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  3. Se na democracia elegemos representantes do povo, no prêmio Os Eleitos QUATRO RODAS cumpre o papel de medir a satisfação dos proprietários com seus carros há 26 anos. O resultado é ímpar ao trazer a visão de quem realmente adquiriu o automóvel e vive uma experiência no dia a dia com ele, com os pontos fortes e fracos. Para eleger o carro mais satisfatório, a análise imerge na relação do motorista com seu carro. A pesquisa parte dos 50 modelos mais vendidos do mercado e convida seus donos a avaliarem 23 aspectos fundamentais. Tais como: custos, design, desempenho, segurança e conforto. Este ano recebemos 3.922 respostas válidas. Os eleitores responderam às perguntas com notas que vão de 0 a 5, mesmo critério adotado pelas plataformas digitais que avaliam produtos e serviços. Mas, para garantir a transparência do processo, os participantes precisam informar o CPF e a placa do veículo (substituindo o Renavam exigido até 2023), comprovando a posse do automóvel. Respostas de carros que não atingiram um volume mínimo de avaliações são descartadas para assegurar a relevância estatística. Neste ano, 33 modelos chegaram à fase final de apuração. Continua após a publicidade O resultado final gera uma pontuação que permite comparar o grau de contentamento entre carros de diferentes categorias. Dessa maneira, o modelo com a maior nota é aquele que mais agrada seu proprietário, de acordo com cada tipo de carroceria. Para este ano foram consideradas as seguintes categorias: Hatches Compactos, Sedãs, SUVs Compactos, SUVs Médios, SUVs Grandes, Picapes Intermediárias e Picapes Médias. Em 2026, assim como fazemos sempre, houve adequações na classificação dos carros, seguindo a evolução do mercado. Os sedãs tinham duas categorias, contempladas em compactos e médios. Porém, agora, existe apenas uma, a de Sedãs. Continua após a publicidade A análise vai além do produto e engloba a experiência do consumidor com os serviços de pós-venda, junto às redes de concessionárias. Os Eleitos mede ainda a percepção dos motoristas em relação ao atendimento e revela quais marcas cuidam melhor de seus clientes e, por consequência, dos carros, na avaliação dos motoristas. Veja a seguir os resultados da pesquisa deste ano, os quais exibem os carros e as fabricantes que se destacaram na opinião dos proprietários. Continua após a publicidade Hatches Compactos “Faz pouco tempo, mas já estou muito satisfeita. Meu marido tem Song Pro e já sabíamos o que esperar.” Karoline Mello Gama, Goiânia (GO)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: BYD Dolphin Mini – 100,83 Um elétrico volta a ser o campeão entre os hatches, trata-se do BYD Dolphin Mini. Ele repete o feito de seu “irmão maior” Dolphin, campeão da categoria em 2024. O elétrico é o mais vendido no mercado brasileiro em 2026 e aparece frequentemente entre os dez carros mais vendidos mensalmente no ranking geral. Em relação à pesquisa, o desempenho do modelo foi tão positivo que o garantiu na terceira colocação entre todos os carros. Os proprietários elogiam, principalmente, seu arranque (110,66) e ultrapassagem (109,31), por ser um elétrico e seu torque instantâneo. Seu design (106,46), diferentemente do habitual, também foi visto como algo positivo. No entanto, o hatch recebeu críticas quanto a pós-venda e mercado, observado em peças (92,69) e compra (89,32). Em segurança (88,60), ele também foi bem aquém do esperado. Estes três aspectos renderam as notas médias mais baixas para ele. Continua após a publicidade 2º – Volkswagen Polo 100,19 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Aqui está outro campeão de vendas do mercado brasileiro. O Volkswagen Polo lidera os emplacamentos no ano entre os automóveis de passeio. Na premiação, a sua pontuação o coloca na quinta posição do ranking geral. Sua melhor nota, a de 117,03, foi destinada para o espaço do porta-malas, que é de 300 litros (VDA). Essa é a melhor pontuação para um bagageiro entre todos os demais carros da pesquisa. Os donos elogiaram ainda o baixo ruído (110,54) e o espaço interno (104,53), muito por conta do bom espaço entre- -eixos de 2,56 m. No entanto, sua nota mais baixa fica em compra (87,76). O consumo urbano (91,95), que pode chegar a 12,5 km/l com gasolina (Inmetro), e o acabamento interno (91,96), com exageros de plásticos rígidos, foram apontados como pontos negativos. 3º: BYD Dolphin 100,08 BYD Dolphin Special EditionDivulgação/BYD Continua após a publicidade Fechando a lista de hatches que superaram as expectativas dos consumidores, está o BYD Dolphin. Ele, que ganhou Os Eleitos em Hatches Compactos e no geral em 2024, agora aparece em terceiro lugar em Hatches Compactos. Seu arranque impulsionado pela motorização elétrica impressiona seus compradores e lhe rendeu a sua nota mais alta (112,46), assim como ultrapassagem (107,03). Os proprietários também enalteceram os comandos do carro (104,69). Por outro lado, assim como acontece com o BYD Dolphi Mini, aspectos como compra (87,10) e segurança (88,80), além da possível dificuldade de garantir peças nas concessionárias (91,46), são suas fragilidades mais destacadas, de acordo com os apontamentos dos donos. Sedãs “Segundo King que compro e não pretendo sair da marca.” Petermam Pereira da Silva, São Paulo (SP)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: BYD King 101,16 Após ficar na segunda colocação em Sedãs Médios no ano passado, o BYD King foi coroado com o primeiro lugar em Sedãs em 2026. Ele destronou modelos convencionais com motorização flex. Por ser um modelo híbrido plug-in, ele recebeu a maior pontuação em arranque (110,17). Os consumidores apontaram seus comandos (105,84) e espaço do porta-malas (104,25), de 450 litros declarados, como pontos positivos para o sedã médio. Contudo, os quesitos de durabilidade (94,69), compra (95,40) e reposição de peças (92,06) deixaram a desejar, segundo os proprietários. Mas é possível notar um certo equilíbrio na pontuação média do King, que não ficou com nenhuma nota abaixo dos 92 pontos e superou os 100 pontos de forma geral. Essa simetria permitiu que o modelo conquistasse o posto de vice-campeão geral em Os Eleitos. O resultado mostra que um sedã ainda pode atender expectativas diante dos SUVs. 2º: Volkswagen Virtus 100,75 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O campeão do ano passado em Sedãs Compactos, posto pelo qual ficou dois anos consecutivos, o Volkswagen Virtus garantiu a segunda colocação em 2026 entre os Sedãs.O principal elogio fica por conta do histórico da VW em relação a sua rede de concessionárias (106,92). O espaço do porta-malas (106,78), de 521 litros declarados, um dos maiores no mercado brasileiro de sedãs compactos, além do consumo na estrada (105,26), que chega até 15,8 litros com gasolina (Inmetro), foram os pontos positivos. Porém, suas piores notas estão associadas no momento de transação do carro, observado em compra (83,82) e revenda (90,63). O acabamento interno (92,16) também é algo que pode ser melhorado. Mesmo assim, o VW Virtus garantiu a quarta colocação no ranking geral. 3º: Honda City 99,86 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda Entre os Sedãs, o terceiro lugar foi o único que ficou na média e não superou as expectativas de seus compradores – acima dos 100 pontos. Apesar disso, o Honda City sedã conquistou o oitavo lugar no ranking geral de Os Eleitos este ano. Os compradores apontaram o seu design, com 108,23 pontos, como o melhor aspecto do carro. As melhores pontuações seguem pela praticidade do espaço do porta-malas (106,95), com 519 litros declarados, e dos comandos internos (106,46). Na categoria compra, ele ficou com uma das piores médias entre os campeões (81,61). Depois, aparecem consumo urbano (92,86), com média de 12,8 km/l (Inmetro), quando abastecido com gasolina, e reposição de peças (93,56), como as piores críticas ao modelo. Suvs Compactos “Carro confiável, muito bonito, econômico e com tecnologia embarcada que me agradou muito. Um compacto grande!” Thais Medeiros da Silva, Rio de Janeiro (RJ)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: Fiat Pulse 99,84 Lançado em 2021, o Fiat Pulse atingiu seu pico de vendas em 2022, quando vendeu 50.478 unidades em um ano. Após o período, mais concorrentes entre os SUVs de entrada chegaram e ele perdeu um pouco o fôlego. No entanto, o carro ainda é visto com bons olhos pelos motoristas e ficou com o primeiro lugar entre os SUVs Compactos, depois de um ano longe das três primeiras colocações. Mesmo assim, ele não superou as expectativas dos compradores, ficou apenas na média – inclusive, nenhum SUV compacto superou os 100 pontos. Apesar de não ser um elétrico, o seu arranque (109,73) desperta elogios, assim como na questão de ultrapassagem (104,94). Destaque também para seu design (104,03). Proprietários criticaram o modelo em relação à compra (86,61) e revenda (90,91), assim como consumo urbano (88,09), que pode chegar a 12,3 km/l na gasolina, segundo dados do Inmetro. 2º: Jeep Renegade 99,71 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Destronado do posto de campeão do ano passado entre os SUVs Compactos, o Jeep Renegade, com mais de uma década no mercado nacional, ainda garante elogios de seus compradores e conseguiu a segunda posição. Pontos positivos para seus comandos (105,02), com muitos botões físicos, arranque (104,08), com o torque de 27,5 kgfm e respostas mais rápidas quando há o sistema híbrido leve, além do espaço interno (104,86), mesmo para um SUV compacto. Os pontos negativos são referentes ao consumo urbano (79,06), que pode chegar a 10,9 km/l quando abastecido com gasolina. Neste quesito, o SUV recebeu uma das piores médias entre os campeões. Aspectos de mercado como compra (88,92) e revenda (89,17) também ficaram com notas baixas. 3º: Honda HR-V 99,31 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Honda Sumido do pódio das últimas duas edições de Os Eleitos, o Honda HR-V volta a constar entre os três primeiros campeões de SUVs Compactos. O modelo é outro veterano do mercado nacional, com dez anos sendo comercializado no Brasil. Com até 24,5 kgfm de torque nas versões topo, os proprietários elogiaram os tópicos arranque (106,22) e ultrapassagem (103,39). O consumo na estrada (103,74) do SUV, que pode chegar até 13,9 km/l (Inmetro), é outra virtude apontada no Honda HR-V. Todavia, o SUV apresenta pontos baixos em categorias que estão associadas às concessionárias, como compra com nota 89,11 e peças com a média de 91,55. Em relação ao carro no dia a dia, os donos se queixaram de ruídos a bordo, aspecto que ficou com 93,91 pontos. Suvs médios “O carro não apresenta nenhum defeito, só satisfação.” Edio José Sofka e Lunalva Schmitz Sofka, Blumenau (SC)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: Toyota Corolla Cross 99,15 Vencedor entre os SUVs médios em 2022 e 2023 e campeão geral em 2023, o Toyota Corolla Cross volta ao topo da premiação na categoria de SUVs Médios este ano. Apesar disso, no ranking geral da premiação, ele aparece na 14ª posição e com uma nota abaixo dos 100, o que o posiciona como um carro dentro da média no conceito dos eleitores. Os proprietários destacaram o arranque do SUV, que ficou com uma nota de 106,16; a segurança, com 105,42, assim como sua visibilidade, 102,72. Os pontos negativos ficaram a cargo principalmente de aspectos de mercado, como compra (90,49) e revenda (94,43). Por ser um SUV médio e com um entre-eixos de 2,64 m, o espaço interno foi criticado e lhe rendeu uma nota relativamente baixa, de 94,74. Ainda assim, diante do geral, o modelo recebeu notas mais equilibradas e nenhuma abaixo dos 90 pontos. 