AutoForum.com.br - Som automotivo e automóveis - O fórum dos maníacos por som automotivo e automóveis
- Proibido conteúdo impróprio para menores em tópicos públicos: Nudez estrategicamente coberta; Roupas transparentes; Poses obscenas ou provocantes; Close-ups de seios, nádegas ou virilhas; (em cumprimento a normas do Google) Qualquer desvio, denuncie ao moderador.
- Usuários do Hotmail/Outlook/Msn - confira tutorial para receber emails do fórum;
- Qualquer problema em algum post, DENUNCIE ao moderador, utilize o link abaixo de cada post.
- Confira tutorial para enviar fotos. Tão fácil quanto um CTRL+V.
- Encontro SQFriends - sexta 3/julho/2026 19h~23h - Garagem 55 *****
Todas Atividades
- Recentemente
-
[4r]Risco de falha em airbags motiva recall do Jeep Grand Cherokee 4xe no Brasil
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Stellantis convocou um novo recall para o Jeep Grand Cherokee 4xe no Brasil por conta de um defeito no sistema de airbags. O chamado abrange unidades do SUV híbrido plug-in importado dos Estados Unidos, que devem retornar às oficinas da marca para reparar uma falha de software que gerencia o acionamento dos airbags. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Na prática, a falha cria um atraso na abertura das bolsas. Em caso de acidente lateral, as bolsas de ar dos bancos dianteiros podem demorar mais do que o previsto para inflar. Essa lentidão anula a principal função do componente, deixando motorista e passageiro da frente vulneráveis a lesões graves ou até fatais durante o impacto. Continua após a publicidade O que causa a falha no módulo do SUV? O defeito no Grand Cherokee 4xe está concentrado no código do gerenciamento do módulo de controle dos airbags, conhecido tecnicamente pela sigla ORC. Os mecânicos da fabricante farão uma atualização do sistema para garantir que os airbags sejam detonados na exata fração de segundo da colisão, restabelecendo a proteção da cabine. Capacidade off-road se mantém presenteDivulgação/Jeep O tempo estimado para a conclusão do serviço nas oficinas é de cerca de uma hora, segundo a montadora. Os proprietários das unidades envolvidas deverão procurar a rede de concessionárias a partir de 3 de novembro para realizar o procedimento, que é obrigatoriamente gratuito. Continua após a publicidade Ao todo, são mais<br />de 50” de telas (úteis<br />e de boa qualidade)Divulgação/Quatro Rodas Quais são os chassis do Grand Cherokee envolvidos no recall? Continua após a publicidade A campanha abrange os finais de chassi não sequenciais de P8823878 a R8621893. Para checar se o carro faz parte do lote, basta cruzar os oito últimos dígitos impressos no documento. Como fazer o agendamento do reparo? Continua após a publicidade A consulta detalhada e a marcação do serviço podem ser feitas pelo site da montadora, no WhatsApp (31) 2123-4000, ou via atendimento telefônico pelo 0800 703 7150. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Publicidade View the full article -
[FullPower]GWM Tank 400: anti-SW4 já pode ser reservado por R$ 9 mil; conheça
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O GWM Tank 400 já pode ser reservado no Brasil. A marca chinesa iniciou nesta terça-feira (3) a pré-venda do novo SUV híbrido plug-in flex, que chega para ampliar sua linha de utilitários off-road de luxo e disputar mercado com as versões mais caras do Toyota SW4. Os interessados precisam desembolsar R$ 9 mil para garantir a reserva, enquanto a abertura das vendas ao público geral está marcada para 12 de novembro. O preço definitivo do veículo, porém, ainda não foi divulgado. Leia mais: Avaliação: GWM Haval H6 HEV2 e os motivos para ele vender tanto As reservas do GWM Tank 400 podem ser realizadas pelo site oficial da GWM, pelo Mercado Livre ou diretamente nas concessionárias da fabricante espalhadas pelo país. A empresa também não detalhou, nesse primeiro comunicado, as versões, os equipamentos de série e as especificações completas do modelo destinado ao mercado brasileiro. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Apresentado oficialmente ao público nacional durante o Festival Interlagos 2026, em agosto, o GWM Tank 400 será posicionado acima do Tank 300, atualmente comercializado por aproximadamente R$ 350 mil. A expectativa é de que o novo SUV ultrapasse a faixa dos R$ 400 mil, aproximando-se das configurações mais caras do Toyota SW4, que rondam os R$ 500 mil. Esses valores, entretanto, ainda são projeções. GWM Tank 400 é maior que o Tank 300 GWM Tank 400 – Foto: divulgação Apesar de compartilharem a mesma arquitetura, os dois SUVs apresentam diferenças consideráveis de tamanho e estilo. O GWM Tank 400 tem praticamente 5 metros de comprimento, cerca de 2 metros de largura, 1,90 m de altura e 2,85 m de distância entre-eixos. O Tank 300, por sua vez, mede 4,76 m de comprimento e tem 2,75 m entre os eixos. Ambos utilizam construção com chassi de longarinas separado da carroceria, solução tradicional entre veículos destinados ao uso fora de estrada. O GWM Tank 400 também mantém a configuração para cinco ocupantes, mas oferece uma cabine mais espaçosa e capacidade de bagagem que pode chegar a aproximadamente 1.800 litros com os bancos traseiros rebatidos, conforme especificações de outros mercados. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Visualmente, o modelo maior segue uma proposta própria, embora preserve alguns elementos característicos da família Tank. A carroceria tem linhas predominantemente retas, caixas de rodas alargadas, para-choques volumosos e diversas superfícies angulosas. O estepe fica instalado externamente na tampa traseira, enquanto os pneus de uso misto e a elevada altura em relação ao solo reforçam sua vocação off-road. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Motorização híbrida plug-in flex e tração Hi4-T A GWM já confirmou que o Tank 400 brasileiro utilizará um sistema híbrido plug-in flex, capaz de funcionar com gasolina ou etanol, associado à tecnologia de tração integral Hi4-T. Trata-se de uma configuração que combina motor a combustão e propulsão elétrica, permitindo recarga da bateria em uma fonte externa de energia. GWM Tank 400 – Foto: divulgação O conjunto tem características semelhantes às do Tank 300 comercializado no Brasil, que utiliza motor 2.0 turboflex de aproximadamente 250 cv e 39 mkgf de torque, associado a um propulsor elétrico. No SUV menor, a força chega às rodas traseiras por meio de uma ligação mecânica, utilizando eixo-cardã, em vez de depender exclusivamente de um motor elétrico traseiro. Para o GWM Tank 400, uma das configurações esperadas combina potência próxima dos 420 cv e torque de aproximadamente 76,5 mkgf. Com esse conjunto, o SUV poderia acelerar de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos. A fabricante, contudo, ainda não confirmou esses números para a versão nacional. A tecnologia Hi4-T também permite conciliar a eletrificação com recursos tradicionais de veículos preparados para terrenos difíceis. Entre os equipamentos disponíveis no modelo em outros mercados estão transmissão automática de nove marchas, caixa de transferência com reduzida, bloqueios de diferenciais, seletor de modos de condução e controle eletrônico de descidas. Além disso, o GWM Tank 400 também pode apresentar altura livre do solo de até 23,5 centímetros, capacidade de imersão de 80 cm e tanque de combustível de 70 litros, dependendo da versão. Autonomia pode superar 1.100 km GWM Tank 400 – Foto: divulgação A autonomia é outro ponto de destaque do GWM Tank 400. Em configurações comercializadas no exterior, o SUV utiliza bateria de aproximadamente 37 kWh, capacidade semelhante à encontrada no Tank 300 brasileiro. Na China, essa bateria permite ao Tank 400 percorrer cerca de 105 km utilizando somente eletricidade, conforme o ciclo de medição CLTC. Como comparação, o Tank 300 vendido no Brasil registra 75 km de autonomia elétrica pelo padrão do Inmetro, que utiliza critérios diferentes dos adotados no mercado chinês. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Considerando a energia armazenada na bateria e o combustível disponível no tanque, o GWM Tank 400 pode superar 1.100 km de autonomia combinada em determinadas configurações e condições de utilização. Também há versões internacionais com potência de recarga superior a 100 kW. A linha chinesa oferece, ainda, opções mais potentes, equipadas com dois motores elétricos de tração e baterias que chegam a aproximadamente 60 kWh. Nessas configurações, a autonomia exclusivamente elétrica pode alcançar 200 km pelo ciclo CLTC, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h fica abaixo de 4,5 segundos com a bateria carregada. Não há confirmação de que essas versões serão oferecidas por aqui. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Equipamentos e tecnologias O GWM Tank 400 também aposta em uma cabine recheada de equipamentos. Dependendo da versão e do mercado, o SUV pode trazer painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação, aquecimento e massagem, além de ar-condicionado digital de três zonas. Também aparecem sistema de som premium, iluminação ambiente configurável, retrovisor interno digital, head-up display, carregamento sem fio para dois celulares e até um refrigerador instalado no console central. Algumas versões oferecem uma tela de entretenimento de 15,6 polegadas para os passageiros traseiros, fixada no teto. No campo da segurança, determinadas configurações contam com vários assistentes avançados de condução, incluindo sistemas que utilizam sensores LiDAR. A lista definitiva de equipamentos do Tank 400 brasileiro ainda depende de divulgação oficial. GWM Tank 400 – Foto: divulgação Com a chegada do novo SUV, a GWM pretende abocanhar um pouco mais do mercado de 4×4 no país, atualmente formada por modelos como Tank 300, Haval H7, Haval H9 e a picape Poer P30. A abertura das vendas em 12 de novembro deverá esclarecer os principais pontos que ainda permanecem em aberto, especialmente preço, potência, autonomia homologada e equipamentos da versão nacional. O post GWM Tank 400: anti-SW4 já pode ser reservado por R$ 9 mil; conheça apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[CE1]Firstech Compustar Enters the Audio Market
