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- 2a Etapa do SQX 2025 - 17/Agosto/2025 - Domingo - São Paulo/SP *****
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[4r]BYD quer ultrapassar Toyota e tornar-se a maior fabricante de carros do mundo até 2030
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A BYD já ultrapassou a Ford em volume de vendas, consolidando-se como a sexta maior fabricante de automóveis do mundo. Agora, a marca chinesa estabeleceu um objetivo ainda mais ambicioso: assumir a liderança global do setor e superar gigantes como a Toyota e o Grupo Volkswagen nos próximos cinco anos. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A meta foi anunciada pelo presidente da companhia, Wang Chuanfu, durante a assembleia anual de acionistas, em Shenzhen. Segundo o executivo, a segunda geração da bateria Blade terá papel decisivo na estratégia de crescimento da empresa e na ampliação de sua presença global. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD A declaração, no entanto, contrasta com o tamanho do desafio. Em 2025, a BYD comercializou 4,6 milhões de veículos — um número expressivo, mas ainda distante dos 11,21 milhões vendidos pela Toyota Motor Corporation, que inclui Lexus e Daihatsu. Considerando apenas a marca Toyota, foram 9,6 milhões de unidades entregues no período. Continua após a publicidade Para alcançar a liderança até o início da próxima década, a fabricante chinesa precisaria praticamente dobrar suas vendas em um curto espaço de tempo. Isso exigiria manter um ritmo de crescimento próximo a um milhão de veículos adicionais por ano. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O plano surge em um momento de atenção para o mercado doméstico chinês. Apesar de liderar entre os eletrificados na China, a BYD enfrenta uma desaceleração na demanda local. Em maio, a empresa vendeu 207.372 veículos no país, um resultado 29,2% inferior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. Continua após a publicidade Diante desse cenário, a expansão internacional ganha ainda mais peso. Mercados como Europa, América Latina e Canadá são tratados como peças-chave para sustentar o volume projetado pela companhia. BYD Ti7Divulgação/BYD Além de ampliar sua rede global de vendas, a BYD aposta no avanço tecnológico de suas baterias para dar mais competitividade aos seus carros. A próxima geração da bateria Blade é apontada como pilar para aumentar a autonomia, reduzir custos e impulsionar a adoção de eletrificados em novos mercados. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Chery avança em negociação para produzir carros da Omoda Jaecoo em Itatiaia
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Companhia chinesa mira unidade da JLR no Sul do Rio de Janeiro; conversas entre as partes estão “muito adiantadas”, garantem fontesView the full article -
[4r]QR de junho: Chevrolet Sonic encara os rivais Fiat Pulse e VW Tera
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Os SUVs de entrada líderes de mercado como o Fiat Pulse e Volkswagen Tera ganharam mais um concorrente, o Chevrolet Sonic. Na Quatro Rodas de junho trazemos um comparativo entre os três modelos. Será que o novato terá atributos à altura de seus rivais? <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Entre os SUVs médios-grandes, comprar um carro a combustão ou um híbrido plug-in? Essa é a proposta de outro comparativo, desta vez entre o Volkswagen Tiguan R-Line e o GWM Haval H6 PHEV 35. Ambos passaram por recentes atualizações e ficaram mais refinados e dinâmicos. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Quais carros são mais baratos de manter no Brasil em 2026? A resposta dessa pergunta foi respondida dentro do Prêmio Melhor Custo de Uso deste ano. Destacamos os campeões de cada categoria: hatches, sedãs, SUVs compactos, SUVs médios, picapes flex, picapes diesel, elétricos e híbridos. O cálculo envolveu o custo de combustível, manutenção, seguro, custo mensal, preço de tabela e IPVA. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Conhecemos a nova picape intermediária Volkswagen Tukan, cuja estreia está prevista para 2027. Para saber sobre o seu desenvolvimento, conversamos com José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen América do Sul e América do Norte, e Diego Ruiz, designer sênior, que teve envolvimento no desenho da picape e na camuflagem personalizada com referências brasileiras. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas O Salão de Pequim, o maior do mundo com 380.000 m² de área de exposição ou 53 campos de futebol, exibiu as tendências do setor automotivo presentes nas novidades apresentadas no local. Veja quais os tipos de motorização, tecnologias e parcerias os chineses estão desenvolvendo. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Testamos o novo Porsche Turbo S, que foi eletrificado. O híbrido ficou 61 cv mais potente que o antigo para 711 cv. Até o a 100 km/h melhorou para 2,5 segundos, com a otimização de 0,2 segundo. Mesmo assim, torná-lo híbrido ainda conquista os puristas ou atrapalhou o carro? <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Continua após a publicidade Apesar de seguir a receita de outros SUVs médios-grandes chineses como BYD Song Plus ou GWM Haval H6, para citar, o que tem e o que não tem o S06, carro mais barato da Jetour no Brasil? <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas A distribuição da Quatro Rodas 806 às bancas e assinantes começa nesta sexta-feira (12), mas a data de chegada pode variar de acordo com a região do Brasil. Você também pode ler a revista nos app da Quatro Rodas e GoRead. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Espelho meu Três conteúdos nesta edição tratam de temas relacionados à identidade das marcas: as reportagens da VW Tukan (pág. 66), a do Salão de Pequim (pág. 70) e a coluna Opinião (pág. 96). Continua após a publicidade No primeiro, feito pelo editor-assistente Guilherme Fontana, menciona a atenção que a VW deu à camuflagem da picape, ainda mantida em segredo, substituindo os tradicionais grafismos pretos e brancos por motivos brasileiros (futebol, carnaval, natureza), nas cores azul e amarelo. A GM havia usado uma camuflagem colorida nos protótipos do Spark, mas a ideia ali era chamar a atenção de forma descontraída. A da VW é diferente. Sua intenção é comunicar a identificação que a marca tem com o Brasil. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas No segundo, de autoria do colaborador Joaquim Oliveira, aborda os movimentos das marcas tradicionais, no Salão de Pequim, na disputa por atenção em seus estandes cercados por novidades chinesas. Ele cita como exemplos a mudança da Audi, que abandonou as argolas de seu logo, na China, e da Hyundai, que lançou uma nova marca, a Ioniq, para sua divisão de veículos elétricos. Por fim, o terceiro, escrito por mim, fala da entrada de 28 marcas chinesas no Brasil e da acomodação que deve ocorrer com todas elas, mais as 29 marcas tradicionais já instaladas aqui, em um cenário de todos contra todos. Certa vez, um funcionário de uma marca chinesa me disse que a indústria de seu país se preparou para entrar na competição global já esperando a reação das marcas internacionais. Segundo o executivo, em um primeiro momento, as empresas tradicionais foram pegas de surpresa, mas sabia-se que elas reagiriam. Continua após a publicidade De fato, foi isso que aconteceu e, no momento, já é possível perceber esses movimentos reativos, ainda que não generalizados. Além das respostas na área da tecnologia, em que os chineses são muito fortes, passado o susto inicial, as fábricas tradicionais perceberam que possuem um trunfo poderoso que são suas identidades. Enquanto as chinesas lutam para se impor, buscando se fazerem reconhecidas e diferenciadas umas das outras e das concorrentes (que até pouco tempo lhe serviam de modelo), as tradicionais possuem histórias, valores e características de seus carros (design, comportamento dinâmico, conforto), que neste momento fazem questão de evidenciar. Esse jogo de ação e reação, com estratégias semelhantes dos lados opostos, já ocorreu nos anos 1990, quando as marcas japonesas chegaram ao Ocidente, com seus carros mais modernos, baratos e com ciclos de desenvolvimento menores que os das marcas tradicionais. Assim como aconteceu com as japonesas, não demora e as chinesas terão suas identidades reconhecidas. Até lá, será interessante acompanhar os próximos lances dessas disputas. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Hyundai i20 chega para encarar hatches e SUVs
