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Destroyer x
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Hum, Carlos, tem algumas das especificações desse amp? Até o fim do ano devo estar com um par de Seas Excel e Hiquphon, estou atrás de amps pra eles... Ps. Sou maior imputável Puxa..gostei das placas...bem feitas mesmo. Os arranhos da lente da maquina você pode tirar esfregando cotonete com Silver...com Kaol....com esses pós finos para dar polimento em cobre e pratarias. O pó fino que é utilizado para aço inoxidavel não serve...é muito grosso. Não use meio mecânico, tipo motores de alta rotação...já que a fricção gera calor de danifica a lente da maquininha. Para tirar fotos mais de perto, coloque uma lente na frente..uma de aumento comum...sua distancia, no foco, vai diminuir de 60 centímetros para cerca de 30 centimetros ou menos...dependendo da lente. Aproxime uma lâmpada...para ajudar a maquininha. Também tem que ser santo milagreiro pra apresentar boa imagem com 20K .......................................................... A especificação do Aksa é "Um dos 4 melhores amplificadores já feitos no mundo....aceita qualquer alto falante e distorce como os amplificadores à valvula (tem segredos e truques para realisar a façanha) A potência é de 55 watts RMS honestos sobre 8 ohms e cerca de 110 (dependendo da fonte) sobre 4 ohms. Oferece uma separação estéreo espetacular e distorce menos que a maioria. Não é som para quem gosta de potência....é pra quem gosta de qualidade. Carlos
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Carlos! Se lembra de mim, o felipe? Então, deixa eu te dar uma idea. Quando for postar coisa muito grande não digita tudo não! Grava com a tua voz que é melhor. Ainda tenho um CD com todos aqueles arquivos de audio. E o melhor do arquivo de audio é que eu passo para o MP3 e fico escutando durante a aula. Outra pergunta, esse circuito é melhor que o AKSA que eu tenho? Abração, Felipe! O AKSA tem um agudo insuperável Felipe....ninguém ganha dêle...e tenho quatro circuitos sobrando aqui...já que na verdade tenho 8 placas.... algumas são do meu uso...tem coisa sobrando. O problema é que tem Copyrigth..... a pessoa eu vier a adquirir tem que prometer silencio ao Chefão lá na Australia...que é capaz de pegar um Avião pra dar um pau em quem pisar na bola.. Os segredos não podem ser publicados, não pode copiar, não pode levantar o esquema, nem desenhá-lo e muito mesmo mostrá-lo ... nem mesmo pode dizer que tem o circuito...só pode ouvir. Se o sujeito assinar documento que não cede informações nem pra sombra dêle..me informar endereço, telefone, numero da identidade e assinar uma promessa de sigilo... de repente posso intermediar alguma coisa. O esquema elétrico é coisa que tem milhares catando...e ninguém consegue ter, a não ser uma copia safadinha, erradinha, que foi publicada para acalmar os ânimos do pessoal que ficava espionando. Também não intermedio nada sem que o sujeito seja adulto e relativamente velho.... adulto perante a lei, já que tem gente que se desenvolve rápido e se torna adulto com 12 anos..enfim....alguem que possa ser processado na forma da lei se pisar na bola. nanabrother@yahoo.com .................................................................................................................... Para Ligar o GEM, é preciso usar o macete dos resistores limitadores de corrente..para o caso de haver erros e desajustes da corrente de repouso....no caso de haver erro, o circuito vai representar uma resistência muito baixa e toda a corrente da fonte vai passar dentro da placa e vai detoná-la. Porisso usamos resistores....em serie com a alimentação positiva e negativa. Caso hajam problemas...o excesso de corrente vai aumentar a voltagem medida nos extremos dos resistores limitadores.... que vai limitar a coisa a um maximo de 7 amperes por ser 5 ohms....se for 1 ohms a limitação vai para 35 amperes e não vai resolver nada!!!! O resistor precisa ser removido depois de feito o ajuste. Você, caro Felipe, não precisa destas informações...mas tem muita gente que precisa. Carlos Este é o Aksa Australiano que o Felipe falou. Uma das preciosidades sonicas feitas nesse planeta. Coisa pra audiophilo detalhista....pra ouvir uma barata que arranha a caixa de som. hehe Carlos
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Carlos! Se lembra de mim, o felipe? Então, deixa eu te dar uma idea. Quando for postar coisa muito grande não digita tudo não! Grava com a tua voz que é melhor. Ainda tenho um CD com todos aqueles arquivos de audio. E o melhor do arquivo de audio é que eu passo para o MP3 e fico escutando durante a aula. Outra pergunta, esse circuito é melhor que o AKSA que eu tenho? Abração, Felipe! O AKSA tem um agudo insuperável Felipe....ninguém ganha dêle...e tenho quatro circuitos sobrando aqui...já que na verdade tenho 8 placas.... algumas são do meu uso...tem coisa sobrando. O problema é que tem Copyrigth..... a pessoa eu vier a adquirir tem que prometer silencio ao Chefão lá na Australia...que é capaz de pegar um Avião pra dar um pau em quem pisar na bola.. Os segredos não podem ser publicados, não pode copiar, não pode levantar o esquema, nem desenhá-lo e muito mesmo mostrá-lo ... nem mesmo pode dizer que tem o circuito...só pode ouvir. Se o sujeito assinar documento que não cede informações nem pra sombra dêle..me informar endereço, telefone, numero da identidade e assinar uma promessa de sigilo... de repente posso intermediar alguma coisa. O esquema elétrico é coisa que tem milhares catando...e ninguém consegue ter, a não ser uma copia safadinha, erradinha, que foi publicada para acalmar os ânimos do pessoal que ficava espionando. Também não intermedio nada sem que o sujeito seja adulto e relativamente velho.... adulto perante a lei, já que tem gente que se desenvolve rápido e se torna adulto com 12 anos..enfim....alguem que possa ser processado na forma da lei se pisar na bola. nanabrother@yahoo.com .................................................................................................................... Para Ligar o GEM, é preciso usar o macete dos resistores limitadores de corrente..para o caso de haver erros e desajustes da corrente de repouso....no caso de haver erro, o circuito vai representar uma resistência muito baixa e toda a corrente da fonte vai passar dentro da placa e vai detoná-la. Porisso usamos resistores....em serie com a alimentação positiva e negativa. Caso hajam problemas...o excesso de corrente vai aumentar a voltagem medida nos extremos dos resistores limitadores.... que vai limitar a coisa a um maximo de 7 amperes por ser 5 ohms....se for 1 ohms a limitação vai para 35 amperes e não vai resolver nada!!!! O resistor precisa ser removido depois de feito o ajuste. Você, caro Felipe, não precisa destas informações...mas tem muita gente que precisa. Carlos
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Mais uma, esta é interessante...pode ajudar bastante. Carlos Mais umazinha Carlos Informações das voltagens medidas. abraços Carlos Aqui está o circuito simplificadíssimo...onde foi arrancada fora a etapa de saída em classe A..... este diagrama funciona apenas em classe AB e deve ser ajustado com 100 miliamperes de corrente de repouso. Funciona bem e tem um som excelente...apesar de perder metade dos recursos. abraços Carlos Vou continuando..... sobre o Amplificador GEM...na verdade as coisas narradas tem relação com inumeros desenhos de amplificadores....vale para quase tôdos...os Bootstrapped e os outros. ..........................continuação.... a polarização dos saídas............................. Observe que lá encima no esquema, na linha positiva, temos uma resistor d 220 ohms, wm série um resistor de 1000 ohms. A entrada do transistor excitador NPN do amplificador (seta pra fora) classe AB, transistor esse que recebe a identificação como 2SC3421, que está encima e à direta no esquema.... essa entrada, que corresponde à base precisa ter, obrigatòriamente 1.2 Volts continuos de tensão de polarização...ou corrente de polarização se quisermos, já que corrente e tensão andam junto. Na verdade, essa tensão costuma ser um pouco maior que isso.... alguns decimos ou centésimos superior à isso... mas a finalidade principal é a criação da diferença de potencial (voltagem) para a junção base emissor deste transistor....e também para o sída da parte positiva do circuito (parte de cima). Na parte positiva do sinal, o transistor amplificador de potência recomendado Doutor Graham é o 2SC5200.... este tal é o bom é barato..custa o equivalente Á 4 dolares e encontramos unidades fabricadas pela Fairchild e pela Toshiba em nosso mercado de eletronica. Com certeza nas ruas Republica do Líbano (RJ) , travessa Santa Efigênia (São Paulo) e rua do Concórdia (Recife) você encontra com muita facilidade em pelo menos uma duzia de lojas....imagino que em outras capitais a facilidade seja a mesma, ou quem sabe maior ainda. Esse transistor é mostrado em dupla...bases conectadas juntas...coletores conectados Juntos...e emissores com resistores equalizadores. A razão de encontrarmos êstes em paralelo é o fato de que dissipam cerca de 150 watts na prática..... isso seria suficiente para um amplificador convencional, classe AB, que produzisse um máximo de 75 watts RMS (aproximadamente...talvez um pouquinho mais) o que representa cerca de 50 porcento do consumo, eficiência normalmente encontrada em amplificadores de audio...... alguns chegam à 75 porcento, mas somente os classe D chegam à 99 porcento de eficiencia...onde quase toda a potência consumida é transformada em audio......normalmente a metade da potencia consumida da rede doméstica é transformada em calôr e somente a metade restante é transformada em potencia de audio. Porisso é que calculamos a potência de consumo dos amplificadores para saber a potencia de saída, máxima, RMS. Multiplicamos, para isso, o valor do fuzível pela tensão da rede na qual o amplificador será ligado....então...1 ampere no fuzivel, na rede de 220 Volts, representa 220 watts de consumo máximos...após isso o fuzivel funde e o aparelho não mais funciona....portanto é o maximo esperado...após isso o fuzivel interrompe o circuito....se a metade é audio e a Metade é calor, temos 110 watts RMS de audio.....55 watts por canal...e isso deve ser em 4 ohms...já que em 8 ohms a coisa reduz à metade...no caso cerca de 27 watts por canal...e tem mais ainda....até 75 porcento dessa potência normalmente não temos significativa distorção.....portanto a potência real é de 75 porcento dos tais 55 watts portanto alguma coisa perto de 40 watts RMS por canal. O amplificador GEM pode produzir 50 watts RMS, limpos, sobre uma carga de 8 ohms, e é claro, sobre um alto falante, ou sistema de falantes (caixa) também. Esse mesmo amplificador pode produzir 100 watts RMS, limpos, sobre uma carga de 4 ohms.... e quem sabe, dependendo da sua fonte.... 200 watts RMS, limpos sobre uma carga de 2 ohms..... veja que no caso de 2 ohms.... o consumo seria de no máximo uns 400 watts.... e para isso dois transistores são usados...na minha opinião já estariam no limite...com meio metro de lingua do lado de fora. continuando a seguir o circuito........................................................................ A energia vai entrar na base do driver (excitador) e vai sair no emissor...depois entra na base do saída e sái pelo emissor.....veja bem que temos duas junções, e estás deverão ficar com 0.6 volts cada uma (na prática varia de 500 milivolts até 690 milivolts)... depois de sair pelo emissor da unidade de potencia (2SC5200 ou outro...já que pode ser substituido por milhares de unidades que dissipem mais que 150 watts de calor, que aceitem correntes maiores que 16 amperes...que tolerem voltagens maiores que 100 volts)...saindo pela resistencia equalizadora de emissor (0.47 ohm) e segue para a o terra depois de atravessar a bobina do alto falante(s). Na linha de saída, a voltagem é zero volts...ou coisa bem parecida (alguns milivolts ficam alí...