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
Compustar Reveals New CMR-710HD Vehicle Infotainment System with Built-in iDatalink Maestro Press Release: LAS VEGAS, NV - Firstech, makers of the industry-leading Compustar brand, has officially announced its entry into the vehicle infotainment space with the introduction of the Compustar 710HD (CMR-710HD). The new 6.9-inch digital media receiver marks a major milestone for the mobile...View the full article - Hoje
-
[4r]Supercarro elétrico da BYD sofre acidente em alta velocidade na China e não explode
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O supercarro Yangwang U9 Xtreme, fabricado pela BYD e avaliado em US$ 3 milhões (ou R$ 16,2 milhões), sofreu um acidente na China possivelmente durante a tentativa de atingir a velocidade máxima de 500 km/h, segundo divulgado pelo site Car News China. A colisão ocorreu durante uma volta em pista fechada e foi divulgada no dia 2 de novembro, na China. O carro saiu da trajetória em alta velocidade e colidiu com uma barreira. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Resistência da bateria Blade O motorista não sofreu ferimentos graves e conseguiu sair sozinho do carro. O chassi feito em fibra de carbono mostrou sua resistência ao deixar o cockpit íntegro. Esse tipo de solução é tradicional em supercarros de marcas ocidentais, como Porsche, McLaren, Ferrari, Lamborghini e outras. Continua após a publicidade O carro também não explodiu, o que mostra a capacidade da bateria Blade de 80 kWh. Durante sua produção, ela passa por testes de penetração sem emitir fogo ou fumaça, que simula um curto-circuito interno da bateria. Isso geralmente é causado por objetos de metal pontiagudos externos que penetram a bateria em um acidente de trânsito grave. A temperatura da superfície atinge um calor de 30 a 60°C. De acordo com a montadora, a estrutura em formato favo de mel de alumínio e os painéis de alta resistência na parte superior e inferior aumentam a rigidez na direção vertical. Esse tipo de situação revela o avanço da tecnologia e contradiz muito da crença popular ao redor de carros elétricos. Continua após a publicidade Bateria BladeDivulgação/BYD Como é o Yangwang U9 Xtreme? O Yangwang U9 Xtreme é equipado com quatro motores elétricos que juntos podem ultrapassar a potência máxima combinada de 3.000 cv. Para a BYD, este modelo é o carro de produção mais rápido do mundo ao atingir a velocidade máxima de 496,22 km/h, no circuito de testes automotivos de Papenburg, na Alemanha. Continua após a publicidade YangWang U9 Xtreme bate durante testesCar News China/Reprodução O U9 Xtreme utiliza rodas de 20 polegadas com cinco raios duplos, calçadas com pneus semi-slick GitiSport e·Gtr2 Pro. Ele também conta com um kit aerodinâmico, que engloba um grande aerofólio. Ele tem 4,96 m de comprimento, 2,02 m de largura, 1,29 m de altura e 2,9 m de entre-eixos. Continua após a publicidade Carros elétricos te deixam mais enjoado? Isso tem explicação técnica Novo teste de 500km/h A BYD tentará ultrapassar a marca de 500 km/h do Yangwang U9 Xtreme nos Emirados Árabes Unidos em novembro. A informação foi divulgada inicialmente pela vice-presidente da BYD, Stella Li, e posteriormente, o gerente geral da divisão de vendas da Yangwang, Hu Xiaoqing, confirmou a intensão. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Publicidade View the full article -
[FullPower]Impressões: Honda City 2027 muda a cara, mas não o coração
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O Honda City 2027 repetiu uma fórmula que estreou, antes, na Índia. O carro ganhou dianteira reestilizada, interior evoluído em alguns pontos, e estilo visual mais esportivo, que remete até aos esportivos da marca, como o Prelude: seus faróis estão mais afilados e pontiagudos, a grade tornou-se mais discreta, o parachoque mais fechado, enquanto a parte traseira passou a contar com novo parachoque, principalmente. Por dentro? como maior novidade, uma multimídia maior, exclusiva das versões mais caras. No mais, é o mesmo bom modelo lançado lá em 2021. Leia mais: Avaliação: VW Nivus GTS 2027 te faz esquecer do Polo GTS Honda City 2027: versões e preços Para o Honda City 2027 na carroceria hatch, são cinco versões: LX por R$ 117,7 mil, EX por R$ 137,4 mil, EXL por R$ 144,8 mil, Touring por R$ 153,3 mil e RS por R$ 156,4 mil (o que lhe garante o posto de hatch compacto mais caro do Brasil, disparado). Para o sedan Honda City 2027, são quatro opções: LX por R$ 117,7 mil, EX por R$ 138,4 mil, EXL por R$ 145,8 mil e Touring por R$ 154,3 mil. A linha Honda City 2027 encareceu até R$ 1,1 mil. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Como é o Honda City RS? Quem é o tal do Honda City Hatch RS? Um esportivado, com partes em preto brilhante pela carroceria (teto e capas dos retrovisores), rodas com acabamento exclusivo, ponteira de escape destacada, apliques aerodinâmicos nos parachoques e interior escurecido com costuras vermelhas. É a opção mais cara da linha, superando, inclusive, o Sedan Touring em relevantes R$ 2 mil. Ela substitui a Touring Sport, com uma pitada extra de preparação estética, embora não sofra nenhuma alteração mecânica. RS, aliás, significa Road Sailing, algo como “velejador das estradas”. Tradicional Apesar de caro, especialmente em épocas de chineses a preços competitivos, o Honda City 2027 aposta na confiabilidade, economia e robustez. E, com pelo menos 3 mil emplacamentos mês para cada carroceria (hatch e sedan), em média, ele ainda prova que, quem quer um Honda, compra um Honda, independente do preço que ele custe. Falo de quem não simpatiza com motores turbo (ou pensa que não precisa deles), quem é fã da marca, quem já tem outro Honda, ou mesmo quem aposta na fama de inquebrável que esses carros japoneses carregam. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Até por isso, o Honda City 2027 praticamente não mudou na mecânica. A marca mexe pouco nesse ponto, justamente para não perder os clientes citados acima. Sob o capô está o bom e velho 1.5 16v de aspiração natural, com longos anos de estrada, que hoje já conta até com injeção direta, mas sem turbo ou compressor. Entrega seus bons 126 cv de potência, 15,5/15,8 mkgf de torque (gas/eta), e se faz valer por algumas qualidades: é bastante suave e silencioso, suficientemente forte em baixos giros (mesmo sem turbo), e, principalmente, econômico. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Economia é destaque Em trajeto rodoviário, dependendo, a carroceria sedan do Honda City 2027 consegue mostrar médias de consumo até melhores que as do hatch, por conta da carroceria aerodinamicamente mais fluída. Sem elevar a rotação do 1.5 desnecessariamente, optando pelo modo Eco de condução e sabendo aproveitar o gerenciamento de força do câmbio CVT, pode ir além dos 18 km/l de gasolina, conforme números obtidos no próprio test-drive, entre São Paulo (capital) e São Roque (interior). O sedan também é dono de um rodar mais macio, e de um balanço mais suave. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Naturalmente, o Honda City 2027 na carroceria hatch segue sendo a carroceria de caráter mais esportivo na linha. A traseira mais curta, com alguns quilinhos a menos (ele é leve na sedan, e ainda mais leve na hatch – menos de 1.200 kg), e suspensões com calibração ligeiramente mais rígida, já fazem a diferença na hora de dirigir, passando a impressão de um carro mais jovial e dinâmico. Na performance prática, porém, nada muda: o 1.5 e o CVT estão lá, bem como as excelentes médias de consumo (aferidos, 13,2 km/l na cidade e 17,8 km/l na estrada com gasolina). Como anda? Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Mesmo indo na contramão dos rivais, sem superalimentação, o Honda City 2027 não é um carro que deixa a desejar na condução. O 1.5, com injeção direta e duplo comando variável, tem boa dose de força em baixos giros, que movem com agilidade o Honda leve. Apesar de ter o pico de torque oficial só a altos 4.600 rpm (coisa de motor VTEC), muito antes disso, ao redor dos 3.000 rpm, já é possível extrair quase todo o potencial do conjunto em retomadas de velocidade, ultrapassagens e acelerações mais urgentes. A boa aliança com o câmbio CVT, que até permite trocas manuais das suas pseudo-marchas e não “escorrega” muito, colabora. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça No mais, tem o acerto justinho de direção e freios, ótimo comportamento em frenagens fortes ou curvas rápidas (tem baixo centro de gravidade, carroceria perto do solo), e alto nível de silêncio a bordo. É caro, mas entrega um degrau ligeiramente superior ao dos principais concorrentes em alguns pontos. No uso diário, pode incomodar apenas os parachoques que raspam com facilidade em lombadas, valetas e rampas, enquanto as suspensões, equilibradas entre conforto e dinâmica, não são mais duras e pouco flexíveis como nos Honda mais antigos. Espaço interno, nos dois carros, sobra: 2,60 m de entre-eixos, enorme vão entre bancos dianteiros e traseiro e teto alto. