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[4r]Geely EX5 EM-i e Jaecoo 7 são alternativas aos BYD e GWM, mas qual é melhor?
' RobôAutoforum' postou um tópico no fórum em [ Notícias ] na internet
No atual cenário do mercado brasileiro, quando se fala em SUVs médios híbridos plug-in, daqueles com recargas pela tomada, dois nomes logo entram na conversa: BYD e GWM. Porém, com uma oferta cada vez maior de marcas e modelos, é possível – e até necessário – que se pense além do óbvio. Tentando provar essa teoria, a Geely lança agora o EX5 EM-i, seu primeiro híbrido no Brasil, e também seu primeiro carro nacional – ele será produzido na fábrica da Renault, em São José dos Pinhais (PR), a partir do segundo semestre deste ano. Deste ângulo, o Geely remete ao Porsche Cayenne; lanternas usam solução clichêFernando Pires/Quatro Rodas Para sua estreia, QUATRO RODAS preparou um embate com o Jaecoo 7, seu concorrente direto mais vendido, desconsiderando os óbvios BYD Song Pro e Song Plus, e GWM Haval H6. O EX5 EM-i (cujo nome inteiro se faz necessário, já que o EX5, sem o sobrenome EM-i, identifica a configuração elétrica pura) estreia em três versões: Pro, de R$ 189.990; Max, de R$ 209.990; e a Ultra, deste comparativo, por R$ 234.990. Esses preços estão com desconto de lançamento. Depois, cada uma das versões ficará R$ 10.000 mais cara. Mas a marca diz não ter data para esse reajuste acontecer. O Jaecoo 7 testado ainda era um exemplar da linha 2025, mas a linha 2027 já está nas lojas (isso, não haverá 2026). As mudanças entre as versões serão apontadas no texto, mas, como ficará claro, não farão diferença no resultado do comparativo. Considerando a nova gama, o SUV também tem três configurações: Elite, de R$ 179.990; Luxury, de R$ 234.990; e Prestige, de R$ 256.990. A unidade testada era a mais cara, mas para uma comparação mais justa, consideraremos a intermediária, Luxury, que tem preço idêntico ao do rival novato. Jaecoo tem lanternas da moda, mas luzes lembram uma bandeira de corridaFernando Pires/Quatro Rodas Apesar de fugirem do óbvio no mercado, EX5 EM-i e Jaecoo 7 não escapam do clichê no visual. Ambos seguem a temática chinesa de faróis em dois níveis, lanternas interligadas e carroceria limpa, mas cada um à sua maneira. O Geely tem visual mais conservador, com linhas arredondadas. Na dianteira, uma barra iluminada interliga as peças superiores e, logo abaixo, ficam os diminutos faróis. Todo o conjunto é de led. Continua após a publicidade Atrás, além da aparência genérica, o modelo não traz o logotipo da marca, identificada pelo nome à esquerda da tampa. De lado, as rodas de 19” são diamantadas e há cromados nas janelas. O Jaecoo se inspira nos Land Rover, com traços retos e horizontais, embora utilize elementos verticais para elevar visualmente o SUV. Isso aparece nos apliques refletivos da traseira e na trama da grade. Faróis e lanternas, full-led, têm iluminação quadriculada, as rodas aerodinâmicas têm 19” e as maçanetas são embutidas, com abertura e fechamento grosseiros e ruidosos. Medidas e espaços Geely EX5 EM-i tem perfil convencional, com linhas e volumes arredondados, cromados nas janelas e rodas de 19” diamantadasFernando Pires/Quatro Rodas O mesmo estilo vale para o interior de cada um, com layout sem identidade visto em outros modelos e marcas. Nos dois, as superfícies são lisas, com linhas horizontais. O console central é alto, com porta-objetos, dois porta-copos, apoio para celulares e um vão inferior. A alavanca de câmbio fica na coluna de direção, à direita, e as telas roubam a cena. A única diferença é que, assim como no exterior, o Jaecoo tem elementos verticais. O nível de acabamento é parecido, mas o Geely tem vantagem, com materiais mais refinados e montagem aparentemente mais robusta – com menos de 2.000 km rodados, a unidade do Jaecoo 7 avaliada estava cheia de barulhos internos. Com “um quê” de Land Rover, o Jaecoo apresenta traços retos e horizontais, que se mesclam a elementos verticais; as rodas têm 19” e desenho aerodinâmico que destoam da aparênciaFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Ambos têm luz ambiente, mas só o EX5 EM-i vem com opção de revestimentos em caramelo, exclusivo da versão Ultra, com carroceria em preto ou verde. Sobre as telas, o EX5 EM-i exibe quadro de instrumentos de 10,2” , e o Jaecoo, de 10,25”; a multimídia do Geely tem 15,4”, e a do rival, 13,2”. Eles conectam Android Auto e Apple CarPlay sem fio e sistemas operacionais muito semelhantes, de bom funcionamento e com menus detalhados. Apenas o Geely traz head-up display, disponível somente na versão mais cara do Jaecoo 7. Outra vantagem está no sistema de som do EX5 EM-i, com 16 alto-falantes, contra os seis do Jaecoo. A diferença de qualidade de reprodução é nítida. Jaecoo traz formas verticais para visual mais off-road e é menos refinadoFernando Pires/Quatro Rodas Quadro de instrumentos é de 10,25”, e a multimídia diminuiu de 14,8” para 13,2” na linha 2027 e é verticalFernando Pires/Quatro Rodas Além dos itens já citados, o Geely é equipado com ar digital (de uma zona), faróis automáticos para os fachos baixo e alto, teto panorâmico elétrico, bancos dianteiros elétricos e com ventilação, banco do motorista com memória, porta-malas com abertura automática, câmera 360o, carregador por indução e seis airbags. Entre os itens de ADAS, há ACC, frenagem automática, alertas de tráfego cruzado traseiro com frenagem e de pontos cegos, e aviso de abertura das portas. Há assistente de manutenção em faixa, mas bastante invasivo, e leitura de placas de velocidade, que incomoda pelos alertas no dia a dia, já que nem sempre a leitura é feita corretamente. comparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro RodasGEELY X JAECOO 5 Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodas Continua após a publicidade O Jaecoo 7 repete itens como teto panorâmico elétrico, bancos dianteiros elétricos com ventilação, carregador por indução, câmera 360o, além de ACC, frenagem de emergência, alerta de permanência em faixa e faróis automáticos, mas perde assistente de manutenção em faixa, alerta de tráfego cruzado traseiro, monitoramento de fadiga e alertas de pontos cegos. Por outro lado, ele tem sete airbags e ar bizona. Para a linha 2027, há duas importantes atualizações na cabine. A primeira é que ele passa a ter comandos físicos para os ajustes dos retrovisores como no Geely. Antes, era preciso explorar a multimídia. Ele também passa a