é o off set do amplificador). Essas duas bases em serie...cada uma ficando com 0.6 V faz com que necessitemos enviar energia para a base do driver do ciclo positivo.... e deverá ser igual ou superior à 1.2 volts...caso contrario a parte de cima do amplificador fica cortada, ou seja, não conduz nada.... se receber som distorce, já que o som é quem vai polarizar...as partes positivas do som injetado vão polarizar momentaneamente o transistor...logo após vira um sinal negativo...daí ele corta de novo...isso produz um grasnido sonoro horrível! Embaixo, ou seja, no ciclo negativo....na parte negativa do amplificador...aquela que está ligada ao fio mais da alimentação..... que fica desenhada embaixo da linha horizontal divisória do amplificador...que por sua vez é a linha de saída....que trabalha como “linha de terra”...por ser “para onde tudo flúi”..... a linha de saída funciona como terra para os ciclos positivos e também para os negativos...observe que depois de ligados os alto falantes essa linha “vira terra” mesmo...já que fica ligada ao terra por intermédio da bobina dos alto falantes..........pois bem...embaixo.... a coisa é analoga...se precisamos de 1.2 volts positivos na base do excitador de cima...precisaremos, também, de 1.2 volts agora negativos na parte de baixo (-1.2 Volts de tensão contínua)...isso é tudo medido e referenciado na linha de saída...que por acaso trabalha como o terra de cima e de baixo.... Porque para ela é que “tudo flúi”.....assim como o Planeta terra...já que os raios caem na terra...hehe...na verdade não caem sempre não...tem veze que sobem da terra para a atmosfera. Já sabem que a necessidade complicante de usar dois transistores é por conta da potencia que poderá ser desenvolvida por estes...e que derreteriam...porque quando você mede na carcassa destes uns 100 graus centígrados, por exemplo, ...la no meio da junção...do transistor pròpriamente dito, a temperatura pode estar bem perto da temperatura da fusão do metal...derretimento mesmo! Esse método não é bom.... já que os transistores normalmente não tem ganho idêntico..e isso cria um tipo de distorção muito chata....no entanto, somos obrigados por força das contingências, de agir assim para obter mais potencia...cada transistor é limitado ...não adianta colocar gêlo encima ou embaixo....que a junção derrete mesmo! Pois bem.... acabamos de descobrir...quase que por acidente, a tensão de coletor do amplificador de tensão.... como este está ligado na base do excitador negativo, onde necessariamente deve haver cerca de -1.2 Volts.... como existe continuidade eletrica entre o coletor do transistor amplificador de tensão com a base do excitador negativo...e na base do excitador negativo teremos -1.2 volts.... então descobrimos a tensão de coletor do amplificador de tensão. Daí alguem vai dizer...que coisa dôida é essa? - como é que alguma coisa que tem apenas 1.2 volts de potencial eletrico na coletor vai produzir um “swing”..(alternancia de alguma coisa) de 20 volts RMS para excitar os sáidas? Na verdade não tem – 1.2 volts naquele ponto...na verdade tem -34.8 volts ...já que a primeira medição é em relação ao terra.....e a segunda medição é feita em relação ao negativo. Isso quer dizer...na prática do dia a dia...que uma ponta de prova do multímetro fica na linha negativa e outra ponta de prova fica no coletor do transistor excitador. Observe e reflita....+1.2 volts em relação ao terra..... e – 1.2 volts em relação ao terra quer dizer que entre esses dois pontos existe um potencial total de 2.4 volts. Essa tensão é criada através de uma resistência variavel...ou atravez de uma resistencia fixa calculada, através de alguns diodos e tambem, mais comumente, através do circuito denominado VBE multiplier (multiplicador de tensão base-emissor).... esse nome sofisticado refere-se à um transistor que é posto em condução...e que vai apresentar uma resistência bem baixa entre o coletor e emissor..... e essa resistência é ajustável, já que na base deste existe um trimpot....que controlando a corrente base-emissor deste transistor, tem com consequencia, a variação da resistencia interna da junção coletor emissor...e essa Junção vai ser usada como resistência. O potenciometro controlador de polarização está ali para ajustar a condução do transistor...portanto sua resistência interna.... o dispositivo recebe energia da linha positiva atraves do resistor de 220 ohms em série com o seguinte, que é de 1000 ohms. Essa energia vai atravessar a junção coletor-emissor do transistor controlador de polarização (Vbe multiplier). Se esse transistor ajustar para mais...haverá muito mais corrente na saída...mesmo no mode de repouso (sem sinal de audio na entrada)..... e se ajustado para menos que 2.4 volts, haverá redução da corrente de repouso...porisso é o controle de polarização... ou Bias....já que aumenta ou diminui a condução nos estágios de saída. Agora observe no esquema...de cima para baixo, que temos varios componentes sem série: O resistor de 220 ohms O resistor de 1000 ohms A resistência representada pela junção coletor-emissor do “Vbe multiplier” A resistência inerente à junção coletor-emissor do transistor amplificador de tensão (VAS) A resistêncai de emissor desse ultimo transistor.... um potenciometro de 47 ohms Neste ponto temos que aplicar a teoria...que diz que várias resistencias, mesmo de valores muito diferentes, desde que ligadas em série com a alimentação, vão ser percorridas, todas elas, pela mesma corrente..... e se é a mesma corrente, aquela que reduz os 36 volts positivos para 1.2 volts positivos (resistor de 220 ohms em serie com o de 1000 ohms)....e isso vale para toda a série...a corrente é a mesma! ................................................vai continuar............................................. O fato da corrente ser a mesma ajuda no cálculo....já que sabemos que na base do excitador do metade positiva do amplificador teremos +1.2 volts podemos calcular: rque faz cair a tensão de 36 volts para 1.2 volts Queda de tensão de 34.8 volts Queda de tensão essa encima da série de resistores de 220 ohms mais o de 1000 ohms....total de 1220 ohms Calculando (lei de Ohm) temos que a corrente é de 28,5 miliamperes.] Essa é a mesma corrente que atravessará o Amplificador de tensão....que possui 34.8 volts de tensão entre coletor e emissor...e com a corrente de 28.5 miliamperes em repouso....concluímos a potencia de repouso como sendo: Potência é o resultado da corrente multiplicada pela tensão...temos que a potência em repouso, deste transistor é de cerca de 900 miliwatts..mas dinamicamente a coisa muda...já que o ganho vai fazer o transistor produzir muito mais potencia. Sabendo que a corrente é igual na série..concluimos também qual é a resistencia interna da junção coletor-emissor do transistor controlador de polarização...o Vbe multiplier 2.4 volts de potencial total na corrente de 0.0285 do Ampére resulta em resistência de 84 ohms...portanto essa é a resistência do VBE multiplier em repouso...se colocarmose essa resistência no lugar dêle o circuito funciona...mas não tão bem quanto o Vbe multiplier. O Vbe multiplier (também detesto esse nome) tem outra função...ele é um controlador t térmico para o circuito de saída...isto porque o transistor é constituído internamente de junções de diodos, arranjada de uma forma bem interessante..com barreiras de potencial mas funciona como diodo no caso de ser super-aquecido.....o diodo super aquecido reduz sua resistência interna...isso faz com que a queda de voltagem na junção coletor emissor caia também.....essa queda reduz os 1.2 volts positivos e os 1.2 volts negativos para um valor menor que faz a saída conduzir menos..... isso controla o super-aquecimento. O bootstrap Eu andei lendo sobre o assunto para conseguir uma maior clareza das idéias..já que o funcionamento do bootstrap é meio esquisito. Primeiramente, bootstrap diz respeito à uma alça de couro que é usada para ajudar as pessoas a calçarem uma bota...boot (bota) strap (alça), Na verdade isso quer dizer...segura e empurra! e é nesse sentido que o circuito funciona mesmo: Observe os dois resistores do bootstrapp...o de 220 ohms em série com o de 1000 ohms e unido ao capacitor bootstrap, que é aquele que fica entre essas resistências (lado positivo) e fica ligado ao terra do sistema (linha de saída aqui é vista como terra....é quase terra, se não imaginarmos a existência do alto falante no meio do caminho). O que acontece é o seguinte.... a linha positiva carrega o condensador...que age como um filtro...uma unidade estabilizadora de voltagem para o caso da tensão variar nos terminais da fonte de alimentação. Mas o mais interessante é que a linha de saída tem voltagem alternada variável...ela pode chegar à muitos volts negativos durante o funcionamento dinâmico do amplificador...já que o audio é alternado e está agindo principalmente nessa linha de saída...que está ligada ao alto falante..onde 20 volts rms, alternado, nas frequencias de audio estarão ali. Imagine o momento no qual a linha esteja bem negativa.....o condensador vai ficar carregado com um potencial bem maior que os 36 volts que está na linha positiva....o potencial da linha positiva fica estável nos 36 volts....mas numa fração de segundo a linha negativa (para o condensador aquela linha de saída é a linha negativa dêle...é o terra dêle) fica muito mais negativa...daí você poder ter quem sabe até 72 volts entre o positivo e o negativo do condensador. Você sabe que potência é o resultado da multiplicação da voltagem pela corrente...ora...se alí a voltagem aumenta...mesmo que artificialmente, por um truque de circuito...a potencia naquele ponto aumenta..... daí o segurar da voltagem (a alça da bota)..e a empurrada!...onde injeta-se mais “fator potência” nos excitadores. O condensador que faz o trabalho, em geral é de 100 uF e a tensão de isolamento é no minimo igual ao maximo potencial possivel da fonte...no caso...+36 volts somados a -36 volts..resultando em 72 volts. Agora você vai perguntar....e a corrente de saída? Ela é pequenina...tão pequenina em relação a corrente que atravessa a série de resistores..que tem a finalidade principal de ajustar a polarização dos saídas e alimentar o circuito de saída do transistor amplificador de tensão....é tão pequena que nem faz parte dos cálculos...... Veja que o transistor de saída tem ganho 80...e o excitador em torno de 90.... isso resulta num ganho total...para cada semiciclo, de 90 x 80 = 720 720 é o ganho total..... e na saída circula 50 miliamperes...isto no classe AB....dividindo essa corrente pelo ganho...temos que a corrente é ínfima... da ordem dos microamperes...umas 50 vezes menor que a corrente principal do divisor resistivo. Portanto..uma parte pequena pode ser desviada...e naturalmente é desviada por ter tensão adequada para polarizar os excitadores e os saídas.....essa pequena parte mau chega a influencia as contas...entra no grupo dos irrisórios..... dos valores não significativos. Nos transistores excitadores foi usado um único elementod e 39 ohms.... quando normalmente existem dois....cada um partindo da linha de saída...no tentanto tem gente que garante a melhor qualidade sonora deste arranjo.... essa resistência permitira o desenvolvimento da tensão necessária à garantir polarização para a junção de entrada dos saídas....que é a junção base-emissor naturalmente. .............para terminar dentro em breve........................ Agora eu terminei...custou só uma noitinha de sono...hihi. Os resistores de emissor estão alí na circuito de saída para equalizar o funcionamento dos saídas no aspecto da potência. O transistor que tiver o maior ganho vai conduzir mais que o outro, esta condução maior vai resultar em maior queda de tensão sobre o resistor do emissor. Ora, se acontece a formação de tensão sobre o resistor do emissor, reduz a tensão disponível para a junção coletor emissor...e isso protege, porque potência é resultado da multiplicação da corrente pela tensão.... se a tensão diminui... o resultado da multiplicação da tensão pela corrente tambem diminui.... a redução de um dos fatores resulta na diminuição do outro. Já o transistor de menor ganho terá uma corrente menor...e, portanto, menor queda de voltagem sobre o resistor de emissor.... a tensão será maior entre o coletor e o emissor, e porisso o produto resultará idêntico ao outro...um ataca com maior tensão e outro com maior corrente entre coletor e emissor. A corrente de repouso desses transistores depende de quão grande é a tensão de polarização que é parte efetiva do Vbe multipler...que no fim das contas vai fazer o trabalho que uma resistência faria..... criar voltagem...apresentar queda de tensão quando uma corrente a atravessa. Essa criação de tensão é fàcilmente explicada com a analogia do cinema...imagine muita gente dentro do cinema e quase ninguém lá fora....então acaba o filme e uma enorme corrente de pessoas (elétrons) flúi em direção à porta de saída....essa porta de saída é extreita e opõe resistência à passagem de pessoas (resistência).....mas alguns irão passar (corrente)...no entanto, haverá muita gente acumulada de um lado da porta de saída....no caso a porta interna do cinema.....isto é diferença de pessoal (de potencial) que medido entre as pessoas que estão dentro e as que estão fora vai aparecer um número bastante significativo de pessoas dentro em relação ao pouco que está fora.... diferença de pessoal.....diferença de potencial é a voltagem...também chamada de tensão. Corrente é a quantidade de pessoas que atravessam a porta em um determinado tempo... por isso mesmo, muitas vezes falamos de Ah...ou seja, Ampere-hora...já que em muitos caso a amperagem vem relacionada com o tempo. Uma coisa prática que usamos é a bateria de automóveis...que vem especificada em 52 amperes hora por exemplo.....isto quer dizer que pode fornecer uma corrente de 52 amperes pelo tempo de uma hora......lógico que 1 ampére de corrente consumida vai fazer a bateria durar muito mais tempo sem precisar de recarga. Se maior tensão for criada no Vbe multiplier...maior será a condução do driver, que acionará (excitará) o transistor de saída de potência com mais energia....e que consequentemente drenará mais corrente da linha de 36 volts no caso do de cima, o que está na linha de +36 volts...... e a mesma coisa, e na mesma proporção acontecerá embaixo, na linha de -37 volts, e o mesmo com o transistor de potência debaixo. O amplificador funciona como uma balança antiga...aquela de feira....constituida se dois pratos...que ao levar um peso de um lado afunda....é preciso que o mesmo pêso seja colocado do outro lado para que haja o equilíbrio. O desequilibrio aparece como uma tensão que pode ser medida na linha de saída...essa tensão cria corrente quando atravessa o alto falante....se ela for de 8 volts, e o alto falante de 8 ohms...esta tensão contínua vai atravessar o alto falante na corrente de 1 ampere....e daí por diante...porisso o cuidado de equilibrar o amplificador, usando circuito que façam o balanço das tensões excitadores, para terem um potencial simétrico em relação a linha de saída. Alguns circuitos usam Mirror....que são espelhos...circuitos espelhos.. Estes espelhos nada mais são que o equivalente ao circuito já utilizado na linha negativa, por exemplo, o amplificador de tensão poderia ter um mirror.....um circuito equivalente que consumisse a mesma corrente e tivesse a mesma tensão...e isto com a intenção de equilihrar o amplificador...o mirror normalmente não amplifica nada, apenas está ali colocado para segurar em seus extremos uma tensão adequada ao balanceamento das tensões do amplificador...... este amplificador usa resistências para isto. Na linha de saida você normalmente encontra choques de 1 microhenry em paralelo com uma resistência de 10 ohms....esse é o filtro convencional que é usado em milhares de amplificadores....tem como função cancelar a capacitância presente nos cabos de audio que são paralelo...e dois metais paralelos forma uma capacitância..e, alguns cabos exibem alguns picofarads por metro...e isto é problema. Na linha de saída você encontra tambem um capacitor de 100 nanofarads e uma resistência que normalmente também é de 10 ohms....isto é o filtro zobel..que tem como finalidade derivar sinais de alta frequencia (oscilações por exemplo) para o terra. Nas linhas positivas e negativas, normalmente temos grandes capacitores e grandes condensadores eletrolíticos....isto é devido a possibilidade do cabo de ligação entre a fonte e o circuito apresentar uma pequena resistência...isso cria um fenomeno oscilatório da tensão que é muito prejudicial para o amplificador...porisso o condensador está ali para evitar isso.....já o capacitor está em paralelo com o condensador eletrolítico porque o condensador, por conta de sua estrutura construtiva interior, é muito indutivo...tem uma bobina dentro....a bobina de papel de alumínio que consiste nos dielétricos do condensador formam uma bobina......uma bobina é um indutor....que tem como característica apresentar grande resistência à passagem de frequencias altas... porisso, caso o amplificador oscile em alta frequencia, o condensador não terá a capacidade de dragar essa oscilação para a terra...porque a oscilação ao chegar nos terminais do condensador eletrolítico, encontra uma resistência à passagem...porisso O capacitor em paralelo...não sendo indutivo êle draga essa alta frequencia com muito mais capacidade que o eletrolítico..ficando o eletrolítico com a função de suprir grandes quantidades de eletrons quando for necessário. Embaixo, no ciclo negativo, no parte negativa do amplificador existe um transistor extra, um transistor NPN que vai drenar 500 miliamperes da fonte...energia essa que vai circular entre a linha negativa e a linha positiva..... para tal é necessário balancear o sistema....incluíu-se um choque enorme....que na verdade são dois transformadores, com seus enrolamentos primarios de 115 volts ligados em série..ou um transformador apenas que tenha um enrolamento de 230 volts com condições de suportar 500 miliamperes na tensão de 36 volts...isso representa 18 watts de calor. O transformador é um elemento indutivo, resistivo e reativo....e é interessante para essa aplicação...exibindo uma resistência interna de 80 ohms (o amplificador poderia ter uma resistência de 80 ohms e 18 watts também sem muito problema..só perderia qualidade de audio) que vai servir para balancear essa saída...fornecendo a corrente complementar, o que evitaria erro de tensão dc na saída...que precisa ser bem proxima à zero volts. O transistor NPN de baixo é ativo....ele recebe audio proveniente do amplificador de tensão...e amplifica esse audio que fica usando a corrente de 500 miliamperes que circula no seu circuito de coletor com uma portadora modulada em amplitude.... no extremo de tensão zero.....aonde está a linha de saída você encontra a modulação..já que a portadora é zero volts naquele ponto. 18 watts são consumidos por este transistor...que produz não mais que 10 porcento disso, já que é um circuito classe A, conhecido como “single ended” de unidade de saída única...digo, saída ativa única...que não tem eficiencia maior que 10 porcento, portanto, teremos 1.8 watts rms em 8 ohms.....3.6 em 4 ohms, e 7.2 em 2 ohms. Este watts são em classe A..... a potencia de 50 watts será atingida pelo amplificador convencional, classe AB que tem seus saídas no diagrama. A corrente que conduz sempre, que é característica inerente aos amplificadores Classe A, corrigem , disfarçam ou atenuam as distorções de crossover...que são as distorções que ocorrem quando os transistores passam a conduzir no ciclo oposto ao que estavam anteriormente...quando passam pelo zero do sinal...quando o sinal inverte de polaridade. Use ligações curtas... para evitar oscilações, que detonam o som e queimam o amplificador. Este amplificador...o GEM, tem como caracteristica um delicioso grave, uma pancada firme e segura...uma dinâmica incrível e muita clareza nas vozes.....tambem reproduz sinais complexos, como o de um sino, com perfeição. È um dos melhores que eu já ouví..ganha fácilmente de unidades importadas de preço absurdo que achamos por aí. Espero ter sido util..pelo menos me esforcei pra isso. Abraços para tôdos Carlos
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Mais uma, esta é interessante...pode ajudar bastante. Carlos Mais umazinha Carlos Informações das voltagens medidas. abraços Carlos Aqui está o circuito simplificadíssimo...onde foi arrancada fora a etapa de saída em classe A..... este diagrama funciona apenas em classe AB e deve ser ajustado com 100 miliamperes de corrente de repouso. Funciona bem e tem um som excelente...apesar de perder metade dos recursos. abraços Carlos Vou continuando..... sobre o Amplificador GEM...na verdade as coisas narradas tem relação com inumeros desenhos de amplificadores....vale para quase tôdos...os Bootstrapped e os outros. ..........................continuação.... a polarização dos saídas............................. Observe que lá encima no esquema, na linha positiva, temos uma resistor d 220 ohms, wm série um resistor de 1000 ohms. A entrada do transistor excitador NPN do amplificador (seta pra fora) classe AB, transistor esse que recebe a identificação como 2SC3421, que está encima e à direta no esquema.... essa entrada, que corresponde à base precisa ter, obrigatòriamente 1.2 Volts continuos de tensão de polarização...ou corrente de polarização se quisermos, já que corrente e tensão andam junto. Na verdade, essa tensão costuma ser um pouco maior que isso.... alguns decimos ou centésimos superior à isso... mas a finalidade principal é a criação da diferença de potencial (voltagem) para a junção base emissor deste transistor....e também para o sída da parte positiva do circuito (parte de cima). Na parte positiva do sinal, o transistor amplificador de potência recomendado Doutor Graham é o 2SC5200.... este tal é o bom é barato..custa o equivalente Á 4 dolares e encontramos unidades fabricadas pela Fairchild e pela Toshiba em nosso mercado de eletronica. Com certeza nas ruas Republica do Líbano (RJ) , travessa Santa Efigênia (São Paulo) e rua do Concórdia (Recife) você encontra com muita facilidade em pelo menos uma duzia de lojas....imagino que em outras capitais a facilidade seja a mesma, ou quem sabe maior ainda. Esse transistor é mostrado em dupla...bases conectadas juntas...coletores conectados Juntos...e emissores com resistores equalizadores. A razão de encontrarmos êstes em paralelo é o fato de que dissipam cerca de 150 watts na prática..... isso seria suficiente para um amplificador convencional, classe AB, que produzisse um máximo de 75 watts RMS (aproximadamente...talvez um pouquinho mais) o que representa cerca de 50 porcento do consumo, eficiência normalmente encontrada em amplificadores de audio...... alguns chegam à 75 porcento, mas somente os classe D chegam à 99 porcento de eficiencia...onde quase toda a potência consumida é transformada em audio......normalmente a metade da potencia consumida da rede doméstica é transformada em calôr e somente a metade restante é transformada em potencia de audio. Porisso é que calculamos a potência de consumo dos amplificadores para saber a potencia de saída, máxima, RMS. Multiplicamos, para isso, o valor do fuzível pela tensão da rede na qual o amplificador será ligado....então...1 ampere no fuzivel, na rede de 220 Volts, representa 220 watts de consumo máximos...após isso o fuzivel funde e o aparelho não mais funciona....portanto é o maximo esperado...após isso o fuzivel interrompe o circuito....se a metade é audio e a Metade é calor, temos 110 watts RMS de audio.....55 watts por canal...e isso deve ser em 4 ohms...já que em 8 ohms a coisa reduz à metade...no caso cerca de 27 watts por canal...e tem mais ainda....até 75 porcento dessa potência normalmente não temos significativa distorção.....portanto a potência real é de 75 porcento dos tais 55 watts portanto alguma coisa perto de 40 watts RMS por canal. O amplificador GEM pode produzir 50 watts RMS, limpos, sobre uma carga de 8 ohms, e é claro, sobre um alto falante, ou sistema de falantes (caixa) também. Esse mesmo amplificador pode produzir 100 watts RMS, limpos, sobre uma carga de 4 ohms.... e quem sabe, dependendo da sua fonte.... 200 watts RMS, limpos sobre uma carga de 2 ohms..... veja que no caso de 2 ohms.... o consumo seria de no máximo uns 400 watts.... e para isso dois transistores são usados...na minha opinião já estariam no limite...com meio metro de lingua do lado de fora. continuando a seguir o circuito........................................................................ A energia vai entrar na base do driver (excitador) e vai sair no emissor...depois entra na base do saída e sái pelo emissor.....veja bem que temos duas junções, e estás deverão ficar com 0.6 volts cada uma (na prática varia de 500 milivolts até 690 milivolts)... depois de sair pelo emissor da unidade de potencia (2SC5200 ou outro...já que pode ser substituido por milhares de unidades que dissipem mais que 150 watts de calor, que aceitem correntes maiores que 16 amperes...que tolerem voltagens maiores que 100 volts)...saindo pela resistencia equalizadora de emissor (0.47 ohm) e segue para a o terra depois de atravessar a bobina do alto falante(s). Na linha de saída, a voltagem é zero volts...ou coisa bem parecida (alguns milivolts ficam alí...é o off set do amplificador). Essas duas bases em serie...cada uma ficando com 0.6 V faz com que necessitemos enviar energia para a base do driver do ciclo positivo.... e deverá ser igual ou superior à 1.2 volts...caso contrario a parte de cima do amplificador fica cortada, ou seja, não conduz nada.... se receber som distorce, já que o som é quem vai polarizar...as partes positivas do som injetado vão polarizar momentaneamente o transistor...logo após vira um sinal negativo...daí ele corta de novo...isso produz um grasnido sonoro horrível! Embaixo, ou seja, no ciclo negativo....na parte negativa do amplificador...aquela que está ligada ao fio mais da alimentação..... que fica desenhada embaixo da linha horizontal divisória do amplificador...que por sua vez é a linha de saída....que trabalha como “linha de terra”...por ser “para onde tudo flúi”..... a linha de saída funciona como terra para os ciclos positivos e também para os negativos...observe que depois de ligados os alto falantes essa linha “vira terra” mesmo...já que fica ligada ao terra por intermédio da bobina dos alto falantes..........pois bem...embaixo.... a coisa é analoga...se precisamos de 1.2 volts positivos na base do excitador de cima...precisaremos, também, de 1.2 volts agora negativos na parte de baixo (-1.2 Volts de tensão contínua)...isso é tudo medido e referenciado na linha de saída...que por acaso trabalha como o terra de cima e de baixo.... Porque para ela é que “tudo flúi”.....assim como o Planeta terra...já que os raios caem na terra...hehe...na verdade não caem sempre não...tem veze que sobem da terra para a atmosfera. Já sabem que a necessidade complicante de usar dois transistores é por conta da potencia que poderá ser desenvolvida por estes...e que derreteriam...porque quando você mede na carcassa destes uns 100 graus centígrados, por exemplo, ...la no meio da junção...do transistor pròpriamente dito, a temperatura pode estar bem perto da temperatura da fusão do metal...derretimento mesmo! Esse método não é bom.... já que os transistores normalmente não tem ganho idêntico..e isso cria um tipo de distorção muito chata....no entanto, somos obrigados por força das contingências, de agir assim para obter mais potencia...cada transistor é limitado ...não adianta colocar gêlo encima ou embaixo....que a junção derrete mesmo! Pois bem.... acabamos de descobrir...quase que por acidente, a tensão de coletor do amplificador de tensão.... como este está ligado na base do excitador negativo, onde necessariamente deve haver cerca de -1.2 Volts.... como existe continuidade eletrica entre o coletor do transistor amplificador de tensão com a base do excitador negativo...e na base do excitador negativo teremos -1.2 volts.... então descobrimos a tensão de coletor do amplificador de tensão. Daí alguem vai dizer...que coisa dôida é essa? - como é que alguma coisa que tem apenas 1.2 volts de potencial eletrico na coletor vai produzir um “swing”..(alternancia de alguma coisa) de 20 volts RMS para excitar os sáidas? Na verdade não tem – 1.2 volts naquele ponto...na verdade tem -34.8 volts ...já que a primeira medição é em relação ao terra.....e a segunda medição é feita em relação ao negativo. Isso quer dizer...na prática do dia a dia...que uma ponta de prova do multímetro fica na linha negativa e outra ponta de prova fica no coletor do transistor excitador. Observe e reflita....+1.2 volts em relação ao terra..... e – 1.2 volts em relação ao terra quer dizer que entre esses dois pontos existe um potencial total de 2.4 volts. Essa tensão é criada através de uma resistência variavel...ou atravez de uma resistencia fixa calculada, através de alguns diodos e tambem, mais comumente, através do circuito denominado VBE multiplier (multiplicador de tensão base-emissor).... esse nome sofisticado refere-se à um transistor que é posto em condução...e que vai apresentar uma resistência bem baixa entre o coletor e emissor..... e essa resistência é ajustável, já que na base deste existe um trimpot....que controlando a corrente base-emissor deste transistor, tem com consequencia, a variação da resistencia interna da junção coletor emissor...e essa Junção vai ser usada como resistência. O potenciometro controlador de polarização está ali para ajustar a condução do transistor...portanto sua resistência interna.... o dispositivo recebe energia da linha positiva atraves do resistor de 220 ohms em série com o seguinte, que é de 1000 ohms. Essa energia vai atravessar a junção coletor-emissor do transistor controlador de polarização (Vbe multiplier). Se esse transistor ajustar para mais...haverá muito mais corrente na saída...mesmo no mode de repouso (sem sinal de audio na entrada)..... e se ajustado para menos que 2.4 volts, haverá redução da corrente de repouso...porisso é o controle de polarização... ou Bias....já que aumenta ou diminui a condução nos estágios de saída. Agora observe no esquema...de cima para baixo, que temos varios componentes sem série: O resistor de 220 ohms O resistor de 1000 ohms A resistência representada pela junção coletor-emissor do “Vbe multiplier” A resistência inerente à junção coletor-emissor do transistor amplificador de tensão (VAS) A resistêncai de emissor desse ultimo transistor.... um potenciometro de 47 ohms Neste ponto temos que aplicar a teoria...que diz que várias resistencias, mesmo de valores muito diferentes, desde que ligadas em série com a alimentação, vão ser percorridas, todas elas, pela mesma corrente..... e se é a mesma corrente, aquela que reduz os 36 volts positivos para 1.2 volts positivos (resistor de 220 ohms em serie com o de 1000 ohms)....e isso vale para toda a série...a corrente é a mesma! ................................................vai continuar............................................. O fato da corrente ser a mesma ajuda no cálculo....já que sabemos que na base do excitador do metade positiva do amplificador teremos +1.2 volts podemos calcular: rque faz cair a tensão de 36 volts para 1.2 volts Queda de tensão de 34.8 volts Queda de tensão essa encima da série de resistores de 220 ohms mais o de 1000 ohms....total de 1220 ohms Calculando (lei de Ohm) temos que a corrente é de 28,5 miliamperes.] Essa é a mesma corrente que atravessará o Amplificador de tensão....que possui 34.8 volts de tensão entre coletor e emissor...e com a corrente de 28.5 miliamperes em repouso....concluímos a potencia de repouso como sendo: Potência é o resultado da corrente multiplicada pela tensão...temos que a potência em repouso, deste transistor é de cerca de 900 miliwatts..mas dinamicamente a coisa muda...já que o ganho vai fazer o transistor produzir muito mais potencia. Sabendo que a corrente é igual na série..concluimos também qual é a resistencia interna da junção coletor-emissor do transistor controlador de polarização...o Vbe multiplier 2.4 volts de potencial total na corrente de 0.0285 do Ampére resulta em resistência de 84 ohms...portanto essa é a resistência do VBE multiplier em repouso...se colocarmose essa resistência no lugar dêle o circuito funciona...mas não tão bem quanto o Vbe multiplier. O Vbe multiplier (também detesto esse nome) tem outra função...ele é um controlador t térmico para o circuito de saída...isto porque o transistor é constituído internamente de junções de diodos, arranjada de uma forma bem interessante..com barreiras de potencial mas funciona como diodo no caso de ser super-aquecido.....o diodo super aquecido reduz sua resistência interna...isso faz com que a queda de voltagem na junção coletor emissor caia também.....essa queda reduz os 1.2 volts positivos e os 1.2 volts negativos para um valor menor que faz a saída conduzir menos..... isso controla o super-aquecimento. O bootstrap Eu andei lendo sobre o assunto para conseguir uma maior clareza das idéias..já que o funcionamento do bootstrap é meio esquisito. Primeiramente, bootstrap diz respeito à uma alça de couro que é usada para ajudar as pessoas a calçarem uma bota...boot (bota) strap (alça), Na verdade isso quer dizer...segura e empurra! e é nesse sentido que o circuito funciona mesmo: Observe os dois resistores do bootstrapp...o de 220 ohms em série com o de 1000 ohms e unido ao capacitor bootstrap, que é aquele que fica entre essas resistências (lado positivo) e fica ligado ao terra do sistema (linha de saída aqui é vista como terra....é quase terra, se não imaginarmos a existência do alto falante no meio do caminho). O que acontece é o seguinte.... a linha positiva carrega o condensador...que age como um filtro...uma unidade estabilizadora de voltagem para o caso da tensão variar nos terminais da fonte de alimentação. Mas o mais interessante é que a linha de saída tem voltagem alternada variável...ela pode chegar à muitos volts negativos durante o funcionamento dinâmico do amplificador...já que o audio é alternado e está agindo principalmente nessa linha de saída...que está ligada ao alto falante..onde 20 volts rms, alternado, nas frequencias de audio estarão ali. Imagine o momento no qual a linha esteja bem negativa.....o condensador vai ficar carregado com um potencial bem maior que os 36 volts que está na linha positiva....o potencial da linha positiva fica estável nos 36 volts....mas numa fração de segundo a linha negativa (para o condensador aquela linha de saída é a linha negativa dêle...é o terra dêle) fica muito mais negativa...daí você poder ter quem sabe até 72 volts entre o positivo e o negativo do condensador. Você sabe que potência é o resultado da multiplicação da voltagem pela corrente...ora...se alí a voltagem aumenta...mesmo que artificialmente, por um truque de circuito...a potencia naquele ponto aumenta..... daí o segurar da voltagem (a alça da bota)..e a empurrada!...onde injeta-se mais “fator potência” nos excitadores. O condensador que faz o trabalho, em geral é de 100 uF e a tensão de isolamento é no minimo igual ao maximo potencial possivel da fonte...no caso...+36 volts somados a -36 volts..resultando em 72 volts. Agora você vai perguntar....e a corrente de saída? Ela é pequenina...tão pequenina em relação a corrente que atravessa a série de resistores..que tem a finalidade principal de ajustar a polarização dos saídas e alimentar o circuito de saída do transistor amplificador de tensão....é tão pequena que nem faz parte dos cálculos...... Veja que o transistor de saída tem ganho 80...e o excitador em torno de 90.... isso resulta num ganho total...para cada semiciclo, de 90 x 80 = 720 720 é o ganho total..... e na saída circula 50 miliamperes...isto no classe AB....dividindo essa corrente pelo ganho...temos que a corrente é ínfima... da ordem dos microamperes...umas 50 vezes menor que a corrente principal do divisor resistivo. Portanto..uma parte pequena pode ser desviada...e naturalmente é desviada por ter tensão adequada para polarizar os excitadores e os saídas.....essa pequena parte mau chega a influencia as contas...entra no grupo dos irrisórios..... dos valores não significativos. Nos transistores excitadores foi usado um único elementod e 39 ohms.... quando normalmente existem dois....cada um partindo da linha de saída...no tentanto tem gente que garante a melhor qualidade sonora deste arranjo.... essa resistência permitira o desenvolvimento da tensão necessária à garantir polarização para a junção de entrada dos saídas....que é a junção base-emissor naturalmente. .............para terminar dentro em breve........................