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Nova multimídia Sem sair do interior, a grande novidade do Honda City 2027 está na multimídia de 10 pol. e interface renovada das versões mais caras (nas mais baratas, segue a tela de 8 pol. anterior). Além de estar saltada do painel, semi-flutuante, a nova central é mais rápida e fluída na operação, com menus intuitivos e estilo mais moderno. Só peca em abandonar botões físicos importantes, como o de controlar o volume (o aparelho de 8 pol. tem até botão giratório, bem fácil de operar). É possível controlar o volume rapidamente com gesto de dois dedos na tela na nova central, mas a ausência de botões físicos sempre acaba perdendo pontos no quesito praticidade. Honda City 2027 – Foto: Lucca Mendonça Na Índia, o Honda City 2027 ganhou alguns itens que o modelo brasileiro não importou, como banco do motorista com ventilação, câmeras 360º e até iluminação ambiente em LED personalizável. Preferiram apostar no pacote anterior, que já é bem-servido: freio de mão eletromecânico, carregador sem fio, painel com tela de 7 pol., ar digital automático dual zone (algo raro na categoria) com saídas traseiras, conjunto óptico full-LED, bancos em couro, 6 airbags e generoso pacote ADAS, com vários assistentes de condução. Aqui falo do pacote mais recheado: a LX, mais simples, vem com calotas plásticas, bancos de tecido, instrumentação convencional e outras economias. Cores e garantia O Honda City 2027 pode ser pintado de Branco Tafetá Sólido, Preto Cristal Perolizado, Prata Platinum Metálico, Cinza Basalto Metálico, Cinza Titanium Perolizado, Azul Cósmico Metálico, Branco Topázio Perolizado e Vermelho Supernova Perolizado, sendo essa última opção exclusiva da carroceria hatch. O RS Hatchback traz teto em preto brilhante de série, enquanto a Touring Sedan pode vir com interior na cor clara, dependendo do tom da carroceria. Sua garantia é de 6 anos sem limite de quilometragem. O post Impressões: Honda City 2027 muda a cara, mas não o coração apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]Vale a pena fazer consórcio de carro? Entenda as taxas, lances e sorteios
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Com uma taxa de juros média de 26% ao ano para financiar um carro, muitos consumidores migraram para outra alternativa, o consórcio. Esse tipo de serviço para carros cresceu 9,4% em 2025 e a expectativa da Abac, associação que representa o setor, é de um avanço de 6% para 2026. Do total de consórcios realizados no Brasil, os veículos leves representam quase metade, com 42,6% das contratações. Dos 12,76 milhões de participantes ativos, 5,38 milhões são de veículos leves, novos ou seminovos, sendo que o valor médio é de R$ 73.866. E quem contrata esse serviço não é apenas quem evita o crédito, mas também pensa em investimento. “Adquirir um consórcio é poder planejar o seu aumento de patrimônio. Hoje em dia, com as taxas de juros muito altas, conseguir um crédito fica cada vez mais difícil. O consórcio passou a ser atraente para quem tem capital e não só para as pessoas que buscam um crédito. Eles querem manter o capital aplicado e desenvolver melhor a sua aquisição por um preço melhor”, afirma Fábio Augusto de Souza, CEO do Grupo Disal, empresa que atua como administradora. O serviço oferece custos finais abaixo do mercado quando comparados aos financiamentos tradicionais, principalmente porque não cobram juros compostos. Ao ser contemplado, o participante tem o crédito liberado para adquirir o bem à vista, com mais vantagens. O que é um consórcio? Mas, afinal, o que é o consórcio? Trata-se de uma forma colaborativa de conseguir bens por meio de um grupo de pessoas. As empresas que organizam esses grupos são chamadas de administradoras. Quando o consumidor adquire uma cota de consórcio, ele recebe um número que o identifica e todo mês os colaboradores contribuem com uma parcela para um fundo comum, que serve para contemplar os participantes, seja por sorteio, seja por lance. As contemplações de consórcio ocorrem uma vez por mês em uma reunião chamada assembleia. Nas contemplações por sorteio, o cliente passa a ter direito de utilizar o crédito do consórcio contratado para obter o carro e ele continua pagando o restante das parcelas após essa contemplação. Outra modalidade dentro do consórcio é o lance. É quando há uma antecipação das parcelas. Isso faz com que a pessoa possa amortizar parte do plano do consórcio e, com isso, reduzir o tempo de contemplação. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fabio Black/Quatro Rodas No caso dos planos para compra de imóvel, o consumidor pode utilizar seu saldo do FGTS. Geralmente as administradoras contemplam o lance maior, com o valor mais próximo ao da cota sorteada. Isso pode mudar de administradora para administradora. Há ainda o lance fixo, quando a administradora define um percentual-padrão, de 30%, 40% ou 50%, por exemplo. Continua após a publicidade Contemplação O tempo de contemplação depende de várias condições. “Não se deixe levar por promessas de contemplação de muita facilidade. Isso deve ser visto com desconfiança. É importante se informar sobre o grupo e o histórico de lances desse grupo para que não tenha, de forma equivocada, a sua expectativa não atendida. É preciso se conscientizar que é um planejamento de médio a longo prazo e com o custo mais barato”, explica Souza. No caso dos automóveis, as parcelas podem sofrer reajustes, sempre que o preço dos modelos forem atualizados. Geralmente, as administradoras utilizam a Fipe para fazer a alta na parcela mensal. Cancelamento Geralmente os cancelamentos de consórcio ocorrem até a sétima parcela. “Muitos clientes têm uma expectativa de contemplação muito rápida e quando não conseguem ter sucesso acabam cancelando. O cancelamento ocorre de duas formas, ou o cliente solicita o cancelamento por vontade própria ou o cliente deixa de pagar três parcelas e dessa forma ele é excluído automaticamente do grupo. Ele continua participando de um sorteio mensalmente. Caso sorteado, ele recebe de volta os valores que pagou, com exceção da taxa de administração. Muitas administradoras cobram taxa de quebra de contrato”, diz o executivo do Grupo Disal. O que fazer antes de contratar O especialista ressalta que antes de contratar um consórcio, o consumidor deve checar se a administradora está ativa no Banco Central e, assim, ter mais segurança sobre a empresa. Uma cota pode ser adquirida em menos de 30 minutos, seja online ou por um vendedor, e deve-se observar os seguintes aspectos: taxa de administração, prazo de parcelas, crédito necessário para adquirir o carro e histórico de contemplação. É importante tirar todas as dúvidas com a empresa que oferece o serviço e notar as possibilidades factíveis de contemplação. Publicidade View the full article -
[4r]Ford lança Transit City elétrica no Brasil com 186 km de autonomia e até 1.600 kg de carga
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Ford prepara a estreia da nova Transit City no mercado brasileiro, simultaneamente ao lançamento europeu. Importada da China e posicionada abaixo da E-Transit, a nova van chega projetada para operações urbanas diárias de deslocamentos curtos. O foco da fabricante, segundo o material oficial, é fornecer eficiência e rentabilidade para frotas de entrega em centros urbanos, oferecendo a isenção do rodízio na capital paulista. A revelação de preços ocorrerá no dia 9 de novembro, durante a feira Fenatran. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Quais são as versões e a capacidade de carga da Transit City? A nova van elétrica será ofertada no Brasil em três configurações distintas de carroceria: furgão compacto L1H1, furgão alongado com teto alto L2H2 e chassi-cabine L2H1. A capacidade útil de transporte varia entre 1.085 kg na versão menor e até 1.600 kg na opção chassi-cabine. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade O furgão L1H1 transporta os 1.085 kg em 6,4 metros cúbicos de espaço interno. Já a opção L2H2 acomoda 8,5 metros cúbicos e até 1.275 kg. Contudo, o grande apelo para uso pesado reside na versão chassi-cabine, capaz de receber um baú de até 14 metros cúbicos sobre o quadro de 5,20 m de comprimento. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford A ideia é oferecer desde um veículo ágil para vias estreitas até uma base para as mais de 30 possibilidades de modificação previstas, como baús refrigerados e ambulâncias. O espaço interno em todas as variantes atende a motorista e dois passageiros. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Qual é o motor elétrico e a autonomia da nova van da Ford? Sob o capô, a Transit City utiliza um conjunto elétrico dianteiro que entrega 150 cv de potência e 26,5 kgfm de torque instantâneo. Alimentada por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 56 kWh, a nova van declara uma autonomia oficial de 186 km no rigoroso ciclo brasileiro do Inmetro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade A tração atua sempre nas rodas dianteiras e o motorista pode utilizar a condução no modo One Pedal Drive. Esse sistema intensifica a regeneração de energia e reduz significativamente o uso do pedal de freio físico nas rotinas de anda e para do trânsito nas grandes cidades. Para o carregamento dos 56 kWh da bateria, a van aceita corrente contínua (DC) de até 115 kW, prometendo ir de 20% a 80% da carga em cerca de 33 minutos. Em redes de corrente alternada (AC, wallbox) de 11,5 kW, a recarga completa exige aproximadamente cinco horas conectada à tomada. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Ford Continua após a publicidade Como é a cabine e o pacote de equipamentos de segurança? Por dentro, a van chinesa foge do padrão espartano com um painel de instrumentos digital de 7 polegadas e uma central multimídia de 12,3 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. No quesito segurança, o modelo inclui controle de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência. O pacote de assistência à condução (ADAS) engloba ainda o alerta e a permanência em faixa ativa, além de sensores de estacionamento na dianteira e na traseira. Há também partida por botão, ar-condicionado de fábrica, freio de estacionamento eletrônico e câmeras de monitoramento. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade A Ford indica um custo operacional 40% menor em comparação a veículos similares a combustão, amparado por intervalos de revisão a cada dois anos ou 40.000 km. A garantia do furgão é de três anos sem limite de quilometragem, enquanto a bateria tem cobertura por oito anos ou 160.000 km. Publicidade View the full article -