ter o movimento correto para os botões dos vidros, com toque para baixo quando se deseja abrir e para cima quando se deseja fechar. Interior do Geely exibe um desenho óbvio, mas seu acabamento é bem executadoFernando Pires/Quatro Rodas A grande multimídia de 15,4” tem Apple CarPlay e Android Auto sem fio e o quadro de instrumentos, de 10,2”, poderia ter mais informaçõesFernando Pires/Quatro Rodas Em muitos chineses, como no Geely EX5 EM-i, a ordem é invertida e nada intuitiva. Além destes, outros itens podem ser alterados na linha 2027, porque a Jaecoo informou que ainda não havia fechado a lista de mudanças (até o fechamento desta edição). Continua após a publicidade comparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodascomparativo | geely ex5 em-i ultra x jaecoo 7 luxury Fernando PiresQuatro Rodas Nas fotos, não fica tão claro, mas o Geely é maior que o Jaecoo. São 24 cm a mais no comprimento e 8,3 cm extras no entre-eixos. Isso se reflete nos espaços internos, melhores no Geely, embora o Jaecoo tenha ainda um bom espaço e demonstre um ótimo aproveitamento para o banco traseiro. Nos dois casos, há portas USB para os ocupantes traseiros e saídas de ar – uma no Jaecoo e duas no Geely. O nível de acabamento repete o visto na dianteira em ambos, mas o encosto mais inclinado do Geely incomoda. Por fim, os porta-malas promovem uma reviravolta: são 428 l no EX5 EM-i e 500 l no Jaecoo 7. Mas só o Geely tem abertura elétrica automática. Distantes na condução Jaecoo 7 e Geely EX5 EM-i são híbridos plug-in (PHEV), ou seja, ambos têm a necessidade ou possibilidade de recargas por redes externas. Isso porque os modelos têm baterias grandes que dão mais autonomia elétrica. Porém, na condução, eles mostram um bom distanciamento. O Geely é equipado com um motor 1.5 a gasolina aspirado, de 100 cv e 12,7 kgfm, e dois elétricos, com mais 218 cv e 26,7 kgfm. São 262 cv e 38,7 kgfm combinados dos motores, que são todos dianteiros (ou seja, o modelo tem tração dianteira). Além disso, na prática, apenas um motor elétrico é responsável pela tração elétrica, deixando para o outro a função de gerador junto ao câmbio, do tipo DHT. Jaecoo não deve em espaço, mas é ligeiramente menor do que o rival; porta-malas compensa com seus 500 l de capacidadeFernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Esse conjunto dá agilidade ao SUV de 1.844 kg, com boas saídas e retomadas, sem que se sinta falta de um turbocompressor auxiliando o motor a combustão. Nos nossos testes, ele foi de 0 a 100 km/h em 8,3 s. O motor a combustão, aliás, trabalha em silêncio e com suavidade, mesmo em situações de maior exigência. Ele só fica mais ruidoso quando trabalha para gerar energia para a bateria. A bateria do EX5 EM-i Ultra é grande, com 29,8 kWh, suficiente para um alcance projetado de 112 km, segundo a marca. Geely oferece mais espaço interno e opção de interior caramelo; porta-malas de 428 l é menor, mas tem abertura automáticaFernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Para as recargas, aceita potência máxima de 6,6 kW em AC , e de 60 kW em DC. As médias de consumo nos nossos testes ficaram em bons 17,7 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada. O Geely demonstra mais refinamento em relação ao Jaecoo 7 na condução, com bom isolamento acústico e direção confortável sem artificialidade. A suspensão tem um ajuste macio, entre a maciez exagerada dos BYD e a firmeza dos GWM. Em alguns momentos, poderia ser mais firme, mas os balanços mais evidentes não chegam a incomodar. Motor 1.5 turbo do Jaecoo 7 carece de refino na entregaFernando Pires/Quatro Rodas O Jaecoo 7 é equipado com um 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm, e um motor elétrico de mais 204 cv e 31,6 kgfm. Ao todo, são 339 cv e 52 kgfm, também com tração unicamente dianteira. Com esse conjunto, o modelo foi de 0 a 100 km/h em 7,4 s, consideravelmente mais rápido. Porém, essa diferença acabará na linha 2027: para obter benefícios pelo programa IPI Verde, o SUV passará a ter 279 cv e 37 kgfm combinados. Por ora, a marca não divulgou números de desempenho e, tampouco, cedeu o modelo para testes, mas é possível imaginar que ele terá desempenho semelhante ao do rival. Motor do Geely EX5 EM-i é um 1.5 aspirado, mas não demonstra falta de fôlego e tem bom isolamento acústico.Fernando Pires/Quatro Rodas Na versão atual, o Jaecoo tem bom desempenho, mas carece de uma melhor calibração nas entregas, muito abruptas, especialmente em saídas a partir da inércia. Também falta um ajuste fino nos freios, sensíveis além da conta. A suspensão é mais rígida em relação ao concorrente – como benefício, tem menores balanços da carroceria; como contra, a absorção de irregularidades é prejudicada. A bateria do Jaecoo 7 é menor, de 18,3 kWh, com alcance prometido de 79 km e recarga máxima a 6,6 kW (AC) ou 42 kW (DC). Assim como o Geely, tem um modo de condução para condução prioritariamente elétrica, além de modos híbrido e esportivo. Mas, mesmo no modo híbrido, o mais econômico, as médias de consumo não foram boas: 14,4 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada. Outra melhoria esperada para a linha 2027. Embora tenham conteúdos parecidos, o Geely EX5 EM-i Ultra se destaca em visual, acabamento e mais espaço interno, ganhando assim o comparativo. Veredicto Quatro Rodas O Geely EX5 EM-i vence o comparativo por entregar um conjunto mais refinado não apenas em acabamento, mas também em condução. A produção nacional e o pós-vendas com a Renault contam a seu favor. GEELY EX5 EM-I ★★★★ JAECOO 7 ★★★ Avaliação CONSTRUÇÃO E ACABAMENTO O Geely vai melhor em acabamento e construção, com isolamento acústico também superior. O Jaecoo tem bons materiais, mas a unidade testada já tinha ruídos incômodos com menos de 2.000 km. GEELY ★★★★ JAECOO ★★★ TECNOLOGIA Ambos mantêm listas parecidas, em pacotes comuns para os chineses. Há pontos altos e baixos em cada um, provocando um empate técnico. GEELY ★★★★ JAECOO ★★★★ VIDA A BORDO Maior, o Geely tem mais espaço e duas saídas de ar traseiras. Mas o Jaecoo responde com um porta-malas maior, embora sem abertura automática. GEELY ★★★★ JAECOO ★★★★ RENDIMENTO Mesmo com motor aspirado e menos potente, o Geely tem bom desempenho, mas se destaca no consumo. O Jaecoo perderá potência na linha 2027 e consumo é alto para um híbrido. GEELY ★★★★ JAECOO ★★★ COMPORTAMENTO DINÂMICO O EX5 EM-i foca no conforto e, em algumas ondulações, poderia ser menos macio, mas não incomoda. O Jaecoo é mais firme, mas faltam ajustes finos no pedal do freio, muito sensível, e nas acelerações, muito abruptas. GEELY ★★★★ JAECOO ★★★ SEGURANÇA O Geely tem um airbag a menos, mas mais itens de ADAS. Aparecem aqui os ajustes de aceleração e freios do Jaecoo, que passam insegurança. GEELY ★★★★☆ JAECOO ★★★ SEU BOLSO Eles cobram o mesmo preço e são novatos no mercado. O Geely tem um ano a menos na garantia, mas será nacional em operação com a Renault. GEELY ★★★★☆ JAECOO ★★★ Ficha Técnica GEELY EX5 EM-I Motor: gas., diant., 4 cil., 1.498 cm³, aspirado, 16V, 100 cv, 12,7 kgfm; elétrico, diant., 218 cv, 26,7 kgfm Combinados: potência, 262 cv; torque, 38,7 kgfm Bateria: íons de lítio, 29,8 kWh; recarga, 6,6 (AC) e 60 (DC); aut. elétrica, 112 km (PBEV) Câmbio: aut. DHT, tração diant. Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.) Freios: disco vent. (diant.), disco sólido (tras.) Rodas e pneus: liga leve, 235/50 R19 Dimensões: comprimento, 474 cm; largura, 190,5 cm; altura, 168,5; entre-eixos, 275,5 cm; peso, 1.844 kg; porta-malas, 428 litros; tanque, 60 litros JAECOO 7 Motor: gas., diant., 4 cil., 1.499 cm³, turbo, 16V, 135 cv a 1.750 rpm, 20,4 kgfm a 2.500 rpm; elétrico, diant., 204 cv, 31,6 kgfm Combinados: potência, 339 cv; torque, 52 kgfm Bateria: íons de lítio, 18,3 kWh; recarga, 6,6 (AC) e 42 (DC); aut. elétrica, 79 km (PBEV) Câmbio: aut. DHT, tração diant. Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.) Freios: disco vent. (diant.), disco sólido (tras.) Rodas e pneus: liga leve, 235/50 R19 Dimensões: comprimento, 450 cm; largura, 186,5 cm; altura, 167 cm; entre-eixos, 267,2 cm; peso, 1.795 kg; porta-malas, 500 litros; tanque, 60 litros Teste comparativo Quatro Rodas Aceleração GEELY EX5 EM-I jAECOO 7 0 a 100 km/h 8,3 s 7,4 s 0 a 1.000 m 29,6 s / 174,7 km/h 27,7 s / 183 km/h Velocidade máxima 175 km/h* n/d Retomadas D 40 a 80 km/h 3,4 s 3,8 s D 60 a 100 km/h 4,3 s 4,9 s D 80 a 120 km/h 6 s 5,8 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 14,2/25,4/58,9 m 13,9/24,6/57,2 m Consumo Urbano 17,7 km/l 14,4 km/l Rodoviário 14,3 km/l 13,8 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx. – / – dBA – / – dBA 80/120 km/h 63,9 / 69,8 dBA 64,3 / 69,1 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 98 km/h 98 km/h Rotação do motor a 100 km/h – – Volante 2,7 voltas 2,5 voltas SEU Bolso Preço básico R$ 234.990 R$ 234.990 Garantia 6 anos 7 anos Ergonomia <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas Geely EX5 EM-i A: 161 cm (diant.) / 158 cm (tras.) B: 96 cm (diant.) / 96 cm (tras.) C: 101 cm (diant.) / 103 cm (tras.) Jaecoo 7 A: 153 cm (diant.) / 147 cm (tras.) B: 98,5 cm (diant.) / 97 cm (tras.) C: 92,5 cm (diant.) / 98 cm (tras.) Assistência ao motorista <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas Geely EX5 EM-i Sensor de estacionamento Piloto automático adaptativo Frenagem autônoma Alerta de ponto cego Centralização de faixa Leitura de placas de trânsito Prevenção de saída de faixa Câmera 360º Alerta de saída de faixa Jaecoo 7 Sensor de estacionamento Farol alto automático Piloto automático adaptativo Frenagem autônoma Alerta de saída de faixa Câmera 360° Publicidade View the full article -
#Nakamichi Nakamichi NDSE500A DSP Amplifier | Powerful Performance, Precision Sound! 🔥 Introducing the all-new Nakamichi NDSE500A. Featuring Class AB high-power architecture with 4×200W MAX output, 31-band EQ for precise tuning, and a flexible 4-in 8-out configuration. Supports USB playback, PC tuning, and APP control – the perfect upgrade for power and sound quality! 🎶 #Nakamichi #CarAudio #DSPAmplifier #SoundUpgrade #CarAudioSystemView the full article
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[4r]VW lança novos ID.Aura T6 e ID.Unyx 09 exclusivos para o mercado chinês
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A Volkswagen está promovendo uma forte ofensiva no segmento de carros elétricos na China. De uma só vez, a marca lança dois novos modelos — um SUV médio e um sedã — por meio de parcerias distintas com empresas locais. O primeiro é o Volkswagen ID.Aura T6, um SUV elétrico que havia sido antecipado no Salão do Automóvel de Xangai, no ano passado, e que agora teve sua versão de produção revelada no Salão de Pequim. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Desenvolvido pela joint venture entre Volkswagen e FAW, o modelo inaugura a linha ID.Aura, exclusiva do mercado chinês. Ele também estreia a nova plataforma CEA, desenvolvida pela VW em conjunto com a Xpeng. Segundo as empresas, o principal diferencial da arquitetura é a redução de 30% no número de controladores eletrônicos. Entre outros atributos estão a integração com sistemas baseados em IA, compatibilidade com condução autônoma com LiDAR da Carizon e atualizações remotas (OTA). <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade O ID.Aura T6 adota um design alinhado ao gosto chinês, mas preserva traços da identidade Volkswagen. Os DRLs em LED são finos e posicionados no topo da dianteira, separados pelo logotipo iluminado. Já os faróis principais ficam nas extremidades, em nichos que remetem a SUVs ocidentais da marca. Na traseira, há a tradicional régua preta que integra lanternas e logotipo iluminado. O conjunto é formado por barras finas de LED vermelhas, em um desenho que remete à dianteira. O nome “ID.AURA” aparece no centro da tampa do porta-malas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Até o momento, não foram divulgadas especificações técnicas, mas a VW confirma algum nível de eletrificação. A linha ID.Aura será composta por modelos elétricos, híbridos plug-in ou elétricos com extensor de alcance. Continua após a publicidade Volkswagen ID.Unyx 09 Apesar do “ID.” no nome, o ID.Unyx 09 não tem relação com o ID.Aura T6. Ele pertence a outra família, desenvolvida pela Volkswagen Anhui, joint venture entre VW e JAC Motors. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen O ID.Unyx 09 é um sedã de grande porte, com mais de 5 m de comprimento. Seu design, porém, não é totalmente inédito, já que se baseia no SUV ID.Unyx 08. Aqui, o estilo pende mais para o gosto chinês. Há LEDs finos na linha do capô, sem conexão entre si. Logo abaixo, faixas pretas avançam em direção às portas e abrigam os faróis principais, quase camuflados. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Na traseira, o padrão se repete, com luzes finas divididas pelo logotipo iluminado. O modelo chama atenção pelas linhas curvas e pelo teto panorâmico de vidro, com divisórias entre os para-brisas. Ele utiliza a mesma plataforma CEA do ID.Aura T6, trazendo integração com IA e condução autônoma de nível 2. Outro destaque é a coluna B com leitor facial. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Embora a Volkswagen não tenha revelado mais detalhes, é provável que o sedã utilize o mesmo conjunto do ID.Unyx 08, com versões de um ou dois motores elétricos, de 313 cv e 503 cv, respectivamente. No SUV, a versão com um motor utiliza bateria de 82 kWh, enquanto a de dois motores adota uma de 95 kWh. A autonomia varia entre 630 km e 700 km, segundo o ciclo CLTC. Publicidade View the full article -
