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  2. E vamos para mais um dia de curso introdutório ao EMMA Brasil!View the full article
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  4. Para famílias grandes, sedãs e SUVs médios acabam sendo os carros ideais, já que, geralmente, comportam bem duas ou três crianças no banco traseiro e têm espaço suficiente no porta-malas para levar toda a bagagem durante uma viagem. Mas e quando esse espaço não é suficiente? É aí que entram as minivans e outros carros de sete lugares, oferecendo mais espaço interno e um grande porta-malas, que se adapta à necessidade do proprietário. Atualmente, o mercado brasileiro carece deste tipo de modelo. O carro zero-quilômetro de sete lugares mais barato é o Citroën Aircross, que custa R$ 120.000. Porém, nem sempre foi assim. Há algumas décadas, havia mais opções de carros com sete lugares e nós separamos aqui cinco modelos que hoje podem ser encontrados no mercado de usados custando menos de R$ 50.000. Chevrolet Zafira A Chevrolet Zafira ainda deixa saudades em muitos brasileiros. A minivan estreou em 2001 e permaneceu em nosso mercado até 2012, chamando a atenção pelo bom aproveitamento do seu espaço interno. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A minivan compartilhava o mesmo projeto do Astra e media 4,32 m de comprimento. Pode parecer pouco, mas sua terceira fileira era composta por dois bancos retráteis grandes, capazes de acomodar dois adultos. Continua após a publicidade Quando configurada com os sete lugares, a Zafira oferecia um porta-malas modesto, de apenas 90 litros. Ao rebater os dois assentos da última fila, o volume subia para bons 445 litros. E se precisasse de ainda mais espaço, era só rebater a segunda fileira para aumentar o volume do bagageiro para 600 litros. A Zafira pouco mudou em seus 11 anos de mercado, mantendo sempre o motor de quatro cilindros 2.0. As versões mais antigas podem ser encontradas com os propulsores 2.0 a gasolina de 8V e 127 cv ou de 16V com 136 cv. Já as versões mais recentes utilizam um 2.0 de 8V, também da Família II, mas com até 140 cv, sendo oferecido em versões automáticas ou manuais. Continua após a publicidade <br />Nas versões mais equipadas, airbags, volante multifuncional e ar-condicionado digitalChristian Castanho/Quatro Rodas Dê preferência para as versões topo de linha, como a Elite, principalmente pela segurança. Elas já vinham de fábrica com airbags frontais e laterais, além de freios ABS. Também vinham com outros itens de conforto, como o piloto automático, rádio MP3 e ar-condicionado digital. Nissan Grand Livina <span class="hidden">–</span>Divulgação/Nissan Continua após a publicidade Um dos grandes rivais da Zafira foi a Nissan Grand Livina. Medindo 4,42 m de comprimento e 2,60 m de entre-eixos, a minivan de sete lugares japonesa tem um bom espaço no porta-malas. Com todos os bancos armados, são 123 litros, que aumentam para 489 litros com os dois bancos extras rebatidos. Produzida no Brasil entre 2009 e 2014, a Grand Livina sempre esteve acompanhada do motor de quatro cilindros 1.8 de até 126 cv, podendo vir acoplado a um câmbio manual de seis marchas ou automático de quatro. Seu comportamento segue o padrão dos modelos do segmento, com acelerações progressivas, em especial nos modelos automáticos. Continua após a publicidade Nissan Grand Livina 1.8Marco de Bari e Diego Cardoso/ Custando até R$ 50.000, é possível encontrar unidades de diferentes anos. A ideia é dar preferência para as mais recentes, principalmente para a versão SL, a topo de linha. Mais sofisticada, ela já traz mais itens, como airbags duplos, freios ABS com EBD, ar-condicionado automático, trio elétrico, bancos de couro e chave presencial. Fiat Freemont O Fiat Freemont é a versão italiana do Dodge Journey, sendo lançado no Brasil para ser uma alternativa mais barata ao “irmão”. Essa redução de custos promoveu a troca do motor V6 utilizado pelo Dodge por um quatro cilindros 2.4 de 16V a gasolina de 172 cv. Durante toda a sua trajetória, que durou entre 2011 e 2016, o Freemont foi equipado com o mesmo motor, mudando apenas a transmissão. A mais indicada é a automática de seis marchas, que substituiu a de quatro velocidades no ano de 2014. E como estamos falando de modelos de sete lugares, a versão com essa configuração é a Precision. Graças aos seus 4,89 m de comprimento e entre-eixos de 2,89 m, há bastante espaço interno. Com a última fileira em uso, o porta-malas tem generosos 145 litros, aumentando para 580 litros com os bancos adicionais rebatidos. Ele ainda traz um pacote de equipamentos farto. Há câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, monitor de pressão dos pneus, assistente de partida em rampa, ar-condicionado automático de três zonas, retrovisores elétricos com rebatimento automático, controle de cruzeiro, ajustes elétricos para o motorista e sistema de som com entrada USB, CD player e Bluetooth. Fiat Doblò Outro carro de sete lugares da Fiat foi o Doblò, uma multivan compacta com espaço de sobra. O modelo acomoda bem adultos na segunda e terceira fileiras, sendo um bom carro para a família ou para quem tem um grupo grande de