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Mais uma, esta é interessante...pode ajudar bastante. Carlos Mais umazinha Carlos Informações das voltagens medidas. abraços Carlos Aqui está o circuito simplificadíssimo...onde foi arrancada fora a etapa de saída em classe A..... este diagrama funciona apenas em classe AB e deve ser ajustado com 100 miliamperes de corrente de repouso. Funciona bem e tem um som excelente...apesar de perder metade dos recursos. abraços Carlos Vou continuando..... sobre o Amplificador GEM...na verdade as coisas narradas tem relação com inumeros desenhos de amplificadores....vale para quase tôdos...os Bootstrapped e os outros. ..........................continuação.... a polarização dos saídas............................. Observe que lá encima no esquema, na linha positiva, temos uma resistor d 220 ohms, wm série um resistor de 1000 ohms. A entrada do transistor excitador NPN do amplificador (seta pra fora) classe AB, transistor esse que recebe a identificação como 2SC3421, que está encima e à direta no esquema.... essa entrada, que corresponde à base precisa ter, obrigatòriamente 1.2 Volts continuos de tensão de polarização...ou corrente de polarização se quisermos, já que corrente e tensão andam junto. Na verdade, essa tensão costuma ser um pouco maior que isso.... alguns decimos ou centésimos superior à isso... mas a finalidade principal é a criação da diferença de potencial (voltagem) para a junção base emissor deste transistor....e também para o sída da parte positiva do circuito (parte de cima). Na parte positiva do sinal, o transistor amplificador de potência recomendado Doutor Graham é o 2SC5200.... este tal é o bom é barato..custa o equivalente Á 4 dolares e encontramos unidades fabricadas pela Fairchild e pela Toshiba em nosso mercado de eletronica. Com certeza nas ruas Republica do Líbano (RJ) , travessa Santa Efigênia (São Paulo) e rua do Concórdia (Recife) você encontra com muita facilidade em pelo menos uma duzia de lojas....imagino que em outras capitais a facilidade seja a mesma, ou quem sabe maior ainda. Esse transistor é mostrado em dupla...bases conectadas juntas...coletores conectados Juntos...e emissores com resistores equalizadores. A razão de encontrarmos êstes em paralelo é o fato de que dissipam cerca de 150 watts na prática..... isso seria suficiente para um amplificador convencional, classe AB, que produzisse um máximo de 75 watts RMS (aproximadamente...talvez um pouquinho mais) o que representa cerca de 50 porcento do consumo, eficiência normalmente encontrada em amplificadores de audio...... alguns chegam à 75 porcento, mas somente os classe D chegam à 99 porcento de eficiencia...onde quase toda a potência consumida é transformada em audio......normalmente a metade da potencia consumida da rede doméstica é transformada em calôr e somente a metade restante é transformada em potencia de audio. Porisso é que calculamos a potência de consumo dos amplificadores para saber a potencia de saída, máxima, RMS. Multiplicamos, para isso, o valor do fuzível pela tensão da rede na qual o amplificador será ligado....então...1 ampere no fuzivel, na rede de 220 Volts, representa 220 watts de consumo máximos...após isso o fuzivel funde e o aparelho não mais funciona....portanto é o maximo esperado...após isso o fuzivel interrompe o circuito....se a metade é audio e a Metade é calor, temos 110 watts RMS de audio.....55 watts por canal...e isso deve ser em 4 ohms...já que em 8 ohms a coisa reduz à metade...no caso cerca de 27 watts por canal...e tem mais ainda....até 75 porcento dessa potência normalmente não temos significativa distorção.....portanto a potência real é de 75 porcento dos tais 55 watts portanto alguma coisa perto de 40 watts RMS por canal. O amplificador GEM pode produzir 50 watts RMS, limpos, sobre uma carga de 8 ohms, e é claro, sobre um alto falante, ou sistema de falantes (caixa) também. Esse mesmo amplificador pode produzir 100 watts RMS, limpos, sobre uma carga de 4 ohms.... e quem sabe, dependendo da sua fonte.... 200 watts RMS, limpos sobre uma carga de 2 ohms..... veja que no caso de 2 ohms.... o consumo seria de no máximo uns 400 watts.... e para isso dois transistores são usados...na minha opinião já estariam no limite...com meio metro de lingua do lado de fora. continuando a seguir o circuito........................................................................ A energia vai entrar na base do driver (excitador) e vai sair no emissor...depois entra na base do saída e sái pelo emissor.....veja bem que temos duas junções, e estás deverão ficar com 0.6 volts cada uma (na prática varia de 500 milivolts até 690 milivolts)... depois de sair pelo emissor da unidade de potencia (2SC5200 ou outro...já que pode ser substituido por milhares de unidades que dissipem mais que 150 watts de calor, que aceitem correntes maiores que 16 amperes...que tolerem voltagens maiores que 100 volts)...saindo pela resistencia equalizadora de emissor (0.47 ohm) e segue para a o terra depois de atravessar a bobina do alto falante(s). Na linha de saída, a voltagem é zero volts...ou coisa bem parecida (alguns milivolts ficam alí...é o off set do amplificador). Essas duas bases em serie...cada uma ficando com 0.6 V faz com que necessitemos enviar energia para a base do driver do ciclo positivo.... e deverá ser igual ou superior à 1.2 volts...caso contrario a parte de cima do amplificador fica cortada, ou seja, não conduz nada.... se receber som distorce, já que o som é quem vai polarizar...as partes positivas do som injetado vão polarizar momentaneamente o transistor...logo após vira um sinal negativo...daí ele corta de novo...isso produz um grasnido sonoro horrível! Embaixo, ou seja, no ciclo negativo....na parte negativa do amplificador...aquela que está ligada ao fio mais da alimentação..... que fica desenhada embaixo da linha horizontal divisória do amplificador...que por sua vez é a linha de saída....que trabalha como “linha de terra”...por ser “para onde tudo flúi”..... a linha de saída funciona como terra para os ciclos positivos e também para os negativos...observe que depois de ligados os alto falantes essa linha “vira terra” mesmo...já que fica ligada ao terra por intermédio da bobina dos alto falantes..........pois bem...embaixo.... a coisa é analoga...se precisamos de 1.2 volts positivos na base do excitador de cima...precisaremos, também, de 1.2 volts agora negativos na parte de baixo (-1.2 Volts de tensão contínua)...isso é tudo medido e referenciado na linha de saída...que por acaso trabalha como o terra de cima e de baixo.... Porque para ela é que “tudo flúi”.....assim como o Planeta terra...já que os raios caem na terra...hehe...na verdade não caem sempre não...tem veze que sobem da terra para a atmosfera. Já sabem que a necessidade complicante de usar dois transistores é por conta da potencia que poderá ser desenvolvida por estes...e que derreteriam...porque quando você mede na carcassa destes uns 100 graus centígrados, por exemplo, ...la no meio da junção...do transistor pròpriamente dito, a temperatura pode estar bem perto da temperatura da fusão do metal...derretimento mesmo! Esse método não é bom.... já que os transistores normalmente não tem ganho idêntico..e isso cria um tipo de distorção muito chata....no entanto, somos obrigados por força das contingências, de agir assim para obter mais potencia...cada transistor é limitado ...não adianta colocar gêlo encima ou embaixo....que a junção derrete mesmo! Pois bem.... acabamos de descobrir...quase que por acidente, a tensão de coletor do amplificador de tensão.... como este está ligado na base do excitador negativo, onde necessariamente deve haver cerca de -1.2 Volts.... como existe continuidade eletrica entre o coletor do transistor amplificador de tensão com a base do excitador negativo...e na base do excitador negativo teremos -1.2 volts.... então descobrimos a tensão de coletor do amplificador de tensão. Daí alguem vai dizer...que coisa dôida é essa? - como é que alguma coisa que tem apenas 1.2 volts de potencial eletrico na coletor vai produzir um “swing”..(alternancia de alguma coisa) de 20 volts RMS para excitar os sáidas? Na verdade não tem – 1.2 volts naquele ponto...na verdade tem -34.8 volts ...já que a primeira medição é em relação ao terra.....e a segunda medição é feita em relação ao negativo. Isso quer dizer...na prática do dia a dia...que uma ponta de prova do multímetro fica na linha negativa e outra ponta de prova fica no coletor do transistor excitador. Observe e reflita....+1.2 volts em relação ao terra..... e – 1.2 volts em relação ao terra quer dizer que entre esses dois pontos existe um potencial total de 2.4 volts. Essa tensão é criada através de uma resistência variavel...ou atravez de uma resistencia fixa calculada, através de alguns diodos e tambem, mais comumente, através do circuito denominado VBE multiplier (multiplicador de tensão base-emissor).... esse nome sofisticado refere-se à um transistor que é posto em condução...e que vai apresentar uma resistência bem baixa entre o coletor e emissor..... e essa resistência é ajustável, já que na base deste existe um trimpot....que controlando a corrente base-emissor deste transistor, tem com consequencia, a variação da resistencia interna da junção coletor emissor...e essa Junção vai ser usada como resistência. O potenciometro controlador de polarização está ali para ajustar a condução do transistor...portanto sua resistência interna.... o dispositivo recebe energia da linha positiva atraves do resistor de 220 ohms em série com o seguinte, que é de 1000 ohms. Essa energia vai atravessar a junção coletor-emissor do transistor controlador de polarização (Vbe multiplier). Se esse transistor ajustar para mais...haverá muito mais corrente na saída...mesmo no mode de repouso (sem sinal de audio na entrada)..... e se ajustado para menos que 2.4 volts, haverá redução da corrente de repouso...porisso é o controle de polarização... ou Bias....já que aumenta ou diminui a condução nos estágios de saída. Agora observe no esquema...de cima para baixo, que temos varios componentes sem série: O resistor de 220 ohms O resistor de 1000 ohms A resistência representada pela junção coletor-emissor do “Vbe multiplier” A resistência inerente à junção coletor-emissor do transistor amplificador de tensão (VAS) A resistêncai de emissor desse ultimo transistor.... um potenciometro de 47 ohms Neste ponto temos que aplicar a teoria...que diz que várias resistencias, mesmo de valores muito diferentes, desde que ligadas em série com a alimentação, vão ser percorridas, todas elas, pela mesma corrente..... e se é a mesma corrente, aquela que reduz os 36 volts positivos para 1.2 volts positivos (resistor de 220 ohms em serie com o de 1000 ohms)....e isso vale para toda a série...a corrente é a mesma! ................................................vai continuar.............................................