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
Confira os principais detalhes do lançamento da fabricante sul-coreana; i20 ficará posicionado entre HB20 e CretaView the full article -
[4r]App CNH do Brasil terá alerta de passagem em free flow em outubro
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
O ministro dos Transportes, George Santoro, confirmou que a partir de outubro o aplicativo CNH do Brasil permitirá checar as passagens em pórticos de free flow ou pedágio eletrônico. A declaração ocorreu durante o programa Bom dia, ministro, do CanalGov. “A gente está ampliando os serviços na CNH do Brasil porque como ele tem uma amplitude, mais de 60 milhões de usuários, a gente está colocando a partir de outubro todas as passagens em pórticos de free flow, de pedágios eletrônicos”, disse Santoro. A medida deve concentrar em apenas um local todas as taxas de pagamento de pedágios, algo que gerava dúvidas para quitação, esquecimentos e possíveis multas, principalmente para quem não utiliza tags. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. “Não importa se é concessão estadual, federal ou municipal. Vai ter que ter essa informação para o motorista acessar e verificar se ele passou e está sendo cobrado corretamente”, ressaltou o ministro. Continua após a publicidade Em entrevista à CNN, Santoro declarou meses antes que a proposta prevê que o usuário deverá receber, diretamente no aplicativo da CNH Digital, uma notificação aproximadamente uma hora depois de trafegar por um trecho de free flow. O objetivo é de que a mensagem tenha informações sobre o trajeto feito e um link para pagamento da tarifa. CNH do BrasilSerpro/Governo Federal/Reprodução Multas suspensas de free flow Não é a primeira vez que o governo federal entendeu que esse sistema precisava de adequações ou facilitações para os motoristas. Em abril deste ano, o Ministério dos Transportes suspendeu as multas de pedágio free flow aplicadas em rodovias. A medida interrompeu os efeitos de 3,4 milhões de autuações e estabeleceu um regime de transição para o funcionamento do sistema eletrônico no país. Continua após a publicidade O objetivo do governo federal é garantir uma integração plena de dados entre as concessionárias e os órgãos de trânsito responsáveis. Com o regime de transição, os usuários ganharam 200 dias para regularizar os débitos pendentes das tarifas rodoviárias. Nova CNH do Brasil Em relação ao aplicativo da carteira de habilitação, a ideia do governo federal é integrar várias soluções no mesmo lugar. O app, que era chamado de “Carteira Digital de Trânsito” ou o CDT, passou a se chamar “CNH do Brasil” em dezembro de 2025. A medida ocorreu após a aprovação da nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que mudou as regras para a obtenção da CNH, como a não obrigatoriedade das autoescolas no processo. Continua após a publicidade Aplicativo CNH do Brasil (montagem)Google Play/Reprodução Desenvolvido pelo Serpro para a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) do Ministério dos Transportes, o aplicativo inclui o processo da primeira habilitação e de instrutores autônomos. Acessado pela conta do Gov.br, ele está disponível no Google Play (Android) e no Apple Store (iOS). O Sistema de Notificações Eletrônicas envia mensagens em cada etapa da jornada para obter a primeira CNH ou até mesmo para renovação automática do documento. Publicidade View the full article -
🔊 O DESEMPENHO DO SEU SISTEMA COMEÇA NA INSTALAÇÃO Muitas vezes a diferença entre um sistema comum e um sistema realmente bem executado está nos detalhes. Nossos aros de instalação são desenvolvidos para proporcionar encaixe preciso, fixação segura e melhor aproveitamento do desempenho dos alto-falantes instalados nas portas. ✔ Projeto sob medida ✔ Impressão 3D de alta precisão ✔ Excelente acabamento ✔ Maior rigidez estrutural ✔ Disponível para diversos modelos e veículos Cada projeto é desenvolvido de acordo com a necessidade do cliente, garantindo uma solução personalizada para seu sistema de áudio. Porque qualidade não está apenas nos equipamentos. Está também na forma como eles são instalados. 📩 Entre em contato e solicite um projeto para o seu veículo. #R2audio #somdequalidade #SQ #CarAudio #SomAutomotivoView the full article
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[CE1]Sundown Files for Chapter 11 Reorganization
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Sundown Audio, known for its car audio subwoofer filed Chapter 11 reorganization under the US bankruptcy code.View the full article -
[JonalCarro2]Hyundai HB20 e Creta 1.0 turbo vão perder potência por causa do IPI Verde
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Motor Kappa 1.0 TGDI será recalibrado para passar de 120 cv a 115 cv; mudança já aparece no novo i20 e também ajuda a evitar acréscimo de 0,75 ponto percentual no impostoView the full article -
[CE1]Rydeen Launches 360 App for iOS
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Rydeen launches iOS app to add additional features as well as mange their 360 ecosystem of newer launched MiNy360 Series.View the full article -
O Dia dos Namorados pede uma trilha sonora especial. 💖 E nada melhor do que aproveitar o trajeto ao lado do seu companheiro ou da sua companheira, ouvindo as músicas que marcaram a história de vocês – com a qualidade de som que só a Pioneer entrega. Agora conte para a gente, qual música não pode faltar na playlist do casal? Deixe nos comentários! 👇View the full article
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[JonalCarro2]GWM Haval H6 faz 16 km/l e fica mais potente com sistema híbrido flex
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Líder dos SUVs híbridos no Brasil, SUV chinês ganha motor nacionalizado e atualizações no sistema elétrico para se manter no topoView the full article -
[4r]Novo Hyundai i20 2027 é lançado a partir de R$ 99.990; veja preços e versões
