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  1. Hoje
  2. O Honda NSX de 1991 mantido por Ayrton Senna em Portugal foi o grande destaque do leilão da RM Sotheby’s em Londres, no Reino Unido, neste sábado (31). O esportivo japonês foi arrematado por um lance de 871.000 libras (R$ 6,3 milhões em conversão direta e sem impostos) superando as expectativas. Este exemplar do esportivo japonês tem chassi T000233 e tem pintura vermelha Formula Red combinada ao teto preto e à cabine revestida de couro preto. Este exemplar integrava uma frota de três unidades cedidas pela fabricante ao brasileiro. Enquanto os outros dois veículos tinham carroceria preta, o qual um deles permanece no Brasil em posse de sua família. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Internet Foi ao volante deste exemplar, que ficava baseado em Lisboa para os deslocamentos do piloto pela Europa, que o tricampeão chegou ao circuito de Estoril para disputar o Grande Prêmio de Portugal de 1991, prova em que largou na terceira posição e cruzou a linha de chegada em segundo lugar. No mesmo ano da conquista do seu terceiro mundial, o carro protagonizou cenas de arrancada no documentário Racing Is In My Blood (1992) e a célebre fotografia em que o brasileiro lava a carroceria com uma mangueira. Continua após a publicidade Como Ayrton Senna ajudou a desenvolver o Honda NSX? Ayrton Senna atuou diretamente na validação dinâmica do Honda NSX em 1989, durante testes no circuito de Suzuka, no Japão. Ao avaliar o protótipo inicial e considerar a estrutura frágil sob carga severa, o piloto exigiu ajustes que levaram a engenharia a ampliar em 50% a rigidez estrutural do monobloco de alumínio e recalibrar a suspensão. O projeto do esportivo havia começado em 1985 sob a chefia do engenheiro Shigeru Uehara, com a meta de estabelecer o primeiro automóvel produzido em série no mundo com carroceria e chassi monobloco integralmente estampados em alumínio. Para dar forma ao modelo, os designers buscaram inspiração no caça militar F-16, desenhando uma cabine avançada que favorecia a visibilidade em 360 graus nos traçados sinuosos. Honda NSX 1991Reprodução/Internet Continua após a publicidade A produção exigiu a inauguração de uma fábrica dedicada em Tochigi, no Japão, em 1990, onde a cadência de montagem era restrita a 25 unidades diárias executadas manualmente. Quando chegou ao mercado japonês em setembro daquele ano, a demanda superou a capacidade produtiva e gerou filas de espera de até três anos, além de servir de laboratório para o nascimento da configuração aliviada NSX-R em 1992. Qual é o motor e o desempenho do Honda NSX de 1991? O Honda NSX de 1991 utiliza o motor central-traseiro C30A, um V6 3.0 aspirado a gasolina desenvolvido especificamente para o cupê e dotado de comando de válvulas variável. Na especificação europeia destinada a Portugal, o propulsor entrega 274 cv de potência e 29 kgfm de torque, alcançando 265 km/h de velocidade máxima com câmbio manual. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Internet Continua após a publicidade Embora o catálogo do leilão em Londres não detalhe, o veículo segue o padrão homologado pela marca para a Europa e para os Estados Unidos, onde foi comercializado sob a divisão Acura. O posicionamento transversal do bloco V6 3.0 aspirado entre os eixos permitia um equilíbrio dinâmico superior ao de rivais da época, priorizando a tração em saídas de curva. Qual foi o histórico do Honda NSX após a morte de Ayrton Senna? Após o acidente fatal de Ayrton Senna em Imola, em maio de 1994, o Honda NSX permaneceu em Portugal e recebeu um novo registro de propriedade dez meses depois. O cupê passou pela concessionária portuguesa Nipomotor em 1997, teve compradores no Reino Unido em 2009 e no Japão em 2024, antes de retornar a Londres para o leilão. <span class="hidden">–</span>Reprodução/Internet Continua após a publicidade Durante sua permanência no continente europeu, o esportivo participou das homenagens pelos 25 anos do falecimento do piloto brasileiro no autódromo de Imola, na Itália, em 2019. Naquela cerimônia, o exemplar foi conduzido na pista por Giancarlo Minardi, fundador da antiga equipe de Fórmula 1 e dirigente do circuito italiano, mantendo a quilometragem e a mecânica originais preservadas. Para sustentar o valor milionário perante os colecionadores, o lote inclui um dossiê de autenticidade composto pelo manual de garantia original e pelos registros de propriedade emitidos em Portugal. O pacote documental traz ainda a cópia do fax original emitido pela Honda — posteriormente ratificado pela divisão Honda Motor Europe — que certifica o vínculo direto do chassi com o piloto brasileiro. Publicidade View the full article
  3. Voltar ao lugar onde o carro foi estacionado e não encontrá-lo costuma provocar uma primeira suspeita: furto. Em muitos casos, porém, o veículo foi removido por um órgão de trânsito. A demora pode aumentar os custos, e conhecer as regras ajuda a resolver a situação mais rápido e a evitar cobranças indevidas. Por que um carro pode ser removido? A remoção é uma das medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e depende da previsão legal aplicável a cada infração. O Código diferencia a remoção, em que o veículo é levado ao depósito, de outras medidas, como a retenção, em que ele fica parado no local até a regularização. Parar em local proibido pela sinalização ou em vaga reservada sem credencial preveem remoção. Estacionar na contramão, todavia, tem apenas multa como penalidade. A remoção também está prevista para quem conduz veículo que não esteja registrado e devidamente licenciado, quando não há condutor habilitado no local para assumir um veículo retido e caso o veículo esteja em estado de abandono. Dá para evitar a remoção na hora? Pelo artigo 271 do CTB, não cabe remoção quando a irregularidade for sanada no local da infração. Se isso não for possível, o veículo pode ser liberado a um condutor regularmente habilitado, desde que ofereça condições de segurança para circular. Nesse caso, o Certificado de Licenciamento Anual é recolhido e o condutor recebe prazo de até 15 dias para regularizar a situação. Essa possibilidade não vale para veículos sem registro ou licenciamento nem para os usados em transporte remunerado irregular. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Como saber para onde o carro foi levado? O CTB determina que o proprietário ou o condutor seja informado, no ato da remoção, sobre as providências necessárias para recuperar o veículo. Se nenhum dos dois estiver presente, a autoridade de trânsito deve expedir a notificação ao proprietário em até dez dias, por correio ou outro meio que assegure a ciência. Se essa tentativa for frustrada, a notificação pode ser feita por edital. A correspondência devolvida por endereço desatualizado ou por recusa em recebê-la é considerada recebida. Em sequência, procure o órgão que pode ter feito a remoção: o Detran, o órgão municipal de trânsito ou a polícia responsável pela via. Muitos órgãos oferecem, em seus sites, uma opção de consulta ou de liberação de veículo removido. Nas remoções feitas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), as providências para a liberação são indicadas no Documento de Recolhimento de Veículo (DRV), entregue no momento da abordagem. Se não houver sinal de remoção, registre um boletim de ocorrência por possível furto. Continua após a publicidade O que é preciso para liberar o veículo? A restituição do veículo removido depende do pagamento prévio de multas, taxas, despesas de remoção e estada e outros encargos previstos em lei. A liberação também depende do reparo de qualquer componente ou equipamento obrigatório que não esteja funcionando. Se o reparo não puder ser feito no depósito, a autoridade responsável poderá autorizar a saída do veículo, transportado, exclusivamente para o conserto, com prazo definido para reapresentação. Os documentos exigidos e os procedimentos de liberação variam conforme o órgão responsável. Em geral, é preciso apresentar documento de identificação e o documento do veículo, além de procuração quando a retirada for feita por terceiros. Continua após a publicidade Remoção indevida dá direito à devolução do que foi pagojcomp/Magnific/Reprodução Quanto pode ser cobrado? Os valores de remoção e estadia são definidos por cada órgão ou ente da Federação e podem ser cobrados por meio de taxa instituída em lei. Eles devem ser consultados na tabela oficial do órgão responsável. Continua após a publicidade O CTB estabelece um limite para essa