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  1. Hoje
  2. Falta de seta em diversos momentos da direção é um grande causador de sinistros e desavençasView the full article
  3. A Jeep conclui a eletrificação de sua gama nacional com a chegada do Jeep Compass 2027 às concessionárias brasileiras. Após Commander e Renegade adotarem a tecnologia, o SUV médio finalmente incorpora o conjunto mecânico híbrido leve (MHEV) de 48V associado ao motor quatro cilindros 1.3 turboflex nas versões intermediárias. A mudança busca enquadrar o utilitário esportivo nas metas de emissões e consumo do Proconve L8, preservando as configurações de acesso com motor a combustão pura e a opção esportiva topo de linha. A tabela de preços do modelo parte de R$ 174.990 na configuração Sport e alcança R$ 278.990 na versão Blackhawk com tração 4×4. Preços do Jeep Compass 2027 Jeep Compass Sport Flex 2027 – R$ 174.990 Jeep Compass Longitude Flex 2027 – R$ 199.990 Jeep Compass Longitude Night Eagle MHEV 2027 – R$ 206.990 Continua após a publicidade Jeep Compass Série S MHEV 2027 – R$ 233.990 Jeep Compass Blackhawk Hurricane 4×4 2027 – R$ 278.990 <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Quais são as novidades visuais e internas do Jeep Compass 2027? O Jeep Compass 2027 traz novas rodas de liga leve aro 18 nas versões Sport e Longitude, e aro 19 nas opções Night Eagle, Série S e Blackhawk, além da nova cor Slash Gold. Por dentro, o acabamento ganha revestimento em tecido suede no painel e nas portas das configurações mais caras. Continua após a publicidade O habitáculo mantém a arquitetura digital com quadro de instrumentos de 10,25 pol e tela multimídia de 10,1 pol nas variantes superiores. A Stellantis padronizou as texturas dos assentos e das laterais, buscando elevar a percepção de qualidade sem alterar as dimensões da cabine ou o espaço destinado às pernas na segunda fileira. Como funciona a motorização híbrida do Jeep Compass 2027? O Jeep Compass 2027 adota nas versões Longitude Night Eagle e Série S um conjunto mecânico híbrido leve (MHEV) de 48V associado ao motor quatro cilindros 1.3 turboflex de 176 cv e 27,5 kgfm. Um pequeno motor elétrico e uma bateria auxiliar apoiam as arrancadas e alimentam os componentes elétricos de bordo. Continua após a publicidade Segundo dados da fabricante, a eletrificação leve proporciona redução de até 11% no consumo de combustível urbano em relação ao modelo estritamente térmico. O sistema também garante benefícios práticos em grandes centros, como isenção do rodízio municipal na cidade de São Paulo e descontos no IPVA em seis estados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Nas opções Sport e Longitude convencionais, o Compass mantém o motor quatro cilindros 1.3 turboflex de 176 cv e 27,5 kgfm com câmbio automático de seis marchas e tração dianteira 4×2. O topo da gama segue reservado à versão Blackhawk, equipada com o bloco 2.0 Hurricane quatro cilindros turbo de 272 cv e 40,8 kgfm, transmissão automática de nove marchas e tração 4×4. Continua após a publicidade Outro ponto relevante da gama 2027 é a presença do pacote de assistência à condução (ADAS nível 2) em todas as versões. O sistema agrega frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop&Go, assistente de centralização em faixa, leitor de placas de trânsito e comutação automática dos faróis. Quais são os preços e versões do Jeep Compass 2027? O Jeep Compass 2027 é vendido em cinco versões com preços entre R$ 174.990 e R$ 278.990. A gama começa na opção Sport Flex e segue pelas variantes Longitude Flex, Longitude Night Eagle MHEV, Série S MHEV e a esportiva Blackhawk Hurricane 4×4, distribuindo as três propostas mecânicas do catálogo nacional. Continua após a publicidade A lista de equipamentos e preços sugeridos para o mercado brasileiro fica estruturada da seguinte forma: <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Sport Flex 2027 – R$ 174.990 Motor 1.3 turboflex de 176 cv, câmbio de seis marchas, seis airbags, faróis e lanternas full-led, central multimídia de 8,4 pol com espelhamento sem fio, quadro de instrumentos digital de 10,25 pol, ar-condicionado de duas zonas, rodas de liga leve aro 18 e pacote ADAS nível 2. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Longitude Flex 2027 – R$ 199.990 Soma sensores de estacionamento dianteiros, assistente de estacionamento semiautônomo (Park Assist), retrovisor interno eletrocrômico, central multimídia de 10,1 pol com comando de voz avançado e novas rodas de liga leve aro 18. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Longitude Night Eagle MHEV 2027 – R$ 206.990 Repete a lista de itens da Longitude convencional, mas substitui a propulsão pelo conjunto híbrido leve de 48V com 176 cv. Adiciona rodas de liga leve aro 19 exclusivas e emblemas exteriores escurecidos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Série S MHEV 2027 – R$ 233.990 Adiciona monitoramento de pontos cegos, alerta de tráfego cruzado traseiro, sistema de som de 506W com subwoofer, teto solar panorâmico, forração do teto em preto, molduras plásticas externas na cor da carroceria, detalhes em suede no interior e rodas aro 19. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Jeep Jeep Compass Blackhawk Hurricane 4×4 2027 – R$ 278.990 Traz motor 2.0 turbo a gasolina de 272 cv e 40,8 kgfm, câmbio automático de nove marchas, tração integral 4×4 com seletor de terrenos e controle de descida, pinças de freio vermelhas e revestimento interno mesclando couro e suede. Publicidade View the full article
  4. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Demorou, mas o Jeep Compass 2027 finalmente foi lançado. E, como esperado, ele trouxe uma boa novidade mecânica: tecnologia híbrida-leve (MHEV) de 48 Volts para duas de suas versões. Além disso, há mudanças nas rodas e equipamentos de série, enquanto a tabela de preços permanece praticamente a mesma: Sport por R$ 175 mil, Longitude por R$ 200 mil, Longitude Night Eagle por R$ 207 mil (MHEV), Série S por R$ 234 mil e Blackhawk 4×4 por R$ 279 mil. Essa última, aliás, continua com motor 2.0 Hurricane turboflex e tração nas quatro rodas. Leia mais: Avaliação: GWM Haval H6 HEV2 e os motivos para ele vender tanto Jeep Compass 2027 agora é híbrido-leve Com mais de 560 mil unidades vendidas no Brasil, o Jeep Compass 2027 marca a estreia da motorização MHEV, híbrida-leve, que já está presente no Avenger, Renegade e Commander. Basicamente, só faltava ele. Oferecida apenas nas versões T270 mais caras, ela une o motor 1.3 turboflex de quatro cilindros e injeção direta, com seus 176 cv de potência e 27,5 mkgf de torque (gas/eta), associado ao câmbio automático de seis marchas. O sistema híbrido-leve une motor de arranque, alternador e compressor do ar-condicionado, criando um motor elétrico adicional de 15 cv e 4 mkgf extras, que ajuda o 1.3 turboflex na missão de mover o carro em determinadas situações. Jeep Compass 2027 na versão Série S – Foto: divulgação Esse motor se alimenta de uma bateria de tração pequena, com menos de 1 kWh de capacidade, instalada sob o assoalho, que é recarregada automaticamente durante a condução, seja pelo motor a combustão ou com a força de frenagens e desacelerações. Tal tecnologia livra o Jeep Compass 2027 do rodízio municipal de SP, e também garante a ele alguns benefícios fiscais em certos Estados brasileiros. Segundo a fabricante, ele ainda fica até 11% mais econômico nas melhores situações. Jeep Compass 2027 na versão Longitude Night Eagle – Foto: divulgação Consumo e desempenho Pelas médias oficiais, na versão Longitude Night Eagle MHEV, o Jeep Compass 2027 consegue fazer média de 8,0 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina são 11,2 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Essas versões seguem com tanque de combustível de 55 litros, e, no desempenho, aceleram de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos, com velocidade máxima pouco acima dos 200 km/h. Jeep Compass 2027 na versão Longitude – Foto: divulgação Já outras versões, sem eletrificação, trazem números diferentes. O Jeep Compass 2027 na versão Sport, por exemplo, tem consumo de 7,3 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol, ou