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Mais uma, esta é interessante...pode ajudar bastante. Carlos Mais umazinha Carlos Informações das voltagens medidas. abraços Carlos Aqui está o circuito simplificadíssimo...onde foi arrancada fora a etapa de saída em classe A..... este diagrama funciona apenas em classe AB e deve ser ajustado com 100 miliamperes de corrente de repouso. Funciona bem e tem um som excelente...apesar de perder metade dos recursos. abraços Carlos
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Mais uma, esta é interessante...pode ajudar bastante. Carlos Mais umazinha Carlos Informações das voltagens medidas. abraços Carlos
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Outro esquema, desenho das primeiras placas feitas..mais um que faz parte do imenso arquivo de imagens que está lá no forum à disposição. abraços Carlos
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Nesse endereço: http://www.diyaudio.com/forums/showthread....10&pagenumber=1 Que pertence ao diyaudio.com vocês encontram muita informação sobre o GEM. É muita coisa para publicar aqui...e não faz sentido tanta duplicidade de informação.... apenas facilitaria pela lingua...mas daria um trabalho danado. abraços Carlos Alguma coisa sobre o GEM eu vou mostrando aqui...mas será um grãozinho de areia no oceano de informações que já estão lá, publicadas no forum. Aqui um esquema desenhado por outro audiófilo. abraços Carlos
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Nesse endereço: http://www.diyaudio.com/forums/showthread....10&pagenumber=1 Que pertence ao diyaudio.com vocês encontram muita informação sobre o GEM. É muita coisa para publicar aqui...e não faz sentido tanta duplicidade de informação.... apenas facilitaria pela lingua...mas daria um trabalho danado. abraços Carlos
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Também conheço bem Umuarama.....Goio Erê....Cambé, Rolandia, Londrina, Apucarana, Maringá...e outras. Eu trabalhei alguns anos, na décade de 70 em Londrina...conheço muito a terrinha...ótima! Aqui vai mais uma parte do texto: ..........................continuando.................o amplificador GEM.......... No transistor de feedback, que também podemos chamar de transistor da realimentação, transistor de controle, leitor de erros, compensador de off set (voltagem na linha de saída), controlador da distorção, controlador de ganho..enfim escolha o que preferir, o que lhe fôr mais adequado, já que existem muitos mais denominações para isso, e a nossa será apenas mais uma. Atente para a existência de um capacitor de 10N entre a base e o emissor do transistor da linha de feed back (linha da saída)..... este capacitor deriva os sinais de alta frequencia, que porventura apareçam, como resultado de oscilação ou da amplificação de espurios captados..... para essas frequencias esse “enorme” valor de capacitância representa uma draga!.... já que apresenta muito baixa reatancia capacitiva, que é alguma coisa como a resistência vista por determinada frequencia....para frequencias altas, esse capacitor representa um curto, zero ohms!...ou seja, não opõe nenhuma resistência a passagem dessas frequencia, que passarão ao terminal do emissor, sem serem amplificadas e serão devolvidas à fonte que dará fim à elas. Isto torna o estágio imune à frequencias muito altas....imune no sentido de não acionarem tanto o controle de ganho...simplesmente uma derivação de saída facilitada para essas frequencias, que imediatamente ao começo da oscilação, estas já sejam exterminadas. Também tem uma resistência e um condensador ligados da base do transistor de feedback para o terra... esses determinam a menor frequencia que será processada pelo feedback. Agora vamos ao mais importante estágio do amplificador, o amplificador de tensão, constituido no esquema pelo transistor 2SC3421, que precisa ter muito ganho, pequena capacitância entre a base e o emissor, precisa ser capaz de trabalhar bem com sinais de pequena amplitude, deve ter a capacidade de operar em frequencias muito altas (que não ouvimos, mas existem aqueles que dizem que não ouvimos mas percebemos..isso é discutível)...é preciso também que produza pouco ruído, proveniente da agitação molecular, por causa da temperatura...e que ocorre durante o trabalho. Olhe bem para o fato que a entrada do amplificador de tensão, que é o responsável por toda a voltagem que você vai encontrar na saída...pois é ele que produz essa voltagem, ...mas atente que é ligado no CCS....quer dizer, ...está ligado num lugar onde a existe bastante estabilidade de corrente, já que é uma fonte de corrente constante..... mas as variações de corrente serão alí sentidas e enviadas para o nosso amplificador de tensão, que multiplicará substancialmente essas variações de corrente. Esse ponto do CCS, que é a saída de audio do diferencial, tem 1.2 Volts como já sabemos,...veja bem que é muita voltagem para uma junção de base emissor de um amplificador de tensão. Se injetarmos 1.2 Volts entre a junção base e emissor, o transistor vai saturar, vai conduzir intensamente e vai esquentar....a capacidade de amplificação vai ficar reduzida, já que estará já perto do maximo....como se fosse um carro já com o pé no fundo do curso do acelerador.... quase nada pode fazer no sentido de ampliar o sinal...pode no máximo reduzir o sinal...isso é metade do trabalho...distorce e não serve. Na verdade, essa saturação não acontece, porque o potenciometro trimpot que está no emissor do transistor amplificador de tensão divide a voltagem com êle...vai produzir 600 milivolts para alimentar a junção base-emissor do saída NPN do amplificador classe A. A junção base emissor do saída NPN vai ficar com 0.6 volts e a junção base-emissor do transistor amplificador de tensão vai ficar com os outros 0.6 volts restantes que somados resultam em 1.2 volts aproximadamente (tudo aqui é bem aproximado...ninguém pensa em fazer disso um tratado de verdades absolutas ou de precisão indiscutível!) Importante é a presença de um capacitor e um resistor em serie, entre a base e o coletor do transistor amplificador de tensão...isto representa , com vantagem, a necessaria capacitancia estabelecida por Miller....que evita oscilações, mas que não sendo bem dimensionado o valor de capacidade, transforma certos sinais de característica sinoidal em ondas triangulares....distorce se super-dimensionado....oscila se sub-dimensionado. Normalmente, para amplificadores de tensão, este capacitor fica entre 22 picofarads e 68 picofarads....no entanto, este arranjo com resistor vai tolerar muito maiores valores de capacitancia. Pois bem, em adição às correntes de polarização...que no caso vieram do CCS do primeiro estagio, vamos ter as correntes alternadas de audio cruzando as junçoes desse transistor e teremos a importante corrente de polarização do circuito de saída desse transistor amplificador de tensão....essa corrente de saída é a corrente da junção coletor-emissor naturalmente.. Essa corrente deverá ser suficiente para alimentar o amplificador de tensão com adequada corrente (que é a corrente de saída do amplificador dividida pelo ganho de todos os estagios consecutivos)...... e principalmente fixar o ponto quiescente. A corrente que atravessará essa junção coletor-emissor é muito importante, já que ela fixará os pontos de operação do amplificador durante o repouso (stand by) e proverá corrente necessária à polarização dos demais transistores do estágio final...de tôdos eles. O amplificador de tensão acionará com sua plena voltagem, quando devidamente excitado, as etapas de saída.... com sua potência...que é o produto da corrente pela voltagem....que apesar de nada magnífica, será aquela necessária para excitar (não saturar) os estagios consecutivos. Breve publicarei como se faz para criar essa corrente, com a necessarias distribuições de tensões para o circuito de sáida do amplificador de tensão...que por sua vez é a mesma corrente que alimentará os circuitos de entrada das etapas driver (excitadora) e de potencia. Abraços Carlos
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Eh Joinville....grande cidade! Tenho aqui, no meu micro, centenas de imagens de Joinville, festas, reuniões, corridas de motos, clubes de colecionadores de carros...zier gut! Eu costumo mandar essas imagens para os amigos Europeus do diyaudio.com Todos gostam e se impressionam muito por termos uma Alemanha dentro do Brasil...como também temos Italia, Japão, Portugal, Espanha, Russia, Polônia, França e outros paises.....mas Joinville, Blumenau e Brusque são demais.... dessas eu visitei as duas primeiras. Temos colônias Alemãs também em Petrópolis, Terezópolis e Campos de Jordão...isso que eu saiba...deve ter muito mais que eu não saiba. Obrigado pela dica do livro colega..eu vou comprar um pra mim...valeu! Auf wiedersehen unt horen unt lehsen Carl