amigos. No porta-malas, ela oferece 150 litros com a terceira fileira em uso, aumentando para 665 litros quando rebatida. No Brasil, o modelo foi oferecido com uma grande variedade de motorizações ao longo dos 20 anos em que foi vendido por aqui, entre 2001 e 2021. Teve um bom reconhecimento na mídia, ficando famosa pela campanha de marketing promovida pela Fiat na primeira edição do reality Casa dos Artistas do SBT. Fiat Doblò Essence 1.8 16VMarco de Bari e Diego Cardoso/ As versões mais recentes utilizam o conhecido motor de quatro cilindros 1.8 E.torQ de até 132 cv, sempre acompanhado do câmbio manual de cinco marchas. Em suas versões mais bem equipadas, como a Adventure, traz airbags duplos, sensor de ré e volante multifuncional, fora os apliques estéticos da versão aventureira. Se der sorte, ainda pode vir com o pacote de opcionais Mopar, que adiciona central multimídia e câmera de ré. Chevrolet Spin de primeira geração <span class="hidden">–</span>Marcus Camargo/Quatro Rodas Lançada em 2012 como substituta da Zafira, a Chevrolet Spin é o único dos modelos que ainda está à venda como zero-quilômetro, mas já na sua segunda geração. Apesar da renovação, a primeira fase da minivan ainda assim é uma boa opção no mercado de usados. A Spin é um pouco maior que a Zafira, tendo 4,36 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos. Com sete lugares, seu porta-malas oferece 162 litros e chega aos 553 litros quando configurada para cinco passageiros. Modelos fabricados entre 2011 e 2017 participaram do recallMarcus Camargo/Quatro Rodas Há uma grande variedade de versões disponíveis abaixo dos R$ 50.000, em sua maioria equipadas com o motor de quatro cilindros 1.8 flex de 111 cv, podendo vir com câmbio automático ou manual. Central MyLinkDivulgação/Chevrolet Quanto aos equipamentos, desde os modelos mais antigos já é possível encontrá-la com central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, sensor e câmera de ré e piloto automático. Esse pacote, geralmente, é encontrado nas versões topo de linha, como a Activ e a LTZ. Publicidade View the full article
  5. Nisso aqui a gente se garante! 😎 @sava_rpr @banda_audioparts @kelfernandes__ 📸 @velhonikView the full article
  6. Bora Upgrade... Treinamento Juíz Internacional... EMMA BRASIL O maior padrão mundial de som automotivo chegou ao BRASIL! 🇧🇷🔊 A EMMA BRASIL não é campeonato de barulho. É sobre QUALIDADE. Os 4 objetivos da EMMA aqui: 🏆 1. PADRÃO INTERNACIONAL: Mesmo regulamento 2026 usado na final mundial em Salzburg + faixas de referência gravadas na Alemanha. 🎓 2. FORMAÇÃO DE JUÍZES: Primeira turma oficial de juízes certificados no Brasil. 🔧 3. CAPACITAÇÃO REAL: Para instalador, lojista e entusiasta parar de vender volume e começar a vender técnica e acabamento. 🚗 4. COMPETIÇÕES OFICIAIS: Eventos de SQ e Tuning dentro do padrão global. O lema é claro: QUALIDADE NÃO SE ADIVINHA. SE MEDE. Quer fazer parte da nova história? Primeira turma: 09 a 12 de Outubro em SP. Site: emmabrasil.com.br Me segue que vou mostrar tudo por dentro. 👇 #emmabrasil #soundquality #sq #audioautomotivo #somautomotivo navarroexpert kulturemomentsView the full article
  7. A Jetour lançou no mercado brasileiro, em julho, o T2 4×4. Trata-se de um híbrido plug-in com tração nas quatro rodas, como o próprio nome diz. No entanto, algo chama atenção: marca divulga, em vez de uma potência combinada, a simples soma das potências como “potência total instalada”, o que resulta em 597 cv. O T2 4×4 é equipado com o 1.5 turbo a gasolina que entrega 135 cv e 20,4 kgfm de torque e outros dois elétricos na frente, um com 102 cv e 17,3 kgfm e o segundo com 122 cv e 22,4 kgfm. Há ainda um propulsor elétrico traseiro de 238 cv e 31,6 kgfm. A fabricante não divulga a soma do torque dos motores, porém. “O T2 possui uma eletrônica, tanto no 4×2 quanto no 4×4, que gerencia a necessidade do motorista e distribui torque através de todos os motores conforme a necessidade, priorizando eficiência – mas aplicando torque em todos os motores caso seja necessário, seja por performance ou por superação de obstáculos. Sendo assim, não existe um direcionamento de torque feito exclusivamente por cada motor, mas uma distribuição conforme a necessidade”, diz a Jetour em nota encaminhada pela assessoria de imprensa. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Outra justificativa da Jetour é que não existe uma padronização na medição de potência e torque de híbridos para o mercado brasileiro. De fato, atualmente existe apenas um grupo de trabalho da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) o qual discute um projeto de norma ABNT para determinação e declaração de potência dos motores, que entregaria um padrão para o caso dos carros híbridos. Jetour T2 4×4Jetour/Divulgação Vale destacar que a prática é adotada por outras chinesas. Recentemente, a Jaecoo, marca também controlada pela Chery Global, corrigiu a potência e o torque do Jaecoo 7. Os números do SUV foram reduzidos em 60 cv e 15 kgfm ao passar a ter seu rendimento calculado seguindo o Regulamento Técnico Global da Organização das Nações Unidas, sem que qualquer mudança nos seus motores tenha sido feita. Continua