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[JonalCarro2]Como o ‘imposto do pecado’ tende a aumentar o preço do carro
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Novo tributo começa a ser cobrado em fevereiro de 2027; modelos a gasolina podem pagar o dobro de carros flexView the full article -
[4r]Imposto Seletivo isenta 12 carros 1.0 e taxa elétricos a partir de 2027; veja tabela completa
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Os preços dos carros, assim como a definição de linha de produtos por parte das montadoras, serão impactados pela reforma tributária, que entrará em vigor a partir de 2027. O Imposto Seletivo (IS), também chamado de “imposto do pecado”, será um dos mais relevantes. Ele será um substituto parcial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e terá o objetivo de desestimular o consumo de bens que prejudicam a saúde ou o meio ambiente, ou seja, no caso dos carros, os mais poluentes. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Na quarta-feira (4), o governo federal publicou a Medida Provisória 1.399/2026, que define as alíquotas do Imposto Seletivo. No entanto, a MP tem que ser aprovada até o final deste ano pelo Congresso para virar lei e ser aplicada em 2027, caso contrário pode se tornar um imbróglio jurídico. “As alíquotas deveriam ter sido definidas respeitando a noventena, 90 dias para o contribuinte se adaptar aos impactos dos tributos… O IS, como é um tributo que ainda será regulamentado de fato e virar lei, ele tem que respeitar a noventena. Se isso não for feito esse ano, tem outro princípio constitucional que é o da anterioridade anual. Isso pode não ocorrer em 2027 e só apenas em 2028”, conforme explica Pedro Poceiro, diretor da Loureiro Poceiro Contabilidade. Continua após a publicidade Quais carros terão alíquota zero? O texto da MP prevê que algumas categorias de veículos terão alíquota zero para o Imposto Seletivo. A lista engloba modelos destinados a pessoas com deficiência, com transtorno do espectro autista e a taxistas. A mudança que mais chamou atenção no texto foi que a alíquota zero vai contemplar os automóveis da lista do programa Carro Sustentável, previsto para ser encerrado este ano, mas que tem um futuro com a regra. Ao todo, são 12 veículos. Todos são equipados com motor 1.0 e câmbio manual. Continua após a publicidade Chevrolet Onix (MT, MT Turbo e Eco); Chevrolet Onix Plus (MT, MT Turbo e Eco); Citroën Basalt (Feel); Citroën C3 (Live Go, Live Plus e Feel Plus); Fiat Argo (Drive 1.0); Fiat Mobi (Like e Trekking); Hyundai HB20 (Comfort 1.0 MT e Limited 1.0 MT); Hyundai HB20S (Comfort 1.0 MT e Limited 1.0 MT); Renault Kardian (Vibe); Renault Kwid (Evolution, Techno e Outsider); Volkswagen Polo (Track, Robust e TSI 1.0 MT); Volkswagen Tera (1.0 MPI). Base no IPI Verde As alíquotas do Imposto Seletivo têm como base as do IPI Verde. “A MP repete a mesma estrutura do IPI Verde, com alíquota base de 6,3 para os automóveis e 3,9 para comerciais leves. Ele tem pontos somados ou subtraídos conforme motorização, combustível, eficiência energética, densidade industrial e itens de segurança”, afirma Felipe Azevedo Maia, sócio fundador do AZM Advogados Associados. Na visão dele, a carga efetiva do IS deve ficar próxima a do IPI. Os melhores carros elétricos até R$ 150.000 para comprar em 2026 Continua após a publicidade Sabendo disso, as montadoras nacionais investiram em opções somente a etanol, por exemplo, caso do Onix e Onix Plus Eco e da VW Saveiro Robust Etanol. Outro movimento observado recentemente partiu da Stellantis, que reduziu a potência do motor T200, que equipa carros da Fiat, Peugeot e Citroën, de 130 cv para 115 cv. Veja abaixo as principais tabelas de alíquotas que serão empregadas no importo seletivo para automóveis de passeio, por potência e por tipo de motorização, de acordo com a MP. Tabela por potência: Continua após a publicidade CV Variação de alíquota (pontos percentuais) <= 74,7 -2,15 <= 89,7 -1,75 <= 97,8 -0,25 <= 115,5 0,0 <= 142,7 +0,75 <= 179,4 +1,5 <= 224,3 +3,0 <= 271,9 +3,5 <= 326,3 +4,0 <= 394,2 +6,25 > 394,2 +6,50 Fonte de tecnologia de propulsão: Critério 1: Fonte de energia e tecnologia de propulsão Variação de alíquota (pontos percentuais) Elétrico -2,0 Híbrido recarregável flex-fuel/etanol -2,0 Híbrido completo flex-fuel/etanol -1,5 Híbrido leve flex-fuel/etanol -1,0 Etanol -0,5 Flex-fuel 0,0 Híbrido recarregável gasolina +2,0 Híbrido completo gasolina +3,0 Híbrido leve gasolina +4,5 Híbrido recarregável diesel +3,0 Híbrido completo diesel +4,0 Híbrido leve diesel +5,5 Gasolina +6,5 Diesel +12,0 Publicidade View the full article -
[4r]GWM Tank 300 flex anda mais e bebe mais sem afetar bons atributos off-road
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Tudo levava a crer que o primeiro carro híbrido plug-in flex do mundo seria o GWM Haval H6, isso por causa do sucesso e da produção nacional do modelo. Porém, a GWM guardou um segredo a sete chaves e surpreendeu ao revelar que o Tank 300 seria o dono do título, mesmo não sendo produzido no Brasil. Para a estreia do modelo no mercado brasileiro, a marca manteve sua configuração única, sem alterações de equipamentos e visual, que custa R$ 342.000. Porém, para reforçar sua visibilidade, promoveu no Tank 300 a estreia da linha Terraforce, por R$ 350.000, como uma série limitada a 300 unidades. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A linha Terraforce foi desenvolvida no Brasil e se baseia em personalizações feitas pelos compradores ao incorporar elementos que deixam o SUV visualmente mais “extremo”. Ela estará presente em outros modelos off-road da marca, como o futuro Tank 400. Continua após a publicidade Quais são as diferenças do GWM Tank 300 Terraforce flex? Uma das exclusividades do Terraforce é a pintura em cinza fosco, a mesma do Haval H9 – deixa a aparência bastante interessante, mas exige mais cuidados. A pintura, chamada de Cinza Zenith, é a única possível para o Tank 300 Terraforce e não está disponível para a configuração comum do jipão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na dianteira, a grade é própria da série limitada, com o nome “Tank” em destaque e a sigla “GWM” em tamanho reduzido, no canto. O acabamento é sempre em preto brilhante. Os faróis seguem full-led com os fachos alto e baixo automáticos, e se mantêm os sensores de estacionamento e a câmera, que compõem o sistema de visão 360°. Continua após a publicidade De lado, há um badge no para-lama que identifica a edição especial. As rodas exclusivas têm desenho off-road com uma borda que simula beadlocks, elementos de segurança que só se vê em carros de fora de estrada extremo, ou rali. No caso do Tank 300 Terraforce, porém, eles são “fake”. Assim como na versão comum, as rodas têm 18 polegadas e pneus 265/60. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Ele passa a ter 1,96 m de altura, ou 6 cm a mais. A “culpada” é a esteira acima do rack de teto, focada em expedições. A prancha suporta até 50 kg com o carro em movimento e 75 kg quando estático. Continua após a publicidade Mas, apesar das modificações estéticas, as principais capacidades do Tank 300 não mudam, como a altura em relação ao solo, de 22,2 cm, a capacidade de imersão, de 70 cm, e os ângulos de ataque, de 32°, e de saída de 33°. O estribo lateral, de importante ajuda para alcançar o veículo, já existia na versão padrão. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Na traseira, a única novidade aparece na proteção do estepe, com o grafismo da série Terraforce. Porém, a traseira guarda um importante detalhe que pode passar despercebido: o logotipo que identifica a motorização híbrida flex. Continua após a publicidade Ele fica posicionado no topo do vidro traseiro e deixa clara a importância da operação brasileira da GWM para a matriz, que batizou a tecnologia de “HyBR-Flex”. As letras “HyBR” fazem referência à palavra “hybrid”, ou “híbrido”, em inglês, mas com destaque para as letras “BR”, em verde e amarelo, em referência ao Brasil. Como é o interior do Tank 300 Terraforce flex? A cabine do SUV tem inspirações declaradas em Mercedes-Benz Classe G e Jeep Wrangler, como o formato vertical, os elementos redondos e a alça à frente do passageiro. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade O acabamento é bom, com mistura de materiais e texturas, e capricho nos encaixes. Há materiais emborrachados no topo do painel e revestimentos de couro Nappa nos bancos e nas portas, mas a porção central do painel mescla plásticos rígidos. Completam as luzes ambiente com diversas opções de cores. Há duas telas de 12,3 polegadas cada. Uma para o quadro de instrumentos, que apresenta boa quantidade de informações, com direito a interface off-road, e outra para a central multimídia, que tem Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de atualização remota (Over-the-Air) e wi-fi para conexão simultânea de até oito dispositivos. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Entre os equipamentos, há carregador de celulares por indução de 50 W com ventilação, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar elétrico, aquecimento do volante, sistema de estacionamento autônomo, seis airbags, ACC, frenagem automática de emergência, alertas de pontos cegos e tráfego cruzado traseiro, e leitura de placas de velocidade. Os bancos dianteiros são elétricos e têm aquecimento, ventilação e massagem. Na versão flex convencional, a ventilação é feita somente nos assentos e há seis modos de massagem. Na série Terraforce, acrescenta-se ventilação nos encostos dos bancos e mais dois modos de massagem. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A lista inclui ainda o Auto Reverse, um sistema que refaz os últimos 50 metros percorridos em marcha reversa (e detecta possíveis novos obstáculos no caminho), além de ACC com adaptação de velocidade em curvas e desvio inteligente de veículos grandes, como caminhões e ônibus, em ultrapassagens. O espaço para os ocupantes do Tank 300 é bom, embora não surpreenda. Pessoas de estatura média viajam com conforto no banco traseiro, que pode acomodar até um ocupante central. A área central do assoalho não é tão pronunciada e o console não invade a área das pernas. Este console, aliás, abriga saídas de ar-condicionado e duas portas USB, ambas do tipo A, o padrão mais antigo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A marca diz que o porta-malas do modelo tem 863 litros de capacidade – visualmente, parece menor, mesmo que seja grande. Mas há um erro de projeto para o nosso mercado: a tampa traseira tem abertura lateral para a direita, ou seja, para o lado da rua, e não para o da calçada, no Brasil. Como anda e qual é o consumo do Tank 300 híbrido flex? A mecânica do Tank 300 HyBR-Flex tem particularidades, algumas que já vinham do modelo original a gasolina. Uma delas é o motor a combustão, que é um quatro cilindros 2.0 turbo, e não 1.5 como se costuma ter em carros chineses (entenda mais sobre isso aqui). Outra é que ele tem um segundo motor, elétrico, que também fica na dianteira. Ou seja, sua tração 4×4 não é elétrica, mas convencional, por cardã. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Juntos, os motores chegam aos 394 cv de potência e 76,4 kgfm de torque combinados. Os números não mudaram com a transformação do motor a gasolina em flex por ter ciclo Miller, mas foi possível observar, nos nossos testes, que o motor trabalha em rotações mais altas com etanol. O câmbio também é diferente de outros híbridos e não é um DHT, por exemplo, mas um câmbio automático de nove marchas. Testamos o modelo com etanol para entender as vantagens e desvantagens da motorização flex. No desempenho, embora não tenha diferenças divulgadas de potência e torque, o Tank 300 foi mais rápido com etanol: levou 6,3 s para ir de 0 a 100 km/h, contra 6,8 s dos testes feitos com gasolina. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No dia a dia, a diferença não é notada, já que o modelo de 2.680 kg surpreende com suas acelerações rápidas a partir da inércia e em ultrapassagens. Porém, o etanol cobra o preço: nos nossos testes, com pouca carga de bateria, o consumo urbano foi de 4,3 km/l – com gasolina, 7,7 km/l. No ciclo rodoviário, mais uma curiosidade do Tank 300: a média foi melhor do que no urbano, ao contrário do que se costuma ver em carros híbridos. Foram 6,1 km/l com etanol, contra 7,2 km/l com gasolina. Ainda assim, vale fazer as contas para o uso individual considerando os preços menores do etanol. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Durante os testes e no dia a dia, com bateria com pouca carga, foi possível notar uma interferência maior do motor elétrico em ciclos rodoviários. Porém, com carga cheia, o consumo será muito menor ou até nulo, já que o motor elétrico tem capacidade de tracionar o veículo em uma boa faixa de velocidade e por até 74 km, segundo o Inmetro. Esta é a autonomia elétrica divulgada pela marca considerando a bateria de 37,1 kWh, grande para um carro híbrido. Ela pode ser recarregada a até 6,6 kW em carga lenta e, até 50 kW, em carga rápida. Também é possível fazer com que o motor flex trabalhe como um gerador para carregar a bateria em uma faixa entre 30 e 80%, mas isso elevará o consumo de combustível. Por fim, o Tank 300 também tem a função V2L, que fornece energia para sistemas e dispositivos eletrônicos externos, como para acampamentos. A energia fornecida é de até 3,3 kW. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A dirigibilidade do Tank 300 não tenta enganar. Ela deixa clara a proposta off-road do modelo, embora ele seja completamente apto ao ambiente urbano. O motorista sente que está em um jipão feito sobre chassi, com conjuntos robustos. A suspensão, dos tipos dupla A na dianteira e eixo de torção na traseira, absorve bem a buraqueira da cidade e os acidentados do fora de estrada, e mostra robustez no funcionamento. Os ocupantes podem sentir alguns solavancos pela estrutura do SUV, que passam longe de incomodar. Por outro lado, recomenda-se cuidado em velocidades mais altas e em curvas mais fechadas, já que há uma tendência de inclinação da carroceria, característica natural deste tipo de veículo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A direção também tem respostas condizentes com a proposta, o peso e a potência do modelo, mas pode ser ajustada em três níveis: leve, conforto ou esportivo. O isolamento acústico do modelo é bom e bloqueia os ruídos mais altos vindos do motor. A prancha da versão Terraforce no teto provoca assovios em velocidades mais altas, mas o tampão do teto solar resolve. Qual é o tipo de tração 4×4 do GWM Tank 300 flex? O GWM Tank 300 é um carro cuja estrutura é de carroceria sobre chassi e a tração 4×4 é do tipo “raiz”, com cardã. Há opções de tração 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida, que permitem nove modos de condução. São eles: Normal (4×2/4×4/4x4L); Neve (4×4); Expert (4×2/4×4); Montanha, Rocha, Lama e Areia, Estrada Acidentada (4x4L). Ele também tem bloqueios eletrônicos dos diferenciais dianteiro e traseiro, e central. 12_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9518 Fernando PiresQuatro Rodas02_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9583 Fernando PiresQuatro Rodas03_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9902 Fernando PiresQuatro Rodas20_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9528 Fernando PiresQuatro Rodas21_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9529 Fernando PiresQuatro Rodas14_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9520 Fernando PiresQuatro Rodas19_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9526 Fernando PiresQuatro Rodas01_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9911 Fernando PiresQuatro Rodas25_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9537 Fernando PiresQuatro Rodas22_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9531 Fernando PiresQuatro Rodas24_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9534 Fernando PiresQuatro Rodas39_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9492 Fernando PiresQuatro Rodas28_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9579 Fernando PiresQuatro Rodas18_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9525 Fernando PiresQuatro Rodas04_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9580 Fernando PiresQuatro Rodas26_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9542 Fernando PiresQuatro Rodas41_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9495 Fernando PiresQuatro Rodas16_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9522 Fernando PiresQuatro Rodas05_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9993 Fernando PiresQuatro Rodas35_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9488 Fernando PiresQuatro Rodas10_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9512 Fernando PiresQuatro Rodas15_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9521 Fernando PiresQuatro Rodas08_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9510 Fernando PiresQuatro Rodas31_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9484 Fernando PiresQuatro Rodas42_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9496 Fernando PiresQuatro Rodas36_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9489 Fernando PiresQuatro Rodas17_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9524 Fernando PiresQuatro Rodas33_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9486 Fernando PiresQuatro Rodas13_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9519 Fernando PiresQuatro