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Depois de nove anos, desde a estreia do Creta, a Hyundai apresenta um novo carro nacional produzido no Brasil: o Hyundai i20 2027. Fabricado no complexo industrial de Piracicaba (SP) ao lado de HB20 e Creta, o modelo chega ao mercado brasileiro com um posicionamento curioso: atuar como um elo entre o hatch compacto e o SUV compacto. QUATRO RODAS já dirigiu a novidade. Classificado pela marca como um crossover, o i20 entra na disputa direta no segmento de SUVs de entrada. Para encarar rivais consolidados como Fiat Pulse, Renault Kardian e o futuro Volkswagen Tera, o modelo aposta em uma receita que combina porte ligeiramente maior, ampla lista de assistências à condução (ADAS), novidades de conectividade remota (OTA) e elementos estéticos de apelo aventureiro. hyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (53) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (62) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (25) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (60) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (46) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (3) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (55) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (1) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (2) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (12) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (32) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (7) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (54) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (4) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (61) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (30) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (57) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (34) Leo SpositoQuatro Rodas A gama será composta por cinco versões de acabamento, com uma delas variando entre 1.0 aspirada com câmbio manual e 1.0 turbo com transmissão automática. Preços e versões do Novo Hyundai i20 2027: Hyundai i20 Comfort 1.0 MT – R$ 99.990 Hyundai i20 Limited 1.0 MT – R$ 104.990 Hyundai i20 Limited 1.0 Turbo AT – R$ 125.990 Hyundai i20 X Line 1.0 Turbo AT – R$ 128.990 Hyundai i20 Platinum 1.0 Turbo AT – R$ 134.990 Hyundai i20 Ultimate 1.0 Turbo AT – R$ 139.990 A própria linha de preços do novo modelo reflete seu posicionamento imediatamente superior ao do irmão menor, o HB20, com quem divide as motorizações. Continua após a publicidade A diferença de preço varia entre R$ 2.500 e R$ 4.700 dependendo da configuração. A versão de entrada Comfort 1.0 MT do i20 (R$ 99.990), por exemplo, custa R$ 3.850 a mais que o HB20 Comfort 1.0 MT (R$ 96.140). Na opção Limited 1.0 MT, o i20 sai por R$ 104.990 frente aos R$ 100.290 do HB20 (diferença de R$ 4.700). Nas configurações turbinadas com câmbio automático, o i20 Limited 1.0 Turbo AT (R$ 125.990) cobra R$ 3.300 a mais que a opção equivalente do HB20 (R$ 122.690). Já o i20 Platinum 1.0 Turbo AT (R$ 134.990) fica R$ 2.500 acima do HB20 Platinum (R$ 132.490). O que muda e como se posiciona o novo Hyundai i20? Para justificar o posicionamento frente aos SUVs de entrada, o visual do i20 foi projetado com adereços decorativos que passsam a sensação de robustez. Na carroceria, chamam a atenção as molduras das caixas de roda pintadas em preto e o aplique que simula um skid plate na região inferior do para-choque traseiro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai O modelo é o primeiro carro nacional a ostentar a nova linguagem global de design da marca, batizada de Art of Steel. O crossover adota a assinatura luminosa “H-Architecture”, composta por barras de LED contínuas que percorrem toda a largura das seções dianteira e traseira, interligando os conjuntos óticos principais. Continua após a publicidade O catálogo de cores de lançamento contempla oito opções para a carroceria: as sólidas Preto Onix e Branco Atlas; a opcional Cinza Shadow; as metálicas Prata Brisk, Prata Sand e Cinza Silk; e as perolizadas Azul Sapphire e Lumina Gray. Por dentro, o conceito Dynamic Premium Tech dita as linhas da cabine, que mescla elementos de estilo vistos no Creta e no Kona. As saídas de ar abandonaram o formato horizontal tradicional e adotaram peças verticais. O painel traz duas telas digitais integradas e os comandos do ar-condicionado ficam posicionados em um console vertical. O volante multifuncional — também herdado do Kona — traz acabamento em couro sintético e substitui o logotipo da Hyundai por quatro pontos horizontais, que representam a letra “H” em código morse. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai O crossover estreia no portfólio brasileiro o sistema de atualizações remotas Over-The-Air (OTA). Por meio da tecnologia de conectividade Bluelink, os proprietários poderão receber correções e melhorias de software direto na central multimídia, dispensando visitas à rede de concessionárias. Em termos de dimensões, o i20 mede 4,13 m de comprimento, 1,78 m de largura, 1,50 m de altura e 2,58 m de entre-eixos. Como comparação, o HB20 tem 4,02 m de comprimento (- 11 cm), 1,72 m de largura (- 6 cm), 1,47 m de altura (- 3 cm) e 2,53 m de entre eixos (- 5 cm). Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. As medidas o colocam no meio dos SUVs compactos com quem irá concorrer. O Fiat Pulse, por exemplo, mede 4,09 m de comprimento, enquanto o recém-lançado Chevrolet Sonic tem 4,23 m. Líder do segmento, o Volkswagen Tera tem 4,15 m de comprimento, apenas 2 cm mais do que o i20. O mesmo acontece com o porta-malas. A Hyundai declara uma capacidade de 346 litros, um espaço bem próximo dos 350 l do VW Tera. O Fiat Pulse tem 320 l (embora a empresa declare 370 l por usar outro padrão de medida) e o Chevrolet Sonic carrega 392 l. Motorização e desempenho O novo Hyundai i20 tem mais em comum com o HB20 do que se esperava. As versões de entrada Comfort e Limited utilizam o motor 1.0 Kappa aspirado de três cilindros, que gera os mesmos 80 cv e 10,2 kgfm que o hatch mais barato, quando abastecido com etanol. Com gasolina, a potência e o torque caem para 75 cv e 9,6 kgfm, respectivamente. A transmissão será manual de seis marchas. A partir da configuração Limited AT, o i20 passa a utilizar o 1.0 Turbo GDI flex de três cilindros, 12 válvulas e injeção direta de combustível. O propulsor desenvolve potência máxima de 115 cv a 6.000 rpm, independentemente do combustível utilizado (etanol ou gasolina). O torque máximo é de 17,5 kgfm, entregue na totalidade entre 1.500 e 3.500 rpm com etanol, ou entre 1.500 e 3.000 rpm quando abastecido com gasolina. Neste caso, a transmissão é apenas a automática de seis marchas. Continua após a publicidade Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, o i20 com motor 1.0 turbo faz 8,8 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada quando abastecido com etanol. Utilizando gasolina, o rendimento urbano sobe para 12,6 km/l, enquanto o rodoviário é de 14,3 km/l. No caso do 1.0 aspirado, o carro marca 9,6 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada utilizando etanol, subindo para 13,7 km/l e 14,8 km/l com gasolina. Versões, equipamentos e preços Hyundai i20 Comfort 1.0 MPI MT – R$ 99.990 A versão de entrada sai de fábrica equipada com seis airbags (frontais, laterais e de cortina), freios ABS com EBD, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e sinalização de frenagem de emergência. Traz ainda ar-condicionado manual, direção elétrica progressiva, controle de velocidade de cruzeiro, computador de bordo e vidros elétricos nas quatro portas. O sistema de áudio conta com a central multimídia de 10,25 polegadas com espelhamento sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, sistema de conectividade Bluelink e atualizações remotas (OTA). Por fora, utiliza calotas de 15 polegadas com pneus 185/65 R15, grade frontal em preto fosco e faróis com refletores halógenos. Hyundai Limited 1.0 MPI MT – R$ 104.990 A configuração Limited com motor aspirado acrescenta rodas de liga leve diamantadas de 16 polegadas (pneus 195/55 R16) e sistema de monitoramento de pressão dos pneus. O principal diferencial, no entanto, é a adição dos primeiros recursos do pacote de assistência à condução (SmartSense), que inclui sistema de alerta e frenagem autônoma para carros, pedestres e ciclistas, assistente de permanência e centralização em faixa e detector de fadiga. Também adiciona câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro. Hyundai Limited 1.0 TGDI AT – R$ 125.990 Além da troca do conjunto mecânico pelo motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas, esta versão incorpora acabamentos externos mais refinados, como a grade frontal em preto brilhante. No interior, o volante ganha revestimento em couro sintético. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Hyundai X Line 1.0 TGDI AT – R$ 128.990 Trata-se de uma série especial com apelo visual, oferecida em lote numerado. Ela se diferencia pelas rodas de liga leve de 17 polegadas com acabamento em preto brilhante (pneus 205/50 R17), mesma cor aplicada aos retrovisores externos, capa dos para-choques e logotipos da marca. Recebe também o emblema X Line na coluna C. Por dentro, inclui bancos revestidos em couro sintético cinza, soleiras nas portas, tapetes emborrachados, plaqueta numerada no console e chave presencial com partida do motor por botão, além de saídas de ar-condicionado e portas USB para o banco traseiro. Hyundai Platinum 1.0 TGDI AT – R$ 134.990 A versão Platinum foca em tecnologia e conforto. Ela retoma o acabamento cromado/prateado da carroceria e traz rodas de liga leve diamantadas de 17 polegadas. Em equipamentos, adiciona faróis com acendimento automático, lanternas em LED, freios a disco nas quatro rodas, freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold, ar-condicionado automático digital de uma zona, carregador de celular por indução, retrovisores com rebatimento elétrico e controle de velocidade adaptativo (ACC) com função Stop & Go. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Hyundai Ultimate 1.0 TGDI AT – R$ 139.990 A versão topo de linha completa o pacote tecnológico com os painéis digitais integrados, compostos por duas telas de 12,3 polegadas (uma para os instrumentos e outra para a multimídia). Inclui faróis em LED com projetor e a faixa luminosa contínua na grade frontal, além de aletas no volante para trocas manuais de marcha. O pacote de segurança passa a ser integral, incorporando o assistente de ponto cego, assistente de tráfego cruzado traseiro, alerta de saída segura, farol alto adaptativo e sistema de frenagem autônoma com função de convergência à esquerda. Publicidade View the full article -
[4r]Hyundai i20 2027 finge ser SUV compacto no Brasil contra Pulse, Tera e Sonic
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O Hyundai i20 já esteve longe do Brasil por ser, em sua essência, um “irmão” gringo do HB20 destinado a mercados mais ricos. Porém, a marca encontrou uma brecha para trazê-lo ao mercado brasileiro. Em uma geração completamente nova, o i20 2027 desembarca por aqui em um posicionamento diferente do europeu: ele será mais um integrante do acirrado segmento de pequenos SUVs já formado por Fiat Pulse, Chevrolet Sonic, Renault Kardian e Volkswagen Tera. Embora o i20 passe a ser um modelo global e estreie uma geração inédita, o modelo produzido em Piracicaba (SP), ao lado de HB20 e Creta, é uma solução brasileira e poderá ser exportado para países vizinhos da América Latina. Isso por ele adotar a estratégia de ser um SUV subcompacto, embora seja o que, por aqui, mantenha a maior parte das características de um hatch. Na Europa, o modelo deverá seguir em seu formato original, assumindo-se como hatch. Preços e versões do Novo Hyundai i20 2027: Hyundai i20 Comfort 1.0 MT – R$ 99.990 Hyundai i20 Limited 1.0 MT – R$ 104.990 Hyundai i20 Limited 1.0 Turbo AT – R$ 125.990 Hyundai i20 X Line 1.0 Turbo AT – R$ 128.990 Hyundai i20 Platinum 1.0 Turbo AT – R$ 134.990 Hyundai i20 Ultimate 1.0 Turbo AT – R$ 139.990 <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Nova identidade visual O novo Hyundai i20 é o primeiro de uma nova linguagem de design da marca no Brasil, o que faz muito bem a ele frente aos concorrentes. Ao menos para a versão Ultimate, o i20 busca passar uma imagem de maior refinamento em relação aos rivais Pulse, Tera, Kardian e Sonic. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Suas dimensões são semelhantes às dos demais modelos da categoria. São 4,13 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,50 m de altura e 2,58 m de entre-eixos. Ou seja, em comprimento, ele é 2 cm menor do que um Tera, mas 3 cm maior do que um Pulse. Seu entre-eixos é o maior entre os rivais mas, sua altura, é a menor – também por não ter barras longitudinais no teto. Ele também é o mais largo. O porta-malas tem bons 346 litros – o Tera tem 350 litros e, o Sonic, ganha com folga com seus 392 litros. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Na dianteira, os faróis full led têm formato que remete a uma seta. Porém, a intenção é apresentar uma letra “H” estilizada com a assinatura luminosa, cujos traços verticais estão nas extremidades dos faróis e, o traço horizontal, é composto pela régua iluminada que vai de um farol a outro, atravessando a base do capô. O efeito é visto ao menos na versão mais cara, Ultimate. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Continua após a publicidade O para-choque tem a base em plástico sem pintura, mesclando partes em preto brilhante e cinza. Todas as superfícies da dianteira são predominantemente lisas, bem como o capô, com dois vincos marcados, mas sem volumes em destaque. Visto de lateral, o i20 2027 usa os apliques plásticos como maior artifício visual para posicionar-se como um SUV de entrada. Sua altura em relação ao solo, de 16,5 cm, é a menor entre os concorrentes, fazendo dele o “mais hatch” entre os pequenos SUVs derivados de hatches. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Ele tem como destaque a linha ascendente das portas traseiras, que ajudam a dar uma impressão de altura – embora o i20 seja o mais baixo da categoria. As rodas da versão Ultimate são de 17 polegadas, com pneus 205/50. A traseira do modelo promete ser polêmica, já que produz efeito de acanhamento semelhante ao do HB20 apresentado em 2019, como linha 2020. Isso porque as lanternas são pequenas nas extremidades e rentes à carroceria – esta, por sua vez, com chapas retas na tampa do porta-malas. Também na tampa há uma barra de led interligando as lanternas, mas parece faltar algo. O para-choque, por sua vez, é bem trabalhado e tem uma boa distância da tampa para protegê-la de impactos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Interior tem personalidade, mas… Assim como o exterior, o interior do Hyundai i20 também tem personalidade e se destaca frente aos rivais. O desenho foge do comum com uma mescla de traços e volumes, entre cortes retos, elementos redondos e linhas verticais. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Os comandos do ar-condicionado, por exemplo, são sensíveis ao toque (mas físicos!) e ficam dispostos de forma vertical, entre as saídas de ar centrais, também verticais. As saídas de ar das extremidades repetem a orientação, mas se parecem com tubos ou garrafas embutidos no painel. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Continua após a publicidade As telas posicionadas no topo do painel, por sua vez, contrastam por comporem um grande conjunto vertical – são 12,3 polegadas para cada uma delas. O volante fecha com chave de ouro ao ser exclusivo entre HB20 e Creta, e por “brincar” com o logotipo central. Nele, a letra “H” em itálico da Hyundai não aparece. No lugar estão quatro pontos, que significam justamente a letra “H”, mas em código morse, como no Ioniq 5. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas A personalidade, porém, distrai os olhos de um acabamento que deixa a desejar. Todos os materiais utilizados em painel e portas são rígidos e sem refinamento na textura, diferente de Tera e Kardian, que têm faixas centrais em revestimento sintético ou tecido, e iluminação ambiente. No i20, nada disso. Em áreas como nos comandos de ar-condicionado e da multimídia, há um plástico liso que deixa evidente marcas engorduradas dos dedos. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Não há sequer um apoio macio para os apoios de braços das portas (nem para as dianteiras!). Nas imagens, os painéis de porta parecem ter material estofado nas porções superiores, mas não passa de uma impressão causada pelos vincos diagonais, que estão ali justamente para isso. Também é possível visualizar encaixes e rebarbas em alguns pontos. Continua após a publicidade Nas portas traseiras, além dos painéis compostos por materiais totalmente rígidos, a reduzida espessura dos painéis de porta mostram economia, mas uma busca pela otimização do espaço lateral. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas O interior da versão Ultimate mescla dois tons de cinza, sendo um deles mais claro, não tão adequado para um carro de uso diário. Os bancos são revestidos com material sintético de toque agradável e macio. Ainda no interior, o Hyundai i20 vai muito bem no quesito espaço. Atrás, duas pessoas de estatura média viajam com conforto. Há bom espaço para pernas, cabeça e ombro, além dos pés, graças à posição mais alta dos bancos dianteiros. Porém, um ocupante central ficará desconfortável, já que o console central invade a área que seria dedicada às suas pernas. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas O console central, por sua vez, abriga um porta-objetos, uma porta USB do tipo C, e surpreende ao ter saídas de ar-condicionado, uma exclusividade no segmento. Para as bagagens, o porta-malas de 346 litros só é menor do que o do Tera, que tem 350 litros, e o do Sonic, que tem 392 litros. Lista de equipamentos (quase) sem brechas O pacote de itens de série do novo Hyundai i20 pode ser bastante recheado, considerando a configuração topo de linha, Ultimate. A versão mais cara, única que QUATRO RODAS teve contato até a ocasião do lançamento, tem ar-condicionado digital de uma zona com saídas traseiras, faróis e lanternas de led, rodas de liga leve de 17 polegadas, sensores de estacionamento traseiros e câmera de ré. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas A lista segue com quadro de instrumentos de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador de celulares por indução, chave presencial, freio de estacionamento eletrônico com AutoHold, três portas USB-C e retrovisores externos com ajustes e rebatimento elétricos. Há ainda piloto automático adaptativo com função Stop&Go, seis airbags, detector de fadiga do motorista, frenagem automática de emergência com detecção de carros, ciclistas e pedestres, assistente de permanência e centralização em faixa, alerta de saída segura, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, alerta de tráfego cruzado traseiro, farol alto adaptativo e assistente de partida em rampas. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Ele fica devendo itens menores, mas um deles importante: sensores de estacionamento dianteiros. Além dele, uma câmera frontal seria bem-vinda. O SUV mais hatch O novo i20 compartilhará suas motorizações com o “irmão” HB20. Para as versões de entrada, o modelo terá o conhecido motor 1.0 aspirado flex de 80 cv e 10,2 kgfm, sempre acompanhado pelo câmbio manual de cinco marchas. Para as mais caras, como a Ultimate, o motor será o 1.0 turbo flex de 115 cv e 17,5 kgfm, este sempre com câmbio automático de seis marchas. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas De acordo com a Hyundai, com o motor turbo, o modelo leva 11,7 segundos para ir de 0 a 100 km/h – na média do segmento. O conjunto mostra agilidade, com boas acelerações e retomadas, embora o contato com o modelo tenha sido rápido e em um circuito fechado, onde não é possível atestar condições do dia-a-dia. Ainda segundo a marca, as médias de consumo homologadas junto ao Inmetro são de 12,6 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada, quando abastecido com gasolina. Também números próximos aos divulgados para os concorrentes. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Em movimento, a direção é leve e tem ajuste intermediário entre o conforto e agilidade, e promete ser agradável para o trânsito urbano. A suspensão, embora as condições do primeiro contato não tenham sido as ideais, impede inclinações exageradas da carroceria e dá boa estabilidade ao i20 – consequentemente, uma boa sensação de segurança. Na prática, as primeiras impressões apontam para uma condução legítima de um bom hatch compacto: ágil, estável e com suspensão de ajuste mais firme, embora confortável. Isso faz com que, além das dimensões, ele também seja o SUV mais hatch do segmento em dirigibilidade. E isso não é ruim. <span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas Veredicto O Hyundai i20 tem personalidade, bom espaço e uma lista de equipamentos que dá inveja a quase todos os seus concorrentes, mas o acabamento poderia ser mais caprichado. A condução faz dele um legítimo hatch disfarçado de SUV. Ficha técnica – Hyundai i20 Ultimate 2027 Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cilindros, turbo, 12V, 998 cm³, 115 cv a 6.000 rpm, 17,5 kgfm a 1.500 rpm Câmbio: automático, 6 marchas, tração dianteira Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (dianteira), disco sólido (traseira) Pneus: 205/50 R17 Dimensões: compr., 413 cm; larg., 178 cm; alt., 150,5 cm; entre-eixos, 258 cm; altura livre do solo, 16,5 cm; porta-malas, 346 litros; peso, 1.1.205 kg; tanque de combustível, 50 litros Desempenho (dados de fábrica): 0 a 100 km/h, 11,7 s; velocidade máxima, 184 km/h Consumo (dados de fábrica): 8,8 km/l (cidade) e 10,1 km/l (estrada), com etanol; 12,6 km/l (cidade) e 14,3 km/l (estrada), com gasolina Galeria de fotos – Hyundai i20 2027 hyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (53) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (62) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (25) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (60) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (46) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (3) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (55) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (1) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (2) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (12) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (32) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (7) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (54) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (4) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (61) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (30) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (57) Leo SpositoQuatro Rodashyundai-i20-ultimate-quatro-rodas (34) Leo SpositoQuatro Rodas Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Primeiras impressões: Hyundai i20 tem bom chão, tecnologia e pose de crossover