cobrança. As despesas de remoção e estadia correspondem ao período integral, contado em dias, em que o veículo permaneceu no depósito, mas ficam limitadas a seis meses. O que acontece se o carro não for retirado? O veículo removido e não reclamado pelo proprietário em 60 dias, contados do recolhimento, será avaliado e levado a leilão. Nesse caso, os débitos que incidiam sobre o veículo deixam de acompanhá-lo, mas não desaparecem: continuam podendo ser cobrados do antigo proprietário. Depois de quitadas as despesas e os débitos, eventual saldo fica disponível ao antigo dono. A notificação para a retirada desse valor deve ser expedida em até 30 dias após o leilão, e o prazo para solicitar o dinheiro é de cinco anos. Continua após a publicidade O que fazer ao retirar o carro? Antes de ir ao pátio, confira no site do órgão qual é o formato exigido para os documentos e se é necessário agendar o atendimento. No pátio, antes de sair, confira o estado do veículo e os pertences que estavam dentro dele. Fotografe eventuais danos e registre no local qualquer divergência em relação às condições do carro antes da remoção. Guarde o termo de recolhimento, os comprovantes de pagamento e os protocolos de reclamação. E se a remoção foi indevida? O CTB prevê que, se o proprietário comprovar, administrativa ou judicialmente, que o recolhimento foi indevido ou que houve abuso no período de retenção, o ente público deve devolver as quantias pagas. A infração que motivou a remoção e a eventual multa podem ser contestadas pelos procedimentos administrativos previstos na legislação. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Tudo que você precisa saber para manter um carro blindado Publicidade View the full article
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  6. 𝗨𝗠 𝗣𝗥𝗢𝗖𝗘𝗦𝗦𝗔𝗗𝗢𝗥, 𝗜𝗡𝗨́𝗠𝗘𝗥𝗔𝗦 𝗣𝗢𝗦𝗦𝗜𝗕𝗜𝗟𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘𝗦! 🔊🔥 Você sabia que o Expert X12 pode trabalhar como se fossem três processadores de 4 vias em um único equipamento? 🚀 Com 6 entradas e 12 saídas de áudio, o X12 oferece total versatilidade no roteamento dos canais, permitindo configurar diferentes grupos de saídas e selecionar suas respectivas entradas. E tem mais! Com a função CUSTOM, você pode personalizar a origem do sinal de cada canal, escolhendo entre RCA, óptico e Bluetooth! Mais liberdade, praticidade e possibilidades para configurar seu sistema de som do seu jeito! ▶️ Confira no vídeo como funciona esse recurso e descubra todo o potencial do X12! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #SomAutomotivo #ProcessadorDeAudio #RoteamentoDeAudio #TecnologiaView the full article
  7. A ofensiva BYD entre as picapes não vai parar com a Shark e a Mako, que será lançada no Brasil no começo de 2027. As primeiras mulas de teste daquela que será a picape compacta da marca, dedicada a roubar clientes de Fiat Strada e VW Tukan, já desembarcaram no país e fazem agora sua primeira aparição no mundo. O flagrante é da página @Autorodmotors no Instagram e as imagens antecipam bastante sobre o conceito técnico do utilitário. O mais importante é que os registros deixam evidente que o protótipo em testes não se trata de mais uma unidade de testes da futura BYD Mako. BYD Mako é maior e compartilha frente e portas com o Song ProHenrique Rodriguez/Quatro Rodas A Mako está praticamente pronta: como será o primeiro BYD fabricado apenas no Brasil, a picape aguarda a operação de estamparia ter início na fábrica de Camaçari (BA), que iniciou os processos de pintura e soldagem na última semana. É um derivado do SUV Song Pro. A Mako tem cerca de 4,80 m de comprimento e 2,90 m de entre-eixos, e é bastante característica por ter cabine mais ampla e um caimento maior na última coluna, por ter aproveitado as portas traseiras do Song Pro. Ou seja, trata-se de uma caminhonete de porte médio-compacto (ou seja, uma picape intermediária). Continua após a publicidade Como será o visual e a plataforma da nova picape compacta da BYD? <span class="hidden">–</span>@Autorodmotors/Quatro Rodas A nova picape compacta da BYD utilizará a plataforma e a dianteira do sedã Seal 05, uma reestilização do King vendida na China, e terá portas traseiras exclusivas e caçamba encurtada. Isso explica a dianteira ser tão desproporcional ao resto da carroceria nas mulas de teste, apesar das tomadas de ar extras. Se seu nome tiver que seguir uma espécie de tubarão, Reef pode ser uma opção: o “tubarão-recifal” é bem menor que um Mako. Projeção da picape compacta da BYDHenrique Rodriguez/IA/Quatro Rodas Continua após a publicidade Outra particularidade é que a inédita picape compacta da BYD tem portas traseiras curtinhas, feitas exclusivamente para ela. Também é perceptível como a caçamba é mais curta, ajudando a defender o posto de picape mais barata e utilitária da fabricante no mercado brasileiro. Qual será o tipo de suspensão da picape mais barata da BYD? A picape de entrada da BYD adotará uma suspensão traseira focada no trabalho pesado, possivelmente de eixo rígido ou eixo de torção. O ângulo dos amortecedores sugere ser o mesmo esquema usado no eixo de torção do Dolphin GS, com os amortecedores montados fora das molas. Isso deixa bem claro que não se trata do sistema independente multilink usado na irmã maior Mako. Essa diferença visa garantir robustez no segmento de compactas. <span class="hidden">–</span>@Autorodmotors/Quatro Rodas Continua após a publicidade Strada e Tukan usam eixo rígido, enquanto Saveiro e Montana usam eixo de torção. Só as intermediárias Toro e Renault Niagara têm suspensão independente na traseira. Qual é o conjunto mecânico e a bateria da nova picape compacta? O conjunto mecânico da nova picape compacta será híbrido plug-in (PHEV), herdado da Mako, combinando um motor quatro cilindros 1.5 flex aspirado de 98 cv a um propulsor elétrico e câmbio eCVT. A diferença ficará no tamanho da bateria e na potência combinada final. Projeção da picape compacta da BYDHenrique Rodriguez/IA/Quatro Rodas Continua após a publicidade Um dos desafios da BYD será promover esse distanciamento entre a Mako e sua picape de entrada. Como a montadora não vende carros só a combustão ou híbridos leves (MHEV) ou plenos (HEV), e foca em elétricos e híbridos plug-in (PHEV), a nova picape não fugirá da eletrificação mais pesada. Tomando por exemplo o BYD King, a versão GL tem 209 cv e bateria Blade de 8,3 kWh, oferecendo cerca de 32 km de autonomia elétrica. Já a versão GS tem 235 cv e bateria de 18,3 kWh para rodar até 78 km no modo elétrico. Já o conjunto PHEV de última geração, hoje usado no Dolphin G com potências de 176 cv e 212 cv, pode ser usado, obrigatoriamente flex, para reforçar essa hierarquia da linha. <span class="hidden">–</span>@Autorodmotors/Quatro Rodas Continua após a publicidade A picape de entrada ficaria com a bateria menor, que também é mais leve. Isto, combinado com a suspensão mais robusta, pode favorecer a capacidade de carga na pequena caçamba. Quando a nova picape de entrada da BYD será lançada no Brasil? O lançamento desta nova picape compacta da BYD no mercado brasileiro não acontecerá antes do final de 2027. Embora o desenvolvimento dos modelos aconteça na China, a picape de entrada seguirá os passos da Mako e terá o Brasil como seu principal ambiente de testes dinâmicos. Estes testes são a parte mais importante: os consumidores de picapes compactas são ainda mais exigentes quanto à resistência dos veículos e as submete a situações ainda mais pesadas. Também existe a forte possibilidade de a picape compacta inédita ser fabricada apenas no Brasil, ganhando outros mercados internacionais a partir da linha de montagem da fábrica de Camaçari. Até lá, a Mako deve ajudar a consolidar a presença da BYD entre as caminhonetes. Publicidade View the full article
  8. Caixa Bob ou caixa trio? 🔊🤔 Com o MB 400 BOB de 12” da Taramps, você tem versatilidade para diferentes montagens, com graves de respeito e diversas possibilidades de combinação. Agora conta pra gente: você é do time caixa Bob ou caixa trio? #taramps #somautomotivo #alto-falante #caixabob #caixatrio #shortsView the full article
  9. #porumbrasilmelhor #s9customs #business #jeep #mitsubishiView the full article
