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  1. Hoje
  2. A Cadillac confirma que abrirá a pré-venda no Brasil em meados de setembro, começando a operação nacional com os SUVs elétricos Lyriq e Vistiq. O movimento marca o início oficial das operações comerciais da divisão de topo da General Motors no mercado brasileiro. As entregas aos proprietários têm início previsto para novembro, variando conforme as opções de customização escolhidas e a ordem de confirmação dos pedidos. Para tentar garantir demanda no primeiro momento, a empresa recorrerá a uma lista de interesse criada há mais de um ano, quando os primeiros planos de expansão para a América do Sul foram revelados. Os clientes cadastrados nessa fila de espera terão acesso prioritário às condições da fase inicial. Por enquanto, a Cadillac não revela os preços finais dos carros, o que pode acontecer somente no início efetivo da pré-venda. Também não divulgam quais as versões, motorizações, equipamentos e autonomia dos veículos. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Lyriq será o carro de entrada da marca no segmento elétrico do país. Desenvolvido sobre a plataforma Ultium da General Motors, o utilitário esportivo destaca-se pelas proporções avantajadas, com comprimento superior a 4,90 m, e pelo desenho marcado por conjuntos ópticos verticais na dianteira. O interior aposta em isolamento acústico aprimorado e acabamento artesanal, combinando telas digitais integradas ao painel para centralizar o controle de entretenimento e instrumentos. Continua após a publicidade Posicionado em patamar superior no portfólio, o Vistiq mira em compradores que necessitam de lotação máxima. O modelo traz cabine disposta em três fileiras de assentos para acomodar até sete passageiros, mantendo a tração integral nas quatro rodas gerada por motores elétricos dispostos em ambos os eixos. Além do espaço ampliado, o SUV incorpora um pacote completo de assistências avançadas à condução (ADAS), com frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e controle de cruzeiro adaptativo. Continua após a publicidade A implantação da rede no Brasil não seguirá o modelo tradicional de concessionárias em massa. A fabricante planeja pontos de atendimento dedicados batizados de Centros de Experiência, situados inicialmente em São Paulo, Curitiba e Brasília, cidades que lideram as vendas de carros elétricos no país. O objetivo é concentrar o fluxo de vendas e o suporte de pós-venda em locais focados em serviços personalizados para o público de alto poder aquisitivo. Continua após a publicidade A inauguração da primeira estrutura em São Paulo ocorrerá em novembro, em data próxima à realização do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 no Autódromo de Interlagos. A escolha do período coincide com a estreia institucional da equipe Cadillac na categoria máxima do automobilismo mundial em solo brasileiro. Publicidade View the full article
  3. Rebatizado para não ser confundido com a linha M8, o veículo agora adota a sigla E9 em mercados internacionaisView the full article
  4. Unidades do Jeep Gladiator, Wrangler e Ram 1500 devem passar por inspeções e reparos gratuitosView the full article
  5. Após especulações sobre a crise que permeia o Grupo Volkswagen, o conselho de supervisão da companhia aprovou na quinta-feira (3) por unanimidade o Plano Futuro 2030. Trata-se de uma das maiores reestruturações da história da montadora, que vive uma instabilidade, assim como outras fabricantes, originadas principalmente pela queda das vendas na China e alta das tarifas dos Estados Unidos. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Plano Futuro 2030 define 12 iniciativas que visam fortalecer o Grupo Volkswagen. Segundo a montadora, a diretoria executiva conduzirá em conjunto as medidas necessárias, que serão iniciadas imediatamente, em colaboração com as marcas, subsidiárias e representantes dos funcionários. Corte de empregos A montadora prevê o corte de aproximadamente mais 50.000 trabalhadores, que inclui cargos de gestão. A companhia define as demissões como fundamentais “para atingir os objetivos do programa de transformação e salvaguardar a competitividade do Grupo Volkswagen”. “Diante da intensificação da concorrência global, da mudança na demanda e das transformações tecnológicas na indústria automotiva, um alinhamento consistente da capacidade da força de trabalho com a realidade econômica é essencial”, afirma em nota. Continua após a publicidade Fábrica da VolkswagenDivulgação/Volkswagen Fechamento de fábricas? A companhia, por enquanto, não prevê fechar quatro fábricas na Alemanha, isso ainda está em aberto. A decisão será