após a publicidade A soma dos números Mesmo especificando em seu site brasileiro que a potência e torque do carro declarados não passa da soma dos números, na prática os quatro motores não conseguem entregar isso nas rodas ao mesmo tempo, segundo especialistas ouvidos por QUATRO RODAS. Para Marco Barreto, professor de engenharia mecânica da FEI, quando um veículo híbrido possui múltiplos motores, sua potência máxima real de propulsão não é uma simples soma das potências individuais. Ele explica que existem três arquiteturas principais de veículos híbridos: série, paralelo e série-paralelo. Em cada uma delas, a tração pode ser provida pelo motor a combustão, pelo motor-gerador elétrico ou por ambos simultaneamente. Na arquitetura série, a propulsão é realizada exclusivamente pelo motor-gerador elétrico que está conectado ao trem de potência que leva às rodas. O motor a combustão atua apenas no acionamento do gerador, sem tração direta nas rodas, portanto, a potência máxima do veículo limita-se à potência do motor-gerador elétrico. Na arquitetura paralela, a tração pode vir de qualquer um dos motores ou de ambos simultaneamente, a depender das condições de operação. Continua após a publicidade “Mesmo quando operam juntos, somar as potências máximas continua sendo incorreto, pois os picos de potência dos motor-gerador elétrico e do motor a combustão raramente ocorrem na mesma rotação (RPM). Dessa forma, para determinar a potência máxima de um veículo híbrido, é indispensável conhecer sua arquitetura, seus modos de operação e as curvas de potência em função da rotação, informações que, normalmente, não são disponibilizadas ao consumidor”, explica Barreto. Ele afirma que, embora não exista uma norma brasileira para determinar a potência máxima disponível em veículos híbridos, as montadoras estabelecidas no Brasil utilizam padrões internacionais: ISO 20762 e as regulamentações da Onu: UN R177, UN GTR 21 e UN 85. Elas, de forma conjunta, são usadas para a determinação da potência máxima. O cálculo, inclusive, é utilizado para determinar a potência no IPI Verde. Continua após a publicidade “Para serem utilizados de forma equitativa para tais fins, os valores de potência de veículos eletrificados devem ser qualitativa e quantitativamente comparáveis aos valores de potência baseados em motores tradicionais de veículos convencionais. Dessa forma foi desenvolvida a GTR21 / ECE R177 onde a potência real do veículo é determinada pela potência combinada efetivamente disponível para propulsão, e não simplesmente pela soma das potências nominais de cada motor”, ressalta Cleyton Zabeu, que faz parte do comitê de motores de combustão a ignição por faísca da SAE Brasil. Como funciona a regra da ONU? Elas estabelecem duas abordagens para a determinação da potência máxima do veículo: o Método TP1 – medição baseada em componentes – e o Método TP2 – medição no veículo completo. Continua após a publicidade O Método TP1 determina a potência do sistema a partir do ensaio independente dos principais componentes do trem de força, aplicando fatores de correção para considerar as perdas do conjunto. O Método TP2, por sua vez, propõe o ensaio do veículo completo em dinamômetro de chassi em condição de aceleração máxima, medindo diretamente o torque e a rotação entregues. Nesse caso, a potência máxima entregue para a propulsão do veículo é obtida pela equação, potência (W) = torque (Nm) x rotação (rad/s). O veículo é colocado em um dinamômetro de cubos, capaz de medir a potência nos eixos motrizes. O dinamômetro mantém uma velocidade constante e o motorista aplica aceleração máxima por 10 segundos. O ensaio é repetido por cinco vezes. A potência pode ser determinada de duas formas: TP1 mede a potência elétrica da bateria ou dos inversores e estima a contribuição do motor a combustão, enquanto o TP2 mede diretamente torque e rotação nos eixos ou cubos das rodas. De acordo com o especialista da SAE, o resultado final da potência do sistema é a soma das contribuições que realmente chegam aos pontos de propulsão, considerando as perdas e eficiências do sistema. Normalmente são informados dois valores: • Potência de pico: maior média obtida em uma janela de aproximadamente 2 segundos; • Potência sustentada: média medida entre o 8º e o 10º segundo. 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  8. Anfavea eleva previsão de mercado para 3,1 milhões de veículos em 2026; importações crescem e exportações recuamView the full article
  9. Dados da Indicata mostram que modelos a combustão chegaram a perder mais de 28% do valor de tabela, enquanto SUVs elétricos e híbridos tiveram desvalorização menor entre os seminovosView the full article