  10. Diferentemente do lubrificante do motor, que segue prazos e quilometragens rigorosos para a substituição, o fluido de transmissão ainda é cercado de mistério para muitos motoristas. A omissão nos manuais de diversas montadoras fortalece o mito de que o componente seria vitalício. Na prática, essa interpretação leva a descuidos na manutenção e compromete o funcionamento de todo o conjunto mecânico, resultando em consertos caros para o bolso do proprietário. Quando é necessário trocar o óleo do câmbio do carro? A substituição preventiva do fluido de transmissão deve ser feita quando o veículo é submetido ao uso urbano severo, cenário que acelera a oxidação e a perda de aditivos do lubrificante. Wellington Santos, técnico em implantação de tecnologia da Castrol, explica que o óleo perde sua capacidade de lubrificação e controle de atrito no trânsito pesado. As consequências diretas de rodar com o lubrificante vencido e degradado são trancos incômodos ao engatar as marchas, patinação evidente nas arrancadas do veículo, ruídos anormais durante a forte aceleração e o grave superaquecimento de todo o sistema da transmissão. Câmbio automático desmontadoRenato Pizzuto/Quatro Rodas Continua após a publicidade “O termo vitalício não significa ‘nunca trocar’. Significa que, dentro de um cenário ideal, o fluido atenderia à vida projetada da transmissão”, aponta o especialista. Como o uso nas ruas do Brasil raramente reflete as condições ideais de laboratório das montadoras, as inspeções frequentes garantem a proteção das peças mecânicas contra o desgaste prematuro. Um erro comum nas oficinas e concessionárias é avaliar a saúde do lubrificante apenas pelo aspecto visual. Segundo o técnico, há situações em que a coloração do material se mantém aparentemente limpa na vareta, mas as suas propriedades químicas fundamentais já foram completamente degradadas pela rotina de uso. Continua após a publicidade O óleo de câmbio dura até o fim da vida útil do carro? Não. O termo vitalício indica que ele duraria a vida útil do projeto apenas em condições ideais de uso rodoviário contínuo, mas o uso urbano severo exige trocas preventivas para evitar falhas. Continua após a publicidade Como saber se o óleo da transmissão precisa ser trocado? Além da quilometragem preventiva, sinais dinâmicos como trancos nas trocas de marcha, patinação, ruídos e superaquecimento indicam degradação crítica, mesmo que a cor visual do fluido pareça normal. Publicidade View the full article
  11. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower Geely EX2, BYD Dolphin, MG4 Urban e companhia devem ficar com a vida um pouquinho mais complicada aqui no Brasil. O motivo é a estreia, finalmente, do BAIC Arcfox T1, novo hatch elétrico que chega para peitar justamente esses modelos citados ali atrás. Na realidade, além do T1, é a estreia da própria BAIC por aqui: a marca chinesa, estatal, foi fundada há quase 70 anos, e é uma das grandes do ramo automotivo naquele mercado. Por aqui, começa a vida com 50 concessionárias (planejam 150 até o fim de 2027), e logística de peças (estoque e distribuição) em parceria com a Foton. Leia mais: Jetour G700 estreia no Brasil: preço, versões, motorização, autonomia e equipamentos BAIC Arcfox T1: versões e preços São duas versões do BAIC Arcfox T1 no Brasil: Pro por R$ 130 mil e Max por R$ 140 mil (preços promocionais até 31 de dezembro). Literalmente, os mesmos nomes de versões do seu arquirrival Geely EX2, por coincidência ou não. A receita é clássica: toda a linha usa a mesma motorização, mesmo pack de baterias e mesma construção básica, se diferenciando apenas pelo pacote de equipamentos, detalhes estéticos e nível de acabamento, principalmente. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação BAIC e Arcfox: quem são? Se você não conhece a Arcfox, calma lá: é uma submarca do Grupo BAIC, dos maiores automotivos lá da China (é estatal, inclusive), e já soma quase dez anos de existência, focando em SUVs menores e carros de passeio elétricos. No caso do Arcfox T1, o design é um ponto que chama a atenção: mais estiloso e retilíneo, lembra mais um hatch médio do que um monovolume (como o Dolphin, por exemplo), e tem até terceira coluna larga, como é comum nos hatches médios. Ainda assim, aposta no amplo espaço interno, proposta familiar e uso urbano, principalmente. Como é o Arcfox T1? O Arcfox T1 é um dos maiores da categoria, com 4,34 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura e entre-eixos de excelentes 2,77 m. Para que se tenha uma ideia, um VW Golf GTI atual mede 4,29 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,47 m de altura e 2,63 m de entre-eixos, o que dá uma ideia sobre o tamanho avantajado do chinês. Seu porta-malas, com quase 460 litros (1.352 com o banco traseiro rebatido), também conta a seu favor, bem como os bancos dianteiros que se reclinam em até 180º, transformando o interior do carro em uma enorme cama. No powertrain do BAIC Arcfox T1, um motor elétrico dianteiro com 95 cv de potência e 18 mkgf de torque, números bem próximos aos dos seus rivais. Enquanto isso, sua bateria tem 42,3 kWh de capacidade, que garante autonomia de 283 km no ciclo PBEV do Inmetro, ou 425 km no CLTC chinês (310 no WLTC). Na China, ele ainda possui versões com 126 cv, mas essas não tem previsão de chegar no Brasil. Ele suporta até 89 kW de potência de recarga e, nessas condições, é possível recuperar cerca de 50% da carga em menos de 25 minutos (em condições ideais). BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação Segundo dados oficiais, o BAIC Arcfox T1 acelera de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos, e atinge cerca de 140 km/h de velocidade máxima. Mecanicamente, não ousa: traz suspensões independentes apenas na dianteira (McPherson), enquanto o conjunto traseiro é convencional, por eixo de torção. Os freios a disco estão nas quatro rodas, pelo menos, e ele traz, de série, função V2L (que transforma o carro em um gerador de energia para aparelhos elétricos e eletrônicos), e função V2V (permite recarregar outro carro elétrico através de um cabo específico). Equipamentos De série, desde a versão Pro mais barata, o BAIC Arcfox T1 vem com seletor de modos de condução, freio de mão eletromecânico com função Auto Hold, controle eletrônico de descidas (HDC), chave presencial, partida por botão, partida remota do motor, controle dos vidros pela chave, sensores de chuva e crepuscular, rodas aro 17, estepe convencional, monitor de pressão dos pneus (TPMS), volante multifuncional em couro sintético, painel digital de 8,8 pol., bancos em couro sintético, banco do motorista com ajustes elétricos, 6 airbags, bancos dianteiros com aquecimento, multimídia de 15,6 pol., comandos de voz inteligentes, câmeras 360º, sensores de estacionamento traseiros, faróis e lanternas em LED, ar digital automático com saídas traseiras, entre outros. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação Na Max, o BAIC Arcfox T1 acrescenta teto-solar panorâmico com cortina elétrica, retrovisores com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisores externos com memória de posição, rodas aro 18, tampa do porta-malas elétrica, alças de teto para o banco traseiro, bancos dianteiros com ventilação e memória de posição, banco traseiro bipartido com regulagem do encosto, sistema de som com mais alto-falantes (6, contra 4 da Pro), sensores de estacionamento dianteiros, Park Assist (estacionamento automático) e pacote ADAS com mais de 10 funções, principalmente. Garantia e cores A previsão é que as primeiras unidades do Arcfox T1 cheguem nas concessionárias no começo de novembro, com as primeiras entregas a partir do dia 11. Sua garantia é de 6 anos ou 150 mil km para o carro, ou 8 anos/150 mil km para bateria de tração e motor elétrico, enquanto as revisões programadas acontecem a cada 20 mil km. Na paleta de cores, quatro tons: branco, prata, cinza e azul claro. O interior pode ser preto com detalhes dourados, ou preto com detalhes brancos. BAIC Arcfox T1 – Foto: divulgação O post BAIC Arcfox T1: quanto custa, o que oferece e qual motor usa apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  12. A Fiat Strada Freedom Cabine Dupla 2026/2027 está com preço promocional de R$ 108.660, ou seja, com R$ 24.830 de desconto frente ao praticado na tabela, de R$ 133.490. Com a ação, a picape compacta fica mais barata que as versões de entrada com cabine simples: Endurance (R$ 116.990) e Freedom (R$ 123.990). Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Quem pode comprar a Fiat Strada Freedom CD com desconto? O preço está condicionado ao pagamento à vista, na modalidade venda direta, e é destinado a produtores rurais e empresas (com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica vigente). Não estão contemplados veículos adquiridos por: PcD, taxista, leilões, frotistas, locadoras e seguradoras. O preço promocional é válido para a cor Preto Vulcano, sem opcionais. A campanha tem duração até o dia 3 de novembro, para 20 unidades ou enquanto durar os estoques. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Quatro Rodas Continua após a publicidade Como é o motor e a lista de equipamentos da Strada Freedom CD? As versões de entrada e intermediárias (Endurance, Freedom e Volcano) são equipadas com o motor 1.3 Firefly flex aspirado. Este propulsor entrega 107 cv de potência quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina, com torques de 13,6 kgfm e 13,1 kgfm, respectivamente. Na versão em promoção, a Freedom Cabine Dupla, o câmbio é manual de cinco marchas. Qual a diferença do etanol misturado na gasolina para o que é vendido nos postos? Continua após a publicidade De série, a Fiat Strada tem ar-condicionado, direção elétrica, controle de estabilidade com sistema TC+ (controle de tração avançado) e assistente de partida em rampa (Hill Holder). Em comodidade e exterior, a Freedom CD dispõe de volante com regulagem de altura, luz na caçamba, capota marítima, repetidores de seta nos retrovisores, tomada 12V, rodas de aço de 15 polegadas, chave presencial com telecomando, vidros e travas com acionamento elétrico, vidro traseiro térmico, sensor de pressão dos pneus, protetor de cárter, porta-luvas iluminado, sistema de som preparado com antena, alto-falantes e porta USB para carregamento, apoios de cabeça no banco traseiro e alça de segurança para o passageiro. Continua após a publicidade Em relação à segurança, há airbags duplos frontais e laterais, fixação Isofix para cadeirinhas infantis e estepe de uso temporário. Publicidade View the full article
  13. A Jetour F700 apareceu em registros de patente no Brasil nas últimas semanas e foi mostrada na China em evento recheado de jornalistas brasileiros. Essas aparições geraram expectativa nos fãs da marca nas redes sociais. No entanto, a chegada da picape não é tão simples assim. Apesar de ser derivada do G700, SUV topo de linha da marca que acaba de chegar ao Brasil, a fabricante enxerga a F700 com mais barreiras para penetrar no mercado brasileiro. Não por conta do produto, mas sim pelo comportamento mais conservador do público em relação às picapes médias tradicionais. Henrique Sampaio, Diretor de Marketing Produto e PR da Jetour Brasil, esclareceu que inicialmente a picape não estava nos planos, mas que todo o burburinho recente e a reação dos clientes ao modelo mudaram um pouco a postura. Agora, segundo o executivo, a empresa está ouvindo os concessionários e avaliando as possibilidades. Bateria de carro elétrico dura mais que o previsto; veja o que analisar nos usados Continua após a publicidade Apesar disso, Sampaio destacou que não querem um produto para micar no mercado brasileiro, “como aconteceu com outra picape híbrida plug-in”, sem citar marcas. O grande exemplo da fala está em outra fabricante chinesa, a BYD, que trouxe a Shark ao mercado nacional, mas não conseguiu repetir o mesmo volume de vendas de outros produtos. Continua após a publicidade Qual é o conjunto mecânico, a potência e o consumo da Jetour F700? A Jetour F700 é uma picape híbrida plug-in vendida na China que combina um motor a combustão 2.0 turbo a gasolina com dois propulsores elétricos, um em cada eixo, para entregar 904 cv e 115,7 kgfm de torque. O câmbio é um DHT, específico para veículos eletrificados, com duas marchas. Esse conjunto mecânico faz a picape acelerar de 0 a 100 km/h em cinco segundos. A bateria do sistema híbrido plug-in, fornecida pela CATL, tem 35,4 kWh de capacidade, o que assegura uma autonomia elétrica de 150 km, conforme o ciclo CLTC. A autonomia combinada atinge 1.300 km e o consumo de combustível declarado é de 12,5 km/l. Continua após a publicidade Quais são as dimensões e a capacidade de carga da picape da Jetour? A Jetour F700 mede 5,49 m de comprimento, 2,05 m de largura, 1,98 m de altura e possui 3,35 m de distância entre-eixos. Apesar das grandes dimensões externas, a capacidade de carga útil varia entre 181 kg e 223 kg, patamar muito abaixo dos 1.000 kg que servem como referência tradicional entre as picapes médias vendidas no mercado brasileiro. Publicidade View the full article
  14. A Volkswagen decidiu suspender temporariamente o desenvolvimento do ID. Golf, futura versão elétrica de seu tradicional hatch médio. A decisão foi comunicada aos funcionários da fábrica de Wolfsburg, na Alemanha, após a divulgação dos resultados financeiros da montadora, que apontaram a necessidade de reduzir custos operacionais. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A interrupção não significa o cancelamento definitivo do modelo, mas representa mais uma mudança nos planos de eletrificação da fabricante. A prioridade agora é recuperar a rentabilidade da principal unidade produtiva da marca, que não conseguiu atingir as metas financeiras estabelecidas para o período. <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade Com isso, os investimentos destinados ao ID. Golf foram congelados até que a Volkswagen consiga estabilizar suas contas. O adiamento também ocorre em meio à desaceleração da demanda por veículos elétricos na Europa e ao aumento da concorrência entre as fabricantes. A decisão não deixa a Volkswagen sem representantes no segmento de hatches elétricos. Atualmente, o ID.3 ocupa essa posição no mercado europeu, permitindo que a empresa adie a chegada do Golf sem abrir mão da categoria. O que muda nos planos da Volkswagen? O ID. Golf deverá utilizar a plataforma SSP, nova arquitetura modular do Grupo Volkswagen desenvolvida para substituir gradualmente as bases MEB e PPE. A tecnologia prevê um sistema elétrico de 800 V, além de melhorias na eficiência energética e na integração dos componentes eletrônicos. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Divulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A fabricante também mantém uma parceria com a norte-americana Rivian para o desenvolvimento de sistemas eletrônicos e softwares destinados às próximas gerações de veículos. Entretanto, os ajustes no cronograma da plataforma SSP já haviam afetado os planos da empresa, empurrando a estreia do Golf elétrico para o final da década. Enquanto isso, a fábrica de Wolfsburg continuará produzindo as versões a combustão e híbridas do Golf convencional. A intenção é manter o modelo no catálogo durante a transição para os elétricos, aproveitando sua participação no mercado europeu. Divulgação/VolkswagenDivulgação/Volkswagen Continua após a publicidade A Volkswagen também pretende concentrar investimentos em veículos elétricos menores e mais acessíveis, que apresentam maior potencial de vendas. A estratégia inclui uma nova geração de modelos urbanos, desenvolvidos com foco na redução dos custos de produção. Com a suspensão do ID. Golf, a montadora passa a priorizar projetos considerados mais viáveis financeiramente, enquanto busca aproveitar melhor as plataformas já existentes. Por enquanto, não há uma nova data confirmada para a retomada do desenvolvimento do hatch elétrico. Publicidade View the full article
  15. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou diversos motoristas cometendo infrações na BR-101, em Itajaí (SC), durante uma fiscalização com drone realizada na semana de 12 de outubro de 2026, segundo comunicado divulgado no dia 16. Entre as irregularidades identificadas estavam trânsito pelo acostamento, uso de celular ao volante e falta de cinto de segurança. Segundo a corporação, o equipamento amplia o campo de visão dos policiais e permite fiscalizar o trecho sem provocar mais lentidão no trânsito. O que diz a lei sobre multa sem abordagem? O art. 280 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) admite diferentes meios de comprovar uma infração. Entre eles estão a declaração da autoridade ou do agente de trânsito, aparelhos eletrônicos, equipamentos audiovisuais e outros recursos tecnológicos regulamentados pelo Contran. Quando não é possível parar o veículo, o CTB prevê que o agente registre o fato no auto com os dados do carro. A Resolução Contran nº 909/2022 trata especificamente da fiscalização por sistemas de videomonitoramento. Nesses casos, a infração precisa ser detectada no momento em que ocorre, e o agente deve informar no auto como a constatou. A via também precisa estar sinalizada para esse tipo de fiscalização. As regras que se aplicam a cada autuação dependem da forma como a infração foi constatada. Quanto custa cada infração? Transitar pelo acostamento (art. 193 do CTB) é infração gravíssima, com multa multiplicada por três, de R$ 880,41, e sete pontos na CNH. Segurar ou manusear o celular ao volante (art. 252, parágrafo único) também é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos. Já deixar de usar o cinto de segurança (art. 167) é infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos. Continua após a publicidade Em quanto tempo a notificação precisa ser expedida? Pelo art. 281 do CTB, o auto é arquivado se a notificação da autuação não for expedida em até 30 dias. O prazo conta para o envio, não para a chegada. A notificação vai pelo correio ou, para quem aderiu, pelo sistema de notificação eletrônica da Senatran. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Quem responde pela infração se o carro não foi parado? A notificação da autuação é enviada ao proprietário do veículo. O art. 257 do CTB, porém, distingue as responsabilidades do proprietário e do condutor. Infrações decorrentes de atos praticados na direção do veículo, como as três flagradas em Itajaí, cabem ao condutor. Quando o condutor não é identificado no momento da infração, o proprietário pode indicá-lo no prazo informado na notificação. Se a identificação não for feita nesse prazo, o Código prevê, para esses casos, a atribuição da responsabilidade ao proprietário. O que precisa constar no auto de infração? O art. 280 do CTB exige, entre outros dados: Continua após a publicidade A tipificação da infração; Local, data e hora; Placa, marca e espécie do veículo. O inciso V do mesmo artigo prevê a identificação do órgão e da autoridade ou agente autuador, ou do equipamento que comprovar a infração. O que será registrado depende de como a constatação foi feita. No videomonitoramento, a Resolução 909/2022 exige ainda que o campo de observação informe a forma de constatação. Continua após a publicidade Quais pontos podem ser questionados na defesa? A primeira etapa é a defesa da autuação, com prazo indicado na notificação. Nela, confira se os dados do auto estão corretos e completos. Se a autuação foi feita por videomonitoramento, verifique se o meio de constatação está informado e se havia sinalização no trecho. O art. 193 tipifica a circulação pelo acostamento como infração. Já o art. 29, inciso V, que trata das normas de circulação, admite o trânsito de veículos nos acostamentos apenas para entrar ou sair de imóveis ou de áreas especiais de estacionamento. Quem estava nessa situação pode alegá-la na defesa, com provas. Continua após a publicidade O motorista pode pedir acesso às imagens que embasaram a autuação. A ausência de gravação, porém, não significa por si só que a autuação seja inválida, já que o CTB admite outros meios de comprovação, como a declaração do agente. Se a defesa for negada, cabe recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) e, depois, à instância indicada na decisão. Um erro formal pode levar ao arquivamento do auto, mas isso não torna a defesa um caminho garantido. Assim, quem receber uma notificação deve conferir os dados do auto, o prazo para defesa e os elementos disponíveis para comprovar a infração antes de decidir se vai recorrer. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Por que alguns carros chineses não têm limpador traseiro? Publicidade View the full article
  16. O carro começa a engasgar, perde força nas subidas ou passa a consumir mais combustível do que o habitual. Quando os sintomas aparecem pouco depois de abastecer, é natural desconfiar do produto colocado no tanque. É importante saber quais sinais observar, como verificar a qualidade do produto e o que fazer para proteger o veículo e os direitos do consumidor. Quais sinais podem indicar problema no combustível? Combustível de má qualidade pode provocar falhas e engasgos no motor, perda de potência, dificuldade de partida e funcionamento irregular em marcha lenta. Em alguns casos, a luz da injeção acende no painel. O momento em que os sintomas aparecem é uma pista, não uma prova. Problemas na ignição, na injeção, em sensores ou no sistema de alimentação também podem surgir depois de um abastecimento. O aumento de consumo tem muitas causas possíveis, como calibragem dos pneus, condições de trânsito, uso do ar-condicionado e manutenção atrasada, e não deve ser associado automaticamente a combustível irregular. Adulterado, contaminado ou fora da especificação? Combustível fora da especificação é aquele que não atende aos parâmetros de qualidade definidos pela ANP, por qualquer motivo. A adulteração é uma das causas possíveis e envolve a mistura intencional de substâncias não permitidas ou em proporção irregular. A contaminação pode ocorrer sem intenção, por exemplo com a presença de água ou impurezas durante o transporte ou o armazenamento. Continua após a publicidade Em qualquer uma dessas situações, o consumidor pode reclamar e solicitar a apuração do caso. A eventual responsabilização do fornecedor dependerá das circunstâncias e das provas reunidas. O que fazer se o carro apresentar problemas depois de abastecer? Se houver falhas severas, cheiro forte de combustível, fumaça ou risco de o motor apagar no trânsito, pare em um local seguro e solicite assistência, em vez de insistir na viagem. Continua após a publicidade Guarde a nota fiscal, que deve identificar o posto, a data, o produto e o volume abastecido. Leve o carro a uma oficina e informe a data e o local do último abastecimento. Peça que a oficina registre por escrito os códigos de falha lidos no sistema eletrônico e os resultados do diagnóstico, e não apenas o orçamento do reparo. Não tente retirar combustível do tanque por conta própria. Se houver necessidade de preservar uma amostra para análise, peça orientação à oficina ou à autoridade responsável. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Continua após a publicidade Posso pedir um teste no posto? O consumidor pode pedir ao posto os testes de qualidade previstos nas normas da ANP. Se suspeitar da qualidade da gasolina, peça o teste da proveta, que verifica a proporção de etanol anidro na mistura. O percentual deve respeitar o definido pela legislação vigente. No caso do etanol hidratado, as bombas têm um termodensímetro, que auxilia na avaliação de características do produto. Também é possível observar o aspecto do combustível, que deve estar límpido e sem impurezas. Esses procedimentos são específicos para determinados combustíveis e características, e não permitem avaliar todos os produtos nem todos os tipos de irregularidade. Continua após a publicidade O teste da proveta e o termodensímetro verificam características específicas e não identificam todas as formas de adulteração ou contaminação. Um resultado aparentemente normal não significa que o combustível esteja livre de irregularidades. A confirmação depende de análise laboratorial, como as realizadas pela fiscalização da ANP. Como consultar o posto e denunciar à ANP? Desde julho de 2026, a ANP disponibiliza o aplicativo ANP com VC – Postos, que lista os postos autorizados na região e mostra detalhes como produtos comercializados, CNPJ, endereço, autorização e fornecedor do combustível. Cada posto recebe uma nota de 0 a 5, calculada com base no histórico de fiscalizações, com peso maior para infrações mais recentes. Continua após a publicidade A nota, porém, não é uma certificação de qualidade permanente. Ela resume o histórico disponível e não garante que o combustível vendido em determinado momento esteja dentro das especificações. O mesmo aplicativo tem dois canais de denúncia: um para preços abusivos e outro para infrações em geral, como suspeita de combustível irregular. Ao denunciar, informe a data e o horário do abastecimento, o tipo de combustível, o número da bomba, se possível, e o que motivou a suspeita, como a recusa do posto em fazer os testes. Quem paga o conserto? Pelo Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor responde pelos danos causados por produtos com vícios de qualidade, e o posto pode ser responsabilizado pela venda de combustível fora da especificação. Para buscar o ressarcimento, o consumidor precisa reunir provas: a nota fiscal, o diagnóstico da oficina com os códigos de falha, os orçamentos e notas do conserto e, quando houver, o resultado de testes, análises ou fiscalizações. Sem acordo, é possível recorrer ao Procon e à Justiça. Antes de abastecer em um posto desconhecido, consulte no aplicativo da ANP a autorização, a nota e o histórico disponível. No local, verifique se as bombas estão lacradas e identificadas e peça sempre a nota fiscal, mesmo em abastecimentos pequenos. Preços muito abaixo da média da região merecem atenção, mas não são, sozinhos, um indício conclusivo de fraude. QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Novo Porsche 911 Turbo S é híbrido com 711 cv e vem ao Brasil Publicidade View the full article