[4r]Chinesas querem triplicar produção de automóveis fora da China até 2030
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Durante anos, aa fabricantes de automóveis chinesas fabricavam em seu próprio país com foco no mercado local. Depois, houve o boom das exportações com os automóveis eletrificados chegando em outros mercados, como uma forma de dar vazão à produção chinesa. Agora, os fabricantes da China querem produzir externamente. Isso pode ser observado no Brasil com as inaugurações das fábricas da BYD e GWM, a montagem local dos Changan e Chevrolet Spark e Captiva EV (que são projetos chineses) além de outras futuras produções em solo brasileiro previstas para Geely, Omoda & Jaecoo e Leapmotor, para citar. Um relatório recente da AlixPartners, empresa global de consultoria, mostra que as montadoras e fornecedores chineses pretendem fazer dos mercados internacionais sua principal fonte de lucro e prometem quase triplicar produção no exterior até 2030. Fábrica da BYD em Camaçari (BA)Mauro Balhessa/Quatro Rodas A produção passaria de 1,2 milhão de carros para 3,4 milhões, com foco em pelo menos 16 países fora da China – sendo o Brasil um deles. Não por acaso, na América Latina, as marcas chinesas já detêm cerca de um quinto do mercado automotivo total e mais da metade das vendas de veículos elétricos. Países como Hungria, Turquia e Tailândia também seriam foco para as chinesas. Continua após a publicidade América do Sul e Austrália são regiões que representam oportunidades de curto prazo para as montadoras chinesas expandirem seus negócios, graças à fragilidade das vantagens competitivas das companhias já estabelecidas nesses locais e à forte sensibilidade ao valor dos preços. O sul da Europa, por sua vez, está se consolidando como a principal porta de entrada para o continente. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O motivo dessa estratégia, segundo a consultoria, é um mercado interno chinês bem competitivo, associada a uma redução deliberada dos riscos da exposição geopolítica, além de uma demanda mais estável e de maior valor agregado. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O relatório também evidencia o que já é possível notar em alguns aspectos no mercado brasileiro. O modelo de crescimento da China nos últimos anos é baseado em “vantagens de custo”, com preços competitivos para os carros; ciclos de produtos mais rápidos, com a utilização de um produto chinês já pronto por uma montadora ocidental com pequenas alterações; e tecnologia mais avançada, por um preço menor. Além disso, a pesquisa ressalta a construção de redes locais de concessionárias e serviços, a utilização de fabricação por contrato e joint ventures (aliança entre duas empresas) para contornar tarifas e acelerar a expansão – a exemplo da Stellantis com a Leapmotor e a da Renault com a Geely. Publicidade View the full article -
[4r]Rolls-Royce Cullinan ganha blindagem discreta que resiste a granadas
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O Rolls-Royce Cullinan que ilustra este texto pode se passar apenas por um “simples” Cullinan. E essa é a intenção da Inkas, empresa responsável pela blindagem desta unidade. Com sede no Canadá, ela é especializada em fazer proteções de alto nível em carros de luxo, sem que se saiba que, este “simples” Rolls-Royce, tem pneus militares e suporta denotação de granadas. Conhecida por blindar modelos de grande porte e alto luxo, como Cadillac Escalade, BMW Série 7, Mercedes-Benz Classe S, bem como vans executivas e limusines, a Inkas apresentou um esquema de blindagem específico para o Rolls-Royce Cullinan. <span class="hidden">–</span>Inkas/Reprodução O SUV recebe reforços em portas, piso e teto, além de vidros de padrão militar, pneus run-flat também de padrão militar e um tanque de combustível com paredes reforçadas. No interior, uma divisória separa a área do porta-malas e dos passageiros. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Com os reforços, segundo a empresa, o Cullinan resiste a tiros de fuzil de 7,62 mm e à detonação simultânea de duas granadas. Mas não acaba aí. Como opcionais, é possível incluir blindagem no compartimento do motor, criar uma escotilha no teto para fuga, além de instalar para-choques reforçados, sistemas de sirene e intercomunicador, câmera 360° de visão noturna e filtragem de oxigênio. <span class="hidden">–</span>Inkas/Reprodução Ou seja, é uma proteção além de uma simples blindagem e que se aproxima do oferecido para chefes de estado, sem alterar a aparência original e, mais do que isso, sem criar expectativas sobre quem está no interior do veículo. Em tempo: o nível de acabamento do interior é mantido, incluindo o clássico teto “estrelado” dos Rolls-Royce. A empresa não divulga o peso acrescentado ao veículo e se há alteração no desempenho, já que o motor V12 biturbo 6.75 é preservado – assim, segue entregando 563 cv de potência. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]UE avaliza acordo de patentes entre montadoras e provoca reação dos EUA
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União Europeia permite negociação coletiva de licenças por montadoras, enquanto autoridades dos EUA apontam possível violação antitrusteView the full article - Yesterday
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[RS]Como abrir caixa de som Mini system Samsung MX-E850
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[CE1]Stinger Expands Off-Road with Acquisition of UTV Stereo
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Stinger announced the acquisition of UTV Stereo, a premium off-road audio brand purpose-built for side-by-side and UTV enthusiasts.View the full article -
[Protech]E ai, gostou da ideia do sistema “assinado” pela Harman, mas com falantes “genéricos”?