tomada até o final de junho de 2027. O conselho de supervisão reconhece que a capacidade europeia do Grupo Volkswagen excede atualmente a demanda em mais de 500.000 unidades. “Uma alocação de produção futura competitiva para as fábricas [alemãs] de Emden, Zwickau, Hanôver e Neckarsulm não pode ser garantida de forma escalonada entre 2031 e 2034. Paralelamente, e em complemento a isso, estão sendo avaliadas utilizações alternativas para essas fábricas”, explica a montadora em nota. Continua após a publicidade Redução de portfólio Até 2035, o grupo afirma que “simplificará seu portfólio de modelos em cerca de 50% e reduzirá a complexidade de sua oferta em cerca de 75%” e focar em seus produtos “mais atraentes”. Ou seja, uma gama de produtos mais enxuta e com menos versões. Isso vai resultar em maiores volumes por modelo, custos mais baixos e maiores economias de escala. A medida corrobora com os rumores de descontinuação da marca Seat até 2030, por exemplo. Mudanças na China e EUA Sobre os problemas encontrados nos mercados dos Estados Unidos e China, a VW diz que se concentrará nos segmentos mais rentáveis. “Na China, o grupo está se adaptando às expectativas revisadas de crescimento do mercado automotivo chinês e expandindo suas exportações para o Sul global”, ressalta o grupo. A pré-produção na fábrica da SAIC Volkswagen em Anting, XangaiDivulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Futuro O Grupo Volkswagen planeja manter suas vendas anuais em nove milhões de veículos, o mesmo montante que comercializou no ano fiscal de 2025. Estão previstos € 135 bilhões para investimentos de capital e pesquisa e desenvolvimento no período entre 2027 e 2031. “Este é um forte sinal para o futuro do Grupo Volkswagen. Estamos assumindo a responsabilidade por toda a nossa força de trabalho, pelos nossos parceiros e pelos empregos industriais em todo o mundo. Nos próximos anos, investiremos uma quantia de três dígitos bilionários para tornar nossas marcas icônicas ainda mais atraentes, fortes e competitivas”, afirma Oliver Blume, CEO do Grupo Volkswagen. Publicidade View the full article
  6. Que Fusca forte!🔥 @extreme_auto_center Projeto Ful: @banda_audioparts Processador: @expert.electronics Siga: @illusionduboficial2 #triogoiano #somautomotivo #fuscaView the full article
  7. O Toyota Corolla foi ultrapassado em vendas pelo BYD King no último mês de agosto, embora se mantenha na liderança no acumulado do ano. Os números causaram furor nas redes sociais, com direito a uma provocação da BYD e uma resposta da Toyota, que justifica a queda nas vendas com a transferência da produção do sedã. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Ao serem publicados os números, a BYD publicou em suas redes sociais a reprodução de uma trend recente, dizendo que “o Brasil escolheu um novo rei”. No caso, uma brincadeira que faz relação não apenas com a liderança, mas com a tradução de “King” (“rei”, em português) e o significado de “Corolla”, que tem relação com “coroa”. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Toyota Continua após a publicidade A Toyota respondeu com um post em formato parecido, destacando a frase “O rei está mudando de castelo”. Na legenda, a marca justifica: “O Corolla está com a produção reduzida temporariamente para a transferência da linha de Indaiatuba para Sorocaba”. “Aguardem. Em breve, o rei estará de castelo novo, de volta ao trono e com volume total”, conclui a japonesa. Continua após a publicidade No final de junho, a marca anunciou a produção do último Corolla na unidade de Indaiatuba (SP), que será permanentemente fechada após 28 anos. Toda operação será concentrada em Sorocaba (SP), como forma de reestruturação para otimizar sua manufatura e garantir eficiência nos processos. Último Toyota Corolla fabricado em IndaiatubaReprodução/Instagram Continua após a publicidade Um novo pavilhão foi construído para receber o sedã, abocanhando parte dos investimentos de R$ 11 bilhões prometidos para até 2030 no Brasil. O novo espaço também permitiu um aumento da capacidade de produção de 170.000 unidades para 270.000 unidades por ano – considerando Corolla, Corolla Cross e Yaris Cross. Segundo a marca, o investimento na ampliação da unidade de Sorocaba fazia mais sentido do que a atualização em Indaiatuba que, por ser mais antiga, exigiria uma reformulação completa para receber processos de plataformas modulares mais atuais. Publicidade View the full article
  8. Marca confirma que lote inicial será formado por unidades de Lyriq e Vistiq; entregas começam em novembro e primeiras lojas serão abertas em São Paulo, Curitiba e BrasíliaView the full article
