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  2. O Chevrolet Sonic 2027 será lançado apenas na primeira semana de maio, mas já apareceu por completo. Mas uma novidade do novo SUV compacto havia passado batido e tem a ver com seus itens de segurança. RelacionadasSegredoChevrolet Sonic 2027 sem camuflagem mostra como quer se afirmar como SUV12 abr 2026 - 12h04SegredoChevrolet Sonic 2027: veja o que é novo e o que é reaproveitado de Onix e Tracker8 abr 2026 - 13h04NotíciasChevrolet Onix Activ 2027 retorna com suspensão elevada como rival de Pulse e Tera13 mar 2026 - 13h03 Embora seja a combinação do monobloco do Onix com uma suspensão que o eleva quase à mesma altura do solo de um Tracker, o novo Sonic ainda terá exclusividades entre os sistemas ADAS que os irmãos não têm. <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Além de câmera com campo de visão 40% maior para detectar pedestres, ciclistas e veículos, para a frenagem automática de emergência (em baixa velocidade), o novo modelo ainda terá o alerta de colisão frontal com luzes indicadoras. Há um conjunto de leds vermelhos no topo do painel, à altura do campo de visão do motorista (onde ficaria o head-up display), que piscarão caso haja risco de colisão ou atropelamento. Trata-se do mesmo sistema que surgiu nos Cruze e Equinox e hoje também é visto na S10 e no Trailblazer. Alerta de colisão frontal do Chevrolet CruzeReprodução/Internet Continua após a publicidade O conjunto de luzes é a única novidade do painel, que é o mesmo usado no Onix. Como os hatch e sedã, o Sonic terá quadro de instrumentos digital de 8” e central multimídia de 11” quase integrados entre si, ar-condicionado digital e base de carregamento sem fio, mas que continua sem saídas de ar-condicionado traseiras. <span class="hidden">–</span>Fábio Black/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Fábio Black/Quatro Rodas Continua após a publicidade O Chevrolet Sonic ainda poderá ter alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado dianteiro/traseiro e alerta de abertura de porta. Estes equipamentos tendem a ser de série nas duas versões do modelo, afinal, as versões Premier e RS terão diferenças essencialmente estéticas. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A Chevrolet não pensa pequeno. Quer posicionar o novo Onix Activ contra Fiat Pulse, Renault Kardian e VW Tera, enquanto o Sonic comprará briga com Fiat Fastback e VW Nivus. Também não será uma disputa fácil. Os dois novos aventureiros da GM terão apenas um conjunto mecânico: o três-cilindros 1.0 turbo de 115 cv, possivelmente na mesma versão do Tracker, com injeção direta e 18,9 kgfm – no Onix, o torque é de 16,8 kgfm por causa da injeção indireta, convencional. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Henrique Rodriguez/Quatro Rodas O câmbio será sempre automático de seis marchas. Todos os concorrentes são pelo menos 10 cv mais potentes e ainda têm um pouco mais de torque. A intenção é posicionar o novo Sonic acima do Onix, especificamente do Onix Activ que será lançado dentro de pouco tempo, e abaixo do Tracker, numa faixa de preço estreita, entre R$ 120.000 e R$ 150.000. Por isso, serão apenas duas versões: Premier e RS. Será, também, uma forma de compensar a queda nas vendas das versões mais caras do Onix. Publicidade View the full article
  3. Aplicação de potência tem sido o assunto da semana… mas a verdade é que esse tema já está na mesa faz tempo. Só que agora chegou num ponto que incomodou todo mundo. E quando incomoda todo mundo, é porque já passou da hora de mudar. Quem concorda comigo? 👇🔥 #somautomotivo #somautomotivonaoecrime #somautomotivobrasil #somdemalaView the full article
  4. Listamos modelos que oferecem espaço interno generoso e capacidade de carga suficiente para levar a bagagem de toda a famíliaView the full article
  5. Alta nas fiscalizações e nas multas em São Paulo expõe erro comum de condutores que acreditam estarem aptos a dirigir após beberView the full article
  6. 💣VAI ROLAR O SALDÃO MAIS INSANO DA TOP’S 💣 Descontos de até 70% OFF em produtos selecionados. Já deixa aí anotado! 🗓️ 09/05 - SÁBADO 🚨Estoque limitado Vocês estão preparados?View the full article
  7. Deixar um Nissan GT-R ou mesmo um Fairlady Z mais agressivos é a especialidade da oficina da Nismo, em Yokohama, no Japão. QUATRO RODAS visitou e conversou com funcionários do local. A divisão esportiva da Nissan não apenas desenvolve carros para competição, mas também projeta e comercializa peças e kits de performance, faz manutenção e preparação de automóveis e motores. A empresa também pode fazer a conversão de veículos de serviço e restauração de automóveis antigos. Sede da Nissan Nismo em Yokohama, JapãoMauro Balhessa/Quatro Rodas Customização Para estilizar ou restaurar esportivos como o Godzilla, por exemplo, a fila de espera é de, em média, três anos. Depois de receber autorização para deixar o carro no centro, o proprietário ainda tem que esperar entre seis e nove meses para o carro ficar pronto, a depender do serviço. Um Nissan GT-R que será customizado na sede da Nismo em Yokohama, JapãoMauro Balhessa/Quatro Rodas Continua após a publicidade As customizações são realizadas artesanalmente e custam, em média, US$ 250 mil – R$ 1,25 milhão, em conversão direta. Destaque para a personalização com foco em aerodinâmica, suspensão e motor. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Metade dos clientes que mandam customizar um carro são do Japão, enquanto a outra metade são do resto do mundo, com forte influência de entusiastas do Oriente Médio. Oficialmente, o local nunca recebeu um esportivo do Brasil. Continua após a publicidade Sede da Nissan Nismo em Yokohama, JapãoMauro Balhessa/Quatro Rodas Na mesma planta da Nismo, há escritórios e uma fábrica. O local abriga 150 funcionários, entre engenheiros, designers e profissionais de desenvolvimento de negócios. A divisão, fundada há mais de 40 anos, está conectada diretamente ao desenvolvimento de carros da Nissan e oferece informações de tecnologias utilizadas nas pistas de competição para o time que projeta os carros de produção. Sede da Nissan Nismo em Yokohama, JapãoMauro Balhessa/Quatro Rodas Continua após a publicidade Comando de válvulas até no banheiro O showroom do centro da Nismo funciona como um museu. Há carros de corrida, além de modelos de opções de rua estilizados pela Nismo, tais como o SUV X-Trail e o hatch Aura. Isso, sem contar os troféus, capacetes, motores e um modelo de Fórmula E da Nissan em exposição. Até aquela passadinha no banheiro antes de ir embora reserva surpresas: a decoração é feita com comandos de válvulas. As mesmas peças também chegam a ser usadas como maçanetas das portas do local. Sede da Nissan Nismo em Yokohama, JapãoMauro Balhessa/Quatro Rodas Publicidade View the full article
