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noslimda

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  1. Eu não pensei em equipamentos em particular, mas em itens de projeto que sejam diferenciais. Só como ponto de partida para a discussão: Iniciante não poderia ter NENHUM dos seguintes itens: - 3 vias com corte ativo (no estéreo) - player highend (ex. drz, mcIntosh, Dex-p9, etc.) - amp highend (ex. mcIntosh, DLS ultimate, etc.) - processador externo (ex. simmetry, bitone, PXA, eqs externos, etc.) - eletrônicos DIY (ex. cross, filtros etc. ativos) Amador poderia ter APENAS UM dos itens acima Expert seria liberado ps. os falantes, crossovers passivos, filtros, cabos e outros componentes passivos ficariam liberados O que acham?
  2. Exatamente, eu acho que, qualquer que seja o enfoque, esse set não é iniciante. Aliás, dando mais um pitaco (não solicitado por ninguém rsrs): Acho que o que deveria ser classificado como iniciante, amador e expert é o setup e não o competidor. Até por isso, a categoria profissional perderia o sentido, já que o competidor é que é profissional e não o set. Essa categoria passando simplesmente para "expert", ficaria mais competitiva. Aliás todas elas, já que os setups ficariam agrupados conforme critérios definidos. Com setups mais ou menos equivalentes ficando na mesma categoria, os acertos e a criatividade de cada um vai poder ter um destaque maior... Do jeito que está, deixa espaço para um sistema no nível dos profissionais (mas cujo competidor não é profissional, mas cliente) competir com os iniciantes. Isso desmotiva os que estão verdadeiramente iniciando e deixa menos competidores na categoria pro... Aproveitando o surto de sugestões.... acho que o peso de cada categoria deveria ser diferente: p.ex. iniciante - peso 1, amador - peso 1,5, expert - peso 2. Assim, ponto é ponto e se o cara quiser somar mais pontos vai ter que competir nas categorias mais difíceis. É isso aí.. sugestão de boa, não é crítica não... é a minha contribuição desinteressada mesmo só pra ver o quality crescer cada vez mais. Abração!
  3. Parece que ele quis dizer "SEM T.A." e não "SEM R.T.A." edit: esclarecimento
  4. Eu queria deixar aqui a minha sugestão para o Ianaconi. Não daria para estender esses dados (setups e avaliação discriminada entre áudio e instalação?) aos campeonatos anteriores? Eu digo isto porque fica muito mais fácil para os competidores e para os foristas em geral mesmo. Para os competidores, dá pra saber onde melhorar e obter uma referência de o que se espera em termos de instalação e até mesmo de áudio. Para os foristas, já é uma referência de por onde começar... de o que deu certo para cada tipo de carro, e quais soluções, dentre as possíveis, tem maior potencial para este ou aquele carro. É um ótimo recurso para melhorar ainda mais o nível do campeonato a cada edição... Edit: Injustiça não deixar aqui os parabéns para toda a organização, mais uma vez. Parabéns a todos os envolvidos!!
  5. Nem diferente, nem igual, muito pelo contrário...kkk Se é o mesmo juiz (amador e profissional), mesmo critério, mesmo peso, então a pontuação logicamente é coerente. A não ser que o juiz tenha um lapso de consciência entre o julgamento de uma categoria e de outra.... Eu não vejo nenhum problema em um ou outro amador ter melhor pontuação que um profissional. Não vejo incoerência aí. Não devemos esquecer que um amador pode ter seu som montado por um profissional e pode estar disposto a investir mais tempo, talento e dinheiro também.... Qual é o problema? Até mesmo se os juízes fossem diferentes, e o critério fosse o mesmo, a pontuação deveria ser coerente em todas as categorias...
  6. mano... fala logo aí o resultado.... putz curiosidade...rsrssr meio-dia já....
  7. Falando em trocar de som... o meu sistema ficou em obras por 3 anos (desde que eu comprei o carro). no começo do ano fiz a última mudança, troquei o player.... mas na verdade, nunca ficou pronto, pronto.... agora mesmo tava precisando trocar o sub... dar uma acertada no grave.....agora depois de seis meses estou trocando de carro.... ótimo pretexto pra trocar todo o som e começar tudo de novo... Quem ouviu os e2k6 com 1TW1 + NAR ouviu....provavelmente vou desmontar neste ou no outro final de semana.... Mas no meu caso não sei se tem a ver com essas siglas de vocês aí kkkkk Eu sempre fui bem na escola, e consigo assistir o jornal ou ler um livro, com a mulher no telefone no meu lado e duas crianças falando ao mesmo tempo... às vezes é até o contrário... eu tô assistindo TV, e a pessoa do meu lado fala comigo e eu não ouço nem vejo nada... kkkkk Agora uma doença eu tenho, se eu montar o sistema e ficar prontinho mesmo do jeito que eu sempre sonhei, eu acho que entro em depressão... huahauhauha
  8. Não é que eu não goste da logomarca, mas a opção mais discreta permite compor melhor o visual principalmente em instalações menos chamativas...p.ex. com o logo estampado apenas em relevo... ou apenas no conjunto magnético.