Rodas11_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9516 Fernando PiresQuatro Rodas32_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9485 Fernando PiresQuatro Rodas38_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9491 Fernando PiresQuatro Rodas29_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9482 Fernando PiresQuatro Rodas37_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9490 Fernando PiresQuatro Rodas06_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9507 Fernando PiresQuatro Rodas40_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9493 Fernando PiresQuatro Rodas30_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9483 Fernando PiresQuatro Rodas07_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9508 Fernando PiresQuatro Rodas44_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9499 Fernando PiresQuatro Rodas27_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9544 Fernando PiresQuatro Rodas09_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9511 Fernando PiresQuatro Rodas23_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9532 Fernando PiresQuatro Rodas34_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9487 Fernando PiresQuatro Rodas43_TANK300_TERRAFORCE_2FLP9497 Fernando PiresQuatro Rodas O modelo tem equipamentos e interfaces que prometem fazer da tecnologia mais um auxílio em percursos off-road. Um deles é a interface off-road nas telas, que apresenta parâmetros como bússola, inclinômetro, altitude e pressão atmosférica. Há ainda um sistema de câmeras 360° com chassi transparente, piloto automático off-road e o assistente de manobra para curvas fechadas, que ajuda a reduzir o raio de giro em trilhas mais apertadas. O sistema faz isso freando ou travando a roda traseira interna da curva. Veredicto Apesar do consumo sensível ao uso do etanol, o Tank 300 entrega robustez 4×4 genuína, pacote farto de equipamentos e desempenho de sobra em uma roupagem exclusiva na versão Terraforce flex. Ficha Técnica – GWM Tank 300 HyBR-Flex Terraforce Motor: flex, quatro cilindros 2.0 turbo, injeção direta; elétrico dianteiro; potência combinada, 394 cv; torque combinado, 76,4 kgfm Bateria: íons de lítio, 37,1 kWh; potência de recarga, 6,6 kW (AC), 50 kW (DC) Câmbio: automático, nove marchas, tração 4×4 (com reduzida) Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo rígido five-link (tras.) Freios: a disco Pneus: 265/60 R18 Dimensões: comprimento, 4,76 m; largura, 1,93 m; altura, 1,96 m; entre-eixos, 2,75 m; altura em relação ao solo, 22,2 cm; ângulo de ataque, 32°; ângulo de saída, 33°; capacidade de imersão, 70 cm; peso, 2.680 kg; porta-malas, 863 litros; tanque, 70 litros Testes Quatro Rodas – GWM Tank 300 HyBR-Flex Terraforce Aceleração 0 a 100 km/h: 6,3 s 0 a 1.000 m: 27 s / 182,4 km/h Velocidade máxima: 180 km/h (limitada) Retomadas D 40 a 80 km/h: 2,8 s D 60 a 100 km/h: 3,7 s D 80 a 120 km/h: 4,6 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0: 15,5/27,6/62,8 m Consumo Urbano: 4,3 km/l Rodoviário: 6,1 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx.: 40,1/- dBA 80/120 km/h: 59,8/72,2 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h: 96 km/h Rotação do motor a 100 km/h: 2.400 rpm Volante: 2,7 voltas Seu Bolso Preço básico: R$ 350.000 Garantia: 5 anos Publicidade View the full article -
[FullPower]Lexus ES 500e elétrico é R$ 50 mil mais caro que o híbrido; conheça
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower De forma um tanto discreta, o Lexus ES 500e chega ao mercado brasileiro, e aqui falamos de um modelo marcante, afinal é o primeiro sedan 100% elétrico da marca no mundo, e também no mercado nacional. Na realidade, ele fará companhia ao ES 350h, híbrido, que estreou por aqui em agosto. A diferença de preço entre eles é de R$ 50 mil: são R$ 500 mil pelo híbrido e, agora, R$ 550 mil pelo novo elétrico. Leia mais: Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos Lexus ES 500e – Foto: divulgação Lexus ES 500e tem jeitão coupé Essa é a sexta geração dos Lexus ES, o modelo mais vendido da marca pelo mundo. Além do design mais arrojado, cheio de recortes, ângulos retos e formas esportivas, ele estreia nova plataforma modular, que permitiu uma carroceria substancialmente maior: agora, o sedanzão passa dos 5,1 m de comprimento, 1,9 m de largura, e chega aos excelentes 2,95 m de distância entre-eixos. O estilo baixo e esguio prevalece: são apenas 1,56 m de altura, enquanto a traseira tem recortes quase coupé. Ele tem porta-malas maior que o do irmão híbrido, próximo dos 500 litros. Tração integral No Lexus Es 500e, há tração integral permanente, graças a dois motores elétricos, um acoplado a cada eixo: são 227 cv de potência e 27,3 mkgf de torque no dianteiro, enquanto o traseiro é mais modesto, com 98 cv e cerca de 17,5 mkgf. No total, a fabricante japonesa fala em 343 cv de potência combinada, número um tanto modesto para seu preço, ainda mais na época de chineses com motorizações superdimensionadas. Ainda assim, pelos números oficiais, seu tempo de aceleração de 0 a 100 km/h é de 5,5 segundos. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Por aqui, o Lexus ES 500e traz bateria de tração com pouco menos de 75 kWh de capacidade, com composto de íons de lítio, que permite autonomia de 378 km, pelas medições do Inmetro. A recarga, de acordo com a fabricante, é feita em 28 minutos, considerando a recuperação de 70% da energia (entre 10 e 80%), com potência máxima de 150 kW. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Tecnologias no Brasil Gerenciado em tempo real por uma rede avançada de sensores, o sistema de tração integral do Lexus ES 500e distribui a força entre os eixos dianteiro e traseiro em variações contínuas de 100:0 a 0:100, conforme as condições de condução. Além disso, o sedanzão elétrico tem uma função bacana, chamada de Interactive Manual Drive: nela, o Lexus ES 500e pode simular a condução de um modelo a combustão, reproduzindo passagens de marchas (inclusive manuais, feitas por paddle-shifts atrás do volante), sons e outros parâmetros de um sedan a gasolina. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Itens de série De série, há suspensões independentes nas quatro rodas com amortecedores de carga ativa, seletor de modos de condução, amplo pacote ADAS, retrovisor interno com câmera digital, câmeras 360º com visão 3D, rodas aerodinâmicas aro 21, instrumentação digital de 12,3 pol., revestimento interno em camurça, head-up display, iluminação ambiente em LED personalizável, multimídia de 14 pol., volante com aquecimento, sistema de som Mark Levinson, 10 airbags, bancos dianteiros climatizados e com ajustes elétricos, portas com abertura eletrônica por botão, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, entre outros. O interior pode ser preto, branco e caramelo. Lexus ES 500e – Foto: divulgação Garantia de até 10 anos Aqui no mercado nacional, o Lexus ES 500e vem com garantia padrão de 5 anos sem limite de quilometragem, que pode ser aumentada para até 10 anos ou 200 mil km, caso as revisões sejam feitas na rede de concessionárias, e não haja alterações que impliquem na perda da garantia do carro. São 15 concessionárias da marca pelo país. O post Lexus ES 500e elétrico é R$ 50 mil mais caro que o híbrido; conheça apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[JonalCarro2]Campeão mundial de Fórmula 1, Antonelli bate carro de passeio e vira piada da equipe
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Fã de Ayrton Senna, italiano de 20 anos disputa o GP de São Paulo após conquistar o título e viralizar com uma manobra de ré que terminou numa cercaView the full article -
[4r]Range Rover Evoque e Velar sairão de linha globalmente em 2027