  8. Manuais Softwares técnicos e Elétricos Automotivos, Oficinas Mecânicas, Auto Elétricas, Concessionárias de Veículos, Retíficas Simplo com Oscilograma 2023/24 Doutor IE V2.0 Dicatec 4.4.2 com Osciloscopio Plataforma Mecânica 2021 com Oscilóscopio Tecnocar 2021.6 centrais ecu airbag paineis Delphi ALPHA CALCULADORA OFFLINE VERSÃO 1.0.20 GM ECU FLASHER Autocom Delphi 2021.11 AutoChips GM 1.87 Spcmax Mx17 Com Osciloscopio e Voltimetro P/ Scanner Delphi Enciclopédia Remofer 2024 Tachosoft Calculadora De Km Painel Digital CICLO ENGENHARIA - DIAGWEB DIAGBOX 9.150 Simplo Máquinas Pesadas Simplo Celular Scania Sdp3 + SCANIA XCOM 2.54 John Deere Service Advisor 5.3 VOLVO PREMIUM Tech Tool 2.8 + VOLVO ECU 2.3 + VOLVO PROSIS + VOLVO IMPACT CAT ET Caterpillar Software De Diagnóstico CAT SIS Sistema de Gestão Para Oficina Mecânica Ordem de servicos (Oficinas) Mega Pacote de esquemas Automotivos para celular
  9. O Brasil dá o primeiro passo na reciclagem de baterias. A Tupy, multinacional brasileira do ramo da metalurgia, está inaugurando uma planta-piloto focada em reciclar diferentes tipos de baterias, o que inclui as de carros elétricos e híbridos. Localizada no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da USP, em São Paulo, a planta-piloto tem capacidade de reciclar até 400 toneladas de baterias por ano. A unidade funciona como um laboratório em nível industrial. O objetivo é realizar testes para entender a viabilidade dos processos em fábricas maiores. A meta é aumentar a capacidade de reciclagem até 2028, com a entrega de um projeto para 10.000 toneladas anuais. Baterias de todos os tipos, incluindo de veículos eletrificados, são doadas por diferentes empresasJoão Vitor Ferreira/Quatro Rodas “Estamos construindo uma base tecnológica sólida para a economia circular no Brasil. A planta-piloto é um passo estratégico que reafirma a consolidação da Tupy como referência em soluções sustentáveis e inovadoras para a indústria”, destaca André Ferrarese, diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da Tupy. O projeto instalado no IPT recebeu investimentos de R$ 45 milhões até o momento, divididos entre aportes da Tupy e de parceiros estratégicos. Como se recicla uma bateria? O projeto da Tupy trabalha com baterias feitas com os chamados “minérios críticos” (lítio, cobalto, manganês e níquel), como as LFP (lítio-ferro-fosfato) e NMC (níquel-manganês-cobalto), comumente usadas em veículos eletrificados. Além delas, baterias de celulares, equipamentos eletrônicos e sistemas estacionários de armazenamento de energia também são recicladas no processo. Continua após a publicidade Nessa pequena sala as baterias são descarregadas e desmontadas antes de irem para o moedorJoão Vitor Ferreira/Quatro Rodas As baterias chegam por meio de doações de empresas, como montadoras e marcas do setor de eletrônicos. O primeiro passo é o descarregamento total, chamado popularmente de “matar” a bateria. O processo ocorre em três níveis. Para “matar” a bateria, primeiro ela passa por um descarregamento. Depois, começa a ser desmontada, separando todos os módulos, que passam por mais um descarregamento. Então, cada módulo é desmontado, separando célula por célula, que são descarregadas individualmente. Baterias são moídas no triturador (ao fundo) e começam o processo de separação de materiais para extrair a “black mass”João Vitor Ferreira/Quatro Rodas Continua após a publicidade Sem riscos de choques elétricos, todo o material segue para um triturador, para depois começar o primeiro processo de separação das baterias. Por meio de peneiração e aplicação de solventes, separam-se plástico, ferro, alumínio e outros materiais presentes nas baterias, até sobrar a “black mass” (massa preta, em tradução livre). Peneira usada para a separação dos resíduosJoão Vitor Ferreira/Quatro Rodas Ferro alumínio e plástico separados após o processo de separaçãoJoão Vitor Ferreira/Quatro Rodas A black mass é um pó preto, onde os minérios críticos estão misturados com grafite. Alguns centros de reciclagem de baterias existentes no mundo param por aí, uma vez que a black mass é vendida por aproximadamente 500 dólares a tonelada. Mas é possível ir além. Continua após a publicidade A black mass é esse pó preto, uma mistura de minérios críticos com grafiteJoão Vitor Ferreira/Quatro Rodas Na planta-piloto da Tupy, a black mass produzida segue para um processo de hidrometalurgia, que é a separação dos minerais críticos em soluções líquidas. Diferentes tanques são responsáveis por separar cada um dos materiais e, ao final do processo, lítio, manganês, cobalto, níquel e grafite estão devidamente separados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O Brasil poderá fabricar novas baterias? A partir daqui, a Tupy analisa as possibilidades do que fazer com os minérios críticos. No mercado, eles podem ser vendidos por valores acima de 3.000 dólares a tonelada. Há também a possibilidade de utilizá-los para a fabricação de novas baterias. Continua após a publicidade Para isso, os minérios precisam passar por um processo de purificação, para atingir a pureza “grau bateria” de 99,9%. A vantagem é que é mais fácil fazer isso com os minérios reciclados do que com os extraídos por mineradoras. O black mass passa por um processo de hidrometalurgia onde todos os seus componentes são extraídos com grau de pureza acima de 90%João Vitor Ferreira/Quatro Rodas Na reciclagem feita pela Tupy, todos os componentes são extraídos com grau acima de 90% de pureza. É um número variável, que depende muito, especialmente, da condição em que as baterias chegam à empresa. Nas mineradoras, eles são extraídos com cerca de 60% a 70% de pureza. <span class="hidden">–</span>Tupy/Divulgação