  9. Piloto e especialista automotivo César Urnhani explica as principais diferenças na aceleração, frenagem, regeneração, ruídos e até no desgaste dos pneusView the full article
  10. Apesar de apresentada oficialmente, a Volkswagen Tukan ainda guarda segredos para o seu lançamento em 2027. No entanto, os olhos mais atentos às rodovias do estado de São Paulo são capazes de revelarem parte desses segredos, como a inédita nomenclatura Iron para uma das versões. Agora, nas fotos feitas por QUATRO RODAS, é possível ver outra novidade. Dessa vez avistamos uma unidade com cabine dupla, mas com diversas diferenças em relação à Tukan Extreme revelada em Barretos. Vale ressaltar que o lançamento está previsto para o primeiro trimestre de 2027. <span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas Nas fotos do flagra é possível notar diferenças em acabamentos. Na dianteira, a grade troca o acabamento preto brilhante pelo preto fosco, o mesmo acontece com o nicho do farol de neblina. Por falar na luz adicional, essa configuração não possui o equipamento. Continua após a publicidade Outras mudanças estéticas estão na junção do para-choque com a grade e na parte inferior da peça. Se na versão Extreme essas peças acompanham o acabamento da grade, na configuração flagrada as peças são pintadas para imitar aço acetinado. <span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas Continua após a publicidade Vista de lado, a Tukan mantém as saias laterais integradas às portas, mas a unidade não tinha nome estampado como na Extreme. É possível notar que o santantônio foi mantido, enquanto a pintura do teto segue a cor da carroceria – na Extreme o teto é pintado de preto. O detalhe mais curioso fica para as rodas, que são de aço cobertas por calotas pretas, assim como a concorrente Chevrolet Montana. Os motores da Tukan ainda não foram revelados, no entanto, espera-se que as versões de entrada, como a Robust, usem o conhecido motor 1.6 MSI com 116 cv associado ao câmbio manual da Saveiro. As configurações intermediárias deverão utilizar o motor 1.0 TSI de 116 cv e 16,8 kgfm, acoplado à transmissão automática de oito marchas, como no T-Cross. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Diogo Dias/Quatro Rodas Já a configuração Extreme pode estrear o motor 1.5 eTSI Evo2 flex no Brasil, que estaria associado a um sistema híbrido leve (MHEV) de 48V. A plataforma MQB A0, a mesma do Polo, Nivus e T-Cross, permite a adaptação de motorizações híbridas. O objetivo do sistema MHEV é melhorar o consumo de combustível nos momentos mais críticos do motor a combustão, bem como reduzir a emissão de poluentes. Publicidade View the full article
  11. Após vender quatro modelos, artista bate recorde de desapegos e agora oferta cupê clássico de 1999 com 58 mil km em parceria com loja especializadaView the full article
  12. 1º Ford Ranger Limited V6 3.0 TD – R$ 346.900 Pelo terceiro ano consecutivo, a Ford Ranger Limited domina nesta categoria. Houve tempo, mas nenhuma picape média conseguiu superar seu nível de conforto a bordo e tecnologia. O motor V6 3.0 turbo diesel de 250 cv é casado com um câmbio automático de dez marchas e a tração é integral, e proporciona seis modos de condução. A lista de equipamentos contempla frenagem de emergência, assistente de faixa, central multimídia de 12”, freio a disco nas quatro rodas, câmera de ré e rodas aro 18”. O pacote com rodas aro 20”, câmeras de visão 360º e piloto automático adaptativo eleva seu preço em R$ 26.000. BOLSA DE VALORES Desvalorização -9% Seguro R$ 6.506 Rede 127 Equipamentos ESP, AB7, MUL, S&S, EST, AUT, ADAS PEÇAS Amortecedores dianteiros R$ 1.963 Pastilhas de freio R$ 1.296 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 6.381 Para-choque dianteiro R$ 9.070 Retrovisor esquerdo R$ 2.886 Total R$ 21.596 REVISÕES 16.000 km R$ 1.712 32.000 km R$ 3.235 48.000 km R$ 4.054 Total R$ 9.001 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade 2º Mitsubishi Triton 2.4 Katana – R$ 324.990 Na Triton Katana a câmera de visão 360º e o piloto automático adaptativo são equipamentos de série, assim como as rodas aro 20” escurecidas, a central de 9” e o ar-condicionado bizona. A motorização é a mesma das demais, o 2.4 biturbo a diesel com 204 cv, com câmbio automático de seis marchas e tração 4×4. BOLSA DE VALORES Desvalorização -17% Seguro R$ 8.714 Rede 145 Equipamentos ESP, AB7, MUL, S&S, EST, AUT, ACC, ADAS PEÇAS Amortecedores dianteiros R$ 875 Pastilhas de freio R$ 999 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 6.901 Para-choque dianteiro R$ 5.221 Retrovisor esquerdo R$ 4.710 Total R$ 18.706 REVISÕES 10.000 km R$ 1.789 20.000 km R$ 2.193 30.000 km R$ 2.110 