2º: Caoa Chery Tiggo 7 98,12 Tiggo 7 Sport 2027Divulgação/Caoa Chery O Caoa Chery Tiggo 7 é uma figurinha carimbada na premiação quando o assunto é SUVs médios. Nos últimos anos, ele garantiu dois segundos lugares (2025 e 2023) e uma terceira colocação (2024). O arranque (108,30) é o que mais surpreende os donos. Sua usabilidade, seja pelos comandos (105,42), seja pelo espaço no porta-malas (104,21), com capacidade de até 525 litros dependendo da versão, são os pontos altos do modelo. Contudo, os consumidores reclamam principalmente do consumo urbano, o que lhe rendeu uma nota média baixíssima nessa categoria (79,63). O consumo na estrada foi outro ponto negativo (90,12), assim como a rede de concessionárias da Caoa Chery, que pode melhorar, mas por enquanto recebeu uma nota abaixo da média, 93,91. 3º: Volkswagen Taos 97,58 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Assim como ocorreu em 2025, o Volkswagen Taos permaneceu na terceira colocação na categoria de SUVs Médios. Os donos do modelo elogiaram a sua usabilidade no dia a dia. Isso pode ser observado nas notas que ele recebeu para espaço interno (102,22), muito por conta da sua boa distância entre-eixos de 2,68 m, e do espaço do porta-malas (103,53), que tem 498 litros declarados pela Volkswagen. O ponto alto ficou para sua visibilidade (104,71). Porém, ele não é bem visto em quesitos de mercado, ao ser criticado quanto a compra (86,14) e revenda (84,84). A lista de equipamentos apareceu com a terceira pior nota do Taos (91,33), isso em um país que recebe cada vez mais concorrentes chineses recheados de tecnologia e conteúdo. Suvs grandes “Compraria novamente. E, hoje, quando for trocar, pretendo permanecer na GWM.” Luis Eduardo Chagas e Janeusa Rita Leite Primo Chagas, Salvador (BA)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: GWM Haval H6 101,50 O grande campeão foi o GWM Haval H6. O modelo garantiu a melhor nota na categoria de SUVs Grandes, no quesito de pós-venda e no ranking geral de Os Eleitos 2026. É possível notar um salto na percepção do carro em relação aos donos. No ano passado, ele apareceu na terceira colocação na categoria de SUVs Grandes e na 22a posição geral. Com opções híbridas de motorização (HEV ou PHEV), seu desempenho em arranque (109,86) e ultrapassagem (103,87) foram os quesitos que mais chamaram a atenção dos consumidores. O espaço do porta-malas, com 103,26, completa a lista de suas melhores notas. Algo que mostra como o SUV distoa dos demais automóveis é que ele ficou abaixo da média em apenas quatro categorias: revenda (90,05), compra (93,05), acabamento interno (96,77) e equipamentos (96,82). Com apenas três anos de mercado, a GWM Haval H6 conseguiu evoluir e conquistar os consumidores. 2º: Caoa Chery Tiggo 8 99,38 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Caoa Chery Pelo terceiro ano consecutivo, o Caoa Chery Tiggo 8, topo de gama da marca no Brasil, fica com o segundo lugar entre os SUVs grandes. Ele continua com bons argumentos para quem comprou. Sua nota, próxima dos 100 pontos, mas abaixo da média, revela que ainda há o que melhorar. O principal destaque foi seu arranque, que recebeu uma pontuação de 106,09, e ultrapassagem, com 105,54. Seu design, com 103,10, completa as três melhores notas recebidas pelo modelo. Revenda do Caoa Chery Tiggo 8, porém, ficou com a pior nota média (88,64). No dia a dia, os donos reclamam de seu consumo urbano, que lhe rendeu uma média de 90,16 pontos, e pode chegar a 10 km/l (Inmetro), seguido de seus ruídos internos, com uma nota de 92,60 pontos. 3º: BYD Song 99,08 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O BYD Song é um estreante entre os campeões e aparece pela primeira vez em um pódio de Os Eleitos, na terceira colocação de SUVs Grandes. Assim como ocorre com outros híbridos, os donos elogiaram o arranque do modelo, que lhe rendeu uma média de 109,56 pontos. A dinâmica da motorização também pode ser notada no quesito ultrapassagem, com 104,49. Os proprietários também gostaram de seus comandos internos (102,32). Seus pontos negativos estão atrelados principalmente ao mercado e pós-venda. As piores notas, na sequência, são de revenda (85,97), peças (90,91) e compra (91,75). Isso pode ser observado mais adiante no ranking de pós-venda, em que a BYD amargou a pior média entre todas as marcas postas na premiação. Picapes intermediárias “Design bonito e moderno, acabamento condizente com o carro, motor ótimo.” Luis Gustavo Soares Morales, Balsas (MA)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: RAM Rampage – 98,09 A Ram Rampage conquistou o tricampeonato na categoria de Picapes Intermediárias. Além da percepção dos donos, isso ressalta a estratégia da Stellantis em investir neste tamanho de produto para a marca, que compartilha a mesma plataforma utilizada pela Fiat Toro (Small-Wide 4×4). Mesmo assim, sua nota abaixo dos 100 pontos mostra que o modelo está apenas na média e com notas a melhorar. Os proprietários enalteceram aspectos de uso diário, como espaço da caçamba (104,60), com 980 litros, arranque do modelo (102,41) e seus comandos internos (101,38). Assim como em anos anteriores, porém, a picape em relação ao mercado continua desagradando. A revenda recebeu a nota mais baixa do modelo, com 89,06 pontos, assim como em compra (91,55). A sua durabilidade, que alcançou a nota de 91,67 pontos, é outra característica negativa e que aparece com uma média baixa. 2º: Fiat Toro – 95,69 Fiat Toro FreedomDivulgação/Fiat A picape que definiu a categoria no mercado brasileiro repete a segunda colocação de 2024 e sobe uma posição em relação à pesquisa de 2025. No ano em que completa dez anos no país, a Fiat Toro foi o único veículo entre os três primeiros colocados de todas as categorias com uma nota média abaixo dos 97 pontos. Mesmo assim, os donos apontam como positivos o seu design (103,95) e o espaço da caçamba (102,59). A rede de concessionárias (103,85) da Fiat é outro aspecto que lhe rende uma boa nota. Contudo, as notas em relação à compra (86,47) e revenda (86,67), além de seu consumo urbano (86,52), puxaram a média geral para baixo. Picapes médias “Excelente carro, muito seguro e motor V6 forte em ultrapassagens.” João Carlos Portela, Manaus (AM)Acervo pessoal/Quatro Rodas 1º: Ford Raanger – 99,95 A picape média conquistou o quarto título consecutivo nesta categoria, o que mostra o prestígio do modelo entre os seus proprietários. No ranking geral de Os Eleitos deste ano, ela aparece em sétimo lugar. Sua pontuação ficou muito próxima dos 100, o que a deixou na média da avaliação, mas ainda bem perto de superar as expectativas dos proprietários, faltando pouco para ultrapassar os 100 pontos. Seu design (103,20) e visibilidade (103,67) são pontos fortes. A nota média mais alta está relacionada ao consumo na estrada, com nota 105,49, que pode chegar a 12,1 km/l, segundo o Inmetro. Aspectos de mercado foram criticados, como compra (87,50) e revenda (88,18). Estas duas categorias puxaram a nota geral para baixo e, caso melhorem, podem elevar a picape perante seus proprietários. A sua durabilidade foi vista como negativa na pesquisa e recebeu uma nota média de 93,01. 2º: Mitsubishi Triton – 97,65 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Mitsubishi A picape média fabricada em Catalão (GO) volta ao posto de segunda colocada de 2024, após ficar na terceira posição em 2025. A Mitsubishi Triton conquistou pontuação que a posiciona como uma picape apenas mediana, na opinião dos proprietários, mas bem perto na faixa de corte inferior (97). As notas que superaram as expectativas estão relacionadas ao produto em si. O espaço da caçamba é o destaque e ficou com a nota de 107,01, assim como seu design (102,04) e arranque (101,56). As piores notas, que inclusive foram abaixo dos 90 pontos, ficaram com compra (83,09) e revenda (86,67). A categoria peças (85,85) também foi criticada. Grande campeão Desempenho exemplar GWM ganha a premiação Os Eleitos 2026 com o Haval H6 pela primeira vez, o que mostra a força dos chineses e de como eles vêm tomando o posto das tradicionais “Carro extremamente espaçoso, confortável, silencioso, design moderno e bonito. Tudo isso ainda econômico.” Sorhaya Anne Bueno Andrade, Campinas (SP)Acervo Pessoal/Quatro Rodas GWM Haval H6 – 101,50 Após três anos de seu lançamento no mercado brasileiro, o GWM Haval H6 não apenas conquistou seu espaço entre os SUVs maiores como tomou o lugar de produtos de marcas que já estavam aqui no Brasil. O carro aparece frequentemente entre os dez mais vendidos mensalmente no país. O modelo conseguiu a maior nota de todas, no ranking geral: 101,50, superando as expectativas de seus donos em 14 categorias das 23 previstas e ficou na média em outras cinco. Ele também não recebeu pontuações abaixo dos 90, como a maioria dos carros. Outros dois aspectos revelam como a GWM conquistou o mercado rapidamente. As notas médias para rede de concessionárias (100) e confiabilidade na fabricante (100,91) ilustram como a GWM está tratando bem quem compra os modelos da marca. Em relação ao último quesito, ela foi a única que obteve uma média acima dos 100 pontos. O carro peca em acabamento interno (96,77) e equipamentos (96,82), além da hora de comprá-lo (93,05) ou revendê-lo (90,05), como apontado pelos consumidores. Pelas notas, são os únicos pontos que deixaram a desejar. Pós-venda 1º: GWM – 99,03 Para ter sucesso em um mercado complexo e com dimensões continentais como o brasileiro, é necessário investir pesado em rede de concessionárias e em pós-venda. E a GWM fez isso. Ela encerrou 2025 com 130 lojas em operação no país. Até conquistar a primeira colocação em Os Eleitos, a fabricante esteve presente em posições intermediárias nos últimos anos e alcançou a sexta posição em 2025 e a quarta, em 2024. No entanto, a GWM mostrou um avanço na perspectiva de seus consumidores, o que lhe rendeu também a coroação de melhor pós-venda na pesquisa deste ano, um sinal claro da satisfação de seus clientes. Para a pesquisa de pós-venda, a nota de corte maior de 97 significa que a marca superou as expectativas e abaixo de 94, que deixou a desejar. A pontuação da GWM, com 99,03, foi bem além de seus concorrentes, sendo que as outras quatro que superaram as expectativas ficaram na casa dos 97 pontos. Para estar nesse patamar, os clientes destacaram quatro grandes atributos, sendo a pontualidade o maior deles, com uma nota de 101,89. Prazo (101,07), a qualidade do trabalho (100,53) e do atendimento (100) estão entre os pontos mais altos. Porém, o preço do serviço lhe rendeu sua nota mais baixa, a de 92,33. Custo/benefício (97,28) e disponibilidade das peças (98,12) receberam pontuações que superaram as expectativas em geral, mas ainda são as piores para a GWM diante de seu pós-venda. 2º: FORD – 97,35 A Ford é outra fabricante que mostrou uma boa evolução ao ir da 12ª posição em 2025 para a segunda no ranking de pós-venda. Prazo e pontualidade do atendimento foram destaque, com notas acima de 100: 102,09 e 101,57, respectivamente. O preço do serviço deixou a desejar, com 89,89. 2º: HYUNDAI -97,35 A Hyundai alcançou a mesma pontuação da Ford e apresentou um salto ao ir da 11ª posição para a segunda. Pontualidade (99,18), prazo (98,24) e qualidade (97,63) foi a tríade que elevou a marca. Preço (96,66) e custo/benefício (94,59) foram apontados como pontos fracos. 