Continua após a publicidade Apesar de a planta-piloto não realizar esse processo, Luciana Gobo, coordenadora do projeto, explica o que precisa ser feito para que os minérios sejam usados na produção de novas baterias. “Depois da purificação, é feito o ‘slurry’: é como se fosse uma tinta que cobre os cátodos e mistura todos os materiais.” Lítio (branco), manganês (preto), cobalto (rosa) e níquel (verde) separados após o processo de hidrometalurgiaJoão Vitor Ferreira/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>João Vitor Ferreira/Quatro Rodas A coordenadora também explica que, na indústria, esses processos são fragmentados. Uma empresa recicla, outra compra os minérios e faz o slurry, que é vendido para quem produzirá as células e montará a bateria. Por enquanto, a Tupy estuda técnicas de purificação em laboratório, que posteriormente podem ser testadas em nível industrial na planta-piloto. Para a empresa, os estudos representam um passo importante para desenvolver a indústria nacional e reduzir a dependência de importações e, principalmente, da mineração. Publicidade View the full article
  10. Visitamos a sede da Nismo, divisão de performance da Nissan, que atrai entusiastas de todo o mundo dispostos a esperar anos por uma customização completaView the full article
  11. A GWM definiu o nome oficial do seu mais novo SUV topo de linha da Haval: Great Wall H10. Conhecido anteriormente pelo código de projeto HX, o maior SUV híbrido da Haval está pronto para ser apresentado na China na próxima semana, durante o Salão de Pequim. O utilitário segue o design quadrado, com carroceria alta, teto plano e balanços curtos, como o Haval H9 e os SUVs da Tank. No entanto, aposta em faróis quadrados em vez de redondos e tem grade frontal quase que totalmente fechada. Os faróis, aliás, têm leds matriciais. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM No teto, nota-se a presença de um módulo LiDAR indica que o modelo será equipado com sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) na China. A traseira tem lanternas verticais, tampa do porta-malas com abertura lateral e suporte para estepe externo. Dimensões de Defender 130 O tamanho do Haval Great Wall H10 varia de acordo com a configuração de assentos. A carroceria atinge 5,13 metros de comprimento na versão de cinco lugares e chega aos 5,29 metros na variante de seis lugares, com o balanço traseiro alongado após a coluna C. O H10 chega a ser 34 cm maior que um H9, alcançando um porte equivalente ao de um Defender 130. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM A largura é de 2,05 m e a altura chega a 1,97 m, enquanto a distância entre-eixos é fixada em generosos 3,00 metros. Os ângulos de ataque e saída também sofrem pequenas alterações dependendo do comprimento escolhido, indicando calibrações focadas em diferentes cenários de uso. Mecânica híbrida e autonomia elétrica Construído sobre a plataforma Guiyuan da GWM, o H10 será equipado com o sistema híbrido plug-in Hi4 da marca, que é baseado em um esquema de tração integral com dois motores elétricos e vetorização de torque. Há duas opções de motor a combustão: o 1.5 turbo de 167 cv e o 2.0 turbo de 238 cv. A potência combinada não foi divulgada, mas poderá passar dos 400 cv – mais que o dobro dos 184 cv do Haval H9. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Todo o conjunto elétrico será alimentado por um pacote de baterias de LFP (lítio-ferro-fosfato) com 42,8 kWh de capacidade, garantindo uma autonomia no modo puramente elétrico entre 176 km e 180 km. A arquitetura elétrica é baseada em 800V, o que permite recargas ultrarrápidas, e o chamado “crab-walking” (modo caranguejo), onde as rodas esterçam na mesma direção para manobras diagonais em espaços apertados ou trechos de off-road. Topo de linha da Haval O Great Wall H10 representa uma oportunidade de retomada de crescimento da Haval na China. Após atingir um pico de cerca de 44.000 unidades vendidas em setembro de 2025, a marca sofreu uma retração expressiva, caindo para aproximadamente 12.000 emplacamentos em fevereiro de 2026. Houve uma recuperação em março, com 24.000 unidades, mas o sinal de alerta foi ligado. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O lançamento atua como uma ofensiva da GWM no segmento de SUVs de grande porte com apelo off-road e mecânica híbrida, nicho que tem crescido com rivais de marcas como BYD, Fang Cheng Bao e Jetour. Historicamente focada no custo-benefício de SUVs médios, a linha Haval tenta agora elevar seus carros a uma faixa superior do mercado. Publicidade View the full article
  12. Kicker recognizes Gemsem, their Canadian Distributor as their International Distributor of the Year for the Americas for 2025.View the full article
  13. Mais do que estar rodando em testes no Brasil, o GWM Ora 05 já é apresentado a clientes em potencial. O SUV elétrico, que é baseado no Ora 03, foi apresentado a clientes da GWM em uma concessionária de Porto Alegre (RS) nesta semana. A fabricante, no entanto, diz que não se trata de uma confirmação de lançamento do modelo. De acordo com a GWM, “o veículo fotografado em uma das concessionárias GWM faz parte de um extensivo estudo conduzido com clientes em potencial, com o objetivo de coletar percepções qualificadas sobre design, funcionalidades e expectativas em relação ao produto. Por enquanto não há confirmação oficial de lançamento desse veículo no Brasil.” <span class="hidden">–</span>@oraclubebr/Instagram Faz pelo menos dois anos que a GWM avalia o lançamento do Ora 05 no Brasil. Este pode ser o SUV elétrico que falta na gama de produtos da empresa, mesmo que conserve muito do visual do Ora 03. A traseira dos dois é praticamente a mesma, só muda o para-choque. As pesquisas com clientes acontecem ao mesmo tempo em que o Ora 05 roda o Brasil em testes. A GWM também parece estar preparando sua gama para o novo SUV elétrico, pois o Ora 03 acaba de ter sua oferta reduzida a apenas uma versão. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Desta forma, a marca chinesa cria um espaço para colocar o Ora 05 como uma alternativa maior ao hatch, podendo posicionar-se contra os BYD Yuan Pro e Geely EX5. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade O Ora 05 tem motor é mais potente que o do hatch: são 204 cv e 26,5 kgfm de torque, ante os 171 cv e 25,5 kgfm do hatch. As baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) têm a mesma capacidade, de 58,3 kWh, com suporte a recargas rápidas de até 120 kW em corrente contínua. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM A adoção desse conjunto exigiu revisões estruturais na plataforma, incluindo reforços no chassi e calibração específica da suspensão. Rodas de 18 polegadas e ajustes aerodinâmicos na dianteira ajudam a compensar o aumento de arrasto provocado pela carroceria mais alta. Continua após a publicidade No visual, o modelo mantém a identidade arredondada da linha Ora, mas com proporções diferentes por conta da dianteira mais comprida e elevada. Um exemplo prático é a inclusão de limpador traseiro, ausente no hatch. O SUV mede 4,47 m de comprimento, 1,83 m de largura e 1,64 m de altura, com entre-eixos de 2,72 m – o Ora 03 é 24 cm mais curto e tem 7 cm a menos de entre-eixos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM A cabine segue uma proposta minimalista, mas já tem central multimídia de 14,6 polegadas, onde o modelo concentra as principais funções do veículo, enquanto o quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas exibe as informações de condução. O pacote de assistência inclui sensores avançados e, nas versões mais completas disponíveis na China, tecnologia LiDAR (radar a laser). Continua após a publicidade Ora terá carros híbridos A GWM vem repensando sua estratégia com a Ora. Sua intenção é tornar a imagem da divisão mais masculina e deixar de restringir sua gama apenas a carros elétricos. Por isso, os próximos carros da Ora serão baseados em uma plataforma inédita desenhada para abrigar conjuntos elétricos, híbridos e puramente a combustão. A grande novidade é o sistema híbrido (HEV) associado a um motor 1.5 turbo e transmissão de duas marchas, uma evolução do sistema usado pelos SUVs da Haval. <span class="hidden">–</span>Divulgação/GWM Esse conjunto promete consumo de 22,2 km/l, entregando um ganho expressivo de eficiência. O sistema evita a falta de força em altas velocidades e a complexidade de múltiplas marchas. Para obter essa autonomia, o conjunto híbrido adotaria um mecanismo inédito de desconexão de um eventual motor elétrico traseiro. Essa solução evita o arrasto mecânico, garantindo que o carro seja mais econômico no uso rodoviário. Nos mercados com demanda por opções tradicionais, haverá também uma versão só com o motor 1.5 turbo e câmbio de dupla embreagem de sete marchas, sem qualquer auxílio elétrico. Essa configuração permitiria médias de 15,6 km/l, de acordo com a fabricante. Publicidade View the full article
  14. Apresentado em março e com preços revelados no início deste mês, o Renault Koleos reaparece por aqui neste mês. Mas, garantimos: não se trata de um conteúdo repetido, pelo contrário. Agora, enfim chegou o momento de testar o primeiro SUV médio e o primeiro carro híbrido da Renault no Brasil. O Koleos chega às lojas em versão única, Esprit Alpine, por R$ 289.990, e se coloca entre SUVs híbridos plug-in, como GWM Haval H6 PHEV35, de R$ 289.000, BYD Song Plus Premium, de R$ 299.800, e modelos a combustão, como o novo VW Tiguan (R$ 299.990) e o Jeep Commander MHEV, de R$ 283.790. Mas faz sentido? <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas O SUV é fruto de uma parceria entre Renault e Geely, na Coreia do Sul. Por lá, onde é produzido, ele nasce como Geely Monjaro, a partir da plataforma modular CMA (desenvolvida por Volvo e Geely) e passa por profundas mudanças visuais para ficar o mais próximo possível de um legítimo Renault – embora passe longe de sê-lo. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Entre as alterações estão todas as peças externas. A lataria, como portas, para-choques, capô e trampa traseira, são exclusivos e têm aparência mais esportiva no Renault, com vincos marcados que o insere na atual linguagem de design da francesa. Faróis e lanternas (full led) também são próprios. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas As rodas de 20” com pneus 245/45 são exclusivas e de caráter esportivo. Caráter esse reforçado pela versão Esprit Alpine, que traz elementos visuais da divisão esportiva Alpine, como detalhes externos e internos em azul, e é representada por uma letra “A” estilizada. O mesmo capricho visual se vê no interior do SUV, que mostra inspiração no desenho e no acabamento. Há uma mistura de bons materiais, como plásticos emborrachados, camurça e revestimentos sintéticos, costuras azuis e, em alguns pontos, em azul, branco e vermelho em referência à bandeira da França, além de preto brilhante e imitação de alumínio. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Os bancos se destacam por porte, desenho e acabamento. Os dianteiros têm ajustes elétricos (com memória para o motorista), ventilação e aquecimento, enquanto os traseiros das extremidades têm aquecimento. Continua após a publicidade Destacam-se ainda as telas, que são três, cada uma com 12,3” e muito bem integradas ao painel, sem parecerem tablets adaptados. A do quadro de instrumentos apresenta informações necessárias para a condução, sem tanto aprofundamento. Ao centro, a multimídia tem layout que remete a modelos chineses, mas bom funcionamento e conexão com Android Auto e Apple Carplay sem fio. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A terceira tela é dedicada ao passageiro da dianteira, e apenas ele consegue enxergá-la, já que um filtro não permite que ela seja vista do ângulo do motorista. Essa tela permite reprodução de conteúdos em vídeo, como acesso ao YouTube e ao X (antigo Twitter), mas eles só podem ser reproduzidos com o veículo parado, seguindo a legislação de trânsito brasileira. Em movimento, funciona como a multimídia principal. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Há ainda head-up display e, por fim, comandos físicos para funções básicas como ar-condicionado, ajustes de retrovisores e modos de condução, um alívio na usabilidade para os dias atuais. Continua após a publicidade Ainda entre a recheada lista de itens de série, o Renault Koleos oferece teto solar panorâmico elétrico, faróis com facho alto e baixo automáticos, luzes ambiente, sistema de som Bose com 10 alto-falantes e cancelamento ativo de ruído, carregador de celulares por indução, ar digital de três zonas, porta-malas com abertura automática, retrovisores externos com desembaçador e rebatimento elétrico, sensores dianteiros e traseiros, câmera 360° e sistema de estacionamento autônomo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas No pacote de segurança, há sete airbags (incluindo um central entre os ocupantes dianteiros para colisões laterais), ACC, frenagem automática de emergência, assistentes de permanência em faixa, tráfego cruzado traseiro e frontal, pontos cegos, direção evasiva e de saída dos ocupantes. Mas há problemas. O sistema de permanência em faixa é invasivo e cria situações de perigo ao tentar, de forma abrupta, manter o veículo na faixa. Caso seja necessário se aproximar das faixas de rodagem para desviar de algum outro carro, por exemplo, o sistema força o volante contra a faixa, mas retornando o Koleos para a direção do carro parado. Em ruas apertadas, isso também acontece. Acaba sendo natural (já que o sistema gera irritação) desligá-lo, mas é necessário fazê-lo sempre, já que ele não grava a preferência. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Também precisam de refinamento os faróis automáticos que, às vezes, são acionados mesmo com veículos à frente. Incomoda os demais motoristas. O espaço interno está entre os destaques do Koleos, ao lado dos equipamentos e do acabamento. Três pessoas conseguem viajar com conforto no banco traseiro, que oferece “mimos” como zona e saídas de ar-condicionado, aquecimento dos bancos laterais e diferentes inclinações do encosto. O porta-malas, por sua vez, deixa a desejar com seus 431 litros. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Consumo de híbrido? O Koleos combina um motor 1.5 turbo a gasolina de 144 cv e 23,5 kgfm a outros dois elétricos, com mais 136 cv e 32,6 kgfm. Na prática, apenas um dos elétricos faz a tração, deixando para o outro a função de gerador. A potência combinada é de 245 cv e, o torque, de 56,1 kgfm. Porém, a Renault prefere dizer que o torque máximo é o dos motores elétricos, já que a soma dos três motores será atingida em momentos específicos. A tração é dianteira e, o câmbio, é automático DHT. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Por ser um híbrido pleno (HEV), sem recargas externas, uma pequena bateria de 1,64 kWh alimenta os motores elétricos. Ela é recarregada em frenagens, desacelerações e pelo motor a combustão, e permanece com a bateria quase sempre pela metade – assim como se gasta rápido, também se recarrega rápido. Isso permite que os motores elétricos sempre tenham alimentação e um menor uso do motor a combustão, aumentando o desempenho e reduzindo o consumo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Porém, a primeira promessa é a mais atendida. O Koleos tem saídas e retomadas rápidas, sem demonstração de esforço. Nos nossos testes, o SUV foi de 0 a 100 km/h em 8,5 s. Embora bom para um SUV médio de 4,78 m de comprimento e 1.804 kg, o número é pior do que dos rivais de preço, que são plug-in, como BYD Song Plus Premium (6,7 s) e GWM Haval H6 PHEV35 (4,9 s). A condução do Koleos, por sua vez, é mais afiada e refinada em relação aos concorrentes. A direção é direta e beira a esportividade, e a suspensão é firme, sem prejudicar o conforto. O ajuste também ajuda na boa estabilidade, mesmo em curvas fechadas e em velocidades mais altas. Mas não dá para classificá-lo como um esportivo. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas A segunda promessa, de consumo, deixa a desejar. Nos nossos testes, o Koleos chegou às médias de 13,9 km/l na cidade e 12,7 km/l na estrada, números aquém do esperado para um híbrido, especialmente como ele, que prioriza o motor elétrico. O consumo e autonomia variam conforme o modo de condução escolhido pelo motorista, entre cinco opções. Os três primeiros são autoexplicativos: eco, sport e comforto. Há ainda o AI, no qual o veículo se adapta à condução do motorista utilizando inteligência artificial, e o snow, que controla a aceleração e a tração para terrenos de baixa aderência. <span class="hidden">–</span>Fernando Pires/Quatro Rodas Veredicto O Renault Koleos prometeu ser uma forte alternativa aos híbridos chineses, mas o alto preço pode colocar tudo a perder. Por R$ 289.990, ele se posiciona acima do que deveria, especialmente por ser um híbrido HEV. Além disso, ele abre caminho para que o cliente olhe por cima do muro e veja o EX5 EM-i, um híbrido plug-in também da Geely e com a mesma rede de pós-vendas Renault e que será produzido no Brasil ainda em 2026. Ficha Técnica – Renault Koleos Esprit Alpine Motor: gasolina, dianteiro, 4 cilindros, turbo, 16 válvulas, injeção direta, 1.499 cm³, 144 cv, 23,5 kgfm a 2.500 rpm; motores elétricos (2), 136 cv, 32,6 kgfm; combinados, 245 cv, 32,6 kgfm Bateria: íons de lítio, 1,64 kWh Câmbio: automático, DHT, tração dianteira Suspensão: McPherson (dianteira), multilink (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), discos sólidos (traseira) Direção: elétrica; diâmetro de giro, 11,7 m Rodas e pneus: liga leve, 245/45 R20 Dimensões: comprimento, 4,78 m; largura, 1,88 m; altura 1,68 m; entre-eixos, 2,82 m; peso, 1.804 kg; porta-malas 431 litros; tanque, 55 litros Teste de Desempenho – Renault Koleos E-Tech Hybrid Aceleração 0 a 100 km/h: 8,5 s 0 a 1.000 m: 38,5 s / 172,67 km/h Velocidade máxima: 180 km/h Retomadas 40 a 80 km/h: 4 s 60 a 100 km/h: 5,3 s 80 a 120 km/h: 5,9 s Frenagens 60 km/h a 0: 15,9 m 80 km/h a 0: 27,91 m 100 km/h a 0: 43,75 m 120 km/h a 0: 63,07 m Consumo Urbano: 13,9 km/l Rodoviário: 12,7 km/l Ruído interno Neutro / RPM máx.: – / – 80 km/h: 61,6 dBA 120 km/h: 65,7 dBA Velocidade real a 100 km/h: 99 km/h Rotação do motor a 100 km/h: 2.100 rpm Volante: 2,5 voltas Publicidade View the full article
  15. #Nakamichi SERAPHIN Series Full vocals, smooth highs, and punchy lows. One listen and you'll know if it's worth the upgrade. Explore more: www.nakamichicaraudio.com #Nakamichi #CarAudio #Speaker #SERAPHINSERIES #NewCollection #CarSpeakers #Component #CoaxialView the full article
  16. SUV estreia com bom nível de conforto e tecnologia, mas fica atrás de rivais em desempenho e consumo na faixa de R$ 289 milView the full article