40.000 km R$ 2.574 50.000 km R$ 1.789 60.000 km R$ 2.515 Total R$ 12.970 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade 3º Toyota Hilux SRX Plus – R$ 357.890 As bitolas alargadas, cobertas pelas grandes molduras de caixa de roda identificam esta versão com suspensão reforçada para o off-road e para melhorar sua estabilidade. Tem piloto automático adaptativo, frenagem de emergência e câmeras de visão 360º de série. O motor é o 2.8 turbo diesel de 204 cv, com câmbio automático de seis marchas. BOLSA DE VALORES Desvalorização -9% Seguro R$ 8.192 Rede 300 Equipamentos ESP, AB7, MUL, S&S, EST, AUT, ADAS PEÇAS Amortecedores dianteiros R$ 2.061 Pastilhas de freio R$ 1.310 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 6.370 Para-choque dianteiro R$ 4.733 Retrovisor esquerdo R$ 2.434 Total R$ 16.908 REVISÕES 10.000 km R$ 1.324 20.000 km R$ 1.739 30.000 km R$ 1.739 40.000 km R$ 1.739 50.000 km R$ 1.739 60.000 km R$ 1.739 Total R$ 10.019 Publicidade View the full article
  13. SUV foi desenvolvido pela parceria entre Nissan e Dongfeng e deve chegar ao Brasil com sistema elétrico de autonomia estendidaView the full article
  14. Participação das fabricantes de origem chinesa saltou de 0,5% em 2016 para 21,4% no acumulado até julho de 2026; estudo aponta para mais de 1 milhão de emplacamentos anuais no início da próxima décadaView the full article
  15. Suppliers appear reluctant to pass along higher material costs due to belt tightening by consumers who are saddled with higher gas prices...View the full article
  16. Lew served as the KICKER Global Supply Chain Director since 2006 during his 22 years with the audio manufacturer.View the full article
  17. Curso de competidores EMMA Perú 2026. Agradecemos a quieres confían en éste proyecto que paso a paso se va consolidando, cada vez más entusiastas conocen nuestra propuesta respaldada por más de 40 paises en el mundo. La familia EMMA se va posicionando y vamos por más. EMMA Latinoamerica creciendo.... Porque los grandes hacen equipo con los grandes.... EMMA México 🇲🇽🇵🇪🇪🇸View the full article
  18. Transformada em uma marca própria em 2017, a Polestar hoje vende apenas carros elétricos, posicionando-se acima da Volvo. O portfólio está sendo ampliado aos poucos e, depois de lançar o Polestar 4 em 2024 como uma mistura de cupê com perua, chegou a vez de ganhar uma versão SUV – que também lembra uma perua. O Polestar 4 SUV entra em produção na Coreia do Sul para oferecer o espaço extra que faltava à versão cupê, mirando o concorrido segmento de utilitários executivos. A fabricante sueca redesenhou a traseira, adotando um teto mais reto e uma tampa verticalizada para abrigar até 1.680 litros de bagagem no total. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Polestar Continua após a publicidade A principal evolução está na segunda fileira de bancos, que ganhou 2,5 cm adicionais de espaço para a cabeça. A adoção de um vidro traseiro convencional devolve a visibilidade física ao motorista, deixando o polêmico retrovisor interno por câmeras do cupê apenas como opcional. No teto, barras longitudinais reforçam o caráter utilitário e suportam até 100 kg de carga dinâmica. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Polestar Continua após a publicidade O bagageiro traseiro acomoda 530 litros até a altura dos encostos, ou 655 litros usando o espaço até o teto (um volume superior ao do porta-malas de um Jeep Compass). Com os bancos rebatidos, a capacidade atinge 1.665 litros. A linha utiliza a plataforma SEA e oferece duas opções de motorização elétrica. A versão topo de linha tem tração integral, 544 cv e 70 kgfm, acelerando de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos, com autonomia de 600 km no ciclo WLTP. Já a configuração de motor traseiro entrega 272 cv e 35 kgfm, capaz de rodar 630 km. Ambas dividem a mesma bateria de 100 kWh, que aceita recargas rápidas de até 200 kW em corrente contínua. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Polestar Continua após a publicidade O sistema elétrico conta com função bidirecional (V2L) para fornecer até 3,3 kW em tomadas de 230V. Na prática, o SUV funciona como um gerador de energia para acampamentos ou ferramentas. Outra novidade é a central multimídia integrada ao Google Gemini, substituindo o antigo assistente por uma inteligência artificial que compreende diálogos naturais e planeja rotas em tempo real. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. As primeiras unidades chegam à Europa no quarto trimestre de 2026. A versão de entrada custa 57.900 euros (cerca de R$ 342.000 em conversão direta, valor equivalente ao de um Volvo EX40 no Brasil). A variante de dois motores sai por 65.900 euros (R$ 390.000) e o pacote Performance, que adiciona freios Brembo e rodas aro 22, atinge 76.300 euros (R$ 451.000). Ainda sem confirmação oficial para o Brasil, o utilitário disputará mercado globalmente com o Porsche Macan Electric. Publicidade View the full article