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A JLR vai descontinuar globalmente o Evoque e o Velar, modelos de entrada da família Range Rover. Os SUVs sairão de linha até o final de 2027, sem sucessores diretos. A informação foi divulgada pelo site Autocar. Em vez de uma substituição, trata-se de um reposicionamento superior para a submarca. A ideia, a partir de agora, é deixar as linhas Defender e Discovery para atender os consumidores de menor poder aquisitivo. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A JLR quer, como resultado, que a Range Rover gere mais lucro ao concentrar seus esforços em carros mais caros, com margens maiores, em vez de expandir a marca para conquistar mais clientes. Evoque era o chamariz da Land Rover Nos primeiros cinco anos de produção, período entre 2011 e 2016, o Evoque ultrapassou a marca de mais de 520.000 unidades vendidas globalmente. À época, a fábrica de Halewood, na Inglaterra, teve de adotar um regime de produção de 24 horas para dar conta da procura. O Velar, por sua vez, surgiu como uma alternativa maior e mais cara. Range Rover Velar 2026Mauro Balhessa/Quatro Rodas Continua após a publicidade Novo Range Rover GT Para 2027, está previsto o lançamento do Range Rover GT, que vai estrear a plataforma EMOA (Electricified Modular Architecture) e será montado na mesma fábrica onde sai o Evoque atual. Elétrico, este será o modelo mais baixo da história da marca. O novo modelo terá proporções mais próximas às do Range Rover Sport, mas com uma carroceria de teto suavemente inclinado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover A mudança de conceito também aparece no interior. As portas sem moldura dão acesso a uma cabine de desenho minimalista, com menos comandos físicos. Ainda assim, a Land Rover não apostou em um painel dominado por telas: há comandos atrás do volante e alguns botões convencionais espalhados pela cabine. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover As imagens divulgadas mostram o GT com configuração 2+2, na qual os dois bancos traseiros individuais são separados por um console central. O espaço reúne porta-copos, carregadores sem fio, apoio de braço e uma tela sensível ao toque para controlar o ar-condicionado e funções de mídia. Continua após a publicidade Mudanças à vista na JLR também no Brasil Se na Inglaterra as movimentações parecem concretas, no Brasil o futuro da JLR está indefinido. O grupo Chery continua com negociações ativas para ficar com a fábrica de Itatiaia (RJ) da Jaguar Land Rover. Mas ainda nada está cravado. Segundo fontes próximas, os envolvidos sinalizavam que uma resposta sobre um acordo deve ocorrer ainda em 2026 e aguardavam a resolução das eleições brasileiras para um desfecho. A Jaguar Land Rover encerrou a produção do Discovery Sport e Range Rover Evoque na fábrica de Itatiaia (RJ) em junho de 2026. As últimas unidades dos modelos nacionais estão nas concessionárias e deverão durar até o final deste ano. Fábrica da JLR em Itatiaia (RJ)Divulgação/Land Rover Continua após a publicidade Inaugurada há dez anos, a unidade fabril recebeu um aporte inicial superior a R$ 1 bilhão e operava sob o regime SKD, com capacidade instalada para produzir 24.000 veículos por ano. Hoje na ociosidade, os trabalhadores participam de treinamentos de capacitação, reciclagens e atualizações de normas regulamentadoras, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiaia e Porto Real (Sindireal). Eles aguardam qual será o futuro da planta. A fábrica da JLR no sul-fluminense gera 371 empregos diretos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Land Rover Continua após a publicidade Há algumas possibilidades em jogo, inclusive com a coexistência da produção da Jaguar Land Rover no local. A JLR poderia até mesmo contratar a Chery para seguir montando seus carros em Itatiaia. As duas empresas são parceiras de longa data na China, onde é a Chery quem fabrica os carros da Land Rover. Além disso, os novos carros da submarca Freelander estão sendo desenvolvidos em parceria com o conglomerado chinês, que também será responsável pela produção e distribuição global dos novos modelos. Publicidade View the full article -
[4r]Nova geração do GWM Wey 07 vira SUV quadradão para enfrentar o Denza B5
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A GWM apresentou na China a segunda geração do Wey Lanshan, SUV grande que estreia até o fim deste ano como a derivação de luxo do Haval H10. Wey Lanshan é justamente o nome comercial do Wey 07 na China. Desta vez, porém, o SUV adotou linhas mais quadradas – e muito diferentes. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM O modelo de base da Haval estreou no mercado chinês em agosto com preço inicial de 201.800 yuans (R$ 164.770 ao câmbio atual) e acumulou 19.281 unidades entregues apenas entre agosto e setembro. Com o novo Lanshan, o grupo chinês busca atrair o consumidor que deseja o porte do H10, mas exige acabamento superior e recursos dinâmicos de categorias mais caras. Qual é o motor do novo GWM Wey Lanshan? O GWM Wey Lanshan de segunda geração utiliza um conjunto mecânico híbrido plug-in composto por um motor 2.0 turbo a gasolina de 247 cv aliado a dois propulsores elétricos e câmbio DHT de quatro marchas. A potência combinada atinge 696 cv, alimentada por baterias de 53,6 kWh ou 66,6 kWh que garantem autonomia elétrica de 220 km a 270 km no ciclo WLTC. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Continua após a publicidade A adoção do bloco 2.0 turbo representa o principal ganho mecânico em relação ao Haval H10, que utiliza um motor 1.5 a combustão combinado aos propulsores elétricos para entregar 598 cv e bateria de 42,8 kWh (190 km de alcance WLTP). O torque ainda não foi divulgado pela fabricante. Para lidar com o ganho de peso das baterias de até 66,6 kWh — capacidade equivalente à de veículos puramente elétricos de porte médio —, a engenharia equipou o utilitário com suspensão a ar de câmara dupla. O chassi também recebe sistema de esterçamento das rodas traseiras, recurso que promete reduzir o diâmetro de giro em manobras urbanas e aumentar a estabilidade em velocidade. Continua após a publicidade O que muda no visual e nas dimensões do Wey Lanshan ante o Haval H10? <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Para diferenciar o Wey Lanshan do Haval H10, os designers criaram uma dianteira própria com grade cromada de grandes proporções, novos faróis de led, rodas de liga leve de 21 polegadas e molduras cromadas. Na fita métrica, o SUV mede 5,14 m de comprimento na configuração de cinco lugares e chega a 5,30 m na versão de seis assentos, mantendo 3,01 m de entre-eixos. As demais medidas da carroceria monobloco contemplam 2,05 m de largura e 1,96 m de altura, preservando o perfil quadrado do projeto original da Haval. Os designers mantiveram a linha de capô elevada, o teto plano, os para-lamas salientes e a tampa do porta-malas com abertura lateral, que carrega o estepe pendurado na parte externa. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM No pacote de assistência à condução (ADAS), o utilitário incorpora um sensor LiDAR posicionado no topo do para-brisa, que trabalha em conjunto com câmeras instaladas nos para-lamas dianteiros. Os preços oficiais da segunda geração do Wey Lanshan e a lista detalhada de equipamentos de cabine serão confirmados perto do início das vendas na China. Publicidade View the full article -
[FullPower]BYD King 2027 híbrido plug-in está mais barato que Virtus em promoção
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower O BYD King 2027, sedan médio híbrido plug-in (PHEV), entra numa oferta agressiva, que dura até o dia 30 de novembro: na versão GL, o modelo baixa dos R$ 173 mil de tabela cheia para menos de R$ 148 mil, numa condição destinada aos clientes do tipo pessoa física (CPF) ou jurídica (CNPJ). A oferta vale para unidades 2026/2027, em todas as concessionárias da marca no Brasil. Leia mais: BYD Dolphin GT já está no Brasil e pode custar preço de Polo e HB20 BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça BYD King 2027 mais barato que Virtus Por esse valor promocional de R$ 147.990, o BYD King 2027 acaba saindo mais barato que um Virtus Comfortline 1.0 turboflex, que passa dos R$ 152 mil sem cor metálica nem opcionais. Só que, além de maior, o King integra uma categoria superior (sedans médios), entrega melhor acabamento interno, espaço mais generoso na cabine, pacote mais recheado de equipamentos, além da motorização híbrida plug-in, que o Virtus nem sonha. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça Motorização e consumo O BYD King 2027, nessa versão GL, usa motor 1.5 aspirado sob o capô, movido a gasolina, com cerca de 110 cv de potência. Ele trabalha junto de um motor elétrico dianteiro com outros 180 cv, totalizando 209 cv de potência com torque combinado acima dos 32 mkgf. Sua tração é sempre dianteira, e a transmissão é automática dedicada (DHT), que se assemelha a um CVT. Segundo a fabricante, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos, com velocidade máxima de 185 km/h nas melhores condições. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça Como é híbrido plug-in, o BYD King 2027, nessa versão GL, usa bateria de tração com 8,3 kWh de capacidade, que permite autonomia elétrica de 35 km, pelas medições do Inmetro. O alcance combinando combustão e eletricidade ronda os 1.175 km, graças ao tanque de combustível com 48 litros de capacidade. Equipamentos de série BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça De série, essa versão GL do BYD King 2027 traz luxos como rodas de liga-leve aro 17, freios a disco nas quatro rodas, conjunto óptico em LED, sensor crepuscular, painel de instrumentos digital de 8,8”, carregador de celular sem fio, bancos em couro sintético, banco do motorista com ajustes elétricos, piloto automático, freio de mão eletromecânico, função Auto Hold, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e chave presencial com partida por botão. BYD King 2027 – Foto: Lucca Mendonça O pacote ainda inclui 6 airbags, retrovisores externos com rebatimento elétrico e desembaçador, multimídia rotativa de 12,8”, câmera 360º, conexão com chave NFC, GPS online nativo, opção de internet a bordo, comandos de voz (“Olá BYD”), ar digital automático com saídas traseiras e mais. Condições Os BYD King 2027 em promoção não incluem opcionais nem acessórios, são da versão GL, ano 2026/modelo 2027, com garantia de 6 anos ou 200 mil km para uso particular (6 anos ou 100 mil km para profissional) no caso do carro, ou 8 anos/200 mil km para a bateria de tração (uso particular ou profissional). O post BYD King 2027 híbrido plug-in está mais barato que Virtus em promoção apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[JonalCarro2]Hipercarro da BYD bate e fica totalmente destruído ao tentar superar 450 km/h
