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Ri7

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Tudo que Ri7 postou

  1. Fala Povo! usar muito ou pouco atraso não quer dizer nada...pq isso depende exclusivamente da distância relativa entre cada alto-falante... Não esqueçam que o delay é calculado pela DIFERENÇA da maior para a menor distância entre os alto-falantes e nossos ouvidos. Por exemplo, se o falante do lado do passageiro estiver a 1,5m do ouvinte e o do lado do motorista estiver a 0,5m de distância, temos uma diferença de distância de 1m entre eles. Ou seja, 1000mm (pra facilitar a conta). Convertendo isso para tempo: 1000mm / 344m/s = 2,9ms Esse é o atraso que deve ser aplicado no canal mais próximo. []s Ri7
  2. Fala Hell! Bom...como o caríssimo amigo Sandro já explicou, o que eu disse foi basicamente o que o próprio site que vc 'mandou' eu ler diz: "Especificamente, para o cobre, o melhor valor para N é 8,5.1022 elétrons/cm3, o que nos leva a vm = 0,03 mm/s. Como se vê, uma velocidade muito pequena para os padrões humanos ... mas, para o elétron e suas dimensões isso o torna um verdadeiro "The Flash"! Assim, como sabemos que o campo elétrico se estabelece ao longo do fio a uma velocidade de 300 000 km/s, se tivermos um fio de comprimento 300 000 km, e soubermos que num dado instante um certo número de elétrons estão atravessando uma seção A numa extremidade do fio, um segundo depois o mesmo número de elétrons estará atravessando a seção B na outra extremidade do fio e, nesse um segundo, cada elétron deslocou-se apenas de 0,03 mm." A velocidade dos elétrons no cobre eu sei desde o colégio :D Só que estamos falando do SINAL........... Imagine se o sinal se deslocasse a 0,03mm/s (milímetros por segundo)...levaria só 100 segundos pra andar 3mm...imagine para andar os 5 metros de distância do amplificador até o falante :D Levaria quase 28 minutos pro sinal chegar :D heheheheehhe Mas como vc disse, não vamos nos aprofundar no assunto, já que o foco deste tópico é alinhamento de tempo dos canais Abraços, Ri7
  3. hehehehe! Quilometros de fio é apenas uma brincadeira... A velocidade da energia no fio é próxima à da luz...não teria NENHUMA possibilidade disso vingar. NO CARRO, exceto que o ouvinte sente no meio dos falantes OU consiga-se uma proeza de instalar cada canal EXATAMENTE à mesma distância do ouvinte, não será possível ter um foco/palco perfeitos sem TA. []s Ri7
  4. heheheh Velhos tempos! :D []s Ri7
  5. hahuahuahuahuahuahu vcs nunca ouviram falar em sentar no banco de trás? Ou todo mundo tem carro 2 lugares aqui? heheheeheheh PS. E cuidado para não se assustarem...mas os graves dos mid-bass costumam ser mais fortes no banco de trás. Abraços, Ri7
  6. Fala Dj! Como os amigos disseram...a posição 3 tbm é satisfatória, e acredito que custe bem menos para fazer ehehe Agora...se vc puder, e tiver canais suficientes...procure usar o recurso 3vias caso compre mesmo o 860mp...assim com certeza vc vai conseguir equilibrar muito melhor os tweeters e a transição com o mid-bass. Abraço! Ri7
  7. To achando q o Abreu andou lendo o tópico sobre o artefato Clarion do Tibet Show de bola o relato! []s Ri7
  8. hhuauhauhahuhuahu O problema não é o treinamento no Tibet...e sim os full-ranges de epiderme de anãs-assexuadas huahuahahuhu O seu sistema permite sim usufruir das vantagens do TA...desde que bem alinhados os falantes e com cortes bem feitos. E quanto à sua discografia, sem dúvida tirará muito proveito do TA. Quando eu me refiro à música eletrônica, é aquela feita por computador/sintetizador. E para regular o TA...no pioneer basta medir []s Ri7