  19. Yesterday
  20. Abre espaço, porque a braba da Carreta Cuiabá Motos está passando pela sua tela! 🔊 E logo participaremos de um evento onde ela também estará presente. Arrisca dizer qual é? Deixa nos comentários! #taramps #evento #projeto #carretacuiabamotos #somautomotivo #shortsView the full article
  21. 1º Mitsubishi Triton 2.4 HPE – R$ 275.990 A Triton HPE se destaca das demais pelo nível de conforto e o desempenho que proporciona em sua faixa de preço. Esta versão tem ar automático de uma zona, sensores de chuva e luminosidade, sensores de estacionamento traseiro, câmera de ré, bancos de couro – sendo o do motorista elétrico – e base de carregamento sem fio para smartphone. Tem a mesma mecânica das demais Triton, um motor 2.4 biturbo a diesel com 204 cv e bastante econômico. Após uma redução de quase R$ 30.000, a versão HPE-S também se enquadraria nesta categoria. Soma ACC, frenagem de emergência, ar bizona e quatro novos modos de condução por R$ 299.990. BOLSA DE VALORES Desvalorização -15% Seguro R$ 5.984 Rede 145 Equipamentos ESP, AB7, MUL, S&S, EST, AUT PEÇAS Amortecedores dianteiros R$ 875 Pastilhas de freio R$ 999 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 2.811 Para-choque dianteiro R$ 3.442 Retrovisor esquerdo R$ 1.418 Total R$ 9.545 REVISÕES 10.000 km R$ 1.789 20.000 km R$ 2.193 30.000 km R$ 2.110 40.000 km R$ 2.574 50.000 km R$ 1.789 60.000 km R$ 2.515 Total R$ 12.970 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade 2º Ford Ranger XLS 2.0 4X4 CD AT – R$ 285.900 A Ranger XLS tem visual mais sóbrio que o da Black, com direito a rodas menores, de aro 17”, e bancos de tecido. No entanto, tem tração 4×4 – que muita gente não usa, mas ajuda na revenda –, agregada ao mesmo conjunto de motor 2.0 turbo de 170 cv e câmbio automático de seis marchas. Não é das mais rápidas, mas tem força e é eficiente. BOLSA DE VALORES Desvalorização -9% Seguro R$ 4.838 Rede 128 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT, ACC, ADAS PEÇAS Amortecedores dianteiros R$ 1.874 Pastilhas de freio R$ 1.094 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 6.381 Para-choque dianteiro R$ 4.080 Retrovisor esquerdo R$ 1.637 Total R$ 15.066 REVISÕES 16.000 km R$ 1.810 32.000 km R$ 1.810 48.000 km R$ 3.051 Total R$ 6.671 <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade 3º Fiat Titano Ranch AWD – R$ 287.490 Versão topo de linha da Titano, a Ranch é bem completa: tem sistemas ADAS com ACC, frenagem de emergência e monitor de pontos cegos, além de câmeras 360º. O novo motor 2.2 turbo diesel de 200 cv e o câmbio automático de oito marchas melhoraram o desempenho e o consumo. Atenção à cesta de peças e à alta desvalorização. BOLSA DE VALORES Desvalorização -20% Seguro R$ 4.873 Rede 537 Equipamentos ESP, AB6, MUL, S&S, EST, AUT, ADAS, ACC PEÇAS Amortecedores dianteiros R$ 1.285 Pastilhas de freio R$ 1.760 Kit de embreagem – Farol esquerdo R$ 7.190 Para-choque dianteiro R$ 6.490 Retrovisor esquerdo R$ 4.465 Total R$ 21.190 REVISÕES 20.000 km R$ 1.868 40.000 km R$ 1.768 60.000 km R$ 1.538 Total R$ 5.174 Publicidade View the full article
  22. Treze anos após o fim da Kombi, a Volkswagen voltará a vender uma van no Brasil. O novo furgão foi confirmado pela divisão Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) e será a principal novidade da marca na Fenatran, feira de veículos comerciais realizada em novembro. O modelo virá importado da China em um primeiro momento, com produção nacional prevista para uma segunda etapa. O utilitário destinado ao mercado brasileiro não é o Crafter fabricado pela Volkswagen na Polônia. O veículo está sendo desenvolvido em parceria com a chinesa SAIC Motor — parceira da VW e fornecedora de plataforma e motorização para a nova Amarok. <span class="hidden">–</span>Nicolas Tavares/Quatro Rodas Continua após a publicidade O furgão será baseado no Maxus Deliver 9. A VWCO reaproveitará a plataforma e parte da estamparia do modelo chinês, mas o utilitário terá estilo próprio desenvolvido pelo time de design brasileiro, além de ajustes mecânicos e de equipamentos voltados às demandas locais. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo a fabricante, o comercial leve terá diferentes configurações no país. A opção exibida é a Cargo, mas a linha Maxus conta globalmente com variantes de passageiros e cabine-chassi, além de múltiplas opções de comprimento. A oferta de motores seguirá caminho semelhante: a VWCO confirma uma opção a combustão e estuda uma versão elétrica, que já roda em testes no Brasil. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Maxus/Divulgação Continua após a publicidade As primeiras entregas ocorrem no início de 2027 com unidades importadas da China. Paralelamente, a VWCO prepara um ciclo de investimentos para nacionalizar o modelo, que passará a ser montado em Resende (RJ) em regime CKD, usando kits e peças importadas. O aporte financeiro contemplará a aquisição de equipamentos e a adaptação da linha de montagem para elevar gradualmente o índice de componentes nacionais. O Maxus europeu antecipa o que esperar do modelo em porte e mecânica. O furgão mede 5,94 m de comprimento, 2,54 m de altura, 2,06 m de largura e 3,76 m de entre-eixos. O compartimento de carga oferece 11,5 m³ de volume útil e capacidade para até 1.215 kg de carga útil. O peso bruto total (PBT) cravado em 3.500 kg é um dos trunfos do modelo, pois permite a condução por motoristas habilitados com CNH categoria B. <span class="hidden">–</span>Maxus/Divulgação Continua após a publicidade No mercado europeu, a van usa motor 2.0 turbodiesel de quatro cilindros com 150 cv e 38,2 kgfm, associado ao câmbio manual de seis marchas e tração dianteira. A configuração elétrica dispõe de motores de 204 cv ou 231 cv, ambos com 31,6 kgfm de torque, alimentados por baterias de 51,5 kWh, 72 kWh ou 88,5 kWh. <span class="hidden">–</span>Maxus/Divulgação Continua após a publicidade A estratégia da fabricante vai além deste furgão. A VWCO pretende estruturar uma linha completa de comerciais leves e rede dedicada ao segmento, iniciando a operação com três concessionárias em São Paulo, além de aproveitar a estrutura das lojas de caminhões e ônibus já existentes. Segundo Roberto Cortes, CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, a entrada na categoria atende ao volume expressivo do setor. Em 2025, o segmento registrou 50.000 unidades comercializadas, o equivalente a 27% das vendas de veículos comerciais no país. O furgão disputará espaço diretamente com Fiat Ducato, Mercedes-Benz Sprinter e Renault Master. Publicidade View the full article
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  24. Qual processador de 4 canais da Taramps combina mais com o seu projeto? 🔊 Deixa nos comentários! #taramps #processadordeaudio #somautomotivo #som #potencia #shortsView the full article
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  26. Os chineses também chegaram aos segmentos de luxo no Brasil e já ocuparam a liderança. O Denza B5, mostrado aqui, já é há três meses consecutivos (junho, julho e agosto), o carro premium mais vendido do mercado brasileiro, à frente dos tradicionais BMW X1 e Volvo XC60. O SUV híbrido plug-in é o primeiro modelo da Denza, a submarca de luxo da BYD, no Brasil, e promete, além de um alto nível de sofisticação e tecnologia, ser tão capaz no off-road quanto um Defender, no qual não esconde se inspirar. E, tudo isso, por menos que um Toyota SW4 (R$ 475.990). O B5 é vendido em duas versões: a GL, por R$ 405.000, e a GS, de R$ 449.000. Testamos a configuração mais cara. Traseira tem estepe na tampa e engate para reboqueMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Continua após a publicidade Na aparência, o Denza B5 adere ao formato quadrado que se tornou moda entre os SUVs chineses. Os traços retos e os volumes bem marcados dão maior robustez visual, completados pelo estepe (uma quinta roda) na tampa traseira e pelas rodas de 20” em preto fosco com pneus 275/55. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Mas o formato do jipão, que tem 4,89 m de comprimento, 1,97 m de largura, suntuosos 1,92 m de altura e 2,80 m de entre-eixos, não é apenas pose. Seu ângulo de ataque é de 39o e o de saída, de 35o – a capacidade de imersão chega aos 75 cm. A altura máxima do solo atinge os 31 cm com a suspensão a ar em seu nível mais alto entre os três disponíveis, com variação total de até 14 cm. Continua após a publicidade Telas preenchem praticamente toda a área frontal do painelMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Os ajustes são feitos automaticamente seguindo os modos de condução ou à escolha do condutor. O nível mais baixo é acionado ao estacionar, para que os ocupantes possam entrar e sair da cabine de forma confortável, com a ajuda ainda do estribo elétrico, que se estende ao abrir as portas. No reboque, o B5 pode levar 750 kg caso o complemento não tenha freios e 2,5 toneladas com freios. Para gerenciar tantas capacidades, o B5 tem 16 modos de condução diferentes, grande parte focada