivo #hv #som #shortsView the full article
  21. As marcas chinesas chegaram ao mercado brasileiro de forma competitiva, entregando preço e tecnologia. Para deixar o consumidor mais confiante da compra, as fabricantes oferecem cada vez garantias mais extensas – até dez anos. Porém, não há um padrão comum entre os produtos das montadoras da China. Geralmente essas proteções variam de acordo com os componentes ou itens do carro, cujos prazos e limite de quilometragem são independentes. Para as baterias de modelos eletrificados, por exemplo, há prazos maiores que os oferecidos às peças principais dos automóveis. Para determinados itens dos carros é recomendado checar sua cobertura individualmente no manual de garantia, oferecido por cada montadora no ato da compra e que também consta em seus sites. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Condição das garantias A validade das coberturas estão condicionadas às revisões dentro de quilometragens ou tempo previstos, como especifica cada fabricante e previstas no manual do carro ou de garantia. A troca de peças que não são genuínas, assim como modificações não autorizadas, mau uso, acidentes, agentes externos e desgaste natural também podem excluir as coberturas. O uso comercial dos carros também é algo que pode inviabilizar ou diminuir a garantia. Continua após a publicidade Abaixo, segue um compilado das principais garantias das fabricantes e onde encontrar as informações nos sites das marcas. BYD <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD A BYD declara que os seus carros têm garantia de seis anos para uso particular. Para fins comerciais, a garantia é de dois anos ou 100.000 km. A bateria tem garantia de oito anos, sem limite de quilometragem no uso particular. Para fins comerciais, a garantia da bateria é de oito anos ou 500.000 km. Continua após a publicidade As informações foram encontradas na seção de perguntas frequentes do site da BYD. Para encontrar a garantia de cada carro e ano/modelo respectivos, há uma página dedicada chamada de “Manual Manutenção e Garantia”. Para o novo Song Pro Flex 2027, seu último lançamento, por exemplo, a BYD concede uma garantia de seis anos ou até 200.000 km para o veículo e de oito anos ou 200.000 km para a bateria, para uso não comercial. Caoa Changan <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Changan Continua após a publicidade A Caoa Changan tem a mesma garantia da Caoa Chery, com 7 anos ou 150.000 km. Já o período de garantia para veículo de uso comercial é de um ano ou 150.000 km, o que ocorrer primeiro. Os documentos em PDF estão presentes no final de cada página dos carros no site da marca ao clicar em “saiba mais”. Caoa Chery Tiggo 7 ProDivulgação/Caoa Changan A Caoa Chery ampliou em 2026 a sua garantia de cinco para sete anos ou 150.000 km. A cobertura vale para todos os carros com ano-modelo 2026/2027. Para veículos eletrificados, a bateria de tração tem cobertura específica de oito anos ou 150.000 km, o que ocorrer primeiro. Continua após a publicidade A Caoa Chery tem uma página dedicada a manuais e garantias, que pode ser acessada neste link. Foton <span class="hidden">–</span>Divulgação/Foton A Foton oferece para as suas picapes Tunland V7 e V9 até dez anos de garantia, sem limite de quilometragem nos primeiros cinco anos. Após o quinto ano, o limite de quilometragem para validade da garantia é de 200.000 km. As informações constam no site principal da marca e na seção “Manuais”. Continua após a publicidade GAC <span class="hidden">–</span>Divulgação/GAC A GAC oferece garantia para uso particular de seus carros de até cinco anos ou 150.000 km, enquanto para a bateria de tração e conjunto de acionamento elétrico a cobertura vale por até oito anos ou 150.000 km. A mesma cobertura foi divulgada no lançamento do GAC GS9. Para uso comercial, a fabricante concede garantia de um ano ou 100.000 km para o carro e um ano ou 150.000 km para a bateria de tração e conjunto de acionamento elétrico integrado. Os manuais dos produtos pode ser acessados no site da marca, na seção “Manual do Usuário”. Geely Geely EX5Divulgação/Geely A Geely tem garantia de até seis anos ou 150.000 km para o carro. Para a parte da bateria, que inclui motor elétrico, inversor e componentes de alta voltagem, são oito anos ou 150.000 km. As informações estão presentes na página principal do site da marca, mas há uma dedicada na qual o usuário pode ter acesso ao manual e garantia de cada carro, chamada de “Cobertura Geely de Garantia”. GWM <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM A GWM concede cinco anos de garantia, sem limite de quilometragem. Para o sistema híbrido, a cobertura é limitada a 200.000 km. As informações específicas das coberturas para cada carro podem ser encontradas na seção “Manual do Proprietário”, dentro do site da marca. Jetour Jetour T2 4×4Jetour/Divulgação A Jetour informa sete anos de garantia para seus carros, que abrange componentes mecânicos, elétricos e estruturais. Nos modelos eletrificados, a bateria de alta tensão e o motor elétrico possuem oito anos de garantia. Essas