  9. Fala Felipe! Foi mais ou menos o q eu disse com essa frase: "Desde que o resto do sistema seja razoavelmente bom, vale a pena ter o recurso para poder focar o 'palco', e preencher mais uniformemente a cabine" Dois são os fatores limitantes para que o TA seja de fato eficiente: 1 - Sistema que permita de fato que o alinhamento (seja pelo TA, seja sentando no meio do carro) faça seu trabalho, ou seja, toque de forma razoavelmente plana a maior e principal gama de frequências, e esteja bem calibrado em matéria de ganho e cortes; e 2 - Que o ouvinte esteja familiarizado com as regulagens e ouvindo músicas que de fato permitam ter essa sensação. De nada adianta, por exemplo, ouvir uma música eletrônica comum, que o 'palco' não estará lá...embora o foco sim. Porém uma coisa é fato, se o sistema estiver bom, não há necessidade de treinamento para sentir a diferença entre o alinhamento e a falta dele. Não fazendo nenhuma crítica ao seu sistema, pois não conheço, acredito que este seja o motivo e não o seu ouvido, afinal, se alguém falar do seu lado vc VAI saber que lá está, e atrás a mesma coisa, ou seja...se o sistema de fato reproduzir a sensação de ambiente, vc com certeza perceberá. E esta é a principal forma de avaliar alguns sistemas ditos 'hi-end' hehe Abraço Ri7
  10. Heheheheh A questão principal do TA é que, pra manter os alto-falantes tocando no mesmo volume, mesmo alguns estando BEM mais perto que outros, é indispensável que pelo menos se possa atrasar o sinal deles. Por isso minha afirmativa. E é isso mesmo...o TA não altera de forma alguma a qualidade do som para melhor. Via de regra diriam alguns puristas que até piora... Mas na prática o ganho é brutal! E concordo contigo...o melhor custo x beneficio é de longe o 860mp. Abraço! Ri7
  11. Fala Dj! Já tive sistemas com os dois tipos de player...aí vão algumas opiniões... 1) Compensar, compensa. Desde que o resto do sistema seja razoavelmente bom, vale a pena ter o recurso para poder focar o 'palco', e preencher mais uniformemente a cabine. Só não sei se o dobro compensaria... 2) Difícil precisar quantos '%' o som melhora com isso. Melhora muito nos quesitos que comentei no item 1, mas nada muda em relação ao som, equilíbrio tonal, timbre, ataque, etc. A grande melhora é no 'conforto' auditivo, sensação de estar no centro do 'palco' e ainda ter a possibilidade de 'focar' os instrumentos nas posições onde estavam na gravação. 3) Se eu puder escolher, no âmbito automotivo, preferiria um aparelho com esse recurso. Conviveria com um player sem ele, bem regulado sim, mas podendo escolher eu não pensaria duas vezes. Afinal, tirando os colegas que possuem 'McLaren F1', ninguém mais senta no meio 4) A velha polêmica hehehehe Eles estão desfrutando de qualidade irretocável, porém enfrentam problemas de direcionamento e fase até conseguir extrair o máximo do sistema, dada a própria localização física dos alto-falantes dentro do carro. Dá pra resolver...mas é algo bastante complexo de se fazer. Como eu disse anteriormente, esse recurso em nada acrescenta qualidade ao som em si, e sim na forma com que ele chega aos nossos ouvidos, ou seja, mais 'organizadamente'. 5) Não tem o número 5 por aí? 6) Já fiquei tanto tempo apertado por causa de som, que com certeza ficaria nesse caso ehheheheh Se houver a possibilidade de adquirir um dos player com este recurso, vá fundo. Dos player citados eu iria de 860mp, pela infita quantidade de regulagens que ele permite fazer, possibilitando extrair mais do seu sistema. []s Ri7