no off-road. São eles: Eco, Comfort, Sport, Sport+, Lama, Neve, Areia, Rocha, Montanha, Climbing (escalada), Crawl, Wading, Creep (lento) e Personalizado. Há também o modo U-Turn, que reduz o raio de giro do SUV, útil para trilhas apertadas. Continua após a publicidade Apoio de cabeça do motorista tem alto-falanteMatheus Simanovicius/Quatro Rodas A tração é 4×4 elétrica, ou seja, conduzida pelos motores elétricos, sem um sistema mecânico tradicional com cardã, por exemplo. Ainda assim, há opções de reduzida e bloqueios dos diferenciais dianteiro e traseiro. O conjunto híbrido do SUV de luxo é formado por três motores, que fazem uma escalada em seus números de potência e torque. O motor 1.5 turbo a gasolina tem os números mais modestos, embora já chamativos 194 cv e 27,8 kgfm. Um dos elétricos fica no eixo dianteiro, com 272 cv e 36,7 kgfm. Continua após a publicidade Por fim, o terceiro motor, também elétrico, no eixo traseiro, rende mais 387 cv e 40,8 kgfm, números que saltam aos olhos e que se fazem necessários para que ele tracione as rodas traseiras no conjunto de tração 4×4. Combinados, são 687 cv e 77,5 kgfm, credenciais que levam o SUV de 3.055 kg de 0 a 100 km/h em apenas 5,4 s, de acordo com os nossos testes. Atrás, há espaço suficiente para trêsMatheus Simanovicius/Quatro Rodas O B5 tem acelerações fortes, com uma notável predominância dos motores elétricos, e permite saídas, ultrapassagens e manobras no trânsito com a agilidade de carros bem menores. Apesar disso, ele não deixa esquecer seu porte pelo peso da direção e pela visão que se tem do alto e o largo capô. A suspensão também mostra que, mesmo com o tempo de aceleração semelhante ao de um Mustang GT, o Denza não nasceu para ser um esportivo. Continua após a publicidade Na prática, ele é um grande SUV de luxo com potência de sobra. Isso porque a suspensão foca no conforto e permite alguns balanços e inclinações em situações como curvas mais fechadas e velocidades mais altas. Mesmo em linha reta, a 120 km/h, por exemplo, há um leve balanço lateral. Nada que inspire instabilidade, mas com claros sinais de que é preciso respeitar alguns limites. Porta-malas de 470 litros parece pequenoMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Esse ajuste, porém, é ideal para trajetos urbanos. O B5 vence sem nenhuma dificuldade trechos de asfalto acidentado, lombadas, valetas e outras imperfeições, com boas absorções. A suspensão trabalha com robustez, e com um silêncio e uma suavidade dignos de carros de alto luxo – em termos clichês, o SUV parece rodar sobre tapetes. Os motores elétricos são alimentados por uma grande bateria de 31,8 kWh. A autonomia elétrica, segundo a marca junto ao Inmetro, é de 74 km, mas é possível ultrapassar os 100 km de alcance na vida real, fazendo trajetos curtos por dias sem que uma gota de gasolina seja gasta. Caso a bateria fique baixa e o motor a gasolina seja utilizado, o consumo também não assusta para um carro de quase 700 cv. De acordo com os nossos testes, o modelo chega às médias de 8,5 km/l na cidade e 8,1 km/l na estrada. Motor 1.5 é menos potente que os elétricosMatheus Simanovicius/Quatro Rodas A recarga da bateria pode ser feita a até 11 kW em AC (lento) ou 100 kW em DC (rápido). Também dá para recarregá-la com o motor 1.5 a gasolina servindo como um gerador, mas isso aumenta o consumo. Este tipo de recarga (via motor a combustão) não é novidade e está presente em quase todos os híbridos plug-in (PHEV). Porém, diferente dos demais, que só a permitem com o veículo em movimento, no Denza B5 também é possível fazê-la com o carro estacionado. Basta selecionar o nível de carga desejado, estacionar e trancar o SUV. Ele desligará sozinho assim que a recarga for concluída. Por segurança, a Denza alerta que a função só deve ser utilizada em estacionamentos abertos, evitando o acúmulo de monóxido de carbono. Comandos têm estilo off-road, mas o acabamento é de carro de luxo. Botão vermelho não é do pisca-alerta, é para ligar e desligar o motorMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Compartimento de -6 °C a 50 °C O interior do Denza B5 segue a mescla de um carro de luxo com vocação off-road. O painel tem elementos grandes e quadrados, com ares de robustez, mas sem exageros e sempre feitos ou revestidos por materiais de alta qualidade. Painel, painéis de porta e consoles usam materiais emborrachados e têm porções com revestimentos sintéticos. Mesmo onde há o uso de plásticos rígidos, se vê qualidade. As luzes ambiente são discretas, os toques dos botões são suaves e mesmo as superfícies dos carregadores de indução para celulares (dois de 50 W) têm uma espécie de camurça. Os bancos