  10. A ofensiva das picapes médias chinesas no mercado global acaba de ganhar mais um forte representante. A Chery confirmou as especificações da inédita Stockman, sua aposta para disputar espaço com a recém-lançada BYD Shark e a futura GWM Poer. A grande cartada da fabricante, porém, foi não abrir mão do tipo de combustível favorito no segmento de comerciais leves: o utilitário chegará ao mercado equipado com um conjunto híbrido plug-in (PHEV) baseado em um motor a diesel. O que precisa ser diferente em oficinas de carros elétricos e híbridos Eletricidade no trabalho pesado O trem de força combina um motor quatro cilindros 2.5 turbodiesel a um propulsor elétrico, ambos alimentados por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 34 kWh. O resultado dessa união são 479 cv e fartos 81,5 kgfm. Para fins de comparação, a rival BYD Shark entrega 469 cv, mas fica atrás no torque, com 71,4 kgfm gerados por seu conjunto a gasolina. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade A força extra tem um objetivo técnico: garantir que a Stockman tenha capacidade de reboque de até 3.495 kg. O número empata com as capacidades das referências consagradas da categoria, como Toyota Hilux, Ford Ranger e Isuzu D-Max. Segundo a fabricante, o modo 100% elétrico pode prover uma autonomia de até 96 km sem queimar uma gota de diesel. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade Enquanto a tendência de algumas rivais híbridas é adotar um acerto voltado para o conforto, a Chery apostou na aptidão off-road e de carga. O sistema de tração conta com bloqueio dos diferenciais dianteiro, central e traseiro de série, outra vantagem frente à BYD Shark. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery Continua após a publicidade A suspensão dianteira é independente do tipo duplo A, mas a traseira abriga o tradicional feixe de molas, evidenciando sua vocação para o trabalho. Para o futuro, a marca planeja lançar uma Stockman híbrida a gasolina que adotará suspensão traseira independente. Cabine e posicionamento O interior da Chery Stockman segue a receita de tecnologia típica da indústria automotiva chinesa. O quadro de instrumentos digital tem 10,25 polegadas e divide as atenções com uma central multimídia de 15,6 polegadas, associada a um sistema de som com 14 alto-falantes. O pacote inclui ainda um leque completo de assistentes avançados de condução (ADAS). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chery As primeiras entregas da picape estão previstas para o início do próximo ano em mercados como a Austrália. Por lá, sua principal concorrente, a versão topo de linha da BYD Shark, tem preços a partir de 62.900 dólares australianos (R$ 231.250 ao câmbio atual). A importação da Stockman para o Brasil ainda não foi confirmada pela Caoa Chery, mas o conjunto turbodiesel atrelado à hibridização teria forte apelo em nosso mercado. Publicidade View the full article
  11. A segunda vida do Chevrolet Bolt será muito mais curta do que a General Motors esperava. O hatch elétrico, que já esteve entre os modelos a bateria mais populares dos Estados Unidos, terá sua produção reduzida em cerca de 75% e pode sair de linha novamente no primeiro trimestre de 2027. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Segundo informações da agência Reuters, a GM planejava fabricar 150.000 unidades da nova geração do Bolt. A estimativa atual, contudo, despencou para aproximadamente 35.000 carros produzidos. Oficialmente, a fabricante não confirma os números, limitando-se a declarar que avalia continuamente a demanda dos clientes e a dinâmica do mercado. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet O declínio é um banho de água fria nos planos de eletrificação da marca, especialmente após o enorme esforço industrial para reposicionar o modelo. A geração anterior e o SUV derivado Bolt EUV haviam sido descontinuados justamente para que a fábrica de Orion, no estado de Michigan, abrisse espaço para a montagem de picapes grandes, como a Chevrolet Silverado EV e a GMC Sierra EV. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Fim dos incentivos fiscais afunda vendas do Chevrolet Bolt O novo Bolt ganhou sobrevida com a transferência de sua linha de montagem para uma nova planta na região de Kansas City, mas a procura pelo elétrico renovado não decolou. Até agosto de 2026, apenas 4.224 unidades haviam sido vendidas nos Estados Unidos. Caso mantenha esse ritmo letárgico, o modelo deve terminar o ano com menos de 9.500 emplacamentos. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Um dos principais fatores para o encalhe nas lojas foi o fim do incentivo fiscal federal de US$ 7.500 (cerca de R$ 37.464) concedido a compradores de carros elétricos nos EUA até 2025. Sem o repasse governamental, e sem grandes mudanças visuais em relação ao antecessor, o hatch deixou de ser a escolha lógica de custo-benefício. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Na ponta do lápis, o Bolt parte de US$ 27.600 (R$ 137.611), valor que ainda recebe o acréscimo de uma taxa de destino obrigatória de US$ 1.395 (R$ 6.955). Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Em termos mecânicos, o conjunto segue competente: traz motor de 210 cv e 23,4 kgfm de torque, alimentado por uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 65 kWh, arquitetura capaz de garantir até 422 km de autonomia. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet Continua após a publicidade Equinox EV atrai clientes e força retorno da combustão O golpe final nas ambições do hatch ocorre dentro do próprio showroom da marca. Enquanto o Bolt perde espaço, o Equinox EV atrai os holofotes. O SUV elétrico parte de US$ 34.995 (R$ 174.482), antes da taxa de entrega de US$ 1.800 (R$ 8.975). A diferença de preço é facilmente justificada pelo cliente diante do salto em tecnologia, porte e na autonomia estendida para 513 km. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Chevrolet A produção esvaziada do Bolt já afeta a rotina da fábrica de Kansas City, que não consegue volume suficiente para retomar um segundo turno de operação. A ironia da transição energética é que, para salvar a rentabilidade da planta e preencher a ociosidade, a GM precisará recorrer aos motores a combustão para fabricar as versões térmicas dos SUVs Chevrolet Equinox e Buick Envision no mesmo local. Publicidade View the full article