  12. Fala pessoal! Estou falando dos full-ranges justamente dos ultra-micro systems JVC. Desde os antigos que tinha drivers de polipropileno, até os mais modernos de kevlar e madeira. Aquelas caixinhas minúsculas costumam impressionar muito quem ouve, embora precisem de caixas não muito pequenas para tocar. Quanto ao driver de madeira, eu já ouvi por um tempo (não muito) e gostei demais dos agudos e principalmente dos médios. Achei ainda superior ao de kevlar, este que eu conheço bem melhor (tenho). []s Ri7
  13. Fala Dj_Vini! A JVC sempre teve produtos de muita qualidade. O grande problema deles sempre foi o preço e as funções agregadas. A JVC há anos possui players hi-fi... SH-55, SH-77, SH-99R, isso sem falar dos ultimos SH, da linha Arsenal (o tal AR) e os EXAD. Dos amplificadores, é desnecessário comentar eheheh Eles ainda fazem uns dos melhores full-ranges comerciais. Isso não é propaganda, hehehe, é só um comentário! [ ]s Ri7
  14. Fala Working! Com certeza na faixa dos amplificadores entry-level as diferenças serão gritantes devido aos próprios métodos de amplificação, topologia dos circuitos, qualidade dos componentes e etc. Por isso fiz questão de frisar a importância de se comparar sempre amplificadores do mesmo nível de refinamento técnico, como é, supostamente, o caso do artigo em tela. Quando eu disse que um AB não seria páreo para o DLS do amigo Fernando, é justamente devido a isso. Mas um Clean, em tese, já seria suficiente, embora eu me lembre de ter visto uma foto interna de um DLS e este usava o método padrão de amplificação com transistores e não CIs, então eu elegeria o Flat para esse comparativo. Aproveitando sua pergunta e fazendo um gancho no que o Fernando vem afirmando e o que os amigos Crasher, Guijs e Murilo estão discutindo, eu diria que a fator principal e delimitante para que os amplificadores soem 'todos iguais' começa na escolha errada (para determinado sistema) do conjunto de alto-falantes, que eu tratei de transdutores, dos cabos, quem sabe até da fonte. O amplificador, deveria em tese, apenas 'amplificar' o sinal recebido...sem tirar nem por. Sob este ponto de vista, todos seriam iguais. Só que na prática, como NADA tem rendimento 100%, isso é impossível. Só se pode chegar perto dessa isenção quando se fala de amplificadores. Pois bem, se a comparação é de equipamentos bons, teoricamente devem estar o mais próximo possível daquele tal 100%, e dessa forma, se soam 'iguais' é possível que existam gargalos novos, costumeiramente presentes nos alto-falantes. Cabos também. Afinal, a tal indutância/capacitância/resistência dos cabos é, não por acaso, o mesmo circuito teórico de um alto-falante, e estas grandezas interagem íntimamente com o comportamento do amplificador, até alterando suas respostas. Por isso, eu, particularmente, prefiro começar a escolha do sistema pelos alto falantes. É mais fácil perceber e avaliar a fidelidade destes do que dos amplificadores, e é algo que com poucos testes é possível constatar. Depois com calma eu escrevo algo sobre isso. Ainda sobre o tema do tópico, que está se desvirtuando, como já disse e reafirmo, não concordo com a afirmação de que todos os amplificadores soem iguais, e sim que devem existir outros fatores que levaram os avaliadores a chegarem nessa conclusão. Contiuemos a ouvir as opiniões dos colegas foristas, pois acho muito sadia esta discussão (embora ela não leve a nenhum lugar muito útil, verdade seja dita hehe mas é uma boa ginástica mental) [ ]s Ri7