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E ai, gostou da ideia do sistema “assinado” pela Harman, mas com falantes “genéricos”?View the full article -
[SMD]New toy for the shop arrived! Lets un-crate it!
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[Taramps]Quando o assunto é som, o Consultor da Taramps, Dudu, domina!!
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Quando o assunto é som, o Consultor da Taramps, Dudu, domina!!! E ele vem te mostrar as funções do Pro 2.8s que está sendo utilizado no Reboque Som Atenta Som. Curtiu? Quer saber mais informações desse processador de áudio? Deixa nos comentários. #taramps #somautomotivo #som #audio #qualidadeView the full article -
[Taramps]O Rei do Automotivo: a história de Vinícius Cavalcante
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Neste episódio, você vai conhecer a história de Vinícius Cavalcante, conhecido como o Rei do Automotivo no trio goiano e um dos grandes nomes do eletrofunk no Brasil. Diretamente de Goiás, ele vive o som automotivo desde cedo. Começou acompanhando projetos, frequentando lojas e, com o tempo, transformou essa paixão em profissão. Música e automotivo cresceram juntos, construindo uma trajetória sólida. Hoje, Vinícius se apresenta nos maiores eventos do Brasil e também fora do país, levando o eletrofunk e a cultura do som automotivo para a Europa e mostrando que esse movimento já ultrapassou fronteiras. Durante a visita à fábrica da Taramps, ele pôde ver de perto tudo que existe por trás dos produtos: estrutura, processo e pessoas. Uma experiência que reforçou ainda mais a conexão com o que ele já vive na prática. Com vários projetos em andamento e uma história construída dentro do som, ele segue representando o automotivo por onde passa. E o recado é simples: não importa de onde você é… se você gosta de som automotivo, você faz parte disso.View the full article -
[4r]Donos de Jeep Commander descobrem que som Harman Kardon usa alto-falantes comuns
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A Jeep divulga que os sistemas de som premium de modelos como Compass e Commander são das marcas Beats e Harman Kardon. Mas parece que não é bem assim. O professor Andres Zarankin, de Belo Horizonte (MG), proprietário de um Commander 2025, começou a desconfiar disso nos fóruns sobre modelos Jeep. “Diziam que, ao desmontarem os sistemas, encontraram equipamentos com a marca Mopar”, conta. Som Harman Kardon usa alto-falantes da Mopar fabricados no BrasilReprodução/Quatro Rodas Andres diz que entrou em contato com a Jeep Central do Cliente, através do WhatsApp (+55 31 2123-4000), e foi orientado a procurar uma concessionária. Na Strada Jeep, de Belo Horizonte, lhe pediram R$ 1.000 pela desmontagem do alto-falante, mas ele não autorizou o serviço. Solicitou para consultar o catálogo de peças da marca e lá encontrou o número de referência do alto-falante, como peça Mopar (o número, segundo ele é 51972777, que se refere ao alto-falante da porta dianteira, havendo outros nas portas traseiras, painel e porta-malas). O professor decidiu processar a Jeep. “Ajuizei, e obtive sucesso, em uma demanda requerendo indenização por danos morais, afinal paguei por um sistema de som premium.” Juíza deu ganho de causa ao proprietário que acionou a Stellantis por danos moraisDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade De acordo com Andres, no processo, a Stellantis respondeu que os equipamentos não são Harman, e sim o projeto. “Alegaram que é comum os sistemas certificados por marcas premium utilizarem peças de outros fabricantes, como a Mopar. E que a característica de um som premium não é o nome impresso individualmente em cada alto-falante, mas o projeto acústico, o amplificador, a equalização, o software e o padrão técnico validados pela marca”, lembra. Na sentença, a juíza de direito Denise Canedo Pinto da 2ª Unidade Jurisdicional Cível – 6º JD da Comarca de Belo Horizonte, afirmou que o fato de ser apenas o projeto não foi repassado ao consumidor durante as tratativas de compra, e o carro foi comercializado como sendo equipado com som premium. Para nós, a Stellantis confirmou que: “No Compass, o sistema de som é Beats, fabricado na América do Norte, e que, no Commander, é Harman Kardon, produzido na América do Sul (aprovado pela Harman US)”. Jeep CommanderDivulgação/Jeep Continua após a publicidade O povo reclama “Adquiri um Commander, carro supostamente premium, e, ao ligar o som, com falantes Harman Kardon, começou a tremer muito, com barulho irritante nos graves. Levei na concessionária e a assistente informou ser assim devido à porta ser grande. Estou bem frustrado.” Relato editado do Reclame Aqui de um proprietário de Campinas (SP), dono de um Commander 2022 “Um dos motivos que apresentaram para eu comprar o Commander foi a alta qualidade do som. Porém, o equipamento é péssimo, impossível ouvir sem se aborrecer! O carro já foi para a concessionária ao menos cinco vezes, ficou mais de 30 dias com eles, e não resolveram. Por fim, disseram que o som, parecendo uma caixa de abelhas, de um carro de mais de R$ 300.000, é característico.” Relato editado do Reclame Aqui de um proprietário de Curitiba (PR), dono de um Commander 2024 Publicidade View the full article -
[Taramps]O feedback das pessoas que montam seus projetos de som com a Taramps sempre nos motivou!