  12. Não é só de carros que vivem as montadoras no Brasil. Elas estão envolvidas em outros negócios, claro, muitas vezes menos significativos no país, mas que despertam a curiosidade dos amantes automotivos. QUATRO RODAS fez um levantamento no qual mostra o “lado B” dessas empresas. Não foram utilizados bancos de montadoras, assim como seus serviços, nem mesmo peças genuínas, linha de roupas ou cosméticos nesta lista. Motos, ônibus a combustão e caminhões também foram descartados. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. BYD A BYD começou a vender carros de passeio no Brasil em 2022, com a estreia do SUV elétrico de sete lugares Tan. Mas a companhia chegou ao país há mais de dez anos, em 2015, com foco no mercado de energia solar e ônibus elétricos. Chassi de ônibus elétrico, fabricado na fábrica da BYD, em Campinas (SP)Divulgação/BYD Continua após a publicidade Em Campinas (SP), a chinesa produz chassis para ônibus elétricos e módulos fotovoltaicos. Em Manaus (AM), ela tem uma fábrica de baterias destinadas a ônibus elétricos da marca. No transporte sobre trilhos, a BYD fornece trens e sistemas do SkyRail para a Linha 17-Ouro, em São Paulo. “Recentemente, alcançamos a marca de 1.000 chassis de ônibus elétricos produzidos na fábrica de Campinas (SP). É um número que ajuda a mostrar a evolução desse mercado: o primeiro chassi saiu da unidade em 2016 e, hoje, a fábrica já produz cerca de 30 por semana. Em julho, a BYD respondeu por 74,16% dos ônibus elétricos emplacados no Brasil, com 66 dos 89 veículos registrados no mês”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e marketing da BYD Auto. Ônibus da BYDDivulgação/BYD Continua após a publicidade Neste ano, a BYD anunciou o investimento de até R$ 500 milhões para ampliar sua atuação em BESS (Battery Energy Storage System, ou Sistema de Armazenamento de Energia em Baterias) no Brasil, um mercado que a empresa considera estratégico para os próximos anos. “À medida que fontes como solar e eólica ganham cada vez mais espaço na matriz elétrica brasileira, o armazenamento passa a ter um papel fundamental para aproveitar melhor essa energia e trazer mais flexibilidade, confiabilidade e estabilidade ao sistema“, explica Baldy. Honda Além de carros e motocicletas, a Honda comercializa equipamentos para utilidades diversas. A sua linha de motores e máquinas tem atuação no Brasil desde 1971, com produção desde 2001 em Manaus (mesma planta da fábrica de motos). Continua após a publicidade Motor Honda GX390 MegaDivulgação/Honda Destaque para os motores de rabeta, muito utilizados na região Norte para mobilidade sobre a água em comunidades ribeirinhas. Além disso, a linha tem motobomba, roçadeira e gerador de energia. A companhia também oferece quadriciclos, com modelos para trabalho, lazer e aplicações no agronegócio. O Honda TRX 420 Fourtrax é o quadriciclo (ATV) mais vendido no Brasil. Continua após a publicidade Honda TRX 420 FourtraxDivulgação/Honda Há ainda a venda do jato executivo HondaJet, que ocorre por meio da empresa Líder Aviação, operadora autorizada no país. No Brasil, existem sete aeronaves entregues. Honda Jet EliteDivulgação/Honda Continua após a publicidade Mitsubishi A Mitsubishi Electric, cujo portfólio é bem abrangente, atua no Brasil desde 1975. Apesar de carregar o mesmo nome e os três diamantes no logotipo, a Mitsubishi Electric e a Mitsubishi Motors não fazem parte do mesmo grupo econômico. Isso remete ao período após a Segunda Guerra Mundial, quando o conglomerado original foi dissolvido por ordem das forças aliadas de ocupação no Japão. Hoje, a marca Mitsubishi não é uma única empresa, mas dezenas de outras totalmente independentes. O portfólio local contempla equipamentos automotivos, robótica, soluções para saneamento, agronegócio e mobilidade urbana, além de serviços de suporte técnico. Seu escritório oficial em Barueri (SP) foi inaugurado em 2012. No país, ela tem forte atuação em automação industrial e CNCs (Controladores Numéricos Computadorizados). Robôs da Mitsubishi ElectricDivulgação/Mitsubishi “Buscamos levar nossas tecnologias para diferentes desafios, apoiando empresas na modernização de processos, no aumento da eficiência e na construção de operações mais conectadas e sustentáveis”, diz Fabiano Lourenço, presidente da Mitsubishi Electric Brasil. No Brasil, a HPE Automotores atua como a representante oficial da Mitsubishi Motors. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ Toyota A maior montadora do mundo atua no ramo de empilhadeiras e logística. A Toyota Empilhadeiras, estabelecida no Brasil desde 2004, tem filiais espalhadas pelo Brasil e uma unidade na Argentina (Buenos Aires). A sede administrativa da Toyota, situada na região metropolitana de São Paulo, centraliza as operações de vendas e pós-vendas para o território nacional. Empilhadeiras da ToyotaDivulgação/Toyota A fábrica brasileira, com um terreno de 93.000 m² e uma área construída de 31.000 m², está localizada em Artur Nogueira, no interior de São Paulo. Nesta unidade, atualmente, são fabricadas a empilhadeira a combustão da Série 8, a transpaleteira manual LHM e a empilhadeira elétrica patolada SWE140. Hyundai A Hyundai tem algumas divisões que atuam no Brasil e outras que deixaram de existir. Uma delas é a Hyundai Construction Equipament (ou Hyundai CE) Brasil, que vende escavadeiras pesadas, retroescavadeiras e pás carregadeiras utilizadas em obras. A empresa tem uma fábrica em operação em Itatiaia (RJ), inaugurada em 2013. Escavadeira hidráulica Hyundai HX350LDivulgação/Hyundai Outra ainda presente no país é a Hyundai Steel Brazil (HSBR), cuja criação ocorreu em janeiro de 2011 na cidade de Piracicaba (SP), inicialmente como Hyundai Hysco. Seu objetivo é fornecer commodities e atuar como uma artéria logística para o desenvolvimento projetado pelo grupo multinacional no Brasil. As tecnologias da HSBR estão voltadas aos serviços de corte de metais e rolos de aço para a indústria automotiva. Os principais produtos produzidos e comercializados pela empresa são: bobinas de aço, rolos de aço, chapas de aço, blanks de aço e revenda de produtos em aço já estampados. Trens da Hyundai Rotem ainda operam na Linha 4-Amarela do metrô da cidade de São Paulo. Porém, o braço encerrou a sua produção ativa de trens no Brasil em 2024 e a sua antiga fábrica em Araraquara (SP) foi ocupada pela concorrente chinesa CRRC. A Hyundai Elevadores do Brasil teve o mesmo fim que a Hyundai Rotem. Ela encerrou suas atividades no país em 2024. A operação brasileira havia sido iniciada em 2013, com a abertura de uma fábrica em 2014, na cidade de São Leopoldo (RS). Volvo A Volvo CE é a divisão do grupo Volvo dedicada a equipamentos de construção. A empresa mantém operações no Brasil desde a década de 1970, possui sede administrativa em Curitiba (PR) e fábrica em Pederneiras (SP). A lista abrange máquinas elétricas, escavadeiras, carregadeiras de rodas, caminhões articulados, caminhões rígidos e compactadores. Motor marítimo Volvo Penta D2Divulgação/Volvo Outra divisão do grupo com atuação no Brasil é a Volvo Penta. Ela é uma fabricante de motores e sistemas de propulsão. Para embarcações, há motores marítimos, de rabeta e geradores. Mas há parcerias com aplicações em data centers, construção, mineração, setor florestal e armazenamento de energia, entre outros, segundo consta no site oficial brasileiro. Suzuki A Suzuki tem a divisão Marine, na qual comercializa motores de popa no Brasil há quase 50 anos. A empresa oferece uma linha de dois e quatro tempos, variando até 325 cv para as opções topo de linha, com distribuição nacional e atendimento oficial. Os equipamentos são importados do Japão. Motor Suzuki Marine DF325A 4TDivulgação/Suzuki Vale destacar que, assim como ocorre com a Mitsubishi, a Suzuki Veículos é representada no Brasil pela HPE Automotores. Fiat A Fiat tem uma divisão Machinery que atua no Brasil por meio da Nauber Máquinas, distribuidora e importadora exclusiva da divisão de máquinas e ferramentas. A lista engloba: pulverizadores, cortadores de grama, soldadores, motobombas, roçadeiras, tratores, motocultivadores, geradores, kits de ferramentas, motores, guinchos e compressores. Motor Estacionário Fiat Nauber Capo 70Reprodução/Fiat Publicidade View the full article
  13. Equipamentos estão em cinco estradas; homologação não significa que os radares sejam novos nem que já estejam em operaçãoView the full article
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  15. Yesterday
  16. Hoje tivemos o feedback um pouco diferente, depois de experimentar a gastronomia brasileira, parece que nossos doces foram aprovados 😅View the full article
  17. Nosso primeiro dia de prática foi marcado por muito conhecimento, troca de experiências e paixão pelo som de alta qualidade! 🔊 Agradecemos a todos que participaram, compartilharam experiências e fizeram parte desse momento especial. Cada aprendizado reforça que um verdadeiro projeto SQ vai muito além dos equipamentos: envolve técnica, dedicação e sensibilidade para ouvir cada detalhe. #SomSQ #SoundQuality #CarAudio #SomAutomotivoView the full article
  18. SPL é uma categoria que é medido o nível de pressão sonora, onde os equipamentos são voltado pra alta potência e um subgrave impressionanteView the full article
  19. O som é forte, mas a parceria também! 🔊 Bom demais encontrar quem faz parte da nossa correria e torce pelo nosso crescimento. 🧡 Valeu pela atenção, pelo apoio e pela parceria de sempre! 👊🔥View the full article