  17. Última semana
  18. 🔊 Toyota Corolla GR: Alta Fidelidade Italiana com Engenharia Alemã! Como transformar a cabine de um hot hatch de pista em uma sala de concerto, mantendo a garantia de fábrica 100% intacta? Projetamos um sistema Hi-Fi sob medida para este Corolla GR, focado em altíssima definição e integração estética invisível. Combinamos o refinamento da linha Audison Voce com o processamento cirúrgico da alemã Helix e o grave dinâmico da Hertz. 🛠️ O Diferencial do Projeto: • Kit 2 Vias e Coaxial (AV K6 SII / AV X6.5 II): Palco sonoro frontal extremamente detalhado, agudos sedosos, médios encorpados e preenchimento traseiro de alta linearidade. • Processador Helix DSP.3S: O cérebro do sistema. Garante alinhamento de tempo perfeito e correções acústicas ultraprecisas para o posicionamento ideal do palco. • Amplificador Audison SR 5.600: Usina compacta de 5 canais que alimenta todo o estéreo e o subwoofer com máxima eficiência, clareza e controle dinâmico. • Subwoofer Hertz MPS 250 S2: Modelo Slim de 10" instalado em caixa selada personalizada embutida no assoalho do porta-malas. Grave profundo com zero perda de espaço útil. • Tratamento Acústico 3 Camadas: Mantas de borracha butílica nas portas e forros para eliminação de vibrações, controle de ressonâncias e bloqueio de ruídos externos. • Preservação de Garantia: Instalação de nível europeu, 100% plug and play, sem cortes ou alterações no chicote original do veículo. 🎵 O Resultado Final: Um espetáculo acústico para acompanhar a performance das pistas. A precisão alemã do DSP Helix, o timbre orgânico dos falantes Audison e o grave firme do subwoofer Hertz criam uma experiência de áudio tridimensional imersiva a bordo deste Corolla GR. 🏆 Confiança Audio Design: Garantia permanente em nossas montagens. Desde 1994, são mais de 30 anos projetando obras-primas em áudio automotivo premium. 💬 Quer um projeto exclusivo para o seu carro? Deixe seu comentário ou mande um direct! @corollagrclube @toyotadobrasil @gazooracingbrasil #corollagr #somautomotivo #somhifi #audison #helixdspView the full article
  19. Tem projeto que dispensa apresentações! 🔊 O Reboque Scorpion é um daqueles que chamam atenção pelos detalhes, com um visual marcante e muita potência Taramps. E aí, de 0 a 10, qual nota você dá para esse projeto? #taramps #som #somautomotivo #projeto #reboque #shortsView the full article
  20. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início nesta sexta-feira (30) à Operação Finados 2026, intensificando a fiscalização em trechos críticos das rodovias até as 23h59 de próxima segunda-feira (2). Com um fluxo intenso de veículos previsto para o feriado prolongado, o principal objetivo da campanha é combater o uso do celular ao volante, prática que completa uma década enquadrada como infração gravíssima no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Entre janeiro e setembro de 2026, a PRF registrou 34.987 infrações de motoristas flagrados segurando ou manuseando o aparelho celular, um aumento de aproximadamente 12% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 31.144 casos. Historicamente, entre 2021 e 2025, os órgãos federais somaram mais de 185 mil autuações pela mesma conduta nas rodovias do país. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ A 100 km/h, um veículo percorre cerca de 28 metros em apenas um segundo, intervalo em que uma simples olhada na tela pode impedir o motorista de frear a tempo diante de um obstáculo imprevisto na pista. Continua após a publicidade Como o celular impacta nas estatísticas de acidentes? A distração provocada pelos aparelhos portáteis está ligada à ausência de reação ou à resposta tardia dos condutores diante de situações de perigo nas estradas. Somente nos primeiros nove meses deste ano, a corporação identificou 17.134 ocorrências de trânsito em que o fator determinante foi a falta de tempo de reação hábil, superando os 16.193 registros contabilizados no mesmo intervalo de 2025. Pedestres atravessando vias e mudanças bruscas de faixa exigem foco absoluto, tornando qualquer segundo de desatenção um risco com potencial fatal. Quais são as penalidades e os demais focos da fiscalização da PRF? Dirigir segurando ou manuseando o telefone celular é classificado como infração gravíssima, punida com multa de R$ 293,07 e a adição de 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além do foco tecnológico, a Operação Finados intensifica o combate à embriaguez ao volante, ao excesso de velocidade, às ultrapassagens indevidas e à verificação rigorosa do uso do cinto de segurança e dos dispositivos de retenção infantil, as chamadas cadeirinhas. O que muda no trânsito de cargas e nas condições climáticas do feriado? Diferente de outros feriados prolongados de grande movimento, a PRF informou que não haverá restrições de tráfego para veículos de carga em rodovias federais de pista simples sob jurisdição federal. Continua após a publicidade Com previsões meteorológicas indicando chuvas em grande parte do território nacional, a recomendação oficial é reduzir drasticamente a velocidade, aumentar a distância de segurança em relação ao veículo que segue à frente e revisar itens essenciais do carro antes de pegar a estrada. A PRF orienta os motoristas: Revisar as condições do veículo antes de viajar; Descansar antes de iniciar o percurso; Verificar as condições da rodovia e a previsão do tempo; Não consumir bebidas alcoólicas antes de dirigir; Utilizar o cinto de segurança e os equipamentos obrigatórios; Respeitar os limites de velocidade; Não utilizar o celular ao volante; Realizar ultrapassagens somente em locais permitidos e seguros. Continua após a publicidade QUATRO RODAS+IA: Este conteúdo de serviço foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana. Publicidade View the full article
  21. ✅✅✅ALTO FALANTE TORMENTO 650👉👉👉https://meli.la/1gPYpP6 🛑🛑🛑COMPRE NA NOVA LOJA DO Raylan Som 👇👇👇👇 ✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y ✅✅✅MINI CURSO RAYLAN SOM👉👉👉https://pay.kiwify.com.br/pCtGOQx ✅ESTRANHO AUDIO PARTS - Use o cupom de desconto 👉👉RAYLLAN5 👈👈e compre direto da fábrica https://loja.estranhoaudioparts.com.br ⭕⭕Meu facebook 👉👉👉https://www.facebook.com/RaylanSom/ °369 ✅Para comprar produtos online segue o link para compra ⭕️AMAZON https://amzn.to/3B5gXlb ⭕️Shopee https://shope.ee/apjpxVjd ⭕️✅✅✅LOJA DE SOM MERCADO LIVRE 👉👉👉https://mercadolivre.com/sec/16cPj8y 🔖 Hashtags: #som #somautomotivo #carro #viagem #rayllansom #audio #vendas #negocios #Volkswagen #Fiat #Toyota #Hyundai #JEEP #RENAULT #NISSAN #caixatrio #caixabob #audio Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCg0mdazek-we_xML7cHrr1g/join 🔴👉Instagram, TikTok , kwai e Facebook→ @raylansom 🔴GRUPO TELEGRAM 👉👉👉LINK DO GRUPO--- https://t.me/joinchat/HAimD4-0PoXFuQz1 Subwoofer Embaixo Desse Jeito? O Motivo Desse Grave Tocar Tão Forte Sem ForçarView the full article
  22. O Ford Mustang GT Performance está de volta ao mercado brasileiro. Vendido por muitos anos via importação independente, o modelo chegou oficialmente ao país em 2018. Em 2020, foi sucedido pelo Black Shadow e depois pelo Mach 1, retornando em 2024 com a nova plataforma de sétima geração. Em 2025, foi oferecido apenas durante um curto período no país. Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. Agora, o cupê esportivo sai por R$ 569.000, ou seja, é R$ 80.000 mais barato que o Mustang Dark Horse. Esta versão topo de linha segue comercializada normalmente no mercado por R$ 649.000 e traz uma calibração dinâmica e acerto mecânico muito mais voltados para o uso extremo em pistas de corrida. Qual é o motor, a potência e o desempenho do Ford Mustang GT Performance? O Ford Mustang GT Performance é equipado com o motor V8 5.0 aspirado, que desenvolve 492 cv de potência e 57,8 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de dez marchas. Todo esse conjunto mecânico permite uma aceleração vigorosa de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 s, garantindo números expressivos de desempenho na pista. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford Continua após a publicidade Há cinco modos de condução disponíveis: Normal, Esportivo, Escorregadio, Pista e Pista Drag. Eles alteram simultaneamente as configurações do acelerador, trocas de marcha, controle de tração, som do motor e o grafismo do painel. Mas também é possível fazer ajustes separados nos sistemas de suspensão, direção e do escapamento. De acordo com a Ford, o esportivo passou por diversos refinamentos nos sistemas de controle e dinâmica veicular. O acerto dinâmico tem uma distribuição de peso de 55% na frente e 45% na traseira. Ele traz suspensão adaptativa MagneRide, barras estabilizadoras herdadas do Mach 1, freios Brembo e ronco do escapamento por meio de ajuste de válvulas ativo. Como funciona a tecnologia de amortecimento e ronco remoto do cupê? Uma das principais tecnologias presentes é o sistema de detecção de buracos da suspensão adaptativa. Seus sensores monitoram as condições da via 1.000 vezes por segundo e, se há uma queda brusca da roda dianteira, o sistema aciona o fluido magnético para endurecer o amortecedor e evitar trancos no conjunto da roda e pneu. Continua após a publicidade O Remote Rev é outro recurso tecnológico exclusivo e divertido do Mustang GT. Desenvolvido pelo time de engenharia da Ford no Brasil, ele permite acelerar o carro de forma remota, diretamente por meio do chaveiro, e liberar o ronco tradicional do V8 à distância, mesmo antes de o motorista entrar na cabine. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford O esportivo também tem o chamado Track Apps, que se trata de um pacote de tecnologias e aplicativos de desempenho integrado ao painel de instrumentos e à central multimídia. Ele foi desenvolvido especialmente para uso em circuitos fechados e pistas de corrida. Continua após a publicidade O sistema focado em performance também traz recursos exclusivos como o freio de drifting e o Line Lock, que permite travar as rodas de modo independente para aquecer os pneus. O conjunto multimídia ainda oferece cronômetros precisos e medidores auxiliares da dinâmica veicular. O que muda no design e no visual atualizado do novo esportivo? O modelo volta com um design atualizado e toques exclusivos de estilo. O grande destaque visual fica para os itens escurecidos, presentes nos logos e nos emblemas externos da carroceria. A agressividade se completa com as rodas de liga leve de 19 polegadas, teto e retrovisores pintados de preto, além da proeminente asa traseira. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford Continua após a publicidade Quais são os equipamentos de série e os itens de segurança? Por dentro, ele tem bancos de couro com ventilação e aquecimento, ajuste elétrico em seis vias para o motorista e quatro para o passageiro, além de volante revestido em couro com base reta e aquecimento. O painel de instrumentos de 12,4 polegadas é configurável e engloba a opção de modos visuais clássicos. A central multimídia SYNC 4 tem tela de 13,2 polegadas, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de GPS embarcado. O sistema de som de 900 W é assinado pela prestigiada marca B&O e tem 12 alto-falantes de alta fidelidade e subwoofer integrado à cabine do modelo. Pulam, voam e nadam: veja 5 carros com ‘superpoderes’ Continua após a publicidade Há ainda os retrovisores externos com ajuste e rebatimento elétrico, que incorporam uma luz de aproximação de cortesia. Esse sistema projeta o clássico ícone do cavalo no chão para iluminar o caminho do motorista durante a noite, agregando ainda mais exclusividade à experiência. Ford Mustang GT PerformanceDivulgação/Ford A lista do pacote de segurança ativa inclui sete airbags, piloto automático adaptativo (ACC) com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência (inclusive de ré), assistente de faixa com centralização, alerta de tráfego cruzado e alerta de colisão com detecção de pedestres. O carro conta também com assistente de manobras evasivas, farol alto automático, reconhecimento de placas de velocidade, câmera de ré, monitoramento de ponto cego e sensor de estacionamento traseiro para auxiliar em manobras cotidianas com segurança. Publicidade View the full article
  23. O último saldão do ano está chegando! + de 200 produtos de som e estética automotiva com até 70% de desconto válidos por 1 dia!!! 🗓️ 07 de Novembro (Sábado) 🕢 das 08:30 às 14:00 📍Av. Conselheiro Carrão, 2720. - Vila Carrão. 📍Av. Sapopemba, 3796. - Vila Ivone *não reservamos produtos no saldão Válido somente nas lojas físicasView the full article
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  25. 𝗗𝗘𝗟𝗔𝗬 𝗗𝗘 𝗘𝗡𝗧𝗥𝗔𝗗𝗔: 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗣𝗥𝗘𝗖𝗜𝗦𝗔̃𝗢 𝗘 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗥𝗢𝗟𝗘 𝗡𝗢 𝗦𝗘𝗨 𝗦𝗜𝗦𝗧𝗘𝗠𝗔! 🔊🎚️ O Expert X12 chegou trazendo ainda mais possibilidades para o alinhamento do seu som! Além do tradicional Delay individual por canal, o processador conta com uma função que faz toda a diferença: o DELAY DE ENTRADA! 🚀 Uma solução especialmente útil em eventos, onde o posicionamento dos sistemas pode exigir ajustes de tempo para garantir o alinhamento sonoro. Mais praticidade, precisão e liberdade para quem busca o melhor resultado em cada projeto! ▶️ Confira no vídeo como funciona essa novidade! Quer saber mais? Confira o vídeo na íntegra: https://www.youtube.com/live/ogTtRr0Hzps?si=r14EVuDI1dzk8wG4 #BandaAudioparts #ExpertElectronics #ExpertX12 #Delay #AlinhamentoDeAudio #SomAutomotivo #TecnologiaView the full article
  26. Nem sempre o problema está no alto-falante. Às vezes, o que falta é uma boa regulagem! 🔊 Com o PRO 2.4 BT da Taramps, você pode ajustar a equalização, controlar os níveis das saídas e até compartilhar suas configurações pelo aplicativo Taramps DSP. Porque um som de verdade começa com uma regulagem bem-feita! E aí, como anda a regulagem do seu projeto? #processadordeaudio #taramps #somautomotivo #regulagem #som #shortsView the full article
  27. Por: Lucca Mendonça – Especial para FullPower São Paulo é o estado brasileiro que mais compra carros elétricos e híbridos, segundo levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), com dados referentes a setembro de 2026. Foram 14.250 veículos eletrificados emplacados no território paulista durante o mês, o equivalente a 26,8% das vendas nacionais. Minas Gerais aparece na segunda posição, seguido pelo Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro. Leia mais: Carros híbridos: entenda as diferenças entre MHEV, HEV, PHEV, EREV e super híbridos Audi Q5 PHEV – Foto: Lucca Mendonça Ao todo, o Brasil registrou 53.126 emplacamentos de veículos leves eletrificados em setembro, crescimento de 148,9% em relação ao mesmo período de 2025. O volume considera automóveis e comerciais leves totalmente elétricos (BEV), híbridos plug-in (PHEV) e híbridos convencionais (HEV e HEV Flex), deixando de fora os micro-híbridos (MHEV). Os números também mostram diferenças na distribuição das vendas pelo território brasileiro. Enquanto o Sudeste concentra mais de 40% dos emplacamentos, o Nordeste já responde por aproximadamente um quinto do mercado nacional de eletrificados. GWM Haval H6 HEV2 – Foto: Lucca Mendonça Quais estados mais compram carros elétricos e híbridos? São Paulo liderou o ranking estadual de setembro de 2026, com 14.250 unidades, volume superior à soma dos três estados seguintes. Minas Gerais ficou na segunda colocação, com 4.346 emplacamentos, ultrapassando o Distrito Federal, que registrou 4.158 unidades. O Paraná aparece em quarto lugar, com 3.403 veículos eletrificados vendidos, enquanto o Rio de Janeiro completa as cinco primeiras posições, com 3.166 emplacamentos. Confira os cinco estados e unidades federativas que mais emplacaram carros elétricos e híbridos em setembro de 2026: 1º – São Paulo – 14.250 unidades (26,8%) 2º – Minas Gerais – 4.346 unidades (8,2%) 3º – Distrito Federal – 4.158 unidades (7,8%) 4º – Paraná – 3.403 unidades (6,4%) 5º – Rio de Janeiro – 3.166 unidades (6,0%) Juntas, essas cinco unidades federativas responderam por aproximadamente 55,2% das vendas de eletrificados no Brasil durante setembro. Leapmotor B10 REEV – Foto: divulgação Quais cidades mais compram carros elétricos e híbridos? Entre os municípios, a cidade de São Paulo também ocupa a primeira posição na compra de carros elétricos e híbridos. A capital paulista registrou 5.240 emplacamentos de eletrificados em setembro, concentrando 9,9% de todas as vendas nacionais. Brasília aparece na sequência, com 4.158 unidades, mesmo volume registrado pelo Distrito Federal no levantamento estadual. Belo Horizonte ocupa o terceiro lugar, com 2.451 veículos, seguida por Rio de Janeiro e Curitiba. Confira as cinco cidades com mais emplacamentos de carros elétricos e híbridos em setembro de 2026: 1º – São Paulo (SP) – 5.240 unidades (9,9%) 2º – Brasília (DF) – 4.158 