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O feedback das pessoas que montam seus projetos de som com a Taramps sempre nos motivou! E ver o Bitelo passando seu feedback de satisfação em relação ao seu projeto nos encheu de gratidão. Afinal, tudo o que fazemos é pensando em levar o melhor do mundo sonoro para os apaixonados por som. E você? Tem um projeto com a Taramps? Deixe o seu feedback nos comentários. #somautomotivo #taramps #caraudio #audiocar #biteloView the full article -
[4r]QR de maio: Geely EX5 EM-i enfrenta o Jaecoo 7; testamos o novo BYD Dolphin
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Existe vida entre os SUVs híbridos chineses além de BYD e GWM. Na Quatro Rodas de maio, trazemos o comparativo entre o futuro nacional Geely EX5 EM-i e o Jaecoo 7, que vem conquistando seu espaço entre os híbridos plug-in. Seriam estes dois alternativas aos já consolidados BYD Song Plus e GWM Haval H6? <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Agora a disputa entre BYD e GWM está em outro patamar. Também comparamos os novos Atto 8 e Wey 07, dois SUVs híbridos grandes no tamanho e nas entregas: eles têm sete e seis lugares e a potência dos seus três motores garantem somas ao redor dos 500 cv. Mas o que mais chamou a nossa atenção foram os equipamentos sofisticados presentes como equipamentos de série. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Outra boa novidade é o BYD Dolphin Special Edition. Trata-se de uma nova versão com atualizações importantes no design, no motor e na arquitetura eletrônica do hatch, que deverá conviver com as demais versões. Entenda porque, por causa dele, as outras versões do Dolphin (GS e Plus) parecem deixar de fazer sentido. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Continua após a publicidade O mundo reage à ofensiva chinesa. A Toyota quer dobrar sua participação entre os SUVs médios híbridos com o lançamento da nova geração do RAV4. Nova geração? Bem… Explicamos porque esta é uma atualização profunda – e muito bem vinda – do SUV 4×4. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Da Europa vem o Renault Twingo. Já dirigimos a nova geração do compacto mais carismático da marca francesa, que representa sua resposta à necessidade de carros elétricos mais baratos. A Fiat, por sua vez, reagiu transformando o 500 elétrico em um híbrido leve – com um motor 1.0 muito familiar aos brasileiros. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Continua após a publicidade E a Suzuki, quem diria, agora só vende carros elétricos no Brasil. O Suzuki E Vitara ainda é 4×4 e bastante compacto, e tem a dura missão de manter a operação da marca japonesa agora que o Jimny está com importações barradas por não ter sido adequado às normas de emissões brasileiras. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Pausa na eletrificação. A Ferrari Amalfi substitui a Roma sem abrir mão do motor V8 3.9 biturbo. A antiga receita do motor dianteiro com tração traseira e dinâmica muito refinada ainda encanta, como ficou evidente neste nosso primeiro contato com ela. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas Continua após a publicidade A distribuição da Quatro Rodas 805 às bancas e assinantes começa nesta sexta-feira (1), mas a data de chegada pode variar de acordo com a região do Brasil. Você também pode ler a revista nos app da Quatro Rodas e GoRead. <span class="hidden">–</span>Arte/Quatro Rodas O campeão dos campeões QUATRO RODAS é uma plataforma (revista, site, TV…) premiada. Em março, recebemos o iBest, um prêmio que reconhece os protagonistas do universo digital do Brasil. Este é nosso bicampeonato, na categoria Canal Automotivo e de Transportes, pelo Júri Academia. Neste momento, aguardamos o resultado do troféu +Admirados da Imprensa Automotiva, que será divulgado no dia 11 deste mês, quando esta edição já estará nas bancas. Mas, nesta premiação, que igualmente tivemos a felicidade de ser contemplados em concursos passados, também somos finalistas. Continua após a publicidade O prêmio +Admirados é promovido pelo informativo e portal de notícias Jornalistas & Cia e elege profissionais e publicações em dois turnos. Este ano, no primeiro turno, houve a indicação de 83 jornalistas e 45 veículos de comunicação; e no segundo, restaram 39 profissionais e 12 veículos, para o anúncio final dos Top 30 jornalistas e Top 3 publicações. Acrescentamos dois novos troféus à nossa galeria e aguardamos ansiosamente os que ainda podem ser conquistadosarte/Quatro Rodas Cada prêmio é sempre festejado pela redação. Mas existe um que eu quero destacar por seu significado. Falo do Prêmio Abril de Jornalismo, uma premiação promovida pela Abril, que existiu durante 42 anos, entre 1975 e 2017, e voltou este ano. O Prêmio Abril de Jornalismo é importante porque é disputado entre todos os títulos e jornalistas da Editora Abril que atuam nas diversas áreas da cobertura: política, economia, cultura, saúde, ciência, consumo, com temas que podem ser abordados virtualmente por todas as plataformas da casa. Há diferentes categorias, de modo a contemplar não apenas os conteúdos, mas também as produções, de foto, arte e vídeo. Continua após a publicidade Vencer o Prêmio Abril não é fácil. Mas, este ano, QUATRO RODAS conseguiu ficar entre os semifinalistas com cinco trabalhos e se consagrou com um deles. A dupla de editores, Fernando Pires (foto) e Henrique Rodriguez (texto), venceu com a reportagem “Produção do VW Tera em pré-série tem escolta e até camuflagem de fábrica”, publicada no site de QUATRO RODAS em março de 2025. Prêmios servem de incentivo para as equipes e, mais do que isso, como termômetros da qualidade do trabalho. No que depender de nós, vamos seguir buscando troféus. Boa leitura! P.S.: o título acima foi feito pelo editor de arte corintiano, Fabio Black. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Vendas de carros sobem 19,5% em abril e chegam a 235,9 mil unidades
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Levantamento da Bright Consulting aponta alta no comparativo anual, com avanço dos eletrificados e maior participação das marcas chinesasView the full article -
[MLB]VW UP c/ Player Nakamichi NQ533BD, Falantes Ophera, FB 450W 8" by Felipe Nanba