então 10,1 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada com gasolina, enquanto o desempenho é similar ao das MHEV. Por fim, o Jeep Compass 2027 na versão esportiva Blackhawk é o mais rápido da linha (6,3s no 0 a 100 km/h e 228 km/h de máxima), e também o mais beberrão: faz 6,0 km/l na cidade e 7,6 km/ na estrada com etanol, ou 8,5 km/l na cidade e 11,0 km/l na estrada com gasolina. A Blackhawk traz, como diferenciais, a tração 4×4 com reduzida, bloqueio de diferencial e câmbio automático de nove marchas, como antes. Jeep Compass 2027 na versão Blackhawk 4×4 – Foto: divulgação Outras novidades do Jeep Compass 2027 No mais, o Jeep Compass 2027 traz novas rodas em todas as suas versões, variando entre aro 18 e 19, bem como interior com acabamento melhorado para toda a linha, com destaque para as mais completas, que ganham mais partes da cabine em camurça. O SUV segue com porta-malas de 476 litros, cerca de 4,4 m de comprimento, entre-eixos de 2,64 m, suspensões independentes nas quatro rodas e todos os freios a disco. Ganhou, também, a opção de cor dourada metálica para a carroceria, tonalidade que, até então, era exclusiva dos Renegade e Commander. Jeep Compass 2027 na versão Sport – Foto: divulgação Jeep Compass 2027: itens de série Desde a versão Sport T270, o Jeep Compass 2027 vem com ar digital automático dual zone com saídas traseiras, bancos em couro sintético, multimídia de 8,4 pol. com conexões sem fio, conjunto óptico full-LED, modo Sport de condução, instrumentação digital de 10,2 pol. (inédito para essa versão), sensores de chuva e crepuscular, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, chave presencial, partida por botão, freio de mão eletromecânico com função Auto Hold, piloto automático com limitador de velocidade, rodas aro 18, 6 airbags, Start & Stop e afins. Jeep Compass 2027 na versão Longitude Night Eagle – Foto: divulgação Na Longitude T270, entram em cena sensores de estacionamento dianteiros, retrovisor interno fotocrômico, Park Assist (estacionamento semiautônomo), multimídia de 10,1 pol. com assistente de voz inteligente, além de pacote ADAS com alerta de colisão, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa ativo, assistente de permanência na faixa, farol alto automático, monitores de ponto-cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, piloto automático adaptativo (ACC) com função anda e para, detector de fadiga do condutor e leitor de placas de velocidade. Jeep Compass 2027 na versão Blackhawk 4×4 – Foto: divulgação A Longitude Night Eagle do Jeep Compass 2027 soma a tecnologia híbrida-leve de 48 Volts (MHEV), pacote visual escurecido, emblemas em preto brilhante e rodas aro 19 escurecidas. Na Série S MHEV acrescenta teto-solar panorâmico, sistema de som Beats, rodas aro 19 exclusivas, interior escurecido com revestimento em camurça e partes da carroceria pintadas, principalmente. Por fim, a Blackhawk é a única 4×4 com reduzida, seletor de tipos de terreno, bloqueio de diferencial, saída de escape com cano duplo, interior personalizado em couro e camurça e pinças de freio vermelhas, além das rodas aro 19 escurecidas. O post Jeep Compass 2027 híbrido-leve: quanto custa, o que oferece e qual motor usa apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  5. O som do seu carro acaba de ganhar inteligência. X12 AiR com ExpertLab: o app mede o seu sistema, a IA propõe ganho, crossover e delay e explica o porquê de cada ajuste. Quem aprova é você. 32 bits · 96 kHz · 12 canais Manda pra aquele amigo que ainda alinha som só no ouvido. App desenvolvido pela @ai.algorithma #somautomotivo #caraudio #x12air #expertlab #inteligenciaartificialView the full article
  6. O BYD Dolphin híbrido já está no Brasil. Unidades do hatch plug-in (PHEV) desembarcaram no Espírito Santo com e sem camuflagem, conforme as imagens da página @autorodmotors. Previsto para estrear no mercado nacional em 2027 já com tecnologia flex, o hatch híbrido iniciará agora seus testes de rodagem no Brasil. Com nome de um dos carros de maior sucesso da BYD no Brasil, o Dolphin G fará a ponte entre os elétricos de acesso e a linha de SUVs da marca. O modelo será a principal arma da fabricante chinesa na faixa de preço onde enfrentará os futuros lançamentos com sistema híbrido leve de Volkswagen e Stellantis. <span class="hidden">–</span>@autorodmotors/Reprodução O batismo com a letra “G”, abreviação de “Genius”, marca a estreia da quinta geração da arquitetura híbrida plug-in da empresa, chamada de DM 5.0. No Brasil, de acordo com o jornalista Jorge Moraes, o Dolphin híbrido poderá ser chamado de “Dolphin GT” para se distanciar melhor das versões elétricas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Quando chegar às lojas brasileiras no próximo ano, o hatch unirá sua motorização híbrida de nova geração mecânica ao uso do etanol. Com isso, o modelo ficará um passo à frente até mesmo do conjunto previsto para o utilitário Atto 2 híbrido plug-in flex, prometido em junho mas que ainda não começou a ser entregue. <span class="hidden">–</span>@autorodmotors/Reprodução Por conta da expectativa por um grande volume de vendas, o Dolphin híbrido será fabricado em Camaçari (BA). A unidade está prestes a iniciar operações de manufatura mais complexas, com áreas de estamparia e pintura operando no local, permitindo que a unidade deixe de se limitar apenas a processos de montagem com peças importadas. O BYD Atto 2 e a picape Mako serão os primeiros BYD fabricados ali. Continua após a publicidade Como funciona o conjunto mecânico híbrido DM 5.0 do BYD Dolphin? Sistema híbrido DM 5.0Divulgação/BYD O conjunto do BYD Dolphin G prioriza a tração elétrica na maior parte do tempo, utilizando o motor quatro cilindros 1.5 aspirado como gerador de energia. Essa arquitetura entrega potência combinada de 176 cv na versão de entrada Active e chega a 212 cv nas configurações Boost, Comfort e Sport, mantendo sempre o torque máximo de 21,4 kgfm e aceleração de zero a 100 km/h em 8,3 segundos. Estes dados são para a configuração europeia, movida apenas a gasolina e eletricidade. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Continua após a publicidade Para alcançar esses números, o conhecido bloco quatro cilindros 1.5 16V aspirado passou por atualizações. Agora ele trabalha com alta taxa de compressão de 16:1, além de incorporar bomba de óleo variável e sistema de refrigeração duplo. Na configuração de entrada Active, ele rende até 95 cv e 12,2 kgfm, enquanto nas opções superiores sua calibração prioriza o ciclo de eficiência, gerando 70 cv e os mesmos 12,2 kgfm. O principal motor de tração é o elétrico síncrono de ímã permanente, capaz de produzir sozinho 163 cv e 21,4 kgfm. Segundo a fabricante, essa lógica de operação evita hesitações em retomadas e garante que a gasolina seja consumida apenas nas faixas ideais de rendimento. Independentemente da faixa de potência combinada, todas as versões atingem a velocidade máxima limitada de 180 km/h. BYD Dolphin GDivulgação/BYD Continua após a publicidade A eficiência geral também é beneficiada pela integração dos três controladores eletrônicos do sistema em uma peça única, agilizando o processamento de comandos. Além disso, a engenharia reestruturou o gerenciamento térmico com resfriamento direto da bateria e controle inteligente da cabine. Na prática, a solução reduz o desperdício energético sob frio ou calor severos, aliviando a demanda da bateria. Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Qual é o consumo e a autonomia elétrica do BYD Dolphin G? Na Europa, o BYD Dolphin G promete um consumo combinado pelo ciclo europeu WLTP de até 27,9 km/l nas versões de entrada e de 26,6 km/l nas opções topo de linha, variando conforme o peso do veículo. Com o tanque cheio e a carga completa, a autonomia total declarada atinge 1.018 km na configuração básica e chega a 1.040 km nos catálogos superiores, permitindo rodar de 40 km a 105 km apenas com eletricidade. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Esses índices dependem diretamente das duas opções de baterias Blade oferecidas pela montadora. A versão de entrada utiliza um acumulador de cerca de 7,4 kWh, que garante 40 km de alcance puramente elétrico no padrão WLTP. Nessa configuração mais leve, a potência de recarga em corrente alternada (AC) é limitada a 3,3 kW, exigindo três horas na tomada para elevar o nível de energia de 15% a 100%. Já as três versões mais caras — Boost, Comfort e Sport — recebem uma bateria maior, com 18,3 kWh de capacidade, que amplia a autonomia sem queimar combustível para até 105 km. Esse pacote aceita recargas em corrente alternada de até 6,6 kW e suporta estações rápidas de corrente contínua (DC) de até 39 kW. Em eletropostos rápidos, o sistema leva 26 minutos para recuperar a carga de 10% a 80%. O que muda no tamanho, visual e suspensão do BYD Dolphin híbrido? <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD O BYD Dolphin G cresceu para acomodar o sistema híbrido e convencer como carro familiar, atingindo 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de entre-eixos, com porta-malas de 425 litros. Apesar do porte próximo ao de hatches médios, o modelo adota suspensão traseira por eixo de torção em todas as versões, abrindo mão do sistema independente multibraços presente nos elétricos Dolphin Plus e Dolphin SE. Para diferenciar o híbrido dos irmãos puramente elétricos, os designers criaram uma carroceria inédita. Na dianteira, os faróis afilados são conectados por uma faixa central e o logotipo da marca subiu para o capô. Na traseira, a barra das lanternas em led atravessa toda a tampa do bagageiro abrigando o emblema da empresa, acompanhada por um limpador no vigia superior. Rebater o banco traseiro bipartido amplia o bagageiro para 1.225 litros. <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Por dentro, o estúdio de design apostou em um painel de linhas horizontais limpas, saídas de ar discretas e seletor de marchas alojado na coluna de direção. O motorista visualiza um quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas, enquanto a central multimídia pode ter tela de 10,1 ou 12,8 polegadas. A principal evolução de conectividade é a integração nativa com o sistema Google para navegação por mapas e comandos por assistente de voz. A divisão de acabamento externo inclui rodas de liga leve de 16 polegadas nas versões Active e Boost, subindo para aro 18 bicolor na Comfort e 18 em preto brilhante na Sport. A partir do catálogo Comfort, o hatch incorpora head-up display, teto panorâmico com cortina elétrica, câmera 360 graus, luzes de cortesia nos retrovisores, bancos com revestimento que mescla tecido e couro vegano, além de ajustes elétricos de posição e lombar para o motorista. BYD Dolphin GDivulgação/BYD <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD O pacote tecnológico das versões superiores contempla ainda aquecimento para bancos e volante, além da função V2L, que transforma o carro em fonte de energia para aparelhos externos. Na segurança ativa, o sistema ADAS reúne controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e assistente de manutenção em faixa. Quando o BYD Dolphin híbrido será lançado no Brasil? O BYD Dolphin GT tem lançamento confirmado para o mercado brasileiro em 2027. O modelo estreará nas concessionárias já equipado com motorização híbrida plug-in flex e com produção nacional, em Camaçari (BA). <span class="hidden">–</span>Divulgação/BYD Qual é a autonomia e o consumo do BYD Dolphin GT? Segundo dados do ciclo WLTP, o BYD Dolphin GT entrega autonomia total combinada de 1.018 km na versão de entrada Active e de até 1.040 km nas configurações superiores. O consumo médio declarado é de até 27,9 km/l na opção com bateria menor e de 26,6 km/l nas versões com acumulador maior. Qual é a diferença de tamanho entre o BYD Dolphin GT e o Dolphin elétrico? O BYD Dolphin G é maior e tem visual próprio, medindo 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 425 litros (ou 1.225 litros com os bancos rebatidos), medidas que o aproximam dos hatches médios tradicionais. Publicidade View the full article
  7. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A vida do Hyundai HB20 tende a mudar daqui pra frente no Brasil. Como a marca coreana já tem o I20 convivendo numa faixa de preços similar ao do hatch veterano, e ainda pretende lançar o SUV pequeno Bayon para o ano que vem (rival de Tera, Pulse, Sonic, Kardian e afins), será preciso readequar a linha do Hyundai HB20 para que os três irmãos não briguem entre eles. É um movimento da fabricante corena para evitar a chamada canibalização, jargão comum no meio automotivo que indica quando um modelo está roubando vendas de outro dentro da mesma marca. Leia mais: Copa HB20 chega à centésima corrida! Hyundai HB20 Platinum – Foto: divulgação Hyundai HB20 vai focar nas versões de entrada A própria marca coreana já indica que, já em 2027, a vida do Hyundai HB20 será concentrada nas versões 1.0 de aspiração natural e transmissão manual, ou seja, as mais baratas. Nessa toada é possível, inclusive, que as turboflex automáticas saiam de cena, passando o bastão de forma definitiva para I20 e Bayon, mais modernos e caros. Nas palavras da Hyundai, “o foco para o HB20 em 2027 passará a ser as versões com motorização aspirada, que são totalmente produzidas em Piracicaba (SP)”. Hyundai HB20 Limited – Foto: Lucca Mendonça Além disso, também está prevista para o próximo ano uma nova versão do Hyundai HB20 que, de acordo com a fabricante, deve reunir pacotes de tecnologia e conforto mais completos para as opções de entrada do segmento, custando menos de R$ 100 mil. Vale lembrar que, hoje, o hatch é vendido em duas versões com motor 1.0 aspirado e câmbio manual: a Comfort de R$ 96,5 mil e a Limited, completinha, de R$ 100,3 mil. As turboflex automáticas variam entre R$ 122,7 mil e R$ 132,5 mil. Hyundai HB20 Comfort – Foto: divulgação CNPJ e motoristas de app Outra mudança importante nos rumos do Hyundai HB20 é a presença maior nas vendas diretas, CNPJ, microempresários, motoristas de app e afins. A expectativa da empresa, inclusive, é que o hatch participe ativamente das vendas neste nicho ao longo de 2027, aproveitando políticas de incentivo como as do Move Brasil, por exemplo. Hyundai HB20 Limited – Foto: divulgação Versões turboflex e sedan: futuro incerto Curiosamente, além das versões turboflex automáticas que tendem a deixar o mercado ao longo do ano que vem, outro que ficou de fora dos comunicados da empresa foi o Hyundai HB20S, o sedan da família. Sem nunca ter alcançado o sucesso do hatch, ele até acumula bons emplacamentos na categoria, mas sofre com a derrocada dos sedans, que perdem cada vez mais mercado para os SUVs de entrada. É possível que ele seja outro aposentado para abrir espaço para a produção do Bayon, que também sairá de Piracicaba (SP). Aquele, aliás, é o único grande polo produtivo de veículos da Hyundai no Brasil, fazendo desde o HB20 mais barato até o Creta mais caro. Hyundai HB20 Sedan – Foto: divulgação HB20 vai seguir ao lado do I20 No fim das contas, para quem pensava no fim de linha do Hyundai HB20 logo após a chegada do I20, aparentemente o hatch chegará aos próximos anos firme e forte, focado nas versões de entrada e na motorização mais simples. Essa é uma estratégia comum no segmento: o Polo Track sobrevive assim na linha da VW, o Argo atual continuará em linha depois da chegada do Argo X na gama da Fiat, e, no caso da Chevrolet, o Onix de primeira geração seguiu em produção por cerca de dois anos após a estreia do modelo que conhecemos hoje. Pouco deve mudar nos Hyundai HB20 futuros se comparados ao carro atual. Continuarão usando o bom e velho motor 1.0 Kappa de aspiração natural, com 75/80 cv de potência e 9,6/10,2 mkgf de torque (gas/eta), aliado a transmissão manual de cinco velocidades. No pacote de série, deverá manter, pelo menos, 6 airbags, piloto automático com limitador de velocidade, multimídia de 8 pol. com conexões sem fio, direção elétrica, vidros e travas elétricas. Hoje, nas opções 1.0 aspiradas mais completas, ele pode vir também com câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, chave presencial, partida por botão, retrovisores elétricos, volante multifuncional e mais. Hyundai HB20 Limited – Foto: Lucca Mendonça Ele também manterá a garantia de 5 anos sem limite de quilometragem, uma de suas marcas registradas, bem como o baixo custo de manutenção: a Hyundai afirma que, até os 60 mil km, ele é, historicamente, o mais barato de ser mantido dentre os concorrentes. Essas e outras novidades para o Hyundai HB20, na realidade, fazem parte das comemorações dos 15 anos de lançamento do modelo no Brasil, agora em 2027. O post Hyundai HB20: o que esperar para o futuro do hatch no Brasil? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  8. Mudança eleva de duas para três vezes o multiplicador da tarifa para veículos comerciais em novas concessões federais; CNT cobra estudos técnicos do governoView the full article