[4r]Leapmotor B03X terá duas versões no Brasil para evitar erro do B10
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O Leapmotor B03X será o próximo lançamento da marca chinesa da Stellantis no mercado nacional, mas chegará com uma estratégia diferente da aplicada aos SUVs B10 e C10. O modelo, que já foi flagrado em testes no Brasil e atuará como carro de entrada da fabricante, terá a missão de concorrer com hatches compactos elétricos como BYD Dolphin e Geely EX2. O B03X assume este nome em mercados fora da China, onde seu nome original, Leapmotor A10, teria sido registrado pela Audi. Trata-se de um SUV derivado do hatch A05, que também tem um nome específico fora da China: B03. Leapmotor B03XDivulgação/Leapmotor Para atingir esse patamar de preço competitivo, abaixo dos R$ 140.000, a marca apostará em uma gama com duas configurações. O B03X estará disponível nas versões Life (entrada) e Design (topo). É uma tática oposta à usada no B10, em que a variante Life é a elétrica pura mais cara, enquanto a Design atua como híbrida focada em custo-benefício e traz um pacote de equipamentos superior. Como será a bateria e o desempenho do SUV elétrico de entrada? O Leapmotor B03X usará um motor elétrico dianteiro de 197 cv e 20,5 kgfm de torque, que promete aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos. No exterior, as baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) variam entre 39,8 kWh (Life) e 53 kWh (Design), com recarga rápida em corrente contínua (DC) de até 100 kW. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor Essa distinção de capacidade de armazenamento reflete no alcance do veículo. A opção Life é para quem busca um SUV urbano mais acessível e promete 292 km de autonomia no ciclo europeu (WLTP). Já a configuração Design utilizará apenas o conjunto maior, garantindo os 382 km de autonomia elétrica com apenas uma carga completa. Estes números tendem a ser piores na homologação do Inmetro. Quais equipamentos diferenciam o modelo chinês no segmento? O pacote tecnológico inclui até 21 funcionalidades avançadas de assistência à condução (ADAS), pois a disponibilidade depende da legislação de cada mercado. O sistema pode abranger itens hoje essenciais para a categoria, como controle de cruzeiro adaptativo, assistente de manutenção em faixa, alerta de ponto cego e assistente de congestionamento, garantindo condução semiautônoma em rodovias. No entanto, a versão Life não terá piloto automático adaptativo. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor O conforto a bordo é melhorado na versão Design, que adiciona ajustes elétricos no banco do motorista, rebatimento automático dos retrovisores e sistema acústico com 12 alto-falantes. A variante Life, focada em ser mais barata, tem seis alto-falantes e ainda tem rodas aro 18″, faróis de led, barras no teto, sensor de chuva, ar-condicionado automático, volante revestido de vinil, central de 14,6 polegada e painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas, conectividade Apple CarPlay e Android Auto sem fio e 7 airbags. Continua após a publicidade Qual é o tamanho do porta-malas e o espaço interno do B03X? <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor O bagageiro possui capacidade nativa de 405 litros, mas pode ser ampliado para 510 litros graças a um compartimento inferior chamado Giga Box. A cabine foca na versatilidade com uma configuração de bancos flexível, apelidada de Magic Seats, que facilita o carregamento de objetos altos pela área traseira. Essas soluções de modularidade aproveitam a carroceria de 4,27 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,64 m de altura. O entre-eixos de 2,605 m supera o de um Jeep Renegade em 3 cm, o que sugere um espaço interno superior ao de seus rivais diretos, favorecido pela arquitetura elétrica dedicada. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Leapmotor A expectativa é de que o Leapmotor B03X ocupe uma faixa de mercado bastante estratégica no país. Considerando que o irmão maior B10 parte de quase R$ 179.990, o novo utilitário de entrada precisa chegar às concessionárias próximo dos R$ 140.000 para acirrar a disputa entre a Stellantis e as fabricantes chinesas, apostando na vantagem do seu carro ser um SUV compacto e na menor capacidade da bateria na versão de entrada. Publicidade View the full article -
[Eros]How Mobile Gaming Apps Are Reshaping the Gaming Industry Currently
' marcelomoti' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
The rapid evolution of mobile technology has revolutionized how people engage with digital entertainment, and casinospinkong.uk represents one of the most significant transformations in the gaming sector. With smartphones becoming increasingly powerful and internet connectivity increasingly available worldwide, mobile gambling apps have become a dominant force, transforming traditional casino experiences and generating unprecedented opportunities for players and operators alike. The Surge of Casino Gaming on Smartphone Platforms The shift of the gaming sector through mobile applications has been genuinely impressive, with millions of users now accessing poker, casino games, and sports betting directly from their mobile devices. This shift marks a significant transformation in how users engage with gaming content, moving away from desktop computers and physical venues toward convenient, pocket-sized experiences. The accessibility and immediacy of smartphone technology have drawn in a fresh wave of users who prioritize flexibility and on-the-go entertainment options. Market data shows explosive growth in the mobile gaming sector, with revenues continually surpassing traditional online gaming channels year after year. Industry analysts credit this success to various critical factors, including improved mobile payment systems, improved protection protocols, and refined app experiences that rival desktop experiences. The proliferation of high-speed mobile networks has further accelerated adoption, enabling smooth gaming experiences with minimal latency and interruptions across multiple geographic locations. Major gambling operators have recognized this trend and committed significant resources in creating specialized mobile applications that offer extensive casino game libraries and exclusive features. These apps now provide everything from live dealer games and progressive jackpots to instant sports betting and virtual reality experiences, all designed for touchscreen interfaces. The competitive landscape has intensified as companies race to capture market share, driving continuous innovation and enhancing user experiences in ways that serve players worldwide. Technology Driving Mobile Gaming Innovation The technical infrastructure of contemporary mobile gaming platforms depends on sophisticated software architectures that provide smooth interactions across diverse devices and different platforms. Cloud technology provides immediate access to vast game libraries without using up device space, while HTML5 technology guarantees smooth game performance on different screen sizes. Artificial intelligence algorithms customize player interactions by analyzing playing patterns and preferences, creating tailored recommendations that boost player engagement and enjoyment for each player. Progressive web applications have eliminated the need for traditional app downloads in many cases, allowing players to enjoy full-featured casino experiences directly through mobile browsers. Advanced graphics processors now deliver stunning 3D visuals and animations that match desktop quality, while optimized data compression techniques reduce bandwidth usage. Payment processing innovations including cryptocurrency integration and instant withdrawal systems have transformed financial transactions, making transactions faster and more secure than ever before. Advanced Security Features in Mobile Gaming Biometric authentication methods such as fingerprint scanning and facial recognition have become standard security measures in mobile gambling applications, providing convenient and reliable protection against unauthorized access. End-to-end encryption protocols protect sensitive financial data and personal data during transmission, while blockchain systems offer clear transaction histories that build trust. Multiple authentication factors provide extra security measures, ensuring