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Piloto não sofreu ferimentos graves; acidente ocorreu durante preparação do Yangwang U9 Xtreme para superar recordeView the full article -
[JonalCarro2]Honda vai investir mais R$ 3,3 bilhões e ampliar fábrica de motos em Manaus
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Novo aporte até 2030 eleva a capacidade para 2,3 milhões de motos por ano; marca também abriu museu com 37 modelos feitos no BrasilView the full article -
[4r]GMW Ora 5 reduz fila e fica em terceiro entre os elétricos mais vendidos de outubro
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O GWM Ora 5 chegou ao mercado com lote de 2.000 unidades no final de junho. O que a marca aparentemente não esperava era o interesse do público pelo SUV. O modelo apresentou fila de quatro meses e agora começa a aumentar o volume de vendas. No mês de outubro, o Ora 5 foi emplacado 1.598 vezes, bem mais que as 191 vendas de setembro e quase o dobro em relação as 952 de agosto, que era o melhor mês em vendas do SUV. No acumulado do ano, o Ora 5 tem 3.599 vendas, o que fez do modelo o elétrico mais vendido da marca, uma vez que o Ora 03 tem apenas 2.658 unidades. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Para além disso, o resultado de outubro colocou o Ora 5 no pódio dos elétricos. O modelo foi o terceiro mais vendido do segmento, atrás do BYD Dolphin Mini com 8.432 vendas e do BYD Dolphin com 5.273 emplacamentos. A GWM se aproveitou da falta de estoque do Geely EX2, que tem quatro meses de fila de espera. Continua após a publicidade O Ora 5 é vendido em versão única no Brasil por R$ 165.990. O SUV tem um único motor elétrico com 204 cv e 26,5 kgfm de torque. Segundo a GWM, o 0 a 100 km/h é feito em 7,7 segundos. A bateria de 58,3 kWh garante 349 km de autonomia, segundo o Inmetro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Continua após a publicidade O SUV tem na lista de equipamentos itens como: ar-condicionado digital e automático, teto panorâmico, comandos de voz com inteligência artificial capaz de responder a mais de 300 comandos, direção elétrica, seis airbags, faróis full-LED, carregador por indução para smartphones com potência de 50 kW, ventilação dos bancos dianteiros, saída de ar e entrada USB-C para o banco traseiro, câmera com projeção em 540° e abertura elétrica do porta-malas. Por fim, o GWM Ora 5 tem condução semiautônoma nível 2+ com frenagem automático de emergência, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de permanência em faixa com função de centralização, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado dianteiro e traseiro com frenagem automática, leitor de placas e alerta de abertura das portas. Publicidade View the full article -
[FullPower]Harley-Davidson Sprint 440: nova moto de entrada promete fazer 34 km/l com DNA indiano
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Eis a Harley-Davidson Sprint 440, motocicleta de entrada desenvolvida em parceria com a indiana Hero MotoCorp. Equipada com motor monocilíndrico de 440 cc, a novidade entrega 27 cv de potência, promete consumo de até 34 km/l e aposta em dimensões compactas para atrair motociclistas iniciantes e consumidores que procuram uma moto mais simples para o dia a dia. O modelo fará sua estreia pública na EICMA 2026, em Milão, na Itália, entre os dias 5 e 8 de novembro. Os preços ainda não foram divulgados. Leia mais: Honda CG 160 2027 fica mais equipada e passa dos R$ 21 mil; veja novidades Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação A Harley-Davidson Sprint 440 representa uma alternativa às motocicletas maiores e mais caras que tradicionalmente compõem o catálogo da fabricante norte-americana. Sua proposta é oferecer uma porta de entrada para a Harley, combinando elementos visuais característicos da marca com uma mecânica menos complexa e equipamentos modernos. O desenvolvimento foi realizado em conjunto com a Hero MotoCorp, uma das maiores fabricantes de motocicletas da Índia. A parceria permite à Harley-Davidson explorar categorias de menor cilindrada, nas quais preço, facilidade de condução e economia de combustível têm maior importância. E a Harley-Davidson Sprint 440 também vai chegar aos EUA: por lá, a comercialização está prevista para a primavera de 2027, entre março e junho, com montagem final na fábrica de York, na Pensilvânia. A fabricante também prevê a distribuição da Harley-Davidson Sprint 440 em outros mercados, mas ainda não confirmou sua chegada ao Brasil. Harley-Davidson Sprint 440 tem 27 cv Diferentemente das tradicionais Harley equipadas com motores de dois cilindros em V, a Harley-Davidson Sprint 440 utiliza um propulsor monocilíndrico de 440 cc, refrigerado a ar e óleo. O conjunto desenvolve 27 cv de potência a 6.000 rpm e torque máximo de 38 Nm, equivalentes a 3,9 kgfm, a 4.000 rpm. Seu motor possui comando simples no cabeçote, duas válvulas por cilindro e injeção eletrônica de combustível. Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação A taxa de compressão é de 9,65:1, enquanto o diâmetro e o curso do pistão são de 79,6 mm e 88,4 mm, respectivamente. Essa configuração de curso longo favorece a entrega de torque em baixas rotações, característica importante para uma motocicleta destinada tanto ao trânsito urbano quanto a passeios em rodovias. Um contrapeso acionado por engrenagem ajuda a reduzir as vibrações produzidas pelo funcionamento do monocilíndrico. Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação A transmissão é manual de seis marchas, com relações mais longas nas duas últimas velocidades para reduzir as rotações do motor em viagens. A embreagem assistida e deslizante, por sua vez, diminui o esforço necessário para acionar o manete e ajuda a evitar o travamento da roda traseira em reduções bruscas. Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação Segundo a marca, Harley-Davidson a Sprint 440 pode alcançar consumo de até 34 km/l nas melhores condições. Como o tanque é pequeno, com capacidade para apenas 9 litros de combustível, a autonomia teórica chega a aproximadamente 306 km. Vale destacar que esses números são estimativas baseadas nos dados da fabricante e podem variar conforme as condições de utilização. Visual de Harley, mas com dimensões compactas Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação Apesar da cilindrada reduzida, a Harley-Davidson Sprint 440 procura preservar a identidade visual da fabricante. O desenho reúne tanque de combustível com linhas arredondadas, farol circular, para-lama traseiro curto, escapamento de formato cônico e banco com perfil fastback. A posição de pilotagem segue uma proposta cruiser, com assento baixo e conjunto relativamente estreito. A altura do banco, medida com carga, é de apenas 671 mm, característica que facilita o apoio dos pés no chão, especialmente para motociclistas de menor estatura. Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação O peso em ordem de marcha é de 187 kg, valor inferior ao das grandes cruisers da Harley-Davidson, embora não seja particularmente baixo quando comparado ao de outras motocicletas monocilíndricas de menor cilindrada. A fabricante oferecerá três opções de cores: Dark Billiard Gray, Vivid Black e Thunder Teal, equivalentes a cinza-escuro, preto e verde-azulado. Todas recebem grafismos alaranjados no tanque e uma decoração quadriculada, além de um personagem chamado Harley Hare nas tampas laterais. Suspensão invertida, ABS e painel TFT Na parte ciclística, a Harley-Davidson Sprint 440 utiliza suspensão dianteira invertida de 43 mm, com 130 mm de curso. Atrás, há dois amortecedores com reservatórios externos e regulagem de pré-carga em sete posições, oferecendo 76 mm de curso à roda. Suas rodas são de liga leve, com dez raios e medidas diferentes entre os eixos: 19 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira. Os pneus utilizam dimensões 100/90-19 na frente e 150/60 ZR17 atrás. Nos freios, disco dianteiro de 320 mm e pinça de dois pistões, enquanto a traseira utiliza disco de 240 mm e pinça de pistão único. O ABS é equipamento de série. Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação Entre os recursos eletrônicos, a Harley-Davidson Sprint 440 oferece painel digital TFT colorido de 3,5 polegadas, instalado em uma estrutura circular para preservar a aparência clássica. A instrumentação apresenta velocímetro, conta-giros, hodômetro, marcador de percurso e luzes de advertência. A iluminação é inteiramente em LED, enquanto uma tomada USB-C de 5 volts, posicionada acima do farol, permite recarregar dispositivos eletrônicos. Nova Harley-Davidson no Brasil? Harley-Davidson Sprint 440 – Foto: divulgação A Harley-Davidson também preparou uma linha de acessórios para a Sprint 440, incluindo baús laterais, encosto para o passageiro, parabrisa removível, protetor de motor, guidão alternativo e diferentes opções de banco. Entre elas estão o Tallboy, mais alto e distante do guidão, e o Reach, que aproxima o motociclista do guidão em cerca de 2,5 cm. Há ainda o Brawler Solo, destinado a quem prefere uma configuração de banco individual. Por enquanto, portanto, não há confirmação de lançamento, preço ou disponibilidade da Harley-Davidson Sprint 440 no Brasil. Caso seja comercializada por aqui, a novidade poderá representar uma mudança importante no posicionamento da marca, oferecendo uma opção de menor cilindrada para consumidores que hoje encontram na Harley-Davidson um catálogo concentrado em motos maiores e mais caras. O post Harley-Davidson Sprint 440: nova moto de entrada promete fazer 34 km/l com DNA indiano apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[4r]GWM Haval H6 ultrapassa Jeep Compass e é o SUV médio mais vendido do Brasil
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O GWM Haval H6 é o novo líder entre todos os SUVs médios vendidos no Brasil. O modelo já era um sucesso considerando apenas carros híbridos e agora ultrapassou o Jeep Compass no acumulado do ano. Vale lembrar que o rival é líder desde que a atual geração estreou no Brasil em 2017. Em outubro, o Haval H6 foi emplacado em 5.997 oportunidades, o que representou uma queda de 6,78% em relação ao mês de setembro. Já o Jeep Compass teve 3.654 vendas, o que representa queda de 5,51% em relação aos 3.867 do mês de setembro. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Apesar da queda, o resultado foi suficiente para o Haval H6 ultrapassar o rival. Agora, considerando as vendas entre janeiro e outubro, o GWM tem 44.674 vendas, enquanto o Compass tem 43.952 emplacamentos. Vale ressaltar que a Jeep acabou de trocar o ano-modelo do seu SUV, o que fez as vendas caírem de patamares acima das 4.000 unidades por mês. Continua após a publicidade O Toyota Corolla Cross, que poderia ser um rival, teve apenas 2.771 vendas em outubro. No acumulado do ano, o SUV da Toyota tem 31.694 vendas. Vale lembrar que a marca teve problemas na fábrica de Porto Feliz e precisou importar motores para seguir com a produção parcial do SUV e do sedã. Interior está mais refinado e representa a maior e melhor mudança do Haval H6Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Outros modelos que se destacam entre os SUVs médios são o Caoa Chery Tiggo 7, que já acumula 25.618 vendas em 2026, além do Omoda 5 com 21.413 vendas no acumulado do ano. O Jaecoo 7 aparece com 16.585 unidades emplacadas, todos eles acima do Volkswagen Taos, que tem 13.350 vendas. Portanto, o pódio entre os SUVs médios parece decidido para o ano de 2026, resta saber se o Jeep Compass vai se recuperar ou o GWM Haval H6 seguirá como líder. O Haval H6 se tornou flex esse ano e é vendido no Brasil em cinco configurações com preços entre R$ 199.900 e R$ 326.000. O SUV é sempre híbrido, sendo que duas versões são híbridas plenas e as demais são híbridas do tipo plug-in. Continua após a publicidade Publicidade View the full article -
[JonalCarro2]Seis marcas de caminhão que deram adeus ao Brasil — e a que prepara o retorno
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De fabricantes históricas a gigantes internacionais, conheça as marcas que encerraram a produção ou interromperam as vendas de caminhões no País e os motivos por trás dessas decisõesView the full article -
[4r]Kia prepara nova geração da Carnival com direito a versão movida a hidrogênio
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A Kia prepara uma versão inédita da Carnival movida a hidrogênio, com produção prevista para 2029. A novidade foi revelada após o vazamento de um documento confidencial de planejamento industrial da fabricante na Coreia do Sul, que também antecipou os próximos lançamentos da marca até o final da década. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A nova Carnival deverá utilizar um sistema de célula de combustível, tecnologia que transforma o hidrogênio armazenado em tanques em eletricidade para alimentar o motor elétrico. Diferentemente dos veículos elétricos convencionais, que dependem da recarga de baterias, o modelo poderá ser reabastecido em postos específicos para hidrogênio. Kia Carnival 2027Divulgação/Kia Continua após a publicidade Uma das principais vantagens desse sistema é o tempo de abastecimento, que pode ser significativamente menor do que o necessário para recarregar a bateria de um veículo elétrico. A tecnologia também pode ser interessante para veículos maiores, como a Carnival, que precisam transportar vários passageiros e bagagens em viagens longas. Kia também prepara nova geração da Carnival Além da versão movida a hidrogênio, o documento aponta que a Kia pretende lançar uma nova geração da Carnival em 2028, um ano antes da estreia da variante com célula de combustível. Ainda não há informações sobre mudanças no visual, dimensões ou especificações mecânicas da minivan. SORENTO EXFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade A aposta no hidrogênio indica que a fabricante pretende ampliar suas alternativas de eletrificação, sem depender exclusivamente de veículos movidos a bateria. No entanto, a disponibilidade limitada de postos de abastecimento ainda representa um dos principais desafios para a expansão dessa tecnologia. O planejamento vazado também inclui a nova geração do Sorento, prevista para 2028. O SUV deverá receber melhorias na plataforma atual, com foco na eficiência do conjunto híbrido e na adoção de tecnologias mais avançadas de assistência à condução. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Kia Outra novidade será o inédito EV7, SUV elétrico que ficará posicionado entre o EV6 e o EV9. O modelo deverá contar com três fileiras de bancos e capacidade para até sete ocupantes, utilizando uma plataforma dedicada a veículos elétricos. Continua após a publicidade A renovação da picape Tasman também aparece no cronograma da fabricante. Apesar das informações divulgadas, a Kia ainda não confirmou oficialmente os lançamentos previstos no documento, incluindo a Carnival movida a hidrogênio. Publicidade View the full article -
[FullPower]Renault Niagara 2027 começa a ser vendida na Argentina; veja preços e equipamentos
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Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower A Renault Niagara 2027 já está à venda na Argentina, onde chega em quatro versões, com preços entre 45,7 milhões e 59,99 milhões de pesos argentinos, equivalentes a aproximadamente R$ 162 mil e R$ 212 mil, respectivamente. Produzida em Córdoba, a nova picape intermediária será comercializada também no Brasil, onde assumirá o posto de sucessora da Oroch, já retirada de linha. A gama argentina antecipa parte da estratégia que a fabricante francesa poderá adotar por aqui, incluindo configurações com câmbio manual, automático e tração 4×4. Leia mais: Toyota Hilux SRV 2026 4×4 custa menos que Rampage em oferta Por lá, as vendas começaram em 2 de novembro, com as versões evolution+ MT, evolution+ AT, iconic+ e outsider 4×4. Considerando a cotação aproximada de R$ 0,00354 por peso argentino em 4 de novembro, a evolution+ manual custa o equivalente a R$ 162 mil, enquanto a automática sai por R$ 170 mil. A iconic+ corresponde a R$ 187 mil, e a outsider 4×4 chega aos R$ 212 mil. São preços que podem ser semelhantes aos aplicados no mercado brasileiro. A Renault Niagara 2027 utiliza a plataforma modular RGMP, compartilhada com os Renault Kardian e Boreal. Com este último, inclusive, divide boa parte do desenho interno, equipamentos e soluções mecânicas. A diferença é que, enquanto o SUV médio é produzido no Paraná, a picape sai da fábrica de Santa Isabel, na Argentina, de onde será exportada para outros países latino-americanos. Renault Niagara 2027 – Foto: divulgação Renault Niagara terá quatro versões