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O prazer é meu Gabriel. Para polarizar o primeiro transistor, eu havia me esquecido, tem um resistor ligado ao terra. No emissor já temos alimentação, ela vem da linha de 36 volts positivos em relação ao terra.... e a base é ligada ao terra atraves do resistor de base...daí é estabelecida a condução do transistor...alguns milivolts ficam na base, milivolts à mais que os 600 milivolts do emissor....portanto a tensão base emissor é de cerca de 640 milivolts, o que coloca o primeiro transistor conduzindo bastante corrente, no caso os poucos miliamperes que foram limitados pelo tamanhozão dos resistores que vem lá da linha de 36 volts positivos. Já no caso do transistor diferencial da saída, o do feed back (manda de volta), ele fica ligado numa linha que normalmente apresenta pequena voltagem, é a linha de saída, onde todas as correntes confluem....correntes de polarização no modo de repouso (stand by) que é a corrente de polarização (bias), também chamada corrente quiescente, .... e mais ainda...o principal, as correntes alternadas que fluem dos respectivos semiciclos do amplificador...que tem o lado positivo (lado de cima) ...e lado negativo (lado de baixo).... todas essas energias fluem para essa linha positiva...que faz o trabalho de terra para as tensões positivas e tensões negativas que serão manipuladas, moduladas...arranjadas, de acordo com o sinal de entrada..... com muito mais energia que o sinal de entrada...com potencia (multiplicação da voltagem pela corrente). Observe que a linha de saída acaba sendo ligada ao terra por intermédio do alto falante...que tem continuidade eletrica e uma bobina que apresenta alguns ohms de resistência elétrica e alguns diferentes ohms de impedancia (impedancia é a resistencia de um elemento, medido debaixo de um tom de 1 kilohertz...é a resistencia medida para uma certa frequencia). Quando ligamos o alto falante no amplificador, a condução da linha de saída acontece por dentro do alto falante...enorme corrente atravessa a bobina movel e empurra e puxa o cone de papelão para frente e para traz, acompanhando o sinal eletrico que entra no amplificador...com a diferença de ter muito mais corrente e muito mais tensão.....diferença de ter, portanto, muito mais potência. Veja que com o alto falante ligado você força a situação de zero volts para a linha de saída do amplificador...que é a linha media horizontal...que divide o esquema em parte de cima e parte de baixo..... essa mesma linha está ligada, com continuidade eletrica, à base do transistor diferencial da saída...o tal que recebe o feed back (realimentação)....isto força, porque 8 ohms pra terra é quase terra mesmo, força que haja um voltagem continua perto de zero volts na base do transistor de feedback....que já tem, por sua vez 600 milivolts positivos no emissor...portanto, está conduzindo algums microampéres que viajam entre o mais e a terra....ou entre a terra e o mais se assim preferir. Ainda vou prosseguir nos proximos dias. temos ainda os amplificador de tensão. Como polarizar o amplificador de tensão O vbe multiplier...que coisa é essa? Os transistores excitadores, chamados drivers. A polarização residual dos drivers. A polarização dos saídas. Preciso digitar essa tralha toda..... num futuro proximo eu faço e publico aqui. um abraço, espero que alguem tire alguma informação util disto aqui. Carlos
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Observe que o emissor está no extremo negativo, e que a alimentação parte do extremo positivo da alimentação (assim decidido previamente, aceito como verdade temporária, visando facilidade de explicação apenas)....do extremo positivo ao negativo da fonte temos 36 mais 36 volts...ou seja, temos 74 volts no total....as bases dos diferenciais ficam com zero, ou bem perto disso, por definição.... e faz sentido no caso do transistor diferencial voltado para a saída...inclusive ele não é só voltado para a saída...ele é ligado na linha de saída..onde temos que ter zero volts obrigatóriamente...logo...nada mais normal que termos alguma coisa bem perto de zero volts na base do differencial de saída.....como ambos trabalham polarizados no mesmo nivel....para trabalhar como um verdadeiro par..... a base do primeiro tambem tem o mesmo potencial de tensão contínua. Cada um desses dois transistores possue uma junção base-emissor.... e nessa junção, por efeito zener, cria-se uma diferença de potencial (Voltagem) de 0.6 volts...portanto o emissor deve estar sempre com 0.6 volts de diferença em relação à voltagem que você encontra na base...... sendo assim.... se zero volts estão nas bases...os emissores, ligados juntos, deverão ter 0.6 volts positivos (estão para cima da linha mediana do amplificador...que é linha de saída...que tem voltagem igual a zero...portanto são positivos)...agora sabemos a tensão dos emissores e podemos calcular a corrente que atravessa o resistor de 390 ohms que está em serie com o de 5600 ohms....o que resulta num resistor único-teórico de 5990 ohms.. Isto porque, estando os emissores com 0.6 volts, e a fonte com 36 volts..... logo, alguma voltagem fica encima dos resistores em serie..... e essa voltagem é de 36 volts menos 0.6 volts...resultando em 35.4 volts positivos. Consultando o “pai dos burros” da eletrônica...que é a lei de Ohm, conhecimento que é a biblia daqueles que pretendem mexer com a eletrônica, conhecimento básico, indispensavel para o nosso pessoal....sem ela, sem a lei de Ohm, nada se compreende dessa nossa area de conhecimento...nada adaptamos, nada ajustamos, nada criamos e muitas vezes temos mais dificuldade para compreender coisas e para consertar coisas. Prosseguindo.....então temos que 35.4 Volts estão sobre essa resistência (resultante da adição de 390 mais 5600 ohms)...daí calculamos qual é a corrente que atravessa esses dois transistores.... a corrente que atravessa ambos os transistores, entrado pelo emissor (sentido decidido para efeito didático apenas) e saíndo pelo coletor. Seguindo em direção à linha negativa, atravessamos o CCS...que na verdade representa uma resistêncai...ou pode ser representada como uma resistência num circuito equivalente. Calculando, temos que a corrente é de 5.8 miliamperes.....ou 0.0058 A Essa corrente será dividida, teòricamente, à metade entre os dois transistores do par differencial (devem ter o mesmo ganho...medindo e selecionando e usando os mais próximos possível).....na verdade, não acontece bem assim, mas podemos aceitar que cerca de 3 miliamperes vão circular em cada transistor...já que é quase assim mesmo. O CCS fornece 1.2 volts...é uma resistência estável, que independe das variações de voltagem da fonte de alimentação (que varia de acôrdo com o consumo de corrente exigido por circuitos à ela ligados). O ccs é superior à resistência que êle substitui, já que cria uma referencia de voltagem contínua e estável. Isso resulta em maior qualidade sonora...ja que variaçoes de voltagem da fonte não vão aparecer neste ponto....o que vai aparecer neste ponto é variação de voltagem e corrente que é decorrente de audio puro! Melhor desempenho aparece claramente para o CCS em comparação aos amplificadores que usam uma resistência....o amplificador que usa fonte de corrente constante soa melhor e mede bem melhor na instrumentação de testes. Voltando à vantagem do CCS..... nós sabemos a corrente que circula, e a voltagem que fica sobre a junção coletor do transistor principal do CCS (o da esquerda, embaixo, um dos BC547)...concluimos que o CCS pode ser substituido , com muita DESvantagem por duas resistências que estariam nos coletores do par differencial...cada uma teria o valor de 400 ohms (390 ohms seria o valor padrão para o caso) No entanto, dinamicamente, haveria variação de tensão (voltagem continua) no diferencial, e essa variação é inerente à instabilidade das fontes de alimentação convencionais...... essa variação de voltagem sobre essa resistência tem como consequencia a variação da corrente que atravessa essa mesma resistência......ou seja...é um som de baixa frequencia que é proveniente da fonte...essas variações seguem os picos de consumo...que estão nos tons mais graves...daí temos um segundo sinal, na forma de corrente para embolar o meio de campo Nós queremos que a variação de corrente...que será transferida ao próximo estágio, seja apenas referente às variações do audio amplificado. O Transistor, diferente da válvula, é elemento amplificador de corrente, e é isso que queremos dêle...que amplifique a corrente....no entanto, corrente e tensão estão intrinsicamente ligados, e usamos o CCS para estabilizar .... recebendo as variações de sinal gerados durante a amplificação de audio..... e que será transferida para o estágio seguinte. Observe agora, que existe uma conexão comum à ambos os transistores do par diferencial, os emissores estão ligados juntos...numa via única, que tem entroncamento de trânsito de elétrons, que tem via estreita, onde duas vias de trafego vão se unir numa só.... daí temos o efeito diferencial...nessa analogia com o trânsito de automóveis temos que; no momento que muitos carros de uma via avançam, a outra via diminui seu fluxo...daí a diferença fluir, os carros que passaram subtraídos dos que pararam é esperaram é a resultante diferencial de interesse, isso vai ser util no contrôle do amplificador, já que um transistor está ligado na linha de saída e outro na linha de entrada.....caso ocorra excesso de potencia , com distorção na linha de saída....voltagens contínuas serão produzidas na saída e o transistor voltado para a saída vai sentir...vai amplificar e maior corrente passará dentro dêle...o que vai reduzir a corrente no primeirissimo estágio...com isso o ganho do primeiro estágio cái....daí acontece o contrôle differencial. Quando o sistema diferencial reduz o ganho do primeiro transistor....que é aquele que amplifica o sinal realmente, acaba tendo como consequencia a redução da distorção....já que esta distorção surge junto de uma certa tensão contínua que aparece na linha de saída, e o pior, é que é decorrente do excesso de sinal que flúi na sáida...sinal este, que é inicialmente gerado nos primeiros estágios...portanto, atuar nos primeiros estágios (feed back) faz sentido, porque isso irá controlar o ganho total e geral do sistema... evitando excessos na amplificação..e não havendo excessos não haverá mais contrôle...e a situação se estabiliza. .........................................para prosseguir em outro dia............................