that authorized users can retrieve funds and game options. Regulatory compliance tools built into mobile platforms automatically verify player locations and ages, stopping underage play and guaranteeing compliance to local legal requirements. Sophisticated fraud prevention systems utilizing machine learning detect questionable behavior instantly, safeguarding operators and players from potential threats. Routine security assessments and approvals from third-party auditors validate the integrity of randomization algorithms and fairness protocols integrated within mobile gambling applications. Live Gaming and Live Dealer Casino Games Live dealer technology has successfully bridged the gap between physical casinos and mobile platforms, streaming professional dealers in real-time through high-definition video feeds. Multiple camera angles and interactive chat features create immersive social experiences that replicate the atmosphere of traditional casino floors. Advanced streaming protocols minimize latency, ensuring that card deals, roulette spins, and other game actions appear instantaneously on mobile screens regardless of player location. Augmented reality features are beginning to enhance live dealer games by placing digital data over physical game elements, creating blended experiences that combine real-world authenticity with digital convenience. Adaptive bitrate streaming dynamically modifies video quality based on connection speeds, ensuring smooth performance even on slower networks. The addition of social capabilities allows players to interact with dealers and fellow participants, building player community that traditional mobile games cannot replicate. Market Development and Player Demographics The mobile casino market has experienced exponential growth over the past five years, with global revenues exceeding $100 billion in 2023 and projections suggesting ongoing growth through 2028. This significant increase is driven by technological advancements, regulatory changes in key markets, and evolving player preferences toward convenient, on-demand entertainment that are available from anywhere at any time. Period Market Size (USD Billion) User Base (Million) Expansion Rate (%) 2020 62.4 248 18.2 2021 76.8 295 23.1 2022 89.3 342 16.3 2023 104.7 398 17.2 User demographics show a varied gaming audience across multiple age groups and geographic regions. While millennials and Gen Z users represent the largest segment at 58% of total players, there has been significant expansion among senior players aged 45-65, who appreciate the accessibility and privacy that mobile platforms provide compared to traditional physical casinos. Regional analysis reveals North America and Europe commanding market share, accounting for approximately 65% of global mobile gambling revenue. However, emerging markets in Asia-Pacific and Latin America are seeing the fastest growth rates, with increases topping 30% annually as smartphone adoption deepens and compliance standards evolve to accommodate online gaming platforms. Key Elements That Set Apart Contemporary Mobile Gaming Applications Modern mobile gambling applications feature sophisticated capabilities that distinguish them from their desktop predecessors and conventional gaming experiences. These platforms utilize cutting-edge technology to deliver seamless gameplay, safe payment processing, and customized gaming content that adapts to individual user needs and patterns. The evolving landscape has compelled developers to continuously innovate, implementing features such as live dealer integration, social gaming elements, and artificial intelligence-powered recommendations. These improvements ensure that mobile gaming platforms not only reproduce but often outperform the engagement and functionality of conventional gambling environments. Interface Design and User Experience Easy-to-use interface and adaptive layout serve as the backbone of thriving mobile gaming applications, ensuring that players can reach their preferred titles with ease. Developers focus on touch-optimized controls, simplified navigation, and adaptive layouts that automatically adjust to various screen dimensions and display modes for maximum user experience. Visual aesthetics paired with performance optimization create immersive experiences that sustain high frame rates and crisp graphics even on budget-friendly hardware. Modern apps feature gesture-based controls, haptic feedback, and customizable interfaces that enable players to personalize their gaming environment according to personal preferences and accessibility requirements. Payment Processing and Withdrawal Methods Comprehensive payment ecosystems within mobile gaming platforms accommodate diverse transaction methods including credit card payments, e-wallets, cryptocurrency, and region-specific banking solutions. This flexibility enables users across various regions to deposit and withdraw funds using their chosen payment methods with minimal processing delays. Safety protocols like SSL encryption, two-factor authentication, and biometric verification protect payment operations while maintaining user convenience. Modern applications offer quick payout capabilities, straightforward fee structures, and streamlined identity verification systems that simplify the payment process without compromising regulatory compliance or security standards. The Upcoming era of Gaming on Mobile platforms The evolution of gaming on mobile platforms remains on an upward trend as new tech innovations reshape the sector, with immersive reality features, cryptocurrency payments, and artificial intelligence creating engaging gameplay that were once unimaginable in the palm of your hand. Cutting-edge biometric security for safer gaming 5G networks providing instant interactions Cryptocurrency integration for transactions AI-powered personalized game recommendations Cross-platform synchronization capabilities Advanced augmented reality casino features Industry analysts anticipate exponential growth as compliance standards develop worldwide, building consistent frameworks where innovation thrives while safeguarding users, ultimately cementing mobile apps as the primary gateway for virtual entertainment options. Popular Questions Is mobile casino gaming safe and secure? Yes, mobile gaming is generally safe when using licensed and regulated apps. Reputable operators implement advanced encryption technologies, such as SSL (Secure Socket Layer) protocols, to protect user data and financial transactions. Licensed platforms are regularly audited by independent testing agencies to ensure fairness and security. Players should verify that apps hold proper gaming licenses from recognized authorities, check for secure payment methods, read user reviews, and ensure their devices have updated security software. Responsible operators also provide tools for setting deposit limits and self-exclusion options to promote safe gaming practices. View the full article -
[4r]Omoda 2: SUV de entrada com motor 1.0 será o que esperávamos do Omoda 4
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O Omoda 3 foi apresentado em abril de 2025, depois o modelo trocou de nome para Omoda 4, justamente o carro que dirigimos na China na última semana. No entanto, não foi apenas o nome que mudou, o posicionamento do modelo também, justamente para abrir espaço para outro veículo. Se na apresentação original o Omoda 4 chegaria para concorrer com Volkswagen Tera e Jeep Avenger, apostando até em um conjunto mecânico 1.0 turbo flex híbrido pleno (HEV), agora as coisas serão diferentes. O Omoda 4 será posicionado abaixo do Omoda 5 e chegará híbrido flex ao Brasil. <span class="hidden">–</span>Renan Rodrigues/Quatro Rodas No entanto, ele não enfrentará mais rivais de entrada do mercado, mas sim os SUVs tradicionais, como Volkswagen T-Cross, Honda HR-V e Hyundai Creta. No lugar do prometido 1.0 turbo, estará o atual conjunto híbrido do Omoda 5. O SUV combina o motor 1.5 turbo a combustão de 135 cv e 20,4 kgfm e o motor elétrico de 204 cv para entregar 224 cv e 30,1 kgfm de torque. Continua após a publicidade A expectativa é que ele tenha preços próximos do Omoda 5 atual, ou seja, entre R$ 140.000 e R$ 150.000, mas é possível que o Omoda 5 fique mais caro após a reestilização já apresentada e abra espaço para o Omoda 4. É algo que só saberemos no primeiro semestre do próximo ano, quando a novidade desembarca no Brasil. <span class="hidden">–</span>Renan Rodrigues/Quatro Rodas Continua após a publicidade Fato é que toda essa movimentação ainda deixa a Omoda & Jaecoo sem um rival para um dos mais importantes segmentos de SUVs mais. É daí que vem a promessa feita no Salão de Pequim deste ano: Omoda 2 e Jaecoo 3. Os dois serão SUVs irmãos, cada um seguindo a filosofia de design de suas marcas, para brigar justamente nesse segmento de entrada dos SUVs. Apesar dos projetos confirmados, os carros ainda não existem, o que nos faz acreditar que seriam modelos para 2028 – em uma marca ocidental o prazo seria consideravelmente maior. Continua após a publicidade Para alcançar os objetivos do futuro Omoda 2, a fábrica em solo nacional será obrigatória. A ideia é encarar rivais que chegam na faixa das 7.000 unidades mensais. Dessa forma, a sequência das negociações para compra da fábrica da Land Rover em Itatiaia, no Rio de Janeiro, deve ser acelerada agora com o fim do período eleitoral. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Inteligência artificial identifica um novo buraco antes dele existir