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#sqpl #somautomotivo #lowbass #hairtrick #fbaudio #sq #Sextou_é_Low ---------------------------- Para entrar no Grupo "Low Bass Style" no Whatsapp onde organizamos Encontros, e dar Ideias de Novas Estampas das Camisetas Low Bass Style, mande seu whatsapp no meu e-mail: marcio5alves@yahoo.com.br _________________ A empresa Mega Energy das Baterias LifePo4 de Alto Desempenho é Parceira do Canal. Compre com o Everton SPL Whatsapp (11) 93001-7512. Inscritos aqui do Canal Marcio Low Bass tem desconto! --------------------------- A Empresa Seladin, Mantas Automotivas Acústicas é Parceira do Canal. Obtenha Desconto de 6% para Pessoa Física e 8% para Pessoa Jurídica falando direto com o Representante Nivaldo Whatsapp (11) 97708-5833 dizendo que viu aqui em Nosso Canal Marcio Low Bass! --------------------------- Faça seu projeto com o Felipe Nanba em Diadema-SP Whatsapp (11) 94703-4643. Nesse VW UP tem os seguintes equipamentos: - Player Nakamichi NQ533BD - Amplificador Soundigital 400.4 - Amplificador Soundigital 400.2 - Kit 2 Vias Ophera OP90 - Par Coaxiais Ophera CX75 - Par de Anel Acústico Ophera - Subwoofer FB Audio 450W 8pol ---------------------------- Temos Nosso Curso: "APRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINE: Acesse qualquer um desses 2 Links para Informações: https://go.hotmart.com/D61464418N ou https://go.hotmart.com/D61464418N?dp=1View the full article -
[CE1]Diamond Teases New DSP/Amp Line
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Diamond Audio gave a sneak peek at the CMA show in Toronto, Canada of their new small foot print amplifiers.View the full article -
[CE1]SiriusXM Posts Solid Q1 Amidst iHeart Radio Merger
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SiriusXM iHeart Radio talks and Q1 2026 earningsView the full article -
[JonalCarro2]Dia do Trabalho: como a indústria automotiva forjou a mão de obra brasileira
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Desde a década de 1950, o setor automotivo foi pioneiro em tecnologias e no treinamento de profissionaisView the full article -
[4r]Este VW Fox foi simulador de autoescola e agora é dragster com motor de moto
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Na internet, há quem o chame de “mini Fox”, “meio Fox”, “Ox” e até “Squirrel” (esquilo, em inglês). O nome oficial ainda não foi definido, mas esse carrinho já tem destino certo: as pistas de arrancada paulistas. O projeto é obra de Erick Cassol, de 27 anos, que comanda a preparadora Lessan Special Scaps ao lado do pai, que também é piloto de arrancada. Os mais atentos já devem ter percebido que, do Volkswagen Fox, o carro só resta a aparência — ou metade dela —, afinal, trata-se de um velho simulador de autoescola. Depois de muita insistência, Erick conseguiu comprar o simulador do ferro-velhoErick Cassol/Reprodução O equipamento foi encontrado por Erick em um ferro-velho que ele costuma frequentar em busca de peças para a oficina, mas o proprietário fez jogo duro. “Eu vi ele (o simulador) lá, mas o dono não quis me vender. Disse que já tinha dono e estava guardando.” Foram oito meses “namorando” o simulador, até que o terreno onde o ferro-velho funcionava foi vendido e o proprietário precisou se desfazer dele. O preço? R$ 2.000 por um aparelho em plenas condições, apesar do tempo parado. “A gente ligou na tomada e funcionava. Só não tinha a tela”, explica Erick. A “carroceria” do simulador ganhou recortes para as rodasErick Cassol/Reprodução Continua após a publicidade Claro que, em uma oficina que prepara carros para competições de arrancada, o simulador não seria usado com o mesmo propósito de uma autoescola. Trabalhando com o pai desde os 12 anos, Erick logo visualizou aquela estrutura sendo transformada em um “drag junior”, categoria de carros de arrancada menores e pilotados por crianças. “Não tinha outra para esse projeto. Era só fazer uma gaiola e colocar um motor que ia ficar top”, lembra. A cor vermelha foi mantida, mas as faixas da autoescola foram removidasErick Cassol/Reprodução Toda a parte eletrônica do simulador foi descartada, restando apenas a estrutura. A primeira etapa foi construir uma gaiola, criando a base para adaptar o motor, que ficou na traseira. Para se adequar melhor ao projeto, o escolhido foi um motor de 250 cm³ da Yamaha Lander. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade “Eu não queria colocar um motor para deixar o projeto muito ‘cabuloso’, muito agressivo, porque as crianças vão querer entrar e andar. Então preferi fazer o projeto funcionar primeiro e depois evoluir”, conta. A transmissão precisou ser totalmente adaptada, já que Erick queria manter o sistema original do carro. O mesmo vale para a direção, preservando não só a estrutura do simulador, como também o interior, com painel, volante, pedais e alavanca de câmbio. Para ficar igual aos carros der arrancada, o Meio Fox ganhou uma asa traseira, wheelie bar e até um para-quedasErick Cassol/Reprodução “O motor eu peguei fechado da moto. As outras adaptações eu fiz todas: caixa de direção, barras, cabos… você vai ajustando tudo para funcionar. É um quebra-cabeça difícil de montar”, pondera. Continua após a publicidade Freios e suspensão também vieram do mundo das motos, justamente por se adaptarem melhor às dimensões do simulador. A asa traseira foi uma criação do próprio Erick, para dar ao carro a cara de um carro de arrancada. Ele também recebeu nova pintura para esconder a faixa amarela de autoescola, recortes na carroceria para receber as rodas da GR, adesivos da oficina de Erick, wheelie bar (rodinhas para evitar que os carros de arrancada empinem) e até para-quedas, que auxiliam na frenagem. Motor de 250 cc veio de uma Yamaha LanderErick Cassol/Reprodução Segundo ele, o carro está praticamente pronto, faltando apenas a parte elétrica — considerada a mais complicada. A ideia é fazê-lo ligar na chave original do simulador. Com a ajuda de um amigo, o influenciador Neguinho do Passat, essa etapa já está em andamento em uma oficina parceira. O objetivo é deixá-lo pronto para a SpidCup, evento que acontece entre 22 e 24 de maio, em Itatiba (SP). <span class="hidden">–</span>Erick Cassol/Reprodução Continua após a publicidade Mas o Meio Fox ainda não vai correr. Em um primeiro momento, Erick pretende usá-lo como veículo de apoio para puxar seus carros de competição. Ainda assim, já pensa em evoluções para, no futuro, colocá-lo nas pistas. “Todos os nossos carros são turbinados, então não faz sentido não turbinar ele também”, brinca Erick. “Já tenho até uma turbina, mas minha vontade é colocar um motor elétrico na frente para deixá-lo mais moderno.” Primeiro o Meio Fox será um carro de apoio nas pistas de arrancada, mas o objetivo é prepará-lo para competiçõesErick Cassol/Reprodução Dividindo o tempo entre a oficina e o projeto, Erick estima que levou cerca de um ano e meio para chegar ao estágio atual. Ele não calcula o valor investido, já que contou com a ajuda de amigos. Ainda assim, o carrinho já vale como um usado: segundo ele, já houve oferta de R$ 40.000, mesmo sem estar totalmente pronto. Publicidade View the full article -