  17. Foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3214/23, que volta a prever a obrigatoriedade de identificação do estado e do município de registro nas placas, além da inclusão da bandeira da unidade da federação (UF). Com isso, oito anos após a adoção do padrão Mercosul, o país pode passar por mais uma mudança no sistema de identificação veicular. O projeto, de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), busca atender a novas demandas relacionadas à identificação dos veículos. A proposta segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para depois passar por votação na Câmara dos Deputados e no Senado. A justificativa é que a medida pode facilitar a identificação da origem dos veículos em casos de infrações de trânsito, roubos e furtos. O deputado Hugo Leal (PSD-RJ), relator do texto na comissão, defendeu a aprovação com argumentos visuais e regionais. “A iniciativa resgatará o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o orgulho local”, afirmou o parlamentar. Segundo ele, a medida também facilita a percepção visual de autoridades e moradores quando se trata de veículos de fora. Continua após a publicidade Para o motorista, a troca não será imediata ou punitiva para quem já possui o modelo atual. Caso o texto vire lei, a nova regra entrará em vigor apenas 365 dias após a publicação no Diário Oficial da União. Além disso, a exigência da estampa com cidade e estado produzirá efeitos exclusivamente para os novos emplacamentos realizados após esse prazo legal. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Mudança para a Placa Mercosul O Brasil levou mais de dois anos para implementar o padrão Mercosul, em comparação com o Uruguai, que adotou o modelo em 2016. Ainda assim, a obrigatoriedade só passou a valer em 2021, restrita a novos emplacamentos e transferências de propriedade, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Continua após a publicidade No formato atual, as placas exibem apenas o país de origem do veículo. No entanto, quando foram lançadas, havia também a previsão de exibição de brasões ou bandeiras dos estados, elemento que acabou sendo abandonado pouco tempo depois. Na época, a justificativa para a retirada desses identificadores regionais foi evitar custos adicionais com trocas de placas. Isso porque o modelo foi concebido para permanecer no veículo independentemente de mudanças de cidade ou estado, exceto em casos de perda, dano ou furto. Publicidade View the full article
  18. Última semana
  19. Assunto de hoje: problemas na BMS de uma bateria de LiFePo4! Comenta aí o que você achou, e se gostou do conteúdo curte aí, dá essa força pra gente…View the full article
  20. O Geely EX5 EM-i acaba de ser lançado no Brasil para esquentar a disputa entre os SUVs médios híbridos plug-in. O modelo chega importado da China em três versões de acabamento, mas com um diferencial importante para o futuro: já tem produção nacional confirmada a partir do segundo semestre de 2026, na fábrica da parceira Renault em São José dos Pinhais (PR) – que também será a responsável por toda a rede de pós-venda. As vendas já foram iniciadas com uma política agressiva de preços promocionais, que garantem R$ 10.000 de desconto em todas as configurações por tempo indeterminado. Preços do Geely EX5 EM-i: Geely EX5 EM-i Pro: R$ 189.990 Geely EX5 EM-i Max: R$ 209.990 Geely EX5 EM-i Ultra: R$ 234.990 A chegada do Geely EX5 híbrido complementa a linha da marca chinesa no país, que iniciou suas operações vendendo a versão elétrica do mesmo SUV. A grande aposta da Geely, no entanto, é o volume de vendas que a variante híbrida plug-in pode alcançar para justificar sua nacionalização. Geely EX5Divulgação/Geely A aliança firmada com o Grupo Renault viabiliza não apenas a produção local no Paraná (ao lado de modelos como Kwid, Duster e Kardian), mas também quebra uma das maiores barreiras de entrada para marcas chinesas no Brasil: a confiança no pós-venda e na oferta de peças, que ficará sob o guarda-chuva da fabricante francesa. Posicionado estrategicamente, o SUV tem a versão de entrada brigando com configurações topo de linha de SUVs compactos e opções de acesso de médios, como o BYD Song Pro, enquanto as opções Max e Ultra miram em BYD Song Plus e Haval H6 PHEV. Continua após a publicidade Design próprio Geely EX5Divulgação/Geely O Geely EX5 EM-i tem certa independência no design na comparação com a versão elétrica. A dianteira é marcada por uma faixa de led que percorre toda a base do capô (ausente apenas na versão de entrada Pro), interligando os faróis full led afilados e camuflados no para-choque. As laterais trazem chapas lisas, molduras cromadas nas janelas e rodas de liga leve que variam entre 18 polegadas na versão Pro e 19 polegadas nas Max e Ultra. A traseira aposta no minimalismo, com lanternas em led cruzando a tampa do porta-malas de ponta a ponta. Não há o logotipo da marca na traseira, apenas a inscrição com o nome do carro e da versão no canto inferior direito. Geely EX5Divulgação/Geely Por dentro, o acabamento tem materiais emborrachados nas porções superiores do painel e das portas, ficando acima da média de alguns concorrentes diretos. O painel adota um desenho horizontal focado em tecnologia, dispensando mostradores analógicos. Continua após a publicidade O quadro de instrumentos digital tem 10,2 polegadas, enquanto a central multimídia abriga uma tela de 15,4 polegadas operada pelo sistema Flyme Auto, que oferece espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. A versão topo de linha adiciona ainda o revestimento interno na cor caramelo, restrito a unidades com pintura externa verde ou preta. Geely EX5Divulgação/Geely Geely EX5Divulgação/Geely Motor, consumo e baterias O sistema híbrido plug-in (PHEV) do EX5 EM-i utiliza três motores. O conjunto a combustão é um 1.5 aspirado a gasolina que rende 100 cv e 12,7 kgfm de torque, desenhado para atuar em conjunto e como gerador para o sistema elétrico. O propulsor elétrico principal, responsável por tracionar as rodas dianteiras, entrega 218 cv e 26,7 kgfm. A potência combinada é de 262 cv de potência e 38,7 kgfm de torque, gerenciados por um câmbio do tipo DHT. Esse pacote leva o modelo, que pesa até 1.844 