3º: MITSUBISHI – 97,12 A excelência da Mitsubishi aumentou, o que fez a marca sair da nona colocação para a terceira. Os donos deram notas acima de 100 para dois quesitos: prazo (101,86) e pontualidade (100,46). Contudo, ela cobra caro por isso (90,08) e eles não enxergam custo/benefício (91,47). 4º: TOYOTA – 96,48 A Toyota estava em 13º em 2025 e agora subiu para a quarta colocação. Ela é a primeira marca que aparece com uma pontuação na média. Pontualidade (100,29) recebeu a nota máxima. Porém, preço (88,64) e custo/benefício (90,16) puxaram a nota geral para baixo. 5º: HONDA – 96,44 A Honda viu sua medalha de bronze escapar e caiu para a quinta colocação. Ela apresentou a segunda melhor nota média entre as marcas em disponibilidade de peças (98). Porém, o preço do serviço realizado ficou aquém do esperado para os donos e ganhou uma nota 83,33. 6º: NISSAN – 96,11 A Nissan melhorou sua posição em relação ao pós-venda, ao ir da oitava colocação para a sexta. Em relação ao seu serviço, chama atenção a transparência (98,20), com segunda melhor média do ranking. Mas o preço do serviço recebeu a pior nota entre as marcas, com 80,75. 7º: CAOA CHERY – 96,06 Houve uma piora na posição da Caoa Chery de 2025 para 2026, que caiu da quinta para a sétima posição. Em geral, a marca apresenta notas mais próximas da média. Destaque para prazo (98,29) e pontualidade (98,23) e críticas para preço (92,46) e disponibilidade de peças (93,38). 8º: RAM – 95,98 O sucesso da Rampage entre as picapes intermediárias não ilustra o pós-venda da Ram. Ela apresentou uma melhora no ranking ao passar da décima posição para a oitava. Qualidade (98,59) foi a melhor virtude, mas a disponibilidade de peças (92,41) deixou a desejar. 9º: RENAULT – 95,34 A Renault conseguiu melhorar o seu atendimento ao ir da 15ª posição para a nona. A pontualidade dos seus serviços ficou com a maior nota (98,46). Por outro lado, o preço do serviço ainda é classificado como caro, segundo os donos, o que resultou em uma nota de 88,20. 10º: CHEVROLET – 94,69 Presente na 14ª colocação no ranking do ano passado, a Chevrolet mostra certa evolução e atingiu a décima posição. O custo/benefício recebeu uma das piores notas (87,27). O que joga a favor da Chevrolet é sua pontualidade, com 101,79, terceira melhor média entre todas as marcas. 11º: FIAT – 94,03 Segunda colocada na edição passada, a Fiat caiu para a 11ª no índice geral este ano. De acordo com os proprietários, ela tem boa pontualidade (99,12) e prazo de entrega (98,88). Mas seu serviço é apontado como caro pelos donos e ganhou a nota média de 84,60. 12º: VW – 93,13 Ao apresentar uma queda brusca no ranking, da quarta para a 12ª posição, a Volkswagen é a primeira que entra na faixa “deixou a desejar” deste ano. As críticas estão ligadas ao preço (84,53) e ao custo/benefício (89,88)dos serviços. Porém, ela foi elogiada em prazo (99,46). 13º: JEEP – 92,93 A campeã do ano passado figura agora na 13ª colocação, penúltima posição da pesquisa. Os donos apontam críticas quanto ao custo/benefício (86,36), pior nota da Jeep, assim como o preço cobrado (85,03). Ela é bem-vista principalmente em pontualidade (98,13). 14º: BYD – 92,53 Os proprietários de BYD deixaram clara a insatisfação com a marca. Ela despencou da sétima para a última posição. As reclamações estão associadas ao preço (87,64) e à falta de peças (87,85) – pior nota entre todas as marcas. Em nenhum quesito ela superou as expectativas. Atributos pesquisados Disponibilidade de peças Prazos para realização dos serviços Preços dos serviços (mão de obra) Qualidade no atendimento Pontualidade Transparência no relacionamento Custo/benefício Qualidade nos trabalhos Ranking Geral GWM HAVAL H6 101,50 BYD KING 101,16 BYD DOLPHIN MINI 100,83 VOLKSWAGEN VIRTUS 100,75 VOLKSWAGEN POLO 100,19 BYD DOLPHIN 100,08 FORD RANGER 99,95 HONDA CITY 99,86 FIAT PULSE 99,84 JEEP RENEGADE 99,71 HYUNDAI HB20 99,65 CAOA CHERY TIGGO 8 99,38 HONDA HR-V 99,31 TOYOTA COROLLA CROSS 99,15 BYD SONG 99,08 FIAT FASTBACK 99,04 RENAULT KARDIAN 98,90 TOYOTA COROLLA 98,89 VOLKSWAGEN T CROSS 98,84 CAOA CHERY TIGGO 7 98,12 RAM RAMPAGE 98,09 RENAULT DUSTER 97,85 MITSUBISHI TRITON 97,65 VOLKSWAGEN TAOS 97,58 NISSAN KICKS 97,32 HYUNDAI CRETA 97,12 JEEP COMMANDER 97,00 JEEP COMPASS 96,29 VOLKSWAGEN NIVUS 96,23 FIAT TORO 95,69 RENAULT KWID 95,51 CAOA CHERY TIGGO 5X 93,39 Como Os Eleitos é feito? Na premiação Os Eleitos, a voz do consumidor é soberana. São os próprios donos que elegem os melhores carros e o atendimento pós-venda das marcas. A avaliação é completa: os proprietários analisam seus veículos a partir de 23 critérios, distribuídos por nove categorias, que vão de custos e confiança a conforto e manutenção. O serviço de pós-venda, por sua vez, é avaliado em oito pontos. O resultado é um índice de satisfação que cruza a expectativa do motorista com a performance real do veículo. Um dono de SUV, por exemplo, é naturalmente mais exigente com espaço interno do que o de um hatch compacto. O índice leva isso em conta, permitindo que carros de diferentes segmentos sejam comparáveis ao medir o quanto cada modelo consegue, de fato, satisfazer seus clientes. A pontuação é simples de entender: índices acima de 100 mostram que o carro superou as expectativas, enquanto notas entre 99 e 97 indicam que ele correspondeu ao esperado. Valores abaixo de 97, no entanto, sinalizam a insatisfação do proprietário. Atributos pesquisados Estes são os 23 itens avaliados, divididos em nove categorias, para a obtenção dos índices de satisfação: Custos: Preço de revenda; Preço de compra; Preço de seguro; Preço de peças; Consumo urbano; Consumo rodoviário Confiança na marca: Ser um fabricante confiável Cobertura da rede: Ser um fabricante com ampla rede de concessionárias Design/Modelo: Ser um projeto moderno; Design do carro Desempenho: Rapidez no arranque Segurança: Estabilidade nas curvas; Transmitir segurança; Presença de itens de segurança Dirigibilidade: Facilidade de ultrapassagem; Oferecer boa visibilidade; Facilidade de acesso aos comandos Conforto: Acabamento interno; Baixo nível de ruído; Espaço interno; Espaço do porta-malas; Presença de equipamentos Manutenção: Durabilidade/resistência das peças Galeria dos Campeões 2001 Renault Scénic 2002 Renault Clio Sedan 2003 Renault Clio Hatch 2004 Honda Fit 2005 Honda Fit 2006 Honda Fit 2007 Honda Fit 2008 Honda Civic 2009 Toyota Corolla 2010 Honda Civic 2011 Hyundai i30 2012 Fiat 500 2013 Chevrolet Cruze Sport 6 e Honda Civic 2014 Ford Fiesta e VW Golf 2015 Toyota Etios Sedan 2016 VW Golf 2017 Honda Civic 2018 VW Virtus 2019 Honda Civic 2020 Ford Ranger 2021 Honda Civic 2022 Honda Civic 2023 Toyota Corolla Cross 2024 BYD Dolphin 2025 Jeep Commander 2026 GWM Haval H6 Publicidade View the full article
  4. Depois da Fiat Titano, chegou a vez da Chevrolet S10 ganhar uma versão Papamóvel. A General Motors apresentou duas unidades especiais da picape, desenvolvidas pela engenharia brasileira para transportar o Papa Leão XIV durante sua futura visita ao Peru. Os veículos utilizam carroceria de cabine simples, motor 2.8 turbodiesel de 207 cv e tração 4×4 com reduzida, mas chamam atenção pelo acabamento externo inspirado nas configurações mais caras da linha, especialmente a High Country. Leia mais: Fiat Titano papamóvel? Papa vai passear de picape 4×4 no Uruguai Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação As duas Chevrolet S10 foram produzidas a partir da S10 fabricada em São José dos Campos (SP), enquanto as modificações ficaram sob responsabilidade da engenharia da GM em parceria com a Engesig, empresa especializada na transformação de veículos. Todo o trabalho foi concluído em apenas 24 dias, incluindo adaptações estruturais, instalação dos equipamentos especiais e validação dos sistemas de segurança. A novidade da Chevrolet S10 chega pouco depois da apresentação de uma Fiat Titano igualmente transformada em Papamóvel, também destinada aos compromissos do pontífice no Peru. Assim como a rival, a Chevrolet utiliza uma configuração de cabine simples, normalmente associada às versões mais básicas e voltadas ao trabalho, mas com uma preparação bastante diferente daquela encontrada nas concessionárias. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação Chevrolet S10 Papamóvel tem visual de High Country Uma das características mais curiosas da Chevrolet S10 Papamóvel está na combinação de elementos de diferentes configurações da picape. Embora utilize a carroceria de cabine simples, com apenas duas portas, o veículo apresenta uma série de componentes visuais semelhantes aos encontrados na High Country, versão mais sofisticada da linha. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação É o caso da grade dianteira com acabamento cromado, dos detalhes brilhantes no para-choque, das capas dos retrovisores, das maçanetas e das rodas de liga leve com desenho de múltiplos raios. O conjunto contrasta com a carroceria de cabine simples, tradicionalmente oferecida em versões mais simples, destinadas principalmente ao transporte de cargas e às atividades profissionais. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação A pintura branca acompanha a identidade visual dos veículos papais, enquanto as portas recebem o brasão do Vaticano. Pequenas bandeiras amarelas e brancas foram instaladas sobre os para-lamas dianteiros, completando a caracterização externa. Na parte traseira, a caçamba convencional deu lugar a uma plataforma especial, com piso plano revestido de carpete e espaço para o transporte do Papa e de seus acompanhantes. O assento principal fica posicionado na região central, em uma estrutura elevada, enquanto outros dois bancos foram instalados nas laterais. A plataforma também recebeu corrimãos e estruturas metálicas de proteção, além de espaços destinados aos profissionais responsáveis pela segurança do pontífice. O acesso é realizado pela traseira, através de uma escada retrátil com acionamento elétrico, equipada com degraus revestidos de vermelho. Uma cobertura formada por tubos metálicos e painéis transparentes protege parcialmente os ocupantes contra vento e condições climáticas adversas, sem comprometer a visibilidade do Papa para o público. O conjunto pode ser montado e desmontado conforme a necessidade de utilização e manutenção. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação Motor 2.8 turbodiesel e tração 4×4 Apesar das modificações na carroceria, a Chevrolet S10 Papamóvel preserva o conjunto mecânico conhecido da linha convencional. O motor é o 2.8 turbodiesel de quatro cilindros, que desenvolve 207 cv de potência e 52 kgfm de torque, acompanhado por tração 4×4 com reduzida. A fabricante, entretanto, não informou qual transmissão equipa as duas unidades especiais: pode ser manual de seis marchas ou automática de oito velocidades. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação As modificações da Chevrolet S10 Papamóvel também envolveram a cabine, que recebeu uma abertura no teto para permitir a comunicação direta entre o Papa e o motorista. Segundo a GM, essa foi uma das exigências apresentadas pelos representantes do Vaticano durante o desenvolvimento. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação Para viabilizar a solução, a equipe responsável precisou realizar reforços estruturais na cobertura da cabine, preservando a rigidez do conjunto. Também foram desenvolvidos sistemas específicos de iluminação traseira e mecanismos de comunicação entre os ocupantes. Todas as alterações passaram por avaliações funcionais e de segurança, incluindo testes dos componentes da escada elétrica, da plataforma traseira e das estruturas de proteção. Duas unidades prontas em apenas 24 dias Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação O desenvolvimento da Chevrolet S10 Papamóvel envolveu diferentes equipes da General Motors, incluindo profissionais de engenharia, manufatura, personalização e logística. A transformação propriamente dita foi realizada em parceria com a Engesig, empresa que já possui experiência na preparação de veículos especiais para a fabricante, num curto prazo de 24 dias. Chevrolet S10 Papamóvel – Foto: divulgação Além das adaptações funcionais, os veículos receberam inscrições simbólicas relacionadas à Igreja Católica. Entre elas estão um lema em latim na parte dianteira, o símbolo das chaves do Vaticano nas laterais e uma frase em italiano pronunciada por Leão XIV durante seu discurso de posse, posicionada próxima ao piso. O que acontecerá com as S10 depois da visita? Após a utilização durante a visita do Papa Leão XIV ao Peru, as duas Chevrolet S10 Papamóvel terão uma segunda etapa de exposição pública. A General Motors confirmou que os veículos serão apresentados em concessionárias da marca na cidade de Lima, permitindo que visitantes conheçam de perto as adaptações realizadas. Posteriormente, ambas as unidades serão formalmente doadas à Igreja Católica no Peru, que ficará responsável por definir sua utilização futura. A fabricante não divulgou o custo do projeto nem o valor estimado das duas picapes transformadas. O post Briga de Papamóvel? Chevrolet S10 segue Titano e também vira picape para levar Papa apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  5. Quem perdeu, danificou ou teve furtada a placa do carro em São Paulo pode pedir pela internet a autorização para fabricar uma nova. O pedido é feito no portal do Detran-SP. Conduzir o veículo sem qualquer uma das placas de identificação, ou com alguma delas sem condições de legibilidade e visibilidade, é infração gravíssima prevista no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro. A punição é multa de R$ 293,47, com sete pontos na CNH e remoção do veículo. Como faço o pedido? O serviço online está disponível para veículos com placas Mercosul e exige conta Gov.br nível prata ou ouro. O motorista escolhe o veículo e indica se precisa da placa dianteira, da traseira ou das duas. A opção digital é exclusiva para pessoa física, com veículo licenciado, sem débitos e sem mudança de categoria ou de município em andamento. Fora dessas condições, e para veículos de empresa, é preciso seguir o procedimento indicado pelo Detran-SP. Continua após a publicidade A segunda via reproduz a identificação que o veículo já tem, com os mesmos caracteres da placa original. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quanto custa? Para placas Mercosul, o Detran-SP não cobra taxa pela autorização. O preço da placa não é definido pelo órgão e é acertado diretamente entre o motorista e a estampadora. Por isso, vale pedir mais de um orçamento. Continua após a publicidade Posso rodar enquanto espero a placa nova? Não. Mesmo com o pedido já feito, o veículo continua sujeito a multa e remoção. A circulação só deve ser retomada depois da instalação da nova placa. E se a placa perdida ainda era cinza? Nesse caso, o pedido pela internet não se aplica. Furto, roubo, extravio e dano estão entre os casos em que o Detran-SP exige o padrão Mercosul, e o caminho é o serviço de atualização da placa para o novo padrão, feito presencialmente. Continua após a publicidade A primeira etapa é agendar atendimento em um posto do Detran-SP ou do Poupatempo para solicitar a emissão de nova via do CRV. A taxa é de R$ 295,83 com o licenciamento do ano pago, ou de R$ 469,91 sem ele, segundo a carta de serviços de julho de 2026. Emitido o documento, o proprietário baixa a versão digital pelo portal do Detran-SP, pelo app CNH do Brasil ou pelo portal da Senatran e segue para a estampadora. A carta informa prazo de três dias úteis para concluir o serviço, sem especificar a qual etapa ele se refere. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Carros mais baratos do Brasil têm descontos de até R$ 11.015; veja Publicidade View the full article
  6. By Bill Braun, Guest Contributor, Owner, Tune Digital Marketing Many love big shows like SEMA with the sea of people, endless smiling faces, and lots of new gear to show off. When deciding whether to attend or sponsor a show, the inevitable question that follows is how it makes the cash register ring. The decision...View the full article
  7. Escort gave Redline 360c owners up to 24% more detection range with a firmware update as the company marked its 50th anniversary at SEMA 2026. The story began in 1976. Two engineers, Mike Valentine and Jim Jaeger, built a working radar detector prototype inside a Kodak Brownie camera. That same year they founded Cincinnati Microwave....View the full article
  8. Imagens do novo Fiat Argo X sem camuflagem foram publicadas pela página @stellantis_clube e revelam as diferenças estéticas entre o modelo nacional e seu par europeu, o Fiat Grande Panda. A fabricante até promoveu poucas mudanças nos carros produzidos em Betim (MG), mas todas as mudanças promovidas pela filial brasileira deixaram o Argo X com um visual mais careta e conservador diante do projeto original. O que muda no visual do Fiat Argo X em relação ao Grande Panda? O Fiat Argo X brasileiro abandona os elementos assimétricos do irmão europeu para adotar emblemas centralizados na grade e na tampa do porta-malas. Além disso, a carroceria nacional perde o nome estampado em baixo-relevo na base das portas, mas ganha a bandeira italiana no para-choque e pintura preta desde a linha de cintura. <span class="hidden">–</span>@stellantis_clube/Reprodução Fiel às regras de simetria, o hatch nacional garante os faróis com pontilhados de led nas versões mais completas, combinando com a peça quadriculada no local da grade. O legal é que, quando acesas, as luzes drl formam um “X” até mesmo no Grande Panda. Contudo, o logotipo dianteiro da Fiat aparece centralizado, e não deslocado para a direita como na Europa. Já o para-choque dianteiro é idêntico ao europeu e abriga o “Fiat Flag”, as quatro barrinhas com as cores da Itália, na tomada de ar inferior. Vale a pena comprar carro usado de locadora? Continua após a publicidade Na traseira, a marca que no Grande Panda fica em baixo-relevo no lado esquerdo da tampa foi centralizada e aplicada sobre a lataria no carro mineiro. O nome “Argo X” surge na barra preta inferior, mas posicionado no lado esquerdo, invertendo a lógica do projeto original e repetindo o padrão da primeira geração do Argo. Ao menos as lanternas de led com barrinhas verticais preservaram o desenho europeu. <span class="hidden">–</span>@stellantis_clube/Reprodução O mistério sobre as laterais também chegou ao fim com a retirada dos adesivos. A filial brasileira não se aventurou em estampar “Argo X” em baixo-relevo na base das portas e, para a alegria principalmente dos funileiros, manteve apenas os vincos na chapa. Continua após a publicidade As maçanetas são as mesmas do carro europeu, mas acompanham a cor da carroceria em vez de serem sempre pretas. As caixas de roda com molduras plásticas poligonais, o rack de teto e o quadrado na terceira coluna com o logotipo da Fiat em relevo continuam lá, mas o desenho das rodas é diferente – e, ainda assim, ousado. Outra mudança estética aparece na pintura bicolor do modelo brasileiro. Enquanto o Grande Panda não oferece teto preto na Europa, o Fiat Argo X terá esse acabamento no Brasil de forma até exagerada: o limite da cor escura desce até a linha de cintura do veículo, cobrindo todas as colunas e a capota. A cor verde claro usada na Europa também estará disponível no Brasil. Fiat Grande Panda básicoDivulgação/Fiat Continua após a publicidade Por usar a plataforma do Citroën C3, o lançamento da Fiat terá cerca de 4 m de comprimento e 2,54 m de entre-eixos. Quais serão os motores e versões do novo Fiat Argo X no Brasil? A gama do novo Fiat Argo X será dividida entre opções de entrada com motor três cilindros 1.0 Firefly flex aspirado de 75 cv e configurações mais caras com conjunto mecânico híbrido leve de 12 Volts. O propulsor 1.0 turbo T200 está recalibrado para entregar 116 cv e se enquadrar na primeira faixa tributária do programa Mover. Fiat Grande PandaDivulgação/Fiat Continua após a publicidade Nas opções mais simples, o motor três cilindros 1.0 Firefly flex rende até 75 cv e 10,7 kgfm com etanol, trabalhando sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. A expectativa é que essa configuração mecânica equipe as versões de acesso Drive, Audace e Audace Plus, focadas em manter o custo inicial competitivo no segmento de compactos. Já as versões mais caras, chamadas de Drive, Audace e Impetus — provavelmente acompanhadas da sigla MHEV para identificar os híbridos leves da marca —, usarão o motor três cilindros 1.0 T200 com injeção direta. Aliado ao sistema elétrico de 12 Volts e ao câmbio CVT de sete marchas simuladas, o conjunto entrega 116 cv e 20,4 kgfm. Continua após a publicidade Como será o interior e o pacote de equipamentos do Fiat Argo X? A cabine do Fiat Argo X segue sob sigilo visual nas fotos, mas deve abandonar o padrão colorido e ousado do Grande Panda em favor de tons sóbrios e freio de estacionamento por alavanca mecânica. O compartilhamento de peças com Citroën C3, Peugeot 2008 e Jeep Avenger será acompanhado por seis airbags e assistentes de condução semiautônoma. O pacote tecnológico das versões mais equipadas deve incluir frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, reconhecimento de placas de sinalização e comutação automática dos faróis. Por questão de custo e posicionamento de mercado, o piloto automático adaptativo (ACC) não deverá estar disponível no compacto produzido em Minas Gerais. O interior do Grande Panda, inspiração do novo Argo, na versão PopDivulgação/Fiat O Fiat Argo X será lançado no Brasil em dezembro. Com a chegada da novidade, o atual Fiat Argo não sairá de linha imediatamente, mas dividirá a função de carro de acesso da marca com o Mobi. O veterano já teve sua gama enxugada e na linha 2027 é fabricado apenas na versão Drive 1.0, que custa R$ 98.990. Qual a diferença entre o Fiat Argo X e o Grande Panda? O Fiat Argo X brasileiro adota emblemas centralizados na dianteira e na traseira, perde o nome estampado em baixo-relevo nas portas laterais, ganha o “Fiat Flag” no para-choque e traz pintura preta que engloba o teto e todas as colunas a partir da linha de cintura. Qual é o motor do Fiat Argo X híbrido? As versões híbridas leves (MHEV) combinam o motor três cilindros 1.0 turbo T200 de injeção direta a um sistema elétrico de 12 Volts e câmbio CVT de sete marchas, calibrado para render 116 cv e 20,4 kgfm para obter desconto de IPI no programa Mover. O Fiat Argo antigo vai sair de linha? Não. A primeira geração do Fiat Argo continuará à venda como opção mais barata na versão Drive 1.0. De acordo com a Fiat, será a demanda do mercado o que vai garantir a continuidade da produção do modelo, que é queridinho das locadoras. 