A configuração mais acessível da Renault Niagara 2027 na Argentina é a evolution+ MT, equipada com motor 1.3 turbo, câmbio manual de seis marchas e tração dianteira. Apesar de ocupar a base da gama, oferece rodas de liga leve de 17 polegadas, faróis full-LED, barras longitudinais no teto, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold, painel digital de 7 polegadas e central multimídia de 10,1 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay. O pacote de segurança também é relativamente completo. Inclui seis airbags, câmera de ré, sensores traseiros, controlador de velocidade, assistente de partida em rampas, frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa, reconhecimento de placas de trânsito e monitoramento de fadiga. Há ainda controle de descida e discos de freio ventilados nas quatro rodas. Logo acima aparece a Renault Niagara 2027 na versão evolution+ AT, que substitui a transmissão manual pela automatizada EDC de dupla embreagem banhada a óleo, também com seis velocidades. Ela acrescenta paddle-shifts atrás do volante, rodas de 18 polegadas e piloto automático adaptativo com função Stop & Go, capaz de acompanhar o trânsito até a parada completa. Iconic+ aposta em conforto e tecnologia A Renault Niagara 2027 na versão iconic+ representa um salto no nível de equipamentos. Além dos recursos das versões anteriores, recebe painel digital de 10,2 polegadas, multimídia OpenR de 10,1 polegadas com Google integrado, incluindo Maps, Play Store e Gemini, sistema de inteligência artificial que permite interações por comandos de voz. Renault Niagara 2027 na versão Iconic- Foto: divulgação O acabamento também é mais elaborado, com bancos revestidos em couro sintético, ajustes elétricos para o motorista, ar-condicionado digital automático de duas zonas com saídas traseiras, carregador de celular por indução, iluminação ambiente configurável em 48 cores e console central elevado com compartimento refrigerado. Renault Niagara 2027 na versão Iconic- Foto: divulgação Na segurança, acrescenta monitoramento de pontos cegos, alerta de tráfego cruzado, frenagem automática em marcha à ré, câmera com visão de 360 graus, sensores dianteiros, assistente de saída segura dos ocupantes e estacionamento automático. A iconic+ também recebe tampa rígida para a caçamba, retrovisores com rebatimento elétrico e seis modos de condução: Eco, Comfort, Sport, Terrain, Perso e Smart. Outsider 4×4 será a mais preparada para o fora de estrada Renault Niagara 2027 na versão Outsider- Foto: divulgação No topo da gama argentina está a Renault Niagara 2027 na versão outsider 4×4, que mantém boa parte dos equipamentos da iconic+, mas acrescenta tração integral e modificações voltadas à utilização fora do asfalto. Entre as diferenças estão rodas de 17 polegadas com pneus de uso misto 225/60 R17, santantônio, proteção frontal e detalhes exclusivos na carroceria. Os modos de condução também mudam, passando a incluir Mud, destinado a terrenos com lama, e Lock Off-Road, que distribui o torque igualmente entre os eixos dianteiro e traseiro. Renault Niagara 2027 na versão Outsider- Foto: divulgação A outsider possui altura livre do solo de 233 mm e chega aos 4,94 metros de comprimento. Sua capacidade de carga é de 554 kg, inferior à das demais configurações em razão das diferenças de peso e componentes. A versão manual, por exemplo, transporta até 654 kg, enquanto a evolution+ automática suporta 651 kg e a iconic+, 613 kg. Independentemente da configuração, a caçamba oferece 938 litros de volume, com 710 kg de limite de reboque. Motor 1.3 turbo será flex no Brasil Na Argentina, todas as versões da Renault Niagara 2027 utilizam o conhecido motor 1.3 TCe turbo de quatro cilindros, com injeção direta de combustível. São 156 cv de potência e 270 Nm de torque, equivalentes a aproximadamente 27,5 kgfm. Para o mercado brasileiro, a motorização será flex, com calibração prevista para entregar 156 cv com gasolina e 160 cv com etanol, mantendo torque de 27,5 kgfm. Trata-se de uma configuração próxima à utilizada pelo Boreal, embora o SUV alcance até 163 cv quando abastecido com etanol. A picape poderá combinar o propulsor com câmbio manual de seis marchas ou transmissão EDC de dupla embreagem, também com seis velocidades. Na Argentina, a tração integral fica reservada à outsider, enquanto as outras três versões utilizam tração dianteira. Outra característica importante da Renault Niagara 2027 é a suspensão traseira independente multilink, presente em toda a gama. A dianteira segue o esquema McPherson, solução semelhante à encontrada em concorrentes como Fiat Toro e Ram Rampage. Sucessora da Oroch chega para enfrentar a Fiat Toro Com até 4,94 metros de comprimento, 1,83 metro de largura e entre-eixos de 2,96 metros, a Renault Niagara 2027 disputa uma categoria superior à ocupada pela antiga Oroch. Suas dimensões são próximas às da Fiat Toro, que também oferece caçamba de 938 litros. A nova picape será um dos principais produtos da Renault para a América Latina, especialmente em mercados como Brasil, Argentina e Colômbia. Renault Niagara 2027 – Foto: divulgação No Brasil, a expectativa é de preços iniciais próximos de R$ 160 mil, podendo superar os R$ 210 mil nas versões mais completas com tração integral. Esses valores ainda são estimativas, não preços confirmados pela Renault. A definição da gama brasileira mostrará até que ponto a fabricante pretende repetir a estratégia adotada no país vizinho. O post Renault Niagara 2027 começa a ser vendida na Argentina; veja preços e equipamentos apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article -
[JonalCarro2]Omoda E5 chega a preço de Volkswagen T-Cross; veja o que muda
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SUV elétrico ganha visual renovado e versão de entrada com bateria menor; configuração Prestige oferece mais autonomia e equipamentosView the full article -
[4r]Carros premium: Denza B5 chega ao quinto mês de liderança seguido e pressiona BMW X1
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O Denza B5 segue na liderança, pelo quinto mês consecutivo, do mercado premium, com 577 unidades comercializadas em outubro de 2026. O modelo superou novamente o BMW X1, que obteve 405 emplacamentos no décimo mês do ano. O chinês pressiona o alemão no acumulado do ano e se aproxima para tomar a ponta do ranking de vendas deste mercado. Ao longo de 2026, o Denza B5 somou 3.777 unidades, enquanto o BMW X1 registrou 3.949 unidades. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Como é o Denza B5? <span class="hidden">–</span>Matheus Simanovicius/Quatro Rodas O B5 é um híbrido plug-in, o primeiro modelo da Denza, submarca de luxo da BYD, no Brasil, e tem um alto nível de sofisticação e tecnologia. O B5 é vendido em duas versões: a GL, por R$ 405.000, e a GS, de R$ 449.000. Continua após a publicidade O conjunto híbrido do SUV de luxo é formado por três motores. O 1.5 turbo a gasolina desenvolve 194 cv e 27,8 kgfm. Um dos elétricos fica no eixo dianteiro, com 272 cv e 36,7 kgfm. O terceiro motor, também elétrico, presente no eixo traseiro, rende mais 387 cv e 40,8 kgfm. Combinados, são 687 cv e 77,5 kgfm, credenciais que levam o SUV de 3.055 kg de 0 a 100 km/h em 5,4 s, de acordo com os testes da QUATRO RODAS. Motor 1.5 é menos potente que os elétricosMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Continua após a publicidade Os motores elétricos são alimentados por uma bateria de 31,8 kWh, em ambas versões. A autonomia elétrica, segundo a marca junto ao Inmetro, é de 74 km, mas é possível ultrapassar os 100 km de alcance na vida real, fazendo trajetos curtos por dias sem que uma gota de gasolina seja gasta. Caso a bateria fique baixa e o motor a gasolina seja utilizado, o consumo também não assusta para um carro de quase 700 cv. De acordo com os nossos testes, o modelo chega às médias de 8,5 km/l na cidade e 8,1 km/l na estrada. A recarga da bateria pode ser feita a até 11 kW em AC (lento) ou 100 kW em DC (rápido). Também dá para recarregá-la com o motor 1.5 a gasolina servindo como um gerador, mas isso aumenta o consumo. Este tipo de recarga (via motor a combustão) não é novidade e está presente em quase todos os híbridos plug-in (PHEV). Continua após a publicidade Traseira tem estepe na tampa e engate para reboqueMatheus Simanovicius/Quatro Rodas A tração é 4×4 elétrica, ou seja, conduzida pelos motores elétricos, sem um sistema mecânico tradicional com cardã, por exemplo. Ainda assim, há opções de reduzida e bloqueios dos diferenciais dianteiro e traseiro. Continua após a publicidade Telas preenchem praticamente toda a área frontal do painelMatheus Simanovicius/Quatro Rodas O jipão tem 4,89 m de comprimento, 1,97 m de largura, 1,92 m de altura e 2,80 m de entre-eixos. Seu ângulo de ataque é de 39o e o de saída, de 35º, enquanto a capacidade de imersão chega aos 75 cm. A altura máxima do solo atinge os 31 cm com a suspensão a ar em seu nível mais alto entre os três disponíveis, com variação total de até 14 cm. Continua após a publicidade Quanto custa a bateria de um carro híbrido e quando deve ser trocada? Na aparência, o Denza B5 adere ao formato quadrado que se tornou moda entre os SUVs chineses. Os traços retos e os volumes bem marcados dão maior robustez visual, completados pelo estepe (uma quinta roda) na tampa traseira. As rodas são de 18” de série, com pneus 265/65 R18, ou 20″ para a versão GS, com 275/55 R20. Publicidade View the full article -