Projetada para oferecer uma funcionalidade incrível, a multimídia DMH-A5650BT agora conta com uma interface ainda mais conveniente. Com os botões de acesso direto, você pula etapas de navegação e tem um controle da multimídia de forma mais rápida e segura. Uma série de melhorias para transformar completamente sua experiência no carro. 🚗View the full article
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[4r]Omoda 2 chega em 2027 contra Tera e Pulse e fábrica brasileira já está definida, diz CEO
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A Omoda & Jaecoo está satisfeita com o desempenho global de seus carros e agora se prepara para investir em modelos menores e de maior volume. O Omoda 4 já está confirmado para o Brasil, mas a marca também quer atuar no segmento de SUVs compactos e prepara o lançamento do Omoda 2. Ainda não há imagens nem informações detalhadas sobre o modelo, mas ele já foi apresentado a parceiros da marca. No Reino Unido, onde sua estreia está confirmada, a estimativa do site Auto Express é que o novo SUV custe cerca de 20.000 libras (aproximadamente R$ 135.760). Omoda 4 será o modelo de entrada da marca, mas não por muito tempo, já que o Omoda 2 chegará em 2027Divulgação/Omoda & Jaecoo A O&J revelou poucos detalhes sobre seu futuro carro de entrada. O CEO global da marca, Shawn Shu, afirmou que ele terá cerca de 4,20 m de comprimento, sendo um pouco maior que SUVs compactos vendidos no Brasil, como Volkswagen Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian. Em entrevista à Motor Show, o executivo confirmou que o modelo terá versões elétrica, híbrida plena (HEV) e a combustão. Shu também afirmou que o Omoda 2 se encaixa no mercado brasileiro, mas ainda não confirmou sua chegada. Continua após a publicidade O lançamento global está previsto para 2027, e novas informações devem ser divulgadas nos próximos seis meses. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Produção nacional Há especulações sobre a possível compra, pelo Grupo Chery — dono da Omoda & Jaecoo —, da antiga fábrica da Land Rover em Itatiaia (RJ). Inicialmente, a unidade poderia produzir modelos das marcas do grupo, mas também abrigar outras marcas que devem chegar ao Brasil, como a Lepas. Continua após a publicidade À Motor Show, Shawn Shu afirmou que a empresa já tem uma fábrica definida para operar no país, mas não pode revelar detalhes por questões de confidencialidade. O executivo também destacou a importância da produção local, já que a unidade será usada como hub de exportação para a Argentina. Omoda 5 deve ser um dos primeiros modelos nacionais da marcaFernando Pires/Quatro Rodas Por enquanto, a O&J não confirma quais serão os primeiros modelos nacionais, mas Omoda 5 e Jaecoo 5 aparecem como os mais prováveis, por serem produtos de maior volume. O Omoda 4 também surge como possibilidade, já que ficará abaixo do Omoda 5 e deve estrear no Brasil nos próximos meses com potencial para ter volume de vendas. Considerando a capacidade da fábrica de Itatiaia, não seria surpreendente a produção de outros modelos no futuro. Segundo o jornalista Jorge Moraes, há planos de expansão da unidade, elevando a capacidade de 24.000 para até 100.000 veículos por ano. Publicidade View the full article -
[4r]SUV, picape ou minivan: o que é o Chery Tiggo V, afinal?
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Seja para os indecisos ou para quem quer tudo ao mesmo tempo, a Chery exibiu no Salão de Pequim o multifuncional Tiggo V, seu próximo lançamento global que promete ser um carro “3 em 1”. O modelo pode ‘vestir’ a carroceria de uma picape, de um SUV ou de minivan de sete lugares (2+2+3). “Com o Tiggo V, a Chery pretende expandir sua presença no segmento global de veículos multifuncionais, oferecendo soluções de mobilidade mais flexíveis e práticas, adaptadas às necessidades em constante evolução das famílias”, afirmou a marca à imprensa. A Chery explica que a proposta reflete uma tendência crescente na indústria automotiva, com veículos cada vez mais adaptáveis, conectados e alinhados a diferentes estilos de vida. Chery Tiggo VDivulgação/Chery Modos do Chery Tiggo V A frente apresenta uma linguagem visual com larga grade frontal – em vez da logo está presente o nome da marca, “CHERY”. O conjunto óptico, com os faróis em led em formato de garras de tigre, está dividido em duas seções, acima uma mais afilada e horizontalizada e abaixo outra verticalizada. A silhueta lembra até a de um Range Rover topo de gama. Atrás, em vez de um porta-malas convencional, está a abertura de uma caçamba, enquanto a parte de cima pode ser totalmente removida. Chery Tiggo VReprodução/YouTube/Chery Continua após a publicidade Em relação à segurança, a estrutura da carroceria é composta por 76% de aço de alta resistência e alumínio, com proteção reforçada em áreas críticas, segundo a Chery. O veículo está equipado com ADAS que englobam: Alerta de Colisão Frontal (FCW), Frenagem Autônoma de Emergência (AEB), além de Assistente Automático de Estacionamento (APA) e Assistente Remoto de Estacionamento (RPA). Chery Tiggo VReprodução/YouTube/Chery Por dentro, há três fileiras e sete lugares, com um entre-eixos de 2,8 m. Para as adequações de uso, há rebatimento dos bancos, que inclui um “modo cama” e 42 compartimentos de armazenamento. Saídas de ar independentes estão presentes nas três fileiras de bancos e há controle climático automático de duas zonas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Além disso, o veículo está equipado com um sistema de filtragem de ar da cabine com eficiência PM0.3 de nível N95. O interior tem um visual similar a todos os veículos chineses, com design limpo, poucos botões e uma grande tela multimídia, além de saídas de ar retangulares e volante de base reta. Chery Tiggo VReprodução/YouTube/Chery Continua após a publicidade No modo “picape”, ele pode acomodar itens maiores. A Chery explica que a estrutura traseira tem fácil remoção e permite uma “transformação simples”. O carro também oferece suporte a uma variedade de acessórios compatíveis, como barracas de teto. A distância do solo fica em 22 cm – o mesmo de uma Ford Ranger convencional – e o Tiggo V tem capacidade de enfrentar inclinações de até 30º. Chery Tiggo VDivulgação/Chery As opções de motorização incluem versões PHEV, sistema híbrido Chery Super Hybrid (CSH) de sexta geração, e a combustão. A variante híbrida plug-in promete um consumo de 16,6 km/l, enquanto a versão a combustão, 12,7 km/l. A capacidade de imersão na água é de 70 cm para a versão PHEV e de 65 cm quando a motorização for a combustão. Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Salão de Pequim revela contrastes: tecnologia avançada, calor e falta de internet
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Evento na China mistura estandes grandiosos, robôs, influenciadores e desafios de estrutura e comunicaçãoView the full article
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