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Versão topo de linha do hatch aposta em pacote Adas e visual algo robusto; modelo agrada pela dinâmica, mas peca no acabamento interno é simplesView the full article -
[JonalCarro2]Hyundai i20: confira preços, versões e equipamentos do modelo
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Produzido em Piracicaba (SP), novo modelo fica posicionado entre HB20 e Creta; veja todos os detalhesView the full article -
[4r]Quais são os carros mais baratos de manter no Brasil em 2026
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Tem sido um desafio manter-se atualizado diante de tantos lançamentos, que você acompanha nas plataformas de QUATRO RODAS. São vários novos modelos por mês (ou, às vezes, por semana), de diferentes segmentos, propostas, tamanhos e, sobretudo, custos, palavra-chave para os dias atuais. Por isso, mais do que nos propormos a manter os leitores atualizados sobre as novidades, também garantimos um raio X do mercado todos os anos, para informar quais os carros mais baratos de se manter no Brasil. Para isso existe o prêmio Menor Custo de Uso. Calculamos todos os principais gastos previstos com um veículo novo pelo período de um ano, além do preço de compra. Incluímos seguro, a primeira revisão (para até 12 meses), IPVA e o gasto anual com gasolina. No caso dos elétricos, foi utilizado uma média empírica para recargas rápidas (DC). Para os híbridos, são considerados apenas gastos com gasolina, já que há uma mistura de híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV) na categoria. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Com todos os gastos reunidos, há uma divisão por 12, chegando ao custo mensal de cada um dos modelos. Destacamos os dez mais vendidos de cada categoria. Para os dez, é considerada a versão mais vendida de cada um, para abranger o maior público possível. Neste ano, a desvalorização deixou de ser levada em conta por uma falta de precisão, já que diversos modelos são recém-chegados ao mercado – especialmente entre os híbridos e elétricos. Um reflexo do bom e aquecido momento do mercado brasileiro. Como é feito o cálculo Combustível Média ponderada (70% urbano, 30% rodoviário), a partir de números do Inmetro. Preços (R$ 6,67/l gasolina e R$ 7,28/l diesel) são valores médios da Petrobras, entre 26/4 a 2/5. A eletricidade (R$ 2,40/kWh-DC) segue média de apuração empírica. Para carros híbridos, consideramos apenas os custos da gasolina, já que há modelos HEV (híbridos plenos) e PHEV (plug-in). Calculamos o custo de rodar 15.000km, referência de distância média percorrida em um ano. Manutenção Despesas com as revisões previstas pelas fábricas para o primeiro ano ou 15.000 km. Seguro O valor publicado refere-se à menor cotação dentre todas as obtidas pela TEx, da Serasa Experian, software de gestão e multicálculo para corretoras. Perfil QUATRO RODAS: homem, casado, 35 anos, sem filhos. Continua após a publicidade Custo mensal Obtido pela soma das despesas durante um ano dividido por 12 meses. Preço de tabela Os valores são os sugeridos pelas fábricas, coletados no final de abril. IPVA Calculado a partir do valor cobrado no estado de São Paulo, segue a alíquota de 4% do valor de tabela do veículo. Hatches – 1º Chevrolet Onix 1.0 MT <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução O Chevrolet Onix escalou três posições em relação à pesquisa de 2025 e retomou a liderança que já havia conquistado em 2022 e 2024. Em sua versão de entrada, com motor 1.0 aspirado e câmbio manual, o hatch surpreendeu com os menores custos de revisão e seguro da categoria, além de um dos menores gastos anuais com combustível – só fica atrás, ironicamente, do Renault Kwid, o segundo colocado. Seu valor de compra, no entanto, é o maior entre os cinco primeiros colocados do Menor Custo de Uso de 2026. Continua após a publicidade Os segundo e terceiro lugares ficaram para os subcompactos Kwid e Mobi, respectivamente. Os rivais diretos têm custos bastante parecidos em todos os quesitos, com vantagem para o Kwid em valor de compra, seguro e revisão, mas desvantagem no gasto anual com combustível. A diferença de apenas R$ 39 entre eles leva à consideração de outros fatores que não o custo. O Polo Track, carro mais vendido do Brasil em 2025, paga um seguro significativamente menor em relação a Kwid e Mobi, além de um custo de revisão semelhante. Porém, o Volks tem preço de compra maior (consequentemente, também o IPVA) e um gasto de combustível mais elevado, fator importante para um segmento de entrada. O Hyundai HB20 surpreende ao ter o menor valor de revisão da categoria, de apenas R$ 357 no primeiro ano, e seu seguro é mais barato do que de um Fiat Mobi. Porém, seu dono gasta mais na hora da compra e de abastecer, com um dos maiores gastos anuais com combustível. Mesmo assim, o degrau para o Onix no custo mensal não é tão grande. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Sedãs – 1º Hyundai HB20S Limited MT <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Se entre os hatches o Hyundai HB20 não conquistou uma boa colocação (apesar do bom custo mensal), entre os sedãs ele pode comemorar a vitória. Ele teve destaque por ser o sedã mais barato elegível, além de ter a primeira revisão com um custo surpreendentemente baixo. Mais do que isso, o HB20S é dono do menor gasto com consumo de combustível da categoria, com uma diferença de R$ 232 anuais em relação ao segundo colocado, o City. O seguro do modelo está entre os mais caros dos cinco primeiros colocados, atrás apenas do prêmio anual cobrado para o Fiat Cronos. Continua após a publicidade Vencedor em 2025, o Honda City torna-se vice neste ano com a versão de entrada LX, mas sem grandes culpados por isso. Ele tem o seguro mais barato que o do HB20S e um custo com combustível semelhante. A revisão de R$ 426 é apenas R$ 69 mais cara que a do rival. Assim, pesam mesmo o valor de compra e, consequentemente, o IPVA maior. O terceiro lugar fica com o Onix Plus, que não apareceu entre os cinco melhores de 2025. Por aqui, ele aparece com a versão topo de linha, Premier, com o maior custo de compra (e IPVA) da categoria. A revisão é a segunda mais barata. Colado no Onix Plus está o Virtus, tão caro quanto o GM, mas com melhores custos de seguro e gasolina. Seu escorregão fica para a revisão, que custa mais do que o dobro do concorrente. Por fim, o Cronos não é o mais caro, não tem a revisão mais “pesada” e nem o pior consumo. O que causa sua quinta colocação é o valor alto do seguro, o mais caro dos sedãs compactos do prêmio. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução SUVs Compactos – 1º Fiat Pulse Drive AT <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução De 2025 para cá, o Fiat Pulse ganhou a companhia de seu maior rival até agora, o VW Tera. Isso pode ter atrapalhado nas vendas do Fiat, mas não alterou sua posição de SUV compacto mais barato de se manter no país. Ele conquista seu bicampeonato, enquanto o concorrente é o sétimo na categoria (a considerar que o Tera elegível foi o topo, High, turbo e automático). Continua após a publicidade Na versão Drive AT, a mais vendida do modelo e equipada com motor 1.3 de 107 cv, e câmbio automático do tipo CVT, o Pulse é o mais barato do segmento nesta pesquisa, partindo dos R$ 115.990. Também é dele o menor prêmio anual de seguro e o menor gasto com combustível. Sua primeira revisão está, também, entre as mais baratas da tabela. O segundo lugar é do Chevrolet Tracker em sua versão Turbo AT, focada no público PcD – assim como as versões dos demais modelos do top 5 que aqui aparecem. O SUV da GM tem o menor custo de revisão, mas o gasto com combustível só não é pior que o do Jeep Renegade. O T-Cross Sense vem em seguida, com motor 1.0 turbo de 128 cv e câmbio automático, e um bom pacote de equipamentos de série. Vai bem em gastos com gasolina e seu seguro está próximo ao do Pulse, mas a revisão é uma das mais caras da categoria. Depois do Fastback, o Basalt fica com o quinto lugar, uma surpresa negativa, já que o SUV cupê é feito com a proposta de ser um modelo de baixo custo – mesmo que ele apareça em sua versão topo de linha, com motor 1.0 turbo. Seus vilões foram o prêmio do seguro e o custo da primeira revisão. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução SUVs Médios – 1º Caoa Chery Tiggo 7 Sport <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Continua após a publicidade O Tiggo 7 Sport ganhou boa fama por ser um SUV médio bem equipado e espaçoso, mas a preço de SUV compacto topo de linha. Isso já dá vantagens ao modelo frente aos concorrentes, com consequência ainda no IPVA mais barato da categoria. Porém, a diferença do custo mensal para o segundo lugar, o Corolla Cross, é pequena, de apenas R$ 70. Isso porque o Toyota tem valores mais atraentes em outros quesitos, como seguro, revisão e gastos com combustível. Todos eles, no entanto, são próximos entre os dois. Uma surpresa neste ano foi o ainda novato Renault Boreal, lançado no final de 2025 e que já aparece em terceiro lugar. Apesar do seguro e da primeira revisão, além dos valores de compra e IPVA maiores entre os três, o modelo tem o menor gasto com combustível da categoria. O Boreal também é o maior dos três, com bom espaço interno e porta-malas de 522 litros. A versão mais vendida, e que participa do Menor Custo de Uso, é a Iconic, a mais cara, enquanto Tiggo 7 e Corolla Cross são representados por suas versões de entrada. A quarta colocação fica para o VW Taos, recentemente renovado, e com custo mensal quase empatado com o do Boreal. Ele tem seguro e revisão ligeiramente mais baratos, mas o gasto de combustível maior pesa a balança do Taos. Por fim, o líder de vendas Jeep Compass fica em quinto lugar. Esse modelo é o dono do maior gasto com combustível entre os cinco, além da revisão e do seguro mais caros – embora sejam diferenças pequenas. Ele ganhará, em breve, um sistema híbrido leve de 48 V para apoiar o motor 1.3 turbo flex. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Picapes Flex – 1º Fiat Strada Endurance <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução A Fiat Strada Endurance, versão de entrada da picape mais vendida do país, toma a liderança do Menor Custo de Uso após dois anos como vice – embora sem tanta folga no custo mensal (apenas R$ 110 de diferença) para a VW Saveiro Robust, antiga líder e também a versão mais barata da linha. Rivais históricas, as picapes pequenas têm custos de propriedade semelhantes, inclusive para compra. O que as distancia, e definiu suas colocações por aqui, são o valor da primeira revisão (mais alto na Saveiro) e o gasto de combustível anual (menor na Strada, que é também o melhor da categoria). A Strada Endurance, com cabine simples, tem motor 1.3 flex de 107 cv e câmbio manual de cinco marchas, e a Saveiro Robust mantém o antigo 1.6 flex de 116 cv com câmbio manual de cinco marchas. Ambas as picapinhas têm substitutas a caminho: a Fiat terá uma nova geração até 2030; a Volks será substituída pela Tukan. Sem outros modelos do porte de Strada e Saveiro, o que ficará cada vez mais raro, já que a Tukan (substituta da Saveiro) será uma picape maior, o restante da categoria é composto pelas intermediárias. A começar pela Renault Oroch, terceira colocada, que se aproxima da Saveiro em custos, mas com um porte maior. O mesmo vale para a Chevrolet Montana, que aparece em sua versão topo de linha, Premier. Por fim, a quinta colocação da Toro é facilmente justificada: além de mais cara, ela tem custo de revisão mais alto e um maior consumo de combustível frente às rivais, mas o seguro surpreende positivamente. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Picapes Diesel – 1º Fiat Toro Ranch <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Mais uma vez campeã, a Fiat Toro se valeu do fato de ser a menor da categoria nos anos anteriores. Porém, desta vez, a picape teve seu reinado ameaçado por modelos maiores, as “irmãs” Fiat Titano e Ram Rampage, de custos mensais bastante próximos. Não é de se estranhar, já que as três picapes são como “irmãs” na Stellantis e têm o mesmo conjunto mecânico. O trio é equipado com o motor 2.2 turbo diesel de 200 cv e 45,9 kgfm, e tração 4×4, que promete ser mais eficiente, com mais desempenho e melhor consumo de combustível em relação à concorrência e ao antigo 2.0 de 170 cv. De fato, elas apresentaram os menores custos com combustível. Entre as revisões, os valores cobrados não são os menores, mas também mostram similaridade. Titano e Rampage se afastam da Toro pelos preços de tabela e, consequentemente, pelo IPVA, e pelos maiores custos de seguro – o da Toro é o menor da categoria. A Nissan Frontier, cuja produção acaba de ser transferida da Argentina para o México, vem logo atrás, com custo mensal semelhante, mas um gasto de combustível mais alto que a coloca em quarto lugar. Em breve, ela deve ganhar a companhia da nova Frontier Pro, híbrida. Por fim, a Chevrolet S10 LTZ aparece em quinto lugar puxada, principalmente, pelo baixo custo da primeira revisão, com valor semelhante ao de picapes flex. Por outro lado, ela tem os piores valores de compra, IPVA e combustível entre o top 5. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Elétricos – 1º BYD Dolphin Mini GS <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução O Dolphin Mini tem o que comemorar: além de ser o mais barato de se manter em sua categoria, também foi apontado por este guia como o carro com o menor custo mensal entre todos pesquisados. Ou seja: terminou como dono do Menor Custo de Uso de 2026, com um valor mensal de apenas R$ 868. Seu maior argumento é o preço de compra, mais baixo entre os modelos elegíveis na categoria, assim como o prêmio do seguro. Sua revisão é a terceira mais barata e, seu consumo de energia, é o segundo. Logo depois, com a pequena diferença de R$ 91, vem seu maior rival até agora no mercado brasileiro: o Geely EX2, este com menor consumo de energia da categoria e o segundo mais barato para se comprar, mas um seguro mais salgado. Atestando o posicionamento do EX2 entre Dolphin Mini e Dolphin GS, no Brasil, o terceiro colocado é justamente o Dolphin GS. Este tem custos semelhantes de revisão, mas se afasta no preço de compra (e IPVA) e no gasto com recargas. O seguro, de R$ 4.811, fica entre Dolphin Mini e EX2. Um estreante no mercado e no Menor Custo de Uso é o Chevrolet Spark EUV. Elétrico mais barato da marca no Brasil e derivado de um chinês, o Baojun Yep Plus, ele fica em quarto lugar por ter bons índices de consumo de energia e revisão, além de um valor de seguro menor do que o do Geely. No entanto, seu preço de compra é o mais alto do grid. Por fim, a BYD aparece mais uma vez com o Yuan Pro, vencedor da categoria em 2025. Seu valor de compra (e IPVA) foi o vilão, mas a chinesa ainda tem a comemorar. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Híbridos – 1º BYD King GS <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução A categoria dos híbridos foi novamente dominada por BYD e Toyota, mas a GWM, que venceu em 2025, saiu do top 5. O espaço foi “cedido” à GAC, embora sem tanto glamour na estreia. A vitória ficou para o BYD King, o sedã híbrido plug-in montado no Brasil. Na pesquisa, ele se beneficiou de ter o menor custo de compra, além do seguro anual mais barato – muito próximo ao do Corolla Cross e bem mais em conta do que o do Corolla sedã. Sua revisão não está entre as mais baratas, assim como os gastos com combustíveis. As despesas com energia elétrica para recarga de sistemas plug-in não são consideradas nesta categoria. O Corolla Cross (híbrido pleno ou HEV, sem recargas externas) vem em seguida, com o menor custo de revisão (ao lado do Corolla Altis) e bons índices de seguro e gasto com combustível. Sua dupla, o Corolla sedã, é penalizado não apenas pelo desembolso na compra como pelo valor de seguro, em uma curiosa diferença para o SUV. O gasto com gasolina, porém, é o menor da categoria. A BYD reaparece com o Song Pro, também um plug-in, que escorrega no consumo de combustível. Sua revisão também é a mais dispendiosa entre os cinco mais bem colocados do prêmio. Por fim, a GAC aparece pela primeira vez no Menor Custo de Uso, com o GS4, SUV médio que é o único híbrido da marca até então no Brasil. O modelo tem a ajuda de um bom custo de compra e revisão média, mas o gasto com combustível é alto e seu seguro é o mais caro entre os cinco aqui apresentados. Ainda assim, o custo mensal não assusta. <span class="hidden">–</span>Quatro Rodas/Reprodução Publicidade View the full article -
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[4r]Erramos: pneus Delinte do BYD Dolphin não vieram de fábrica em “meia-vida”
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Uma desgraça nunca vem sozinha, diz o dito popular. O editor Henrique Rodriguez viajava com o BYD Dolphin, do teste de Longa Duração, sexta à noite, quando, em um trecho da Rodovia Presidente Dutra, em plena Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, atropelou uma defensa caída na estrada. Começava aí uma sequência de reveses que, resumindo, inclui um pneu cortado, uma roda trincada, busca por roda e pneu substitutos, preços caros, empurroterapia e serviços mal executados. Os carros do teste de Longa Duração existem para isso, ou seja: reproduzir situações que podem acontecer com qualquer proprietário de carro, o que uma avaliação em uma pista de testes não possibilita fazer. Os problemas continuaram, porém, na hora de o Henrique contar o episódio aos leitores. Isso porque o editor equiparou os pneus recém- -comprados (trocamos os quatro), da marca Delinte, com os originais Chao Yang, que haviam durado 42.500 km.No vídeo publicado no dia 29/4, o jornalista disse que os novos pneus iniciavam a rodagem com “meia-vida”. A comparação foi por acaso. Henrique concluiu que os pneus Delinte teriam a metade do sulco esperado de um pneu novo. Nossas medições apontaram a profundidade de apenas 3,8 mm. Mas, completando a sequência de infortúnios, o instrumento digital usado para medir os sulcos estava com erro. O medidor indicou 3,8 mm, mas o correto era 7,4 mm, uma profundidade perfeitamente alinhada ao padrão do mercado e, portanto, com potencial para durar de acordo com o esperado. Por isso, precisamos corrigir a informação publicada anteriormente. A profundidade encontrada nos sulcos dos pneus Delinte novos foi de 7,4 mm e, por isso, esses pneus não nascem com meia-vida. Nos desculpem os leitores e a GP Imports Comércio de Peças e Acessórios para Veículos Ltda., que importa e distribui os pneus Delinte no Brasil. Publicidade View the full article - Última semana
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[4r]BYD Dolphin G híbrido com 1.040 km de autonomia entra em pré-venda
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Após ser revelado em maio deste ano, a BYD apresentou oficialmente o Dolphin G DM-i na Europa. Cotado para o mercado brasileiro, o modelo está em pré-venda no Velho Continente, sendo que as primeiras unidades estão previstas para serem entregues em setembro. Ele será comercializado em quatro versões (Active, Boost, Comfort e Sport) e o preço estimado para o mercado europeu deve partir abaixo dos 20.000 euros ou R$ 136.000 em conversão direta. Na Europa, os principais rivais serão Renault Clio, Volkswagen Polo e Toyota Yaris. A produção ficará concentrada em Budapeste, na Hungria, estratégia que ajuda a fabricante a evitar as sobretaxas impostas pela União Europeia aos veículos importados da China. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Ele oferece uma autonomia total de até 1.040 km nas versões superiores e 1.018 km na de entrada. Serão duas opções de bateria: uma de 7,2 kWh para a opção de entrada, que rende uma autonomia de 40 km (ciclo WLTP) em modo totalmente elétrico, e outra de 18,3 kWh, com autonomia de 105 km para três configurações superiores. O conjunto mecânico é equipado com um motor 1.5 de quatro cilindros a gasolina, que gera 70 cv e 12,2 kgfm de torque para as versões superiores Boost, Comfort e Sport ou 95 cv e 12,2 kgfm para a opção de entrada Active. O sistema tem um motor elétrico síncrono de ímã permanente que produz 163 cv e 21,4 kgfm. A potência máxima fica em 176 cv (Active) ou 212 cv (Boost, Comfort e Sport), sempre com o mesmo torque de 21,4 kgfm. Segundo a BYD, a aceleração é a mesma para qualquer conjunto, com o 0 a 100 km/h em 8,3 segundos. Continua após a publicidade BYD Dolphin GDivulgação/BYD Em termos de tamanho, ele tem 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e o entre-eixos é de 2,61 m. O visual apresenta novas linhas, diferentes até do Dolphin SE, recentemente lançado para o mercado brasileiro. A frente adora uma faixa que liga os faróis afilados e a logo vai acima, no capô do carro. As rodas de liga leve são de 16 polegadas nas versões Active e Boost, 18 polegadas bicolor na Comfort, e 18 polegadas em preto brilhante na Sport. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Continua após a publicidade Atrás, a barra das lanternas em led abriga a logo da BYD e vai de uma extremidade a outra. Acima é possível notar um limpador traseiro. O porta-malas tem 425 litros de espaço declarados, que pode ser expandido para 1.225 litros rebatendo os bancos traseiros bipartidos. Por dentro, o painel tem linhas horizontais, limpas e saídas de ar-condicionado discretas. O quadro de instrumentos digital tem 8,8 polegadas, enquanto a tela do sistema multimídia tem de 10,1 ou 12,8 polegadas. O seletor de marchas está montado na coluna de direção. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Continua após a publicidade A partir da versão Comfort há head-up display, teto panorâmico com cortina solar ajustável eletricamente, as luzes de cortesia nos retrovisores externos, o revestimento em tecido e couro vegano, ajuste elétrico e o apoio lombar ajustável eletricamente no banco do motorista e câmera com visão de 360º. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Preço anunciado pela BYD para o Atto 2 é restrito a vendas corporativas
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No evento de lançamento, marca destacou o valor da versão de entrada GL, mas configuração é exclusiva para empresas; para o cliente final, SUV parte de R$ 169.990View the full article -
[RS]Qual Caixa dá MAIS SUBGRAVE? Frontal vs Invertida
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[JonalCarro2]Olinia 1 é elétrico mexicano de R$ 45.000 criado para substituir os táxis
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O governo do México apresentou o primeiro protótipo do Olinia 1, um carro elétrico urbano, compacto e acessívelView the full article
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