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Tecnologia testada no estado de Victoria, na Austrália, quer antecipar reparos nas estradas e evitar acidentes e danos aos veículosView the full article -
Nakamichi Car Fragrance A Signature Scent for Every Journey. Discover two distinctive fragrances designed to elevate your driving experience. Sweet Blossom — Delicate florals with a soft, elegant sweetness. Blue Breeze — Refreshing citrus blended with warm, sophisticated woods. Crafted with carefully selected natural ingredients and expertly blended by professional perfumers. Two Scents. Two Moods. One Nakamichi Experience. #Nakamichi #NakamichiCarFragrance #CarFragrance #CarPerfume #caraccessoriesView the full article
-
ZERO POP: TROQUE A FONTE DE ÁUDIO SEM ESTALOS! 🔊🔥 Mais tecnologia e qualidade sonora em cada detalhe! O Expert X12 permite alternar entre as fontes de áudio sem aqueles estalos indesejados durante a troca! 🚀 E tem mais! Com a função CUSTOM, você pode personalizar o roteamento das entradas e ainda contar com uma indicação visual que facilita a identificação dos ajustes realizados. Mais praticidade, versatilidade e uma experiência sonora ainda melhor! ▶️ Confira no vídeo como funcionam esses recursos! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #ZeroPop #SomAutomotivo #ProcessadorDeAudio #TecnologiaView the full article
-
[JonalCarro2]Perdão de multa e isenção de pedágio: projeto de lei quer transformar o free flow
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Proposta em análise na Câmara dos Deputados tem o objetivo de isentar o pedágio de quem usa rodovia federal só dentro do próprio município e exige aviso de 90 dias antes de novas cobrançasView the full article -
[4r]Vidro elétrico travado ou subindo sozinho: o que pode ser e quando ir à oficina
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O vidro elétrico costuma passar despercebido até apresentar algum problema. Ele pode subir devagar, parar no meio do percurso ou voltar a abrir durante o fechamento. Observar como o sistema se comporta ajuda a identificar os sinais do defeito e a decidir quando procurar uma oficina. O que conferir primeiro? O funcionamento dos vidros elétricos varia conforme o modelo, e o manual do proprietário é a principal referência para entender os recursos do seu carro. Algumas verificações simples podem ser feitas pelo próprio motorista. Comece pela ignição: confira se ela está ligada ou se o carro está no modo que permite acionar os vidros. Em alguns modelos, os vidros funcionam por alguns minutos depois que o motor é desligado, mas deixam de responder quando uma porta é aberta. Depois, observe se o problema atinge apenas um vidro ou todos. Quando nenhum vidro funciona, a causa pode estar em um ponto comum, como o fusível do circuito. A verificação deve seguir o manual do veículo, que indica a localização e a especificação correta. Se for preciso trocar o fusível, use exatamente a especificação indicada. Se ele voltar a queimar, há um problema no circuito que precisa ser investigado, e não adianta insistir na troca. Se o problema estiver nos vidros dos passageiros, confira o botão de bloqueio, normalmente localizado no painel da porta do motorista. Ele costuma impedir que os vidros traseiros sejam comandados pelos interruptores dos passageiros. Se o carro permitir comandar esses vidros pela porta do motorista, teste também por ali. Se funcionar, o defeito pode estar no interruptor do passageiro. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Por que o vidro trava ou para de responder? Quando apenas um vidro deixa de funcionar, a falha pode estar no interruptor, na alimentação elétrica, no motor, no sistema de controle ou no mecanismo que movimenta o vidro dentro da porta, chamado de máquina de vidro. Fios rompidos no chicote que passa entre a porta e a carroceria, na região da dobradiça, também podem interromper o funcionamento. Observar como o vidro se comporta ajuda a relatar o defeito, mas não confirma sua causa. Um ruído ao acionar o botão pode vir do motor, do mecanismo ou de outra peça, e a ausência de ruído também não confirma uma falha elétrica. Continua após a publicidade Após vários acionamentos consecutivos, alguns sistemas podem interromper temporariamente o funcionamento para evitar o superaquecimento. Se o vidro voltar a funcionar após uma pausa, essa pode ser uma explicação. Caso a falha se repita com uso normal, procure uma oficina, pois também pode haver um problema intermitente. Vidro lento ou desalinhado: qual a diferença? O vidro lento sobe e desce de forma uniforme, mas com velocidade menor que a habitual. A lentidão pode estar relacionada ao atrito nas canaletas, ao desgaste do mecanismo ou a uma falha elétrica. Continua após a publicidade O vidro desalinhado se movimenta de forma irregular. Ele pode ficar inclinado, trepidar, fazer ruído de atrito, não encostar completamente na borracha superior ou deixar entrar vento e água. Esses sinais podem indicar problemas nas guias do vidro ou no mecanismo instalado dentro da porta. Por que o vidro volta a abrir ao fechar? Muitos carros têm uma função antiesmagamento, que interrompe o fechamento e faz o vidro voltar a abrir quando algo impede o movimento. É uma proteção para evitar ferimentos, especialmente em crianças. Se o vidro volta a abrir com frequência sem nenhum obstáculo, a causa pode ser mecânica, como atrito ou desgaste, ou estar relacionada ao sistema de controle. A função antiesmagamento não está presente em todos os veículos ou vidros e pode depender da correta configuração do sistema. Continua após a publicidade É possível diminuir o custo final do reparo e prevenir falhasErik Mclean/Pexels/Reprodução Em alguns carros, os vidros fecham automaticamente quando o motorista tranca as portas pela chave ou pelo controle remoto, por função de fábrica ou por acessório instalado depois. Um comando remoto acionado sem perceber ou uma função automática configurada podem explicar o movimento. Continua após a publicidade Se o vidro se movimentar sem comando, evite utilizar os acionamentos elétricos até esclarecer a causa. O movimento inesperado pode causar ferimentos, sobretudo em crianças e animais. O vidro perdeu o automático depois da troca da bateria. O que fazer? Em alguns carros, desconectar ou trocar a bateria afeta o fechamento ou a abertura com um toque. O vidro continua funcionando enquanto o botão é mantido acionado, mas perde o automático. Os procedimentos de reprogramação variam entre fabricantes, no número de etapas e no tempo em que o botão deve ser mantido acionado. Por isso, siga apenas a sequência indicada no manual do seu carro. O que fazer quando o vidro fica aberto? Não force o vidro com as mãos ou com ferramentas. Isso pode danificar o mecanismo, desalinhar o vidro na canaleta ou quebrá-lo. Proteja o interior do carro contra chuva com uma cobertura provisória que não danifique a pintura nem as borrachas. Evite deixar o veículo estacionado em local inseguro e retire objetos de valor do interior. Se o carro tiver seguro ou assistência, verifique se há cobertura para esse tipo de atendimento. Quanto pode custar o reparo? O custo depende do veículo, da peça afetada e da mão de obra. Uma troca de interruptor tende a ser mais simples do que a substituição do motor, da máquina de vidro ou do módulo de controle. Em alguns carros, o motor e a máquina são vendidos como um conjunto, o que pode elevar o valor. O custo da mão de obra também depende do trabalho necessário para acessar o mecanismo, que pode exigir a remoção do forro da porta. Peça um orçamento por escrito que separe peças e mão de obra e informe se a peça é original ou de outro fabricante. Se o carro ainda estiver na garantia de fábrica, consulte as condições de cobertura e as orientações da montadora antes de autorizar o reparo. Como prevenir falhas nos vidros elétricos? Evite acionar o vidro quando houver obstáculos ou gelo e não insista no comando se ele travar. A limpeza das borrachas e das canaletas deve seguir as orientações do manual sobre os produtos adequados. Ao lavar o carro, cuide para não direcionar jato de alta pressão para as frestas das portas. Se for instalar acessórios que atuam nos vidros, como módulos de fechamento automático, recorra a um profissional qualificado e verifique a compatibilidade com o veículo. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Publicidade View the full article -
[CE1]ARC Audio Signs On as Title Sponsor for the Southeastern International Sound Challenge
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
Sound quality competition is heading back to Perry, Georgia. The Southeastern International Sound Challenge takes place August 21 and 22, with ARC Audio on board as title sponsor. Held in conjunction with the Florida Sound Quality Group, the event is a pure SQ show built around a money round, with four sanctioning organizations taking part:...View the full article -
[CE1]GEMSEN Brings Over 20 Canadian Dealers to SEMA 2026 for a VIP Experience
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
GEMSEN Distribution is taking more than 20 of its top Canadian dealers to the SEMA Show in Las Vegas this November, adding full VIP treatment to its annual dealer trip. Following last year's format, GEMSEN will lead exclusive guided booth tours with its vendor partners, giving dealers an up-close look at the latest products shaping...View the full article -
[EstudoDoAudio]ALINHAMENTO de um Sistema de SOM MULTIPROCESSADO | Maram Beach Garden - SC
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