  9. A Icaur, marca de SUVs com visual retrô do Grupo Chery, aproveitou o International Summit 2026 para iniciar a pré-venda do Icaur V25. O modelo já pode ser encomendado na China com tração traseira ou integral, além de preços entre R$ 105.000 e R$ 133.000 em conversão direta, sem a adição de impostos. É preço de Hyundai HB20 no Brasil. Em suas dimensões, o SUV mede 4,63 m de comprimento (incluindo a caixa de armazenamento externo), 1,92 m de largura, 1,85 m de altura e 2,82 m de entre-eixos. A marca focou em manter a pegada retrô no design, com direito a linhas retas na carroceria e aos clássicos faróis redondos. Qual é o conjunto mecânico e a autonomia do Icaur V25? <span class="hidden">–</span>iCaur/Divulgação O Icaur V25 utiliza um conjunto mecânico EREV, ou seja, atua como um elétrico com extensor de alcance, garantindo até 1.240 km de autonomia nas versões com um motor elétrico (tração traseira, 251 cv). As opções com tração integral (dois motores, 455 cv) chegam a 1.210 km de alcance pelo ciclo chinês CLTC. <span class="hidden">–</span>iCaur/Divulgação Continua após a publicidade Nestas configurações, um motor 1.5 turbo a combustão atua exclusivamente como gerador para alimentar o sistema elétrico. A versão com tração traseira acelera de 0 a 100 km/h em 8,5 s, enquanto a tração integral cumpre a mesma prova em apenas 5,8 s. A bateria vai de 30% a 80% em 15 minutos de recarga. <span class="hidden">–</span>iCaur/Divulgação O Icaur V25 está oficialmente confirmado para ser comercializado no Brasil, embora as configurações e os preços exatos destinados ao nosso mercado ainda sejam mantidos em sigilo pela fabricante. A expectativa é de que o modelo reforce o portfólio eletrificado da marca no país no segundo semestre de 2027. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Customização à moda de Land Rover e Mercedes A Icaur quer que o faturamento com seus utilitários não acabe no momento em que o cliente sai da concessionária. Enquanto os kits do V25 ainda não estão prontos, a fabricante apresentou sua estratégia de transformação dos SUVs V23 e V27. Os carros da Icaur são desenvolvidos pensando na customização, com peças modulares e pontos de fixação que prevêem a instalação de acessórios. A ideia é permitir que o proprietário instale kits de personalização ao longo do uso, ainda que eles fiquem parecidos com carros de outros fabricantes. Continua após a publicidade Icaur V23Icaur/Divulgação Modelo de entrada da Icaur, o V23 tem mais de 20 pontos estruturais de conexão destinados à fixação de acessórios. A engenharia projetou o teto com um rack em formato de alça, desenhado para suportar uma carga estática máxima de 200 kg, permitindo ancorar barracas e suportes pesados. Além da estrutura reforçada no teto, o modelo indica a possibilidade de alterar partes da carroceria de forma modular. Segundo a fabricante, os proprietários podem comprar kits externos intercambiáveis que modificam as chapas e a funcionalidade do veículo a qualquer momento após a compra do utilitário. As mudanças são tão abrangentes que o V23 foi mostrado com um kit inspirado nos Land Rover Defender. Continua após a publicidade Icaur V27Icaur/Divulgação No caso do Icaur V27, SUV topo de linha da marca chinesa, há 39 pontos de fixação na carroceria, compatíveis com um catálogo de mais de mil acessórios oficiais. Como um SUV de grande porte com cerca de cinco metros, a arquitetura foi planejada para receber melhorias funcionais e para uso acampamento. O modelo foi apresentado com um kit visual inspirado nos Mercedes-AMG Classe G customizados pela Brabus. Ainda não está claro se a Icaur levará a oferta de acessórios a este nível quando estrear no Brasil, o que está previsto para 2027. Publicidade View the full article
  10. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Apresentado durante o Festival Interlagos 2026 – Edição Carros, um dos próximos SUVs chineses de alto naipe a chegar ao Brasil será o MG IM6. Vindo para peitar Volvo EC40, Ford Mustang Mach-E, GAC Hyptec HT e outros coupés similares, ele é fruto da IM Motors, divisão de luxo da MG, mas aqui deve dividir concessionárias e espaço com os MG4, MG4 Urban e S5, numa operação única. Segundo a marca, seu lançamento oficial por aqui acontecerá ainda em outubro, com duas opções de bateria, de 75 ou 100 kWh, cada uma equipando uma versão. Preços? Ainda não foram confirmados, mas são esperados valores em torno dos R$ 500 mil. Leia mais: 20 carros elétricos mais vendidos em setembro de 2026 MG IM6 – Foto: divulgação MG IM6 – Foto: divulgação MG IM6 gabaritou Euro NCAP Bastante coisa já foi revelada sobre o MG IM6 para o mercado brasileiro. Mas, antes, vale conhecer melhor o SUV coupé em âmbito mundial: noutros mercados, é chamado de IM LS6, e nasceu há cerca de três anos, em agosto de 2023. Produzido na China, conta com versões de autonomia estendida (EREV), além de 100% elétricas, todas com viés esportivo e alta performance. Vale falar que, apesar do RG chinês atual, a MG Motor é de berço britânico, então tem certo apelo nos mercados europeus: o MG IM6, aliás, é vendido em vários países de lá, chegando, até mesmo, a gabaritar os rigorosos testes de segurança do Euro NCAP, conquistando cinco estrelas. MG IM6 – Foto: divulgação Dimensões e design Trata-se de um carro grande, com 4,90 m de comprimento (4.904 mm, precisamente), 2 metros de largura, 1,67 m de altura e distância entre-eixos de 2,95 m. São medidas que permitem um enorme porta-malas de 665 litros, mais 32 litros sob o capô dianteiro. Na carroceria, o MG IM6 aposta em linhas limpas e fluídas, minimalistas, com frente fechada, maçanetas embutidas, rodas aerodinâmicas e afins. Na parte traseira, pode lembrar alguns Tesla, graças ao desenho coupé arredondado. O interior não foge da regra dos chineses: horizontal, minimalista, com telas grandes e console elevado. A cabine, aliás, foi desenvolvida em parceria com a Central Saint Martins, de Londres, e traz um conjunto de telas integrado ao painel, chamado de I-Cockpit. Até 752 cv de potência Ainda que ofereça versões com menos de 300 cv no mercado chinês, o MG IM6 que virá ao Brasil poderá ser extremamente poderoso, na configuração mais potente já produzida: são nada menos que 752 cv de potência e 81,7 kgfm de torque, extraídos de dois motores elétricos, um acoplado a cada eixo. Dados de performance impressionam: ele acelera de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, e ultrapassa a barreira dos 300 km/h, com velocidade máxima de 305 km/h, segundo a marca. Esse é um feito raro para um modelo 100% elétrico, afinal eles costumam ter limitadores de velocidade mais rígidos, e velocidade máxima quase sempre abaixo dos 200 km/h. MG IM6 – Foto: divulgação A MG confirmou que o IM6 terá duas opções de bateria no Brasil, com 75 ou 100 kWh de capacidade. A maior delas, que equipa a configuração de 752 cv, utiliza composto de níquel-cobalto-manganês e é produzida pela gigante CATL, uma das maiores fabricantes de baterias do mundo. Ela já teve até mesmo a autonomia divulgada pelo Inmetro, e confirmada pela marca: 400 km. MG IM6 – Foto: divulgação A potência de recarga que o SUV coupé suporta também é superlativa, com 396 kW, número difícil de ser atingido pela grande maioria dos eletropostos disponíveis no Brasil. Essa capacidade toda só é possível graças à arquitetura elétrica de 800 Volts. Por enquanto, a MG não detalhou a potência, o desempenho ou a autonomia da configuração com bateria menor, de 75 kWh, tampouco confirmou os nomes comerciais das duas versões destinadas ao mercado