são confortáveis e têm aquecimento e ventilação, exceto para o ocupante central traseiro. Só os dianteiros têm massagem e ajustes elétricos, com memórias. Há um compartimento no console central com aquecimento, entre 35 oC e 50 oC, e refrigeração, de -6 oC a 6 oC. Console central tem dois carregadores de celular por indução de 50 W, com direito a ventilação (para não superaquecer) e revestimento de camurçaMatheus Simanovicius/Quatro Rodas O Denza B5 oferece três telas: uma de 12,3” para o quadro de instrumentos, com alta qualidade de imagem e boa quantidade de informações; uma de 15,6” para a central multimídia, com sistema eficiente e Android Auto e Apple CarPlay sem fio; e outra de 12,3” à frente do passageiro, com diversos canais de entretenimento, como YouTube (cuja exibição só é feita com o veículo parado, seguindo as leis brasileiras de trânsito). Um head-up display fecha o pacote de visualizações, mas não encerra a multimídia. Isso porque o sistema de som premium da marca francesa Devialet, com 18 alto-falantes e 800 W, dá um show em qualidade sonora. Um dos alto-falantes, a propósito, fica dentro do encosto de cabeça do motorista. Isso faz com que ele fique imerso na música e possa receber alertas, como de GPS, diretamente aos ouvidos, sem que ninguém mais os ouça. Compartimento central pode ser aquecido de 35 a 50 °C ou refrigerado de -6 a 6 °C, mas também pode ser utilizado apenas como um porta-objetos convencionalMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Outros itens de série do Denza B5 incluem teto solar panorâmico com abertura, chave NFC (Near Field Communication, por cartão ou smartphone), câmeras 360o, faróis full-led com facho alto automático (mas que ficam devendo iluminação Matrix), ar digital bizona, volante com aquecimento, retrovisor interno digital, ACC, leitura de placas de velocidade, alertas de pontos cegos, frenagem automática de emergência, alertas de tráfegos cruzados dianteiro e traseiro, sistemas de permanência e centralização em faixa, entre outros. Quando o assunto é espaço, mais surpresas. O B5 leva com conforto três pessoas no banco traseiro, com portas USB e saídas de ar à disposição – embora, vale lembrar, o assento central não tenha ventilação e aquecimento. Há espaço de sobra para pernas e cabeça, além das laterais, e diferentes inclinações para o encosto. No porta-malas, são 470 litros. A porta é pesada e não tem auxílio elétrico, embora a ajuda do amortecedor hidráulico faça diferença. Para fechar, há sistema de sucção – que fica faltando para as demais portas. Quem vai atrás tem saídas de ar-condicionado, além de ventilação e aquecimento nos bancos das extremidades; massagem, só para os ocupantes da dianteiraMatheus Simanovicius/Quatro Rodas Veredicto O Denza B5 nasce pronto para encarar alemães e britânicos, mas custando menos e entregando mais. Seu pacote de luxo, tecnologia, desempenho e capacidades off-road escancaram o poder dos chineses. Ficha Técnica Motor: diant., 4 cil., turbo, 1.5, injeção direta, gasolina, 194 cv, 27,8 kgfm; elétricos (dois): diant., 272 cv, 36,7 kgfm; tras., 387 cv, 40,8 kgfm; combinados, 687 cv, 77,5 kgfm Câmbio: aut., 1 marcha, tração 4×4 Bateria: íons de lítio (LFP), 31,8 kWh; recarga máx., 11 kW (AC), 100 kW (DC) Direção: elétrica Suspensão: duplo A (diant. e tras.) Freios: disco ventilado Pneus: 275/55 R20 Dimensões: compr., 488,8 cm; larg., 197 cm; alt., 192 cm; entre-eixos, 280 cm; porta-malas, 470 litros; tanque de combustível, 82 litros, peso, 3.055 kg Teste Quatro Rodas Aceleração 0 a 100 km/h 5,4 s 0 a 1.000 m 25,6 s / 185,5 km/h Velocidade máxima n/d Retomadas D 40 a 80 km/h 2,5 s D 60 a 100 km/h 3,5 s D 80 a 120 km/h 4,5 s Frenagens 60/80/120 km/h a 0 13,6/24,7/57 m Consumo Urbano 8,5 km/l Rodoviário 8,1 km/l Ruído interno Neutro/RPM máx. – / – dBA 80/120 km/h 57,6 / 66,4 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 97 km/h Rotação do motor a 100 km/h – Volante 3 voltas SEU Bolso Preço básico R$ 449.000 Garantia 6 anos Assistência ao condutor <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas Farol alto automático Sensor de estacionamento Piloto automático adaptativo Prevenção de saída de faixa Frenagem autônoma Alerta de saída de faixa Alerta de ponto cego Câmera 360º Ergonomia <span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas A: 161 cm (diant.) / 159 cm (tras.) B: 100,5 cm (diant.) / 99 cm (tras.) C: 100 cm (diant.) / 102 cm (tras.) Publicidade View the full article
  27. Projeto Saga, vindouro SUV híbrido nacional, terá diferenças ante o T-Roc europeu; lançamento está previsto para 2027View the full article
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