unidades (7,8%) 3º – Belo Horizonte (MG) – 2.451 unidades (4,6%) 4º – Rio de Janeiro (RJ) – 1.625 unidades (3,1%) 5º – Curitiba (PR) – 1.467 unidades (2,8%) Somadas, essas cinco cidades concentraram 14.941 emplacamentos, equivalentes a aproximadamente 28,1% das vendas nacionais de eletrificados em setembro. Eletroposto Volvo – Foto: divulgação Sudeste lidera, mas Nordeste já representa 20% das vendas Na divisão por regiões, o Sudeste manteve a liderança do mercado brasileiro de carros elétricos e híbridos, com 23.092 unidades comercializadas em setembro. O volume corresponde a 43,5% dos emplacamentos nacionais. O Nordeste aparece na segunda posição, com 11.039 veículos eletrificados e participação de 20,8%. Já o Sul registrou 8.971 unidades, enquanto o Centro-Oeste somou 7.225 emplacamentos. A região Norte completa o levantamento, com 2.799 veículos. Confira a distribuição das vendas por região: 1º – Sudeste – 23.092 unidades (43,5%) 2º – Nordeste – 11.039 unidades (20,8%) 3º – Sul – 8.971 unidades (16,9%) 4º – Centro-Oeste – 7.225 unidades (13,6%) 5º – Norte – 2.799 unidades (5,3%) Ford Maverick 2025 na versão Hybrid – Foto: divulgação Apesar de apresentar o menor volume absoluto de vendas, o Norte foi a única região brasileira que registrou crescimento nos emplacamentos de eletrificados em relação a agosto de 2026, com avanço de 3,6%. Os dados da ABVE também mostram que as vendas de carros elétricos e híbridos estão distribuídas por todas as regiões brasileiras, embora ainda exista uma concentração expressiva nos principais centros urbanos e econômicos do país. O post Quais estados e cidades mais compram carros elétricos e híbridos no Brasil em 2026? apareceu primeiro em Revista Fullpower | Notícias sobre carros, acessórios e customizações. View the full article
  28. Os Caoa Changan CS55 mais baratos e mais caros finalmente chegaram às concessionárias. Lançado em setembro no Brasil, apenas a versão Infinity (R$ 154.990) do SUV, com motor 1.5 turbo estava nas lojas. Quem optasse pela de entrada, Prime (R$ 144.990) ou a versão híbrida plug-in flex (R$ 189.990) precisava encomendá-las sem nem sequer poder ver o carro pessoalmente. Mesmo assim, quem fechar negócio no CS55 PHEV enfrentará fila de espera e a impossibilidade de fazer um test-drive. O que não muda é o prazo de entrega, que permanece de 60 dias para as versões recém-chegadas, mesmo que a versão de entrada seja nacional. As duas configurações com motor 1.5 turbo são produzidas na fábrica da CAOA em Anápolis (GO). <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Quais são os preços e versões do Caoa Changan CS55? A linha do Caoa Changan CS55 é composta por três configurações distintas no mercado brasileiro, com preços oficiais que variam entre R$ 144.990 e R$ 189.990. A gama de utilitários-esportivos inclui opções com motor 1.5 turbo e uma variante topo de linha com conjunto mecânico híbrido plug-in flex. Caoa Changan CS55 Prime Turbo Flex (Entrada): R$ 144.990 Caoa Changan CS55 Infinity Turbo Flex (Intermediária): R$ 154.990 Caoa Changan CS55 PHEV (Híbrido Plug-in Flex – Importado): R$ 189.990 <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade Qual é a motorização do Caoa Changan CS55? O modelo estreia fora da China o sistema BlueCore Ultra-Hybrid, unindo motor quatro cilindros 1.5 turbo flex TGDI a um propulsor elétrico para entregar 286 cv de potência e 47 kgfm de torque. Gerenciado pela transmissão dedicada DHT, o conjunto promete consumo urbano de até 42,2 km/l conjugado com o uso do motor elétrico e autonomia de 1.200 km. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Diz a fabricante que a arquitetura híbrida plug-in flex utiliza gerenciamento por inteligência artificial para alternar entre a tração elétrica e o motor térmico conforme a demanda do pedal. A capacidade de beber etanol ou gasolina no motor a combustão representa um diferencial importante, pois está se tornando comum no segmento. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas As versões nacionais Prime e Infinity utilizam motor quatro cilindros 1.5 turbo flex TGDI da família BlueCore com 180 cv de potência e 29,2 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas. Pelo Inmetro, o SUV faz até 10,4 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada com gasolina. Quando abastecido com etanol, o utilitário faz 7,3 km/l no ciclo urbano e 8,3 km/l no percurso rodoviário. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade O que muda no Caoa Changan CS55 PHEV? O design das configurações é muito parecido, independentemente do conjunto mecânico escolhido. A grade frontal sem bordas integrada ao para-choque é contornada pelos faróis full-led. Na traseira, as lanternas em led invadem a tampa do porta-malas, enquanto as rodas de liga leve são de 19 polegadas em toda a linha, mas com design exclusivo. Só a versão híbrida plug-in tem acabamento que mescla as cores preta e marrom, vidros acústicos nos para-brisas e nas janelas laterais frontais, e reconhecimento de sinalização de trânsito (TSR). O exterior adota o logotipo da Changan iluminado na traseira e o estepe temporário é substituído por um kit de reparo para os pneus. Continua após a publicidade <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Continua após a publicidade O utilitário, que chega ao mercado para competir diretamente com SUVs médios convencionais como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, e híbridos como BYD Song Pro e Geely EX5 EM-i tem 4,55 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,67 m de altura e 2,65 m de entre-eixos, com porta-malas de 525 litros. Na cabine, o quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas se integra à central multimídia de 14,6 polegadas por meio de um acabamento flutuante em preto brilhante. Há conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio em todas as configurações da linha. <span class="hidden">–</span>Bárbara Lira/Quatro Rodas Versões, equipamentos e preços do Caoa Changan CS55 Caoa Changan CS55 Prime Turbo Flex – R$ 144.990 Caoa Changan CS55 PrimeBárbara Lira/Quatro Rodas A configuração de acesso já conta com rodas de liga leve de 19 polegadas (pneus 225/55), faróis e lanternas de led, rack de teto e saída de ar-condicionado para o banco traseiro. Na cabine, o painel integra um quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas a uma central multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de abrigar um sistema de som Pioneer com seis alto-falantes. O modelo oferece ar-condicionado de zona única, bancos revestidos em material premium na cor preta, banco do motorista com seis ajustes elétricos, carregador de celular por indução com refrigeração, modos de condução (Eco, Normal e Sport) e câmera 540 graus com função de chassi transparente. O pacote de segurança inclui seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, controle de descida, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold e monitoramento de pressão dos pneus. Caoa Changan CS55 Infinity Turbo Flex – R$ 154.990 A versão intermediária adiciona o pacote de assistência avançada à condução (ADAS), que engloba piloto automático adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, alerta e assistente de permanência em faixa, alerta de colisão frontal e traseira, e comutação automática do farol alto. No conforto, a lista de equipamentos é incrementada com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico elétrico, abertura elétrica do porta-malas, sensor de chuva e bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sendo que o assento do motorista ganha ajuste lombar e função de memória. O sistema operacional também passa a contar com fechamento automático dos vidros e teto solar por sensor de chuva. Caoa Changan CS55 PHEV – R$ 189.990 A opção híbrida plug-in mantém a base de equipamentos da versão Infinity, mas agrega o conjunto mecânico eletrificado com modos de energia (IEM, EV e HEV) e novos modos de condução (Eco, Comfort, Sport, Custom e AI Sport). O interior ganha um acabamento exclusivo mesclando as cores preta e marrom, vidros acústicos nos para-brisas e nas janelas laterais frontais, e reconhecimento de sinalização de trânsito (TSR). O exterior adota o logotipo da Changan iluminado na traseira. Além disso, o SUV passa a contar com o sistema V2L, que permite utilizar a energia da bateria do carro para alimentar equipamentos externos em 220V, e substitui o estepe temporário por um kit de reparo para os pneus. Publicidade View the full article
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