  15. Heheheh Concordo com o Dereg! Um post tão atribulado e nenhum atrito? hauhuahua Muito bom! :D Dá até vontade de escrever! Falarei por mim novamente, sobre oq está sendo discutido aqui. Já participei de vários testes de sistemas de som, sejam amplificadores, falantes, salas, carros...Alguns inclusive aqui no fórum (tão controvertidos hehe). Alguns cegos, outros abertos. O que mais chama minha atenção é o nível de maturidade necessário para que um teste aberto seja de fato verossímil. A grande maioria das pessoas é SIM levada a crer que o equipamento que é tido como 'superior' ou que é mais caro é também superior em desempenho. Porém percebi que muita gente, após algum tempo perde essa característica, mas isso não se afirma, tem de ser reconhecido por outra pessoa. Conforme o nível dos equipamentos vai subindo, as diferenças vão ficando tão ínfimas que por vezes é até melhor que o teste seja cego, até porque o próprio sistema 'neural' humano torna-se mais sensível ao desconhecido, muito mais sensível. Eu tive algumas oportunidades de submeter amigos e pessoas do ramo a testes cegos, alguns para delimitar o que eu estava achando acerca de determinado equipamento e outros para coletar opiniões. O mais engraçado é que sempre surgiam comentários que certamente não existiriam caso as pessoas soubessem de fato sobre o que estavam opinando. Por outro lado, pessoas mais experientes com testes, mesmo ignorando totalmente a aparelhagem, acabaram por atribuir a mesma 'nota' a equipamentos que já tinham testado anteriormente (ou q testariam posteriormente). Isso, pelo menos para mim, mostra que o nível de preparo e conhecimento afeta bastante o resultado do teste cego, e por analogia, podemos dizer que a similaridade entre os equipamentos ditos hi-end vai sim aproximar demais as opiniões dos 'entendidos'. Onde eu quero chegar? Alguns colegas foristas comentaram que seria necessário conviver dias com os equipamentos para que fosse possível extrair tudo dele e assim conhecer suas peculiaridades, para só depois disso comparar com outro tão similar. Algo como um teste cego prolongado. Isso poderia muito bem ser feito...desde que a equipe fosse 100% isenta. Seria uma forma inovadora de avaliação, embora demorada, que permitiria uma análise muito melhor. Cada juiz com sua seleção...a seu tempo. Digamos 2 semanas de audições do mesmo equipamento, sem saber qual é. O teste levaria 2 ou 3 meses...mas talvez obtivesse resultados superiores ou pelo menos atestaria o que o artigo diz. Quanto às lendas da audiofilia, temos que ter atenção. Muita coisa é tida como 'absurda' até que se aprende o real sentido dela. O maior defensor de que a enimiga numero 1 do audio é energia elétrica, nosso velho conhecido Andrette já foi tido como louco, por 'só ele ouvir tais diferenças'. Mas sei que já existe uma legião de seguidores. Restaria apenas avaliar se seguem por já terem notado as mesmas melhorias OU por serem fãs, digamos assim. Vibrações por exemplo já foram exaustivamente testadas e comprovadas como vilãs da qualidade de audio, o que explica uma 'troca de estante'. Só não podemos nos distanciar do objetivo principal. Afinal, ao chegar nesse ponto de detalhes, estamos falando de diferenças da ordem de várias casas após a virgula... o que por sí só exclui o teste DLS x Audiobank. (Antes que retruquem, a Pioneer apesar de não ter boa fama, produz receivers para a categoria 'hi-end', por isso faz parte dos testes. A audiobank, que eu saiba, faz amplificadores mid-level.) Um ótimo tópico! []s Ri7