MAIS PRECISÃO E CONTROLE NA SUA EQUALIZAÇÃO! 🔊🎚️ O Expert X12 traz ainda mais possibilidades para quem busca o ajuste ideal do seu sistema de som! Com 8 bandas de equalização paramétrica por canal, você tem controle sobre frequência, ganho e fator Q, permitindo ajustes detalhados e personalizados. E tem mais! 🚀 O novo gráfico de equalização apresenta as alterações em tempo real, facilitando a visualização dos ajustes realizados. Além disso, é possível copiar a equalização de um canal para outro, trazendo muito mais agilidade e praticidade durante a configuração! Mais tecnologia, precisão e liberdade para extrair o melhor do seu sistema de áudio! ▶️ Confira no vídeo como funciona essa ferramenta! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #EqualizacaoParametrica #SomAutomotivo #ProcessadorDeAudio #TecnologiaView the full article
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[CE1]A Son, His Father’s Porsche and a Radio That Looks Like It Belongs
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The first Pioneer Heritage Collection install in North America didn't go into a show car. It went into a 1991 Porsche that a father special ordered and his son still drives. Pioneer premiered the retro line at RADwood NorCal on October 24, and CEoutlook was there for the launch. RADwood celebrates cars, trucks and culture...View the full article -
A Small Camera. A Big Difference in Driving Safety. With a 160° ultra-wide viewing angle, AHD 1080P HD output, and IP68 waterproof protection, the Nakamichi NC-A270 helps you see more and reverse with greater confidence. Nakamichi NC-A270 — See More. Drive Safer. #Nakamichi #NCA270 #ReverseCamera #CarSafety #caraccessoriesView the full article
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[CE1]GM Dealer Signups at Center of $220 Million Driver Data Settlement
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General Motors will pay $220 million to settle a lawsuit over driver data, Engadget reports. The attorneys general of 35 U.S. states and the District of Columbia brought the case. The suit centers on GM’s OnStar Smart Driver program. From 2016 through 2024, GM enrolled millions of customers and tracked how they drove, including hard braking, late night driving and speeding. GM then sold that data to data brokers for insurance use. Insurance companies raised premiums for some drivers based on it. Dealers played a big part. GM paid dealerships bonuses to sign up as many customers as possible. In some cases, dealership employees allegedly accepted the program’s terms for customers without their express permission. The attorneys general said GM never told customers their data would be sold for that purpose. Many drivers didn’t know they were in the program at all. The AGs also said GM told more than 370,000 drivers they were not enrolled when they were. GM later unenrolled them, but it didn’t tell them about the mistake and still sold their data. Under the settlement, GM must limit the driving data it collects and protect customers’ personal information. It also faces required internal and external privacy assessments, plus oversight and added training at its dealerships. This isn’t the first fallout for GM. Earlier this year, the Federal Trade Commission banned GM from sharing certain consumer data with third parties for five years. In May, GM reached a separate $12.75 million settlement with California. “This agreement addresses Smart Driver, a product we ended in 2024, and reinforces steps we’ve taken to strengthen our privacy practices,” a GM spokesperson told Engadget. “Safer, more helpful and personalized experiences are enabled by connected vehicle data, and GM is committed to being clear about what information is used, how it’s protected, and the choices customers have about what they share.” CEoutlook covered the Smart Driver data issue when it first came to light. Source: Engadget, Oct. 30, 2026. The post GM Dealer Signups at Center of $220 Million Driver Data Settlement appeared first on ceoutlook.com. View the full article - Yesterday
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[4r]Hyundai HB20 tem melhor resultado em um ano e adia aposentadoria
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O Hyundai HB20 emplacou 9.037 unidades em outubro de 2026, melhor resultado desde outubro de 2025, quando foram vendidas 9.687 unidades. O hatch alcançou a vice-liderança no ranking de vendas geral durante o décimo mês do ano e subiu oito posições. Para se ter uma ideia, no mês passado foram comercializadas 6.314 unidades do modelo. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quando o HB20 vai aposentar? Apesar do bom resultado mensal, o Hyundai HB20 já tem um futuro garantido pelo menos até o lançamento da linha 2028. O hatch compacto, 15 anos em produção no Brasil, não só seguirá após a chegada do i20, como ainda terá pelo menos uma nova versão de entrada mais barata, além de se enquadrar em incentivos do governo federal. A fabricante antecipou a informação no lançamento do Hyundai i20. Ele terá uma nova versão focada em entregar o máximo de equipamentos de série sem abrir mão do custo-benefício. O preço deverá ficar abaixo dos R$ 100.000. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Hyundai Continua após a publicidade Reposicionamento da gama só com motor aspirado O movimento do mercado explica essa nova fase do modelo. Com a chegada do recém-lançado i20, que passa a ocupar a faixa intermediária entre hatches compactos e os SUVs, o HB20 perderá suas versões mais caras, equipadas com o motor 1.0 turbo e, consequentemente, com câmbio manual. Apenas versões com o motor 1.0 aspirado de 80 cv e câmbio manual de cinco marchas permanecerão nas lojas. Essas versões mais baratas representam a esmagadora maioria do volume de emplacamentos do HB20 no Brasil. Aliás, o HB20 ainda vende mais do que o i20, que ainda não engrenou nas vendas. Para se ter uma ideia, em outubro de 2026 foram comercializadas 1.762 unidades do modelo, que lhe rendeu a 44ª posição no ranking de vendas mensal. A lista atual do HB20 já contempla seis airbags, assistente de partida em rampas, controles de tração e estabilidade, além de direção elétrica progressiva. A central multimídia de oito polegadas traz espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Dependendo da versão, o pacote pode adicionar faróis com acendimento automático, retrovisores com ajuste elétrico, partida do motor por botão e câmera de ré, mesmo com o motor mais fraco. Continua após a publicidade Hyundai HB20 Limited PlusFernando Pires/Quatro Rodas Foco nos motoristas de aplicativo Além da nova configuração para o público pessoa física, a operação brasileira quer ampliar o volume gerado por frotistas e profissionais. A primeira ação prática da nova fase do compacto é a sua inclusão na modalidade de vendas diretas para microempresários que trabalham com transporte de passageiros por aplicativo. Continua após a publicidade O HB20 Comfort será o carro-chefe desta ofensiva, acompanhado por versões específicas do i20 e do SUV Creta. A promessa é de condições comerciais bastante agressivas. A garantia de fábrica será mantida em cinco anos sem limite de quilometragem. Hyundai HB20 Limited PlusFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Sai HB20S, entra Bayon A fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) opera com suas linhas compartilhadas entre HB20, o i20 e o Creta na mesma esteira de forma simultânea. A empresa só não garantiu a continuidade do sedã HB20S. Este teve o fim da sua produção confirmada à QUATRO RODAS pelo presidente da Hyundai Motor Brasil, Airton Cousseau, ainda no lançamento do i20. Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? O espaço liberado pelo HB20S será aproveitado também pelo Bayon, novo SUV compacto da Hyundai que estreia em 2027 para ser posicionado abaixo do Creta. Ele é baseado no i20 e seu lançamento faz parte do pacote de investimentos de US$ 1,1 bilhão (R$ 6 bilhões ao câmbio atual) confirmados para a planta até o ano de 2032. Hyundai BayonDivulgação/Hyundai Publicidade View the full article
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