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Vou tentar anexar a primeira parte do texto.... a metade do trabalho já está digitada. Descrição do circuito do amplificador GEM Observe que na entrada do amplificador existe uma resistência de 100 K, isto serve para criar uma impedancia artificial adequada ao casamento com o pré-amplificador que será ligado a este amplificador de potência..... isto se adequa razoàvelmente à impedância de saída da maioria das fontes de sinais, sejam prés, tuners, conversores de digital para analógico e saídas de Cds. Logo após, seguindo o percurso do sinal de audio, o qual vai atravessar os dois condensadores de 470uF, que estão ligados da forma que funcionarão como unidades sem polaridade. Esses condensadores de acoplamento exibem muito pequena resistência à passagem de tons de baixas frequencias, os sons graves.... servindo para bloquear alguma corrente contínua que porventura esteja presente nos circuitos do pré-amplificador que fôr ligado à essa unidade. O resistor de 620 ohms faz parte do divisor resistivo que incorpora duas resistencias, uma de 220 ohms e outra de 100 ohms, resultando num total de 320 ohms , que está em series com o resistor de 620 ohms, que por sua vez está ligado ao terra....é uma serie de resistores, partindo da base do primeiro transistor até o terra....o sinal é pego nos extremos do resistor de 620, que pode ser usado como carga adequada à aparelhos de impedancia de saída mais baixa, quando estes vão desenvolver sua potência elétrica sobre esse resistor de 620 ohms (melhor casamento que os 100K) Observe que a proporção desses resistores atenua os sinal...cerca de 30 porcento do sinal é reduzidos dada essa proporção de resistores...isso é interessante, já que virou moda o fato de alguns pré-amplificadores e outros aparelhos, terem suas saídas com tensão de audio maior que os 750 milivolts convencionais...alguns possuem saídas maiores que 1 volt...porisso o divisor resistivo, preparado para receber algum excesso e adequado para atenuar. O resistor de 220 tem dois capacitores ligados de seus extremos ao terra, isso consiste num filtro tipo “PI”...letra grega (3,1418....) que remete ao terra sinais de muito alta frequencia que porventura existam na forma de eletromagnetismo (ondas de rádio) e estes sinais poderiam ser captadas à partir dos cabos coaxiais e segmentos de condutores não blindados (shield, shieldados). Estes sinais, porventura capturados, já que ondas eletromagnéticas ao passar por um metal desenvolvem eletricidade em seus extremos e qualquer pedaço de metal pode ser uma antena captadora....unido a “simpatia” pela captação que é caracteristica inerente ao comprimento físico de um pedaço de metal ...isto pode funcionar como uma antena. Nos temos transmissões de celulares com o comprimendo de onda de poucos centimetros...essas ondas estão no ar à nossa volta....podem ser captadas por fios não blindados e remetidos à entrada do amplificador. Este sinal, não audível, causaria saturação no primeiro transistor...e...se amplificado (depende da resposta de frequencia do transistor usado) causaria excesso de consumo, sinais estranhos na saida de som...não audíveis porem presentes (mensuraveis até com voltimetro), comprimindo os sinais musicais que entrariam nos amplificador visando a amplificação de sons. O transistor de entrada, desde que recebendo forte sinal de radio frequencia, captado por condutores mau blindados ou expostos, não teria condição de acompanhar a frequencia de entrada adequadamente, e essa oscilação é característica do processo de amplificação, onde o transistor oscila acompanhando as oscilações do sinal de entrada....o sinal de audio tem característica oscilante, já que oscila dos niveis positivos para os niveis negativos, passando por uma linha média horizontal, considerada zero ou referencia...os sinais acima dela são considerados positivos em relação à referencia....e os sinais abaixo dela são considerados negativos em relação à referencia.....essa referência normalmente e de zero volts...mas nada impede que a referencia seja outra voltagem...e que haja oscilação por cima desta voltagem e por baixo desta voltagem..... o problema seria resolvido, caso você quisesse injetar um sinal oscilante que estivesse num potencia de linha mediana muito maior ou muito menor que zero....simplesmente acoplando com um condensador você elimina essa alteração e deixará passar apenas a tensão alternada, oscilante, que age entôrno da tal referência...agora eliminada. O sinal de audio proveniente da fonte sonora, à ser amplificado, entra no primeiro transistor e o sinal de saída aparece na resistência de carga de coletor, no caso essa resistência de carga foi substituida por um dispositivo chamado de fonte de corrente constante...que oferece um dreno constante de energia, uma voltagem estável entre seus terminais principais. Observe que um dos transistores que formam o par gerador da fonte de corrente constante, tem sua base ligada ao coletor...isso cria um diodo, e este diodo sendo de Silício vai forçar a aparição de 0.6 volts nos seus extremos.... isso acontece se você alimentar com uma tensão continua maior que 0.6 volts e a medição será possível encima dos extremos desse diodo. Portanto, e como consequência, tendo 0.6 V nas bases, e, adicionando se os 0.6 volts que aparecem na junção do segundo transistor.... vamos ter como resultado 1.2 Volts de queda de tensão na junção coletor emissor do transistor posicionado à esquerda do par de corrente constante......isso é um efeito zener, que temos proveniente das junções de semi condutores. Essas voltagens, essas tensões se preferir, surgem como consequência da circulação da corrente elétrica, contínua, proveniente da fonte de alimentação de corrente contínua, que para efeito simplificador de explicações, peço que aceitam...para fins didáticos apenas, que circule do positivo para o negativo..... assim sendo, partindo da linha positiva, onde se vê 36 volts positivos, a corrente vai atravessar o resistor de 390 ohms, e logo após essa vai ser absurdamente estabilizada pela enorme capacidade de armazenamento de elétrons criada pelo condensador eletrolítico de 1000 microfarads ( 1 Milifarad)..... quando normalmente usam 100 microfarads para esta posição. Seguindo em frente..... a energia da fonte de alimentação atravessa o resistor de 5600 ohms e esses dois resistores vão determinar a corrente que vai atravessar os transistores do par differencial....observe com atenção que os emissores desses transistores estão interligados, criando portanto, um caminho comum à ambos, onde a energia presente nos emissores vai atravessar as junções emissor-coletor, que estáticamente (sem sinal de audio na entrada) pode ser reperesentada por uma simples resistência de valor fixo....no entanto, dinamicamente (com sinal de audio conectado à entrada) essa resistêncai varia, oscilando dentro de determinados limítes, e causando diferença de potencial variável nos seus extremos, ou seja, entre o emissor e coletor (resistencia). Haverá oscilação de corrente, que ocasionará como consequencia, oscilaçãod e voltagem, que se traduz como audio amplificado, já que é muito maior em amplitude que o sinal de entrada. Agora de nôvo ao CCS (constant current source – fonte de corrente constante).... caso você meça entre o coletor e o emissor do principal transistor CCS, que é o da esquerda, já que outro está ligado na forma de diodo, vais encontrar 1.2 volts continuos....no entando se medires esse coletor em relação à linha de terra, vais medir 34,8 volts negativos aproximadamente...isso porque você mudou a sua referencia de medição, que primeiramente foi a linha negativa (emissor do principal BC547), e por ultimo passa a ser a linha de terra.. Dizer que o coletor desse transistor tem 34.8 volts negativos em relação ao terra é correto....tambem é correto dizer que tem 1.2 volts em relação ao seu emissor. ..................................continua à seguir.............................................
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Eu até posso....no entanto a resposta vai vir mais complicada ainda. O Ingles do homem é sofisticado, êle tinha o habito de ler livros desde os 7 anos de idade...livros pesados, como consequencia o vocabulario dêle é meio diferente do inglês coloquial que nós conhecemos...pelo menos é bem mais difícil para mim, que tenho que ler e reler muitas vezes para captar o que êle quer dizer. Resumindo....êle fala da força Contro Eletro Motriz.... da reação tipo mola que os indutores criam ao serem acionados por ondas eletricas que variam de amplitude, ou mesmo por conta de pulsos de corrente contínua aplicados. Êle explicou, muito tempo atraz, que não é apenas o amplificador que gera sinais, que amplifica sinais e remete sinais para crossover e alto falantes, que o contrário também ocorre, e que isso gera distorções e sinais espúrios. Que essa conversação entre alto falantes e amplificadores é bastante crítica, que está ligada ao nivel de corrente que circula na saída (impedancia da saída e potência do dispositivo) e que está ligada à presença ou ausência daquela pequena bobina de 1 microhenry em paralelo com uma resistência de 10 ohms que você encontra na saída. Uma forma prática de você observar isso é ouvindo um amplificador possante diretamente ligado em um alto falante e com o volume perto do maximo (amplificador de mais de 50 watts RMS).... as distorções serão ouvidas e memorizadas.......agora coloque uma bobina de fios de cobre esmaltados. em série com o mesmo falante..umas 250 espiras enroladas encima de um bastão de ferrite quebrado, propositadamente partido para ter pequena dimensão..... o que vai acontecer é que a bobina com nucleo de ferrite (o nucleo força o efeito, aumenta o efeito da saturação) vai saturar..... e você vai perceber uns estalos nos picos de potência...uns Tac!....Taaac! .... talvez você confunda isso com a bobina batendo nos limites do entreferro do alto falante..... na verdade não é pancada no entreferro não!....no caso é o efeito causado pela saturação e o sinal retornando ao amplificador. Isso exemplifica, na prática, os problemas causados pela saturação. Como isso já pertence ao nosso conhecimento fazem quase 100 anos, os bons fabricantes de crossover passivos não usam nucleos de ferrite ou qualquer metal magnético, para evitar o aparecimento precoce dessas saturações..... usam nucleo de ar para evitar isso. As bobinas com nucleo de ar também geram o efeito, mas em muito menor proporção. um abraço Carlos
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Vejam outro amplificador.....êle está sempre montando.... e pinta plaquinhas com esmalte de unha..... faz caixa de som à partir de caixote....o sujeito é desenrolado. O animal de estimação dêle é um porco espinho...ahahahahaha! Está morando, atualmente, na Irlanda...tem um filho com mais de 25 anos e uma linda esposa. Ele costuma se enfiar debaixo do carro do filho pra consertar...é um Volkswagen Polo.... o danado do Graham vive tôdo sujo de graxa...o sujeito bota a mão na massa mesmo...não se importa com os cursos de Engenharia...acha os colegas de diploma, uns burraldos petulantes.... êle é chegado à pratica mesmo! O Graham é filho de um Az da aviação da segunda guerra mundial.... o pai dele era piloto do Avião bimotor chamado Mosquito, era homem famoso, que tinha o nome the Graham Ernest Maynard (GEM) Falecido, infelizmente. abraços Carlos
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O interessante do Graham é que êle é um sujeito bem simples...não é sofisticado e também não tem muita frescura. Assim como nós fazemos, êle também monta sobre tabuas de madeira....o negocio dêle é fazer um bom som e ouvir ..... ela não está nem aí para exibição de beleza..... o assunto dêle é qualidade sonora. Veja um dos amplificadores dêle. abraços, Carlos
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Este é o Graham Maynard, projetista antigo e famoso por ter publicado muitos trabalhos em revistas especializadas Européias. Dentre os trabalhos publicados, o mais famoso, trata de distorção do primeiro ciclo. Este amplificador também foi publicado. Eu tenho uns 30 esquemas, que venho recebendo desde 2002..... quando venho acompanhando a evolução do projeto dêle. Aqui está a foto..... 15 anos mais mocinho.....mas o rosto dêle é ainda esse aí. Êle, assim como o Bora, costuma visitar esse forum...e esperam ver alguma coisa construida com fotos publicadas aqui.... êles me cobram isso!.... eu já disse pra êles que eu não posso fazer nada...que o pessoal monta o que quiser e publicam se quiserem...que eu nada tenho com o pato! Como eu construo muitas coisas, êles acham que os brasileiros constroem muitos amplificadores...e...essa generalização não é muito precisa. O Graham visita sempre... e diz que está babando de ansiedade para ver alguém construindo...hihi...êle é assim mesmo....velhusco que parece criança. um abraço, Carlos
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Poxa gente!...muito legal o apoio de vocês...fico muito feliz. No entanto, minha letra é uma droga.....muito feia e eu sempre escrevi em letra de imprensa....faço muito rápido e as pessoas sempre tiveram dificuldade de traduzir os meus hieróglifos. Acho que eu mesmo é que tenho que me lascar aqui no micro..... também tenho que corrigir. Só peço um pouquinho de paciência.... preciso estar inspirado pra encarar essa digitação. Puxa.... 197 toques por minuto!...que beleza! Estou mostrando agora o esquema do Graham, em GIF, que espero facilite a compreensão...já que está desenhado da forma mais convencional....apenas um transistor, um NPN, de potência, embaixo e à direita, faz o trabalho em class A (corrente sempre.... ajustável em cerca de 500 miliamperes)_ Este amplificador eu já construi dois anos atraz..... desmontei depois para utilizar certos transistores de potência...me arrependi muito de ter feito esta burrada, já que de lá para cá..... daquêles dias para os dias de hoje, nada melhor apareceu no forum dos gringos. Já estou me organizando para reconstruir..... e vou usar essa saída simples, sem o Choque. O choque é muito grande..... chega ser perigoso lidar com êle....já que desligando o danado em funcionamento você gera uma tensão mortal...... na abertura de um circuito indutivo carregado...... é muito perigoso. Já preparei o meu dissipador gigante com os transistores aparafusados....agora vou pensar na placa, e utilizarei meu próprio metodo de quadriculação da fenolita cobreada, com consequente soldagem sobre os quadradinhos de cobre...soldando pelo lado cobreado, sem precisar furar a placa. Eu gosto, já que posso colar a placa no gabinete metálico...esse tipo de montagem não dá curto embaixo...hehe...pode dar curto é encima, se cair alguma coisa encima. Aqui está o circuito..... interessa nêle apenas a saída.....já que o outro, mais moderno, tem inovações tecnicas bem importantes. abraços Carlos
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