*QUER APRENDER ALINHAMENTO DE SOM E ESTRUTURA DE GANHO?* Conheça nosso combo de cursos: - Alinhamento de Som com Smaart - Aplicação de Potência em Alto-falantes e Limiter São dois cursos completos, com aulas gravadas e encontros ao vivo em novembro, abordando medições, alinhamento, estrutura de ganho, aplicação de potência e configuração de limiters. Acesse: https://www.estudodoaudio.com.br *Como alinhar um sistema de som multicanais? E será que um DJ pode tocar com o VU no vermelho sem distorcer o sinal?* Neste vídeo, mostro os bastidores do sistema de som instalado pela Akasha Acústica no Maram Beach Garden, na Praia do Rosa, em Santa Catarina. Você vai conhecer um sistema de som distribuído e multicanais, com caixas acústicas EVA da Akasha, kickbass, subwoofers, amplificadores e processamento de áudio. Também acompanhe as medições com Smaart e os ajustes de tempo e fase realizados para integrar as diferentes vias e zonas do sistema. *CDJs, RMX E ESTRUTURA DE GANHO NA PRÁTICA* Durante o vídeo, recebo o Anderson, aluno do EstudoDoAudiO e parceiro da Akasha na Praia do Rosa, que apresenta uma aula prática sobre a montagem e configuração de um setup profissional de DJ. Ele demonstra como conectar e interligar CDJs, utilizar a RMX, organizar as conexões e ajustar corretamente a estrutura de ganho. Também utilizamos um osciloscópio para verificar o sinal na saída do mixer e demonstrar como o ajuste de Mixer Attenuation pode permitir uma saída sem clipping, mesmo quando os indicadores de nível estão no vermelho. Essa demonstração reforça um princípio fundamental: não basta ter um sistema de som bem dimensionado e alinhado se o sinal que chega ao processamento já estiver distorcido. *CAPÍTULOS DO VÍDEO* 00:00 DJ no vermelho: sinal distorcido ou limpo? 00:38 Sistema de som multicanais do Maram | Caixas EVA, kickbass e subwoofers 01:40 Processadores de áudio e amplificadores 02:38 Medições com Smaart: resposta do subwoofer 04:12 Alinhamento de tempo: PA e delay 09:54 Como montar um setup de DJ 10:43 Conexões e estrutura de ganho para DJs 15:57 VU vermelho: osciloscópio e Mixer Attenuation *SOBRE O PROJETO* Local: Maram Beach Garden — Praia do Rosa, Santa Catarina Sistema de som: Akasha Acústica Projeto, processamento e alinhamento acústico apresentados pelo EstudoDoAudiO. Participação técnica: Anderson, aluno do EstudoDoAudiO e parceiro da Akasha na região. *IMPORTANTE SOBRE A DISTORÇÃO* A indicação vermelha no mixer não significa necessariamente que o sinal esteja distorcido na saída. O resultado depende do equipamento, dos estágios de ganho e da configuração utilizada. Neste vídeo, mostramos uma situação específica, verificada com osciloscópio, em que o ajuste de atenuação permite obter um sinal de saída sem clipping visível na medição. Isso não significa que seja seguro operar qualquer mixer no vermelho indiscriminadamente. *Inscreva-se no canal para acompanhar novos projetos, medições e demonstrações práticas de áudio profissional.* #EstudoDoAudiO #AkashaAcustica #AlinhamentoDeSom #Smaart #SistemaMulticanais #EstruturaDeGanho #CDJ #AudioProfissionalView the full article -
[4r]Cadeirinha no carro: o que diz a lei, qual dispositivo usar e como instalar corretamente
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Escolher uma cadeirinha infantil exige mais do que considerar a idade da criança ou o preço do produto. À medida que ela cresce, as necessidades mudam, e características do próprio carro podem influenciar a escolha e a instalação do equipamento. Alguns detalhes passam despercebidos na hora da compra, mas fazem diferença na segurança durante o trajeto. O que diz a lei sobre o transporte de crianças? O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina que crianças com idade inferior a 10 anos que não tenham atingido 1,45 m de altura sejam transportadas nos bancos traseiros, ressalvadas as exceções regulamentadas. O equipamento que cada criança deve usar é definido pela Resolução Contran nº 819/2021, que estabelece o cinto de segurança ou o dispositivo de retenção para cada fase, respeitados os limites informados pelo fabricante. Transportar crianças em desacordo com essas normas é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo até a correção. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Qual dispositivo usar em cada fase? A Resolução define quatro categorias: Continua após a publicidade Bebê-conforto (instalado no sentido contrário ao da marcha): indicado para crianças com até um ano ou com até 13 kg Cadeirinha: para crianças com mais de um ano e até quatro anos, ou com peso entre 9 kg e 18 kg; Assento de elevação: indicado para crianças com mais de quatro anos e até sete anos e meio, ou com até 1,45 m de altura e peso entre 15 kg e 36 kg; Cinto de segurança do veículo: vale para crianças com mais de sete anos e meio e até dez anos, ou com altura superior a 1,45 m. As faixas de uso se sobrepõem. Uma criança de oito anos que ainda não atingiu 1,45 m, por exemplo, já se enquadra na faixa etária prevista para o cinto de segurança, mas também pode usar o assento de elevação, desde que respeite os limites de peso e altura do dispositivo. A escolha deve considerar a regulamentação e as orientações do fabricante. Continua após a publicidade Quando a criança pode ir no banco da frente? O documento admite o transporte de crianças com menos de 10 anos no banco dianteiro, com o equipamento adequado ao peso e à altura, em quatro situações: Caso o veículo tenha apenas banco dianteiro; Quando o número de crianças nessa faixa excede a lotação do banco traseiro; Quando o banco traseiro tem originalmente apenas cintos de dois pontos, também chamados de subabdominais; Se a criança já atingiu 1,45 m de altura. Continua após a publicidade Se o banco do passageiro tem airbag, as regras são mais restritas. Para crianças de até sete anos e meio, é proibido usar dispositivo voltado para trás nesse banco, pois a abertura do airbag pode atingir o painel e projetá-lo contra a criança. Salvo instrução do fabricante do veículo, o banco do passageiro deve ficar na última posição de recuo. As montadoras também podem estabelecer restrições adicionais, que devem constar do manual do carro. Alguns detalhes do carro fazem diferença na instalação do dispositivoVolvo/Reprodução Continua após a publicidade Táxi, aplicativo e transporte escolar precisam de cadeirinha? O documento dispensa as exigências de dispositivo de retenção para crianças de até sete anos e meio em veículos de transporte coletivo, táxis, veículos escolares e veículos com peso bruto total acima de 3,5 toneladas. Para os carros de aplicativo, a dispensa vale apenas durante a prestação do serviço. Porém, sempre que possível, leve uma cadeirinha compatível com a criança e com o veículo. Como escolher o dispositivo? Os dispositivos de retenção infantil devem ter o selo de certificação do Inmetro. Antes da compra, verifique a compatibilidade com o carro. Uma cadeirinha que se encaixa bem em um modelo pode ficar instável em outro. Isso pode acontecer por alguns motivos: inclinação ou do formato do assento, posição das fivelas e o comprimento do cinto ou do encosto de cabeça do banco. ISOFIX e cinto de segurança O ISOFIX prende o dispositivo a pontos de ancoragem da estrutura do carro e facilita a fixação em veículos e dispositivos compatíveis. Para usá-lo, o carro precisa ter o sistema, e o dispositivo deve ser compatível com o modelo. Na fixação pelo cinto, o essencial é passá-lo pelos guias indicados pelo fabricante e deixá-lo bem tensionado. Continua após a publicidade Como instalar corretamente? Antes de tudo, leia o manual do dispositivo e o manual do veículo. Eles indicam os bancos compatíveis, o tipo de cinto exigido e eventuais restrições do modelo. Depois de instalado, o dispositivo não deve se deslocar com facilidade quando empurrado para os lados ou para a frente. As alças internas devem ficar ajustadas ao corpo da criança, nem frouxas, nem excessivamente apertadas. Roupas volumosas, como casacos grossos, podem dificultar esse ajuste. O assento de elevação depende do cinto de três pontos do carro. O cinto deve passar pelo meio do ombro, sem tocar o pescoço, e sobre a região do quadril, sem atravessar a barriga. A resolução admite, excepcionalmente, que crianças com mais de quatro anos e menos de sete anos e meio usem apenas o cinto de dois pontos no banco traseiro quando o veículo tiver originalmente esse tipo de cinto. O que verificar ao comprar uma cadeirinha usada? Confira se o dispositivo tem o selo do Inmetro, o manual de instruções e todas as peças originais. Observe se há rachaduras, deformações ou desgaste nas alças e verifique se o fabricante indica prazo de validade para o modelo. Além disso, pergunte sobre o histórico do produto. Se o histórico de colisões for desconhecido, a compra exige cautela, porque danos internos nem sempre são visíveis. O que fazer em caso de acidente ou defeito? Depois de uma colisão, consulte o fabricante e as orientações específicas do modelo para saber se o dispositivo precisa ser substituído. O Inmetro mantém o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), disponível no Portal de Serviços do instituto, para que o consumidor comunique acidentes e incidentes envolvendo o dispositivo. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Pesquisa revela os defeitos mais comuns em carros chineses Publicidade View the full article - Yesterday
-
[RS]As 3 Funções Escondidas no PROCESSADOR DE ÁUDIO? QUASE NINGUÉM USA
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em Som Automotivo na Internet
🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 As 3 Funções Escondidas no PROCESSADOR DE ÁUDIO? QUASE NINGUÉM USAView the full article -
[4r]Renault Oroch sai de linha no Brasil e será substituída por Niagara 1.3 turbo manual
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
A Renault Oroch encerrou definitivamente o seu ciclo industrial no mercado brasileiro. A produção da picape foi encerrada no mês de outubro na fábrica de São José dos Pinhais (PR). A confirmação do fim da linha partiu da própria Renault, que prepara o lançamento da nova picape Niagara no Brasil em 10 de novembro. A decisão de descontinuar a caminhonete nacional reflete a fase atual de transição de gama de produtos e de estrutura da Renault no Brasil. A Renault Niagara é fabricada em Santa Isabel, na Argentina. Com esse remanejamento, a fábrica paranaense permanece com os Renault Kwid, Duster, Kardian, Boreal e com o Geely EX5 EM-i. Em breve, também montará o elétrico Geely EX2 e um novo SUV da Renault baseado no EX5. Como ficam as versões voltadas para o trabalho sem a Oroch? <span class="hidden">–</span>Divulgação/Renault Lançada em 2015 com base no antigo Renault Sandero, a Renault Oroch sofria com as limitações de um projeto antigo. A saída de linha da veterana não significa que a montadora francesa abrirá mão das vendas focadas no segmento comercial. Continua após a publicidade Para assumir a base deixada pela Oroch, a Renault garantiu que a nova Niagara contará com configurações equipadas com câmbio manual de seis marchas, mas combinado ao motor 1.3 turbo flex de 160 cv e 27,5 kgfm. Essa aposta de engenharia atende diretamente o caixa de frotistas. Versões mais completas terão câmbio de dupla embreagem com seis marchas. Oroch mantinha parte do painel do velho DusterFErnando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade A Renault Oroch permanece no site da fabricante enquanto houver estoque nas concessionárias. A Oroch saiu de linha sendo oferecida na versão de entrada Pro (R$ 126.690), na intermediária Intense (R$ 134.390) e na topo de linha Iconic (R$ 140.790). Todas compartilham o motor quatro cilindros 1.6 aspirado de 112 cv e 15,6 kgfm, sempre acoplado à transmissão manual de cinco marchas. O Renault Oroch se despede com um volume contido em seus últimos balanços. Em 2025, o veículo garantiu 11.624 licenciamentos, enquanto os primeiros oito meses de 2026 somaram apenas 7.302 registros. Continua após a publicidade Duster Oroch 2015Marco de Bari/Quatro Rodas Em perspectiva histórica, porém, a caminhonete cumpriu sua tarefa de desbravar a categoria desde o seu nascimento em 2015 — nascendo como Duster Oroch e simplificando o batismo apenas em 2022 —, ultrapassando as 270.000 unidades produzidas. A Oroch foi um dos carros nacionais exportado para o maior número de mercados, chegando à América Central e à África. Publicidade View the full article -
[4r]Qual o passo a passo para obter placa preta para carros antigos em SP
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Ter um carro com placa preta valoriza o modelo comercialmente de 20% a 30% e concede a ele um prestígio. Trata-se de um reconhecimento oficial como um item de coleção. No estado de São Paulo, a frota de veículos de coleção passa de 85.000 unidades. Neste ano, até o fim de setembro, foram 12.360 pedidos de regularização, o que representa um aumento de 47,4% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Detran-SP. Mas como ocorre o processo para a obtenção deste item? Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Para os proprietários de automóveis do estado de São Paulo, o Detran-SP tem uma página dedicada a veículos antigos, que centraliza os dois serviços mais procurados por colecionadores: a regularização de veículos com placa amarela e a obtenção da placa preta. A regularização pode ser realizada na transferência de propriedade ou na emissão de um novo Certificado de Registro de Veículo (CRV). Continua após a publicidade Qual carro tem direito a placa preta? O carro com direito a placa preta tem que ter sido fabricado há 30 anos; possuir um valor histórico próprio e características de conservação e originalidade atendendo aos critérios estabelecidos na Resolução CONTRAN nº 957/2022; estar em condições de circulação em via pública; e possuir o Certificado de Veículo de Coleção (CVCOL), expedido por uma entidade credenciada pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Caso a placa do automóvel ainda seja no padrão antigo, conhecida como placa amarela, utilizada no Brasil entre a década de 1970 e o início dos anos 2000, o modelo deverá ser regularizado por meio desta página do Detran-SP, onde é possível solicitar atualização de placa de duas letras para o padrão Mercosul. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Reprodução/Presidência da República Avaliação do veículo e emissão do CVCOL Para a emissão do CVCOL, o dono deverá procurar um clube de veículos antigos credenciado pela Senatran e checar as condições para filiação. Cada clube possui suas próprias taxas de inscrição e anuidade. Após a filiação, o clube avaliará o carro ao considerar aspectos como a autenticidade das peças, o estado de conservação, mecânica, parte elétrica e interior. Carros modificados No caso de carros modificados, caso de suspensão, cor ou rodas, por exemplo, o proprietário deverá acessar o portal do Detran-SP e solicitar a autorização prévia para a realização de inspeção veicular em Instituição Técnica Licenciada (ITL). Continua após a publicidade Aero Willys modelo 1962 com placa preta, de colecionador particular.Acervo/Quatro Rodas Análise do Detran-SP Com o carro no padrão correto, o Detran-SP analisará a documentação apresentada e, caso todos os requisitos forem atendidos, realizará os procedimentos necessários à atualização cadastral, alterando espécie do veículo para “coleção”. Continua após a publicidade Após a regularização, será emitido o documento do veículo com a espécie “Coleção”, o que permite ao proprietário realizar o emplacamento com a placa preta no padrão Mercosul. A regularização de veículo de coleção envolve as taxas aplicáveis aos serviços do Detran-SP e eventuais custos de serviços externos, conforme os procedimentos necessários para a regularização. Quilometragem de carro usado: como ver o histórico no Detran-SP Continua após a publicidade Emplacamento Após a emissão do documento atualizado, o proprietário deverá ir a uma empresa estampadora de placas credenciada para solicitar o emplacamento do veículo com placa preta no padrão Mercosul. O pagamento pelo serviço deverá ser realizado diretamente à empresa. Custos Os valores de inspeções e serviços técnicos não são fixados pelo Detran-SP são definidos pelas empresas credenciadas responsáveis. Veja abaixo. Taxa de emissão de nova via do CRV: R$ 469,91 – se o licenciamento do ano em curso não tiver sido realizado; R$ 295,83 – se o licenciamento do ano em curso já tiver sido realizado. Laudo de ITL (quando a modificação exigir inspeção técnica): Valor definido pela Instituição Técnica Licenciada. Pagamento direto à ITL. Laudo de vistoria veicular (ECV): Vistoria de Segurança Veicular no valor de R$ 211,31 Placas de Identificação Veicular (PIV – padrão Mercosul): O valor é cobrado pela empresa estampadora credenciada. Publicidade View the full article -
[4r]Mesmo com imposto de 35%, montar elétrico chinês no Brasil sai mais barato
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
As mudanças na tributação dos veículos sempre dão o que falar entre as empresas que atuam no mercado, sendo algumas contra e outras a favor. O cronograma impôs a alíquota de 35% para a importação de carros eletrificados semidesmontados (SKD), desde 1º de julho de 2026. A partir de 1º de janeiro de 2027, porém, valerá para veículos completamente desmontados (CKD). Outro fator para alimentar a discussão foi a liberação de cotas, por meio do governo federal, de um teto de R$ 2,4 bilhões para que as fabricantes importem os kits CKD e SKD com alíquota zero por seis meses, desde julho. Para as marcas que ultrapassarem essa cota, o cronograma original de elevação tarifária segue valendo. Analistas indicam que 35% de imposto de importação para carros desmontados não muda a competitividade dos produtos chineses, apenas reduz as margens de lucro. Algumas montadoras já declararam que ainda vale a pena importar mesmo com essa taxa. Continua após a publicidade “É economicamente defensável dizer que, para determinados modelos e volumes de produção, a conta ainda fica mais favorável à importação de peças ou subconjuntos prontos da China”, explica Milad Kalume Neto, diretor executivo da K.Lume Consultoria. Na projeção do consultor, considerando um carro elétrico como referência e custo industrial equivalente a R$ 100.000, caso esse modelo chegue em um kit desmontado, com 85% de conteúdo importado e 15% de fornecimento local, mais os 35% de imposto de importação, o custo total ficaria em R$ 135.000. O mesmo modelo, com 50% a 70% de peças locais, vai cobrar por ter peças mais caras (menor escala), pelos investimentos feitos pela fabricante, além de custos indiretos de fabricação. Com isso, a montadora pagaria entre R$ 145.000 e R$ 175.000 para produzir o mesmo carro. Continua após a publicidade “É provável que exista uma breve corrida de importação e aumento dos emplacamentos antes da virada dos impostos… As maiores marcas segurando os preços para ganhar participação e as menores tendem a perder espaço”, afirma Neto. Publicidade View the full article
AutoForum.com.br
O fórum para os maniacos por som automotivo e automóveis