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  9. Um carro bem abaixo do ritmo dos demais na faixa da esquerda pode parecer apenas excesso de cautela, mas o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece regras para quem anda devagar demais. O que diz o CTB sobre velocidade mínima? O CTB determina que a velocidade mínima não pode ser inferior à metade da velocidade máxima permitida para a via. Além disso, o motorista não deve obstruir a marcha normal dos demais veículos, sem causa justificada, ao trafegar em velocidade anormalmente reduzida. Na prática, a referência é dividir por dois a velocidade máxima estabelecida para a via. Em uma avenida com limite de 60 km/h, por exemplo, a metade é 30 km/h. Em uma rodovia sinalizada com limite de 110 km/h para aquela categoria de veículo, é 55 km/h. Quando não há sinalização, devem ser considerados os limites máximos previstos no CTB, que variam conforme o tipo de via e de veículo e as condições operacionais do trânsito. Andar abaixo da metade da velocidade é sempre infração? O CTB prevê a infração quando o veículo trafega em velocidade inferior à metade da máxima estabelecida para a via, retardando ou obstruindo o trânsito. A infração não se aplica quando o veículo está na faixa da direita ou quando as condições de tráfego e meteorológicas não permitem circular mais rápido. A multa é de R$ 130,16, e o motorista recebe quatro pontos na CNH. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Assim, o condutor deve ajustar a velocidade às condições da via, do veículo e da carga, às condições meteorológicas e à intensidade do trânsito. É considerado infração deixar de reduzir a velocidade de forma compatível com a segurança do trânsito em situações como: Ao se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles; Ao ultrapassar ciclista; Nas proximidades de escolas, hospitais e locais com intensa movimentação de pedestres; Sob chuva, neblina, cerração ou ventos fortes; Quando houver má visibilidade; Quando o pavimento estiver escorregadio, defeituoso ou avariado; Em locais sinalizados com advertência de obras ou trabalhadores na pista. Continua após a publicidade A infração é gravíssima ao se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles, ao ultrapassar ciclista e nas proximidades de escolas, hospitais e locais com intensa movimentação de pedestres. Nos casos de chuva, neblina, cerração ou ventos fortes, má visibilidade, pavimento escorregadio, defeituoso ou avariado e obras ou trabalhadores na pista, a infração é grave. Como funcionam as regras de faixa e ultrapassagem? Quando a pista tem várias faixas no mesmo sentido, as da direita são destinadas aos veículos mais lentos e de maior porte, e as da esquerda, à ultrapassagem e aos veículos mais rápidos. Não respeitar esse processo é infração média. Continua após a publicidade Caso outro motorista manifeste a intenção de ultrapassar, quem está na faixa da esquerda deve se deslocar para a da direita, sem acelerar. A regra não obriga qualquer veículo a sair da faixa da esquerda a todo momento, mas sim quando há outro condutor querendo ultrapassá-lo. Deixar de dar passagem pela esquerda quando solicitado é infração média. Quem fiscaliza a infração? Desde a alteração promovida pela Lei nº 14.599/2023, cabe aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos municípios fiscalizar e autuar pela infração. Essa competência pode ser delegada por convênio. Por isso, o fato de a via ser uma rodovia não atribui automaticamente a fiscalização à Polícia Rodoviária Federal ou ao órgão rodoviário. Continua após a publicidade Segundo o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, a infração precisa ser comprovada por equipamento medidor de velocidade. A ficha também prevê que a constatação pode ocorrer sem abordagem. O que fazer se for preciso andar mais devagar? Se as condições da via, da carga ou do trânsito pedirem uma velocidade mais baixa, mantenha-se na faixa da direita e facilite a ultrapassagem. O pisca-alerta deve ser acionado em situações de emergência ou quando o veículo estiver imobilizado. Se o carro apresentar um problema que impeça a circulação, procure um local seguro para parar fora da pista e sinalize o veículo. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. VW terá novo sedã mais potente que qualquer outro Publicidade View the full article
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  11. *COMBO DE CURSOS ESTUDODOAUDIO — INSCRIÇÕES ABERTAS!* Aprenda Alinhamento de Som com o Smaart + Aplicação de Potência em Alto-falantes e Limiter Pico e RMS! São 18 horas de aulas gravadas, com acesso imediato, mais 12 horas de encontros ao vivo comigo em novembro, nos dias 17, 19, 24 e 26. 👉 *CONHEÇA O COMBO E GARANTA SUA VAGA:* https://www.estudodoaudio.com.br --- 🔊 *VOCÊ EQUALIZA E A RESPOSTA NÃO MUDA?* Por que, mesmo aplicando uma correção no equalizador, determinados picos e vales continuam aparecendo na medição? Neste episódio do *Resposta com Frequência*, explico como a interação entre os alto-falantes e o ambiente pode influenciar a resposta acústica e por que nem sempre a equalização é suficiente para resolver o problema. Também respondo outras quatro perguntas enviadas pelos seguidores sobre graves, filtros All-Pass, potência em drivers e caixas acústicas de duas, três e até 2,5 vias! ⏱️ *CAPÍTULOS DO VÍDEO* 00:00 — Introdução 00:25 — @igor.marques8234 | Como saber se o grave está tocando certo pelo ouvido? 02:14 — @browacustic.box | Por que tiro os picos no EQ e eles não abaixam no Smaart? 04:31 — @enzoo__ez | Você utiliza filtros All-Pass nos alinhamentos? 06:15 — @alan_som_alinhamentos | Driver fenólico: potência RMS ou de pico? 08:17 — @medeirossom | Caixa com dois falantes de 8” e um driver TI: duas, três ou 2,5 vias? --- 📐 *NOVO CURSO DE PROJETO DE CAIXAS ACÚSTICAS* Estou desenvolvendo um novo treinamento sobre projeto de caixas acústicas, desde os fundamentos até a simulação e o desenvolvimento dos projetos. Quer acompanhar as novidades e participar do grupo de interesse? 👉 https://chat.whatsapp.com/INeUxmtu3lYC9U4eYzUH1W --- 💬 *QUER PARTICIPAR DO PRÓXIMO RESPOSTA COM FREQUÊNCIA?* Envie sua dúvida nos comentários ou acompanhe nossas caixas de perguntas no Instagram! @renanlopes.audio Se este conteúdo te ajudou, deixe seu gostei e compartilhe com alguém que trabalha com sistemas de som. #EstudoDoAudiO #Smaart #Equalizacao #AlinhamentoDeSom #CaixasAcusticasView the full article
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  13. Novo tributo começa a ser cobrado em fevereiro de 2027; modelos a gasolina podem pagar o dobro de carros flexView the full article
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  15. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Jeep anunciou um recall do Grand Cherokee 4XE, anos-modelo 2023 e 2024, por uma possível falha no sistema de airbags. Segundo a fabricante, um problema no software do módulo de controle desses dispositivos pode atrasar o acionamento dos airbags laterais dianteiros, instalados dentro dos bancos da frente, em determinadas situações, aumentando o risco de ferimentos graves ou até fatais aos ocupantes dos bancos dianteiros. Leia mais: Recall: Ford Maverick 2025 pode quebrar painel em acidente; conserto leva 8 horas Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça O defeito está relacionado ao software do módulo ORC, responsável pelo gerenciamento dos airbags. Em situações extremas, a falha pode comprometer o funcionamento dos dispositivos de proteção, reduzindo sua eficácia em caso de acidente. Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça Para solucionar o problema, a Jeep fará gratuitamente a verificação do módulo e, caso necessário, a atualização do software. O serviço tem duração estimada de uma hora e pode ser agendado desde o dia 3 de novembro de 2026, em qualquer concessionária autorizada da marca. O reparo é gratuito, mas exige agendamento prévio junto à concessionária escolhida. Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça Jeep Grand Cherokee 4XE: chassis envolvidos no recall A convocação envolve unidades do Jeep Grand Cherokee 4XE, anos-modelo 2023 e 2024, com os oito últimos caracteres do chassi compreendidos entre P8823878 e R8621893. A sequência não é contínua, portanto nem todos os veículos dentro desse intervalo estão necessariamente envolvidos. Jeep Grand Cherokee 4XE – Foto: Lucca Mendonça Para verificar se seu veículo faz parte do recall, o proprietário pode consultar o site oficial da Jeep (www.jeep.com.br), entrar em contato pelo WhatsApp (31) 2123-4000 ou ligar para a Central de Serviços ao Cliente, pelo telefone 0800 703 7150. O post Recall: Jeep Grand Cherokee 4XE 2023 e 2024 pode ter delay no airbag apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  16. O ÚLTIMO SALDÃO DA TOPS JÁ É NESTE SÁBADO 🚨 Vocês estão preparados? 📍Nas 2 lojas físicas Av. Conselheiro Carrão, 2720. - Vila Carrão Av. Sapopemba, 3796. - Vila Ivone 🗓️ 07/11 - Sábado das 08:30 às 14:00 +de 200 produtos com até 70% de desconto!!!!View the full article
  17. PRESSÃÃÃO!!! 🔊 A braba da Carreta Cuiabá Motos sabe bem o que é isso! E que espetáculo ela entregou no Insane Sound 2026! Muita potência Taramps, fogos e uma apresentação de respeito. Quem conferiu ela de perto? #taramps #insanesound #somautomotivo #evento #barretos #shortsView the full article
  18. BYD mais barato do país se transforma no modelo mais vendido do varejo no acumulado de janeiro a outubro deste ano desbancando hatches consagrados no mercadoView the full article
  19. Os preços dos carros, assim como a definição de linha de produtos por parte das montadoras, serão impactados pela reforma tributária, que entrará em vigor a partir de 2027. O Imposto Seletivo (IS), também chamado de “imposto do pecado”, será um dos mais relevantes. Ele será um substituto parcial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e terá o objetivo de desestimular o consumo de bens que prejudicam a saúde ou o meio ambiente, ou seja, no caso dos carros, os mais poluentes. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Na quarta-feira (4), o governo federal publicou a Medida Provisória 1.399/2026, que define as alíquotas do Imposto Seletivo. No entanto, a MP tem que ser aprovada até o final deste ano pelo Congresso para virar lei e ser aplicada em 2027, caso contrário pode se tornar um imbróglio jurídico. “As alíquotas deveriam ter sido definidas respeitando a noventena, 90 dias para o contribuinte se adaptar aos impactos dos tributos… O IS, como é um tributo que ainda será regulamentado de fato e virar lei, ele tem que respeitar a noventena. Se isso não for feito esse ano, tem outro princípio constitucional que é o da anterioridade anual. Isso pode não ocorrer em 2027 e só apenas em 2028”, conforme explica Pedro Poceiro, diretor da Loureiro Poceiro Contabilidade. Continua após a publicidade Quais carros terão alíquota zero? O texto da MP prevê que algumas categorias de veículos terão alíquota zero para o Imposto Seletivo. A lista engloba modelos destinados a pessoas com deficiência, com transtorno do espectro autista e a taxistas. A mudança que mais chamou atenção no texto foi que a alíquota zero vai contemplar os automóveis da lista do programa Carro Sustentável, previsto para ser encerrado este ano, mas que tem um futuro com a regra. Ao todo, são 12 veículos. Todos são equipados com motor 1.0 e câmbio manual. Continua após a publicidade Chevrolet Onix (MT, MT Turbo e Eco); Chevrolet Onix Plus (MT, MT Turbo e Eco); Citroën Basalt (Feel); Citroën C3 (Live Go, Live Plus e Feel Plus); Fiat Argo (Drive 1.0); Fiat Mobi (Like e Trekking); Hyundai HB20 (Comfort 1.0 MT e Limited 1.0 MT); Hyundai HB20S (Comfort 1.0 MT e Limited 1.0 MT); Renault Kardian (Vibe); Renault Kwid (Evolution, Techno e Outsider); Volkswagen Polo (Track, Robust e TSI 1.0 MT); Volkswagen Tera (1.0 MPI). Base no IPI Verde As alíquotas do Imposto Seletivo têm como base as do IPI Verde. “A MP repete a mesma estrutura do IPI Verde, com alíquota base de 6,3 para os automóveis e 3,9 para comerciais leves. Ele tem pontos somados ou subtraídos conforme motorização, combustível, eficiência energética, densidade industrial e itens de segurança”, afirma Felipe Azevedo Maia, sócio fundador do AZM Advogados Associados. Na visão dele, a carga efetiva do IS deve ficar próxima a do IPI. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Continua após a publicidade Sabendo disso, as montadoras nacionais investiram em opções somente a etanol, por exemplo, caso do Onix e Onix Plus Eco e da VW Saveiro Robust Etanol. Outro movimento observado recentemente partiu da Stellantis, que reduziu a potência do motor T200, que equipa carros da Fiat, Peugeot e Citroën, de 130 cv para 115 cv. Veja abaixo as principais tabelas de alíquotas que serão empregadas no importo seletivo para automóveis de passeio, por potência e por tipo de motorização, de acordo com a MP. Tabela por potência: Continua após a publicidade CV Variação de alíquota (pontos percentuais) <= 74,7 -2,15 <= 89,7 -1,75 <= 97,8 -0,25 <= 115,5 0,0 <= 142,7 +0,75 <= 179,4 +1,5 <= 224,3 +3,0 <= 271,9 +3,5 <= 326,3 +4,0 <= 394,2 +6,25 > 394,2 +6,50 Fonte de tecnologia de propulsão: Critério 1: Fonte de energia e tecnologia de propulsão Variação de alíquota (pontos percentuais) Elétrico -2,0 Híbrido recarregável flex-fuel/etanol -2,0 Híbrido completo flex-fuel/etanol -1,5 Híbrido leve flex-fuel/etanol -1,0 Etanol -0,5 Flex-fuel 0,0 Híbrido recarregável gasolina +2,0 Híbrido completo gasolina +3,0 Híbrido leve gasolina +4,5 Híbrido recarregável diesel +3,0 Híbrido completo diesel +4,0 Híbrido leve diesel +5,5 Gasolina +6,5 Diesel +12,0 Publicidade View the full article
  20. Tudo levava a crer que o primeiro carro híbrido plug-in flex do mundo seria o GWM Haval H6, isso por causa do sucesso e da produção nacional do modelo. Porém, a GWM guardou um segredo a sete chaves e surpreendeu ao revelar que o Tank 300 seria o dono do título, mesmo não sendo produzido no Brasil. Para a estreia do modelo no mercado brasileiro, a marca manteve sua configuração única, sem alterações de equipamentos e visual, que custa R$ 342.000. Porém, para reforçar sua visibilidade, promoveu no Tank 300 a estreia da linha Terraforce, por R$ 350.000, como uma série limitada a 300 unidades. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A linha Terraforce foi desenvolvida no Brasil e se baseia em personalizações feitas pelos compradores ao incorporar elementos que deixam o SUV visualmente mais “extremo”. Ela estará presente em outros modelos off-road da marca, como o futuro Tank 400. Continua após a publicidade Quais são as diferenças do GWM Tank 300 Terraforce flex? Uma das exclusividades do Terraforce é a pintura em cinza fosco, a mesma do Haval H9 – deixa a aparência bastante interessante, mas exige mais cuidados. A pintura, chamada de Cinza Zenith, é a única possível para o Tank 300 Terraforce e não está disponível para a configuração comum do jipão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na dianteira, a grade é própria da série limitada, com o nome “Tank” em destaque e a sigla “GWM” em tamanho reduzido, no canto. O acabamento é sempre em preto brilhante. Os faróis seguem full-led com os fachos alto e baixo automáticos, e se mantêm os sensores de estacionamento e a câmera, que compõem o sistema de visão 360°. Continua após a publicidade De lado, há um badge no para-lama que identifica a edição especial. As rodas exclusivas têm desenho off-road com uma borda que simula beadlocks, elementos de segurança que só se vê em carros de fora de estrada extremo, ou rali. No caso do Tank 300 Terraforce, porém, eles são “fake”. Assim como na versão comum, as rodas têm 18 polegadas e pneus 265/60. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ele passa a ter 1,96 m de altura, ou 6 cm a mais. A “culpada” é a esteira acima do rack de teto, focada em expedições. A prancha suporta até 50 kg com o carro em movimento e 75 kg quando estático. Continua após a publicidade Mas, apesar das modificações estéticas, as principais capacidades do Tank 300 não mudam, como a altura em relação ao solo, de 22,2 cm, a capacidade de imersão, de 70 cm, e os ângulos de ataque, de 32°, e de saída de 33°. O estribo lateral, de importante ajuda para alcançar o veículo, já existia na versão padrão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na traseira, a única novidade aparece na proteção do estepe, com o grafismo da série Terraforce. Porém, a traseira guarda um importante detalhe que pode passar despercebido: o logotipo que identifica a motorização híbrida flex. Continua após a publicidade Ele fica posicionado no topo do vidro traseiro e deixa clara a importância da operação brasileira da GWM para a matriz, que batizou a tecnologia de “HyBR-Flex”. As letras “HyBR” fazem referência à palavra “hybrid”, ou “híbrido”, em inglês, mas com destaque para as letras “BR”, em verde e amarelo, em referência ao Brasil. Como é o interior do Tank 300 Terraforce flex? A cabine do SUV tem inspirações declaradas em Mercedes-Benz Classe G e Jeep Wrangler, como o formato vertical, os elementos redondos e a alça à frente do passageiro. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O acabamento é bom, com mistura de materiais e texturas, e capricho nos encaixes. Há materiais emborrachados no topo do painel e revestimentos de couro Nappa nos bancos e nas portas, mas a porção central do painel mescla plásticos rígidos. Completam as luzes ambiente com diversas opções de cores. Há duas telas de 12,3 polegadas cada. Uma para o quadro de instrumentos, que apresenta boa quantidade de informações, com direito a interface off-road, e outra para a central multimídia, que tem Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de atualização remota (Over-the-Air) e wi-fi para conexão simultânea de até oito dispositivos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Entre os equipamentos, há carregador de celulares por indução de 50 W com ventilação, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar elétrico, aquecimento do volante, sistema de estacionamento autônomo, seis airbags, ACC, frenagem automática de emergência, alertas de pontos cegos e tráfego cruzado traseiro, e leitura de placas de velocidade. Os bancos dianteiros são elétricos e têm aquecimento, ventilação e massagem. Na versão flex convencional, a ventilação é feita somente nos assentos e há seis modos de massagem. Na série Terraforce, acrescenta-se ventilação nos encostos dos bancos e mais dois modos de massagem. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A lista inclui ainda o Auto Reverse, um sistema que refaz os últimos 50 metros percorridos em marcha reversa (e detecta possíveis novos obstáculos no caminho), além de ACC com adaptação de velocidade em curvas e desvio inteligente de veículos grandes, como caminhões e ônibus, em ultrapassagens. O espaço para os ocupantes do Tank 300 é bom, embora não surpreenda. Pessoas de estatura média viajam com conforto no banco traseiro, que pode acomodar até um ocupante central. A área central do assoalho não é tão pronunciada e o console não invade a área das pernas. Este console, aliás, abriga saídas de ar-condicionado e duas portas USB, ambas do tipo A, o padrão mais antigo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A marca diz que o porta-malas do modelo tem 863 litros de capacidade – visualmente, parece menor, mesmo que seja grande. Mas há um erro de projeto para o nosso mercado: a tampa traseira tem abertura lateral para a direita, ou seja, para o lado da rua, e não para o da calçada, no Brasil. Como anda e qual é o consumo do Tank 300 híbrido flex? A mecânica do Tank 300 HyBR-Flex tem particularidades, algumas que já vinham do modelo original a gasolina. Uma delas é o motor a combustão, que é um quatro cilindros 2.0 turbo, e não 1.5 como se costuma ter em carros chineses (entenda mais sobre isso aqui). Outra é que ele tem um segundo motor, elétrico, que também fica na dianteira. Ou seja, sua tração 4×4 não é elétrica, mas convencional, por cardã. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Juntos, os motores chegam aos 394 cv de potência e 76,4 kgfm de torque combinados. Os números não mudaram com a transformação do motor a gasolina em flex por ter ciclo Miller, mas foi possível observar, nos nossos testes, que o motor trabalha em rotações mais altas com etanol. O câmbio também é diferente de outros híbridos e não é um DHT, por exemplo, mas um câmbio automático de nove marchas. Testamos o modelo com etanol para entender as vantagens e desvantagens da motorização flex. No desempenho, embora não tenha diferenças divulgadas de potência e torque, o Tank 300 foi mais rápido com etanol: levou 6,3 s para ir de 0 a 100 km/h, contra 6,8 s dos testes feitos com gasolina. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No dia a dia, a diferença não é notada, já que o modelo de 2.680 kg surpreende com suas acelerações rápidas a partir da inércia e em ultrapassagens. Porém, o etanol cobra o preço: nos nossos testes, com pouca carga de bateria, o consumo urbano foi de 4,3 km/l – com gasolina, 7,7 km/l. No ciclo rodoviário, mais uma curiosidade do Tank 300: a média foi melhor do que no urbano, ao contrário do que se costuma ver em carros híbridos. Foram 6,1 km/l com etanol, contra 7,2 km/l com gasolina. Ainda assim, vale fazer as contas para o uso individual considerando os preços menores do etanol. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Durante os testes e no dia a dia, com bateria com pouca carga, foi possível notar uma interferência maior do motor elétrico em ciclos rodoviários. Porém, com carga cheia, o consumo será muito menor ou até nulo, já que o motor elétrico tem capacidade de tracionar o veículo em uma boa faixa de velocidade e por até 74 km, segundo o Inmetro. Esta é a autonomia elétrica divulgada pela marca considerando a bateria de 37,1 kWh, grande para um carro híbrido. Ela pode ser recarregada a até 6,6 kW em carga lenta e, até 50 kW, em carga rápida. Também é possível fazer com que o motor flex trabalhe como um gerador para carregar a bateria em uma faixa entre 30 e 80%, mas isso elevará o consumo de combustível. Por fim, o Tank 300 também tem a função V2L, que fornece energia para sistemas e dispositivos eletrônicos externos, como para acampamentos. A energia fornecida é de até 3,3 kW. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A dirigibilidade do Tank 300 não tenta enganar. Ela deixa clara a proposta off-road do modelo, embora ele seja completamente apto ao ambiente urbano. O motorista sente que está em um jipão feito sobre chassi, com conjuntos robustos. A suspensão, dos tipos dupla A na dianteira e eixo de torção na traseira, absorve bem a buraqueira da cidade e os acidentados do fora de estrada, e mostra robustez no funcionamento. Os ocupantes podem sentir alguns solavancos pela estrutura do SUV, que passam longe de incomodar. Por outro lado, recomenda-se cuidado em velocidades mais altas e em curvas mais fechadas, já que há uma tendência de inclinação da carroceria, característica natural deste tipo de veículo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A direção também tem respostas condizentes com a proposta, o peso e a potência do modelo, mas pode ser ajustada em três níveis: leve, conforto ou esportivo. O isolamento acústico do modelo é bom e bloqueia os ruídos mais altos vindos do motor. A prancha da versão Terraforce no teto provoca assovios em velocidades mais altas, mas o tampão do teto solar resolve. Qual é o tipo de tração 4×4 do GWM Tank 300 flex? O GWM Tank 300 é um carro cuja estrutura é de carroceria sobre chassi e a tração 4×4 é do tipo “raiz”, com cardã. Há opções de tração 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida, que permitem nove modos de condução. São eles: Normal (4×2/4×4/4x4L); Neve (4×4); Expert (4×2/4×4); Montanha, Rocha, Lama e Areia, Estrada Acidentada (4x4L). Ele também tem bloqueios eletrônicos dos diferenciais dianteiro e traseiro, e central. 12_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9518 Fernando PiresQuatro Rodas02_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9583 Fernando PiresQuatro Rodas03_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9902 Fernando PiresQuatro Rodas20_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9528 Fernando PiresQuatro Rodas21_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9529 Fernando PiresQuatro Rodas14_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9520 Fernando PiresQuatro Rodas19_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9526 Fernando PiresQuatro Rodas01_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9911 Fernando PiresQuatro Rodas25_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9537 Fernando PiresQuatro Rodas22_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9531 Fernando PiresQuatro Rodas24_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9534 Fernando PiresQuatro Rodas39_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9492 Fernando PiresQuatro Rodas28_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9579 Fernando PiresQuatro Rodas18_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9525 Fernando PiresQuatro Rodas04_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9580 Fernando PiresQuatro Rodas26_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9542 Fernando PiresQuatro Rodas41_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9495 Fernando PiresQuatro Rodas16_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9522 Fernando PiresQuatro Rodas05_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9993 Fernando PiresQuatro Rodas35_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9488 Fernando PiresQuatro Rodas10_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9512 Fernando PiresQuatro Rodas15_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9521 Fernando PiresQuatro Rodas08_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9510 Fernando PiresQuatro Rodas31_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9484 Fernando PiresQuatro Rodas42_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9496 Fernando PiresQuatro Rodas36_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9489 Fernando PiresQuatro Rodas17_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9524 Fernando PiresQuatro Rodas33_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9486 Fernando PiresQuatro Rodas13_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9519 Fernando PiresQuatro Rodas11_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9516 Fernando PiresQuatro Rodas32_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9485 Fernando PiresQuatro Rodas38_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9491 Fernando PiresQuatro Rodas29_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9482 Fernando PiresQuatro Rodas37_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9490 Fernando PiresQuatro Rodas06_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9507 Fernando PiresQuatro Rodas40_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9493 Fernando PiresQuatro Rodas30_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9483 Fernando PiresQuatro Rodas07_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9508 Fernando PiresQuatro Rodas44_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9499 Fernando PiresQuatro Rodas27_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9544 Fernando PiresQuatro Rodas09_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9511 Fernando PiresQuatro Rodas23_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9532 Fernando PiresQuatro Rodas34_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9487 Fernando PiresQuatro Rodas43_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9497 Fernando PiresQuatro Rodas O modelo tem equipamentos e interfaces que prometem fazer da tecnologia mais um auxílio em percursos off-road. Um deles é a interface off-road nas telas, que apresenta parâmetros como bússola, inclinômetro, altitude e pressão atmosférica. Há ainda um sistema de câmeras 360° com chassi transparente, piloto automático off-road e o assistente de manobra para curvas fechadas, que ajuda a reduzir o raio de giro em trilhas mais apertadas. O sistema faz isso freando ou travando a roda traseira interna da curva. Veredicto Apesar do consumo sensível ao uso do etanol, o Tank 300 entrega robustez 4×4 genuína, pacote farto de equipamentos e desempenho de sobra em uma roupagem exclusiva na versão Terraforce flex. Ficha Técnica – GWM Tank 300 HyBR-Flex Terraforce Motor: flex, quatro cilindros 2.0 turbo, injeção direta; elétrico dianteiro; potência combinada, 394 cv; torque combinado, 76,4 kgfm Bateria: íons de lítio, 37,1 kWh; potência de recarga, 6,6 kW (AC), 50 kW (DC) Câmbio: automático, nove marchas, tração 4×4 (com reduzida) Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo rígido five-link (tras.) Freios: a disco Pneus: 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 4,76 m; largura, 1,93 m; altura, 1,96 m; entre-eixos, 2,75 m; altura em relação ao solo, 22,2 cm; ângulo de ataque, 32°; ângulo de saída, 33°; capacidade de imersão, 70 cm; peso, 2.680 kg; porta-malas, 863 litros; tanque, 70 litros Testes Quatro Rodas – GWM Tank 300 HyBR-Flex Terraforce Aceleração 0 a 100 km/h: 6,3 s 0 a 1.000 m: 27 s / 182,4 km/h Velocidade máxima: 180 km/h (limitada) Retomadas D 40 a 80 km/h: 2,8 s D 60 a 100 km/h: 3,7 s D 80 a 120 km/h: 4,6 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0: 15,5/27,6/62,8 m Consumo Urbano: 4,3 km/l Rodoviário: 6,1 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx.: 40,1/- dBA 80/120 km/h: 59,8/72,2 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h: 96 km/h Rotação do motor a 100 km/h: 2.400 rpm Volante: 2,7 voltas Seu Bolso Preço básico: R$ 350.000 Garantia: 5 anos Publicidade View the full article
  21. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower De forma um tanto discreta, o Lexus ES 500e chega ao mercado brasileiro, e aqui falamos de um modelo marcante, afinal é o primeiro sedan 100% elétrico da marca no mundo, e também no mercado nacional. Na realidade, ele fará companhia ao ES 350h, híbrido, que estreou por aqui em agosto. A diferença de preço entre eles é de R$ 50 mil: são R$ 500 mil pelo híbrido e, agora, R$ 550 mil pelo novo elétrico. Leia mais: Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos Lexus ES 500e – Foto: divulgação Lexus ES 500e tem jeitão coupé Essa é a sexta geração dos Lexus ES, o modelo mais vendido da marca pelo mundo. Além do design mais arrojado, cheio de recortes, ângulos retos e formas esportivas, ele estreia nova plataforma modular, que permitiu uma carroceria substancialmente maior: agora, o sedanzão passa dos 5,1 m de comprimento, 1,9 m de largura, e chega aos excelentes 2,95 m de distância entre-eixos. O estilo baixo e esguio prevalece: são apenas 1,56 m de altura, enquanto a traseira tem recortes quase coupé. Ele tem porta-malas maior que o do irmão híbrido, próximo dos 500 litros. Tração integral No Lexus Es 500e, há tração integral permanente, graças a dois motores elétricos, um acoplado a cada eixo: são 227 cv de potência e 27,3 mkgf de torque no dianteiro, enquanto o traseiro é mais modesto, com 98 cv e cerca de 17,5 mkgf. No total, a fabricante japonesa fala em 343 cv de potência combinada, número um tanto modesto para seu preço, ainda mais na época de chineses com motorizações superdimensionadas. Ainda assim, pelos números oficiais, seu tempo de aceleração de 0 a 100 km/h é de 5,5 segundos. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Por aqui, o Lexus ES 500e traz bateria de tração com pouco menos de 75 kWh de capacidade, com composto de íons de lítio, que permite autonomia de 378 km, pelas medições do Inmetro. A recarga, de acordo com a fabricante, é feita em 28 minutos, considerando a recuperação de 70% da energia (entre 10 e 80%), com potência máxima de 150 kW. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Tecnologias no Brasil Gerenciado em tempo real por uma rede avançada de sensores, o sistema de tração integral do Lexus ES 500e distribui a força entre os eixos dianteiro e traseiro em variações contínuas de 100:0 a 0:100, conforme as condições de condução. Além disso, o sedanzão elétrico tem uma função bacana, chamada de Interactive Manual Drive: nela, o Lexus ES 500e pode simular a condução de um modelo a combustão, reproduzindo passagens de marchas (inclusive manuais, feitas por paddle-shifts atrás do volante), sons e outros parâmetros de um sedan a gasolina. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Itens de série De série, há suspensões independentes nas quatro rodas com amortecedores de carga ativa, seletor de modos de condução, amplo pacote ADAS, retrovisor interno com câmera digital, câmeras 360º com visão 3D, rodas aerodinâmicas aro 21, instrumentação digital de 12,3 pol., revestimento interno em camurça, head-up display, iluminação ambiente em LED personalizável, multimídia de 14 pol., volante com aquecimento, sistema de som Mark Levinson, 10 airbags, bancos dianteiros climatizados e com ajustes elétricos, portas com abertura eletrônica por botão, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, entre outros. O interior pode ser preto, branco e caramelo. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Garantia de até 10 anos Aqui no mercado nacional, o Lexus ES 500e vem com garantia padrão de 5 anos sem limite de quilometragem, que pode ser aumentada para até 10 anos ou 200 mil km, caso as revisões sejam feitas na rede de concessionárias, e não haja alterações que impliquem na perda da garantia do carro. São 15 concessionárias da marca pelo país. O post Lexus ES 500e elétrico é R$ 50 mil mais caro que o híbrido; conheça apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  22. #sqpl #somautomotivo #lowbass #hairtrick #fbaudio #sq #Sextou_é_Low ---------------------------- Para entrar no Grupo de Whatsapp "Low Bass Brasil" onde organizamos os Encontros, mande seu whatsapp no meu e-mail: marcio5alves@yahoo.com.br _________________ A empresa Mega Energy das Baterias LifePo4 de Alto Desempenho é Parceira do Canal. Compre com o Everton SPL Whatsapp (11) 93001-7512. Inscritos aqui do Canal Marcio Low Bass tem desconto! --------------------------- A Empresa Seladin, Mantas Automotivas Acústicas é Parceira do Canal. Obtenha Desconto de 6% para Pessoa Física e 8% para Pessoa Jurídica falando direto com o Representante Nivaldo Whatsapp (11) 97708-5833 dizendo que viu aqui em Nosso Canal Marcio Low Bass! --------------------------- Faça seu projeto com o Felipe Nanba em Diadema-SP Whatsapp (11) 94703-4643. Nesse Astra tem os seguintes equipamentos: - CD Player Original - Conversor RCA Eatech - Processador de Audio Expert X8 Air - Amplificador Soundigital 800.5 Evo6 - Kit 2 Vias Nakamichi NSJ-CS610 - Par Coaxiais Nakamichi NSJ610 - Subwoofer FB Audio 10pol 450W (Caixa Dutada de Fibra Lateral com 35 litros ) ---------------------------- Temos Nosso Curso: "APRENDA TUDO SOM AUTOMOTIVO ONLINE: Acesse qualquer um desses 2 Links para Informações: https://go.hotmart.com/D61464418N ou https://go.hotmart.com/D61464418N?dp=1View the full article