kg, de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos. Geely EX5Divulgação/Geely Continua após a publicidade Existem duas opções de bateria para alimentar o sistema. As versões Pro e Max utilizam um pacote de Lítio Ferro Fosfato (LFP) de 18,4 kWh, que garante autonomia de 65 km no modo 100% elétrico pelo ciclo do Inmetro. A versão de topo, Ultra, recebe uma bateria ampliada de 29,8 kWh, estendendo o alcance elétrico para 112 km. O motorista pode alternar entre três modos de condução: Electric (apenas tração elétrica), Hybrid (gerenciamento automático de ambos os motores) e Sport (foco em desempenho máximo). No modo híbrido, a versão Ultra registra consumo urbano de 14,8 km/l e rodoviário de 13,1 km/l, o que, somado ao tanque de 60 litros, permite uma autonomia total estimada pela fabricante em até 1.300 km. Versões e equipamentos Geely EX5 EM-i Pro – R$ 189.990 Geely EX3 ProDivulgação/Geely A configuração de entrada é equipada com faróis e lanternas full led, rodas de liga leve de 18 polegadas, quadro de instrumentos digital de 10,2 polegadas, central multimídia de 15,4 polegadas com espelhamento sem fio, sistema de som com seis alto-falantes e ar-condicionado digital de uma zona. Na segurança, conta com seis airbags de série, freios a disco nas quatro rodas, freio de estacionamento eletrônico, além de câmera de ré e sensores de estacionamento traseiros. A bateria de 18,4 kWh permite recargas em corrente alternada (AC) a 6,6 kW e em corrente contínua (DC) até 30 kW. Geely EX5 EM-i Max – R$ 209.990 Geely EX3 MaxDivulgação/Geely Continua após a publicidade A versão intermediária sobe o nível de conforto e segurança. No exterior, adiciona rodas de 19 polegadas, barra frontal de led iluminada interligando os faróis, faróis com facho alto automático, teto solar panorâmico, porta-malas com abertura automática e retrovisores externos com rebatimento elétrico. Por dentro, inclui retrovisor eletrocrômico, iluminação ambiente, head-up display de 13,8 polegadas, carregador de celular por indução, sistema de som aprimorado com 16 alto-falantes de 1.000 watts, além de bancos dianteiros com ventilação, ajustes elétricos e memória para o motorista. O pacote tecnológico engloba o sistema ADAS completo, com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência, assistente de manutenção e mudança de faixa, leitor de placas, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, aviso de abertura de portas e câmeras com visão 360 graus. Os sensores de estacionamento passam a atuar também na dianteira. Geely EX5 EM-i Ultra – R$ 234.990 Geely EX3 UltraDivulgação/Geely A configuração topo de linha preserva rigorosamente a mesma lista de equipamentos visuais, de segurança e de conforto da versão Max. A grande diferença mecânica desta versão é a bateria de 29,8 kWh, que eleva a autonomia no modo totalmente elétrico de 65 km para 112 km. Além disso, o sistema passa a suportar recargas rápidas em corrente contínua (DC) de até 60 kW (o dobro das demais versões). O outro diferencial exclusivo desta versão é a possibilidade de personalização da cabine com revestimento na cor caramelo, desde que o cliente escolha as cores verde ou preto para a carroceria exterior. Garantia do Geely EX5 EM-i: Bateria: 8 anos ou 150.000 km Veículo: 6 anos ou 150.000 km Publicidade View the full article
  21. Primeiro híbrido da marca rende 262 cv, tem autonomia total de 1300 km e parte de R$ 189.990View the full article
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  23. Proposta em debate no Congresso divide especialistas e pode afetar custos, emprego e produtividade no setor de cargasView the full article
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  25. Substituição de veículos à combustão por elétricos também gera redução de emissõesView the full article
  26. No mundo ocidental, estranhamos quando uma nova empresa começa a construir castelos com previsões exponenciais de crescimento. Mas esse movimento é o que está acontecendo atualmente com as fabricantes de automóveis chinesas, em nível mundial. São várias as razões que explicam esse sucesso, mas dois dos principais fatores têm a ver com a circunstância: o mercado chinês ser o maior do mundo e a transição tecnológica para a era da eletrificação dos carros. A fábrica de automóveis de Zhengzhou é a maior do mundoDivulgação/Quatro Rodas Entram na conta também o domínio da propulsão parcial ou totalmente elétrica, a contratação de know-how europeu em design e produção de veículos, o recém-adquirido orgulho chinês em relação a produtos nacionais e a mudança do paradigma do consumidor europeu para critérios mais racionais e ambientalmente corretos na escolha do seu automóvel, os quais são os principais vetores do fenômeno chinês. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A BYD é o melhor exemplo desse movimento, como maior empresa do setor, na China e já entre as maiores do mundo. Com pouco mais de duas décadas de vida, como fabricante de automóveis (começou em 2003), em 2025, a BYD vendeu cerca de 5 milhões de unidades, ficando atrás de Toyota (11 milhões), Grupo VW (9 milhões) e Hyundai/Kia (7 milhões), consolidando-se como a maior vendedora de elétricos puros (2,26 milhões), à frente da Tesla (1,6 milhão). BYD emprega quase 1 milhão de funcionários no mundoDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Poucos imaginariam que aquela empresa jovem que, no início deste século, tentava convencer as fabricantes de eletrônicos americanas a trocar as baterias japonesas por chinesas, poderia, três décadas mais tarde, ser uma das maiores do mercado. Tal determinação e ambição é a mesma que vemos hoje na figura de sua vice-presidente, Stella Li, liderando a expansão internacional da marca na Europa, no segmento de automóveis, como mulher de confiança do presidente e fundador da empresa, Wang Chuanfu. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas “O mercado europeu é o mais importante para nós porque é onde estão os rivais e os clientes mais exigentes do mundo, e, tendo sucesso aqui, conseguiremos ter também em outras regiões”, afirma a executiva. O sucesso como produtora de baterias de celular levou ao início de outros negócios em diferentes áreas, como a fabricação de baterias de automóveis, placas de captação de energia solar, automóveis, veículos comerciais e trens elétricos. E o êxito nesses outros negócios a fez figurar no seletivo Ranking Forbes Global 500, que lista as maiores empresas do mundo em faturamento, na 91ª posição, ante 436ª, três anos antes. Continua após a publicidade O Centro de Design é chefiado por um alemãoDivulgação/Quatro Rodas INVESTIMENTO GIGANTE Uma das razões do sucesso da BYD no ramo dos automóveis é a busca incessante de inovação tecnológica, como afirma seu consultor sênior na Europa, o experiente (ex-Stellantis) Alfredo Altavilla: “Nunca vi um fabricante de automóveis com 120.000 engenheiros, como a BYD”, afirma orgulhoso. “A BYD desfruta de um nível de conhecimento tecnológico de propulsão elétrica muito superior ao de qualquer outra marca”, festeja. Os automóveis da BYD já são vendidos em nada menos do que 117 países do mundo, menos nos Estados Unidos, como justifica Stella Li: “Não é um mercado que nos interessa e a verdade é que estamos tão focados na expansão em outras regiões que se tornaria difícil alocar recursos para mais essa missão”. Empresa investe pesado em desenvolvimento e pesquisaDivulgação/Quatro Rodas Na Europa, de mera desconhecida, quando estreou em 2023 (com apenas 16.000 carros vendidos), as vendas chegaram a cerca de 200.000 unidades em 2025, mais do que o dobro das matrículas em 2024. E a marca ganhou bastante notoriedade ao assumir o papel de principal patrocinador do Campeonato Europeu de Futebol 2024 – um investimento gigante (entre os 30 e 50 milhões de euros). Continua após a publicidade O design dos carros da BYD tem ajudado sua aceitação nos mercados. O próprio Wang Chuanfu afirma que: “Se a tecnologia é o principal ponto forte da BYD, o estilo vem em seguida”. Por isso foi dada uma grande atenção ao Centro de Design, com 12.600 metros quadrados, na cidade–sede da BYD, Shenzhen, que é o núcleo estilístico da empresa, responsável pela linguagem estética das atuais e futuras gerações de automóveis. Grupo é líder em registro de patentes, na ChinaDivulgação/Quatro Rodas A equipe de designers é liderada pelo alemão Wolfgang Egger, com passagens anteriores em marcas ocidentais como Audi, Lamborghini e Alfa Romeo. São cerca de 1.200 designers/modelistas de dez diferentes nacionalidades alocados não apenas em Shenzhen, mas também em outros centros de estilo, em Shanghai, Xi’an, que também fica na China; Milão, na Itália; e Los Angeles, Estados Unidos. O Grupo BYD conta com quatro marcas principais: BYD, que é a mais generalista; Denza, mais elegante/premium (chega agora à Europa); Yangwang esportiva (que deve entrar na Europa na segunda metade de 2027); e Fangchengbao, a mais jovem e acessível (fora dos planos). Yangwang U8 é capaz de navegar por até 30 minutosDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Fábricas na Europa A BYD é dona da maior fábrica de automóveis do mundo, localizada na cidade de Zhengzhou, na província de Henan, na zona centro-oriental do país. A cidade, com 10,2 milhões de habitantes, foi a escolhida pelas suas boas ligações rodoviárias e ferroviárias, e também por ter mão de obra qualificada, com produção anual na ordem dos 2 milhões de veículos. Sai de lá um novo automóvel em menos de um minuto e uma célula de bateria a cada três segundos. Tarefas feitas por robôs são cada vez mais comunsDivulgação/Quatro Rodas Sua extensão é de 130 km2, onde poderiam caber qualquer coisa como 18.000 campos de futebol (e dez gigafábricas da Tesla em Nevada, EUA). Porém, mais relevante talvez seja o investimento que essa planta consumiu, cerca de US$ 19 bilhões. Hoje, são sete os modelos em produção: BYD Dolphin Mini, BYD Seal 07, Fangchengbao T1, Denza B5 (4×4), Denza B8 (4×4), BYD Shark (picape) e BYD Song L. A linha de montagem mais versátil pode produzir veículos a partir de seis plataformas para 12 diferentes modelos. Carregadores e baterias integram os negóciosDivulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Aí trabalham 60.000 pessoas (de um total de 990.000 empregados no mundo e que Stella Li quer reduzir com a adoção de robôs humanoides). Assim como a estratégia adotada no Brasil, onde a BYD construiu sua maior fábrica fora da China, para atender não apenas o mercado local, mas outros mercados da América Latina, há duas fábricas em construção na Europa, uma na Espanha e outra na Turquia. O futuro é indiscutivelmente mais risonho para a BYD do que para a maioria dos seus concorrentes, mas isso não significa que não existam desafios para ela pela frente. O mercado chinês continua imenso, com mais de 25 milhões de novas matrículas por ano, mas estagnado ou mesmo regredido em alguns segmentos. Naturalmente isso cria uma tendência por descontos, redução de margens de lucro dos concessionários e, porventura a médio prazo, redução da qualidade dos veículos nas marcas financeiramente menos apetrechadas. Assim como no Brasil, Denza foi recém-lançada na EuropaDivulgação/Quatro Rodas Existe também um clima de alguma desconfiança entre os principais fabricantes, alguns dos quais acusam a BYD de práticas de dumping (oferta de veículos abaixo do seu preço de custo), que, alegadamente, prejudicam os fabricantes com menor poder econômico. E o certo é que, em 2024, pela primeira vez o número de marcas que desapareceram na China superou o das que foram lançadas. E Pequim já chamou os fabricantes por duas vezes em dois anos para tentar pôr ordem na casa e evitar que as constantes reduções de preços afetem o setor. A VP, Stella Li, comanda a internacionalização das marcasDivulgação/Quatro Rodas Nesse cenário, os fornecedores se queixam de serem demasiadamente pressionados para baixar preços, e os clientes reclamam contra as sucessivas reduções de preços dos veículos, porque acontece de comprarem hoje modelos que na semana seguinte ficam bem mais baratos. Publicidade View the full article
  27. A Taramps hoje é vista como uma grande família, um ambiente onde as pessoas trabalham com propósito. E nada é mais gratificante do que ver o cliente usando nossos produtos com orgulho, fazendo questão de mostrar que é Taramps. Produto bem feito, suporte de verdade e clientes satisfeitos. É isso que nos move todos os dias.View the full article
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