  16. Dando um pitaquinho aqui neste tópico, sem querer entrar em atrito com ninguém, nem tampouco questionar nada, falarei apenas por mim, e por meus testes pessoais. Sou de um estilo antigo que sempre começa elegendo os transdutores para depois partir para os amplificadores, fonte, e periféricos do sistema. O motivo dessa ordem pode ser alvo de outro post. Porém, ao contrário do dito review, e até contradizendo levemente o amigo DLS-maníaco ehehe, discordo que os amplificadores soem todos iguais. Como disse, costumo mudar muito pouco de falantes e configuração de fase/alinhamento deles, e qquer alteração no som fica fácil de se notar. E quase tão bombástica como a troca da fonte de sinal é a troca entre amplificadores...Ultimamente tenho notado um estreitamento entre os ditos 'hi-end' e dos 'hi-fi', com algumas supresas, mas infelizmente existem abismos em qualidade entre eles. Acredito que no âmbito residencial, as diferenças sejam devéras menores, e até dou crédito ao artigo. Mas no automotivo, a coisa não é bem assim. Fique certo que estamos debatendo sobre diferenças ÍNFIMAS, que a maioria dos consumidores não percebe ou releva, como disse o amigo working man em outro post. Sem dar opiniões sobre equipamentos, ainda reforço a tese do Papillon sobre o casamento de equipamentos, ainda que seja uma questão por demais subjetiva, mas que se mostra muito presente. []s Ri7
  17. Vou copiar aqui, parte do que escrevi no outro tópico. Também me disponho a tentarmos mais uma vez organizar um campeonato sério e íntegro, com regras bem definidas, corpo de juízes coeso (sendo amigos ou não, basta haver compromisso com as regras e critérios definidos pela entidade que tudo se resolve). Poderei até mesmo participar dependendo das categorias que vierem a ser criadas, ou apenas ajudar a organizar ou algo do gênero caso não seja possível inscrever o carro. Acredito que temos tudo para conseguir organizar um campeonato de igual para igual com a Iasca. Acrescento ainda que a criação de uma organização ou associação seria muito importante a fim de manter a coisa dentro dos limites. Acrescento que esta seria a oportunidade ideal para que se passasse uma borracha em cima dos acontecimentos do passado, reunindo todos os amigos. Seria a ocasião também para o retorno de alguns ex-membros do fórum afinal eles continuam 'fantasmas' aqui, e não estou falando de mim ehhehe. Quanto ao Silvio voltar a julgar um campeonato 'nosso', não vejo problema algum...Como já disse, seria a oportunidade dele retornar fazendo oq gosta. Para isso existem as regras e os critérios, repetindo novamente. Enfim...tamos ae...seja pra participar, ajudar, organizar, ouvir, julgar, enfim qquer coisa... :D []s Ri7
  18. Eu Participo! Nem que seja só pra olhar Acho que o Papillon tbm participaria! []s Ri7
  19. uahuahuahuahu uma faisquinha tipo um relâmpago huahuahah Eu sempre utilizo lâmpadas tbm. []s Ri7
  20. Show de Bola Renato! Muito me estranha essa não-lineridade, em se tratando de um mid-bass novo. Devemos ficar atentos! []s Ri7
  21. O dereg nunca desiste de mudar 100% o proejto Cara...não existe essa situação utópica de dutada melhor q selada ou vice-versa... oq existe é melhor ACERTO de conjunto. se existisse oq vc pede, não haveriam caixas e tipos de falantes :D []s Ri7
  22. vlw kamikaze! mas esse eskema eu conhecia... acontece q a fonte nao é regulada...e a corrente varia demais... a bateria vai acabar sendo estragada. []s Ri7
  23. Vlw povo! :D E estes carregadores permitem que eu carregue a bateria SEM desligar ela do carro? Não gostaria de perder as informações armazenadas na injeção eletronica. []s Ri7
  24. Que legal que já chegou mano! :D É...pela idade dele, só cuidando mesmo...senão o player literalmente 'some'. Mas eu não aguento ver equipamento deteriorado. Nem que não fique muito lindo, tem q ter reforços né. qquer duvida só perguntar :D Abraço! Ri7
  25. Ri7

    NAR 10NAR1

    Roger! A caixa queo sandro tanto fala não é ISOBARICA push-pull, e sim apenas push-pull. São coisas distintas :D Na isobárica, ambos os falantes trabalham 'juntos'. Na push-pull eles apenas são montados em contra-fase. []s Ri7

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