  23. Fã de Ayrton Senna, italiano de 20 anos disputa o GP de São Paulo após conquistar o título e viralizar com uma manobra de ré que terminou numa cercaView the full article
  24. A JLR vai descontinuar globalmente o Evoque e o Velar, modelos de entrada da família Range Rover. Os SUVs sairão de linha até o final de 2027, sem sucessores diretos. A informação foi divulgada pelo site Autocar. Em vez de uma substituição, trata-se de um reposicionamento superior para a submarca. A ideia, a partir de agora, é deixar as linhas Defender e Discovery para atender os consumidores de menor poder aquisitivo. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A JLR quer, como resultado, que a Range Rover gere mais lucro ao concentrar seus esforços em carros mais caros, com margens maiores, em vez de expandir a marca para conquistar mais clientes. Evoque era o chamariz da Land Rover Nos primeiros cinco anos de produção, período entre 2011 e 2016, o Evoque ultrapassou a marca de mais de 520.000 unidades vendidas globalmente. À época, a fábrica de Halewood, na Inglaterra, teve de adotar um regime de produção de 24 horas para dar conta da procura. O Velar, por sua vez, surgiu como uma alternativa maior e mais cara. Range Rover Velar 2026Mauro Balhessa/Quatro Rodas Continua após a publicidade Novo Range Rover GT Para 2027, está previsto o lançamento do Range Rover GT, que vai estrear a plataforma EMOA (Electricified Modular Architecture) e será montado na mesma fábrica onde sai o Evoque atual. Elétrico, este será o modelo mais baixo da história da marca. O novo modelo terá proporções mais próximas às do Range Rover Sport, mas com uma carroceria de teto suavemente inclinado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover A mudança de conceito também aparece no interior. As portas sem moldura dão acesso a uma cabine de desenho minimalista, com menos comandos físicos. Ainda assim, a Land Rover não apostou em um painel dominado por telas: há comandos atrás do volante e alguns botões convencionais espalhados pela cabine. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover As imagens divulgadas mostram o GT com configuração 2+2, na qual os dois bancos traseiros individuais são separados por um console central. O espaço reúne porta-copos, carregadores sem fio, apoio de braço e uma tela sensível ao toque para controlar o ar-condicionado e funções de mídia. Continua após a publicidade Mudanças à vista na JLR também no Brasil Se na Inglaterra as movimentações parecem concretas, no Brasil o futuro da JLR está indefinido. O grupo Chery continua com negociações ativas para ficar com a fábrica de Itatiaia (RJ) da Jaguar Land Rover. Mas ainda nada está cravado. Segundo fontes próximas, os envolvidos sinalizavam que uma resposta sobre um acordo deve ocorrer ainda em 2026 e aguardavam a resolução das eleições brasileiras para um desfecho. A Jaguar Land Rover encerrou a produção do Discovery Sport e Range Rover Evoque na fábrica de Itatiaia (RJ) em junho de 2026. As últimas unidades dos modelos nacionais estão nas concessionárias e deverão durar até o final deste ano. Fábrica da JLR em Itatiaia (RJ)Divulgação/Land Rover Continua após a publicidade Inaugurada há dez anos, a unidade fabril recebeu um aporte inicial superior a R$ 1 bilhão e operava sob o regime SKD, com capacidade instalada para produzir 24.000 veículos por ano. Hoje na ociosidade, os trabalhadores participam de treinamentos de capacitação, reciclagens e atualizações de normas regulamentadoras, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiaia e Porto Real (Sindireal). Eles aguardam qual será o futuro da planta. A fábrica da JLR no sul-fluminense gera 371 empregos diretos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover Continua após a publicidade Há algumas possibilidades em jogo, inclusive com a coexistência da produção da Jaguar Land Rover no local. A JLR poderia até mesmo contratar a Chery para seguir montando seus carros em Itatiaia. As duas empresas são parceiras de longa data na China, onde é a Chery quem fabrica os carros da Land Rover. Além disso, os novos carros da submarca Freelander estão sendo desenvolvidos em parceria com o conglomerado chinês, que também será responsável pela produção e distribuição global dos novos modelos. Publicidade View the full article
  25. A GWM apresentou na China a segunda geração do Wey Lanshan, SUV grande que estreia até o fim deste ano como a derivação de luxo do Haval H10. Wey Lanshan é justamente o nome comercial do Wey 07 na China. Desta vez, porém, o SUV adotou linhas mais quadradas – e muito diferentes. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM O modelo de base da Haval estreou no mercado chinês em agosto com preço inicial de 201.800 yuans (R$ 164.770 ao câmbio atual) e acumulou 19.281 unidades entregues apenas entre agosto e setembro. Com o novo Lanshan, o grupo chinês busca atrair o consumidor que deseja o porte do H10, mas exige acabamento superior e recursos dinâmicos de categorias mais caras. Qual é o motor do novo GWM Wey Lanshan? O GWM Wey Lanshan de segunda geração utiliza um conjunto mecânico híbrido plug-in composto por um motor 2.0 turbo a gasolina de 247 cv aliado a dois propulsores elétricos e câmbio DHT de quatro marchas. A potência combinada atinge 696 cv, alimentada por baterias de 53,6 kWh ou 66,6 kWh que garantem autonomia elétrica de 220 km a 270 km no ciclo WLTC. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Continua após a publicidade A adoção do bloco 2.0 turbo representa o principal ganho mecânico em relação ao Haval H10, que utiliza um motor 1.5 a combustão combinado aos propulsores elétricos para entregar 598 cv e bateria de 42,8 kWh (190 km de alcance WLTP). O torque ainda não foi divulgado pela fabricante. Para lidar com o ganho de peso das baterias de até 66,6 kWh — capacidade equivalente à de veículos puramente elétricos de porte médio —, a engenharia equipou o utilitário com suspensão a ar de câmara dupla. O chassi também recebe sistema de esterçamento das rodas traseiras, recurso que promete reduzir o diâmetro de giro em manobras urbanas e aumentar a estabilidade em velocidade. Continua após a publicidade O que muda no visual e nas dimensões do Wey Lanshan ante o Haval H10? <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Para diferenciar o Wey Lanshan do Haval H10, os designers criaram uma dianteira própria com grade cromada de grandes proporções, novos faróis de led, rodas de liga leve de 21 polegadas e molduras cromadas. Na fita métrica, o SUV mede 5,14 m de comprimento na configuração de cinco lugares e chega a 5,30 m na versão de seis assentos, mantendo 3,01 m de entre-eixos. As demais medidas da carroceria monobloco contemplam 2,05 m de largura e 1,96 m de altura, preservando o perfil quadrado do projeto original da Haval. Os designers mantiveram a linha de capô elevada, o teto plano, os para-lamas salientes e a tampa do porta-malas com abertura lateral, que carrega o estepe pendurado na parte externa. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM No pacote de assistência à condução (ADAS), o utilitário incorpora um sensor LiDAR posicionado no topo do para-brisa, que trabalha em conjunto com câmeras instaladas nos para-lamas dianteiros. Os preços oficiais da segunda geração do Wey Lanshan e a lista detalhada de equipamentos de cabine serão confirmados perto do início das vendas na China. Publicidade View the full article
  26. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O BYD King 2027, sedan médio híbrido plug-in (PHEV), entra numa oferta agressiva, que dura até o dia 30 de novembro: na versão GL, o modelo baixa dos R$ 173 mil de tabela cheia para menos de R$ 148 mil, numa condição destinada aos clientes do tipo pessoa física (CPF) ou jurídica (CNPJ). A oferta vale para unidades 2026/2027, em todas as concessionárias da marca no Brasil. Leia mais: BYD Dolphin GT já está no Brasil e pode custar preço de Polo e HB20 BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça BYD King 2027 mais barato que Virtus Por esse valor promocional de R$ 147.990, o BYD King 2027 acaba saindo mais barato que um Virtus Comfortline 1.0 turboflex, que passa dos R$ 152 mil sem cor metálica nem opcionais. Só que, além de maior, o King integra uma categoria superior (sedans médios), entrega melhor acabamento interno, espaço mais generoso na cabine, pacote mais recheado de equipamentos, além da motorização híbrida plug-in, que o Virtus nem sonha. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça Motorização e consumo O BYD King 2027, nessa versão GL, usa motor 1.5 aspirado sob o capô, movido a gasolina, com cerca de 110 cv de potência. Ele trabalha junto de um motor elétrico dianteiro com outros 180 cv, totalizando 209 cv de potência com torque combinado acima dos 32 mkgf. Sua tração é sempre dianteira, e a transmissão é automática dedicada (DHT), que se assemelha a um CVT. Segundo a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos, com velocidade máxima de 185 km/h nas melhores condições. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça Como é híbrido plug-in, o BYD King 2027, nessa versão GL, usa bateria de tração com 8,3 kWh de capacidade, que permite autonomia elétrica de 35 km, pelas medições do Inmetro. O alcance combinando combustão e eletricidade ronda os 1.175 km, graças ao tanque de combustível com 48 litros de capacidade. Equipamentos de série BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça De série, essa versão GL do BYD King 2027 traz luxos como rodas de liga-leve aro 17, freios a disco nas quatro rodas, conjunto óptico em LED, sensor crepuscular, painel de instrumentos digital de 8,8”, carregador de celular sem fio, bancos em couro sintético, banco do motorista com ajustes elétricos, piloto automático, freio de mão eletromecânico, função Auto Hold, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e chave presencial com partida por botão. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça O pacote ainda inclui 6 airbags, retrovisores externos com rebatimento elétrico e desembaçador, multimídia rotativa de 12,8”, câmera 360º, conexão com chave NFC, GPS online nativo, opção de internet a bordo, comandos de voz (“Olá BYD”), ar digital automático com saídas traseiras e mais. Condições Os BYD King 2027 em promoção não incluem opcionais nem acessórios, são da versão GL, ano 2026/modelo 2027, com garantia de 6 anos ou 200 mil km para uso particular (6 anos ou 100 mil km para profissional) no caso do carro, ou 8 anos/200 mil km para a bateria de tração (uso particular ou profissional). O post BYD King 2027 híbrido plug-in está mais barato que Virtus em promoção apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  27. Piloto não sofreu ferimentos graves; acidente ocorreu durante preparação do Yangwang U9 Xtreme para superar recordeView the full article
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