brasileiro. MG IM6 – Foto: divulgação Tecnológico E o MG IM6 virá repleto de tecnologias interessantes, como um controle eletrônico de estabilidade (ESP) programado para detectar aquaplanagens, suspensões pneumáticas com nivelamento automático do carro, assistente de voz com IA, bancos dianteiros com massagem e modo de reclinação elétrica, sistema de som de alta fidelidade, entre outros. MG IM6 – Foto: divulgação MG IM6 – Foto: divulgação Uma das novidades confirmadas para o Brasil é o sistema de direção nas quatro rodas, que permite esterçar também as rodas traseiras. Isso ajuda a reduzir o espaço necessário para manobras em baixas velocidades, enquanto contribui para a estabilidade em velocidades mais altas. Há, ainda, a chamada Parada de Conforto Inteligente (ICS), que suaviza as paradas do veículo, além de um pacote de assistências à condução (ADAS), com sistemas de prevenção de colisões, capotamentos e aquaplanagem. MG IM6 – Foto: divulgação MG IM6 – Foto: divulgação No painel, o I-Cockpit reúne uma tela de 26,3 polegadas e outra de 10,5 polegadas, conjunto batizado de IM Vision. A cabine também aposta em bancos com formato de sofá, sistema de áudio IM de alta fidelidade e isolamento acústico I-Silent, que utiliza vidros duplos laminados para reduzir a entrada de ruídos externos. Segundo a fabricante, o cronograma completo de lançamento, as configurações finais das versões e os preços do MG IM6 no mercado brasileiro serão anunciados em breve. O post MG IM6 chega em outubro com 752 cv e 305 km/h de máxima apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  11. O Toyota Corolla voltou a ter sua gama de versões completa disponível nas concessionárias brasileiras. A normalização encerra meses de oferta restrita provocada pela desativação da fábrica de Indaiatuba (SP) e pela transferência das operações para a planta de Sorocaba (SP). A retomada ocorre no mês em que o sedã completa 60 anos, mas precisando defender a liderança de mercado. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A transferência da linha de montagem, somada aos reflexos da unidade de motores de Porto Feliz (reinaugurada recentemente após ser destruída por uma tempestade), derrubou o ritmo de entregas. Em março, o sedã registrou 2.899 emplacamentos, caindo para 855 unidades em agosto e 475 em setembro. Na primeira metade de outubro, foram computados 164 registros, gerando filas de espera de até 90 dias nas versões híbridas. BYD King e Toyota CorollaFernando Pires/Quatro Rodas Esse vácuo de estoque abriu espaço para o avanço comercial do BYD King, sedã híbrido plug-in (PHEV) lançado no país em 2024. O modelo chinês assumiu a liderança mensal do segmento durante a transição do rival japonês, somando 1.666 emplacamentos em setembro e 902 na primeira quinzena de outubro. Na época, a BYD fez provocações à Toyota nas redes sociais, que respondeu com a justificativa da mudança de endereço. No acumulado do ano até setembro, porém, o Corolla sustenta a ponta com mais de 16 mil unidades. Continua após a publicidade Por que a Toyota transferiu o Corolla para Sorocaba? A Toyota transferiu a produção do Corolla para Sorocaba (SP) para unificar a montagem de seus automóveis de passeio em uma única unidade industrial no Brasil. A mudança busca cortar custos operacionais, otimizar processos logísticos e abrir espaço fabril para a montagem de futuros lançamentos nacionais da marca japonesa no país. Nova fábrica da Toyota em SorocabaDivulgação/Toyota Com a unidade de Indaiatuba desativada em junho após 28 anos de operação, o complexo de Sorocaba recebeu investimentos para produzir o sedã ao lado de Corolla Cross e Yaris. O movimento integra o plano de R$ 11 bilhões anunciado até 2030, que contempla o desenvolvimento de uma inédita picape intermediária monobloco construída sobre a plataforma do SUV médio. Continua após a publicidade O futuro utilitário deve disputar mercado com Fiat Toro e Ram Rampage entre 2027 e 2028. Para ganhar competitividade, o projeto deve adotar as mesmas opções de motorização híbrida flex do sedã nacional, com estudos internos da montadora avaliando também a aplicação de um conjunto mecânico híbrido com recarga externa na tomada para a linha de utilitários. O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos Quais motores o Toyota Corolla oferece na retomada das vendas? O Toyota Corolla oferece duas opções mecânicas na linha nacional: o motor quatro-cilindros 2.0 flex aspirado de até 175 cv com câmbio CVT para quem busca desempenho linear, e a motorização híbrida plena (HEV) de 122 cv combinados, que reúne o motor 1.8 flex a um propulsor elétrico para priorizar o baixo consumo urbano. Continua após a publicidade A configuração a combustão com injeção direta e indireta gera 175 cv com etanol e 167 cv com gasolina, sempre trabalhando com a transmissão automática CVT que traz engrenagem mecânica de saída. A engenharia adotou esse arranjo para entregar arrancadas mais ágeis no trânsito urbano sem sacrificar o consumo rodoviário de combustível em velocidades de cruzeiro. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Já a configuração híbrida plena combina o bloco quatro cilindros 1.8 flex a uma unidade elétrica, alcançando 122 cv gerenciados pela transmissão Hybrid Transaxle. Por não precisar de recarga externa na tomada, a versão atende ao motorista que busca a economia de combustível da propulsão combinada com a conveniência do abastecimento convencional na rede de postos. Continua após a publicidade No pós-venda, a rede autorizada mantém o programa Toyota 10, que estende a garantia de fábrica por até 10 anos sem custos extras, condicionada às revisões na concessionária após os 5 anos inaugurais. Esse desempenho comercial se refletiu no prêmio Melhor Revenda 2026, da QUATRO RODAS com a SUIV, em que o sedã teve 0% de desvalorização, ante a média de -6% do segmento. Publicidade View the full article
  12. Compact Size. Deep Bass. Meet the NBF20.0A. 🔊🚗 Small body, serious low-end. The Nakamichi NBF20.0A 8" Aluminum Active Subwoofer delivers layered, powerful bass without taking over your cabin space. 🔥 Key Highlights: ✅ 8" Subwoofer + Ultra-Slim Aluminum Chassis – Compact design with impressive bass depth ✅ 100W RMS | 650W Max Power – Plenty of low-end energy on demand ✅ 50Hz–180Hz Frequency Response – Rhythm and detail in perfect balance ✅ 0–12dB Bass Boost – Adjust low-end punch to your taste ✅ THD <0.5% | SNR >90dB – Clean, pure bass with minimal distortion ✅ Compact Dimensions: 290 × 210 × 69mm – Fits easily in tight spaces 🔗 Learn more: https://nakamichicaraudio.com #Nakamichi #ActiveSubwoofer #UnderSeatSub #CarAudio #BassUpgrade #AluminumSubwoofer #CompactBass #NakamichiCarAudioView the full article
  13. Em São Paulo, moradores têm direito de instalar carregadores em vagas privativas, desde que cumpram exigências técnicas; equipamento, mão de obra e adaptações elétricas podem elevar o investimentoView the full article
  14. As primeiras unidades do Baic BJ60e desembarcaram no Brasil para iniciar o processo de homologação. Os carros chegaram junto com o primeiro lote do Arcfox T1, hatch elétrico que marcará o início das operações da nova fabricante chinesa no país ainda em outubro. O Baic BJ60e será um dos primeiros modelos conjunto mecânico híbrido da fabricante no país, apostando no sistema elétrico com extensor de alcance (EREV) para entregar força imediata na terra sem depender de carregadores. De acordo com a página @Autorodmotors, duas unidades do SUV desembarcaram no Brasil e saíram rodando após desembaraço aduaneiro no porto. <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação A chegada do utilitário sustenta o cronograma da empresa de lançar dez carros no mercado brasileiro até 2028. Carros da Baic e da Arcfox compartilharão as mesmas concessionárias. A linha da Baic ficará restrita aos SUVs com motorização híbrida, enquanto a Arcfox venderá elétricos puros. Mais adiante, em 2028, chegará a Stelato para explorar segmentos premium. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O calendário de lançamentos prevê dois SUVs e uma picape em 2027, ano de estreia do menor BAIC B30, seguidos por dois crossovers e três utilitários em 2028, incluindo o BAIC X55. Para absorver esse volume de lançamentos, a operação promete abrir 50 concessionárias conjuntas até dezembro de 2026 e alcançar 150 pontos de venda até o fechamento do ano que vem. Como funciona o sistema elétrico com extensor de alcance do BAIC BJ60e? Sistema EREV do BJ60eBaic/Divulgação O BAIC BJ60e utiliza uma arquitetura de veículo elétrico com extensor de alcance, na qual a tração das rodas é feita exclusivamente por motores elétricos alimentados ou pela energia acumulada na bateria, que tem 40,3 kWh, ou diretamente pela energia gerada pelo motor combustão. Neste caso, o motor 1.5 turbo a gasolina com 188 cv é conectado a um gerador com o equivalente a 123 cv. Continua após a publicidade A tração fica a cargo de dois motores elétricos, um dianteiro com 208 cv e um traseiro com 340 cv. Como a bateria é grande, o BJ60e é capaz de rodar até 152 km em modo elétrico e seu tanque de gasolina com 82 litros amplia a autonomia total para 1.200 km no padrão de medição chinês (CLTC). <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Na prática, essa conjunto tenta contornar a perda de rendimento comum em utilitários pesados fora do asfalto. Como os motores elétricos entregam todo o torque desde a imobilidade, o motorista ganha controle milimétrico para transpor obstáculos em baixa velocidade, bastando abastecer o tanque de combustível para seguir viagem quando o nível da bateria cai. Continua após a publicidade Para gerenciar a força no barro ou no asfalto, o sistema batizado de ATS reúne 11 modos de condução calibrados para diferentes pisos. São seis programações voltadas à travessia fora de estrada, quatro ajustes para deslocamento urbano e um modo específico para pista, trabalhando em conjunto com os 21,5 cm de vão livre do solo, 30° de ângulo de entrada e 24° de saída. A capacidade de imersão é de 80 cm. Qual é o tamanho do BAIC BJ60e e o que muda no visual externo? <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação O BAIC BJ60e é um SUV de grande porte que mede 5,04 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,95 m de altura e 2,82 m de distância entre-eixos, combinando carroceria de perfil quadrado para maximizar o volume de cabine com iluminação dianteira integrada à grade de cinco blocos e lanternas traseiras com animações de boas-vindas. Continua após a publicidade Só não dá para dizer que o design é muito original. A carroceria tem formato semelhante ao de um Toyota Land Cruiser, enquanto as fendas da grade e os leds em “L” no para-choque frontal remetem ao Jeep Commander. Diferentemente dos Jeep, o BJ60 não é monobloco: segue o conceito de carroceria sobre chassi <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação Na traseira, as lanternas podem exibir gráficos animados quando o motorista destrava as portas ou aciona a função de localização do veículo no escuro. O pacote visual externo inclui rodas de seis raios com desenho inspirado em lâminas giratórias. Continua após a publicidade Quais são os equipamentos do BAIC BJ60e? A cabine do BAIC BJ60e oferece um arranjo de até seis telas comandado por um painel central duplo de 12,8 polegadas com assistente de voz por inteligência artificial, além de bancos dianteiros com apoios para as pernas, ventilação, aquecimento em três níveis, massagem de oito modos e sistema de som Infinity com 12 alto-falantes. <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação <span class="hidden">–</span>Baic/Divulgação O projeto interno prioriza o isolamento acústico para afastar o ruído de rodagem de pneus de uso misto. Segundo a fabricante, o utilitário emprega vidros duplos laminados, sistema de cancelamento ativo de ruído pelos alto-falantes e 6,5 m² de espuma fonoabsorvente espalhados pela estrutura, além de iluminação ambiente com 256 cores sincronizada com a música. Quando o BAIC BJ60e será lançado no Brasil? O SUV ainda não tem data cravada de estreia comercial, pois ainda está iniciando os testes de homologação no país, devendo chegar às lojas entre 2027 e 2028 dentro do cronograma de dez lançamentos da marca chinesa. Qual é a diferença entre os carros da BAIC, Arcfox e Stelato no Brasil? A BAIC venderá exclusivamente utilitários com motorização híbrida, a submarca Arcfox será dedicada a carros 100% elétricos e a divisão Stelato focará em veículos de luxo a partir de 2028. O que é o sistema de autonomia estendida do BAIC BJ60e? Trata-se de um conjunto mecânico híbrido do tipo elétrico com extensor de alcance (REEV), onde apenas os motores elétricos movimentam as rodas e o motor a combustão funciona somente para gerar eletricidade para a bateria. Publicidade View the full article
  15. Já imaginou a tela dos sonhos se encaixando milimetricamente no painel do seu carro, sem adaptações complexas e ainda preservando a originalidade? 💭 Então conheça a nova multimídia receiver DMH-AP6850BT 9” Perfect Fit e seu match perfeito de som, imagem, potência e conectividade. 🧩🔊 Com dimensões que se encaixam em várias molduras existentes no mercado, seu projeto cuidadosamente elaborado está repleto de recursos garantidos pela alta tecnologia japonesa Pioneer. 🔗 Descubra todos os detalhes no link da bio.View the full article
  16. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Tem carro que demora pra embalar no mercado, e tem carro que, desde a estreia, já mostra bons números de vendas, mas, com o passar do tempo, emplaca cada vez mais. O GWM Haval H6 HEV2 é um ótimo exemplo desse segundo caso: oferecido no Brasil desde o começo de 2023, sempre foi um SUV chinês queridinho do público, mas agora em 2026, reestilizado e flex, ele bate seus próprios recordes. Leia mais: 20 carros elétricos mais vendidos em setembro de 2026 GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Haval H6 foi o quarto SUV mais vendido Segundo a Fenabrave, foi o quarto SUV mais vendido do mercado nacional em setembro de 2026, com mais de 6.400 carros, número que modelos menores e (bem) mais baratos ainda sonham. No acumulado do ano, incluindo a primeira quinzena de outubro, já passa dos 40 mil exemplares vendidos. É tanta demanda que, mesmo com a fábrica nacional em Iracemápolis (SP), a GWM ainda precisa importar carros da China para dar conta do recado. E, dentre as versões mais vendidas, justamente esse GWM Haval H6 HEV2 2027, híbrido convencional, que roda aos montes pelo país. Como reconhecê-lo? Rodas pretas. Sempre. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Foram sete dias e mais de 830 km a bordo do GWM Haval H6 HEV2, ainda da linha 2026, que tem design atualizado e mais equipamentos, só que ainda usa motor só a gasolina, e tem transmissão DHT e bateria diferentes. O carro que você encontra nas concessionárias, portanto, é da linha 2027, um pouquinho mais moderno na mecânica, e também eficiente no uso geral. No mais, o pacote é o mesmo desse cara das fotos, com preço de R$ 225 mil (só R$ 10 mil mais caro que um Honda HR-V Touring). Vende muito porque é bom, ou é bom porque vende muito? GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Receita chinesa A receita do GWM Haval H6 HEV2 é a tradicional chinesa: design moderno e imponente, linha de cintura elevada, jeitão de carro superior, tamanho generoso e foco em conforto, espaço interno, porta-malas e relação custo X benefício. Na atualização da linha 2026, promovida no ano passado, estreou um interior mais genérico e limpo, com telas maiores, volante de dois raios (bom de pega) e console central elevado, seguindo a cartilha típica dos SUVs chineses atuais. Caiu bem. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Ele é um dos poucos híbridos chineses que não é plug-in, então esqueça a dependência de tomadas de energia elétrica. Na linha 2027, já vem com o motor 1.5 turboflex, mantendo ciclo Miller, injeção direta, duplo comando variável e outros refinamentos, aliado a um motor elétrico dianteiro, totalizando uma potência na casa dos 250 cv e torque de 54 mkgf. Nem é preciso dizer que, mesmo com 4,70 m de comprimento e 1.700 kg na balança, sobra pique nas acelerações e retomadas de velocidade, já que o conjunto é bastante forte e esperto na operação: o motor elétrico, por exemplo, sempre ajuda nas acelerações, afinal a bateria de tração (1,5 kWh) nunca fica sem carga. Há uma espécie de reserva de energia própria para momentos de máxima performance, quando o motorista pede desempenho. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Nas provas de aceleração, rondou os 7,8s para ir de 0 a 100 km/h, número próximo ao da ficha técnica e que também variou pouco entre momentos de carga cheia ou vazia. A carga da bateria do GWM Haval H6 HEV2, aliás, é recuperada pelo próprio motor a gasolina, ou recuperando energia em frenagens e desacelerações. É pequena, então recarrega rápido, e nunca fica descarregada. Só é preciso se acostumar com o som do motor a combustão que ainda invade bastante a cabine em algumas situações, como quando ele sobe o giro (isso foi amenizado após a reestilização da linha 2026, mas ainda é um ponto de atenção nos H6 HEV). GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 é econômico e bom de autonomia Um motor flex aqui, um motor elétrico novo acolá, uma bateria de tração atualizada ali, melhorias de gerenciamento de energia…e o GWM Haval H6 HEV2 hoje consegue números bem animadores de consumo e autonomia. Talvez isso explique parte do seu sucesso: anda bem e gasta pouco, bem pouco. Segundo o Inmetro, são 15,8 km/l na cidade com gasolina, e assim ele pode rodar quase 870 km sem reabastecer, levando em consideração o tanque de 55 litros. Com etanol, tem números bem mais tímidos (10,2 km/l e 560 km, também na cidade), só que ainda amplia o leque de possibilidades para o motorista na hora de abastecer. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Na prática? Com o GWM Haval H6 HEV2 2026 avaliado, ainda só a gasolina, foi possível passar dos 18,5 km/l no uso urbano em condições ideais, enquanto as médias na estrada rondaram os 14 km/l. Rodou, em média, os 860 km com cerca de 58 litros de gasolina, ou um pouco mais do que um tanque cheio. Na estrada, aliás, é onde o 1.5 turbo fica mais barulhento debaixo do capô, ainda que a nova transmissão aplicada na linha 2027 tenha vindo para resolver esse ponto, também. Na cidade, roda às mil maravilhas, no modo elétrico inclusive em subidas moderadas ou acelerações pacíficas, e o 1.5 entra em ação mais quieto, em giros baixos, para ajudar a impulsionar o carro e carregar a bateria. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Ao volante do GWM Haval H6 HEV2 Falamos de um SUV chinês, mas com alguns diferenciais bacanas: apesar das suspensões bastante confortáveis e macias, é elogiável o comportamento do GWM Haval H6 HEV2 em curvas rápidas, frenagens fortes e afins, condições que ele mantém máxima segurança, com pouca inclinação da carroceria (algo raro para um utilitário do porte dele) e alta aderência dos pneus coreanos (Hankook), que cantam pouco, e só quando levados ao limite. O conforto também aparece na maciez dos pedais, especialmente o de freio, o que pede um pouco de tempo para se acostumar. E, na direção, apesar da assistência elétrica leve mesmo no modo Sport (ela tem peso regulável), a relação favorece respostas rápidas e justinhas. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Sim, o GWM Haval H6 HEV2 é um carro bom de engenharia, como costuma-se dizer de modelos com calibrações corretas de suspensão, direção e freios. Só sofre, um pouco, com algumas condições de pisos ruins (levando a alguns batuques e barulhos na suspensão), e tem excesso de segurança com seus assistentes de condução (ADAS) um tanto invasivos e assustados. Pelo menos, junto da nova multimídia de 14,6 pol. com tela bonita e operação rápida, veio a opção de memorizar o desligamento de algumas tecnologias dessas. Quem não gosta, pode desligar, e assim vai permanecer. Ainda sem fugir das telas, o painel de instrumentos, também renovado, é bonito como a multimídia, só que limitado nas informações: só mostra uma trip do computador de bordo, por exemplo. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça O capricho do GWM Haval H6 HEV2 também está no acabamento, esmerado e discreto com os novos materiais aplicados desde a linha 2026, ainda que, visualmente, a cabine anterior brilhasse com mais personalidade e esportividade. Seguem, mesmo assim, bancos dianteiros ergonômicos e com ajustes amplos (a altura do motorista, por exemplo, tem curso enorme, atendendo desde quem curte um cockpit baixo, até banco mais alto), ventilação de assento para motorista e copiloto, além de botões físicos de fácil acesso para controles principais de ar-condicionado e luzes, regulagem de altura dos faróis, teto-solar e sua persiana elétrica, entre outros. Seu novo volante já vai por outro caminho: é minimalista ao extremo, com poucas teclas, algumas até com função dupla (confuso). GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Sobra espaço para todos a bordo do GWM Haval H6 HEV2: quem vai na frente fica longe do teto e conta com a separação justa pelo largo console central. Atrás, mais da carroceria alta e larga, chamando a atenção pelo enorme vão para pernas e pés. Um bom trabalho de engenharia, que dá direito a portas grandes, generosa área envidraçada (deixa a condução mais fácil, também) e assoalho plano. Viajam nele cinco adultos sem muitos problemas, mais 560 litros do espaçoso porta-malas com tampa de abertura elétrica. Pena que ele não traz estepe, apenas kit de reparo. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Falando em conteúdo, é de série no GWM Haval H6 HEV2 um enorme pacote ADAS, rodas aro 18 escurecidas, teto-solar panorâmico com cortina elétrica, a tampa do porta-malas elétrica, instrumentação digital (10,2 pol.), multimídia com apps nativos e 14,6 pol., internet a bordo, iluminação ambiente em LED, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno fotocrômico, carregador sem fio de 50W, bancos dianteiros elétricos e com ventilação, retrovisores com rebatimento elétrico, controle eletrônico de descidas (HDC), câmeras 540º, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, modo de reversão automática de manobras, comandos de voz inteligentes, sistema de som com 8 alto-falantes (de qualidade muito superior ao do modelo anterior, antes da reestilização), head-up display, ar digital automático dual zone com saídas traseiras, entre outros luxos. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça GWM Haval H6 HEV2: sucesso merecido? Não, não falamos de um SUV médio híbrido perfeito. Longe disso. Porém, no conjunto da obra, o GWM Haval H6 HEV2 tem uma fórmula das boas: mecânica, motorização, desempenho, consumo, design, equipamentos. E seu preço, nessa versão, só é um pouquinho acima do que é cobrado pelos SUVs compactos mais caros, ou o mesmo de alguns médios tradicionais, mais simples e sem eletrificação (vide Renault Boreal Iconic ou VW Taos Highline, por exemplo). E, se você quiser economizar R$ 26 mil, saiba que ainda existe o Haval H6 HEV One, de R$ 199 mil, que só perde alguns equipamentos supérfluos, sem mexer na receita básica. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça O post Avaliação: GWM Haval H6 HEV2 e os motivos para ele vender tanto apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. 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  17. A Fang Cheng Bao, marca de luxo da BYD, vendida no Brasil como Denza, mostrou mais detalhes do Ti 9, seu novo SUV topo de linha. O modelo será lançado na China nas próximas semanas, mas já impressiona pelo porte e autonomia total. O SUV híbrido tem seis lugares (2+2+2) e terá 5,27 m de comprimento, 1,99 m de largura, 1,85 m ou 1,88 m de altura (a depender da versão) e distância entre os eixos de 3,13 m. O peso bruto total é de 3.495 kg, o que ficaria no limite para a CNH B brasileira antes da atualização promovida esse mês. Fang Cheng Bao Ti 9Divulgação/BYD Visualmente, o SUV tem linhas retilíneas, vincos nas laterais e caixa de rodas quadradas. Na dianteira, uma faixa de LED circula o logotipo da fabricante. As rodas podem ser de 21 ou 22 polegadas. Já o porta-malas tem abertura bipartida, enquanto as lanternas invadem as laterais do carro. Continua após a publicidade Outro item que chama atenção está no interior. Apesar de manter as características típicas dos modelos chineses, o Ti 9 tem uma tela de 30 polegadas, além de painel de instrumentos com tela de LCD e head-up display. O acabamento é refinado e chama atenção pela iluminação interna presente até em volta das saídas de ar-condicionado. <span class="hidden">–</span>BYD/Divulgação Continua após a publicidade O modelo será equipado com um sistema híbrido plug-in que combina um motor 1.5 turbo a gasolina a outros dois propulsores elétricos, um em cada eixo. O motor térmico entrega 154 cv, enquanto os elétricos somam 536 cv. A bateria do sistema elétrico é de 66,5 kWh. Segundo os dados do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT), o SUV pode rodar até 310 km no modo elétrico com uma única recarga. Considerando o uso de gasolina, a autonomia total chega a 2.300 km, praticamente a mesma distância entre São Paulo e Maceió. Continua após a publicidade Fang Cheng Bao Ti 9Divulgação/BYD Vale lembrar que a Denza confirmou a chegada de três carros para o Brasil. Um deles já foi revelado, trata-se do Denza Z, um superesportivo elétrico de 1.604 cv. Resta saber se há alguma chance do Ti 9 aparecer no mercado nacional. Publicidade View the full article