  20. ✅✅✅mini ventilador turbo👉👉👉https://meli.la/2gTjLYE 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅COMPRE AQUI PENDRIVE ATUALIZADO HARD CDS 👉👉👉https://shopee.com.br/product/432600863/18999845796/ ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Mini Ventilador Soprador Ar Turbo 130000RPM Sem FioView the full article
  21. Aqui o som não é brincadeira, é tradição! Quem conhece a Abelvolks sabe que nossos carros não passam despercebidos! Projetos de tirar o fôlego, estruturas de respeito e a força da @banda_audioparts fazendo parte dessa história. Porque som de verdade não precisa de apresentação. O resultado fala por si! #TemQueRespeitar #SomÉAbelvolksView the full article
  22. Mais que uma concessionária Volkswagen, a Dacon foi uma lenda do automobilismo nacional. Os quatro Karmann-Ghia com motor Porsche da Escuderia Dacon venceram metade das provas que disputaram e consolidaram o prestígio do engenheiro Paulo Goulart junto ao fabricante de Stuttgart. Foi daí que nasceu o PAG Dacon 928. A influência do Porsche 928 é inequívoca. Desenvolvido para o mercado americano, o 928 foi o segundo Porsche com motor dianteiro refrigerado a água (após o 924) e um importante avanço para o fabricante alemão. O nome PAG, de Projects d’Avant Garde, também representava as iniciais de Paulo de Aguiar GoulartFernando Pires/Quatro Rodas Origem do fora de série nacional Para entender o contexto do PAG Dacon 928, é preciso voltar aos anos 1970, período em que a Dacon também representava marcas como BMW, Jaguar e Citroën-Maserati. Tudo ia bem para a revenda paulistana até a publicação do Decreto-Lei nº 1.455/1976, que proibiu as importações e afetou a seleta clientela. Cinco carros médios usados completões com preço de carro compacto Continua após a publicidade Intransponível, a nova restrição fomentou modelos fora de série como Puma e Adamo e incentivou o surgimento de outros como Bianco, Miura e Santa Matilde. Foi então que a Dacon virou grife automotiva: instrumentos, rodas e volantes Porsche tornaram-se obrigatórios nas personalizações realizadas em modelos Brasilia e Passat. –Marco de Bari/Quatro Rodas A década seguinte foi um período difícil, com o país em recessão e com hiperinflação. A solução adotada pela Dacon para sobreviver foi fundar a PAG (Projects d’Avant Garde), empresa sediada em Santana de Parnaíba (SP) para o desenvolvimento de novos modelos. Para diminuir custos, o recém-lançado Gol GT foi escolhido como base para o PAG Dacon 928, em 1984. Continua após a publicidade –Marco de Bari/Quatro Rodas O capô alongado melhorava a aerodinâmica e era tão bem integrado aos para-lamas dianteiros que o para-brisa do Gol passava quase despercebido. Peças de plástico reforçado com fibra de vidro eram adicionadas para modificar a aparência de capota, laterais e portas. A traseira foi inteiramente modificada: a porta de acesso ao porta-malas e os vidros eram exclusivos. Portas redesenhadas continuavam com a estrutura originalFernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Mecânica envenenada Outra exclusividade do PAG Dacon 928 era o bloco: a cilindrada saltou dos 1.781 cm³ para 2.006 cm³ com o uso de pistões de 84 mm e um novo virabrequim com 90,5 mm de curso. Por razões tributárias, a potência declarada permanecia em 99 cv, mas a sensação de torque era evidente. O conjunto interno, do VW Gol, permanecia inalterado para reduzir custos. Encostos de cabeça no banco traseiro eram raríssimos na década de 1980. Ar-condicionado era opcionalFernando Pires/Quatro Rodas O fôlego a mais do motor era bem-vindo para compensar a queda no desempenho causada pelo ar-condicionado, único equipamento oferecido como opcional. O notável comportamento dinâmico era um convite ao excesso de velocidade: a 180 km/h a impressão era de estar a 120 km/h. Continua após a publicidade Ninguém sabe quantos PAG Dacon 928 foram produzidos, mas ele é considerado um dos carros mais raros da marca. O esportivo foi sucedido pelo Nick (1987) e pelo Chubby (1990), mas a PAG encerrou as atividades em 1991, logo após a abertura das importações. A concessionária Dacon resistiu até 1996. –Fernando Pires/Quatro Rodas Continua após a publicidade Ficha Técnica – PAG Dacon 928 1984 Motor: longitudinal, 4 cilindros em linha, 2.006 cm³, alimentado por um carburador de corpo duplo, 99 cv DIN a 5.400 rpm; 14,9 kgfm a 3.200 rpm Câmbio: manual de 4 marchas, tração dianteira Carroceria: fechada, 2 portas, 5 lugares Dimensões: comprimento, 4,05 m; largura, 1,60 m; altura, 1,37 m; entre-eixos, 2,35 m; peso: 910 kg; pneus: 185/60 HR 14 Motor de 2.000 cc foi oferecido pela Dacon muitos anos antes da própria VWFernando Pires/Quatro Rodas Publicidade View the full article
  23. Como construir e avaliar um verdadeiro projeto de som de alta qualidade? Vamos explorar na prática os fundamentos do SQ: escolha dos equipamentos, instalação, tratamento acústico, ajustes de DSP, palco sonoro, imagem estéreo e fidelidade musical. #SomSQ #SoundQuality #CarAudio #SomAutomotivo #AltaFidelidadeView the full article
  24. @abelvolksoficialView the full article