informações constam no site da marca e no manual de garantia. JAC Motors <span class="hidden">–</span>Divulgação/JAC A JAC Motors não apresenta uma cobertura geral declarada. Para a picape Hunter 4Work e Heavy Duty, há oito anos de garantia, segundo divulgado nas páginas dedicadas aos produtos. Para o eJS1, a JAC concede até cinco anos de garantia ou 100.000 km para o carro, o mesmo vale para a bateria de tração. As informações de cada carro estão presentes no site, na seção “Garantia”. Leapmotor <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor Segundo a página de perguntas frequentes (FAQ) da Leapmotor, os carros da marca têm quatro anos de garantia para o carro. Sites de concessionárias da Leapmotor afirmam que são quatro anos ou 100.000 km de cobertura para o carro e oito anos ou 160.000 km para a bateria. A marca oferece garantias adicionais, em que o proprietário pode pagar R$ 5.245 a mais por 24 meses para o B10, R$ 6.114 e R$ 5.245 por dois anos adicionais para o C10, REEV e BEV, respectivamente. MG Motor <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Apesar de não ser chinesa, a MG pertence ao grupo Saic. No site principal da marca, ela afirma que o carro tem garantia de sete anos ou 150.000 km. Para uso comercial são três anos ou 150.000 km. Já para a bateria, são oito anos de garantia ou 160.000 km. As informações também constam na ficha técnica dos carros, presente em cada página. Omoda & Jaecoo Omoda 7 PHEVDivulgação/Omoda & Jaecoo A Omoda & Jaecoo oferece sete anos de garantia ou 150.000 km para os seus carros e oito anos ou 150.000 para a bateria. Para os veículos de uso comercial, adquiridos por pessoas jurídicas ou pessoas físicas com o mesmo objetivo, a cobertura é limitada a três anos ou 100.000 km. O manual de garantia está presente nesta página no site da marca. Zeekr Zeekr 001Fernando Pires/Quatro Rodas A Zeekr informa garantia de cinco anos ou 150.000 km. As informações estão na página de “Serviço” da marca, onde é possível fazer o download do manual de cobertura. Publicidade View the full article
  22. A Horse Powertrain, joint venture formada por Geely e Renault para o desenvolvimento de motores, anunciou uma motorização inédita para veículos híbridos plug-in (PHEV) capaz de combinar 13 elementos em um bloco só. O motor estreará no futuro Galaxy Cruiser 700 com 1.113 cv e foco no off-road. O conjunto atende pelo código 3DHT200 e será o primeiro capaz de reunir 13 estruturas do veículo em uma única peça, excluindo o motor a combustão, claro. No caso, o conjunto se refere principalmente aos dois motores elétricos do sistema PHEV, um gerador (P1), conectado ao motor a combustão e outro de tração (P3). Bloco que contém os 13 equipamentos da motorização, sem contar o motor a combustãoHorse/Divulgação No entanto, a lista de componentes consolidados tem: Continua após a publicidade Motor elétrico P1 (gerador que liga o motor a combustão e cria energia) Motor elétrico P3 (motor principal de tração que move o carro) Controlador do motor P1 (inversor) Controlador do motor P3 (inversor) Carregador de Bordo (OBC) (para plugar na tomada) Conversor DC-DC (transforma alta tensão em 12V para as luzes/painel) PDU (Unidade de Distribuição de Energia) Câmbio 3DHT (Transmissão Híbrida Dedicada de 3 marchas) Caixa de engrenagens do motor TCU (Unidade de Controle da Transmissão) PVC (Controlador do Veículo/Powertrain) THM (Módulo de Gerenciamento Térmico) TMS (Sistema de Gerenciamento Térmico) Com a nova engenharia, a Horse afirma que reduziu em 10% o espaço ocupado. Além disso, o novo sistema suporta híbridos em série, ou seja, o motor a combustão passa a ser um extensor de autonomia (EREV/REEV), ou paralelo, que usa combustão e eletricidade para tracionar as rodas. Continua após a publicidade A Horse não detalhou todos os dados do novo conjunto, mas revelou que trabalhou em um design otimizado do seu motor elétrico, que passará de “2V/VV” para “3V/VVV”, diferente do esquema abaixo que representa os motores elétricos convencionais. Na prática, é uma dupla camada de campo eletromagnético com imãs permanentes. <span class="hidden">–</span>The Institute of Engineering & Technology/Reprodução Continua após a publicidade Dessa maneira, há um aumento de 15% na densidade de torque e 20% em potência, permitindo maior desempenho com o mesmo tamanho de motor. Isso acontece porque o campo eletromagnético encontra um caminho mais fácil pelo espaço entre os imãs. Segundo a Geely, carros equipados com esse conjunto farão de 0 a 100 km/h em três segundos e consumo médio na casa dos 20 km/l. Segundo a Horse, o motor P3 pode ultrapassar as 20.000 rpm e entregará 312 cv, enquanto o P1 tem apenas 150 cv. Os números do motor a combustão não foram revelados, mas a promessa é do SUV off-road da Geely chegar ao mercado com 1.113 cv e ser capaz de encarar até 45º de inclinação no off-road. Publicidade View the full article
  23. Previsão de término é o segundo semestre de 2026, quando os 177 km finalmente forem entregues, depois de 24 anos de esperaView the full article
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