  18. A Volkswagen ID. Buzz Cargo ganhou na Holanda o pacote de personalização Signature Edition, criado para dar visual esportivo à van elétrica. A preparação inclui mudanças na carroceria e na cabine, com novos revestimentos e peças aerodinâmicas, mantendo o conjunto mecânico original. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Por fora, a van recebe divisores dianteiros e spoilers traseiros com acabamento em fibra de carbono, além de saias laterais pretas. A grade dianteira e os emblemas da marca também são escurecidos, enquanto as rodas de liga leve de 20 polegadas completam o conjunto. Adesivos e identificações da Signature Edition reforçam a diferenciação visual. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Na cabine, os bancos ganham revestimento em couro ecológico com detalhes em Dinamica, material semelhante à camurça. O acabamento traz padrão hexagonal e costuras contrastantes, além dos logotipos da edição no painel e nos encostos. As portas recebem as mesmas inserções, e o volante ganha detalhes com aparência de fibra de carbono. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade As mudanças, porém, são exclusivamente estéticas. A ID. Buzz Cargo mantém o motor elétrico original, sem ganhos de potência ou torque, e não recebe alterações na suspensão. Assim, a preparação preserva o desempenho e a capacidade de carga da van. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Na Holanda, o pacote Signature Edition custa 6.495 euros (R$ 36.244 na conversão direta), antes da cobrança do imposto sobre valor agregado (IVA). A instalação dos acessórios é feita localmente, após o registro do veículo, para evitar que as modificações elevem o valor tributável de catálogo. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A novidade segue a tendência de comerciais leves com apelo visual esportivo. Nesse caso, a Volkswagen aposta em peças escurecidas, simulação de fibra de carbono e revestimentos diferenciados para dar visual próprio à van elétrica, sem comprometer a vocação utilitária. Publicidade View the full article
  19. Compact design. Expanded soundstage. Nakamichi NSQ-M153 1.5" Center Surround Speaker Precision engineering meets space-saving design, delivering clear details and a more immersive in-car listening experience. #Nakamichi #CarAudio #CenterSpeaker #carsoundView the full article
  20. Firmware updates bring new Ka Block controls to select R-Series radar detectors and P25 digital decoding to the BCD160DN, BCD260DN, as Uniden prepares for SEMA Press Release (UNEDITED): FLOWER MOUND, TX - Uniden America Corporation announced firmware updates for select R-Series radar detectors and the BCD160DN and BCD260DN scanners, adding new capabilities for current owners...View the full article
  21. Europe sold nearly 600,000 electric vehicles in September, a monthly record and a 39% jump from a year earlier, according to Benchmark Mineral Intelligence. Global EV sales reached 2.15 million. That is down 2% from September 2025 but up 17% from August. North America fell 44% to about 130,000 vehicles. China dropped 18% to 1.11...View the full article
  22. 🔊 QUER APRENDER MAIS SOBRE ALINHAMENTO DE SOM, SMAART E APLICAÇÃO DE POTÊNCIA? 🚀 Entre gratuitamente no nosso grupo do WhatsApp e receba novidades, conteúdos técnicos e informações sobre os treinamentos do EstudoDoAudiO! 👇 CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO GRUPO: https://chat.whatsapp.com/KWalspNxU4b6HJIzOSdhLC --- 🎧 A ENGENHARIA POR TRÁS DO SOM DE UMA GRANDE FESTA ELETRÔNICA! Como planejar, montar, processar e alinhar um sistema de som com mais de 100 caixas acústicas? Neste vídeo, mostro os bastidores de um grande evento de música eletrônica no Rio Grande do Sul, onde fui responsável pela engenharia e pelo alinhamento do sistema de som. Um projeto envolvendo dezenas de subwoofers, PA principal, frontfills e torres de delay, com diversos desafios de montagem, processamento e cobertura sonora. Você vai conhecer detalhes do planejamento técnico, da distribuição dos subwoofers, dos canais de processamento, das angulações do PA e das medições realizadas com o software Smaart. Mais do que simplesmente conseguir pressão sonora, o nosso objetivo é entregar qualidade, equilíbrio tonal, cobertura uniforme e coerência de fase, proporcionando a melhor experiência possível para o público. Aqui no EstudoDoAudiO, acreditamos que um grande sistema de som não depende apenas de equipamentos potentes, mas principalmente de conhecimento técnico e engenharia aplicada! Renan Lopes | EstudoDoAudiO #SomProfissional #AlinhamentoDeSom #Smaart #EngenhariaDeAudio #Subwoofer #SomAoVivo #EstudoDoAudiO #SomEletronicoView the full article
  23. A pintura do carro sofre diariamente com a ação de agentes nocivos como o sol, fezes de aves e a poluição. Com o tempo, ela pode acumular riscos superficiais e ganhar um aspecto opaco e envelhecido. Nesses casos, o polimento ajuda a recuperar parte do acabamento. 1. A pintura perdeu o brilho original O aspecto fosco e sem vida na carroceria é um dos principais indícios de que a pintura está desgastada. Assim, o polimento surge como uma alternativa para corrigir imperfeições e realçar o brilho da carroceria. 2. Remover manchas e arranhões Os riscos, arranhões e manchas superficiais prejudicam a aparência do carro e, caso eles não sejam removidos depois da lavagem comum, é sinal de que a camada de proteção foi afetada. Nesse caso, o polimento contribui para remover essas marcas e prevenir a evolução para danos mais profundos. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade 3. O carro será vendido ou está sendo avaliado Um veículo com pintura bem cuidada transmite a ideia de manutenção em dia, o que impacta positivamente para o anúncio final. Essa estratégia é muito comum para vendedores que desejam um bom preço para a negociação. 4. Manutenção estética A preservação do verniz deve ser prioridade para a estética do veículo. Porém, o procedimento também remove uma pequena quantidade de verniz e, por isso, não deve ser feito sem necessidade. Continua após a publicidade Antes de autorizar o serviço, vale pedir uma avaliação da pintura e entender qual procedimento será feito. Em muitos casos, uma boa lavagem e a aplicação de um produto de proteção são suficientes para a manutenção do acabamento. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Continua após a publicidade Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? Publicidade View the full article
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  25. O homem sabe como fazer a festa! 🔊 O DJ Vinícius Cavalcante assumiu o comando no Insane Sound 2026 e mostrou por que é um dos grandes nomes do eletrofunk. E claro, no espaço Taramps! Quem aí curtiu esse show de perto? #taramps #somautomotivo #barretos #insanesound #eletrofunk #shortsView the full article
  26. O uso frequente em trajetos curtos em modelos modernos exige atenção para evitar desgaste do motor e aumento no consumo de combustívelView the full article
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