  25. A Chery anunciou que a marca Jetour terá um reposicionamento no mercado global para atuar estritamente como uma divisão focada no segmento off-road de alto valor agregado. A alteração de rota faz parte da estratégia batizada de “Globalização 3.0”, que visa alinhar as operações domésticas e internacionais do grupo chinês em busca de rentabilidade. A Jetour, que nasceu em 2018 com perfil de viagem, apelo familiar e foco em custo-benefício, agora passa a mirar um consumidor de maior poder aquisitivo que busca aventura sem abrir mão de conforto. O movimento da matriz chinesa altera a percepção do mercado no Brasil, onde a Jetour iniciou oficialmente suas operações de forma independente no primeiro semestre de 2026, vendendo os modelos S06, T1 e T2. Com a nova diretriz, a divisão deixa de focar apenas em volume para assumir um papel complementar ao da Exeed, a outra fabricante de alto padrão comandada pela Chery. Enquanto a Exeed foca no luxo urbano tradicional e no asfalto, a Jetour atuará como a resposta do grupo para o aquecido nicho de utilitários eletrificados voltados para o uso fora de estrada. Jetour G700Henrique Rodriguez/Quatro Rodas Essa guinada mercadológica tem o modelo G700 como vitrine da marca. O utilitário, que será lançado no Brasil ainda em 2026, é um híbrido plug-in construído sobre chassi de longarinas, a mesma base estrutural de caminhonetes médias, o que garante maior resistência no trânsito em trilhas pesadas. O projeto exibe dimensões imponentes, com 5,19 m de comprimento, porte que o coloca em vantagem natural frente a rivais menores em preço, como o GWM Tank 300, e o aproxima das medidas de veículos da categoria full-size. Continua após a publicidade Jetour G700Henrique Rodriguez/Quatro Rodas A engenharia do G700 acompanha a ambição que a Chery projeta para a fase atual da Jetour. O utilitário grandalhão une um motor a combustão a potentes propulsores elétricos para entregar expressivos 904 cv de potência combinada. O conjunto trabalha em harmonia com um grande pacote de baterias de 59,45 kWh de capacidade. Esse volume assegura uma autonomia elétrica declarada de 211 km no ciclo europeu WLTP, alcance que permite rodar pela cidade diariamente no modo elétrico, preservando a autonomia combinada para incursões mais severas. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A tática de reposicionamento evidencia a corrida das fabricantes da China por fatias mais lucrativas e de maior prestígio na indústria automotiva global. A transição definitiva da Jetour para o nicho de alto padrão off-road funciona como uma defesa contra a expansão global da linha Tank, da GWM, e à criação de submarcas especializadas em jipes pela BYD, como a Fang Cheng Bao. O objetivo central é evitar que as marcas da Chery percam espaço para rivais natos de aventura. Continua após a publicidade Li Xueyong, vice-presidente executivo da Chery, assume o comando da divisão da Jetour para consolidar o novo formato. Paralelamente, a marca principal Chery tentará integrar e otimizar as vendas de seus produtos mais racionais na rede internacional. Publicidade View the full article
  26. O primeiro dia de EMMA foi marcado por troca de experiências, histórias e muita paixão pelo som automotivo! 🔊 Um pouco da apresentação do Bruno e Rafael e do trabalho que nos trouxe até aqui, representando a RWB Audio Premium nesse grande evento.🔥 #audiopremium #somdequalidade #sq #goiania #explorarView the full article
  27. Fabricante chinesa apresentará quatro versões do Sitrak C7H na Fenatran 2026, em novembro; preços e início das vendas ainda não foram divulgadosView the full article
  28. O Volkswagen ID.4 acaba de desembarcar para venda no Brasil, antes o SUV só podia ser alugado pelo público brasileiro. No entanto, nos Estados Unidos, o SUV está passando por um recall de 22.524 unidades por risco de incêndio. A informação foi revelada pela Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) e a solução parcial apresentada pela Volkswagen é uma recomendação para que os proprietários não recarreguem o veículo acima dos 80%. Segundo a marca, os incidentes acontecem acima desse nível de carga. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen “A causa principal é desconhecida, porém, em certas baterias de alta tensão dos veículos afetados, determinados perfis de carregamento, combinados com um estado de carga acima de 80%, podem desencadear a propagação térmica dentro da bateria de alta tensão”, afirmou a VW em um comunicado. Continua após a publicidade Ao todo foram 22 casos relatados por clientes dos Estados Unidos entre 18 de janeiro de 2024 e 7 de agosto de 2026. A marca alemã estima que cerca de 0,1% dos carros convocados para o recall realmente possam ser atingidos pelo problema. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Os veículos que comparecem às concessionárias terão adesivos colados no painel e na tampa de recarga alertando para não deixar ultrapassar os 80% de carga. Dependendo da versão, segundo a Volkswagen, é possível que atualizações remotas limitem o percentual da bateria. Vale ressaltar que o ID.4 vendido no Brasil é importado diretamente da Alemanha, onde as unidades usam baterias da LG, enquanto o modelo vendido nos Estados Unidos é feito em Chattanooga, no Tennessee, e utiliza baterias fornecidas pela SK On. Publicidade View the full article
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