  9. Outro dia eu estava lendo exatamente sobre isso [recursos para melhorar a percepção do efeito estéreo no carro, sem recorrer ao TA]. Uma das soluções (bem mais complicada, no meu ver, que gastar num player com TA) consiste no uso de "guias de onda" ou cornetas especialmente desenhadas para reduzir problemas de resposta off-axis e, se possível, sem gerar aquele efeito "cornetado" no som. Achei interessante como conhecimento novo... porém pouquíssimo prático... Pra quem tiver paciência: http://www.diyaudio.com/forums/multi-way/148006-creating-soundstage-waveguides-psychoacoustics.html?postid=1887657#post1887657 algumas imagens só pra vocês terem uma idéia:
  10. :+1 desde os tempos do yahoo e somnocarro... welcome back!
  11. depende da faixa que o amplificador tá tocando. p.ex. digamos que seja o amplificador do sub - tocando de 20Hz a 80Hz - o melhor é usar uma frequência que esteja no meio da faixa. Neste caso uns 40Hz. Pra ficar mais fácil, vc. pode deixar os cortes OFF. Assim o amplificador, neste caso, fica com uma faixa maior. p.ex. 20Hz-300Hz, ou até full-range (20Hz a 20kHz)] e vc. pode trabalhar com mais folga. A idéia é usar uma freqüência que não esteja sendo atenuada nem pelos cortes nem pela equalização. Normalmente se usa sem os cortes e com frequências de 60Hz pra grave e 1kHz pra agudo... mas não é uma necessidade estrita...o importante é a frequência não estar atenuada.
  12. Calma lá... vamos por partes. Acertar a sensibilidade apenas com o multímetro é muito impreciso. É um quebra-galho mesmo. Para isso vc. deve colocar o multímetro na escala de tensão alternada e com o player todo em flat e em 70% do volume máximo e com um cd de teste com tom puro medir a saída do amplificador. Na medida em que vc. vai atuando no controle de ganho (sensibilidade) a tensão na saída vai aumentando. No entanto chega a um ponto em que você gira o controle e a tensão não aumenta mais... Nesse ponto, o sistema está saturado e vc. deve voltar o controle para um pouquinho abaixo do momento em que a tensão parou de aumentar. Não tem tensão certa, a tensão "certa" é aquela um pouquinho abaixo do ponto em que ela para de aumentar. Como vc. pode ver, não é muito preciso.... Para acertar o ganho de verdade você vai precisar dos seguintes equipamentos: 1 - osciloscópio OU 1 - Notebook (ou pc)com software simulador de osciloscópio 2 - cabo atenuador 3 - multímetro O procedimento está bem explicado na seção de artigos...
  13. Exato. Pra não desligar a bateria, vc. pode fazer o teste "em cima" do fusível do player. Ou seja: com o player desligado (frete encaixada) retira o fusível do player e coloca uma lâmpada pingo no lugar do fusível. Se acender, retira a frente e confira novamente. Se não acender, procure outro culpado. Dá pra fazer este teste com o multímetro também... na escala de corrente contínua (provavelmente vai ser na escala de 10A, com a ponta no respectivo borne)... uma corrente acima de uma centena de mA (>0,1A) sem a frente no player no lugar... já é pra se verificar... Com o meu player (785USB), foi assim... Boa sorte aí...
  14. Não é tapar o sol com a peneira.... é a única solução que não intrusiva... estalador nenhum vai resolver isso com uma "estalação" melhor... não é falha na instalação é a característica do próprio player. Eu já tive vários players, pioneers tb. e nunca precisei tirar a frente... mas uma vez que eu viajei, deixei o carro uma semana parado, fiquei totalmente sem bateria... com um 980BT. Até aí parece normal...
  15. E eu também... caiu como uma luva pra mim.... espero que tenha de 10"
  16. Só pra quebrar o galho aí no inglês.... O Peter diz que o campeonato foi muito bom. Que, considerando o nível na Europa, ainda tem um longo caminho. As instalações na Europa são bem mais complicadas.Aqui foram julgadas apenas linearidade e a precisão tonal, e não imagem e palco, por exemplo. Mas de qualquer forma, é um bom começo. E mesmo assim, alguns dos carros se saíram muito bem, outros nem tanto. Para melhorar, ele recomenda, continuar fazendo o que está sendo feito. Que ele deve voltar e dar mais treinamentos. Que se forem equipes, porque a coisa fica muito difícil se você trabalhar sozinho. Você precisa de apoio. Na Europa existem equipes de competição. Na Europa, há muitos atrás anos essas equipes eram formadas por lojas, mas já há uns 7 anos mais ou menos, são particulares mesmo... que fazem a própria instalação.
  17. Exato, e também depende das preferências e do ouvido do usuário.... Seria como fazer uma lista dos carros top... quem você colocaria na frente, uma ferrari ou um bugatti, um porsche ou uma lamborghini, ou um maybach... depende... do objetivo e do seu estilo... Pra definir um ranking precisava estabelecer exatamente quais seriam os recursos necessários...
  18. cadê o vídeo da entrevista?
  19. é verdade, eu tb. nunca vi [e acho que nunca vou ver] ninguém indicando os mids e2k MB6 pra qualidade.... hehehe... e daí??? o legal é quebrar paradigmas.... vou aproveitar para fazer um parênteses aqui... O que eu acho equivocado é a pessoa achar que o primeiro passo para montar um sistema de qualidade é comprar equipamentos caros e/ou famosos. Na minha opinião, o primeiro passo é fazer o projeto. Conhecer os desafios de se montar um sistema de áudio num carro (que é um ambiente muito ruim pra som). Planejar de que forma vc. vai superar esses desafios. Uma vez definida a estratégia (duas vias, três vias, biamp, triamp, pezinho, porta, peitinho, doorpod, graves <tipo de caixa>, etc.), aí sim vc. vai definir o nível dos equipamentos de forma que caiba no seu orçamento e atenda às necessidades do seu projeto. É curioso como tanta gente tem equipamentos bons e caros e EXTREMAMENTE SUB-UTILIZADOS....p.ex. um DRZ (4vias ativo) com kit duas vias com corte passivo... falantes high-end na porta direcionados para os pés... tudo isso em nome de se manter a "originalidade" do carro. O preço disso é a qualidade. Usar equipamentos de primeira linha nos locais originais do carro (que foram locais que sobraram no final do projeto do carro) não garante a qualidade do sistema. Tem muito mais coisa envolvida.... Tem gente que quer um sistema de qualidade, mas não quer pezinho (porque atrapalha), não quer doorpod (pra manter a originalidade), não quer peitinho (porque é feio ou atrapalha a visão), não quer manta asfáltica na lata (porque atrapalha o martelinho de ouro), não quer caixa de MDF (porque toma muito espaço), não quer racks para os amplificadores (porque chama a atenção)... Aí o cara vai e gasta uma grana com equipamentos de primeira linha, e instala tudo escondidinho nos locais originais e não entende porque não fica como ele imaginou.... Em som automotivo não tem milagre... tudo tem seu preço, seja em dinheiro, em conforto, em espaço ou em qualidade...
  20. Alguma novidade??... Já é domingo agora... Quantos participantes confirmados em cada categoria?
  21. Correto. Quando eu deixo na garagem, eu apenas aperto o botão de destacar (a frente desliga, mas continua no lugar). Quando eu vou sair, é só empurrar um pouquinho que ela já reengata. (Eu não pretendo ficar tirando totalmente e colocando de volta toda hora... pq. receio que, com o tempo, possa desgastar ou prejudicar o encaixe ou os contatos... Outra possibilidade é chavear a alimentação e desligar essa chave sempre que não for ouvir e o carro for ficar desligado... (De qualquer forma, vai depender da sua memória). Na minha experiência, fiquei sem partida após dois dias com o carro na garagem. (Bateria Moura 60Ah com 1 ano de uso, carro com alarme, rastreador e frente encaixada no player.) De qualquer forma, é um incômodo, mas não afeta a qualidade do player que, na minha opinião, é excelente.
  22. Gente boa... muito prestativo.

  23. é... pra variar tava certo... hehe... mas valeu a experiência, eu sempre tive pioneer e sempre deixava com a frente...não me lembro de ter tido nenhum problema de bateria...talvez tenha sido sorte.... De qualquer forma, dessa vez, eu fui traído pelo multímetro...
  24. Parece que o problema está resolvido. Eu refiz as medições agora com outro multímetro e testei com uma pequena lâmpada. Realmente a corrente é maior quando a frente está conectada (aprox. 460mA). Com a frente desconectada, a nova medição deu 20mA. Em ambos os casos a lâmpada se acendeu, mas 20mA é algo já bem aceitável. O que eu preciso fazer agora (e que eu não costumava fazer, é sempre tirar a frente do player quando não estiver usando. Quanto ao LED de segurança, faz pouca diferença na medição (p.ex 10mA a mais na piscada). Em todo caso, deixei desligado. Durante alguns dias, vou monitorar o tempo deixado e a queda de tensão, só pra ter uma idéia clara de quanto tempo a bateria segura o player com o carro parado. (agora sem a frente) Muito obrigado pela ajuda de todos e fica então a dica. Pra quem tem esse player, não deixar a frente no carro, quando não estiver usando.
  25. Ele não reseta os ajustes de áudio, etc. mesmo se vc. desligar tudo... ele só perde a hora... mas se vc. deixar o vermelho ligado, ele mantém até o relógio... (pelo menos isso é o que parece, porque eu testei rapidamente.... não deixei tipo meia-hora desligado pra ver...)

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